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<title>Rezulti News &#45; Editorial</title>
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<description>Rezulti News &#45; Editorial</description>
<dc:language>pt</dc:language>
<dc:rights>Copyright &#45; Rezulti News &#45; Notícias, Negócios e Diversão.</dc:rights>

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<title>&amp;apos;Basta&amp;apos;: Trump reage a tarifas de retaliação do Canadá e aumenta tensão na guerra comercial</title>
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<description><![CDATA[      EUA impõem tarifas de 50% sobre importações do Canadá após fracasso de negociações
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou neste domingo (23) o tom contra o Canadá após o fracasso das negociações comerciais entre os dois países. 
No sábado, os EUA anunciaram tarifas de 50% sobre produtos importados do Canadá, já que não foi possível finalizar um acordo que, na avaliação americana, teria reduzido substancialmente as tarifas e oferecido condições mais favoráveis de acesso ao mercado dos EUA. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em resposta, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, anunciou tarifas de retaliação sobre produtos americanos a partir de 8 de setembro.
“O Canadá quer os benefícios de ser um Estado, sem ser um!!! Eles também cobraram dos nossos grandes agricultores, durante muitos anos, enormes quantias em tarifas. Chega!!!”, escreveu Trump.
Publicação de Trump na Truth Social.
Reprodução/Truth Social
O cabo de guerra dos norte-americanos
A nova escalada ocorre apenas alguns dias depois de os dois países indicarem que estavam próximos de um acordo. 
Na terça-feira (18), Trump havia suspendido por três dias a aplicação das tarifas de 50%, alegando que EUA e Canadá tinham chegado a um entendimento preliminar. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, confirmou que havia &quot;progressos substanciais&quot; nas conversas.
As negociações, porém, fracassaram na noite de sexta-feira (21). As tarifas americanas entraram em vigor à 0h01 de sábado (22), no horário de Washington, sobre cerca de US$ 20 bilhões (R$ 102 bilhões) em produtos canadenses. 
Em resposta, Carney anunciou que o Canadá aplicará tarifas &quot;dólar por dólar&quot; a produtos americanos. &quot;Nos próximos dias, divulgaremos detalhes dessas novas medidas tarifárias, que entrarão em vigor na terça-feira seguinte ao Dia do Trabalho&quot;, afirmou o premiê em coletiva de imprensa.
Cronologia: da trégua ao colapso do acordo comercial
Casa Branca chama Carney de &#039;insensato&#039;
Neste domingo, o secretário dos Transportes dos Estados Unidos, Sean Duffy, declarou que &quot;pensar que eles [canadenses] vão entrar em guerra com Donald Trump e realmente vencer a guerra contra os Estados Unidos, acho que é insensato da parte deles&quot;, ao programa &quot;Fox News Sunday&quot;.
Carney, por outro lado, adotou um tom desafiador ao anunciar a retaliação canadense. 
&quot;Você está em guerra quando é atacado. Nós fomos atacados&quot;, afirmou no sábado (22), depois de rejeitar o que classificou como um &quot;mau acordo&quot; oferecido por Washington.
Por que o Canadá não firmou o acordo?
Primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 20 de janeiro de 2026.
REUTERS/Denis Balibouse
Segundo Carney, os avanços obtidos nas negociações não foram suficientes para atender aos objetivos do Canadá. O premiê também afirmou que os Estados Unidos tentaram incluir no acordo cláusulas que limitariam a capacidade canadense de firmar futuros acordos comerciais com outros parceiros.
As negociações também envolveram uma série de outros pontos de atrito, incluindo tarifas sobre automóveis, aço e alumínio, acesso ao mercado canadense de leite, aves e ovos, compras governamentais, bebidas alcoólicas, serviços digitais, propriedade intelectual, agricultura, trabalho forçado, energia e preços de medicamentos.
De acordo com o governo Trump, um dos principais pontos de divergência envolvia as tarifas previstas na chamada Seção 232 da legislação comercial americana, que permite a aplicação de tarifas por motivos de segurança nacional.
&quot;Washington estava exigindo demais e oferecendo muito pouco&quot;, declarou Carney.
O primeiro-ministro também afirmou que algumas exigências americanas representariam uma ameaça à língua francesa e à cultura de Quebec. Entre os temas discutidos estavam subsídios à produção cultural francófona, a presença de meios de comunicação em francês nas plataformas digitais e a obrigatoriedade de rotulagem bilíngue de produtos vendidos no Canadá.
&quot;Quando somos atacados, estamos em guerra. Nós fomos atacados&quot;, disse Carney em Ottawa.
A disputa marca uma nova deterioração na relação entre os dois países e coloca em risco o futuro do acordo comercial entre Estados Unidos, Canadá e México. O Canadá é particularmente vulnerável à escalada porque cerca de 70% de suas exportações têm como destino o mercado americano.
De acordo com o governo Trump, um dos principais pontos de divergência envolvia as tarifas previstas na chamada Seção 232 da legislação comercial americana, que permite a aplicação de tarifas por motivos de segurança nacional.
Os principais pontos de atrito
O fracasso das negociações ocorreu em meio a uma série de disputas comerciais acumuladas entre os dois países. Em seu relatório de 2026 sobre o Canadá, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) destacou diferentes áreas de conflito.
Leite, aves e ovos: os Estados Unidos criticam o sistema canadense que controla a produção desses produtos, com limites de pr ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Basta:, Trump, reage, tarifas, retaliação, Canadá, aumenta, tensão, guerra, comercial</media:keywords>
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<title>&amp;apos;Basta!&amp;apos;: Trump reage a tarifas de retaliação do Canadá e aumenta tensão na guerra comercial</title>
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<description><![CDATA[      A guerra comercial entre Estados Unidos e Canadá ganhou um novo capítulo neste domingo (23), quando o presidente americano Donald Trump criticou duramente as medidas de retaliação anunciadas por Ottawa em resposta às novas tarifas impostas por Washington. 
As contramedidas canadenses entrarão em vigor em 8 de setembro e atingirão setores como aço, produtos lácteos, indústria de papel, máquinas agrícolas e eletrônicos.
Em mensagem publicada na rede Truth Social, Trump afirmou que o Canadá quer &quot;os benefícios de um estado americano sem ser um&quot; e concluiu com um enfático &quot;Basta!&quot;.
Publicação de Trump na Truth Social.
Reprodução/Truth Social
Além de acusar o Canadá de querer tirar vantagem da proximidade com os EUA sem assumir as mesmas responsabilidades, o republicano voltou a reclamar das tarifas aplicadas por Ottawa a produtos agrícolas americanos.
A declaração ocorreu um dia depois de o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, anunciar uma série de medidas de represália após rejeitar o que classificou como um &quot;mau acordo&quot; comercial proposto por Washington. 
Segundo Carney, as sobretaxas terão valor equivalente, &quot;dólar por dólar&quot;, às tarifas americanas que passaram a valer no sábado (22) sobre cerca de US$ 20 bilhões em exportações canadenses para os EUA. 
O representante comercial americano Jamieson Greer afirmou à emissora Fox News que Washington pretende responder às medidas canadenses, sem detalhar quais seriam os próximos passos. Ele acrescentou que não há novas rodadas de negociação previstas entre os dois países. 
Negociações fracassam  Após semanas de conversas, Mark Carney decidiu interromper as negociações na noite de sexta-feira (21), pouco antes do prazo estabelecido pela Casa Branca. 
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso em 14 de agosto de 2026
Ken Cedeno/Reuters
De acordo com o premiê canadense, Washington tentou incluir no acordo cláusulas que limitariam a capacidade do Canadá de firmar futuros acordos comerciais com outros parceiros. 
&quot;Quando somos atacados, estamos em guerra. Nós fomos atacados&quot;, declarou Carney em Ottawa. Segundo ele, Washington &quot;estava exigindo demais e oferecendo muito pouco&quot;. 
Defesa da cultura francófona vira ponto de atrito 
O primeiro-ministro afirmou ainda que algumas exigências americanas representariam ameaças à língua francesa e à cultura do Quebec. 
Carney indicou que temas como os subsídios à produção cultural francófona, a presença dos meios de comunicação em francês nas plataformas digitais e a obrigatoriedade da rotulagem bilíngue dos produtos vendidos no Canadá estavam em discussão. 
Para o premiê canadense, as exigências americanas representariam uma ameaça à identidade cultural e linguística da província francófona.
Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025, o Canadá tem sido um dos principais alvos da ofensiva comercial promovida pelo presidente americano, que com frequência volta a mencionar a ideia de transformar o país vizinho no &quot;51º estado&quot; dos Estados Unidos. 
Primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 20 de janeiro de 2026.
REUTERS/Denis Balibouse
Economia canadense sob pressão  
A disputa marca uma nova deterioração nas relações entre os dois países e afeta inclusive produtos normalmente protegidos pelo acordo de livre comércio firmado por EUA, Canadá e México. 
&quot;A América mudou e não podemos controlar a tempestade que vem de Washington&quot;, declarou Mark Carney. 
No Canadá, a decisão de abandonar as negociações recebeu apoio da maior parte da classe política. Ainda assim, especialistas alertam para os riscos econômicos de uma escalada tarifária prolongada. 
Os EUA são o principal parceiro comercial canadense. Atualmente, cerca de 70% das exportações do Canadá têm como destino o mercado americano, o que torna o país particularmente vulnerável aos efeitos de uma guerra comercial com seu maior comprador. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena: aposta única de Santa Catarina ganha quase R$ 58 milhões; confira os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 3048
O sorteio do concurso da Mega-Sena foi realizado neste domingo (23), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertaram as seis dezenas é de R$ 57.261.598,09.
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Veja os números sorteados: 44 - 06 - 27 - 50 - 02 - 39 
Uma aposta única de Blumenau, em Santa Catarina, acertou os seis números. 
Números sorteados no concurso 3048 da Mega-sena, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ Caixa
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-Sena?
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e o tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump diz &amp;apos;basta&amp;apos; em reação às tarifas de retaliação do Canadá</title>
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<description><![CDATA[      A guerra comercial entre Estados Unidos e Canadá ganhou um novo capítulo neste domingo (23), quando o presidente americano Donald Trump criticou duramente as medidas de retaliação anunciadas por Ottawa em resposta às novas tarifas impostas por Washington. 
As contramedidas canadenses entrarão em vigor em 8 de setembro e atingirão setores como aço, produtos lácteos, indústria de papel, máquinas agrícolas e eletrônicos.
Em mensagem publicada na rede Truth Social, Trump afirmou que o Canadá quer &quot;os benefícios de um estado americano sem ser um&quot; e concluiu com um enfático &quot;Basta!&quot;.
Publicação de Trump na Truth Social.
Reprodução/Truth Social
Além de acusar o Canadá de querer tirar vantagem da proximidade com os EUA sem assumir as mesmas responsabilidades, o republicano voltou a reclamar das tarifas aplicadas por Ottawa a produtos agrícolas americanos.
A declaração ocorreu um dia depois de o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, anunciar uma série de medidas de represália após rejeitar o que classificou como um &quot;mau acordo&quot; comercial proposto por Washington. 
Segundo Carney, as sobretaxas terão valor equivalente, &quot;dólar por dólar&quot;, às tarifas americanas que passaram a valer no sábado (22) sobre cerca de US$ 20 bilhões em exportações canadenses para os EUA. 
O representante comercial americano Jamieson Greer afirmou à emissora Fox News que Washington pretende responder às medidas canadenses, sem detalhar quais seriam os próximos passos. Ele acrescentou que não há novas rodadas de negociação previstas entre os dois países. 
Negociações fracassam  Após semanas de conversas, Mark Carney decidiu interromper as negociações na noite de sexta-feira (21), pouco antes do prazo estabelecido pela Casa Branca. 
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso em 14 de agosto de 2026
Ken Cedeno/Reuters
De acordo com o premiê canadense, Washington tentou incluir no acordo cláusulas que limitariam a capacidade do Canadá de firmar futuros acordos comerciais com outros parceiros. 
&quot;Quando somos atacados, estamos em guerra. Nós fomos atacados&quot;, declarou Carney em Ottawa. Segundo ele, Washington &quot;estava exigindo demais e oferecendo muito pouco&quot;. 
Defesa da cultura francófona vira ponto de atrito 
O primeiro-ministro afirmou ainda que algumas exigências americanas representariam ameaças à língua francesa e à cultura do Quebec. 
Carney indicou que temas como os subsídios à produção cultural francófona, a presença dos meios de comunicação em francês nas plataformas digitais e a obrigatoriedade da rotulagem bilíngue dos produtos vendidos no Canadá estavam em discussão. 
Para o premiê canadense, as exigências americanas representariam uma ameaça à identidade cultural e linguística da província francófona.
Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025, o Canadá tem sido um dos principais alvos da ofensiva comercial promovida pelo presidente americano, que com frequência volta a mencionar a ideia de transformar o país vizinho no &quot;51º estado&quot; dos Estados Unidos. 
Primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 20 de janeiro de 2026.
REUTERS/Denis Balibouse
Economia canadense sob pressão  
A disputa marca uma nova deterioração nas relações entre os dois países e afeta inclusive produtos normalmente protegidos pelo acordo de livre comércio firmado por EUA, Canadá e México. 
&quot;A América mudou e não podemos controlar a tempestade que vem de Washington&quot;, declarou Mark Carney. 
No Canadá, a decisão de abandonar as negociações recebeu apoio da maior parte da classe política. Ainda assim, especialistas alertam para os riscos econômicos de uma escalada tarifária prolongada. 
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>PIX fora do ar? Clientes de banco relatam instabilidade do serviço; Banco Central diz que sistema foi restabelecido</title>
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<description><![CDATA[      Governo Trump conclui que Pix é &#039;injusto&#039;: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Clientes de bancos brasileirosrelataram neste domigno (23) instabilidade nas operações do PIX. 
A plataforma Downdetector, que monitora serviços on-line, registrava, às 08h30 deste domingo, 2.431 relatos de que o serviço não estava funcionando. 
Em nota, o Banco Central confirmou a instabilidade, mas disse que os sistemas já restabelecidos. 
&quot;Na manhã deste domingo, a equipe técnica do Banco Central identificou uma instabilidade nos sistemas do Pix, que gerou dificuldades na realização de transações nas primeiras horas do dia. Os sistemas foram prontamente restabelecida e o Pix  funciona normalmente&quot;, diz a nota. 
Plataforma Downdetector registra reclamações de instabilidade no funcionamento do PIX, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ Downdetector
Entre os bancos apontados por usuários na plataforma Downdetector e na rede social X, estão:
Bradesco; 
Caixa Econômica Federal;
C6; 
Inter; 
Itaú; 
Nubank; 
Santander. 
Veja, abaixo, alguns dos relatos de usuários nas redes sociais: 
Relato de PIX fora do ar, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ X
Relato de PIX fora do ar, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ X
Relatos de falhas no PIX na plataforma Downdetector, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ Downdetector
Agora no g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>PIX fora do ar? Clientes de bancos relatam instabilidade do serviço</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/pix-fora-do-ar-clientes-de-bancos-relatam-instabilidade-do-servico</link>
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<description><![CDATA[      Plataforma Downdetector registra reclamações de instabilidade no funcionamento do PIX, em 23 de agosto de 2026.
Reprodução/ Downdetector
Clientes de diferentes bancos brasileiras relataram neste domingo (23) instabilidade do PIX. 
A plataforma Downdetector, que monitora serviços on-line, registrava 2.431 relatos de que o serviço não estava funcionando às 08h30 deste domingo. 
O g1 procurou o Banco Central, mas ainda não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem. 
Os bancos que receberam maiores reclamações na plataforma do Downdetector são:
Itaú; 
Bradesco; 
Nubank; 
Esta reportagem está em atualização.
Agora no g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>El Niño pode encarecer alimentos em até 20%; economistas preveem impacto na inflação</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/el-nino-pode-encarecer-alimentos-em-ate-20-economistas-preveem-impacto-na-inflacao-13935</link>
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<description><![CDATA[      El Niño deve ser o mais intenso de que se tem memória
Os alimentos podem ficar mais caros para os brasileiros e atingir um pico de preços em até seis meses após os choques climáticos provocados pelo El Niño. É o que aponta um modelo matemático desenvolvido pelo Rabobank com base no histórico do fenômeno no Brasil.
Segundo o estudo, os alimentos in natura, como carnes e hortaliças, são os que tendem a encarecer mais. Em um cenário de El Niño forte, os preços dessa categoria podem subir 19,9%, enquanto a alimentação no domicílio avançaria 6,32%. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em um evento moderado, as altas seriam de 13,4% e 2%, respectivamente.
???? O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima em diferentes partes do mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.
➡️ Os alimentos in natura são os que reagem mais rapidamente aos impactos. No caso das hortaliças, isso ocorre porque elas têm ciclos de produção mais curtos, fazendo com que problemas climáticos afetem a oferta mais rapidamente.
➡️ Já os semi-elaborados sentem os efeitos de forma mais gradual, principalmente por causa do encarecimento dos insumos. Essa categoria reúne alimentos que passam por algum processamento antes de chegar ao consumidor, como arroz e feijão.
➡️ Os industrializados, por sua vez, tendem a registrar aumentos mais suaves, porque o preço final também depende de custos como processamento, embalagem, transporte e comercialização.
Segundo o relatório, a intensidade e a duração dos impactos variam conforme a força do El Niño, as condições da safra e o cenário econômico.
???? Como a conta foi feita? O estudo comparou a evolução do Índice Oceânico Niño (ONI), usado para acompanhar a intensidade do fenômeno, com a inflação dos alimentos consumidos em casa durante os principais episódios de El Niño das últimas décadas.
Para classificar a intensidade do fenômeno, o estudo considerou a variação da temperatura do Oceano Pacífico medida pelo ONI. Valores superiores a 0,5°C na média de três meses indicam um El Niño moderado, enquanto aqueles acima de 1°C caracterizam episódios fortes.
De acordo com a última divulgação da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), em agosto, há 26% de probabilidade de um El Niño moderado, 57% de um evento forte e 16% de um evento muito forte.
Para o fim do ano, as projeções indicam cerca de 80% de probabilidade de ocorrência de um El Niño forte.
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Como vai ficar a inflação?
➡️ El Niño de intensidade moderada
Em um El Niño moderado, os preços dos produtos in natura poderiam subir 13,4% no acumulado de 12 meses. Como esses alimentos representam apenas uma parte dos gastos considerados no IPCA, a alta acrescentaria cerca de 0,36 ponto percentual à inflação geral.
Os preços dos alimentos semi-elaborados e industrializados também subiriam, mas menos: 0,27% e 0,5%, respectivamente. Somados todos esses efeitos, o El Niño moderado acrescentaria cerca de 0,41 ponto percentual ao IPCA.
➡️ El Niño forte
Em um El Niño forte, os preços dos alimentos in natura poderiam subir quase 20%. Sozinha, essa alta acrescentaria cerca de 0,53 ponto percentual ao IPCA. 
Os semi-elaborados subiriam 3,6%, com impacto de 0,20 ponto, enquanto os industrializados avançariam 1,4%, acrescentando outros 0,11 ponto.
No total, o efeito dos alimentos acrescentaria cerca de 0,83 ponto percentual ao IPCA, com o impacto mais forte aparecendo cerca de seis meses após o choque climático.
Onde vai ficar mais caro?
O estudo também analisou como os impactos podem variar entre as regiões metropolitanas.
Os cálculos indicam que regiões com maior peso do consumo ou da produção de alimentos in natura tendem a sentir os efeitos mais rapidamente e com maior intensidade. Em outras localidades, o repasse aos preços seria mais gradual, mas poderia durar mais tempo.
Os maiores aumentos de preços no curto prazo se concentrariam em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Belém.
Salvador e Recife teriam impactos menores inicialmente, indicando um repasse mais gradual dos choques climáticos aos preços, segundo o relatório.
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Quais alimentos devem pesar mais no bolso?
Segundo economistas ouvidos pelo g1 em julho, os primeiros impactos devem aparecer nas hortaliças, mais sensíveis às mudanças no clima. Se o El Niño ganhar intensidade, produtos que dependem de safras específicas também podem ficar mais caros no ano que vem.
Segundo Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, entre os principais produtos que podem ser afetados estão milho, café, frutas, laranja, cana-de-açúcar, trigo e arroz. O leite também pode sofrer imp ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Niño, pode, encarecer, alimentos, até, 20, economistas, preveem, impacto, inflação</media:keywords>
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<title>Bovinos influenciadores: conheça a vaca Leide e o touro Xerife</title>
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<description><![CDATA[      Leide se tornou influenciadora e garota propaganda
Reprodução / TV TEM
Sem leilão ou competição, a Leide e o Xerife ganharam reconhecimento de um jeito fora do convencional. Mais do que gado, eles são influenciadores na região noroeste do estado de São Paulo; cada um com seu estilo de conteúdo. 
Leide, uma vaca do município de Guapiaçu (SP), se tornou influenciadora e garota propaganda. Ela compartilha seu dia a dia na fazenda, com dicas, indicações de produtos e algumas fofocas do que acontece no curral.
Aguinaldo José Cardoso, o dono da Leide, quase chegou a vender o animal, antes de receber a proposta dos vídeos. 
A ideia de colocar Leide na frente das câmeras veio do casal Flávio e Jeovana Pessini, produtores de conteúdo. Os vídeos surgiram para mostrar como é a vida no campo e a produção de leite, criando um conteúdo mais divertido e descontraído para os produtores rurais.
Jeovana grava, edita e dá voz para a vaquinha. As gravações sempre respeitam a rotina da Leide, para não estressar a vaca ou influenciar sua produção de leite. 
Xerife, um touro de quase 700 quilos, cresceu cercado de crianças e se tornou famoso pela vizinhança
Reprodução / TV TEM
Em José Bonifácio (SP), a cara fechada do Xerife esconde um touro dócil e energético. Com quase 20 mil seguidores, ele está nas redes desde bezerro, dando e recebendo muito carinho.
Xerife foi um guacho, um bezerro órfão, e passou a vida inteira sendo criado pela família do pecuarista Rafael Vinicius Cardoso. Hoje Rafael e Maria Luiza, veterinária e esposa do pecuarista, compartilham momentos junto de Xerife. 
O animal de quase 700 quilos cresceu cercado de crianças e se tornou famoso pela vizinhança. Um de seus vídeos mais famosos mostra Xerife ainda jovem invadindo a área da churrasqueira de sua casa. 
Até os dias de hoje o touro é considerado parte da família, com um forte laço emocional. Xerife e sua família mostram partes da sua rotina nas redes, com diversão e muito amor.  
Veja a reportagem exibida no programa em 23/8/2026:
Bovinos influenciadores: conheça a vaca Leide e o touro Xerife
 VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo 
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Variedade de uva italiana começa a ser produzida em São Roque</title>
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<description><![CDATA[      Nebbiolo é uma variedade italiana que serve de base para inúmeros vinhos prestigiados ao redor do mundo.
Reprodução / TV TEM
O município de São Roque (SP) é um dos principais polos de produção de uva e vinho no estado de São Paulo, com tradição centenária e forte investimento em enoturismo. Nesta safra de inverno, a cidade apresenta uma novidade: a primeira colheita da uva nebbiolo, variedade italiana que serve de base para inúmeros vinhos prestigiados ao redor do mundo.
O produtor e presidente da Associação Nacional dos Produtores de Vinho de Inverno (Anprovin), Cláudio Góes, destaca o diferencial da nebbiolo. Originária do Piemonte, no noroeste da Itália, a uva possui ciclo mais longo e se adapta melhor ao clima de outono e inverno.
A produção de inverno é possível graças à técnica da dupla poda, que altera o ciclo da videira e o período de colheita. Ao longo do ano, realiza-se uma poda de rebaixamento na primavera e, cerca de seis meses depois, uma poda mais alta para estimular a frutificação. Dos 40 hectares de vinhedo, 20 já utilizam esse método.
Segundo o engenheiro agrônomo Rodrigo Formolo, o processo e a colheita de inverno tornam a uva mais doce, com pH e acidez equilibrados, o que resulta em vinhos de maior qualidade.
A vinícola com maior produção de vinhos de inverno na região metropolitana de Sorocaba espera colher cerca de 100 toneladas de uva nesta safra.
Na propriedade de Alex Moraes, são 10 hectares de cultivo, dos quais quatro destinados à produção de inverno. A colheita, prevista para o fim de agosto, ocorre fora do período chuvoso — prejudicial à floração — e aproveita dias mais quentes com noites frias, condições que favorecem o acúmulo de açúcar e o equilíbrio da acidez das uvas. 
O produtor estima colher quatro toneladas, suficientes para gerar aproximadamente 2 mil litros de vinho. O preço será mais elevado devido ao maior custo de produção da safra de inverno.
Veja a reportagem exibida no programa em 23/8/2026:
Variedade de uva italiana começa a ser produzida em São Roque
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que europeus estão guardando mais dinheiro vivo mesmo usando cada vez menos notas?</title>
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<description><![CDATA[      Mais de 31 milhões de notas de euro estão em circulação, em comparação com 24 milhões pouco antes da pandemia
Frank Hoermann/SVEN SIMON/IMAGO via DW
Dados do Banco Central Europeu (BCE) revelam que o número de cédulas de euro em circulação na União Europeia (UE) está aumentando, apesar da crescente disseminação de pagamentos eletrônicos entre os europeus.
Especialistas associam o aumento do uso de dinheiro vivo à ansiedade em relação a guerras e à maior ocorrência de ataques cibernéticos contra os sistemas de pagamento online e por aproximação.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Os incêndios florestais que atingiram com força vários países da Europa nos últimos meses também levaram as pessoas a aumentar suas reservas de emergência em dinheiro vivo.
Ainda que em muitas cidades da Europa os pagamentos eletrônicos sejam utilizados com mais frequência do que os em espécie, o valor total das notas em circulação aumentou significativamente, de 1 trilhão de euros em 2016 para 1,6 trilhão em 2026, segundo dados do BCE, que monitora o número de notas bancárias em circulação desde 2002.
Brasileiros tem R$ 32 milhões “perdidos” em moedas de 1 centavo
Mais de 31 bilhões de notas estão em circulação, em comparação com 24 bilhões pouco antes da pandemia de covid-19, em 2019. A nota mais popular em 2025 era a de 50 euros, seguida pela de 100 euros.
Em termos proporcionais, a quantidade de notas em circulação equivale a 5.000 euros para cada cidadão da Zona do Euro.
O paradoxo do dinheiro vivo na Europa
Philip Lane, economista-chefe do BCE, afirmou recentemente que o estoque total de cédulas continua a crescer. O número de notas está diminuindo nas transações financeiras, ao mesmo tempo em que aumenta em razão dos estoques pessoais.
O BCE afirma que o dinheiro em espécie é uma parte fundamental da &quot;prontidão nacional para crises&quot;, a capacidade de cada país de antecipar, prevenir e reagir a crises internacionais como conflitos, desastres naturais, apagões de energia, crises de saúde e outras.
&quot;A demanda por dinheiro em espécie durante crises — como a crise financeira de 2008, a crise da dívida soberana europeia e a pandemia de COVID-19 — ressalta a sua importância, especialmente em tempos turbulentos&quot;, disse Piero Cipollone, membro do conselho executivo do BCE.
Em 2025, os cidadãos da UE foram aconselhados a estocar alimentos, água e itens essenciais suficientes para 72 horas em caso de emergência, como os incêndios florestais e outras catástrofes, além do risco de ciberataques.
As famílias foram incentivadas a ter um kit de emergência contendo água engarrafada, rádio de pilha, alimentos enlatados e dinheiro em espécie.
Além de ser útil em tempos de crise, o dinheiro vivo pode ser uma ferramenta de inclusão social
K. Schmitt/Fotostand/IMAGO via DW
Diversos países europeus, como a Alemanha, Holanda, Áustria, Finlândia e Suécia, recomendaram que os cidadãos mantenham entre 70 e 100 euros (R$ 425 e R$ 607) por família, o suficiente para pagar por itens essenciais durante 72 horas caso os serviços online e aplicativos móveis fiquem indisponíveis.
Lane também destacou a necessidade de legislação para garantir que as redes de caixas eletrônicos permaneçam disponíveis em todas as áreas comerciais da UE.
Olive McCarthy, professora da Universidade de Cork, na Irlanda, especializada em inclusão financeira, afirmou em entrevista ao jornal The Guardian que a continuidade da existência do dinheiro em espécie é fundamental para a sociedade.
Além de ser útil em tempos de crise, o dinheiro vivo pode ser uma ferramenta de inclusão, sendo essencial para idosos e pessoas em condição vulnerável, como vítimas de violência doméstica cujos gastos sejam controlados pelo agressor.
O dinheiro em espécie também pode ser uma ferramenta para ensinar as crianças a lidar com finanças e orçamento.
Europa cria seu próprio &quot;Pix&quot;
Pagamentos eletrônicos se mantêm em alta na Europa
Arman Zhenikeyev/Westend61/IMAGO via DW
No mês passado, o projeto de lei que cria o euro digital avançou no Parlamento Europeu, aproximando a legislação de sua adoção até o final de 2026.
O projeto do BCE cria uma versão digital oficial do euro, emitida e garantida pelo próprio Banco Central. Seria uma forma de dinheiro eletrônico público utilizável em pagamentos digitais, de uso semelhante ao Pix brasileiro.
A proposta inicialmente enfrentou críticas de membros do Parlamento Europeu, que argumentaram que o euro digital poderia prejudicar a privacidade e, eventualmente, diminuir o papel das notas e moedas como meio de pagamento.
&quot;Gostaria de celebrar o fato de o Parlamento ter aprovado de forma massiva o mandato para estas negociações, que esperamos que sejam concluídas até dezembro&quot;, disse a presidente do BCE, Christine Lagarde à emissora de notícias Euronews.
Lagarde observou que o euro digital visa trazer o dinheiro público – atualmente disponível principalmente sob a forma de dinheiro físico – para a era digital. Tal como as notas e moedas, a ferrament ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, que, europeus, estão, guardando, mais, dinheiro, vivo, mesmo, usando, cada, vez, menos, notas</media:keywords>
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<title>Golpes usam Minha Casa, Minha Vida e Desenrola para roubar dinheiro; veja como se proteger</title>
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<description><![CDATA[      Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20)
Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo
Com a digitalização dos serviços públicos e a expansão de programas de apoio financeiro e social, golpistas passaram a usar cada vez mais o nome de iniciativas do governo para enganar a população. Entre os alvos estão programas como o Desenrola e o Minha Casa, Minha Vida.
O CEO da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Leandro Vilain, destaca que o avanço tecnológico trouxe facilidades, mas também abriu espaço para golpes de engenharia social cada vez mais personalizados e sofisticados.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“Os criminosos não atacam apenas o sistema financeiro, mas a esperança das pessoas em melhorar de vida ou limpar o nome por exemplo. Por isso, a informação é o ingrediente mais eficiente contra o crime digital”.
Como acontecem os golpes
No caso do Minha Casa, Minha Vida, golpistas podem prometer prioridade na fila ou aprovação garantida do financiamento em troca de pagamentos antecipados, feitos por PIX ou boletos falsos.
No Desenrola Brasil, a estratégia é semelhante. Sites e aplicativos falsos imitam o programa do governo e oferecem condições atrativas para renegociar dívidas. A vítima faz o pagamento acreditando que está quitando ou reduzindo uma dívida, mas o dinheiro vai para os golpistas.
Segundo a ABBC, pedidos de pagamento antecipado ou de transferência de dinheiro para liberar benefícios devem servir de alerta para possíveis golpes.
Os sinais de alerta
A ABBC lista alguns sinais de alerta para identificar e evitar esse tipo de golpe:
Desconfie de mensagens que tentam criar urgência, como “último dia” ou “benefício será cancelado hoje”;
Não clique em links recebidos por WhatsApp, SMS ou e-mail antes de verificar a origem;
Confira se o endereço acessado pertence aos canais oficiais do governo;
Desconfie de supostos atendentes que entram em contato por aplicativos de mensagens oferecendo vantagens ou prometendo agilizar processos.
Ao acessar um serviço público, a recomendação é procurar diretamente os canais oficiais, como o portal gov.br. 
Quando houver necessidade de atendimento presencial, o cidadão deve buscar os locais indicados pelo próprio programa, como o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), quando for o caso.
Se perceber que caiu em um golpe, a pessoa deve comunicar imediatamente a instituição financeira e registrar um boletim de ocorrência. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>El Niño pode encarecer alimentos em até 20%; economistas prevêem impacto na inflação</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/el-nino-pode-encarecer-alimentos-em-ate-20-economistas-preveem-impacto-na-inflacao</link>
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<description><![CDATA[      El Niño deve ser o mais intenso de que se tem memória
Os alimentos podem ficar mais caros para os brasileiros e atingir um pico de preços em até seis meses após os choques climáticos provocados pelo El Niño. É o que aponta um modelo matemático desenvolvido pelo Rabobank com base no histórico do fenômeno no Brasil.
Segundo o estudo, os alimentos in natura, como carnes e hortaliças, são os que tendem a encarecer mais. Em um cenário de El Niño forte, os preços dessa categoria podem subir 19,9%, enquanto a alimentação no domicílio avançaria 6,32%. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em um evento moderado, as altas seriam de 13,4% e 2%, respectivamente.
???? O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que altera os padrões do clima em diferentes partes do mundo. Ele pode causar secas em algumas regiões produtoras e chuvas mais intensas em outras.
➡️ Os alimentos in natura são os que reagem mais rapidamente aos impactos. No caso das hortaliças, isso ocorre porque elas têm ciclos de produção mais curtos, fazendo com que problemas climáticos afetem a oferta mais rapidamente.
➡️ Já os semi-elaborados sentem os efeitos de forma mais gradual, principalmente por causa do encarecimento dos insumos. Essa categoria reúne alimentos que passam por algum processamento antes de chegar ao consumidor, como arroz e feijão.
➡️ Os industrializados, por sua vez, tendem a registrar aumentos mais suaves, porque o preço final também depende de custos como processamento, embalagem, transporte e comercialização.
Segundo o relatório, a intensidade e a duração dos impactos variam conforme a força do El Niño, as condições da safra e o cenário econômico.
???? Como a conta foi feita? O estudo comparou a evolução do Índice Oceânico Niño (ONI), usado para acompanhar a intensidade do fenômeno, com a inflação dos alimentos consumidos em casa durante os principais episódios de El Niño das últimas décadas.
Para classificar a intensidade do fenômeno, o estudo considerou a variação da temperatura do Oceano Pacífico medida pelo ONI. Valores superiores a 0,5°C na média de três meses indicam um El Niño moderado, enquanto aqueles acima de 1°C caracterizam episódios fortes.
De acordo com a última divulgação da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), em agosto, há 26% de probabilidade de um El Niño moderado, 57% de um evento forte e 16% de um evento muito forte.
Para o fim do ano, as projeções indicam cerca de 80% de probabilidade de ocorrência de um El Niño forte.
LEIA MAIS
‘Operação salva-hambúrguer’: Trump determina cota extra de importação de carne e tenta baixar preços nos EUA
Como vai ficar a inflação?
➡️ El Niño de intensidade moderada
Em um El Niño moderado, os preços dos produtos in natura poderiam subir 13,4% no acumulado de 12 meses. Como esses alimentos representam apenas uma parte dos gastos considerados no IPCA, a alta acrescentaria cerca de 0,36 ponto percentual à inflação geral.
Os preços dos alimentos semi-elaborados e industrializados também subiriam, mas menos: 0,27% e 0,5%, respectivamente. Somados todos esses efeitos, o El Niño moderado acrescentaria cerca de 0,41 ponto percentual ao IPCA.
➡️ El Niño forte
Em um El Niño forte, os preços dos alimentos in natura poderiam subir quase 20%. Sozinha, essa alta acrescentaria cerca de 0,53 ponto percentual ao IPCA. 
Os semi-elaborados subiriam 3,6%, com impacto de 0,20 ponto, enquanto os industrializados avançariam 1,4%, acrescentando outros 0,11 ponto.
No total, o efeito dos alimentos acrescentaria cerca de 0,83 ponto percentual ao IPCA, com o impacto mais forte aparecendo cerca de seis meses após o choque climático.
Onde vai ficar mais caro?
O estudo também analisou como os impactos podem variar entre as regiões metropolitanas.
Os cálculos indicam que regiões com maior peso do consumo ou da produção de alimentos in natura tendem a sentir os efeitos mais rapidamente e com maior intensidade. Em outras localidades, o repasse aos preços seria mais gradual, mas poderia durar mais tempo.
Os maiores aumentos de preços no curto prazo se concentrariam em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Belém.
Salvador e Recife teriam impactos menores inicialmente, indicando um repasse mais gradual dos choques climáticos aos preços, segundo o relatório.
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Alimentos editados geneticamente: o que são e o que dizem críticos e defensores
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Segundo economistas ouvidos pelo g1 em julho, os primeiros impactos devem aparecer nas hortaliças, mais sensíveis às mudanças no clima. Se o El Niño ganhar intensidade, produtos que dependem de safras específicas também podem ficar mais caros no ano que vem.
Segundo Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, entre os principais produtos que podem ser afetados estão milho, café, frutas, laranja, cana-de-açúcar, trigo e arroz. O leite também pode sofrer imp ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
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<title>IA pode estar freando salários antes de cortar empregos; veja profissões mais expostas e rankings</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ia-pode-estar-freando-salarios-antes-de-cortar-empregos-veja-profissoes-mais-expostas-e-rankings</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/ia-pode-estar-freando-salarios-antes-de-cortar-empregos-veja-profissoes-mais-expostas-e-rankings</guid>
<description><![CDATA[      Veja as 10 profissões mais valorizadas da tecnologia
O receio mais comum sobre a inteligência artificial é que ela elimine empregos. Mas um novo estudo sugere que o primeiro grande impacto da tecnologia pode estar acontecendo de forma mais discreta: os trabalhadores continuam empregados, mas seus salários passam a crescer mais devagar.
A conclusão é de uma pesquisa da gestora americana Apollo Global Management. O estudo analisou dados de salários, emprego e uso real de inteligência artificial em 321 ocupações dos Estados Unidos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo os pesquisadores, profissionais de áreas mais expostas à IA tiveram crescimento salarial 6,7 pontos percentuais menor do que trabalhadores de ocupações menos expostas após a popularização de ferramentas como ChatGPT e Claude. 
O levantamento não encontrou evidências estatisticamente significativas de destruição de empregos nas ocupações mais expostas. O impacto aparece, até agora, na evolução dos salários e é ainda mais forte entre os trabalhadores de menor renda. Nesse grupo, a perda relativa no crescimento salarial chegou a 10,7%.
???? O estudo não afirma que os salários dessas profissões necessariamente diminuíram. O que os pesquisadores identificaram foi que eles passaram a crescer em ritmo menor do que os salários observados em ocupações menos expostas à inteligência artificial.
Essas não são necessariamente as profissões que mais perderam vagas, mas aquelas em que a inteligência artificial já é usada para executar uma parcela relevante das tarefas do dia a dia. Ou seja:  são ocupações nas quais a IA já passou a fazer parte da rotina de trabalho.
A pesquisa identificou 11 ocupações com índice de exposição igual ou superior a 0,5, patamar considerado de alta exposição pelos pesquisadores. 
São elas:
Programadores (0,75)
Atendentes de customer service (0,70)
Digitadores e profissionais de entrada de dados (data entry) (0,67)
Especialistas em prontuários médicos (0,67)
Analistas de mercado e marketing (0,65)
Transcritores médicos (0,64)
Representantes de vendas não técnicas (0,63)
Arquitetos de banco de dados (0,58)
Analistas financeiros e de investimentos (0,57)
Analistas e testadores de qualidade de software (QA) (0,52)
Assistentes estatísticos (0,51)
???? A exposição foi calculada a partir do Anthropic Economic Index, indicador criado com base em milhões de interações reais de usuários com o Claude, modelo de IA desenvolvido pela Anthropic. Quanto maior a pontuação, maior a proporção de tarefas daquela profissão que já aparece sendo realizada com auxílio da tecnologia.
O ranking revela um padrão claro: quase todas essas ocupações trabalham predominantemente com informações, documentos, textos, análise de dados, atendimento ou produção de conhecimento. São atividades nas quais ferramentas de IA conseguem auxiliar diretamente na execução das tarefas.
Isso ajuda a explicar por que ocupações baseadas em processamento de informação aparecem muito acima de profissões ligadas a atividades físicas, como construção civil, indústria, manutenção ou serviços manuais.
Exposição não significa perda de emprego
Embora as ocupações acima liderem o ranking de exposição, isso não significa que sejam as mais prejudicadas pelo avanço da inteligência artificial.
O desempenho do emprego e dos salários depende de uma combinação muito mais ampla de fatores, como produtividade, demanda por trabalhadores, escassez de mão de obra, crescimento do setor e qualificação exigida.
Entre as ocupações mais expostas, algumas registraram aumento de emprego, outras perderam trabalhadores. Algumas tiveram crescimento salarial e outras apresentaram queda.
Os analistas financeiros e de investimentos, por exemplo, aparecem entre as profissões mais expostas à IA, mas tiveram crescimento de 16,9% no emprego entre 2022 e 2024.
Já os programadores lideram o ranking de exposição e registraram queda de 17,2% no número de trabalhadores e redução salarial real de 6,1% no período.
Quando a análise passa dos níveis de exposição para os salários efetivamente observados, o ranking muda completamente.
As maiores perdas salariais registradas entre 2022 e 2024 foram:
Locutores de rádio e DJs (-52,1%)
Técnicos de radiodifusão (-29,5%)
Diretores musicais e compositores (-17,8%)
Técnicos de instrumentos de precisão (-15,0%)
Árbitros e mediadores (-14,1%)
Artesãos (-14,1%)
Psicólogos organizacionais (-13,4%)
Juízes e magistrados (-13,3%)
Escritores e autores (-12,7%)
Legisladores (-11,7%)
É importante destacar que esses números não significam que a IA foi responsável pelas perdas salariais. A queda pode ter sido influenciada por fatores específicos de cada setor, mudanças econômicas, transformações tecnológicas ou alterações na demanda por profissionais.
O mesmo acontece quando a análise considera apenas a variação no emprego. 
As maiores reduções observadas foram:
Vendedores porta a porta e jornaleiros (-46,9%)
Fabricantes de moldes em madeira (-45,5%)
Artistas de efei ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Enter: o que faz a startup brasileira de IA que se tornou unicórnio e já vale US$ 1,2 bilhão</title>
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<description><![CDATA[      Enter atingiu valor de mercado de US$ 1,2 bilhão em 2026.
Divulgação/Enter
Em maio, a startup brasileira Enter se tornou uma das empresas mais valiosas da América Latina ao atingir valor de mercado de US$ 1,2 bilhão após uma rodada de investimentos que triplicou sua avaliação, segundo o último comunicado divulgado pela empresa.
A companhia captou mais de US$ 100 milhões com os fundos Sequoia e Founders Fund, que já haviam investido na Enter anteriormente. Com isso, a empresa se tornou o primeiro unicórnio de inteligência artificial da América Latina.
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???? O mercado financeiro chama de unicórnio as startups avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão antes de abrirem capital na bolsa de valores.
Fundada em 2023 por Mateus Costa-Ribeiro e Henrique Vaz, a empresa oferece ferramentas de inteligência artificial para ajudar outras companhias a lidar de forma mais eficiente com processos judiciais.
Agora no g1
&quot;Começando pelo jurídico, a tecnologia da Enter traz mais eficiência para todo o ciclo de um processo judicial: do cadastro de ações e detecção de fraudes documentais à análise de jurisprudências e sugestão de minutas&quot;, afirma a empresa.
A empresa afirma usar agentes de IA para analisar cada arquivo de um processo, incluindo contratos, áudios, vídeos e extratos, e extrair as informações consideradas relevantes para a defesa.
&quot;Cada etapa que se pode imaginar em um processo judicial é primeiro tratada por um agente de IA antes da entrada de um humano&quot;, disse Mateus Costa-Ribeiro em entrevista à Bloomberg, em maio deste ano.
Com mais de 30 verificações, a Enter diz que sua IA identifica padrões de litigância abusiva, como litispendência (quando uma mesma ação é apresentada mais de uma vez à Justiça), adulteração de documentos e atuação coordenada entre litigantes (pessoas ou empresas envolvidas em um processo judicial).
CEO diz ter largado emprego estável para criar startup
Mateus Costa-Ribeiro é o cofundador da startup Enter.
Reprodução/LinkedIn
Em uma publicação no LinkedIn, Costa-Ribeiro, que também é CEO da Enter, afirmou que, há cinco anos, tomou o que considera a &quot;decisão mais importante da minha vida&quot;: pedir demissão de um dos principais escritórios de advocacia de Nova York para trabalhar com tecnologia.
&quot;Meus pais me ligaram um dia antes e me disseram que eu me arrependeria para sempre daquela decisão. Afinal, eu tinha dedicado boa parte do meu mestrado na Harvard Law School para conseguir aquela vaga e meu novo salário seria menos de um sexto do anterior.&quot;
&quot;Eu segui a minha intuição: abandonei algo seguro e ótimo para correr atrás do incerto e excepcional. Nosso tempo na Terra é muito curto para ter qualquer pensamento de &#039;e se eu tivesse tentado?&#039;&quot;, completou.
O executivo lembra que, após deixar a advocacia, passou a trabalhar com engenheiros de software. Aprendeu o básico de programação, mudou-se para Stanford e criou, com dois amigos, um site simples que permitia aos usuários enviar uma petição inicial em PDF e receber por e-mail uma sugestão de contestação que rebatia os principais argumentos da ação.
&quot;Era setembro de 2023, e eu não tinha ideia de que aquele Google Forms feio — a primeira interface do produto da Enter — se transformaria na maior aventura de autoconhecimento e crescimento da minha vida&quot;, celebrou.
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ele enxerga em preto e branco e fez da deficiência um negócio de R$ 100 mil por mês</title>
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<description><![CDATA[      Empreendedor com deficiência visual cria app para pessoas com a mesma condição e fatura R$ 100 mil por mês
Por muito tempo, o alagoano Arthur Sendas enxergou o mundo sem cores. Nascido com acromatopsia, condição que provoca ausência total da percepção de cores e baixa acuidade visual, ele transformou uma dificuldade pessoal em oportunidade de negócio. 
Hoje, lidera uma startup que desenvolveu um aplicativo capaz de descrever ambientes, identificar objetos e auxiliar na navegação de pessoas cegas e com baixa visão. A empresa já alcançou faturamento mensal de R$ 100 mil.
&quot;Eu enxergo preto e branco, mas não enxergo nítido&quot;, conta o empreendedor. Com a tecnologia criada pela própria empresa, ele diz que conseguiu uma experiência inédita. &quot;Hoje, com o nosso aplicativo, eu consigo fazer essa autodescrição, enxergar todas as cores. Então hoje eu enxergo o mundo bastante colorido.&quot;
A ideia começou ainda na faculdade, em Maceió, onde Arthur cursava Análise de Sistemas aplicada à área da saúde. Segundo ele, a motivação inicial era justamente encontrar soluções que pudessem ajudá-lo no dia a dia.
Foi nesse período que conheceu Júnior, colega de turma que também tinha deficiência visual. Juntos, os dois começaram a desenvolver um dispositivo baseado em ecolocalização, tecnologia inspirada no funcionamento de morcegos e golfinhos. O sistema emitia sons capazes de identificar obstáculos e ajudar na locomoção dos usuários.
O primeiro protótipo era um crachá equipado com sensores e motores de vibração. Quando um objeto era detectado, o equipamento enviava sinais táteis ao usuário, indicando a direção e a distância do obstáculo.
Apesar dos avanços técnicos, transformar a invenção em negócio não fazia parte dos planos iniciais. Isso mudou durante a festa de aniversário de uma criança cega de três anos. Ao conhecer o projeto, o menino fez um pedido que marcou os fundadores.
&quot;Ele disse: eu queria enxergar como vocês enxergavam&quot;, relembra Arthur. &quot;A gente estava pensando em um monte de coisa pra fazer, menos no que a gente sabia fazer.&quot;
Startup desenvolveu um aplicativo capaz de descrever ambientes, identificar objetos e auxiliar na navegação de pessoas cegas e com baixa visão.
Globo
A partir dali, os amigos decidiram investir na tecnologia assistiva. O impulso para transformar o projeto em empresa veio em 2022, quando a startup foi selecionada pelo programa Startup Nordeste, do Sebrae. Além de mentorias, a empresa recebeu R$ 78 mil para acelerar o desenvolvimento do negócio.
&quot;Se não fosse o Sebrae, a gente não estaria aqui, porque a gente não teria começado. A gente não teria dinheiro para começar e não saberia o que fazer com esse dinheiro&quot;, afirma o empreendedor.
Mas a trajetória da startup enfrentou momentos difíceis. Em outubro de 2023, pouco antes do início das vendas, Júnior faleceu em decorrência de um problema de saúde. Dois meses depois, Arthur recebeu o diagnóstico de câncer na garganta. Sem os fundadores à frente da operação, a empresa praticamente interrompeu as atividades.
A retomada aconteceu graças aos próprios usuários. Uma mãe procurou Arthur para pedir que o dispositivo voltasse a funcionar para o filho, que dependia da tecnologia. O encontro convenceu o empreendedor a não abandonar o projeto. Pouco tempo depois, a startup venceu uma competição de inovação e retomou o crescimento.
Hoje, a solução funciona diretamente no celular. Com recursos de inteligência artificial, ecolocalização e navegação por áudio 3D, o aplicativo é capaz de descrever cenários, identificar pessoas e auxiliar usuários em deslocamentos.
Entre os clientes está Jouciclecia Almeida, que usa a ferramenta para tarefas simples do cotidiano.
&quot;Eu consigo tranquilamente só apontar a câmera do meu celular e ela vai me dizer, mesmo com potes idênticos, que ali é o açúcar, que o outro é o café&quot;, relata.
Ela afirma que o maior benefício foi recuperar a independência.
&quot;Um dos principais pilares que ele transformou na minha vida é justamente a autonomia&quot;, diz. &quot;Eu não consigo me ver hoje sem ela.&quot;
Segundo Arthur, esse também é o principal objetivo da empresa.
&quot;Autonomia. Pra mim sempre vai ser essa palavra. Ela define tudo o que eu faço&quot;, afirma. &quot;É a minha felicidade ver aquela pessoa fazendo as coisas sozinhas, de maneira autônoma.&quot;
Atualmente, o aplicativo possui mais de mil assinantes e cerca de 100 mil cadastros relacionados a empresas e eventos. Para o empreendedor, o foco agora é ampliar o alcance da tecnologia e impactar ainda mais pessoas.
&quot;Eu não sei o que vou conseguir fazer, mas eu sei que vai ser um negócio muito melhor do que eu estou fazendo hoje.&quot; ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 58 milhões neste domingo; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.042 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 58 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 11h deste domingo (9), em São Paulo.
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No concurso da última quinta-feira (6), ninguém acertou as seis dezenas.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. 
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irmãos Batista dizem que aquisição da Avibras é &amp;apos;oportunidade&amp;apos; de entrar nos setores de defesa e aeroespacial; saiba o que diz processo ao Cade</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/irmaos-batista-dizem-que-aquisicao-da-avibras-e-oportunidade-de-entrar-nos-setores-de-defesa-e-aeroespacial-saiba-o-que-diz-processo-ao-cade</link>
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<description><![CDATA[      Empresa acerta compra da Avibras; Operação depende do Cade
A empresa Globe Investimentos S.A., dos irmãos Joesley e Wesley Batista, afirmou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que a aquisição da Avibras representa uma oportunidade para o grupo entrar nos setores de defesa nacional e aeroespacial. A informação consta no formulário apresentado ao órgão para análise da operação.
Os irmãos já atuam em áreas como alimentos, energia, mineração e serviços financeiros, e disseram ao Cade que veem o negócio como uma forma de ampliar a atuação para um novo segmento. 
O documento que o g1 teve acesso também informa que a indústria bélica não teve faturamento em 2025. O período foi marcado pela crise financeira, pela recuperação judicial e por uma greve de funcionários que durou mais de três anos. 
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A operação foi anunciada nesta sexta-feira (21) e consiste na aquisição, pela Globe Investimentos, empresa ligada aos irmãos Batista, de 100% das ações da Nova AVB, controladora da Avibras Aeroco. O processo está em análise no Cade e a transferência de controle ainda não foi concluída.
LEIA TAMBÉM:
Avibras se manifesta sobre compra por empresa de Joesley e Wesley Batista, e diz que negócio ainda depende do Cade
Empresa de Wesley e Joesley Batista, compra fabricante de armas de guerra Avibras
Avibras: conheça os mísseis, foguetes e sistemas de defesa da empresa
Segundo o formulário, esta é a primeira vez que a operação é notificada ao Cade. O negócio consiste na aquisição da integralidade das ações que representam o capital social da Avibras e, por isso, é enquadrado formalmente como uma aquisição de controle.
Avibras, em Jacareí.
Reprodução/TV Vanguarda
No documento, a Globe afirma que a operação representa uma oportunidade de ingressar nos setores de defesa nacional e aeroespacial. A empresa também afirma que a aquisição deve contribuir para a reestruturação e o fortalecimento dessas atividades no Brasil.
A informação ajuda a detalhar a estratégia por trás da compra. Nos anúncios feitos anteriormente, a empresa havia informado que o negócio busca dar sustentação à retomada das operações da Avibras, preservar sua capacidade tecnológica e industrial e criar condições para o crescimento da companhia nos mercados brasileiro e internacional.
Outro dado que aparece no processo é que a indústria bélica não teve qualquer faturamento em 2025. A empresa passou por uma grave crise financeira, entrou em recuperação judicial em 2022 e enfrentou uma paralisação que incluiu uma greve de funcionários com duração de mais de três anos.
Durante o processo de reorganização, foi criada a Nova AVB, estrutura que passou a concentrar os ativos industriais e tecnológicos da companhia. A estrutura empresarial anterior permaneceu com os passivos submetidos ao processo de recuperação judicial. Em maio de 2026, a unidade da Avibras Aeroco, em Jacareí, no Vale do Paraíba, retomou as atividades.
Irmãos Batista: Wesley Batista, à esquerda e Joesley, à direita.
Divulgação/J&amp;F
Compra ainda depende do Cade
Apesar do anúncio da aquisição, a mudança de controle ainda não foi concluída. A operação foi submetida à análise do Cade e depende da aprovação do órgão, além da conclusão dos demais procedimentos necessários para o fechamento do negócio.
O valor da transação não foi divulgado.
A Avibras informou que continuará comunicando eventuais novos desdobramentos da operação.
R$ 300 milhões para a retomada
A entrada dos irmãos Batista no negócio ocorre depois de Joesley Batista participar de uma captação de R$ 300 milhões destinada à retomada da Avibras.
O financiamento foi coordenado pelo Fundo Brasil Crédito e reuniu investidores privados. O valor investido individualmente por Joesley não foi divulgado.
A captação ajudou a viabilizar a retomada das atividades da companhia após anos de dificuldades financeiras.
Avibras
Reprodução/ TV Vanguarda
Avibras é estratégica para a Defesa
A Avibras é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de equipamentos para os setores de defesa e aeroespacial.
Entre os principais produtos está o sistema ASTROS, usado pelo Exército Brasileiro, além do Míssil Tático de Cruzeiro (MTC), sistemas de defesa antiaérea e o Skyfire.
A empresa também atua no setor espacial e desenvolve motores-foguete, sistemas de propulsão e outros equipamentos. A Avibras fornece ainda foguetes de treinamento utilizados nos centros de lançamento de Alcântara, no Maranhão, e da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte.
Após a retomada das atividades, a Avibras Aeroco foi credenciada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa.
Em julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou a fábrica em Jacareí e afirmou que o governo pretendia ampliar as encomendas para a empresa.
Quem é a Globe Investimentos
A J&amp;F é a holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, responsáveis pelo grupo empresarial que reúne negócios em diferentes s ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irmãos Batista compram fabricante de armas de guerra Avibras</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/irmaos-batista-compram-fabricante-de-armas-de-guerra-avibras</link>
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<description><![CDATA[      Joesley Batista foi à Venezuela pedir a renúncia de Maduro, diz agência
Joesley e Wesley Batista, irmãos que controlam a JBS, compraram 100% da Avibras, uma das principais empresas da indústria de defesa do Brasil. A operação foi realizada por meio da Globe Investimentos.
➡️A operação envolve a Nova AVB, estrutura criada durante o processo de reestruturação da empresa. O negócio foi notificado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas o valor da transação não foi divulgado.
Avibras passou por recuperação judicial
A Avibras enfrentava uma grave crise financeira e estava em recuperação judicial desde 2022. A empresa também passou por um longo período de paralisação e por uma greve que durou mais de três anos.
A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial
Como parte da reestruturação, os ativos industriais e tecnológicos foram concentrados em uma nova estrutura empresarial, enquanto a companhia original permaneceu com os passivos submetidos ao processo de recuperação judicial.
O processo foi conduzido com participação do Brasil Crédito, que liderou a reestruturação e o plano alternativo de recuperação judicial que viabilizou a criação da Nova AVB.
Irmãos Batista: Wesley Batista, à esquerda e Joesley, à direita.
Divulgação/J&amp;F
Joesley Batista participou de captação de R$ 300 milhões
Antes de assumir o controle da empresa, Joesley Batista já havia participado de uma captação de R$ 300 milhões destinada à Avibras.
Joesley Batista dono da JBS
Joesley Batista dono da JBS
O financiamento foi coordenado pelo Fundo Brasil Crédito e reuniu investidores privados. Joesley assinou contrato para participar da operação, mas o valor individual investido por ele não foi divulgado.
Lula promete ampliar encomendas para a Avibras; Alckmin diz que empresa pode reabrir fábrica em Lorena
A captação ajudou a financiar a retomada das atividades da empresa após anos de dificuldades financeiras.
Fábrica voltou a funcionar em maio
A unidade da Avibras Aeroco, em Jacareí, no Vale do Paraíba, voltou a operar em maio de 2026. A retomada recolocou em atividade uma empresa estratégica para a indústria de defesa brasileira. Entre os principais projetos associados à Avibras estão o sistema de foguetes Astros e o desenvolvimento do MTC-300, míssil tático de cruzeiro.
A Avibras é considerada uma Empresa Estratégica de Defesa e está envolvida em programas de interesse das Forças Armadas brasileiras.
Operação foi comunicada ao Cade
A aquisição da Nova AVB pela Globe Investimentos foi notificada ao Cade. O valor pago pela J&amp;F pela companhia não foi informado.
A operação também ocorre em meio às discussões sobre o futuro da Avibras e sobre a participação do capital privado na recuperação da empresa. Em agosto, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para obter informações do Ministério da Defesa sobre o processo de aquisição e a situação da companhia.
J&amp;F amplia atuação em novos negócios
Com a aquisição, a J&amp;F passa a ter participação direta em uma empresa da indústria brasileira de defesa.
A Globe Investimentos, veículo utilizado na operação, também foi usada pelos irmãos Batista em investimento na Usiminas.
A compra da Avibras amplia, portanto, a presença do grupo empresarial em setores que vão além de suas atividades tradicionais ligadas à indústria de alimentos. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>J&amp;amp;F diz que aquisição da Avibras é &amp;apos;oportunidade&amp;apos; de entrar nos setores de defesa e aeroespacial; saiba o que diz processo ao Cade</title>
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<description><![CDATA[      J&amp;F acerta compra da Avibras; Operação depende do Cade
A J&amp;F, holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, afirmou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que a aquisição da Avibras representa uma oportunidade para o grupo entrar nos setores de defesa nacional e aeroespacial. A informação consta no formulário apresentado ao órgão para análise da operação.
O grupo dos irmãos disse ao Cade que já atua em áreas como alimentos, energia, mineração e serviços financeiros, e que vê o negócio como uma forma de ampliar sua atuação para um novo segmento. 
O documento que o g1 teve acesso também informa que a indústria bélica não teve faturamento em 2025. O período foi marcado pela crise financeira, pela recuperação judicial e por uma greve de funcionários que durou mais de três anos. 
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp
A operação foi anunciada nesta sexta-feira (21) e consiste na aquisição, pela Globe Investimentos, empresa ligada aos irmãos Batista, de 100% das ações da Nova AVB, controladora da Avibras Aeroco. O processo está em análise no Cade e a transferência de controle ainda não foi concluída.
Segundo o formulário, esta é a primeira vez que a operação é notificada ao Cade. O negócio consiste na aquisição da integralidade das ações que representam o capital social da Avibras e, por isso, é enquadrado formalmente como uma aquisição de controle.
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Avibras: conheça os mísseis, foguetes e sistemas de defesa da empresa de Jacareí comprada pela J&amp;F
Avibras, em Jacareí.
Reprodução/TV Vanguarda
No documento, a J&amp;F afirma que a operação representa uma oportunidade de ingressar nos setores de defesa nacional e aeroespacial. A empresa também afirma que a aquisição deve contribuir para a reestruturação e o fortalecimento dessas atividades no Brasil.
A informação ajuda a detalhar a estratégia por trás da compra. Nos anúncios feitos anteriormente, a J&amp;F e a Globe Investimentos haviam informado que o negócio busca dar sustentação à retomada das operações da Avibras, preservar sua capacidade tecnológica e industrial e criar condições para o crescimento da companhia nos mercados brasileiro e internacional.
Outro dado que aparece no processo é que a indústria bélica não teve qualquer faturamento em 2025. A empresa passou por uma grave crise financeira, entrou em recuperação judicial em 2022 e enfrentou uma paralisação que incluiu uma greve de funcionários com duração de mais de três anos.
Durante o processo de reorganização, foi criada a Nova AVB, estrutura que passou a concentrar os ativos industriais e tecnológicos da companhia. A estrutura empresarial anterior permaneceu com os passivos submetidos ao processo de recuperação judicial. Em maio de 2026, a unidade da Avibras Aeroco, em Jacareí, no Vale do Paraíba, retomou as atividades.
Irmãos Batista: Wesley Batista, à esquerda e Joesley, à direita.
Divulgação/J&amp;F
Compra ainda depende do Cade
Apesar do anúncio da aquisição, a mudança de controle ainda não foi concluída. A operação foi submetida à análise do Cade e depende da aprovação do órgão, além da conclusão dos demais procedimentos necessários para o fechamento do negócio.
O valor da transação não foi divulgado.
A Avibras informou que continuará comunicando eventuais novos desdobramentos da operação.
R$ 300 milhões para a retomada
A entrada dos irmãos Batista no negócio ocorre depois de Joesley Batista participar de uma captação de R$ 300 milhões destinada à retomada da Avibras.
O financiamento foi coordenado pelo Fundo Brasil Crédito e reuniu investidores privados. O valor investido individualmente por Joesley não foi divulgado.
A captação ajudou a viabilizar a retomada das atividades da companhia após anos de dificuldades financeiras.
Avibras
Reprodução/ TV Vanguarda
Avibras é estratégica para a Defesa
A Avibras é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de equipamentos para os setores de defesa e aeroespacial.
Entre os principais produtos está o sistema ASTROS, usado pelo Exército Brasileiro, além do Míssil Tático de Cruzeiro (MTC), sistemas de defesa antiaérea e o Skyfire.
A empresa também atua no setor espacial e desenvolve motores-foguete, sistemas de propulsão e outros equipamentos. A Avibras fornece ainda foguetes de treinamento utilizados nos centros de lançamento de Alcântara, no Maranhão, e da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte.
Após a retomada das atividades, a Avibras Aeroco foi credenciada pelo Ministério da Defesa como Empresa Estratégica de Defesa.
Em julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou a fábrica em Jacareí e afirmou que o governo pretendia ampliar as encomendas para a empresa.
Quem é a J&amp;F
A J&amp;F é a holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, responsáveis pelo grupo empresarial que reúne negócios em ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Guerra no Irã faz países do Golfo acelerarem planos para driblar Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Irã diz que Estreito de Ormuz só será reaberto com saída dos EUA
A guerra no Irã está obrigando os grandes produtores de petróleo do Golfo Pérsico a reformular a forma como exportam o produto e reduzir a dependência do Estreito de Ormuz, principal rota de saída da região. 
Segundo o jornal &quot;The New York Times&quot;, países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque estão acelerando projetos de oleodutos, terminais e áreas de armazenamento que permitam transportar petróleo sem passar pelo estreito.
Os investimentos devem custar bilhões de dólares e levar anos para serem concluídos, mas governos e empresas consideram as novas estruturas necessárias diante do aumento dos riscos na região. Mesmo que um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã seja alcançado, os países produtores avaliam que depender de uma única rota de exportação se tornou um risco grande demais.
A mudança também pode, ao longo do tempo, reduzir a influência do Irã sobre o comércio de petróleo na região, já que os países vizinhos estarão menos dependentes de uma passagem marítima que pode ser afetada por conflitos.
Trump já afirmou que os EUA irão controlar o Estreito de Ormuz e bloquear o acesso aos portos iranianos
REUTERS
&quot;Não acho que nenhum país do mundo queira voltar a depender tanto desse ponto de passagem&quot;, disse Ben Cahill, analista de energia da Universidade do Texas em Austin, ao NYT. 
Segundo ele, os produtores passaram a priorizar mais a segurança de suas estruturas, mesmo que isso implique custos maiores e operações menos eficientes.
Exportações pelo estreito despencam
Antes de Estados Unidos e Israel iniciarem ataques militares contra o Irã, em 28 de fevereiro, cerca de 20 milhões de barris de petróleo bruto por dia passavam pelo Estreito de Ormuz. A passagem marítima liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das principais rotas utilizadas para levar o petróleo produzido na região aos mercados internacionais.
A guerra, porém, alterou esse fluxo. Bloqueios impostos por Estados Unidos e Irã, minas marítimas, ataques com mísseis e o forte aumento no preço dos seguros para navios praticamente interromperam o funcionamento normal da rota.
O NYT explica que na semana passada, as exportações de petróleo bruto pelo estreito haviam caído para cerca de 3,7 milhões de barris por dia, segundo a Kpler, empresa que monitora o transporte marítimo.
Ainda assim, isso não significa que apenas esse volume esteja deixando o Golfo. Parte do petróleo continua sendo transportada por navios que adotam medidas para dificultar seu rastreamento. Outra parcela sai por rotas alternativas que já existiam, principalmente oleodutos que não dependem do Estreito de Ormuz.
Grande parte dos navios que ainda atravessam a região enfrenta riscos adicionais. Alguns navegam em meio a ataques de drones iranianos; outros desligam seus sistemas de localização para dificultar que sejam identificados. Pelo menos 17 trabalhadores marítimos morreram na região.
Emirados ampliam rota alternativa
Em Fujairah, cidade portuária dos Emirados Árabes Unidos voltada para o Golfo de Omã, equipes trabalham 24 horas por dia na construção de um segundo oleoduto, paralelo a uma estrutura já existente.
O sistema transporta petróleo dos campos terrestres de Abu Dhabi até a costa, permitindo que o produto seja embarcado sem passar pelo Estreito de Ormuz.
O novo projeto pretende dobrar a capacidade dessa rota alternativa para 3,6 milhões de barris por dia. Com isso, quase todo o petróleo produzido em terra em Abu Dhabi poderá chegar aos navios que fazem o transporte internacional sem precisar atravessar o estreito.
A estatal de energia dos Emirados, Abu Dhabi National Oil Company (ADNOC), também anunciou nesta semana que pretende investir US$ 8,2 bilhões (R$ 42,5 bilhões) na expansão de seus negócios de gás natural.
A empresa avalia ainda construir uma instalação para exportar gás natural liquefeito, uma forma de gás natural resfriada a temperaturas muito baixas para facilitar seu transporte em navios, na costa leste dos Emirados. 
A localização permitiria evitar o Estreito de Ormuz, segundo Peter van Driel, diretor financeiro da ADNOC.
Arábia Saudita amplia oleoduto até o Mar Vermelho
Na Arábia Saudita, a estatal Saudi Aramco está acelerando uma expansão de bilhões de dólares do Oleoduto Leste-Oeste, uma estrutura criada justamente para oferecer ao país uma alternativa ao transporte marítimo pelo Golfo, registrou o NYT.
Construído durante a guerra entre Irã e Iraque, na década de 1980, o oleoduto percorre 1.201 quilômetros pela Península Arábica até o porto de Yanbu, no Mar Vermelho.
O presidente da Aramco, Yasir O. Al-Rumayyan, chamou a estrutura neste ano de &quot;linha de vida&quot; econômica do país. Desde que os ataques militares de Estados Unidos e Israel fizeram o Irã interromper, na prática, o funcionamento do Estreito de Ormuz, o oleoduto conseguiu redirecionar cerca de 7 milhões de barris de petróleo por dia.
Agora, autoridades sauditas trabalham para acrescentar mais 1 mi ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras e Pemex fazem acordo para explorar petróleo, mas especialistas veem risco de ‘letra morta’</title>
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<description><![CDATA[      Petrobras e Pemex vão cooperar na exploração e produção de hidrocarbonetos e no refino e comercialização de biocombustíveis.
Imago
Duas das maiores petrolíferas estatais da América Latina surpreenderam com o anúncio de uma aliança: a Petrobras e a mexicana Pemex assinaram um memorando de entendimento, inicialmente válido por dois anos, para cooperar na exploração e produção de hidrocarbonetos.
Elas também negociaram um segundo acordo, com foco no refino e na comercialização de biocombustíveis como o etanol.
A notícia foi acompanhada por gestos de grande repercussão, como uma videochamada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua homóloga mexicana, Claudia Sheinbaum, na qual ambos endossaram a cooperação.
Especialistas consultados pela DW concordam que o potencial técnico é real, mas alertam que as questões políticas pesam mais do que a engenharia na aliança bilateral.
Complementaridade técnica, com nuances
No papel, as empresas se complementam: a Petrobras domina a exploração em águas profundas, enquanto a Pemex sofre com deficiências tecnológicas, mesmo conhecendo o terreno mexicano. &quot;Claro que, em teoria, há complementaridade. A Petrobras é atualmente uma grande detentora de tecnologia para exploração em águas profundas. 
&quot;O Brasil é exportador de diesel e gasolina&quot;, explica Adriano Pires, consultor brasileiro de energia e doutor em Economia Industrial pela Universidade Sorbonne Paris Norte.
Gonzalo Monroy, CEO da consultoria GMEC e especialista em petróleo e energia, concorda com Pires. &quot;O Brasil tem vasta experiência em perfuração em depósitos de sal, o que permitiu a exploração na Bacia de Santos; no México, também existe potencial sob os depósitos de sal no Golfo&quot;.
Ele, porém, alerta para as letras miúdas: &quot;há uma palavra no memorando que me deixa pouco otimista: afirma que o acordo não é vinculativo; nem a Pemex nem a Petrobras são obrigadas a investir nada&quot;. Na indústria do petróleo, sem muito dinheiro, nada funciona.
Campo de petróleo de Cantarell, no México.
Pemex/Notimex/Newscom World/IMAGO
A longo prazo, um bom negócio
Para Elio Ohep, consultor independente e editor do site Energies.net, a parceria pode ser um bom negócio, mas apenas a longo prazo.
&quot;A Petrobras tem vasta experiência em águas profundas e recursos financeiros consideráveis; a Pemex aprenderá com isso, e o México colherá os frutos&quot;, comenta o especialista venezuelano.
Ele adverte, no entanto, que &quot;obviamente, este é um projeto de longo prazo: cinco, dez, 15 anos&quot;.
Monroy destaca que, no México, após a contrarreforma do petróleo promovida pelo antecessor e mentor de Sheinbaum, Andrés Manuel López Obrador, não existem mecanismos legais e comerciais atrativos para que essa aliança se concretize.
&quot;As estruturas atualmente previstas em lei, um contrato de prestação de serviços ou uma joint venture, não oferecem à Petrobras a rentabilidade necessária para investir no México&quot;, enfatizou.
Ohep também analisa com cautela o entusiasmo com que o acordo foi apresentado: &quot;Sheinbaum o apresenta como algo concluído, e isso não é verdade. Não há nada de concreto, apenas um memorando de entendimento preliminar válido por dois anos.&quot;
Etanol, uma questão secundária
O segundo acordo entre as duas petrolíferas inclui biocombustíveis, mas Pires e Monroy o separam do núcleo energético do pacto. &quot;O etanol é produzido no Brasil pelo setor privado, não pela Petrobras. Ele é misturado à gasolina por distribuidores&quot;, observa Pires, que é fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Ele foi indicado em 2022 pelo governo brasileiro para chefiar a Petrobras, mas recusou a oferta.
Monroy acrescenta ainda a pressão externa. &quot;O México vem sendo pressionado para abrir seu mercado e comprar mais misturas de etanol; há pressão dos EUA, que produzem etanol à base de milho, e também do Brasil, que o extrai da cana-de-açúcar.&quot;
Petrobrás anunciou recentemente a descoberta de petróleo na foz do Amazonas.
Divulgação/Foresea
Pressão externa e calendário eleitoral
Segundo especialistas, o anúncio é motivado mais por cálculos políticos domésticos do que por um plano industrial. Sheinbaum está sob a sombra da renegociação do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA) e da pressão de Washington sobre o mercado energético mexicano.
No Brasil, a descoberta de petróleo na foz do Amazonas, anunciada com a presença de Lula, ocorreu, segundo Pires, devido ao calendário eleitoral. &quot;Esse evento aconteceu porque o Brasil está em ano eleitoral. Se não fosse esse o caso, não teria havido nenhum evento&quot;, afirma. 
Para o especialista, são necessários pelo menos mais quatro anos de análise para determinar se esse depósito amazônico é comercialmente viável.
Petrobras quer perfurar mais 3 poços no Amapá: estatal enfrenta oposição do MPF
Ohep enxerga uma condição para a sobrevivência da aliança entre as petrolíferas: &quot;Esse acordo só continuará se Lula for reeleito&quot;, opina.
Como ambas as empresas são estatais, quando o governo muda, o curso dos acontecimentos também pode ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>As 10 empresas em que os jovens mais sonham em trabalhar; veja ranking e o que eles valorizam</title>
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<description><![CDATA[      Pesquisa do CIEE e Instituto Locomotiva revela que jovens priorizam crescimento profissional ao escolher empresas para trabalhar
g1
Para os jovens brasileiros, o emprego dos sonhos vai além do salário. A oportunidade de crescer na carreira é o principal critério na escolha de uma empresa, e grandes marcas estão entre os lugares em que essa geração mais deseja trabalhar.
É o que aponta um levantamento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), realizado em parceria com o Instituto Locomotiva. O estudo ouviu 8.881 jovens de 14 a 24 anos de todas as regiões do país.
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Na categoria &quot;Meu Match Perfeito&quot;, os primeiros colocados aparecem em situação de empate técnico. O ranking indica que a preferência da nova geração se concentra em grandes marcas e empresas já consolidadas no mercado.
1º lugar (empate técnico)
Google
Banco do Brasil
Itaú
Petrobras
2º lugar (empate técnico)
Coca-Cola
Bradesco
Caixa Econômica Federal
Sicoob
Microsoft
Mercado Livre
Como se identifica o adoecimento mental no trabalho
A preferência por grandes empresas está alinhada a outro resultado da pesquisa: na hora de escolher onde trabalhar, os jovens valorizam mais as oportunidades de crescimento profissional do que a remuneração. Salário e benefícios aparecem em segundo lugar entre os critérios mais mencionados.
Os principais fatores citados foram:
54%: oportunidade de crescimento profissional;
43%: boa remuneração e benefícios;
31%: ambiente de trabalho agradável;
24%: empresa tradicional ou renomada;
20%: flexibilidade de trabalho;
20%: localização próxima de casa;
19%: estabilidade e segurança no emprego;
18%: identificação com valores e cultura organizacional;
18%: admiração pela marca ou pelos produtos.
O resultado mostra que o salário continua sendo importante, mas, sozinho, não é suficiente para definir onde os jovens desejam trabalhar. A possibilidade de aprender, se desenvolver e crescer profissionalmente surge como uma prioridade ainda maior.
Essa expectativa também aparece quando os entrevistados falam sobre o que esperam das empresas. Segundo a pesquisa, 98% consideram importante trabalhar em organizações que incentivem o crescimento profissional. O mesmo percentual afirma que é importante que os profissionais mais jovens sejam reconhecidos e valorizados.
A identificação com a empresa também influencia essa escolha. Cerca de sete em cada 10 jovens afirmam que não trabalhariam em organizações cujos valores e princípios sejam diferentes dos seus. O dado reforça a importância de aspectos como propósito, responsabilidade social e ambiente de trabalho na relação com o empregador.
Segundo a pesquisa, 98% consideram muito importante trabalhar em empresas que valorizem a saúde mental dos funcionários. A expectativa, portanto, envolve não apenas crescimento profissional, mas também qualidade de vida e boas condições de trabalho.
Ao mesmo tempo, o porte da empresa continua associado à segurança. Segundo a pesquisa, 90% dos entrevistados acreditam que trabalhar em uma grande companhia oferece mais estabilidade.
 Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). Espírito Santo
Divulgação/CIEE
Quem mais contratou jovens em 2026
A pesquisa também revela outro aspecto da relação dos jovens com o mercado de trabalho: quais empresas mais abriram oportunidades para esse público no primeiro trimestre de 2026.
Os dados foram obtidos junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e incluem contratações pelo regime da CLT, vagas de aprendizagem e oportunidades de estágio.
Na contratação pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Mercado Livre ficou na primeira posição do ranking nacional.
Ranking de contratação CLT
Mercado Livre
AEC Centro de Contatos S/A
Almaviva
Vulcabras
Atento Brasil S/A
Teleperformance CRM S.A
Concentrix Brasil
Hospital Israelita Albert Einstein
Grendene S.A
Lar Cooperativa Agroindustrial
Na modalidade de aprendizagem, a liderança ficou com a Sendas Distribuidora S/A, responsável pelo Assaí Atacadista.
Ranking nacional de contratação de aprendizes
Sendas Distribuidora S/A (Assaí Atacadista)
Arcos Dourados (McDonald&#039;s)
AEC Centro de Contatos S/A
Seara Alimentos Ltda
MBRF S.A
Supermercados BH Comércio de Alimentos S/A
Correios
Raia Drogasil S/A
Vale S.A
SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina)
Já no estágio, o setor público aparece com força. Tribunais de Justiça e órgãos governamentais ocupam boa parte das primeiras posições.
Ranking nacional de contratação de estagiários
Tribunal de Justiça de São Paulo
Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
Itaú Unibanco
Prefeitura do Recife
Tribunal de Justiça do Paraná
Prefeitura de Curitiba
Defensoria Pública do Estado de São Paulo
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como será o supercomputador brasileiro de IA com investimento de R$ 1 bilhão</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/como-sera-o-supercomputador-brasileiro-de-ia-com-investimento-de-r-1-bilhao</link>
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<description><![CDATA[      Lula discursa durante anúncio de supercomputador no RN
O Brasil deverá ter um novo supercomputador em operação a partir de 2027. O projeto anunciado na última quinta-feira (20) faz parte de um plano voltado à inteligência artificial e prevê um investimento de R$ 1,06 bilhão.
A máquina será comprada por meio de edital e ficará instalada no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, em Macaíba (RN). Entre outras funções, servirá para criar e treinar modelos de IA.
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O governo apresentou ainda um projeto para instalar outro supercomputador no Rio de Janeiro, além de planos para criar um serviço brasileiro de armazenamento em nuvem e ampliar a fabricação local de chips. (saiba mais abaixo)
As iniciativas fazem parte do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), lançado em 2024 e com previsão de R$ 23 bilhões em investimentos na área até 2028.
Data center da Meta em Indiana, nos Estados Unidos
Divulgação/Meta
Segundo o governo, a instalação de novos supercomputadores deve ampliar a capacidade de processamento de dados do país e estimular avanços em áreas como agricultura, indústria, saúde e prevenção de desastres climáticos.
A estrutura será voltada a empresas, universidades, instituições de pesquisa e órgãos públicos. A expectativa é que ajude a reduzir a dependência de empresas estrangeiras de processamento de dados.
Supercomputador do Rio Grande do Norte
O supercomputador que será instalado no Rio Grande do Norte terá capacidade de 7.200 petaflops.
???? Flop é a unidade usada para medir quantas operações matemáticas simples um computador consegue realizar por segundo.
A capacidade anunciada indica que o futuro equipamento será capaz de fazer, em um segundo, a mesma quantidade de cálculos que os 8 bilhões de habitantes da Terra levariam juntos cerca de 29 anos para completar. 
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a máquina estará entre as dez mais potentes do mundo para processamento de inteligência artificial.
Ela será instalada no parque científico e tecnológico localizado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Segundo o governo, o estado foi escolhido por conta do potencial energético e da oportunidade de descentralizar a infraestrutura de alta tecnologia do país.
Supercomputador do Rio de Janeiro 
O segundo supercomputador será instalado no Rio de Janeiro, por meio de uma parceria entre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e as empresas chinesas de tecnologia Huawei e iFlyTek.
A estrutura deverá iniciar as operações em julho de 2027 e receber um investimento de R$ 1,276 bilhão durante cinco anos, de acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. 
Ainda segundo a pasta, o equipamento será usado para criar um modelo brasileiro de linguagem semelhante aos usados por serviços como ChatGPT, em uma tentativa de permitir a criação de soluções de IA mais adequadas para o país. 
Nuvem Brasileira 
O governo também anunciou o início da estruturação da Nuvem Brasileira, um serviço de armazenamento e processamento de dados em nuvem controlado pelo país e voltado para diminuir a dependência de provedores estrangeiros. 
A proposta é criar uma solução com padrões abertos e interoperáveis para não focar em apenas uma empresa ou tecnologia. Segundo o governo, ela será desenvolvida em parceria com setores público e privado. 
A Nuvem Brasileira será estruturada a partir de um acordo do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos com o Serpro e o BNDES. O mercado poderá opinar sobre a capacidade nacional de implementar a solução e sobre o modelo a ser seguido.
Supercomputador Santos Dumont, em Petrópolis (RJ)
Santos Dumont / Divulgação LNCC
Produção nacional de chips 
Outra frente é uma iniciativa para ampliar a capacidade brasileira de produzir chips de inteligência artificial. Segundo o governo, trata-se de uma estratégia de longo prazo, com horizonte de 10 a 15 anos.
Para reduzir a dependência de tecnologias controladas por poucas empresas ou países, a iniciativa será baseada na arquitetura RISC-V, que define regras básicas para o funcionamento dos chips.
Por ser de código aberto, a RISC-V permite que empresas e instituições desenvolvam chips sem depender de uma tecnologia controlada por uma única companhia. A iniciativa será conduzida em cooperação com o ecossistema de inovação de Barcelona, na Espanha.
Brasil terá órgão para avaliar IAs 
O governo federal anunciou ainda o plano de criar o Centro Nacional de Transparência Algorítmica e IA Confiável, um organismo voltado a monitorar o funcionamento dos sistemas de inteligência artificial e identificar eventuais riscos.
O órgão será estruturado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e terá apenas funções técnicas. Não poderá, por exemplo, aplicar penalidades a empresas de IA.
Entre os objetivos do novo centro de IA estão o desenvolvimento de pesquisas, metodologias e ferr ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Cerveja, DeepSeek e robôs: conheça o bar que virou ponto de encontro da turma da IA na China</title>
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<description><![CDATA[      Clientes conversam no AGI Bar, estabelecimento temático de inteligência artificial no bairro de alta tecnologia de Zhongguancun, em Pequim, China.
REUTERS/Tingshu Wang
Inteligência artificial e álcool têm três semelhanças, segundo Song De, dono de um bar em Pequim: alucinações, bolhas e destilação. Com o entusiasmo em torno da inteligência artificial crescendo na China, Song espera que seu estabelecimento também possa aproveitar essa onda.
Ele inaugurou o AGI Bar no ano passado, em Zhongguancun, polo de tecnologia do distrito de Haidian, na capital chinesa.
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O nome faz referência ao conceito de inteligência artificial geral, em que sistemas seriam capazes de realizar tarefas com um nível de inteligência semelhante ou superior ao dos humanos.
O bar se tornou um ponto de encontro de desenvolvedores, investidores e estudantes de IA em Pequim.
Agora no g1
&quot;Você verá pessoas sentadas ao redor de uma mesa, vindas de diferentes laboratórios, empresas concorrentes e universidades, todas conversando sobre as tendências do setor aqui mesmo&quot;, disse Song, um desenvolvedor independente de IA na casa dos 30 anos que administra o bar nas horas vagas.
Localizado na Inno Way, rua conhecida por concentrar startups em Zhongguancun, o estabelecimento fica a poucos passos das universidades Tsinghua e Pequim, que formam alguns dos principais talentos em IA da China.
O bar também fica próximo dos escritórios de grandes empresas de tecnologia chinesas e ocidentais, como DeepSeek e Microsoft.
O local já recebeu festas de laboratórios chineses de IA, como a Z.ai, e realiza regularmente seminários para desenvolvedores, encontros sobre inteligência artificial de código aberto e eventos ligados à pesquisa universitária.
Clientes conversam no AGI Bar, estabelecimento temático de inteligência artificial no bairro de alta tecnologia de Zhongguancun, em Pequim, China.
REUTERS/Tingshu Wang
&quot;Esta é uma localização muito singular e vantajosa&quot;, disse Song. &quot;Haidian sempre foi o coração da pesquisa científica na China. Empresas de internet estão concentradas aqui, e o ambiente tecnológico, os investimentos do setor e as incubadoras de capital de risco proporcionam um enorme impulso para o segmento.&quot;
Dentro do bar, as paredes são cobertas por logotipos, figuras coloridas e produtos de algumas das principais empresas chinesas de inteligência artificial.
Um enorme gongo de bronze ocupa lugar de destaque na entrada. Ele foi tocado pela Z.ai quando a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores de Hong Kong, em janeiro.
O estabelecimento se tornou um símbolo do esforço da China para usar a inteligência artificial como motor de transformação da economia e de expansão da indústria de alta tecnologia.
A tecnologia já começa a provocar mudanças no mercado de trabalho e se espalha por diferentes áreas, da adoção de ferramentas de IA por aposentados à inclusão de programação nos currículos de escolas de ensino fundamental.
Tokens da DeepSeek para clientes
A bebida exclusiva do bar, também chamada AGI, é um copo de chope que custa 9,9 yuans (US$ 1,50). Pelo Wi-Fi do estabelecimento, os clientes também podem acessar um agente de inteligência artificial que oferece uso gratuito e ilimitado de tokens da DeepSeek para programação.
O sistema funciona em dois computadores Nvidia DGX Spark expostos no local. &quot;Dizemos que a IA é um serviço público essencial do futuro, como água, eletricidade e internet. A IA deveria ser como o Wi-Fi&quot;, disse Song, que considera o avanço da tecnologia mais importante do que a Revolução Industrial.
O nome chinês registrado do bar significa &quot;destilação do conhecimento&quot;, em um trocadilho entre a produção de bebidas alcoólicas e a chamada destilação de modelos de IA.
&quot;Primeiramente, é um termo técnico de IA para a transferência de conhecimento de modelos grandes para modelos pequenos, mas, entre humanos em um bar, isso também é uma forma de destilação de conhecimento&quot;, disse Song.
Bar terá robôs humanoides em breve
Embora o bar ainda tenha funcionários, Song já usa um agente de inteligência artificial para automatizar boa parte do controle de estoque, das reservas, dos serviços públicos e do sistema de membros.
Ele também planeja incorporar robôs humanoides à operação do bar em breve.
Clientes conversam no AGI Bar, estabelecimento temático de inteligência artificial no bairro de alta tecnologia de Zhongguancun, em Pequim, China.
REUTERS/Tingshu Wang ]]></description>
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Nova Volkswagen Amarok chega em 2027 e será ainda mais potente</title>
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<description><![CDATA[      Volkswagen mostra prévia da nova geração da Amarok com picape disfarçada
Divulgação / Volkswagen
A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira (21), em Barretos (SP), a nova geração da Amarok. A picape ainda está camuflada, mas a marca confirmou que o modelo será lançado em 2027 e terá mais potência do que qualquer outra Amarok já produzida.
Hoje a picape é vendida no Brasil com motor 3.0 V6 turbho diesel de 258 cavalos.
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A apresentação faz parte da ofensiva de picapes da Volkswagen na América do Sul, que também inclui a nova Tukan. A região participa do desenvolvimento do novo modelo, com atuação das equipes locais de design, engenharia, testes e validação.
No Brasil, a Stellantis tem muita força no segmento com Fiat Strada e Fiat Toro. Além dos modelos da RAM.
Agora no g1
Segundo a Volkswagen, a nova Amarok está sendo desenvolvida a partir das necessidades dos consumidores sul-americanos e terá tecnologia e eletrificação associadas à proposta da picape.
A nova Amarok está sendo testada com clientes em diferentes países da América do Sul. Os testes incluem situações de uso em áreas urbanas e rurais, além de estradas pavimentadas e não pavimentadas.
O desenvolvimento considera diferentes condições de temperatura, altitude, poeira e tipos de terreno. A Volkswagen afirma que essa variedade também influenciou a camuflagem usada no modelo apresentado em Barretos.
A nova geração da picape faz parte dos investimentos de R$ 20 bilhões previstos pela Volkswagen para a América do Sul até 2028. Desse total, R$ 4 bilhões serão destinados à operação na Argentina.
O investimento também inclui melhorias na fábrica de Pacheco, onde a Amarok é produzida desde 2010. A empresa afirma que o aporte envolve mudanças nas instalações e avanços nos processos de fabricação.
Volkswagen mostra prévia da nova geração da Amarok com picape disfarçada
Divulgação / Volkswagen
Camuflagem
Apesar de esconder o desenho definitivo da picape, a camuflagem apresentada em Barretos traz elementos relacionados a diferentes regiões da América do Sul.
Dá para perceber que o porte da Amarok permanece, mas a dianteira assume linhas horizontais iluminadas.
A nova geração será lançada após 16 anos de produção da Amarok na América do Sul. Desde 2010, a picape é fabricada no Centro Industrial de General Pacheco, na Argentina.
A produção acaba de atingir 800 mil unidades. De acordo com a Volkswagen, a Amarok se tornou o modelo mais fabricado da história da operação da marca na Argentina.
Mais de 465 mil unidades foram exportadas para mais de 100 mercados.
VW revela Tukan
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Volkswagen também apresentou nesta sexta-feira (21), em Barretos (SP), a Tukan, nova picape da marca que será produzida no Brasil e começa a ser vendida no primeiro semestre de 2027. O modelo será fabricado em São José dos Pinhais (PR) e terá 76% de peças nacionalizadas.
A Tukan será oferecida em duas configurações. A cabine dupla foi mostrada na versão Extreme, topo da linha, enquanto a cabine simples aparece na versão Robust, de entrada, com foco no transporte de cargas e no uso profissional.
A picape foi mostrada, mas só chega às lojas em 2027. A Volkswagen ainda não confirmou preço e demais detalhes técnicos.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Tukan utiliza a plataforma MQB, arquitetura empregada pela Volkswagen em outros modelos, como oT-Cross. O SUV foi o ponto de partida para o desenvolvimento da Tukan. A fabricante afirma que até tentou usar o Tera,as não encontrou as proporções desejadas. Esta é a primeira vez que a plataforma é usada no mundo em uma picape.
Para adaptar a estrutura ao transporte de carga, a Volkswagen desenvolveu uma suspensão traseira específica com feixe de molas. A solução foi projetada para lidar com diferentes condições de uso, inclusive com o veículo carregado.
O entre-eixos também foi aumentado em relação ao T-Cross. Segundo a empresa, a alteração permitiu criar espaço para a caçamba sem reduzir o espaço destinado aos ocupantes.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
Cabine simples
A configuração de cabine simples tem uma proposta diferente da versão de cabine dupla. Com cabine mais curta e caçamba maior, ela foi projetada para aplicações profissionais.
Durante o desenvolvimento, a Volkswagen realizouavaliações com consumidores. De acordo com a empresa, as opiniões dos participantes levaram a mudanças no projeto, inclusive na traseira da cabine simples, que recebeu menos elementos decorativos.
A cabine dupla, por sua vez, terá uma proposta mais ampla, com foco em conforto, tecnologia e versatilidade, além do uso como picape.
A plataforma MQB da Tukan foi desenvolvida para receber diferentes tecnologias de motorização e sistemas de assistência ao condutor. A VW, porém, não detalha quais equipamentos desse tipo estarão disponíveis na picape.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
Apesar de utilizar uma arquitetura relacionada ao T-Cross, a Tukan não repet ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 23:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço do suíno cai para o 3º menor patamar da história em SP: &amp;apos;sobreoferta e baixa demanda&amp;apos;, analisa USP</title>
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<description><![CDATA[      Carne suína
Reprodução/TV TEM
A combinação de sobreoferta de animais e demanda enfraquecida, registrada na segunda quinzena de julho de 2026, ameaça o mercado paulista independente de suínos. O cenário fez o preço do porco pronto para o abate na capital e interior de São Paulo atingir o menor patamar de toda a série histórica, com média de R$ 5,18 o quilo nas praças acompanhadas pelo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP em Piracicaba (SP).
Segundo levantamento do Cepea,  divulgado na última quinta-feira (20), a desvalorização acentuada no mês, impulsionada pelas férias escolares, acumula queda de 43,1% no ano para o animal vivo, na comparação com as cotações reais de dezembro de 2035.
A carcaça especial registrou recuo de 36,2% no mesmo período.
Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é bastante semelhante ao observado em 2022. Para efeito de comparação, o pior momento do mercado naquele ano, nessa mesma praça, foi observado em fevereiro, quando a média era de R$ 5,97/kg, em valores reais (deflacionados pelo IGP-DI de jul/26).
Preços da carne suína recuaram em março de 2026
Reprodução/TV TEM
“[Isso]pressionou as margens do setor, gerando prejuízos aos carcinicultores e forçando o encerramento das atividades de produtores independentes”, afirmou o Centro de Estudos da Esalq.
A área do SP-5, acompanhadas pelos pesquisadores da Esalq-USP, abrange as cidades de Bragança Paulista (SP), Campinas (SP), Piracicaba (SP), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP).
Ainda conforme o Centro de Estudos, a procura pela carne suína fica tipicamente enfraquecida na segunda metade do mês, devido ao menor poder de compra da população.
 “Consequentemente, reduz a demanda pelo animal vivo. Além disso, o período de férias escolares reforçou a redução na procura, levando as médias a recuarem, apesar dos aumentos registrados no início de julho”, explica.
Consumidores aproveitam queda no preço da carne de porco, mas produtores estão na bronca
Surpresa para o setor
O Centro de Pesquisas destaca que o cenário baixista tanto da carne quanto do vivo este ano é surpreendente para o setor, que esperava demanda firme em 2026, conforme observado em 2025. 
Além da demanda enfraquecida, o Cepea entende que o momento atual do mercado é fruto de maiores investimentos realizados pelo setor no ano passado e que resultam em maior produção e, portanto, maior oferta interna em 2026.
Março 
As cotações da carcaça de porco em março de 2026, a carne suína ganhou competitividade em relação aos preços da proteína bovina e a diferença nos valores alcançou o maior nível nos últimos quatro anos, desde 2022. 
A cotação média da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo fechou em 10,06 o quilo em março de 2026. A marca representa recuo de 2,8% na comparação com fevereiro deste ano. 
A gangorra de preços entre as carnes concorrentes foi explicada pela baixa liquidez na suinocultura durante a Quaresma, quando a procura pelo consumidor costuma cair, e também pelas altas nas exportações da proteína bovina. O ritmo intenso nos embarques da carne de boi já era verificado desde 2025.
Carne suína: fevereiro de quedas
Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP). 
O movimento de baixa nas cotações no período foi explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente.
 &quot;Resultou em um desarranjo da oferta interna&quot;, analisam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP).
O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. Em janeiro, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).
Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.
VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região
Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Preço, suíno, cai, para, 3º, menor, patamar, história, SP:, sobreoferta, baixa, demanda, analisa, USP</media:keywords>
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<title>Após retomar conversas com os EUA, prioridade do Brasil é ampliar lista de exceções ao tarifaço, diz ministro</title>
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<description><![CDATA[      Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC
Júlio César Silva/MDIC
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, disse nesta sexta-feira (21), após conversa com o representante do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Jamieson Greer, que a prioridade do Brasil é ampliar a lista de exceções ao tarifaço. 
O representante do USTR ligou para o ministro brasileiro depois da conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump. 
Na ligação, o presidente Lula pontuou que as tarifas afetam negativamente a economia dos dois países e ressaltou que a manutenção das negociações é o melhor caminho bilateral.
Segundo nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o presidente americano concordou com a necessidade de preservar as relações comerciais e sugeriu que as equipes técnicas dos dois governos voltem a se reunir o mais brevemente possível.
&quot;Combinamos de reservar dia e hora para falarmos na semana que vem. Ele disse que era a determinação do presidente Trump. Ficamos de alinhar a primeira conversa. Deveremos ajustar o caminho das negociações. Serão retomados os diálogos diretamente&quot;, disse o ministro Márcio Elias.
Tarifaço 
Há pouco mais de um mês, os Estados Unidos aplicaram duas tarifas adicionais ao Brasil. 
No primeiro caso, foi aplicada uma adicional de 25% a produtos brasileiros depois de investigação do governo dos Estados Unidos concluir que o Brasil adota práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio com os americanos. 
Entre os exemplos citados na investigação estiveram o PIX e a regulação de plataformas digitais.
Depois, os Estados Unidos anunciaram a aplicação de uma tarifa extra de 12,5% às exportações brasileiras. A decisão foi resultado de outra investigação que concluiu que o Brasil e outros países adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
As duas novas taxas resultaram em uma alíquota total de 37,5% sobre parte dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.
Milhares de itens, porém, ficaram isentos das cobranças. Entre eles produtos importantes para a economia americana, como petróleo, café e carne bovina. Por outro lado, setores como os de calçados, máquinas, madeira e açúcar ficaram submetidos à tarifa máxima. 
LEIA TAMBÉM: 
Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as novas tarifas para o Brasil
Impacto sobre a economia brasileira 
A Câmara de Comércio dos Estados Unidos e a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil) chegou a estimar que a tarifa anunciada sob a justificativa de falhas na proibição e fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado, &quot;agrava as condições de acesso das exportações brasileiras ao mercado norte-americano&quot;.
Segundo a Amcham, a medida tem o potencial de atingir cerca de 3 mil produtos brasileiros, que somam US$ 12,5 bilhões em exportações anuais para os Estados Unidos.
A entidade afirmou que o cenário de sobretaxas comprometia a competitividade das exportações brasileiras para os Estados Unidos e elevaria os custos para empresas e consumidores norte-americanos, além de &quot;fragilizar cadeias produtivas integradas entre os dois países e afetar os investimentos bilaterais&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ibovespa quase 2% com melhora no exterior e expectativa por corte de juros; dólar cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta nesta sexta-feira (21), com um avanço de 1,84%, aos 171.015 pontos. Já o dólar teve queda de 0,93%, cotado a R$ 5,1443.
A melhora do cenário externo ajudou a bolsa brasileira nesta sexta-feira. A queda dos juros dos títulos do governo dos Estados Unidos aumentou a disposição dos investidores para colocar dinheiro em ativos de maior risco, como ações. No Brasil, a expectativa de que o Banco Central reduza novamente a taxa básica de juros, a Selic, em setembro também favorece a bolsa. (veja mais abaixo) 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Entre os destaques no Ibovespa estiveram ações de empresas de grande peso no índice, como B3 (+5%), Banco do Brasil (+2%) e Vale (+1,3%). A Minerva também subia mais de 4%, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que flexibilizará por 90 dias as cotas de importação de carne moída.
Ainda assim, o Ibovespa ainda acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
▶️ Por aqui, com a agenda econômica esvaziada, as atenções ficaram com o quadro eleitoral. Nesta sexta-feira, o Datafolha divulga a primeira pesquisa com intenções de voto da eleição presidencial após o início das campanhas. A expectativa é que a divulgação aconteça após o fechamento dos mercados.
▶️ No exterior, a guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, ficou no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O barril do Brent, referência internacional, subiu 0,51%, cotado a US$ 94,26, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, teve alta de 0,09%, a US$ 86,91.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,44%;
Acumulado do mês: +1,47%;
Acumulado do ano: --6,27%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +2,45%;
Acumulado do mês: -3,92%;
Acumulado do ano: +6,14%.
Ibovespa se recupera após sequência de quedas
A alta do Ibovespa nesta sexta-feira (21) foi puxada principalmente pela melhora do cenário externo e pela queda dos juros dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos, segundo Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil. 
O movimento aumentou a disposição dos investidores para comprar ações e outros ativos considerados mais arriscados, permitindo que a bolsa brasileira acompanhasse a recuperação dos mercados americanos.
Para Araújo, a reação também foi favorecida pela redução dos juros futuros no Brasil — taxas que indicam as expectativas do mercado para os juros nos próximos meses. 
&quot;A expectativa por novo corte da Selic em setembro, sustentada pela desaceleração da atividade econômica, seguiu dando suporte às ações mais sensíveis ao ciclo doméstico, especialmente os bancos, que figuraram entre os principais altas do dia.&quot; 
A recuperação desta semana, porém, ocorre depois de um período de forte queda. Bruna Sene, analista de renda variável da Rico, afirma que o Ibovespa chegou a acumular 11 pregões consecutivos de baixa, pressionado pela saída de investidores estrangeiros, pelas incertezas eleitorais e pela alta do petróleo.
&quot;Até o dia 19, os saques somavam cerca de R$ 22 bilhões no mês, refletindo tanto a rotação global para ativos de tecnologia quanto o aumento da sensibilidade ao risco eleitoral e fiscal doméstico. Já a recuperação dos últimos pregões foi um movimento mais técnico.&quot; 
Sene avalia que a alta dos últimos pregões representa principalmente uma recuperação após a sequência de quedas, e não uma mudança definitiva no cenário. 
Segundo ela, o movimento também foi favorecido pelo vencimento de contratos que dão aos investidores o direito de comprar ou vender ações por um preço determinado, além da melhora do ambiente internacional.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de c ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
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<title>ANPD inicia monitoramento de redes sociais e ferramentas de IA para avaliar proteção de crianças e mulheres</title>
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<description><![CDATA[      Criança no celular
Canva
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu, nesta sexta-feira (21), duas ações de fiscalização que envolvem 22 serviços digitais, entre eles redes sociais, plataformas de inteligência artificial e lojas de aplicativos.
As empresas terão de informar quais providências já adotaram ou estão desenvolvendo para cumprir as novas regras de proteção dos usuários na internet, focando em crianças, adolescentes e mulheres no ambiente digital.
As companhias começaram a ser notificadas nesta sexta-feira e terão dez dias úteis, contados a partir do recebimento oficial da notificação, para responder aos questionamentos da agência reguladora.
Agora no g1
Estas são as empresas monitoradas na primeira fase da fiscalização:
Redes sociais:
Instagram
Facebook
WhatsApp (em relação à funcionalidade pública “Canais”)
Telegram (em relação às funcionalidades “Canais públicos” e “Grupos públicos”)
Tiktok
X
Discord
Youtube
Kwai
Linkedin
Snapchat
Pinterest
Reddit
Lojas e ferramentas de IA aparecem na segunda fase:
Lojas de aplicativos:
App Store 
Google Play Store 
Ferramentas de IA:
Gemini 
Copilot 
Claude 
Deepseek 
ChatGPT 
Meta AI 
Perplexity
A seleção considerou fatores como o alcance dos serviços no mercado brasileiro, sua relevância para os usuários e os possíveis riscos relacionados à circulação de conteúdo publicado por terceiros.
O órgão regulador ressaltou que as investigações não abrangem comunicações privadas em aplicativos de mensagens ou serviços de e-mail, em respeito ao sigilo de dados garantido por lei.
No caso de aplicativos como WhatsApp e Telegram, a fiscalização se limitará às ferramentas públicas de compartilhamento e distribuição de conteúdo, como canais e grupos abertos.
O que a ANPD está monitorando
&quot;Nesta primeira fase, as plataformas e lojas de aplicativo terão que responder sobre a existência e efetividade de estruturas de governança, mecanismos de transparência, sistemas de gestão e mitigação de riscos, procedimentos de moderação de conteúdo, canais de denúncia, medidas de proteção de usuários, entre outros pontos que as permitam cumprir as leis e normas brasileiras&quot;, diz a ANPD em nota.
Nas redes sociais, a ANPD monitora os mecanismos de proteção voltados a impedir o impulsionamento de conteúdos criminosos ou ilegais, especialmente quando podem atingir crianças, adolescentes e mulheres. A existência de canais de denúncia para esse tipo de publicação também está entre os pontos fiscalizados.
*Essa reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Durigan diz que crise da Casas Bahia não indica problema geral na economia: &amp;apos;Não há&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/durigan-diz-que-crise-da-casas-bahia-nao-indica-problema-geral-na-economia-nao-ha</link>
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<description><![CDATA[      Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB
Gustavo Moreno/STF
Em entrevista ao GloboNews Mais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a oposição tem usado a crise das Casas Bahia para dizer que a economia brasileira não vai bem.
Durigan disse que, ao considerar uma série histórica mais ampla, houve redução no número de falências e recuperações judiciais. Segundo ele, o varejo aparece atrás de outros setores nesse levantamento.
&quot;Quando a gente compara a série histórica mais ampla, houve um decréscimo de falências e recuperação judicial, e o varejo fica atrás, inclusive, de setores como a indústria.&quot;
O ministro também afirmou que o varejo é especialmente dependente de crédito, tanto na relação com fornecedores quanto nas vendas aos consumidores. Por isso, segundo Durigan, um cenário de juros elevados tem impacto sobre a atividade.
&quot;No fundo, depende de crédito para trás, né?, para os seus fornecedores, e depende do crédito para frente, para as famílias, para os consumidores que compram. Então, quando você tem um cenário de juros apertado, é claro que você tem uma diminuição da atividade, que é muito dependente de crédito.&quot;
Durigan afirmou que há diferentes fatores que ajudam a explicar a situação, mas rejeitou a ideia de que o episódio seja evidência de uma crise generalizada.
&quot;Então, há uma série de elementos que explicam, em grande medida, o que está acontecendo, mas que não justificam. Um argumento político mais escandaloso sobre crise geral, porque não há.&quot; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 17:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>J&amp;amp;F, de Wesley e Joesley Batista, compra fabricante de armas de guerra Avibras</title>
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<description><![CDATA[      Joesley Batista foi à Venezuela pedir a renúncia de Maduro, diz agência
A J&amp;F, holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista, comprou 100% da Avibras, uma das principais empresas da indústria de defesa brasileira. A aquisição será realizada por meio da Globe Investimentos, empresa utilizada pelo grupo em outros investimentos. 
➡️A operação envolve a Nova AVB, estrutura criada durante o processo de reestruturação da empresa. O negócio foi notificado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), mas o valor da transação não foi divulgado.
Avibras passou por recuperação judicial
A Avibras enfrentava uma grave crise financeira e estava em recuperação judicial desde 2022. A empresa também passou por um longo período de paralisação e por uma greve que durou mais de três anos.
A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial
Como parte da reestruturação, os ativos industriais e tecnológicos foram concentrados em uma nova estrutura empresarial, enquanto a companhia original permaneceu com os passivos submetidos ao processo de recuperação judicial.
O processo foi conduzido com participação do Brasil Crédito, que liderou a reestruturação e o plano alternativo de recuperação judicial que viabilizou a criação da Nova AVB.
Joesley Batista participou de captação de R$ 300 milhões
Antes de assumir o controle da empresa, Joesley Batista já havia participado de uma captação de R$ 300 milhões destinada à Avibras.
Joesley Batista dono da JBS
Joesley Batista dono da JBS
O financiamento foi coordenado pelo Fundo Brasil Crédito e reuniu investidores privados. Joesley assinou contrato para participar da operação, mas o valor individual investido por ele não foi divulgado.
Lula promete ampliar encomendas para a Avibras; Alckmin diz que empresa pode reabrir fábrica em Lorena
A captação ajudou a financiar a retomada das atividades da empresa após anos de dificuldades financeiras.
Fábrica voltou a funcionar em maio
A unidade da Avibras Aeroco, em Jacareí, no Vale do Paraíba, voltou a operar em maio de 2026.
A retomada recolocou em atividade uma empresa estratégica para a indústria de defesa brasileira. Entre os principais projetos associados à Avibras estão o sistema de foguetes Astros e o desenvolvimento do MTC-300, míssil tático de cruzeiro.
A Avibras é considerada uma Empresa Estratégica de Defesa e está envolvida em programas de interesse das Forças Armadas brasileiras.
Operação foi comunicada ao Cade
A aquisição da Nova AVB pela Globe Investimentos foi notificada ao Cade. O valor pago pela J&amp;F pela companhia não foi informado.
A operação também ocorre em meio às discussões sobre o futuro da Avibras e sobre a participação do capital privado na recuperação da empresa. Em agosto, a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento para obter informações do Ministério da Defesa sobre o processo de aquisição e a situação da companhia.
J&amp;F amplia atuação em novos negócios
Com a aquisição, a J&amp;F passa a ter participação direta em uma empresa da indústria brasileira de defesa.
A Globe Investimentos, veículo utilizado na operação, também foi usada pelos irmãos Batista em investimento na Usiminas.
A compra da Avibras amplia, portanto, a presença do grupo empresarial em setores que vão além de suas atividades tradicionais ligadas à indústria de alimentos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen apresenta Tukan, picape eletrificada que tenta ameaçar domínio da Fiat</title>
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<description><![CDATA[      Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira (21) a Tukan, nova picape da marca que será produzida no Brasil e começa a ser vendida no primeiro semestre de 2027. O modelo será fabricado em São José dos Pinhais (PR) e terá 76% de peças nacionais.
A Tukan será oferecida em duas configurações. A cabine dupla foi apresentada na versão Extreme, topo de linha, enquanto a cabine simples aparece na versão Robust, de entrada, com foco no transporte de cargas e no uso profissional.
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A Volkswagen ainda não confirmou o preço nem os demais detalhes técnicos.
A Tukan utiliza a plataforma MQB, arquitetura empregada pela Volkswagen em outros modelos, como o T-Cross. O SUV, inclusive, serviu de ponto de partida para o desenvolvimento da picape. Segundo a fabricante, o Tera também foi considerado, mas não oferecia as proporções desejadas para o projeto.
Agora no g1
Para adaptar a estrutura ao transporte de cargas, a Volkswagen desenvolveu uma suspensão traseira específica com feixe de molas. A solução foi projetada para diferentes condições de uso, inclusive com o veículo carregado.
O entre-eixos também foi ampliado em relação ao T-Cross. Segundo a empresa, a mudança permitiu criar espaço para a caçamba sem comprometer o espaço destinado aos ocupantes.
Volkswagen mostra picape Tukan em Barretos (SP)   
Cabine simples
A configuração de cabine simples tem proposta diferente da versão de cabine dupla. Com cabine mais curta e caçamba maior, foi projetada para o uso profissional.
Durante o desenvolvimento, a Volkswagen realizou avaliações com consumidores. Segundo a empresa, as opiniões dos participantes levaram a mudanças no projeto, inclusive na traseira da cabine simples, que recebeu menos elementos decorativos.
A cabine dupla, por sua vez, terá uma proposta mais ampla, com foco em conforto, tecnologia e versatilidade, sem deixar de lado o uso como picape.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A plataforma MQB permite receber diferentes tecnologias de motorização e sistemas de assistência ao condutor. A Volkswagen, porém, ainda não detalhou quais desses recursos estarão disponíveis na Tukan.
Apesar de compartilhar a arquitetura com o T-Cross, a Tukan não repete o desenho do SUV. A Volkswagen afirma que criou uma identidade própria para a picape, embora alguns componentes sejam compartilhados, como o para-brisa.
Na dianteira, os faróis de LED ficam em posição mais alta e são os mesmos usados no Nivus. O modelo também tem elementos pretos e entradas de ar no para-choque. Nas laterais, há caixas de roda mais angulosas, linha de cintura elevada e proteções mais volumosas.
A traseira tem lanternas de LED e elementos gráficos integrados ao desenho da tampa e do para-choque.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Tukan será produzida na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR), que utiliza inteligência artificial na inspeção de peças estampadas.
O modelo terá 76% de peças nacionais. Segundo a fabricante, a Tukan faz parte da estratégia de oferecer versões eletrificadas de todos os novos modelos desenvolvidos e produzidos pela Volkswagen na América do Sul a partir de 2026.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
Primeira aparição
A primeira aparição pública da Tukan ocorreu durante a chegada do mascote Canarinho e de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira masculina, para a convocação da equipe antes da Copa do Mundo de 2026.
O protótipo apareceu com uma camuflagem artística desenvolvida pela equipe de design da Volkswagen do Brasil. O nome e a cor da picape, amarelo-canário, já haviam sido anunciados.
Carlo Ancelotti com a picape Volkswagen Tukan no dia da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026
Divulgação / VW ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Volkswagen, apresenta, Tukan, picape, eletrificada, que, tenta, ameaçar, domínio, Fiat</media:keywords>
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<title>Ibovespa sobe mais de 2% com melhora no exterior e expectativa por corte de juros; dólar cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em alta nesta sexta-feira (21), com um avanço de 2,01% perto das 15h30, aos 171.304 pontos. Já o dólar tinha queda de 1,06% no mesmo horário, cotado a R$ 5,1373.
A melhora do cenário externo ajuda a bolsa brasileira nesta sexta-feira. A queda dos juros dos títulos do governo dos Estados Unidos aumentou a disposição dos investidores para colocar dinheiro em ativos de maior risco, como ações. No Brasil, a expectativa de que o Banco Central reduza novamente a taxa básica de juros, a Selic, em setembro também favorece a bolsa. (veja mais abaixo) 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Entre os destaques no Ibovespa estavam ações de empresas de grande peso no índice, como B3 (+4,74%), Banco do Brasil (+2,94%) e Vale (+2%). A Minerva também subia mais de 6%, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que flexibilizará por 90 dias as cotas de importação de carne moída.
Ainda assim, o Ibovespa ainda acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
▶️ Por aqui, com a agenda econômica esvaziada, as atenções ficam com o quadro eleitoral. Nesta sexta-feira, o Datafolha divulga a primeira pesquisa com intenções de voto da eleição presidencial após o início das campanhas. A expectativa é que a divulgação aconteça após o fechamento dos mercados.
▶️ No exterior, a guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, fica no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O barril do Brent, referência internacional, subia 0,51% perto das 13h30, cotado a US$ 94,26, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha alta de 0,09%, a US$ 86,91.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Ibovespa se recupera após sequência de 11 quedas
A alta do Ibovespa nesta sexta-feira (21) foi puxada principalmente pela melhora do cenário externo e pela queda dos juros dos títulos de longo prazo dos Estados Unidos, segundo Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil. 
O movimento aumentou a disposição dos investidores para comprar ações e outros ativos considerados mais arriscados, permitindo que a bolsa brasileira acompanhasse a recuperação dos mercados americanos.
Para Araújo, a reação também foi favorecida pela redução dos juros futuros no Brasil — taxas que indicam as expectativas do mercado para os juros nos próximos meses. 
&quot;A expectativa por novo corte da Selic em setembro, sustentada pela desaceleração da atividade econômica, seguiu dando suporte às ações mais sensíveis ao ciclo doméstico, especialmente os bancos, que figuraram entre os principais altas do dia.&quot; 
A recuperação desta semana, porém, ocorre depois de um período de forte queda. Bruna Sene, analista de renda variável da Rico, afirma que o Ibovespa chegou a acumular 11 pregões consecutivos de baixa, pressionado pela saída de investidores estrangeiros, pelas incertezas eleitorais e pela alta do petróleo.
&quot;Até o dia 19, os saques somavam cerca de R$ 22 bilhões no mês, refletindo tanto a rotação global para ativos de tecnologia quanto o aumento da sensibilidade ao risco eleitoral e fiscal doméstico. Já a recuperação dos últimos pregões foi um movimento mais técnico.&quot; 
Sene avalia que a alta dos últimos pregões representa principalmente uma recuperação após a sequência de quedas, e não uma mudança definitiva no cenário. 
Segundo ela, o movimento também foi favorecido pelo vencimento de contratos que dão aos investidores o direito de comprar ou vender ações por um preço determinado, além da melhora do ambiente internacional.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, l ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>‘Operação salva&#45;hambúrguer’: Trump determina cota extra de importação de carne e tenta baixar preços nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Hamburguer; lanche
Jean-claude Attipoe/Unplash
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (21) ampliar por 90 dias a cota de importação de carne bovina. A medida busca aumentar a oferta do produto no mercado norte-americano e ajudar a reduzir os preços, principalmente da carne moída usada na produção de hambúrgueres.
A publicação feita pelo presidente na rede social Truth Social não deixa claro quais países poderão se beneficiar da mudança nem como a nova regra será aplicada.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;Enquanto trabalhamos para reconstruir esse rebanho e apoiar nossos pecuaristas, pelos próximos 90 dias, os Estados Unidos permitirão a importação de até 300.000 toneladas de carne destinada à produção de carne moída, sem a incidência de tarifas fora da cota&quot;, disse Trump na publicação.
Segundo o presidente, a expectativa é que a carne seja vendida por um preço 25% mais barato do que o praticado atualmente no mercado norte-americano. 
Agora no g1
Carne em crise nos EUA
A medida de Trump ocorre em um momento difícil para os consumidores americanos, que têm sentido cada vez mais no bolso a alta dos preços da carne bovina.
Segundo dados do Bureau of Labor Statistics, o preço de uma libra (equivalente a 453,59 gramas) de carne moída chegou a US$ 6,82 em junho deste ano, 79% acima do registrado no início de 2019.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria Felipe Fabbri explica que a alta da carne bovina nos Estados Unidos está relacionada principalmente à redução do rebanho e da produção, em um cenário de demanda ainda aquecida.
O rebanho norte-americano está no menor nível em 75 anos, enquanto o preço do gado atingiu níveis recordes, movimento que acabou sendo repassado ao consumidor.
O fornecimento ficou ainda mais restrito porque os EUA suspenderam em 2025 a maioria das importações de gado mexicano, diante de preocupações com a disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, uma praga que infesta o gado.
Apesar de também serem grandes produtores, os EUA ainda precisam importar carne para atender à demanda dos consumidores, que se manteve firme e pressionou os preços.
Ele aponta que o impacto da medida sobre o preço ao consumidor ainda é incerto e dependerá da estratégia adotada pelas indústrias locais. 
“É difícil afirmar que o preço do hambúrguer cairá para o consumidor americano, mas a expectativa é que a medida ajude, ao menos em parte, a conter novas altas e a reduzir o custo de produção das indústrias locais”, afirma.
Saiba também: China tenta reduzir dependência de alimentos importados; o que isso significa para o agro brasileiro
Brasil pode ser beneficiado?
Fabbri avalia que o Brasil pode se beneficiar da medida. Segundo o especialista, uma ampliação da cota ou uma redução das tarifas aumentaria a competitividade da carne bovina brasileira no mercado norte-americano e poderia abrir espaço para um volume maior de embarques aos Estados Unidos.
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou ao g1 que ainda não recebeu informações oficiais do governo dos Estados Unidos sobre a medida.
Atualmente, o Brasil participa de uma cota compartilhada com outros fornecedores dos EUA, que costuma ser preenchida nas primeiras semanas do ano. Depois que esse volume é esgotado, a carne brasileira continua podendo entrar no país, mas passa a pagar uma tarifa extra-cota de 26,4%.
Por isso, uma ampliação da cota que inclua o Brasil poderia melhorar as condições de acesso da carne bovina brasileira ao mercado americano.
A Abiec, no entanto, afirma que é preciso aguardar os detalhes oficiais antes de avaliar os efeitos da medida para as exportações brasileiras.
A medida de Trump acontece em um momento em que o Brasil diminuiu os embarques para o seu maior cliente, a China, depois de atingir o limite de cotas de comercialização sem a tarifa adicional. 
As exportações brasileiras de carne bovina registraram queda de 26% no balanço parcial de agosto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). 
Brasil já é um dos principais fornecedores
Os Estados Unidos são atualmente o segundo maior mercado para a carne bovina brasileira. De janeiro a julho de 2026, o Brasil exportou 233,8 mil toneladas de carne bovina para o país, alta de 17,1% em relação ao mesmo período de 2025.
A receita chegou a US$ 1,54 bilhão, crescimento de 33,1% na comparação anual, segundo dados da Abiec.
Atualmente, cerca de 50 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas a exportar carne bovina para os Estados Unidos.
Devido aos altos preços, Trump solicitou a abertura de uma investigação contra os quatro maiores frigoríficos atuantes no país, a JBS, a National Beef, controlada pela Marfrig, e as norte-americanas Cargill e Tyson Foods.
Na época, o presidente afirmou que o encarecimento aconteceu &quot;por meio de conluio ilícito&quot;.
Veja as exportações de carne para a China e os EUA em 10 anos
Arte g1
Saiba mais:
Alimentos  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ibovespa sobe quase 2%, com ajuda do exterior e à espera de nova pesquisa eleitoral; dólar cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em alta nesta sexta-feira (21), com um avanço de 1,95% perto das 13h30, aos 171.200 pontos. Já o dólar tinha queda de 0,86% no mesmo horário, cotado a R$ 5,1479.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os fortes ganhos do Ibovespa nesta sexta-feira eram impulsionados pelo bom humor nos mercados internacionais e pelo avanço das blue chips — papéis de empresas sólidas e com alta liquidez na bolsa de valores. Entre os destaques, estavam ações da B3 (+4,74%), Banco do Brasil (+2,94%) e Vale (+2%). 
Ainda assim, o Ibovespa ainda acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
▶️ Por aqui, com a agenda econômica esvaziada, as atenções ficam com o quadro eleitoral. Nesta sexta-feira, o Datafolha divulga a primeira pesquisa com intenções de voto da eleição presidencial após o início das campanhas. A expectativa é que a divulgação aconteça após o fechamento dos mercados.
▶️ No exterior, a guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, fica no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O barril do Brent, referência internacional, subia 0,51% perto das 13h30, cotado a US$ 94,26, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha alta de 0,09%, a US$ 86,91.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Na quarta-feira, o porta-aviões USS George Washington chegou ao Oriente Médio para atuar na guerra contra o Irã, pouco menos de uma semana após ter saído de sua base no Japão, onde geralmente fica estacionado. 
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos sinais de que o tráfego pelo Estreito de Ormuz continuará interrompido. 
O fechamento da rota, por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global da commodity antes da guerra, segue a trazer impactos nos preços de energia pelo mundo e a afetar a inflação e o crescimento global.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Em Wall Street, os três principais índices americanos operavam em alta, recuperando parte das perdas da sessão anterior. Os mercados, no entanto, ainda caminham para fechar a semana em queda.
Perto das 13h30, o Dow Jones subia 0,73%, enquanto o S&amp;P 500 avançava 0,53% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,51%. 
O dia também era positivo na Europa, onde os mercados operavam em alta generalizada. O DAX, da Alemanha, subia 0,59% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,37% e o FTSE 100, do Reino Unido, ganhava 0,56%.
Na Ásia, os mercados fecharam mistos nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam a possibilidade de apoio fiscal em Hong Kong e avaliavam a recente onda de vendas de títulos globais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,6%, enquanto o índ ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Aprenda a montar uma horta em casa</title>
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<description><![CDATA[      Oficina de Horta Vertical, em junho, no Parque Cultural Casa do Governador. Espírito Santo.
Marcos Salles
Já pensou em ter uma horta em casa? A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiros (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), tem uma cartilha gratuita com dicas para o cultivo de frutas e Pancs, as plantas alimentícias não convencionais.
O manual ensina como reutilizar materiais como latas e garrafas pets e o passo a passo de receitas caseiras para combater pragas.
????Acesse aqui
Veja também:
VÍDEO: Horta em casa - veja dicas de quem tentou e deu certo
De onde vem o que eu como: salada toma &#039;banho&#039; com sabão e pode até se &#039;afogar&#039; ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen apresenta Tukan; picape eletrificada que vai ter versão cabine simples e dupla</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/volkswagen-apresenta-tukan-picape-eletrificada-que-vai-ter-versao-cabine-simples-e-dupla</link>
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<description><![CDATA[      Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira (21), em Barretos (SP), a Tukan, nova picape da marca que será produzida no Brasil e começa a ser vendida no primeiro semestre de 2027. O modelo será fabricado em São José dos Pinhais (PR) e terá 76% de peças nacionalizadas.
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A Tukan será oferecida em duas configurações. A cabine dupla foi mostrada na versão Extreme, topo da linha, enquanto a cabine simples aparece na versão Robust, de entrada, com foco no transporte de cargas e no uso profissional.
A picape foi mostrada, mas só chega às lojas em 2027. A Volkswagen ainda não confirmou preço e demais detalhes técnicos.
Agora no g1
A Tukan utiliza a plataforma MQB, arquitetura empregada pela Volkswagen em outros modelos, como oT-Cross. O SUV foi o ponto de partida para o desenvolvimento da Tukan. A fabricante afirma que até tentou usar o Tera,as não encontrou as proporções desejadas. Esta é a primeira vez que a plataforma é usada no mundo em uma picape.
Para adaptar a estrutura ao transporte de carga, a Volkswagen desenvolveu uma suspensão traseira específica com feixe de molas. A solução foi projetada para lidar com diferentes condições de uso, inclusive com o veículo carregado.
O entre-eixos também foi aumentado em relação ao T-Cross. Segundo a empresa, a alteração permitiu criar espaço para a caçamba sem reduzir o espaço destinado aos ocupantes.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
Cabine simples
A configuração de cabine simples tem uma proposta diferente da versão de cabine dupla. Com cabine mais curta e caçamba maior, ela foi projetada para aplicações profissionais.
Durante o desenvolvimento, a Volkswagen realizouavaliações com consumidores. De acordo com a empresa, as opiniões dos participantes levaram a mudanças no projeto, inclusive na traseira da cabine simples, que recebeu menos elementos decorativos.
A cabine dupla, por sua vez, terá uma proposta mais ampla, com foco em conforto, tecnologia e versatilidade, além do uso como picape.
A plataforma MQB da Tukan foi desenvolvida para receber diferentes tecnologias de motorização e sistemas de assistência ao condutor. A VW, porém, não detalha quais equipamentos desse tipo estarão disponíveis na picape.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
Apesar de utilizar uma arquitetura relacionada ao T-Cross, a Tukan não repete o desenho do SUV. A Volkswagen diz que trabalhou para criar uma identidade específica para a picape. Mesmo assim, o para-brisas da picape é o mesmo do T-Cross.
Na frente, os faróis de LED ficam em posição mais alta e são os mesmos do Nivus. O modelo também tem elementos pretos e entradas de ar no para-choque. Nas laterais, há caixas de roda mais angulosas, linha de cintura elevada e proteções mais volumosas.
A traseira tem lanternas de LED e elementos gráficos integrados ao desenho da tampa e do para-choque.
Volkswagen Tukan
divulgação/Volkswagen
A Tukan será produzida na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR). A unidade utiliza inteligência artificial na inspeção das peças estampadas.
O modelo terá 76% de peças nacionais. A fabricante afirma que a Tukan faz parte de uma estratégia em que novos modelos desenvolvidos e produzidos pela Volkswagen na América do Sul, a partir de 2026, terão versão eletrificada.
Carlo Ancelotti com a picape Volkswagen Tukan no dia da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026
Divulgação / VW
Primeira aparição
A primeira aparição pública da Tukan ocorreu acompanhando a chegada do mascote Canarinho e de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira masculina, para a convocação da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo 2026.
O protótipo estava com uma camuflagem artística desenvolvida pela equipe de Design da Volkswagen do Brasil. O nome e a cor da picape, amarelo canário, já haviam sido anunciados anteriormente.
Veja fotos 
Volkswagen mostra picape Tukan em Barretos (SP) ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, de olho em guerra no Irã e eleições no Brasil; Ibovespa sobe mais de 2%</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta sexta-feira (21), com um recuo de 0,72% perto das 12h40, cotado a R$ 5,1554. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 2,38% no mesmo horário, aos 171.855 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, fica no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Nesta sexta-feira, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,07% perto das 12h40, cotado a US$ 93,85, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha queda de 0,50%, a US$ 86,40.
▶️ Por aqui, com uma agenda econômica esvaziada, as atenções ficam com o quadro eleitoral. Nesta sexta-feira, o Datafolha divulga, no final da tarde, a primeira pesquisa com intenções de voto da eleição presidencial após o início das campanhas. A expectativa é que a divulgação aconteça após o fechamento dos mercados.
▶️ Os fortes ganhos do Ibovespa nesta sexta-feira eram impulsionados pelo avanço das blue chips — papéis de empresas sólidas e com alta liquidez na bolsa de valores. Entre os destaques, estavam ações da B3 (+4,25%), Banco do Brasil (+2,99%) e Vale (+1,88%). Ainda assim, o Ibovespa ainda acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Na quarta-feira, o porta-aviões USS George Washington chegou ao Oriente Médio para atuar na guerra contra o Irã, pouco menos de uma semana após ter saído de sua base no Japão, onde geralmente fica estacionado. 
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos sinais de que o tráfego pelo Estreito de Ormuz continuará interrompido. 
O fechamento da rota, por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global da commodity antes da guerra, segue a trazer impactos nos preços de energia pelo mundo e a afetar a inflação e o crescimento global.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Em Wall Street, os três principais índices americanos operavam em alta, recuperando parte das perdas da sessão anterior. Os mercados, no entanto, ainda caminham para fechar a semana em queda.
Perto das 12h50, o Dow Jones subia 0,86%, enquanto o S&amp;P 500 avançava 0,48% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,68%. 
O dia também era positivo na Europa, onde os mercados operavam em alta generalizada. O DAX, da Alemanha, subia 0,55% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,31% e o FTSE 100, do Reino Unido, ganhava 0,56%.
Na Ásia, os mercados fecharam mistos nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam a possibilidade de apoio fiscal em Hong Kong e avaliavam a recente onda de vendas de títulos globais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>70% dos jovens trabalham e 32% conciliam emprego e estudos no Brasil, diz pesquisa</title>
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<description><![CDATA[      Jovem faz curso de informática em Santa Catarina. 
Reprodução/Jornal Hoje
Sete em cada dez jovens brasileiros de 16 a 29 anos estão inseridos no mercado de trabalho, mas a entrada e a permanência nos empregos ainda são marcadas por obstáculos como a falta de experiência profissional, a concorrência por vagas e as desigualdades sociais.
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É o que mostra a pesquisa “Juventudes e o Mundo do Trabalho”, realizada pelo Observatório Fundação Itaú, com apoio técnico do Datafolha e do Instituto Locomotiva. 
O levantamento ouviu 1.816 jovens em todo o país para entender a relação dessa população com o mercado de trabalho e suas expectativas para o futuro.
Segundo a pesquisa, 70% dos entrevistados trabalham ou fazem estágio. Entre eles, 32% conciliam emprego e estudos, enquanto 39% se dedicam exclusivamente ao trabalho. Outros 16% apenas estudam e 13% não trabalham nem estudam atualmente.
Agora no g1
Para Carla Chiamareli, gerente do Observatório Fundação Itaú, o percentual de jovens trabalhando é um indicador positivo, mas ainda há desafios para garantir a inclusão produtiva dessa população.
“Um dado positivo é ver que 70% dos jovens estão trabalhando. Ainda temos um problema de inclusão produtiva da juventude no país, mas esse é um indicador relevante diante do cenário econômico que vivemos&quot;, explica a espcialista. 
Desigualdade marca trajetória profissional
A possibilidade de conciliar trabalho e estudo varia de acordo com a condição socioeconômica. Entre os jovens das classes A e B, 48% conseguem manter as duas atividades. Na classe D/E, o percentual cai para 16%.
A diferença também aparece no recorte racial: 38% dos jovens brancos conciliam trabalho e estudo, contra 29% dos negros. Para Chiamareli, a desigualdade de renda é um dos principais destaques do levantamento.
“Uma das coisas que mais me chamou atenção neste estudo foi a desigualdade de renda. Ela aparece de forma muito forte em vários indicadores da pesquisa, mais até do que em outros recortes”, afirma. 
À medida que a renda diminui, a necessidade de focar exclusivamente no trabalho aumenta: na Classe A/B, apenas 28% dos jovens somente trabalham, número que sobe para 39% na Classe C e atinge 47% na Classe D/E. 
A desigualdade também aparece na educação. Segundo a pesquisa, 88% dos jovens consideram necessário estudar mais atualmente para conseguir um bom emprego, enquanto 85% consideram o diploma importante para a trajetória profissional. 
Além disso, 91% veem os cursos técnicos e profissionalizantes como um caminho rápido para entrar no mercado de trabalho.
Temos um número significativo de jovens na universidade, mas ainda existe uma diferença muito grande entre as classes sociais. Isso mostra que há uma janela importante para fortalecer políticas públicas de inclusão no ensino superior.
Além de trabalhar e estudar, metade dos entrevistados afirma ser responsável pelos cuidados da casa. A sobrecarga é maior entre as mulheres: 60% delas realizam tarefas domésticas, contra 40% dos homens.
O cuidado com crianças, idosos ou outras pessoas também recai mais sobre as mulheres: 28% delas desempenham esse tipo de atividade, ante 14% dos homens.
“Essa juventude é uma juventude de batalhadores. Ela precisa estudar, trabalhar e, muitas vezes, também cuidar da família, dos pais, dos filhos ou de outras pessoas”, afirma Chiamareli.
Para ela, os dados mostram que as responsabilidades de cuidado continuam distribuídas de forma desigual. “A pesquisa trouxe um retrato muito claro das desigualdades sociais. As responsabilidades de cuidado ainda recaem principalmente sobre as mulheres e sobre os jovens mais vulneráveis.”
Panorama do jovem no mercado de trabalho brasileiro
Arte g1
Falta de experiência é principal barreira
A busca por uma oportunidade também é uma dificuldade para boa parte dos jovens. Do total de entrevistados, 61% afirmam ter procurado emprego no último ano, e 20% estão procurando trabalho atualmente.
A falta de experiência profissional é apontada como o principal obstáculo para conseguir uma vaga, citada por 49% dos entrevistados. Na sequência aparecem a concorrência pelas vagas (39%), as dificuldades de deslocamento até o trabalho (28%) e a falta de qualificação (25%).
As conexões pessoais também têm peso na entrada no mercado. A família é apontada por 46% dos jovens como a principal fonte de orientação profissional, seguida por amigos e conhecidos, com 40%. 
Entre aqueles que trabalham ou já trabalharam, 77% dizem ter conseguido emprego por indicação ao menos uma vez. A experiência prática também é valorizada. 
Nove em cada dez jovens dizem aprender mais na prática do que estudando, e 91% consideram os cursos técnicos e profissionalizantes uma forma rápida de entrar no mercado. 
Além disso, 60% defendem que programas de apoio ao emprego deveriam oferecer atividades práticas, e não apenas conteúdo teórico.
Para Chiamareli, os resultados mostram a necessidade de aproximar a formação dos jovens d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen apresenta Tukan; picape eletrificada que vai encarar Fiat Toro</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/volkswagen-apresenta-tukan-picape-eletrificada-que-vai-encarar-fiat-toro</link>
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<description><![CDATA[      Volkswagen Tukan
Carlos Cereijo/ g1
A Volkswagen mostrou nesta sexta-feira (21) a Tukan, nova picape com configuração cabine dupla e simples. O modelo chega como o primeiro veículo eletrificado da Volkswagen do Brasil e inaugura um segmento de picapes em que a marca não atuava. Ela chega para concorrer contra a Fiat Toro.
A picape foi mostrada, mas só chega às lojas em 2027. A Volkswagen ainda não confirmou preço e demias detalhes técnicos.
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A picape será a primeira da Volkswagen construída sobre a plataforma MQB. A arquitetura foi projetada, desenvolvida e validada pelos times de Produto, Engenharia e Qualidade da região.
Segundo a Volkswagen, a plataforma permite trabalhar com diferentes dimensões, entre-eixos e configurações de veículos. Na Tukan, ela foi adaptada para receber uma suspensão traseira com feixe de molas.
Agora no g1
A solução foi desenvolvida para o uso da picape com cargas e em diferentes tipos de terreno. O Volkswagen afirma que o sistema busca preservar estabilidade, durabilidade e conforto.
A plataforma MQB da Tukan foi desenvolvida para receber diferentes tecnologias de motorização e sistemas de assistência ao condutor. A VW, porém, não detalha quais equipamentos desse tipo estarão disponíveis na picape.
A Tukan será o primeiro modelo da Volkswagen do Brasil a ter o nome do veículo estampado diretamente na carroceria. A aplicação será feita na tampa traseira.
O desenvolvimento da peça exigiu simulações em software e realidade virtual. O nome foi colocado em uma região da tampa que possui uma inversão de curvatura, o que aumentou a complexidade do processo de estampagem.
Para viabilizar a aplicação, a Volkswagen desenvolveu uma fonte específica para as letras. As dimensões e características da inscrição foram definidas a partir de simulações.
A tampa traseira também precisou ser dividida em duas partes. Depois da estampagem, as peças são unidas por solda a laser.
O projeto utilizou ferramentas específicas e contou com a participação de ferramenteiros durante a construção e os ajustes. Assim, as simulações virtuais foram utilizadas antes da produção física para validar o desenho e os parâmetros de estampagem.
Volkswagen mostra picape Tukan em Barretos (SP)
Carlos Cereijo / g1
A Tukan será produzida na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR). A unidade utiliza inteligência artificial na inspeção das peças estampadas.
O desenvolvimento da tampa traseira começou pelo menos um ano antes do lançamento e envolveu dezenas de pessoas. Durante esse período, a Volkswagen manteve o nome Tukan em sigilo.
O modelo terá 76% de peças nacionais. A fabricante afirma que a Tukan faz parte de uma estratégia em que novos modelos desenvolvidos e produzidos pela Volkswagen na América do Sul, a partir de 2026, terão versão eletrificada.
Carlo Ancelotti com a picape Volkswagen Tukan no dia da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026
Divulgação / VW
Primeira aparição
A primeira aparição pública da Tukan ocorreu acompanhando a chegada do mascote Canarinho e de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira masculina, para a convocação da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo 2026.
O protótipo estava com uma camuflagem artística desenvolvida pela equipe de Design da Volkswagen do Brasil. O nome e a cor da picape, amarelo canário, já haviam sido anunciados anteriormente. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Entidades acionam MPF contra óculos inteligentes da Meta por riscos à privacidade e aos consumidores</title>
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<description><![CDATA[      Óculos inteligentes viram febre em pegadinhas nas redes com exposição de terceiros
O Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights pediram nesta quinta-feira (20) que a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Ministério Público Federal (MPF) investiguem a comercialização dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta no Brasil. 
As entidades alegam que o produto pode colocar em risco a privacidade das pessoas e violar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No ofício, as organizações pedem que os três órgãos atuem de forma coordenada para verificar se o produto atende à legislação brasileira e se oferece mecanismos suficientes para proteger não apenas os consumidores, mas também qualquer pessoa que possa ser filmada sem saber.
Lançados no Brasil em setembro de 2025, os óculos inteligentes possuem câmeras, microfones e alto-falantes embutidos. 
???? Além de tirar fotos, gravar vídeos e captar áudio, o dispositivo permite atender ligações, transmitir conteúdo para redes sociais e utilizar recursos de inteligência artificial, como tradução em tempo real e respostas sobre o ambiente observado pelo usuário.
Segundo o Idec e a Coding Rights, o principal problema não é a capacidade de gravar imagens, mas a dificuldade de terceiros perceberem que estão sendo registrados. 
Diferentemente de um celular, que precisa ser levantado para filmar, os óculos permitem que a gravação seja feita de maneira muito mais discreta.
Embora o equipamento tenha um LED que indica quando a câmera está ligada, as entidades afirmam que a luz é pequena, pouco perceptível e pode ser desativada por meio de modificações no aparelho amplamente divulgadas em tutoriais na internet. 
Para elas, um mecanismo de segurança que pode ser facilmente burlado não oferece proteção suficiente.
Outro ponto levantado pelas organizações é o tratamento das imagens e dos áudios captados. Segundo o documento, esse material pode ser enviado aos servidores da Meta e utilizado para treinar sistemas de inteligência artificial. 
As entidades também demonstram preocupação com o desenvolvimento de ferramentas de reconhecimento facial. 
Embora a funcionalidade não esteja disponível atualmente, elas afirmam que documentos divulgados neste ano indicam que a empresa chegou a testar esse recurso.
Pegadinhas impulsionam debate
Contas no Instagram e no TikTok fazem pegadinhas com anônimos usando óculos inteligentes.
Reprodução/TikTok
A representação foi apresentada em um momento em que os óculos inteligentes vêm ganhando popularidade nas redes sociais, principalmente em vídeos de &quot;pegadinhas&quot;. 
Como mostrou o g1, criadores de conteúdo utilizam os dispositivos para gravar desconhecidos em locais públicos sem que eles percebam.
Em parte dos vídeos, os participantes autorizam a publicação das imagens ao final da gravação. Em outros casos, porém, não fica claro se houve consentimento antes da divulgação do conteúdo.
Uma das brincadeiras mais populares consiste em esconder um cartão de pagamento por aproximação dentro da embalagem de um produto. 
No caixa do supermercado, o criador aproxima a embalagem da maquininha e registra a reação de surpresa do funcionário ao ver a compra ser paga sem um cartão aparente.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que gravar alguém em espaço público não é necessariamente ilegal, mas publicar essas imagens sem autorização pode gerar pedidos de remoção do conteúdo e ações por danos morais, especialmente quando há exposição vexatória. (veja quais são os direitos do consumidor nesses casos)
A Meta afirma que os óculos possuem mecanismos para indicar quando estão gravando e que os usuários são responsáveis por cumprir a legislação e utilizar o equipamento de forma segura e respeitosa.
Casos já registrados
O documento protocolado pelas entidades cita episódios que reforçam as preocupações com a tecnologia. Um deles ocorreu em Salvador (BA), onde um médico ginecologista foi denunciado por utilizar óculos inteligentes durante o atendimento a uma paciente.
Para o Idec e a Coding Rights, dispositivos capazes de registrar imagens e sons de forma praticamente imperceptível podem facilitar situações de assédio, invasão de privacidade e violência, especialmente contra mulheres e meninas.
&quot;Sob a ótica do consumidor, o que temos aqui é uma empresa que colocou no mercado um produto perigoso e transferiu para quem nem sequer comprou o dispositivo a tarefa de se proteger dele&quot;, afirma Julia Abad, do Idec.
Entre os pedidos encaminhados à ANPD, à Senacon e ao MPF, estão:
a abertura de investigações; 
a análise dos riscos do produto para consumidores e terceiros; 
a criação de mecanismos para que pessoas filmadas possam exercer seus direitos previstos na LGPD; 
a proibição da ativação de recursos de reconhecimento facial sem autorização prévia das autoridades brasileiras.
Debate também avança no  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Compra e venda de carro usado poderão ter transferência pelo app da CNH; entenda</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/compra-e-venda-de-carro-usado-poderao-ter-transferencia-pelo-app-da-cnh-entenda</link>
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<description><![CDATA[      Carro zero com desconto: programa de incentivo do governo aquece a venda de carros no DF
Comprar ou vender um carro usado poderá ficar mais simples: a transferência de propriedade poderá ser feita de forma totalmente digital, reunindo em um único fluxo etapas como assinatura, pagamento de débitos e taxas e conclusão da mudança de proprietário.
As regras foram estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) na Resolução nº 1.027, publicada na terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU).
LEIA TAMBÉM: 
Lei Seca com teste de drogas em motoristas entra em vigor; entenda o que muda
A medida regulamenta uma previsão do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e estabelece que as etapas da transferência poderão ser integradas ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
Gol, Uno e Stradalideram a lista de carros usados mais vendidos do Brasil
g1
A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) trabalha na implementação da ferramenta que permitirá fazer a transferência eletrônica de veículos usados entre pessoas físicas pelo aplicativo CNH do Brasil.
O que vai dar para fazer pelo aplicativo
Quando a funcionalidade estiver disponível, comprador e vendedor poderão realizar em um mesmo fluxo eletrônico etapas que hoje podem ocorrer separadamente.
Entre os procedimentos previstos estão:
registro da negociação;
 assinatura eletrônica da transferência;
 consulta e pagamento de débitos e taxas dos Detrans;
 conclusão da mudança de propriedade.
A vistoria do veículo continuará fazendo parte do processo e será integrada por meio dos serviços disponíveis.
Três modalidades de transferência
A resolução estabelece três formas de transferência de propriedadeconvencional, eletrônica e eletrônica custodiada.
Na modalidade eletrônica, as etapas poderão ser feitas digitalmente, com integração ao Renavam e cumprimento das exigências previstas na regulamentação, como a vistoria.
Já na modalidade eletrônica custodiada, o dinheiro da negociação poderá permanecer em custódia durante a operação.
A liberação dos recursos dependerá do cumprimento dos requisitos necessários para concluir a transferência. A regra também prevê mecanismos de bloqueio, reversão e restituição do dinheiro caso a operação não seja concluída.
O que já é digital hoje
A transferência de veículos já conta com ferramentas digitais, como a Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo em meio digital (ATPV-e), a assinatura eletrônica e a comunicação eletrônica de venda.
A diferença é que esses procedimentos podem ocorrer atualmente em sistemas e etapas distintas.
A nova resolução estabelece as condições para integrar essas etapas em um fluxo eletrônico vinculado ao Renavam.
Sistema terá mecanismos contra fraudes
A regulamentação também estabelece requisitos de segurança para as operações digitais.
Entre eles estão autenticação individual e multifator, rastreabilidade, trilhas de auditoria e mecanismos de prevenção e detecção de fraudes.
 Quando começa?
A resolução publicada pelo Contran estabelece a base normativa para a implementação do novo processo eletrônico.
A ferramenta para realizar a transferência pelo aplicativo CNH do Brasil ainda será implantad pela Senatran.
A disponibilização das funcionalidades e os procedimentos para acesso pelos usuários ocorrerão conforme a implantação dos serviços previstos na resolução. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China faz maior recall de carros da história por risco com maçanetas embutidas</title>
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<description><![CDATA[      Montadoras estimam aumento de carros importados do México e China
A China iniciou nesta sexta-feira (21) a maior campanha de recall automotivo já realizada no país, envolvendo 11 montadoras e veículos elétricos de diferentes marcas. 
A medida está relacionada a preocupações de segurança com os sistemas de abertura de portas em situações de emergência.
????O recall anunciado pela China vale para veículos do mercado chinês e não inclui, neste momento, os carros vendidos no Brasil. 
Entre as empresas envolvidas estão Tesla, Xiaomi, Leapmotor, Xpeng, Zeekr e Lynk &amp; Co. Algumas delas também têm presença no mercado brasileiro, como Tesla, Leapmotor e Zeekr.
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Vendas de carros chineses estão em alta, exceto na própria China
A preocupação dos reguladores chineses é que as maçanetas mecânicas usadas para abrir as portas em emergências possam ser difíceis de localizar ou operar, principalmente depois de uma colisão grave acompanhada de uma falha no sistema elétrico do veículo. Isso poderia dificultar a saída dos passageiros ou o acesso de equipes de resgate.
Tesla fará recall de quase 3 milhões de carros
A Tesla é uma das empresas mais afetadas pela medida. A montadora fará recall de cerca de 2,98 milhões de veículos Model 3, Model Y, Model S e Model X fabricados na China ou importados para o país.
O recall começa em 25 de setembro. A empresa informou que instalará etiquetas para facilitar a identificação das maçanetas mecânicas de emergência e fará uma atualização de software que poderá baixar automaticamente os vidros após uma colisão.
A ideia é facilitar a saída dos ocupantes ou o acesso dos socorristas caso o sistema elétrico do veículo deixe de funcionar.
Outras marcas também registram recalls
Pelo menos seis fabricantes anunciaram na sexta-feira seus maiores recalls já registrados, segundo os documentos apresentados ao órgão regulador chinês.
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Carros chineses 
Reuters
Além da Tesla, estão na lista Xiaomi, Leapmotor, Xpeng, Zeekr e Lynk &amp; Co. A Xiaomi, por exemplo, fará recall de mais de 390 mil unidades do SU7, enquanto a Leapmotor terá mais de 371 mil veículos envolvidos.
Nove das 11 montadoras envolvidas instalarão gratuitamente etiquetas de advertência para facilitar a localização das alavancas de emergência. A maioria também fará atualizações de software à distância, conhecidas como OTA.
O que são as maçanetas embutidas?
As chamadas maçanetas embutidas ou ocultas ficam rente à carroceria quando não estão sendo usadas. Em alguns modelos, elas podem sair automaticamente quando o motorista se aproxima ou ser acionadas por pressão, chave ou celular.
O desenho ganhou popularidade principalmente com a Tesla e passou a ser adotado por diversas fabricantes de carros elétricos.
O problema é que sistemas eletrônicos podem deixar de funcionar depois de uma colisão ou de uma falha elétrica. Em uma emergência, isso pode dificultar a abertura das portas.
China quer acabar com o sistema a partir de 2027
A campanha de recalls ocorre meses depois de a China anunciar novas regras para o sistema de abertura das portas.
A partir de 2027, veículos novos vendidos no país terão de permitir a abertura mecânica das portas, inclusive em situações de acidente ou falha de energia. A medida faz da China o primeiro país a eliminar gradualmente o uso de maçanetas ocultas que dependem exclusivamente de sistemas eletrônicos.
A mudança faz parte de uma fiscalização mais rigorosa sobre a indústria de veículos elétricos chinesa, que cresce em meio a uma forte disputa por preços e ao lançamento de novas tecnologias.
Marcas do recall também estão no Brasil
A medida chinesa chama atenção no Brasil porque algumas das fabricantes envolvidas na campanha também atuam no mercado brasileiro.
A Tesla vende seus veículos no país. A Leapmotor, controlada internacionalmente em parceria com a Stellantis, também entrou no mercado brasileiro com modelos como o C10 e o B10.
A Zeekr, marca elétrica do grupo Geely, também tem operação no Brasil.
Isso não significa, porém, que os veículos vendidos no Brasil estejam automaticamente incluídos no recall anunciado na China. A campanha divulgada nesta sexta-feira é referente aos veículos cobertos pelas regras e registros do mercado chinês.
*Com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, de olho em guerra econômica de Trump no Irã e eleições no Brasil; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta sexta-feira (21), com um recuo de 0,29% perto das 10h30, cotado a R$ 5,1778. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,71% no mesmo horário, aos 169.123 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, fica no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Nesta sexta-feira, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,28% perto das 10h30, cotado a US$ 94,04, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha queda de 0,58%, a US$ 86,33.
▶️ Por aqui, com uma agenda econômica esvaziada, as atenções ficam com o quadro eleitoral. Nesta sexta-feira, o Datafolha divulga, no final da tarde, a primeira pesquisa com intenções de voto da eleição presidencial após o início das campanhas. A expectativa é que a divulgação aconteça após o fechamento dos mercados.
▶️ O Ibovespa acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Na quarta-feira, o porta-aviões USS George Washington chegou ao Oriente Médio para atuar na guerra contra o Irã, pouco menos de uma semana após ter saído de sua base no Japão, onde geralmente fica estacionado. 
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos sinais de que o tráfego pelo Estreito de Ormuz continuará interrompido. 
O fechamento da rota, por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global da commodity antes da guerra, segue a trazer impactos nos preços de energia pelo mundo e a afetar a inflação e o crescimento global.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Na Ásia, os mercados fecharam mistos nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam a possibilidade de apoio fiscal em Hong Kong e avaliavam a recente onda de vendas de títulos globais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, fechou praticamente estável. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 1,21% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 0,30%. O Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 0,88%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Free flow: motoristas poderão consultar passagens pelo app CNH do Brasil a partir de segunda</title>
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<description><![CDATA[      O Ministério dos Transportes informou, nesta sexta-feira (21), que, a partir da próxima segunda (24), os motoristas poderão consultar, pelo aplicativo da &quot;CNH do Brasil&quot;, as passagens registradas em pedágios eletrônicos, conhecidos como free flow. 
A implementação do modelo ocorre após um período de testes, adaptação, homologação e integração dos sistemas. 
????O free flow (fluxo livre) é um sistema de pedágio eletrônico sem cancelas que permite a cobrança automática da tarifa sem que o motorista precise parar ou reduzir a velocidade (entenda mais abaixo).
Segundo a pasta, a nova funcionalidade permitirá consultar passagens registradas em rodovias que utilizam o sistema, tanto federais quanto estaduais. 
G1 em 1 minuto - Santos: Governo de SP adia início do Free Flow
A plataforma também reunirá informações que ajudarão o motorista a identificar a concessionária responsável pela cobrança e acessar o canal indicado para realizar o pagamento do pedágio.
No momento, 14 concessionárias já contam com o serviço em operação. 
Sistema Anchieta-Imigrantes operará no sistema free flow (pórticos eletrônicos).
Diego Bertozzi/TV Tribuna
???? O que é free flow?
O modelo dispensa cancelas que obriguem a reduzir velocidade ou parar nas rodovias.
Estruturas instaladas sobre a pista com câmeras, sensores e leitores de TAGs registram a passagem dos veículos. 
Cada vez que o carro passa por um desses pontos, o sistema faz a identificação por meio da TAG ou da leitura da placa.
Com TAG, a tarifa é debitada automaticamente. Sem TAG, o usuário deve pagar pelo site ou canais da concessionária. 
O não pagamento dentro do prazo caracteriza evasão de pedágio, com possibilidade de multa. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>‘Operação salva&#45;hambúrguer’: Trump libera limite extra para importar carne e tentar baixar preços nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Trump se irrita com preço de carne e manda investigar frigoríficos nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (21) que vai flexibilizar, por 90 dias, as regras para importação de carne bovina usada principalmente na produção de carne moída. A medida busca aumentar a oferta do produto no mercado americano e ajudar a reduzir os preços.
Até o momento, porém, não está claro quais países poderão se beneficiar da mudança nem como a nova regra será aplicada.
A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou ao g1 que ainda não recebeu informações oficiais do governo dos Estados Unidos sobre a medida.
A eventual ampliação da cota pode beneficiar o Brasil. Atualmente, o país participa de uma cota compartilhada com outros fornecedores, que costuma ser preenchida nas primeiras semanas do ano. Depois que esse volume é esgotado, a carne brasileira continua podendo entrar nos Estados Unidos, mas passa a pagar uma tarifa extra-cota de 26,4%.
Por isso, uma ampliação da cota que inclua o Brasil poderia melhorar as condições de acesso da carne bovina brasileira ao mercado americano.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, caminha para embarcar no Air Force One em Morristown neste domingo (16)
Ken Cedeno/Reuters
A Abiec, no entanto, afirma que é preciso aguardar os detalhes oficiais antes de avaliar os efeitos da medida para as exportações brasileiras.
Brasil já é um dos principais fornecedores
Os Estados Unidos são atualmente o segundo maior mercado para a carne bovina brasileira. De janeiro a julho de 2026, o Brasil exportou 233,8 mil toneladas de carne bovina para o país, alta de 17,1% em relação ao mesmo período de 2025.
A receita chegou a US$ 1,54 bilhão, crescimento de 33,1% na comparação anual, segundo dados da Abiec.
Atualmente, cerca de 50 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas a exportar carne bovina para os Estados Unidos.
*Em atualização ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em queda, de olho em guerra econômica de Trump no Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (21) em queda, com um recuo de 0,43% perto das 9h, cotado a R$ 5,1702. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A guerra econômica anunciada pelo presidente americano, Donald Trump, ao Irã, fica no centro das atenções. Nesta semana, o republicano anunciou que intensificaria a pressão sobre o país do Oriente Médio e ameaçou países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. A expectativa é que novas sanções sejam anunciadas nos próximos dias. 
Sem avanços diplomáticos, permanecem as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Ainda assim, nesta sexta-feira, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,55% perto das 8h50, cotado a US$ 93,26, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha queda de 0,58%, a US$ 86,33.
▶️ Por aqui, com uma agenda econômica esvaziada, as atenções ficam com o quadro eleitoral. Na véspera, o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou que já prestou contas dos gastos relacionados ao documentário &quot;Dark Horse&quot;, destacando que quem precisaria prestar contas, agora, é o presidente Lula. Entenda mais nesta reportagem.
▶️ O Ibovespa acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, anunciou que intensificaria a pressão econômica sobre o Irã, com novas sanções previstas para a próxima semana. Além disso, o republicano também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Na quarta-feira, o porta-aviões USS George Washington chegou ao Oriente Médio para atuar na guerra contra o Irã, pouco menos de uma semana após ter saído de sua base no Japão, onde geralmente fica estacionado. 
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos sinais de que o tráfego pelo Estreito de Ormuz continuará interrompido. 
O fechamento da rota, por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global da commodity antes da guerra, segue a trazer impactos nos preços de energia pelo mundo e a afetar a inflação e o crescimento global.
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Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Na Ásia, os mercados fecharam mistos nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam a possibilidade de apoio fiscal em Hong Kong e avaliavam a recente onda de vendas de títulos globais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, fechou praticamente estável. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 1,21% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 0,30%. O Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 0,88%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
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<title>STF mantém suspensão de multas da NR&#45;1; entenda o que muda</title>
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<description><![CDATA[      NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro André Mendonça que suspendeu, por 90 dias, a aplicação de multas e outras sanções relacionadas às regras da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) sobre riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A norma amplia a responsabilidade das empresas na prevenção de fatores como assédio, estresse ocupacional, excesso de jornada e sobrecarga de trabalho, que podem afetar a saúde mental dos trabalhadores.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A decisão impede, por 90 dias, que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) aplique punições às empresas pela falta de identificação e gerenciamento dos riscos psicossociais no trabalho. O prazo começou a contar em 25 de junho, quando a medida foi determinada, e termina em setembro.
As demais obrigações previstas na NR-1 continuam em vigor, incluindo o dever dos empregadores de adotar medidas para proteger a saúde física e mental dos trabalhadores. (veja abaixo o que muda)
A suspensão foi determinada em junho, no processo em que a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) questiona, no STF, as mudanças na NR-1, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
As novas regras obrigam as empresas a identificar, avaliar e adotar medidas para reduzir riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio e sobrecarga.
A Confenen afirma, porém, que a norma não deixa claro como esses riscos devem ser avaliados nem quais critérios devem ser usados pelos fiscais do trabalho para aplicar multas às empresas.
A medida atende a um pedido da Confenen e vale para todas as empresas do país. Ela também se sobrepõe à decisão tomada em favor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) no fim de maio, que beneficiava apenas as cerca de 130 mil empresas ligadas à federação.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça
Reprodução/TV Globo
Conciliação
Ao analisar o caso, André Mendonça afirmou que a inclusão dos riscos psicossociais na NR-1 é importante para prevenir problemas de saúde relacionados ao trabalho.
Segundo o ministro, as mudanças na norma foram construídas a partir de discussões entre governo, empregadores e trabalhadores. Mendonça, porém, entendeu que ainda é preciso esclarecer alguns pontos levantados pela Confenen.
Por isso, determinou que o caso fosse levado ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) do STF, que busca aproximar as partes para tentar chegar a um acordo.
A decisão que suspendeu as multas e outras sanções foi confirmada pelo plenário virtual do STF em sessão encerrada em 18 de agosto.
Com a suspensão, as empresas não podem ser multadas, durante o período determinado pelo STF, por descumprirem especificamente as exigências da NR-1 relacionadas à identificação e ao gerenciamento dos riscos psicossociais. As demais obrigações da norma continuam valendo.
NR-1: o que muda para os trabalhadores após o STF suspender multas por 90 dias?
O que muda? 
As mudanças na NR-1 entraram em vigor em 26 de maio deste ano. A partir delas, as empresas passaram a ter de incluir os riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais e adotar medidas para preveni-los.
Entre os fatores que podem ser considerados estão situações de assédio, excesso de trabalho, falta de apoio, cobranças excessivas e condições que possam contribuir para o adoecimento mental dos trabalhadores.
Com a decisão do STF, porém, as empresas não podem ser punidas, neste momento, especificamente pela falta de identificação e gerenciamento desses riscos. A obrigação de cuidar da saúde e da segurança dos trabalhadores, prevista na NR-1, permanece.
Na ocasião em que as mudanças entraram em vigor, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que, nos primeiros 90 dias, a fiscalização teria caráter prioritariamente orientativo. Em resumo:
As empresas continuam obrigadas a cumprir as regras da NR-1 e a adotar medidas para prevenir riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Ficam suspensas por 90 dias as multas, autuações e outras sanções aplicadas com base nos dispositivos da norma que estão sendo questionados no STF.
Também ficam suspensos, durante esse período, os efeitos de sanções já aplicadas com base nesses dispositivos.
Capa - afastamentos por saúde mental
Otávio Camargo | Arte g1
Pressão e adiamento
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entrou em vigor em maio deste ano, foi anunciada pelo Ministério do Trabalho em agosto de 2024 para incluir os riscos psicossociais entre os fatores que devem ser identificados e gerenciados pelas empresas.
Inicialmente, as novas regras passariam a valer em maio de 2025. Após pressão de entidades empresariais e sindicatos patronais, o governo adiou a entrada em vigor por um ano.
Mesmo após a prorrogação do prazo, representantes do setor patronal defenderam um novo prazo para adaptação, alegando falta d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>STF mantém suspensão temporária de multas da NR&#45;1</title>
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<description><![CDATA[      NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a decisão do ministro André Mendonça que suspendeu, por 90 dias, a aplicação de multas e outras sanções relacionadas às regras da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) sobre riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A norma amplia a responsabilidade das empresas na prevenção de fatores como assédio, estresse ocupacional, excesso de jornada e sobrecarga de trabalho, que podem afetar a saúde mental dos trabalhadores.
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A decisão impede, durante o período de suspensão, que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) aplique punições às empresas com base nos pontos da NR-1 que estão sendo questionados no STF. 
As demais regras da norma continuam valendo, incluindo a obrigação de adotar medidas para proteger a saúde física e mental dos trabalhadores. (veja abaixo o que muda)
A suspensão foi determinada em 25 de junho, no processo em que a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) questiona, no STF, as mudanças na Norma Regulamentadora 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
As novas regras obrigam as empresas a identificar, avaliar e adotar medidas para reduzir riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio e sobrecarga.
A Confenen, porém, afirma que a norma não deixa claro como esses riscos devem ser avaliados nem quais critérios devem ser usados pelos fiscais do trabalho para aplicar multas às empresas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça
Reprodução/TV Globo
Conciliação
Ao analisar o caso, André Mendonça afirmou que a inclusão dos riscos psicossociais na NR-1 é importante para prevenir problemas de saúde relacionados ao trabalho. 
Segundo o ministro, as mudanças na norma foram construídas a partir de discussões entre governo, empregadores e trabalhadores.
Mendonça, porém, entendeu que ainda é preciso esclarecer alguns pontos levantados pela Confenen. Por isso, determinou que o caso fosse levado ao Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) do STF, que busca aproximar as partes para tentar chegar a um acordo.
A decisão que suspendeu as multas e outras sanções foi confirmada pelo plenário virtual do STF em sessão encerrada em 18 de agosto.
Com a suspensão, as empresas não podem ser multadas, neste período, por descumprirem especificamente as exigências da NR-1 relacionadas à identificação e ao gerenciamento dos riscos psicossociais. 
A suspensão vale enquanto as partes tentam chegar a uma solução para os pontos questionados no processo.
As mudanças na NR-1 entraram em vigor em 26 de maio deste ano. Na ocasião, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que, nos primeiros 90 dias de vigência da norma, a fiscalização teria caráter prioritariamente orientativo.
Capa - afastamentos por saúde mental
Otávio Camargo | Arte g1
Pressão e adiamento
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entrou em vigor em maio deste ano, foi anunciada pelo Ministério do Trabalho em agosto de 2024 para incluir os riscos psicossociais entre os fatores que devem ser identificados e gerenciados pelas empresas.
Inicialmente, as novas regras passariam a valer em maio de 2025. Após pressão de entidades empresariais e sindicatos patronais, o governo adiou a entrada em vigor por um ano.
Mesmo após a prorrogação do prazo, representantes do setor patronal defenderam um novo prazo para adaptação, alegando falta de clareza técnica sobre a aplicação da norma.
O Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho, por outro lado, afirmaram que houve tempo suficiente para debate e preparação das empresas. Em abril, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que não pretendia conceder um novo adiamento.
“Já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”, disse. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria com acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que não existe hoje.
Para orientar empresas e trabalhadores, o MTE publicou um Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, um Guia sobre Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho e um documento de perguntas e respostas sobre a atualização da norma.
Em nota enviada ao g1 na época, o ministério esclareceu que nunca publicou uma norma suspendendo a aplicação de multas relacionadas à NR-1.
Segundo a pasta, o que passou a valer com a entrada em vigor da atualização foi o critério da dupla visita, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), pelo qual a fiscalização prioriza ações de orientação, instrução e notificação das empresas antes da aplicação de penalidades, sem impedir medidas administrativas quando cabíveis.
Na prática, os auditores podem verificar documentos, procedimentos internos e medidas adotadas pelas empresas, além de orientar sobre eventuais adequações.
O MTE reforça que a NR-1 continua o ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Famílias iranianas lutam para comprar o básico enquanto EUA intensificam guerra econômica</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que não há perspectiva de negociações com o Irã
Famílias iranianas estão lutando para comprar o básico em meio à intensificação da pressão econômica dos Estados Unidos ao Irã, segundo a agência de notícias Associated Press.
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Apesar do governo de Teerã negar que a guerra econômica declarada pelos EUA vá afetar o país, relatos mostram que muitas famílias estão passando por dificuldades.
De acordo com a AP, o desemprego está disparando e aqueles que têm emprego estão trabalhando mais horas por um salário que equivale à metade do que era há um ano, tornando alimentos, remédios e tudo o mais — com exceção da gasolina, que é fortemente subsidiada — ainda mais inacessíveis.
“Praticamente desistimos de muitas coisas. Cortamos as frutas, cortamos as proteínas, abrimos mão do lazer e até trabalhamos nos fins de semana&quot;, di Ahmad Karimi, de 52 anos, taxista e pai de dois filhos, que tem trabalhado 15 horas por dia para conseguir sustentar a família.
Uma mãe de dois filhos do norte do Irã postou uma foto na rede social X esta semana após comprar leite, ovos, papel higiênico e alguns outros itens, mas nenhuma carne. Ela reclamou que a compra custou 89 milhões de riais, cerca de US$ 65 - o equivalente a R$ 337.
O arroz está 60% mais caro e o preço da carne bovina aumentou 150% no país desde o início da guerra.
Segundo o Fundo Monetário Internacional, até o final do ano, a inflação no Irã deverá subir quase 70% e a economia do país deverá encolher mais de 5%.
&quot;“Comprar itens de primeira necessidade se tornou nossa principal prioridade, e nossa cesta de compras ficou menor e mais limitada”, lamenta um homem de 41 anos à Associated Press, sob condição de anonimato, por medo de represálias.
Pessoas caminham no principal bazar tradicional de Teerã
AP / Vahid Salemi
A guerra econômica de Trump
A &quot;operação econômica mais esmagadora&quot; já realizada contra um país foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira (19). 
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;, e também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando, sem detalhar qual seria a punição.
Um dia depois, na quinta-feira (20), o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse que o &quot;Dia D Econômico&quot; dos EUA contra o Irã é apenas uma distração dos problemas econômicos americanos e alertou que a pressão adicional fracassaria, levando &quot;mais derrota&quot; aos Estados Unidos.
Quase seis meses após o início da guerra, a economia iraniana está sofrendo um duro golpe devido às sanções e ao bloqueio naval , que torna extremamente difícil para o país exportar petróleo, seu produto mais valioso. No entanto, como está está sujeito a sanções ocidentais há anos, o país se tornou-se hábil em contorná-las parcialmente.
“A capacidade de resistência do Irã não apenas evita o colapso, como também impede que o sofrimento econômico se traduza na pressão política e nas mudanças que os EUA esperam”, afirma Hadi Kahalzadeh, especialista em economia iraniana da Universidade Brandeis.
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ferrari Luce de R$ 200 milhões pode dar &amp;apos;desconto&amp;apos; milionário no imposto de renda do comprador; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Ferrari Luce leiloada por US$ 40 milhões
divulgação/RM Sotheby&#039;s
A primeira Ferrari Luce, versão totalmente elétrica da marca, foi leiloada nesta semana por US$ 40 milhões, cerca de R$ 208 milhões. Apesar do valor estrondoso, há um detalhe: parte do que foi pago pode gerar desconto no imposto de renda do comprador nos Estados Unidos.
Isso acontece porque todo o dinheiro arrecadado no leilão, realizado nos Estados Unidos pela RM Sotheby’s, será destinado a ações de educação promovidas pela Fundação Ferrari.
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Pelas regras tributárias dos Estados Unidos, a Fundação Ferrari é reconhecida como uma entidade beneficente. Isso permite que parte do valor pago no leilão seja tratada como doação e usada para reduzir a renda sobre a qual o comprador pagará imposto.
Mas não são os US$ 40 milhões inteiros que entram nessa conta. A regra considera como doação apenas o que foi pago acima do valor estimado do carro. Além disso, há limites para o tamanho da dedução.
Primeiro, é preciso descontar o valor estimado do carro. Como a Ferrari foi avaliada em até US$ 1,6 milhão, dos US$ 40 milhões pagos, até US$ 38,4 milhões poderiam ser considerados doação;
Depois, entra o limite de renda. Pelas regras aplicáveis ao caso, o contribuinte só pode usar a dedução até determinado percentual de sua renda bruta ajustada no ano;
Por fim, deduzir não significa receber esse dinheiro de volta. A dedução reduz a renda sujeita ao imposto. O tamanho da economia depende, entre outros fatores, da alíquota aplicada ao contribuinte, que pode chegar a 37%.
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Na prática, o benefício fiscal não significa que o comprador receberá de volta os US$ 38,4 milhões. Esse valor pode servir de base para uma dedução, reduzindo a renda sobre a qual o imposto é calculado. 
Considerando a alíquota máxima de 37%, a economia tributária poderia chegar a cerca de US$ 14,2 milhões, desde que o comprador cumpra os demais requisitos.
Há ainda uma condição importante: o tamanho do benefício depende da renda do comprador. Como existe um limite para quanto da renda pode ser abatido por meio desse tipo de doação, o comprador precisa ter renda suficientemente alta para aproveitar toda a dedução no mesmo ano.
Por que essa Ferrari Luce custa tanto?
Uma Ferrari Luce convencional custa US$ 640 mil, pouco mais da metade do lance inicial do exemplar leiloado.
O carro leiloado tem os mesmos quatro motores elétricos da versão convencional, com 1.050 cv de potência. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 2,5 segundos, e o veículo chega aos 200 km/h em apenas 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km/h.
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Mas o exemplar leiloado tem características exclusivas que encarecem o modelo:
O modelo é chamado de &quot;chassi 0&quot;, o que significa que foi o primeiro fabricado pela Ferrari;
Esta Ferrari Luce foi desenvolvida pela divisão de design &quot;Tailor Made&quot;, responsável por elementos exclusivos que não estão presentes nos demais exemplares;
Por fora, o carro tem um pigmento que gera brilho iridescente, variando entre tons de violeta e verde conforme a incidência de luz. Há também acabamento branco personalizado para as pinças de freio, as rodas e até o logo da Ferrari, tudo criado especificamente para este modelo;
Por dentro, o couro utilizado é exclusivo deste modelo, que tem acabamento totalmente em Perla branco feito com tecido da Suíça. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bullying no trabalho: quais são os sinais de alerta e como denunciar?</title>
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<description><![CDATA[      Funcionário mata três colegas a facadas dentro de fábrica da Bombril em SP
Dois episódios de violência envolvendo trabalhadores, em menos de uma semana, reacenderam o debate sobre bullying, assédio moral e violência psicológica no ambiente de trabalho.
No início do mês, três funcionários terceirizados foram mortos a facadas dentro da fábrica da Bombril, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O autor do ataque, também terceirizado, foi preso em flagrante e tirou a própria vida horas depois na delegacia.
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Dois dias depois, três funcionários do supermercado atacadista Assaí ficaram feridos durante uma briga entre açougueiros em Jundiaí (SP). À polícia, o suspeito afirmou que sofria bullying no trabalho. Segundo o boletim de ocorrência, ele já havia feito ameaças antes das agressões.
Embora o termo “bullying” seja utilizado para descrever situações de intimidação e humilhação, o Ministério Público do Trabalho explica que, no ambiente profissional, essas práticas costumam ser enquadradas como assédio moral ou violência psicológica no trabalho.
Açougueiro esfaqueia colegas em supermercado e é preso em Jundiaí
De acordo com Igor Sousa Gonçalves, coordenador nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade), essas condutas podem envolver comportamentos que humilham, constrangem, intimidam, isolam ou desrespeitam o trabalhador, com possíveis impactos sobre sua dignidade, saúde e condições de trabalho.
Dados do MPT indicam crescimento expressivo das denúncias relacionadas à violência e ao assédio no ambiente profissional. Apenas no primeiro semestre de 2026, foram registrados 17.590 relatos — número que já supera as 16.541 denúncias contabilizadas durante todo o ano de 2024.
O coordenador do MPT ressalta que o assédio moral não acontece apenas de chefes contra subordinados. Ele também pode ocorrer entre colegas do mesmo nível hierárquico ou até ser praticado por subordinados contra gestores.
“Independentemente de quem pratique a conduta, a empresa tem o dever de prevenir, apurar e adotar providências para impedir a continuidade dessas práticas”, afirma Gonçalves.
Como a Justiça do Trabalho trata casos de bullying?
Em nota enviada ao g1, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) informou que não possui jurisprudência consolidada especificamente sobre bullying no ambiente profissional, ou seja, não há até o momento um entendimento uniforme da Corte dedicado exclusivamente ao tema. 
Pesquisa realizada pelo próprio TST identificou decisões que tratam situações associadas ao bullying sob a ótica do assédio moral, embora o tema não seja analisado de forma autônoma.
Em diferentes casos julgados, os ministros destacaram que cabe ao empregador prevenir e coibir práticas abusivas dentro do ambiente profissional. As decisões também reforçam que a omissão da empresa diante de condutas humilhantes, discriminatórias ou hostis pode gerar responsabilização e o pagamento de indenizações por danos morais. 
As empresas também devem apurar os relatos recebidos e tomar providências para interromper eventuais condutas abusivas e responsabilizar os envolvidos.
Apelidos no trabalho: quando a brincadeira passa do limite
Empresas devem prevenir e combater abusos
Para trabalhadores que sejam vítimas ou testemunhas de violência psicológica, a orientação é preservar, sempre que possível, elementos que possam ajudar na comprovação dos fatos, como mensagens, e-mails, registros de conversas e identificação de testemunhas.
Também é possível recorrer aos canais internos da empresa, quando houver segurança para isso, ou apresentar uma denúncia diretamente ao Ministério Público do Trabalho. (veja abaixo os canais disponíveis e como denunciar)
Quais são os sinais de alerta? 
Para Ricardo Carlos Pinto, especialista em Segurança do Trabalho, prevenir episódios de violência no ambiente profissional exige que as empresas ampliem o olhar para além dos riscos físicos e acompanhem também fatores psicossociais e organizacionais.
Segundo ele, esse trabalho pode envolver a aplicação de questionários psicossociais, entrevistas individuais e grupos focais, além da análise de aspectos como metas, ritmo de trabalho, jornadas, pausas e dimensionamento das equipes. 
Dados de saúde ocupacional, como absenteísmo, afastamentos relacionados a transtornos mentais, atestados médicos e presenteísmo — quando o funcionário trabalha mesmo sem estar em boas condições de saúde — podem sinalizar desgaste entre os trabalhadores.
Relatos de assédio moral, discriminação e conflitos registrados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) ou em canais internos de denúncia são outros sinais de alerta.
Pinto ressalta, porém, que as vistorias tradicionais de Segurança do Trabalho, embora fundamentais para prevenir acidentes, não são suficientes para detectar todos os fatores que podem anteceder episódios de violência.
“As vistorias tradicionais ve ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Bullying, trabalho:, quais, são, sinais, alerta, como, denunciar</media:keywords>
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<title>Alimentos editados geneticamente: o que são e o que dizem críticos e defensores</title>
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<description><![CDATA[      Prato do Futuro: pesquisa cria milho mais resistente ao calor
Dois meses após a aprovação pelo Parlamento Europeu, as novas regras para plantas obtidas por novas técnicas genômicas (NGTs) continuam gerando debate sobre o futuro da agricultura no bloco. A legislação flexibiliza o cultivo de determinadas variedades editadas geneticamente, diferenciando-as dos transgênicos tradicionais.
Isso representa uma grande mudança para o bloco europeu. Bruxelas manteve uma postura cautelosa em relação aos organismos geneticamente modificados (OGMs) desde o início de sua regulamentação na década de 1990.
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Há 30 anos, os produtos agrícolas transgênicos ficaram conhecidos entre críticos e parte da imprensa como &quot;alimentos Frankenstein&quot; ou &quot;Frankenfoods&quot;. 
Alguns ambientalistas afirmavam que os OGMs poderiam causar reações alérgicas ou levar à resistência a antibióticos e outros efeitos na saúde a longo prazo.
Os críticos argumentavam que as sementes geneticamente modificadas poderiam aumentar o controle corporativo sobre os agricultores e que os genes modificados poderiam vazar para culturas não transgênicas e para o meio ambiente em geral. 
Em última análise, a União Europeia decidiu regulamentar esse tipo de alimento de forma mais rigorosa do que muitas outras partes do mundo.
O relaxamento das regras sobre os OGMs foi contestado por grupos ambientalistas e algumas organizações de pequenos agricultores.
&quot;Os tomadores de decisão da UE [...] optaram por priorizar os lucros de alguns gigantes da biotecnologia em detrimento dos direitos daqueles que nos alimentam&quot;, disse Mute Schimpf, ativista alimentar da organização Amigos da Terra, após a votação.
A comparação com Frankenstein refletia a preocupação pública em relação aos OGM tradicionais, que podem ser produzidos pela inserção de genes de uma espécie em outra por meio da transgenia.
As novas técnicas genéticas, porém, são diferentes. Em muitas aplicações das NGTs, nenhum gene externo é adicionado. 
Em vez disso, genes já presentes na planta são alterados por meio de ferramentas de edição genética como o CRISPR, premiado com o Nobel de Química em 2020, que permite fazer modificações precisas no DNA, incluindo a remoção, desativação ou alteração de genes específicos.
Saiba mais: Cientistas alteram a genética do milho e deixam ele mais resistente a secas e altas temperaturas
Pequeno impulso às mudanças naturais?
De acordo com a nova legislação da UE, haverá dois grupos de NGTs.
O NGT-1 inclui culturas com &quot;um número e tipo limitados de alterações, e que poderiam ter ocorrido por meio de melhoramento convencional&quot;, segundo um resumo do Parlamento Europeu. Estas seriam tratadas de forma muito semelhante às culturas convencionais.
As plantas NGT-2  ficaram de fora das novas regras não se aplicam. Elas são definidas como tendo mais de 20 modificações genéticas ou aquelas que contêm características específicas e excluídas, como a tolerância a herbicidas.
&quot;Se uma planta editada por CRISPR não contém DNA estranho e apresenta apenas alterações que também poderiam surgir por meio de processos de mutação natural, então, do ponto de vista científico, não há razão convincente para tratá-la como uma planta transgênica clássica&quot;, disse Detlef Weigel, diretor do departamento de biologia molecular do Instituto Max Planck de Biologia da Alemanha.
&quot;A UE, portanto, caminha na direção certa ao distinguir entre plantas NGT-1 e NGT-2&quot;, pontuou. &quot;O importante, porém, é que as categorias permaneçam cientificamente significativas, transparentes e verificáveis&quot;, observou Weigel.
&quot;Precisamos de uma regulamentação que seja cientificamente fundamentada, proporcional e viável na prática&quot;, acrescentou.
Os defensores das mudanças argumentam que um acesso mais amplo às culturas NGT-1 poderia ajudar os agricultores a se adaptarem às mudanças climáticas, permitindo o desenvolvimento de culturas mais resistentes à seca, pragas e doenças. 
Eles afirmam que as NGT-1 também poderiam reduzir a necessidade de fertilizantes e pesticidas.
Mas nem todos os cientistas concordam que a tecnologia deva ser tratada de forma diferente dos OGM convencionais.
Mais do que um simples tomate
Michael Antoniou, professor de genética molecular na King&#039;s College de Londres, afirmou que as plantas geneticamente modificadas são fundamentalmente diferentes das culturas convencionais, pois o próprio processo de edição genética CRISPR pode causar alterações não intencionais no DNA da nova planta.
&quot;As evidências científicas mostram que, quando considerado em sua totalidade, o CRISPR causa danos aleatórios e não intencionais em larga escala no DNA da planta, e [esses danos] podem chegar às centenas ou milhares&quot;, disse Antoniou à DW.
Ele cita como exemplo os tomates Gaba, os primeiros alimentos geneticamente modificados por CRISPR comercialmente disponíveis no mundo.
Cultivados no Japão, esses tomates contêm altas quantidades do neurotransmissor Gaba e são comercializados para aj ]]></description>
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena 3047 acumula e prêmio vai a R$ 58 milhões; confira os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.047 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (20), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 49.2 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 58 milhões.
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Veja os números sorteados: 04 - 18 - 22 - 26 - 31 - 58
5 acertos: 64 apostas ganhadoras, R$ 33.112,49
4 acertos: 4395 apostas ganhadoras, R$ 782,39
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Resultado do concurso 3047 da Mega-Sena.
Reprodução/Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 23:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Mega&#45;Sena, concurso 3047: confira os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.047 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (20), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 49.2 milhões.
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Veja os números sorteados: 26 - 18 - 22 - 04 - 31 - 58
A Caixa Econômica ainda não divulgou o rateio do sorteio de hoje.
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Resultado do concurso 3047 da Mega-Sena.
Reprodução/Caixa
Para apostar na Mega-Sena
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Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
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Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 22:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Correios abrem novo programa de demissão voluntária</title>
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<description><![CDATA[      Os Correios abriram um novo Plano de Desligamento Voluntário (PDV), que prevê um incentivo financeiro para quem quiser sair da empresa. 
As inscrições para o programa começaram nesta quinta-feira (20) e vão até o dia 30 de setembro. A adesão é voluntaria.
O plano é voltado para empregados lotados, desde janeiro de 2025, &quot;em unidades já impactadas ou que vierem a ser abrangidas no processo de otimização da rede e reestruturação dos Correios&quot;.
No programa aberto no início deste ano, houveram 3.181 adesões voluntárias.
Agora no g1
A projeção do plano de reestruturação da estatal era de 10 mil desligamentos neste ano e mais 5 mil em 2025.. Por isso, logo após o encerramento do primeiro PDV, os Correios passaram a estudar um segundo plano de demissão voluntária — que foi aberto agora.
Em nota, os Correios afirmaram que o plano de desligamento integra as iniciativas de reestruturação e sustentabilidade dos Correios, representando um novo ciclo do programa de desligamento voluntário.
&quot;A medida foi concebida para atender às adequações e particularidades decorrentes do processo de reestruturação da empresa. As estimativas de adesão e os impactos financeiros estão contemplados nos estudos e nas projeções econômicas divulgados anteriormente&quot;.

O incentivo financeiro é calculado de acordo com a situação de cada empregado, considerando as rubricas do regulamento, o tempo de serviço, a idade e os adicionais por aposentadoria e incorporação. 
O incentivo:
varia de R$ 24,4 mil a R$ 459 mil e é pago integralmente, em parcela única;
valor é depositado até o décimo dia do mês seguinte ao desligamento;
não tem incidência de Imposto de Renda nem recolhimento de FGTS.
Crise nos Correios
Em 2022, a empresa fechou as contas com mais de R$ 700 milhões no vermelho.
O rombo em 2024 cresceu e foi de R$ 2,5 bilhões. De janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de R$ 6 bilhões
No primeiro trimestre de 2026, os Correios registraram um prejuízo de R$ 3,1 bilhões. O rombo nos três primeiros meses deste ano é 82,35% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando a estatal registrou um prejuízo de R$ 1,7 bilhão.
Em todo o ano de 2025, o rombo foi de R$ 8,5 bilhões e a previsão para 2026 é de um resultado ainda pior nas contas, segundo cálculos da própria estatal.
Os Correios têm tomado uma série de medidas para sanear as contas e projetam chegar a um superávit somente em 2027. 
Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Correios, abrem, novo, programa, demissão, voluntária</media:keywords>
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<title>Nova lei faz Google, Meta e TikTok pagarem por notícias; entenda</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/nova-lei-faz-google-meta-e-tiktok-pagarem-por-noticias-entenda</link>
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<description><![CDATA[      Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos
A Austrália aprovou nesta quinta-feira (20) uma lei que pode obrigar grandes empresas de tecnologia a pagar milhões de dólares australianos a veículos de imprensa do país caso não façam acordos comerciais para financiar a produção de notícias.
A chamada News Bargaining Incentive prevê uma cobrança equivalente a 2,5% da receita de publicidade das plataformas que se enquadrarem na regra e não cumprirem as exigências previstas na legislação.
A medida vale para empresas com serviços relevantes de busca ou redes sociais na Austrália e receita anual de publicidade no país superior a 250 milhões de dólares australianos (cerca de US$ 178 milhões),
 Google, Meta, TikTok e LinkedIn estão entre os alvos
A cobrança poderá atingir empresas como Google, da Alphabet, Meta, TikTok e LinkedIn, da Microsoft.
&#039;Não sabia o quanto minha filha era viciada&#039;: brasileiros contam como foi a proibição de redes sociais na Austrália
O dinheiro arrecadado será destinado a veículos de imprensa australianos. O governo argumenta que as plataformas se beneficiam do conteúdo jornalístico ao utilizá-lo para aumentar o engajamento dos usuários e, consequentemente, a receita publicitária.
Marco civil da internet: como EUA e Europa tratam as &#039;big techs&#039;
BBC/Getty Images
As empresas, porém, podem evitar a cobrança se fecharem acordos comerciais com veículos de comunicação.
Empresas terão de fechar acordos com ao menos 8 veículos
Para escapar da cobrança, as plataformas deverão firmar acordos com pelo menos oito diferentes empresas de mídia até o fim de seu período de prestação de contas.
Os contratos precisam financiar a produção de notícias ou estar relacionados à disponibilização de conteúdo jornalístico produzido pelos veículos nas plataformas.
O valor pago nos acordos será descontado da quantia que a empresa teria de pagar como cobrança.
A legislação ainda estabelece incentivos diferentes de acordo com o tamanho do veículo: gastos com grandes empresas de mídia terão um abatimento de 150%, enquanto acordos com veículos pequenos e médios terão abatimento de 200%.
Cada contrato individual, porém, poderá representar no máximo 25% do valor total da cobrança à qual a plataforma estaria sujeita.
Austrália já havia criado regras para plataformas
A nova legislação amplia a pressão da Austrália sobre as grandes empresas de tecnologia para que compartilhem parte da receita gerada com a distribuição de conteúdo jornalístico.
O governo australiano afirmou que a aprovação da lei deixa claro para as plataformas que elas devem buscar acordos comerciais com os veículos de imprensa.
A medida foi aprovada um dia depois de o Parlamento australiano também aprovar restrições à publicidade de apostas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Eleições 2026: ONS planeja operação especial para acompanhar desempenho do sistema elétrico</title>
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<description><![CDATA[      Torres de transmissão de energia
REUTERS/Manon Cruz
O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Márcio Rea, afirmou que, neste momento, não vê risco de falta de energia elétrica durante as eleições. Segundo ele, o órgão fará, como ocorre em grandes eventos, uma operação especial de acompanhamento do sistema.
“Sempre tem uma operação especial, mas a gente está trabalhando há meses, vem desenvolvendo (esse trabalho). Então, não vejo nenhum problema, a não ser que seja uma catástrofe”, afirmou Rea a jornalistas, em Brasília.
Em paralelo, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, afirmou que comunicou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a antecipação de recursos destinados a usinas de produtores independentes que atendem áreas isoladas da Amazônia.
A medida busca reduzir o risco de desabastecimento de combustível para essas usinas em caso de dificuldades de navegação nos rios, provocadas pela baixa pluviosidade. 
“Nós vamos antecipar recursos para que essas empresas comprem o combustível, deixem estocados, para, eventualmente, havendo algum problema no tráfego nos rios, haja combustível suficiente para atender as comunidades e, principalmente, durante as eleições”, afirmou Feitosa.
Os recursos são provenientes da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).
Segundo Feitosa, a preparação para as eleições está sendo feita de forma preventiva. O objetivo é reforçar a segurança do sistema e garantir equipes suficientes para eventuais ocorrências.
“O que nós estamos fazendo, especificamente nesse caso, é trabalhar preventivamente. Quando estiver próximo das eleições, certamente o ONS vai tomar as precauções para deixar o sistema o mais robusto possível. Eles já fazem isso todos os anos, mas reforçaremos às distribuidoras a necessidade de reforçar as equipes”, afirmou.
El Niño
Ao comentar as perspectivas para 2027, Rea avaliou que o cenário pode ser “complicado”, principalmente pela dificuldade de prever a intensidade e os efeitos do El Niño. “A gente entende que vai ser complicado, principalmente em 2027”, afirmou.
???? O El Niño é um fenômeno climático provocado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Ele ocorre, em geral, a cada dois a sete anos e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em várias partes do mundo. No Brasil, o fenômeno pode intensificar o calor, aumentar o risco de seca no Norte e no Nordeste e provocar chuvas acima da média no Sul.
Rea destacou, porém, que o sistema elétrico conta com medidas preventivas e alternativas para reduzir os impactos de eventos climáticos extremos. Segundo ele, ocorrências anteriores provocaram danos significativos à infraestrutura, mas não chegaram a interromper o fornecimento de energia.
El Niño deixa o verão amazônico com tempo seco e temperaturas altas, em Manaus
“A gente tem um trabalho de prevenção. Não tem como saber o que vai vir, de onde vai vir o vento, mas, nos eventos que antecederam, conseguimos não ter interrupção de energia. Mesmo tendo mais de 20 torres afetadas, conseguimos manter o suprimento de energia”, disse.
Ele acrescentou que o sistema dispõe de alternativas para preservar o funcionamento da rede mesmo quando parte da infraestrutura é afetada.
“A gente tem alternativas nas nossas redes para manter o sistema sempre funcionando”, afirmou ele. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Eleições, 2026:, ONS, planeja, operação, especial, para, acompanhar, desempenho, sistema, elétrico</media:keywords>
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<title>Dólar sobe e fecha a R$ 5,19 de olho no petróleo e com anúncio do Tesouro dos EUA; Ibovespa avança</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-sobe-e-fecha-a-r-519-de-olho-no-petroleo-e-com-anuncio-do-tesouro-dos-eua-ibovespa-avanca</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,32% nesta quinta-feira (20), cotado a R$ 5,1926. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,06%, aos 167.927 pontos.
Apesar da leve alta, o Ibovespa acumula saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros em agosto, a maior desde março de 2020, no início da pandemia.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O anúncio de recompra de títulos públicos (Treasuries) pelo Tesouro americano ficou no radar dos mercados nesta quinta-feira. No dia anterior, o Tesouro anunciou que ampliaria a recompra de títulos de longo prazo, com vencimento entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões (R$ 20,7 bilhões). A decisão veio um dia após uma forte onda de venda desses ativos, que levou os juros dos papéis de 30 anos para o maior patamar desde 2007. Entenda o anúncio e como ele afeta os mercados.
▶️ Além disso, o conflito no Oriente Médio seguiu impactando os preços do petróleo. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou em consequências econômicas para países que ofereçam &quot;qualquer tipo de apoio ao Irã&quot;. Enquanto isso, o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo governo iraniano pressiona a commodity e eleva as preocupações com a inflação global.
Os preços do petróleo no mercado internacional continuavam a subir nesta quinta. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 2,06% perto das 17h, cotado a US$ 93,51, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,33%, a US$ 87,83.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,51%;
Acumulado do mês: +2,43%;
Acumulado do ano: --5,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,59%;
Acumulado do mês: -5,66%;
Acumulado do ano: +4,22%.
Entenda o anúncio do Tesouro americano
O Tesouro dos EUA anunciou, na véspera, que duplicaria o volume de recompras de títulos públicos americanos (Treasuries) com vencimento de longo prazo, entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A medida, que estará em vigor entre 9 de setembro e 4 de novembro, vem como uma tentativa do Tesouro americano de aliviar o estresse no mercado de renda fixa. 
Um dia antes do anúncio, por exemplo, uma grande onda de venda de títulos americanos empurrou o rendimento das Treasuries de 30 anos para o nível mais alto desde 2007. O movimento ocorreu em meio a temores de uma escalada na guerra entre os EUA e o Irã, além de crescentes preocupações com a piora do cenário fiscal americano.
Do lado do conflito, além do impacto direto no mercado de petróleo internacional por conta do fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de toda o comércio global da commodity antes da guerra, os mercados também se preocupam com os efeitos indiretos do conflito. 
Isso porque além da consequente elevação nos preços dos combustíveis e da energia, os impactos também tendem a se estender para outros produtos, pressionando a inflação global. 
Além disso, as preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA também segue levantando incertezas sobre o quadro fiscal americano, pressionando os juros dos Treasuries nas últimas semanas.
Apesar de o anúncio ter conseguido conter o avanço das taxas desses títulos pontualmente na véspera, os juros dos Treasuries voltaram a subir nesta quinta-feira, trazendo uma nova pressão para a renda fixa americana e, consequentemente, global. 
Com isso, o sentimento de cautela voltou a crescer no mercado, impulsionando o dólar para uma nova alta nesta quinta-feira. 
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
O presidente americano, Donald Trump, afirmou na véspera que vai lançar uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Segundo Trump, a &quot;guerra eco ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Receita Federal tem até 14 de setembro para entregar proposta de cálculo da CBS ao TCU</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/receita-federal-tem-ate-14-de-setembro-para-entregar-proposta-de-calculo-da-cbs-ao-tcu</link>
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<description><![CDATA[      Reforma Tributária vai mexer na forma como impostos são cobrados no país
A Receita Federal tem até 14 de setembro para enviar ao Tribunal de Contas da União (TCU) uma proposta de cálculo da alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para 2027 e da alíquota aplicada às compras governamentais, que pagarão menos tributos durante a transição para o novo modelo.
Nesta quinta-feira (20), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o secretário da Receita Federal, Robison Barreirinhas, se reuniram com o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, para alinhar os ajustes finais. 
???? O TCU é responsável por analisar e homologar os cálculos das alíquotas de referência da CBS e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), etapas previstas na transição para o novo sistema tributário brasileiro, aprovada pelo Congresso Nacional em 2023 e que começa a valer em 2027. 
O que são o IBS e a CBS?
A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) será um tributo federal que substituirá o PIS/Pasep e Cofins. O novo imposto entra em vigor integralmente no ano que vem.
Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) terá a cobrança integral em 2033 e será compartilhado entre estados e municípios. O IBS substituirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS).
Governos federal, estaduais e municipais publicam regras para implementação da reforma tributária
Jornal Nacional/ Reprodução
Cronograma de definição
Após o recebimento da proposta, o TCU terá até 30 de outubro para aprovar os cálculos da alíquota de referência da CBS e do redutor das compras governamentais.
Na sequência, o Senado Federal terá até 15 de dezembro para fixar a alíquota de referência da CBS para 2027.
Para 2028, o cronograma prevê uma nova etapa. O TCU terá até 31 de dezembro de 2026 para homologar a metodologia de cálculo da alíquota de referência da CBS e do redutor aplicado às compras governamentais.
As definições fazem parte do processo de regulamentação e implementação do novo sistema de tributação sobre o consumo, estabelecido pela reforma tributária. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Receita, Federal, tem, até, setembro, para, entregar, proposta, cálculo, CBS, TCU</media:keywords>
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<item>
<title>Ele vendia carros sem saber que era filho de um príncipe; DNA revelou a verdade aos 26 anos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ele-vendia-carros-sem-saber-que-era-filho-de-um-principe-dna-revelou-a-verdade-aos-26-anos</link>
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<description><![CDATA[      Clément Vandenkerckhove (à direita) com seu pai, o príncipe Laurent.
Divulgação/BBC
O príncipe Laurent da Bélgica reconheceu legalmente Clément Vandenkerckhove, um ex-vendedor de carros de 26 anos, como seu filho e herdeiro.
Vandenkerckhove, fruto do relacionamento entre o membro da realeza e a cantora belga Wendy Van Wanten, foi discretamente incorporado à família do príncipe Laurent durante uma cerimônia na prefeitura há seis meses, embora os detalhes só tenham vindo a público agora.
Embora passe formalmente a ser príncipe, ele não receberá uma dotação da Casa Real.
O novo príncipe teve vários anos para se acostumar com a ideia de ter um pai membro da realeza e declarou recentemente que ainda não tinha certeza se começaria a usar o sobrenome do pai, Saxe-Coburgo.
&quot;Talvez eu queira fazer isso, mas tenho orgulho do sobrenome Vandenkerckhove&quot;, declarou ao jornal Het Nieuwsblad.
O príncipe Laurent da Bélgica teve um relacionamento com a cantora Wendy Van Wanten, do qual nasceu Clément Vandenkerckhove.
Divulgação/BBC
O teste de DNA
Clément não fará parte da linha de sucessão ao trono da Bélgica, ao contrário de sua meia-irmã, a princesa Louise, e de seus meio-irmãos, os príncipes Aymeric e Nicolas. Ele também não participará de eventos públicos da realeza.
Vandenkerckhove já é conhecido pelos belgas, pois foi o protagonista de um documentário da televisão flamenga em setembro do ano passado, no qual contou como chegou a conhecer seu pai.
Seu pai havia mantido um relacionamento com Wendy Van Wanten — cujo nome verdadeiro é Iris Vandenkerckhove — antes de se casar com a princesa Claire, em 2003.
Durante o documentário da emissora VTM, Clément contou que encontrou o príncipe por acaso em um shopping em 2013, sem saber quem ele era. Foi somente quando completou 16 anos que sua mãe revelou a identidade de seu pai.
Quatro anos depois, reuniu coragem para telefonar para ele e, após várias outras conversas, os dois se encontraram pessoalmente; por fim, o príncipe Laurent sugeriu que eles fizessem um teste de DNA.
&quot;Fomos juntos ao hospital e me lembro de que ele disse: &#039;Eu vou primeiro para que você fique tranquilo&#039;&quot;, declarou à VTM. Depois disso, ele recebeu um e-mail do laboratório informando uma correspondência de DNA de 99,5%.
O caso do teste de DNA do príncipe Laurent lembra o de seu pai, o ex-rei Alberto 2º, que também se submeteu a um exame após uma longa batalha judicial. Em 2020, Alberto admitiu ter tido uma filha fruto de um relacionamento extraconjugal, que acabou reconhecendo oficialmente.
Alberto 2º abdicou como rei dos belgas em 2013, quando a questão da paternidade se tornou um escândalo para a Casa Real.
Delphine Boël, uma conhecida artista, finalmente venceu sua batalha judicial e obteve o direito de ostentar o título de princesa; agora usa o nome de Delphine de Saxe-Coburgo.
De acordo com as mudanças na legislação belga feitas em 2013, apenas alguns membros da família real têm direito a receber dotações públicas: o rei Philippe, seu pai, o rei Alberto 2º, o príncipe Laurent e a princesa Astrid. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Frigoríficos Uniaves e Pif Paf são condenados por jornada excessiva e ausência de descanso semanal de funcionários no ES</title>
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<description><![CDATA[      Imagem de frigorífico
Divulgação
A Justiça do Trabalho condenou a Companhia de Alimentos Uniaves Ltda. e a Rio Branco Alimentos S/A (Pif Paf) por jornada excessiva e ausência de descanso semanal de funcionários no Espírito Santo. Além disso, as empresas deverão pagar R$ 200 mil por dano moral coletivo e a doar 20 toneladas de alimentos a entidades filantrópicas do Sul do estado.
A decisão atende a um pedido do Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo (MPT-ES) e determina, ainda, que a empresa coloque fim às jornadas excessivas e comece a praticar o descanso semanal remunerado. 
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No ano passado, o órgão denunciou casos de expedientes acima de dez horas diárias, trabalhos por mais de seis dias consecutivos sem folga, além de casos de doenças ocupacionais nos frigoríficos entre os anos de 2023 e 2025. 
As empresas podem recorrer da sentença acerca das obrigações sobre a jornada de trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT-ES). Já o dano moral coletivo foi definido por acordo de forma definitiva.
Irregularidades trabalhistas 
O processo teve início em janeiro de 2023, após o MPT-ES receber denúncias sobre jornadas exaustivas. Na ocasião, foi instaurado o Inquérito Civil, que confirmou as irregularidades trabalhistas e resultou na lavratura de autos de infração pela não concessão de descanso semanal e pela prorrogação indevida da jornada de trabalho.
Segundo o órgão, no entanto, a empresa manteve as práticas irregulares mesmo após oportunidades de regularização. 
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&quot;Ocorreram milhares de jornadas de trabalho superiores a 10 horas diárias ao longo dos anos, com muitos trabalhadores adoecidos, também pelo ritmo extremamente intenso de trabalho&quot;, afirmou o procurador do Trabalho Djailson Martins Rocha, responsável pelo ajuizamento da ação. 
As investigações constataram que a empresa submetia empregados também a jornadas que ultrapassavam o limite de seis dias consecutivos de trabalho sem descanso. 
Apenas entre janeiro e agosto de 2023, ainda segundo o órgão, foram registradas mais de 24 mil ocorrências de horas extras ilegais, além de mais de 90 casos de supressão do descanso semanal remunerado.
Entenda a decisão
Conforme a sentença, a Uniaves deverá:
parar de prorrogar a jornada de seus empregados além do limite de duas horas diárias, ressalvadas as situações excepcionais previstas em lei; 
abster-se de prorrogar a jornada dos empregados submetidos a atividades insalubres além de oito horas diárias, salvo mediante autorização prévia das autoridades competentes;
conceder descanso semanal de 24 horas consecutivas, no máximo, após o sexto dia consecutivo de trabalho, preferencialmente aos domingos;
Também foi celebrado um acordo parcial para reparação do dano moral coletivo. A decisão prevê que as empresas devem doar 20 toneladas de produto alimentício do tipo &quot;leg&quot; (coxa, sobrecoxa e dorsal) a três entidades filantrópicas que abrigam idosos em uma entidade de apoio a pessoas portadoras de câncer situadas na região Sul do Espírito Santo. 
Além disso, também deverão pagar R$ 200 mil destinados igualmente ao Fundo Municipal de Saúde de Cachoeiro de Itapemirim e ao Fundo da Infância e Adolescência de Cachoeiro de Itapemirim.
Em caso de descumprimento da decisão, a empresa deverá pagar uma multa diária de R$ 1 mil por cada obrigação descumprida e por cada empregado encontrado em situação irregular. Segundo o Ministério Público do Trabalho, os valores serão revertidos aos mesmos fundos da cidade.
MPT obtém decisão liminar contra frigorífico do ES
aleksandarlittlewolf/ freepik
A escolha pelo município, ainda de acordo com a sentença, ocorreu após a prefeitura de Castelo, onde o frigorífico fica localizado, não demonstrar interesse em receber o valor. Diante da negativa, o MPT-ES optou por escolher Cachoeiro de Itapemirim por ser a maior cidade da região sul capixaba e abrigar grande parte dos funcionários da empresa.
Relembre o caso
A Justiça do Trabalho determinou, em novembro de 2025, que a Companhia de Alimentos Uniaves Ltda. e a Rio Branco Alimentos S/A (Pif Paf) parem de exigir jornadas superiores ao limite legal e respeitem o descanso semanal remunerado dos funcionários em sua unidade em Castelo, no Sul do Espírito Santo. A decisão tem efeito imediato. 
Na ocasião, o MPT-ES afirmou que as empresas, que estão entre os maiores frigoríficos do país, descumpriram reiteradamente a legislação trabalhista nos últimos dois anos.
&quot;O trabalho em frigoríficos está entre os mais penosos, gerando multidões de pessoas ainda jovens incapacitadas pelas doenças provocadas pelo ritmo extremamente intenso de trabalho. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar opera em alta, mesmo após anúncio do Tesouro americano e de olho no petróleo; Ibovespa oscila</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (20), com um avanço de 0,33% perto das 15h40, cotado a R$ 5,1932. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, oscilava entre altas e baixas e marcava um leve avanço de 0,03% no mesmo horário, aos 167.881 pontos. 
No acumulado de agosto, o Ibov já acumula perda recorde de investimentos estrangeiros, atingindo a casa dos R$ 18,643 bilhões. A maior saída desde março de 2020, na pandemia. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O anúncio de recompra de títulos públicos (Treasuries) pelo Tesouro americano segue no radar dos mercados. Na véspera, o Tesouro anunciou que ampliaria a recompra de títulos de longo prazo, com vencimento entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões (R$ 20,7 bilhões). A decisão veio um dia após uma forte onda de venda desses ativos, que levou os juros dos papéis de 30 anos para o maior patamar desde 2007. Entenda o anúncio e como ele afeta os mercados.
▶️ Além disso, o conflito no Oriente Médio continua a impactar os preços do petróleo. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu sobre consequências econômicas para qualquer país que ofereça “qualquer tipo de apoio ao Irã”. O governo iraniano continua a bloquear o Estreito de Ormuz, pressionando os preços da commodity e trazendo impactos para a inflação global.
Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional continuavam a subir nesta quinta. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,94% perto das 15h40, cotado a US$ 93,40, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,18%, a US$ 87,70.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,83%;
Acumulado do mês: +2,10%;
Acumulado do ano: --5,70%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,54%;
Acumulado do mês: -5,71%;
Acumulado do ano: +4,16%.
Entenda o anúncio do Tesouro americano
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou, na véspera, que duplicaria o volume de recompras de títulos públicos americanos (Treasuries) com vencimento de longo prazo, entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A medida, que estará em vigor entre 9 de setembro e 4 de novembro, vem como uma tentativa do Tesouro americano de aliviar o estresse no mercado de renda fixa. 
Um dia antes do anúncio, por exemplo, uma grande onda de venda de títulos americanos empurrou o rendimento das Treasuries de 30 anos para o nível mais alto desde 2007, em meio a temores de uma escalada na guerra entre os EUA e o Irã e crescentes preocupações com a piora do cenário fiscal americano.
Do lado do conflito, além do impacto direto no mercado de petróleo internacional por conta do fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de toda o comércio global da commodity antes da guerra, os mercados também se preocupam com os efeitos indiretos do conflito. 
Isso porque além da consequente elevação nos preços dos combustíveis e da energia, os impactos também tendem a se estender para outros produtos, pressionando a inflação global. 
Além disso, as preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA também segue levantando incertezas sobre o quadro fiscal americano, pressionando os juros dos Treasuries nas últimas semanas.
Apesar de o anúncio ter conseguido conter o avanço das taxas desses títulos pontualmente na véspera, os juros dos Treasuries voltaram a subir nesta quinta-feira, trazendo uma nova pressão para a renda fixa americana e, consequentemente, global. 
Com isso, o sentimento de cautela voltou a crescer no mercado, impulsionando o dólar para uma nova alta nesta quinta-feira. 
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
O presidente americano, Donald Trump, afirmou na véspera que vai lançar uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no i ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar opera em alta, mesmo após anúncio do Tesouro americano e de olho no petróleo; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (20), com um avanço de 0,32% perto das 14h40, cotado a R$ 5,1927. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,25% no mesmo horário, aos 167.416 pontos. 
No acumulado de agosto, o Ibov já acumula perda recorde de investimentos estrangeiros, atingindo a casa dos R$ 18,643 bilhões. A maior saída desde março de 2020, na pandemia. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O anúncio de recompra de títulos públicos (Treasuries) pelo Tesouro americano segue no radar dos mercados. Na véspera, o Tesouro anunciou que ampliaria a recompra de títulos de longo prazo, com vencimento entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões (R$ 20,7 bilhões). A decisão veio um dia após uma forte onda de venda desses ativos, que levou os juros dos papéis de 30 anos para o maior patamar desde 2007. Entenda o anúncio e como ele afeta os mercados.
▶️ Além disso, o conflito no Oriente Médio continua a impactar os preços do petróleo. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu sobre consequências econômicas para qualquer país que ofereça “qualquer tipo de apoio ao Irã”. O governo iraniano continua a bloquear o Estreito de Ormuz, pressionando os preços da commodity e trazendo impactos para a inflação global.
Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional continuavam a subir nesta quinta. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,86% perto das 14h40, cotado a US$ 93,32, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,31%, a US$ 87,81.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,83%;
Acumulado do mês: +2,10%;
Acumulado do ano: --5,70%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,54%;
Acumulado do mês: -5,71%;
Acumulado do ano: +4,16%.
Entenda o anúncio do Tesouro americano
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou, na véspera, que duplicaria o volume de recompras de títulos públicos americanos (Treasuries) com vencimento de longo prazo, entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A medida, que estará em vigor entre 9 de setembro e 4 de novembro, vem como uma tentativa do Tesouro americano de aliviar o estresse no mercado de renda fixa. 
Um dia antes do anúncio, por exemplo, uma grande onda de venda de títulos americanos empurrou o rendimento das Treasuries de 30 anos para o nível mais alto desde 2007, em meio a temores de uma escalada na guerra entre os EUA e o Irã e crescentes preocupações com a piora do cenário fiscal americano.
Do lado do conflito, além do impacto direto no mercado de petróleo internacional por conta do fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de toda o comércio global da commodity antes da guerra, os mercados também se preocupam com os efeitos indiretos do conflito. 
Isso porque além da consequente elevação nos preços dos combustíveis e da energia, os impactos também tendem a se estender para outros produtos, pressionando a inflação global. 
Além disso, as preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA também segue levantando incertezas sobre o quadro fiscal americano, pressionando os juros dos Treasuries nas últimas semanas.
Apesar de o anúncio ter conseguido conter o avanço das taxas desses títulos pontualmente na véspera, os juros dos Treasuries voltaram a subir nesta quinta-feira, trazendo uma nova pressão para a renda fixa americana e, consequentemente, global. 
Com isso, o sentimento de cautela voltou a crescer no mercado, impulsionando o dólar para uma nova alta nesta quinta-feira. 
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
O presidente americano, Donald Trump, afirmou na véspera que vai lançar uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma g ]]></description>
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<title>Move Brasil: após baixa procura, governo aumenta limite de crédito para motoristas de app comprarem carros</title>
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<description><![CDATA[      Uma portaria publicada nesta quarta-feira (19) e divulgada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ampliou de R$ 150 mil para R$ 200 mil o valor máximo dos carros que podem ser financiados pelo programa Move Brasil, voltado a motoristas de aplicativo e taxistas.
A medida também incluiu novos tipos de veículos híbridos entre os elegíveis. A mudança ocorre após o governo reconhecer que a adesão ao programa está abaixo do esperado.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta que bancos públicos têm participado mais da operação, enquanto os privados demonstram menos apetite.
“Estamos sempre em contato para entender por que, mesmo com a garantia do governo, [o Move Brasil] não tem tido a adesão que a gente inicialmente esperava”, disse Durigan.
Agora no g1
Segundo o governo, a elevação do teto amplia de cerca de 63% para 88% o alcance potencial do programa no mercado brasileiro de veículos, com base nos emplacamentos de 2025. 
O Move Brasil tem até R$ 30 bilhões em crédito para taxistas e motoristas de aplicativo e foi anunciado pelo governo em maio deste ano.
Os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 
O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa.
- Esta reportagem está em atualização
Táxi em São Vice
Prefeitura de São Vicente
RELEMBRE: Crédito para taxistas e motoristas de app: veja os carros com juros menores no programa Move Brasil
Como posso participar?
Para os motoristas de aplicativo, o programa exige que o comprador tenha cadastro ativo na plataforma há, no mínimo, 12 meses. Nesse período, é necessário ter realizado ao menos 100 corridas na mesma plataforma.
Não é possível juntar corridas de plataformas diferentes, como Uber e 99, por exemplo.
No caso dos taxistas, são exigidos licença e registro ativos nos órgãos de trânsito, além de regularidade fiscal. Motoristas cooperados também podem participar.
Caso o interessado se enquadre nesses grupos, será necessário seguir os seguintes passos:
Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;
A resposta é enviada em até cinco dias úteis;
Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.
Quem pode participar?
O programa contempla motoristas de aplicativo de qualquer plataforma, como Uber, 99 e InDrive.
Os taxistas precisam estar com a licença e o registro nos órgãos de trânsito em dia, além de manter regularidade fiscal.
Como faço o cadastro?
Para participar, é necessário seguir os seguintes passos:
Criar um cadastro na plataforma pelo site gov.br/movebrasil, onde serão avaliados os pré-requisitos mencionados acima;
A resposta é enviada em até cinco dias úteis;
Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente com a concessionária ou com o banco onde já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento.
Tenho nome sujo, e agora?
Ter o nome limpo não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelo banco para aprovar o financiamento do veículo. 
Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.
Como sei se fui aprovado?
A resposta ao cadastro será enviada pela plataforma gov.br em até cinco dias úteis.
Como contrato o financiamento?
Motoristas aprovados poderão buscar o financiamento diretamente na concessionária ou no banco em que já possuem conta, para análise de crédito e contratação do financiamento. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Banco fechado por greve? Veja se precisa pagar contas e como ficam saques e depósitos</title>
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<description><![CDATA[      Greve dos bancários fechou agências, nesta quinta-feira (20), em Araraquara (SP)
Sindicato dos Bancários de Araraquara
A paralisação nacional de 24 horas dos bancários nesta quinta-feira (20) levanta dúvidas tanto para quem trabalha nos bancos quanto para quem precisa pagar contas, sacar dinheiro ou realizar outras operações. 
O motivo é o impasse nas negociações da Campanha Nacional Unificada dos Bancários de 2026. A categoria rejeitou a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e decidiu pausar as atividades.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Os trabalhadores cobram 5% de aumento real, além da reposição da inflação, valorização da participação nos lucros e resultados (PLR) e melhorias nos benefícios. Entre os pontos criticados está a proposta de reajuste em três faixas salariais, além do congelamento do piso de ingresso.
Em nota, a Fenaban esclarece que &quot;as negociações seguem o cronograma estabelecido, e esperamos, ao longo desse processo, alcançar um entendimento satisfatório para ambas as partes&quot;.
A paralisação já tem uma próxima rodada marcada para segunda-feira (24). Embora a greve não suspenda automaticamente as obrigações dos consumidores, situações em que o cliente fica comprovadamente impedido de realizar um pagamento podem ser analisadas de forma diferente.
Greve de bancários fecha agências em Presidente Prudente; veja como acessar os serviços
Consumidores terão de pagar as contas?
Sim. Segundo o Procon-SP, a greve não afasta a obrigação de pagar as contas dentro do prazo de vencimento. Por isso, o consumidor deve ficar atento às datas para evitar a cobrança de juros.
O órgão orienta que os pagamentos sejam feitos, quando disponíveis, pelos sites ou aplicativos dos bancos. Também é possível recorrer a redes de supermercados e casas lotéricas que recebem boletos e contas de água, luz, gás e telefone.
Para Fernando Canutto, sócio do Godke Advogados e especialista em direito bancário, a paralisação também não suspende automaticamente as obrigações dos clientes. No entanto, ele afirma que o banco não pode transferir ao consumidor o prejuízo decorrente de uma falha na prestação do serviço.
E se não conseguir pagar por causa da greve?
Canutto explica que, quando a instituição mantém atendimento presencial, o Banco Central estabelece que ela não pode simplesmente impedir, recusar ou dificultar o atendimento sob o argumento de que existem canais eletrônicos. Segundo ele, o banco deve procurar garantir meios razoáveis para a continuidade dos serviços essenciais.
O advogado ressalta, porém, que existe uma diferença entre a agência estar fechada e o consumidor estar efetivamente impossibilitado de realizar a operação. Com a digitalização dos serviços bancários, essa distinção ganhou importância.
Assim, se o consumidor tinha à disposição meios para fazer o pagamento, como aplicativo, internet banking, Pix, caixa eletrônico ou outro canal, e simplesmente não pagou, a alegação de greve dificilmente será suficiente, isoladamente, para afastar juros e multa.
Por outro lado, se o cliente conseguir demonstrar que tentou pagar dentro do prazo e que isso se tornou impossível por uma circunstância relacionada à indisponibilidade do serviço bancário, poderá contestar multa, juros e outros efeitos da mora.
A recomendação, segundo Canutto, é guardar provas. Prints de aplicativo fora do ar, mensagens de erro, protocolos telefônicos, fotografias ou comunicações sobre o fechamento da agência, tentativas de atendimento e reclamações registradas podem ser importantes para comprovar o que aconteceu.
É possível sacar ou fazer depósitos?
Sim. Segundo o Procon-SP, depósitos e saques podem ser realizados em caixas eletrônicos.
O órgão, porém, recomenda que, na ausência de funcionários da instituição bancária, o consumidor evite a ajuda de terceiros ao utilizar os terminais. Isso porque a guarda da senha e do cartão é de responsabilidade do correntista.
A paralisação é juridicamente uma greve?
Sim. Para Jorge Soares, advogado e sócio do IW Melcheds Advogados, a paralisação nacional de 24 horas se enquadra juridicamente como greve, independentemente da denominação utilizada pelo movimento.
Segundo ele, a duração do movimento, por si só, não determina se a greve é regular. O exercício do direito de greve também não depende de autorização judicial prévia.
Para que seja considerada regular, porém, a mobilização precisa observar os requisitos previstos na legislação. Entre eles estão a tentativa prévia de negociação, a aprovação do movimento em assembleia convocada de acordo com as regras estatutárias e a comunicação prévia aos empregadores, em regra, com antecedência mínima de 48 horas.
Há alguma regra específica para os bancários?
Sim. Soares destaca que a legislação considera a compensação bancária uma atividade essencial. Se a paralisação atingir esse serviço, sindicatos, empregadores e trabalhadores precisam observar exigências específicas da Lei de Greve.
Entre elas estão a comu ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Greve dos bancários fecha agências no interior de SP; veja reivindicações</title>
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<description><![CDATA[      Greve dos bancários fechou agências, nesta quinta-feira (20), em Araraquara (SP)
Sindicato dos Bancários de Araraquara
Os bancários da região de São Carlos e Araraquara (SP) aderiram à greve nacional e paralisaram as atividades nas agências nesta quinta-feira (20). A ação, válida por 24 horas, é uma resposta à proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que foi rejeitada pela categoria nas negociações da Campanha Salarial de 2026. 
Entre as principais reivindicações da campanha salarial estão o aumento real dos salários acima da inflação, a valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o reajuste nos vales alimentação e refeição, além de melhorias nas condições de trabalho.
???? Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram
Procurada pelo g1, a Fenaban, que representa há 34 anos os bancos nas negociações trabalhistas, disse que recebeu, em 24 de junho, a pauta de reivindicações referente à campanha salarial deste ano.
&quot;As negociações seguem o cronograma estabelecido, e esperamos, ao longo desse processo, alcançar um entendimento satisfatório para ambas as partes&quot;, afirmou a federação. 
Apesar do fechamento das agências físicas, a população tem como alternativa o uso dos caixas eletrônicos, que funcionam normalmente para saques e depósitos, além dos canais digitais, como os aplicativos de celular e o internet banking.
Agora no g1
Reivindicações 
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro de Araraquara e região, além da ausência de uma proposta econômica, os banqueiros apresentaram medidas que atacam a unidade e os direitos da categoria, entre elas: 
Criação de três faixas de reajuste salarial, diferenciando trabalhadores com menores, intermediários e maiores salários;
Reajustes diferentes para vale-alimentação e vale refeição, além da possibilidade de redução dos valores pagos aos bancários de estados menores e cidades do interior; 
Congelamento do piso de ingresso de novos trabalhadores. 
A proposta, de acordo com o sindicato, foi rejeitada por 97% dos bancários e bancárias, que participaram das assembleias realizadas em todo o país, na última segunda-feira (20). A paralisação foi aprovada por 90% dos votantes. 
Mais notícias da região: 
TRAGÉDIA: Lutador de jiu-jitsu morre em grave acidente no interior de SP
OPORTUNIDADES: UFSCar abre concurso público com salários de até R$ 13,7 mil no interior de SP
CRIME: Casal é preso com 1.432 remédios emagrecedores e anabolizantes em ônibus no interior de SP
De acordo com o sindicato, a pauta dos bancários vai além das questões salariais. A categoria também reivindica defesa do emprego, combate à precarização das relações de trabalho e proteção da rede física de atendimento, com oposição ao fechamento das agências. 
&quot;A paralisação é, portanto, um instrumento de pressão diante da falta de avanços nas negociações. Os bancários reivindicam uma proposta decente, que não divida a categoria, não retire direitos e reconheça a contribuição dos trabalhadores para os resultados bilionários do sistema financeiro&quot;, afirmou o Sindicato da categoria em Araraquara. 
Conforme apurado pelo g1, das 17 agências bancárias em Araraquara, 16 aderiram à paralisação, incluindo Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Mercantil e Santander. 
Greve dos bancários fechou agências, nesta quinta-feira (20), em Araraquara (SP)
Sindicato dos Bancários de Araraquara
São Carlos e região 
O presidente do Sindicato dos Bancários de São Carlos, Lauriberto Viganon, afirmou que, ao todo, 38 agências bancárias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal aderiram à paralisação em São Carlos, Américo Brasiliense, Descalvado, Ibaté, Pirassununga, Porto Ferreira, Rincão, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro e Tambaú.     
&quot;Atingiu nosso objetivo porque esse dia de hoje foi apenas uma resposta que a gente está dando para o banqueiro para eles apresentarem uma resposta que seja louvável, que seja boa, para a gente discutir entre nós se aceita ou não. A nossa paralisação foi boa, abrangeu muitas cidades, então para nós foi positiva&quot;, afirmou Lauriberto. 
O presidente do Sindicato afirmou que a categoria pode fazer uma greve por tempo indeterminado, caso a proposta apresentada não seja boa. &quot;A nossa proposta é que os banqueiros reponham a inflação do período mais 5% de aumento real, mas, por enquanto, não tivemos nada. Zero de proposta&quot;. 
REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV:
Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Greve dos bancários fecha agências na região de Araraquara e São Carlos; entenda as reivindicações</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/greve-dos-bancarios-fecha-agencias-na-regiao-de-araraquara-e-sao-carlos-entenda-as-reivindicacoes</link>
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Sindicato dos Bancários de Araraquara
Os bancários da região de São Carlos e Araraquara (SP) aderiram à greve nacional e paralisaram as atividades nas agências nesta quinta-feira (20). A ação, válida por 24 horas, é uma resposta à proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que foi rejeitada pela categoria nas negociações da Campanha Salarial de 2026. 
Entre as principais reivindicações da campanha salarial estão o aumento real dos salários acima da inflação, a valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o reajuste nos vales alimentação e refeição, além de melhorias nas condições de trabalho.
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Procurada pelo g1, a Fenaban, que representa há 34 anos os bancos nas negociações trabalhistas, disse que recebeu, em 24 de junho, a pauta de reivindicações referente à campanha salarial deste ano.
&quot;As negociações seguem o cronograma estabelecido, e esperamos, ao longo desse processo, alcançar um entendimento satisfatório para ambas as partes&quot;, afirmou a federação. 
Apesar do fechamento das agências físicas, a população tem como alternativa o uso dos caixas eletrônicos, que funcionam normalmente para saques e depósitos, além dos canais digitais, como os aplicativos de celular e o internet banking.
Agora no g1
Reivindicações 
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro de Araraquara e região, além da ausência de uma proposta econômica, os banqueiros apresentaram medidas que atacam a unidade e os direitos da categoria, entre elas: 
Criação de três faixas de reajuste salarial, diferenciando trabalhadores com menores, intermediários e maiores salários;
Reajustes diferentes para vale-alimentação e vale refeição, além da possibilidade de redução dos valores pagos aos bancários de estados menores e cidades do interior; 
Congelamento do piso de ingresso de novos trabalhadores. 
A proposta, de acordo com o sindicato, foi rejeitada por 97% dos bancários e bancárias, que participaram das assembleias realizadas em todo o país, na última segunda-feira (20). A paralisação foi aprovada por 90% dos votantes. 
Mais notícias da região: 
TRAGÉDIA: Lutador de jiu-jitsu morre em grave acidente no interior de SP
OPORTUNIDADES: UFSCar abre concurso público com salários de até R$ 13,7 mil no interior de SP
CRIME: Casal é preso com 1.432 remédios emagrecedores e anabolizantes em ônibus no interior de SP
De acordo com o sindicato, a pauta dos bancários vai além das questões salariais. A categoria também reivindica defesa do emprego, combate à precarização das relações de trabalho e proteção da rede física de atendimento, com oposição ao fechamento das agências. 
&quot;A paralisação é, portanto, um instrumento de pressão diante da falta de avanços nas negociações. Os bancários reivindicam uma proposta decente, que não divida a categoria, não retire direitos e reconheça a contribuição dos trabalhadores para os resultados bilionários do sistema financeiro&quot;, afirmou o Sindicato da categoria em Araraquara. 
Conforme apurado pelo g1, das 17 agências bancárias em Araraquara, 16 aderiram à paralisação, incluindo Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Mercantil e Santander. 
Greve dos bancários fechou agências, nesta quinta-feira (20), em Araraquara (SP)
Sindicato dos Bancários de Araraquara
São Carlos e região 
O presidente do Sindicato dos Bancários de São Carlos, Lauriberto Viganon, afirmou que, ao todo, 38 agências bancárias do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal aderiram à paralisação em São Carlos, Américo Brasiliense, Descalvado, Ibaté, Pirassununga, Porto Ferreira, Rincão, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro e Tambaú.     
&quot;Atingiu nosso objetivo porque esse dia de hoje foi apenas uma resposta que a gente está dando para o banqueiro para eles apresentarem uma resposta que seja louvável, que seja boa, para a gente discutir entre nós se aceita ou não. A nossa paralisação foi boa, abrangeu muitas cidades, então para nós foi positiva&quot;, afirmou Lauriberto. 
O presidente do Sindicato afirmou que a categoria pode fazer uma greve por tempo indeterminado, caso a proposta apresentada não seja boa. &quot;A nossa proposta é que os banqueiros reponham a inflação do período mais 5% de aumento real, mas, por enquanto, não tivemos nada. Zero de proposta&quot;. 
REVEJA OS VÍDEOS DA EPTV:
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mark Zuckerberg, da Meta, compra castelo do século XIX no sudeste da Irlanda; veja fotos</title>
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<description><![CDATA[      Strancally Castle, que foi recentemente comprado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em Waterford, Irlanda, em 20 de agosto de 2026. Patrick Kenealy/Documento via REUTERS ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR UM TERCEIRO.
REUTERS
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, comprou um castelo em estilo gótico do século XIX com vista para um rio no sudeste da Irlanda, a 200 quilômetros (125 milhas) da sede europeia de sua empresa, disse um porta-voz na quinta-feira.
????O Castelo de Strancally foi construído por volta de 1830 em um terreno com vista para o Rio Blackwater e passou por uma extensa reforma em 2003, segundo um arquivo arquitetônico estadual.
????A transação não está listada no registro de preços de propriedades do estado irlandês. O Irish Times, que foi o primeiro a noticiar a compra, estimou que a propriedade poderia valer entre €20 milhões e €30 milhões.
Mark Zuckerberg presta depoimento em julgamento histórico sobre redes sociais
Um porta-voz de Zuckerberg disse que ele e sua família estavam &quot;animados para continuar cuidando desta casa histórica e ansiosos por passar um tempo na Irlanda.&quot;
A Meta emprega cerca de 1.500 pessoas na Irlanda, onde várias multinacionais de tecnologia dos EUA têm suas sedes na Europa, em parte devido ao regime tributário favorável do país.
Veja fotos: 
Strancally Castle, que foi recentemente comprado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em Waterford, Irlanda, em 20 de agosto de 2026. Patrick Kenealy/Documento via REUTERS ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR UM TERCEIRO.
REUTERS
Strancally Castle, que foi recentemente comprado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em Waterford, Irlanda, em 20 de agosto de 2026. Patrick Kenealy/Documento via REUTERS ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR UM TERCEIRO.
REUTERS
Strancally Castle, que foi recentemente comprado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em Waterford, Irlanda, em 20 de agosto de 2026. Patrick Kenealy/Documento via REUTERS ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR UM TERCEIRO.
REUTERS ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em nome da campanha de Lula, Durigan acena com ajuste gradual das contas públicas para reduzir taxa de juros</title>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (20) que, em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre novamente à reeleição, a equipe econômica promoverá um ajuste das contas públicas de cerca de dois pontos do Produto Interno Bruto (PIB) — um movimento gradual.
Falando como representante da campanha de Lula à rádio CBN, o ministro declarou que o &quot;arcabouço fiscal&quot;, a atual regra para as contas públicas aprovada em 2023, será mantida, e que a equipe econômica seguirá trabalhando em propostas para cortar gastos obrigatórios e retomar receitas, ou seja, aumentar a arrecadação, &quot;no que for injusto&quot;.
&quot;De modo que a gente faça um esforço fiscal, como foi feito nesse governo, que a gente fez um esforço fiscal de de 2% do PIB. Isso é o fundamental para as pessoas entenderem que não tem navegação no escuro. Que estamos prontos para fazer um esforço de mesma dimensão [em um eventual novo mandato de Lula]&quot;, disse o ministro da Fazenda.
A estratégia de ajuste fiscal proposta pela campanha do candidato Lula, segundo o ministro da Fazenda, contempla manter gastos sociais para reduzir desigualdades e aumentar os investimentos, ao mesmo tempo em que permite, segundo sua visão, enfrentar o tema da (elevada) taxa de juros. 
▶️Analistas têm manifestado reiteradamente a preocupação com a trajetória das contas públicas. Eles avaliam que os reiterados déficits fiscais dos últimos anos pressionam a taxa de juros, e consequentemente, o endividamento público. Para baixar o juro e conter a dívida, cobram um ajuste fiscal mais forte por parte do governo.
Agora no g1
Atualmente em 14% ao ano, o juro básico brasileiro é o maior do mundo em termos reais, segundo ranking da consultoria MoneYou. 
Analistas observam, porém, que a curva de juros em mercado para prazos mais longos (que servem de base para a venda de títulos públicos) reflete as expectativas dos agentes econômicos para gastos públicos e atividade, entre outros, e, consequentemente, para a inflação.
Diante da disparada da dívida pública e do aumento da desconfiança sobre as contas do governo, os investidores passaram a exigir taxas de juros mais altas para financiar o governo. Isso eleva o custo da chamada rolagem da dívida pública, feita por meio da emissão de títulos pelo Tesouro Nacional.
Números oficiais e projeções
Dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional mostram que as contas do governo registraram um resultado primário (sem contar juros) de: 
+ R$ 68,5 bilhões em 2022 (+0,5% do PIB);
- R$ 258,5 bilhões em 2023 (-2,1% do PIB);
- R$ 47,3 bilhões em 2024 (-0,4% do PIB);
- R$ 62,6 bilhões em 2025 (-0,5% do PIB); 
- R$ 52 bilhões em 2026 (-0,4% do PIB), projeção oficial. 
▶️Deste modo, as contas do governo, considerando as projeções oficiais, deverão registrar uma piora de 0,9 ponto percentual do PIB no atual mandato, passando de um superávit de 0,5% do PIB, em 2022, para um déficit de 0,4% do PIB em 2026.
▶️Analistas consideram, porém, que o saldo positivo das contas do governo em 2022 foi pontual, sendo determinado pela aprovação, naquele ano, da PEC dos precatórios - que conteve as despesas com sentenças judiciais. Também houve um aumento no recebimento de dividendos de estatais.
▶️Ao incorporar o pagamento de mais de R$ 90 bilhões em precatórios atrasados, as contas do governo tiveram um déficit de R$ 230 bilhões em 2023 (R$ 258 bilhões em valores atualizados pela inflação). Expurgando esse fator, o governo alega o desempenho das contas será melhor do que os números mostram no atual mandato de Lula. 
Dario Durigan
Washington Costa/MF
????O primeiro mandato do presidente Lula foi caracterizado pelo aumento de impostos, com a carga tributária batendo recordes históricos, e crescimento de despesas — autorizado pela PEC da transição, que incorporou cerca de R$ 170 bilhões em despesas anuais nos orçamentos públicos de cada ano. 
A regra do arcabouço fiscal, por sua vez, buscou limitar o crescimento das despesas, mas gastos por fora da regra fiscal têm ampliado as despesas, pressionado a taxa de juros e, também, a dívida pública, que já avançou mais de 10 pontos percentuais no segundo mandato do presidente Lula, atingindo o maior nível desde a pandemia.
???? A dívida pública é considerada um termômetro da chamada &quot;solvência&quot; de uma nação, ou seja, da capacidade de honrar seus compromissos futuros. Quanto maior o indicador, maior o risco de um calote em momentos de crise.
▶️A estratégia anunciada pela campanha do presidente Lula, de um ajuste fiscal de cerca de dois pontos do PIB entre 2027 e 2030, se implementada, levaria o resultado das contas públicas de um déficit primário de cerca de 0,4% do PIB, em 2026, para um superávit de 1,6% do PIB em 2030.
▶️De acordo com o relatório de Acompanhamento Fiscal de junho da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, seria necessário um superávit primário anual de 2,1% do PIB somente para estabilizar a dívida pública, ou seja, para que  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mark Zuckerberg, da Meta, compra castelo do século XIX no sudeste da Irlanda</title>
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REUTERS
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, comprou um castelo em estilo gótico do século XIX com vista para um rio no sudeste da Irlanda, a 200 quilômetros (125 milhas) da sede europeia de sua empresa, disse um porta-voz na quinta-feira.
O Castelo de Strancally foi construído por volta de 1830 em um terreno com vista para o Rio Blackwater e passou por uma extensa reforma em 2003, segundo um arquivo arquitetônico estadual.
A transação não está listada no registro de preços de propriedades do estado irlandês. O Irish Times, que foi o primeiro a noticiar a compra, estimou que a propriedade poderia valer entre €20 milhões e €30 milhões.
Mark Zuckerberg presta depoimento em julgamento histórico sobre redes sociais
Um porta-voz de Zuckerberg disse que ele e sua família estavam &quot;animados para continuar cuidando desta casa histórica e ansiosos por passar um tempo na Irlanda.&quot;
A Meta emprega cerca de 1.500 pessoas na Irlanda, onde várias multinacionais de tecnologia dos EUA têm suas sedes na Europa, em parte devido ao regime tributário favorável do país. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em alta, mesmo após anúncio do Tesouro americano e de olho no petróleo; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta quinta-feira (20), com um avanço de 0,15% perto das 12h15, cotado a R$ 5,1838. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,96% no mesmo horário, aos 169.437 pontos. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O anúncio de recompra de títulos públicos (Treasuries) pelo Tesouro americano segue no radar dos mercados. Na véspera, o Tesouro anunciou que ampliaria a recompra de títulos de longo prazo, com vencimento entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões (R$ 20,7 bilhões). A decisão veio um dia após uma forte onda de venda desses ativos, que levou os juros dos papéis de 30 anos para o maior patamar desde 2007. Entenda o anúncio e como ele afeta os mercados.
▶️ Além disso, o conflito no Oriente Médio continua a impactar os preços do petróleo. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu sobre consequências econômicas para qualquer país que ofereça “qualquer tipo de apoio ao Irã”. O governo iraniano continua a bloquear o Estreito de Ormuz, pressionando os preços da commodity e trazendo impactos para a inflação global.
Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional continuavam a subir nesta quinta. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,68% perto das 12h15, cotado a US$ 93,16, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 1,95%, a US$ 87,50.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,83%;
Acumulado do mês: +2,10%;
Acumulado do ano: --5,70%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,54%;
Acumulado do mês: -5,71%;
Acumulado do ano: +4,16%.
Entenda o anúncio do Tesouro americano
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou, na véspera, que duplicaria o volume de recompras de títulos públicos americanos (Treasuries) com vencimento de longo prazo, entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A medida, que estará em vigor entre 9 de setembro e 4 de novembro, vem como uma tentativa do Tesouro americano de aliviar o estresse no mercado de renda fixa. 
Um dia antes do anúncio, por exemplo, uma grande onda de venda de títulos americanos empurrou o rendimento das Treasuries de 30 anos para o nível mais alto desde 2007, em meio a temores de uma escalada na guerra entre os EUA e o Irã e crescentes preocupações com a piora do cenário fiscal americano.
Do lado do conflito, além do impacto direto no mercado de petróleo internacional por conta do fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de toda o comércio global da commodity antes da guerra, os mercados também se preocupam com os efeitos indiretos do conflito. 
Isso porque além da consequente elevação nos preços dos combustíveis e da energia, os impactos também tendem a se estender para outros produtos, pressionando a inflação global. 
Além disso, as preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA também segue levantando incertezas sobre o quadro fiscal americano, pressionando os juros dos Treasuries nas últimas semanas.
Apesar de o anúncio ter conseguido conter o avanço das taxas desses títulos pontualmente na véspera, os juros dos Treasuries voltaram a subir nesta quinta-feira, trazendo uma nova pressão para a renda fixa americana e, consequentemente, global. 
Com isso, o sentimento de cautela voltou a crescer no mercado, impulsionando o dólar para uma nova alta nesta quinta-feira. 
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
O presidente americano, Donald Trump, afirmou na véspera que vai lançar uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Segundo Trump, a &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã irá asfixiar o país.
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos s ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>De homem mais rico da Ásia a condenado à prisão perpétua: quem é o fundador da Evergrande</title>
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<description><![CDATA[      Hui Ka Yan, fundador do Grupo Evergrande da China, está em tribunal no Tribunal Popular Intermediário de Shenzhen, em Shenzhen, província de Guangdong, China, neste comunicado de imagem do Tribunal Popular Intermediário de Shenzhen em 20 de agosto de 2026. Tribunal Intermediário do Povo/Folheto de Shenzhen via REUTERS
Reuters
Hui Ka Yan, fundador da Evergrande, viveu uma trajetória que resume a ascensão e a queda do mercado imobiliário chinês.
O empresário saiu de uma vila rural, trabalhou como técnico em uma siderúrgica e construiu uma das maiores empresas imobiliárias da China. No auge, chegou a ser o homem mais rico da Ásia.
Nesta quinta-feira (20), porém, Hui, de 67 anos, foi condenado à prisão perpétua por um tribunal de Shenzhen, no sul da China. A Justiça também determinou o confisco de todos os seus bens pessoais.
Fundador da Evergrande é condenado a prisão perpétua por fraude financeira na China
A condenação encerra a trajetória de um empresário que chegou a acumular uma fortuna de US$ 45,3 bilhões em 2017, segundo a Forbes, mas viu seu patrimônio despencar depois que a Evergrande entrou em crise.
Quem é Hui Ka Yan?
Hui nasceu na província de Henan, no centro da China. Ele foi criado pela avó em uma área rural e começou a carreira trabalhando como técnico em uma siderúrgica.
Hui fundou a Evergrande e apostou em um modelo de crescimento acelerado: a empresa tomava dinheiro emprestado para comprar terrenos e construir imóveis. Os apartamentos eram vendidos com margens menores, o que ajudava a empresa a vender rapidamente e continuar expandindo.
A estratégia funcionou durante o período de forte crescimento do mercado imobiliário chinês.
Por que fundador de gigante do setor imobiliário foi condenado à prisão perpétua na China
A Evergrande se tornou uma das maiores incorporadoras do país. Em 2020, chegou a registrar 700 bilhões de yuans em vendas anuais, o equivalente a cerca de US$ 100 bilhões.
Como Hui ficou tão rico?
O crescimento da Evergrande fez Hui Ka Yan acumular uma fortuna bilionária.
Em 2017, ele tinha um patrimônio estimado em US$ 45,3 bilhões e se tornou o homem mais rico da Ásia, segundo a Forbes.
Hui também ganhou espaço entre empresários próximos ao poder chinês. Em 2021, por exemplo, participou das comemorações do centenário do Partido Comunista Chinês em Pequim.
Naquele momento, porém, a Evergrande já enfrentava dificuldades financeiras.
O que aconteceu com a Evergrande?
Para crescer rapidamente, a empresa havia acumulado uma enorme quantidade de dívidas.
Em 2021, a Evergrande deixou de pagar dívidas no exterior. O episódio se tornou um dos principais símbolos da crise do mercado imobiliário chinês.
A lógica é relativamente simples: a empresa pegava dinheiro emprestado para comprar terrenos e construir imóveis, mas precisava continuar vendendo apartamentos para gerar dinheiro e pagar suas dívidas.
Quando o mercado imobiliário perdeu força, esse modelo começou a desmoronar.
A Evergrande não conseguiu honrar seus compromissos e acabou entrando em liquidação.
O problema não ficou restrito à empresa. O colapso da incorporadora ajudou a aprofundar uma crise no setor imobiliário chinês que continua pesando sobre a economia do país.
E o que aconteceu com a fortuna de Hui?
A queda da Evergrande também destruiu grande parte da riqueza de seu fundador.
A fortuna de Hui, que havia chegado a US$ 45,3 bilhões em 2017, caiu para cerca de US$ 3 bilhões em 2023, segundo a Reuters.
Nesta quinta-feira, além da prisão perpétua, o tribunal de Shenzhen determinou o confisco de todos os seus bens pessoais.
Por que ele foi condenado?
Hui estava detido havia três anos quando se declarou culpado, em abril, de oito acusações.
Entre elas estavam uso indevido de fundos, fraude na arrecadação de recursos e tomada ilegal de depósitos públicos.
Aos 67 anos, o empresário que já foi o homem mais rico da Ásia agora cumpre uma sentença de prisão perpétua — enquanto a empresa que ajudou a construir se tornou um dos maiores símbolos da crise imobiliária chinesa.
*Com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>homem, mais, rico, Ásia, condenado, prisão, perpétua:, quem, fundador, Evergrande</media:keywords>
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<title>Desigualdade: 1% mais rico concentra quase um quarto de toda a renda do país, aponta estudo da Oxfam</title>
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<description><![CDATA[      No mundo, a riqueza pessoal cresceu 10,8% em 2025, mais que o dobro do ritmo registrado nos dois anos anteriores
Pixabay
A desigualdade de renda no Brasil continua crescendo no topo da pirâmide. Um relatório divulgado nesta quarta-feira (19) pela Oxfam Brasil mostra que o 1% mais rico da população passou a concentrar 24,3% de toda a renda do país em 2023, ante 20,4% em 2017. 
Isso significa que, de cada R$ 100 recebidos pelos brasileiros, cerca de R$ 24 ficaram com esse pequeno grupo. Segundo o estudo, a maior parte desse avanço beneficiou uma parcela ainda mais restrita: o 0,1% mais rico.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O levantamento destaca que a concentração de renda aumentou mesmo em um cenário de melhora dos indicadores sociais. Em 2024, o rendimento mensal per capita atingiu o maior nível da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), chegando a R$ 2.020. 
No mesmo período, o índice de Gini caiu para 0,506, o menor já registrado, e a diferença de renda entre o 1% mais rico e os 40% mais pobres também atingiu o menor patamar da série.
???? O coeficiente de Gini mede o nível de desigualdade na distribuição da riqueza em um país. Quando está mais próximo de 0, indica que a riqueza está mais bem distribuída entre a população; quando se aproxima de 1, significa que uma pequena parcela das pessoas concentra a maior parte do patrimônio, enquanto a maioria possui pouco ou quase nada.
O estudo lembra ainda que cerca de 8,6 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza, reduzindo a taxa de 27,3% para 23,1% da população. 
Ainda assim, a organização afirma que os ganhos não foram distribuídos de forma uniforme, permitindo que os grupos de maior renda ampliassem sua participação na renda nacional. 
Quando a análise considera o patrimônio, como imóveis, investimentos e outros bens, a concentração é ainda maior. Segundo o relatório, o 1% mais rico detém 37,3% de toda a riqueza declarada no país.
Para chegar a essas conclusões, a pesquisa cruzou dados do IBGE, da Receita Federal, do Ministério da Fazenda e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de estudos nacionais e internacionais sobre renda, patrimônio, tributação e representação política. 
Agora no g1
O estudo aponta ainda que o país terminou o ano de 2025 como o quarto com maior desigualdade patrimonial do mundo, com cerca de 386 mil milionários em dólar.
Como o g1 mostrou, o Brasil ganhou 9.215 novos milionários no ano passado, encerrando 2025 com 386 mil pessoas com patrimônio superior a US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões), segundo estudo do banco UBS. Com isso, o país segue com o maior número de milionários da América Latina.
Apesar disso, o Brasil continua entre os países com maior concentração de riqueza do mundo, ocupando a 4ª posição entre 56 mercados analisados 
Sistema tributário e rendimentos do capital
A Oxfam também critica a estrutura tributária brasileira, que classifica como &quot;regressiva&quot; por concentrar a cobrança de impostos sobre o consumo e os salários do que sobre o patrimônio e a renda dos mais ricos. 
&quot;Essa combinação limita a capacidade redistributiva do Estado, já que a política fiscal arrecada de forma agressiva sobre o orçamento cotidiano da maioria da população, mas é intencionalmente tímida ao incidir sobre o patrimônio e os rendimentos do capital&quot;, afirma a entidade. 
Segundo o relatório, a alíquota efetiva de Imposto de Renda cai para 4,6% entre o 0,01% mais rico da população, principalmente devido à isenção sobre lucros e dividendos e à baixa tributação sobre heranças. 
Para a organização, isso significa que pessoas de renda mais baixa acabam comprometendo uma parcela maior do orçamento com impostos, enquanto os mais ricos pagam proporcionalmente menos sobre sua riqueza, o que dificulta a redução da desigualdade. 
Mulheres e população negra seguem em desvantagem
O estudo também destaca que as desigualdades de renda e patrimônio permanecem fortemente marcadas por gênero e raça.
Embora representem 44,1% dos declarantes do Imposto de Renda, as mulheres concentram apenas 38% da renda declarada e 29,5% do patrimônio líquido. 
Em média, uma mulher declara patrimônio de R$ 246 mil, pouco mais da metade do patrimônio médio declarado pelos homens, de R$ 463,6 mil.
Os dados mostram que homens e mulheres têm perfis de renda diferentes:
???? Entre as mulheres, 56,5% dos rendimentos vêm de fontes tributáveis, principalmente salários e outras remunerações do trabalho. 
???? Já entre os homens, a maior parcela da renda é formada por rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte, como lucros e dividendos, aplicações financeiras e outros ganhos de capital, que costumam ter tributação menor ou diferenciada. Segundo a Oxfam, essa diferença faz com que a renda do capital fique mais concentrada entre os homens.
No mercado de trabalho, o  relatório aponta que homens não negros recebem, em média, R$ 6.560 por mês, enquanto mulheres negras recebem R$ 3.026 no emprego formal. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Austrália aprova lei que pode cobrar de gigantes de tecnologia por notícias</title>
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<description><![CDATA[      Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos
A Austrália aprovou nesta quinta-feira (20) uma lei que pode obrigar grandes empresas de tecnologia a pagar milhões de dólares australianos a veículos de imprensa do país caso não façam acordos comerciais para financiar a produção de notícias.
A chamada News Bargaining Incentive prevê uma cobrança equivalente a 2,5% da receita de publicidade das plataformas que se enquadrarem na regra e não cumprirem as exigências previstas na legislação.
A medida vale para empresas com serviços relevantes de busca ou redes sociais na Austrália e receita anual de publicidade no país superior a 250 milhões de dólares australianos (cerca de US$ 178 milhões),
 Google, Meta, TikTok e LinkedIn estão entre os alvos
A cobrança poderá atingir empresas como Google, da Alphabet, Meta, TikTok e LinkedIn, da Microsoft.
&#039;Não sabia o quanto minha filha era viciada&#039;: brasileiros contam como foi a proibição de redes sociais na Austrália
O dinheiro arrecadado será destinado a veículos de imprensa australianos. O governo argumenta que as plataformas se beneficiam do conteúdo jornalístico ao utilizá-lo para aumentar o engajamento dos usuários e, consequentemente, a receita publicitária.
Marco civil da internet: como EUA e Europa tratam as &#039;big techs&#039;
BBC/Getty Images
As empresas, porém, podem evitar a cobrança se fecharem acordos comerciais com veículos de comunicação.
Empresas terão de fechar acordos com ao menos 8 veículos
Para escapar da cobrança, as plataformas deverão firmar acordos com pelo menos oito diferentes empresas de mídia até o fim de seu período de prestação de contas.
Os contratos precisam financiar a produção de notícias ou estar relacionados à disponibilização de conteúdo jornalístico produzido pelos veículos nas plataformas.
O valor pago nos acordos será descontado da quantia que a empresa teria de pagar como cobrança.
A legislação ainda estabelece incentivos diferentes de acordo com o tamanho do veículo: gastos com grandes empresas de mídia terão um abatimento de 150%, enquanto acordos com veículos pequenos e médios terão abatimento de 200%.
Cada contrato individual, porém, poderá representar no máximo 25% do valor total da cobrança à qual a plataforma estaria sujeita.
Austrália já havia criado regras para plataformas
A nova legislação amplia a pressão da Austrália sobre as grandes empresas de tecnologia para que compartilhem parte da receita gerada com a distribuição de conteúdo jornalístico.
O governo australiano afirmou que a aprovação da lei deixa claro para as plataformas que elas devem buscar acordos comerciais com os veículos de imprensa.
A medida foi aprovada um dia depois de o Parlamento australiano também aprovar restrições à publicidade de apostas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Enquanto Trump promete cortar gastos, dívida dos EUA bate recorde de US$ 40 trilhões e preocupa investidores</title>
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<description><![CDATA[      A dívida nacional dos EUA ultrapassa US$ 40 trilhões pela primeira vez
A dívida pública dos Estados Unidos ultrapassou pela primeira vez US$ 40 trilhões nesta quarta-feira (19), um marco histórico em meio ao aumento dos gastos com defesa, programas sociais e ao custo crescente dos juros no país. 
O valor foi alcançado apenas cinco meses depois de a dívida americana superar US$ 39 trilhões, em março. 
Outros US$ 1 trilhão haviam sido acrescentados cerca de cinco meses antes, em outubro, quando a dívida chegou a US$ 38 trilhões, segundo dados do Departamento do Tesouro americano.
Dívida dos EUA preocupa mercados globais após megapacote de Trump; entenda
O avanço da dívida ocorre enquanto o governo dos Estados Unidos mantém gastos superiores à arrecadação. 
⚔️ Os Estados Unidos gastaram cerca de US$ 954 bilhões em defesa em 2025, segundo o Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI), o equivalente a aproximadamente 37% de todo o gasto militar do mundo. Para 2026, a expectativa é que os gastos americanos ultrapassem US$ 1 trilhão.
Além disso, a guerra contra o Irã já havia custado US$ 37,5 bilhões aos Estados Unidos até 21 de julho de 2026, segundo o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth. O Pentágono também pediu ao Congresso mais US$ 67,1 bilhões para financiar a guerra e outras despesas militares.
O presidente americano Donald Trump tem prometido reduzir despesas e vem concentrando os cortes na máquina pública, com redução de funcionários, de programas de agências federais e da ajuda externa. 
Ao mesmo tempo, o governo também busca cortar gastos em algumas áreas e eliminar despesas que considera desnecessárias.
O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo enquanto responde a perguntas da imprensa após assinar uma ordem executiva que estabelece a Comissão Presidencial para Cônjuges de Militares, que será presidida por Jennifer Rauchet, esposa do secretário de Defesa Pete Hegseth, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 3 de agosto de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
➡️ Para cobrir a diferença, o Tesouro emite títulos públicos e toma dinheiro emprestado de investidores, com a promessa de devolver o valor acrescido de juros. Quanto maior a dívida e os juros cobrados, maior o custo para o governo.
Essa pressão aumentou nos últimos dias. Na terça-feira (18), o rendimento do título do Tesouro americano de 30 anos chegou a 5,34%, o maior nível desde 2007. O indicador representa o retorno exigido pelos investidores para emprestar dinheiro ao governo por um período de 30 anos.
???? O que são títulos públicos?  São papéis emitidos pelo governo para &quot;pegar dinheiro emprestado com investidores&quot;. Quem compra um título recebe o dinheiro de volta no futuro, com juros. É uma das formas usadas pelo governo para financiar seus gastos.
Como o Tesouro tenta conter pressão no mercado
Foi nesse cenário que o Departamento do Tesouro anunciou na quarta-feira (19) que vai mais que dobrar o tamanho de algumas operações de recompra de títulos de longo prazo, de US$ 2 bilhões para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A recompra é uma ferramenta de gestão da dívida. O Tesouro compra de volta títulos que estão nas mãos dos investidores, em uma tentativa de melhorar o funcionamento e a liquidez do mercado, ou seja, facilitar a compra e a venda desses papéis.
A medida foi anunciada após a alta dos juros dos títulos de longo prazo, em meio às preocupações dos investidores com a situação fiscal americana e os efeitos da guerra com o Irã sobre a inflação e os gastos do governo. Após o anúncio, o rendimento do Treasury de 30 anos recuou para cerca de 5,18%.
O objetivo é reduzir a pressão sobre o mercado de títulos públicos e facilitar a negociação desses papéis.
Por que a dívida está crescendo?
A dívida americana resulta de décadas de déficits. Quando o governo gasta mais do que arrecada, precisa buscar recursos no mercado para cobrir o rombo.
O endividamento aumentou fortemente durante a pandemia de Covid-19, quando o governo ampliou os gastos para sustentar a economia. Nos últimos anos, também houve aumento de despesas e cortes de impostos aprovados durante o governo Trump.
Desde 2017, a dívida americana mais que dobrou. Desde o início do segundo mandato de Trump, em janeiro de 2025, o estoque aumentou cerca de US$ 3,8 trilhões, segundo a Reuters.
Juros da dívida já são uma das maiores despesas
O crescimento do endividamento aumenta também o valor que o governo precisa desembolsar para pagar os juros dos títulos emitidos anteriormente.
➡️ Nos primeiros dez meses do ano fiscal de 2026, os gastos com juros da dívida já superaram as despesas com o Medicare, programa de saúde voltado principalmente para idosos. Os juros se tornaram a segunda maior despesa federal, atrás apenas da Previdência Social, segundo a Reuters.
Juros mais altos também podem afetar consumidores e empresas. Os títulos do Tesouro americano servem de referência para outras taxas de juros da economia. Quando seus rendiment ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Orcas&amp;apos; da Polymarket: mais de 150 apostadores podem ter lucrado com segredos militares</title>
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<description><![CDATA[      Mercado de previsão Polymarket
AP Photo/Wyatte Grantham-Philips
Mais de 150 carteiras na casa de apostas Polymarket International podem ter operado com base em informações priviligiadas das Forças Armadas dos Estados Unidos, segundo revelou uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (20).
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As apostas feitas com base em informações militares também atraíram uma onda de outros apostadores e levantaram preocupações, dentro do governo norte-americano, de que o mercado poderia transmitir sinais que podem ser explorados ​​por adversários estrangeiros dos EUA, indicou ainda a pesquisa. 
O levantamento foi realizado pelo grupo de pesquisa sem fins lucrativos Anti-Corruption Data Collective (ACDC) e lança nova luz sobre possíveis ​​casos de uso de informações privilegiadas de origem militar no mercado de previsões.
O grupo encontrou uma série de apostas que foram realizadas antes de ações militares dos EUA. Em um dos casos, um soldado norte-americano foi acusado de usar informações sigilosas para apostar na deposição do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado em janeiro por militares norte-americanos
O estudo surge também em um momento em que autoridades intensificam a fiscalização sobre esse setor em rápida expansão. 
Porta-vozes da Polymarket, plataforma de apostas fundada em 2020, foram procurados pela agência de notícias Reuters para comentar o levantamento, mas não responderam. A plataforma afirma possuir controles rigorosos, monitorar atentamente atividades suspeitas e ter encaminhado dezenas de carteiras de negociadores às autoridades, incluindo o caso relacionado a Maduro.
???? A Polymarket liquida negociações em blockchain, o que significa que as apostas são públicas, embora os negociadores permaneçam anônimos.
Para chegar às conclusões, o ACDC analisou todos os mercados liquidados até 5 de maio para identificar apostas de &quot;baixa probabilidade&quot;, definidas como apostas de pelo menos US$ 2.500 feitas em uma hora ou menos, em um resultado com probabilidade de 35% ou menos.
Dentro desse universo, o ACDC identificou 556 carteiras que apelidou de &quot;Orcas&quot;, uma referência às táticas de caça precisas e seletivas da orca. 
Esses negociadores geralmente abriam uma conta e rapidamente faziam uma aposta de baixa probabilidade altamente bem-sucedida em mercados de nicho — onde pessoas com acesso a informações internas poderiam ter vantagem. Depois, na maioria dos casos, obtinham o lucro da aposta e desapareciam da plataforma.
Desse grupo, 152 carteiras apresentaram sucesso excepcional ao apostar em mercados militares e de defesa, acumulando US$ 8 milhões em ganhos, com uma taxa média de acerto de 97,2%.
Agora no g1
As características das &quot;Orcas&quot; podem ter outras explicações, incluindo pura sorte, afirmou o ACDC. Da mesma forma, nem todos os indivíduos com acesso a informações privilegiadas são &quot;Orcas&quot;.
Gannon Ken Van Dyke, o soldado que, segundo os promotores, lucrou US$ 400 mil apostando na deposição de Maduro, construiu sua posição de forma mais gradual e, portanto, não figura entre as 152 &quot;Orcas&quot; militares identificadas. Van Dyke declarou-se inocente.
Ainda assim, essas carteiras são as mais propensas a negociar com base em segredos militares, segundo o relatório. Embora algumas dessas 152 contas já tenham sido identificadas anteriormente por outros pesquisadores e pela mídia, a ACDC afirma ter descoberto dezenas de outras carteiras não relatadas anteriormente.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos não comenta questões relacionadas à Inteligência ou conclusões de pesquisas de terceiros, disse um porta-voz da pasta. 
Operações privilegiadas atraem apostas &#039;imitadoras&#039;, diz pesquisa
Quem é sargento preso por ganhar R$ 2 milhões em apostas sobre captura de Maduro. 
???? Lucrar com informações confidenciais do governo é, em geral, ilegal. No entanto, uma preocupação maior reside nas evidências de que as negociações militares do tipo &quot;Orca&quot; parecem atrair apostas de imitação feitas por &quot;Baleias&quot; — os chamados investidores de grande porte — e robôs de negociação automatizada, afirmou a ACDC.
Embora a prática de imitar negociações seja legal e já tenha sido documentada em mercados de previsão, a ACDC encontrou indícios de que ela pode amplificar os sinais das &quot;Orcas&quot; e propagá-los de forma mais ampla.
Quando uma &quot;Orca&quot; apostou em uma ação militar dos EUA no Irã, horas antes dos ataques de junho de 2025, por exemplo, um robô e uma &quot;Baleia&quot; fizeram apostas de imitação nos valores de US$ 200.000 e US$ 100.000, respectivamente.
Apostas semelhantes de &quot;Orcas&quot; antes dos ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã, em fevereiro, também pareceram desencadear uma onda de apostas iniciais de alto risco (em resultados menos prováveis) por parte de robôs e &quot;Baleias&quot; que apostavam no mesmo desfecho, segundo a pesquisa.
&quot;A maioria das pessoas subestima enormemente o grau de visibilidade da atividade de apostas incomum na Polymarket. Tudo está dis ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mais de 150 usuários da Polymarket apostaram com informações privilegiadas das Forças Armadas dos EUA, aponta pesquisa</title>
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<description><![CDATA[      Mercado de previsão Polymarket
AP Photo/Wyatte Grantham-Philips
Mais de 150 carteiras na casa de apostas Polymarket International podem ter operado com base em informações priviligiadas das Forças Armadas dos Estados Unidos, segundo revelou uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (20).
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As apostas feitas com base em informações militares também atraíram uma onda de outros apostadores e levantou preocupações, dentro do governo norte-americano, de que o mercado poderia transmitir sinais exploráveis ​​por adversários estrangeiros dos EUA, indicou ainda a pesquisa. 
O levantamento foi realizado pelo grupo de pesquisa sem fins lucrativos Anti-Corruption Data Collective (ACDC) e lança nova luz sobre prováveis ​​casos de uso de informações privilegiadas de origem militar no mercado de previsões.
O grupo encontrou uma série de apostas que foram realizadas antes de ações militares dos EUA. Em um dos casos, um soldado norte-americano foi acusado de usar informações sigilosas para apostar na deposição do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado em janeiro por militares norte-americanos
O estudo surge também em um momento em que autoridades intensificam a fiscalização sobre esse setor em rápida expansão. 
Porta-vozes da Polymarket, plataforma de apostas fundada em 2020, foram procurados pela agência de notícias Reuters para comentar o levantamento, mas não responderam. A plataforma afirma possuir controles rigorosos, monitorar atentamente atividades suspeitas e ter encaminhado dezenas de carteiras de negociadores às autoridades, incluindo o caso relacionado a Maduro.
???? A Polymarket liquida negociações em blockchain, o que significa que as apostas são públicas, embora os negociadores permaneçam anônimos.
Para chegar às conclusões, o ACDC analisou todos os mercados liquidados até 5 de maio para identificar apostas de &quot;baixa probabilidade&quot;, definidas como apostas de pelo menos US$ 2.500 feitas em uma hora ou menos, em um resultado com probabilidade de 35% ou menos.
Dentro desse universo, o ACDC identificou 556 carteiras que apelidou de &quot;Orcas&quot;, uma referência às táticas de caça precisas e seletivas da orca. 
Esses negociadores geralmente abriam uma conta e rapidamente faziam uma aposta de baixa probabilidade altamente bem-sucedida em mercados de nicho — onde pessoas com acesso a informações internas poderiam ter vantagem. Depois, na maioria dos casos, obtinham o lucro da aposta e desaparecerem da plataforma.
Desse grupo, 152 carteiras apresentaram sucesso excepcional ao apostar em mercados militares e de defesa, acumulando US$ 8 milhões em ganhos, com uma taxa média de acerto de 97,2%.
Agora no g1
As características das &quot;Orcas&quot; podem ter outras explicações, incluindo pura sorte, afirmou o ACDC. Da mesma forma, nem todos os indivíduos com acesso a informações privilegiadas são &quot;Orcas&quot;. 
Gannon Ken Van Dyke, o soldado que, segundo os promotores, lucrou US$ 400 mil apostando na deposição de Maduro, construiu sua posição de forma mais gradual e, portanto, não figura entre as 152 &quot;Orcas&quot; militares identificadas. Van Dyke declarou-se inocente.
Ainda assim, essas carteiras são as mais propensas a negociar com base em segredos militares, segundo o relatório. Embora algumas dessas 152 contas já tenham sido identificadas anteriormente por outros pesquisadores e pela mídia, a ACDC afirma ter descoberto dezenas de outras carteiras não relatadas anteriormente.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos não comenta questões relacionadas à Inteligência ou conclusões de pesquisas de terceiros, disse um porta-voz da pasta. 
Operações privilegiadas atraem apostas &#039;imitadoras&#039;, diz pesquisa
Quem é sargento preso por ganhar R$ 2 milhões em apostas sobre captura de Maduro. 
???? Lucrar com informações confidenciais do governo é, em geral, ilegal. No entanto, uma preocupação maior reside nas evidências de que as negociações militares do tipo &quot;Orca&quot; parecem atrair apostas de imitação feitas por &quot;Baleias&quot; — os chamados investidores de grande porte — e robôs de negociação automatizada, afirmou a ACDC.
Embora a prática de imitar negociações seja legal e já tenha sido documentada em mercados de previsão, a ACDC encontrou indícios de que ela pode amplificar os sinais das &quot;Orcas&quot; e propagá-los de forma mais ampla.
Quando uma &quot;Orca&quot; apostou em uma ação militar dos EUA no Irã, horas antes dos ataques de junho de 2025, por exemplo, um robô e uma &quot;Baleia&quot; fizeram apostas de imitação nos valores de US$ 200.000 e US$ 100.000, respectivamente.
Apostas semelhantes de &quot;Orcas&quot; antes dos ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã, em fevereiro, também pareceram desencadear uma onda de apostas iniciais de alto risco (em resultados menos prováveis) por parte de robôs e &quot;Baleias&quot; que apostavam no mesmo desfecho, segundo a pesquisa.
&quot;A maioria das pessoas subestima enormemente o grau de visibilidade da atividade de apostas incomum na Polymarket. Tudo está disponível na in ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em alta, mesmo após anúncio do Tesouro americano e de olho no petróleo</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-abre-em-alta-mesmo-apos-anuncio-do-tesouro-americano-e-de-olho-no-petroleo</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (20) em alta, com um avanço de 0,33% perto das 9h10, cotado a R$ 5,1933. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O anúncio de recompra de títulos públicos (Treasuries) pelo Tesouro americano segue no radar dos mercados. Na véspera, o Tesouro anunciou que ampliaria a recompra de títulos de longo prazo, com vencimento entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões (R$ 20,7 bilhões). A decisão veio um dia após uma forte onda de venda desses ativos, que levou os juros dos papéis de 30 anos para o maior patamar desde 2007. Entenda o anúncio e como ele afeta os mercados.
▶️ Além disso, o conflito no Oriente Médio continua a impactar os preços do petróleo. Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu sobre consequências econômicas para qualquer país que ofereça “qualquer tipo de apoio ao Irã”. O governo iraniano continua a bloquear o Estreito de Ormuz, pressionando os preços da commodity e trazendo impactos para a inflação global.
Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional continuavam a subir nesta quinta. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 2,90% perto das 9h, cotado a US$ 94,28, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 3,31%, a US$ 88,67.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,83%;
Acumulado do mês: +2,10%;
Acumulado do ano: --5,70%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,54%;
Acumulado do mês: -5,71%;
Acumulado do ano: +4,16%.
Entenda o anúncio do Tesouro americano
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou, na véspera, que duplicaria o volume de recompras de títulos públicos americanos (Treasuries) com vencimento de longo prazo, entre 10 e 30 anos, para pelo menos US$ 4 bilhões por operação.
A medida, que estará em vigor entre 9 de setembro e 4 de novembro, vem como uma tentativa do Tesouro americano de aliviar o estresse no mercado de renda fixa. 
Um dia antes do anúncio, por exemplo, uma grande onda de venda de títulos americanos empurrou o rendimento das Treasuries de 30 anos para o nível mais alto desde 2007, em meio a temores de uma escalada na guerra entre os EUA e o Irã e crescentes preocupações com a piora do cenário fiscal americano.
Do lado do conflito, além do impacto direto no mercado de petróleo internacional por conta do fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de toda o comércio global da commodity antes da guerra, os mercados também se preocupam com os efeitos indiretos do conflito. 
Isso porque além da consequente elevação nos preços dos combustíveis e da energia, os impactos também tendem a se estender para outros produtos, pressionando a inflação global. 
Além disso, as preocupações com o crescimento da dívida pública dos EUA também segue levantando incertezas sobre o quadro fiscal americano, pressionando os juros dos Treasuries nas últimas semanas.
Apesar de o anúncio ter conseguido conter o avanço das taxas desses títulos pontualmente na véspera, os juros dos Treasuries voltaram a subir nesta quinta-feira, trazendo uma nova pressão para a renda fixa americana e, consequentemente, global. 
Com isso, o sentimento de cautela voltou a crescer no mercado, impulsionando o dólar para uma nova alta nesta quinta-feira. 
Trump anuncia guerra econômica ao Irã
O presidente americano, Donald Trump, afirmou na véspera que vai lançar uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Segundo Trump, a &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã irá asfixiar o país.
As afirmações voltam a trazer preocupações para o mercado internacional de petróleo, em meio aos sinais de qu ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em nome de Lula, Durigan acena com ajuste gradual das contas públicas em eventual novo mandato para reduzir juros</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (20) que, em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre novamente à reeleição, a equipe econômica promoverá um ajuste das contas públicas na mesma intensidade da atual gestão — de cerca de dois pontos do Produto Interno Bruto (PIB), um movimento gradual.
Falando como representante da campanha de Lula à rádio CBN, o ministro declarou que o &quot;arcabouço fiscal&quot;, a atual regra para as contas públicas aprovada em 2023, será mantida, e que a equipe econômica seguirá trabalhando em propostas para cortar gastos obrigatórios e retomar receitas, ou seja aumentar a arrecadação, &quot;no que for injusto&quot;.
&quot;De modo que a gente faça um esforço fiscal, como foi feito nesse governo, que a gente fez um esforço fiscal de de 2% do PIB. Isso é o fundamental para as pessoas entenderem que não tem navegação no escuro. Que estamos prontos para fazer um esforço de mesma dimensão [em um eventual novo mandato de Lula]&quot;, disse o ministro da Fazenda.
A estratégia de ajuste fiscal proposta pela campanha do candidato Lula, segundo o ministro da Fazenda, contempla manter gastos sociais para reduzir desigualdades e aumentar os investimentos, ao mesmo tempo em que permite, segundo sua visão, enfrentar o tema da (elevada) taxa de juros. 
Atualmente em 14% ao ano, o juro básico brasileiro é o maior do mundo em termos reais, segundo ranking da consultoria MoneYou. 
Analistas observam, porém, que a curva de juros em mercado para prazos mais longos (que servem de base para a venda de títulos públicos) reflete as expectativas dos agentes econômicos para gastos públicos e atividade, entre outros, e, consequentemente, para a inflação.
Diante da disparada da dívida pública e do aumento da desconfiança sobre as contas do governo, os investidores passaram a exigir taxas de juros mais altas para financiar o governo. Isso eleva o custo da chamada rolagem da dívida pública, feita por meio da emissão de títulos pelo Tesouro Nacional.
Números oficiais e projeções
Dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional mostram que as contas do governo registraram um déficit primário (sem contar juros) de: 
- R$ 258,5 bilhões em 2023 (2,1% do P(B);
- R$ 47,3 bilhões em 2024 (0,4% do PIB);
- R$ 62,6 bilhões em 2025 (0,5% do PIB); 
- R$ 52 bilhões em 2027 (0,4% do PIB), projeção oficial. 
▶️Deste modo, o ajuste implementado no primeiro mandato, se confirmadas as projeções do último relatório de receitas e despesas do orçamento, terá sido de 1,7 ponto percentual do PIB. 
O primeiro mandato do presidente Lula foi caracterizado pelo aumento de impostos, com a carga tributária batendo recordes históricos, e crescimento de despesas — autorizado pela PEC da transição, que incorporou cerca de R$ 170 bilhões em despesas anuais nos orçamentos públicos de cada ano. 
A regra do arcabouço fiscal, por sua vez, buscou limitar o crescimento das despesas, mas gastos por fora da regra fiscal tem ampliado as despesas, pressionado a taxa de juros e, também, a dívida pública, que já avançou mais de 10 pontos percentuais no segundo mandato do presidente Lula, atingindo o maior nível desde a pandemia.
???? A dívida pública é considerado um termômetro da chamada &quot;solvência&quot; de uma nação, ou seja, da capacidade de honrar seus compromissos futuros. Quanto maior o indicador, maior o risco de um calote em momentos de crise.
▶️A estratégia anunciada pela campanha do presidente Lula, de um novo ajuste fiscal de cerca de dois pontos do PIB entre 2027 e 2030, se implementado, levaria o resultado das contas públicas de um déficit primário de cerca de 0,4% do PIB, em 2026, para um superávit de 1,6% do PIB em 2030.
▶️De acordo com o relatório de Acompanhamento Fiscal de junho da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, seria necessário um superávit primário de 2,1% do PIB anual somente para estabilizar a dívida pública, ou seja, para que ela pare de crescer. 
▶️Com o ajuste gradual nas contas públicas proposto pela campanha de Lula, a dívida continuaria avançando nos próximos anos e, consequentemente, sendo uma fonte de pressão sobre a taxa de juros brasileira - com reflexos sobre a atividade produtiva e o endividamento da população e das empresas.
&quot;Ninguém enxerga um ajuste [fiscal] consistente com as regras atuais [arcabouço fiscal]. Há quase um consenso entre os analistas da economia, ninguém enxerga uma trajetória sustentável com as regras atuais. Porque, embora a receita esteja dando resposta, as despesas crescem mais do que as receitas. Então neutraliza boa parte do ajuste que você fez&quot;, avaliou Marcus Pestana, diretor-executivo da IFI. Ele defende retirar os abatimentos da meta fiscal que existem atualmente e que o governo mire no centro dos objetivos propostos (sem usar a banda existente). ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Usuários de site de apostas nos EUA tiveram acesso a informações privilegiadas das Forças Armadas, diz pesquisa</title>
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AP Photo/Wyatte Grantham-Philips
Mais de 150 carteiras na casa de apostas Polymarket International podem ter operado com base em informações priviligiadas das Forças Armadas dos Estados Unidos, segundo revelou uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (20).
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
As apostas feitas com base em informações militares também atraíram uma onda de outros apostadores e levantou preocupações, dentro do governo norte-americano, de que o mercado poderia transmitir sinais exploráveis ​​por adversários estrangeiros dos EUA, indicou ainda a pesquisa. 
O levantamento foi realizado pelo grupo de pesquisa sem fins lucrativos Anti-Corruption Data Collective (ACDC) e lança nova luz sobre prováveis ​​casos de uso de informações privilegiadas de origem militar no mercado de previsões.
O grupo encontrou uma série de apostas que foram realizadas antes de ações militares dos EUA. Em um dos casos, um soldado norte-americano foi acusado de usar informações sigilosas para apostar na deposição do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
O estudo surge em um momento em que autoridades intensificam a fiscalização sobre esse setor em rápida expansão. 
Porta-vozes da Polymarket, fundada em 2020, não responderam aos pedidos de comentário. A Polymarket afirma possuir controles rigorosos, monitorar atentamente atividades suspeitas e ter encaminhado dezenas de carteiras de negociadores às autoridades, incluindo o caso relacionado a Maduro.
A plataforma internacional da Polymarket liquida negociações em blockchain, o que significa que as apostas são públicas, embora os negociadores permaneçam anônimos. O ACDC analisou todos os mercados liquidados até 5 de maio para identificar apostas de &quot;baixa probabilidade&quot; (*long-shot*), definidas como apostas de pelo menos US$ 2.500 feitas cumulativamente em uma hora ou menos em um resultado com probabilidade de 35% ou menos.
Dentro desse universo, o ACDC identificou 556 carteiras que apelidou de &quot;Orcas&quot;, uma referência às táticas de caça precisas e seletivas da orca. Esses negociadores geralmente abriam uma conta e rapidamente faziam uma aposta de baixa probabilidade altamente bem-sucedida em mercados de nicho — onde pessoas com acesso a informações internas poderiam ter vantagem —, antes de, em muitos casos, realizarem o lucro e desaparecerem.
Desse grupo, 152 carteiras apresentaram sucesso excepcional ao apostar em mercados militares e de defesa, acumulando US$ 8 milhões em ganhos, com uma taxa média de acerto de 97,2%.
As características das &quot;Orcas&quot; podem ter outras explicações, incluindo pura sorte, afirmou o ACDC. Da mesma forma, nem todos os indivíduos com acesso a informações privilegiadas são &quot;Orcas&quot;. Gannon Ken Van Dyke, o soldado que, segundo os promotores, lucrou US$ 400 mil apostando na deposição de Maduro, construiu sua posição de forma mais gradual e, portanto, não figura entre as 152 &quot;Orcas&quot; militares identificadas. Van Dyke declarou-se inocente.
Ainda assim, essas carteiras são as mais propensas a negociar com base em segredos militares, segundo o relatório. Embora algumas dessas 152 carteiras já tenham sido identificadas anteriormente por outros pesquisadores e pela mídia, a ACDC afirma ter descoberto dezenas de outras carteiras não relatadas anteriormente.
O Departamento de Defesa não comenta questões relacionadas à inteligência ou conclusões de pesquisas de terceiros, disse um porta-voz.
**IMITADORES PODEM AMPLIFICAR SINAIS DE INSIDERS**
Lucrar com informações confidenciais do governo é, em geral, ilegal; no entanto, uma preocupação maior reside nas evidências de que as negociações militares do tipo &quot;Orca&quot; parecem atrair apostas de imitação feitas por &quot;Baleias&quot; (investidores de grande porte) e robôs de negociação automatizada, afirmou a ACDC.
Embora a prática de imitar negociações seja legal e já tenha sido documentada em mercados de previsão, a ACDC encontrou indícios de que ela pode amplificar os sinais das &quot;Orcas&quot; e propagá-los de forma mais ampla.
Quando uma &quot;Orca&quot; apostou em uma ação militar dos EUA no Irã, horas antes dos ataques de junho de 2025, por exemplo, um robô e uma &quot;Baleia&quot; fizeram apostas de imitação nos valores de US$ 200.000 e US$ 100.000, respectivamente.
Apostas semelhantes de &quot;Orcas&quot; antes dos ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel contra Teerã, em fevereiro, também pareceram desencadear uma onda de apostas iniciais de alto risco (em resultados menos prováveis) por parte de robôs e &quot;Baleias&quot; que apostavam no mesmo desfecho, segundo a pesquisa.
&quot;A maioria das pessoas subestima enormemente o grau de visibilidade da atividade de apostas incomum na Polymarket. Tudo está disponível na internet, e podemos ver sinais claros de que grandes operadores e robôs estão copiando possíveis negociações baseadas em informações privilegiadas&quot;, disse David Szakonyi, cofundador da ACDC. &quot;Seria ingenuidade pensar que agências de inteligência estrangeiras não estão monitorando esses mercados. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Só 3% das casas do Reino Unido têm ar&#45;condicionado; veja por que instalar o aparelho pode ser caro e &amp;apos;piorar calor&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/so-3-das-casas-do-reino-unido-tem-ar-condicionado-veja-por-que-instalar-o-aparelho-pode-ser-caro-e-piorar-calor</link>
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<description><![CDATA[      Com mais de dois terços do Reino Unido em situação de seca, a histórica ponte de pedra sobre o reservatório de Baitings está exposta devido à queda do nível da água em todo o país. Imagem de 13 de agosto de 2026. AP/Jon Super)
Jon Super/AP
As recentes ondas de calor fizeram com que muitas pessoas no norte da Europa passassem a buscar novas formas de refrescar suas casas.
Historicamente, os projetos de construção no norte europeu priorizaram o aquecimento dos imóveis. Mas, diante das temperaturas cada vez mais altas, mais proprietários estão considerando instalar aparelhos de ar-condicionado.
Enquanto 88% das casas nos Estados Unidos têm ar-condicionado, apenas cerca de 3% dos imóveis no Reino Unido contam com o equipamento.
LEIA TAMBÉM: Calor extremo leva Europa a repensar aversão ao ar-condicionado
Agora no g1
Quais são os principais problemas?
Instalar um sistema de ar-condicionado em uma casa já construída provavelmente custará mais de £ 6 mil (cerca de R$ 44 mil) para atender todo o imóvel.
Também será necessário passar tubulações pelas paredes, o que pode exigir reformas posteriormente. Os custos de funcionamento variam de algumas centenas a alguns milhares de libras por ano, dependendo do tamanho da propriedade.
É importante lembrar que a eletricidade no Reino Unido custa o dobro da tarifa praticada nos Estados Unidos, onde o uso de ar-condicionado é muito mais comum.
Normalmente, a instalação de um sistema de ar-condicionado envolve uma unidade externa, chamada condensadora, e uma unidade com ventilador instalada na parede ou no teto. As duas são conectadas por tubulações.
Essas tubulações transportam o fluido refrigerante da unidade externa até a unidade interna, que resfria o ar. O processo pode ser invertido durante o inverno para fornecer aquecimento. Esse tipo de equipamento é conhecido como sistema split.
Também é preciso considerar as regras de construção e autorização. As unidades condensadoras produzem ruído e podem comprometer a aparência dos imóveis.
Em geral, não é necessário obter autorização para instalar o equipamento quando as unidades ficam discretamente posicionadas. Isso, porém, pode ser mais difícil em apartamentos, já que o ruído pode incomodar imóveis vizinhos.
Nesses casos, pode ser necessário obter autorização. Por isso, é importante verificar as regras locais antes da instalação. O ar-condicionado também precisa seguir diferentes normas de construção, inclusive as relacionadas à segurança.
Rio Wye em 10 de agosto de 2026, durante a seca no Reino Unido.
Planet Labs PBC/Handout via Reuters
Instalação em imóveis históricos
Outro fator importante é a idade e o tipo de construção do imóvel.
Edifícios históricos costumam ter paredes grossas de pedra e uma grande massa térmica, o que faz com que demorem mais para esquentar ou esfriar.
Muitos deles foram projetados para serem arejados e bem ventilados, o que ajuda a controlar problemas como o excesso de umidade.
Por outro lado, isso significa que há uma maior circulação de ar para fora do imóvel, fazendo com que o ar-condicionado precise trabalhar mais. Além disso, os tetos altos aumentam o volume de ar que precisa ser resfriado.
A instalação também pode exigir autorizações específicas e ser mais complexa e cara.
Outro ponto a considerar é o nível de umidade. Dependendo do sistema de ar-condicionado utilizado, ele pode aumentar, o que pode ser especialmente problemático em construções históricas.
Quando a temperatura do ar cai, como acontece durante o resfriamento, a umidade relativa dentro do ambiente aumenta. Por isso, pode ser necessário utilizar um desumidificador.
E os aparelhos portáteis?
Outra opção são os aparelhos de ar-condicionado portáteis. Eles concentram todos os componentes em uma única máquina.
No entanto, esses equipamentos são projetados para resfriar espaços pequenos e tendem a ser menos eficientes energeticamente, o que aumenta os custos de funcionamento.
Eles também precisam de um duto para liberar o calor para fora. Normalmente, isso exige a instalação de uma abertura em uma parede externa ou em uma janela.
Deixar o tubo para fora de uma janela aberta pode permitir que o calor entre no ambiente e que o ar frio escape.
A instalação de aparelhos semelhantes aos modelos de janela comuns nos Estados Unidos também pode exigir uma consulta ao departamento responsável pelo planejamento urbano para verificar eventuais restrições.
Além disso, esses equipamentos precisam de janelas que se abram verticalmente, como as chamadas janelas de guilhotina. Esse tipo de janela não é comum em muitas casas modernas do Reino Unido.
Ao comprar um aparelho de ar-condicionado, também é preciso ficar atento a possíveis golpes. Assim como acontece com os chamados aquecedores &quot;milagrosos&quot;, há produtos de refrigeração vendidos a preços muito baixos que fazem promessas exageradas.
Consequências ambientais
O impacto ambiental também é uma preocupação antiga.
No passado, os aparelhos de ar-condicionado utilizavam CFCs, substâncias que pre ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fundador da Evergrande é condenado à prisão perpétua na China; penas de outros cinco executivos vão de 6 a 18 anos</title>
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<description><![CDATA[      Fundador da Evergrande é condenado a prisão perpétua por fraude financeira na China
O bilionário fundador da Evergrande, a incorporadora imobiliária mais endividada do mundo, foi condenado à prisão perpétua na quinta-feira (19) por um tribunal chinês, que ordenou o confisco de todos os seus bens pessoais.
Hui Ka Yan (nome em cantonês), também conhecido como Xu Jiayin (nome em mandarim), declarou-se culpado, em abril, de oito acusações, incluindo desvio de recursos, fraude na captação de fundos e captação ilegal de depósitos do público.
A Evergrande, que já foi a principal incorporadora da China, entrou em inadimplência a partir de 2021 em relação à maior parte de suas dívidas, que somam US$ 300 bilhões (cerca de R$ 1,5 trilhão); suas dificuldades são emblemáticas de uma crise no setor imobiliário que há muito tempo pesa sobre a segunda maior economia do mundo.
A sentença de Hui encerra sua trajetória de ascensão meteórica, mas dificilmente trará grande alívio aos credores nacionais e estrangeiros da Evergrande.
O ex-presidente da Evergrande, Xu Jiayin, também conhecido como Hui Ka Yan, em 2012
AFP
Além da sentença de Hui, o tribunal da cidade de Shenzhen, no sul do país, informou em comunicado que aplicou multas de 8,82 bilhões de yuans (US$ 1,31 bilhão; cerca de R$ 6,7 bilhões) à Evergrande e de 7 bilhões de yuans (cerca de R$ 5,4 bilhões) à sua principal subsidiária, a Hengda Real Estate, e condenou outros cinco executivos de alto escalão ao pagamento de multas e a penas de prisão que variam de seis a 18 anos.
Miriam Leitão comenta crise da Evergrande ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Em nome de Lula, Durigan acena com ajuste gradual das contas públicas para reduzir juros</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou nesta quinta-feira (20) que, em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre novamente à reeleição, a equipe econômica promoverá um ajuste das contas públicas na mesma intensidade da gestão — de dois pontos do Produto Interno Bruto (PIB), um movimento gradual.
Falando como representante da campanha de Lula à rádio CBN, o ministro declarou que o &quot;arcabouço fiscal&quot;, a atual regra para as contas públicas aprovada em 2023, será mantida, e que a equipe econômica seguirá trabalhando em propostas para cortar gastos obrigatórios e retomar receitas, ou seja aumentar a arrecadação, &quot;no que for injusto&quot;.
&quot;De modo que a gente faça um esforço fiscal, como foi feito nesse governo, que a gente fez um esforço fiscal de de 2% do PIB. Isso é o fundamental para as pessoas entenderem que não tem navegação no escuro. Que estamos prontos para fazer um esforço de mesma dimensão [em um eventual novo mandato de Lula]&quot;, disse o ministro da Fazenda.
A estratégia de ajuste fiscal proposta pela campanha do candidato Lula, segundo o ministro, contempla manter gastos sociais para reduzir desigualdades e aumentar os investimentos, ao mesmo tempo em que permite, segundo sua visão, enfrentar o tema da (elevada) taxa de juros. 
Números oficiais
Dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional mostram que as contas do governo registraram um déficit primário (sem contar juros) de: 
R$ 258,5 bilhões em 2023 (2,1% do P(B);
R$ 47,3 bilhões em 2024 (0,4% do PIB);
R$ 62,6 bilhões em 2025 (0,5% do PIB); 
R$ 52 bilhões em 2027 (0,4% do PIB), projeção oficial. 
Deste modo, o ajuste implementado no primeiro mandato, se confirmadas as projeções do último relatório de receitas e despesas do orçamento, terá sido de 1,7 ponto percentual do PIB. 
O primeiro mandato do presidente Lula foi caracterizado pelo aumento de impostos, com a carga tributária batendo recordes históricos, e aumento de despesas - autorizado pela PEC da transição, que incorporou cerca de R$ 170 bilhões em despesas anuais nos orçamentos públicos de cada ano. 
A regra do arcabouço fiscal, por sua vez, buscou limitar o crescimento das despesas, mas gastos por fora da regra fiscal tem ampliado as despesas, pressionado a taxa de juros e, também, a dívida pública, que já avançou mais de 10 pontos percentuais no segundo mandato do presidente Lula, atingindo o maior nível desde a pandemia.
Taxa de juros
Atualmente em 14% ao ano, o juro básico brasileiro é o maior do mundo em termos reais, segundo ranking do MoneYou. Analistas observam, porém, que a curva de juros em mercado para prazos mais longos (que servem de base para a venda de títulos públicos) reflete as expectativas dos agentes econômicos para gastos públicos e atividade, entre outros, e, consequentemente, para a inflação. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que fundador de gigante do setor imobiliário foi condenado à prisão perpétua na China</title>
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<description><![CDATA[      Hui Ka Yan, ao centro, é fundador do grupo chinês Evergrande
Shenzhen Intermediate People’s Court/WeChat via BBC
O fundador da Evergrande — gigante do setor imobiliário no centro de uma grande crise do mercado imobiliário chinês — foi condenado nesta quinta-feira (20/08) à prisão perpétua e teve todos os seus bens pessoais confiscados.
Hui Ka Yan se declarou culpado em abril de várias acusações, incluindo apropriação indevida de bens e suborno corporativo.
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O Tribunal Popular Intermediário de Shenzhen também multou suas antigas empresas em um total de 15,82 bilhões de yuans (R$ 11 bilhões) por diversos crimes, incluindo falsificação de registros e ocultação de dívidas.
A sentença de Hui marca um momento crucial nas consequências do colapso da Evergrande, que abalou o setor imobiliário da China e afetou duramente investidores e bancos do país.
Hui e seus negócios &quot;perturbaram seriamente&quot; o mercado imobiliário chinês, resultando em perdas econômicas significativas, afirmou o tribunal.
Agora no g1
Outros executivos da Evergrande, incluindo os dois filhos de Hui, Xu Zhijian e Xu Tenghe, também foram condenados a penas de prisão que variam de 22 meses a 18 anos, de acordo com a mídia estatal.
Considerado em anos recentes o homem mais rico da Ásia, Hui viu sua fortuna e influência diminuírem à medida que sua empresa entrou em colapso.
Hui, também conhecido como Xu Jiayin, teve uma origem humilde na zona rural da China, onde foi criado pela avó antes de se aventurar no ramo imobiliário e fundar a Evergrande em 1996.
Ele supervisionou a ascensão meteórica da empresa por meio de um programa de expansão agressivo, financiado com grandes quantias de dinheiro emprestado.
A Evergrande tornou-se a maior incorporadora imobiliária da China, com um valor de mercado superior a US$ 50 bilhões (R$ 258 bilhões).
A empresa sofreu um duro golpe quando Pequim introduziu medidas em 2020 para controlar a dívida no setor imobiliário do país.
Enquanto a empresa lutava para pagar os juros de suas dívidas, ela vendeu propriedades com grandes descontos, antes de entrar em colapso em 2021.
Em abril, o tribunal ouviu que a empresa havia recebido milhões de dólares em financiamento que foi direcionado para novos empreendimentos imobiliários, resultando em centenas de projetos inacabados.
Em março de 2024, Hui foi multado em US$ 6,5 milhões e banido do mercado de capitais da China para sempre, porque sua empresa superestimou sua receita em US$ 78 bilhões.
A avaliação de mercado das ações da Evergrande caiu 99% antes de suas ações serem retiradas da bolsa de valores de Hong Kong em agosto de 2025, após mais de uma década e meia de negociação.
O colapso da Evergrande tem sido frequentemente apontado como o fator que desencadeou uma recessão mais ampla no mercado imobiliário chinês, que continua afetando negativamente a economia.
Em seu auge, a Evergrande era a maior empresa do setor imobiliário do país, que representava cerca de um terço do produto interno bruto da China na época.
O mercado imobiliário foi um importante motor de crescimento e uma fonte de receita significativa para os governos locais na China.
Os problemas persistentes do setor têm afetado gravemente a segunda maior economia do mundo, visto que várias outras grandes construtoras também passaram a enfrentar dificuldades financeiras.
Hui Ka Yan (nome em cantonês), também conhecido como Xu Jiayin (nome em mandarim), em 2012
AFP ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Leilão da Casas Bahia tem notebooks, celulares e eletrodomésticos; veja como não cair em golpe</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia deve R$ 8 bilhões a 50 fornecedores; varejista pediu recuperação judicial
Um leilão de produtos da Casas Bahia termina nesta quinta-feira (20), pela plataforma Kwara. Os itens são provenientes de lojas fechadas em meio à crise financeira da varejista. A lista inclui notebooks, smartphones, refrigeradores, lavadoras e fogões.
O leilão, que coincide com o pedido de recuperação judicial da empresa, ganhou repercussão nas redes sociais, mas também abriu espaço para golpes.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A Kaspersky afirma que ainda não identificou uma campanha fraudulenta específica relacionada à recente liquidação de estoques, mas alerta que esse tipo de golpe já é conhecido. Segundo a empresa, criminosos costumam clonar sites de leiloeiros reais e criar páginas falsas para receber pagamentos das vítimas.
O PIX é um dos principais pontos de atenção. Como a transferência é instantânea, o dinheiro pode ser rapidamente distribuído entre diferentes contas, dificultando a recuperação dos valores.
&quot;Para não cair em páginas clonadas, recomendamos a verificar a reputação da plataforma, confirmar os dados do leiloeiro, ler o edital com cautela e, principalmente, validar o destinatário na hora do pagamento&quot;, afirma Fabio Assolini, pesquisador líder de segurança da Kaspersky.
Como evitar golpes em leilões
Veja as principais dicas de como não cair em golpes:
Pesquise a reputação do site: consulte o histórico da plataforma em sites de defesa do consumidor, como o Reclame Aqui. Também verifique o portal Leilão Seguro, que mantém uma lista de sites de leilão falsos;
Leia o edital: confira as condições da venda antes de dar um lance. Em leilões de logística reversa e desativação, os produtos são vendidos &quot;no estado em que se encontram&quot; e podem ter avarias, componentes ausentes ou defeitos não aparentes;
Calcule o custo total: o valor do lance não é necessariamente o preço final. Pode haver comissão de 5% do leiloeiro e outras taxas administrativas, dependendo da plataforma;
Confira a retirada: em geral, o produto não é entregue em casa. O arrematante é responsável por desmontar, embalar e transportar o item a partir do local indicado pela organizadora. Verifique no edital os prazos e horários de retirada, além de possíveis multas por atraso ou perda do lote;
Confirme o registro do leiloeiro: verifique se o profissional está registrado na Junta Comercial do estado em que atua. O nome e a matrícula podem ser consultados no site do órgão;
Tenha atenção ao pagamento: em um leilão legítimo, o pagamento deve ser feito para a conta da pessoa jurídica organizadora ou diretamente para a conta do leiloeiro oficial. Evite Pix, TED ou depósitos para contas de terceiros ou CPFs desconhecidos.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que grandes redes de varejo estão fechando lojas e pedindo recuperação judicial</title>
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<description><![CDATA[      Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
Fechamento de lojas, recuperações judiciais e falências deixaram de ser episódios isolados no varejo. 
Da Europa aos Estados Unidos e ao Brasil, grandes redes que dominaram o consumo nas últimas décadas enfrentam dificuldades para se adaptar a um cenário marcado por juros elevados, consumidores cada vez mais exigentes e concorrência crescente.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A alemã Galeria Kaufhof avalia fechar dezenas de lojas e mantém uma página dedicada a listar as unidades já encerradas. A brasileira Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial.
Já a americana Sears, símbolo do varejo em décadas passadas, luta para permanecer em operação após &quot;sobreviver a duas guerras mundiais, uma depressão econômica e diversas oscilações financeiras&quot;.
Embora cada caso tenha suas particularidades, especialistas apontam uma combinação de fatores econômicos, transformação digital e mudanças nos hábitos de consumo como as principais causas das dificuldades enfrentadas pelo setor.
Parte dessas transformações já vinha sendo observada há mais de uma década. Em meados dos anos 2010, o termo Retail Apocalypse (&quot;apocalipse do varejo&quot;) ganhou força no mercado financeiro com a expansão do comércio eletrônico, segundo o jornal Financial Times. 
Hoje, porém, analistas avaliam que a pressão sobre o setor vai além da digitalização e inclui desafios financeiros e competitivos cada vez mais complexos.
Na Alemanha, que também enfrenta um cenário desafiador para o varejo, um estudo da seguradora de crédito Allianz Trade contabilizou 2.490 falências no setor entre agosto de 2024 e agosto de 2025. Já a Sears, que chegou a ser a maior varejista dos Estados Unidos, mantinha apenas cinco lojas no país ao fim de 2025, segundo a Forbes.
 No Brasil, além das Casas Bahia, a rede de móveis Marabraz também pediu recuperação judicial.
Apesar das dificuldades enfrentadas por grandes empresas, especialistas ressaltam que não existe uma única explicação para o momento vivido pelo setor.
Plataformas globais espremem as margens de varejistas ao redor do mundo, segundo especialistas
Foto: Alain Apaydin/ABACA/picture alliance
Novos modelos de consumo e negócios
Para Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores, especializada em varejo, &quot;há uma continuidade, mas não se trata exatamente do mesmo fenômeno&quot; do apocalipse do varejo, inicialmente associado à dificuldade de grandes redes tradicionais de adaptar amplas estruturas de lojas físicas a uma nova forma de consumo.
Segundo ela, a transformação digital continua em curso, mas agora é acompanhada por uma pressão financeira maior. 
Depois de anos de crédito barato, empresas que expandiram suas operações por meio de endividamento passaram a enfrentar juros mais altos, crédito mais restrito e custos maiores para manter estoques e financiar suas operações. Ao mesmo tempo, os consumidores lidam com dívidas crescentes e perda de poder de compra.
&quot;Estamos em uma segunda fase dessa transformação: a primeira colocou em questão o modelo tradicional de loja física; a atual testa a sustentabilidade financeira dos negócios&quot;, acrescenta.
Os impactos variam de acordo com o segmento. Varejistas de bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e eletrônicos, tendem a sofrer mais em períodos de juros elevados porque dependem do crédito ao consumidor e da manutenção de grandes estoques.
Já empresas que vendem produtos essenciais e de compra frequente costumam ser mais resistentes a esse cenário.
&quot;Por isso, não considero correto falar em uma crise generalizada do varejo. Existem modelos de negócio e categorias muito mais expostos do que outros. O próprio varejo global voltou a crescer em termos reais em 2025, o que mostra que não existe um colapso do setor como um todo&quot;, explica.
Para Ulysses Reis, professor da Strong Business School (SBS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), comportamento do consumidor, economia e tecnologia estão diretamente ligados nesse cenário.
Ele observa que a pandemia acelerou mudanças de hábitos e consolidou o comércio eletrônico entre consumidores que hoje priorizam praticidade, rapidez e comparação de preços.
Entre esses novos modelos estão o dropshipping, em que o vendedor comercializa produtos sem manter estoque próprio; os showrooms, usados apenas para exposição; o conceito phygital, que combina experiências físicas e digitais; e, em um futuro próximo, as inteligências artificiais capazes de automatizar decisões de compra de forma personalizada com base nas informações fornecidas pelos consumidores.
Segundo Ulysses, todos esses modelos priorizam a eficiência logística e a redução de custos fixos, tornando ultrapassado o modelo tradicional das lojas de departamento.
Pressão econômica global
Embora os níveis de juros variem entre os países, especialistas apontam desafios econômicos semelhantes em diferentes mercados.
Eduardo Yamashita, sócio-diretor da consultoria Gouvêa Inteligência, afirma qu ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Sair durante atestado ou gravar trend no trabalho pode dar justa causa? Entenda os limites</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/sair-durante-atestado-ou-gravar-trend-no-trabalho-pode-dar-justa-causa-entenda-os-limites</link>
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<description><![CDATA[      Técnica de enfermagem foi demitida após gravar trend em hospital
Reprodução/Instagram de Sirlany Maria
Dois casos envolvendo demissões por justa causa chamaram atenção nesta semana e levantaram dúvidas sobre em quais situações o comportamento de um funcionário pode levar a esse tipo de desligamento.
Em Goiás, uma técnica de enfermagem foi demitida após gravar e publicar nas redes sociais o vídeo de uma trend dentro de um hospital de Jataí, na região sudoeste do estado. (entenda o caso)
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Já em Blumenau, em Santa Catarina, a Justiça do Trabalho manteve a demissão por justa causa de um funcionário flagrado dançando na Oktoberfest enquanto estava afastado por atestado médico.   (entenda o caso)
???? Afinal, quando uma atitude pode levar à justa causa? O trabalhador de atestado pode sair de casa? E gravar vídeos durante o expediente pode resultar em demissão? A resposta é: depende.
Técnica de enfermagem é demitida após gravar vídeo de trend dentro de hospital
Trabalhador afastado com atestado é demitido por justa causa após ser visto dançando
Quando uma conduta pode dar justa causa?
A demissão por justa causa é a punição mais grave que pode ser aplicada ao trabalhador. A CLT prevê uma série de situações que podem levar a esse tipo de desligamento, como abandono de emprego, indisciplina, insubordinação, desídia e atos de improbidade, além de ofensas físicas ou à honra.
Mas cometer uma irregularidade no trabalho não significa, automaticamente, que o funcionário possa ser demitido por justa causa. 
Segundo Ricardo Calcini, professor de Direito do Trabalho do Insper, a empresa precisa analisar a gravidade do comportamento e ter provas do que aconteceu e de quem praticou o ato. Também é preciso avaliar se o episódio tem relação com o trabalho e se a punição é proporcional à falta cometida. 
“A empresa precisa comprovar que a conduta foi grave o suficiente para quebrar a relação de confiança com o trabalhador”, explica Calcini.
Na prática, quanto mais grave a falta, mais severa pode ser a punição. Em situações menos graves, a empresa pode recorrer primeiro a medidas como advertência ou suspensão.
Isso não significa, porém, que todo funcionário precise receber uma advertência antes de ser demitido por justa causa. Segundo Calcini, quando a falta é grave o suficiente para romper a confiança entre empregado e empregador, a demissão pode ser aplicada diretamente.
O histórico profissional também pode entrar nessa avaliação. Um funcionário com muitos anos de empresa e sem punições anteriores, por exemplo, pode ter esse fator considerado. Por outro lado, advertências, suspensões e a repetição de comportamentos inadequados podem pesar contra ele.
A advogada trabalhista Zilda Ferreira reforça que uma atitude pode ser considerada irregular e merecer punição sem necessariamente ser grave o suficiente para levar à justa causa. “Não basta provar que o empregado fez algo inadequado”, afirma a advogada trabalhista. 
Por isso, segundo os especialistas, cada situação precisa ser analisada individualmente, levando em conta o que aconteceu, a gravidade do ato, as provas disponíveis e o histórico do funcionário.
Justa causa por trabalhar 4 minutos a mais: quando fazer hora extra pode virar motivo de demissão?
Posso sair de casa durante um atestado médico?
Sim. Estar afastado do trabalho por atestado médico não significa que o funcionário seja obrigado a permanecer dentro de casa durante todo o período, explica Calcini. Ir a uma festa, show ou outro evento durante o afastamento não configura, por si só, motivo para justa causa.
Segundo o professor, o atestado afasta o funcionário da obrigação de comparecer ao trabalho, mas não significa que ele tenha de permanecer em casa durante todo o período. O ponto principal é saber se a atividade realizada é compatível com a doença ou lesão que provocou o afastamento e com as recomendações médicas.
O que pode justificar a demissão não é o lazer em si, mas a incompatibilidade entre a atividade exercida e a doença ou lesão atestada.
Zilda explica que também devem ser considerados fatores como o tipo de doença ou lesão, a atividade realizada, sua intensidade e duração e um eventual impacto na recuperação. Além disso, a situação pode ser mais grave se houver indícios de fraude na obtenção ou no uso do atestado.
No caso do funcionário de Santa Catarina, um elemento importante é que, segundo o processo, o atestado determinava repouso absoluto por 90 dias. Seis dias depois do acidente e da fratura no tornozelo, ele foi flagrado dançando na Oktoberfest.
Segundo Calcini, quando há uma orientação expressa de repouso e o funcionário pratica uma atividade incompatível com ela, o comportamento pode ser considerado grave e, dependendo das circunstâncias, levar à justa causa.
Funcionário é demitido após ir à praia durante licença médica; Justiça mantém justa causa
E gravar uma trend no trabalho?
Gravar um vídeo para as redes sociais durante o expediente  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Ministro das relações exteriores do Irã diz que &amp;apos;Dia D econômico&amp;apos; de Trump trará &amp;apos;mais derrota&amp;apos; aos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que não há perspectiva de negociações com o Irã
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na quinta-feira (20) que o &quot;Dia D Econômico&quot; dos EUA contra o Irã foi uma distração dos problemas econômicos americanos e alertou que a pressão adicional fracassaria. De acordo com Araqchi, decisão de Trump só trará &quot;mais derrota&quot; aos Estados Unidos.
Nesta quarta-feira (19), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o que chamou de &quot;operação econômica mais esmagadora&quot; já realizada contra um país, tendo como alvo o Irã com guerra econômica e isolamento. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
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&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Segundo Trump, a &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã irá asfixiar o país.
Quem pode ser afetado?
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso em 14 de agosto de 2026
Ken Cedeno/Reuters
Há dúvidas sobre a efetividade de uma guerra econômica contra o Irã. O país já é alvo de uma série de sanções, que dificultam o comércio com outras nações.
Além disso, em janeiro, Trump já havia anunciado uma tarifa de 25% para qualquer país que fizesse negócios com o Irã.
Mesmo sob sanções, porém, o Irã mantém uma grande rede de parceiros comerciais, principalmente por ser um importante produtor de petróleo. Apenas em 2022, segundo o Banco Mundial, o Irã enviou produtos para 147 países.
Atualmente, a China é o principal parceiro comercial do Irã. Em 2022, o país exportou US$ 22 bilhões em produtos para os chineses. Já as importações chegaram a US$ 15 bilhões.
Em segundo lugar aparece a Índia. Nos primeiros dez meses de 2025, o comércio entre os dois países somou US$ 1,34 bilhão. As principais exportações indianas para o Irã incluem arroz, frutas, verduras, medicamentos e outros produtos farmacêuticos.
A lista de grandes parceiros comerciais do Irã também inclui Alemanha, Coreia do Sul e Japão, países que são aliados dos Estados Unidos.
O Irã não figura entre os 20 principais parceiros comerciais do Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No entanto, é um dos principais destinos brasileiros no Oriente Médio.
Em 2025, empresas brasileiras importaram US$ 84,5 milhões do país, principalmente ureia, pistache e uvas secas. Já as exportações somaram US$ 2,9 bilhões, com destaque para milho, soja e açúcar.
*Com informações da Reuters.
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Agora no g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Homem&#45;Aranha na BMW abre discussão: montadoras podem colocar propaganda na tela do carro?</title>
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<description><![CDATA[      BMW fez ação em parceria com estúdio de cinema em telas de multimídia de carros da marca
Reprodução / Instagram
No começo de agosto, proprietários de BMW em mais de 70 países se depararam com um novo ícone na tela da central multimídia dos carros. Ao ligar o veículo, um banner do filme &quot;Homem-Aranha: Um Novo Dia&quot; aparece no sistema.
Ao tocar na imagem, o motorista pode iniciar uma animação inspirada no filme. A ação também utiliza recursos do veículo, com efeitos sincronizados entre a iluminação da cabine e a tela da central multimídia. 
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A campanha é resultado de uma parceria da BMW com a Sony e a Marvel. Os carros da marca também aparecem no filme.
Nas redes sociais de outros países, a iniciativa provocou reações negativas entre proprietários. Parte dos donos de BMW questionou a presença de publicidade na central multimídia e afirmou que não gostaria de receber esse tipo de conteúdo dentro do próprio veículo.
Agora no g1
A campanha abriu uma discussão mais ampla: as montadoras podem usar a central multimídia dos carros para vender espaço publicitário? O proprietário pode recusar esse tipo de conteúdo? E o que acontece quando a propaganda é direcionada a partir de dados do motorista?
O g1 procurou a BMW para saber se a campanha também foi realizada no Brasil, mas não havia recebido resposta até a última atualização desta reportagem. 
A possibilidade de montadoras exibirem publicidade na central multimídia dos carros não é, por si só, proibida no Brasil. Mas a empresa não tem liberdade para transformar a tela do veículo em um espaço publicitário sem limites.
Animação do herói Homem-Aranha é exibida em carros da BMW para promover parceria em filme
Reprodução / Instagram
Segundo especialistas, a forma como os anúncios são apresentados, o uso de dados pessoais, as informações dadas ao consumidor e os efeitos sobre a segurança são alguns dos pontos que precisam ser considerados.
Para Gisele Karassawa, sócia do VLK Advogados, uma montadora pode explorar comercialmente o sistema do veículo, diretamente ou por meio de parceiros. O fato de a central estar dentro de um bem privado não impede a publicidade, mas também não dá à empresa autorização irrestrita para fazer o que quiser.
A advogada afirma que a atividade precisa respeitar:
Contrato de compra;
Expectativas do consumidor;
Código de Defesa do Consumidor (CDC);
Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD);
Regras relacionadas à segurança do produto.
Uma mudança posterior que introduza anúncios invasivos em um veículo vendido sem essa característica pode levantar questionamentos sobre prática abusiva ou falha de informação.
&quot;Aceitar os &#039;Termos’ não significa renunciar à privacidade nem autorizar qualquer uso futuro dos dados”, explica a advogada.
Mesmo que exista uma previsão nos termos de uso do veículo, isso não significa que a montadora tenha autorização para utilizar dados ou alterar a experiência do consumidor de qualquer maneira.
Mas a montadora pode vender espaço publicitário? Para Anderson Silva, advogado, professor universitário e CEO da A2 Paralegal, a resposta é sim.
Segundo ele, não há uma proibição geral para que a montadora comercialize espaço dentro da interface digital do veículo. Os carros passaram a funcionar também como plataformas conectadas, com software, aplicativos e conteúdo.
Isso não significa, porém, que qualquer publicidade seja permitida. O anúncio precisa ser transparente, não pode prejudicar funções do veículo, ser abusivo ou comprometer a segurança.
Há ainda uma preocupação específica com conteúdos exibidos na tela dianteira enquanto o carro está em movimento, já que a legislação de trânsito estabelece regras para evitar a distração do motorista.
“O limite está na forma como isso é feito. Contrato, LGPD e Código de Defesa do Consumidor precisam caminhar juntos”, diz o advogado.
Silva também destaca que a existência de uma propaganda na tela, por si só, não significa que a montadora esteja cometendo uma irregularidade. Para haver responsabilidade, é necessário analisar o caso concreto.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras para o tratamento de informações que possam identificar uma pessoa. No caso de publicidade, ela é relevante quando a montadora usa dados do proprietário ou motorista para decidir qual anúncio será exibido.
Entre os exemplos estão:
Localização;
Perfil;
Hábitos;
Comportamento do usuário.
Se a propaganda for simplesmente enviada para todos os veículos de determinado modelo, sem utilização de dados pessoais para selecionar os destinatários, os advogados afirmam que a questão está principalmente relacionada ao direito do consumidor, e não necessariamente à LGPD.
A situação muda quando existe personalização. Nesse caso, a empresa precisa ter uma base legal para utilizar os dados e respeitar princípios como finalidade, necessidade e transparência.
Se o tratamento estiver baseado em consentimento, o consumidor pode revogá-lo. Quando a base utiliz ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fundador da Evergrande é condenado a prisão perpétua na China; penas de outros cinco executivos vão de 6 a 18 anos</title>
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<description><![CDATA[      O ex-presidente da Evergrande, Xu Jiayin, também conhecido como Hui Ka Yan, em 2012
AFP
O bilionário fundador da Evergrande, a incorporadora imobiliária mais endividada do mundo, foi condenado à prisão perpétua na quinta-feira (19) por um tribunal chinês, que ordenou o confisco de todos os seus bens pessoais.
Hui Ka Yan (nome em cantonês), também conhecido como Xu Jiayin (nome em mandarim), declarou-se culpado, em abril, de oito acusações, incluindo desvio de recursos, fraude na captação de fundos e captação ilegal de depósitos do público.
A Evergrande, que já foi a principal incorporadora da China, entrou em inadimplência a partir de 2021 em relação à maior parte de suas dívidas, que somam US$ 300 bilhões (cerca de R$ 1,5 trilhão); suas dificuldades são emblemáticas de uma crise no setor imobiliário que há muito tempo pesa sobre a segunda maior economia do mundo.
A sentença de Hui encerra sua trajetória de ascensão meteórica, mas dificilmente trará grande alívio aos credores nacionais e estrangeiros da Evergrande.
Além da sentença de Hui, o tribunal da cidade de Shenzhen, no sul do país, informou em comunicado que aplicou multas de 8,82 bilhões de yuans (US$ 1,31 bilhão; cerca de R$ 6,7 bilhões) à Evergrande e de 7 bilhões de yuans (cerca de R$ 5,4 bilhões) à sua principal subsidiária, a Hengda Real Estate, e condenou outros cinco executivos de alto escalão ao pagamento de multas e a penas de prisão que variam de seis a 18 anos.
Miriam Leitão comenta crise da Evergrande ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Apesar de queda na fila no INSS, pessoas relatam espera de até 8 meses por resposta a pedido de benefício</title>
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<description><![CDATA[      A fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem recuando e atingiu o menor patamar em 21 meses, segundo dados do Ministério da Previdência Social. 
Apesar da redução, pessoas ouvidas pelo g1 relatam uma espera de até oito meses por uma resposta a pedidos de benefício. E dizem enfrentar dificuldades durante o processo.
Dados do governo mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho, o que representa, segundo a Previdência Social, uma redução de 74% desde o início do ano.
A queda ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmar que pretende zerar a fila ainda em 2026.
O g1 entrevistou pessoas que aguardam há meses por uma resposta, tiveram pedidos negados ou enfrentaram dificuldades durante as perícias médicas. Conheça alguns relatos nesta reportagem:
Motorista de app enquanto aposentadoria não sai
José Flávio trabalha como motorista de app enquanto aguarda resposta a pedido de aposentadoria
Acervo pessoal
José Flávio Costa, 58 anos, aguarda há cerca de oito meses uma resposta do INSS ao pedido de aposentadoria feito em 24 de novembro de 2025.
Enquanto espera, trabalha como motorista de aplicativo para manter as despesas da casa em dia e pagar o apartamento que financiou.
Ele afirma que começou a trabalhar ainda na infância, e passou 27 anos trabalhando como motorista de ônibus. “Um trabalho exaustivo, muito cansativo”, afirma.
Trabalhando com aplicativo, José Flávio afirma que chega a ficar até 13 horas na rua para tentar atingir a meta de renda. “É muito desgastante&quot;, complementa.
Depois de mais de 50 anos de trabalho, José lamenta o fato de estar enfrentando dificuldade para obter a aposentadoria.
“O que vai me restar é trabalhar de aplicativo até quando eu aguentar, até quando o corpo fala: ‘Hoje eu não aguento mais. Hoje você tem que parar’. Então, se eu me aposentar, eu consigo quitar meu apartamento. Eu consigo chegar numa velhice mais saudável, porque do jeito que tá é difícil chegar lá”, diz.
Erika aguarda benefício enquanto espera cirurgia
Erika Antônia é cozinheira e diz estar impossibilitada de trabalhar em razão de problemas na coluna
Acervo pessoal
Cozinheira em um resort na cidade de Ubatuba (SP), Erika Antônia Bonifácio, 38 anos, está sem receber o benefício do INSS e sem salário enquanto aguarda, há cerca de seis meses, uma cirurgia na coluna pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os problemas físicos, afirma Erika, começaram há cerca de cinco anos. Em fevereiro do ano passado, a cozinheira avaliou não ter mais condições de continuar trabalhando. Ela chegou a receber o benefício por incapacidade temporária entre março e julho de 2025.
No entanto, depois desses pagamentos, a continuidade do benefício foi negada após a realização de uma perícia do INSS. 
O caso foi levado à Justiça, que reconheceu a incapacidade laboral. O INSS, então, voltou a pagar o benefício até maio deste ano, mas, após uma reavaliação em julho, o pagamento foi encerrado novamente.
Erika trabalha desde os 16 anos, mas hoje afirma depender financeiramente do marido. O filho, de 11 anos, também ajuda nas tarefas domésticas que ela tem dificuldade para fazer.
Para Erika, o benefício é necessário não apenas para garantir a renda da família, mas para conseguir continuar o tratamento enquanto não pode voltar ao trabalho.
“Muitas vezes, acham que as pessoas que vão atrás de um benefício desses que é para dar golpe. E não é. A gente só quer a oportunidade de poder fazer um tratamento justo. Não é brincadeira, a gente não tá inventando coisa”, finaliza.
Demora no resultado da perícia
Maria Delene trabalhava como vendedora e, agora, aguarda resultado de perícia do INSS para receber benefício
Acervo pessoal
Maria Delene Oliveira tem 52 anos e conta que trabalha desde os 11 anos para ajudar a família. Ela deixou o emprego de vendedora com carteira assinada no ano passado por causa de problemas nos joelhos, quadril, lombar e ombros.
Ela pediu um benefício por incapacidade temporária em dezembro do ano passado e só conseguiu passar pela perícia cerca de sete meses depois. O resultado, no entanto, ainda não saiu.
Paralelamente, ela faz bicos como costureira, o que lhe permite alternar momentos sentada e em pé.
O dinheiro ajuda a pagar as despesas e a manter o plano de saúde para tratamento de saúde. “Eu ganho por dia. Se eu trabalhar eu ganho, senão, eu não ganho&quot;, afirma.
Durante a perícia, Maria diz que teve dificuldades para explicar todos os problemas que enfrenta. Ela teme que o fato de ter conseguido andar e permanecido em pé durante a avaliação seja interpretado como capacidade para trabalhar.
Como recorrer das decisões do INSS
INSS reduz fila de espera, mas aumenta número de benefícios negados
➡️ O número de benefícios negados tem registrado forte elevação. Em junho, os indeferimentos se aproximaram da marca de 1 milhão.
➡️ No acumulado do ano de 2026, o volume de benefícios rejeitados cresceu 70% na comparação com o me ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Vazamento de dados na Latam: entenda o que foi exposto e como se proteger</title>
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<description><![CDATA[      Latam não revelou quantos clientes foram afetados
Latam/Divulgação
Clientes da companhia aérea Latam tiveram dados pessoais e parte de números de cartões de crédito expostos após um incidente de segurança que permitiu consultas não autorizadas a seu sistema.
Em comunicado enviado na quarta-feira (19) por e-mail, a Latam disse que o caso foi identificado em 29 de julho, mas só foi divulgado depois de uma análise técnica para identificar quais clientes e quais dados foram atingidos.
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A empresa não revelou quantos clientes foram afetados. O g1 solicitou a informação, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Ao comunicar o caso, a Latam orientou clientes a permanecerem atentos a eventuais mensagens e ligações de terceiros usando os dados cadastrais para tentar aplicar golpes. Veja abaixo o que foi exposto e quais cuidados a companhia recomenda.
Agora no g1
Quais dados foram expostos?
Segundo a Latam, os dados que puderam ser consultados por pessoas não autorizadas incluem:
nome completo;
data de nascimento;
e-mail;
telefone;
endereço residencial;
número de sócio do Latam Pass;
categoria no programa de fidelidade;
saldo de milhas;
pontos qualificáveis;
seis primeiros e quatro últimos dígitos do cartão de crédito;
bandeira do cartão;
nome do titular do cartão;
data de validade do cartão.
A companhia afirmou que não foram expostos o número completo do cartão, o código de segurança e as senhas.
Como se proteger?
A Latam orientou clientes a ficarem atentos a possíveis tentativas de golpes usando as informações que ficaram expostas.
A empresa alertou especialmente para eventuais pedidos de pagamentos, transferências, senhas ou códigos de confirmação. Por isso, clientes devem desconfiar de contatos que façam esse tipo de solicitação em nome da empresa.
&quot;Como algumas informações de contato foram visualizadas, orientamos atenção redobrada quanto a potenciais tentativas de mensagens ou ligações falsas&quot;, afirmou, no comunicado.
&quot;A Latam jamais solicita senhas de acesso, tokens enviados por SMS ou dados completos de cartão de crédito por telefone ou aplicativos de mensagens&quot;.
O que a Latam fez após identificar o problema?
A Latam informou que tomou medidas assim que identificou o incidente.
Segundo a empresa, foram bloqueados endereços de IP considerados suspeitos, o código-fonte do sistema foi corrigido e foram aplicadas travas adicionais de segurança.
A companhia também disse que notificou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 50 milhões nesta quinta&#45;feira; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.047 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 50 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (20), em São Paulo.
No concurso da última terça (18), nenhuma aposta acertou os seis números e o prêmio acumulou. Veja os números sorteados: 16 - 23 - 24 - 33 - 36 - 52.
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O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Maior térmica do Brasil é paralisada após falha em equipamento</title>
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<description><![CDATA[      Usina GNA II, no complexo portuário do Açu, no Rio de Janeiro, é a maior termelétrica do país
Divulgação/GNA
A usina GNA II, maior termelétrica do país, interrompeu a operação em 10 de agosto após uma falha no disjuntor da turbina a vapor, que afetou o transformador elevador da unidade, segundo fato relevante divulgado pela companhia nesta quarta-feira (19).
Com 1,7 gigawatt (GW) de potência instalada, o empreendimento pertence a uma joint venture entre BP, Siemens e SPIC Brasil. A usina fica no complexo portuário do Açu, no Rio de Janeiro, e é movida a gás natural.
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A empresa afirmou que os sistemas de proteção atuaram como previsto, resultando no desligamento da usina, e que não houve feridos nem impactos ambientais decorrentes do incidente.
&quot;As equipes técnicas da companhia, com o apoio do fabricante do equipamento, estão conduzindo uma avaliação das causas do evento e do plano de retorno da UTE GNA II à operação&quot;, disse a empresa, sem dar previsão.
Agora no g1
A indisponibilidade da unidade foi comunicada ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e já está refletida na programação de despacho do órgão.
A empresa acrescentou que as instalações compartilhadas com a UTE GNA I Geração de Energia, no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, incluindo o terminal de GNL e a FSRU, não foram afetadas e continuam operando normalmente.
A companhia informou ainda que comunicou o evento à seguradora e que a inspeção e a regulação do sinistro estão em andamento. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Trump anuncia &amp;apos;guerra econômica&amp;apos; contra o Irã e ameaça países que ajudarem o regime</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que não há perspectiva de negociações com o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (19) que está lançando uma &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã. Ele também ameaçou punir qualquer país que ajudar a manter a economia iraniana funcionando.
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Em uma publicação na Truth Social, Trump afirmou que irá promover a &quot;operação econômica mais devastadora já adotada contra qualquer país&quot;. Segundo ele, a campanha será uma forma de &quot;guerra econômica&quot; e de isolamento do Irã em uma escala sem precedentes.
&quot;QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam qualquer tipo de apoio ao Irã também enfrentará CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS ENORMES&quot;, publicou.
&quot;Contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, casas de câmbio, registros de navios, empresas de fachada — tudo isso precisa parar AGORA. Vocês sabem quem são.&quot;
???? O presidente não detalhou como a ofensiva vai funcionar nem afirmou como irá punir países que colaboram com o Irã.
Trump afirmou ainda esperar que todos os aliados dos Estados Unidos trabalhem para &quot;isolar&quot; e &quot;derrotar&quot; a &quot;ameaça iraniana&quot;.
O presidente disse que a medida está sendo adotada por causa da falta de um acordo com o Irã. Os dois países começaram a negociar a interrupção do programa nuclear iraniano no início do ano. O fracasso nas conversas provocou uma guerra.
Segundo Trump, a &quot;guerra econômica&quot; contra o Irã irá asfixiar o país.
Quem pode ser afetado?
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso em 14 de agosto de 2026
Ken Cedeno/Reuters
Há dúvidas sobre a efetividade de uma guerra econômica contra o Irã. O país já é alvo de uma série de sanções, que dificultam o comércio com outras nações.
Além disso, em janeiro, Trump já havia anunciado uma tarifa de 25% para qualquer país que fizesse negócios com o Irã.
Mesmo sob sanções, porém, o Irã mantém uma grande rede de parceiros comerciais, principalmente por ser um importante produtor de petróleo. Apenas em 2022, segundo o Banco Mundial, o Irã enviou produtos para 147 países.
Atualmente, a China é o principal parceiro comercial do Irã. Em 2022, o país exportou US$ 22 bilhões em produtos para os chineses. Já as importações chegaram a US$ 15 bilhões.
Em segundo lugar aparece a Índia. Nos primeiros dez meses de 2025, o comércio entre os dois países somou US$ 1,34 bilhão. As principais exportações indianas para o Irã incluem arroz, frutas, verduras, medicamentos e outros produtos farmacêuticos.
A lista de grandes parceiros comerciais do Irã também inclui Alemanha, Coreia do Sul e Japão, países que são aliados dos Estados Unidos.
O Irã não figura entre os 20 principais parceiros comerciais do Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No entanto, é um dos principais destinos brasileiros no Oriente Médio.
Em 2025, empresas brasileiras importaram US$ 84,5 milhões do país, principalmente ureia, pistache e uvas secas. Já as exportações somaram US$ 2,9 bilhões, com destaque para milho, soja e açúcar.
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 21:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após descoberta de petróleo na Foz do Amazonas, Marina Silva defende estudos para &amp;apos;evitar impactos indesejáveis&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Após descoberta de petróleo, Marina defende estudos para &#039;evitar impactos indesejáveis&#039;
Candidata ao Senado Federal por São Paulo, Marina Silva (Rede Sustentabilidade) defendeu nesta quarta-feira (19), em São Carlos (SP), a necessidade de estudos técnicos para evitar &quot;impactos [ambientais] indesejáveis&quot; em caso de exploração de petróleo na região da Foz do Amazonas. Ela afirmou que a bacia é &quot;sensível&#039;.
Marina cumpriu agenda de campanha com lideranças políticas e partidárias, no Grêmio Recreativo Flor de Maio. 
A Petrobras confirmou nesta segunda-feira (17) a descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá.
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Aprovação técnica e estudos complementares
A candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva
Brenda Bento/g1
Durante o compromisso no município, a ex-ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima enfatizou que os processos de licenciamento conduzidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cumprem diretrizes estritamente técnicas e autônomas, sem interferência política do Poder Executivo.
&quot;Como senadora ou como ministra, eu vou sempre respeitar o que diz a lei e a opinião dos técnicos, que é baseada em conhecimento e em muita aferição de dados&quot;, disse a ministra ao g1, reforçando a postura institucional do governo em relação aos órgãos fiscalizadores.
Ao comentar o histórico do processo na Margem Equatorial brasileira, Marina relembrou que a negação anterior de licenças ocorreu dentro do rito regulatório previsto, com o objetivo de garantir os adequados ajustes de segurança e mitigação de riscos operacionais.
&quot;Não por acaso, a licença foi negada por duas vezes para que ajustes fossem feitos. Na hora que os técnicos entenderam que deveriam dar a licença para a prospecção, eles deram a licença. E de forma autônoma. Se a licença for sim, vai ser técnica. Se for não, é técnica e será respeitada&quot;, explicou.
LEIA TAMBÉM: Por que projeto de exploração de petróleo na Foz do Amazonas é controverso?
Bacia é &#039;sensível&#039;
Margem Equatorial onde está localizada a Bacia Foz do Amazonas
Petrobras/divulgação
Apesar dos avanços na fase inicial de testes, Marina ressaltou a sensibilidade ecológica da Bacia da Foz do Amazonas e defendeu a realização de estudos para uma possível exploração de petróleo.
&quot;Em relação à Foz do Amazonas, é uma bacia sensível, sim, e é uma bacia que não tem muitos estudos. O que eu tenho defendido é de que se façam os estudos necessários na bacia, para evitar os impactos indesejáveis de possível exploração. Qual é o estudo mais importante a ser feito agora? É a Avaliação Ambiental para a Área Sedimentar (AAAS)&quot;, concluiu.
Exploração na Margem Equatorial
Recentes descobertas e pesquisas de petróleo pela Petrobras na Foz do Amazonas aqueceram as discussões sobre o potencial energético da região, considerada uma das fronteiras petrolíferas mais promissoras do mundo. 
No entanto, por se tratar de uma área de alta vulnerabilidade ambiental e ecossistemas marinhos ainda pouco mapeados, órgãos ambientais e pesquisadores reforçam a necessidade de avaliações rigorosas para garantir a preservação da biodiversidade costeira.
Diversas organizações ambientais já se colocaram contra os planos de exploração na área, considerada ecologicamente sensível.
VÍDEOS DA EPTV:
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Foguete dá ré? China consegue feito inédito ao fazer propulsor voltar e pousar em terra firme; VÍDEO</title>
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<description><![CDATA[      A startup chinesa LandSpace conseguiu um feito inédito nesta quarta-feira (19): recuperou e pousou de ré, em terra firme, o primeiro estágio de seu foguete Zhuque-3. Veja o vídeo abaixo:
China faz foguete pousar &quot;de ré&quot; em terra firme
Segundo reportagem da Reuters, com a manobra, a empresa se tornou a primeira companhia privada chinesa a realizar esse tipo de pouso de um propulsor de classe orbital, aproximando o país da tecnologia de foguetes reutilizáveis dominada por empresas americanas como SpaceX e Blue Origin.
A capacidade de retornar, recuperar e reutilizar um propulsor é fundamental para reduzir custos e facilitar o lançamento de satélites em órbita, transformando a exploração espacial em um negócio comercialmente viável, semelhante à aviação civil.
O feito ocorreu na segunda tentativa da LandSpace de pousar o primeiro estágio do Zhuque-3, um foguete de aço inoxidável equipado com nove motores e apresentado pela empresa como a resposta chinesa ao Falcon 9, da SpaceX.
Com 66,1 metros de altura, o Zhuque-3 decolou da Zona-Piloto de Inovação Comercial Espacial de Dongfeng, no noroeste da China. O primeiro estágio — também chamado de propulsor — retornou a uma área de pouso na província de Gansu, a cerca de 390 quilômetros a sudeste da plataforma de lançamento, segundo a imprensa estatal chinesa.
China faz foguete pousar &quot;de ré&quot; em terra firme
Reprodução
O pouso deve aumentar a confiança dos investidores enquanto a LandSpace avança em seus planos de abrir capital no STAR Market, segmento de tecnologia da Bolsa de Xangai, escreveu a Reuters em sua reportagem.
A empresa pretende levantar 7,5 bilhões de yuans (US$ 1,11 bilhão ou R$ 5,73 bilhões) em uma oferta pública inicial de ações para financiar o desenvolvimento e ampliar seus serviços de lançamento de foguetes reutilizáveis.
Em junho, a empresa apresentou uma versão atualizada do prospecto de IPO à Bolsa de Xangai. No documento, afirmou que pretende se tornar lucrativa até 2029.
Quarta tentativa
O lançamento desta quarta-feira marcou a quarta tentativa da China de recuperar um propulsor de foguete de classe orbital.
A LandSpace fez história em dezembro de 2025 ao se tornar a primeira empresa chinesa a realizar um teste de foguete reutilizável. O foguete entrou em órbita conforme o planejado, mas seu primeiro estágio não conseguiu concluir o pouso controlado.
Semanas depois, a China lançou o Long March 12A, desenvolvido pelo Estado, que também alcançou a órbita, mas não conseguiu recuperar o primeiro estágio.
Em julho, a China realizou com sucesso um teste experimental de recuperação de propulsor usando um sistema de captura por rede instalado em uma plataforma marítima. Com isso, tornou-se apenas o segundo país a conseguir pousar um foguete de classe orbital.
Diferentemente dos foguetes equipados com pernas de pouso retráteis, o Long March 10B reutilizável utiliza quatro ganchos leves para se conectar a cabos de aço instalados no sistema de rede da plataforma. Segundo Pequim, a inovação simplifica a estrutura do foguete, reduz seu peso e aumenta sua capacidade de carga.
*Com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Latam diz que falha de segurança expôs nome, endereço e parte do cartão de crédito de clientes</title>
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<description><![CDATA[      Aeroporto da Zona da Mata terá retomada de operações da Latam com novos voos para Guarulhos (SP)
Gabriel Magacho/Divulgação Aeroporto da Zona da Mata
A companhia aérea Latam informou nesta quarta-feira (19) que uma falha em seu sistema permitiu que dados de clientes fossem consultados por pessoas não autorizadas. A empresa afirmou que o vazamento foi identificado em 29 de julho.
Os dados que foram expostos incluem nome completo, data de nascimento, e-mail, telefone, endereço residencial, número de sócio e categoria no programa de fidelidade Latam Pass, saldo de milhas e pontos qualificáveis.
O vazamento permitiu ainda acesso indevido a dados parciais do cartão de crédito, como os primeiros seis e últimos quatro dígitos, bandeira, nome de titular e data de validade. Segundo a Latam, não houve exposição do número completo e do código de segurança do cartão, nem de senhas.
&quot;Como algumas informações de contato foram visualizadas, orientamos atenção redobrada quanto a potenciais tentativas de mensagens ou ligações falsas&quot;, afirmou a Latam.
Agora no g1
Em comunicado, a Latam explicou que comunicou o incidente agora depois de realizar uma análise técnica dos registros para saber quais clientes e quais dados foram afetados.
A empresa disse que, assim que identificou o incidente, bloqueou endereços de IP suspeitos, corrigiu o código-fonte do sistema, aplicou travas adicionais de segurança e notificou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A companhia também orientou que clientes fiquem atentos a eventuais tentativas de golpes que citam dados cadastrais para pedir pagamentos, transferências, senhas ou códigos de confirmação.
&quot;A Latam jamais solicita senhas de acesso, tokens enviados por SMS ou dados completos de cartão de crédito por telefone ou aplicativos de mensagens&quot;, afirmou. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar cai fecha a R$ 5,17; Ibovespa sobe e interrompe sequência de 11 quedas</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em queda de 0,87% nesta quarta-feira (19), cotado a R$ 5,1761. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subiu 0,90%, aos 167.830 pontos, interrompendo uma sequência de 11 quedas consecutivas.
O mercado acompanhou a alta do petróleo em meio à escalada das tensões entre EUA e Irã e ficou de olho na ata do Banco Central americano, que reforçou as preocupações com a inflação americana. No Brasil, a alta da bolsa foi vista como um alívio temporário (entenda mais abaixo), enquanto as incertezas eleitorais, nas contas públicas e a saída de recursos estrangeiros continuam no radar.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A piora das tensões no Oriente Médio trouxe mais um dia de alta para o petróleo. Nesta quarta-feira, o &quot;Financial Times&quot; afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos Estados Unidos na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. O cenário volta a trazer incertezas sobre a abertura do Estreito de Ormuz e os efeitos do conflito na inflação global. 
O barril do Brent, referência internacional, teve alta de 0,48%, cotado a US$ 91,46, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subiu 0,80%, a US$ 85,62.
▶️ Na agenda econômica, as atenções ficaram com a nova ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento indicou uma maior preocupação do colegiado com a inflação americana, com vários dos dirigentes sinalizando que um aumento dos juros pode ser necessário caso os preços não caiam para a meta, de 2%. Saiba mais.
▶️ No Brasil, o cenário político e eleitoral também ficou no radar. O foco fica com o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Senado. Para parte dos investidores, a possibilidade de tramitação pode favorecer a campanha de Lula e aumentar as preocupações sobre os gastos públicos em um eventual novo mandato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,83%;
Acumulado do mês: +2,10%;
Acumulado do ano: --5,70%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +0,54%;
Acumulado do mês: -5,71%;
Acumulado do ano: +4,16%.
Petróleo volta a ficar no centro das atenções
O mercado internacional de petróleo voltou a ficar no centro das atenções. Nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos EUA na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. 
Um dos potenciais alvos seria a base aérea búlgara de Bezmer, que desde o mês passado tem sido utilizada por aeronaves do Exército dos EUA para reabastecimento;
Outra instalação que poderia ser visada é uma base aérea britânica no Chipre que já havia sido atacada por um drone iraniano em março.
Além disso, o regime iraniano também tem considerado a possibilidade de atacar cabos submarinos de fibra óptica no Estreito de Ormuz em caso essa nova escalada ocorra, segundo o FT. Tais ataques, caso venham a ser postos em prática, serviriam para elevar os riscos e consequências do conflito para os EUA, disseram as fontes iranianas ao jornal.
Nas últimas semanas, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou declarar o Estreito de Ormuz como território dos EUA —algo inviável e proibido à luz do direito internacional— e bombardear o aliado Omã caso o país chegue a um acordo com o Irã sobre o controle da navegação comercial na via marítima.
Teerã, por sua vez, que disse estar perto de concluir o acordo com o Omã, elevou o tom ao impor um ultimato aos EUA e afirmar que passaria a tomar uma postura mais ofensiva na guerra caso as negociações com a Casa Branca para o fim do conflito fracassem.
As tensões voltam a elevar preocupações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra, e seus efeitos na inflação e na oferta de energia pelo mundo.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Ata do Fed mostra preocupação com a inflação americana
A ata da última reunião do Fed, divulgada nesta quarta-feira, mostrou uma maior preocupação com a inflação americana por parte dos dirigentes da instituição.
Segundo o documento, vários dos membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) afirmaram estar prontos para aumentar as taxas de juros, sinalizando que o aumento nos custos de empréstimo pode ser necessário caso os preços não caiam para a meta, de 2%.
Os dirigentes que se mostraram favoráveis a um aumento das taxas, afirmaram que &quot;as pressões sobre os preços pareciam generalizadas&quot; e julgaram que o comitê deveria adotar uma postura mais restritiva para cumprir com suas metas de estabilidade de preços e pleno emprego de forma sustentável.
Naquela reunião, o Fed votou pela manutenção de sua taxa básica de juros na faixa atual de 3,50% a 3,75%.
O documento também mostrou que o atual presidente do Fed, Kevi ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Após recordes, bolsa entra em queda livre: por que o Ibovespa vive sua pior sequência desde 2023?</title>
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<description><![CDATA[      Até 13 de agosto, eles retiraram R$ 15,63 bilhões da Bolsa brasileira
Divulgação/ B3
Depois de meses renovando recordes históricos, a bolsa de valores brasileira mudou completamente de direção. Nesta terça-feira (18), o Ibovespa, principal índice da B3, fechou em queda pela 11ª sessão consecutiva, registrando a maior sequência de perdas desde 2023.
Se a tendência continuar, o índice poderá igualar — ou até superar — a marca de 13 pregões consecutivos de queda, registrada em agosto de 2023.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Apesar da sequência negativa, o desempenho acumulado no ano ainda é positivo: o Ibovespa sobe 3,79% em 2026. No entanto, agosto praticamente eliminou boa parte dos ganhos acumulados no ano.
Somente neste mês, o índice acumula queda de 6,55%, o que coloca a bolsa brasileira como a segunda pior entre os 21 principais mercados acionários acompanhados pela consultoria Elos Ayta.
???? Mas o que explica essa mudança tão rápida no humor do mercado? Segundo analistas ouvidos pelo g1, não há um único fator.
A combinação entre a saída recorde de investidores estrangeiros, as dúvidas sobre o ritmo de queda dos juros, as incertezas fiscais e eleitorais, e o agravamento do cenário geopolítico levou muitos investidores a reduzir suas apostas no Brasil. 
Entenda abaixo como esse movimento afeta o Ibovespa.
Agora no g1
Estrangeiros retiram bilhões da bolsa
O principal gatilho para essa sequência de perdas foi a retirada de recursos por investidores estrangeiros. Até 13 de agosto, investidores estrangeiros retiraram R$ 15,63 bilhões da bolsa brasileira. É a maior saída mensal desde 2022. 
O recorde anterior havia sido registrado apenas três meses antes, em maio, quando o fluxo negativo somou R$ 13,28 bilhões. Com isso, 2026 já concentra as duas maiores retiradas mensais de capital estrangeiro da série histórica.
???? Por que isso derruba a bolsa? Quando investidores estrangeiros vendem grandes volumes de ações, a oferta desses papéis aumenta. Se há mais vendedores do que compradores, os preços caem, pressionando o Ibovespa.
O movimento contrasta com o observado no início do ano. Entre janeiro e fevereiro, investidores estrangeiros aplicaram R$ 42,56 bilhões na bolsa brasileira, um dos maiores volumes registrados na última década.
Esse fluxo ajudou o Ibovespa a renovar sucessivos recordes e a superar, pela primeira vez, os 190 mil pontos. Naquele momento, o Brasil reunia uma série de fatores considerados atrativos:
os juros elevados aumentavam a rentabilidade dos investimentos locais; 
muitas ações eram vistas como baratas em comparação com outros mercados; 
havia maior interesse global por países emergentes; 
e havia mais dinheiro circulando no mercado financeiro internacional.
Segundo Matheus Spiess, analista da Empiricus, esse cenário começou a mudar quando os investidores perceberam que os cortes na Selic, a taxa básica de juros da economia, seriam menos intensos do que o esperado.
&quot;O mercado esperava um ciclo mais intenso de cortes na Selic, mas essa expectativa diminuiu por causa do conflito no Oriente Médio e das incertezas em relação à inflação. Com isso, muitos investidores revisaram suas apostas e reduziram a exposição ao Brasil&quot;, afirma.
???? Por que isso importa para a bolsa? Quando a Selic está alta, aplicações de renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, passam a oferecer retornos mais atrativos, enquanto o crédito para empresas fica mais caro. Com isso, muitos investidores deixam a bolsa para aplicar nesses ativos. Quando a Selic cai, a bolsa tende a se tornar mais atrativa, já que empresas e consumidores conseguem crédito mais barato e a economia ganha impulso.
No início do ano, parte do mercado acreditava que o Banco Central do Brasil (BC) teria espaço para reduzir os juros de forma mais intensa ao longo de 2026. Afinal, a Selic estava no maior patamar em quase duas décadas.
Com a inflação demorando mais para recuar, o agravamento dos conflitos no Oriente Médio e as preocupações com as contas públicas, o mercado passou a acreditar que os juros permaneceriam elevados por mais tempo.
“A leitura predominante do mercado é que o país está precificando um prêmio de risco eleitoral, que combina a incerteza sobre a continuidade do ciclo de cortes da Selic, a competição por capital global com o setor de IA nos Estados Unidos e fatores externos, como o conflito no Oriente Médio”, afirma Beny Fard, sócio da Segundo Minuto e analista geopolítico e econômico.
???? Prêmio de risco é o retorno adicional que investidores exigem para aplicar recursos em um país considerado mais incerto. Quanto maior a percepção de risco, menor tende a ser o preço das ações e mais difícil fica atrair novos investimentos.
Na avaliação dos analistas, a preocupação com a eleição presidencial de outubro também passou a influenciar as expectativas do mercado. Isso porque a situação das contas públicas e o plano dos candidatos para o ano que vem interferem diretamente nas decisões do BC sobre a taxa Selic ]]></description>
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<title>Ministro do Desenvolvimento diz que tarifaço dos EUA é &amp;apos;ilegal&amp;apos; e espera amenizar efeitos até dezembro</title>
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<description><![CDATA[      O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou nesta quarta-feira (20) que o governo brasileira espera &quot;aplacar minimamente&quot;, ou seja, amenizar os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos (EUA) para o Brasil até dezembro. 
Em entrevista, após o Fórum Saúde EMS Esfera - Soberania e Tecnologia: Impulsionando a Indústria Nacional, ele classificou a sobretaxa específica destinada ao país como &quot;ilegal&quot;, &quot;indevida&quot; e &quot;abusiva&quot;.
Elias avaliou, também, que não deverá ser possível finalizar o processo de reciprocidade brasileiro, a respeito do tarifaço dos EUA, até dezembro.
&quot;Acho que não dará não terá tempo para terminar antes de dezembro nenhum processo de reciprocidade mas a minha expectativa é que a gente consiga negociar e resolver ou pelo menos aplacar minimamente as questões com os Estados Unidos antes do final do ano&quot;, declarou o ministro.
Agora no g1
Em meados do mês passado, os EUA aplicaram uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. No processo, o governo Trump afirmou que o Brasil adota práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria. (leia mais abaixo)
No fim de julho, os Estados Unidos anunciaram outra sobretaxa sobre 60 países, incluindo o Brasil, com alíquotas variando entre 10% e 12,5%. A decisão, informou os EUA, foi resultado de uma investigação para punir países que adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ele defendeu que o Brasil continue negociando com os Estados Unidos, apesar da barreira comercial imposta por meio do tarifaço, mas que também se defenda - algo que pode ser implementado por meio do processo de reciprocidade.
O ministro explicou que, nesse processo de defesa comercial, foi concedido um prazo aos ministérios de 60 dias para coleta de informações sobre o que pode ser feito.
&quot;Nós vamos elaborar um relatório, daqui a provavelmente 60 dias, discriminando, detalhando quais são os aspectos mais relevantes da participação, da medida que foi imposta e quais os efeitos que ela possa reproduzir&quot;, explicou Márcio Elias. 
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC
Júlio César Silva/MDIC ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, de olho em alta do petróleo e ata do Fed; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (19), com um recuo de 1,01% perto das 15h50, cotado a R$ 5,1691. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, opera em alta de 1% no mesmo horário, aos 167.993 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A piora das tensões no Oriente Médio traz mais um dia de alta para o petróleo. Nesta quarta-feira, o &quot;Financial Times&quot; afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos Estados Unidos na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. O cenário volta a trazer incertezas sobre a abertura do Estreito de Ormuz e os efeitos do conflito na inflação global. 
Perto das 15h50, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,48%, cotado a US$ 91,46, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,80% no mesmo horário, a US$ 85,62.
▶️ Na agenda econômica, as atenções ficam com a nova ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento indicou uma maior preocupação do colegiado com a inflação americana, com vários dos dirigentes sinalizando que um aumento dos juros pode ser necessário caso os preços não caiam para a meta, de 2%. Saiba mais.
▶️ No Brasil, o cenário político e eleitoral também fica no radar. O foco fica com o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Senado. Para parte dos investidores, a possibilidade de tramitação pode favorecer a campanha de Lula e aumentar as preocupações sobre os gastos públicos em um eventual novo mandato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,04%;
Acumulado do mês: +3,00%;
Acumulado do ano: --4,87%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,36%;
Acumulado do mês: -6,55%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Petróleo volta a ficar no centro das atenções
O mercado internacional de petróleo voltou a ficar no centro das atenções. Nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos EUA na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. 
Um dos potenciais alvos seria a base aérea búlgara de Bezmer, que desde o mês passado tem sido utilizada por aeronaves do Exército dos EUA para reabastecimento;
Outra instalação que poderia ser visada é uma base aérea britânica no Chipre que já havia sido atacada por um drone iraniano em março.
Além disso, o regime iraniano também tem considerado a possibilidade de atacar cabos submarinos de fibra óptica no Estreito de Ormuz em caso essa nova escalada ocorra, segundo o FT. Tais ataques, caso venham a ser postos em prática, serviriam para elevar os riscos e consequências do conflito para os EUA, disseram as fontes iranianas ao jornal.
Nas últimas semanas, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou declarar o Estreito de Ormuz como território dos EUA —algo inviável e proibido à luz do direito internacional— e bombardear o aliado Omã caso o país chegue a um acordo com o Irã sobre o controle da navegação comercial na via marítima.
Teerã, por sua vez, que disse estar perto de concluir o acordo com o Omã, elevou o tom ao impor um ultimato aos EUA e afirmar que passaria a tomar uma postura mais ofensiva na guerra caso as negociações com a Casa Branca para o fim do conflito fracassem.
As tensões voltam a elevar preocupações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra, e seus efeitos na inflação e na oferta de energia pelo mundo.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Ata do Fed mostra preocupação com a inflação americana
A ata da última reunião do Fed, divulgada nesta quarta-feira, mostrou uma maior preocupação com a inflação americana por parte dos dirigentes da instituição.
Segundo o documento, vários dos membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) afirmaram estar prontos para aumentar as taxas de juros, sinalizando que o aumento nos custos de empréstimo pode ser necessário caso os preços não caiam para a meta, de 2%.
Os dirigentes que se mostraram favoráveis a um aumento das taxas, afirmaram que &quot;as pressões sobre os preços pareciam generalizadas&quot; e julgaram que o comitê deveria adotar uma postura mais restritiva para cumprir com suas metas de estabilidade de preços e pleno emprego de forma sustentável.
Naquela reunião, o Fed votou pela manutenção de sua taxa básica de juros na faixa atual de 3,50% a 3,75%.
O documento também mostrou que o atual presidente do Fed, Kevin Warsh, solicitou que o comitê avaliasse uma possível redução no número de reuniões feitas pela instituição ao longo do ano, passando de oito para seis. Nenhuma decisão foi tomada a respeito dessa questão, segundo a ata, e o calendário de reuniões de 2026 não será alterado.
No mercado, a expectativa é que o Fed volte a manter a taxa básica de juros american ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ex&#45;executivo da Meta diz que Zuckerberg deixou segurança infantil em segundo plano</title>
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<description><![CDATA[      Mark Zuckerberg, CEO da Meta
ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
Um ex-diretor de engenharia da Meta Platforms testemunhou nesta quarta-feira (19) que o CEO, Mark Zuckerberg, foi responsável por criar uma cultura que pode ter levado a empresa a evitar sua responsabilidade de proteger crianças que usam o Facebook e o Instagram contra possíveis danos.
Arturo Bejar, que foi funcionário da empresa entre 2009 e 2015, afirmou que o presidente da Meta participava diretamente de grande parte das decisões. Segundo ele, a estrutura hierárquica da empresa fazia com que mudanças nos produtos só fossem implementadas mediante aprovação do CEO.
&quot;Se Mark prioriza algo, montanhas se movem em poucos meses&quot;, disse Bejar.
Bejar é a primeira testemunha de um julgamento considerado histórico envolvendo acusações de uma coalizão de estados americanos. Os estados alegam que a Meta projetou suas plataformas para estimular o uso compulsivo entre usuários jovens e coletou ilegalmente dados de crianças menores de 13 anos.
Agora no g1
Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey acusam a Meta de desenvolver o Facebook e o Instagram de forma a incentivar o uso excessivo por jovens, contribuindo para problemas como ansiedade, depressão e até pensamentos suicidas. Os estados também afirmam que a empresa induziu consumidores ao erro sobre a segurança das plataformas.
Esses estados, juntamente com outros 25, também acusam a Meta de violar a legislação federal ao coletar e utilizar indevidamente dados pessoais de crianças em suas plataformas.
A Meta negou as acusações e argumentou que as opiniões de Bejar extrapolam o escopo de suas funções na empresa.
Bejar começou a depor na terça-feira, primeiro dia do julgamento, no tribunal federal de Oakland, na Califórnia.
O julgamento deve durar cerca de seis semanas, e a expectativa é que Zuckerberg também preste depoimento.
Segurança era uma preocupação secundária
Bejar ajudou a conduzir pesquisas sobre a experiência de adolescentes no Instagram como integrante de uma equipe que analisava o impacto da plataforma no bem-estar dos usuários entre 2019 e 2021.
Desde então, ele se tornou um dos principais críticos das políticas de segurança da Meta para crianças. Em 2023, ao depor diante de uma comissão do Senado dos Estados Unidos, afirmou que a empresa tinha conhecimento de casos de assédio e de outros problemas enfrentados por adolescentes em suas plataformas, mas não adotou medidas suficientes para solucioná-los.
No depoimento desta quarta-feira, Bejar afirmou que a empresa utilizava indicadores como nível de engajamento e número de usuários ativos diários para avaliar e recompensar funcionários. Segundo ele, isso fazia com que o crescimento e a rentabilidade recebessem mais atenção do que a segurança dos usuários.
Ele também afirmou que uma ferramenta criada para incentivar pausas no uso dos aplicativos, frequentemente citada pela Meta em sua defesa, teria sido &quot;projetada para falhar&quot;. Segundo Bejar, o recurso não vem ativado por padrão e os lembretes são fáceis de ignorar.
&quot;Tudo depende de como o tempo de desenvolvimento dos produtos é distribuído&quot;, disse ele. &quot;Nesse contexto, a segurança sempre ficou em segundo plano.&quot;
Bejar também afirmou que a Meta tinha tecnologia para identificar usuários suspeitos de terem menos de 13 anos e exigir verificações adicionais de idade. Segundo ele, a empresa optava por não agir de forma ampla diante do problema, adotando uma postura que classificou como de &quot;não pergunte, não conte&quot;, por considerar essa estratégia financeiramente vantajosa no longo prazo.
&quot;Onde estão as crianças de hoje estão também os usuários do futuro&quot;, disse ele.
Especialistas afirmam que este julgamento representa o maior teste judicial já realizado sobre os efeitos das redes sociais entre os jovens.
A Meta enfrenta milhares de processos semelhantes relacionados a supostos danos causados a crianças. Bejar atuou como testemunha em três dos casos que chegaram a julgamento até agora. Um deles, movido pelo estado do Novo México, terminou com a imposição de US$ 942 milhões em indenizações e multas, além de uma ordem judicial determinando mudanças nas plataformas da empresa no estado. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Justiça manda Casas Bahia reverter demissões; veja como ficam os funcionários</title>
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<description><![CDATA[      Loja das Casas Bahia, no Shopping Piedade, em Salvador
Alan Oliveira/g1
A Justiça do Trabalho determinou que o Grupo Casas Bahia restabeleça provisoriamente os contratos dos trabalhadores demitidos durante a nova rodada de cortes realizada em agosto e suspenda os efeitos das dispensas coletivas promovidas no âmbito da chamada &quot;Fase 2&quot; do Plano de Transformação da companhia.
A liminar foi concedida na noite desta terça-feira (18) pela juíza Katarina Roberta Mousinho de Matos, da 11ª Vara do Trabalho de Brasília, em ação proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).
A magistrada ressaltou que a decisão tem caráter provisório e foi tomada com base em uma análise inicial do caso, sem representar julgamento definitivo sobre a validade dos desligamentos.
Além de determinar o restabelecimento temporário dos vínculos empregatícios, a juíza proibiu a empresa de promover novas demissões coletivas ligadas à reestruturação sem a prévia intervenção das entidades sindicais. 
A decisão também obriga a varejista a iniciar imediatamente um processo formal de negociação e diálogo com sindicatos e federações representativas dos trabalhadores.
Grupo Casas Bahia pede recuperação judicial
A decisão ocorre em meio ao agravamento da crise financeira da varejista. Dois dias antes, em 16 de agosto, o Grupo Casas Bahia havia pedido recuperação judicial para renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e manter as operações.
A ação foi ajuizada pela CNTC após a reestruturação anunciada pela empresa em agosto.
Segundo a entidade, entre os dias 13 e 14 de agosto a companhia promoveu uma operação nacional que resultou no fechamento de 298 lojas e no desligamento concentrado de aproximadamente 1,9 mil trabalhadores, sem participação prévia dos sindicatos. A entidade pediu que a investigação também alcançasse eventuais demissões realizadas até 17 de agosto relacionadas à mesma operação.
A juíza observou que documentos apresentados pela própria Casas Bahia confirmam que o fechamento das lojas e a redução do quadro de funcionários fazem parte de uma única estratégia empresarial denominada &quot;Plano de Transformação - Fase 2&quot;.
Apesar disso, a magistrada destaca que há divergência sobre o número total de trabalhadores desligados. As primeiras informações apontavam cerca de 1,9 mil demissões concentradas nos dias 13 e 14 de agosto, período central analisado na liminar.
Já no pedido de recuperação judicial, a própria companhia afirma que aproximadamente 3 mil trabalhadores foram demitidos durante a nova etapa da reestruturação. 
Assim, a diferença entre os números decorre do recorte temporal analisado pela decisão trabalhista, que se concentra inicialmente nas demissões realizadas entre 13 e 17 de agosto e ligadas à mesma operação coletiva.
O que a Casas Bahia terá de fazer?
A empresa terá cinco dias, contados da intimação, para restabelecer provisoriamente os vínculos dos trabalhadores abrangidos pelas dispensas realizadas nos dias 13 e 14 de agosto, bem como dos desligamentos ocorridos até 17 de agosto que integrem a mesma operação coletiva.
Na prática, os trabalhadores deverão voltar à folha de pagamento e terão restaurados os benefícios vinculados aos contratos de trabalho, explica Ronaldo Tolentino, advogado trabalhista. 
No entanto, a decisão deixa claro que isso não significa retorno automático aos antigos postos de trabalho. A empresa poderá realocar empregados  ou mantê-los em afastamento remunerado enquanto a medida estiver em vigor.
&quot;Aqueles trabalhadores que haviam sido demitidos têm seu contrato de trabalho restabelecido normalmente, com todos os direitos e obrigações (...) a prestação efetiva do serviço vai depender de cada situação. Para os empregados que trabalhava  em lojas que foram fechadas, vai depender de nova orientação do empregador&quot;, afirma o advogado. 
⚠️ Planos de saúde e demais benefícios assistenciais eventualmente cancelados em razão das demissões também deverão ser reativados em até 48 horas.
Outro ponto relevante da decisão envolve os trabalhadores que já receberam verbas rescisórias.
A juíza determinou expressamente que esses valores não precisam ser devolvidos neste momento. 
Eventuais discussões sobre compensação futura, restituição ou outros ajustes financeiros serão analisadas posteriormente, após a apresentação da defesa da empresa e o aprofundamento da instrução processual.
Além do restabelecimento dos contratos, a Casas Bahia terá 48 horas para convocar a CNTC, federações e sindicatos das bases atingidas pela reestruturação e iniciar formalmente o procedimento de intervenção sindical relacionado à Fase 2 do plano.
A companhia deverá apresentar informações gerais sobre:
unidades afetadas;
quantidade de postos atingidos;
etapas já executadas;
fases ainda previstas;
alternativas de realocação consideradas.
A decisão ressalta que a obrigação é negociar e fornecer informações, não alcançar um acordo obrigatório com os sindicatos.
A liminar também determina que a empresa preserve d ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Justiça, manda, Casas, Bahia, reverter, demissões, veja, como, ficam, funcionários</media:keywords>
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<title>Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida para treinar IA</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo do Google é visto em escritório da empresa em Mountain View, na Califórnia
Paresh Dave/Reuters
O Google vai pagar US$ 10 milhões (R$ 51,7 milhões) pelos dados internos da Spirit Airlines, companhia aérea conhecida pelas passagens de baixo custo que encerrou as operações em maio após enfrentar preços elevados do combustível de aviação e uma pesada dívida. 
Segundo reportagem da Forbes, o material será usado para treinar modelos de inteligência artificial da empresa.
O conjunto de dados inclui centenas de milhões de e-mails de funcionários, mensagens do Microsoft Teams, planilhas, calendários e informações operacionais. Todo o conteúdo será anonimizado antes da venda.
O valor dos dados foi suficiente para provocar uma disputa entre empresas. O Google venceu a startup de rotulagem de dados Mercor, que havia oferecido US$ 7,5 milhões (R$ 38,77 milhões).
Dados corporativos se tornaram especialmente valiosos para o treinamento de sistemas de inteligência artificial porque os laboratórios já haviam vasculhado praticamente toda a internet pública até o fim de 2024. 
O uso da Inteligência Artificial nas Eleições 2026 e o combate à desinformação
Empresas que encerraram suas atividades podem deixar para trás grandes volumes de informações digitais, como códigos, conversas por e-mail, mensagens no Slack e chamados de suporte de tecnologia, que ajudam a representar como funciona um ambiente de trabalho real.
Startups como SimpleClosure e Sunset, que auxiliam empresas no processo de encerramento das atividades, também passaram a oferecer a compra desses dados para treinamento de sistemas de IA. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Exportações de carne bovina caem 26% em agosto com temor de tarifa maior na China</title>
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<description><![CDATA[      As exportações brasileiras de carne bovina registraram queda de 26% no balanço parcial de agosto, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). 
O recuo ocorre em meio à preocupação do setor com o esgotamento da cota de exportação para a China que permite a entrada do produto com tarifa menor.
Pelos dados do governo, a média diária embarcada caiu de 12,7 mil toneladas em agosto do ano passado para 9,4 mil toneladas neste mês.
Representantes da indústria afirmam que a cota brasileira destinada ao mercado chinês já foi atingida quando se considera também a carne que deixou o Brasil em julho e ainda está a caminho da China. 
Agora no g1
Oficialmente, porém, as autoridades chinesas informam que cerca de 90% da cota foi utilizada, sem contabilizar os produtos que ainda estão em trânsito nos navios.
&quot;A indústria considera que a cota já foi integralmente atingida desde o início de julho (100%), levando em conta os volumes já embarcados e as cargas em trânsito&quot;, explicou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
E associação afirma ainda que outros mercados devem crescer para a carne brasileira, especialmente na Ásia, porém hoje não existe outro mercado capaz de absorver sozinho o que deixará de ser vendido para a China. 
De acordo com a entidade, os efeitos da situação já começam a ser sentidos pelas empresas. 
Segundo a entidade, frigoríficos adotam medidas como férias coletivas diante da expectativa de redução das vendas ao principal mercado da carne bovina brasileira.
A desaceleração acontece após um período de crescimento. Entre janeiro e julho deste ano, as exportações brasileiras de carne bovina avançaram cerca de 10% em volume na comparação com o mesmo período do ano anterior.
A preocupação do setor está ligada a uma medida de salvaguarda adotada pela China para as importações de carne bovina. 
O Brasil recebeu a maior cota entre todos os exportadores: 1,106 milhão de toneladas. Dentro desse limite, continua valendo a tarifa de importação de 12%.
Depois que o volume for atingido, as exportações brasileiras poderão continuar normalmente, mas o excedente passará a pagar tarifa de 55%, o que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado chinês.
Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que mantém diálogo permanente com as autoridades chinesas desde que o país asiático comunicou a intenção de adotar a medida.
Segundo a pasta, o governo brasileiro apresentou alternativas e propostas para minimizar os impactos sobre o comércio bilateral e destacou que o Brasil recebeu uma cota mais de duas vezes superior à do segundo maior exportador contemplado pela medida.
O ministério informou ainda que, no fim de julho, formalizou às autoridades chinesas sua preocupação com o ritmo de utilização da cota e com os possíveis impactos sobre a continuidade do fluxo comercial entre os dois países.
Na ocasião, o governo brasileiro também defendeu a ampliação da cota destinada ao Brasil em 2026 para preservar a estabilidade e a previsibilidade das exportações.
&quot;O diálogo com a China permanece constante. O Ministério segue acompanhando a situação e mantendo interlocução com as autoridades chinesas&quot;, informou o Mapa.
A pasta acrescentou que trabalha na abertura, ampliação e diversificação de mercados para reduzir eventuais impactos sobre os produtos agropecuários brasileiros.
Carne bovina
Cindie Hansen/Unplash ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Exportações, carne, bovina, caem, 26, agosto, com, temor, tarifa, maior, China</media:keywords>
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<title>Lei Seca: Brasil já tem teste para flagrar motorista que usou drogas; veja substâncias detectadas</title>
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<description><![CDATA[      Lei Seca em Itaperuna
Redes sociais
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou novas regras para a fiscalização da Lei Seca. A resolução estabelece, entre outras mudanças, o uso de equipamentos destinados à identificação de uso de substâncias psicoativas pelos motoristas.
O texto já está em vigor após publicação no Diário Oficial da União nesta terça-feira (18). Agora cabe aos Detrans e aos órgãos de trânsito homologar os equipamentos que serão usados nos testes.
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A resolução determina que esses aparelhos devem ter “certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo acreditado pelo Inmetro”.
???? Substâncias psicoativas são aquelas que podem alterar o funcionamento do sistema nervoso central e prejudicar a capacidade de dirigir.
Leia nesta reportagem: 
Teste para substâncias psicoativas
Novo procedimento de bafômetro
O que muda na fiscalização
Como ficam os casos de álcool residual na boca
Fiscalização após acidentes
O que acontece com quem recusa o teste
Agora no g1
Teste para substâncias psicoativas
Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) já existe no Brasil um teste de saliva que detecta uma série de drogas.
Em nota enviada à reportagem do g1, o Inmetro esclarece que o teste detecta de forma preliminar as seguintes substâncias:
anfetamina;
cocaína;
MDMA (ecstasy);
6-MAM (heroína);
LSD;
Δ9-THC (cannabis);
fentanil;
cetamina;
K2 (canabinoides sintéticos);
morfina;
metanfetamina; e
MDPV.
O instituto esclarece que já existe certificado de conformidade para este teste. O equipamento permite uma triagem rápida. “Situações que exijam maior robustez técnica para fins administrativos, penais ou judiciais, os resultados preliminares podem demandar confirmação por análise laboratorial, conforme os procedimentos e a regulamentação aplicáveis.”
Portanto, mesmo com um teste positivo durante a blitz, novos exames poderão ser feitos para comprovar a presença de substância psicoativa.
A certificação deste aparelho não significa, por si só, que o equipamento esteja automaticamente liberado para uso em blitz e fiscalizações de trânsito.
Isso vai ser definido por cada Detran e outros aparelhos e testes, sempre certificados como prevê a resolução do Contran, podem ser homologados.
É preciso reforçar que a resolução do Contran dá ao agente de trânsito o poder de constatar “sinais de alteração da capacidade psicomotora”. E esse quadro não precisa necessariamente ter sido provocado por uso de álcool ou drogas.
Nesses casos, o agente precisa verificar ao menos dois desses sinais para comprovar a situação do condutor. 
Os sinais são divididos em categorias:
Aparência:
sonolência;
olhos vermelhos;
vômito;
soluços;
desordem nas vestes; e
odor de álcool no hálito.
Atitude:
agressividade;
arrogância;
exaltação;
ironia;
falante; e
dispersão.
Orientação:
sabe onde está; e
sabe a data e a hora.
Memória:
sabe seu endereço; e
lembra dos atos cometidos.
Capacidade motora e verbal:
dificuldade no equilíbrio; e
fala alterada.
Voltar ao índice.
Homem soprando bafômetro, em imagem de arquivo
Andre Borges/Agência Brasília
Novo procedimento de bafômetro
Uma das principais mudanças é a criação de uma etapa inicial de triagem. Nela, os agentes poderão usar equipamentos de pré-teste ou teste passivo de alcoolemia (quantidade de álcool etílico presente no sangue) para verificar possíveis sinais da presença de álcool.
Se houver indicação positiva, será necessário seguir para os procedimentos previstos na regulamentação para confirmar a situação.
Esse primeiro resultado não poderá, sozinho, gerar uma multa nem comprovar que o motorista dirigia sob influência de álcool.
A fiscalização pelas autoridades de trânsito com os novos testes só vai acontecer após a certificação dos aparelhos e procedimentos.
Portanto, o motorista que sair hoje e for fiscalizado não vai encontrar essas novas fiscalizações.
A medida não cria uma nova infração nem muda as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A resolução já passa a valer após a publicação no Diário Oficial da União (DOU). As mudanças que envolvem fichas de fiscalização e códigos de enquadramento das infrações terão prazo de 60 dias para entrar em vigor.

Durante esse período, os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito deverão adaptar seus sistemas informatizados. Até a mudança, continuam sendo usados os códigos atualmente vigentes.
Voltar ao índice.
O que muda na fiscalização
Triagem inicial: agentes poderão utilizar pré-teste ou teste passivo para identificar indícios de álcool.
Resultado da triagem: terá caráter orientativo e não será suficiente, por si só, para autuar o motorista.
Confirmação: casos com indicação positiva deverão passar pelas etapas de comprovação previstas na norma.
Outras substâncias: poderão ser utilizados equipamentos específicos para identificar substâncias psicoativas.
Sinais de alteração: a avaliação da capacidade p ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Lei, Seca:, Brasil, já, tem, teste, para, flagrar, motorista, que, usou, drogas, veja, substâncias, detectadas</media:keywords>
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<title>Trump anuncia acordo com o Canadá e diz que tarifas serão zeradas para agricultores</title>
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<description><![CDATA[      Donald Trump anuncia tarifas.
AFP
Os Estados Unidos e o Canadá anunciaram nesta quarta-feira (19) um acordo comercial que interrompe a escalada da guerra tarifária entre os dois países. O presidente Donald Trump afirmou que o pacto elimina as tarifas sobre produtos agrícolas americanos exportados ao Canadá e declarou que, para os agricultores dos EUA, as tarifas serão inexistentes.
O entendimento foi fechado menos de 24 horas após Trump anunciar a suspensão, por três dias, das novas tarifas de 50% sobre produtos canadenses que entrariam em vigor à meia-noite de terça-feira (18). Na ocasião, o presidente disse que os dois países estavam prestes a chegar a um acordo.   
Cerca de uma hora depois, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, confirmou que as negociações haviam avançado e afirmou, em comunicado, que &quot;progressos substanciais foram feitos, embora ainda haja trabalho importante a ser realizado&quot;. 
Primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 20 de janeiro de 2026.
REUTERS/Denis Balibouse
A seguir, a Reuters reuniu os principais pontos de atrito destacados pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) em seu relatório de 2026 sobre o Canadá.
Leite, aves e ovos
Os Estados Unidos criticam o sistema canadense que controla a produção de leite, aves e ovos. Nesse modelo, o governo estabelece limites de produção e também define cotas de importação - ou seja, uma quantidade máxima que pode entrar no país com tarifas reduzidas.
Quando as importações ultrapassam essa cota, o Canadá cobra tarifas que podem superar 200%, o que, segundo Washington, dificulta o acesso de produtores americanos ao mercado canadense.
Brasil vê &#039;discriminação&#039; em novas tarifas dos EUA e pede mediação da OMC
Os EUA também reclamam da forma como o Canadá administra as cotas de importação de laticínios previstas no USMCA e das políticas de preços do leite. O governo de Mark Carney já afirmou que esse sistema não será negociado.
Preferência para empresas canadenses
Washington afirma que a iniciativa Buy Canadian (“Compre Canadense”) dá prioridade a empresas do país e ao uso de aço, alumínio e madeira produzidos no Canadá em grandes contratos públicos.
Os EUA também contestam regras adotadas por províncias como Ontário, Quebec e Colúmbia Britânica, que, segundo o governo americano, colocam fornecedores dos Estados Unidos em desvantagem em licitações públicas.
Vinho, cerveja e destilados
Na maior parte do Canadá, a distribuição de bebidas alcoólicas é controlada por órgãos públicos provinciais. Os Estados Unidos dizem que esse modelo cria barreiras por meio de regras sobre quais produtos podem ser vendidos, preços e exigências de distribuição.
A disputa se intensificou depois que várias províncias deixaram de vender bebidas alcoólicas americanas em resposta às tarifas impostas por Trump sobre produtos canadenses no ano passado.
Saiba como rota da uva impulsionou tradição centenária do vinho em MG e SP
Devanir Gino/Claudemir Camilo/EPTV
O premiê de Ontário, Doug Ford, afirmou que as bebidas dos EUA só voltarão às prateleiras se as tarifas forem retiradas ou se um novo acordo comercial for firmado.
Impostos sobre serviços digitais e plataformas
Os Estados Unidos continuam acompanhando o imposto canadense sobre serviços digitais, cobrado de grandes empresas de tecnologia. Embora Ottawa tenha prometido revogar a medida, ela ainda não havia sido oficialmente eliminada até o fim de 2025, segundo o USTR.
Washington também critica a Lei de Notícias Online, que obriga grandes plataformas digitais a remunerar organizações jornalísticas canadenses pelo uso de seu conteúdo.
Outro ponto de atrito são as regras para serviços de streaming, que exigem que determinadas plataformas contribuam financeiramente para o sistema de radiodifusão do Canadá. O governo canadense sinalizou que pretende abandonar a proposta de obrigar empresas como a Netflix a financiar produções locais para evitar aumento de custos aos consumidores.
Como aliciadores usam o Discord para ganhar a confiança de crianças e adolescentes
Agricultura e sementes
Os EUA afirmam que o sistema canadense de registro de sementes é lento e burocrático, o que dificulta a entrada de sementes e grãos americanos no país.
Washington também mantém objeções a restrições sobre a importação de algumas frutas e hortaliças frescas.
Propriedade intelectual
O Canadá continua na lista de observação dos Estados Unidos sobre proteção à propriedade intelectual.
As preocupações incluem a venda de produtos falsificados e pirateados, especialmente no Pacific Mall, em Toronto, além de questões relacionadas à proteção de patentes e ao reconhecimento de indicações geográficas, que identificam produtos ligados a uma região específica.
Trabalho forçado
Embora o Canadá tenha adotado medidas para impedir a importação de produtos feitos com trabalho forçado, os Estados Unidos afirmam que a fiscalização ainda é insuficiente e pode permitir a en ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>???? não é só choro: como o emoji virou o mais popular do mundo em 2025; veja o ranking</title>
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<description><![CDATA[      Imagem de arquivo mostra pessoa usando celular
Pongsawat Pasom/Unsplash
O emoji mais popular do mundo em 2025 foi o ????, um rosto com expressão de choro intenso e lágrimas abundantes. Para as novas gerações, ele é multiuso, usado quando algo é tão engraçado, emocionante ou constrangedor que dá vontade de chorar. 
Em seguida, apareceram o ???? e o ????, ambos usados para expressar risadas acompanhadas de lágrimas.
Os dados foram divulgados pelo Google ao jornal americano The New York Times (NYT) e têm como base uma amostra de 665 milhões de emojis usados no mundo todo por meio do Gboard, teclado da empresa integrado à maioria dos dispositivos Android.
Segundo o jornal, que analisou postagens no Reddit com o apoio de linguistas, parte da popularidade do emoji no último ano pode ser explicada por uma mudança cultural: os jovens passaram a considerar que alguns emojis estavam sendo usados em excesso e migraram para outras opções.
Agora no g1
De acordo com os especialistas consultados pelo NYT, os adolescentes costumam ser os primeiros a adotar novas formas de linguagem, especialmente as meninas e mulheres, que tendem a manter mais conexões sociais e um vocabulário emocional mais amplo.
Segundo a diretora criativa do Google, Jennifer Daniel, enquanto gerações anteriores se preocupavam mais com a comunicação em massa nas redes sociais, os mais jovens buscam uma comunicação mais direta e íntima, seja em conversas em grupo ou em comunidades online que desenvolvem suas próprias referências, piadas, expressões e formas de se comunicar.
&quot;[O importante é] ser compreendido por esse público imediato&quot;, afirmou a especialista ao NYT.
Os especialistas destacam que muitos emojis ganham novos significados nessas comunidades online, onde criadores de memes buscam constantemente inovar. Quando esses usos e significados chegam ao grande público, esses grupos normalmente já estão popularizando novas tendências.
Um exemplo é o emoji de caveira (????), que foi usado por adolescentes para indicar que alguém &quot;morreu de rir&quot;. Em determinado momento, esse uso chegou a superar o ????, mas perdeu força rapidamente.
Ainda segundo o jornal americano, os mais jovens têm substituído emojis amplamente usados por outras gerações por alternativas que transmitem sentimentos semelhantes. É o caso da flor murcha (????), adotada por muitos usuários no lugar do coração partido (????), e do emoji de fogo (????), que passou a ocupar o espaço antes associado ao emoji dos cem pontos (????).
De acordo com os especialistas consultados pelo NYT, parte da popularização dos emojis está ligada ao avanço da comunicação digital em detrimento das interações presenciais. Com isso, expressões faciais, gestos e tom de voz deixam de fazer parte da conversa, aumentando a necessidade de outros recursos para transmitir emoções e intenções.
Além disso, os emojis também funcionam como uma forma de demonstrar pertencimento a determinado grupo.
&quot;Normalmente, quanto mais um grupo é minoritário, mais motivos ele tem para se diferenciar&quot;, disse o linguista Adam Aleksic ao jornal.  “As comunidades jovens negras ou LGBTQIAP+ são talvez as maiores inovadoras.”
O NYT também informou que, ao menos nos últimos anos, o grupo dos 10 emojis mais usados mudou pouco, segundo dados do Google. Embora existam mais de 3.600 emojis disponíveis, esses 10 responderam por 36% de todo o uso registrado no ano passado, com mudanças apenas na posição ocupada por alguns deles.
Veja quais foram os 10 emojis mais populares do mundo em 2025
???? : rosto chorando intensamente
????: rolando no chão de tanto rir
????: rosto com lágrimas de alegria
❤️: coração vermelho
????: mãos unidas
????: rosto mandando beijo
????: rosto sorridente com corações
????: polegar para cima
????: rosto sorridente com olhos de coração
????: rosto sorridente mostrando os dentes ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, de olho em alta do petróleo e à espera da ata do Fed; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (19), com um recuo de 0,95% perto das 12h20, cotado a R$ 5,1718. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, opera em alta de 1,50% no mesmo horário, aos 168.841 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A piora das tensões no Oriente Médio traz mais um dia de alta para o petróleo. Nesta quarta-feira, o &quot;Financial Times&quot; afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos Estados Unidos na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. O cenário volta a trazer incertezas sobre a abertura do Estreito de Ormuz e os efeitos do conflito na inflação global. 
Perto das 12h20, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,97%, cotado a US$ 91,90, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 1,34% no mesmo horário, a US$ 86,08.
▶️ Na agenda econômica, as atenções ficam com a nova ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A expectativa é que o documento traga indicações sobre como os dirigentes da instituição têm visto a economia dos EUA e quais os sinais para o futuro dos juros no país.
▶️ No Brasil, o cenário político e eleitoral também fica no radar. O foco fica com o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Senado. Para parte dos investidores, a possibilidade de tramitação pode favorecer a campanha de Lula e aumentar as preocupações sobre os gastos públicos em um eventual novo mandato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,04%;
Acumulado do mês: +3,00%;
Acumulado do ano: --4,87%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,36%;
Acumulado do mês: -6,55%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Petróleo volta a ficar no centro das atenções
O mercado internacional de petróleo voltou a ficar no centro das atenções. Nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos EUA na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. 
Um dos potenciais alvos seria a base aérea búlgara de Bezmer, que desde o mês passado tem sido utilizada por aeronaves do Exército dos EUA para reabastecimento;
Outra instalação que poderia ser visada é uma base aérea britânica no Chipre que já havia sido atacada por um drone iraniano em março.
Além disso, o regime iraniano também tem considerado a possibilidade de atacar cabos submarinos de fibra óptica no Estreito de Ormuz em caso essa nova escalada ocorra, segundo o FT. Tais ataques, caso venham a ser postos em prática, serviriam para elevar os riscos e consequências do conflito para os EUA, disseram as fontes iranianas ao jornal.
Nas últimas semanas, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou declarar o Estreito de Ormuz como território dos EUA —algo inviável e proibido à luz do direito internacional— e bombardear o aliado Omã caso o país chegue a um acordo com o Irã sobre o controle da navegação comercial na via marítima.
Teerã, por sua vez, que disse estar perto de concluir o acordo com o Omã, elevou o tom ao impor um ultimato aos EUA e afirmar que passaria a tomar uma postura mais ofensiva na guerra caso as negociações com a Casa Branca para o fim do conflito fracassem.
As tensões voltam a elevar preocupações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra, e seus efeitos na inflação e na oferta de energia pelo mundo.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Em Wall Street, os principais índices americanos operavam em alta nesta quarta-feira, conforme os rendimentos dos títulos públicos recuavam de máximas registradas em várias décadas e os investidores avaliavam uma série de atualizações corporativas.
Entre os destaques, as ações da fabricante de vacinas Moderna mais do que dobraram, após a empresa anunciar resultados positivos de uma terapia personalizada contra o melanoma, um tipo de câncer de pele.
Perto das 12h20, o Dow Jones subia 0,48%, enquanto o S&amp;P 500 avançava 0,65% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,43%.
Já na Europa, os principais mercados da região operavam mistos. No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, subia 0,01% e o CAC-40, da França, avançava 0,05%. O FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,23%.
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em queda, com uma venda massiva de ações de chips e robótica em meio a preocupações com a economia e após resultados corporativos abaixo do esperado. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 2,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, caiu 2,4%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,09% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 3,16%. O Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 5,80%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar.
Dado Ruvic/ R ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ações da Moderna disparam 90% após vacina personalizada contra câncer ter resultado positivo em teste</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/acoes-da-moderna-disparam-90-apos-vacina-personalizada-contra-cancer-ter-resultado-positivo-em-teste</link>
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<description><![CDATA[      Moderna anuncia resultado preliminar de sucesso de vacina contra o câncer
Reuters
As ações da Moderna dispararam 90% no pré-mercado nesta quarta-feira (19) após a empresa anunciar resultados positivos de uma terapia personalizada contra o melanoma, um tipo de câncer de pele. Desenvolvido em parceria com a Merck, o tratamento usa tecnologia de mRNA para ajudar o sistema imunológico a identificar e combater células do tumor.
➡️ Chamada de intismeran autogene, a vacina é diferente das usadas para prevenir doenças infecciosas: em vez de proteger contra o câncer antes que ele apareça, ela é fabricada sob medida para tratar um tumor que já existe, a partir das mutações genéticas específicas daquele paciente. 
No estudo, ela foi testada em combinação com o Keytruda (pembrolizumabe), imunoterápico da Merck já usado no tratamento do melanoma -- um tipo agressivo de câncer de pele. 
De acordo com a empresa, o tratamento atingiu os dois principais objetivos: 
Prolongar significativamente o tempo de sobrevida dos pacientes sem recidiva do melanoma, em comparação com o tratamento apenas com Keytruda. 
Além de reduzir o risco de disseminação do câncer para outras partes do corpo.
A vacina, chamada intismeran autogene, foi testada em pacientes com melanoma — a forma mais letal de câncer de pele — que haviam passado por cirurgia para retirada completa do tumor, mas ainda corriam risco de a doença voltar.
Pacientes que receberam os dois tratamentos juntos tiveram menos recorrências da doença e menos casos de metástase à distância do que os tratados apenas com Keytruda.
Brasil registra patente de vacinas feitas de mRNA
Como funciona a vacina
Diferentemente das vacinas usadas para prevenir doenças infecciosas, a intismeran não protege contra o câncer antes que ele apareça: ela é fabricada sob medida para tratar um tumor que já existe, a partir das mutações genéticas específicas de cada paciente.
E como isso acontece?
Uma amostra do tumor é sequenciada para identificar essas mutações — uma espécie de &quot;impressão digital&quot; molecular daquele câncer. 
A partir daí, é produzida uma molécula de mRNA capaz de codificar até 34 alvos (neoantígenos) presentes só naquele tumor. 
Injetada no paciente, ela ensina o sistema imunológico a reconhecer essas mutações e atacar as células que as carregam.
O Keytruda age de outra forma: bloqueia uma proteína (PD-1) que os tumores usam para escapar da vigilância do sistema imune, permitindo que os linfócitos T ajam com mais eficiência. A combinação busca unir os dois mecanismos — um aponta o alvo, o outro remove o freio da resposta imune.
O que o estudo descobriu?
O estudo atual incluiu 1.137 pacientes com melanoma cutâneo. Dois terços receberam a combinação da vacina com Keytruda, e um terço recebeu apenas o imunoterápico, por cerca de um ano.
Numa análise interina — feita antes do fim previsto do estudo —, o grupo que recebeu a combinação apresentou resultados estatisticamente superiores tanto na sobrevida livre de recorrência quanto na sobrevida livre de metástase à distância.
A informação foi divulgada em um comunicado das empresas nesta quarta-feira. O estudo ainda está em andamento e não foi publicado. Moderna e Merk não divulgaram os percentuais exatos de redução de risco observados nesta nova análise.
Em um estudo de fase intermediária com pacientes de melanoma de alto risco submetidos à cirurgia, a mesma combinação havia reduzido o risco de recorrência ou morte em 49% após cinco anos, resultado consistente com os dados de acompanhamento de três anos apresentados em 2023.
O perfil de segurança da combinação, segundo o comunicado, foi consistente com o observado em estudos anteriores, sem novos sinais de risco identificados.
Tecnologia está sendo testada em outros tipos de câncer 
O estudo divulgado nesta quarta trata especificamente de melanoma, mas a tecnologia por trás da vacina está sendo testada em outros tipos de tumor.
O programa de pesquisa, chamado INTerpath, reúne nove estudos de Fase 2 e Fase 3 em andamento, incluindo câncer de pulmão de não pequenas células, câncer de bexiga e carcinoma de células renais. 
Há ainda estudos em fase inicial para câncer de pâncreas, estômago e outro tipo de tumor de pulmão.
A tecnologia por trás dela é a mesma plataforma de mRNA usada pela Moderna para desenvolver sua vacina contra a Covid-19. A empresa tem buscado transformar sua plataforma de mRNA em uma franquia mais ampla e duradoura, aplicando a outros quadros. 
O que esperar com essa tecnologia?
Para o oncologista Stephen Stefani, tratamentos personalizados como esse ocupam um espaço cada vez mais relevante na literatura médica, mas os resultados anunciados nesta quarta ainda precisam avançar por outras etapas antes de mudar a prática clínica.
Ele pondera que a estratégia de usar vacinas customizadas contra o câncer já é discutida pela comunidade científica há bastante tempo, mas que transformar esse conhecimento em um tratamento disseminado depende de fatores que ainda não podem ser avali ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Ações, Moderna, disparam, 90, após, vacina, personalizada, contra, câncer, ter, resultado, positivo, teste</media:keywords>
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<title>Imprensa britânica criticada após morte de professor negro de Cambridge</title>
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<description><![CDATA[ Londres, 19 Ago 2026 (AFP) - O caso das acusações de plágio e de mentiras contra Jason Arday, um professor negro de Cambridge, abriu um debate sobre o papel da imprensa e se a pressão exercida sobre o docente pode ter contribuído para um eventual suicídio. 
As milhares de pessoas que na noite de segunda-feira homenagearam Jason Arday em Londres, falecido na sexta-feira, não escondiam sua indignação com os meios de comunicação, aos quais muitos se recusavam a conceder entrevistas. 
Os cartazes erguidos entre a multidão resumiam bem as críticas: &quot;249 matérias em 22 dias&quot;, em alusão ao número estimado de publicações desde julho sobre as acusações de plágio ou as afirmações fantasiosas que o docente teria feito sobre sua trajetória. 
Para essas pessoas, os jornais britânicos são, junto com o racismo, os principais responsáveis pela morte de Jason Arday, cujo corpo foi encontrado em sua residência em 14 de agosto, nove dias após sua demissão da Universidade de Cambridge. 
A hipótese de suicídio parece não suscitar dúvidas, embora nem a família nem a polícia a tenham confirmado. 
A jornalista Sarah Ditum, autora de reportagens sobre o caso para o jornal conservador The Times, questionou-se se havia &quot;se equivocado ao escrever tanto sobre Jason Arday&quot;, antes de concluir que não.
- Calmaria informativa -
Ditum reconheceu que a história - na qual se misturavam racismo e críticas às políticas de diversidade, no centro das atuais guerras culturais - havia ganhado força graças à calmaria informativa do verão europeu. 
A jornalista indicou que Arday era uma &quot;estrela&quot; que &quot;tinha escolhido estar sob os holofotes&quot;, acrescentando que &quot;ele mesmo&quot; mitificou sua trajetória, que incluía a incrível ascensão de um menino autista até o topo da hierarquia universitária. 
De esquerda, o The Guardian, que também investigou Jason Arday, assegurou que simplesmente havia &quot;tentado estabelecer a verdade&quot;. 
&quot;Os jornalistas que fizeram seu trabalho de maneira responsável não deveriam ser submetidos a uma enxurrada de insultos&quot;, defendeu-se o jornal em uma coluna. 
Em um comunicado, o órgão britânico de regulação da mídia tradicional, o Ipso, indicou que havia recebido e estava analisando &quot;um grande volume de denúncias e preocupações&quot; relacionadas à cobertura do caso. 
O caso voltou a lançar luz sobre os métodos de uma parte da imprensa britânica, especialmente dos tabloides, que às vezes se aprofundam demais na vida privada das pessoas. 
O Daily Mail considerou que a mídia tradicional havia realizado um &quot;trabalho de investigação legítimo&quot;, mas que as redes sociais fizeram com que a história &quot;saísse do controle&quot;, atraindo pessoas &quot;racistas&quot;.
Mais de 111.000 pessoas haviam assinado nesta quarta-feira uma petição da organização Good Law Project que reivindica &quot;uma investigação pública imediata para garantir uma imprensa responsável&quot;.
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Daily Mail ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Imprensa, britânica, criticada, após, morte, professor, negro, Cambridge</media:keywords>
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<title>Dólar abre em queda, de olho em alta do petróleo e à espera da ata do Fed</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (19) em queda, com um recuo de 0,24% perto das 9h, cotado a R$ 5,2081. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A piora das tensões no Oriente Médio traz mais um dia de alta para o petróleo. Nesta quarta-feira, o &quot;Financial Times&quot; afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos Estados Unidos na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. O cenário volta a trazer incertezas sobre a abertura do Estreito de Ormuz e os efeitos do conflito na inflação global. 
Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,68%, cotado a US$ 91,64, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,80% no mesmo horário, a US$ 85,62.
▶️ Na agenda econômica, as atenções ficam com a nova ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A expectativa é que o documento traga indicações sobre como os dirigentes da instituição têm visto a economia dos EUA e quais os sinais para o futuro dos juros no país.
▶️ No Brasil, o cenário político e eleitoral também fica no radar. O foco fica com o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Senado. Para parte dos investidores, a possibilidade de tramitação pode favorecer a campanha de Lula e aumentar as preocupações sobre os gastos públicos em um eventual novo mandato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,04%;
Acumulado do mês: +3,00%;
Acumulado do ano: --4,87%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,36%;
Acumulado do mês: -6,55%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Petróleo volta a ficar no centro das atenções
O mercado internacional de petróleo voltou a ficar no centro das atenções. Nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos EUA na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada. 
Um dos potenciais alvos seria a base aérea búlgara de Bezmer, que desde o mês passado tem sido utilizada por aeronaves do Exército dos EUA para reabastecimento;
Outra instalação que poderia ser visada é uma base aérea britânica no Chipre que já havia sido atacada por um drone iraniano em março.
Além disso, o regime iraniano também tem considerado a possibilidade de atacar cabos submarinos de fibra óptica no Estreito de Ormuz em caso essa nova escalada ocorra, segundo o FT. Tais ataques, caso venham a ser postos em prática, serviriam para elevar os riscos e consequências do conflito para os EUA, disseram as fontes iranianas ao jornal.
Nas últimas semanas, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou declarar o Estreito de Ormuz como território dos EUA —algo inviável e proibido à luz do direito internacional— e bombardear o aliado Omã caso o país chegue a um acordo com o Irã sobre o controle da navegação comercial na via marítima.
Teerã, por sua vez, que disse estar perto de concluir o acordo com o Omã, elevou o tom ao impor um ultimato aos EUA e afirmar que passaria a tomar uma postura mais ofensiva na guerra caso as negociações com a Casa Branca para o fim do conflito fracassem.
As tensões voltam a elevar preocupações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra, e seus efeitos na inflação e na oferta de energia pelo mundo.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em queda, com uma venda massiva de ações de chips e robótica em meio a preocupações com a economia e após resultados corporativos abaixo do esperado. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 2,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, caiu 2,4%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,09% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 3,16%. O Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 5,80%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar.
Dado Ruvic/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lei Seca com teste de drogas em motoristas entra em vigor; entenda o que muda</title>
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<description><![CDATA[      Lei Seca
ASCOM - SEMOV
O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira (18) a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) com novas regras para a fiscalização da Lei Seca.
A resolução atualiza os procedimentos usados pelos agentes de trânsito e regulamenta também a possibilidade de testes para identificar outras substâncias psicoativas.
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Uma das principais mudanças é a criação de uma etapa inicial de triagem. Nela, os agentes poderão usar equipamentos de pré-teste ou teste passivo de alcoolemia (quantidade de álcool etílico presente no sangue) para verificar possíveis sinais da presença de álcool.
Se houver indicação positiva, será necessário seguir para os procedimentos previstos na regulamentação para confirmar a situação.
Agora no g1
Esse primeiro resultado não poderá, sozinho, gerar uma multa nem comprovar que o motorista dirigia sob influência de álcool.
O texto também estabelece regras para o uso de equipamentos destinados à identificação de outras substâncias psicoativas.
A fiscalização pelas autoridades de trânsito com os novos testes só vai acontecer após a certificação dos aparelhos e procedimentos.
Portanto, o motorista que sair hoje e for fiscalizado não vai encontrar essas novas fiscalizações.
A medida não cria uma nova infração nem muda as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A resolução já passa a valer após a publicação no Diário Oficial da União (DOU). As mudanças que envolvem fichas de fiscalização e códigos de enquadramento das infrações terão prazo de 60 dias para entrar em vigor.

Durante esse período, os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito deverão adaptar seus sistemas informatizados. Até a mudança, continuam sendo usados os códigos atualmente vigentes.
O que muda na fiscalização
Triagem inicial: agentes poderão utilizar pré-teste ou teste passivo para identificar indícios de álcool.
Resultado da triagem: terá caráter orientativo e não será suficiente, por si só, para autuar o motorista.
Confirmação: casos com indicação positiva deverão passar pelas etapas de comprovação previstas na norma.
Outras substâncias: poderão ser utilizados equipamentos específicos para identificar substâncias psicoativas.
Sinais de alteração: a avaliação da capacidade psicomotora continua válida como meio de fiscalização.
Registro: o agente deverá apontar pelo menos dois sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora.
Equipamentos: aparelhos usados para detectar substâncias psicoativas precisarão ser certificados dentro do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo acreditado pelo Inmetro.
Resultado dos testes: a detecção de substâncias psicoativas será qualitativa, indicando a presença, e não a concentração.
Bafômetro: o etilômetro continua sendo utilizado normalmente nas fiscalizações de álcool.
Restos de álcool na boca
A resolução também define procedimentos para situações que possam interferir no resultado dos testes.
Entre elas está a presença temporária de álcool na boca, que pode ocorrer após o consumo de produtos como bombons com licor, enxaguantes bucais e pão de forma.
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Reprodução
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Se o teste passivo indicar a presença de álcool nessas circunstâncias, deverá ser feita uma avaliação posterior antes de qualquer conclusão sobre a condução sob influência de álcool.
O reteste também será realizado quando fatores técnicos ou operacionais impedirem a obtenção de um resultado considerado válido.
Outras substâncias
A nova regulamentação permite que os órgãos de trânsito utilizem equipamentos certificados para detectar substâncias psicoativas. O procedimento deverá ser combinado com a análise dos sinais apresentados pelo motorista.
????Substâncias psicoativas são aquelas que podem alterar o funcionamento do sistema nervoso central e prejudicar a capacidade de dirigir.
A resolução não determina um modelo específico de equipamento. Também não estabelece que apenas a identificação de vestígios de uma substância seja suficiente para caracterizar a infração.
A possibilidade está prevista no próprio CTB, que permite o uso de testes toxicológicos e de outros meios técnicos ou científicos para verificar se o motorista está sob influência de substâncias que podem comprometer a capacidade de condução.
Fiscalização após acidentes
A resolução determina que, sempre que possível, os motoristas envolvidos em sinistros de trânsito sejam submetidos à fiscalização.
Quando houver morte, deverá ser realizado exame para verificar a presença de álcool ou outras substâncias psicoativas.
As informações obtidas deverão ser utilizadas no planejamento e na avaliação de políticas públicas de segurança viária.
Em agosto, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu parecer favorável a um projeto de lei que endurece as puniçõe ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise do varejo? Por que algumas gigantes enfrentam dificuldades e outras seguem crescendo</title>
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<description><![CDATA[      Crise das Casas Bahia pode limitar crédito
Os pedidos de recuperação judicial da Casas Bahia e da Marabraz, anunciados no último domingo (16), são novos capítulos da crise enfrentada por parte do varejo brasileiro.
As dificuldades atingem principalmente as empresas que atendem consumidores de renda média e baixa. Pagar dívidas e gerar caixa se tornaram desafios em um cenário de juros elevados, crédito restrito, endividamento das famílias e consumo enfraquecido.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Para especialistas do mercado financeiro, a situação força o setor a passar por uma transformação estrutural, que inclui a revisão das operações, o fechamento de lojas e a definição de novas prioridades estratégicas para manter a competitividade. 
Por outro lado, empresas que chegaram a esse período com balanços mais equilibrados e operações mais eficientes podem aproveitar a reorganização do setor para ganhar espaço sobre concorrentes em dificuldade.
Há uma crise sistêmica no varejo nacional?
Embora grandes varejistas tenham recorrido à recuperação judicial nos últimos anos, o mercado financeiro não vê sinais de uma crise sistêmica no setor.
&quot;Falar em uma crise generalizada do varejo seria um erro&quot;, afirma Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos.
A especialista vê uma espécie de &quot;seleção empresarial&quot;, já que algumas companhias atravessam o atual cenário econômico com estruturas financeiras e operacionais mais sólidas do que outras.
“O problema está concentrado principalmente nas companhias que combinaram endividamento elevado, margens de lucro mais estreitas, necessidade intensa de capital de giro e modelos operacionais custosos”, explica.
Na prática, varejistas são naturalmente mais dependentes de crédito. Além de financiar estoques, operações e planos de expansão, muitas empresas do setor dependem do poder de compra dos consumidores, do acesso ao crédito e ao parcelamento.
Os casos da Casas Bahia, da Marabraz e do Grupo Toky (Tok&amp;Stok e Mobly) são exemplos dos impactos do crédito mais caro e da redução do consumo das famílias.
É o mesmo cenário que atingiu outros grandes nomes, como Ricardo Eletro, Americanas, Casa &amp; Video, Le Biscuit, MMartan, Artex, Saraiva e Livraria Cultura. São empresas que também passaram por processos de recuperação judicial, falência ou outras formas de reestruturação financeira.
“Há uma dicotomia entre o avanço das grandes plataformas digitais — como Mercado Livre, Amazon e Shopee — que continuam ganhando participação, com eficiência logística e tecnológica, e parte do varejo tradicional, que sofre com lojas físicas custosas e vendas mais fracas”, diz Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad.
Para a especialista, esse movimento também reflete a maior variedade de produtos oferecidos pelas plataformas digitais e o menor valor médio gasto em cada compra.
“Como o consumidor continua comprando itens essenciais, segmentos ligados a bens básicos e grandes plataformas digitais seguem operando com margens saudáveis e em expansão”, acrescenta Nossig.
Reestruturação do varejo
Parte dessa readequação já começa a aparecer entre as grandes varejistas. Como o g1 já mostrou, várias dessas empresas começaram a rever seus modelos de crescimento, fechando lojas ou desacelerando a expansão física para reduzir custos.
Ainda assim, o mercado não espera uma recuperação rápida dos resultados nem das ações das grandes varejistas tradicionais, principalmente enquanto os juros permanecerem elevados.
“Ainda há preocupação com a saúde financeira e a sobrevivência de algumas empresas do setor. Claro que não deixarão de existir lojas, mas é um mercado bastante instável”, diz o economista e CEO da Corano Capital, Bruno Corano.
Para Brás, da Magno Investimentos, no entanto, a queda dos juros não funcionará como um “botão de reset”. “O consumidor ainda precisa recuperar renda disponível, a inadimplência precisa ceder e o crédito precisa chegar à ponta em condições melhores”, explica.
“Também existe uma defasagem: uma redução da Selic não aparece instantaneamente no carnê, no financiamento ou no capital de giro. Para companhias já fragilizadas, alguns meses podem representar uma eternidade financeira.”
Segundo os especialistas, esse cenário pode fazer com que empresas mais fragilizadas se tornem alvos de fusões, aquisições ou parcerias estratégicas. Ao mesmo tempo, o e-commerce tende a ganhar ainda mais espaço e consolidar sua participação no mercado.
“O futuro do médio prazo do setor pertencerá às operações verdadeiramente integradas, em que a loja física deixa de ser apenas uma grande vitrine e passa a funcionar de forma inteligente como um centro de distribuição rápido e ponto de apoio para o comércio eletrônico”, diz Nossig, da Nomad.
Como fica a carteira de investimentos?
Embora o mercado não veja uma crise generalizada no varejo, as dificuldades enfrentadas por algumas empresas do setor também têm reflexos para investidores.
Um exemplo é o caso das ações do Grupo Casas Bah ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 09:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Crise, varejo, Por, que, algumas, gigantes, enfrentam, dificuldades, outras, seguem, crescendo</media:keywords>
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<title>Descoberta na Foz do Amazonas só será &amp;apos;passaporte para o futuro&amp;apos; se modelo adotado no pré&#45;sal mudar, diz ex&#45;diretor da Petrobras</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/descoberta-na-foz-do-amazonas-so-sera-passaporte-para-o-futuro-se-modelo-adotado-no-pre-sal-mudar-diz-ex-diretor-da-petrobras</link>
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<description><![CDATA[      Por que tanto otimismo com a descoberta na Bacia da Foz do Amazonas?
A descoberta de petróleo em um poço na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá, é uma notícia &quot;animadora&quot; e que tem potencial de alavancar o papel global do Brasil, mas ainda está cercada de incertezas técnicas e de dúvidas sobre quem se beneficiará da riqueza que pode ser gerada, afirma Ildo Sauer, professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP e ex-diretor da Petrobras.
Em entrevista à BBC News Brasil, Sauer questionou a ideia defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de que o achado na Margem Equatorial é um &quot;passaporte para o futuro do Brasil&quot;.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o engenheiro, essa mesma expressão foi usada antes do início da exploração comercial do pré-sal brasileiro em 2006, mas o modelo de exploração adotado nos últimos 20 anos impediu que a previsão se concretizasse.
&quot;Não foi um passaporte para o futuro&quot;, diz. &quot;Os recursos do pré-sal foram queimados até agora.&quot;
Sauer defende há anos o maior controle estatal, por meio da Petrobras, da exploração do petróleo no Brasil, com uso dos lucros para o desenvolvimento nacional.
&quot;A minha defesa sempre foi de usar os recursos do petróleo para financiar um plano nacional de desenvolvimento econômico e social&quot;, disse à BBC. 
&quot;Investir na educação pública, na saúde pública, resgatar previdência, fazer a reforma urbana, fazer a reforma agrária, investir decisivamente em tecnologias e sistemas que possam propiciar uma transição lenta e gradual que é necessária para não mais dependermos dos fósseis no futuro. Nada disso está sendo feito.&quot;
Sauer foi diretor da Petrobras entre janeiro de 2003 e setembro de 2007, durante o primeiro mandato e o início do segundo mandato do presidente Lula.
Anos após ele deixar o comando da estatal, a Operação Lava Jato revelou a existência, durante os anos 2000 e início dos anos 2010, de um amplo esquema de corrupção envolvendo dirigentes da empresa.
Quando foi ouvido pela CPI da Petrobras em 2014, Sauer afirmou que sua saída não teve relação com esses esquemas posteriormente revelados pela Lava Jato, mas sim com divergências políticas e administrativas sobre os rumos da política energética e da gestão da estatal.
&#039;Notícia animadora, mas que precisa de cautela&#039;
Ainda não está claro se a exploração comercial de petróleo na Foz do Amazonas é viável
Petrobras/Divulgação via BBC
A Petrobras afirmou ter encontrado petróleo na bacia da Foz do Rio Amazonas, em águas &quot;ultraprofundas&quot; na costa do Amapá. O achado ocorreu no poço Morpho, a cerca de 175 km da costa.
Ildo Sauer classificou a notícia como &quot;muito animadora&quot;, mas afirmou que é preciso cautela.
O especialista avalia que, a princípio, os primeiros resultados da perfuração parecem positivos, com indícios de presença de óleo leve, considerado mais valioso comercialmente. 
Ainda assim, ressalta que é cedo para estimar o tamanho das reservas e afirma que são necessárias muitas etapas técnicas para desenvolver a exploração na região.
Os próximos passos passam pela perfuração de um segundo poço exploratório para confirmar a descoberta e obter uma estimativa preliminar do volume de óleo existente no local. 
Depois disso, é preciso comunicar a descoberta à Agência Nacional do Petróleo (ANP) para que o órgão regulador autorize a elaboração de um plano de avaliação.
Entenda o que é o &#039;petróleo chique&#039; do Amapá, óleo leve que Lula comparou ao Pré-Sal
Também são necessários estudos geológicos, geofísicos e de avaliação econômica para determinar a quantidade exata de petróleo, os mecanismos necessários para desenvolver o recurso e a viabilidade econômica do projeto. 
Só depois que a viabilidade comercial da área é declarada formalmente, é que um plano de desenvolvimento é elaborado e aprovado.
&quot;Tipicamente, leva no mínimo 4 anos até chegar ao início do desenvolvimento&quot;, diz Sauer. &quot;Estamos falando de um horizonte de 5 a 7 anos para de fato começar a colocar esse petróleo no mercado.&quot;
Crítica ao modelo de exploração
O principal ponto da crítica do ex-diretor da Petrobras não é a exploração em si, mas a forma como a renda do petróleo é distribuída no país. 
Ele defende que os recursos do subsolo pertencem a toda a população brasileira e argumenta que os ganhos obtidos com o pré-sal não se converteram em melhorias proporcionais em áreas como educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento tecnológico.
Segundo Sauer, esse cenário pode se repetir com a descoberta na bacia da Foz do Amazonas se não forem implementadas grandes mudanças no modelo.
&quot;Não adianta nada a gente desenvolver e descobrir o pré-sal, autorizar o pré-sal e seguir o mesmo paradigma com a Margem Equatorial&quot;, diz.
Para o engenheiro, o principal problema do modelo atual é que uma parcela relativamente pequena da riqueza gerada pelo petróleo acaba se convertendo em investimentos capazes de transformar o país.
Segundo ele, os recursos são distribuídos entre custos de produção, royalties, tributos e ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 08:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Crise do varejo? Por que algumas gigantes estão em crise e outras seguem crescendo</title>
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Os pedidos de recuperação judicial da Casas Bahia e da Marabraz, anunciados no último domingo (16), são novos capítulos da crise enfrentada por parte do varejo brasileiro.
As dificuldades atingem principalmente as empresas que atendem consumidores de renda média e baixa. Pagar dívidas e gerar caixa se tornaram desafios em um cenário de juros elevados, crédito restrito, endividamento das famílias e consumo enfraquecido.
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Para especialistas do mercado financeiro, a situação força o setor a passar por uma transformação estrutural, que inclui a revisão das operações, o fechamento de lojas e a definição de novas prioridades estratégicas para manter a competitividade. 
Por outro lado, também há espaço para quem fez a lição de casa aproveitar a vulnerabilidade de gigantes do setor para ocupar mais espaço no mercado. 
Há uma crise sistêmica no varejo nacional?
De acordo com Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, seria um erro falar em uma crise generalizada do varejo, apesar do elevado número de recuperações judiciais e de empresas com dificuldades financeiras.
A especialista vê uma espécie de &quot;seleção empresarial&quot;, já que algumas companhias atravessam o atual cenário econômico com estruturas financeiras e operacionais mais sólidas do que outras.
“O problema está concentrado principalmente nas companhias que combinaram endividamento elevado, margens de lucro mais estreitas, necessidade intensa de capital de giro e modelos operacionais custosos”, explica.
Na prática, varejistas são naturalmente mais dependentes de crédito. Além de financiar estoques, operações e planos de expansão, muitas empresas do setor dependem do poder de compra dos consumidores, do acesso ao crédito e ao parcelamento.
Os casos da Casas Bahia, da Marabraz e do Grupo Toky (Tok&amp;Stok e Mobly) são exemplos dos impactos do crédito mais caro e da redução do consumo das famílias.
É o mesmo fenômeno que atingiu outros grandes nomes, como Ricardo Eletro, Americanas, Casa &amp; Video, Le Biscuit, MMartan, Artex, Saraiva e Livraria Cultura. São empresas que também passaram por processos de recuperação judicial, falência ou outras formas de reestruturação financeira.
“Há uma dicotomia entre o avanço das grandes plataformas digitais — como Mercado Livre, Amazon e Shopee — que continuam ganhando participação, com eficiência logística e tecnológica, e parte do varejo tradicional, que sofre com lojas físicas custosas e vendas mais fracas”, diz Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad.
Para a especialista, esse movimento também reflete a maior variedade de produtos oferecidos pelas plataformas digitais e o menor valor médio gasto em cada compra.
“Como o consumidor continua comprando itens essenciais, segmentos ligados a bens básicos e grandes plataformas digitais seguem operando com margens saudáveis e em expansão”, acrescenta Nossig.
Reestruturação do varejo
Parte dessa readequação já começa a aparecer entre as grandes varejistas. Como o g1 já mostrou, várias dessas empresas começaram a rever seus modelos de crescimento, fechando lojas ou desacelerando a expansão física para reduzir custos.
Ainda assim, o mercado não espera uma recuperação rápida dos resultados nem das ações das grandes varejistas tradicionais, principalmente enquanto os juros permanecerem elevados.
“Ainda há preocupação com a saúde financeira e a sobrevivência de algumas empresas do setor. Claro que não deixarão de existir lojas, mas é um mercado bastante instável”, diz o economista e CEO da Corano Capital, Bruno Corano.
Para Brás, da Magno Investimentos, no entanto, a queda dos juros não funcionará como um “botão de reset”. “O consumidor ainda precisa recuperar renda disponível, a inadimplência precisa ceder e o crédito precisa chegar à ponta em condições melhores”, explica.
“Também existe uma defasagem: uma redução da Selic não aparece instantaneamente no carnê, no financiamento ou no capital de giro. Para companhias já fragilizadas, alguns meses podem representar uma eternidade financeira.”
Segundo os especialistas, esse cenário pode fazer com que empresas mais fragilizadas se tornem alvos de fusões, aquisições ou parcerias estratégicas. Ao mesmo tempo, o e-commerce tende a ganhar ainda mais espaço e consolidar sua participação no mercado.
“O futuro do médio prazo do setor pertencerá às operações verdadeiramente integradas, em que a loja física deixa de ser apenas uma grande vitrine e passa a funcionar de forma inteligente como um centro de distribuição rápido e ponto de apoio para o comércio eletrônico”, diz Nossig, da Nomad.
Como fica a carteira de investimentos?
A crise do varejo também afeta quem investiu nas empresas do setor. Como mostrou o g1, as ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) protagonizam uma das maiores quedas da bolsa brasileira dos últimos anos, passando de mais de R$ 400 no auge da empresa, em 2020, para centavos.
Assim, os especialistas esperam uma redução  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Canetas emagrecedoras já mudam gastos com comida e até o PIB de países; entenda os efeitos</title>
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<description><![CDATA[      Como as canetas emagrecedoras impactam a economia global
As canetas emagrecedoras já provocam efeitos que vão além da saúde. Um estudo com famílias americanas mostrou que, após seis meses de tratamento, os gastos com supermercado caíram 5,3%, em média, enquanto as despesas em fast-foods, cafeterias e restaurantes de serviço rápido recuaram cerca de 8%.
Na Dinamarca, o setor farmacêutico, impulsionado pelas vendas das canetas, respondeu por cerca de metade do crescimento real do PIB em 2023. Segundo o Banco Central dinamarquês, sem esse avanço, a economia teria ficado praticamente estagnada.
Há ainda possíveis impactos em estudo: uma projeção estima que passageiros 10% mais leves poderiam reduzir em até 1,5% o consumo de combustível dos aviões. O fenômeno que começou mudando o apetite já afeta os hábitos de consumo e diferentes setores da economia.
Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump suspende por três dias tarifas de 50% sobre importações canadenses</title>
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<description><![CDATA[      Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diz que suspendeu por três dias tarifas de importação sobre 
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na noite de terça-feira (18) que estava suspendendo por três dias as novas tarifas de 50% sobre produtos canadenses que entrariam em vigor à meia-noite, afirmando que os dois países haviam chegado a um acordo.
Uma hora depois, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou em comunicado que &quot;progressos substanciais foram feitos, embora ainda haja trabalho importante a ser realizado&quot;.
Trump afirmou em sua postagem no Truth Social que suspendeu as tarifas &quot;com base no fato de que o Canadá e os EUA, sujeitos à finalização dos documentos, têm um ACORDO&quot;.
Trump e Carney conversaram na tarde de terça-feira, em sua segunda conversa esta semana, e seus negociadores estiveram envolvidos em semanas de intensas e opacas negociações.
Donald Trump anunciou na rede social Truth Social a suspensão das tarifas de importação sobre produtos canadenses
Reprodução/Truth Social
&quot;Enquanto prosseguimos com esse trabalho, o Canadá permanece focado em construir uma economia mais forte, mais independente e mais competitiva em âmbito nacional&quot;, disse Carney em seu comunicado.
O gabinete do Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o acordo incluirá &quot;acesso abrangente ao mercado para todos os produtos americanos, compromissos de segurança econômica, alinhamento do comércio digital&quot; e outras disposições.
Em um comunicado publicado no site da Casa Branca, Trump afirmou ter recebido o compromisso do Canadá de abordar as preocupações dos EUA relacionadas às tarifas sobre laticínios, bebidas alcoólicas e veículos automotores.
As autoridades americanas não forneceram mais detalhes e o governo canadense não confirmou o conteúdo de nenhum acordo.
As tarifas americanas sobre automóveis eram um ponto de discórdia, disseram anteriormente duas fontes do setor familiarizadas com as negociações.
As novas tarifas americanas teriam abrangido cerca de 20 bilhões de dólares em importações e seriam aplicadas independentemente de os produtos canadenses se qualificarem para tratamento preferencial sob o acordo comercial EUA-México-Canadá, que protegeu grande parte da indústria canadense das tarifas americanas anteriores.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, participa de uma coletiva de imprensa para discutir uma resposta às novas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, em Ottawa, Ontário, Canadá.
Blair Gable/ Reuters
Trump acrescentou em sua postagem nas redes sociais que o oleoduto Keystone XL - um projeto cancelado pelo ex-presidente Joe Biden em 2021 após anos de oposição de povos indígenas e ambientalistas - &quot;pode ​​ressurgir das cinzas&quot;, mas não forneceu detalhes.
Trump fez das tarifas um pilar central de suas políticas externa e comercial, apesar dos reveses legais e das críticas de alguns analistas.
As tarifas poderiam ter levado à perda de empregos e ao fechamento de empresas.
Especialistas em comércio e representantes da indústria disseram anteriormente que as novas tarifas poderiam levar à perda de empregos e ao fechamento de empresas em setores vulneráveis ​​no Canadá, incluindo madeira, vinho e laticínios. Eles também alertaram que a disputa poderia complicar as negociações mais amplas do USMCA.
O ministro canadense responsável pelo comércio com os EUA, Dominic LeBlanc, e a principal negociadora comercial, Janice Charette, estão em Washington desde a semana passada para negociações.
Agora no g1
Na segunda-feira, as autoridades canadenses se reuniram por quase duas horas com Greer e o secretário de Comércio, Howard Lutnick.
Greer citou repetidamente as tarifas canadenses que se seguiram às tarifas iniciais dos EUA, o sistema canadense de gestão da oferta de laticínios e a recusa de algumas províncias em estocar bebidas alcoólicas americanas, entre outras queixas dos EUA.
Em um comunicado divulgado na noite de terça-feira, o Conselho de Bebidas Destiladas dos EUA aplaudiu o anúncio de Trump e pediu &quot;uma solução negociada que permita o retorno das bebidas destiladas americanas às prateleiras dos varejistas em todas as províncias canadenses e restabeleça o setor de bebidas destiladas a um regime tarifário de zero por zero&quot;.
As partes também discutiram a redução das tarifas americanas da Seção 232 sobre veículos canadenses de 25% para 15%, com reduções adicionais baseadas na quantidade de conteúdo americano em cada veículo, disseram as fontes.
Contabilização das deduções tarifárias
Um dos principais pontos de discórdia era como as deduções tarifárias baseadas no conteúdo deveriam ser calculadas, com Washington exigindo que apenas o conteúdo produzido nos EUA fosse contabilizado. O Canadá, por sua vez, pressionava para que todo o conteúdo norte-americano, incluindo as peças canadenses e mexicanas, fosse contabilizado, segundo fontes anteriores.
Na terça-feira, o Departamento de Comércio dos EUA divulgou novas regras para que as montador ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 02:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>A Foz do Amazonas e o futuro da exploração de petróleo no Brasil &#45; O Assunto #1786</title>
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<description><![CDATA[      No último sábado (15), a Petrobras anunciou a identificação de hidrocarbonetos no poço Morpho, localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá e a cerca de 2.800 metros de profundidade. A confirmação de que há petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, na chamada Margem Equatorial, gerou empolgação imediata – o presidente Lula chegou a chamar a descoberta de &quot;passaporte para o futuro&quot; do país. Mas ainda falta uma longa jornada até que seja confirmada a viabilidade econômica da exploração do petróleo na região. A presidente da estatal, Magda Chambriard, fala em até 7 anos para que o primeiro barril de petróleo seja extraído de águas submarinas. Há perspectivas econômicas otimistas, mas também há riscos ambientais e climáticos: a região é considerada de extrema sensibilidade ambiental e o investimento em combustível fóssil vai na contramão do compromisso do país com a transição energética. 
Neste episódio, Natuza Nery entrevista Felipe Maciel, jornalista que acompanha há duas décadas os setores de petróleo, gás e energia. Ele explica como irá se dar a possível exploração, analisa os riscos para a questão ambiental e compara o caso brasileiro com o da Guiana. Participa também do episódio Shigueo Watanabe Jr., especialista em energia do Observatório do Clima e pesquisador do Climainfo. 
Convidado: Felipe Maciel, sócio-fundador e diretor executivo da agência eixos, especializada nos setores de petróleo, gás e energia.
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Marco Antônio Martins. Colaborou neste episódio Thomé Granemann. Na apresentação: Natuza Nery.
O que você precisa saber: 
Petrobras confirma descoberta de petróleo na Foz do Amazonas, no litoral do Amapá;
Petrobras amplia ofensiva na Foz do Amazonas e pede ao Ibama licença para explorar mais 3 poços;
Novo pré-sal? O que já se sabe e o que ainda falta descobrir sobre o petróleo na Foz do Amazonas;
JORNAL DO AMAPÁ: Lula visita navio-sonda no Amapá e defende petróleo na Foz do Rio Amazonas;
MPF cobra explicações do Ibama sobre pedido da Petrobras para explorar mais 3 poços na Foz do Amazonas;
Petrobras encontra indícios de petróleo em poço no Amapá, na Foz do Amazonas;
&#039;Nova fronteira exploratória&#039;, diz presidente do IBP sobre indícios de petróleo no AP, na Foz do Amazonas;
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas, no litoral do Amapá
Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lei Seca completou 18 anos em 2026: entenda as multas, infrações e novas mudanças</title>
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<description><![CDATA[      Blitz Lei Seca
Magbo Segllia/GovRJ
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou na última segunda-feira (17) novas regras para a fiscalização da Lei Seca. 
Lei Seca é o nome popular da Lei 11.705, que entrou em vigor em 2008 com o objetivo de endurecer a fiscalização e as punições para motoristas que dirigem “sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”.
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Ao longo de 18 anos, a lei passou por uma série de atualizações. 
Entre as principais estão:
Em 2012, a tolerância para a concentração de álcool no sangue passou a ser zero;
Em 2016, a recusa ao teste do etilômetro, conhecido como bafômetro, passou a ser considerada infração gravíssima, e a multa foi atualizada, podendo chegar a R$ 2.934,70;
Em 2018, o motorista bêbado que causa um acidente passou a poder ser preso por até 8 anos. Além disso, tem a CNH suspensa por 12 meses e pode ter o documento cassado se for flagrado dirigindo durante esse período.
Agora no g1
Mesmo com a tolerância zero em vigor, existe um limite técnico de 0,04 mg/L para a medição de álcool. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), valores abaixo desse limite não geram penalidades.
Segundo o artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), quando o resultado configura infração, a penalidade também inclui a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por 12 meses e a retenção do veículo, até que outro motorista possa assumir a direção.
Se cometer a mesma infração novamente em até 12 meses, o motorista terá a multa em dobro, no valor de R$ 5.869,40.
Desde a entrada em vigor da Lei Seca até maio de 2026, foram registradas 1,26 milhão de infrações por condução de veículos sob a influência de álcool ou de outras substâncias psicoativas.
Fiscalização e regras mudam em 2026
Uma nova resolução atualiza os procedimentos usados pelos agentes de trânsito e regulamenta também a possibilidade de testes para identificar outras substâncias psicoativas.
Se houver indicação positiva, será necessário seguir para os procedimentos previstos na regulamentação para confirmar a situação.
Esse primeiro resultado não poderá, sozinho, gerar uma multa nem comprovar que o motorista dirigia sob influência de álcool.
O texto também estabelece regras para o uso de equipamentos destinados à identificação de outras substâncias psicoativas.
A fiscalização pelas autoridades de trânsito com os novos testes só vai acontecer após a certificação dos aparelhos e procedimentos.
Portanto, o motorista que sair hoje e for fiscalizado não vai encontrar essas novas fiscalizações.
A medida não cria uma nova infração nem muda as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A resolução passa a valer após sua publicação no Diário Oficial da União (DOU). As mudanças que envolvem fichas de fiscalização e códigos de enquadramento das infrações terão prazo de 60 dias para entrar em vigor.

Durante esse período, os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito deverão adaptar seus sistemas informatizados. Até a mudança, continuam sendo usados os códigos atualmente vigentes.
O que muda na fiscalização
Triagem inicial: agentes poderão utilizar pré-teste ou teste passivo para identificar indícios de álcool.
Resultado da triagem: terá caráter orientativo e não será suficiente, por si só, para autuar o motorista.
Confirmação: casos com indicação positiva deverão passar pelas etapas de comprovação previstas na norma.
Outras substâncias: poderão ser utilizados equipamentos específicos para identificar substâncias psicoativas.
Sinais de alteração: a avaliação da capacidade psicomotora continua válida como meio de fiscalização.
Registro: o agente deverá apontar pelo menos dois sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora.
Equipamentos: aparelhos usados para detectar substâncias psicoativas precisarão ser certificados dentro do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo acreditado pelo Inmetro.
Resultado dos testes: a detecção de substâncias psicoativas será qualitativa, indicando a presença, e não a concentração.
Bafômetro: o etilômetro continua sendo utilizado normalmente nas fiscalizações de álcool.
Restos de álcool na boca
A resolução também define procedimentos para situações que possam interferir no resultado dos testes.
Entre elas está a presença temporária de álcool na boca, que pode ocorrer após o consumo de produtos como bombons com licor, enxaguantes bucais e pão de forma.
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Reprodução
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Se o teste passivo indicar a presença de álcool nessas circunstâncias, deverá ser feita uma avaliação posterior antes de qualquer conclusão sobre a condução sob influência de álcool.
O reteste também será realizado quando fatores técnicos ou operacionais impedirem a obtenção de um resultado considerado válido.
Ou ]]></description>
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<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Mega&#45;Sena 3046 acumula e vai a R$ 50 milhões; veja os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.046 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (18), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 42.8 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 50 milhões
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Veja os números sorteados: 16 - 23 - 24 - 33 - 36 - 52
5 acertos: 38 apostas ganhadoras, R$ 50.460,11
4 acertos: 3.041 apostas ganhadoras, R$ 1.039,35
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Resultado do concurso 3046 da Mega-Sena.
Reprodução/Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 22:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo criará até o final do ano sala de situação para evitar manipulação esportiva em apostas, diz secretário</title>
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<description><![CDATA[      O secretário de Apostas Esportivas e de Desenvolvimento Econômico do Esporte do Ministério da Fazenda, Giovanni Rocco, afirmou nesta terça-feira (18) que o governo federal deverá criar até o final do ano uma sala de situação para acompanhar o setor e evitar a manipulação esportiva.
O plano é ter uma central que lembra as mesas de operação do mercado financeiro em técnicos do governo vão acompanhar, em tempo real, as oscilações das &quot;odds&quot;, cotações das apostas esportivas, para identificar movimentações suspeitas.
???? As odds, ou seja, cotações que refletem as probabilidades atribuídas pelas casas de apostas aos diferentes resultados de uma partida, estão no centro do monitoramento.
A ideia é identificar movimentações fora do padrão, principalmente antes do início dos jogos, quando grandes volumes de apostas concentrados em um determinado resultado podem indicar uma possível manipulação.
Agora no g1
“São vários monitores. No fim do dia, as apostas são cotação de odds. O que é uma odd? É uma estatística e probabilidade. Então você tem o cruzamento dessas estatísticas e probabilidades. Quando existe a possibilidade de o time A ganhar do time B, a casa vai pagar menos nas apostas no time A e mais nas apostas no time B”, explicou Rocco.
Segundo o secretário, a estrutura funcionará de maneira semelhante a uma central de monitoramento financeiro, com atenção especial a comportamentos considerados anômalos.
“É como se fosse uma sala do Banco Central olhando as bolsas do mundo e os comportamentos anômalos, principalmente antes da partida, porque o risco é maior. Quando começa o jogo e a atividade esportiva, isso se inverte”, afirmou.
O secretário explicou que uma movimentação atípica pode gerar um alerta para as autoridades e para as próprias casas de apostas.
Apostas esportivas; bet
Joédson Alves/Agência Brasil
“Então se eu pego ali uma situação que não é usual e eu verifico que tem uma descarga de apostas muito grande, vai ter um alerta e já tem casas de apostas que identificam e fecham o mercado&quot;, disse Rocco, durante um evento sobre o setor.
Com isso, o trabalho da sala de situação será o de cruzar a observação com sistemas fornecidos por entidades de integridade do mercado de apostas, permitindo comparar dados e identificar padrões suspeitos.
Segundo o secretário, essas organizações, financiadas pelas próprias empresas do setor, reúnem e compartilham informações de diversas casas de apostas ao redor do mundo com o objetivo de monitorar a integridade das operações e detectar possíveis irregularidades. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Governo, criará, até, final, ano, sala, situação, para, evitar, manipulação, esportiva, apostas, diz, secretário</media:keywords>
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<title>Ibovespa tem 2º pior desempenho entre 21 bolsas em agosto</title>
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<description><![CDATA[      Ibovespa tem pior queda desde março e dólar sobe
O Ibovespa acumula queda de 8,54% em agosto e tem o segundo pior desempenho entre 21 bolsas acompanhadas pela consultoria Elos Ayta. O levantamento considera os resultados em dólares até o dia 17.
O resultado fica atrás apenas do registrado pelo Merval, principal índice da Bolsa da Argentina, que recua 10,47% no mesmo período.
????A comparação considera os resultados em dólares porque cada país tem sua própria moeda. Ao transformar os números para uma mesma moeda, é possível comparar de forma mais direta o desempenho das diferentes bolsas.
No Brasil, por exemplo, o Ibovespa acumula queda de 6,30% em reais em agosto. Mas o dólar subiu 2,44% frente ao real no período. Isso faz com que a perda seja maior quando o resultado é calculado na moeda americana: 8,54%.
O Ibovespa foi influenciado pelo tombo de diversas ações - os papéis da Magazine Luiza, do Grupo Soma e da construtora MRV chegaram a cair mais de 5% ao longo do dia
adobe stock
Na prática, isso significa que um investidor estrangeiro que aplicou na Bolsa brasileira não sofreu apenas com a queda das ações. 
Ele também foi afetado pela valorização do dólar (quando a moeda americana fica mais cara em relação ao real).
Brasil fica entre os piores resultados
Entre os quatro mercados com pior desempenho no levantamento, dois são da América Latina.
A Argentina aparece na última colocação, com queda de 10,47% do Merval. O Brasil vem logo depois, com recuo de 8,54% do Ibovespa.
Na sequência estão o FTSE China 50, índice que reúne grandes empresas chinesas, com queda de 2,55%, e o IPC México, principal índice acionário mexicano, que recua 2,29%.
O desempenho mostra que, até o dia 17, as bolsas brasileira e argentina tiveram uma queda bem mais forte do que a registrada em outros grandes mercados.
Ibov
Einar rivero
Bolsas da Europa e da Ásia sobem
Na outra ponta do levantamento, os melhores resultados estão principalmente na Europa e na Ásia.
O Euro Stoxx 50, índice que reúne 50 das principais empresas da zona do euro, lidera a lista, com alta de 7,02% em agosto.
O Nikkei 225, principal índice da Bolsa do Japão, aparece em seguida, com avanço de 6,77%. Já o Nasdaq, dos Estados Unidos, que concentra muitas empresas de tecnologia, sobe 5,01%.
Entre os mercados latino-americanos, Colômbia e Peru também apresentam desempenho positivo. Os índices desses países avançam 2,68% e 2,65%, respectivamente, no período.
Assim, enquanto algumas das principais bolsas europeias e asiáticas acumulam ganhos em agosto, os mercados acionários do Brasil e da Argentina estão entre os que mais perderam valor no mês. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>OpenAI reduz desenvolvimento de IA após agente em teste invadir sistemas de outra empresa</title>
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<description><![CDATA[      [bbc] Logo da empresa OpenAI, responsável pelo ChatGPT
Getty Images
A OpenAI anunciou nesta terça-feira (18) que está desacelerando o desenvolvimento de seus modelos de inteligência artificial enquanto reformula seus sistemas de pesquisa e treinamento.
A decisão foi tomada após funcionários da empresa serem surpreendidos, no mês passado, quando um agente de inteligência artificial da companhia, ainda em fase de testes, invadiu sistemas de outra empresa do setor.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo a OpenAI, as medidas incluem a suspensão dos testes de modelos por duas semanas e o aumento dos investimentos em outros sistemas de inteligência artificial para monitorar as atividades dos agentes que ainda estão em fase de testes.
A OpenAI informou que algumas das maiores etapas de treinamento planejadas pela empresa continuam suspensas.
IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
A empresa não respondeu às perguntas sobre quando essa desaceleração teve início. 
Como foi o ataque
O ataque aconteceu durante testes da OpenAI em que modelos de inteligência artificial são colocados para buscar falhas em outros sistemas, com o objetivo de melhorar suas capacidades de segurança.
Nesse caso, os modelos usaram a infraestrutura de um cliente da empresa Model Labs para chegar até a Hugging Face, uma plataforma de compartilhamento de modelos de inteligência artificial.
A Model Labs afirmou que um cliente havia publicado um ponto de acesso sem autenticação, que permitia a qualquer pessoa na internet usar seus ambientes isolados de execução de código. A empresa disse que sua plataforma principal não foi comprometida.
Segundo a Hugging Face, um ambiente de teste controlado, hospedado na infraestrutura de um provedor terceirizado, foi transformado em uma plataforma de lançamento de ataques. A invasão durou dois dias e meio.
A OpenAI afirmou que o GPT-5.6-Sol e outro modelo ainda não divulgado atuaram em conjunto para encontrar brechas no ambiente de pesquisa e na infraestrutura da Hugging Face.
A empresa disse que os modelos conseguiram invadir o sistema da Hugging Face. A plataforma afirmou que executou dois códigos enviados por um agente de IA, que conseguiu aumentar suas permissões na infraestrutura e obter credenciais para atacar outros sistemas internos.
A Hugging Face havia informado anteriormente que a invasão permitiu acesso indevido a dados e credenciais.
O ataque foi considerado pela OpenAI um incidente cibernético &quot;sem precedentes&quot;, envolvendo recursos de última geração. Para a Hugging Face, o episódio foi diferente de tudo o que a empresa havia enfrentado antes.
Reportagem com informações da agência Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Promessa de menos trabalho com IA esbarra em jornadas de até 90 horas; OpenAI não testou &amp;apos;semana de 4 dias&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Líderes do setor dizem que IA significa menos horas de trabalho — mas seus funcionários afirmam trabalhar até 90 horas semanais.
Divulgação/BBC Brasil
Há anos, executivos de empresas que investem centenas de bilhões de dólares por ano no desenvolvimento de diversas ferramentas de inteligência artificial insistem que essa tecnologia, em última análise, fará com que as pessoas passem menos tempo trabalhando.
Um diretor de engenharia do Google afirmou, há quatro anos, que a inteligência artificial possibilitaria uma semana de trabalho de quatro dias até 2025.
No início deste ano, a OpenAI encarou esse desafio. Ela incentivou formalmente as empresas a começarem a testar a semana de trabalho de quatro dias (sem alteração salarial), alegando que a IA em breve será capaz de acelerar tanto o trabalho humano que o mundo corporativo deveria se preparar.
No entanto, um ex-funcionário que deixou a OpenAI no ano passado disse à BBC que a empresa nunca chegou a testar a semana de trabalho de quatro dias que sugeriu que outros experimentassem enquanto ele estava lá.
Em vez disso, a pessoa descreveu o que muitas vezes era uma cultura de trabalho exaustiva, marcada por frequentes &quot;reuniões de crise&quot;, trabalho aos fins de semana e avaliações de desempenho &quot;extremamente rigorosas&quot; que resultavam na demissão repentina de colegas.
&quot;Você vai lá no sábado ou no domingo só para colocar o trabalho em dia ou para garantir que nada esteja quebrado&quot;, disse a pessoa.
Outras empresas também têm defendido a ideia de que a IA irá efetivamente reduzir o número de horas que as pessoas precisam trabalhar, para o bem ou para o mal.
A Anthropic se vangloria de que sua popular ferramenta de programação e chatbot Claude é capaz de trabalhar sozinha por sete horas sem interrupção, o que equivale a um dia inteiro de trabalho corporativo.
Mark Zuckerberg, da Meta, afirmou que a inteligência artificial está começando a mudar de forma fundamental a maneira como as pessoas trabalham e que as ferramentas de IA podem tornar os funcionários tão mais produtivos que uma força de trabalho menor consegue realizar o que antes exigia um número muito maior de pessoas.
Mark Zuckerberg presta depoimento em julgamento histórico sobre redes sociais
Embora a Meta tenha demitido um em cada dez funcionários, o diretor executivo da Anthropic, Dario Amodei, alertou que, à medida que as ferramentas de IA inevitavelmente se tornarem mais produtivas, isso poderá significar perdas de empregos ainda maiores.
Apesar dessas alegações, os trabalhadores dessas mesmas empresas de tecnologia — que não só desenvolvem como também utilizam as ferramentas de IA que supostamente irão realizar pelo menos parte do trabalho das pessoas — afirmam estar trabalhando muito mais do que a típica semana de trabalho de cinco dias, com 40 horas.
&#039;Sprints&#039;
Os profissionais de tecnologia nos EUA geralmente são bem remunerados e, embora outros setores — como mercado financeiro, direito e medicina — também frequentemente exijam longas jornadas de trabalho, uma jornada de 14 horas nem sempre foi a norma na área de tecnologia. Durante anos, era um trabalho de escritório mais típico, das 9h às 17h.
Mas o ex-funcionário da OpenAI disse que trabalhava pelo menos 70 horas por semana, muito mais do que em seus empregos anteriores na área de tecnologia. Essa pessoa agora trabalha em uma startup também focada em IA e afirmou que seu equilíbrio entre vida profissional e pessoal melhorou, trabalhando cerca de 50 a 60 horas por semana, &quot;fora dos períodos de sprints&quot;.
Sprint é um termo usado para descrever um período comum em empresas de tecnologia, no qual as pessoas trabalham longas horas nas semanas que antecedem o lançamento de um novo recurso ou produto.
No entanto, dentro de empresas de IA e grandes empresas de tecnologia que trabalham intensamente em projetos de IA, esses sprints podem ser extremos.
Na OpenAI e na Anthropic, por exemplo, os sprints podem se estender por várias semanas e ultrapassar 90 horas de trabalho em um período de sete dias, disseram profissionais de tecnologia com quem a BBC conversou para esta reportagem.
Nenhuma das empresas respondeu aos pedidos de comentários da BBC.
Inteligência artificial ganha espaço como diferencial competitivo nas empresas
Inteligência Artificial
&#039;Recrutamento&#039;
Na Meta, os funcionários disseram que foram abruptamente alocados em equipes este ano para realizar trabalhos de IA tratados como urgentes. Eles descreveram isso como &quot;recrutamento&quot;, segundo um funcionário atual e um ex-funcionário, porque as pessoas não têm escolha.
&quot;Eles simplesmente te transferem&quot;, disse o ex-funcionário. &quot;Você não pode dizer não — ou, se disser, tem que pedir demissão.&quot;
Eles disseram que, embora a Meta tenha começado recentemente a repensar essa abordagem rígida de &quot;aceitem ou nos deixem&quot;, a essa altura muitos trabalhadores já haviam sido forçados a realizar esse tipo de trabalho.
As jornadas de trabalho nessas equipes da Meta costumam ser longas, com funcionários trabalhando  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Vorcaro e Master vão a julgamento na CVM em processo sobre fraudes no mercado de capitais</title>
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<description><![CDATA[      Vorcaro e Master vão a julgamento na CVM em processo sobre fraudes no mercado de capitais
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) marcou para 8 de setembro o julgamento do processo administrativo que apura supostas fraudes relacionadas ao mercado de capitais.
Entre os acusados no processo estão o Banco Master, atualmente em liquidação extrajudicial, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros integrantes da família Vorcaro (leia mais abaixo).
De acordo com pauta publicada pela CVM, a sessão está marcada para as 15h do dia 8 de setembro, será realizada de forma presencial no Rio de Janeiro e terá como relator o diretor João Accioly.
Segundo a autarquia, o processo tem como objeto &quot;apurar irregularidades atreladas à 3ª emissão de cotas do Brazil Realty FII, sob a alegação de operação fraudulenta no mercado de capitais, cumulada com violação de deveres fiduciários e informacionais e prática de embaraço à fiscalização&quot;.
Além do Banco Master e de Daniel Vorcaro, a lista de acusados inclui, entre outros, Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, além de empresas ligadas ao grupo e participantes da operação investigada.
Na pauta divulgada pela autarquia, os acusados e seus advogados foram informados de que poderão participar da sessão e realizar sustentação oral, presencialmente ou por videoconferência, conforme as regras previstas pela CVM.
????Segundo a acusação da CVM, algumas empresas receberam cotas do fundo imobiliário Brazil Realty FII em troca de terrenos, ações e participações em empresas que teriam sido avaliados acima de seu valor real.
RELEMBRE: Caso Master: PF investiga quem pagou por ataque de influenciadores ao Banco Central
Fachada do Banco Master na Faria Lima e Daniel Vorcaro
Amanda Perobelli/Reuters; Reprodução
O que será julgado
O colegiado da CVM analisará as acusações relacionadas à terceira emissão de cotas do Brazil Realty FII. 
Segundo a descrição oficial do processo, estão sob análise suspeitas de:
operação fraudulenta no mercado de capitais;
violação de deveres fiduciários;
violação de deveres de prestação de informações;
embaraço à atividade de fiscalização da CVM.
O que é a CVM?
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão que fiscaliza o mercado de capitais brasileiro. Ela supervisiona fundos de investimento, companhias abertas, ofertas de valores mobiliários e a atuação de agentes do mercado.
Quando identifica indícios de irregularidades, a CVM pode abrir um Processo Administrativo Sancionador (PAS) para apurar responsabilidades e eventualmente aplicar punições, como multas, inabilitação para exercer cargos no mercado financeiro ou outras sanções administrativas.
Caso Master
O caso Master começou a ganhar dimensão em 2025, quando o Banco Central liquidou o Banco Master e Daniel Vorcaro passou a ser alvo de investigações sobre suspeitas de fraude financeira. 
Em janeiro de 2026, a Polícia Federal abriu uma frente para apurar uma campanha de ataques ao Banco Central nas redes sociais.
Em março, a PF deflagrou nova fase da Operação Compliance Zero, prendeu novamente Vorcaro e apontou suspeitas de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção e manipulação de mercado. 
Em maio, as investigações avançaram sobre supostas operações utilizadas para inflar artificialmente o patrimônio do banco e o valor de ativos ligados ao grupo. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Bill Rasmussen, fundador da ESPN, morre aos 93 anos</title>
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<description><![CDATA[      Sala de Reuniões do ESPN Cafe: Bill Rasmussen durante a comemoração do 40º aniversário da ESPN para os funcionários.
Melissa Rawlins/ESPN
Bill Rasmussen, fundador da ESPN e responsável pela criação da primeira rede de televisão esportiva 24 horas do mundo, morreu nesta terça-feira (18), aos 93 anos. Segundo a ESPN, ele morreu em sua casa, na Flórida, em decorrência dos efeitos da doença de Parkinson.
Rasmussen criou a ideia da ESPN ao lado do filho, Scott Rasmussen. Inicialmente pensada como uma iniciativa em Connecticut, a proposta se transformou em uma rede esportiva nacional com programação 24 horas.
Bill Rasmussen, fundador da ESPN, morre aos 93 anos.
Divulgação/ESPN
Segundo a ESPN, no fim dos anos 1970, a ideia de criar um canal de esportes com programação ininterrupta era considerada arriscada. Rasmussen havia acabado de ser demitido do cargo de diretor de comunicação do New England Whalers quando decidiu apostar no projeto. 
Ele estourou o limite do cartão de crédito e usou um adiantamento de US$ 9 mil (R$ 46 mil) para adquirir espaço em um satélite de comunicação.
&quot;Bill foi um homem extraordinário — um visionário e inovador que teve a ideia de criar uma rede inteiramente dedicada aos esportes&quot;, afirmou o presidente da ESPN, Jimmy Pitaro, em comunicado. 
&quot;De forma simples, nenhum de nós estaria aqui hoje se não fosse pela paixão de Bill, por todo o trabalho árduo e pelo espírito empreendedor que ele dedicou à construção da ESPN no fim dos anos 1970 — aspectos fundamentais da nossa cultura empresarial que permanecem até hoje.&quot;
Estúdio B da ESPN: George Grande, à esquerda, e Bill Rasmussen durante uma chamada promocional para a 50.000ª edição do SportsCenter.
Rich Arden/ESPN
Rasmussen passou a procurar apoio para o projeto e conversou com as principais ligas esportivas, operadoras de TV a cabo e investidores. 
Em 7 de setembro de 1979, nasceu a Entertainment and Sports Programming Network, que posteriormente ficou conhecida como ESPN. Bill e Scott Rasmussen foram cofundadores da emissora, e Bill se tornou o primeiro presidente e CEO da empresa.
Bill Rasmussen, à esquerda, e o prefeito de Bristol (EUA), Michael Werner, na cerimônia de lançamento em 1980.
Divulgação/ESPN
Embora tenha deixado a ESPN alguns anos depois, Rasmussen ajudou a estabelecer as bases para o crescimento da rede. Uma reunião com a NFL não trouxe resultados imediatos, mas abriu caminho para uma parceria que mais tarde levaria à transmissão do &quot;Monday Night Football&quot; pela ESPN.
&quot;Bill foi o nosso George Washington e um grande amigo&quot;, afirmou o experiente apresentador Chris Berman, que se juntou à ESPN três semanas após o lançamento da emissora, em 1979. 
&quot;Ele era uma pessoa muito grata, e todo fã de esportes pode ser grato a Bill. Ele não era do tipo que via o copo meio cheio; seu copo estava sempre transbordando de otimismo. Ele recebia todos com um sorriso, e todos nós podemos sorrir sabendo do legado de Bill.&quot;
A vida de Bill depois da ESPN
Depois de deixar a ESPN, Rasmussen participou de outros empreendimentos de mídia e passou a contar sua experiência em palestras. Ele também escreveu o livro Sports Junkies Rejoice: The Birth of ESPN, sobre a criação da emissora.
Em entrevista à Forbes em 2012, Rasmussen afirmou: &quot;Acredito que quanto mais você trabalha, mais sorte você tem&quot;. Segundo ele, essa era sua filosofia de vida. Também contou que costumava incentivar estudantes universitários a perseguirem suas ideias, mesmo quando ainda não conheciam todos os detalhes necessários para colocá-las em prática.
Bill Rasmussen, à esquerda, e Jimmy Pitaro antes de um jogo do sunday Night Baseball.
Joe Faraoni/ESPN
Rasmussen ficou viúvo de Lois, sua esposa por 56 anos, que morreu em 2011. Ele deixa os filhos Scott Rasmussen e sua mulher, Laura, e Glenn Rasmussen; a filha Lynn Van Hollebeke e seu marido, Louie; sete netos — Andy, P.J., Wil, MaryAnn, Donna, Jessica e Sarah — e dois bisnetos, Otto e Adelaide.
Além da esposa, Rasmussen foi precedido na morte pelos irmãos Robert e Donald Rasmussen, pela irmã Vivien e pelo neto Justin Van Hollebeke. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Vorcaro e Master vão a julgamento na CVM em processo que apura fraudes em mercado de capitais</title>
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Entre os acusados no processo estão o Banco Master, atualmente em liquidação extrajudicial, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros integrantes da família Vorcaro (leia mais abaixo).
De acordo com pauta publicada pela CVM, a sessão está marcada para as 15h do dia 8 de setembro, será realizada de forma presencial no Rio de Janeiro e terá como relator o diretor João Accioly.
Segundo a autarquia, o processo tem como objeto &quot;apurar irregularidades atreladas à 3ª emissão de cotas do Brazil Realty FII, sob a alegação de operação fraudulenta no mercado de capitais, cumulada com violação de deveres fiduciários e informacionais e prática de embaraço à fiscalização&quot;.
Agora no g1
Além do Banco Master e de Daniel Vorcaro, a lista de acusados inclui, entre outros, Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, além de empresas ligadas ao grupo e participantes da operação investigada.
Na pauta divulgada pela autarquia, os acusados e seus advogados foram informados de que poderão participar da sessão e realizar sustentação oral, presencialmente ou por videoconferência, conforme as regras previstas pela CVM.
RELEMBRE: Caso Master: PF investiga quem pagou por ataque de influenciadores ao Banco Central
Fachada do Banco Master na Faria Lima e Daniel Vorcaro
Amanda Perobelli/Reuters; Reprodução
O que será julgado
O colegiado da CVM analisará as acusações relacionadas à terceira emissão de cotas do Brazil Realty FII. 
Segundo a descrição oficial do processo, estão sob análise suspeitas de:
operação fraudulenta no mercado de capitais;
violação de deveres fiduciários;
violação de deveres de prestação de informações;
embaraço à atividade de fiscalização da CVM.
O que é a CVM?
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão que fiscaliza o mercado de capitais brasileiro. Ela supervisiona fundos de investimento, companhias abertas, ofertas de valores mobiliários e a atuação de agentes do mercado.
Quando identifica indícios de irregularidades, a CVM pode abrir um Processo Administrativo Sancionador (PAS) para apurar responsabilidades e eventualmente aplicar punições, como multas, inabilitação para exercer cargos no mercado financeiro ou outras sanções administrativas.
Caso Master
O caso Master começou a ganhar dimensão em 2025, quando o Banco Central liquidou o Banco Master e Daniel Vorcaro passou a ser alvo de investigações sobre suspeitas de fraude financeira. 
Em janeiro de 2026, a Polícia Federal abriu uma frente para apurar uma campanha de ataques ao Banco Central nas redes sociais.
Em março, a PF deflagrou nova fase da Operação Compliance Zero, prendeu novamente Vorcaro e apontou suspeitas de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção e manipulação de mercado. 
Em maio, as investigações avançaram sobre supostas operações utilizadas para inflar artificialmente o patrimônio do banco e o valor de ativos ligados ao grupo. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Efeito dominó: crises de Casas Bahia e Marabraz podem deixar crédito mais difícil ao varejo</title>
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<description><![CDATA[      Crise das Casas Bahia pode limitar crédito
Os pedidos de recuperação judicial das Casas Bahia e Marabraz nesta semana reacenderam uma preocupação no mercado financeiro: a ameaça de um novo aperto generalizado nas linhas de financiamento para empresas do varejo.
O cenário remete a janeiro de 2023, quando a fraude contábil da Americanas veio a público.
O sistema financeiro reagiu rapidamente e, em um movimento de aversão ao risco, bancos e fundos fecharam as torneiras e reduziram o acesso ao crédito da Americanas, de sua cadeia de fornecedores e dos principais concorrentes.
O receio de que a crise se espalhasse pelo setor restringiu a oferta de crédito ao varejo. O temor dos bancos era de que outras empresas também enfrentassem dificuldades e novos empréstimos acabassem se transformando em calotes.
Embora as crises tenham origens diferentes, o mesmo temor voltou ao mercado. Se a Americanas entrou em crise após a descoberta de inconsistências contábeis e operações de risco sacado não registradas, as dificuldades da Casas Bahia têm raízes macroeconômicas: o impacto dos juros altos sobre um modelo de negócios dependente do consumo a prazo.
Os números apresentados pela Casas Bahia à Justiça mostram que as instituições financeiras estão entre os principais credores da empresa.
O Banco Digio (instituição digital do Bradesco) é o principal nome da lista de credores, com R$ 2,6 bilhões a receber.
Em seguida, estão Banco do Brasil (R$ 2,4 bilhões), Bradesco (R$ 1,5 bilhão), Riza Gestora de Recursos (R$ 803 milhões) e Redasset Gestão (R$ 585 milhões).
Em 2023, o setor financeiro reagiu à crise com restrição ao crédito. Dados do Banco Central mostram que, nos seis meses seguintes ao anúncio do rombo da Americanas, o total de crédito bancário concedido às empresas do varejo caiu R$ 12 bilhões. No período, a exposição dos bancos ao setor recuou 5%.
O movimento contrastou com o observado em outros setores da economia. No mesmo período, o total de empréstimos à construção civil cresceu 8,4%, um aumento de R$ 8,7 bilhões.
Nos serviços voltados às famílias, houve ligeiro aumento de 0,4% no crédito no mesmo período. Já no setor de transportes, a carteira permaneceu estável, segundo os dados do BC.
SAIBA MAIS SOBRE A CRISE DAS CASAS BAHIA:
Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 17,3 bilhões ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Crise na Apex: justiça decreta bloqueio de bens e quebra de sigilo bancário de presidente afastado</title>
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<description><![CDATA[      MPES se manifesta sobre caso Apex no processo
Os bens de Fernando Antonio Kulnig Cinelli, ex-presidente afastado do grupo Apex, foram bloqueados nesta segunda-feira (17) pela Justiça do Espírito Santo. A decisão partiu da Vara de Recuperação Judicial e Falência de Vitória e determinou também a quebra do sigilo bancário do réu. 
Segundo o juiz Marcos Pereira Sanches, o processo apontou a &quot;existência de um rombo bilionário na contabilidade&quot;, embora o alcance das chamadas &quot;inconsistências financeiras&quot; ainda não tenha sido definido e revelado oficialmente. A empresa de investimentos possui dívidas de quase R$ 1 bilhão. 
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Também foram identificadas transferências em alto valor das contas da empresa ABM Partnership Investimentos e Participações S.A. para a conta pessoal de Cinelli, totalizando cerca de R$ 5 milhões, sem justificativa.
Além disso, a ata afirmou que, em mais de uma ocasião, Cinelli movimentou ou retirou bens que poderiam ser usados para pagar os credores. 
Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo.
Ricardo Medeiros/Rede Gazeta
MAIS SOBRE O CASO:
CRISE NA APEX: Posso perder dinheiro? Entenda o que se sabe sobre dívida de quase R$ 1 bi e o impacto para clientes
INCONSISTÊNCIAS: Entenda afastamento de presidente e blindagem na Justiça sobre crise na Apex
Segundo o juiz, o fato de o ex-presidente movimentar dinheiro poderia prejudicar as pessoas e outras empresas que têm valores a receber, além de dificultar o resultado do processo. 
Por fim, o documento ressaltou que &quot;a conduta retratada em mais de uma oportunidade indica a dissipação dos bens em prejuízo de toda a coletividade de credores&quot;.
O g1 tentou contato com a defesa de Cinelli, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. 
Entenda a crise na Apex
Plataforma de investimentos do Espírito Santo, a Apex Partners conta com cerca de 8 mil clientes e administra mais de R$ 17 bilhões de pessoas físicas e jurídicas. 
A empresa entrou em crise após uma investigação interna apontar inconsistências financeiras e uma dívida de R$ 985,6 milhões. 
O fundador e então presidente, Fernando Cinelli, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, foram afastados dos cargos após a descoberta da crise.
Fernando Cinelli, fundador e presidente afastado da Apex Partners
Carlos Alberto Silva/Rede Gazeta
A plataforma pediu à Justiça uma blindagem temporária de 60 dias, enquanto uma auditoria externa apura a origem e a dimensão do problema. Um fundo ligado à Apex teve os saques suspensos pelo BTG Pactual.
Os sócios acusam os ex-executivos de possível &quot;gestão temerária&quot; e &quot;má-fé&quot;, mas o caso ainda é investigado.
Já o governo do Espírito Santo informou que não há dinheiro público do Tesouro Estadual ou do Funses investido na Apex.
*Com informações de Vilmara Fernandes.
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Robôs que dançam, lutam e trabalham: gigante chinesa estreia na bolsa após levantar quase US$ 1 bilhão</title>
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<description><![CDATA[      Robôs humanoides chineses superam humanos em meia-maratona em Pequim
A Unitree, uma das maiores fabricantes de robôs humanoides do mundo em volume de vendas, estreia nesta quarta-feira (19) na bolsa de Xangai, na China, com uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) que já se tornou recorde no mercado local voltado para empresas de tecnologia. A empresa levantou 6,1 bilhões de yuans, cerca de US$ 905 milhões, na operação. 
A demanda pelas ações superou em mais de 8.000 vezes a quantidade oferecida por investidores de varejo.
Com a estreia, a Unitree se torna a primeira fabricante de robôs humanoides a ser listada na bolsa continental da China. 
➡️O movimento ocorre em meio à corrida do país para desenvolver robôs capazes de executar tarefas cada vez mais complexas, uma tecnologia vista por Pequim como estratégica para a indústria do futuro.
Mas, enquanto o interesse dos investidores cresce, o setor começa a enfrentar uma cobrança diferente. 
China domina mercado de robôs humanoides; entenda por que os EUA decidiram barrá-los
Depois de conquistar o público com robôs capazes de dançar, lutar e fazer acrobacias, as empresas precisam provar que as máquinas conseguem executar tarefas úteis de forma confiável e, principalmente, que podem se pagar.
Robôs dançantes viraram vitrine da empresa
Fundada em 2016 em Hangzhou, polo tecnológico no leste da China, a Unitree ganhou projeção internacional com vídeos de seus robôs humanoides dançando, lutando e realizando movimentos acrobáticos.
No ano passado, os robôs da empresa apareceram no tradicional programa de Ano Novo Lunar da China, um dos eventos televisivos de maior audiência do país.
China quer levar cães-robôs à Lua para construir base com astronautas até 2035
Mais recentemente, a companhia apresentou um novo modelo, chamado Superman. Segundo a Unitree, o robô consegue saltar até dois metros e atingir uma velocidade de 12,66 metros por segundo.
A empresa também fabrica robôs quadrúpedes, conhecidos como cães-robôs. Eles representaram cerca de 42% da receita da Unitree no ano passado.
Pessoas assistem robôs humanoides dançando no estande da Unitree durante a Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC) em Xangai, China, 17 de julho de 2026.
REUTERS/Go Nakamura/Foto de arquivo
O desafio agora é sair do espetáculo
O momento de euforia em torno dos humanoides acontece justamente quando o setor começa a mudar de foco.
Em vez de avaliar os robôs apenas pela capacidade de fazer movimentos impressionantes, investidores e potenciais clientes passaram a observar quanto trabalho eles conseguem realizar, quanto precisam de supervisão humana e se o ganho de produtividade compensa o custo da máquina.
???? Na China, alguns robôs já começaram a ser usados em aplicações específicas, como entregas de alimentos em hotéis e determinadas linhas de montagem. A adoção em larga escala, porém, ainda não aconteceu.
A Unitree também enfrenta esse desafio. Segundo seu prospecto, instituições de pesquisa e universidades responderam pela maior parte das vendas, enquanto as aplicações industriais representaram menos de 10% das vendas nos três primeiros trimestres de 2025.
Robô precisa competir com o custo do trabalhador
O preço é um dos principais obstáculos para transformar os humanoides em uma ferramenta comum nas empresas.
A corretora chinesa Guotai Securities estima que um robô humanoide industrial precisaria custar cerca de 160 mil yuans, incluindo manutenção, para se pagar em dois anos, considerando um trabalhador que recebe 80 mil yuans por ano.
Na prática, os robôs humanoides normalmente custam entre 300 mil e 500 mil yuans, segundo o instituto de pesquisa alemão MERICS.
Isso significa que, para ganhar espaço nas fábricas, as máquinas precisam não apenas realizar tarefas, mas fazê-las com produtividade suficiente para justificar o investimento.
Receita dispara e empresa já dá lucro
O crescimento da Unitree aparece nos resultados financeiros.
Segundo o prospecto do IPO, a receita da empresa chegou a quase 1,7 bilhão de yuans, aproximadamente US$ 252 milhões, em 2025. O valor representa mais de dez vezes a receita registrada apenas dois anos antes.
A companhia também registrou lucro líquido de 278 milhões de yuans, cerca de US$ 41 milhões, no ano passado.
Uma placa Unitree em uma loja Unitree em Pequim, China, 1º de agosto de 2026
REARQUIVO REUTERS/Tingshu Wang
Em 2025, a Unitree entregou mais de 5.500 robôs humanoides no mundo e se tornou a empresa que mais vendeu esse tipo de máquina globalmente.
Apesar do avanço, os robôs ainda estão longe de uma adoção em massa. Analistas apontam que a indústria ainda precisa resolver problemas de confiabilidade, custo e demanda.
China aposta nos humanoides para disputar corrida tecnológica
O avanço da Unitree acontece dentro de uma estratégia mais ampla da China.
Com o crescimento econômico desacelerando e a população em idade de trabalhar diminuindo, o governo chinês vem direcionando investimentos para robôs humanoides como  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministério da Fazenda suspende ZeroumBet, criada pela influenciadora Deolane Bezerra, e outras empresas de apostas online</title>
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<description><![CDATA[ O Ministério da Fazenda suspendeu na última sexta-feira (14) a empresa de apostas online ZeroumBet, criada pela advogada, influenciadora digital e empresária Deolane Bezerra, por não encaminhar as informações exigidas para o monitoramento e fiscalização conduzido pela Secretaria de Prêmios e Apostas da pasta.
A informação consta em medida cautelar, publicada no site do Ministério da Fazenda. O governo informa cautelares são &quot;instrumentos essenciais para o exercício da atividade fiscalizatória, pois permitem salvaguardar os interesses da sociedade e podem ser aplicadas quando estiverem presentes os requisitos de verossimilhança e do perigo de demora&quot;.
A ZeroumBet é detentora dos direitos dos domínios “zeroum.bet.br”, &quot; sportvip.bet.br&quot; e “energia.bet.br”. Atualmente, a empresa é administrada por José Daniel Carvalho Saturnino, que passou a figurar como sócio-administrador em dezembro de 2024.
De acordo com o governo, eventuais apostas em curso deverão ser canceladas, sendo o valor apostado pelos apostadores devolvido imediatamente. O não cumprimento das medidas cautelares sujeita o agente operador de apostas ao pagamento de multa diária no valor de R$ 200 mil.
Também na semana passada, a Secretaria de Prêmios e Apostas suspendeu a operação das marcas Pixbet (pix.bet.br), Ganheibet (ganhei.bet.br) e Betdasorte (betdasorte.bet.br),   em razão do &quot;alto risco de dano a apostadores e ao mercado regulado&quot;. Está sendo permitido apenas o acesso às plataformas para retirada dos valores de posse dos apostadores, até que exista a comprovação à área técnica da implementação, pela empresa, das ferramentas analíticas de controle e acompanhamento dos apostadores.
Outra empresa suspensa por não encaminhar as informações exigidas para o monitoramento e fiscalização conduzido pelo governo foi a Enseada Serviços e Tecnologia, detentora do domínio &quot;kbet.bet.br&quot;, assim como a Select Operations, que opera os domínios “mma.bet.br”, &quot; betvip.bet.br&quot; e “papigames.bet.br” ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Disney processa governo Trump para barrar ameaça contra emissoras da ABC</title>
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<description><![CDATA[      Disney corta empregos em meio à crise
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A Disney e sua unidade ABC processaram a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos nesta terça-feira (18) para impedir a revisão antecipada das licenças de oito emissoras da ABC. 
A empresa argumenta que o governo de Donald Trump tenta punir a rede por seu conteúdo de transmissão.
Segundo a Reuters, o presidente Trump tem pressionado repetidamente as emissoras a retirar do ar programas de comédia e jornalísticos dos quais não gosta ou que foram críticos a ele. Em diversas ocasiões, também pressionou a FCC a revogar as licenças da ABC.
Em ação apresentada no Tribunal Distrital dos EUA, em Washington, a Disney afirmou que a FCC tenta coagir e retaliar contra &quot;uma rede que se recusa a ceder às exigências do governo&quot;.
A Disney e a ABC pediram ao tribunal a emissão urgente de uma liminar para suspender o processo de renovação das licenças e impedir que a FCC marque uma audiência. Segundo a empresa, o período de consulta pública terminou no início deste mês, e a comissão pode agir a qualquer momento.
Trump ganha estátua na Disney
O processo afirma que o governo viola o direito da empresa à liberdade de expressão, garantido pela Primeira Emenda.
&quot;Repetidamente, o governo atacou a liberdade de expressão da ABC — as reportagens de seus jornalistas e os pontos de vista veiculados em seus programas&quot;, diz o processo.
A Casa Branca não se pronunciou imediatamente, escreveu a Reuters.
FCC antecipa em dois anos revisão das licenças das emissoras
O presidente da FCC, Brendan Carr, que não comentou o caso, ordenou as revisões em abril, embora a renovação das licenças das emissoras estivesse prevista apenas para outubro de 2028. Antes disso, a FCC não determinava uma revisão antecipada havia mais de 50 anos.
As revisões foram determinadas um dia depois de Trump pedir que a ABC demitisse o apresentador do talk show noturno Jimmy Kimmel.
Por que o FCC pode interferir? 
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso em 14 de agosto de 2026
Ken Cedeno/Reuters
Emissoras de rádio e televisão precisam de licenças da FCC para utilizar as ondas públicas de radiodifusão. 
Embora a revogação dessas licenças seja extremamente rara, críticos afirmam que a ameaça pode pressionar as emissoras e gerar preocupações sobre a interferência do governo em decisões editoriais e de programação. 
As redes de televisão têm ampla proteção da Primeira Emenda para definir sua programação.
Em novembro, Trump pediu à FCC que revogasse as licenças da ABC após criticar um correspondente da ABC News por questionar o príncipe herdeiro da Arábia Saudita sobre o assassinato de um colunista do Washington Post em 2018. Trump classificou a pergunta como &quot;insubordinada&quot;.
A FCC também investiga o programa de entrevistas diurno da ABC &quot;The View&quot;, que debate política norte-americana, por entender que ele pode estar sujeito às normas federais que exigem das emissoras oportunidades iguais para candidatos políticos. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lei Seca: nova regra vai detectar uso de drogas e fazer pré&#45;teste em motorista para indicar álcool</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Operação Lei Seca&#039; 
Divulgação/Detran-AM
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (17) novas regras para a fiscalização da Lei Seca.
A resolução atualiza os procedimentos usados pelos agentes de trânsito e regulamenta também a possibilidade de testes para identificar outras substâncias psicoativas.
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Uma das principais mudanças é a criação de uma etapa inicial de triagem. Nela, os agentes poderão usar equipamentos de pré-teste ou teste passivo de alcoolemia para verificar possíveis sinais da presença de álcool.
Esse primeiro resultado não poderá, sozinho, gerar uma multa nem comprovar que o motorista dirigia sob influência de álcool.
Se houver indicação positiva, será necessário seguir para os procedimentos previstos na regulamentação para confirmar a situação.
O texto também estabelece regras para o uso de equipamentos destinados à identificação de outras substâncias psicoativas.
A medida não cria uma nova infração nem muda as punições previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
A resolução passa a valer após sua publicação no Diário Oficial da União (DOU). As mudanças que envolvem fichas de fiscalização e códigos de enquadramento das infrações terão prazo de 60 dias para entrar em vigor.
Durante esse período, os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito deverão adaptar seus sistemas informatizados. Até a mudança, continuam sendo usados os códigos atualmente vigentes.
Agora no g1
O que muda na fiscalização
Triagem inicial: agentes poderão utilizar pré-teste ou teste passivo para identificar indícios de álcool.
Resultado da triagem: terá caráter orientativo e não será suficiente, por si só, para autuar o motorista.
Confirmação: casos com indicação positiva deverão passar pelas etapas de comprovação previstas na norma.
Outras substâncias: poderão ser utilizados equipamentos específicos para identificar substâncias psicoativas.
Sinais de alteração: a avaliação da capacidade psicomotora continua válida como meio de fiscalização.
Registro: o agente deverá apontar pelo menos dois sinais que indiquem alteração da capacidade psicomotora.
Equipamentos: aparelhos usados para detectar substâncias psicoativas precisarão ser certificados dentro do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo acreditado pelo Inmetro.
Resultado dos testes: a detecção de substâncias psicoativas será qualitativa, indicando a presença, e não a concentração.
Bafômetro: o etilômetro continua sendo utilizado normalmente nas fiscalizações de álcool.
Restos de álcool na boca
A resolução também define procedimentos para situações que possam interferir no resultado dos testes.
Entre elas está a presença temporária de álcool na boca, que pode ocorrer após o consumo de produtos como bombons com licor, enxaguantes bucais e pão de forma.
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Reprodução
Repórter come pão de forma ao vivo, faz teste do bafômetro e é &#039;autuado&#039; no Piauí
Se o teste passivo indicar a presença de álcool nessas circunstâncias, deverá ser feita uma avaliação posterior antes de qualquer conclusão sobre a condução sob influência de álcool.
O reteste também será realizado quando fatores técnicos ou operacionais impedirem a obtenção de um resultado considerado válido.
Outras substâncias
A nova regulamentação permite que os órgãos de trânsito utilizem equipamentos certificados para detectar substâncias psicoativas. O procedimento deverá ser combinado com a análise dos sinais apresentados pelo motorista.
????Substâncias psicoativas são aquelas que podem alterar o funcionamento do sistema nervoso central e prejudicar a capacidade de dirigir.
A resolução não determina um modelo específico de equipamento. Também não estabelece que apenas a identificação de vestígios de uma substância seja suficiente para caracterizar a infração.
A possibilidade está prevista no próprio CTB, que permite o uso de testes toxicológicos e de outros meios técnicos ou científicos para verificar se o motorista está sob influência de substâncias que podem comprometer a capacidade de condução.
Fiscalização após acidentes
A resolução determina que, sempre que possível, os motoristas envolvidos em sinistros de trânsito sejam submetidos à fiscalização.
Quando houver morte, deverá ser realizado exame para verificar a presença de álcool ou outras substâncias psicoativas.
As informações obtidas deverão ser utilizadas no planejamento e na avaliação de políticas públicas de segurança viária.
Em agosto, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu parecer favorável a um projeto de lei que endurece as punições para quem causar um acidente dirigindo embriagado.
O texto aprovado na comissão prevê suspensão do direito de dirigir por 10 anos e multa equivalente a 50 vezes a penalidade prevista para o motorista que dirigir sob influência de álcool e se envolver em acidente que resulte em morte.
A matéria deve passa ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Elogiou, ganhou? Clientes acusam maior bet do Brasil de dar bônus por avaliações positivas</title>
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<description><![CDATA[      Na plataforma do Reclame Aqui, usuários relatam que a Betano ofereceu bônus em troca de avaliações positivas. Órgãos de defesa do consumidor alegam que suposta prática pode violar o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
BBC
Clientes da Betano, uma das principais casas de apostas do Brasil,  relataram que a empresa oferece bônus a apostadores em troca de avaliações positivas na principal plataforma privada de avaliação e reputação de empresas do país, o site Reclame Aqui.
A BBC News Brasil coletou 35 depoimentos de clientes postados entre 2023 e agosto deste ano relatando esta prática no perfil da Betano hospedado no Reclame Aqui. A suposta oferta só veio a público porque os próprios usuários a denunciaram afirmando que a empresa, supostamente, não teria pago os bônus prometidos.
Órgãos de defesa do consumidor, especialistas no mercado de bets e entidades  avaliam que a suposta prática configuraria uma tentativa de manipular artificialmente a reputação da companhia, viola o Código de Defesa do Consumidor  (CDC) e poderia criar incentivos indevidos para que jogadores continuem apostando.
Procurada pela BBC News Brasil, a Betano enviou uma nota afirmando que &quot;atua em estrita conformidade com a legislação brasileira&quot; e negou que tenha oferecido bônus a seus apostadores em troca de avaliações positivas. 
Bet é multada em R$ 850 mil por permitir aposta
&quot;A empresa ressalta que a oferta de qualquer benefício está sujeita a critérios internos de elegibilidade e não tem como finalidade condicionar ou obrigar o consumidor a alterar sua opinião ou avaliação sobre o atendimento recebido em plataformas públicas&quot;, disse. Leia a íntegra da nota da Betano no final da reportagem. 
A BBC News Brasil, no entanto, identificou postagens realizadas por funcionários a serviço da Betano se referindo ao pagamento dos bônus mencionados pelos clientes.
Em nota enviada à BBC News Brasil, o Reclame Aqui disse que, após ser informada pela reportagem sobre as postagens, a empresa &quot;instaurou procedimento interno para apurar detalhadamente a conduta&quot;.
Ainda segundo a plataforma, a &quot;apuração será concluída nos próximos dias&quot;.
Em nota, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda disse que a lei que regulamenta o funcionamento das bets no Brasil estabelece &quot;deveres de transparência, proteção ao consumidor-apostador e promoção do jogo responsável&quot;.
A secretaria disse ainda que, caso identifique indícios de irregularidades, o governo adotará &quot;as medidas cabíveis&quot;.
Procurado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) disse que está monitorando as informações reveladas pela BBC News Brasil.
&quot;A partir dos elementos disponíveis, será avaliada a necessidade de eventual atuação ou instauração de procedimento para apuração dos fatos. A Secretaria ainda prevê o monitoramento de empresas envolvidas, a fim de solicitar esclarecimentos sobre a prática&quot;, disse a pasta em nota.
Bônus por avaliações
Os relatos sobre a oferta de bônus em troca de avaliações positivas no Reclame Aqui foram publicados no site da plataforma. Os nomes dos clientes não foram divulgados porque o Reclame Aqui não fornece a identidade dos usuários.
No dia 25 de junho deste ano, por exemplo, uma usuária da Betano em Salvador relatou uma suposta oferta.
&quot;Após publicar uma reclamação no Reclame Aqui e concluir o processo de atendimento, recebi um e-mail e também uma mensagem dentro da própria plataforma informando que, ao realizar uma avaliação da reclamação no Reclame Aqui, eu receberia uma bonificação&quot;, disse a usuária.
Em abril deste ano, um cliente da cidade de São Carlos, em São Paulo, foi ainda mais explícito.
&quot;Eles mandaram msg [mensagem] para mim falando que ganharia bônus caso eu avaliasse no reclame aqui como positivo e desce uma variação boa, eu voltei avaliei e nada de ganhar nada!&quot;, diz o comentário do usuário, publicado no dia 30 de abril.
No mesmo dia, um funcionário da Betano respondeu à reclamação.
O texto começa informando que a Betano teria tentado entrar em contato com o cliente sem sucesso, cita que o mercado de apostas passou pela regulamentação do governo federal e confirma o pagamento do bônus.
&quot;Informamos que o incentivo mencionado foi corretamente creditado em sua conta Betano no dia 30/04, dentro do prazo estipulado pela campanha elegível, conforme informamos via mensagem privada&quot;, diz a mensagem.
Uma reclamação semelhante foi registrada no dia 25 de abril deste ano, alegadamente registrada por um usuário no município de Morro do Chapéu, na Bahia.
&quot;Experiência horrorosa com a Betano. Recebi uma proposta para avaliar positivamente no Reclame Aqui em troca de rodadas e apostas grátis, mas não recebi nada&quot;, diz um trecho do comentário.
Três dias depois, um funcionário da Betano respondeu confirmando o pagamento dos bônus.
&quot;Verificamos que os incentivos mencionados foram corretamente creditados na sua conta Betano em 23/04, conforme informamos via ligação e mensagem privada, seguindo os critérios específicos da campanha elegível&quot;,  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>De Casas Bahia ao Grupo Pão de Açúcar: por que grandes varejistas estão revendo o modelo de lojas físicas</title>
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<description><![CDATA[      Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
Casas Bahia, Marabraz, Tok&amp;Stok, GPA, Dia, St Marche. A lista de grandes redes que, nos últimos anos, recorreram à recuperação judicial ou extrajudicial, fecharam lojas ou frearam a expansão física só cresce e já atinge diferentes segmentos do varejo brasileiro, dos supermercados às redes de móveis e eletrodomésticos.
Em comum, elas têm um modelo de crescimento baseado na abertura acelerada de lojas que perdeu força diante dos juros altos, do crédito mais caro e de um consumidor mais cauteloso.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Os casos mais recentes são os da Marabraz e do Grupo Casas Bahia. Nos últimos dias, as duas recorreram à Justiça para reestruturar suas dívidas. A Marabraz pediu recuperação judicial com um passivo de R$ 140 milhões. 
Já a Casas Bahia fez o mesmo, com dívidas de R$ 17,3 bilhões — a segunda reestruturação em dois anos, após uma recuperação extrajudicial em 2024 que não foi suficiente para estabilizar as finanças da companhia.
No varejo alimentar, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) seguiu outro caminho: optou por uma recuperação extrajudicial e por uma ampla reestruturação, que levou ao fechamento e à conversão de dezenas de lojas Extra. 
Dono das redes Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Fresh e Extra Mercado, o GPA vive uma das maiores reestruturações de sua história. Em março deste ano, a empresa botou em prática um plano de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 4,5 bilhões em dívidas.
Um dos gargalos foi a expansão desordenada de lojas físicas. Em 2020, o GPA chegou a ter cerca de 800 lojas, mas reduziu sua presença física após a venda de unidades do Extra Hiper para o Assaí, em 2021.
A operação marcou uma mudança de estratégia do grupo, que passou a concentrar esforços em formatos menores e considerados mais rentáveis, como supermercados de bairro e lojas de proximidade. Ao fim de 2025, a companhia tinha cerca de 700 lojas no país.
Loja do Pão De Açúcar (GPA) no Rio de Janeiro.
MAURO PIMENTEL/AFP
Outras redes também passaram a rever o modelo de crescimento baseado na abertura acelerada de unidades. Empresas como Dia, St Marche e Grupo Mateus encontraram dificuldades para sustentar operações maiores.
As redes passaram a priorizar a rentabilidade das unidades existentes, reduzir custos e tornar a operação mais eficiente. 
O faturamento não é o problema: segundo o Ranking ABRAS 2026, as 10 maiores empresas do varejo alimentar brasileiro movimentaram mais de R$ 361 bilhões em 2025. O líder foi o Carrefour, com faturamento de R$ 123,6 bilhões, seguido pelo Assaí Atacadista (R$ 84,7 bilhões) e Grupo Mateus (R$ 31 bilhões).
O GPA continua entre os maiores, e chegou aos R$ 20,6 bilhões. Mas especialistas afirmam que o desafio para todos está no custo de manter uma operação enorme e espalhada pelo país, especialmente quando o ambiente econômico muda. (saiba mais abaixo)
Mais lojas, mais custos
Durante anos, a expansão física foi vista como um dos principais caminhos para ganhar mercado no varejo alimentar. 
???? A lógica era simples: redes maiores tinham mais capacidade de negociar com fornecedores, ampliar a presença regional e conquistar consumidores.
Especialistas ouvidos pelo g1, porém, afirmam que esse modelo ficou mais difícil de sustentar porque cada nova unidade também aumenta a estrutura necessária para operar.
Uma loja física exige gastos com aluguel, funcionários, logística, estoque, manutenção e tecnologia. Em um setor marcado por margens de lucro apertadas, qualquer aumento relevante de custos pode prejudicar o resultado das empresas.
“Em tese, aumenta o faturamento, mas também aumenta a estrutura necessária para manter esse crescimento”, explica Ulysses Reis, especialista em varejo da Strong Business School.
Segundo ele, a estratégia da loja física só funciona quando a operação também tem ganho de eficiência. “O varejo físico ainda funciona, mas não para qualquer formato. A expansão faz sentido quando existe alta conveniência, baixo custo operacional e giro rápido de estoque”, afirma Reis.
Além dos custos operacionais, a mudança no comportamento do consumidor reduziu a vantagem de simplesmente estar mais perto do cliente.
Com mais acesso a informações de preço, comparação de produtos e compras digitais, o consumidor passou a escolher menos pela localização e mais pela combinação entre preço, conveniência e experiência. (saiba mais abaixo)
Juros altos mudaram a conta da expansão
O ambiente econômico do país também não ajudou, principalmente com o fim de um período de juros mais baixos, quando as companhias conseguiam empréstimos mais baratos para financiar as novas unidades, aumento de estoques e de operações.
Em agosto de 2020, durante a pandemia de Covid-19, a Selic, a taxa básica de juros, chegou a 2%, menor nível da história. Mas, com a inflação mais alta após a reabertura econômica, o Banco Central (BC) precisou subir novamente os juros. 
Em julho de 2025, a  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar inverte e passa a cair, de olho em petróleo e dados de atividade nos EUA; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inverteu o sinal positivo visto no início da sessão e passou a operar em queda nesta terça-feira (18), com um recuo de 0,11% perto das 11h30, cotado a R$ 5,1947. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,35% no mesmo horário, aos 167.360 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã voltam a colocar o petróleo no centro das atenções. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório. As exigências incluem o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação de ativos congelados.
Em meio às tensões, os preços do petróleo ficam no radar. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,06% perto das 11h30, cotado a US$ 90,92, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,46%, a US$ 84,89.
▶️ Na agenda de indicadores, investidores avaliam uma série de novos dados da economia americana. Entre os destaques, estão a variação semanal de empregos do relatório ADP e indicadores de indústria, construção e preços de exportação.
▶️ No Brasil, o mercado segue atento ao varejo brasileiro. No domingo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial, fazendo com que investidores olhassem com cuidado para o setor. O ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,36%;
Acumulado do mês: +2,58%;
Acumulado do ano: --5,25%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
De olho no ambiente corporativo
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Ormuz continua fechado
A nova escalada das tensões entre EUA e Irã também volta a ficar no foco. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano, Mahammmad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% do comércio global antes da guerra, continuará fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório.
Entre as exigências, estão o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação dos ativos iranianos congelados.
Já na véspera, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o governo do pais tente interferir no controle do Estreito de Ormuz. As notícias são da rede de TV Fox News.
&quot;Se Omã se meter, vamos bombardeá-los com força total&quot;, disse Trump em entrevista à Fox, de acordo com a rede de TV.
➡️ Omã é um dos aliados mais antigos dos Estados Unidos no Oriente Médio e vem intermediando as negociações entre EUA e Irã pelo fim da guerra na região. O país também é um dos que margeiam o Estreito de Ormuz, junto de Irã e Arábia Saudita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
As tensões voltam a levantar preocupações com o Estreito de Ormuz e seus efeitos na inflação e na oferta de energia e petróleo pelo mundo.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em queda, pressionadas pelos papéis do setor de tecnologia, enquanto expectativas cada vez menores de um acordo de paz no Oriente Médio sustentavam os preços do petróleo.
Perto das 11h30, o Dow Jones tinha queda de 0,03%, enquanto o S&amp;P 500 caía 0,51% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 1,05%.
Na Europa, as bolsas da região operavam mistas. Entre os principais índices, o DAX, da Alemanha, caía 0,60% e o CAC-40, da França, perdia 0,60%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, subia 0,39%.
Na Ásia, as ações chinesas fecharam praticamente estáveis, com a queda nos papéis do setor de inteligência artificial e de tecnologia sendo compensada pelos ganhos das ações de energia, em meio às tensões no Oriente Médio.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 0,3%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve leve alta de 0,2%. Entre os demais índices  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>STF decide que municípios não podem cobrar IPTU com alíquota maior por causa do tamanho do imóvel</title>
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<description><![CDATA[      O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (177), por unanimidade, que municípios não podem fixar alíquotas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) com base apenas na área do imóvel, isto é, na metragem.
A Corte entendeu que a Constituição autoriza a progressividade do imposto conforme o valor da propriedade, além da adoção de alíquotas diferentes segundo a localização e o uso do imóvel, mas não em razão do seu tamanho.
A decisão foi tomada no julgamento de um recurso com repercussão geral reconhecida, mecanismo que faz com que o entendimento sirva de orientação para casos semelhantes em todo o país.
O caso analisado pelos ministros envolvia uma lei do município de Chapecó, em Santa Catarina, que previa alíquota de 1% de IPTU para imóveis com área construída igual ou superior a 400 metros quadrados. 
Agora no g1
A norma havia sido considerada inconstitucional pela Justiça catarinense, decisão contra a qual o município recorreu ao STF.
Ao defender a regra, a prefeitura argumentou que uma área construída maior representaria utilização mais intensa do solo urbano e, por isso, justificaria uma tributação mais elevada.
Relator do caso, o ministro Dias Toffoli rejeitou esse entendimento. Segundo ele, após a Emenda Constitucional 29, de 2000, a Constituição passou a permitir a progressividade fiscal do IPTU em razão do valor do imóvel e a fixação de alíquotas distintas conforme a localização e o uso da propriedade.
No voto, Toffoli afirmou que a área do imóvel não está entre os critérios autorizados pela Constituição para a cobrança diferenciada do imposto.
O ministro também destacou que o Supremo já consolidou o entendimento de que a fixação de alíquotas com base na área do imóvel configura progressividade do tributo e não seletividade.
Ainda de acordo com o relator, a área do imóvel não se confunde com seu valor, sua localização ou seu uso, e os municípios não podem criar novos critérios de progressividade além daqueles previstos na Constituição Federal.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque.
Divulgação/STF
Tese fixada
Ao final do julgamento, o plenário aprovou a seguinte tese de repercussão geral:
&quot;É inconstitucional a fixação, por lei municipal posterior à EC nº 29/2000, de alíquota do IPTU em razão da área do imóvel&quot;.
????O que muda?
A decisão não impede que cidades cobrem IPTU mais alto de imóveis mais valiosos. 
O que o STF proibiu foi o uso do tamanho do imóvel, por si só, como critério para aumentar a alíquota do tributo. 
Segundo a Corte, a Constituição só autoriza a progressividade do imposto com base no valor venal da propriedade e diferenciações relacionadas à localização ou ao uso do imóvel.
Como o IPTU é calculado?
O IPTU é calculado com base no valor venal do imóvel, que é uma estimativa feita pela prefeitura sobre quanto a propriedade vale para fins tributários.
Quanto maior esse valor, maior tende a ser o imposto. 
Segundo o STF, a Constituição permite que as alíquotas variem conforme o valor, a localização e o uso do imóvel, mas não em razão da área da propriedade.
Exemplo prático
Imagine dois imóveis residenciais localizados no mesmo bairro e sujeitos à mesma alíquota de IPTU, de 1%.
Imóvel A: valor venal de R$ 300 mil
Imóvel B: valor venal de R$ 600 mi
Nesse caso:
Imóvel A: 1% de R$ 300 mil = R$ 3 mil de IPTU por ano
Imóvel B: 1% de R$ 600 mil = R$ 6 mil de IPTU por ano
Pela regra considerada correta pelo STF, o imposto aumenta porque o valor do imóvel é maior, e não porque ele tem mais metros quadrados. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>STF, decide, que, municípios, não, podem, cobrar, IPTU, com, alíquota, maior, por, causa, tamanho, imóvel</media:keywords>
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<title>Dólar opera em alta, de olho em petróleo e dados de atividade nos EUA; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta terça-feira (18), com um avanço de 0,03% perto das 10h45, cotado a R$ 5,2022. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,82% no mesmo horário, aos 168.146 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã voltam a colocar o petróleo no centro das atenções. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório. As exigências incluem o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação de ativos congelados.
Em meio às tensões, os preços do petróleo ficam no radar. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,54% perto das 10h45, cotado a US$ 91,36, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 1,10%, a US$ 85,43.
▶️ Na agenda de indicadores, investidores avaliam uma série de novos dados da economia americana. Entre os destaques, estão a variação semanal de empregos do relatório ADP e indicadores de indústria, construção e preços de exportação.
▶️ No Brasil, o mercado segue atento ao varejo brasileiro. No domingo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial, fazendo com que investidores olhassem com cuidado para o setor. O ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,36%;
Acumulado do mês: +2,58%;
Acumulado do ano: --5,25%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
De olho no ambiente corporativo
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Ormuz continua fechado
A nova escalada das tensões entre EUA e Irã também volta a ficar no foco. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano, Mahammmad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% do comércio global antes da guerra, continuará fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório.
Entre as exigências, estão o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação dos ativos iranianos congelados.
Já na véspera, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o governo do pais tente interferir no controle do Estreito de Ormuz. As notícias são da rede de TV Fox News.
&quot;Se Omã se meter, vamos bombardeá-los com força total&quot;, disse Trump em entrevista à Fox, de acordo com a rede de TV.
➡️ Omã é um dos aliados mais antigos dos Estados Unidos no Oriente Médio e vem intermediando as negociações entre EUA e Irã pelo fim da guerra na região. O país também é um dos que margeiam o Estreito de Ormuz, junto de Irã e Arábia Saudita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
As tensões voltam a levantar preocupações com o Estreito de Ormuz e seus efeitos na inflação e na oferta de energia e petróleo pelo mundo.
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam praticamente estáveis, com a queda nos papéis do setor de inteligência artificial e de tecnologia sendo compensada pelos ganhos das ações de energia, em meio às tensões no Oriente Médio.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 0,3%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve leve alta de 0,2%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,07% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 2,54%. O Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 1,55%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em alta, de olho em petróleo e dados de atividade nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta terça-feira (18) em alta, com um avanço de 0,25% perto das 9h, cotado a R$ 5,2137. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã voltam a colocar o petróleo no centro das atenções. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório. As exigências incluem o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação de ativos congelados.
Em meio às tensões, os preços do petróleo ficam no radar. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,01% perto das 8h45, cotado a US$ 90,88, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,50%, a US$ 84,92.
▶️ Na agenda de indicadores, investidores avaliam uma série de novos dados da economia americana. Entre os destaques, estão a variação semanal de empregos do relatório ADP e indicadores de indústria, construção e preços de exportação.
▶️ No Brasil, o mercado segue atento ao varejo brasileiro. No domingo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial, fazendo com que investidores olhassem com cuidado para o setor. O ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,36%;
Acumulado do mês: +2,58%;
Acumulado do ano: --5,25%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
De olho no ambiente corporativo
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Ormuz continua fechado
A nova escalada das tensões entre EUA e Irã também volta a ficar no foco. Nesta terça-feira, o principal negociador iraniano, Mahammmad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% do comércio global antes da guerra, continuará fechado até que Washington cumpra com as condições do acordo provisório.
Entre as exigências, estão o fim do bloqueio marítimo e das sanções, bem como a liberação dos ativos iranianos congelados.
Já na véspera, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o governo do pais tente interferir no controle do Estreito de Ormuz. As notícias são da rede de TV Fox News.
&quot;Se Omã se meter, vamos bombardeá-los com força total&quot;, disse Trump em entrevista à Fox, de acordo com a rede de TV.
➡️ Omã é um dos aliados mais antigos dos Estados Unidos no Oriente Médio e vem intermediando as negociações entre EUA e Irã pelo fim da guerra na região. O país também é um dos que margeiam o Estreito de Ormuz, junto de Irã e Arábia Saudita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
As tensões voltam a levantar preocupações com o Estreito de Ormuz e seus efeitos na inflação e na oferta de energia e petróleo pelo mundo.
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam praticamente estáveis, com a queda nos papéis do setor de inteligência artificial e de tecnologia sendo compensada pelos ganhos das ações de energia, em meio às tensões no Oriente Médio.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 0,3%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve leve alta de 0,2%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,07% e o  Nikkei,, do Japão, teve perdas de 2,54%. O Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 1,55%.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Meta enfrenta julgamento que pode forçar mudanças em Facebook e Instagram</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026
REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo
Uma coalizão de 29 estados dos EUA começa a apresentar nesta terça-feira (18), em um tribunal federal da Califórnia, suas acusações contra a Meta Platforms. Os estados afirmam que Facebook e Instagram foram projetados de forma prejudicial à saúde mental de crianças e adolescentes, em um julgamento que poderá levar a mudanças nas plataformas.
Os advogados do Colorado, Califórnia, Nova Jersey e Kentucky, que lideram uma coalizão bipartidária de 29 estados, farão suas declarações iniciais perante um júri de oito integrantes em Oakland. O grupo atua apenas como órgão consultivo da juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers, responsável pela decisão final do caso.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O julgamento analisará as acusações dos quatro estados de que a Meta desenvolveu Facebook e Instagram para estimular o uso compulsivo por crianças e adolescentes e enganou consumidores ao apresentar as plataformas como seguras para usuários mais jovens.
O julgamento também abordará as acusações dos 29 estados de que a Meta coletou e utilizou indevidamente dados pessoais de crianças durante o uso das plataformas, em violação à legislação federal.
Agora no g1
Os advogados da Meta deverão argumentar que a empresa investiu fortemente em medidas para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.
A empresa afirma que não fez declarações enganosas sobre segurança e que os estados não apresentaram provas de danos concretos causados a seus residentes.
O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deverá depor no julgamento, que deve durar várias semanas. O chefe do Instagram, Adam Mosseri, também deverá prestar depoimento.
Por que julgamento da Meta pode mudar o futuro do Facebook e do Instagram
Desafio judicial
Pelos possíveis impactos financeiros e regulatórios para a Meta, especialistas consideram este o caso mais relevante já enfrentado pela empresa em disputas judiciais relacionadas a jovens usuários de redes sociais. O julgamento ocorre em meio ao debate global sobre os efeitos dessas plataformas na saúde mental de crianças e adolescentes.
A Meta afirmou que as multas em discussão no processo podem chegar a US$ 1,4 trilhão (R$ 7,3 trilhões), valor próximo ao valor de mercado da empresa, estimado em cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,8 trilhões). Os procuradores-gerais, porém, ainda não detalharam o montante que pretendem solicitar à Justiça. Em uma audiência realizada na semana passada, eles disseram que o valor pode se aproximar de US$ 200 bilhões (R$ 1,040 bilhão).
A estimativa da Meta considera um cenário de aplicação máxima das penalidades previstas, enquanto os estados indicaram um valor bem inferior durante as discussões preliminares do caso.
Os procuradores-gerais do Colorado, Kentucky, Califórnia e Nova Jersey também pedem que a Justiça obrigue a Meta a adotar mecanismos mais rigorosos de verificação de idade, eliminar recursos como a rolagem infinita e promover outras mudanças em suas plataformas em todo o país.
Em comunicado divulgado antes da abertura dos argumentos, um porta-voz da Meta afirmou que as acusações dos estados não têm fundamento e que a empresa mantém um histórico de medidas voltadas à proteção de adolescentes.
&quot;Os procuradores-gerais não apresentam provas de que alguém em seus estados tenha sido enganado. Eles alegam que recursos inofensivos, como a possibilidade de manter uma conta adicional no Instagram, de alguma forma prejudicaram seus residentes e tentam responsabilizar a Meta por desafios comuns a todo o setor, como a verificação de idade&quot;, disse o porta-voz.
&quot;Em vez de se ater aos fatos e à legislação, os estados decidiram buscar uma indenização exorbitante.&quot;
Como o caso contra a Meta começou
O processo movido pelos estados, em 2023, decorre de uma investigação conjunta sobre os impactos do Instagram e do Facebook em crianças e adolescentes.
A investigação foi anunciada após as revelações de Frances Haugen, ex-funcionária e denunciante da Meta, que prestou depoimento a uma comissão do Senado dos EUA em 2021. 
Ela afirmou que a empresa sabia que seus produtos poderiam prejudicar crianças e adolescentes e conhecia formas de reduzir esses riscos, mas optou por não implementar mudanças mais amplas por considerar seus impactos sobre os resultados financeiros da companhia.
Os estados deverão apresentar documentos internos e estudos produzidos pela Meta, além de depoimentos de ex-funcionários e especialistas ligados à empresa.
A Meta e outras empresas de redes sociais, como a Snap Inc, a ByteDance, controladora do TikTok, e a Alphabet, controladora do YouTube, enfrentam pressão crescente de legisladores e dos tribunais.
O processo está entre os milhares de casos movidos contra empresas de redes sociais por estados, municípios, distritos escolares e indivíduos, sob a acusação de que seus produtos causam danos a crianças e adolescentes.
A Meta afirmou que a ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ChatGPT anuncia versão para adolescentes com limites de conteúdo, uso e controle dos pais</title>
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<description><![CDATA[      Agente do ChatGPT reserva restaurante, faz compra, mas erra ao insistir demais
A OpenAI anunciou uma versão do ChatGPT desenvolvida especificamente para adolescentes. A experiência, chamada de ChatGPT para Adolescentes, foi criada para usuários de 13 a 17 anos e combina ferramentas de inteligência artificial para estudos com proteções adicionais de segurança.
Segundo a empresa, adolescentes que declararem ter entre 13 e 17 anos ou que forem identificados pelo sistema como menores de 18 anos serão direcionados automaticamente para a experiência voltada ao público adolescente. 
Primeiro a OpenAI, depois a Meta: por que robôs de IA continuam fazendo ataques hackers
A proposta é permitir que jovens usem inteligência artificial para aprender e criar, mas com limites mais rígidos para conteúdos considerados inadequados para a idade.
[bbc] Logo da empresa OpenAI, responsável pelo ChatGPT
Getty Images
ChatGPT ganha recursos voltados para os estudos
Uma das principais mudanças está na forma como a ferramenta deve ajudar os adolescentes com tarefas escolares. Em vez de simplesmente entregar uma resposta pronta, o sistema pode orientar o estudante por meio de perguntas e etapas para que ele chegue à solução.
A experiência inclui o Modo Estudo, que utiliza perguntas orientadoras e explicações passo a passo. Também foram anunciados lembretes para tarefas de casa, que podem identificar quando o estudante parece estar tentando apenas obter uma resposta e direcioná-lo para uma resolução colaborativa.
A OpenAI também incluiu quizzes e recursos de visualização para ajudar os estudantes a praticar o conteúdo e testar o que aprenderam. 
➡️Outra novidade são as Horas de Estudo, que permitem definir períodos em que o Modo Estudo será ativado por padrão.
A empresa afirma que o desenho do Modo Estudo foi desenvolvido com participação de professores, cientistas e especialistas em pedagogia e utiliza técnicas como perguntas orientadoras, testes de conhecimento e estímulos para que o estudante explique seu próprio raciocínio.
Proteções contra conteúdos sensíveis
A versão para adolescentes também terá salvaguardas ativadas por padrão. A OpenAI diz que elas foram desenvolvidas para reduzir a exposição de menores a conteúdos potencialmente prejudiciais ou inadequados para seu estágio de desenvolvimento.
Entre os temas que terão proteções específicas estão automutilação, violência, transtornos alimentares, atividades perigosas e conteúdo sexual ou gráfico explícito.
A empresa também pretende ampliar os mecanismos de controle disponíveis para os pais. Contas de adolescentes vinculadas a contas dos responsáveis poderão ter Horas de Silêncio e determinadas configurações administradas pelos pais, além de notificações de segurança em situações consideradas de alto risco.
IA não deve substituir relações humanas, diz empresa
Outro foco da nova experiência é reduzir o risco de dependência emocional da inteligência artificial.
A OpenAI afirma que o ChatGPT para adolescentes terá lembretes para que os usuários façam pausas durante o uso prolongado e elementos que deixem claro que a interação ocorre com uma inteligência artificial.
Para menores de 18 anos, o modelo também não deve utilizar linguagem romântica, incentivar dependência emocional ou sugerir que possui sentimentos ou consciência. A intenção, segundo a empresa, é reforçar a importância das relações no mundo real.
A plataforma também passará a alertar adolescentes antes do envio de imagens privadas ou sensíveis e poderá apresentar lembretes mais frequentes para que eles interrompam o uso após períodos prolongados.
OpenAI quer ensinar adolescentes a usar IA
Além de modificar o próprio ChatGPT, a OpenAI anunciou uma parceria com a CodeAI para ampliar o acesso de estudantes e educadores a ferramentas e recursos de educação sobre inteligência artificial.
A proposta é ensinar adolescentes não apenas a utilizar sistemas de IA, mas também a entender como eles funcionam, questionar suas respostas e reconhecer seus erros.
A empresa também apresentou exemplos de adolescentes que já utilizam o ChatGPT para desenvolver projetos. Entre eles estão estudantes da Virgínia que criaram um sistema que utiliza sinais de Wi-Fi para ajudar na localização de pessoas presas sob escombros e uma jovem do Texas que utilizou a ferramenta para desenvolver uma plataforma de jogos educativos em áudio voltada a estudantes cegos.
Proteções ainda estão em desenvolvimento
A OpenAI afirma que continuará realizando pesquisas sobre o uso de inteligência artificial por adolescentes e testando suas salvaguardas em situações consideradas de maior risco.
A empresa diz que pretende publicar mais avaliações sobre o comportamento dos modelos diante de situações envolvendo menores de 18 anos, incluindo casos relacionados a automutilação, transtornos alimentares, violência, conteúdos com restrição de idade e material sexual.
A companhia afirma que o objetivo é permitir que adolescentes usem inteligência artificial para aprender,  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Novo pré&#45;sal? O que já se sabe e o que ainda falta descobrir sobre o petróleo na Foz do Amazonas</title>
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<description><![CDATA[      Petrobras confirma descoberta de Petroleo na Foz do Amazonas, litoral do Amapá
A Petrobras confirmou a existência de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá, nesta segunda-feira (17).
A presidente da estatal, Magda Chambriard, confirmou a descoberta durante entrevista coletiva em Oiapoque, no extremo norte do Amapá, após a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à região.
Mas a descoberta ainda está em uma etapa inicial: não se sabe quanto petróleo existe ali e nem se a área poderá ser explorada comercialmente.
Veja o que já está confirmado e quais são as principais perguntas em aberto.
Lula diz que petróleo do Amapá é &#039;soberania nacional&#039; e que Brasil não aceitará interferências
Petrobras amplia ofensiva e pede ao Ibama licença para explorar mais 3 poços
Petrobras confirma descoberta de petróleo na Foz do Amazonas, no litoral do Amapá
Petrobras descobre pela 1ª vez sinais de petróleo ou gás natural na Foz do Amazonas
O que sabemos
1. Onde está o petróleo
O poço Morpho fica a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá, em águas de 2.886 metros de profundidade, no bloco FZA-M-59. FZA se refere à Foz do Amazonas, enquanto M-59 identifica aquele bloco específico. 
Os blocos são áreas delimitadas para atividades de exploração de petróleo. A Petrobras adquiriu o bloco na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013, sob regime de concessão. Hoje, é a operadora com 100% de participação.
2. Serão necessários novos poços
A Petrobras ainda não concluiu os trabalhos no Morpho. Segundo Chambriard, a exploração do poço deve continuar por mais 15 a 20 dias.
A empresa também prevê novas perfurações para entender o potencial da região. Chambriard afirmou que estão previstos três novos poços na mesma área, além de outros cinco em áreas adjacentes.
&quot;É esse gigantesco esforço exploratório que vai nos dizer o real potencial da região&quot;, afirmou a presidente da estatal.
Exploração de petróleo na região enfrenta críticas ambientais
Petrobras/Divulgação
3. Por que a Petrobras aposta na Foz do Amazonas — e o que ela tem a ver com o pré-sal
A Petrobras considera a Margem Equatorial, faixa que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte, uma &quot;nova fronteira energética do Brasil&quot;, nas palavras do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Furian.
A região também ganhou interesse após descobertas de petróleo na vizinha Guiana, em áreas com características geológicas semelhantes.
A Petrobras e o governo defendem que a exploração pode ajudar a repor reservas à medida que a produção do pré-sal se aproxime de seu pico.
Segundo Chambriard, o pré-sal, responsável por cerca de 80% da produção de petróleo do Brasil, deve atingir o ápice por volta de 2034 ou 2035.
O pré-sal foi descoberto em 2006, quando acumulações de petróleo e gás natural em reservatórios situados na área submersa que se estende do litoral do Espírito Santo ao de Santa Catarina foram achadas pela Petrobras.
Ainda não está claro se a exploração comercial de petróleo na Foz do Amazonas é viáve
Divulgação/Petrobras
4. A descoberta não é, por enquanto, comercial
Embora a Petrobras tenha confirmado a presença de petróleo, o achado ainda não é comercial.
Não é possível concluir, neste momento, que haverá produção. Ainda serão necessários novos dados para avaliar se o volume e as características do petróleo justificam uma exploração comercial.
5. Há controvérsias
A autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a Petrobras perfurar na região foi concedida em outubro de 2025, às vésperas da COP30, realizada em Belém em novembro.
O processo levou anos, e a autorização havia sido rejeitada anteriormente. A concessão da licença provocou críticas de organizações ambientalistas, que apontaram uma contradição entre a exploração de petróleo na região e os alertas sobre a necessidade de reduzir o uso de combustíveis fósseis.
6. Expectativa já mudou a região
Oiapoque, município mais próximo da bacia da Foz do Amazonas, já sente os efeitos da expectativa de exploração antes mesmo de se saber se o petróleo encontrado será economicamente viável.
A perspectiva de empregos e royalties tem atraído novos moradores e acelerado a expansão da cidade. Em 2025, foram emitidos cerca de 800 alvarás de construção e transferências, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Oiapoque.
Os aluguéis também subiram, em um cenário descrito por uma corretora ouvida pela BBC News Brasil como de especulação imobiliária.
O crescimento, porém, ocorre de forma desordenada: há novas ocupações com casas, ruas de terra e falta de infraestrutura, incluindo áreas sem acesso à água.
O que ainda não sabemos
1. Quanto petróleo existe no Morpho
Esta é a principal incógnita. A Petrobras confirmou a presença de petróleo, mas não divulgou um volume.
Segundo Chambriard, serão necessários mais trabalhos de exploração pa ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 07:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise econômica, &amp;apos;santinho&amp;apos; nas redes e mais: casos na Justiça mostram formas mais comuns de assédio eleitoral no trabalho</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/crise-economica-santinho-nas-redes-e-mais-casos-na-justica-mostram-formas-mais-comuns-de-assedio-eleitoral-no-trabalho</link>
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<description><![CDATA[      Crescem os números de processos e denúncias por assédio moral no trabalho
Pressão para compartilhar propaganda política no WhatsApp, exigência de &quot;santinhos&quot; em perfis pessoais, vigilância das redes sociais e ameaças relacionadas ao emprego.
Essas são algumas das situações mais frequentes em processos de assédio eleitoral que chegaram à Justiça do Trabalho nos últimos anos e foram analisadas em uma pesquisa inédita do Tribunal Superior do Trabalho (TST), divulgada com exclusividade ao g1.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O estudo mostra como a pressão política ocorre dentro das empresas e quais estratégias são mais frequentemente utilizadas contra trabalhadores durante períodos eleitorais. (saiba mais abaixo)
Muitos desses processos foram ajuizados após o trabalhador deixar o emprego, fazendo com que casos de uma eleição apareçam no ano seguinte.
Desde 2023, a Justiça do Trabalho registrou 738 processos de assédio eleitoral no país. Os dados estão no Painel Nacional de Monitoramento do Assédio Eleitoral (PNMAE), criado após a instituição de mecanismos específicos para identificação desses casos.
➡️ O número de denúncias é muito maior que o de processos que chegam à Justiça. Em 2022, por exemplo, o MPT recebeu 3.370 denúncias de assédio eleitoral, recorde da série. Em 2026, até agora, foram 74 — mas a campanha eleitoral acabou de começar.
É nesse conjunto de casos que o TST buscou entender como o assédio eleitoral acontece na prática. O tribunal fez uma pesquisa qualitativa com 138 processos de todas as regiões do país, selecionados em uma amostra estatisticamente válida. 
Terror psicológico é a forma mais comum
A modalidade mais recorrente identificada nos processos foi o chamado terror psicológico, presente em 81,9% dos casos analisados.
???? Trata-se da disseminação de narrativas alarmistas sobre possíveis resultados eleitorais. Entre os exemplos estão mensagens associando a vitória de determinado candidato ao fechamento de empresas, perda de empregos, redução salarial, crise econômica ou colapso social.
O ambiente digital também é um dos principais meios de execução do assédio eleitoral. Ferramentas virtuais estiveram presentes em 67,4% dos processos analisados.
A pesquisa identificou práticas como:
criação de grupos de WhatsApp para propaganda política;
envio obrigatório de conteúdos eleitorais;
exigência para compartilhar mensagens políticas;
obrigação de colocar &quot;santinhos&quot; em status pessoais;
monitoramento das redes sociais dos trabalhadores;
fiscalização do posicionamento político dos empregados.
Segundo o TST, o WhatsApp aparece como a principal ferramenta tecnológica utilizada nas práticas de assédio eleitoral.
Ameaças econômicas
Outro mecanismo recorrente identificado pela pesquisa foi a pressão econômica. Ela esteve presente em 61,6% dos processos analisados e inclui situações como:
ameaças de demissão;
ameaças ligadas ao salário;
perda de função ou benefícios;
promessas de vantagens financeiras;
oferta de prêmios e recompensas associadas a posicionamentos políticos.
O estudo aponta ainda que o assédio eleitoral raramente se restringe à conduta isolada de um chefe. Em 92% dos processos analisados, foram encontradas características de assédio institucional, quando a pressão política está associada à própria estrutura ou cultura organizacional da empresa.
Nesses casos, a pesquisa identificou o envolvimento da alta administração nas práticas de assédio, além do uso de canais corporativos para propaganda político-partidária. Também foram relatadas reuniões internas com conteúdo eleitoral, orientações de como se manifestar e convocações de funcionários para atividades de campanha, como carreatas e panfletagens. 
Em parte dos casos, houve ainda a utilização da jornada de trabalho para atividades relacionadas às eleições. 
Segundo o TST, a maior parte das ações está concentrada em cinco estados. São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina respondem juntos por cerca de 56,3% dos processos registrados.
A maioria absoluta dos processos foi apresentada pelos próprios trabalhadores. Dos 738 casos registrados, 644 foram ajuizados por pessoas físicas. 
Justiça reforçou monitoramento
O assédio eleitoral passou a ter identificação própria no sistema da Justiça do Trabalho em 2023, após a edição da Resolução CSJT nº 355. Hoje, o tema conta com:
classificação específica no Processo Judicial Eletrônico (PJe);
monitoramento nacional permanente;
painel estatístico atualizado periodicamente;
identificação territorial dos casos;
acompanhamento por atividade econômica;
monitoramento em tempo real em primeiro, segundo e terceiro graus.
Em julho deste ano, a regra foi atualizada. Juízes que identificarem indícios de assédio eleitoral devem comunicar imediatamente o Ministério Público Eleitoral e o Ministério Público do Trabalho.
Desde 1º de agosto, a Justiça do Trabalho também mantém plantão para analisar medidas urgentes relacionadas a denúncias de assédio eleitoral ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Empregos em tecnologia crescem mais fora do Sul e Sudeste; salários chegam a R$ 40,5 mil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/empregos-em-tecnologia-crescem-mais-fora-do-sul-e-sudeste-salarios-chegam-a-r-405-mil</link>
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<description><![CDATA[      Empregos formais em tecnologia da informação e comunicação (TIC) estão crescendo fora das regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Reprodução/Unsplash
Os empregos formais em tecnologia da informação e comunicação (TIC) estão crescendo em ritmo mais acelerado fora das regiões Sul e Sudeste do Brasil, embora o mercado continue fortemente concentrado em São Paulo.
É o que mostra um levantamento da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais do Brasil (Brasscom), antecipado ao g1 com exclusividade. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o estudo, o Brasil tem cerca de 943 mil trabalhadores com carteira assinada em ocupações de TIC. Desse total, cerca de 252 mil postos de trabalho estão concentrados na função de analista de desenvolvimento de sistemas, com salário médio de R$ 8,3 mil. 
Já entre as ocupações mais bem remuneradas, diretor de serviços de informática lidera o ranking, com média salarial de R$ 40,5 mil por mês. (veja os rankings abaixo)
Agora no g1
Entre 2023 e 2025, o número de empregos na área cresceu 5,4% no Norte, 3,8% no Nordeste e 3,2% no Centro-Oeste. As taxas ficaram acima das registradas no Sul (3,1%) e no Sudeste (2%).
Apesar do avanço de outras regiões, o Sudeste ainda reúne 62,5% dos empregos formais de TIC do país, com 588,9 mil trabalhadores e salário médio de R$ 6.802. O Sul aparece em segundo lugar, com 17,5% dos postos.
Segundo a Brasscom, o avanço de polos de tecnologia em outras partes do país está relacionado à transformação digital e à maior demanda por profissionais da área.
“Esse movimento reflete a aceleração da transformação digital, que ampliou a demanda por profissionais de TIC, valorizou salários e favoreceu a interiorização das oportunidades”, afirma Roberta Piozzi, diretora de Parcerias e Projetos em Educação da Brasscom.
São Paulo concentra quase metade dos empregos
Mesmo com o movimento de expansão regional, São Paulo sozinho concentra 44,7% dos empregos formais em TIC do Brasil. São 420.996 trabalhadores, com salário médio de R$ 7.321.
Minas Gerais aparece na segunda colocação, com 83.854 empregos (8,9% do total), seguido pelo Rio de Janeiro, com 71.277 (7,6%). Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná completam a lista dos seis estados com maior número de profissionais.
Veja o ranking:
Ranking regional dos empregos formais em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)
Estados com mais empregos formais em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)
No recorte regional, o Nordeste soma 89.643 empregos formais, com salário médio de R$ 3.950. Já o Centro-Oeste tem 62.782 trabalhadores e remuneração média de R$ 4.855. No Distrito Federal, a média chega a R$ 6.622.
O Norte, apesar de ter registrado o maior crescimento percentual entre 2023 e 2025, ainda possui o menor contingente e a menor remuneração entre as cinco regiões: são 36.079 empregos e salário médio de R$ 2.715.
Analista de desenvolvimento de sistemas lidera em empregos
Entre as ocupações analisadas pelo levantamento, analista de desenvolvimento de sistemas é a que reúne mais trabalhadores. Segundo a tabela de dezembro de 2025, são 252.346 empregos formais, com salário médio de R$ 8.335,81.
Na outra ponta, entre as dez ocupações com mais empregos, operador de computador (inclusive microcomputador) apresenta a menor remuneração média, de R$ 2.120,21. Já o técnico de apoio ao usuário de informática, conhecido como profissional de helpdesk, recebe em média R$ 2.333,70.
Apesar da remuneração mais baixa, o helpdesk foi a ocupação que apresentou o maior crescimento absoluto de empregos em 2025, com saldo de 7.089 novos postos, segundo a Brasscom.
Veja as 10 ocupações de TIC com mais empregos formais:
Ocupações de tecnologia da informação e comunicação (TIC) com mais empregos formais no Brasil 
Salários chegam a R$ 40,5 mil
No recorte por remuneração, os maiores salários estão concentrados principalmente em cargos de liderança e funções de alta especialização.
Diretor de serviços de informática lidera o ranking, com salário médio de R$ 40.543,46 por mês, praticamente o dobro dos R$ 20.986,82 pagos, em média, aos gerentes de segurança de tecnologia da informação, que aparecem na segunda posição.
A lista também inclui gerentes, arquitetos, pesquisadores e engenheiros. Entre as dez ocupações mais bem remuneradas, todas têm salários médios acima de R$ 13,7 mil.
Confira as 10 ocupações de TIC com os maiores salários médios:
Ocupações de tecnologia da informação e comunicação (TIC) com os maiores salários médios
O levantamento considera apenas trabalhadores com vínculo pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) em ocupações típicas de TIC, como analistas e desenvolvedores de sistemas, programadores, técnicos de redes, especialistas em infraestrutura e cientistas de dados.
Por isso, os cerca de 943 mil trabalhadores contabilizados não representam todos os funcionários de empresas do setor de tecnologia. Profissionais de áreas como vendas, logí ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Empregos, tecnologia, crescem, mais, fora, Sul, Sudeste, salários, chegam, 40, 5, mil</media:keywords>
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<title>Trabalhadores veem empresas tolerarem abusos de chefes que entregam resultados</title>
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<description><![CDATA[      Trabalhadores veem empresas tolerarem abusos de chefes que entregam resultados
Pexels
O chefe grita, expõe funcionários, faz cobranças excessivas e cria um clima de medo na equipe. Mesmo assim, continua sendo elogiado pela empresa porque entrega resultados. Essa é uma percepção compartilhada por muitos trabalhadores brasileiros. 
Uma pesquisa da consultoria CLA Brasil,  divulgada com exclusividade ao g1, mostra que 72,7% dos profissionais acreditam que lideranças adotam comportamentos inadequados sob a justificativa da alta performance. Outros 71,8% afirmam que abusos são tratados como algo normal diante da pressão por resultados.
Os números sugerem que, para muitos trabalhadores, o desempenho ainda pesa mais do que a forma como as pessoas são tratadas. O estudo ouviu 303 profissionais por meio de participação espontânea. 
&quot;Existe um problema cultural quando a organização começa a enxergar o resultado como uma espécie de salvo-conduto para o comportamento. É a lógica de que &#039;ele pode ser difícil, mas entrega&#039;. O problema é que resultado não neutraliza conduta inadequada&quot;, afirma Mariana Rodrigues, especialista em investigações corporativas comportamentais.
Como se identifica o adoecimento mental no trabalho
Segundo ela, em algumas empresas, gestores que batem metas acabam ganhando influência e passam a ser vistos como profissionais difíceis de substituir.
&quot;Para algumas pessoas, a regra fica mais flexível. Ainda que isso não esteja escrito em lugar nenhum, os funcionários percebem essa diferença de tratamento&quot;, diz.
Quando o abuso vira parte da cultura
Gritos, humilhações públicas, ironias frequentes, exposição de erros diante da equipe e cobranças exageradas estão entre os comportamentos que podem acabar sendo tolerados quando o gestor é visto como um profissional de sucesso.
Para Mariana, o problema nem sempre está apenas em um chefe específico. Ela explica que, em algumas empresas, a pressão excessiva vem dos níveis mais altos e acaba sendo reproduzida por toda a cadeia de liderança.
&quot;Quem não se adapta a esse modelo muitas vezes sai. Quem fica acaba entendendo que é assim que se lidera e repassa esse comportamento para a própria equipe&quot;, afirma.
O preço da alta performance
Apesar dos resultados aparecerem no curto prazo, o custo costuma chegar depois.
A pesquisa mostra que 87,8% dos entrevistados acreditam que pessoas pedem demissão ou deixam equipes porque não suportam a forma como são tratadas pelos gestores.
Segundo Mariana, uma liderança abusiva pode até gerar bons números inicialmente, mas cobra uma conta alta mais adiante.
&quot;Uma liderança abusiva pode até produzir resultados no curto prazo, mas tende a gerar custos no médio e longo prazo, como perda de engajamento, aumento do turnover, afastamentos e queda de produtividade&quot;, afirma.
Ela destaca ainda um efeito menos visível.
&quot;Existe ainda um custo menos visível: a perda de confiança. Quando funcionários deixam de se sentir seguros para discordar, pedir ajuda ou apontar problemas, a empresa perde informações importantes. Por isso, uma liderança que entrega resultado destruindo o ambiente ao redor pode estar criando uma falsa eficiência.&quot; 
O estudo também mostra um outro fenômeno: 94,5% dos entrevistados acreditam que existe medo de retaliação ao reportar situações de assédio. Para quase metade, esse receio é relevante.
O levantamento mostra que 71,8% sabem como denunciar um caso, mas isso não significa que se sintam seguros para fazê-lo. Apenas 52,9% afirmam que confiariam em fazer uma denúncia atualmente. Outros 29,4% responderam &quot;talvez&quot; e 17,6% disseram que não confiariam.
Para Mariana, a pergunta que passa pela cabeça de quem pensa em denunciar é simples: o que vai acontecer comigo depois?
&quot;O funcionário quer saber, antes de falar: &#039;O que vai acontecer comigo depois?&#039;. Se ele acredita que pode perder oportunidades, ser isolado, prejudicado na carreira ou passar a ser visto como uma pessoa problemática, a existência do canal não será suficiente para gerar confiança&quot;. 
Essa percepção pode ser ainda mais forte quando a denúncia envolve alguém considerado importante para o negócio.
&quot;Quando profissionais observam que uma liderança poderosa é denunciada e nada acontece, ou que a consequência para quem reporta é maior do que para quem é acusado, a organização ensina, na prática, que denunciar pode representar um risco.&quot;
Por isso, a CLA indica que a principal diferença não está na existência de um canal de denúncias, mas na confiança de que a empresa fará alguma coisa.
Entre os profissionais que acreditam que a empresa trata adequadamente os relatos, 87,5% afirmam que denunciariam uma situação de assédio. Entre aqueles que não confiam na resposta da organização, esse percentual cai para 12,9%.
Para a especialista, é justamente nesses momentos que os funcionários descobrem se as regras realmente valem para todos.
&quot;A maior mensagem que uma empresa passa não está no treinamento nem no cartaz da parede. Está na forma como ela reage quando a denúncia env ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Trabalhadores, veem, empresas, tolerarem, abusos, chefes, que, entregam, resultados</media:keywords>
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<title>Câmeras digitais e fones com fio estão de volta. Mas por quê?</title>
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<description><![CDATA[      Emaranhados de fio dos fones de ouvido são vistos por alguns como um símbolo cultural
Moritz Scholz/Getty Images via BBC
É sábado à tarde e quase tropecei no primeiro obstáculo: deixei a bateria da minha câmera digital carregando em casa. A última vez que usei esta câmera foi há 15 anos, em uma viagem de férias em família para as Ilhas Canárias. 
Agora, com a bateria carregada em mãos, vou usar minha câmera digital em um show como um experimento.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
As tecnologias antigas estão em alta — as redes sociais estão cheias de pessoas falando sobre por que estão voltando a itens básicos, como câmeras digitais, fones de ouvido com fio e tocadores de MP3.
As vendas de iPods e Walkman no Reino Unido, através do eBay, aumentaram quase 50% em 2025, segundo informações da plataforma. As buscas por iPod mini na mesma plataforma cresceram 48% no último ano.
&#039;Mil vezes melhor que celular&#039;: por que as câmeras Cyber-shot estão saindo da gaveta
Câmeras digitais - fotos mais nítidas do que as tiradas com celular?
Por sorte, estou acompanhada da minha melhor amiga, que adora fotografia. Ela me ajuda a ajustar as configurações da câmera e tira fotos enquanto eu estou ocupada na pista de dança.
O simples fato de nos verem sacando a câmera e olhando através do seu minúsculo visor chama a atenção — &quot;Não vejo uma dessas há anos&quot;, comenta um homem.
Ele tem razão — as câmeras digitais tiveram seu auge no final da década de 1990 e início dos anos 2000, pouco antes dos smartphones decolarem.
Atualmente, existem 42 milhões de usuários ativos de câmeras em todo o mundo, sendo que mais de um terço deles tem entre 18 e 30 anos e é amplamente influenciado pelas tendências das mídias sociais, de acordo com um relatório de pesquisa de mercado do ano passado.
A mesma foto foi tirada com uma câmera digital (esquerda) e com um smartphone (direita) — qual você prefere?
BBC
Então, por que, quando estamos cercados por tecnologias mais avançadas em 2026, elas parecem estar ressurgindo?
Para Lily Redman, uma criadora de conteúdo de 26 anos do sul do País de Gales, as câmeras digitais &quot;capturam uma qualidade que meu celular simplesmente não consegue reproduzir&quot;.
Ela tem usado o celular em saídas noturnas e shows e acha que o flash da câmera &quot;é granulado e tem definição muito alta&quot; em comparação com o resultado final &quot;mais suave&quot; de uma câmera digital.
&quot;Acho que as pessoas estão buscando um pouco de autenticidade ou algo que pareça um pouco mais real&quot;, diz ela.
Lily Redman gosta de sair com sua câmera digital
Lily Redman
Isso também pode explicar por que fotos com baixa exposição tiradas com iPhones e Androids – onde as pessoas evitam filtros prontos para reduzir artificialmente a exposição e produzir uma imagem mais escura – também estão populares nas redes sociais atualmente.
Com as câmeras digitais, que oferecem um elemento surpresa ao conectar o leitor de cartão de memória ao computador em casa, elas capturam um momento no tempo.
&quot;Se eu olhar para fotos que minha mãe tirou quando eu tinha dois anos, elas parecem tão antigas, mas quando olho para fotos que tirei há cinco anos, elas parecem ter sido tiradas ontem&quot;, diz Redman. 
&quot;As fotos tiradas com celular distorceram nossa percepção do tempo.&quot;
MP3 e a lembrança de &#039;tempos mais simples&#039;
Não são apenas as câmeras digitais que estão voltando dos arquivos (ou de um armário empoeirado), mas também os primeiros dispositivos de MP3, como os iPods.
Segundo o site de eletrônicos recondicionados Backmarket, os iPods estão &quot;impulsionando a tendência&quot; nas vendas de dispositivos MP3 mais antigos, com um aumento de 48% nas vendas entre 2024 e 2025, e a demanda por tocadores de MP3 e MP4 &quot;deve acelerar ainda mais em 2026&quot;.
Cheri Sanih, de 30 anos, administra uma conta no Tumblr sobre tecnologia antiga, que, segundo ela, ganhou milhares de seguidores recentemente.
Enquanto percorre a biblioteca de músicas em seu iPod verde-menta, repleto de capas de álbuns de 15 a 20 anos atrás, as lembranças da infância de ter recebido um como presente de Natal voltam à tona.
O iPod verde-menta de Cheri Sanih é uma relíquia do passado
Cheri Sanih via BBC
Para ela, tudo se resume à nostalgia de &quot;querer se lembrar de tempos mais simples&quot; e de poder &quot;mergulhar no escapismo&quot;.
Sanih destaca como seu &quot;celular está sempre recebendo notificações e às vezes eu só quero ouvir música tranquilamente&quot;.
Ela acha que os iPods voltaram a ser populares por causa do seu &quot;design bonito&quot; e do fato de o reprodutor de música ser &quot;o primeiro dispositivo tecnológico realmente pensado para os humanos, com uma interface de usuário menos confusa&quot;.
Conectados por cabo — não por Bluetooth
E por falar em voltar ao básico, os fones de ouvido com fio seguem fazendo sucesso online.
Esses fones de ouvido se tornaram um item essencial no dia a dia de Monique Wellman-Mason, de 23 anos, de Bristol, que se cansou de perder seus fones de ouvido sem fio.
&quot;Toda vez que tiro os fones da bolsa, passo dois minutos t ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Limões &amp;apos;alienígenas&amp;apos; intrigam produtora; entenda o que causa a deformação</title>
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<description><![CDATA[      Limão nasce deformado, parecendo &#039;alienígena&#039;; entenda o que causa
Os limões da produtora Viviane Marques chamaram a atenção pelo formato incomum: alguns nasceram deformados, parecendo até &quot;alienígenas&quot;. Intrigada, ela procurou o Globo Rural para descobrir o que causou o problema.
Segundo o agrônomo Chukichi Kurozawa, o limoeiro foi atacado por ácaros do tipo &quot;ácaro-das-gemas&quot;.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Nos galhos afetados surgem brotações, e os frutos ficam deformados. Apesar disso, os limões podem ser consumidos. No entanto, podem ter pouco suco.
Para combater os ácaros no limoeiro, é possível usar óleo de nim.
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como o &amp;apos;Super El Niño&amp;apos; pode afetar economia global e fazer subir os preços de alimentos</title>
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<description><![CDATA[      Cientistas monitoram formação de &#039;Super El Niño&#039; e alertam para impactos no Brasil
O super El Niño que está se formando no Oceano Pacífico não deve trazer apenas mudanças no clima. O fenômeno também pode provocar impactos na economia, com efeitos sobre a produção de alimentos, os preços e os gastos para recuperar áreas atingidas por eventos extremos.
Super El Niño pode intensificar chuvas, tempestades e enchentes no Brasil; entenda
Anos de El Niño costumam ser marcados por escassez de alimentos e aumento de preços. Isso acontece porque secas, enchentes e ondas de calor podem prejudicar plantações e provocar perdas na produção.
O impacto pode chegar ao consumidor. Com uma oferta menor de determinados alimentos, os preços tendem a subir, aumentando a pressão sobre o custo de vida.
Secas e enchentes podem gerar prejuízos
Os efeitos econômicos não ficam restritos ao campo. Eventos extremos também podem destruir estradas, casas e outras estruturas, exigindo grandes investimentos para reconstrução.
Os prejuízos acumulados provocados por secas, enchentes e ondas de calor chegam à ordem de trilhões de dólares no mundo.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, as chuvas de 2024 provocaram mais de 100 deslizamentos em um trecho de 20 quilômetros de estrada. A reconstrução do local foi estimada em R$ 700 milhões, e, dois anos depois, a estrada ainda permanecia em obras.
Além do custo direto para reconstruir a infraestrutura, empresas e produtores também podem ter prejuízos com a interrupção de atividades e a perda de produção.
Pressão sobre a inflação
A combinação de menor produção de alimentos e aumento dos gastos para reparar áreas destruídas pode pressionar a economia.
Quando eventos climáticos reduzem a oferta de alimentos, o efeito pode aparecer nos preços. Ao mesmo tempo, governos e empresas precisam destinar recursos para reconstruir estradas, instalações e outras estruturas danificadas.
Segundo especialistas, esse conjunto de prejuízos pode afetar o crescimento econômico mundial.
O impacto, portanto, pode acontecer em diferentes etapas: o clima extremo prejudica a produção, a menor oferta pode encarecer alimentos e os danos à infraestrutura aumentam os custos de reconstrução.
Um fenômeno global
O El Niño não atinge apenas o Brasil. As alterações provocadas pelo aquecimento das águas do Pacífico modificam a circulação atmosférica e podem provocar efeitos em diferentes partes do planeta.
No episódio atual, cientistas apontam que o fenômeno está ocorrendo em um planeta já mais quente por causa do aquecimento global.
As previsões indicam mais de 90% de chance de um El Niño muito forte. O fenômeno deve atingir o pico em dezembro e pode continuar com intensidade forte ou muito forte durante o primeiro semestre de 2027.
Ainda não é possível saber exatamente quais serão os impactos econômicos em cada região. Mas, conforme o fenômeno avançar, as previsões devem ficar mais precisas sobre os locais e períodos mais afetados.
Por enquanto, os cientistas já sabem que o super El Niño pode representar não apenas um desafio climático, mas também uma ameaça para a produção de alimentos, a infraestrutura e a economia global.
Super El Niño pode estar entre os mais intensos já registrados
Reprodução/TV Globo ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar prêmio de R$ 45 milhões nesta terça&#45;feira; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.046 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 45 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (18), em São Paulo.
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No concurso do último domingo (16),  ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio acumulou. 
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. 
Loterias caixa.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mega-Sena, pode, pagar, prêmio, milhões, nesta, terça-feira, transmite, vivo</media:keywords>
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<title>Bolsa Família 2026: pagamentos de agosto começam nesta terça; veja calendário</title>
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<description><![CDATA[      Bolsa Família divulga calendário de pagamentos de janeiro de 2026
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de agosto do Bolsa Família 2026 nesta terça-feira (18). Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.
???? Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.
Confira o calendário do Bolsa Família para agosto de 2026:
Final do NIS: 1 - pagamento em 18/8
Final do NIS: 2 - pagamento em 19/8
Final do NIS: 3 - pagamento em 20/8
Final do NIS: 4 - pagamento em 21/8
Final do NIS: 5 - pagamento em 24/8
Final do NIS: 6 - pagamento em 25/8
Final do NIS: 7 - pagamento em 26/8
Final do NIS: 8 - pagamento em 27/8
Final do NIS: 9 - pagamento em 28/8
Final do NIS: 0 - pagamento em 31/8
Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é:
Setembro: de 17/9 a 30/9;
Outubro: de 19/10 a 30/10;
Novembro: de 16/11 a 30/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Bolsa Família
Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Bolsa Família. 
Quem pode receber o Bolsa Família? 
A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. 
Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.
Os beneficiários também precisam arcar com contrapartidas, como:
manter crianças e adolescentes na escola;
fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
manter as carteiras de vacinação atualizadas.
Quais são os valores do benefício?
O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:
R$ 150 por criança de até 6 anos;
R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;
R$ 50 por bebê de até seis meses.
Onde se cadastrar?
Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.
Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.
VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL
Como sacar o Bolsa Família?
Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.
Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.
Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Itaú Unibanco recebe autorização preliminar para ter banco múltiplo nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Fachada de unidade do Itaú em São Paulo
Reuters/Amanda Perobelli
O Itaú Unibanco anunciou nesta segunda-feira (17) que recebeu autorização preliminar para criar um banco com licença nacional nos Estados Unidos, a ser chamado de Itaú Bank.
Em comunicado ao mercado, o banco afirmou que a licença foi emitida pelo Office of the Comptroller of the Currency (OCC), órgão responsável pela supervisão de bancos nos EUA.
A empresa destacou que a aprovação é uma etapa importante para o estabelecimento do Itaú Bank, mas &quot;não representa autorização final para o início das suas atividades&quot;.
&quot;A abertura do Itaú Bank permanecerá sujeita ao cumprimento das condições regulatórias e operacionais aplicáveis, bem como à obtenção das aprovações necessárias junto às demais autoridades competentes&quot;, disse o banco.
Agora no g1
Entre as autoridades que analisarão o pedido do Itaú, estão o Federal Reserve Board, conselho do órgão americano equivalente ao Banco Central, e a Federal Deposit Insurance Corporation, agência independente responsável por proteger titulares de contas bancárias.
Maior banco privado do Brasil, o Itaú opera nos EUA desde 1979 e diz que a criação do Itaú Bank está alinhada à estratégia de &quot;ampliar sua capacidade de atender clientes nos Estados Unidos&quot; e de oferecer &quot;uma oferta mais abrangente de produtos e serviços financeiros naquele mercado&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Itaú, Unibanco, recebe, autorização, preliminar, para, ter, banco, múltiplo, nos, EUA</media:keywords>
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<title>Rede social X diz que deixou de sugerir postagens de candidatos para cumprir lei eleitoral</title>
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<description><![CDATA[      Rede social X, do bilionário Elon Musk
AP Photo/Rick Rycroft
A rede social X anunciou que, durante o período de campanha eleitoral, deixará de recomendar perfis e postagens de candidatos na aba &quot;Para Você&quot;, voltada a conteúdos sugeridos com base nos interesses dos usuários.
A plataforma afirmou que a medida passou a valer no último domingo (16), com o início do período oficial de campanha. A Justiça Eleitoral proíbe serviços online de promover contas e publicações de candidatos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
&quot;Os candidatos oficiais não estão suspensos e seu conteúdo vai permanecer disponível em seus perfis. Essa medida deverá afetar a visibilidade e alcance dos perfis e de seus conteúdos&quot;, informou o X na última sexta-feira (14).
Em seu comunicado, o X apresentou uma versão atualizada do código do algoritmo que recomenda conteúdo aos usuários. O arquivo agora conta com um filtro para as eleições brasileiras que remove cerca de 600 contas de políticos da aba de sugestões.
Agora no g1
A relação do X com as autoridades brasileiras já passou por um de seus momentos mais delicados em 2024, quando a rede chegou a ser suspensa temporariamente no país.
Em agosto daquele ano, a empresa anunciou o fechamento de seu escritório no Brasil e alegou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia ameaçado prender sua representante legal no país caso ela não cumprisse decisões judiciais.
Dias depois, Moraes determinou que a plataforma indicasse um novo representante legal. Como a ordem não foi cumprida, o ministro determinou a suspensão do X em todo o território nacional. A medida só foi revertida cerca de 40 dias depois. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Rede, social, diz, que, deixou, sugerir, postagens, candidatos, para, cumprir, lei, eleitoral</media:keywords>
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<title>Casas Bahia espera um 2027 pior que 2026, diz presidente da empresa</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/casas-bahia-espera-um-2027-pior-que-2026-diz-presidente-da-empresa</link>
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<description><![CDATA[      Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
A Casas Bahia trabalha com a expectativa de um cenário econômico mais difícil em 2027 do que neste ano. Segundo o presidente-executivo da varejista, Renato Franklin, o plano de fechamento de quase 300 lojas foi elaborado considerando uma possível piora nas condições de crédito para os consumidores.
“Não trabalhamos com melhora no cenário macro. Consideramos que 2027 será pior que 2026”, disse o executivo durante uma conferência com analistas, um dia após a companhia se tornar mais uma empresa do setor a pedir recuperação judicial.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
“O endividamento vai continuar e algumas alavancas que deram fôlego para o consumo este ano vão criar um passivo no futuro, o que pode gerar uma deterioração do cenário de crédito”, acrescentou Franklin. 
Segundo ele, a Casas Bahia está adotando critérios cada vez mais restritivos para conceder financiamentos aos consumidores.
A companhia anunciou, no fim de semana, o pedido de recuperação judicial e o fechamento de cerca de 30% de suas lojas, o equivalente a 298 unidades.
Segundo Franklin, os fechamentos foram feitos em uma “onda única”, já considerando uma possível deterioração do mercado no próximo ano e para “não gerar ansiedade por mais ajustes”. O executivo afirmou que, com as medidas, a rede eliminou “todas as lojas que estavam na UTI”.
Questionado sobre as parcerias da Casas Bahia com marketplaces, Franklin afirmou que a rede vai priorizar as margens de lucro nos canais on-line e reduzir o volume de vendas que não são rentáveis.
Durante a conferência, ele disse que os marketplaces são “viabilizadores desse ajuste que estamos fazendo no mercado digital”.
No ano passado, a Casas Bahia firmou uma parceria com o Mercado Livre para reforçar sua operação on-line. Analistas do Citi afirmaram, em relatório enviado a clientes, que o pedido de recuperação judicial da Casas Bahia tem impacto marginalmente negativo para o Mercado Livre.
Segundo eles, uma alternativa para suprir essa demanda no segmento de eletroeletrônicos poderia ser uma “futura parceria com o Magazine Luiza, que atualmente mantém um acordo comercial semelhante com a Amazon”.
Apesar disso, os analistas avaliam que o Mercado Livre poderá se beneficiar de melhores condições de negociação com fornecedores.
Além da Casas Bahia, as Lojas Marabraz anunciaram nesta segunda-feira (17) que também entraram com pedido de recuperação judicial no fim de semana, na Justiça de São Paulo, em meio a dívidas de R$ 140 milhões.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
Pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
???? A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.
A empresa informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda.
Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.
Reestruturação começou em 2023
O pedido de recuperação judicial é o desfecho de um processo de reestruturação iniciado há cerca de três anos.
Segundo a petição à qual o g1 teve acesso, a companhia lançou, em meados de 2023, um Plano de Transformação para reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a geração de caixa.
Na primeira etapa, foram fechadas 55 lojas consideradas deficitárias até o fim daquele ano, além da redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
Em 2024, a Casas Bahia também realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
Na época, a empresa apostava que a renegociação, somada à expectativa de queda dos juros e da retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar as contas. No entanto, segundo a companhia, o cenário econômico continuou desfavorável.
Em agosto de 2026, já durante a segunda fase do Plano de Transformação, a empresa promoveu uma nova rodada de cortes, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas.
Segundo a petição, o grupo emprega atualmente mais de 20 mil pessoas. A companhia ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras confirma descoberta de petróleo na Foz do Amazonas, no litoral do Amapá</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petrobras-confirma-descoberta-de-petroleo-na-foz-do-amazonas-no-litoral-do-amapa</link>
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<description><![CDATA[      Magda Chambriard
Reprodução
A Petrobras confirmou nesta segunda-feira (17) a descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A informação foi dada pela presidente da empresa, Magda Chambriard, durante uma coletiva de imprensa em Oiapoque (AP), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de outras autoridades do governo.
Apesar de confirmar a presença de petróleo na região, Chambriard explicou que a exploração do poço deve ser concluída nos próximos 15 a 20 dias. 
&quot;Ainda precisamos delimitar a descoberta, saber quanto petróleo de fato existe nessa área&quot;, afirmou.
Na última sexta-feira (14), a estatal havia anunciado a identificação de &quot;hidrocarbonetos&quot; no bloco FZA-M-59, a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá, em uma lâmina d&#039;água de 2.886 metros. Na ocasião, a Petrobras dizia apenas que esse era um primeiro indício da presença de petróleo ou gás natural na costa amapaense.
&quot;Estão previstos mais três poços para perfuração nessa região. Além disso, há outros cinco poços em áreas adjacentes. É esse gigantesco esforço exploratório que vai nos dizer o real potencial da região&quot;, disse Chambriard.
Antes da entrevista, Lula visitou o navio-sonda responsável pela perfuração em águas profundas. &quot;Eu pensei que a gente tinha que derrubar uma árvore para encontrar petróleo. [...] Fui lá ver a gente tirando petróleo, e vocês não sabem o significado disso aqui para mim pessoalmente&quot;, comemorou o presidente da República. 
“O Amapá tem uma chance extraordinária [com a descoberta], e quem governa o estado precisa tomar cuidado com a especulação imobiliária”, brincou Lula.
Sobre a qualidade do petróleo, Lula disse que perguntou a Magda se o óleo encontrado era do tipo “Brent”, considerado uma referência de alta qualidade no mercado. Segundo o presidente, ela respondeu: “É mais que Brent, é Brent com louvor”. 
&quot;Valeu a pena, obrigada a todos pelas reuniões e obrigada a vocês [autoridades] por levantarem a cabeça da Petrobras. Vocês sabem que há pouco tempo, com a Lava Jato, o objetivo era tentar destruir duas coisas: a Petrobras e as empresas de construção civil desse país. Mas isso aqui vai ser riqueza para o povo brasileiro e para o Amapá&quot;, encerrou o petista. 
Margem Equatorial onde está localizada a Bacia Foz do Amazonas
Petrobras/divulgação
O que a Petrobras vai fazer com a descoberta?
Segundo a Petrobras, os hidrocarbonetos foram identificados por meio de perfis elétricos e amostras de rochas coletadas durante a perfuração.
&quot;As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas&quot;, diz a empresa.
A empresa é a única operadora do bloco FZA-M-59, adquirido na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013. 
Em nota, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) afirmou que a &quot;descoberta é significativa não apenas pela identificação da presença de petróleo, mas por indicar a possibilidade de exploração e produção em uma nova fronteira no extremo norte do país&quot;.
Além disso, o IBP avalia que a descoberta reforça a &quot;segurança energética nacional no médio e longo prazo&quot;.
O achado faz parte de uma campanha exploratória mais ampla: o Plano de Negócios 2026-2030 prevê a perfuração de 15 poços na Margem Equatorial, com US$ 2,5 bilhões em investimentos na região.
Os próximos passos 
A fase atual é de avaliação exploratória e busca responder, principalmente, a duas perguntas:
Qual é o volume de hidrocarbonetos existente no reservatório;
Se a acumulação é economicamente viável para produção.
A expectativa é que a coletiva traga atualizações sobre o andamento da perfuração, os próximos estudos técnicos e o cronograma da campanha exploratória. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Petrobras, confirma, descoberta, petróleo, Foz, Amazonas, litoral, Amapá</media:keywords>
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<title>Petrobras detalha descoberta de petróleo ou gás na Foz do Amazonas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petrobras-detalha-descoberta-de-petroleo-ou-gas-na-foz-do-amazonas</link>
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<description><![CDATA[      Exploração de petróleo na costa do Amapá
Petrobras/Divulgação
A Petrobras realiza nesta segunda-feira (17) uma coletiva de imprensa para dar mais detalhes da descoberta de hidrocarbonetos no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá.
A entrevista acontece diretamente de Oiapoque (AP), após a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao navio-sonda que realiza a perfuração em águas profundas. Também participam da agenda a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e outras autoridades.
Na última sexta-feira (14), a estatal anunciou que identificou hidrocarbonetos no bloco FZA-M-59, a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e em uma lâmina d&#039;água de 2.886 metros. A descoberta representa o primeiro indício de petróleo ou gás natural na costa amapaense e marca um avanço na exploração da Margem Equatorial brasileira.
Margem Equatorial onde está localizada a Bacia Foz do Amazonas
Petrobras/divulgação
O que a Petrobras vai fazer com a descoberta?
Segundo a Petrobras, os hidrocarbonetos foram identificados por meio de perfis elétricos e amostras de rochas coletadas durante a perfuração. 
&quot;As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas&quot;, diz a empresa.
A empresa é a única operadora do bloco FZA-M-59, adquirido na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013. 
Em nota, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) afirmou que a &quot;descoberta é significativa não apenas pela identificação da presença de petróleo, mas por indicar a possibilidade de exploração e produção em uma nova fronteira no extremo norte do país&quot;.
Além disso, o IBP avalia que a descoberta reforça a &quot;segurança energética nacional no médio e longo prazo&quot;.
O achado faz parte de uma campanha exploratória mais ampla: o Plano de Negócios 2026-2030 prevê a perfuração de 15 poços na Margem Equatorial, com US$ 2,5 bilhões em investimentos na região.
Os próximos passos 
A fase atual é de avaliação exploratória e busca responder, principalmente, a duas perguntas:
Qual é o volume de hidrocarbonetos existente no reservatório;
Se a acumulação é economicamente viável para produção.
A expectativa é que a coletiva traga atualizações sobre o andamento da perfuração, os próximos estudos técnicos e o cronograma da campanha exploratória. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Petrobras, detalha, descoberta, petróleo, gás, Foz, Amazonas</media:keywords>
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<title>Paramount pede garantia de US$ 1,88 bilhão a estados americanos que contestam fusão com Warner</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
A Paramount Skydance pediu nesta segunda-feira (17) a um juiz dos Estados Unidos que obrigue 12 estados que tentam impedir sua compra da Warner Bros. Discovery a depositar uma garantia de US$ 1,88 bilhão (R$ 9,78 bilhões). 
O valor serviria para cobrir os custos provocados pelo atraso na conclusão do negócio.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A empresa terá de pagar US$ 7 milhões (R$ 36,41 milhões) por dia caso a operação, avaliada em US$ 110 bilhões (R$ 572,11 bilhões), não seja concluída até 30 de setembro. 
A Paramount afirmou que o julgamento do processo movido pelos estados está previsto para março. 
Até que o julgamento termine e as partes apresentem seus últimos argumentos à Justiça, a empresa estima que terá pago US$ 1,3 bilhão (R$ 6,76 bilhões) aos acionistas da Warner Bros. Discovery em valores relacionados ao atraso — quantia que não poderá ser recuperada.
Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Paramount, pede, garantia, US, 1, 88, bilhão, estados, americanos, que, contestam, fusão, com, Warner</media:keywords>
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<title>Casas Bahia espera 2027 pior que 2026, diz presidente</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/casas-bahia-espera-2027-pior-que-2026-diz-presidente</link>
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<description><![CDATA[      Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
A Casas Bahia trabalha com um cenário econômico mais difícil em 2027 do que neste ano. Segundo o presidente-executivo da varejista, Renato Franklin, o plano de fechamento de quase 300 lojas foi elaborado considerando uma possível piora nas condições de crédito para os consumidores.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
“Não trabalhamos com melhora no cenário macro. Consideramos que 2027 será pior que 2026”, disse o executivo durante uma conferência com analistas, um dia após a companhia se tornar mais uma empresa do setor a pedir recuperação judicial.
“O endividamento vai continuar e algumas alavancas que deram fôlego para o consumo este ano vão criar um passivo no futuro, o que pode gerar uma deterioração do cenário de crédito”, acrescentou Franklin. 
Segundo ele, a Casas Bahia está cada vez mais restritiva na concessão de financiamentos aos consumidores.
A companhia anunciou, no fim de semana, o pedido de recuperação judicial e o fechamento de cerca de 30% de suas lojas, o equivalente a 298 unidades.
Segundo Franklin, os fechamentos foram feitos em uma “onda única”, já considerando uma possível deterioração do mercado no próximo ano e para “não gerar ansiedade por mais ajustes”. O executivo afirmou que, com as medidas, a rede eliminou “todas as lojas que estavam na UTI”.
Questionado sobre as parcerias da Casas Bahia com empresas de marketplace, Franklin afirmou que a rede vai priorizar as margens de lucro nos canais on-line e reduzir o volume de vendas que não são rentáveis.
Durante a conferência, ele disse que os marketplaces são “viabilizadores desse ajuste que estamos fazendo no mercado digital”.
No ano passado, a Casas Bahia fechou uma parceria com o Mercado Livre para reforçar sua operação on-line.
Analistas do Citi afirmaram, em relatório enviado a clientes, que o pedido de recuperação judicial da Casas Bahia é marginalmente negativo para o Mercado Livre. 
Segundo eles, uma alternativa para suprir a empresa no segmento de eletroeletrônicos poderia ser uma “futura parceria com o Magazine Luiza, que atualmente mantém um acordo comercial semelhante com a Amazon”.
Apesar disso, os analistas avaliam que o Mercado Livre poderá se beneficiar de um cenário de melhores negociações com fornecedores.
Além do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, a Lojas Marabraz anunciou nesta segunda-feira (17) que ingressou, no fim de semana, com uma medida semelhante na Justiça de São Paulo, em meio a dívidas de R$ 140 milhões.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
Pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
???? A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.
A empresa informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda.
Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.
Reestruturação começou em 2023
O pedido de recuperação judicial é o desfecho de um processo de reestruturação iniciado há cerca de três anos.
Segundo a petição à qual o g1 teve acesso, a companhia lançou, em meados de 2023, um Plano de Transformação para reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a geração de caixa.
Na primeira etapa, foram fechadas 55 lojas consideradas deficitárias até o fim daquele ano, além da redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
Em 2024, a Casas Bahia também realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
Na época, a empresa apostava que a renegociação, somada à expectativa de queda dos juros e da retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar as contas. No entanto, segundo a companhia, o cenário econômico continuou desfavorável.
Em agosto de 2026, já durante a segunda fase do Plano de Transformação, a empresa promoveu uma nova rodada de cortes, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas.
Segundo a petição, o grupo emprega atualmente mais de 20 mil pessoas. A companhia afirma que a rec ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Recuperação judicial da Casas Bahia: o que muda para quem comprou? E para os funcionários?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/recuperacao-judicial-da-casas-bahia-o-que-muda-para-quem-comprou-e-para-os-funcionarios</link>
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<description><![CDATA[      Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
Na noite de domingo (16), o grupo Casas Bahia anunciou um pedido de recuperação judicial à Justiça de São Paulo. Mas o que isso significa para clientes e trabalhadores?
A princípio, o pedido não permite que clientes deixem de pagar parcelas nem que trabalhadores percam seus direitos. A empresa afirma que continuará operando normalmente enquanto tenta renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A recuperação judicial é um processo supervisionado pela Justiça que permite à empresa reorganizar suas dívidas para evitar a falência. O processo altera a relação da companhia com os credores, mas não cancela automaticamente contratos de compra nem obrigações trabalhistas.
Preciso continuar pagando o carnê?
Sim, desde que o produto tenha sido entregue. Segundo Fernando Moreira, especialista em direito do consumidor e professor da FGV, a recuperação judicial não autoriza o consumidor a interromper o pagamento do carnê ou das parcelas.
&quot;A recuperação judicial reorganiza as dívidas da empresa; ela não cancela automaticamente os contratos com os consumidores&quot;, afirma.
Letícia Málaga, especialista em direito empresarial e sócia do Urbano Vitalino Advogados, reforça que deixar de pagar por conta própria pode gerar juros, cobranças e até a negativação do nome.
Ou seja, quem recebeu a mercadoria deve continuar pagando nas condições previstas no contrato.
E se eu paguei, mas o produto não foi entregue?
Nesse caso, o consumidor continua protegido pelo Código de Defesa do Consumidor.
Se o prazo de entrega ainda não venceu, a orientação é aguardar a data combinada. O pedido de recuperação judicial, por si só, não significa que as entregas serão interrompidas, e a própria Casas Bahia informou que pretende manter suas operações.
Se o prazo expirou e a mercadoria não foi entregue, há descumprimento da oferta. Pela lei, o cliente pode escolher entre:
Exigir a entrega do produto;
Aceitar um item equivalente;
Cancelar a compra e pedir a devolução do dinheiro, com correção monetária e, quando cabível, indenização por prejuízos.
Recuperação judicial: entenda o instrumento usado pelo Grupo Casas Bahia
Vou receber meu dinheiro de volta imediatamente?
Não necessariamente. Os especialistas fazem uma distinção importante: ter direito ao reembolso é diferente de receber o dinheiro imediatamente.
Segundo Moreira, quando o crédito do consumidor surge antes do pedido de recuperação judicial, ele pode passar a integrar o processo e seguir as regras do plano que será aprovado pela Justiça e pelos credores.
Málaga explica que o consumidor mantém o direito de pedir a restituição, mas que o prazo e a forma de pagamento podem depender das regras da recuperação judicial.
E quem financiou a compra?
Alguns consumidores que contrataram um financiamento vinculado à compra do produto têm uma proteção adicional.
De acordo com Fernando Moreira, em determinadas situações o Código de Defesa do Consumidor permite que o cliente também peça a rescisão do financiamento quando a loja descumpre a entrega.
Por isso, a recomendação não é simplesmente parar de pagar as parcelas, mas formalizar a contestação e buscar a resolução do contrato, evitando cobranças e eventual negativação indevidaPor isso, a recomendação não é simplesmente deixar de pagar as parcelas, mas formalizar a contestação e buscar a resolução do contrato, evitando cobranças e eventual negativação indevida.
O que acontece com os funcionários da Casas Bahia?
Para quem continua empregado, a recuperação judicial não autoriza a empresa a deixar de pagar salários, deixar de depositar o FGTS ou descumprir direitos trabalhistas.
Segundo Jorge Soares, advogado especialista em direito do trabalho e sócio da IW Melcheds Advogados, todas as obrigações trabalhistas que surgirem durante a recuperação judicial devem continuar sendo cumpridas normalmente.
Ele também destaca que a empresa não pode reduzir salários nem alterar contratos apenas por ter entrado em recuperação judicial. Qualquer mudança precisa respeitar a legislação e, quando necessário, ser negociada coletivamente.
E quem foi demitido?
Os trabalhadores demitidos continuam tendo direito às verbas rescisórias, ao FGTS e às indenizações devidas.
Se esses valores tiverem origem antes do pedido de recuperação judicial, passam a integrar o processo como créditos trabalhistas - nome dado às dívidas que a empresa tem com seus empregados..
Soares orienta que o ex-funcionário verifique se seu nome e o valor devido constam corretamente na relação de credores. Se houver erro ou ausência, poderá ser necessário solicitar a inclusão ou a correção ao administrador judicial.
Quando o valor ainda está sendo discutido em uma ação trabalhista, o processo continua na Justiça do Trabalho até que a dívida seja reconhecida e calculada. Depois disso, o crédito passa a integrar a recuperação judicial.
Os trabalhadores têm prioridade para receb ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica&amp;apos;, diz psicóloga canadense</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica&#039;, diz psicóloga canadense
Getty Images via BBC
&quot;É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso&quot;, diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
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Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão das transmissões ao vivo (lives) do Discord. A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.  
Agora no g1
A plataforma tem até esta segunda-feira (17/8) para cumprir a determinação. A suspensão vale até que a empresa comprove que adotou medidas eficazes para proteger crianças e adolescentes.
Mas Odgers, que é professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos Estados Unidos, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos se dedica a estudar a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que essas reações não são baseadas em evidências científicas.
&quot;Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje&quot;, diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Candice Odgers é especialista em psicologia do desenvolvimento e professora da Universidade da Califórnia em Irvine, nos EUA
Cortesia/Steve Zylius/UC Irvine
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram &quot;efeitos pequenos&quot; e &quot;associações fracas&quot;, que podem ser &quot;influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins&quot;.
&quot;Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa&quot;, disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição. 
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
&quot;Os adolescentes de hoje são incríveis&quot;, diz Odgers no TED Talk, intitulado What we&#039;re getting wrong about kids and tech (&quot;O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia&quot;, em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las. 
Leia a seguir os principais trechos de sua entrevista à BBC News Brasil.
BBC News Brasil — Nos últimos anos, smartphones e redes sociais vêm sendo citados entre as principais causas para a crise de saúd ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Proibir, redes, sociais, para, jovens, não, será, solução, mágica, diz, psicóloga, canadense</media:keywords>
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<title>Ex&#45;funcionários da Casas Bahia lamentam fechamento de lojas em meio a crise da varejista</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
Um funcionário da Casas Bahia usou as redes sociais para desabafar após ser informado sobre o fechamento da unidade da rede em Ponta Porã (MS). Em um vídeo, Edson Silva relata a emoção de encerrar uma trajetória de 21 anos na empresa e agradece a colegas, gestores e clientes que fizeram parte de sua carreira.
No vídeo, Edson afirma que recebeu a notícia durante uma reunião. Segundo ele, o encerramento das atividades da loja representa um dos momentos mais difíceis de sua vida profissional.
&quot;Hoje o coração tá partido mesmo, mas com sentimento de dever cumprido&quot;, disse.
No depoimento, o funcionário relembra a longa relação com a empresa e destaca a importância que o emprego teve para sua vida pessoal. Segundo ele, foi por meio do trabalho nas Casas Bahia que conseguiu sustentar a família e criar os filhos ao longo de mais de duas décadas.
&quot;Foi daqui que eu tirei meu sustento, foi daqui que eu criei meus filhos, foi daqui que eu formei minha família&quot;, afirmou. 
Também no Instagram, a ex-funcionária Caroline Lacowictz aproveitou para relembrar sua história de 10 anos na empresa. 
&quot;Foram 10 anos de história, duas filiais, de 2014 a 2025, de Analista de Crédito a Consultora Administrativa. Uma História construída, onde cresci, amadureci, errei, aceitei, conquistei, e onde conheci pessoas maravilhosas, que levo em meu coração até hoje&quot;, diz.
Já o paulistano Rodrigo Santana, usou um carrossel com imagens dele e de amigos para marcar a despedida dos trabalhos da loja. 
&quot;Hoje encerro um ciclo muito importante na minha trajetória. A Casas Bahia de Osvaldo Cruz encerra suas atividades, e junto com ela ficam muitas histórias, aprendizados, desafios e, principalmente, amizades que levarei comigo&quot;, escreveu. &quot;Cada conversa, cada venda, cada desafio e cada momento compartilhado deixou sua marca&quot;, completou.
LEIA TAMBÉM: Casas Bahia demite 3 mil funcionários e fecha quase 300 lojas em agosto; entenda
Entenda a história
O Grupo Casas Bahia demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas em agosto deste ano, como uma das medidas apresentadas no pedido de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo, obtido pelo g1.
As medidas fazem parte da estratégia da companhia para reduzir custos e enfrentar, segundo a própria empresa, a pior crise financeira de sua história. A varejista afirma que o plano busca reorganizar sua estrutura financeira.
As iniciativas se somam a outras ações implementadas desde 2023, quando o chamado Plano de Transformação levou ao fechamento de 55 lojas consideradas deficitárias e à redução de aproximadamente 8,6 mil postos de trabalho.
Na petição, a empresa atribui suas dificuldades principalmente ao ambiente de juros elevados, à queda do consumo de bens duráveis, ao aumento da inadimplência e às pressões enfrentadas pelo setor varejista nos últimos anos.
A companhia também cita os impactos da transformação digital no comércio. Segundo o documento, as primeiras medidas de reestruturação foram adotadas em 2023, diante da piora do cenário econômico e financeiro.
Além do fechamento das 55 lojas e da redução de postos de trabalho, a empresa diminuiu estoques, cortou investimentos e promoveu ajustes nos centros de distribuição.
Apesar dos ganhos obtidos com essas medidas, a companhia afirma que o alto custo da dívida continuou pressionando o caixa. Por isso, novas ações foram adotadas em 2026.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
De acordo com a petição, apenas em agosto deste ano, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas. A empresa afirma que as medidas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro.
Somadas as duas etapas da reestruturação mencionadas no processo, o Grupo Casas Bahia reduziu aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechou cerca de 355 lojas.
No pedido de recuperação judicial, a varejista argumenta que a crise é conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A empresa destaca que ainda mantém mais de 20 mil empregados e uma rede com mais de 700 lojas físicas em funcionamento.
Veja abaixo os números da reestruturação:
2023: fechamento de 55 lojas e redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
2026: fechamento de quase 300 lojas e demissão de cerca de 3 mil funcionários.
Total: aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho eliminados e cerca de 355 lojas encerradas.
Pedido de recuperação judicial 
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob sup ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>De ameaça a oportunidade: como a Nestlé quer lucrar com a febre de Ozempic e Mounjaro</title>
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<description><![CDATA[      Logo da Nestlé na sede da empresa em Vevey, na Suíça, em 25 de novembro de 2024.
REUTERS/Denis Balibouse
A Nestlé busca transformar a crescente popularidade dos medicamentos para perda de peso à base de GLP-1 de uma ameaça em uma oportunidade de negócio.
Para isso, a empresa usa inteligência artificial e ciência nutricional para desenvolver produtos voltados a milhões de consumidores que usam medicamentos como Ozempic e Wegovy.
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A rápida adoção dos medicamentos fabricados pela Novo Nordisk e pela Eli Lilly aumentou a preocupação dos investidores de que os remédios, que reduzem o apetite, possam diminuir de forma permanente a demanda por alimentos industrializados, lanches e bebidas.
A Nestlé, no entanto, acredita que esses medicamentos também estão criando um novo mercado para produtos voltados a alguns dos efeitos da perda rápida de peso.
Agora no g1
O diretor de tecnologia da empresa, Stefan Palzer, disse à Reuters que a Nestlé usa inteligência artificial e outras tecnologias para analisar pesquisas clínicas, identificar combinações de nutrientes e desenvolver produtos específicos para pessoas que utilizam medicamentos à base de GLP-1.
&quot;Estamos bem posicionados com o portfólio. É uma grande oportunidade para nossa empresa&quot;, disse ele.
Materiais de apresentação mostrados à Reuters detalham efeitos associados à perda rápida de peso, como a redução da massa muscular e da gordura facial, frequentemente chamada de &quot;rosto de Ozempic&quot;.
Os documentos também apontam áreas em que a Nestlé acredita que seus produtos podem ajudar.
O mercado de medicamentos à base de GLP-1 é dominado por Mounjaro e Zepbound, da Eli Lilly, e por Wegovy e Ozempic, da Novo Nordisk.
De acordo com o Boston Consulting Group, cerca de 16 milhões de americanos usam medicamentos dessa classe, número que deve crescer consideravelmente até o fim da década.
A estratégia da Nestlé tem sido desenvolver produtos adaptados às necessidades de quem utiliza esses remédios. Para isso, a empresa usa inteligência artificial para acelerar pesquisas, desenvolver alimentos e bebidas e analisar o comportamento dos consumidores.
Combate aos efeitos da perda de peso 
Palzer afirmou que os cientistas da Nestlé estudam as consequências da perda rápida de peso e desenvolvem produtos para ajudar os consumidores a lidar com esses efeitos.
A empresa usa ferramentas de inteligência artificial para processar grandes volumes de pesquisas clínicas e identificar combinações de nutrientes que possam contribuir para a manutenção da massa muscular, a hidratação e uma alimentação adequada.
A Nestlé também começou a adicionar proteína de colágeno aos produtos da marca Vital Proteins, com o objetivo de atender a preocupações com a saúde da pele, dos cabelos e das unhas durante a perda rápida de peso.
&quot;Uma grande parte da perda de peso se deve à perda de massa muscular magra&quot;, disse Palzer.
&quot;Descobrimos uma combinação de dois micronutrientes que industrializamos e que estimulam o crescimento do tecido muscular. Por um lado, fornecemos proteína; por outro, estimulamos o tecido muscular a se regenerar mais rapidamente.&quot;
Palzer afirmou ainda que a Nestlé patenteou combinações de ingredientes desenvolvidas para reduzir o apetite de consumidores que apresentam aumento da fome após interromper o tratamento com medicamentos à base de GLP-1.
A empresa já lançou produtos específicos para esse público.
A divisão americana da Nestlé criou o Boost Advanced Nutrition Shake, que oferece 35 gramas de proteína e promete auxiliar na manutenção da massa muscular durante o emagrecimento. Na Ásia e na Austrália, a empresa lançou uma versão com maior teor de proteína de sua bebida maltada Milo, chamada Milo PRO High Protein.
Fabricantes de sorvetes também enfrentam desafios semelhantes e têm apostado em produtos com mais proteína, porções menores e listas de ingredientes mais simples.
IA ajuda a criar e testar receitas
A inteligência artificial tem um papel cada vez mais importante nesse processo.
A Nestlé desenvolveu sistemas internos para analisar pesquisas científicas, simular o comportamento dos consumidores, identificar tendências e ajudar no desenvolvimento de produtos a partir de um banco de dados de aproximadamente 120 mil receitas.
Entre essas ferramentas está uma plataforma interna chamada Food Genie. Segundo Palzer, ela ajuda cientistas e desenvolvedores a prever o desempenho das receitas e identificar oportunidades de reformulação dos produtos.
&quot;Imagine uma pequena empresa com apenas mil receitas. É muito difícil modelar e prever receitas usando IA&quot;, disse ele. &quot;A IA precisa de dados&quot;, completa. 
A Nestlé também testa simulações baseadas em inteligência artificial para prever como os consumidores reagiriam a novos produtos e a alegações relacionadas à saúde antes que eles cheguem às prateleiras.
A empresa também usa a tecnologia para monitorar as redes sociais e identificar novas tendências de consumo.
&quot;Você percebe a repercussã ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ações da Casas Bahia despencam na bolsa e passam de mais de R$ 400 para centavos em 5 anos</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
As ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) protagonizam uma das maiores quedas da Bolsa brasileira dos últimos anos.
Depois de valerem mais de R$ 400 no auge da empresa, em 2020, os papéis passaram a ser negociados por centavos, refletindo a grave crise financeira enfrentada pela varejista.
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Na sexta-feira (14), último pregão antes do anúncio do pedido de recuperação judicial, as ações fecharam cotadas a R$ 0,66. No pico histórico, em 2020, o valor ajustado do papel havia chegado a cerca de R$ 489,08.
Quem comprou ações da empresa naquele período de maior valorização viu, assim, boa parte do investimento se dissolver ao longo dos anos.
Nesta segunda-feira (17), por volta das 13h41, os papéis da companhia eram negociados a R$ 0,49 — queda de 25,76%. Desde o pico histórico, as ações acumulam desvalorização de 99,86%.
O que explica a queda?
A desvalorização ocorreu gradualmente, acompanhando a piora dos resultados financeiros da companhia e um cenário econômico mais difícil para o varejo.
Na petição de recuperação judicial, a empresa afirma que a crise foi provocada por uma combinação de fatores, entre eles:
aumento dos investimentos em tecnologia e logística para competir no comércio eletrônico;
impacto da pandemia sobre as lojas físicas;
forte alta dos juros a partir de 2021;
aumento do custo das dívidas;
queda do consumo das famílias e maior inadimplência.
Segundo a companhia, os juros elevados afetaram especialmente seu modelo de negócios, que depende de financiamento para manter estoques e oferecer crédito aos clientes.
Com isso, uma parcela cada vez maior do dinheiro gerado pela operação passou a ser destinada ao pagamento de despesas financeiras.
Plano de reestruturação não foi suficiente
Em 2023, a empresa iniciou um plano de transformação para reduzir custos. Entre as medidas estavam o fechamento de 55 lojas, a redução de cerca de 8.600 postos de trabalho, o corte de investimentos e a diminuição dos estoques.
No ano seguinte, a companhia renegociou parte das dívidas por meio de uma recuperação extrajudicial, considerada bem-sucedida pela própria empresa. 
Mesmo assim, a empresa afirmou que o ambiente econômico continuou desfavorável e que a pressão financeira permaneceu elevada.
No pedido de recuperação judicial ao qual o g1 teve acesso, a Casas Bahia informou que aprofundou a reestruturação, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas. Atualmente, o grupo afirma empregar mais de 20 mil pessoas.
Empresa virou uma &#039;penny stock&#039;
Com a cotação abaixo de R$ 1, as ações da Casas Bahia passaram a integrar o grupo de papéis conhecidos no mercado como &quot;penny stocks&quot;.
???? O termo &quot;penny stock&quot; é usado para designar ações negociadas por menos de R$ 1. Em geral, esses papéis apresentam forte volatilidade e podem estar associados a empresas que atravessam momentos de grande dificuldade financeira. O preço baixo, porém, não significa, por si só, que uma ação esteja &quot;barata&quot;.
Desde o pedido de recuperação extrajudicial, em abril de 2024, os papéis acumulam queda de 87,9%. Na época, eram negociados a R$ 7,30.
A empresa abriu capital na bolsa em dezembro de 2013, quando ainda se chamava Via Varejo. Na época, a operação movimentou cerca de R$ 2,8 bilhões. 
Ao longo dos anos, a companhia mudou de nome para Via S.A. e, posteriormente, para Grupo Casas Bahia, quando passou a adotar o ticker BHIA3.
Treze anos depois da estreia na bolsa, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas e reorganizar sua situação financeira.
Recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia anunciou, na noite de domingo (16), que protocolou um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a companhia e outras nove empresas do grupo, com o objetivo de reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações. 
O pedido foi apresentado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais, e ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.
Segundo a empresa, o cenário de juros elevados, crédito mais restrito e queda no consumo comprometeu sua capacidade de gerar caixa.
A companhia tentou captar recursos ao longo do último ano e meio — incluindo negociações com investidores no Brasil, nos EUA e na Europa e uma possível oferta de ações —, mas a operação considerada mais estratégica não avançou após a desistência do investidor âncora.
Outras alternativas, como empréstimos-ponte, também não se concretizaram.
Prejuízo bilionário no 2º trimestre
Ainda no domingo, a empresa divulgou prejuízo contábil de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026. Desse total, R$ 9,1 bilhões correspondem a ajustes contábeis sem impacto imediato no caixa.
Apesar disso, alguns indicadores melhoraram. A receita líquida cresceu  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Ações, Casas, Bahia, despencam, bolsa, passam, mais, 400, para, centavos, anos</media:keywords>
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<title>Juros altos, crédito caro e marketplaces: os choques que pressionam o varejo brasileiro</title>
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<description><![CDATA[      Grupo Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
Casas Bahia, Marabraz, Americanas, GPA e Marisa estão entre as grandes empresas do varejo brasileiro atingidas por crises financeiras nos últimos anos, com impactos que vão de reestruturações e fechamento de lojas a processos de recuperação.
De móveis e eletrodomésticos a alimentos e roupas, os casos são diferentes, mas ajudam a revelar uma pressão que atravessa o setor: o dinheiro ficou mais caro justamente quando a forma de vender e competir também mudou.
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Juros elevados e crédito caro reduzem o espaço das famílias para parcelar compras e, ao mesmo tempo, encarecem as dívidas e o funcionamento das empresas. 
Enquanto isso, marketplaces, comércio eletrônico e concorrência internacional aumentam a disputa por preços e reduzem o espaço para as empresas ganharem em cada venda, além de exigir investimentos em tecnologia e logística.
Nesse cenário, ficam mais vulneráveis as empresas que geram pouco dinheiro com a própria operação, acumulam estoques, mantêm estruturas físicas caras ou têm dívidas difíceis de pagar.
O primeiro choque: o crédito caro chega ao consumidor
Uma parte importante dessa pressão começa no bolso das famílias.
Quando a taxa básica de juros está alta, o custo do dinheiro também tende a subir. A Selic, que serve de referência para as demais taxas da economia, está em 14% ao ano. Isso contribui para encarecer o crédito oferecido a consumidores e empresas.
???? Na prática, os juros tornam as compras parceladas mais caras e podem levar o consumidor a adiar a aquisição de produtos de maior valor. Quanto maior o preço e mais longo o prazo, maior tende a ser o custo final. É o que torna categorias como móveis e eletrodomésticos especialmente sensíveis ao crédito.
O Relatório de Economia Bancária (REB), do Banco Central, mostra que as taxas de crédito no Brasil dificultam que as famílias distribuam uma compra ao longo de vários meses. 
O impacto é maior entre as famílias de menor renda, que enfrentam juros mais altos e, por isso, têm menos espaço para financiar bens de maior valor. E quando o consumidor adia uma compra, o efeito chega ao varejista. 
???? A loja vende menos e, se precisar oferecer condições de pagamento mais vantajosas para manter as vendas, pode demorar mais para receber ou ter de pagar para antecipar esse dinheiro. 
???? Enquanto isso, despesas como salários, aluguel, fornecedores, impostos e juros continuam correndo.
Em outras palavras, o problema não é apenas a queda nas vendas. É quando as vendas deixam de se converter em caixa suficiente para bancar as despesas do dia a dia. 
Segundo Bruno Medeiros Durão, especialista em Direito Bancário e Tributário, a diferença está justamente aí.
“Muitas empresas olham apenas para o faturamento e esquecem que existe uma diferença enorme entre vender muito e gerar caixa.”
Comércio varejo loja Natal RN
Inter TV Cabugi/Reprodução
Juros altos não atingem todos da mesma forma
Ainda assim, o varejo não vive uma crise uniforme. 
Os segmentos que dependem mais de crédito tendem a sentir primeiro a perda de ritmo da economia, enquanto aqueles menos dependentes de financiamento podem ser afetados de outra maneira.
É uma distinção também observada pelo Genial Investimentos, que relaciona a desaceleração da economia a uma taxa de juros “significativamente contracionista” e aponta perda de fôlego justamente nos segmentos mais ligados ao crédito.
Isso ajuda a explicar por que o mesmo cenário econômico pode ter efeitos tão diferentes sobre as empresas. 
Uma varejista que depende de vendas parceladas, mantém estoques elevados e tem uma grande rede de lojas, por exemplo, pode enfrentar uma combinação particularmente difícil: consumidores comprando menos, dívidas mais caras e despesas que continuam mesmo quando as vendas caem.
???? Nesse cenário, a dívida deixa de ser apenas um problema financeiro e passa a afetar o funcionamento da própria empresa.
O segundo choque: mudou a forma de vender e competir
Ao mesmo tempo em que enfrenta o crédito caro, o varejo passa por outra transformação: o consumidor ganhou mais opções para comparar preços e comprar.
Marketplaces e plataformas digitais aumentaram a concorrência entre vendedores e ampliaram o acesso a produtos nacionais e estrangeiros. 
Para competir nesse ambiente, porém, não basta colocar produtos em uma loja virtual. É preciso investir em sistemas para acompanhar estoques, tecnologia e estruturas capazes de fazer as entregas chegar ao consumidor com rapidez.
Segundo o geógrafo Igor Venceslau, no artigo &quot;Digitalização do território brasileiro e comércio eletrônico: os serviços informacionais na divisão territorial do trabalho&quot;, o comércio eletrônico exige justamente esse conjunto de sistemas de informação, gestão de estoques e estruturas logísticas.
Em relatório, analistas do BTG Pactual também destacam a importância de integrar lojas físicas e canais digitais e de fortalecer a presença das  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Estrangeiros retiram R$ 15,6 bilhões da Bolsa em agosto, maior saída desde 2022</title>
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<description><![CDATA[      Pessoas caminham em frente à B3, a bolsa de valores de São Paulo, em 2023.
REUTERS/Amanda Perobelli/Foto de arquivo
Os investidores estrangeiros retiraram R$ 15,63 bilhões da B3 em agosto, considerando os pregões até a última quinta-feira (13), segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria com base em dados da Bolsa. 
????O cálculo desconsidera os recursos destinados a ofertas iniciais de ações (IPOs), quando uma empresa estreia na Bolsa, e a follow-ons, que são novas ofertas de ações realizadas por companhias já listadas no mercado.
O volume já configura a maior saída mensal da série histórica acompanhada pela consultoria desde janeiro de 2022. O resultado supera o saldo negativo de R$ 13,28 bilhões registrado em maio deste ano, que até então ocupava a primeira posição. 
Com isso, 2026 passa a reunir as duas maiores retiradas mensais de recursos estrangeiros da série.
RJ1 alerta para calendário de pagamento do Bolsa Família em agosto
O dado chama atenção porque agosto ainda é um mês parcial. Em apenas nove pregões, a saída já ultrapassou todo o volume registrado em maio, que teve 21 pregões, evidenciando uma aceleração do fluxo de retirada de capital.
Dólar sobe e Ibovespa cai com investidores estrangeiros retirando dinheiro do Brasil
Entrada líquida mensal de rescursos de investidores estrangeiros na B3 em R$ bilhões, sem aportes em IPOs e Folloe Ons.
Estudo exclusivo do Elos Ayta
Tudo mudou em apenas alguns meses
No primeiro trimestre, os investidores estrangeiros aportaram R$ 26,31 bilhões em janeiro, R$ 15,40 bilhões em fevereiro e R$ 11,66 bilhões em março. Em julho, o saldo também foi positivo, com entrada de R$ 2,56 bilhões.
A partir do segundo trimestre, porém, o fluxo mudou de direção. 
Depois da saída de R$ 13,28 bilhões em maio, junho registrou retirada de R$ 7,79 bilhões, e agosto já acumula um volume ainda maior antes da metade do mês.
Segundo a Elos Ayta, o principal ponto de atenção é justamente a velocidade da saída. Como o mês ainda não terminou, não é possível antecipar o saldo definitivo, mas o ritmo observado até agora coloca agosto como o período de maior retirada de capital estrangeiro da B3 desde o início da série histórica da consultoria. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ex&#45;funcionário da Casas Bahia usa redes sociais para lamentar fechamento de loja: &amp;apos;daqui, tirei meu sustento&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
Um funcionário da Casas Bahia usou as redes sociais para desabafar após ser informado sobre o fechamento da unidade da rede em Ponta Porã (MS). Em um vídeo, Edson Silva relata a emoção de encerrar uma trajetória de 21 anos na empresa e agradece a colegas, gestores e clientes que fizeram parte de sua carreira.
No vídeo, Edson afirma que recebeu a notícia durante uma reunião. Segundo ele, o encerramento das atividades da loja representa um dos momentos mais difíceis de sua vida profissional.
&quot;Hoje o coração tá partido mesmo, mas com sentimento de dever cumprido&quot;, disse.
No depoimento, o funcionário relembra a longa relação com a empresa e destaca a importância que o emprego teve para sua vida pessoal. Segundo ele, foi por meio do trabalho nas Casas Bahia que conseguiu sustentar a família e criar os filhos ao longo de mais de duas décadas.
&quot;Foi daqui que eu tirei meu sustento, foi daqui que eu criei meus filhos, foi daqui que eu formei minha família&quot;, afirmou.
Apesar da tristeza com o fechamento da loja, ele evitou críticas à companhia e optou por agradecer à empresa pela oportunidade de trabalho. O agradecimento foi estendido aos clientes. 
&quot;Muito obrigado por ter confiado em mim, por ter confiado na &#039;minha&#039; empresa&quot;, declarou.
Ao final da gravação, o trabalhador afirmou que encara o encerramento do ciclo com a sensação de ter cumprido seu papel e demonstrou esperança em relação ao futuro. &quot;Deus fecha uma porta e lá na frente com certeza vai abrir outras&quot;, disse.
LEIA TAMBÉM: Casas Bahia demite 3 mil funcionários e fecha quase 300 lojas em agosto; entenda
Entenda a história
O Grupo Casas Bahia demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas em agosto deste ano, como uma das medidas apresentadas no pedido de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo, obtido pelo g1.
As medidas fazem parte da estratégia da companhia para reduzir custos e enfrentar, segundo a própria empresa, a pior crise financeira de sua história. A varejista afirma que o plano busca reorganizar sua estrutura financeira.
As iniciativas se somam a outras ações implementadas desde 2023, quando o chamado Plano de Transformação levou ao fechamento de 55 lojas consideradas deficitárias e à redução de aproximadamente 8,6 mil postos de trabalho.
Na petição, a empresa atribui suas dificuldades principalmente ao ambiente de juros elevados, à queda do consumo de bens duráveis, ao aumento da inadimplência e às pressões enfrentadas pelo setor varejista nos últimos anos.
A companhia também cita os impactos da transformação digital no comércio. Segundo o documento, as primeiras medidas de reestruturação foram adotadas em 2023, diante da piora do cenário econômico e financeiro.
Além do fechamento das 55 lojas e da redução de postos de trabalho, a empresa diminuiu estoques, cortou investimentos e promoveu ajustes nos centros de distribuição.
Apesar dos ganhos obtidos com essas medidas, a companhia afirma que o alto custo da dívida continuou pressionando o caixa. Por isso, novas ações foram adotadas em 2026.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
De acordo com a petição, apenas em agosto deste ano, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas. A empresa afirma que as medidas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro.
Somadas as duas etapas da reestruturação mencionadas no processo, o Grupo Casas Bahia reduziu aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechou cerca de 355 lojas.
No pedido de recuperação judicial, a varejista argumenta que a crise é conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A empresa destaca que ainda mantém mais de 20 mil empregados e uma rede com mais de 700 lojas físicas em funcionamento.
Veja abaixo os números da reestruturação:
2023: fechamento de 55 lojas e redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
2026: fechamento de quase 300 lojas e demissão de cerca de 3 mil funcionários.
Total: aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho eliminados e cerca de 355 lojas encerradas.
Pedido de recuperação judicial 
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Rio ‘AAA’: o que a nota de crédito da Fitch significa para a cidade?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/rio-aaa-o-que-a-nota-de-credito-da-fitch-significa-para-a-cidade</link>
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<description><![CDATA[      Agência eleva nota de crédito da cidade do Rio para o grau AAA, o mais alto nível, e deixa o Rio à frente de São Paulo
O Rio de Janeiro recebeu a nota máxima na escala nacional de crédito da Fitch Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo. O RJ1 ouviu especialistas para entender o que, na prática, a nota mudar de AA+ para AAA traz de benefícios para a cidade. 
A classificação funciona como uma espécie de selo sobre a capacidade do município de honrar suas dívidas e outros compromissos financeiros. Quanto melhor a avaliação, menor é a percepção de risco para quem pretende emprestar dinheiro ou investir em projetos relacionados à cidade.
O que significa receber AAA?
As agências de risco analisam governos e empresas para estimar a possibilidade de eles cumprirem suas obrigações financeiras.
As notas funcionam de maneira semelhante a uma escala: quanto mais alta, menor é considerado o risco de crédito. Na escala nacional da Fitch, AAA é o nível mais elevado.
Isso não significa, porém, que o Rio tenha recebido a melhor avaliação possível em uma comparação mundial. A classificação AAA anunciada pela Fitch é nacional, ou seja, compara o risco de crédito do município com o de outros emissores brasileiros.
Por que isso pode atrair investimentos?
Uma classificação melhor pode aumentar a confiança de bancos, fundos e outros investidores na capacidade de pagamento do município.
Segundo o economista Gilberto Braga, professor do Ibmec, isso é especialmente importante para investidores institucionais e estrangeiros que seguem regras sobre o nível de risco dos locais em que podem aplicar recursos.
Com uma percepção menor de risco, o município pode encontrar condições mais favoráveis para obter financiamento e se tornar mais atraente para determinados investimentos.
E o que muda para o carioca?
Não há uma mudança automática ou imediata. 
Receber AAA não significa que dinheiro novo entrará imediatamente no caixa da prefeitura, nem garante a instalação de empresas ou a criação de empregos.
O efeito é indireto: uma situação fiscal considerada mais sólida pode facilitar investimentos e financiamentos e contribuir para um ambiente mais favorável à realização de novos projetos.
Se isso se transformar em novos empreendimentos, o resultado pode aparecer na geração de empregos e no aumento da arrecadação municipal. 
Mais receita também pode ampliar a capacidade de investimento da prefeitura — mas a forma como esses recursos são aplicados depende das decisões do governo municipal.
Por que a Fitch melhorou a nota?
No relatório, a Fitch afirma que o Rio apresentou nos últimos anos &quot;melhoras consistentes na gestão fiscal&quot;, que se traduziram em margens operacionais sólidas e bons indicadores de liquidez.
A agência também prevê uma redução gradual da dívida, com os pagamentos tendendo a superar a contratação de novos empréstimos.
Ressalvas da agência
A Fitch apontou, porém, fragilidades. Entre elas estão a dependência de um número reduzido de contribuintes, a pouca capacidade de aumentar receitas por meio de impostos e a dificuldade de cortar despesas diante de uma eventual queda de arrecadação.
Ou seja: o AAA é uma avaliação positiva sobre o risco de crédito do município, mas não significa que as contas da cidade estejam livres de vulnerabilidades.
Mais sobre a análise da Fitch
A Fitch também reviu a nota do Perfil de Crédito Individual (PCI), o indicador de saúde financeiro sem considerar apoios externos, que avançou de “BB” para “BB+”, o que significa risco &quot;médio a baixo&quot; – e indicou perspectiva estável para esta avaliação.
A Fitch apresentou ainda os seguintes fundamentos para a decisão:
Perfil de Risco: ‘Médio a Baixo’
Perfil Financeiro: Categoria ‘A’. 
Robustez das Receitas: ‘Média’. Justificativa: &quot;município apresenta dependência relativamente baixa de transferências da União e exposição a fontes de receitas voláteis&quot;;
Ajustabilidade das Receitas: ‘Fraca’. Justificativa: &quot;dependência de um pequeno número de contribuintes, à limitada capacidade de ajustar impostos e ao histórico de intervenção federal na política tributária dos subnacionais&quot;; 
Sustentabilidade das Despesas: ‘Média’. Justificativa: &quot;Rio reporta controle moderado sobre o crescimento das despesas, com margens sólidas e está em dia com sua folha de pagamento&quot;.
Ajustabilidade das Despesas: ‘Fraca’. Justificativa: &quot;baixa capacidade do município de reduzir despesas em resposta à redução das receitas&quot;;
Robustez de Passivos e Liquidez: ‘Média’. Justificativa: &quot;Rio tem quitado regularmente suas obrigações ao longo dos anos, o que resulta em um índice muito baixo&quot;;
Flexibilidade de Passivos e Liquidez: ‘Média’. Justificativa: Fitch estabelece um limite de 100% para a média dos últimos três anos. Rio reportou índice médio de liquidez de 67,1%;
Análise de pares no Brasil
De acordo com a Fitch Rating, o par mais próximo do Rio é o Estado de São Paulo, que tem rating nacional de longo prazo de AAA e perspectiva estável. Ambos, de acordo com a ag ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Nestlé aposta em produtos para quem usa remédios para emagrecer</title>
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<description><![CDATA[      Logo da Nestlé na sede da empresa em Vevey, na Suíça, em 25 de novembro de 2024.
REUTERS/Denis Balibouse
A Nestlé busca transformar a crescente popularidade dos medicamentos para perda de peso à base de GLP-1 de uma ameaça em uma oportunidade de negócios. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Para isso, a empresa usa inteligência artificial e ciência nutricional no desenvolvimento de produtos voltados para milhões de consumidores que tomam medicamentos como Ozempic e Wegovy.
A rápida adoção dos medicamentos fabricados pela Novo Nordisk e pela Eli Lilly alimentou as preocupações dos investidores de que os remédios que reduzem o apetite possam diminuir permanentemente a demanda por alimentos industrializados, lanches e bebidas.
A Nestlé, no entanto, acredita que esses medicamentos também estão criando um novo mercado para produtos desenvolvidos para lidar com alguns dos efeitos da perda rápida de peso.
Agora no g1
O diretor de tecnologia da empresa, Stefan Palzer, disse à Reuters que a Nestlé usa inteligência artificial e outras tecnologias para analisar pesquisas clínicas, identificar combinações de nutrientes e desenvolver produtos personalizados para pessoas que utilizam medicamentos à base de GLP-1.
&quot;Estamos bem posicionados com o portfólio. É uma grande oportunidade para nossa empresa&quot;, disse ele.
Materiais de apresentação mostrados à Reuters detalharam efeitos associados à perda rápida de peso, como a redução da massa muscular e da gordura facial, frequentemente chamada de &quot;rosto de Ozempic&quot;. 
Os documentos também descrevem áreas nas quais a Nestlé acredita que seus produtos podem ajudar.
O mercado de medicamentos à base de GLP-1 é dominado por Mounjaro e Zepbound, da Eli Lilly, e por Wegovy e Ozempic, da Novo Nordisk.
De acordo com o Boston Consulting Group, cerca de 16 milhões de americanos usam medicamentos da classe, número que deve crescer consideravelmente até o fim da década.
A resposta da Nestlé tem sido desenvolver produtos adaptados às necessidades de quem utiliza esses remédios, usando inteligência artificial para acelerar pesquisas, desenvolver alimentos e bebidas e analisar o comportamento dos consumidores.
Combate aos efeitos da perda de peso 
Palzer afirmou que os cientistas da Nestlé estudam as consequências da perda rápida de peso e desenvolvem produtos destinados a ajudar os consumidores a lidar com elas.
A empresa usa ferramentas de inteligência artificial para processar grandes volumes de pesquisas clínicas e identificar combinações de nutrientes que possam contribuir para a manutenção da massa muscular, a hidratação e uma alimentação adequada.
A Nestlé também começou a adicionar proteína de colágeno aos produtos da marca Vital Proteins, com o objetivo de atender a preocupações relacionadas à saúde da pele, dos cabelos e das unhas durante a perda rápida de peso.
&quot;Uma grande parte da perda de peso se deve à perda de massa muscular magra&quot;, disse Palzer.
&quot;Descobrimos uma combinação de dois micronutrientes que industrializamos e que estimulam o crescimento do tecido muscular. Por um lado, fornecemos proteína; por outro, estimulamos o tecido muscular a se regenerar mais rapidamente.&quot;
Palzer afirmou ainda que a Nestlé patenteou combinações exclusivas de ingredientes desenvolvidas para reduzir o apetite em consumidores que apresentam aumento da fome após interromper o tratamento com medicamentos à base de GLP-1.
A empresa já lançou produtos voltados especificamente para esse público.
A divisão americana da Nestlé criou o Boost Advanced Nutrition Shake, vendido com a promessa de oferecer 35 gramas de proteína para auxiliar na manutenção da massa muscular durante o processo de emagrecimento. Na Ásia e na Austrália, a empresa lançou uma versão com maior teor de proteína de sua bebida maltada Milo, chamada Milo PRO High Protein.
Fabricantes de sorvetes também enfrentam desafios semelhantes e têm apostado em produtos com mais proteína, porções menores e listas de ingredientes mais simples.
IA ajuda a criar e testar receitas
A inteligência artificial desempenha um papel cada vez mais importante nesse processo.
A Nestlé desenvolveu sistemas internos para analisar pesquisas científicas, simular o comportamento dos consumidores, identificar tendências e ajudar os desenvolvedores de produtos a trabalhar com um banco de dados de aproximadamente 120 mil receitas.
Entre essas ferramentas está uma plataforma interna chamada Food Genie. Segundo Palzer, ela ajuda cientistas e desenvolvedores a prever o desempenho das receitas e identificar oportunidades para reformular produtos.
&quot;Imagine uma pequena empresa com apenas mil receitas. É muito difícil modelar e prever receitas usando IA&quot;, disse ele. &quot;A IA precisa de dados&quot;, completa. 
A Nestlé também testa simulações baseadas em inteligência artificial para prever como os consumidores reagiriam a novos produtos e a alegações relacionadas à saúde antes que eles cheguem às prateleiras.
A empresa ainda usa a tecnologia para monitorar as r ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, após pesquisa eleitoral e de olho no varejo brasileiro; Ibovespa oscila</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-queda-apos-pesquisa-eleitoral-e-de-olho-no-varejo-brasileiro-ibovespa-oscila</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (17), com um recuo de 0,63% perto das 12h50, cotado a R$ 5,1863. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, oscilava entre altas e baixas e caía 0,11% no mesmo horário, aos 166.755 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova pesquisa eleitoral da Quaest, divulgada na última sexta-feira (14), está entre os destaques da sessão. As sondagens apontaram novamente para uma liderança do presidente Lula (PT), elevando as as preocupações com o rumo das contas públicas. 
Com a aproximação das eleições, a expectativa é de que os planos dos candidatos para os gastos do governo e para a condução da economia ganhem cada vez mais espaço nas decisões de investimento.
▶️ Já no ambiente corporativo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira, fazendo com que investidores olhem com cuidado para o varejo brasileiro. A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
Esse ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos.
▶️Na agenda de indicadores, investidores avaliam novos dados de inflação no Brasil e a nova edição do Boletim Focus, do Banco Central. O IGP-10 registrou queda de 0,51% neste mês, após recuar 1,13% em julho. Já no Focus, o mercado manteve as projeções pra inflação, PIB, câmbio e Selic para este ano.
▶️ No exterior, as tensões no Oriente Médio seguem no radar. Nesta segunda-feira (17), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o país &quot;se intrometa&quot; no Estreito de Ormuz. Já no final de semana, o Irã anunciou uma recompensa de US$ 30 mil (R$ 156 mil) para quem capturar ou matar militares americanos e entregá-los às autoridades iranianas.
Em meio às tensões, os preços do petróleo voltaram a subir no mercado internacional. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de  0,38% perto das 12h50, cotado a US$ 88,86, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,15%, a US$ 82,52.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Pesquisa eleitoral: Lula segue na liderança
A última pesquisa Genial/Quaest, divulgada na sexta-feira (14), apontou, mais uma vez, para a liderança do presidente Lula na corrida presidencial. 
Segundo o levantamento, enquanto o petista aparece com 38% das intenções de voto no 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 31%. A terceira posição fica com Renan Santos (Missão), com 4%.
O cenário eleitoral volta a levantar preocupações no mercado financeiro sobre a situação da dívida pública, tema frequentemente comentado como ponto de atenção para o futuro da economia e dos juros. 
Atenção para o varejo brasileiro
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Essa não foi a primeira vez que a Casas Bahia busca reorganizar sua situação financeira. Em 2024, a companhia realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
A Casas Bahia também não foi a primeira varejista brasileira a demonstrar problemas. O grupo Toky, por exemplo, dona da Tok&amp;Stok e da Mobly, que registrou um prejuízo de R$ 232,7 milhões no segundo trimestre deste ano, já havia entrado com pedido de recuperação judicial em maio deste ano. 
Entre outras empresas com dificuldade nas contas, enquanto a Magazine Luiza apresentou um prejuízo de mais de R$ 50 milhões no segundo trimestre deste ano, a Americanas quase triplicou as perdas no período, para R$ 274 milhões.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Tensões no Oriente Médio seguem no radar
As tensões no Oriente Médio também seguem na mira dos mercados financeiros, conforme investidores avaliam eventuais riscos à oferta global de petróleo. 
Nesta segunda-feira, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bomba ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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Um funcionário da Casas Bahia usou as redes sociais para desabafar após ser informado sobre o fechamento da unidade da rede em Ponta Porã (MS). Em um vídeo, Edson Silva relata a emoção de encerrar uma trajetória de 21 anos na empresa e agradece a colegas, gestores e clientes que fizeram parte de sua carreira.
No vídeo, Edson afirma que recebeu a notícia durante uma reunião. Segundo ele, o encerramento das atividades da loja representa um dos momentos mais difíceis de sua vida profissional.
&quot;Hoje o coração tá partido mesmo, mas com sentimento de dever cumprido&quot;, disse.
No depoimento, o funcionário relembra a longa relação com a empresa e destaca a importância que o emprego teve para sua vida pessoal. Segundo ele, foi por meio do trabalho nas Casas Bahia que conseguiu sustentar a família e criar os filhos ao longo de mais de duas décadas.
&quot;Foi daqui que eu tirei meu sustento, foi daqui que eu criei meus filhos, foi daqui que eu formei minha família&quot;, afirmou.
Apesar da tristeza com o fechamento da loja, ele evitou críticas à companhia e optou por agradecer à empresa pela oportunidade de trabalho. O agradecimento foi estendido aos clientes. 
&quot;Muito obrigado por ter confiado em mim, por ter confiado na &#039;minha&#039; empresa&quot;, declarou.
Ao final da gravação, o trabalhador afirmou que encara o encerramento do ciclo com a sensação de ter cumprido seu papel e demonstrou esperança em relação ao futuro. &quot;Deus fecha uma porta e lá na frente com certeza vai abrir outras&quot;, disse.
LEIA TAMBÉM: Casas Bahia demite 3 mil funcionários e fecha quase 300 lojas em agosto; entenda
Entenda a história
O Grupo Casas Bahia demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas em agosto deste ano, como uma das medidas apresentadas no pedido de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo, obtido pelo g1.
As medidas fazem parte da estratégia da companhia para reduzir custos e enfrentar, segundo a própria empresa, a pior crise financeira de sua história. A varejista afirma que o plano busca reorganizar sua estrutura financeira.
As iniciativas se somam a outras ações implementadas desde 2023, quando o chamado Plano de Transformação levou ao fechamento de 55 lojas consideradas deficitárias e à redução de aproximadamente 8,6 mil postos de trabalho.
Na petição, a empresa atribui suas dificuldades principalmente ao ambiente de juros elevados, à queda do consumo de bens duráveis, ao aumento da inadimplência e às pressões enfrentadas pelo setor varejista nos últimos anos.
A companhia também cita os impactos da transformação digital no comércio. Segundo o documento, as primeiras medidas de reestruturação foram adotadas em 2023, diante da piora do cenário econômico e financeiro.
Além do fechamento das 55 lojas e da redução de postos de trabalho, a empresa diminuiu estoques, cortou investimentos e promoveu ajustes nos centros de distribuição.
Apesar dos ganhos obtidos com essas medidas, a companhia afirma que o alto custo da dívida continuou pressionando o caixa. Por isso, novas ações foram adotadas em 2026.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
De acordo com a petição, apenas em agosto deste ano, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas. A empresa afirma que as medidas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro.
Somadas as duas etapas da reestruturação mencionadas no processo, o Grupo Casas Bahia reduziu aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechou cerca de 355 lojas.
No pedido de recuperação judicial, a varejista argumenta que a crise é conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A empresa destaca que ainda mantém mais de 20 mil empregados e uma rede com mais de 700 lojas físicas em funcionamento.
Veja abaixo os números da reestruturação:
2023: fechamento de 55 lojas e redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
2026: fechamento de quase 300 lojas e demissão de cerca de 3 mil funcionários.
Total: aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho eliminados e cerca de 355 lojas encerradas.
Pedido de recuperação judicial 
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dona do TikTok assina acordo sobre direitos autorais de IA com grupo de Hollywood</title>
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<description><![CDATA[      Logo da ByteDance é visto nesta ilustração feita em 8 de fevereiro de 2025
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration//File Photo
A ByteDance, empresa responsável pelo TikTok, e a Motion Picture Association (MPA), entidade que representa grandes estúdios de Hollywood, assinaram nesta segunda-feira (17) um acordo para reforçar a proteção de direitos autorais em ferramentas de inteligência artificial (IA) que geram vídeos e imagens.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O acordo envolve o Seedance, ferramenta de geração de vídeos, e o Seedream, que cria imagens. A parceria ocorre meses depois de a MPA questionar a forma como a ByteDance lidava com conteúdos protegidos por direitos autorais em suas ferramentas.
Em fevereiro, a associação enviou uma notificação extrajudicial à ByteDance após preocupações de estúdios de Hollywood de que as ferramentas poderiam produzir vídeos e imagens com personagens protegidos por direitos autorais e reproduzir a aparência de celebridades sem autorização.
Agora no g1
A ByteDance afirmou que as versões mais recentes dos modelos contam com medidas mais rígidas para proteger conteúdos e personagens protegidos por direitos autorais.
As ferramentas são oferecidas em serviços da empresa, como TikTok, CapCut e Dreamina.
Segundo a MPA e a ByteDance, as duas partes continuarão trabalhando juntas para desenvolver novas medidas de proteção de conteúdos protegidos por direitos autorais à medida que a tecnologia de IA avança.
Ícone do aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok.
AP/Matt Slocum/Arquivo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em queda, após pesquisa eleitoral e de olho no varejo brasileiro; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (17), com um recuo de 0,63% perto das 11h30, cotado a R$ 5,1863. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,16% no mesmo horário, aos 167.184 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova pesquisa eleitoral da Quaest, divulgada na última sexta-feira (14), está entre os destaques da sessão. As sondagens apontaram novamente para uma liderança do presidente Lula (PT), elevando as as preocupações com o rumo das contas públicas. 
Com a aproximação das eleições, a expectativa é de que os planos dos candidatos para os gastos do governo e para a condução da economia ganhem cada vez mais espaço nas decisões de investimento.
▶️ Já no ambiente corporativo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira, fazendo com que investidores olhem com cuidado para o varejo brasileiro. A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
Esse ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos.
▶️Na agenda de indicadores, investidores avaliam novos dados de inflação no Brasil e a nova edição do Boletim Focus, do Banco Central. O IGP-10 registrou queda de 0,51% neste mês, após recuar 1,13% em julho. Já no Focus, o mercado manteve as projeções pra inflação, PIB, câmbio e Selic para este ano.
▶️ No exterior, as tensões no Oriente Médio seguem no radar. Nesta segunda-feira (17), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o país &quot;se intrometa&quot; no Estreito de Ormuz. Já no final de semana, o Irã anunciou uma recompensa de US$ 30 mil (R$ 156 mil) para quem capturar ou matar militares americanos e entregá-los às autoridades iranianas.
Em meio às tensões, os preços do petróleo voltaram a subir no mercado internacional. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,32% perto das 11h30, cotado a US$ 88,80, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,10%, a US$ 82,48.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Pesquisa eleitoral: Lula segue na liderança
A última pesquisa Genial/Quaest, divulgada na sexta-feira (14), apontou, mais uma vez, para a liderança do presidente Lula na corrida presidencial. 
Segundo o levantamento, enquanto o petista aparece com 38% das intenções de voto no 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 31%. A terceira posição fica com Renan Santos (Missão), com 4%.
O cenário eleitoral volta a levantar preocupações no mercado financeiro sobre a situação da dívida pública, tema frequentemente comentado como ponto de atenção para o futuro da economia e dos juros. 
Atenção para o varejo brasileiro
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Essa não foi a primeira vez que a Casas Bahia busca reorganizar sua situação financeira. Em 2024, a companhia realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
A Casas Bahia também não foi a primeira varejista brasileira a demonstrar problemas. O grupo Toky, por exemplo, dona da Tok&amp;Stok e da Mobly, que registrou um prejuízo de R$ 232,7 milhões no segundo trimestre deste ano, já havia entrado com pedido de recuperação judicial em maio deste ano. 
Entre outras empresas com dificuldade nas contas, enquanto a Magazine Luiza apresentou um prejuízo de mais de R$ 50 milhões no segundo trimestre deste ano, a Americanas quase triplicou as perdas no período, para R$ 274 milhões.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Tensões no Oriente Médio seguem no radar
As tensões no Oriente Médio também seguem na mira dos mercados financeiros, conforme investidores avaliam eventuais riscos à oferta global de petróleo. 
Nesta segunda-feira, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o gover ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Marabraz entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 140 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Loja Marabraz na rua Chiquinha de Mattos em Taubaté
Reprodução/ Street View 
A rede de móveis e eletrodomésticos Marabraz protocolou pedido de recuperação judicial na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. 
A empresa busca reorganizar suas finanças e renegociar cerca de R$ 140 milhões em dívidas, segundo confirmação da companhia ao g1.
O pedido envolve cinco empresas do grupo:
Comercial de Móveis Jordanésia;
S.V.C. Jaraguá Comercial;
Comercial Móveis das Nações;
Comercial Zena Móveis;
Monta Móveis Prestadora de Serviços.
A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas em dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça, com o objetivo de evitar a falência e manter as atividades em funcionamento.
Em nota enviada ao g1, a Marabraz afirmou que a decisão foi motivada pela combinação de fatores que afetaram a empresa nos últimos anos.
&quot;Diante dos desafios enfrentados pelo setor varejista e com objetivo de preservar a continuidade de suas atividades, a Marabraz ajuizou pedido de recuperação judicial. A medida representa uma decisão responsável para promover a reestruturação da operação, organizar compromissos e criar condições para a continuidade dos negócios&quot;, afirmou.
Segundo a assessoria da companhia, os principais fatores que levaram ao pedido foram o atual cenário desafiador do varejo brasileiro, a ruptura na estrutura familiar que dava suporte às operações do grupo e a dificuldade de acesso ao crédito.
A empresa informou que as lojas continuarão funcionando normalmente durante o processo de recuperação judicial.
&quot;A empresa permanece em operação, com lojas abertas, e reafirma seu compromisso com a transparência e com o cumprimento das etapas previstas na legislação&quot;, disse a companhia.
&quot;O processo terá como prioridades a preservação de empregos e a manutenção das relações construídas ao longo de sua história com clientes, fornecedores e parceiros.&quot;
Fundada por uma família de origem libanesa que iniciou suas atividades comerciais na década de 1950, a Marabraz tornou-se uma das principais redes de móveis e eletrodomésticos do estado de São Paulo.
No comunicado, a empresa afirmou que pretende utilizar a recuperação judicial para reorganizar sua estrutura financeira e criar condições para retomar o crescimento.
&quot;A Marabraz está empenhada em atravessar este período com responsabilidade para preservar sua operação e se fortalecer para um novo ciclo de crescimento, reforçando o valor de sua marca para honrar o legado construído com ética, respeito e confiança&quot;, concluiu a companhia. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministro da Fazenda espera retomada da relação com os Estados Unidos após eleições e diz que Brasil não se dobra</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Dario Durigan, avaliou nesta segunda-feira (17) que os problemas com os Estados Unidos são pontuais, localizados, e afirmou esperar que, depois das eleições de outubro, o fluxo de comércio e o diálogo institucional possam ser retomados.
Durante a  27ª Conferência Anual Santander, em São Paulo, ele declarou que o Brasil está sendo punido com sobretaxas a seus produtos enquanto apresenta déficit comercial (mais importa do que exporta) com os norte-americanos. &quot;Não faz nenhum sentido, nenhum sentido&quot;, disse.
&quot;O que o presidente Lula sempre coloca é o seguinte: o Brasil, ele não se dobra, a América do Norte, a Europa ou a Ásia. O Brasil, ele se vê como liderança global, que merece respeito que vai fazer o debate sabendo das suas fraquezas e das suas fortalezas&quot;, a ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Ministro, Fazenda, espera, retomada, relação, com, Estados, Unidos, após, eleições, diz, que, Brasil, não, dobra</media:keywords>
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<title>Casas Bahia pede recuperação judicial: entenda a crise da varejista e quem faz parte do grupo</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia
Divulgação/Casas Bahia
O Grupo Casas Bahia informou no último domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. 
O pedido, segundo a empresa, se mostrou necessário diante da piora das condições financeiras da companhia, em meio ao cenário de juros elevados no país, que encareceu o crédito e aumentou seus custos financeiros, e ao consumo mais fraco, que reduziu sua capacidade de gerar caixa. 
Essa, no entanto, não foi a primeira tentativa do grupo em buscar uma reestruturação financeira e preservar suas operações. Os primeiros sinais da crise despontaram em 2022, quando a empresa começou a reportar repetidos prejuízos trimestrais — cenário que se agravou ao longo dos últimos anos.
Entenda como começou a crise e o que é o Grupo Casas Bahia
Agora no g1
Entenda a crise da Casas Bahia
Os primeiros sinais da crise do Grupo Casas Bahia se concretizaram no terceiro trimestre de 2022, quando a empresa reportou o primeiro de vários prejuízos trimestrais. 
Naquela época, a companhia já havia começado a encerrar lojas com desempenho mais fraco do que o esperado e sentia as vendas pressionadas, resultado de uma economia ainda fraca por conta da pandemia do Covid-19. 
No final daquele ano, em meio ao cenário de alta de juros visto desde 2021, a empresa já falava sobre a busca por rentabilidade e por um crescimento mais sustentável, focado em geração de caixa. Assim, em 2023, a companhia anunciou seu Plano de Transformação, focado exatamente nesses dois pilares e com previsão de crescimento após 2025. 
Plano de transformação e recuperação extrajudicial
À época, o presidente da Via, dona das marcas Casas Bahia e Ponto (antigo Ponto Frio), Renato Horta Franflin, afirmou que a companhia já tinha uma estratégia de crescimento focada nas vendas pelos meios digitais, além da abertura de novos canais, da expansão de lojas e de aposta em fintechs.
&quot;Nós entendemos que isso tudo foi feito. Construímos uma super plataforma, e ela já é grande. Então, entre investir para crescer mais essa plataforma ou pegar e rentabilizar o que tenho aqui, preferimos ganhar dinheiro com o que tem aqui&quot;, diz.
Ao longo daquele ano, no entanto, mesmo com o fechamento de mais dezenas de lojas e milhares de postos, o cenário se mostrou desafiador para o varejo brasileiro, que ainda sofria com o ambiente de juros mais altos, crédito mais caro e consumidores mais endividados — e com o grupo Casas Bahia não foi diferente.
Assim, apenas oito meses após o anúncio do plano, o Grupo Casas Bahia deu o primeiro passo voltado para sua reestruturação financeira e anunciou o pedido de recuperação extrajudicial para o alongamento e renegociação de suas dívidas, então estimadas em R$ 4,1 bilhões.
Dívidas alongadas e nova reestruturação financeira
A homologação do pedido de recuperação extrajudicial do grupo veio em abril de 2024, suspendendo todas as execuções movidas por credores contra a empresa por um prazo de 180 dias.
???? O processo é diferente de uma recuperação judicial, em que a companhia em crise financeira recorre à Justiça para entrar em um acordo com todos os seus credores. Na recuperação extrajudicial, a renegociação é feita diretamente com os principais credores para, depois, ser homologada pelo judiciário.
Em 2025, como passo importante no processo de transformação de sua estrutura de capital, o grupo conseguiu reduzir sua alavancagem (o quanto uma empresa depende de dinheiro emprestado para conseguir operar e crescer) e 75% de sua dívida líquida.
Situação volta a se deteriorar
No primeiro semestre deste ano, no entanto, a situação da empresa voltou a piorar, em meio a uma nova pressão por liquidez. Apesar de ter  conseguido reduzir a dívida líquida em R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre, o grupo logo sinalizou a necessidade de reorganização de suas obrigações financeiras.
A sinalização de que um plano de recuperação poderia ser necessário veio no último domingo (16), quando a companhia reportou um prejuízo líquido de mais de R$ 10 bilhões no segundo trimestre deste ano. 
A empresa informou que fechou mais de 200 lojas para tentar lidar com o momento mais desafiador para o varejo brasileiro, em uma nova etapa do plano de transformação anunciado em 2023.
A nova etapa, segundo o grupo, incluiria mudanças na estratégia dos canais digitais, redução de estoques, cortes de custos e despesas, diminuição da necessidade de capital para manter o negócio funcionando e busca por alternativas para reforçar o caixa e reduzir o peso das dívidas. 
*Esta reportagem está em atualização ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Casas, Bahia, pede, recuperação, judicial:, entenda, crise, varejista, quem, faz, parte, grupo</media:keywords>
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<title>Casas Bahia demite 3 mil funcionários e fecha quase 300 lojas em agosto; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas em agosto deste ano, segundo pedido de recuperação judicial apresentado à Justiça de São Paulo e obtido pelo g1.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
As medidas fazem parte da estratégia da companhia para reduzir custos e enfrentar, segundo a própria empresa, a pior crise financeira de sua história. A varejista afirma que o plano busca reorganizar sua estrutura financeira.
As iniciativas se somam a outras ações implementadas desde 2023, quando o chamado Plano de Transformação levou ao fechamento de 55 lojas consideradas deficitárias e à redução de aproximadamente 8,6 mil postos de trabalho.
Na petição, a empresa atribui suas dificuldades principalmente ao ambiente de juros elevados, à queda do consumo de bens duráveis, ao aumento da inadimplência e às pressões enfrentadas pelo setor varejista nos últimos anos.
A companhia também cita os impactos da transformação digital no comércio. Segundo o documento, as primeiras medidas de reestruturação foram adotadas em 2023, diante da piora do cenário econômico e financeiro.
Além do fechamento das 55 lojas e da redução de postos de trabalho, a empresa diminuiu estoques, cortou investimentos e promoveu ajustes nos centros de distribuição.
Apesar dos ganhos obtidos com essas medidas, a companhia afirma que o alto custo da dívida continuou pressionando o caixa. Por isso, novas ações foram adotadas em 2026.
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1
De acordo com a petição, apenas em agosto deste ano, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas. A empresa afirma que as medidas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro.
Somadas as duas etapas da reestruturação mencionadas no processo, o Grupo Casas Bahia reduziu aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechou cerca de 355 lojas.
No pedido de recuperação judicial, a varejista argumenta que a crise é conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A empresa destaca que ainda mantém mais de 20 mil empregados e uma rede com mais de 700 lojas físicas em funcionamento.
Veja abaixo os números da reestruturação:
2023: fechamento de 55 lojas e redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
2026: fechamento de quase 300 lojas e demissão de cerca de 3 mil funcionários.
Total: aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho eliminados e cerca de 355 lojas encerradas.
Pedido de recuperação judicial 
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, além de garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.
A empresa informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda.
Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.
Reestruturação começou em 2023
O pedido de recuperação judicial é o desfecho de um processo de reestruturação iniciado há cerca de três anos.
Segundo a petição à qual o g1 teve acesso, a companhia lançou, em meados de 2023, um Plano de Transformação para reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a geração de caixa.
Na primeira etapa, foram fechadas 55 lojas consideradas deficitárias até o fim daquele ano, além da redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
Em 2024, a Casas Bahia também realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
Na época, a empresa apostava que a renegociação, somada à expectativa de queda dos juros e retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar as contas. No entanto, segundo a companhia, o cenário econômico continuou desfavorável.
Em agosto de 2026, já durante a segunda fase do Plano de Transformação, a empresa promoveu uma nova rodada de cortes, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas.
Segundo a petição, o grupo emprega atualmente mais de 20 mil pessoas. A companhia afirma que a recuperação judicial é necessária para preservar esses empregos e garantir a continuidade ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 17,3 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.
A empresa informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda, sem interrupções relevantes para os consumidores.
Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.
Reestruturação começou em 2023
O pedido de recuperação judicial é o desfecho de um processo de reestruturação iniciado há cerca de três anos.
Segundo a petição à qual o g1 teve acesso, a companhia lançou, em meados de 2023, um Plano de Transformação para reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e fortalecer a geração de caixa.
Na primeira etapa, foram fechadas 55 lojas consideradas deficitárias até o fim daquele ano, além da redução de aproximadamente 8.600 postos de trabalho.
Em 2024, a Casas Bahia também realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras. Na época, a empresa apostava que a renegociação, somada à expectativa de queda dos juros e retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar as contas.
No entanto, segundo a companhia, o cenário econômico continuou desfavorável.
Em agosto de 2026, já durante a segunda fase do plano de transformação, a empresa promoveu uma nova rodada de cortes, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas.
Segundo a petição, o grupo emprega atualmente mais de 20 mil pessoas. A companhia afirma que a recuperação judicial é necessária para preservar esses empregos e garantir a continuidade das operações.
O que levou ao pedido
Em comunicado ao mercado, a Casas Bahia afirmou que o pedido foi motivado pelo agravamento do cenário econômico, marcado por juros elevados, restrição ao crédito, aumento do custo financeiro e enfraquecimento do consumo, fatores que reduziram sua capacidade de gerar caixa.
Além disso, a empresa informou que não conseguiu concluir operações de captação de recursos consideradas essenciais para reforçar sua liquidez.
No balanço divulgado na véspera do pedido de recuperação judicial, a companhia revelou que, entre o fim de 2025 e o primeiro semestre de 2026, realizou reuniões com investidores no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa em busca de novas fontes de financiamento, incluindo uma possível oferta de ações.
Também negociava uma operação de grande porte com investidores internacionais, considerada estratégica para seu planejamento financeiro. 
Segundo a empresa, a operação acabou não sendo concluída após a desistência do investidor âncora. Outras alternativas de liquidez, como empréstimos-ponte e novas linhas de crédito, também não avançaram.
&quot;Nesse cenário de liquidez restrita, o ajuizamento do pedido de recuperação judicial mostra-se necessário e configura mais um passo na direção da reestruturação financeira da companhia, buscando preservar a continuidade das atividades empresariais, proteger a geração de valor futuro e viabilizar uma solução ordenada para o equacionamento de suas obrigações&quot;, afirmou a empresa.
Além da Casas Bahia, o pedido de recuperação judicial inclui outras empresas do grupo:
ASAP Log – Logística e Soluções Ltda.
ASAP Log Ltda.
CNT Soluções em Negócios Digitais e Logística Ltda.
Cntlog Express Logística e Transporte Ltda.
Globex Administração e Serviços Ltda.
Cnova Comércio Eletrônico S.A.
Integra Soluções para Varejo Digital Ltda.
Casas Bahia Tecnologia Ltda.
Indústria de Móveis Bartira Ltda.
Prejuízo bilionário antecedeu o pedido
O pedido de recuperação judicial foi anunciado um dia após a divulgação do balanço do segundo trimestre de 2026.
A companhia registrou prejuízo contábil de R$ 10,1 bilhões entre abril e junho. Segundo a empresa, R$ 9,1 bilhões desse total correspondem a ajustes contábeis extraordinários e despesas relacionadas ao plano de reestruturação, sem impacto imediato no caixa.
???? Entre esses ajustes estão a redução do valor de créditos tributários que a empresa esperava utilizar no futuro, a reserva de recursos para cobrir possíveis disputas e obrigações contratu ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Casas Bahia pede recuperação judicial; entenda o que significa e como funciona</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo, e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.

Nesta reportagem você vai entender:
O que é a recuperação judicial?
Quem pode pedir recuperação judicial?
Como é feito o pedido de recuperação judicial?
Qual a diferença entre recuperação judicial e falência?
Por que uma empresa pede recuperação judicial?
O que é a recuperação judicial?
A recuperação judicial serve para evitar que uma empresa em dificuldade financeira feche as portas. 
É um processo pelo qual a companhia endividada consegue um prazo para continuar operando enquanto negocia com seus credores, sob mediação da Justiça. As dívidas ficam congeladas por 180 dias e a operação é mantida.
A recuperação judicial foi instituída no Brasil em 2005 pela lei 11.101, que substituiu a antiga Lei das Concordatas, de 1945. A diferença entre as duas é que, na recuperação judicial, é exigido que a empresa apresente um plano de reestruturação, que precisa ser aprovado pelos credores. 
Na concordata, era concedido alongamento de prazo ou perdão das dívidas sem a participação dos credores.
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Quem pode pedir recuperação judicial?
Empresas privadas de qualquer porte e com mais de dois anos de operação podem recorrer à recuperação judicial. Porém, a lei não vale para estatais e empresas de capital misto, bem como para cooperativas de crédito e planos de saúde.
Também não podem pedir recuperação judicial as empresas que já tenham feito outro pedido há menos de cinco anos e as comandadas por empresários que já foram condenados por crime falimentar (relacionados a processos de falência).
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Como é feito o pedido de recuperação judicial?
O pedido é feito à Justiça por meio de uma petição inicial que contém, entre outras informações, o balanço financeiro dos últimos três anos, as razões pelas quais entrou em crise financeira, e a lista de credores. 
Depois que o pedido é aceito, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação, e as execuções (cobranças de dívida) contra ela são suspensas por 180 dias. 
A lei determina que a assembleia de credores aconteça em até 150 dias após o deferimento do processo pela Justiça, mas, na prática, esse prazo costuma ser ultrapassado.
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Qual a diferença entre recuperação judicial e falência?
A recuperação judicial serve para tentar evitar a falência e recuperar a empresa, o que nem sempre acontece. 
Na falência, a companhia encerra completamente as atividades. Todos os seus ativos são recolhidos pela Justiça e vendidos para o pagamento das dívidas, enquanto na recuperação judicial há uma negociação.
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Por que uma empresa pede recuperação judicial?
Em geral, as empresas pedem recuperação judicial quando já estão com dívidas atrasadas e começam a ser cobradas pelos credores. Os motivos que levam uma empresa à crise financeira são diversos.
&quot;Pode acontecer de [a companhia] pedir antes de ficar inadimplente, mas usualmente é quando ela vê que não está conseguindo pagar e quer ganhar tempo para conseguir conversar com os credores sem execuções&quot;, diz a advogada Clara Azzoni, especialista em recuperação judicial do escritório Felsberg.
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Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos
Sarah Brito/g1
VÍDEOS: notícias de Economia ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ações da Casas Bahia despencam na Bolsa e passam de mais de R$ 400 para centavos em cinco anos</title>
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<description><![CDATA[ As ações do Grupo Casas Bahia (BHIA3) protagonizam uma das maiores quedas da Bolsa brasileira dos últimos anos.
Depois de valerem mais de R$ 400 no auge da empresa, em 2020, os papéis passaram a ser negociados por centavos, refletindo a grave crise financeira enfrentada pela varejista.
Na sexta-feira (14), último pregão antes do anúncio do pedido de recuperação judicial, as ações fecharam cotadas a R$ 0,66. Cinco anos antes, no pico histórico, o valor ajustado do papel havia chegado a cerca de R$ 489,08.
Quem comprou ações da empresa naquele período de maior valorização viu, assim, boa parte do investimento se dissolver ao longo dos anos.
Nesta segunda-feira (17), por volta das 10h41, os papéis da companhia eram negociados a R$ 0,46 — queda de 30%. Desde o pico histórico, as ações acumulam desvalorização de 99,86%.
O que explica a queda?
A desvalorização aconteceu gradualmente, acompanhando a piora dos resultados financeiros da companhia e um cenário econômico mais difícil para o varejo.
Na petição de recuperação judicial, a empresa afirma que a crise foi causada por uma combinação de fatores, entre eles:
aumento dos investimentos em tecnologia e logística para competir no comércio eletrônico;
impacto da pandemia sobre as lojas físicas;
forte alta dos juros a partir de 2021;
aumento do custo das dívidas;
queda do consumo das famílias e maior inadimplência.
Segundo a companhia, os juros elevados atingiram especialmente seu modelo de negócios, que depende de financiamento para manter estoques e oferecer crédito aos clientes. 
Com isso, uma parcela cada vez maior do dinheiro gerado pela operação passou a ser destinada ao pagamento de despesas financeiras.
Plano de reestruturação não foi suficiente
Em 2023, a empresa iniciou um plano de transformação para reduzir custos. Entre as medidas estavam o fechamento de 55 lojas, a redução de cerca de 8.600 postos de trabalho, corte de investimentos e diminuição dos estoques.
No ano seguinte, a companhia renegociou parte das dívidas por meio de uma recuperação extrajudicial, considerada bem-sucedida pela própria empresa. 
Mesmo assim, afirmou que o ambiente econômico continuou desfavorável e que a pressão financeira permaneceu elevada.
No pedido de recuperação judicial a qual o g1 teve acesso, a Casas Bahia informou que aprofundou a reestruturação, com a demissão de cerca de 3 mil funcionários e o fechamento de quase 300 lojas. Atualmente, o grupo afirma empregar mais de 20 mil pessoas.
Empresa virou uma &quot;penny stock&quot;
Com a cotação abaixo de R$ 1, as ações da Casas Bahia passaram a integrar o grupo conhecido no mercado como &quot;penny stocks&quot;.
Esse termo é usado para designar ações negociadas por menos de R$ 1. Em geral, esses papéis costumam apresentar forte volatilidade e refletem empresas que atravessam momentos de grande dificuldade financeira — embora o preço baixo, por si só, não signifique que uma ação esteja &quot;barata&quot;.
Desde o pedido de recuperação extrajudicial, em abril de 2024, os papéis acumulam perda de 87,9%. Na época, eram negociados a R$ 7,30; antes da recuperação judicial, fecharam a R$ 0,66.
A empresa abriu capital na Bolsa em dezembro de 2013, quando ainda se chamava Via Varejo. Na época, a operação movimentou cerca de R$ 2,8 bilhões. Ao longo dos anos, a companhia mudou de nome para Via S.A. e, posteriormente, para Grupo Casas Bahia, adotando o ticker BHIA3.
Treze anos depois da estreia na Bolsa, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas e tentar reorganizar sua situação financeira. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Prévia&amp;apos; do PIB do Banco Central registra crescimento de 0,2% no 2º trimestre, com forte desaceleração</title>
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<description><![CDATA[      Indústria se destacou no segundo trimestre deste ano
 Arquivo-Fiems
O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira (17) que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado a &quot;prévia&quot; do Produto Interno Bruto (PIB), registrou crescimento de 0,2% no segundo trimestre deste ano.
O resultado pelo BC foi calculado após ajuste sazonal — uma espécie de &quot;compensação&quot; para comparar períodos diferentes. A comparação foi feita com o primeiro trimestre de 2026.
O dado divulgado pelo Banco Central mostra forte desaceleração da economia. Isso porque, no primeiro trimestre de 2026, o IBC-BR teve uma expansão bem maior: de 1,3%.
O crescimento do IBC-Br no 2º trimestre deste ano foi o pior resultado desde o terceiro trimestre de 2025 — quando foi registrada uma retração de 0,5%. 
Por setores, foi registrada expansão em agropecuária e indústria no segundo trimestre, e retração em serviços.
Agropecuária: + 0,3%
Indústria: + 0,5%
Serviços: - 0,1%
Agora no g1
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. 
Já o IBC-Br tem um cálculo diferente, com um conjunto mais restrito de informações (veja mais abaixo nessa reportagem).
O resultado oficial do PIB no segundo semestre deste ano, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 1º de setembro.
????Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo.
????Entretanto, nem sempre crescimento do PIB equivale a bem estar social.
Ano eleitoral
Em um ano eleitoral, o governo tem adotado ações para estimular a economia e reduzir o endividamento da população, o que impulsiona a demanda por produtos e serviços.
A equipe econômica zerou, por exemplo, a tributação do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, além de ter liberado o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e linhas de crédito mais baratas para a população.
A estratégia do governo, porém, dificulta o controle da inflação. O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de crescimento da economia, faz parte da estratégia de conter as pressões inflacionárias.
▶️Na ata da última reunião do Copom, divulgada na semana passada, o BC informou que o chamado &quot;hiato do produto&quot; segue positivo. 
Isso quer dizer que a economia continua operando acima do seu potencial de crescimento sem pressionar a inflação.
O mercado financeiro acredita em desaceleração da economia no ano de 2026 fechado. A projeção dos analistas é de uma expansão de cerca de 2% em 2026, contra um crescimento de 2,3% no ano passado. 
No cálculo do PIB, construção civil é um dos segmentos levados em consideração.
Jornal Nacional/ Reprodução
Mês de junho
De acordo com o Banco Central, em junho deste ano, na comparação com o mês anterior, o IBC-Br registrou uma queda de 0,6%.
Com isso, houve piora na comparação com fevereiro, quando o indicador apresentou estabilidade. Essa também foi a primeira queda em três meses.
Na comparação com junho de 2025, a chamada prévia do PIB do BC teve alta de 2% (sem ajuste sazonal).
Ainda segundo o Banco Central, o IBC-Br apresentou crescimento de 1,5% na comparação com os três primeiros meses de 2025.
E, em 12 meses até junho, a expansão também foi de 1,5%. Nesses casos, o índice foi calculado sem ajuste sazonal.
PIB X IBC-Br
Os resultados do IBC-Br são considerados a &quot;prévia do PIB&quot;. Porém, o cálculo do Banco Central é diferente do cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o maior crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria mais pressão inflacionária, o que poderia contribuir para conter a queda dos juros. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Prévia, PIB, Banco, Central, registra, crescimento, 2, 2º, trimestre, com, forte, desaceleração</media:keywords>
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<title>Dólar abre em queda, após pesquisa eleitoral e de olho no varejo brasileiro</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (17) em queda, com um recuo de 0,18% perto das 9h, cotado a R$ 5,2098. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova pesquisa eleitoral da Quaest, divulgada na última sexta-feira (14), está entre os destaques da sessão. As sondagens apontaram novamente para uma liderança do presidente Lula (PT), elevando as as preocupações com o rumo das contas públicas. 
Com a aproximação das eleições, a expectativa é de que os planos dos candidatos para os gastos do governo e para a condução da economia ganhem cada vez mais espaço nas decisões de investimento.
▶️ Já no ambiente corporativo, a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial nesta segunda-feira, fazendo com que investidores olhem com cuidado para o varejo brasileiro. A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
Esse ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos.
▶️Na agenda de indicadores, investidores avaliam novos dados de inflação no Brasil e a nova edição do Boletim Focus, do Banco Central. O IGP-10 registrou queda de 0,51% neste mês, após recuar 1,13% em julho. Já no Focus, o mercado manteve as projeções pra inflação, PIB, câmbio e Selic para este ano.
▶️ No exterior, as tensões no Oriente Médio seguem no radar. Nesta segunda-feira (17), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o país &quot;se intrometa&quot; no Estreito de Ormuz. Já no final de semana, o Irã anunciou uma recompensa de US$ 30 mil (R$ 156 mil) para quem capturar ou matar militares americanos e entregá-los às autoridades iranianas.
Em meio às tensões, os preços do petróleo voltaram a subir no mercado internacional. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,59% perto das 8h50, cotado a US$ 89,04, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,23%, a US$ 82,59.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Pesquisa eleitoral: Lula segue na liderança
A última pesquisa Genial/Quaest, divulgada na sexta-feira (14), apontou, mais uma vez, para a liderança do presidente Lula na corrida presidencial. 
Segundo o levantamento, enquanto o petista aparece com 38% das intenções de voto no 1º turno, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 31%. A terceira posição fica com Renan Santos (Missão), com 4%.
O cenário eleitoral volta a levantar preocupações no mercado financeiro sobre a situação da dívida pública, tema frequentemente comentado como ponto de atenção para o futuro da economia e dos juros. 
Atenção para o varejo brasileiro
O mercado também segue atento para os sinais de fraqueza do varejo brasileiro. Na noite de domingo (16), a Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.
A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.
????A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.
Essa não foi a primeira vez que a Casas Bahia busca reorganizar sua situação financeira. Em 2024, a companhia realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.
A Casas Bahia também não foi a primeira varejista brasileira a demonstrar problemas. O grupo Toky, por exemplo, dona da Tok&amp;Stok e da Mobly, que registrou um prejuízo de R$ 232,7 milhões no segundo trimestre deste ano, já havia entrado com pedido de recuperação judicial em maio deste ano. 
Entre outras empresas com dificuldade nas contas, enquanto a Magazine Luiza apresentou um prejuízo de mais de R$ 50 milhões no segundo trimestre deste ano, a Americanas quase triplicou as perdas no período, para R$ 274 milhões.
As notícias voltam a colocar o varejo brasileiro na mira dos investidores, em meio a preocupações sobre o que o fraco desempenho representa para a economia. 
Tensões no Oriente Médio seguem no radar
As tensões no Oriente Médio também seguem na mira dos mercados financeiros, conforme investidores avaliam eventuais riscos à oferta global de petróleo. 
Nesta segunda-feira, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou bombardear o Omã caso o governo do pais tente inte ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Dona da Tok&amp;amp;Stok e da Mobly tem prejuízo de R$ 232,7 milhões no 2º trimestre</title>
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<description><![CDATA[      Loja da Tok&amp;Stok em shopping de Ribeirão Preto, SP
Reprodução/Tok&amp;Stok
O Grupo Toky, dono das marcas Tok&amp;Stok e Mobly, anunciou na madrugada de sábado (15) prejuízo líquido de R$232,7 milhões no segundo trimestre, contra um prejuízo de R$88,9 milhões um ano antes.
Conforme o balanço publicado pela empresa em recuperação judicial, a receita operacional líquida caiu 37,3% para R$207,1 milhões no trimestre.
O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$156,2 milhões negativos, contra um Ebitda positivo de R$19,4 milhões no mesmo período do exercício anterior.
As vendas brutas medidas pelo conceito GMV somaram R$295,2 milhões, caindo quase 32% ante o segundo trimestre do ano passado.
Agora no g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Por que julgamento da Meta pode mudar o futuro do Facebook e do Instagram</title>
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<description><![CDATA[      Por que julgamento da Meta pode mudar o futuro do Facebook e do Instagram
Getty Images via BBC
Nos últimos anos, a Meta vem sofrendo sucessivas derrotas nos tribunais devido à forma como suas plataformas — Facebook e Instagram — afetam usuários jovens. Mas um julgamento marcado para começar na terça-feira (18/08) pode representar a maior ameaça até agora às suas operações.
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O julgamento decorre de um processo judicial instaurado em 2023 por 30 Estados americanos, incluindo Califórnia e Nova York, com acusações de inúmeras violações das leis federais e estaduais de privacidade infantil.
Os Estados não só estão buscando mais de US$ 1 trilhão da Meta, como também exigem que ela faça mudanças no Instagram e no Facebook, incluindo o fim da contagem de &quot;curtidas&quot; e da rolagem infinita.
Caso a Meta seja derrotada em um processo dessa magnitude, isso poderá forçar mudanças fundamentais na forma como os jovens interagem com as redes sociais.
Agora no g1
Os Estados que processam a Meta estão pedindo diversas mudanças na forma como o Instagram e o Facebook funcionam para os jovens.
Eles querem que a Meta:
implemente um processo de verificação parental para usuários adolescentes;
altere seus &quot;algoritmos de recomendação que manipulam a dopamina&quot;;
remova diversos filtros de imagem que alteram a aparência nas fotos;
encerre a reprodução automática do conteúdo de vídeo;
proíba a criação de múltiplas contas;
acabe com as publicações rápidas ou que desaparecem, como os Stories do Instagram.
Todas essas funcionalidades são essenciais para a experiência atual do usuário nas plataformas da Meta.
Esses recursos também são projetados para manter os usuários, incluindo adolescentes e crianças, nas plataformas com a maior frequência e pelo maior tempo possível, argumentam os Estados. Eles alegam que a Meta chega a dificultar que os jovens usem menos a plataforma, por meio de recursos como notificações frequentes criadas para incentivá-los a voltar aos aplicativos.
Ao supostamente visar usuários menores de idade, o processo afirma que a Meta &quot;optou por explorar&quot; jovens para aumentar sua base de usuários e expandir seus negócios.
Hoje, o valor da Meta na bolsa de valores é de cerca de US$ 1,5 trilhão.
A Meta tem negado consistentemente todas essas alegações.
&quot;Discordamos veementemente dessas alegações e estamos confiantes de que as evidências demonstrarão nosso compromisso de longa data com o apoio aos jovens&quot;, disse uma porta-voz da Meta em comunicado.
O processo será conduzido por Yvonne Gonzalez Rogers, juíza federal chefe na Califórnia. Ela foi a juíza no julgamento de grande repercussão entre Elon Musk e Sam Altman e construiu uma reputação, ao longo de quase 20 anos de carreira, por ser incisiva e direta.
&#039;Incômodo público&#039;
Em uma decisão recente contra a Meta, um juiz do Estado do Novo México multou a empresa em um total de US$ 942 milhões e ordenou que ela fizesse mudanças semelhantes às que outros Estados agora exigem.
As mudanças determinadas pelo juiz Bryan Biedscheid incluem a eliminação da contagem de curtidas para usuários menores de 18 anos no Instagram e no Facebook, a proibição de adolescentes enviarem ou receberem nudez pelas plataformas e a limitação das notificações push dos aplicativos a determinados horários do dia.
O juiz também declarou a Meta uma &quot;perturbação pública&quot; semelhante a uma fábrica que polui o ar que as pessoas respiram, causando &quot;efeitos nocivos&quot; que afetam toda uma população. A Meta afirmou que recorrerá da decisão.
Embora a ordem do juiz Biedscheid exija que a Meta faça alterações apenas no Novo México, caso os 30 Estados vençam o processo contra a Meta, a empresa quase certamente precisará implementar mudanças na plataforma em todos os EUA.
Os Estados envolvidos no processo representam quase dois terços da população do país.
Uma decisão recente de um tribunal federal concluiu que as redes sociais são um fator que contribui para a deterioração da saúde mental entre os jovens
Reuters via BBC
A contagem de &quot;curtidas&quot;, por exemplo, faz parte do Meta desde os seus primórdios, quando ainda se chamava Facebook.
Hoje em dia, as curtidas são onipresentes nas plataformas de mídia social. É a principal forma pela qual as pessoas interagem com textos, fotos e vídeos que veem online.
No entanto, as curtidas são cada vez mais vistas como uma forma de fomentar sentimentos negativos, principalmente entre os jovens.
Kaley, uma jovem que venceu o processo contra a Meta no início deste ano, descreveu em depoimento judicial como criou dezenas de contas no YouTube e no Instagram.
Ela usava o sistema de contas para gerar curtidas em suas próprias publicações, na esperança de aumentar o engajamento com outros usuários e, ao mesmo tempo, aumentar seus sentimentos de validação e autoestima. Kaley tinha apenas nove anos na época. Ela disse que se lembrava de se sentir deprimida, algo que lhe foi diagnosticado posteriormente, aos 10 anos.
Pesquisas realizadas n ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial</title>
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<description><![CDATA[      Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial
O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (6) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. 
A medida também inclui diversas empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças e renegociar dívidas, enquanto a companhia mantém suas operações em funcionamento.
???? A recuperação judicial é um instrumento previsto na legislação brasileira que permite a empresas em dificuldades financeiras renegociar suas dívidas sob supervisão da Justiça, buscando evitar a falência e garantir a continuidade das atividades.
Segundo a empresa, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.
Entre as empresas incluídas no processo estão a Bartira, fabricante de móveis, além de companhias de logística, tecnologia e comércio eletrônico ligadas ao grupo.
As empresas incluídas no pedido de recuperação judicial são:
ASAP Log – Logística e Soluções Ltda.
ASAP Log Ltda.
CNT Soluções em Negócios Digitais e Logística Ltda.
Cntlog Express Logística e Transporte Ltda.
Globex Administração e Serviços Ltda.
Cnova Comércio Eletrônico S.A.
Integra Soluções para Varejo Digital Ltda.
Casas Bahia Tecnologia Ltda.
Indústria de Móveis Bartira Ltda.
Em comunicado ao mercado, a Casas Bahia afirmou que a recuperação judicial foi motivada pela piora do cenário econômico, marcada por juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e redução do consumo. 
&quot;Nesse cenário de liquidez restrita, o ajuizamento do pedido de recuperação judicial mostra-se necessário e configura mais um passo na direção da reestruturação financeira da companhia, buscando preservar a continuidade das atividades empresariais, proteger a geração de valor futuro e viabilizar uma solução ordenada para o equacionamento de suas obrigações&quot;, afirma o comunicado.
A empresa também informou que não conseguiu concluir alternativas de captação de recursos que estavam em negociação.
Apesar da medida, a companhia afirma que pretende manter o funcionamento de suas lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda, buscando evitar impactos relevantes para os consumidores.
Como a recuperação judicial foi solicitada em caráter de urgência, os acionistas ainda deverão analisar e ratificar a decisão em Assembleia Geral Extraordinária, que será convocada pela companhia.
Mudanças na diretoria e no conselho
No mesmo dia em que pediu recuperação judicial, a Casas Bahia também anunciou mudanças na liderança da empresa.
O vice-presidente das áreas Jurídica e Tributária, Fábio Spina, deixou o cargo após atuar na companhia desde 2024. Segundo a empresa, ele continuará prestando consultoria durante o processo de reestruturação.
Para substituí-lo, foi nomeada Sírley Lima, que passa a comandar as áreas Jurídica, Tributária, Compliance (responsável por garantir o cumprimento de leis e regras internas) e Controles Internos. Ela tem mais de 20 anos de experiência e já trabalhou em empresas como Heineken, Pernod Ricard, Souza Cruz e EY.
A empresa também informou a saída de dois integrantes do Conselho de Administração: Jackson Schneider e Rogério Calderón. Com isso, Cláudia Quintella Woods passa a integrar o Comitê de Auditoria Estatutário e André Luiz Helmeister assume uma vaga no Comitê de Finanças.
Apesar de deixar o Conselho de Administração, Jackson Schneider continuará à frente dos comitês responsáveis por auditoria, riscos, compliance e investigações internas da companhia.
Prejuízo bilionário
Ainda no domingo, a Casas Bahia registrou prejuízo de mais de R$ 10 bilhões no segundo trimestre, citando impacto de um plano de redimensionamento de sua operação que incluiu o fechamento de 298 lojas.
*Reportagem em atualização
Loja das Casas Bahia em shopping de São José dos Campos é fechada.
Sarah Brito/g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Novo golpe do Desenrola exibe CPF e dados da vítima para cobrar acordo por PIX; saiba como se proteger</title>
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<description><![CDATA[      Psicólogo explica os danos à saúde mental de quem cai em golpe
Um levantamento da Kaspersky identificou uma nova campanha de golpes que usa o Desenrola Brasil como isca para atrair pessoas interessadas em renegociar dívidas. A fraude é disseminada principalmente pelas redes sociais e direciona as vítimas para páginas falsas que simulam o processo de negociação do programa. 
Até o momento, foram identificados mais de 60 domínios registrados com o termo “desenrola”.
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Os criminosos prometem descontos de até 99% para quitar dívidas, retirar o nome de cadastros de inadimplentes e aumentar o score de crédito. Para concluir a suposta renegociação, porém, a vítima é induzida a pagar uma taxa por PIX. 
O dinheiro não é destinado ao pagamento da dívida e, segundo a Kaspersky, é transferido para contas de laranjas usadas pelos golpistas.
A fraude chama atenção pelo nível de personalização empregado para conferir aparência de legitimidade às páginas. 
Os sites reproduzem elementos visuais de páginas oficiais do governo e exibem imagens de autoridades e de integrantes ligados ao programa de renegociação de dívidas.
Ao acessar uma das páginas falsas, a vítima é direcionada para um chat em que aparecem dados pessoais, como nome completo, CPF e data de nascimento. A exibição dessas informações dá a impressão de que o site tem acesso a uma base oficial.
Na sequência, a página apresenta uma suposta análise da situação financeira do usuário, com informações sobre score de crédito e valores de dívidas. 
O atendimento continua em um chat integrado ao site, no qual uma suposta atendente envia mensagens, vídeos e áudios pré-gravados para simular uma conversa individualizada.
Depois, a vítima recebe uma proposta de renegociação com desconto de até 99% sobre o valor da dívida. Os criminosos afirmam ainda que o procedimento permitiria retirar o nome dos cadastros de inadimplentes e elevar o score de crédito.
Para finalizar o suposto acordo, no entanto, é cobrada uma taxa por PIX. O pagamento é apresentado como uma etapa necessária para concluir a negociação, mas não resulta em qualquer renegociação real da dívida.
Chat de atendimento com a confirmação de dados e análise de score.
Divulgação/Kaspersky
“Essa campanha combina dois elementos comuns em golpes de engenharia social: a expectativa de resolver rapidamente um problema e a sensação de segurança criada pela exibição de dados pessoais verdadeiros”, explica Fabio Assolini, pesquisador líder de segurança da Kaspersky. 
Segundo ele, a apresentação de informações corretas não comprova que um site seja legítimo.
A orientação é verificar o endereço eletrônico antes de fornecer dados ou realizar pagamentos e desconfiar de ofertas que prometam benefícios extraordinários ou exijam cobranças inesperadas.
Como evitar o golpe
Confira o endereço do site: antes de fornecer informações pessoais ou realizar qualquer pagamento, verifique se o endereço pertence a um canal oficial do governo ou da instituição financeira envolvida.
Desconfie de cobranças antecipadas: não faça pagamentos por Pix para liberar descontos, concluir uma renegociação ou obter algum benefício do programa.
Procure os canais oficiais: em caso de dúvida, acesse diretamente os sites do governo ou do banco credor, em vez de clicar em links recebidos por WhatsApp, SMS ou redes sociais.
Não confie apenas na exibição de dados pessoais: informações como nome, CPF, data de nascimento ou score podem ser obtidas por criminosos e não comprovam que a página seja oficial.
Denuncie a fraude: sites falsos e contas utilizadas para receber os pagamentos podem ser denunciados às autoridades e às instituições financeiras envolvidas.
Layout do site fraudulento.
Divulgação/Kaspersky ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Usar o ChatGPT prejudica o cérebro? O que sabemos, e o que não sabemos, sobre a &amp;apos;dívida cognitiva&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Homem pede conselho médico ao ChatGPT e IA manda ele &#039;entregar para Deus&#039;
Os seres humanos têm criado ferramentas para resolver problemas desde tempos imemoriais. Mas o ritmo dos avanços está se tornando cada vez mais vertiginoso. Em menos de 100 anos passamos da calculadora eletrônica portátil à inteligência artificial generativa. Usamos tanto essas ferramentas que elas quase se tornaram uma extensão de nós.
Pensemos nisso: seríamos capazes de calcular a raiz quadrada de 2.209 ou improvisar uma história infantil? Se o primeiro impulso é perguntar à IA, é porque nossa mente tenta aliviar sua carga, externalizando recursos. Na verdade, esse fenômeno já foi descrito pela literatura científica dos últimos 30 anos como delegação cognitiva, memória externa ou mente estendida.
Muitos cientistas, especialistas da área clínica e educadores, no entanto, estão cada vez mais preocupados com o impacto que a IA terá a longo prazo na mente humana.
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Homem processa OpenAI e diz que ChatGPT reforçou delírio de que era Jesus Cristo
O estudo do MIT
Para descobrir de que maneira o uso de ferramentas como a inteligência artificial nos afeta cognitivamente, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estudaram o que acontece no cérebro ao usar a IA para escrever textos. Durante três sessões, eles mediram a atividade cerebral de 54 jovens e avaliaram a qualidade de seus textos. Um terço deles utilizou o ChatGPT, outro terço o Google, e o restante contou apenas com seu próprio cérebro para compor o texto.
➡️ Os resultados mostraram que aqueles que utilizaram o ChatGPT tiveram um desempenho inferior ao dos demais em termos neuronais, linguísticos e na qualidade de seus textos. Além disso, apresentaram pior memória com relação ao que escreveram e se sentiram menos conectados às ideias escritas.
Assim, os pesquisadores do MIT argumentaram que depender repetidamente do ChatGPT substitui o esforço cognitivo necessário para o pensamento independente. Isso poderia gerar um acúmulo do que chamaram de “déficit cognitivo” ou “dívida cognitiva”, com custos cerebrais a longo prazo.
Limitações e viralização dos resultados
Embora algumas vozes tenham apontado as limitações do estudo, vários meios de comunicação sugeriram com base em esses resultados que o uso da IA gera inevitavelmente uma dívida cognitiva. Ou seja, uma perda progressiva de capacidades mentais que não é visível no curto prazo.
Mas essa repercussão não se refletiu em trabalhos empíricos: as evidências brilham pela ausência. A maioria dos artigos científicos publicados continua sendo teórica, ou até mesmo normativa, oferecendo orientações sobre como prevenir os efeitos cerebrais do uso contínuo da IA. Os resultados nesse campo ainda são limitados e preliminares.
Por que recorremos à IA?
Por outro lado, podemos analisar o impacto da IA na saúde cerebral sob outra perspectiva. Há uma década, os pesquisadores Evan Risko e Sam Gilbert desenvolveram um modelo cognitivo para explicar por que usamos sistemas externos em vez de nosso próprio cérebro. Em outras palavras, eles ajudaram a explicar quais processos mentais seguimos quando, por exemplo, decidimos pesquisar algo no Google ou perguntar à inteligência artificial.
????Esses especialistas afirmaram que o impacto cognitivo depende dos objetivos que buscamos ao utilizar esses sistemas. Assim, podemos recorrer a eles para evitar esforço cognitivo ou porque acreditamos que melhorarão nosso desempenho.
Podemos, por exemplo, pedir ao ChatGPT que escreva uma redação porque não nos sentimos capazes. Ou porque queremos comparar ideias e buscar novas perspectivas que aprimorem nosso texto. Portanto, para compreender as consequências cerebrais da delegação cognitiva será essencial perguntar primeiro por que delegamos. Esse é um aspecto que o estudo do MIT não explorou de forma alguma.
Open AI é a dona do ChatGPT
Getty Images via BBC
Recursos cognitivos economizados
Além do motivo pelo qual usamos o ChatGPT, é importante saber o que fazemos com os recursos “economizados”. Ou seja, se nos custou menos tempo ou esforço concluir uma tarefa cognitiva (um resumo, uma redação, um esboço, uma ideia). o que fazemos com o tempo e a energia que economizamos? Simplesmente nos dedicamos à divagação mental? Ou os destinamos a novos aprendizados?
&#039;Eu me candidatei a papa&#039;: como usar o ChatGPT fez usuários perderem o contato com a realidade
Estudos sobre o uso do Google indicam que, quando o utilizamos para potencializar outros aprendizados — como saber onde localizar informações úteis —, nossa habilidade na tarefa pode melhorar. O mesmo ocorre com a inteligência artificial: usá-la de forma deliberada para potencializar o treinamento cognitivo, ou para dialogar sobre conceitos, em vez de simplesmente pedir a resposta para uma tarefa, pode aprimorar nossa aprendizagem estratégica.
O próprio estudo do MIT que mencionamos oferece evidências a esse respeito: os autores convidaram os participantes para uma quarta sessão, na qu ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Correios: balanço prévio aponta prejuízo de R$ 5,4 bilhões no 1º semestre de 2026</title>
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<description><![CDATA[      Dados prévios do balancete contábil dos Correios, obtidos com exclusividade pelo g1, apontam um prejuízo de R$ 5,4 bilhões no 1º semestre de 2026. Para o segundo trimestre, o prejuízo acumulado é de cerca de R$ 2,2 bilhões. 
????Um balancete contábil é um demonstrativo provisório que traz a fotografia de como estão as contas contábeis de uma empresa até um determinado momento — normalmente ao fim de um mês, trimestre ou semestre.
O prejuízo do semestre é menor do que o obtido pela empresa nos últimos dois trimestres o 1º deste ano e o 4º trimestre de 2025, apontando um pequeno movimento de recuperação da saúde financeira dos Correios, que teve um prejuízo recorde no 1º trimestre de 2026.
Agora no g1
Até a última atualização desta reportagem, não havia previsão da estatal divulgar oficialmente as informações contábeis. E, segundo os Correios, as demonstrações contábeis referentes ao 1º trimestre de 2026 &quot;ainda estão em processo de fechamento&quot;.
Em nota, os Correios afirmaram que a empresa não se manifesta sobre demonstrações financeiras antes de sua divulgação oficial.
&quot;As demonstrações financeiras encontram-se em fase de consolidação e serão divulgadas após a aprovação pelas instâncias competentes, em conformidade com os procedimentos de governança da empresa&quot;.
As receitas obtidas até 30 de junho deste ano ficaram estáveis em relação ao mesmo período de 2025, reduzindo cerca de R$ 28,2 milhões. As despesas diminuíram R$ 1,1 bilhão.
Receitas: R$ 8,18 bilhões em 2025 e R$ 8,16 bilhões em 2026;
Despesas: R$ 13,5 bilhões em 2025 e R$ 12,4 bilhões em 2026.
Apesar do aumento expressivo nas despesas, a estatal previa um desempenho ainda pior para o período com os gastos alcançando R$ 14,8 bilhões, desempenho de R$ 1,2 bilhão melhor do que o esperado.
Desempenho das receitas
Apesar das receitas dos Correios no semestre terem diminuído, alguns segmentos individuais tiveram melhora no desempenho quando analisados individualmente.
O principal aumento se deu no campo da prestação de serviço de logística que a estatal oferece a empresas que envolvem o recebimento do pedido, como a preparação do pacote e envio de produtos ao comprador. 
A receita saiu de R$ 205 milhões em 2025 para R$ 423 milhões em 2026.
Desempenho das receitas
Por outro lado, as encomendas internacionais, que já representaram 22,2% de todas as receitas, agora representa apenas 4,3% do total ao atingir apenas R$ 355 milhões no semestre. 
O desempenho repete um movimento observado desde o lançamento do programa Remessa Conforme, em 2023, com a redução das receitas principalmente associada à queda na prestação de serviços de transporte de encomendas internacionais.
O programa passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre todas as compras internacionais de até US$ 50, que antes eram isentas. A medida ficou popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”.
Porém, mesmo com o fim da taxa das blusinhas, a empresa não viu as receitas aumentarem já que o programa Remessa Conforme continuou. 
Desempenho das despesas
Com relação às despesas, os gastos com salários — um dos maiores problemas enfrentados pelos Correios — teve uma pequena redução de R$ 20 milhões no primeiro semestre de 2026 em comparação ao mesmo período de 2025, dando fim a uma sequência de altas com esses gastos.
Ao todo, esse grupo de gastos atingiu R$ 5,2 bilhões nos seis primeiros meses do ano. Valor 15% menor do que a previsão feita para esses gastos.
Com a redução dos gastos com salários, os Correios ainda conseguiram economizar com despesas atreladas, como planos de saúde e previdência, que totalizaram R$ 260 milhões a menos do que o mesmo período do ano passado.
Prejuízo dos Correios triplica em 2025 e fica em R$ 8,5 bilhões
Jornal Nacional/ Reprodução
Já os grupos de despesas que justificaram o aumento dos gastos continuam sendo os mesmos do 1º trimestre, as financeiras e com provisões, em que se enquadram as possíveis perdas judiciais que, posteriormente, viram precatórios.
????Precatório é uma ordem de pagamento; quando a Justiça obriga o município, o estado ou a União – neste caso, uma empresa estatal – a pagar uma dívida que tem com uma pessoa física ou jurídica
As despesas financeiras tiveram um aumento de 179%, passando de R$ 590 milhões em 2025 para R$ 1,6 bilhão em 2026. Aumento de mais de R$ 700 milhões apenas no segundo trimestre deste ano e uma redução de quase R$ 225 milhões em relação ao primeiro trimestre.
Nessa categoria estão incluídos gastos com juros e multas relacionados a boletos, contratos e empréstimos, como os R$ 12 bilhões contratados pela estatal no fim do ano passado. A operação tem previsão de gerar R$ 22,4 bilhões em despesas com juros ao longo de sua vigência.
Já as despesas com provisões e perdas também ficaram acima do previsto, mantendo o aumento provocado no primeiro trimestre, que sozinho foi responsável por R$ 1,4 bilhão. Até junho a conta totalizou R$ 1,6 bilhão.
O montante também representa uma alta de 44,5% em relação às despesas registradas  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Correios:, balanço, prévio, aponta, prejuízo, 5, 4, bilhões, 1º, semestre, 2026</media:keywords>
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<title>Agência de classificação de risco Fitch eleva nota de crédito do município do Rio de Janeiro para o grau mais alto</title>
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<description><![CDATA[      Cristo Redentor, Pão de Açúcar e o bairro de Botafogo
Fernando Maia/Riotur
A Fitch Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, elevou a nota de crédito nacional de longo prazo do município do Rio de Janeiro para “AAA”, que é o grau de investimento de mais alta qualidade. A agência indica perspectiva de estabilidade e destaca que o Rio de Janeiro, nos últimos anos, apresentou “melhoras consistentes na gestão fiscal”.
No comentário que justifica a elevação da nota de &quot;AA+&quot; para &quot;AAA&quot;, a Fitch diz que os resultados do município trouxeram “sólidas margens operacionais e robustos indicadores de liquidez” e afirma acreditar que &quot;dívida do Rio diminuirá gradualmente ao longo do horizonte do rating&quot;.
A agência também reviu a nota do Perfil de Crédito Individual (PCI), o indicador de saúde financeiro sem considerar apoios externos, que avançou de “BB” para “BB+”, o que significa risco &quot;médio a baixo&quot; – e indicou perspectiva estável para esta avaliação.
A Fitch apresentou ainda os seguintes fundamentos para a decisão:
Perfil de Risco: ‘Médio a Baixo’
Perfil Financeiro: Categoria ‘A’. 
Robustez das Receitas: ‘Média’. Justificativa: &quot;município apresenta dependência relativamente baixa de transferências da União e exposição a fontes de receitas voláteis&quot;;
Ajustabilidade das Receitas: ‘Fraca’. Justificativa: &quot;dependência de um pequeno número de contribuintes, à limitada capacidade de ajustar impostos e ao histórico de intervenção federal na política tributária dos subnacionais&quot;; 
Sustentabilidade das Despesas: ‘Média’. Justificativa: &quot;Rio reporta controle moderado sobre o crescimento das despesas, com margens sólidas e está em dia com sua folha de pagamento&quot;.
Ajustabilidade das Despesas: ‘Fraca’. Justificativa: &quot;baixa capacidade do município de reduzir despesas em resposta à redução das receitas&quot;;
Robustez de Passivos e Liquidez: ‘Média’. Justificativa: &quot;Rio tem quitado regularmente suas obrigações ao longo dos anos, o que resulta em um índice muito baixo&quot;;
Flexibilidade de Passivos e Liquidez: ‘Média’. Justificativa: Fitch estabelece um limite de 100% para a média dos últimos três anos. Rio reportou índice médio de liquidez de 67,1%;
Análise de pares no Brasil
De acordo com a Fitch Rating, o par mais próximo do Rio é o Estado de São Paulo, que tem rating nacional de longo prazo de AAA e perspectiva estável. Ambos, de acordo com a agência, apresentam perfil de risco ‘Médio a Baixo’ e perfil financeiro ‘A’. No entanto, acrescenta a agência, o índice de payback (o prazo para o retorno de um investimento inicial) do Rio, “que é menos pressionado e situa-se no patamar superior da categoria ‘AA’, explica por que seu PCI está um grau acima do de São Paulo”.
Na escala global, a nota de estados e municípios precisam ser ancorada no teto soberano do Brasil, que permanece em &quot;BB&quot;, com perspectiva estável.
Nota de crédito: o que é, para que serve e o que acontece quando o Brasil perde a classificação
Nota de crédito: o que é e para que serve
Essa nota geralmente é representada por letras, números e sinais matemáticos e normalmente vão de D, que é a nota mais baixa a AAA - a nota mais alta e as notas são classificadas, pelos organismos, em dois grupos principais: grau especulativo e grau de investimento e é a partir dessa nota de risco que os investidores podem avaliar melhor se compensa investir capital naquele país, se existe chance de ganhos que compensem o risco de perder o capital investido - e se a economia desse país é estável ou instável.
Outra pergunta que muita gente se faz é para que serve essa nota de crédito? Essa avaliação é o instrumento que vai emitir uma opinião independente a respeito do risco de crédito da dívida desse país analisado.
Alguns fundos de pensão internacionais, de países da Europa ou os Estados Unidos, por exemplo, seguem a regra de que só se pode investir em títulos de países que estão classificados com grau de investimento por agências internacionais e é por isso que essa &quot;nota&quot; permite que o país receba recursos de investidores interessados em aplicar seu dinheiro naquele local. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 3045: confira os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Mega-Sena, concurso 3045: confira os números sorteados
O sorteio do concurso 3045 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (16), em São Paulo.  O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas será de R$ 36.942.517,71.
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Veja os números sorteados: 23 - 29 - 33 - 42 - 43 - 57
O sorteio não teve vencedores e prêmio acumulou para o próximo concurso, que acontece nesta terça-feira (18). O prêmio pode chegar a R$ 45 milhões.
Mega-sena, concurso 3045
Reprodução/YouTube
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mosca&#45;de&#45;estábulo avança no inverno e causa prejuízo a pecuaristas no interior de SP</title>
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<description><![CDATA[      Mosca-de-estábulo avança no inverno e causa prejuízo a pecuaristas no interior de SP
Nosso Campo
O período de inverno, caracterizado pela colheita de cana-de-açúcar, agora é marcado pela constante aparição de moscas-de-estábulo. Os insetos, atraídos pela concentração de vinhaça e umidade, se fixam no gado e interferem na rotina dos bovinos.
Em vez de utilizar o tempo para alimentação e descanso, as vacas permanecem de pé, com espasmos e desconforto. Elas priorizam gastar energia para se proteger das moscas, o que as mantém fracas e debilitadas. Isso afeta seu ganho de peso, a produção de leite e a qualidade de vida, podendo causar a morte dos bovinos.
Em Avanhandava (SP), no centro-oeste paulista, o pecuarista Alexander von Büldring perdeu oito cabeças de gado e teve uma redução de 60% na produção de leite. Alexander relata o diagnóstico de complexo de tristeza parasitária após os animais demonstrarem fadiga, desconforto e presença de sangue na urina e nas fezes. Dos 36 animais da propriedade, 16 estão em ordenha, cada um produzindo seis litros de leite.
Nas proximidades da propriedade, uma usina de açúcar e etanol propicia a presença das moscas, devido à alta quantidade de vinhaça e matéria orgânica. Em nota, a usina Diana Bioenergia compartilhou medidas tomadas para combater as moscas-de-estábulo, como prevenção de vazamentos, monitoramento da população de moscas, consultoria especializada em manejo de pragas e ajustes no manejo da palha, na aplicação de compostos orgânicos e na distribuição da vinhaça.
Outra propriedade que enfrenta o mesmo problema recorreu ao uso de ventilação mecânica para reduzir o impacto das moscas sobre as 110 cabeças de gado. O pecuarista João Heck Junior observa a constante perda de peso dos animais e relata a perda de algumas vacas.
O veterinário Luís Felipe Cruiol informa que os insetos se adaptaram aos períodos de inverno. Com a chegada do setor de cana e o favorecimento da reprodução das moscas, o gado fica vulnerável. De acordo com o médico-veterinário, reforçar a higiene dos estábulos, rastelar as fezes e evitar a umidade são medidas que podem ajudar na qualidade de vida dos bovinos nesse período.
Veja a reportagem exibida no programa em 16/8/2026:
Mosca-de-estábulo avança no inverno e causa prejuízo a pecuaristas no interior de SP
VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo 
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Confira as últimas notícias do Nosso Campo ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Peão de Orindiúva viaja 10 mil km para divulgar cultura caipira</title>
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<description><![CDATA[      Pedro Henrique Biondo, o Berranteiro das Américas
Reprodução / TV TEM
O engenheiro civil Pedro Henrique Biondo, de Orindiúva (SP), deixou o trabalho em 2023 para viajar pelo mundo e divulgar a cultura caipira. Ao lado do cão Bastião, um border collie, percorreu 10 mil quilômetros em três anos e passou por 16 países.
O objetivo da viagem, segundo Pedro, foi mostrar que a cultura brasileira vai além do samba e do futebol. Ele leva o berrante e as roupas típicas como símbolos da identidade caipira.
O primeiro berrante foi presente da avó, para ajudar em problemas respiratórios. O instrumento despertou nele a paixão pela cultura boiadeira. Hoje, Pedro é tetracampeão do Concurso de Berrante da Festa do Peão de Barretos.
Pedro compartilhou a rotina nas redes sociais, onde reúne 1 milhão de seguidores. Entre os momentos marcantes, lembra da apresentação na Times Square, em Nova York, e do desafio de domar duas mulas ariscas — Heida e Oklahoma — presenteadas por uma família norte-americana. 
Depois de percorrer até 30 quilômetros por dia em uma rotina incerta, Pedro voltou para casa com a sensação de dever cumprido. Agora, planeja seguir viagem rumo ao Alasca.
Veja a reportagem exibida no programa em 16/8/2026:
Peão de Orindiúva viaja 10 mil km para divulgar cultura caipira
 VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo 
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Entrada da China na ação do Brasil na OMC ajuda a combater guerra tarifária contra os EUA?</title>
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<description><![CDATA[      Miriam Leitão: Brasil defende multilateralismo na OMC
O Brasil ganhou um reforço importante no seu enfrentamento ao tarifaço dos Estados Unidos nesta semana — depois que a China pediu para participar das consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a ação brasileira contra o tarifaço imposto por Donald Trump.
A avaliação é de dois especialistas consultados pela BBC News Brasil.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;Para o Brasil, isso é importante porque o país ganha não apenas um aliado, mas &#039;o&#039; aliado. A China é hoje a principal potência mundial em termos de comércio, investimentos e também em termos geopolíticos&quot;, afirma Ana Garcia, professora de Relações Internacionais e coordenadora do Centro de Estudos Avançados (CEA) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
&quot;É um apoio indireto, de uma espécie de amigo que não precisa necessariamente agir imediatamente contra os EUA, mas que pode fazê-lo mais adiante, caso seja diretamente afetado. E a China possui muito mais espaço de barganha e poder de contestação contra os EUA do que o Brasil. Eles têm meios de retaliação aos EUA onde o Brasil é mais frágil.&quot;
Para Pablo Ibañez, que é integrante do centro de estudos Brics Policy Center e também professor da UFRRJ, o pedido chinês pode ser entendido como um apoio ao argumento do Brasil contra os EUA.
&quot;Isso reforça o peso político do caso brasileiro e fortalece o argumento central contra a Seção 301 dos EUA, que tem vários elementos considerados muito frágeis do ponto de vista da defesa da tarifa em si.&quot;
No final do mês passado, o Brasil apresentou um pedido de consultas aos EUA no sistema de solução de controvérsias da OMC contestando duas medidas tarifárias adotadas pelo governo Trump.
Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o Brasil disse que as tarifas americanas são &quot;injustificadas e incompatíveis&quot; com obrigações assumidas pelos EUA no âmbito de regras internacionais de comércio.
Uma das medidas questionadas é sobre a investigação americana contra o Brasil, na qual o governo Trump impôs tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. 
A segunda medida foi resultado de uma investigação conduzida com 60 economias e estabeleceu tarifa adicional de 12,5% para produtos brasileiros.
O pedido de consultas é a primeira etapa de um sistema de solução de controvérsias da OMC. Nesta semana, os EUA responderam que estão &quot;à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas&quot;.
Aproximação com a China
Entrada da China na ação do Brasil na OMC ajuda a combater guerra tarifária contra os EUA?
Getty Images via BBC
China e Brasil são os dois países que mais viram suas tarifas médias de importação subirem no segundo mandato de Trump.
Ibañez acredita que a China não age por altruísmo ao pedir para participar das consultas do Brasil na OMC.
&quot;A China, ao fazer esse movimento, não está simplesmente sendo &#039;boazinha&#039; e defendendo um país prejudicado. Ela também possui interesses próprios&quot;, afirma o professor.
Um desses interesses seria combater os EUA em foros internacionais.
&quot;De um lado, há um país que tem reduzido a importância dos mecanismos multilaterais. Do outro, há um país que busca se apresentar como porta-voz do multilateralismo no mundo contemporâneo. É uma queda de braço entre gigantes, e o Brasil está no meio dela.&quot;
Ele também ressalta que o fato de o Brasil estar recebendo esse apoio chinês não significa que exista um alinhamento entre os dois países.
&quot;O meu temor é que essa situação seja interpretada como um alinhamento direto do Brasil à China. O Brasil não é um país alinhado diretamente a nenhum desses dois grandes centros de poder. Ele tem estabelecido relações com ambos os lados. Lula não se furtou a ir aos EUA quando convidado por Trump. Vai à China e também mantém relações com os americanos&quot;, afirma.
Para analista, Brasil está no meio de uma queda de braço entre gigantes
Getty Images via BBC
Ele acredita que o Brasil não pode abrir mão das suas relações com os EUA.
&quot;Já estamos observando os efeitos problemáticos de ter atritos com eles. Além disso, os EUA têm demonstrado uma doutrina muito clara de ampliar sua área de influência na América Latina&quot;, diz.
Nesta semana, o governo de Donald Trump exaltou novamente a Doutrina Monroe como uma diretriz para sua política externa no continente americano.
Um vídeo de mais de cinco minutos publicado na terça-feira (11/08) nas redes sociais do Departamento de Estado dos EUA afirma que a &quot;doutrina encontrou seu mais recente defensor em Donald Trump&quot;.
Por outro lado, o Brasil tenta se equilibrar entre China e EUA, defendendo uma boa relação com as duas potências.
&quot;O Brasil construiu com a China, ao longo dos últimos 20 ou 30 anos, uma relação comercial extremamente forte&quot;, afirma Ibañez.
&quot;A China é um grande parceiro e também um ator ao qual precisamos estar atentos. Ela vem investindo em áreas estratégicas no Brasil, como ene ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Entrada, China, ação, Brasil, OMC, ajuda, combater, guerra, tarifária, contra, EUA</media:keywords>
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<title>Trilionário por 2 meses: a ‘marcha à ré’ da SpaceX que fez Elon Musk perder bilhões de dólares</title>
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<description><![CDATA[      Uma transmissão ao vivo mostra o CEO da SpaceX, Elon Musk, no dia da oferta pública inicial (IPO) da SpaceX no Nasdaq MarketSite, na cidade de Nova York, EUA, 12 de junho de 2026.
REUTERS/Jeenah Moon
Dizem que foguete não dá ré, mas o da SpaceX dá — e a fortuna de Elon Musk também. O empresário, que já era o homem mais rico do mundo, tornou-se o primeiro trilionário da história graças, em grande parte, à valorização da empresa espacial. 
Só que a marca durou pouco: em apenas dois meses, sua fortuna encolheu US$ 146,5 bilhões (R$ 764,65 bilhões), em meio à queda no valor da companhia.
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As ações da empresa recuaram 31% desde a máxima de US$ 201,8 (R$ 1.053,27), alcançada em junho, e Musk é dono de 42% da SpaceX.
Por isso, quando o valor da companhia cai, a participação do empresário também passa a valer menos — e sua fortuna encolhe. 
Agora no g1
SpaceX cresce em ritmos diferentes
O primeiro balanço divulgado desde a abertura de capital mostra uma empresa em forte expansão, mas que é formada por negócios com características diferentes entre si.
A receita quase dobrou em um ano, mas a expansão também exigiu investimentos pesados: foram US$ 18,37 bilhões (R$ 95,9 bilhões) em apenas três meses, mais de seis vezes o valor registrado no mesmo período de 2025.
As três principais áreas da companhia crescem em ritmos distintos. A internet via satélite já é lucrativa, enquanto inteligência artificial e lançamentos espaciais ainda priorizam expansão e investimentos. (veja mais no infográfico abaixo)
É essa diferença que Andrew Menzies, diretor de operações da Openbook Analytics, considera central para entender as contas da SpaceX. 
Em relatório, o especialista destaca que, em 2025, o segmento de conectividade gerou US$ 4,42 bilhões (R$ 23,07 bilhões) em lucro operacional. Já a área de IA acumulou prejuízo operacional de US$ 6,35 bilhões (R$ 33,14 bilhões).
Para Nicolas Owens, analista de ações da Morningstar, o resultado mostra uma empresa que está crescendo enquanto faz uma aposta pesada no futuro.
“A maior gama de resultados potenciais do valor futuro da SpaceX reside em seus empreendimentos de inteligência artificial”, afirma Owens.
Segundo ele, o mercado precisa decidir quanto está disposto a pagar hoje por negócios que ainda terão de provar seu potencial nos próximos anos.
Onde a SpaceX está colocando seus bilhões
Arte/g1
IA e Starship: as apostas bilionárias 
A maior parte dos investimentos da SpaceX no segundo trimestre foi direcionada à inteligência artificial. Entre os movimentos estão: 
????️ Ampliação da infraestrutura de computação em nuvem e de projetos como o Colossus II, os planos de usar chips da Nvidia em satélites voltados à inteligência artificial.
???? Acordo de US$ 60 bilhões (R$ 313,16 bilhões) para adquirir a Cursor, ampliando a oferta de ferramentas de IA para empresas.
É esse movimento que Menzies resume como uma fase de “reinvestimento agressivo”.
“A companhia está canalizando capital para o desenvolvimento do Starship, para a fabricação de satélites e infraestrutura de IA&quot;, diz o diretor da Openbook Analytics.
O desafio, segundo Owens, é fazer com que toda essa infraestrutura comece a gerar receita e justifique o dinheiro investido. 
“Mesmo com sua volatilidade acentuada desde o IPO, acreditamos que os investidores ainda estão considerando cenários mais otimistas para a reusabilidade do Starship e para a vantagem comercial de datacenters orbitais do que o que é mais provável neste momento.”
Mas a inteligência artificial não é a única aposta de longo prazo da SpaceX. O desenvolvimento do Starship, principal projeto da área espacial, também consome bilhões.
???? Em 2025, a empresa investiu mais de US$ 3 bilhões (R$ 15,66 bilhões) no projeto, além de outros US$ 930 milhões (R$ 4,85 bilhões) no primeiro trimestre deste ano.
Para o mercado, portanto, não basta que a SpaceX cresça. É preciso saber se os investimentos feitos agora serão capazes de criar negócios grandes o suficiente para justificar o dinheiro gasto.
A SpaceX desenvolveu um sistema que permite ao Starship voltar à base após o lançamento e ser recuperado na própria plataforma de onde partiu.
Reprodução
Starlink paga a conta — mas também enfrenta pressão
É nesse ponto que a importância do Starlink ganha mais destaque. O serviço de internet via satélite é hoje um dos principais negócios da SpaceX e ajuda a financiar a expansão das outras áreas.
A base de clientes dobrou em um ano, para 12 milhões, mas a receita média por usuário caiu de US$ 85 (R$ 443,65) para US$ 66 (R$ 344,48) entre o segundo trimestre de 2025 e o mesmo período deste ano.
Segundo Menzies, a própria SpaceX espera que esse valor continue recuando à medida que avance para mercados de menor renda e ofereça preços mais competitivos.
Por enquanto, o crescimento do número de clientes compensa a queda da receita média por usuário. Mas, se o Starlink precisar crescer cada vez mais para sustentar os inve ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sem janelas e mais econômico: como será voar no &amp;apos;avião&#45;arraia&amp;apos;, aposta de aéreas americanas</title>
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<description><![CDATA[      Projeto de &#039;avião-arraia&#039; promete tornar voos mais baratos; veja como ele será
Viajar no avião Z4, projeto da americana JetZero, será bem diferente de voar em um avião comum. Em vez das janelas ao lado dos passageiros, a aeronave terá telas que mostrarão imagens do lado de fora captadas por câmeras de alta definição.
O projeto tem um formato que lembra uma arraia, com a área central integrada às asas. A JetZero diz que o desenho melhora a aerodinâmica e poderá reduzir entre 30% e 50% o consumo de combustível em comparação com modelos como o Boeing 787.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A iluminação natural da cabine virá de duas claraboias instaladas próximas às primeiras fileiras. O avião deverá transportar cerca de 250 passageiros, distribuídos em seis seções, e terá um compartimento de bagagem para cada assento.
Críticos ouvidos pelo Wall Street Journal apontam que passageiros próximos às asas poderão sentir mais desconforto nas curvas da aeronave e que a falta de janelas poderá aumentar a sensação de enjoo.
Avião Z4 terá telas no lugar das janelas ao lado dos assentos
Divulgação/JetZero
Outra mudança do projeto está nas portas: elas serão posicionadas em locais distintos dos usados em aviões convencionais, o que pode dificultar a adaptação do Z4 na maioria dos aeroportos, já que eles estão mais preparados para receber modelos tradicionais.
A JetZero planeja fazer o primeiro voo de um protótipo em escala real em 2027. A empresa pretende iniciar o uso comercial da aeronave no começo da década de 2030.
O Z4 foi projetado para voos de até 5.000 milhas náuticas (cerca de 9.200 km). A autonomia seria suficiente, por exemplo, para uma viagem entre São Paulo e Madri, na Espanha, uma distância de aproximadamente 8.400 km.
A empresa já tem o apoio de companhias aéreas americanas. A United Airlines planeja comprar 200 unidades do Z4, enquanto Delta e Alaska Airlines também apoiam o projeto.
Para acelerar o desenvolvimento, a JetZero pretende usar componentes presentes em outros aviões e que já foram aprovados pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), órgão que regula o setor no país.
A empresa também tem um acordo de US$ 3 bilhões (R$ 15 bilhões) com o governo americano para financiar a construção de uma fábrica na Carolina do Norte. A estrutura será usada para acelerar a produção da aeronave.
Se o projeto avançar como planejado, o avião-arraia poderá unir uma cabine diferente da convencional com uma promessa de redução significativa no consumo de combustível. Mas, antes de chegar aos passageiros, ele terá que passar por uma série de testes.
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Reprodução/JetZero
Fabricante americana JetZero está projetando o avião Z4
Divulgação/JetZero
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Divulgação/JetZero ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Curral eclético: vacas escutam de forró a música clássica e produzem mais leite em fazenda no ES; veja VÍDEO</title>
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<description><![CDATA[      Vacas escutam de forró a música clássica e produzem mais leite em fazenda no ES
Em um curral eclético, ouvindo de forró a música clássica, cerca de 30 vacas de uma fazenda no Espírito Santo estão produzindo mais leite desde passaram a ouvir músicas durante o manejo e a ordenha. A cena parece ter saído de um filme, mas é uma realidade que transformou a produção de leite nas terras do agricultor Edson Michael Rohr. 
Uma das estrelas desse curral é a vaca Luana, da raça girolanda, que produz cerca de 200 litros de leite por semana. Os animais são cuidados pelo produtor rural Edson Michael Rohr, na propriedade Sítio Rô, que fica em Rio Novo do Sul, na Região Sul do estado.
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O hábito de ligar o rádio para que os animais também pudessem ouvir uma trilha sonora diversificada não é de agora. Segundo o produtor, ligar o som durante o trabalho surgiu há cerca de 15 anos. 
As vacas do produtor são realmente ecléticas, tanto que o estilo musical mais ouvido no local passeia pelo sertanejo, música clássica e até pop rock. 
Para ele, o diferencial não é apenas a quantidade de leite produzida, mas ouvir música também ajuda no manejo dos animais no dia a dia. 
&quot;As vacas ficam mais calmas, a música ajuda bastante. Quando chega alguém diferente ou tem algum barulho, permanecem tranquilas. Parece que ficam concentradas no som&quot;, disse.
A prática começou de forma despretenciosa. Mas também não foi difícil de ser implementada, afinal, como Edson mesmo diz: &quot;Todo produtor tem um radinho na roça&quot;. 
Além da música, o contato e o carinho com os animais são outras estratégias que ajudam a amansar as vacas e proporcionam um diferencial durante as competições de produção leiteira, outro hobby que o produtor gosta de praticar.
Vacas escutam de forró a música clássica e produzem mais leite no Sul do Espírito Santo
Edson Michael Rohr
A ciência explica
E acredite se quiser: outras vacas ao redor do mundo também têm gosto musical refinado e motivaram pesquisas científicas que garantem que a música influencia nos resultados observados nas produções leiteiras. 
Gercílio Alves de Almeida, zootecnista e professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), explicou que uma boa trilha sonora contribui na liberação de leite durante a ordenha por melhorar o bem-estar e a sensação de conforto dos animais.
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Essa prática integra o chamado enriquecimento ambiental, um conjunto de estratégias voltadas para melhorar o bem-estar dos animais de diversas espécies, com efeitos cientificamente comprovados.
&quot;O efeito é positivo porque promove o relaxamento da vaca e estimula a liberação do hormônio ocitocina, que depende de estímulos positivos do ambiente e é responsável pela &#039;descida&#039; do leite&quot;, afirmou. 
Outros estímulos positivos, como carinho, a presença do bezerro e até uma massagem também favorecem a produção desse hormônio. No entanto, assim como a música incentiva, outros tipos de barulhos podem causar uma influência negativa. 
&quot;Ruídos como motores, cães latindo, objetos caindo ou pessoas gritando assustam o animal e provocam a liberação de adrenalina, hormônio que tem efeito contrário ao da ocitocina. Ele inibe a descida do leite, porque a vaca está sob estresse ou medo&quot;, alertou o professor.
Vacas escutam de forró a música clássica e produzem mais leite em fazenda no Espírito Santo
Edson Michael Rohr
Portanto, quanto mais agradável o ambiente, melhor para os animais e a produção.
E tem mais um detalhe: a música só traz benefícios quando faz parte da rotina dos animais. Gercílio afirmou que as vacas são animais que gostam de rotina e mudanças no manejo e ambiente podem afetar a produção de leite. 
Por isso, se a música é utilizada durante a ordenha, o ideal é que ela seja mantida de forma constante. O estilo musical também pode influenciar a resposta das vacas, já que elas tendem a reagir melhor a músicas mais suaves, como as clássicas. 
No entanto, o zootecnista ressaltou que o mais importante é a familiaridade. &quot;Se o produtor costuma deixar o rádio ligado com sertanejo, por exemplo, os animais acabam se acostumando com aquele som, que passa a fazer parte da rotina e transmite sensação de segurança&quot;.
Na prática, muitos produtores já mantêm o rádio ligado durante o trabalho por hábito próprio e, sem perceber, acabam proporcionando um ambiente mais familiar e tranquilo, do qual as vacas também se beneficiam.
Vacas criadas ao som de música produzem mais leite em fazenda no Espírito Santo
Edson Michael Rohr
Edson é produtor rural e cria cerca de 30 vacas ao som de música no Sul do Espírito Santo
Edson Michael Rohr
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China domina mercado de robôs humanoides; entenda por que os EUA decidiram barrá&#45;los</title>
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<description><![CDATA[      Feira da Indústria tem exposição de robôs humanóides
A fabricante chinesa de robôs humanoides e quadrúpedes Unitree Robotics abriu na segunda-feira (10) as inscrições para sua oferta pública inicial de ações na Bolsa de Valores de Xangai. É a primeira empresa do setor a dar esse passo na China, em uma operação que pode elevar seu valor de mercado a mais de 50 bilhões de yuans (R$ 37,7 bilhões).
A empresa ganhou destaque internacional pela capacidade de fabricar robôs sofisticados a preços competitivos, ajudando a impulsionar a liderança chinesa no mercado global. Agora, deve ganhar ainda mais projeção com a entrada de capital privado.
A movimentação ocorre em paralelo à decisão dos Estados Unidos, anunciada no fim de julho, de proibir a entrada no país de novos robôs humanoides e quadrúpedes fabricados no exterior.
A medida, justificada por &quot;riscos inaceitáveis&quot; à segurança nacional, foi interpretada por analistas como um sinal de que os EUA temem que sua liderança tecnológica seja ameaçada por Pequim. O gigante asiático respondeu por 85% dos usos de robôs humanoides em 2025, segundo o banco britânico Barclays.
O argumento da Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA é que os robôs &quot;coletam dados que poderiam ser explorados por agentes mal-intencionados para vigiar americanos, ampliar as capacidades de serviços de inteligência estrangeiros ou assumir remotamente o controle dos robôs&quot;.
Em junho, o Pentágono já havia incluído a Unitree e outras grandes empresas chinesas de tecnologia em uma lista de companhias acusadas de manter vínculos com as Forças Armadas chinesas. Robôs da empresa já foram utilizados em exercícios militares.
China vendeu quase 11,6 mil robôs humanoides em 2025, contra apenas algumas centenas de empresas americanas
Imaginechina/Sipa USA/picture alliance
Quão séria é a ameaça dos robôs chineses à segurança dos EUA?
Autoridades americanas alertam que robôs humanoides e quadrúpedes chineses podem coletar dados detalhados de localização e informações pessoais, ser controlados remotamente e representar riscos para infraestruturas críticas dos EUA. As preocupações se concentram principalmente no potencial uso duplo dos robôs, tanto para fins civis quanto militares.
Pesquisadores já demonstraram que robôs da Unitree apresentam falhas de segurança que permitem a invasores assumir o controle por meio de um comando de voz e, em seguida, utilizar um robô para controlar outros.
Washington também teme que uma grande quantidade de robôs chineses de baixo custo possa fornecer dados do mundo real a sistemas chineses de inteligência artificial, que vêm se aproximando rapidamente de seus concorrentes americanos.
A ameaça, porém, ainda é em grande parte teórica, já que a maioria dos robôs humanoides comerciais está em estágios iniciais de desenvolvimento.
A China rejeitou as acusações e afirmou que os EUA estão usando a segurança nacional como pretexto para o protecionismo e para restringir a tecnologia chinesa.
Dias depois do anúncio da Casa Branca, a China respondeu com a imposição de controles sobre as exportações de drones aos EUA e a proibição de negócios com seis entidades americanas.
Ação de Trump vai impulsionar a indústria americana de robôs?
O governo de Donald Trump nunca escondeu seu objetivo de apoiar a indústria doméstica de robótica dos EUA, que, por sua vez, sustenta a expansão da infraestrutura de IA do país, avaliada em quase US$ 1 trilhão.
Segundo observadores do setor, Trump quer proteger empresas como Figure AI, Tesla Optimus e Agility Robotics da concorrência de fabricantes chineses de grande escala, cujos robôs frequentemente custam metade do preço, ou menos, dos modelos americanos.
Robôs humanoides ganham espaço na indústria, como fábricas de automóvel e centros de armazenamento
VCG/IMAGO
Washington já impôs restrições semelhantes a drones e painéis solares chineses e atualmente aplica uma tarifa de 100% sobre veículos elétricos chineses.
A medida é vista como uma tentativa de Trump de ganhar tempo diante da rapidez com que a China expandiu sua produção de robôs.
Segundo a empresa de pesquisa tecnológica Omdia, a China tem seis empresas entre as dez maiores do setor de robótica. Essas companhias venderam quase 11,6 mil robôs humanoides em 2025, contra apenas algumas centenas de unidades vendidas por empresas americanas.
Em março, o Bank of America projetou cerca de 90 mil unidades embarcadas até o fim deste ano.
Os EUA são considerados mais fortes no desenvolvimento do &quot;cérebro&quot; dos robôs, por meio de IA avançada, enquanto a China lidera na produção em massa de robôs mais baratos, com movimentos aprimorados por atuadores de alto desempenho, uma espécie de músculo robótico.
Elon Musk tem grandes planos para o robô Optimus, da Tesla.
Reprodução/DW
Rush Doshi, do think tank americano Conselho de Relações Exteriores (CFR), descreveu o veto da Casa Branca como &quot;uma das ações mais significativas já tomadas em apoio ao ecossistema de robótica dos EUA&quot;.
Evan Beard, CEO da fabricant ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 38 milhões neste domingo; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.045 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 38 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 11h deste domingo (16), em São Paulo.
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No concurso da última quinta-feira (12), ninguém acertou as seis dezenas.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
Acompanhe os sorteios no site do g1
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. 
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Presidente da Petrobras diz que Amapá vai produzir petróleo em águas ‘ultraprofundas’ em até sete anos</title>
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<description><![CDATA[      Presidente da Petrobras, Magda Chambriard na refinaria da Petrobras Gabriel Passos (REGAP)
Washington Alves/Reuters
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou neste sábado (15) em entrevista à Globonews que o Amapá estará produzindo petróleo em águas ultraprofundas em até sete anos.
A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (14) que encontrou hidrocarbonetos em um poço exploratório na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A descoberta indica a presença de petróleo ou gás natural na região.
&quot;Definido esse porte é que a gente parte para definir qual é o projeto de desenvolvimento que nós vamos empreender. Então, imagino que o Amapá possa ter petróleo sendo produzido em águas ultraprofundas de hoje a uns seis, sete anos&quot;, afirmou,
A exploração na região faz parte da estratégia da Petrobras para repor suas reservas de combustível e garantir o abastecimento do país durante o processo de transição para energias mais limpas. 
A Petrobras é a única dona da área e opera o local de forma exclusiva. O direito de exploração foi comprado em 2013, em um leilão promovido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Magda afirmou que a descoberta é &quot;absolutamente relevante&quot;, porque o Brasil poderia a voltar a importar petróleo nos próximos anos se as reservas não fossem repostas.
&quot;Essa descoberta no Amapá representa tudo isso. Representa a manutenção do Brasil como um polo geopoliticamente importante no mundo do petróleo na próxima década como um todo&quot;, disse.
Poço Morfo
O poço Morfo está localizado a 175 km do litoral do estado do Amapá, e abaixo de uma lâmina d&#039;água de quase 3 mil metros de profundidade, a 500 km da foz do Rio Amazonas. 
Segundo especialistas, a presença de hidrocarbonetos significa, na prática, que a Petrobras descobriu petróleo na região.
A Petrobras afirmou que a atuação na região é feita de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas. A nota da estatal disse também que a atuação faz parte da estratégia para recompor as reservas da companhia e garantir o atendimento da demanda nacional durante a transição energética justa. 
Em nota, o Instituto Brasileiro de Petróleo disse que a descoberta é muito importante porque confirma que o Brasil tem perspectivas muito positivas para a produção de petróleo e gás em outras regiões, o que reforça a segurança energética nacional no médio e longo prazo
&#039; ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China tenta reduzir dependência de alimentos importados; o que isso significa para o agro brasileiro</title>
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<description><![CDATA[      Segurança alimentar: um desafio de estratégia e sobrevivência entre EUA e China
&quot;A tigela de arroz do povo chinês tem que estar firme nas próprias mãos, cheia principalmente de comida chinesa.&quot;  
A frase, repetida há mais de uma década pelo presidente Xi Jinping, resume a estratégia que vem orientando a política de segurança alimentar da China: produzir mais alimentos internamente e depender menos das importações.
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Esse objetivo aparece nas metas estabelecidas pelo governo chinês em seu 15º Plano Quinquenal, publicado no início do ano para o período de 2026 a 2030. 
???? O Plano Quinquenal reúne as principais metas estratégicas da China para períodos de cinco anos, com objetivos de desenvolvimento econômico e social. Nesta edição, o documento prevê ampliar a produção interna de produtos dos quais o Brasil é hoje um dos principais fornecedores, como soja, milho e carne. (saiba mais abaixo)
As cotas de importação de carne bovina impostas pela China neste ano a diversos países, incluindo o Brasil, já fazem parte desse movimento. O país trabalha para elevar sua autossuficiência em carne bovina e ovina de 70% para 85%.
Mas como fica o Brasil diante dessa nova estratégia? Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que o cenário não aponta para uma ruptura nem para uma queda drástica das importações chinesas, mas já exige adaptação por parte das empresas brasileiras.
“O jogo dos próximos anos não é vender mais tonelada, é vender a melhor tonelada. Isso significa agregar valor, sair da commodity pura para corte premium, produto processado e marca. E diversificar destinos, para não ficar refém de um comprador só”, afirma Theo Paul Santana, fundador da consultoria Destino China, que facilita negócios com o país asiático.
“Continuaremos importantes por um motivo que a própria China reconhece: ela pode fazer maravilhas em engenharia, mas ainda não dá para inventar terra e água”, acrescenta. 
Embora tenha um território maior que o do Brasil, a China dispõe de uma parcela limitada de terras aptas à agricultura. Boa parte do país é formada por regiões montanhosas, áridas ou desérticas. Além disso, concentra menos de 5% da água doce disponível no planeta.
Por isso, os planos da China devem avançar principalmente por meio do aumento da produtividade — ou seja, produzir mais na mesma área com o apoio de tecnologias, como melhoramento genético de sementes e maquinário mais avançado.
Larissa Wachholz, ex-assessora especial do Ministério da Agricultura e sócia da Vallya Associados, afirma que, embora a China esteja longe de se tornar 100% autossuficiente, não se deve subestimar sua capacidade de cumprir as metas que estabelece.
“Acompanho a política pública chinesa há anos e vejo que, quando a China se compromete a fazer algo e coloca seus esforços de tecnologia, educação e recurso financeiro em prol disso, ela consegue ter resultado consistente&quot;, diz. 
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Por que a China tem comida barata, enquanto os EUA enfrentam alta de preços?
O que prevê o plano chinês de segurança alimentar
Dentre as diversas frentes do plano chinês, alguns pontos destacados pelos especialistas são:
mais grãos: elevar a capacidade de produção anual para 725 milhões de toneladas até 2030. No ano passado, a China colheu um pouco menos que 715 milhões de toneladas.
mais tecnologia no campo: aumentar de 64% para 67% a contribuição da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento agrícola;
menos dependência da soja importada: reduzir a participação do farelo de soja na ração animal de cerca de 14% para menos de 10% até 2030;
mais autossuficiência: produzir ao menos 95% dos grãos básicos, como arroz e trigo, dentro da China; alcançar 85% de autossuficiência em carne bovina e ovina e de 70% em leite.
Theo Santana afirma que a China já atingiu a meta de autossuficiência em grãos básicos, como arroz e trigo, e que a produção desses alimentos já supera em mais de 100% a demanda interna, segundo dados do Escritório Nacional de Estatística do governo chinês, levantados por ele.
No entanto, o país ainda está abaixo das metas para outros alimentos. No caso das carnes bovina e ovina, o país consegue suprir 70% da demanda interna. Já na produção de leite, esse percentual é de 62%.
Pessoas são vistas andando em meio a uma plantação de arroz em Yuanyang, na China.
AP/Liang Zhiqiang/Xinhua
Como a estratégia chinesa atinge o Brasil
O consultor Theo Paul Santana destaca que o foco da estratégia chinesa está, principalmente, nos grãos destinados à alimentação da população, produtos que o Brasil praticamente não exporta para o país. 
&quot;O que o Brasil vende é justamente aquilo em que a China não consegue ser autossuficiente: soja e carne&quot;, diz.
No ano passado, a China importou um volume recorde de quase 112 milhões de toneladas de soja, e mais de 70% desse total teve origem no Brasil. A produção chinesa responde por ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Preços com ou sem imposto: reforma tributária deixa dúvida sobre como anunciar valor de produtos</title>
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<description><![CDATA[      Empresas se adaptam às mudanças previstas na reforma tributária
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou uma incerteza sobre como o preço dos produtos e serviços será informado ao consumidor: com ou sem imposto. 
???? A reforma brasileira não trata do formato de divulgação de preços. E, apesar de leis anteriores vigentes tratarem da eiquetagem dos produtos, não há clareza sobre qual dos modelos será adotado. 
Nos Estados Unidos, os preços ao consumidor costumam ser exibidos sem o chamado imposto sobre o consumo, que é acrescido no caixa e varia conforme a jurisdição local. Já os países da União Europeia geralmente já incluem o tributo nos preços ao comprador final.
Um decreto que detalha as regras de oferta de afixação de preços determina que o preço &quot;deverá ser informado discriminando-se o total à vista&quot;.
O decreto prevê que as informações tenham: 
Legibilidade: que a informação que seja visível e indelével. 
Ostensividade: que a informação que seja de fácil percepção, dispensando qualquer esforço na sua assimilação; e
Precisão: que a informação que seja exata, definida e que esteja física ou visualmente ligada ao produto a que se refere, sem nenhum embaraço físico ou visual interposto;
Clareza: que a informação possa ser entendida de imediato e com facilidade pelo consumidor, sem abreviaturas que dificultem a sua compreensão, e sem a necessidade de qualquer interpretação ou cálculo;
Correção: a informação deve ser verdadeira sem induzir o consumidor ao erro;
➡️ O sistema atual brasileiro impede a identificação exata de quanto é pago em tributos, pelo fato de impostos serem cobrados sobre impostos (saiba mais aqui). Por isso, a nota fiscal traz uma estimativa aproximada. 
Entretanto, essa imprecisão acabará com a reforma tributária, tornando possível informar exatamente quanto incide de tributos. 
Eletrodomésticos a venda em loja de Porto Alegre
Reprodução/RBS TV
O que dizem as empresas e o governo
A ausência de uma regra clara na reforma tributária, apesar da existência de leis sobre a divulgação de preços, está gerando incerteza entre os setores da economia. 
A Secretaria da Receita Federal informou que &quot;questões relacionadas à divulgação de preços e à proteção dos direitos do consumidor não integram o escopo de atuação da administração tributária e que, deste modo, não cabe à instituição manifestar-se sobre o tema&quot;.
O Comitê Gestor do IBS, responsável pela gestão do tributo dos estados e municípios, afirmou que não cabe a ele &quot;definir a estratégia empresarial e de precificação de cada empresa&quot;. 
&quot;Isso está no âmbito da livre concorrência, cabendo a cada agente econômico definir a sua politica como entender melhor para o seu negócio, considerando o perfil dos seus clientes e do seu mercado específico&quot;, afirmou.
O g1 também contactou a Secretaria Nacional do Consumidor Senacon do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas não obteve resposta até a última atualização dessa reportagem.
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) disse que ainda não há definição sobre o formato de exibição dos preços nas gôndolas dos supermercados a partir da vigência da reforma tributária. 
&quot;A definição, porém, envolve aspectos regulatórios e de direito do consumidor que precisam ser avaliados. O Código de Defesa do Consumidor permanece vigente independentemente da reforma tributária e deve ser considerado em qualquer análise&quot;, informou.
A associação disse que &quot;também é necessário considerar o aspecto cultural&quot;. 
&quot;O consumidor brasileiro está habituado a encontrar nas gôndolas o preço cheio, que corresponde ao valor pago no caixa. Caso esse modelo seja alterado, será necessária uma transição&quot;, concluiu.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou  que &quot;discussões sobre essas questões mais práticas&quot; não chegaram à associação. 
&quot;Por enquanto, a Anfavea e suas associadas aguardam ansiosamente a definição das alíquotas, inclusive do Imposto Seletivo – o que mais nos preocupa&quot;, acrescentou.
O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), por sua vez, avaliou que a exibição de preços para o consumidor final nas lojas físicas no Brasil continuará sendo com impostos incluídos.
&quot;Destacar e detalhar os impostos diretamente no preço anunciado na gôndola geraria forte confusão e insatisfação, além de entrar em conflito direto com a legislação de proteção ao consumo. O consumidor brasileiro está habituado a saber o valor exato no momento em que pega o produto na prateleira. Alterar esse hábito, apresentando o preço líquido na gôndola, exigiria uma mudança cultural profunda e geraria atritos nos caixas (checkouts), onde eventuais divergências costumam desembocar&quot;, disse.
Guilherme Henrique Martins Santos, conselheiro e diretor de Assuntos Tributários da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom) analisa que não há norma que imponha ao varejo online a adoção do  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Beber, fumar, usar pijama, fazer tarefas domésticas e mais: o que pode dar problema no home office?</title>
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<description><![CDATA[      Álcool, cigarro e home office: quais os limites da postura no trabalho remoto
Nesta semana, um juiz de Minas Gerais apareceu fumando e aparentemente consumindo bebida alcoólica durante uma sessão virtual de julgamento. O episódio resultou no afastamento do magistrado e reacendeu um debate: quais são os limites do que pode ser feito durante o expediente remoto?
Situações que antes pareciam impensáveis passaram a fazer parte da rotina de milhões de pessoas que trabalham de casa. Trabalhar de pijama. Participar de reuniões sem camisa. Responder mensagens do salão de beleza, da academia ou da praia. Fazer uma pausa durante o expediente para colocar roupa na máquina.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Mas quais dessas situações podem representar uma violação das regras de trabalho? Especialistas em recursos humanos e direito explicam até que ponto vai a flexibilidade do trabalho remoto e quais responsabilidades profissionais continuam valendo fora do escritório.
Juiz foi afastado após beber e fumar em sessão virtual
g1
O que muda quando o trabalho é feito de casa?
A resposta dos especialistas é praticamente unânime: do ponto de vista profissional, muito pouco.
Para trabalhadores contratados pela CLT, a residência passa a funcionar como local de trabalho durante o expediente. Por isso, regras de conduta, políticas internas e expectativas da empresa continuam valendo normalmente.
&quot;A pessoa está trabalhando. O fato de estar em casa não muda essa condição. É perfeitamente possível o estabelecimento de regras de comportamento, mesmo para o empregado que está em formato de trabalho remoto&quot;, afirma a advogada trabalhista Gabriela Dell Agnolo de Carvalho.
No caso dos magistrados, há ainda normas específicas ligadas à função pública e ao dever de manter conduta compatível com o cargo, inclusive durante atividades realizadas por videoconferência.
Posso trabalhar de pijama, sem camisa ou em outro ambiente fora de casa?
Do ponto de vista legal, não existe uma regra geral na CLT que proíba trabalhar de pijama, sem camisa ou em outros locais. 
Segundo a consultora de RH e carreiras Karla Lemos, a questão central não está na roupa ou no local escolhido para trabalhar, mas na forma como o profissional desempenha suas atividades.
&quot;O que realmente importa é a entrega. Se a pessoa consegue realizar um trabalho relevante, dentro do prazo e de acordo com o que se espera dela, não há problema na roupa que está usando ou no ambiente em que está trabalhando&quot;, afirma.
Ela ressalta, porém, que situações que afetam a imagem profissional ou prejudicam reuniões, atendimentos e entregas podem gerar avaliações negativas.
&quot;A principal pergunta não é: &#039;Posso trabalhar de pijama?&#039;. A pergunta é: esse comportamento é adequado ao contexto em que a pessoa está naquele momento?&quot;
Quais são os &#039;limites invisíveis&#039; do home office?
Para Karla, o principal risco é confundir flexibilidade com falta de responsabilidade.
Pequenas atividades domésticas durante o expediente, como colocar roupas na máquina ou resolver questões rápidas da rotina, fazem parte da realidade de quem trabalha remotamente e não são, por si só, sinais de falta de comprometimento. O problema surge quando a autonomia passa a afetar a disponibilidade e o desempenho do trabalhador.
&quot;Home office não significa férias com Wi-Fi. A casa é do profissional, mas os compromissos, as entregas e os prazos continuam sendo da empresa.&quot;
Segundo ela, atrasar reuniões, desaparecer durante o expediente, deixar mensagens sem resposta por longos períodos ou participar de encontros sem conhecer a pauta continuam sendo comportamentos vistos de forma negativa, independentemente do local de trabalho.
Home office trabalho remoto
Pexels
Beber álcool e fumar durante o expediente pode gerar punição?
Dependendo das circunstâncias, sim. A advogada Gabriela Dell Agnolo de Carvalho explica que o consumo de álcool durante a jornada pode resultar em medidas disciplinares e, em alguns casos, até justificar uma demissão por justa causa.
A análise leva em consideração fatores como o impacto da conduta sobre o trabalho, as regras internas da empresa e eventuais prejuízos causados.
???? Há uma exceção importante: o Tribunal Superior do Trabalho (TST) possui entendimento de que o alcoolismo pode ser reconhecido como doença, o que exige tratamento jurídico diferente de uma simples infração disciplinar.
O cigarro costuma receber tratamento diferente. Embora possa contrariar normas internas da empresa ou ser considerado inadequado em determinadas situações profissionais, fumar durante uma videoconferência normalmente resulta em medidas mais brandas, como advertências.
Isso ocorre porque o álcool pode comprometer diretamente a capacidade de trabalho, enquanto fumar geralmente é analisado como eventual descumprimento de regras corporativas.
Empresa pode criar próprias regras? 
Especialistas explicam que as empresas possuem autonomia para estabelecer políticas internas de conduta aplicáveis também aos tra ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Abandono de animais com carro pode virar infração gravíssima e levar à perda da CNH por 18 meses</title>
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<description><![CDATA[      Câmera de segurança flagrou abandono de cachorro em São Leopoldo (RS)
Reprodução/Câmera de segurança
Foi aprovado na Câmara dos Deputados o projeto de lei que endurece as punições para quem usar veículo para abandonar animais. A proposta agora segue para o Senado para ser votada.
O texto prevê multa, suspensão do direito de dirigir e cassação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em caso de reincidência.
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O projeto reúne propostas que tramitavam em conjunto na Câmara e estabelece também punições para o abandono de animais com embarcações.
O parecer do relator, deputado Fred Costa (PRD-MG), recomenda a aprovação da matéria na forma de um substitutivo. Ou seja, altera o texto original e junta outras propostas.
Agora no g1
O que prevê o projeto
A proposta cria uma nova infração gravíssima no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para quem utilizar veículo para abandonar ou ajudar no abandono de um animal em via.
A punição básica é multa equivalente a 10 vezes o valor previsto para a infração e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Quando o animal abandonado for cão ou gato, a suspensão sobe para 18 meses.
O texto também prevê regras específicas para abandono de animais com embarcações em rios, lagos, baías, represas e outras águas interiores. Nesse caso, a punição inclui multa e suspensão do certificado de habilitação por 12 meses. Para cães e gatos, o período também sobe para 18 meses.
Veja as punições previstas
Abandono com veículo: infração gravíssima.
Multa: 10 vezes o valor da multa correspondente à infração.
Suspensão da habilitação: 12 meses.
Se for cão ou gato: suspensão por 18 meses.
Se o abandono provocar morte, atropelamento ou lesão: a multa é aplicada em dobro.
Reincidência em até 24 meses: cassação da CNH.
Abandono com embarcação: multa e suspensão do certificado de habilitação por 12 meses.
Cão ou gato abandonado por embarcação: suspensão por 18 meses.
Morte, afogamento ou lesão em abandono por embarcação: multa em dobro.
Reincidência em até 24 meses com embarcação: cancelamento do certificado de habilitação.
O que diz o relator
No parecer, Fred Costa afirma que o abandono de animais deve ser tratado como uma conduta de maior gravidade.
“Todos [os projetos apensados ao texto final] partem de uma premissa correta: o abandono não pode ser tratado como conduta de baixa gravidade ou de mera irregularidade administrativa”, diz o deputado no voto.
Segundo o relator, o uso de veículos agrava a situação porque pode levar o animal para locais onde fica mais difícil seu retorno, resgate ou identificação do responsável. O parecer cita ainda riscos como atropelamento, fome, sede, doenças e ataques de outros animais.
Em outro trecho, Costa defende que a prática não seja tratada apenas como uma irregularidade administrativa.
“O abandono não pode ser tratado como conduta de baixa gravidade ou de mera irregularidade administrativa.” ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 05:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preços com ou sem imposto: reforma tributária deixou dúvida sobre como anunciar valor de produtos</title>
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<description><![CDATA[      Empresas se adaptam às mudanças previstas na reforma tributária
A reforma tributária sobre o consumo, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou uma incerteza sobre como o preço dos produtos e serviços será informado ao consumidor: com ou sem imposto. 
???? A reforma brasileira não trata do formato de divulgação de preços. E, apesar de leis anteriores vigentes tratarem da eiquetagem dos produtos, não há clareza sobre qual dos modelos será adotado. 
Nos Estados Unidos, os preços ao consumidor costumam ser exibidos sem o chamado imposto sobre o consumo, que é acrescido no caixa e varia conforme a jurisdição local. Já os países da União Europeia geralmente já incluem o tributo nos preços ao comprador final.
Um decreto que detalha as regras de oferta de afixação de preços determina que o preço &quot;deverá ser informado discriminando-se o total à vista&quot;.
O decreto prevê que as informações tenham: 
Legibilidade: que a informação que seja visível e indelével. 
Ostensividade: que a informação que seja de fácil percepção, dispensando qualquer esforço na sua assimilação; e
Precisão: que a informação que seja exata, definida e que esteja física ou visualmente ligada ao produto a que se refere, sem nenhum embaraço físico ou visual interposto;
Clareza: que a informação possa ser entendida de imediato e com facilidade pelo consumidor, sem abreviaturas que dificultem a sua compreensão, e sem a necessidade de qualquer interpretação ou cálculo;
Correção: a informação deve ser verdadeira sem induzir o consumidor ao erro;
➡️ O sistema atual brasileiro impede a identificação exata de quanto é pago em tributos, pelo fato de impostos serem cobrados sobre impostos (saiba mais aqui). Por isso, a nota fiscal traz uma estimativa aproximada. 
Entretanto, essa imprecisão acabará com a reforma tributária, tornando possível informar exatamente quanto incide de tributos. 
Eletrodomésticos a venda em loja de Porto Alegre
Reprodução/RBS TV
O que dizem as empresas e o governo
A ausência de uma regra clara na reforma tributária, apesar da existência de leis sobre a divulgação de preços, está gerando incerteza entre os setores da economia. 
A Secretaria da Receita Federal informou que &quot;questões relacionadas à divulgação de preços e à proteção dos direitos do consumidor não integram o escopo de atuação da administração tributária e que, deste modo, não cabe à instituição manifestar-se sobre o tema&quot;.
O Comitê Gestor do IBS, responsável pela gestão do tributo dos estados e municípios, afirmou que não cabe a ele &quot;definir a estratégia empresarial e de precificação de cada empresa&quot;. 
&quot;Isso está no âmbito da livre concorrência, cabendo a cada agente econômico definir a sua politica como entender melhor para o seu negócio, considerando o perfil dos seus clientes e do seu mercado específico&quot;, afirmou.
O g1 também contactou a Secretaria Nacional do Consumidor Senacon do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas não obteve resposta até a última atualização dessa reportagem.
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) disse que ainda não há definição sobre o formato de exibição dos preços nas gôndolas dos supermercados a partir da vigência da reforma tributária. 
&quot;A definição, porém, envolve aspectos regulatórios e de direito do consumidor que precisam ser avaliados. O Código de Defesa do Consumidor permanece vigente independentemente da reforma tributária e deve ser considerado em qualquer análise&quot;, informou.
A associação disse que &quot;também é necessário considerar o aspecto cultural&quot;. 
&quot;O consumidor brasileiro está habituado a encontrar nas gôndolas o preço cheio, que corresponde ao valor pago no caixa. Caso esse modelo seja alterado, será necessária uma transição&quot;, concluiu.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou  que &quot;discussões sobre essas questões mais práticas&quot; não chegaram à associação. 
&quot;Por enquanto, a Anfavea e suas associadas aguardam ansiosamente a definição das alíquotas, inclusive do Imposto Seletivo – o que mais nos preocupa&quot;, acrescentou.
O Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), por sua vez, avaliou que a exibição de preços para o consumidor final nas lojas físicas no Brasil continuará sendo com impostos incluídos.
&quot;Destacar e detalhar os impostos diretamente no preço anunciado na gôndola geraria forte confusão e insatisfação, além de entrar em conflito direto com a legislação de proteção ao consumo. O consumidor brasileiro está habituado a saber o valor exato no momento em que pega o produto na prateleira. Alterar esse hábito, apresentando o preço líquido na gôndola, exigiria uma mudança cultural profunda e geraria atritos nos caixas (checkouts), onde eventuais divergências costumam desembocar&quot;, disse.
Guilherme Henrique Martins Santos, conselheiro e diretor de Assuntos Tributários da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom) analisa que não há norma que imponha ao varejo online a adoção do  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 05:00:06 -0300</pubDate>
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<title>Abono salarial PIS/Pasep 2026 paga último lote neste sábado; veja quem recebe</title>
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<description><![CDATA[      Abono salarial PIS/Pasep 2026: veja datas de pagamento e novas regras
O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá o último lote liberado neste sábado (15). Nesta etapa, o benefício será pago aos trabalhadores nascidos em novembro e dezembro.
Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.
➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.
Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93. 
O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br. 
Veja abaixo todas as datas de pagamento em 2026:

Abono salarial 2026
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.
A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.
O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.
Veja as regras, perguntas e respostas nesta reportagem:
Abono salarial PIS/Pasep 2026: veja regras e o calendário completo
O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. 
Marcello Casal Jr. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Queda da fila do INSS acelera nos últimos meses; benefícios negados sobem e chegam a quase 1 milhão em junho</title>
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<description><![CDATA[      Mutirão do INSS em Rio Branco 
Lucas Thadeu/Rede Amazônica
A chamada fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vem recuando sistematicamente neste ano após determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de zerá-la ainda em 2026, mas os indeferimentos de pedidos também avançam com rapidez.
Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses. No ano, a redução da fila foi de 74%.
➡️O número de benefícios negados também mostra forte elevação. Em junho, os indeferimentos se aproximaram da marca de 1 milhão.
➡️No acumulado do ano, o volume de benefícios rejeitados cresceu 70% na comparação com o mesmo período do ano passado. 
Entre os requerimentos mais rejeitados estão os relativos a benefícios de incapacidade, que incluem o antigo auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), auxílio-acidente e aposentadoria por incapacidade permanente. 
&quot;É importante ressaltar que os indeferimentos fazem parte do processo de análise de requerimentos de benefícios. O indeferimento é a medida correta quando não são cumpridos os requisitos necessários ou o segurado não atendeu às exigências – como prazos ou apresentação de documentos&quot;, informou o Ministério da Previdência.
Matemática que &#039;não fecha&#039;
Para Jane Berwanger, diretora do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), o declínio da fila acompanhada de alta dos indeferimentos é uma &quot;matemática que não fecha&quot;. Na avaliação da especialista, a estratégia pode apenas transferir a demanda para outra etapa do processo.
&quot;É adiar o problema porque esses processos, em grande parte, vão voltar&quot;, afirma Jane, adicionando que os pedidos negados podem resultar em novos requerimentos, recursos administrativos ou ações judiciais, contribuindo para o aumento da judicialização de questões previdenciárias.
&quot;Tanto se fala do alto índice de judicialização no Brasil, principalmente em matéria previdenciária, e aqui nós temos um exemplo disso. Muitas pessoas que, se o processo fosse melhor analisado, poderiam ter o seu caso resolvido, vão ter que ir para a Justiça para ter o direito&quot;, diz.
A diretora também apontou dificuldades enfrentadas pelos segurados para comprovar o direito ao benefício, especialmente nos casos que dependem da demonstração de incapacidade para o trabalho.
Entre os fatores que podem contribuir para os indeferimentos, ela cita a falta de documentação médica e problemas na análise realizada durante a perícia. Segundo a especialista, a dificuldade de reunir documentos que comprovem a incapacidade, somada a uma avaliação considerada insuficiente, pode prejudicar o segurado no processo de concessão do benefício.
Fachada do edifício-sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Brasília (DF)
Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Bônus para servidores e limitação de requerimentos
De acordo com o especialista em Previdência Social, Leonardo Rolim, que foi secretário de Previdência Social e presidente do INSS entre 2019 e 2022, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, porém, os dados oficiais disponíveis não indicam, em um primeiro momento, que haja algo errado no forte aumento de indeferimentos neste ano.
Segundo ele, a principal medida adotada pelo governo para reduzir da fila do INSS neste ano tem sido o bônus para peritos e servidores do INSS, o que, em sua visão, é um expediente já utilizado anteriormente e que costuma apresentar resultados efetivos. Rolim observou que, por conta disso, a fila de perícias despencou nos últimos meses.
Perícia médica é etapa obrigatória para concessão e continuidade de alguns benefícios do INSS.
Fabiane de Paula/SVM
&quot;O mais importante é olhar o percentual de rejeições. Se aumenta o número de análises, é normal aumentar rejeições. Em junho, foi 54,2%. Em 2019 e em 2022 [quando também foi pago bônus aos servidores], o índice de rejeição foi de 44,7% e de 49,5%. É mais alto [neste ano], mas não é absurdamente mais alto&quot;, avaliou Leonardo Rolim.
Outra mudança foi a que impede que o segurado apresente um novo requerimento enquanto houver um processo em curso referente ao mesmo tipo de benefício. Na prática, um novo pedido só pode ser apresentado após 30 dias da primeira decisão. Isso ocorre porque o processo é considerado pendente durante o prazo para apresentação de recurso administrativo.
Para Bernardo Schettini, consultor legislativo do Senado Federal, a alteração normativa é válida diante do que ele classifica como um &quot;flagrante excesso de demanda pelos serviços do INSS&quot;. 
Para ele, a apresentação de múltiplos requerimentos para o mesmo benefício gera uma externalidade negativa para os demais segurados, pois reduz a capacidade do órgão analisar novos pedidos.
O especialista, porém, pondera que a medida também impõe custos aos segurados. Muitas vezes, afirma, novos requerimentos são apresentados para corrigir falhas documentais, complementar i ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Bloqueio de ligações indesejadas: Anatel autoriza anti&#45;spam e estuda levar sistema a todos os clientes</title>
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<description><![CDATA[      Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
O sistema da Vivo contra ligações indesejadas que foi alvo de reclamações da TIM foi autorizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que avalia adotar bloqueios parecidos nas demais redes de telefonia. (veja mais ao final) 
O chamado &quot;Vivo Anti-spam&quot; é tema de processos administrativos da Anatel desde o início de junho. A alegação de ao menos sete empresas, incluindo a TIM, é de que o serviço impede ligações legítimas e cria barreiras artificiais para concorrentes da Vivo.
Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Mas, na última quinta-feira (13), a Anatel concluiu que não há elementos suficientes para considerar o Vivo Anti-spam uma violação de regras do setor e determinou que a empresa pode continuar usando sua ferramenta.
A agência esclareceu que a medida não dá às operadoras liberdade irrestrita para bloquear chamadas. E disse que sistemas contra ligações indesejadas deve considerar fatores como proporcionalidade, transparência e igualdade no tratamento entre empresas.
Ligações automáticas indesejadas, chamadas de &quot;robocalls&quot;
Fantástico
Por que recebemos tantas ligações indesejadas? E como evitar esse tipo de chamada?
Um dos pontos questionados pela TIM foi a decisão da concorrente de ativar o anti-spam por padrão para todos os clientes – a ferramenta tinha sido lançada em novembro de 2024, mas só passou a ser ativada automaticamente em maio de 2026.
A Vivo disse que a taxa de cancelamento do serviço por usuários é de apenas 0,007%, o que reforçaria sua aceitação pelo público.
A Anatel concluiu que a ativação automática reduz a exposição de consumidores &quot;hipervulneráveis&quot; e com baixo letramento digital a golpes. Na avaliação da agência, eles teriam mais dificuldades para usar a ferramenta se tivessem que habilitá-la por conta própria.
Mas o órgão determinou que a página sobre o anti-spam no site da Vivo deve ter &quot;informações claras, ostensivas e de fácil compreensão sobre seu funcionamento, incluindo os critérios e parâmetros utilizados para definir o tráfego sujeito à filtragem&quot;.
Entenda a disputa entre operadoras
Além da TIM, outras empresas que questionaram o sistema relataram à Anatel casos de bloqueio de ligações consideradas legítimas, como aquelas feitas por serviços públicos de saúde, segurança e educação.
As operadoras também questionaram a falta de clareza sobre como o sistema define quais ligações seriam bloqueadas. Em alguns casos, os números foram liberados após contato com a Vivo.
A principal questão na disputa entre as empresas é o critério usado para bloquear as ligações, explicou Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, ao g1 no início de agosto.
&quot;O anti-spam do telefone funciona como o do e-mail: de vez em quando, caem coisas que não deveriam ter caído. Não existe um anti-spam perfeito que vai bloquear só o que deve&quot;, afirmou.
&quot;A Vivo não pode bloquear as chamadas legítimas. A Anatel vai ter que estabelecer algum mecanismo para evitar que isso aconteça&quot;, continuou.
Anatel avalia ampliar bloqueios contra spam
Ainda em sua decisão, a Anatel recomendou que outros departamentos da agência avaliem a possível adoção de critérios de bloqueio de ligações indesejadas do Vivo Anti-spam pelas demais redes de telefonia.
Na avaliação da agência, o alto número de chamadas sem identificação e sem interação efetiva, como as ligações mudas, &quot;configura prática abusiva, que deteriora a comunicação e promove crise de confiabilidade entre os usuários&quot;.
O objetivo com a recomendação é estimular a criação de padrões para barrar robôs no recebimento de chamadas, protegendo usuários que não saberiam configurar bloqueios manualmente.
Isso significa que o modelo da Vivo deixaria de ser uma iniciativa isolada para se tornar um padrão para todas as operadoras.
O órgão afirmou ainda que a padronização no setor ajudaria a garantir igualdade de condições entre as empresas, evitando que regras de filtragem fiquem restritas a apenas uma operadora.
Empresas afirmaram que sistema anti-spam da Vivo impediu ligações legítimas
Priscilla Du Preez/Unsplash ]]></description>
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<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Bloqueio, ligações, indesejadas:, Anatel, autoriza, anti-spam, estuda, levar, sistema, todos, clientes</media:keywords>
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<title>ONG brasileira denuncia à ANPD contas do Telegram com indícios de abuso sexual infantil</title>
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<description><![CDATA[      Logo do Telegram.
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Arquivo
A SaferNet, ONG que atua na defesa dos direitos humanos na internet, anunciou nesta sexta-feira (14) que protocolou na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) um levantamento com cerca de 1.093 contas do Telegram que apresentam indícios de material de abuso sexual infantil.
A denúncia faz parte de um levantamento realizado pela ONG entre 2017 e 2026, a partir de denúncias recebidas pela plataforma www.denuncie.org.br. 
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Ao todo, a SaferNet afirma ter enviado à ANPD 14.969 links do Telegram com conteúdos sobre drogas, armas, golpes, automutilação, entre outros temas. 
Segundo a SaferNet, dos quase 15 mil links levantados no período de 2017 a 2026, 8.160 já estavam inexistentes ou haviam sido removidos, e 4.851 eram convites revogados. Os mais 1 mil com material de abuso sexual infantil seguem no ar, segundo eles. 
O g1 procurou o Telegram para comentar o levantamento e aguarda retorno.
Agora no g1
Conteúdo de abuso sexual infantil no Telegram
Não é de hoje que o Telegram vem sendo usado como reduto de conteúdo de abuso sexual infantil, ponderou a ONG. Em 2024, a SaferNet denunciou que mais de 1 milhão de usuários da plataforma estavam em grupos que vendiam material do tipo.
Dos 1.093 endereços ativos que apresentam indícios de material de violência sexual contra crianças ou adolescentes, 518 são perfis de usuários e robôs, 256 são convites ativos, 192 são canais e 127 são grupos, de acordo com a ONG.
&quot;O Telegram não é apenas uma plataforma onde o abuso acontece, mas uma infraestrutura que, por sua arquitetura técnica, seu modelo de monetização e sua postura de moderação, estrutura e viabiliza a produção, a distribuição e a comercialização de material de violência sexual contra crianças e adolescentes em escala industrial&quot;, afirma Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil.
Segundo a SaferNet, o número de denúncias apresentou crescimento acentuado a partir de 2022 e atingiu o maior patamar da série histórica em julho de 2026, indicando que o fenômeno observado desde 2024 continua e se agrava.
Pena mais dura 
O presidente Lula sancionou no início deste mês uma lei que amplia a punição para crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes cometidos no ambiente digital, inclusive com uso de inteligência artificial.
O projeto é de autoria do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) e foi aprovado pelo Senado em 7 de julho. Desde o mês passado aguardava a sanção do presidente da república.
A produção, posse ou distribuição de material de abuso sexual infantil tem aumentado ano a ano no Brasil. De acordo com o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram 4.063 registros em 2025, um aumento de 23% em relação ao ano anterior, quando foram 3.280 casos.
Entre as principais mudanças previstas na nova lei, estão os aumentos de pena de alguns crimes praticados contra crianças e adolescentes, incluindo:
aumento da pena do crime de aliciamento de menores de 14 anos quando o agente usa inteligência artificial, deepfake ou perfil falso para se passar por outra pessoa;
possibilidade de aumento de pena para quem usar recursos de mascaramento de IP (protocolo de internet) ou outros identificadores digitais para dificultar a identificação em crimes contra crianças e adolescentes;
inclusão dos principais crimes de violência sexual infantil no rol de crimes hediondos e criação de nova hipótese de prisão preventiva para esses casos.
Discord: o que é a rede social que terá lives suspensas no Brasil após decisão da ANPD
Sistemas de câmeras usam inteligência artificial e prometem se antecipar a crimes ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 23:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>ONG, brasileira, denuncia, ANPD, contas, Telegram, com, indícios, abuso, sexual, infantil</media:keywords>
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<title>VÍDEO mostra sonda da Petrobras em área com sinais de petróleo e gás na Foz do Amazonas</title>
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<description><![CDATA[      Petrobras descobre pela 1ª vez sinais de petróleo ou gás natural na Foz do Amazonas
Um vídeo divulgado nesta sexta-feira (14) mostra uma sonda da Petrobras após a empresa informar ter encontrado hidrocarbonetos em um poço exploratório na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A descoberta indica a presença de petróleo ou gás natural na região.
O poço, chamado Morpho, fica a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e foi perfurado em águas profundas, em um ponto onde o mar tem 2.886 metros de profundidade.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo a estatal, a presença de hidrocarbonetos foi identificada por meio de análises realizadas durante a perfuração, incluindo perfis elétricos e amostras de rochas retiradas do subsolo. Esses métodos permitem detectar sinais de petróleo e gás nas formações geológicas.
&quot;As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas&quot;, diz a empresa, em nota.
Lucro da Petrobras quase dobra no 2º trimestre
O que falta descobrir?
A identificação de hidrocarbonetos é apenas a primeira etapa da exploração de uma área.
Agora, a Petrobras continuará a perfuração e os estudos para responder a duas perguntas principais: quanto petróleo ou gás existe no local e se a quantidade é suficiente para justificar a produção.
O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) afirmou em nota que a &quot;descoberta é significativa não apenas pela identificação da presença de petróleo, mas por indicar a possibilidade de exploração e produção em uma nova fronteira no extremo norte do país&quot;.
Além disso, o IBP avalia que a descoberta reforça a &quot;segurança energética nacional no médio e longo prazo&quot;.
Margem Equatorial onde está localizada a Bacia Foz do Amazonas
Petrobras/divulgação
O que disse a Petrobras
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a descoberta reforça o potencial da Margem Equatorial brasileira.
“Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país”, disse.
A Petrobras é a única empresa responsável pelo bloco FZA-M-59, onde o poço foi perfurado. A área foi adquirida pela estatal em um leilão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado em 2013.
Presidente da Petrobras, Magda Chambriard na refinaria da Petrobras Gabriel Passos (REGAP)
Washington Alves/Reuters
Petrobras prevê 15 novos poços na Margem Equatorial até 2030
A descoberta de hidrocarbonetos no poço Morpho é apenas uma etapa de uma campanha maior de exploração da Petrobras na Margem Equatorial. A companhia prevê perfurar 15 novos poços na região até 2030, como parte de seu Plano de Negócios 2026-2030.
Segundo a Petrobras, o plano prevê US$ 2,5 bilhões (R$ 13 bilhões) em investimentos nesse local nos próximos cinco anos. A região é considerada pela companhia uma nova fronteira de exploração de petróleo e gás e se estende pelo litoral entre o Amapá e o Rio Grande do Norte. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras descobre pela 1ª vez sinais de petróleo ou gás natural na Foz do Amazonas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petrobras-descobre-pela-1a-vez-sinais-de-petroleo-ou-gas-natural-na-foz-do-amazonas</link>
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<description><![CDATA[      Petrobras
Foto Divulgação
A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (14) que encontrou hidrocarbonetos em um poço exploratório na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A descoberta indica a presença de petróleo ou gás natural na região.
O poço, chamado Morpho, fica a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e foi perfurado em águas profundas, em um ponto onde o mar tem 2.886 metros de profundidade.
Segundo a estatal, a presença de hidrocarbonetos foi identificada por meio de análises realizadas durante a perfuração, incluindo perfis elétricos e amostras de rochas retiradas do subsolo. Esses métodos permitem detectar sinais de petróleo e gás nas formações geológicas.
&quot;As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas&quot;, diz a empresa, em nota.
Lucro da Petrobras quase dobra no 2º trimestre
O que falta descobrir?
A identificação de hidrocarbonetos é apenas a primeira etapa da exploração de uma área.
Agora, a Petrobras continuará a perfuração e os estudos para responder a duas perguntas principais: quanto petróleo ou gás existe no local e se a quantidade é suficiente para justificar a produção.
O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) afirmou em nota que a &quot;descoberta é significativa não apenas pela identificação da presença de petróleo, mas por indicar a possibilidade de exploração e produção em uma nova fronteira no extremo norte do país&quot;.
Além disso, o IBP avalia que a descoberta reforça a &quot;segurança energética nacional no médio e longo prazo&quot;.
Margem Equatorial onde está localizada a Bacia Foz do Amazonas
Petrobras/divulgação
O que disse a Petrobras
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a descoberta reforça o potencial da Margem Equatorial brasileira.
“Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país”, disse.
A Petrobras é a única empresa responsável pelo bloco FZA-M-59, onde o poço foi perfurado. A área foi adquirida pela estatal em um leilão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado em 2013.
Presidente da Petrobras, Magda Chambriard na refinaria da Petrobras Gabriel Passos (REGAP)
Washington Alves/Reuters ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar vai a R$ 5,21 e Ibovespa tem 9ª queda seguida à espera de pesquisa eleitoral</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-vai-a-r-521-e-ibovespa-tem-9a-queda-seguida-a-espera-de-pesquisa-eleitoral</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,52% nesta sexta-feira (14), a R$ 5,2194, após chegar a R$ 5,2489 na máxima do pregão. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,10%, aos 166.934 pontos, e registrou a nona queda consecutiva.
No início da semana, o banco JPMorgan reduziu sua recomendação para os investimentos no Brasil de “compra” para “neutra”, citando, entre outros fatores, as incertezas eleitorais. A cautela ganha peso com a divulgação de uma nova pesquisa Genial/Quaest prevista para hoje.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ As sondagens anteriores apontam liderança de Lula, cenário que mantém entre investidores a preocupação com os rumos das contas públicas. Com a aproximação das eleições, a expectativa é de que os planos dos candidatos para os gastos do governo e para a condução da economia ganhem cada vez mais espaço nas decisões de investimento.
Esse ambiente de cautela ocorre enquanto investidores estrangeiros retiram recursos da bolsa brasileira, pressionando os preços dos ativos.
▶️ Além disso, o governo brasileiro deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos, em resposta às tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil. A medida, que ainda está em processo de análise, permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
▶️Na agenda de indicadores, o destaque ficou com a Pnad Contínua Trimestral. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre deste ano. A taxa de desocupação ficou em 5,4% no período. Já nos EUA, as vendas no varejo tiveram uma queda inesperada em julho.
▶️ No Oriente Médio, a escalada das tensões continua a pressionar os mercados. Nesta sexta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra na região.
Em meio às tensões, os preços do petróleo subiram no mercado internacional. O barril do Brent, referência internacional, teve alta de 1,49%, cotado a US$ 88,37, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subiu 1,28%, a US$ 82,29.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA endurecem postura em relação ao Irã
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra no Oriente Médio.
A nova escalada verbal acontece enquanto a guerra, desencadeada no fim de fevereiro com a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o regime iraniano, está perto de completar seis meses sem perspectiva de ser finalizada. A fala também marca uma mudança de tom, já que no início de agosto o governo Trump falava em um acordo iminente para reabrir o Estreito de Ormuz.
&quot;Será uma combinação de isolamento econômico como o mundo nunca viu&quot;, disse Bessent na quinta-feira ao canal de televisão conservador Newsmax, sem revelar mais detalhes. Ele acrescentou que &quot;o contínuo bloqueio no Estreito de Ormuz impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos&quot;.
O Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra, continua sendo o principal ponto de divergência. Na prática, a passagem está fechada pelo Irã. Teerã exige que os navios recebam uma autorização para utilizar a via e pretende impor, a longo prazo, taxas de serviço, algo que Washington rejeita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Agora, com uma mudança de abordagem, as armas nucleares, o principal motivo que Trump apresentou para iniciar a guerra ao lado de Israel, parecem ter ficado em segundo plano.
&quot;O objetivo número um: manter o petróleo e o gás baratos para os americanos em todo o nosso país&quot;, disse na quinta-feira o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao canal Fox News. &quot;E depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear&quot;, acrescentou.
Bessent, por sua vez, apresentou na quinta-feira a estratégia contra Teerã como a combinação de duas medidas: asfixia financeira e bloqueio físico, citando como comparação Cuba e Venezuela.
&quot;A Venezuela entrou em colapso imediatamente quando impusemos o bloqueio&quot;, afirmou.
No início da semana, Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente. Agora, seu governo, com a diplomacia paralisada, parece acreditar que o sofrimento econômico levará o Irã a ceder.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três pr ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Golpe usa concurso da Transpetro para cobrar inscrição e roubar dados de candidatos</title>
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<description><![CDATA[      Petrobras
Foto Divulgação
Candidatos e participantes do concurso público da Transpetro devem estar atentos para a existência de sites falsos. Eles estão usando indevidamente o nome, a marca e elementos visuais da instituição com o objetivo de obter dados pessoais e realizar cobrança de inscrição.
As páginas fraudulentas podem apresentar aparência semelhante à dos canais oficiais, incluindo logotipo, cores, imagens e estrutura visual, dificultando sua identificação. Segundo a Fundação Cesgranrio, a principal forma de verificar a autenticidade de uma página é conferir atentamente o endereço eletrônico acessado.
Como verificar se o site é seguro
Antes de informar dados pessoais, realizar qualquer pagamento ou efetuar uma inscrição, a Fundação recomenda que o candidato:
Confira cuidadosamente o endereço eletrônico exibido no navegador;
Verifique se a página utiliza HTTPS (um recurso que criptografa a conexão, deixando-a segura);
Observe o ícone de cadeado de segurança exibido pelo navegador;
Clique no cadeado e confira as informações do certificado de segurança, verificando se ele corresponde ao domínio oficial;
Evite acessar páginas de inscrição por meio de links recebidos por WhatsApp, SMS, e-mail ou anúncios patrocinados.
Em caso de dúvida sobre a autenticidade de uma página, a orientação é não fornecer dados pessoais, não informar senhas e não realizar pagamentos até que a legitimidade do site seja confirmada pelos canais oficiais da instituição.
Transpetro abre processo seletivo com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil
Como fucniona o processo seletivo da Transpetro? 
A Transpetro, empresa de transporte da Petrobras, publicou nesta quarta-feira (12), no Diário Oficial da União (DOU), os editais de seu novo concurso público.
Ao todo, são oferecidas 281 vagas imediatas, além de 3.890 para cadastro de reserva, totalizando 4.171 oportunidades, distribuídas entre 61 cargos e ênfases dos quadros de terra e mar.
Transpetro publica editais de concurso com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil; veja como participar
As oportunidades contemplam profissionais de níveis médio, técnico e superior, com remunerações mínimas garantidas que variam de R$ 5.464 a R$ 15.034,81, além de benefícios como previdência complementar, benefício educacional e plano de saúde.
Ao todo, foram publicados quatro editais. Para o quadro de terra, há um processo seletivo para cargos de nível médio/técnico e outro para nível superior. Já para o quadro de mar, um edital é destinado a oficiais e outro a suboficiais e guarnição.
Os candidatos às oportunidades do quadro de mar passarão por provas objetivas, exame de aptidão física e, quando aplicável, procedimentos de confirmação das condições declaradas para concorrer às vagas reservadas.
Para os cargos do quadro de terra, não haverá exame de aptidão física. A seleção será feita por meio de provas objetivas e, para os candidatos que concorrerem às vagas reservadas, por uma etapa de confirmação das condições declaradas. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Golpe, usa, concurso, Transpetro, para, cobrar, inscrição, roubar, dados, candidatos</media:keywords>
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<title>Golpes usam concurso da Transpetro: sites falsos cobram inscrição e roubam dados de candidatos</title>
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Foto Divulgação
Candidatos e participantes do concurso público da Transpetro devem estar atentos para a existência de sites falsos. Eles estão usando indevidamente o nome, a marca e elementos visuais da instituição com o objetivo de obter dados pessoais e realizar cobrança de inscrição.
As páginas fraudulentas podem apresentar aparência semelhante à dos canais oficiais, incluindo logotipo, cores, imagens e estrutura visual, dificultando sua identificação. Segundo a Fundação Cesgranrio, a principal forma de verificar a autenticidade de uma página é conferir atentamente o endereço eletrônico acessado.
Como verificar se o site é seguro
Antes de informar dados pessoais, realizar qualquer pagamento ou efetuar uma inscrição, a Fundação recomenda que o candidato:
Confira cuidadosamente o endereço eletrônico exibido no navegador;
Verifique se a página utiliza HTTPS (um recurso que criptografa a conexão, deixando-a segura);
Observe o ícone de cadeado de segurança exibido pelo navegador;
Clique no cadeado e confira as informações do certificado de segurança, verificando se ele corresponde ao domínio oficial;
Evite acessar páginas de inscrição por meio de links recebidos por WhatsApp, SMS, e-mail ou anúncios patrocinados.
Em caso de dúvida sobre a autenticidade de uma página, a orientação é não fornecer dados pessoais, não informar senhas e não realizar pagamentos até que a legitimidade do site seja confirmada pelos canais oficiais da instituição.
Transpetro abre processo seletivo com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil
Como fucniona o processo seletivo da Transpetro? 
A Transpetro, empresa de transporte da Petrobras, publicou nesta quarta-feira (12), no Diário Oficial da União (DOU), os editais de seu novo concurso público.
Ao todo, são oferecidas 281 vagas imediatas, além de 3.890 para cadastro de reserva, totalizando 4.171 oportunidades, distribuídas entre 61 cargos e ênfases dos quadros de terra e mar.
Transpetro publica editais de concurso com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil; veja como participar
As oportunidades contemplam profissionais de níveis médio, técnico e superior, com remunerações mínimas garantidas que variam de R$ 5.464 a R$ 15.034,81, além de benefícios como previdência complementar, benefício educacional e plano de saúde.
Ao todo, foram publicados quatro editais. Para o quadro de terra, há um processo seletivo para cargos de nível médio/técnico e outro para nível superior. Já para o quadro de mar, um edital é destinado a oficiais e outro a suboficiais e guarnição.
Os candidatos às oportunidades do quadro de mar passarão por provas objetivas, exame de aptidão física e, quando aplicável, procedimentos de confirmação das condições declaradas para concorrer às vagas reservadas.
Para os cargos do quadro de terra, não haverá exame de aptidão física. A seleção será feita por meio de provas objetivas e, para os candidatos que concorrerem às vagas reservadas, por uma etapa de confirmação das condições declaradas. ]]></description>
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<title>Bilionário brasileiro Eduardo Saverin se junta a Jeff Bezos, da Amazon, e compra 30% do Liverpool da Inglaterra</title>
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<description><![CDATA[      Torcidas do Liverpool e do United aplaudem CR7 durante clássico
O bilionário brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, se juntou ao fundador da Amazon, Jeff Bezos, em um consórcio que comprou cerca de 30% do Liverpool, um dos clubes mais tradicionais do futebol inglês. 
???? A participação foi adquirida pela 1892 Holdings, consórcio liderado pelo empresário Amit Bhatia e formado por investidores como os fundos da família Mittal, a K5 Sports, que tem Jeff Bezos como principal investidor, e a EE Capital, escritório de investimentos de Eduardo e Elaine Saverin.
A Fenway Sports Group (FSG), atual proprietária do Liverpool, continuará com a maioria das ações e o controle operacional do clube. 
???? Saverin é atualmente o brasileiro mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 33 bilhões (cerca de R$ 173 bilhões). Ele ocupa a 66ª posição no ranking dos mais ricos do mundo em 2026.
Ex-CEO da Disney e empresário compram Los Angeles Lakers por US$ 12,5 bilhões
A entrada do novo grupo ainda está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores.
Segundo informou a agência Reuters, o valor da operação supera US$ 2 bilhões (R$ 10,4 bilhões) e coloca a avaliação do clube acima de US$ 6,76 bilhões (R$ 35,2 bilhões).
Eduardo Saverin, cofundador do Facebook
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
Como parte do acordo, Amit Bhatia será vice-presidente do Liverpool e integrará o conselho ampliado do clube. Elaine Saverin e Bryan Baum, da K5 Sports, também terão assentos no conselho. Bezos, por sua vez, não terá uma cadeira no órgão.
O investimento marca a primeira entrada direta de Bezos em um clube de futebol. 
A participação também amplia a presença de Saverin no mercado esportivo, enquanto a FSG mantém o comando do Liverpool e afirma que a operação representa uma parceria estratégica de longo prazo.
A FSG comprou o Liverpool em 2010 por 300 milhões de libras (cerca de R$ 2,12 bilhões). Desde então, o clube conquistou a Liga dos Campeões em 2019 e títulos da Premier League em 2020 e 2025. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 17:00:42 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>FIEMG e Amcham alertam contra retaliação aos EUA e defendem negociação para evitar alta de custos</title>
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<description><![CDATA[      Brasil abre processo de reciprocidade contra tarifaço dos EUA
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou nesta sexta-feira (14) que uma escalada de retaliações comerciais entre Brasil e Estados Unidos pode aumentar os custos de produção, afetar investimentos e pressionar empregos no país.
A entidade se manifestou após o novo acionamento da Lei da Reciprocidade Econômica pelo governo brasileiro, em resposta às medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos.
 ???? A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais &quot;injustas&quot;, o Brasil usa a Lei de Reciprocidade para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
Para a federação, o Brasil deve defender seus interesses, mas evitar uma escalada da disputa comercial.
Além disso, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), reitera seu entendimento de que &quot;o caminho prioritário deve ser a intensificação do diálogo de alto nível e das negociações entre os dois governos, com o objetivo de reduzir as sobretaxas atualmente em vigor, evitar novas restrições e construir um entendimento que preserve e amplie o comércio e os investimentos bilaterais&quot;. 
Segundo a Câmara, essa posição reflete a visão predominante do setor empresarial. 
&quot;Em pesquisa recente, 90,5% das empresas defenderam a intensificação do diálogo diplomático e comercial com os Estados Unidos, enquanto apenas 3,2% apontaram a adoção de medidas de reciprocidade como estratégia preferencial&quot;, escreveu a entidade.
Retaliação não é automática
Segundo a FIEMG, o acionamento da Lei da Reciprocidade não significa que o Brasil vá aplicar imediatamente tarifas ou outras medidas contra produtos americanos.
A legislação já havia sido acionada em 2025. Naquele momento, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) analisou o caso, e o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) reconheceu formalmente o enquadramento na lei.
A Amcham considera &quot;fundamental que esse procedimento seja conduzido com equilíbrio, moderação e avaliação criteriosa de seus potenciais impactos, assegurando ampla participação do setor empresarial&quot;.
EUA aceitam discutir na OMC o tarifaço imposto ao Brasil
Jornal Nacional/ Reprodução
Com o avanço das negociações entre Brasil e Estados Unidos, porém, o governo optou por priorizar as consultas diplomáticas antes de definir possíveis contramedidas. Nenhuma tarifa retaliatória, restrição comercial ou medida relacionada à propriedade intelectual chegou a ser aplicada.
A FIEMG defende que a negociação continue sendo a prioridade para ampliar as exceções às tarifas americanas, reduzir barreiras e preservar o acesso dos produtos brasileiros ao mercado dos Estados Unidos.
Indústria teme aumento de custos
A federação afirma que eventuais medidas de retaliação precisam ser cuidadosamente avaliadas. 
&quot;A aplicação de tarifas sobre produtos americanos usados pela própria indústria brasileira, como insumos, máquinas, equipamentos e tecnologias, poderia elevar os custos de produção e reduzir a competitividade das empresas&quot;, diz em comunicado.
Na avaliação da entidade, o Brasil poderia acabar sendo prejudicado duas vezes: primeiro, pela dificuldade de acesso ao mercado americano e, depois, pelo aumento dos custos de produtos importados utilizados na produção nacional.
A federação afirma ainda que uma guerra comercial não interessa nem ao Brasil nem aos Estados Unidos.
Estudo estima perda de R$ 259 bilhões no PIB
A entidade também cita um estudo realizado em 2025 para dimensionar os possíveis efeitos de uma escalada tarifária.
Em um cenário hipotético de sobretaxa recíproca de 50% sobre as importações dos Estados Unidos, a FIEMG estimou que a perda para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia chegar a R$ 259 bilhões, o equivalente a 2,21% da economia.
Segundo a federação, os efeitos de uma disputa comercial não ficariam restritos às exportações e importações. A entidade prevê possíveis impactos sobre fornecedores, trabalhadores, investimentos, produção e arrecadação.
Tarifaço redesenha mapa das exportações brasileiras; vendas para a China bateram recorde
Jornal Nacional/ Reprodução
Por isso, a FIEMG defende que o Brasil utilize seus instrumentos de defesa comercial de maneira estratégica e mantenha as negociações com os Estados Unidos como prioridade.
A entidade afirma que o objetivo deve ser buscar a reversão ou redução das barreiras comerciais, ao mesmo tempo em que sejam preservados contratos, investimentos, produção e empregos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em alta e vai a R$ 5,24, de olho em dados dos EUA e à espera de nova pesquisa eleitoral; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inverteu o sinal negativo visto pela manhã e passou a operar em alta nesta sexta-feira (14), com um avanço de 0,96% perto das 14h45, cotado a R$ 5,2424. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,2489. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 1,27% no mesmo horário, aos 164.974 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ No Brasil, o destaque da sessão fica com a nova pesquisa eleitoral da Genial/Quaest, prevista para hoje. Com a proximidade das eleições presidenciais, o mercado segue atento aos planos dos candidatos para a política fiscal e monetária. Em meio às incertezas, investidores estrangeiros seguem retirando recursos do mercado brasileiro, pressionando os ativos locais.
▶️ Além disso, o governo brasileiro deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos, em resposta às tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil. A medida, que ainda está em processo de análise, permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
▶️Na agenda de indicadores, o destaque fica com a Pnad Contínua Trimestral. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre deste ano. A taxa de desocupação ficou em 5,4% no período. Já nos EUA, as vendas no varejo tiveram uma queda inesperada em julho.
▶️ No Oriente Médio, a escalada das tensões continua a pressionar os mercados. Nesta sexta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra na região.
Em meio às tensões, os preços do petróleo subiam no mercado internacional. Perto das 14h45, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,90%, cotado a US$ 87,85, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,46%, a US$ 81,62.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA endurecem postura em relação ao Irã
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra no Oriente Médio.
A nova escalada verbal acontece enquanto a guerra, desencadeada no fim de fevereiro com a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o regime iraniano, está perto de completar seis meses sem perspectiva de ser finalizada. A fala também marca uma mudança de tom, já que no início de agosto o governo Trump falava em um acordo iminente para reabrir o Estreito de Ormuz.
&quot;Será uma combinação de isolamento econômico como o mundo nunca viu&quot;, disse Bessent na quinta-feira ao canal de televisão conservador Newsmax, sem revelar mais detalhes. Ele acrescentou que &quot;o contínuo bloqueio no Estreito de Ormuz impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos&quot;.
O Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra, continua sendo o principal ponto de divergência. Na prática, a passagem está fechada pelo Irã. Teerã exige que os navios recebam uma autorização para utilizar a via e pretende impor, a longo prazo, taxas de serviço, algo que Washington rejeita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Agora, com uma mudança de abordagem, as armas nucleares, o principal motivo que Trump apresentou para iniciar a guerra ao lado de Israel, parecem ter ficado em segundo plano.
&quot;O objetivo número um: manter o petróleo e o gás baratos para os americanos em todo o nosso país&quot;, disse na quinta-feira o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao canal Fox News. &quot;E depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear&quot;, acrescentou.
Bessent, por sua vez, apresentou na quinta-feira a estratégia contra Teerã como a combinação de duas medidas: asfixia financeira e bloqueio físico, citando como comparação Cuba e Venezuela.
&quot;A Venezuela entrou em colapso imediatamente quando impusemos o bloqueio&quot;, afirmou.
No início da semana, Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente. Agora, seu governo, com a diplomacia paralisada, parece acreditar que o sofrimento econômico levará o Irã a ceder.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em queda nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam novos dados no varejo dos EUA. 
Perto das 12h30, o Dow Jones tinha queda de 0,16%, enquanto o S&amp;P 500 caía 0,11% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,36%.
Já na Europa, o dia era mais pos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quem é Eduardo Saverin, bilionário brasileiro que comprou participação no Liverpool</title>
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<description><![CDATA[      Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook, comparece ao 7º Prêmio Anual de Mídia de Senso Comum em homenagem a Bill Clinton no Gotham Hall em 28 de abril de 2011 na cidade de Nova York.
Jason Kempin/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo
O empresário brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, construiu sua fortuna a partir da participação na rede social e, após deixar a empresa, passou a investir em startups de tecnologia. Nascido em São Paulo, ele vive atualmente em Singapura e é cofundador da gestora B Capital. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Instagram impulsiona rede de golpes que promete ajudar migrantes a chegar à Ceuta por até R$ 2,8 mil</title>
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<description><![CDATA[      Imigrantes menores de idade fazem fila em frente a delegacia de Ceuta para serem registradas
REUTERS/Violeta Santos Moura
Neste fim de semana, Mohammed quer ir do Marrocos para o enclave espanhol vizinho de Ceuta, no extremo norte da África.
Ele é um marroquino na casa dos vinte anos de idade que quer emigrar para a Europa, principalmente porque tem visto muitos vídeos no Instagram que fazem a travessia parecer fácil.
Ele contatou várias contas do Instagram e uma delas respondeu, alegando ter ajudado &quot;muitas pessoas&quot; e oferecendo conselhos sobre como atravessar a fronteira por centenas de dólares.
Só que Mohammed não existe de verdade – ele é uma conta falsa que eu criei para investigar uma rede de perfis no Instagram que estão impulsionando o fluxo de migrantes para Ceuta com conteúdo inspirador e oferecendo ajuda mediante pagamento.
Isso ocorre depois que aproximadamente 78 mil imigrantes vindos do Marrocos chegaram por mar a Ceuta em questão de horas no mês passado, 100 dos quais morreram, segundo o prefeito de Ceuta.
A crise se abrandou desde então, mas gerou tensões entre as nações da União Europeia que partilham fronteiras abertas, bem como críticas ao governo espanhol.
A BBC identificou dezenas de perfis no Instagram que disseram que fazer a curta travessia a nado ao redor da cerca da fronteira entre Marrocos e Ceuta é algo seguro e fácil – mas, na realidade, pessoas se afogaram tentando fazer a travessia e optaram por rotas muito mais longas.
As contas também mostram erroneamente Ceuta como uma rota viável para a Europa continental.
Nossa pesquisa sugere que isso contribuiu para o fluxo migratório, juntamente com outros fatores, como desinformação sobre mudanças na legislação de imigração espanhola e alegações sobre controles fronteiriços frágeis.
Crise em Ceuta completa uma semana ainda sem respostas
&#039;Ajuda&#039;
Após interagir com os perfis e publicações das contas, a BBC foi adicionada a vários canais e grupos do WhatsApp.
Quando perguntei a uma das contas anônimas se poderiam me ajudar a atravessar para Ceuta neste fim de semana, disseram que sim e pediram &quot;5.000 dirhams adiantados&quot; (R$ 2,8 mil) por &quot;informações que me ajudarão a entrar em Ceuta&quot;.
Eles disseram que já tinham ajudado &quot;muitas pessoas&quot; a atravessar antes e que me dariam informações sobre a tubulação de esgoto que eu poderia usar para chegar ao enclave em segurança.
A conta confirmou que muitos outros perfis do Instagram ajudam pessoas a atravessar para Ceuta dessa forma e solicitaram pagamento &quot;via conta bancária&quot; com um serviço específico de transferência de dinheiro.
Mas eles não responderam quando perguntei se eu receberia um reembolso caso a travessia não fosse bem-sucedida. Desde então, eles apagaram várias mensagens que enviaram para a conta.
Diversas contas no Instagram fazem a travessia parecer fácil
Reprodução/BBC
Parte da troca de mensagens entre a conta fictícia da BBC e uma das contas, sob pseudônimo, que alega ajudar migrantes marroquinos a chegar a Ceuta.
Reprodução/BBC
O mesmo perfil que deu esse conselho já havia dito à minha conta real do Instagram, da BBC, que &quot;isso não incentiva a imigração para Ceuta&quot; — uma mensagem que vários outros perfis repetem.
E a situação continua: publicações nas redes sociais, ativamente recomendadas pelo algoritmo do Instagram, anunciam mais uma tentativa de travessia neste fim de semana. Isso aumenta o risco de mortes e acirramento das tensões diplomáticas entre Marrocos e Espanha.
Vários dos perfis foram removidos do Instagram depois que a BBC entrou em contato com a Meta, proprietária da plataforma.
&quot;Temos uma equipe monitorando a situação em Ceuta em tempo real e removendo conteúdo que viola nossas políticas, incluindo conteúdo que oferece, facilita ou busca serviços de tráfico de pessoas&quot;, declarou a empresa.
Por que a rede é importante
Migrantes nadando ao redor da cerca da fronteira
Reprodução/BBC
Percebi pela primeira vez a enxurrada de conteúdo sobre Ceuta quando vi um vídeo viral mostrando duas mulheres de roupa de mergulho caminhando pela cidade.
Embora a publicação original em espanhol buscasse dissuadir migrantes com a legenda &quot;Ceuta não aguenta mais&quot;, algumas versões compartilhadas por contas marroquinas e de língua árabe alteraram a legenda ou a cortaram, de modo que o vídeo mostrava apenas as mulheres caminhando livremente.
Esta foi apenas uma das centenas de publicações que classificamos como conteúdo &quot;miragem&quot; — ou seja, que pintam um retrato enganoso de um lugar, distinto da realidade.
Alguns vídeos mostram grupos de jovens, homens e mulheres, nadando alegremente no mar — embora muitos tenham se afogado ao tentar fazer o mesmo percurso nas últimas semanas.
Outros relatos mostram histórias de pessoas que conseguiram chegar a Ceuta e afirmam ter ido para a Espanha ou para a Europa continental, apesar de cerca de 75 mil dos 78 mil recém-chegados terem sido devolvidos a Marrocos pelas autoridades.
Havia muitas semelhanças nos perfis que compartilhavam esse tipo de conteú ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bilionário brasileiro Eduardo Saverin se junta a Jeff Bezos da Amazon e compra 30% do Liverpool da Inglaterra</title>
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O bilionário brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, se juntou ao fundador da Amazon, Jeff Bezos, em um consórcio que comprou cerca de 30% do Liverpool, um dos clubes mais tradicionais do futebol inglês. A operação avalia o clube em aproximadamente US$ 6 bilhões.
A participação foi adquirida pela 1892 Holdings, consórcio liderado pelo empresário Amit Bhatia e que reúne investimentos dos fundos da família Mittal, da K5 Sports, que tem Jeff Bezos como principal investidor, e da EE Capital, escritório de investimentos da família de Eduardo e Elaine Saverin.
A Fenway Sports Group (FSG), atual proprietária do Liverpool, continuará com a maioria das ações e o controle operacional do clube. A entrada do novo grupo ainda está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores.
Segundo informações divulgadas sobre a operação, o negócio movimentou cerca de £ 1,65 bilhão e avalia o Liverpool em aproximadamente £ 5,5 bilhões. A agência Reuters, porém, informou que o valor da operação supera £ 1,5 bilhão e coloca a avaliação do clube acima de £ 5 bilhões, ou cerca de US$ 7 bilhões.
Eduardo Saverin, cofundador do Facebook
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
Como parte do acordo, Amit Bhatia será vice-presidente do Liverpool e integrará o conselho ampliado do clube. Elaine Saverin e Bryan Baum, da K5 Sports, também terão assentos no conselho. Bezos, por sua vez, não terá uma cadeira no órgão.
O investimento marca a primeira entrada direta de Bezos em um clube de futebol. A participação também amplia a presença de Saverin no mercado esportivo, enquanto a FSG mantém o comando do Liverpool e afirma que a operação representa uma parceria estratégica de longo prazo.
A FSG comprou o Liverpool em 2010 por £ 300 milhões. Desde então, o clube conquistou a Liga dos Campeões em 2019 e títulos da Premier League em 2020 e 2025.
*Em atualização ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Medo de perder o emprego cai ao menor nível desde 2025, mostra FGV</title>
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<description><![CDATA[      Amapá tem a maior taxa de desemprego do país no 1º trimestre de 2026.
Crystofher Andrade/g1
A percepção de segurança no emprego atingiu o maior nível da série histórica iniciada em junho de 2025.
Segundo a 14ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, no trimestre encerrado em julho de 2026, 59,3% dos trabalhadores disseram ser improvável ou muito improvável perder o principal emprego ou fonte de renda nos seis meses seguintes. 
Já 12,1% consideraram provável ou muito provável que isso acontecesse. Os demais não souberam responder.
A parcela dos trabalhadores que não veem risco de perder sua principal ocupação aumentou 4,9% em relação ao mesmo período de 2025 e alcançou o maior resultado desde o início da série. 
Na outra ponta, a proporção dos que consideram provável ou muito provável perder o emprego recuou 4,3% na comparação anual, para o menor nível observado nesse período.
Segundo Rodolpho Tobler, superintendente adjunto do FGV IBRE, os dados reforçam a percepção de um mercado de trabalho aquecido. &quot;A grande maioria dos respondentes da pesquisa continua indicando não ter medo do desemprego nos próximos seis meses&quot;, afirma.
Míriam Leitão: Recuo do desemprego é um indicador bom da economia
Desemprego permanece baixo
Para Tobler, mesmo com uma possível desaceleração da economia, o desemprego permanece em níveis historicamente baixos e o número de pessoas ocupadas continua crescendo. Por isso, os resultados indicam que o cenário positivo do mercado de trabalho pode continuar nos próximos meses, ainda que em um ritmo menos intenso no segundo semestre.
Desemprego cai em 13 estados brasileiros no 2º trimestre de 2026, diz IBGE
O levantamento, no entanto, ressalta que a série ainda é curta e não possui ajuste para efeitos sazonais, ou seja, mudanças que podem ocorrer normalmente em determinados períodos do ano. Por isso, comparações entre meses próximos devem ser analisadas com cautela.
Desemprego recua ao menos em 13 estados 
A taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre de 2026, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Leia mais: Desemprego cai em 13 estados brasileiros no 2º trimestre de 2026, diz IBGE
No país, o indicador ficou em 5,4% no período. O resultado representa uma queda em relação aos 6,1% registrados no primeiro trimestre de 2026 e aos 5,8% do segundo trimestre de 2025. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China quer levar cães&#45;robôs à Lua para construir base com astronautas até 2035</title>
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<description><![CDATA[      A China planeja enviar cães-robôs à Lua para auxiliar astronautas na construção e operação da futura Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS), segundo reportagem divulgada na semana passada pelo jornal South China Morning Post.
Segundo cientistas da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial citados em um estudo publicado na revista Chinese Space Science and Technology, Pequim estaria &quot;expandindo a fronteira dos voos espaciais tripulados da órbita terrestre para a Lua&quot;.
O plano prevê três astronautas operando ao lado de robôs na superfície lunar. Um astronauta controlaria dois cães-robôs no solo, enquanto outro coletaria amostras de rochas e cumpriria outros objetivos científicos. Um terceiro astronauta permaneceria dentro de um veículo pressurizado do tamanho de uma van, coordenando a missão e controlando outros robôs conforme necessário.
Os robôs também desempenhariam um papel fundamental na extração de recursos lunares: coleta de gelo de água, mineração, construções com materiais locais e conversão de tubos de lava em habitats. Os tubos de lava são túneis subterrâneos que se formaram após a lava vulcânica fluir, a superfície se solidificar e o interior se tornar oco.
Mais do que ferramentas, parceiros
Uma rede colaborativa de robôs quadrúpedes, veículos com rodas e braços articulados deve assumir tarefas rotineiras, como patrulhas e inspeções diárias, regulação do ar e da temperatura, limpeza dos espaços habitáveis, cuidados com as plantas e preparação das refeições.
&quot;Humanos e cães viverão e trabalharão lado a lado. O cão robô até vigiará a estação de pesquisa lunar. Mas vigiará de quem?&quot; brinca a publicação científica Interesting Engineering.
Além disso, esses cães-robôs seriam capazes de conversar com os astronautas e fazer-lhes companhia, aliviando o fardo psicológico de viver em um ambiente isolado.
Cães-robôs seriam capazes de conversar com astronautas e lhes fazer companhia.
Klaus W. Schmidt/IMAGO/DW
&quot;O modelo de colaboração humano-robô proposto permite aproveitar os pontos fortes complementares de ambos, servindo como referência para a futura construção e operação eficiente da estação de pesquisa lunar da China&quot;, acrescentaram os cientistas.
Construção da base e cronograma
A China pretende enviar astronautas à Lua antes de 2030 e ter a ILRS totalmente operacional até 2035, em colaboração com a Rússia e outros parceiros internacionais, perto do polo sul lunar. Até 2045, Pequim planeja estabelecer uma estação orbital lunar para expandir o complexo.
Cada módulo lunar teria aproximadamente três metros de diâmetro, com volume interno de cerca de 16 metros cúbicos e massa de cerca de dez toneladas.
Esses módulos seriam construídos com materiais resistentes à radiação, temperaturas extremas e poeira lunar, e seriam conectados por corredores de acoplamento.
A China também está preparando a missão não tripulada Chang&#039;e-7, com lançamento previsto para o final de agosto de 2026. Seu objetivo é procurar gelo de água no polo sul lunar, um recurso que pode ser vital para os futuros habitantes da base.
Os desafios que ainda persistem
Os pesquisadores reconhecem que operar robôs na Lua não será fácil. A maioria dos modelos de inteligência artificial (IA) foi treinada em ambientes terrestres que simulam a superfície lunar. Levará tempo para aprimorar os sistemas de IA em solo, em uma missão com margem de erro mínima.
Soma-se a isso a falta de infraestrutura digital. A futura base terá que construir seus próprios sistemas de comunicação e navegação do zero antes que humanos e robôs possam se coordenar efetivamente a longas distâncias.
A futura exploração lunar, concluem os autores, dependerá da &quot;tomada de decisões liderada por astronautas e do trabalho realizado por robôs autônomos&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>FGC orienta 21 mil credores da Simpala após liquidação pelo Banco Central; veja o que fazer</title>
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<description><![CDATA[      Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
Reprodução/Redes Sociais
Após a liquidação extrajudicial da Simpala S.A. Crédito, Financiamento e Investimento pelo Banco Central nesta sexta-feira (14), o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) divulgou as orientações para os clientes que têm dinheiro na instituição.
Segundo o FGC, o pagamento da garantia ainda não começou. 
O processo será iniciado assim que o liquidante - responsável nomeado pelo Banco Central para administrar a liquidação - concluir o levantamento dos dados dos credores e repassar essas informações ao fundo.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A Simpala tem uma base estimada de 21 mil credores com depósitos cobertos pela garantia, que somam R$ 622 milhões.
Quem tem direito à garantia?
O FGC informou que os créditos enquadrados em seu regulamento poderão receber a garantia ordinária de até R$ 250 mil por pessoa, considerando os limites previstos para esse tipo de proteção.
Banco Central decreta liquidação extrajudicial de duas empresas do grupo Simpala
Isso significa que clientes com depósitos elegíveis poderão ser ressarcidos até esse valor.
BC aprova regras mais rígidas para o FGC após crise com Master
O que os clientes precisam fazer?
A orientação do FGC é que os credores façam desde já um cadastro básico no aplicativo oficial da entidade, disponível para celulares Android e iPhone.
Em uma segunda etapa, quando o fundo receber a lista oficial de credores, será liberada a solicitação do pagamento. Nesse momento, o beneficiário deverá confirmar sua identidade e informar uma conta bancária de sua própria titularidade para receber o depósito.
Quem é o Grupo Simpala?
Com um histórico de 50 anos de atuação, o Grupo Simpala tem pelo menos quatro empresas voltadas para serviços financeiros.
Além da Simpala Financeira e da Simpala Consórcios, que tiveram suas atividades encerradas pelo BC, o grupo ainda conta com a Simpala Promotora, voltada para intermediação de crédito, e a Simpala Seguros — que, segundo a empresa, tem R$ 1 bilhão em patrimônios segurados.
O que é o FGC?
O Fundo Garantidor de Créditos é uma entidade privada, sem fins lucrativos, criada para proteger depositantes e investidores quando uma instituição financeira associada sofre intervenção ou é liquidada.
Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
Reprodução/LinkedIn
O fundo é mantido pelas contribuições mensais das instituições financeiras participantes e é responsável por pagar as garantias previstas em seu regulamento.
Enquanto o processo de liquidação avança, o FGC orienta que os clientes acompanhem as atualizações exclusivamente por seus canais oficiais e pelo site da entidade. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>FIEMG afirma que guerra comercial com os EUA pode encarecer produtos e afetar empregos</title>
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<description><![CDATA[      Brasil abre processo de reciprocidade contra tarifaço dos EUA
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou nesta sexta-feira (14) que uma escalada de retaliações comerciais entre Brasil e Estados Unidos pode aumentar os custos de produção, afetar investimentos e pressionar empregos no país.
A entidade se manifestou após o novo acionamento da Lei da Reciprocidade Econômica pelo governo brasileiro, em resposta às medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos.
 ???? A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais &quot;injustas&quot;, o Brasil usa a Lei de Reciprocidade para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
Para a federação, o Brasil deve defender seus interesses, mas evitar uma escalada da disputa comercial.
Retaliação não é automática
Segundo a FIEMG, o acionamento da Lei da Reciprocidade não significa que o Brasil vá aplicar imediatamente tarifas ou outras medidas contra produtos americanos.
A legislação já havia sido acionada em 2025. Naquele momento, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) analisou o caso, e o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) reconheceu formalmente o enquadramento na lei.
EUA aceitam discutir na OMC o tarifaço imposto ao Brasil
Jornal Nacional/ Reprodução
Com o avanço das negociações entre Brasil e Estados Unidos, porém, o governo optou por priorizar as consultas diplomáticas antes de definir possíveis contramedidas. Nenhuma tarifa retaliatória, restrição comercial ou medida relacionada à propriedade intelectual chegou a ser aplicada.
A FIEMG defende que a negociação continue sendo a prioridade para ampliar as exceções às tarifas americanas, reduzir barreiras e preservar o acesso dos produtos brasileiros ao mercado dos Estados Unidos.
Indústria teme aumento de custos
A federação afirma que eventuais medidas de retaliação precisam ser cuidadosamente avaliadas. 
&quot;A aplicação de tarifas sobre produtos americanos usados pela própria indústria brasileira, como insumos, máquinas, equipamentos e tecnologias, poderia elevar os custos de produção e reduzir a competitividade das empresas&quot;, diz em comunicado.
Na avaliação da entidade, o Brasil poderia acabar sendo prejudicado duas vezes: primeiro, pela dificuldade de acesso ao mercado americano e, depois, pelo aumento dos custos de produtos importados utilizados na produção nacional.
A federação afirma ainda que uma guerra comercial não interessa nem ao Brasil nem aos Estados Unidos.
Estudo estima perda de R$ 259 bilhões no PIB
A entidade também cita um estudo realizado em 2025 para dimensionar os possíveis efeitos de uma escalada tarifária.
Em um cenário hipotético de sobretaxa recíproca de 50% sobre as importações dos Estados Unidos, a FIEMG estimou que a perda para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia chegar a R$ 259 bilhões, o equivalente a 2,21% da economia.
Segundo a federação, os efeitos de uma disputa comercial não ficariam restritos às exportações e importações. A entidade prevê possíveis impactos sobre fornecedores, trabalhadores, investimentos, produção e arrecadação.
Tarifaço redesenha mapa das exportações brasileiras; vendas para a China bateram recorde
Jornal Nacional/ Reprodução
Por isso, a FIEMG defende que o Brasil utilize seus instrumentos de defesa comercial de maneira estratégica e mantenha as negociações com os Estados Unidos como prioridade.
A entidade afirma que o objetivo deve ser buscar a reversão ou redução das barreiras comerciais, ao mesmo tempo em que sejam preservados contratos, investimentos, produção e empregos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em alta e vai a R$ 5,23, de olho em dados dos EUA e à espera de nova pesquisa eleitoral; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inverteu o sinal negativo visto pela manhã e passou a operar em alta nesta sexta-feira (14), com um avanço de 0,73% perto das 12h30, cotado a R$ 5,2304. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,2329. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 0,95% no mesmo horário, aos 165.522 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ No Brasil, o destaque da sessão fica com a nova pesquisa eleitoral da Genail/Quaest, prevista para hoje. Com a proximidade das eleições presidenciais, o mercado segue atento aos planos dos candidatos para a política fiscal e monetária.
▶️ Além disso, o governo brasileiro deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos, em resposta às tarifas impostas pelo governo americano ao Brasil. A medida, que ainda está em processo de análise, permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
▶️Na agenda de indicadores, o destaque fica com a Pnad Contínua Trimestral. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre deste ano. A taxa de desocupação ficou em 5,4% no período. Já nos EUA, as vendas no varejo tiveram uma queda inesperada em julho.
▶️ No Oriente Médio, a escalada das tensões continua a pressionar os mercados. Nesta sexta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra na região.
Em meio às tensões, os preços do petróleo subiam no mercado internacional. Perto das 12h30, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,90%, cotado a US$ 87,85, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,46%, a US$ 81,62
.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA endurecem postura em relação ao Irã
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra no Oriente Médio.
A nova escalada verbal acontece enquanto a guerra, desencadeada no fim de fevereiro com a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o regime iraniano, está perto de completar seis meses sem perspectiva de ser finalizada. A fala também marca uma mudança de tom, já que no início de agosto o governo Trump falava em um acordo iminente para reabrir o Estreito de Ormuz.
&quot;Será uma combinação de isolamento econômico como o mundo nunca viu&quot;, disse Bessent na quinta-feira ao canal de televisão conservador Newsmax, sem revelar mais detalhes. Ele acrescentou que &quot;o contínuo bloqueio no Estreito de Ormuz impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos&quot;.
O Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra, continua sendo o principal ponto de divergência. Na prática, a passagem está fechada pelo Irã. Teerã exige que os navios recebam uma autorização para utilizar a via e pretende impor, a longo prazo, taxas de serviço, algo que Washington rejeita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Agora, com uma mudança de abordagem, as armas nucleares, o principal motivo que Trump apresentou para iniciar a guerra ao lado de Israel, parecem ter ficado em segundo plano.
&quot;O objetivo número um: manter o petróleo e o gás baratos para os americanos em todo o nosso país&quot;, disse na quinta-feira o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao canal Fox News. &quot;E depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear&quot;, acrescentou.
Bessent, por sua vez, apresentou na quinta-feira a estratégia contra Teerã como a combinação de duas medidas: asfixia financeira e bloqueio físico, citando como comparação Cuba e Venezuela.
&quot;A Venezuela entrou em colapso imediatamente quando impusemos o bloqueio&quot;, afirmou.
No início da semana, Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente. Agora, seu governo, com a diplomacia paralisada, parece acreditar que o sofrimento econômico levará o Irã a ceder.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em queda nesta sexta-feira, conforme investidores avaliavam novos dados no varejo dos EUA. 
Perto das 12h30, o Dow Jones tinha queda de 0,16%, enquanto o S&amp;P 500 caía 0,11% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,36%.
Já na Europa, o dia era mais positivo. No mesmo horário, o índice DAX, da Alemanha, subia 0,58%, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,04%. O FTSE 100, do Re ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>IA nas eleições: 6 casos reais mostram como deepfakes já desafiaram democracias pelo mundo</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Deepfake&#039;: homem faz montagens pornográficas de jovem que ignorou cantadas dele
O debate sobre desinformação eleitoral não é novo no Brasil. Mas a disseminação de ferramentas capazes de produzir conteúdo altamente realista elevou as preocupações de autoridades eleitorais, pesquisadores e plataformas digitais.
Nos últimos anos, ferramentas capazes de produzir vídeos, imagens e vozes sintéticas, os chamados deepfakes, passaram do uso experimental para o cotidiano de milhões de pessoas.
E faltando poucos dias para o início oficial da campanha eleitoral, ainda não existem respostas definitivas sobre como garantir o uso seguro e responsável da inteligência artificial generativa.
Na quinta-feira (13), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiaram uma reunião para tentar entrar em consenso sobre a punição pelo uso de IA nas eleições.
O TSE decidirá se a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) cometeu alguma irregularidade ao utilizar um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) produzido com inteligência artificial (IA) durante a convenção partidária do PL que oficializou sua candidatura ao Palácio do Planalto no final de julho. 
Ainda não foi divulgada uma nova data para a reunião.
Sam Stockwell, pesquisador do Centro de Tecnologias Emergentes e Segurança (CETaS), do Instituto Alan Turing, no Reino Unido, estudou diversos casos em que ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas durante campanhas eleitorais nos últimos anos.
Na Irlanda, um deepfake divulgado poucos dias antes da eleição para presidente em 2025 mostrava a principal candidata desistindo da campanha. No mesmo ano, outros vídeos espalharam informações falsas sobre ameaças de segurança no dia das eleições parlamentares na Alemanha.
Mas segundo ele, não é possível apontar uma ligação direta entre o uso de ferramentas de IA e o resultado de uma eleição, pois há sempre muitos fatores envolvidos em uma corrida.
&quot;Até o momento, não existem evidências conclusivas de que ferramentas de IA tenham alterado profundamente o resultado de qualquer eleição&quot;, diz.
Para Stockwell, o verdadeiro perigo da IA não está na alteração direta de votos, mas sim no efeito sutil e contínuo de semear confusão sobre o que é real, corroer a confiança nas instituições e na informação, e inflamar divisões políticas e polarização.
&quot;A IA está corroendo a confiança no nosso espaço informacional e, crucialmente, também inflamando as divisões políticas num momento em que a polarização e a violência no mundo real estão, obviamente, em níveis muito elevados&quot;, afirmou em entrevista à BBC News Brasil.
E as experiências recentes de outros países ajudam a ilustrar os desafios que podem surgir durante a disputa eleitoral brasileira. Confira, a seguir, seis exemplos de como deepfakes foram usados para espalhar desinformação ao redor do mundo.
Falsa desistência a 3 dias da eleição
Um dos exemplos mais citados quando o tema são deepfakes em eleições é o que atingiu a hoje presidente da Irlanda, Catherine Connolly, no ano passado.
Quando a montagem foi divulgada, em outubro de 2025, ela concorria à Presidência como candidata independente.
As pesquisas eleitorais apontavam Connolly como uma das favoritas, mas três dias antes da votação, um vídeo em que ela parecia se retirar da corrida começou a circular nas redes sociais.
O vídeo falso imitava uma transmissão da RTÉ News, maior e mais popular fonte de notícias da Irlanda. Nas imagens, uma versão de Connolly criada com IA anuncia a desistência da eleição, enquanto apoiadores vaiam e lamentam a decisão.
Logo depois que o vídeo começou a circular, a campanha da candidata garantiu que ela ainda estava na corrida e alertou as plataformas de redes sociais para que ele fosse removido ou devidamente identificado como criado por IA.
Connolly classificou o vídeo como uma &quot;tentativa vergonhosa de enganar os eleitores e minar nossa democracia&quot;.
Montagem indica que vídeo de candidata foi gerado por IA.
BBC/Facebook
Na época, Alan Smeaton, professor emérito de computação d Universidade Dublin City e membro do Conselho Consultivo de IA do governo irlandês, disse à BBC Verify que havia algumas &quot;pistas minúsculas&quot; que denunciavam que o vídeo era falso.
Ele apontou detalhes como uma ligeira sobreposição de palavras, tanto na fala de Catherine Connolly quanto dos jornalistas retratados, além de falhas no fundo das imagens.
Apesar do deepfake, Connoly venceu as eleições, com 63% dos votos.
&quot;Ainda que não tenha sido suficiente para mudar o resultado, esse é um exemplo bastante preocupante de deepfake, porque houve um sequestro de uma instituição nacional confiável e de sua credibilidade para tentar fazer com que esse conteúdo parecesse muito mais convincente ou persuasivo&quot;, diz Sam Stockwell, se referindo à emissora RTÉ News.
Enxurrada de vídeos no Equador
Deepfakes simulando canais de televisão também foram comuns no período que antecedeu as eleições presidenciais de fevereiro de 2025 no Equador.
Com logotipos falsos, vídeos conceb ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Guerra comercial com os EUA pode encarecer produtos e afetar empregos&amp;apos;, diz FIEMG</title>
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<description><![CDATA[      Brasil abre processo de reciprocidade contra tarifaço dos EUA
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) alertou nesta sexta-feira (14) que uma escalada de retaliações comerciais entre Brasil e Estados Unidos pode aumentar os custos de produção, afetar investimentos e pressionar empregos no país.
A entidade se manifestou após o novo acionamento da Lei da Reciprocidade Econômica pelo governo brasileiro, em resposta às medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos.
 ???? A Lei de Reciprocidade é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela. Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais &quot;injustas&quot;, o Brasil usa a Lei de Reciprocidade para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
Para a federação, o Brasil deve defender seus interesses, mas evitar uma escalada da disputa comercial.
Retaliação não é automática
Segundo a FIEMG, o acionamento da Lei da Reciprocidade não significa que o Brasil vá aplicar imediatamente tarifas ou outras medidas contra produtos americanos.
A legislação já havia sido acionada em 2025. Naquele momento, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) analisou o caso, e o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) reconheceu formalmente o enquadramento na lei.
EUA aceitam discutir na OMC o tarifaço imposto ao Brasil
Jornal Nacional/ Reprodução
Com o avanço das negociações entre Brasil e Estados Unidos, porém, o governo optou por priorizar as consultas diplomáticas antes de definir possíveis contramedidas. Nenhuma tarifa retaliatória, restrição comercial ou medida relacionada à propriedade intelectual chegou a ser aplicada.
A FIEMG defende que a negociação continue sendo a prioridade para ampliar as exceções às tarifas americanas, reduzir barreiras e preservar o acesso dos produtos brasileiros ao mercado dos Estados Unidos.
Indústria teme aumento de custos
A federação afirma que eventuais medidas de retaliação precisam ser cuidadosamente avaliadas. 
&quot;A aplicação de tarifas sobre produtos americanos usados pela própria indústria brasileira, como insumos, máquinas, equipamentos e tecnologias, poderia elevar os custos de produção e reduzir a competitividade das empresas&quot;, diz em comunicado.
Na avaliação da entidade, o Brasil poderia acabar sendo prejudicado duas vezes: primeiro, pela dificuldade de acesso ao mercado americano e, depois, pelo aumento dos custos de produtos importados utilizados na produção nacional.
A federação afirma ainda que uma guerra comercial não interessa nem ao Brasil nem aos Estados Unidos.
Estudo estima perda de R$ 259 bilhões no PIB
A entidade também cita um estudo realizado em 2025 para dimensionar os possíveis efeitos de uma escalada tarifária.
Em um cenário hipotético de sobretaxa recíproca de 50% sobre as importações dos Estados Unidos, a FIEMG estimou que a perda para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderia chegar a R$ 259 bilhões, o equivalente a 2,21% da economia.
Segundo a federação, os efeitos de uma disputa comercial não ficariam restritos às exportações e importações. A entidade prevê possíveis impactos sobre fornecedores, trabalhadores, investimentos, produção e arrecadação.
Tarifaço redesenha mapa das exportações brasileiras; vendas para a China bateram recorde
Jornal Nacional/ Reprodução
Por isso, a FIEMG defende que o Brasil utilize seus instrumentos de defesa comercial de maneira estratégica e mantenha as negociações com os Estados Unidos como prioridade.
A entidade afirma que o objetivo deve ser buscar a reversão ou redução das barreiras comerciais, ao mesmo tempo em que sejam preservados contratos, investimentos, produção e empregos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Guerra, comercial, com, EUA, pode, encarecer, produtos, afetar, empregos, diz, FIEMG</media:keywords>
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<title>Processo de reciprocidade é político e decisão ficará para o próximo governo</title>
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<description><![CDATA[      O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, vê um longo processo, que pode chegar a 9 meses, antes de o governo brasileiro definir tarifas de reciprocidade aos EUA pelo tarifaço imposto nas últimas semanas. 
Na prática, a decisão ficará para o próximo governo e tem, agora, um sinal político.
O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (13) que deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.
➡️ A Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula (PT) em 2025, é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
A sinalização dada pelo governo é de que o Brasil usa os canais diplomáticos e os organismos formais e multilaterais, enquanto o governo Trump tomas decisões unilaterais e baseadas no desejo do presidente.
Governo Brasileiro anuncia abertura do processo para adotar medidas de reciprocidade em resposta ao tarifaço americano
Ao blog, o ministro Marcio Elias Rosa disse na manhã desta sexta-feira (14) que há uma primeira fase de análise de 60 dias, mas o processo todo é longo e deve adentrar 2027.
“A lei não estabelece prazos peremptórios e a deliberação pode levar cerca de 9 meses. Mas a qualquer tempo, iniciado o processo, o Brasil pode tomar alguma medida em caráter de urgência&quot;, afirma ele, deixando a porta aberta para decisões em resposta ao tarifaço.
O principal sinal enviado ao governo Trump é de que o Brasil quer avançar na negociação para redução das tarifas.
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC
Júlio César Silva/MDIC
O que é a Lei da Reciprocidade? 
Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais &quot;injustas&quot;, o Brasil usa a Lei de Reciprocidade para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em abril do ano passado. Antes da lei, não havia um arcabouço que permitia ao governo retaliar outro país por medidas dessa natureza — somente recurso à Organização Mundial do Comércio (OMC).
Entre as contramedidas previstas estão a possibilidade da imposição de direito de natureza comercial incidente sobre importações de bens ou de serviços de país ou bloco econômico e a suspensão de concessões ou outras obrigações do Brasil em relação a direitos de propriedade intelectual firmados em acordos comerciais. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Chef premiado retorna a restaurante após denúncias de agressões e humilhações</title>
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<description><![CDATA[      Noma, comandado pelo chef dinamarquês René Redzepi, se tornou um dos nomes mais celebrados da alta gastronomia internacional.
Noma/ Divulgação
Menos de cinco meses depois de anunciar sua saída do Noma, um dos restaurantes mais bem avaliados do mundo, o chef René Redzepi está de volta ao estabelecimento que ajudou a fundar em Copenhague, na Dinamarca.
O retorno ocorre após sua liderança ser alvo de denúncias de agressões, humilhações e abusos no ambiente de trabalho feitas por ex-funcionários em março, em uma reportagem do jornal norte-americano New York Times.
Ele pediu demissão do restaurante logo após as denúncias. Naquele momento, em seu perfil no Instagram, Redzepi publicou uma nota em que afirmou assumir a responsabilidade por suas ações e pediu desculpas.
Agora no g1
Redzepi, de 48 anos, retorna agora em uma função diferente. Depois de mais de duas décadas à frente do restaurante, ele deixa o comando da cozinha e assume o cargo de diretor criativo, segundo o The Wall Street Journal.
Em uma postagem no Instagram, René Redzepi disse que agora estará focado em &quot;projetos de longo prazo&quot;. Segundo o New York Times, no novo cargo, o chef ficará à frente de projetos de tecnologia e inovação envolvendo, por exemplo, algas, leguminosas e fungos.
Histórico de agressões 
A reportagem do New York Times mostrou que dezenas de ex-funcionários acusaram Redzepi de criar uma cultura abusiva e um ambiente tóxico. Havia relatos de ameaças verbais e maus-tratos físicos contra trabalhadores.
“Ele batia, cutucava e empurrava funcionários por erros pequenos e às vezes chegava a socar alguém quando perdia a paciência”, relatou um ex-trabalhador.
Os relatos também descrevem jornadas de trabalho extremamente longas dentro da cozinha, muitas vezes ultrapassando 12 ou até 16 horas por dia durante os períodos mais intensos do restaurante.
Ex-funcionários disseram ainda que parte significativa da equipe era formada por estagiários estrangeiros que recebiam pouca ou nenhuma remuneração pelo trabalho, apesar da carga pesada de tarefas.
As denúncias tiveram consequências imediatas. Dois patrocinadores desistiram de apoiar uma temporada de jantares, conhecidos como &quot;pop-ups&quot;, quando restaurantes operam por um período limitado em outra cidade, que o Noma estava prestes a iniciar em Los Angeles.
A American Express e a startup de hospitalidade Blackbird anunciaram que retiraram o apoio ao evento, que teria ingressos de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 7,7 mil ) por pessoa e estava com todas as reservas esgotadas.
As duas empresas afirmaram que iriam reembolsar clientes que haviam comprado ingressos por meio delas e doar o dinheiro arrecadado a organizações que defendem trabalhadores do setor de restaurantes. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Vendas de carros chineses estão em alta, exceto na própria China</title>
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<description><![CDATA[      JN na China: série especial mostra Cantão, cidade que virou polo da produção de carros elétricos
A indústria automotiva chinesa está em franca expansão no exterior, conquistando mercados da Europa ao Sudeste Asiático e pressionando montadoras tradicionais como Toyota e Volkswagen.
Mas a situação é diferente no mercado interno. As vendas de carros vêm caindo desde o fim do ano passado, em meio à fraca demanda dos consumidores e a anos de intensa concorrência de preços, que deixaram o maior mercado automotivo do mundo saturado e com excesso de capacidade.
&#039;Efeito China&#039;: ofensiva chinesa traz 7 novas marcas de carros ao Brasil até 2028
Embora grandes montadoras chinesas como BYD, Geely e Chery há muito busquem se tornar grandes players globais, a rápida expansão internacional agora é impulsionada tanto pela ambição quanto pela necessidade econômica, segundo analistas e especialistas do setor.
Vendas na China caem pelo 10º mês seguido
As vendas de carros na China caíram 20% em julho, para 1,47 milhão de veículos, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foi o décimo mês consecutivo de queda, segundo dados divulgados pela Associação Chinesa de Veículos de Passageiros.
Na direção oposta, as exportações dispararam 88%, para 923 mil veículos.
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Embora os dados incluam marcas estrangeiras que produzem na China, a tendência de queda de dois dígitos no mercado doméstico e crescimento de dois dígitos nas exportações também aparece entre as montadoras chinesas.
FOTO DE ARQUIVO: Carros destinados à exportação são vistos em um porto em Lianyungang, na província de Jiangsu, na China, em 2 de abril de 2020.
China Daily via Reuters
Cui Dongshu, presidente da associação de automóveis de passageiros, atribuiu a fraqueza recente aos preços elevados dos combustíveis, que prejudicaram a demanda por veículos movidos a gasolina, além da persistente desaceleração no segmento de sedãs básicos.
Excesso de produção aumenta pressão por exportações
Diante da demanda interna fraca, as montadoras chinesas têm um incentivo cada vez maior para acelerar a expansão no exterior, que já estava em andamento.
“As montadoras chinesas têm excesso de capacidade de produção, cadeias de suprimentos altamente competitivas, produtos cada vez mais sofisticados e um forte incentivo econômico para buscar crescimento fora da China”, disse Bill Russo, presidente-executivo da consultoria Automobility, com sede em Xangai.
Para ele, a internacionalização “está se tornando uma necessidade estratégica” para as principais montadoras chinesas.
A situação do setor automotivo reflete uma dinâmica mais ampla da economia chinesa. Fábricas em expansão e exportações impulsionam o crescimento, enquanto um mercado imobiliário fraco e o baixo consumo restringem a demanda interna.
Os formuladores de políticas chineses enfrentam o desafio de uma economia que produz mais do que consegue vender no mercado doméstico. Para as montadoras, os mercados externos representam um canal de escoamento cada vez mais importante.
Mercado doméstico encolhe enquanto exportações avançam
No primeiro semestre deste ano, as vendas domésticas de automóveis na China caíram 2,3 milhões de veículos em relação ao mesmo período do ano anterior, uma queda de 20%.
O volume equivale ao total de registros de carros novos no Japão, quarto maior mercado automotivo do mundo, durante o mesmo período.
Enquanto isso, as exportações chinesas de automóveis aumentaram 71% no primeiro semestre.
Segundo a analista do HSBC Yuqian Ding, a demanda doméstica por carros provavelmente se estabilizará e poderá começar a se recuperar entre o fim de agosto e setembro, com o lançamento de novos modelos. Ainda assim, uma recuperação rápida em formato de V parece improvável, afirmou.
BYD compensa queda na China com vendas no exterior
A BYD é um exemplo dessa mudança de estratégia.
A montadora registrou queda de 35% nas vendas no mercado doméstico nos primeiros sete meses do ano, mas compensou parte da retração com um aumento de 79% nas vendas no exterior na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Brasil e Reino Unido emergiram como os maiores mercados individuais da BYD fora da China em 2026.
 China ameaça liderança de montadoras japonesas
A crescente presença chinesa no exterior representa um desafio particularmente forte para o Japão.
Desde 2023, a China é a maior exportadora mundial de veículos, posição que durante muito tempo pertenceu ao rival asiático.
“A ascensão do Japão como exportador automotivo baseou-se na eficiência de fabricação, na qualidade e na economia de combustível”, disse Russo.
A vantagem chinesa atualmente é mais ampla, segundo o executivo, e inclui eletrificação, baterias, software, recursos inteligentes, escala da cadeia de suprimentos e desenvolvimento acelerado de produtos.
“Essa combinação pode tornar a globalização da China consideravelmente mais disruptiva.” ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em queda nesta sexta&#45;feira, de olho em dados do varejo nos EUA e reciprocidade no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (14) em queda, com um recuo de 0,25% perto das 9h15, cotado a R$ 5,1793. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ No Brasil, o governo deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos, por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros. A medida, que ainda está em processo de análise, permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
▶️Na agenda de indicadores, o destaque fica com a Pnad Contínua Trimestral. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre deste ano. A taxa de desocupação ficou em 5,4% no período.
▶️Já nos EUA, as atenções ficam com os novos dados de varejo dos EUA. A expectativa do mercado é que o indicador tenha alta de 0,1% em julho na comparação mensal. A leitura preliminar da confiança do consumidor da Universidade de Michigan também fica no radar.
▶️ No Oriente Médio, a escalada das tensões continua a pressionar os mercados. Nesta sexta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra na região.
Em meio às tensões, os preços do petróleo subiam no mercado internacional. Perto das 9h30, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,54%, cotado a US$ 87,54, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,96%, a US$ 82,03.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA endurecem postura em relação ao Irã
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, ameaçou o Irã com um isolamento econômico &quot;como o mundo nunca viu&quot;, indicando que o governo Trump está disposto a exercer uma nova rodada de pressão para finalizar a guerra no Oriente Médio.
A nova escalada verbal acontece enquanto a guerra, desencadeada no fim de fevereiro com a ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o regime iraniano, está perto de completar seis meses sem perspectiva de ser finalizada. A fala também marca uma mudança de tom, já que no início de agosto o governo Trump falava em um acordo iminente para reabrir o Estreito de Ormuz.
&quot;Será uma combinação de isolamento econômico como o mundo nunca viu&quot;, disse Bessent na quinta-feira ao canal de televisão conservador Newsmax, sem revelar mais detalhes. Ele acrescentou que &quot;o contínuo bloqueio no Estreito de Ormuz impedirá que qualquer coisa entre ou saia dos portos iranianos&quot;.
O Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra, continua sendo o principal ponto de divergência. Na prática, a passagem está fechada pelo Irã. Teerã exige que os navios recebam uma autorização para utilizar a via e pretende impor, a longo prazo, taxas de serviço, algo que Washington rejeita.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Agora, com uma mudança de abordagem, as armas nucleares, o principal motivo que Trump apresentou para iniciar a guerra ao lado de Israel, parecem ter ficado em segundo plano.
&quot;O objetivo número um: manter o petróleo e o gás baratos para os americanos em todo o nosso país&quot;, disse na quinta-feira o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ao canal Fox News. &quot;E depois, obviamente, o objetivo número dois é garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear&quot;, acrescentou.
Bessent, por sua vez, apresentou na quinta-feira a estratégia contra Teerã como a combinação de duas medidas: asfixia financeira e bloqueio físico, citando como comparação Cuba e Venezuela.
&quot;A Venezuela entrou em colapso imediatamente quando impusemos o bloqueio&quot;, afirmou.
No início da semana, Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente. Agora, seu governo, com a diplomacia paralisada, parece acreditar que o sofrimento econômico levará o Irã a ceder.
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas encerraram a sessão desta sexta-feira (14) praticamente estáveis, conforme investidores seguiam cautelosos durante a temporada de balanços do segundo trimestre.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,04%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve leve alta de 0,01%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 1,1%. O Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 2,42%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,59%. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar.
Luisa Gonzalez/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Desemprego cai em 13 estados brasileiros no 2º trimestre de 2026, diz IBGE</title>
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<description><![CDATA[      Carteira de Trabalho Digital
Gil Leonardi/ImprensaMG
A taxa de desemprego caiu em 13 estados brasileiros no segundo trimestre de 2026, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período, a taxa de desocupação no país ficou em 5,4%.
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
As maiores taxas de desocupação no segundo trimestre foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%). Já as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
???? As quedas mais expressivas ocorreram: no Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.) e no Acre (-1,6 p.p.). Os demais estados ficaram estáveis.
Segundo William Kratochwill, analista do IBGE, as diferenças entre os estados ajudam a explicar a disparidade nas taxas de desocupação. Santa Catarina, por exemplo, registrou uma taxa de apenas 2,1%, enquanto Amapá teve a maior taxa de desocupação do país, com 9,8%.
“Esse resultado pode estar relacionado a fatores como o nível de industrialização, a escolaridade da população, o desenvolvimento econômico e o dinamismo da atividade econômica. Em estados com essas características, como Santa Catarina, a taxa de desocupação tende a ser menor do que em parte do Nordeste”, afirma.
???? Unidades da federação com maior grau de industrialização e população mais escolarizada tendem a ter mercados de trabalho mais estruturados e, consequentemente, taxas de desocupação mais baixas.
Evolução da taxa de desemprego no Brasil
Arte/g1
Desigualdades de gênero, raça e escolaridade
De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação continua maior entre as mulheres (6,4%) do que entre os homens (4,6%), embora tenha recuado para ambos os sexos em relação ao primeiro trimestre. 
Na comparação por cor ou raça, o indicador ficou abaixo da média nacional (5,4%) entre os brancos (4,2%) e acima dela entre os pretos (6,9%) e os pardos (6,1%).
Em relação ao nível de escolaridade, a maior taxa de desemprego foi registrada entre as pessoas com ensino médio incompleto, com (9,0%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3,0%).
Já a taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne pessoas desempregadas, subocupadas por insuficiência de horas e aquelas que poderiam trabalhar, mas não estavam procurando emprego, alcançou 12,9% no segundo trimestre deste ano.
Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,4%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).
Enquanto isso, o percentual de desalentados — pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego — foi de 2,1% da força de trabalho ampliada. Os maiores índices foram registrados no Maranhão (9,4%), em Alagoas (8,1%) e no Piauí (7,0%).
Formalidade x informalidade
No segundo trimestre, 74,4% dos empregados do setor privado no Brasil tinham carteira assinada. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).
No mesmo período, 25,3% da população ocupada trabalhava por conta própria. Essa participação foi mais elevada no Maranhão (33,8%), no Amapá (31,0%) e no Pará (30,3%). As menores proporções foram observadas no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).
A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. Assim como no trimestre anterior, Maranhão liderou com 56,9%, seguido pelo Pará (55,9%) e pelo Amazonas (51,7%). Na outra ponta, as menores taxas foram registradas em Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).
No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.
Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.
*Reportagem em atualização
Vídeos em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Desemprego, cai, estados, brasileiros, 2º, trimestre, 2026, diz, IBGE</media:keywords>
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<title>Trabalhadora é demitida após obter medida protetiva contra ex; empresa é condenada</title>
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<description><![CDATA[      Lei Maria da Penha completa 20 anos em 2026.
Freepik
A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aumentou de R$ 10 mil para R$ 30 mil a indenização devida a uma copeira que foi demitida após informar à empresa que havia obtido uma medida protetiva contra o ex-companheiro, que trabalhava no mesmo local.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A trabalhadora foi dispensada por WhatsApp em agosto de 2024. Para o TST, a demissão teve caráter discriminatório, com &quot;nítido viés de gênero&quot;, e agravou a situação de vulnerabilidade da empregada, que era vítima de violência doméstica.
Segundo o processo, a copeira havia sido contratada em maio de 2024 e sofria ameaças de morte do ex-companheiro. Em agosto daquele ano, ela conseguiu uma medida protetiva com base na Lei Maria da Penha, que determinava que o homem mantivesse uma distância mínima de 100 metros dela.
Agora no g1
Como os dois trabalhavam na mesma empresa, porém em horários diferentes, havia o risco de se encontrarem durante a troca de turnos. O ex-companheiro trabalhava das 14h às 22h, enquanto a copeira cumpria jornada das 22h às 6h.
Diante da situação, ela pediu à empresa uma mudança de horário para evitar o contato com o ex-companheiro e cumprir a determinação judicial.
Segundo o relato da trabalhadora no processo, o pedido foi recusado por um dos sócios, que teria afirmado que &quot;problemas pessoais deveriam ser resolvidos em casa&quot;. Pouco depois, em 23 de agosto de 2024, ela foi dispensada por WhatsApp.
O nome da empresa e as identidades da trabalhadora e do ex-companheiro não foram divulgados pelo TST, para preservar a segurança da vítima.
Justiça considerou demissão discriminatória
Na primeira instância, a Justiça do Trabalho considerou que a dispensa foi discriminatória e condenou a empresa ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais.
A sentença entendeu que a conduta demonstrou descaso com a saúde e a segurança da empregada e violou a Lei 9.029/1995, que proíbe práticas discriminatórias nas relações de trabalho. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), em São Paulo, manteve a decisão. 
Segundo o tribunal, mesmo sabendo das ameaças e da existência da medida protetiva, a empresa não adotou providências para garantir a segurança da trabalhadora e decidiu dispensá-la. O caso chegou ao TST para discutir, entre outros pontos, o valor da indenização.
TST aumenta indenização 
Na Terceira Turma, o relator, ministro Mauricio Godinho Delgado, considerou que a gravidade da conduta justificava elevar a indenização de R$ 10 mil para R$ 30 mil.
Segundo o ministro, a demissão agravou a vulnerabilidade da trabalhadora e configurou discriminação em razão do gênero. Para o relator, situações de violência de gênero também precisam ser enfrentadas dentro das relações de trabalho.
Na análise do caso, o ministro destacou que devem ser consideradas, além da Constituição Federal e da Lei Maria da Penha, normas nacionais e internacionais de proteção às mulheres, como as Convenções 111 e 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Convenção de Belém do Pará e o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Para definir o novo valor, o relator também considerou a situação de vulnerabilidade da trabalhadora, o caráter discriminatório da dispensa e a diferença de poder econômico entre a empregada e a empresa.
Segundo Godinho Delgado, indenizações muito baixas em casos desse tipo podem contribuir para a naturalização de práticas discriminatórias e de violência contra as mulheres no ambiente de trabalho.
Ex-marido de Maria da Penha é preso após dar entrevista sobre tentativa de matar ativista ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Trabalhadora, demitida, após, obter, medida, protetiva, contra, ex, empresa, condenada</media:keywords>
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<title>Processo de reciprocidade é político e decisão ficará para o próximo governo, pondera ministro</title>
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<description><![CDATA[      O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcio Elias Rosa, vê um longo processo, que pode chegar a 9 meses, antes de o governo brasileiro definir tarifas de reciprocidade aos EUA pelo tarifaço imposto nas últimas semanas. 
Na prática, a decisão ficará para o próximo governo e tem, agora, um sinal político.
O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (13) que deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.
➡️ A Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula (PT) em 2025, é um mecanismo que permite ao país aplicar a outra nação as mesmas medidas, restrições ou tarifas que sofreu por parte dela.
A sinalização dada pelo governo é de que o Brasil usa os canais diplomáticos e os organismos formais e multilaterais, enquanto o governo Trump tomas decisões unilaterais e baseadas no desejo do presidente.
Governo Brasileiro anuncia abertura do processo para adotar medidas de reciprocidade em resposta ao tarifaço americano
Ao blog, o ministro Marcio Elias Rosa disse na manhã desta sexta-feira (14)que há uma primeira fase de análise de 60 dias, mas o processo todo é longo e deve adentrar 2027.
“A lei não estabelece prazos peremptórios e a deliberação pode levar cerca de 9 meses. Mas a qualquer tempo, iniciado o processo, o Brasil pode tomar alguma medida em caráter de urgência&quot;, afirma ele, deixando a porta aberta para decisões em resposta ao tarifaço.
O principal sinal enviado ao governo Trump é de que o Brasil quer avançar na negociação para redução das tarifas.
Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC
Júlio César Silva/MDIC
O que é a Lei da Reciprocidade? 
Na prática, se um governo estrangeiro impõe sanções ou barreiras unilaterais &quot;injustas&quot;, o Brasil usa a Lei de Reciprocidade para reagir na mesma moeda, adotando restrições equivalentes para reequilibrar as relações e proteger a economia.
A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em abril do ano passado. Antes da lei, não havia um arcabouço que permitia ao governo retaliar outro país por medidas dessa natureza — somente recurso à Organização Mundial do Comércio (OMC).
Entre as contramedidas previstas estão a possibilidade da imposição de direito de natureza comercial incidente sobre importações de bens ou de serviços de país ou bloco econômico e a suspensão de concessões ou outras obrigações do Brasil em relação a direitos de propriedade intelectual firmados em acordos comerciais. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Banco Central decreta liquidação extrajudicial de duas empresas do grupo Simpala</title>
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<description><![CDATA[      Banco Central do Brasil (BC).
Adriano Machado/ Reuters
O Banco Central do Brasil (BC) decretou mais uma liquidação extrajudicial nesta sexta-feira (14). Dessa vez, as instituições afetadas foram a Simpala Lançadora e Administradora de Consórcios e a Simpala S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, ambas com sede em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (RS).
A liquidação extrajudicial normalmente é adotada quando a instituição não tem condições de continuar operando e é encerrada, sob supervisão do BC, sem passar por um processo de recuperação tradicional.
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Segundo o Banco Central, a decisão foi tomada porque a situação financeira das empresas se deteriorou e porque foram identificadas infrações graves às regras que regulam suas atividades. O BC, no entanto, não deu mais detalhes sobre quais violações seriam essas.
Agora no g1
O órgão afirmou ainda que havia risco para credores sem garantias específicas, conhecidos no mercado como credores quirografários.
Apesar da intervenção, o BC destacou que as duas empresas têm participação pequena em seus respectivos mercados. A administradora de consórcios responde por cerca de 0,1% dos consorciados ativos do país, enquanto a financeira detinha 0,004% dos ativos do sistema financeiro nacional em junho deste ano.
No caso da financeira, os depósitos e investimentos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) continuam protegidos dentro dos limites previstos pelo fundo.
Entenda o que é o FGC
O BC informou, ainda, que continuará a investigar quem foram as pessoas responsáveis pelos problemas que levaram à liquidação das empresas, apurando se houve descumprimento de leis ou normas regulatórias. 
&quot;O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes&quot;, afirmou o BC em nota divulgada nesta sexta-feira (14). 
Pela legislação, os bens dos controladores e ex-administradores das instituições ficam indisponíveis a partir da decretação da liquidação.
Quem é o Grupo Simpala?
Com um histórico de 50 anos de atuação, o Grupo Simpala tem pelo menos quatro empresas voltadas para serviços financeiros.
Além da Simpala Financeira e da Simpala Consórcios, que tiveram suas atividades encerradas pelo BC, o grupo ainda conta com a Simpala Promotora, voltada para intermediação de crédito, e a Simpala Seguros — que, segundo a empresa, tem R$ 1 bilhão em patrimônios segurados. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ele contou ao ChatGPT que queria matar o filho e foi preso — conversas com IA podem ser prova de crime no Brasil?</title>
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<description><![CDATA[      Getty Images/BBC
AVISO DE CONTEÚDO SENSÍVEL: esta reportagem contém menções a violência e suicídio.
Durante cerca de dois meses, João (nome fictício), 36 anos, manteve conversas com o ChatGPT que, segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, indicavam um possível plano para matar o próprio filho, de 8 anos, cometer ataques e tirar a própria vida.
Nas mensagens trocadas com a ferramenta de inteligência artificial, o agricultor pesquisou sobre os efeitos de determinadas substâncias tóxicas no corpo, confessou ter oferecido dinheiro para que uma pessoa matasse a criança e disse que se sentia bem ao ver pessoas sofrerem.
&quot;Ofereci 50 mil para ele me matar e matar meu filho, mas ele não quis por se tratar de uma criança&quot;, diz uma das mensagens ao ChatGPT às quais a BBC News Brasil teve acesso.
&quot;Queria saber de onde vem essa vontade de matar as pessoas. Eu gosto da sensação de ver outra pessoa sofrer&quot;, relatou o agricultor em outra mensagem.
As conversas acenderam um alerta no sistema de segurança da IA, levando a OpenAI — criadora do ChatGPT — a comunicar a interação ao FBI, que entrou em contato com as autoridades brasileiras. 
O caso chegou até a Polícia Civil do Espírito Santo no dia 16 de junho, por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas, o Ciberlab, braço tecnológico do Ministério da Justiça e Segurança Pública no combate a crimes cibernéticos. 
Três dias depois — e um dia antes da data em que, segundo a polícia, o plano seria colocado em prática — o agricultor foi preso quando saía de casa na zona rural de São Gabriel da Palha, um município de pouco mais de 30 mil habitantes localizado a 200 km da capital, Vitória. 
&quot;Priorizamos esse caso em função da gravidade e por supostamente o pai planejar a execução do filho até o dia 20&quot;, disse à BBC News Brasil o delegado Brenno Andrade, titular da Delegacia de Crimes Cibernéticos e responsável pela investigação.
João* foi preso preventivamente no dia 19 de junho. Na quinta-feira (13/8), ele foi solto após a Justiça conceder um habeas corpus apresentado pela defesa, ao entender que houve demora excessiva na conclusão da investigação policial. O agricultor ficou detido por 54 dias.
A prisão preventiva não tem prazo fixo previsto em lei. Quando o investigado está preso, porém, a investigação deve ser concluída em prazo razoável. 
No caso do agricultor, a Justiça considerou que, após mais de 50 dias de prisão, o inquérito ainda não havia sido concluído pela polícia nem havia denúncia apresentada pelo Ministério Público. Mantê-lo preso poderia caracterizar constrangimento ilegal.
A Justiça também impôs medidas cautelares ao agricultor, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de se aproximar ou manter contato com o filho e com a mãe da criança.
Segundo o delegado Brenno Andrade, o suspeito não tinha relação de afeto e nem contato com a criança. Ele apenas pagava uma pensão, e esse teria sido um dos motivos para planejar o crime.
&quot;Ele não queria mais pagar a pensão [...] Em uma das conversas, ele fala em tirar a própria vida. Mas ele não queria, digamos assim, essa &#039;encheção de saco&#039; da mãe dele, avó da criança, ser cobrada pela pensão. Então, ele pensou em também matar o próprio filho.&quot;
A Polícia Civil do Espírito Santo informou que aguarda o resultado de laudos periciais — de objetos apreendidos na casa do agricultor — para concluir o inquérito.
Na casa do suspeito foram encontrados quatro frascos com uma substância desconhecida, além de uma corda amarrada, que, segundo a polícia, seria indicativo de uma intenção suicida. 
&quot;Tudo aquilo que a plataforma trouxe pra gente foi corroborado com a chegada da polícia ao local. Ele confirmou algumas coisas que pesquisou em relação ao filho, mas negou essa intenção de matá-lo&quot;, disse o delegado.

Divulgação/Polícia Civil do Espírito Santo
Além dos frascos, o celular do suspeito foi recolhido para ser periciado. O objetivo é saber se o agricultor realmente entrou em contato com um pistoleiro para matar o filho, conforme contou ao ChatGPT.
&quot;Vamos supor que no telefone dele, ele já tinha iniciado essa conversa, já tivesse até pagado o pistoleiro. A polícia entende que, nesse caso, havendo esse tipo de situação, ele já passa da fase de cogitação e já está ali, executando o crime que não foi consumado por motivos alheios à sua vontade, que foi a polícia chegar previamente e efetuar a prisão&quot;, declarou o delegado.
Já a defesa do agricultor sustenta que ele não praticou nenhum crime.
&quot;Se conversar com IA e falar bobagens for crime, todo mundo vai preso&quot;, disse à BBC o advogado Pedro Pessi, que faz parte da defesa do agricultor.
O caso levanta uma questão que ainda não tem uma resposta simples no direito brasileiro: até que ponto uma conversa com uma ferramenta de inteligência artificial pode ser usada como prova de um crime?
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que, embora as mensagens tenham sido suficientes para justificar uma prisão preventiva — diante do risco iminente à vida de uma criança — , el ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Balde Cheio: programa da Embrapa ajuda pequenas propriedades a melhorar produção de leite</title>
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<description><![CDATA[      Imagem ilustrativa de um produtor enchendo um balde de leite.
Shutterstock
Pequenos produtores de leite de todo o país podem participar do Balde Cheio, programa da Embrapa que busca melhorar a eficiência e a rentabilidade da atividade leiteira por meio da capacitação de técnicos de extensão rural.
Na prática, as propriedades participantes se transformam em uma espécie de sala de aula a céu aberto. Nelas, técnicos e produtores acompanham a aplicação de mudanças pensadas de acordo com a realidade de cada fazenda.
A proposta é identificar o que pode ser aprimorado na propriedade e adotar técnicas que contribuam para tornar a produção de leite mais eficiente e rentável, considerando as condições e os recursos disponíveis em cada local.
A Embrapa disponibiliza gratuitamente uma publicação sobre o Balde Cheio, com informações sobre o funcionamento do programa e orientações para quem deseja participar.
????Acesse aqui
Carimbo na carne: saiba o que significa e se ele oferece riscos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Conheça o abacaxi que dura mais tempo após a colheita</title>
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<description><![CDATA[      Abacaxi BRS Sol Bahia
Embrapa
O produtor Fábio Roberto, de Seringueiras (RO), plantou um pé de abacaxi e agora tem uma dúvida: qual é o momento certo de colher o fruto para comercialização?
Um dos principais sinais está na coloração da casca. A mudança de cor indica o avanço da maturação e ajuda o produtor a definir quando retirar o fruto da planta, levando em consideração também o tempo necessário para transporte e comercialização.
Além do ponto de colheita, outro desafio é fazer com que o abacaxi mantenha a qualidade por mais tempo depois de sair da lavoura. 
Uma das alternativas desenvolvidas pela Embrapa é a BRS Sol Bahia, variedade mais nova que apresenta maior resistência após a colheita, inclusive quando o fruto já está mais amarelado.
A BRS Sol Bahia foi lançada inicialmente para cultivo no semiárido de Minas Gerais e da Bahia, mas já existem estudos para avaliar o desempenho da variedade em outras regiões do Brasil.
Onde encontrar mudas e orientações
Produtores interessados na BRS Sol Bahia devem procurar a Embrapa para obter informações sobre pontos de comercialização de mudas próximos à sua região.
A instituição também disponibiliza publicações técnicas com orientações sobre o plantio, manejo e colheita do abacaxi, que podem ajudar o produtor desde a implantação da lavoura até a comercialização dos frutos.
???? Acesse aqui todas as informações
De onde vem a manga ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Workslop&amp;apos;: os trabalhos malfeitos por IA que geram retrabalho, roubam tempo e custam milhões às empresas</title>
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<description><![CDATA[      Workslop pode ser traduzido livremente como &quot;trabalho desleixado&quot;.
Pexels
A pressa das empresas em incorporar ferramentas de inteligência artificial ao dia a dia dos trabalhadores criou um novo problema: o relatório chega com tópicos organizados, linguagem técnica e aparência profissional, mas basta uma leitura mais atenta para perceber que ali não há nada de útil.
As conclusões são genéricas, faltam informações importantes sobre o negócio e uma nova rodada de análises, correções e ajustes se faz necessária. Em vez de aumentar a produtividade, a IA gera retrabalho e atrasa o desenvolvimento dos profissionais — em especial, os mais novos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O fenômeno já tem nome: workslop.
???? O termo vem da junção das palavras &quot;work&quot; (trabalho) e &quot;slop&quot; (malfeito), e pode ser traduzido livremente como &quot;trabalho desleixado&quot;. Ele passou a ser usado para descrever tarefas geradas por IA que — na ânsia de economizar esforço ou acelerar processos — são superficiais e oferecem pouco valor prático para quem precisa utilizá-las.
Agora no g1
Um levantamento da BetterUp Labs, em parceria com a Stanford Social Media Lab, mostrou que 40% dos trabalhadores afirmam ter recebido algum conteúdo que se enquadra no conceito de workslop. Esse grupo estima que 15,4% de todo o material recebido se encaixe nessa categoria.  
Quando esse tipo de conteúdo entra no fluxo de trabalho, cria-se um efeito em cadeia. Alguém precisa conferir informações, corrigir erros ou simplesmente refazer parte da tarefa. 
???? Esse custo já foi medido. Os trabalhadores gastam, em média, 1 hora e 56 minutos lidando com cada ocorrência de workslop, segundo a BetterUp Labs. Isso representa uma perda estimada em US$ 186 por mês para cada funcionário afetado. Em uma organização com 10 mil trabalhadores, o prejuízo anual pode ultrapassar US$ 9 milhões em produtividade desperdiçada.
Para Miguel Nicolelis, considerado um dos principais neurocientistas do mundo, há uma crença generalizada de que ferramentas de IA seriam capazes de substituir etapas importantes do pensamento humano — do trabalho ao estudo.
O resultado, afirma, é uma espécie de &quot;atalho intelectual&quot;: tarefas que antes exigiam construção de conhecimento passam a ser delegadas a sistemas que produzem respostas nem sempre confiáveis.
Na vida profissional, receber esse tipo de conteúdo também provoca irritação, confusão e desgaste entre os colegas. Aos poucos, o problema compromete relações de confiança e colaboração, fundamentais para o funcionamento das organizações.
Mas evitar o assunto também não é a solução. A discussão envolve como a IA está transformando a rotina de trabalho, a qualidade do que é produzido, a pressão sobre os profissionais e os riscos de uma dependência crescente dessas ferramentas.
Nesta reportagem, o g1 discute esses pontos e mostra por que a promessa de produtividade nem sempre se concretiza, quais estratégias as empresas têm adotado para reduzir riscos e por que temas como governança e pensamento crítico são importantes nesse debate.
Saiba mais sobre:
Como a IA criou o ambiente perfeito para o workslop
O preço do workslop
O que acontece quando a IA começa a pensar por nós
Como usar a IA sem cair no workslop
O que as empresas estão aprendendo na era da IA
Como a IA criou o ambiente perfeito para o workslop
Há pouco tempo, construir uma apresentação demandava horas de organização de informações e estruturação de argumentos. Hoje, pode levar apenas alguns minutos. Essa facilidade ajuda a explicar como a inteligência artificial se espalhou tão rapidamente entre os profissionais.
João Quessada, desenvolvedor de software, recorre diariamente à IA para analisar códigos, resumir documentos e acelerar tarefas que antes consumiam horas de trabalho.
&quot;Sem sombra de dúvidas a IA agiliza muito o meu trabalho. Algo que eu faria em três ou quatro dias eu faço em um dia utilizando IA&quot;, conta o desenvolvedor.
Mas a velocidade não garante um bom resultado. &quot;Às vezes, ela não é 100% certeira. Em vez de ligar o ponto A ao ponto B, liga o ponto A ao ponto C e depois volta para o B&quot;, resume.
Diogo Ferreira, profissional da área de tecnologia em uma empresa do agronegócio, também diz que a IA ajuda a organizar ideias, estruturar documentos e acelerar etapas operacionais, mas que a validação e as decisões continuam sob sua responsabilidade.
Diogo Ferreira
g1
&quot;Quando você aprofunda, percebe que pode faltar contexto ou que a solução proposta está genérica demais. Para identificar isso, é preciso conhecer o assunto sobre o qual se está falando&quot;, afirma.
A rápida adoção também foi impulsionada pela expectativa de ganhos de produtividade em um ambiente cada vez mais pressionado por eficiência e resultados. Mas, à medida que a IA deixou de ser novidade, o debate começou a mudar.
A discussão passou a envolver os efeitos que essas ferramentas estão produzindo no dia a dia de quem trabalha com elas.
Um estudo global do Upwork Research Institute, feito com 2,5  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Workslop:, trabalhos, malfeitos, por, que, geram, retrabalho, roubam, tempo, custam, milhões, às, empresas</media:keywords>
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<title>Peixes têm &amp;apos;impressão digital&amp;apos; que revela de onde vieram, mostra estudo; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Tainha
Conservação Internacional/Átila Ximenes
Peixes também têm impressão digital. É o que mostrou uma pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), feita com a tainha brasileira.
Os pesquisadores analisaram pequenas moléculas presentes no músculo da tainha para identificar de onde o peixe veio. A combinação dessas substâncias funciona como uma &quot;impressão digital química&quot;.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O estudo conseguiu diferenciar tainhas capturadas em três locais do Brasil. Os pesquisadores encontraram diferenças na composição dos músculos relacionadas ao ambiente em que os peixes vivem, à quantidade de sal na água, à alimentação e ao funcionamento do organismo.
Os cientistas também identificaram 23 compostos químicos naturais no músculo das tainhas. Essas substâncias ajudam a mostrar como o organismo dos peixes funciona, incluindo informações sobre gasto de energia, atividade muscular, alimentação e adaptação ao ambiente.
Agora no g1
Para fazer a análise, os pesquisadores usaram uma técnica semelhante a um &quot;raio-X químico&quot;: a Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio. O método permite mapear a posição dos átomos de hidrogênio presentes nas moléculas.
A técnica foi associada à metabolômica, que permite analisar pequenas moléculas produzidas pelo organismo durante as reações químicas do dia a dia.
O estudo foi desenvolvido pelos pesquisadores Fabíola Fogaça, da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ), e Luiz Colnago, da Embrapa Instrumentação (SP).
Fabíola Fogaça inserindo a tainha no &quot;raio x químico&quot;
Divulgação/ Embrapa
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Uso na prática
A descoberta pode ajudar o setor pesqueiro e a criação de mecanismos para certificar a origem dos pescados.
Segundo os cientistas, a tecnologia pode auxiliar a combater fraudes no mercado de pescados, como a substituição de uma espécie por outra e a falsificação da origem do produto.
Além disso, a impressão digital química pode ser usada de base técnica para o pedido de Indicação Geográfica (IG), na modalidade Denominação de Origem, da tainha da Lagoa de Araruama.
A Lagoa de Araruama fica no Rio de Janeiro e é considerada a maior lagoa com concentração de sais permanente do mundo. A água tem salinidade média de 52%, mais alta que a do mar. Essa característica influencia diretamente o metabolismo das tainhas que vivem na região.
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como o super El Niño pode afetar a América Latina, principal região exportadora de alimentos do mundo</title>
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<description><![CDATA[      Plantação de soja pronta para colheita em Roraima
Raquel Maia/Amazônia Agro
A América Latina se prepara para o que especialistas avaliam poder ser o El Niño mais forte já registrado, o que levanta dúvidas sobre os impactos do fenômeno na maior região exportadora de alimentos do mundo.
O El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico tropical central e oriental, altera os padrões climáticos em todo o mundo. Na América Latina, o fenômeno costuma provocar chuvas mais intensas no sul e elevar o risco de seca em áreas mais ao norte, afetando a agricultura, a produção de energia, as rotas comerciais e o meio ambiente.
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Um inverno excepcionalmente chuvoso no Hemisfério Sul, alterações nos ecossistemas marinhos do Pacífico e episódios de seca já afetam partes do Caribe e da Amazônia. Pesquisadores esperam que o fenômeno ganhe força a partir de setembro e possa superar a intensidade do El Niño de 2015-2016, o mais forte já registrado.
Agora no g1
Veja alguns dos impactos esperados:
Irrigação de culturas
Nas férteis regiões dos Pampas argentinos, além de áreas do Paraguai, Uruguai e sul do Brasil, o El Niño costuma trazer chuvas acima da média. Apesar das preocupações com um evento particularmente intenso, analistas afirmam que o aumento da disponibilidade de água tende a beneficiar as lavouras.
Germán Heinzenknecht, meteorologista da Consultoria de Climatologia Aplicada da Argentina, afirmou que, assim como em ciclos anteriores, o El Niño pode favorecer as colheitas de soja, milho e trigo ao aumentar a umidade do solo para o plantio e ampliar a disponibilidade de água durante o verão, entre dezembro e fevereiro.
O excesso de umidade, no entanto, pode favorecer doenças causadas por fungos e reduzir nutrientes do solo em áreas fertilizadas.
Infraestrutura vulnerável
Um El Niño mais intenso também pode provocar enchentes em áreas rurais já naturalmente suscetíveis a esse tipo de evento, acrescentou Heinzenknecht.
Estradas tomadas pela lama ou por alagamentos podem dificultar o acesso dos agricultores às lavouras, atrapalhando a aplicação de fertilizantes e defensivos agrícolas, disse ele.
Muitas das estradas rurais que atravessam importantes áreas agrícolas do sul da América do Sul já apresentam condições precárias.
As fortes chuvas previstas para setembro também podem provocar inundações em cidades e nas rotas de acesso aos portos. Diante desse risco, o governo do Paraguai colocou unidades militares em alerta e mobilizou equipes de engenharia civil ainda em julho.
A costa norte do Peru enfrenta inundações, enquanto regiões mais elevadas sofrem com a escassez de água. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), esse padrão também pode se repetir no Chile e em outras áreas da costa do Pacífico.
O aumento da temperatura do mar também está levando espécies de interesse comercial a migrar para águas mais profundas, reduzindo o volume pescado.
Essa mudança já afeta a indústria pesqueira do Peru, que registrou queda de 31% na atividade nos primeiros cinco meses do ano.
Oportunidades energéticas
A distribuição desigual das chuvas pode acabar beneficiando o crescente setor de exportação de energia da Argentina.
Segundo a Organização Latino-Americana de Energia (OLADE), a previsão de tempo mais quente e seco no norte e no oeste do Brasil pode aumentar a demanda por gás natural da Argentina para abastecer usinas termelétricas.
Por outro lado, o sul do Brasil e o nordeste da Argentina devem registrar aumento significativo das chuvas, elevando o nível do rio Paraná e ampliando o potencial de geração das hidrelétricas ao longo de seu curso.
Em julho, as chuvas nas bacias hidrográficas do sul do Brasil atingiram 256% da média histórica, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
“Cada El Niño conta uma história diferente”, disse Leydson Dantas, especialista do Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil, acrescentando que o equivalente a um mês de chuva pode cair em apenas uma semana em algumas áreas do centro-oeste e sudeste do Brasil.
Secas ameaçam navegação e logística
A previsão de tempo mais seco no norte do Brasil ameaça a vasta rede fluvial da Amazônia, um corredor de transporte fundamental para o escoamento da produção do maior exportador mundial de soja.
A previsão de tempo mais seco no norte do Brasil ameaça a vasta rede fluvial da Amazônia, um corredor de transporte fundamental para o escoamento da produção do maior exportador mundial de soja.
Mais ao norte, a Autoridade do Canal do Panamá está endurecendo as restrições à carga transportada pelos navios para preservar a água doce necessária ao funcionamento da via, já que as previsões apontam para uma seca que pode ser tão severa quanto a registrada durante o El Niño de 2023-2024.
A autoridade marítima vem reduzindo gradualmente o calado máximo das embarcações, já que um novo reservatório planejado para garantir o abastecimento de ág ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O que é a Lei da Reciprocidade Econômica, que Brasil aciona contra os EUA</title>
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<description><![CDATA[      Brasil inicia processo para adotar medidas de reciprocidade em resposta ao tarifaço americano
O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (13) que iniciou o processo para adotar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos em resposta às tarifas aplicadas pelo governo norte-americano sobre produtos do Brasil.
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&quot;O governo brasileiro informa que deu início a análise de pleito ordinário de enquadramento, sob a Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), das medidas unilaterais adotadas pelo governo dos Estados Unidos da América no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio daquele país&quot;, informou o governo em nota.
O que é a Lei da Reciprocidade Econômica? 
Aprovada em 2025, a Lei da Reciprocidade Econômica é um mecanismo que permite ao Brasil adotar contramedidas diante de ações de outros países que prejudiquem a competitividade brasileira.
➡️Naquele ano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.
O texto define as situações em que o governo pode recorrer ao instrumento e quais medidas podem ser adotadas. Entre elas estão a suspensão de concessões comerciais e de investimentos e de obrigações relacionadas a direitos de propriedade intelectual.
Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as novas tarifas para o Brasil
O início do processo 
O governo afirmou que o Ministério das Relações Exteriores (MRE) &quot;está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas&quot;.
&quot;As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das  contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais&quot;, diz a nota.
O governo brasileiro afirma que  atuou consistentemente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301.
&quot;[O governo brasileiro] apresentou evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio do Brasil. As tarifas norte-americanas são injustificadas e arbitrárias, e o Brasil continuará defendendo sua posição em todas as instâncias cabíveis&quot;, diz a nota do governo.
Representantes do setor de máquinas e equipamentos chegaram a se manifestar contrariamente à aplicação da Lei de Reciprocidade.
No mês passado, após a tarifa de 25% entrar em vigor, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) defendeu que o Brasil seguisse negociando com os EUA pela via diplomática e empresarial.
LEIA TAMBÉM: &#039;Olho por olho, dente por dente?&#039; O que diz a Lei de Reciprocidade que Lula quer usar contra novo tarifaço dos EUA
Pouco antes da nota ser divulgada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e com o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, para tratar do assunto. 
OMC
No início desta semana, o governo dos Estados Unidos respondeu ao pedido de consultas apresentado pelo Brasil à Organização Mundial do Comércio (OMC) e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas&quot;, afirma o documento.
O Brasil acionou a OMC para contestar duas novas tarifas anunciadas pela Casa Branca:
uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas;
outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e violam os compromissos assumidos pelos Estados Unidos junto à própria entidade internacional.
Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Donald Trump.
Pablo Porciúncula e Andrew Caballero-Reynoldos/ AFP via Getty Images ]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 3044: confira os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Mega-Sena, concurso 3044: confira os números sorteados
O sorteio do concurso 3.044 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (13), em São Paulo.  O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 3.010.600
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Veja os números sorteados: 04 - 15 - 17 - 40 - 55 - 58

Nenhum aposta acertou as seis dezenas. Segundo a Caixa, 16 apostas acertaram a quina e levaram R$ 61.152,83.
Já outras 1.252 apostas tiveram quatro acertos e levaram R$ 1.288,19. 
O próximo prêmio, do sorteio do dia 15 de agosto, está estimado em R$ 38 milhões. 
Mega-Sena concurso 3044
Reprodução
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 22:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Instagram ganha nova identidade visual após 10 anos; veja o que mudou</title>
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<description><![CDATA[      Instagram muda sua identidade visual pela primeira vez em 10 anos
Divulgação/Instagram
O Instagram anunciou nesta quinta-feira (13) uma renovação de sua identidade visual, que inclui uma nova tipografia, ajustes nas cores, movimentos e outros elementos gráficos. A mudança foi anunciada por Adam Mosseri, diretor do Instagram.
Essa é a primeira grande atualização da identidade visual da plataforma em 10 anos. A última grande mudança ocorreu em 2016, quando o aplicativo abandonou o visual retrô e adotou a identidade colorida e minimalista.
A nova fonte moderniza a caligrafia do Instagram.
Divulgação/Instagram
Em publicação oficial, o Instagram afirmou que está “escrevendo um novo capítulo” da plataforma, com uma logotipia renovada e um sistema de marca inspirado no “espírito artesanal” de suas raízes criativas.
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“Ele [o novo sistema de arte] foi criado para inspirar ações corajosas e dar às pessoas a confiança para criar e se expressar como realmente são, de forma livre e plena”, disse May Hartono, diretora de design de marca da Meta.
Initial plugin text
&quot;Estamos escrevendo um novo capítulo no Instagram com uma logotipia renovada e um sistema de marca que reflete o espírito artesanal das nossas raízes criativas. Esse trabalho se estendeu a todo o sistema da marca — abrangendo tipografia, movimento, cores e muito mais —, tudo concebido para destacar a criatividade infinita da nossa comunidade&quot;, explicou a empresa no post oficial da mudança.
O que mudou?
Logotipo e ícone: o tradicional símbolo de câmera continua como principal referência, mas ganhou uma construção visual atualizada;
Tipografia: a marca passou a utilizar uma nova linguagem tipográfica própria;
Cores: a paleta foi ajustada para mudar a identidade;
Movimento e animações: a nova identidade incorpora uma linguagem própria para elementos animados;
Elementos gráficos: o sistema visual foi desenvolvido para se adaptar a diferentes formatos e experiências dentro da plataforma.
Instagram completa 10 anos: conheça a história do aplicativo em 10 fatos
Na prática, a nova proposta deixa de lado parte dos elementos mais ornamentados da identidade anterior e aposta em uma linguagem mais contemporânea e limpa.
Segundo a plataforma, a renovação busca recuperar o caráter criativo e artesanal de suas origens e, ao mesmo tempo, criar uma identidade capaz de acompanhar a evolução do aplicativo.
Initial plugin text
O Instagram já mudou de &#039;cara&#039;
Desde o lançamento, em 6 de outubro de 2010, o Instagram passou por diferentes transformações visuais.
A plataforma foi criada pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo engenheiro de software brasileiro Mike Krieger. No início, o aplicativo tinha uma estética inspirada em câmeras fotográficas antigas, com o famoso ícone de câmera retrô.
A mudança mais marcante aconteceu em 2016, quando o Instagram adotou o gradiente colorido e o desenho minimalista que se tornaram sua identidade durante a última década.
Última mudança na logo do Instagram.
Divulgação/Instagram ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>H&amp;amp;M acelera expansão no Brasil e abre 4 lojas, incluindo estreia no Nordeste</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da H&amp;M é exibido na fachada de uma loja em Estocolmo, na Suécia.
REUTERS/Tom Little
A varejista sueca H&amp;M anunciou nesta quinta-feira (13) a abertura de quatro novas lojas no Brasil, incluindo duas no Nordeste, inaugurando sua presença na região, um ano após o início das operações no país.
As novas unidades no Nordeste serão em shoppings de Recife e Fortaleza e as inaugurações acontecerão ao longo do segundo semestre.
&quot;O Nordeste é um mercado importante para nós. O nível de produtividade dos shoppings é acima da média nacional, então é um mercado interessante&quot;, disse Joaquim Pereira, presidente-executivo da H&amp;M Brasil, em entrevista à Reuters.
&quot;Sabemos também, pelos dados estatísticos dos nossos clientes do nosso canal online, que temos uma forte base de consumidores na região&quot;, acrescentou Pereira.
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As outras duas novas lojas serão abertas em shoppings da cidade do Rio de Janeiro, onde a empresa já possui um ponto de vendas.
Ao fim das inaugurações, a empresa contará com um total de 13 lojas no Brasil, distribuídas por três - Sudeste, Sul e Nordeste - das cinco regiões do país.
Brechós ganham espaço com a alta da moda circular
Um ano de operação no Brasil
A rede europeia abriu sua primeira loja no Brasil há um ano, no Shopping Iguatemi, na cidade de São Paulo. Desde então, a varejista abriu mais cinco lojas no estado, uma no Rio de Janeiro e duas no Rio Grande do Sul.
A H&amp;M conta, atualmente, com um centro de distribuição em Extrema, Minas Gerais, com cerca de 24 mil metros quadrados.
Como é trabalhar na H&amp;M?
Desde a estreia no Brasil, a varejista implementou um cronograma de trabalho de cinco dias com dois dias de descanso para seus funcionários.
&quot;Isso é parte do modelo de negócio, assegurar as melhores condições possíveis e os melhores benefícios, para que os colaboradores permaneçam&quot;, disse o executivo. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Grupo de hackers diz ter roubado dados de quase 50 empresas, incluindo Philips e Shell</title>
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<description><![CDATA[      Cybercrime; hacker; crimes digitais; crimes virtuais
Kevin Horvart/Unplash
Um grupo de hackers conhecido por explorar falhas de segurança em softwares para atacar várias empresas ao mesmo tempo afirmou ter roubado grandes volumes de dados de quase 50 companhias em todo o mundo, incluindo Philips, Shell, Fiserv e General Eletric.
A alegação foi publicada no site do próprio grupo.
A Philips confirmou que foi alvo do grupo Cl0p e informou que identificou e conteve uma tentativa de invasão a um servidor corporativo ligado a dados internos. Segundo a empresa, o incidente não afetou os ambientes de clientes.
A Shell disse que está ciente de um &quot;possível incidente&quot; recente e que trabalha com suas equipes de segurança e especialistas externos para investigar o caso.
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Ataque hacker tira sites de prefeituras do ar Invasão atinge
Já a Fiserv afirmou que conhece as alegações dos hackers, mas que, após uma análise completa realizada até o momento, não encontrou evidências de comprometimento de dados de clientes, informações bancárias, transações ou dados pessoais, nem de impacto em seus sistemas. 
A General Eletric não respondeu aos pedidos de comentário.
A Reuters não conseguiu verificar de forma independente se os hackers realmente roubaram os dados, nem qual seria o volume ou o tipo de informação obtida. O grupo Cl0p também não respondeu aos pedidos de entrevista.
Ainda não está claro como os invasores acessaram as empresas
Apesar da icnerteza de como as empresas foram hackeadas, a Ransom-ISAC, organização que compartilha informações sobre ameaças cibernéticas, alertou em 22 de julho que o Cl0p estava explorando falhas de segurança nos programas PTC Windchill e FlexPLM, softwares usados por empresas para gerenciar projetos de engenharia e processos de fabricação.
A PTC, empresa responsável pelos programas, não comentou o caso. 
Desde 18 de junho, ela publicou diversos alertas de segurança orientando seus clientes a instalar uma atualização que corrige a vulnerabilidade e informando sobre ataques contra seus produtos.
Hacker
DC Studio/Freepik
Segundo Brandon Parsons, gerente de inteligência de ameaças da Ascent Solutions e autor do alerta da Ransom-ISAC, algumas empresas começaram a receber notificações do Cl0p entre 19 e 20 de julho. 
Ele afirma que o grupo não costuma escolher vítimas específicas, mas sim explorar uma mesma falha em softwares amplamente utilizados.
“Eles não atacam uma empresa específica. Eles encontram uma vulnerabilidade de dia zero e exploram essa falha”, disse Parsons.
Uma vulnerabilidade de dia zero é uma falha de segurança desconhecida pelo fabricante do software e que ainda não possui correção disponível, tornando milhares de usuários potenciais alvos de ataques simultâneos. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Tarifaço: Governo dá início a processo de reciprocidade contra os Estados Unidos</title>
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<description><![CDATA[      O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (13) que deu início ao processo para aplicar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.
➡️ A legislação brasileira, por meio de uma lei aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e sancionada por Lula em 2025, permite que o governo brasileiro adote medidas de retaliação contra países ou blocos econômicos que apliquem barreiras comerciais, legais ou políticas contra o Brasil.
&quot;O governo brasileiro informa que deu início a análise de pleito ordinário de enquadramento, sob a Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), das medidas unilaterais adotadas pelo governo dos Estados Unidos da América no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio daquele país&quot;, informou o governo em nota. 
O governo afirmou que o Ministério das Relações Exteriores (MRE) &quot;está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas&quot;.
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&quot;As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das  contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais&quot;, diz a nota.
O governo brasileiro afirma que  atuou consistentemente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301.
&quot;[O governo brasileiro] apresentou evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio do Brasil. As tarifas norte-americanas são injustificadas e arbitrárias, e o Brasil continuará defendendo sua posição em todas as instâncias cabíveis&quot;, diz a nota do governo.
– Esta reportagem está em atualização. 
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva gesticula enquanto fala com repórteres após sua reunião na Casa Branca com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Embaixada do Brasil em Washington, DC, EUA, em 7 de maio de 2026
REUTERS/Elizabeth Frantz ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Tarifaço:, Governo, dá, início, processo, reciprocidade, contra, Estados, Unidos</media:keywords>
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<title>Nubank tem lucro líquido acima de US$ 1 bilhão pela primeira vez</title>
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<description><![CDATA[      Logo do Nubank na Bolsa de Valores de Nova York.
Brendan McDermid/ Reuters
O Nubank informou nesta quinta-feira (13) que, pela primeira vez em sua história, registrou lucro líquido bilionário em um trimestre. Segundo o banco, a quantia cresceu 17% e chegou a US$ 1,061 bilhão no período entre abril e junho de 2026.
No segundo trimestre, o banco teve receita bruta de US$ 5,9 bilhões, o que representou alta de 39% em relação ao mesmo período de 2025.
A carteira de crédito cresceu 37% e chegou a US$ 39,4 bilhões, e o total de depósitos cresceu 18%, chegando a US$ 45,3 bilhões.
A empresa chegou a 139 milhões de clientes, 4 milhões a mais do que no trimestre anterior. Do total, quase 118 milhões estão no Brasil, 15,8 milhões estão no México e 5 milhões estão na Colômbia.
Agora no g1
Ao mesmo tempo, o índice de inadimplência para dívidas com mais de 90 dias sem pagamento aumentou, chegando a 6,9%. A alta é explicada pela migração sazonal dos atrasos iniciais registrados no primeiro trimestre, disse o banco.
Em seu comunicado, o Nubank afirmou que lidera como banco principal de consumidores brasileiros e que a taxa de atividade mensal de seus clientes superou os 86% pela primeira vez. A empresa também destacou que tem avançado entre clientes de maior renda e entre pequenas empresas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>IFI do Senado estima perda de R$ 4,7 bi para saúde em 2027 com gatilho em projeto de lei; ministro da Fazenda nega que haja &amp;apos;prejuízo&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[ A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado Federal, estimou nesta quinta-feira (13) que um &quot;gatilho&quot; incluído em um projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional vai gerar uma perda de R$ 4,7 bilhões para a área de saúde em 2027.
O texto, aprovado pelo Senado Federal nesta quarta-feira (12), seguiu para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pois já havia passado pelo crivo da Câmara dos Deputados.
O projeto permite ao governo usar a receita extra, a partir da venda de petróleo, para reduzir impostos sobre combustíveis, além de conceder concede subsídios, na forma de diminuição de tributos, para a indústria de fertilizantes e o setor de minerais críticos e estratégicos. 
Mas também foram incluídos dois &quot;gatilhos&quot; — regras automática que impõe a redução de gastos públicos, um tipo de &quot;jabuti&quot;, ou seja, material estranho ao contexto original da proposta. Um dos gatilhos determina que, no caso de déficit primário neste ano (como está projetado pelo governo e analistas) as receitas da União com a comercialização do petróleo e gás natural não sejam incluídas no cálculo da chamada &quot;receita corrente líquida&quot; do governo.
Com isso, a receita corrente líquida ficará menor no próximo ano. O problema é que o piso constitucional de aplicação da União em Ações e Serviços Públicos de Saúde é justamente 15% da receita corrente líquida, que subirá menos no próximo ano com a imposição do gatilho aprovado pelo Congresso Nacional - impondo perda de recursos para essa área.
&quot;A IFI estima que isto implicará na criação de um espaço orçamentário em 2027, só com o piso da saúde de R$ 4,7 bilhões (15%), utilizando o cenário de referência da PPSA que projeta uma arrecadação, no próximo ano, de R$ 31 bilhões com a comercialização de óleo e gás&quot;, informou a IFI, em nota à imprensa.
Além da área de saúde, outro gatilho aprovado no projeto de lei também retirará recursos de outras áreas, ao limitar o crescimento dessas despesas ao teto do chamado &quot;arcabouço fiscal&quot;, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. Por essa regra, as despesas gerais não podem crescer mais do que 2,5% em termos reais (acima da inflação). 
Pelo gatilho, em caso de projeção de déficit primário no exercício 2026, o crescimento de despesas primárias atreladas a vinculações estabelecidas por legislação infraconstitucional também não poderá crescer acima disso. O que criará uma limitação extra de R$ 5 bilhões, que, segundo a IFI, impactará &quot;despesas vinculadas sobretudo de rubricas como o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico (Lei no. 11.540/2007) e o Fundo Constitucional do Distrito Federal (Lei no. 10.633/2002)&quot;. 
Ministro da Fazenda nega &#039;prejuízo&#039;
Questionado mais cedo nesta quinta-feira por jornalistas sobre perdas para saúde e educação por conta de gatilhos incluídos no projeto de lei que permite usar a receita extra, a partir da venda de petróleo, para reduzir impostos sobre combustíveis, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que haveria &quot;prejuízo&quot; para essas áreas. 
&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Emprego formal teve 2,2 milhões de vagas abertas no primeiro semestre de 2026, diz governo</title>
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<description><![CDATA[      O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou, nesta quinta-feira (13), que o emprego formal somou 2,2 milhões de vagas abertas na parcial do primeiro semestre deste ano. 
O número é 3,6% maior em relação ao valor registrado no fim de 2025 e consta na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Evolução do total de vínculos formais de emprego:
60.691.770 em 31 de dezembro de 2025.
62.891.209 em 30 de junho de 2026.
O setor de serviços é o que responde pelo maior número de empregos e também pelo maior salário. A remuneração média dos trabalhadores do setor foi de R$4.999. 
Na sequência aparacem os setores do comércio, indústria, construção e agropecuária. 
Os jovens com até 24 anos são os que mais aumentaram a participação nos números. Segundo o MTE, em dezembro de 2026 o grupo representava 12,7% e, em junho deste ano, 13,8%. 
Agora no g1
Disparidades de gênero e raça 
A disparidade de gênero se reflete na medida em que mulheres recebem, na médica, 87,9% do salário médio dos homens. 
Já em relação à raça, trabalhadores pardos e pretos recebem, aproximadamente, 68% da remuneração de trabalhadores brancos. 
Horas trabalhadas
Segundo a RAIS Mensal, 70% dos vínculos com jornada informada têm contratos de 41 a 44 horas semanais, o equivalente a 35,7 milhões de vínculos. 
O dado não permite identificar quantos estão especificamente na escala 6x1, mas mostra o peso das jornadas mais longas no mercado formal.
Durante a apresentação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, voltou a defender a discussão sobre o fim da escala 6x1 e cobrou do Senado a votação da proposta.
“Está aí a escala 6x1, que o Senado está sentado em cima, que nós fizemos, de fato, que os senadores e senadoras, o presidente Davi Alcolumbre, libere essa pauta para os senadores e senadoras votarem contra ou a favor, conforme a sua consciência, mas vote. Deixa o debate ocorrer”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou a apresentação dos dados no Ministério do Trabalho acompanhado dos ministros Luiz Marinho; Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Dario Durigan, da Fazenda.
Para participar é necessário documento de identificação, carteira de trabalho e cópias do currículo.
FUNTRAB ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Empréstimo do BRB: após reunião tensa no STF, governo do DF e órgãos federais decidem manter negociação de R$ 6,6 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      Governadora do Distrito Federal, Celina Leão, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB
Gustavo Moreno/STF
Terminou sem avanços concretos a nova reunião de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), mediada pelo ministro Luiz Fux nesta quinta-feira (13), para tentar destravar um empréstimo bilionário e salvar o balanço patrimonial do Banco de Brasília (BRB).
No encontro, representantes do governo do DF, do BRB e de órgãos federais concordaram em manter a mesa de conciliação e seguir negociando o crédito. Não houve mudanças efetivas no status do acordo, que segue travado há três meses.
Durante a reunião, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, voltaram a trocar declarações fortes sobre o não cumprimento do acordo homologado em maio.
Ao pedir o novo encontro, Celina Leão acusou os órgãos federais de &quot;inércia&quot; no tratamento do tema – o que gerou reclamações públicas do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Nesta quinta, Celina foi a primeira a falar na reunião. E voltou a cobrar os órgãos federais.
&quot;Eu não estou vindo pedir uma decisão judicial, eu tenho uma decisão judicial. Venho pedir o cumprimento das partes. O que a gente tem é uma série de exigências, até sobre Centrad, ministro, que não tem nada a ver com a história do BRB&quot;, declarou Celina.
➡️O Centrad citado por Celina Leão é o Centro Administrativo do DF – complexo construído para receber órgãos públicos e pivô de uma polêmica entre o governo distrital e a Caixa.
Em seguida, Dario Durigan assumiu o microfone – e repetiu a posição de que o governo federal não criou o problema e está empenhada em ajudar.
&quot;A União não tem nada a ver com essa história. É um problema gerado pelo governo do DF com o BRB, que tem que ser tratado pelos responsáveis. A União foi trazida para esse debate e, com muita boa vontade, apresentamos soluções para além de ficar criando dificuldade&quot;, rebateu.
&quot;Não cabe a ninguém sugerir, muito menos ao FGC, a qualquer banco, que a solução é o aval da União, porque o aval da União todo mundo quer. Os agricultores querem aval da União para negociar sua dívida. Então, é o aval da União que resolve tudo no país? Essa é a concepção errada. Achar que nós temos que socializar os problemas, socializar a responsabilidade com a sociedade brasileira como um todo, isso não é correto&quot;, seguiu Durigan.
O governo do DF tem pressa em conseguir o dinheiro. Entre outros motivos, porque o BRB não divulga seus balanços periódicos há um ano e vem sendo multado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários.
Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB
Gustavo Moreno/STF
&#039;Nunca questionei boa vontade&#039;, diz Celina
Ao fim da reunião, já com a conciliação mantida, Celina Leão afirmou que nunca questionou a &quot;boa vontade&quot; das partes envolvidas no acordo.
&quot;[...] Nunca questionando se as pessoas estavam com boa vontade. Nunca foi questionado isso. Eu acho que é esse aqui o ambiente adequado. Eu judicializei para ter a decisão judicial. Nós temos uma primeira decisão judicial que foi conciliada, e que há algumas dificuldades do cumprimento da decisão&quot;, afirmou.
&quot;Foi para isso que fizemos a audiência, para ele [Fux] entender quais são as dificuldades. E eu acho que todos os entes, tanto o governo do Distrito Federal como o governo federal, estão prontos para cumprir, 100%, o acordo que foi feito no primeiro momento. Então assim, é com muita tranquilidade&quot;, seguiu.
&quot;Ninguém quer aqui sair derrotado ou derrotar ninguém. Eu acho que a população de Brasília merece todo aqui o nosso empenho. [...] Nós vamos finalizar o acordo, eu acho que há um entendimento, não há uma vontade diferente. Eu acho que a vontade nossa é a mesma vontade do mundo&quot;, completou.
O que gerou a crise do BRB?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Após acordo homologado no STF, empréstimo bilionário para tentar salvar BRB não sai do papel
O que prevê o acordo em vigor?
O acordo chancelado pelo STF e pela Câmara Legislativa do DF a ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Emprego formal abriu 2,2 milhões de vagas no primeiro semestre de 2026, diz governo</title>
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O número é 3,6% maior em relação ao valor registrado no fim de 2025 e consta na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Evolução do total de vínculos formais de emprego:
60.691.770 em 31 de dezembro de 2025.
62.891.209 em 30 de junho de 2026.
O setor de serviços é o que responde pelo maior número de empregos e também pelo maior salário. A remuneração média dos trabalhadores do setor foi de R$4.999. Na sequência aparacem os setores do comércio, indústria, construção e agropecuária. 
Os jovens com até 24 anos são os que mais aumentaram a participação nos números. Segundo o MTE, em dezembro de 2026 o grupo representava 12,7% e, em junho deste ano, 13,8%. 
Agora no g1
Disparidades de gênero e raça 
A disparidade de gênero se reflete na medida em que mulheres recebem, na médica, 87,9% do salário médio dos homens. 
Já em relação à raça, trabalhadores pardos e pretos recebem, aproximadamente, 68% da remuneração de trabalhadores brancos. 
Horas trabalhadas
Segundo a RAIS Mensal, 70% dos vínculos com jornada informada têm contratos de 41 a 44 horas semanais, o equivalente a 35,7 milhões de vínculos. 
O dado não permite identificar quantos estão especificamente na escala 6x1, mas mostra o peso das jornadas mais longas no mercado formal.
Durante a apresentação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, voltou a defender a discussão sobre o fim da escala 6x1 e cobrou do Senado a votação da proposta.
“Está aí a escala 6x1, que o Senado está sentado em cima, que nós fizemos, de fato, que os senadores e senadoras, o presidente Davi Alcolumbre, libere essa pauta para os senadores e senadoras votarem contra ou a favor, conforme a sua consciência, mas vote. Deixa o debate ocorrer”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou a apresentação dos dados no Ministério do Trabalho acompanhado dos ministros Luiz Marinho; Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Dario Durigan, da Fazenda.
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas e colocam país em lista de alto risco comercial</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/eua-acusam-brasil-de-ajudar-china-a-driblar-tarifas-e-colocam-pais-em-lista-de-alto-risco-comercial</link>
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<description><![CDATA[      Tarifaço: exportações brasileiras para Estados Unidos registram menor patamar em três anos
O governo dos Estados Unidos incluiu o Brasil em uma lista de mais de 40 países que acusa de ajudarem a China a burlar tarifas de importação.
Pequim estaria fazendo isso ao enviar seus produtos para outros países para embalagem e montagem, uma prática conhecida como transbordo comercial (transshipping, em inglês), segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (13). 
A tática teria surtido o efeito de maquiar as importações americanas provenientes da China, que apesar de terem diminuído à primeira vista, seguiriam ameaçando fábricas e empregos nos EUA e gerando perdas anuais bilionárias de arrecadação tributária.
&quot;Durante anos, o grande golpe do transbordo comercial permitiu que a China comunista lavasse suas exportações&quot;, declarou o assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, ao apresentar o relatório a jornalistas.
Navarro, contudo, destacou que os problemas apontados dizem respeito principalmente a outras nações que facilitam a evasão das tarifas.
O presidente Donald Trump conversa com repórteres após chegar a bordo do Air Force One na terça-feira, 11 de agosto de 2026, na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland
Mark Schiefelbein
O relatório classifica os países em três níveis de ligação com Pequim. O Brasil foi incluído no &quot;nível 2&quot;, classificado como &quot;integração econômica significativa&quot;, ao lado de países como Indonésia, Malásia, Tailândia, Turquia e Vietnã.
Segundo a Casa Branca, esses países combinam volumes significativos de transbordo comercial com integração mais profunda com cadeias de abastecimento ligadas à China, plataformas de manufatura, sistemas logísticos ou canais regionais de redirecionamento das mercadorias.
O Brasil, na qualidade de &quot;importante plataforma regional de produção e logística&quot;, atuaria para simular a transformação de produtos para alterar sua origem declarada.
UE também foi enquadrada pela Casa Branca
Já o &quot;nível 1&quot;, que reúne Canadá, União Europeia, Índia, Israel, Japão, México, Coreia do Sul e Taiwan, faria o transbordo comercial dos &quot;maiores volumes absolutos&quot;, com &quot;risco embutido em fluxos comerciais amplos e legítimos&quot;.
Especialistas observam há anos desvios nas cadeias de suprimentos envolvendo a China desde o primeiro governo Trump, quando Washington e Pequim travaram uma guerra tarifária em 2018.
O governo chinês tem classificado sua relação com os Estados Unidos como uma de &quot;estabilidade estratégica&quot;. Ainda assim, suas políticas de apoio às exportações de produtos manufaturados têm desestabilizado os setores automotivo, metalúrgico e eletrônico nos Estados Unidos, na Europa, no Japão e em outras regiões.
Tarifaço redesenha mapa das exportações brasileiras; vendas para a China bateram recorde
Jornal Nacional/ Reprodução
Navarro afirmou que outros países, como a Índia, também podem recorrer ao transbordo comercial para evitar novas tarifas. Segundo ele, os novos acordos comerciais promovidos pelo governo Trump incluirão cláusulas para punir parceiros que adotarem essa prática.
Balança comercial americana ainda em déficit apesar de tarifas
O governo Trump impôs tarifas elevadas a grande parte do mundo na tentativa de proteger os fabricantes americanos, atingindo aliados e rivais com impostos de importação. Ao mesmo tempo, essas tarifas criaram novas pressões inflacionárias dentro dos Estados Unidos.
O relatório apresenta uma série de estimativas sobre a dimensão do transbordo comercial destinado a evitar tarifas. Com base em dados governamentais e do setor privado, calcula-se que entre US$ 34,2 bilhões (R$ 177,5 bilhões) e US$ 303 bilhões (R$ 1,572 trilhões) em mercadorias sejam redirecionados anualmente. 
Para enfrentar o problema, Navarro afirmou que a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) começou a utilizar inteligência artificial em um programa piloto para impedir o transbordo comercial. 
Segundo ele, quando se comprova que um importador falsificou a origem de um produto, as tarifas podem ser aplicadas retroativamente, abrangendo aproximadamente o ano anterior.
As tarifas impostas por Trump durante seu segundo mandato enfrentaram uma série de contestações judiciais. Em fevereiro, a Suprema Corte derrubou algumas delas.
Os Estados Unidos continuam importando mais do que exportam para o restante do mundo. No entanto, o déficit comercial acumulado até agora neste ano, de US$ 371 bilhões (R$ 1,925 trilhão), está cerca de US$ 189 bilhões (R$ 980,9 bilhões) abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Empréstimo do BRB: Celina Leão diz a Fux que DF &amp;apos;fez sua parte&amp;apos;; União não tem ligação com crise, rebate Durigan</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/emprestimo-do-brb-celina-leao-diz-a-fux-que-df-fez-sua-parte-uniao-nao-tem-ligacao-com-crise-rebate-durigan</link>
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<description><![CDATA[      Governadora do Distrito Federal, Celina Leão, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB
Gustavo Moreno/STF
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, voltaram a trocar declarações fortes nesta quinta-feira (13) durante uma reunião de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), mediada pelo ministro Luiz Fux.
A reunião foi convocada para tentar destravar um empréstimo bilionário para salvar o patrimônio do Banco de Brasília (BRB) – parado desde que uma primeira versão do acordo foi homologada em maio (entenda abaixo).
Ao pedir o novo encontro, Celina Leão acusou os órgãos federais de &quot;inércia&quot; no tratamento do tema – o que gerou reclamações públicas do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Nesta quinta, Celina foi a primeira a falar na reunião. E voltou a cobrar os órgãos federais.
&quot;Eu não estou vindo pedir uma decisão judicial, eu tenho uma decisão judicial. Venho pedir o cumprimento das partes. O que a gente tem é uma série de exigências, até sobre Centrad, ministro, que não tem nada a ver com a história do BRB&quot;, declarou Celina.
➡️O Centrad citado por Celina Leão é o Centro Administrativo do DF – complexo construído para receber órgãos públicos e pivô de uma polêmica entre o governo distrital e a Caixa.
Em seguida, Dario Durigan assumiu o microfone – e repetiu a posição de que o governo federal não criou o problema e está empenhada em ajudar.
&quot;A União não tem nada a ver com essa história. É um problema gerado pelo governo do DF com o BRB, que tem que ser tratado pelos responsáveis. A União foi trazida para esse debate e, com muita boa vontade, apresentamos soluções para além de ficar criando dificuldade&quot;, rebateu.
&quot;Não cabe a ninguém sugerir, muito menos ao FGC, a qualquer banco, que a solução é o aval da União, porque o aval da União todo mundo quer. Os agricultores querem aval da União para negociar sua dívida. Então, é o aval da União que resolve tudo no país? Essa é a concepção errada. Achar que nós temos que socializar os problemas, socializar a responsabilidade com a sociedade brasileira como um todo, isso não é correto&quot;, seguiu Durigan.
O governo do DF tem pressa em conseguir o dinheiro. Entre outros motivos, porque o BRB não divulga seus balanços periódicos há um ano e vem sendo multado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários.
O que gerou a crise do BRB?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Após acordo homologado no STF, empréstimo bilionário para tentar salvar BRB não sai do papel
O que prevê o acordo em vigor?
O acordo chancelado pelo STF e pela Câmara Legislativa do DF autoriza o governo Celina Leão (PP) a pegar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Pelo acordo, os maiores bancos públicos e privados do país entrariam na operação como avalistas.
O governo federal não dá garantia à operação, já que o DF não tem boa nota em Capacidade de Pagamento (Capag) – ou seja, está sem o &quot;selo de bom pagador&quot; necessário.
Se houver calote, o &quot;consórcio&quot; de bancos pode receber parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que o governo federal repassaria ao Distrito Federal.
O governo do DF se comprometeu, no acordo, a adotar medidas de ajuste fiscal para evitar que o empréstimo deteriorasse ainda mais a capacidade de pagamento de dívidas da capital.
Maio: União e governo do DF fecham acordo pra socorrer BRB
A modelagem do empréstimo não ficou descrita no acordo homologado pelo STF. Algumas informações sobre a proposta foram divulgadas pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, em audiência no Senado.
Segundo ele, a proposta na mesa prevê: 
valor: R$ 6,6 bilhões em parcela única
carência: 18 meses (ou seja, primeira parcela da quitação ficaria para 2028)
juros: IPCA + 4,5% ao ano
quitação: 180 parcelas mensais (15 anos)
&quot;Nessas condições, a primeira prestação seria para pagar a partir de 2028, na faixa de R$ 95,6 milhões por mês&quot;, estimou Nelson Souza no Senado.
Deputados de oposição ao govern ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Empréstimo, BRB:, Celina, Leão, diz, Fux, que, fez, sua, parte, União, não, tem, ligação, com, crise, rebate, Durigan</media:keywords>
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<title>Instagram muda identidade visual pela 1ª vez em 10 anos; veja como ficou</title>
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<description><![CDATA[      Instagram muda sua identidade visual pela primeira vez em 10 anos
Divulgação/Instagram
Vem novidade por aí no Instagram! A rede social da Meta anunciou uma renovação de sua identidade visual, que inclui uma nova tipografia, ajustes nas cores, movimentos e outros elementos gráficos da marca. A mudança foi anunciada por Adam Mosseri, diretor do Instagram.
Essa é a primeira grande atualização plataforma em dez anos. 
A última transformação havia ocorrido em 2016, quando o aplicativo abandonou o visual retrô e adotou a identidade colorida e minimalista que ficou conhecida mundialmente.
Em publicação oficial, o Instagram afirmou que está “escrevendo um novo capítulo” da plataforma com uma logotipia renovada e um sistema de marca inspirado no “espírito artesanal” de suas raízes criativas.
A nova fonte moderniza a caligrafia do Instagram.
Divulgação/Instagram
“Ele [o novo sistema de arte] foi criado para inspirar ações corajosas e dar às pessoas a confiança para criar e se expressar como realmente são, de forma livre e plena”, disse May Hartono, diretora de design de Marca da Meta.
Initial plugin text
&quot;Estamos escrevendo um novo capítulo no Instagram com uma logotipia renovada e um sistema de marca que reflete o espírito artesanal das nossas raízes criativas. Esse trabalho se estendeu a todo o sistema da marca - abrangendo tipografia, movimento, cores e muito mais -, tudo concebido para destacar a criatividade infinita da nossa comunidade&quot;, explicou a empresa no post oficial da mudança.
 Todas as curvas e firulas da antiga fonte foram retiradas. Agora, a nova escrita acompanha um design mais moderno e clean.
O que mudou?
Logotipo e ícone: o tradicional símbolo de câmera continua como principal referência, mas ganhou uma construção visual atualizada;
Tipografia: a marca passou a utilizar uma nova linguagem tipográfica própria;
Cores: a paleta foi ajustada para tornar a identidade mais dinâmica;
Movimento e animações: a nova identidade também incorpora uma linguagem própria para elementos animados;
Elementos gráficos: o sistema visual foi desenvolvido para se adaptar a diferentes formatos e experiências dentro da plataforma.
União Europeia exige que Meta mude o &#039;design viciante&#039; do Facebook e do Instagram
Na prática, a nova proposta deixa de lado parte das características mais ornamentadas da identidade anterior e aposta em uma linguagem mais contemporânea, limpa e flexível.
A própria plataforma afirma que a renovação busca recuperar o caráter criativo e artesanal de suas origens, ao mesmo tempo em que cria uma identidade capaz de acompanhar a evolução do aplicativo.
Initial plugin text
O Instagram já mudou de &#039;cara&#039;?
Sim. Desde seu lançamento, em 6 de outubro de 2010, o Instagram passou por diferentes transformações visuais.
A plataforma foi criada pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo engenheiro de software brasileiro Mike Krieger. No início, o aplicativo tinha uma estética inspirada em câmeras fotográficas antigas, com o famoso ícone de câmera retrô.
A mudança mais marcante aconteceu em 2016, quando o Instagram abandonou o visual retrô e adotou o gradiente colorido e o desenho minimalista que se tornaram sua identidade durante a última década.
Agora, dez anos depois, a plataforma volta a mexer em sua identidade visual - mas sem abandonar o símbolo de câmera que acompanha a marca desde sua origem.
Última mudança na logo do Instagram.
Divulgação/Instagram ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Instagram, muda, identidade, visual, pela, 1ª, vez, anos, veja, como, ficou</media:keywords>
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<title>Instagram muda logo pela 1ª vez em 10 anos; veja como ficou</title>
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<description><![CDATA[      União Europeia exige que Meta mude o &#039;design viciante&#039; do Facebook e do Instagram
Vem novidade por aí no Instagram! A rede social da Meta anunciou uma renovação de sua identidade visual, que inclui uma nova tipografia, ajustes nas cores, movimentos e outros elementos gráficos da marca. A mudança foi anunciada por Adam Mosseri, diretor do Instagram.
Essa é a primeira grande atualização da identidade visual da plataforma em dez anos. 
A última transformação havia ocorrido em 2016, quando o aplicativo abandonou o visual retrô e adotou a identidade colorida e minimalista que ficou conhecida mundialmente.
Em publicação oficial, o Instagram afirmou que está “escrevendo um novo capítulo” da plataforma com uma logotipia renovada e um sistema de marca inspirado no “espírito artesanal” de suas raízes criativas.
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&quot;Estamos escrevendo um novo capítulo no Instagram com uma logotipia renovada e um sistema de marca que reflete o espírito artesanal das nossas raízes criativas. Esse trabalho se estendeu a todo o sistema da marca - abrangendo tipografia, movimento, cores e muito mais -, tudo concebido para destacar a criatividade infinita da nossa comunidade&quot;, explicou a empresa no post oficial da mudança.
 Todas as curvas e firulas da antiga fonte foram retiradas. Agora, a nova escrita acompanha um design mais moderno e clean.
O que mudou?
Logotipo e ícone: o tradicional símbolo de câmera continua como principal referência, mas ganhou uma construção visual atualizada;
Tipografia: a marca passou a utilizar uma nova linguagem tipográfica própria;
Cores: a paleta foi ajustada para tornar a identidade mais dinâmica;
Movimento e animações: a nova identidade também incorpora uma linguagem própria para elementos animados;
Elementos gráficos: o sistema visual foi desenvolvido para se adaptar a diferentes formatos e experiências dentro da plataforma.
Na prática, a nova proposta deixa de lado parte das características mais ornamentadas da identidade anterior e aposta em uma linguagem mais contemporânea, limpa e flexível.
A própria plataforma afirma que a renovação busca recuperar o caráter criativo e artesanal de suas origens, ao mesmo tempo em que cria uma identidade capaz de acompanhar a evolução do aplicativo.
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O Instagram já mudou de &#039;cara&#039;?
Sim. Desde seu lançamento, em 6 de outubro de 2010, o Instagram passou por diferentes transformações visuais.
A plataforma foi criada pelo norte-americano Kevin Systrom e pelo engenheiro de software brasileiro Mike Krieger. No início, o aplicativo tinha uma estética inspirada em câmeras fotográficas antigas, com o famoso ícone de câmera retrô.
A mudança mais marcante aconteceu em 2016, quando o Instagram abandonou o visual retrô e adotou o gradiente colorido e o desenho minimalista que se tornaram sua identidade durante a última década.
Agora, dez anos depois, a plataforma volta a mexer em sua identidade visual - mas sem abandonar o símbolo de câmera que acompanha a marca desde sua origem.
Última mudança na logo do Instagram.
Divulgação/Instagram ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 17:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Durigan diz que cerca de 800 mil pessoas foram excluídas de bets por terem aderido ao Desenrola 2.0</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/durigan-diz-que-cerca-de-800-mil-pessoas-foram-excluidas-de-bets-por-terem-aderido-ao-desenrola-20</link>
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<description><![CDATA[      Governo prorroga Desenrola até 31 de agosto
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (13) que cerca de 800 mil pessoas foram excluídas de bets por terem aderido ao Desenrola 2.0.
Pelas regra do Desenrola 2.0, programa de renegociação de dívidas, os devedores, e até mesmo adimplentes, que buscarem a revisão de seus débitos com as instituições financeiras não podem realizar apostas online por, pelo menos, seis meses.
&quot;Em razão dos números do novo Desenrola, que alcançam mais de 800 mil pessoas com conta ativa nas bets, que aderiram e, com isso, ficam impedidas de apostarem nessas casas de apostas&quot;, disse o ministro a jornalistas. 
Ao todo, segundo ele, ao todo, cinco milhões de pessoas já foram excluídas das apostas online. Veja abaixo:
1,2 milhão de pessoas haviam optado por se autoexcluírem;
cerca de 800 mil pessoas saíram por estarem no Desenrola 2.0;
3 milhões de pessoas foram excluídas por estarem em programas sociais, como BCP e Bolsa Família.
A exclusão de beneficiários de programas sociais cumpre determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que recursos de programas assistenciais sejam usados em apostas.
Autoexclusão voluntária
Pelo serviço de autoexclusão, lançado em dezembro do ano passado, qualquer pessoa pode bloquear seu CPF dos sites de apostas online. 
A autoexclusão centralizada é &quot;reconhecida cientificamente como uma estratégia essencial para reduzir os danos à saúde mental da população com relação às apostas&quot;, diz o governo.
A autoexclusão pode acessada por meio de cadastro no portal &quot;gov.br&quot; e ser viabilizada por um, três, seis, doze meses, ou por um período indeterminado, no qual o apostador deixará seu CPF indisponível para novos cadastros e recebimento de publicidades.
&quot;Uma vez selecionado o prazo, não é possível reverter a escolha durante o período indicado. Há a opção de se autoexcluir do ambiente de apostas por tempo indeterminado (sem prazo). Somente nesse caso, o usuário terá até doze meses para invalidar a decisão&quot;, informou o governo.
As pessoas também serão convidadas as responder sobre os motivos que as levaram a se autoexcluir:
decisão voluntária;
dificuldades financeiras;
recomendação de profissional de saúde;
perda de controle sobre o jogo (saúde mental);
ou prevenção de uso dos seus dados em plataformas de apostas
Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20)
Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Durigan, diz, que, cerca, 800, mil, pessoas, foram, excluídas, bets, por, terem, aderido, Desenrola, 2.0</media:keywords>
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<title>Jeep Avenger: 6 motivos para comprar e 6 motivos para não comprar o novo SUV de R$ 114.990</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/jeep-avenger-6-motivos-para-comprar-e-6-motivos-para-nao-comprar-o-novo-suv-de-r-114990</link>
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<description><![CDATA[      Jeep lança o Avenger no Brasil
Divulgação / Stellantis
A Jeep apresentou o Avenger, novo SUV da marca, que começa a ser vendido com preço promocional de R$ 114.990. Com isso, o lançamento é o híbrido mais barato do Brasil.
O valor é válido para a versão de entrada Altitude e está limitado às primeiras mil unidades. É possível ainda adicionar um pacote de opcionais com câmera de ré, barras de teto e teto preto. Com esses equipamentos, o Avenger Altitude tem preço especial de R$ 124.990 para as primeiras 2 mil unidades.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
As demais versões são Longitude por R$ 135.990 e Limited por R$ 145.990.
O g1 já testou a novidade e mostra algumas razões para comprar e outras razões para não comprar a novidade da Jeep.
Agora no g1
A primeira razão para comprar o Jeep Avenger está no preço. O modelo, na versão Altitude do primeiro lote de mil unidades, é o híbrido mais barato do Brasil, por R$ 114.990.
Se analisarmos o restante das versões e os pacotes de equipamentos até a mais cara, a Limited, o Avenger consegue entregar conteúdos com preços competitivos em relação a concorrentes.
Durante a apresentação, a reportagem do g1 perguntou se a executivos da Stellantis se a Jeep teria vendas do Avenger também para grandes empresas, como locadoras. Os executivos da marca disseram que essa estratégia não acontecerá agora, mas não está descartada.
O segundo motivo são justamente os pacotes de equipamentos. Desde a versão de entrada, veja mais abaixo, o Avenger oferece um bom pacote de tecnologia comparado com Volkswagen Tera, Chevrolet Sonic e Fiat Pulse. Mesmo na versão Altitude Pack, o modelo consegue entregar equipamentos interessantes.
Há, porém, algumas pegadinhas. Desde a versão de entrada, o carro tem ar-condicionado, mas ele não é automático. Há apenas um mostrador digital. Também, desde a versão de entrada, o cluster de instrumentos é digital, mas a tela é menor e só cresce nas versões mais caras.
Cluster de instrumentos do Jeep Avenger na versão Altitude
Divulgação / Stellantis
O terceiro ponto, e talvez aquele em que a Stellantis mais se apoie para vender o carro, é o design. O modelo tem uma presença forte e usa vários elementos de outros carros da Jeep e tradicionais da marca para transmitir a história da montadora focada no off-road.
A grade tem as tradicionais sete fendas. Na versão Limited, ela pode ser iluminada. Os para-lamas têm um recorte marcado para valorizar as rodas de 18 polegadas na versão mais cara.
Os apliques pretos marcam a silhueta. A coluna C tem uma assinatura que lembra outros carros da marca, como o Compass.
Por dentro, o design é bem sóbrio e funcional. Por isso, o design pode ser um dos quesitos que vai fazer o público comprar o carro.
Aliado a isso, o quarto motivo também tem relação com o design: é justamente a personalização que a Jeep vai permitir com o Avenger. Já neste primeiro momento, existe uma parceria com a marca californiana, Deus Ex Machina, e também com a divisão Mopar, que pertence a Stellantis.
É esperado, portanto, que o Avenger tenha uma linha de acessórios ampla e que o cliente consiga deixar o carro cada vez mais personalizado, como é comum nos produtos da Jeep.
Jeep Avenger na versão Longitude
Divulgação / Stellantis
O quinto motivo é algo inesperado para um modelo da Jeep, que está sempre ligado ao off-road e à aventura: a tocada, ou seja, o jeito que o Avenger anda.
O carro é muito suave, em boa parte por conta da plataforma CMP, que é de carros menores. O DNA do Avenger é ser um carro fácil de conduzir, com direção elétrica leve e suspensão bem acertada, mas bastante focada no uso urbano.
Quem entra no Avenger sem saber que é um Jeep pode achar que está conduzindo um hatch grande. Até a posição do banco é feita para não ser muito alta e não transmitir aquela impressão de carro altinho artificial.
Para quem gosta de uma tocada suave, portanto, o Avenger é uma boa opção.
O sexto motivo para comprar o Avenger é a tecnologia. O carro tem faróis com sistema Matrix, que se adaptam para não ofuscar outros veículos quando o farol alto está acionado. Com isso, ele consegue permanecer com o farol alto sem ofuscar quem vem com outros veículos na mesma mão ou na contramão.
O modelo também tem uma assinatura do ChatGPT durante um ano para utilização na cabine, controle automático de velocidade de cruzeiro e controle adaptativo, além de frenagem autônoma.
Há ainda um recurso mais comum em carros mais caros: o centralizador de faixa. Nas versões mais baratas, o Avenger tem sistema de alerta de faixa. Na versão mais cara, há também o centralizador, que mantém o carro no centro.
Motivos para não comprar
O primeiro motivo para não comprar o Jeep Avenger está justamente no desempenho. Desde o começo, toda a comunicação da Stellantis em relação ao modelo foi muito focada no MHEV, a tecnologia de híbrido leve já conhecida na marca e utilizada, por exemplo, no Fiat Pulse.
O destaque desde o lançamento dessa tecnologia foi a leve e ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Jeep, Avenger:, motivos, para, comprar, motivos, para, não, comprar, novo, SUV, 114.990</media:keywords>
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<title>Canetas emagrecedoras viram febre: 1,3 milhão de pedidos movimentam R$ 2,3 bilhões em 6 meses</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/canetas-emagrecedoras-viram-febre-13-milhao-de-pedidos-movimentam-r-23-bilhoes-em-6-meses</link>
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<description><![CDATA[      Canetas emagrecedoras exigem mudança de hábitos e acompanhamento
O número de pedidos online de medicamentos associados ao GLP-1, as famosas &quot;canetas emagrecedoras&quot; utilizadas no tratamento do diabetes e sobrepeso, cresceu 149,3% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025. 
O aumento representa um salto de 2,5 vezes. 
Foram 1.364.354 solicitações entre janeiro e junho, ante 547.249 nos seis primeiros meses do ano passado. Os dados são de um levantamento da Serasa Experian e o valor total desses pedidos alcançou R$ 2,348 bilhões.
O estudo contempla medicamentos injetáveis e outras formas farmacêuticas do princípio ativo.
O crescimento reforça a expansão desse mercado no ambiente digital, mas também chama a atenção para a necessidade de proteção das transações. Em 2026, foram identificadas 3.966 tentativas de fraude, que envolveram R$ 7,86 milhões.
Número de pedidos de canetas emagrecedoras no 1º semestre de 2026.
Serasa Experian
“O pico de novembro coincidiu com a Black Friday, período marcado pela intensificação das campanhas promocionais no comércio eletrônico, e ainda com a antecipação das festas de fim de ano e férias de verão, que ocorrem entre dezembro e janeiro”, analisa Rodrigo Sanchez, diretor de autenticação e prevenção à fraude na Serasa.
Canetas emagrecedoras podem criar um novo tipo de dieta ioiô
Adobe Stock
Millenials e Geração X concentram demanda
Os Millennials (Geração Y) foram responsáveis pelo maior número de pedidos do semestre (436.589 solicitações), seguidos da Geração X, que apareceu muito próxima, com 424.673. 
Juntas, as duas gerações concentraram 63,1% de todos os pedidos do período. 
Na comparação anual, os Baby Boomers apresentaram o crescimento mais acelerado de pedidos, com alta de 273,7% em comparação ao primeiro semestre de 2025, chegando a 164.687 solicitações. 
A Geração Alpha, por sua vez, esteve associada a mais de 20,5 mil pedidos e uma movimentação de R$ 36 milhões no primeiro semestre. Esse recorte indica pedidos vinculados a CPFs classificados nessa geração e não significa, necessariamente, que crianças ou adolescentes tenham realizado diretamente as compras.
Assim como os millenials, eles geralmente têm escolhido postergar o casamento - mas por razões diferentes
Getty Images
Em uma análise por faixa etária, a menor variação ocorreu entre pessoas de até 25 anos, ainda assim expressiva, com alta de 84,14%. 
Com o crescimento da faixa etária, cresce também a variação dos pedidos, chegando ao aumento de quase 300% da população de 71 a 90 anos, em relação ao primeiro semestre de 2025. 
Entre os brasileiros com mais de 90 anos, faixa etária mais velha analisada, o aumento também foi relevante, de 134,45%. 
Confira abaixo o gráfico e a tabela com os dados detalhados por geração e faixa etária:
A compra de canetas emagrecedoras por geração
Cuidados para consumidores:
Realizar compras somente em sites, aplicativos e estabelecimentos oficiais, conferindo o endereço eletrônico antes de inserir dados pessoais ou de pagamento;
Evitar links recebidos por redes sociais, anúncios ou aplicativos de mensagem, especialmente quando direcionarem para páginas desconhecidas;
Desconfiar de ofertas com preços muito inferiores aos praticados no mercado;
Comprar medicamentos associados ao GLP-1 apenas mediante prescrição médica, com retenção da receita pela farmácia ou drogaria;
Utilizar esses medicamentos somente de acordo com as indicações aprovadas e sob acompanhamento de um profissional habilitado;
Nunca compartilhar senhas, códigos de autenticação ou dados completos de cartão fora dos ambientes oficiais;
Desconfiar de páginas que se passam por órgãos públicos ou empresas conhecidas. Em maio de 2025, a Anvisa alertou sobre anúncios falsos que utilizavam indevidamente o nome da Agência para oferecer Mounjaro. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Canetas, emagrecedoras, viram, febre:, 1, 3, milhão, pedidos, movimentam, 2, 3, bilhões, meses</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Dólar opera em alta e vai a R$ 5,19 após inflação fraca nos EUA e bons dados do varejo brasileiro; Ibovespa cai</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-alta-e-vai-a-r-519-apos-inflacao-fraca-nos-eua-e-bons-dados-do-varejo-brasileiro-ibovespa-cai</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-alta-e-vai-a-r-519-apos-inflacao-fraca-nos-eua-e-bons-dados-do-varejo-brasileiro-ibovespa-cai</guid>
<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar ganhou força no final da manhã desta quinta-feira (13) e subia 0,18% perto das 14h, cotado a R$ 5,1884. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,1986. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, passou a operar em queda de 0,23% no mesmo horário, aos 167.103 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Na agenda econômica, o IBGE divulga uma nova estimativa da safra de grãos de 2026, com expectativa de produção de 347,4 milhões de toneladas, levemente acima de 2025. As vendas no varejo, que subiram 0,5% em junho na comparação mensal, também ficam no radar, assim como o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que segue em nível de pessimismo há 19 meses consecutivos .
▶️Entre os balanços corporativos do dia, destaque para a Americanas, que quase triplicou o prejuízo no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, para R$ 274 milhões. Uma série de outros resultados também ficam no radar, como Cogna, Minerva, Ultrapar, Positivo, Rede D&#039;Or, CVC, Azzas, Hapvida, Banco do Brasil, entre outros.
▶️No exterior, os EUA divulgam o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de julho, um indicador que mede a variação dos preços cobrados pelos produtores antes de os produtos chegarem ao consumidor. Os preços ao produtor nos Estados Unidos ficaram estáveis em julho com queda nos preços dos bens, embora um aumento no custo dos serviços sugira que a inflação pode permanecer elevada.
O resultado é acompanhado de perto pelos mercados porque ajuda a avaliar a trajetória da inflação e pode influenciar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juros.
▶️ O Irã afirmou que continua controlando o Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo do mundo, contrariando declarações dos Estados Unidos de que teriam controle sobre a região. A disputa reforça as tensões entre os dois países e mantém a atenção do mercado voltada para possíveis impactos no comércio internacional de petróleo e na segurança da navegação.
Mesmo com o impasse, os preços do petróleo caíam nesta quinta-feira. Por volta das 14h, o barril do Brent, referência internacional, caía 1,47%, cotado a US$ 87,67. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 1,65%, a US$ 81,90 o barril.
▶️ A Agência Internacional de Energia (AIE) também revisou para baixo sua estimativa de consumo de petróleo, indicando que a atividade econômica mundial deve utilizar menos combustível do que o previsto anteriormente. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA e Irã em impasse sobre o controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. 
Nesta quinta-feira (13), o Irã voltou a contradizer o presidente americano, Donald Trump, ao afirmar que o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity, está sob seu controle. 
Na véspera, Trump havia escrito em sua rede social Truth Social que os EUA tinham &quot;controle total&quot; da hidrovia estratégica.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Nas últimas semanas, o regime iraniano também contrariou Trump em outras alegações do líder norte-americano, como quando negou ter pedido para os EUA cancelarem novos ataques contra o país e também quando negou estar em negociações com o rival.
Na quarta, Trump reafirmou sua narrativa de que o Irã está dizimado e chamou o país de &quot;valentão do Oriente Médio&quot;. Mais cedo, autoridade iraniana falou a agência que &quot;não houve nenhum progresso&quot; nas negociações entre os dois países.
Trump falou ainda em &quot;muro de aço&quot; ao se referir ao bloqueio naval que os EUA mantêm na entrada de Ormuz a navios iranianos ou que comercializem em portos do Irã.
Com as negociações para o fim da guerra sem avanço, no entanto, o tráfego em Ormuz voltou a ficar comprometido. Desde então, o Irã e o Omã se aproximaram de um acordo para administrar o fluxo de navios pela via marítima, que excluiria o acesso a navios dos EUA e de Israel.
Bolsas globais
Em Wall Street, os índices americanos operavam mistos nesta quinta-feira, impulsionados pelo bom desempenho do setor de tecnologia e conforme investidores repercutiam os novos dados da inflação ao produtos nos EUA.
Perto das 14h, o Dow Jones tinha queda de 0,09%, enquanto o S&amp;P 500 subia 0,51% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,70%.
Já na Europa, a maioria dos mercados fechou em queda, conforme investidores aguardavam novos dados de inflação da zona do euro. A queda nos preços das commodities também pesou sobre os setores de energia e mineração. 
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou praticamente inaltera ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Internacional oferece trator à Justiça como garantia por dívida com empresário; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Vitória e Internacional avançam às quartas da Copa do Brasil
Um trator agrícola avaliado em R$ 80.488 foi oferecido pelo Internacional, time de futebol do Rio Grande do Sul, como garantia em uma disputa judicial por uma dívida de R$ 30.621,56. 
O equipamento, fabricado pela John Deere, foi apresentado pelo clube à Justiça do RS em um processo movido pelo empresário Tiago Silva dos Santos. O g1 teve acesso ao processo. 
Como o trator entrou no processo
O Internacional apresentou o trator como garantia processual depois de ser cobrado judicialmente pelo pagamento de uma comissão ao empresário.
Em 25 de maio de 2026, o juiz Walter José Girotto, da 17ª Vara Cível de Porto Alegre, deu três dias para o clube efetuar o pagamento da dívida.
Em 13 de julho, o Internacional apresentou embargos à execução. Na defesa, o clube argumentou que o pagamento da parcela em aberto dependia da emissão de uma nota fiscal pela empresa de Tiago Silva, o que, segundo o clube, não teria ocorrido.
Imagem ilustrativa de um trator John Deere
Divulgação
Como garantia para evitar bloqueios bancários e penhoras, o Internacional ofereceu o trator agrícola da John Deere, avaliado em R$ 80.488, e pediu efeito suspensivo ao processo
O pedido foi negado pelo magistrado em 21 de julho. A decisão sobre a garantia ficou para depois da manifestação do credor.
Empresário recusou a máquina
Na última terça-feira, Tiago Silva dos Santos recusou o trator e pediu a continuidade da execução.
O empresário argumentou que o dinheiro tem prioridade na ordem de penhora, conforme o artigo 835 do Código de Processo Civil.
Ele também afirmou ter enviado ao Internacional a nota fiscal que, segundo o clube, seria necessária para o pagamento da parcela. O empresário pediu ainda que o clube fosse punido por litigância de má-fé.
De onde vem a dívida
A cobrança tem origem em um termo de pagamento de comissão firmado entre o empresário e o Internacional em 1º de abril de 2019, no valor de R$ 125 mil, dividido em dez parcelas de R$ 12,5 mil.
O pagamento estava condicionado ao cumprimento de metas esportivas pelo jogador Zé Gabriel. Segundo o empresário, as metas foram atingidas em 25 de julho de 2020, ativando a cláusula de pagamento.
O agente afirma que o clube quitou apenas as quatro primeiras parcelas.
Em 30 de junho de 2025, as partes firmaram um termo de renegociação, assinado pelo presidente Alessandro Barcellos. O acordo deixou a dívida remanescente em R$ 85 mil, divididos em três parcelas de aproximadamente R$ 28,3 mil.
Segundo o empresário, o Internacional pagou as duas primeiras e deixou em aberto a última, vencida em 30 de novembro de 2025.
Após duas tentativas de cobrança por e-mail, o empresário acionou a Justiça. O valor da parcela, corrigido pelo IGP-M e com juros de 12% ao ano até 20 de maio de 2026, chegou a R$ 30.621,56.
 O que diz o Internacional
Na defesa, o clube afirmou que o pagamento da terceira parcela dependia da emissão de nota fiscal pela empresa de Tiago Silva.
Segundo o Internacional, a nota não teria sido emitida para essa parcela, o que teria descumprido uma obrigação prevista no acordo.
O clube apresentou os embargos à execução e ofereceu o trator agrícola como garantia no processo.
A disputa segue na Justiça do Rio Grande do Sul.
*Procurado pelo g1, o Internacional ainda não se pronunciou. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Câmara aprova projeto para converter milhas em dinheiro</title>
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<description><![CDATA[      A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (13), em votação simbólica, um projeto para regulamentar programas de fidelidade, milhas e pontos. 
Um dos principais objetivos da proposta é criar regras para a conversão de milhas em dinheiro, além de sua comercialização.
O texto foi apresentado em junho e foi analisado diretamente no plenário após aprovação de requerimento de urgência. Agora, segue para a análise do Senado.
O autor do projeto, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), afirmou que a exigência de mecanismos que garantem liquidez efetiva das milhas pelas companhias e estabelecem regras sobre sua comercialização dão maior clareza às relações econômicas envolvendo programas de fidelidade.
Agora no g1
“Entendemos que, com a definição desses parâmetros, a iniciativa busca conferir maior segurança jurídica às relações econômicas desenvolvidas em um setor já consolidado nas atividades de comércio e serviços”, afirmou Ayres. 
O texto aprovado pela Câmara institui dois tipos de programas de fidelidade no país: 
os com liquidez oficial, ou seja, com a possibilidade de conversão de pontos ou milhas em dinheiro; e 
os sem liquidez, que deverão permitir que os clientes comercializem seus pontos fora do programa de fidelidade sem restrições.
Ainda segundo o projeto, programas de fidelidade que vendem pontos para seus clientes, seja de forma direta ou por meio de parceiros, serão obrigados a oferecer a conversão em dinheiro. 
Para esses programas, as empresas poderão criar regras internas próprias para a conversão em dinheiro e para a transferência ou comercialização.
RELEMBRE: Milhas podem ser usadas para pagamentos de dívidas, define Justiça do Paraná; entenda como funciona
O governo orientou voto contrário à proposta. O vice-líder do governo, Airton Faleiro (PT-PA), afirmou que o Executivo tem preocupações com a liquidez de empresas do setor.
“É bom que se diga que o governo não construiu até então um parecer favorável a esse projeto com uma profunda preocupação com a liquidez das empresas e inclusive tem sido procurado por esse setor”, afirmou.
Avião A350-900
Divulgação/Airbus
Comercialização de milhas
A venda de pontos ou milhas passaria a ser legal e regulamentada por lei. Com isso, as empresas ficariam proibidas de suspender ou encerrar contas pela venda de milhas. 
As empresas também não poderiam limitar benefícios ou resgates para os clientes que comercializem seus pontos.
Medidas de combate à fraude, no entanto, poderão ser adotadas pelas empresas de forma independente nos casos em que a administradora permite a conversão dos pontos e milhas em dinheiro. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>OpenAI, do ChatGPT, diz que IA pode adicionar R$ 1 trilhão ao PIB do Brasil em três anos</title>
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<description><![CDATA[      Inteligência artificial impulsiona produtividade nas empresas
A adoção de inteligência artificial (IA) pode adicionar até R$ 986,7 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre 2027 e 2030, segundo estudo do Reglab comissionado pela OpenAI, a dona do ChatGPT.
O valor, calculado em termos presentes com desconto pela taxa Selic de 13% ao ano, equivale a cerca de 7,6% do PIB estimado para 2026, de R$ 12,9 trilhões.
O levantamento estima que a IA pode gerar um impacto acumulado equivalente a 2,77% do PIB ao longo dos quatro anos, com uma expansão média de 0,69 ponto porcentual ao ano na economia decorrente da tecnologia. 
[bbc] Logo da empresa OpenAI, responsável pelo ChatGPT
Getty Images
O estudo ressalta, porém, que os ganhos não devem aparecer de uma só vez, mas gradualmente, conforme empresas, trabalhadores e governos adotem as novas ferramentas.
O estudo foi encomendado pela OpenAI e estima o impacto da IA em 12 grandes setores da economia brasileira e separa os efeitos da tecnologia em dois canais: 
O aumento da produtividade dos trabalhadores; e 
A maior eficiência de máquinas, equipamentos e estruturas produtivas.
Qual área irá se beneficiar primeiro? 
As indústrias de transformação, aquelas que convertem matérias-primas e insumos em novos produtos, concentram o maior impacto, com R$ 264,2 bilhões estimados entre 2027 e 2030. Na sequência aparecem outras atividades de serviços, com R$ 165,4 bilhões, e o comércio, com R$ 131,2 bilhões.
Segundo o estudo, 65% do impacto total da IA viria do aumento da produtividade dos trabalhadores, enquanto os 35% restantes seriam resultado da maior eficiência do capital. A proporção, porém, muda significativamente entre os setores.
&quot;Na agropecuária, 92% do impacto total é capturado via capital&quot;, aponta o estudo. O setor pode acumular R$ 48,2 bilhões em impacto, principalmente pela incorporação de IA a máquinas, equipamentos e infraestrutura produtiva.
Novidades tecnológicas, robôs que impressionam o público na maior feira de inteligência artificial do mundo, em Xangai.
Reprodução/TV Globo
O efeito do trabalho, por outro lado, é predominante em setores com maior concentração de atividades cognitivas. 
Nas atividades financeiras, por exemplo, 87% do impacto estimado decorre do aumento da produtividade dos trabalhadores, o maior percentual entre os 12 setores analisados. Bancos, seguradoras e gestoras de investimentos podem utilizar IA para revisar documentos, avaliar riscos, classificar sinistros e atender clientes.
No setor de informação e comunicação, que inclui desenvolvedores de software, data centers e operadoras de telecomunicações, o impacto estimado é de R$ 49,3 bilhões, sendo 97% relacionado ao fator trabalho. 
Impacto econômico da IA na produção setorial
O que importa é como o setor aplica a IA
O estudo destaca que a diferença entre os setores está relacionada à maneira como a IA pode ser incorporada às atividades produtivas. Na agropecuária, por exemplo, apenas 8% do impacto é atribuído ao efeito-trabalhador, porque grande parte das atividades rurais é manual e apresenta menor exposição cognitiva à tecnologia.
A pesquisa também diferencia exposição à IA e substituição de trabalhadores.
Uma ocupação pode ter muitas tarefas expostas à tecnologia sem que isso signifique que a função inteira será automatizada. No cenário central adotado pelo estudo, de cada 100 tarefas cognitivamente expostas à IA, 23 poderiam passar pelo teste de custo-benefício para automação plena, enquanto as outras 77 entrariam no cálculo como complemento à produtividade humana.
&quot;Na prática, as ocupações raramente desaparecem por completo: o que a IA reorganiza é o conjunto de tarefas dentro de cada função&quot;, afirma o estudo. A maior parte do trabalho, portanto, continuaria sendo realizada por pessoas, mas com apoio da tecnologia.
O levantamento cita como exemplo um assistente administrativo, cujas atividades repetitivas e codificáveis - como classificação de documentos, conciliação de agendas e lançamento de dados — podem ser mais suscetíveis à automação. 
Já um engenheiro de software pode ter tarefas aceleradas pela IA, como correção de códigos e produção de documentação, enquanto atividades de julgamento, coordenação e definição de projetos continuam dependendo do profissional.
O sistema de &quot;financiamento circular&quot; pode ter um efeito dominó caso a bolha da IA estoure
Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance
O Brasil está em um bom caminho? 
A incorporação da tecnologia, entretanto, deve ocorrer de maneira gradual. O estudo considera que a difusão da IA no Brasil tende a ser mais lenta que em economias avançadas devido à heterogeneidade entre empresas, ao custo elevado do crédito, às lacunas de qualificação profissional e às limitações de infraestrutura.
Pelas projeções, até 2030 já terão sido realizados 66,6% dos ganhos potenciais associados ao aumento da produtividade dos trabalhadores e 62,4% dos ganhos relacionados a máquinas, equipamentos e estruturas mais produtivas.
O estud ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>OpenAI, ChatGPT, diz, que, pode, adicionar, trilhão, PIB, Brasil, três, anos</media:keywords>
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<title>Congresso adia para 1º de setembro instalação da comissão para analisar MP da &amp;apos;taxa das blusinhas&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O Congresso Nacional adiou mais uma vez a instalação da comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada taxa das blusinhas.  
Esse é o segundo adiamento. A previsão inicial era que a instalação ocorresse nesta quarta-feira (12), mas acabou adiada para esta quinta (13). E, agora, foi novamente desmarcada. 
No sistema do Senado, a previsão da nova de instalação é 1º de setembro, às 14h30.
Ainda há uma indefinição em torno do nome do deputado que irá presidir o colegiado e o senador que será relator da MP (leia mais abaixo). 
&#039;Taxa das blusinhas&#039; pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada
A MP foi editada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio e, caso não seja aprovada até 8 de setembro, perde a validade e tributação de 20% é retomada a partir de 9 de setembro.
Com as novas regras, o ministro da Fazenda passou a ter a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
Peças de roupa loja vestuário Uberaba 19-03-2021
Reprodução/TV Integração
A tramitação da MP estava travada em função do rompimento entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o senador articular a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) no fim do mês de abril.
Os dois retomaram o diálogo na última semana e a instalação da comissão mista é vista como um gesto de Alcolumbre ao governo. 
Apesar disso, parlamentares, principalmente os que concorrem à reeleição para Câmara e Senado, também pressionavam pelo avanço da matéria devido ao apelo popular.  
A decisão do governo de editar, em maio, uma MP para revogar uma taxa que ele mesmo criou foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral. 
Em ano eleitoral, a medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar a cobrança.
Taxa das blusinhas
A decisão do governo pela criação chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; enfrentou resistência de grande parte dos consumidores brasileiros, que argumentavam que a medida resultaria num encarecimento de produtos populares e de baixo valor e na redução da atratividade das plataformas internacionais de comércio eletrônico
Os críticos da “taxa das blusinhas” também apontavam uma diferença de tratamento em relação às compras feitas no exterior. 
Por exemplo, turistas que retornam ao Brasil de viagens internacionais podem trazer produtos sem pagar imposto, desde que respeitado o limite da cota de isenção.
Em outra frente, empresários do varejo nacional argumentam que a isenção para compras internacionais de baixo valor favorece produtos importados e cria uma concorrência desigual com o comércio brasileiro. 
O setor defende a chamada &quot;isonomia tributária&quot;, com uma tributação mais equilibrada entre produtos nacionais e importados, sob o argumento de proteger empresas e empregos no país.
A discussão também ganhou espaço no debate político. A decisão de estabelecer uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 foi alvo de críticas da oposição, que classificou a medida como mais um &quot;aumento de imposto&quot; e acusou o governo de promover uma &quot;sanha arrecadatória&quot;.
A aprovação da cobrança no Congresso exigiu intensa articulação do governo e de representantes do varejo brasileiro. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar sobe e Ibovespa oscila, após inflação fraca nos EUA e bons dados do varejo brasileiro</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar ganhou força no final da manhã desta quinta-feira (13) e subia 0,23% perto das 11h30, cotado a R$ 5,1914. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, seguia volátil, com queda de 0,04% no mesmo horário, aos 167.432 pontos.
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▶️ Na agenda econômica, o IBGE divulga uma nova estimativa da safra de grãos de 2026, com expectativa de produção de 347,4 milhões de toneladas, levemente acima de 2025. As vendas no varejo, que subiram 0,5% em junho na comparação mensal, também ficam no radar, assim como o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que segue em nível de pessimismo há 19 meses consecutivos .
▶️Entre os balanços corporativos do dia, destaque para a Americanas, que quase triplicou o prejuízo no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, para R$ 274 milhões. Uma série de outros resultados também ficam no radar, como Cogna, Minerva, Ultrapar, Positivo, Rede D&#039;Or, CVC, Azzas, Hapvida, Banco do Brasil, entre outros.
▶️No exterior, os EUA divulgam o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de julho, um indicador que mede a variação dos preços cobrados pelos produtores antes de os produtos chegarem ao consumidor. Os preços ao produtor nos Estados Unidos ficaram estáveis em julho com queda nos preços dos bens, embora um aumento no custo dos serviços sugira que a inflação pode permanecer elevada.
O resultado é acompanhado de perto pelos mercados porque ajuda a avaliar a trajetória da inflação e pode influenciar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juros.
▶️ O Irã afirmou que continua controlando o Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo do mundo, contrariando declarações dos Estados Unidos de que teriam controle sobre a região. A disputa reforça as tensões entre os dois países e mantém a atenção do mercado voltada para possíveis impactos no comércio internacional de petróleo e na segurança da navegação.
Mesmo com o impasse, os preços do petróleo caíam nesta quinta-feira. Por volta das 11h30, o barril do Brent, referência internacional, caía 2,82%, cotado a US$ 86,47. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 3,17%, a US$ 80,63 o barril.
▶️ A Agência Internacional de Energia (AIE) também revisou para baixo sua estimativa de consumo de petróleo, indicando que a atividade econômica mundial deve utilizar menos combustível do que o previsto anteriormente. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
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Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA e Irã em impasse sobre o controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. 
Nesta quinta-feira (13), o Irã voltou a contradizer o presidente americano, Donald Trump, ao afirmar que o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity, está sob seu controle. 
Na véspera, Trump havia escrito em sua rede social Truth Social que os EUA tinham &quot;controle total&quot; da hidrovia estratégica.
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O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Nas últimas semanas, o regime iraniano também contrariou Trump em outras alegações do líder norte-americano, como quando negou ter pedido para os EUA cancelarem novos ataques contra o país e também quando negou estar em negociações com o rival.
Na quarta, Trump reafirmou sua narrativa de que o Irã está dizimado e chamou o país de &quot;valentão do Oriente Médio&quot;. Mais cedo, autoridade iraniana falou a agência que &quot;não houve nenhum progresso&quot; nas negociações entre os dois países.
Trump falou ainda em &quot;muro de aço&quot; ao se referir ao bloqueio naval que os EUA mantêm na entrada de Ormuz a navios iranianos ou que comercializem em portos do Irã.
Com as negociações para o fim da guerra sem avanço, no entanto, o tráfego em Ormuz voltou a ficar comprometido. Desde então, o Irã e o Omã se aproximaram de um acordo para administrar o fluxo de navios pela via marítima, que excluiria o acesso a navios dos EUA e de Israel.
Bolsas globais
Em Wall Street, os principais índices americanos operavam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelo bom desempenho do setor de tecnologia e conforme investidores repercutiam os novos dados da inflação ao produtos nos EUA.
Perto das 11h30, o Dow Jones tinha alta de 0,39%, enquanto o S&amp;P 500 subia 0,75% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 1,05%.
Já na Europa, os mercados estavam mistos. No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, subia 0,08%, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,18% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha perdas de 0,50%.
Na Ásia, os mercados chineses recuaram nesta quinta-feira, puxados pelas perdas nas ações do setor de metais.  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Onda de calor na Espanha pode levar ao aumento do preço do azeite?</title>
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<description><![CDATA[      Azeite
Freepik
Os incêndios que atingem o sul da Europa neste verão reacenderam o alerta sobre a crise climática na região e voltaram os olhares para a Espanha, maior produtora mundial de azeite de oliva e um dos países afetados.
A preocupação é com uma nova crise no preço do produto, o que, até agora, é uma hipótese afastada por associações do setor.
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Isso porque, apesar de o fogo ter atingido oliveiras em regiões pontuais, as áreas responsáveis pela maior parte do cultivo seguem longe dos focos e a expectativa é de uma safra recorde, o que deve manter os preços do produto estáveis globalmente.
Onda de calor agrava incêndios e provoca crise energética na Europa
Incêndios preocupam, mas não atingem áreas-chave
A Espanha responde por 70% do azeite produzido na União Europeia e 45% do azeite consumido no mundo, segundo o Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentação do país.
Por essa razão, há uma preocupação sobre os impactos da crise climática nas plantações, incluindo de oliveiras. 
Na província de Castellón, por exemplo, um incêndio recente provocou entre 35 milhões e 40 milhões de euros em prejuízos à agricultura local, segundo a associação agrícola Asaja.
Para o Conselho Oleícola Internacional (COI), há uma preocupação com os recentes incêndios que atingiram o país.
Estrada na Espanha cercada pelas chamas de um incêndio florestal, em 9 de julho de 2026
EMA Infoca
No entanto, neste momento, a entidade considera que &quot;ainda é cedo para avaliar o impacto potencial na produção de azeite e de azeitonas&quot; e que &quot;uma avaliação confiável exigirá informações detalhadas das áreas afetadas e só poderá ser realizada quando a extensão dos danos tiver sido verificada pelas autoridades nacionais competentes&quot;.
O Ministério da Agricultura da Espanha informou que está levantando dados sobre o impacto dos incêndios mais recentes em áreas agrícolas e pecuárias.
A pasta ressaltou que as regiões mais atingidas pelos incêndios não são, em geral, grandes produtoras de azeite – com exceção de parte da Sierra de Espadán, também em Castellón, cujo impacto nas exportações é considerado pequeno.
Para especialistas, a preocupação central não é o fogo em si nas áreas atingidas, mas os efeitos secundários do clima extremo.
A Espanha enfrenta restrições hídricas prolongadas, o que reduz a umidade do solo e pode provocar a queda prematura das azeitonas antes da colheita.
Além disso, ondas de calor sucessivas podem comprometer a qualidade dos frutos e elevar os custos de produção, que podem ser repassados ao consumidor final.
O COI pondera que a crescente frequência e intensidade dos eventos climáticos extremos &quot;são motivo de preocupação cada vez maior para o setor olivícola&quot;.
&quot;As mudanças climáticas representam desafios significativos para o cultivo de oliveiras em toda a Bacia do Mediterrâneo, afetando a produção, a disponibilidade de água, a biodiversidade e a resiliência de longo prazo dos sistemas de cultivo de oliveiras&quot;, diz a associação internacional em nota à DW.
Quase todo o azeite consumido no Brasil vem de outros países. Espanha e Itália são os principais produtores
Alessandra Tarantino/AP
Uma safra para segurar os preços
Ainda assim, o cenário para a próxima colheita é considerado positivo. Segundo sites especializados do setor, as projeções apontam para uma safra histórica para o país.
Para o azeitólogo Marcelo Scofano, um dos autores do livro Azeite de oliva: ancestralidade e novo alimento, a expectativa favorável se deve às chuvas abundantes registradas no último inverno europeu, que devolveram aos reservatórios espanhóis um volume de água satisfatório.
&quot;No entanto, estamos aguardando esse período porque as ondas de calor, com a frequência que estão vindo, não necessariamente com a intensidade, evaporam aquela água do solo. Mas os reservatórios ainda estão cheios, o que não acontecia já há bastante tempo. Então, a expectativa até o momento é de uma excelente safra, mas é também um momento de espera, observando o clima nas próximas três semanas&quot;, explica.
O especialista lembra ainda que o setor de olivicultura vem passando por uma transição: sistemas tradicionais de cultivo cedem espaço ao modelo &quot;superintensivo&quot;, que usa outra variedade de oliveira e depende de colheita mecanizada.
A mudança busca enfrentar a escassez de mão de obra e tornar o uso da água mais eficiente diante dos desafios climáticos.
Mecanismo contra queda de preços
Diante da perspectiva de excesso de oferta, o Ministério da Agricultura da Espanha abriu uma consulta pública sobre as normas de comercialização do azeite para a safra 2026/2027, que começa em outubro. O período de contribuições vai de 23 de julho a 13 de agosto.
Segundo a pasta espanhola, o objetivo das normas é garantir estabilidade no mercado. Entre os mecanismos previstos pela legislação da União Europeia está a possibilidade de retirada de parte da produção do mercado até a próxima campanha em caso de superprodução – uma medida p ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Empresas americanas começam a receber bilhões de dólares de volta após tarifas de Trump serem derrubadas</title>
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<description><![CDATA[      Tribunal dos EUA considera ilegais diversas tarifas impostas por Donald Trump
O governo dos Estados Unidos começou a devolver bilhões de dólares cobrados em tarifas comerciais a grandes empresas depois que as tarifas impostas por Donald Trump foram consideradas ilegais pela suprema corte americana em fevereiro deste ano. 
Um levantamento publicado pelo jornal americano The Wall Street Journal mostra que mais de 40 multinacionais que integram o índice S&amp;P 500 já reportaram cerca de US$ 9,6 bilhões em restituições.
* O S&amp;P 500 é um dos principais índices da bolsa de valores dos Estados Unidos e reúne as 500 maiores empresas de capital aberto do país. Ele serve como o termômetro mais importante da saúde econômica do mercado americano.
Do montante total já informado pelas companhias, pelo menos US$ 2,1 bilhões já entraram efetivamente no caixa das empresas. O restante inclui reembolsos que foram aceitos pelo governo e registrados nos balanços como valores a receber.
???? Os US$ 9,6 bilhões informados por multinacionais do S&amp;P 500 representam apenas uma parcela do volume total em jogo no governo americano. 
Do montante global de US$ 166 bilhões cobrados em tarifas que foram anuladas, cerca de US$ 100 bilhões já foram encaminhados ao Tesouro dos Estados Unidos para a liberação dos pagamentos. Ao todo, a alfândega do país já aceitou mais de 252 mil solicitações de devolução de diversas companhias, o que indica que milhares de outras empresas, para além das gigantes listadas em bolsa, também estão na fila para reaver quantias milionárias (Veja mais detalhes abaixo). 
Uma das justificativas utilizadas pelo governo dos EUA na primeira rodada de tarifas foi utilizar a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional ((IEEPA, na sigla em inglês) para impor taxas a quase todos seus parceiros globais. 
Entre as medidas aplicadas com base na IEEPA estavam as tarifas “recíprocas” de alcance quase global e outras tarifas relacionadas ao combate ao tráfico de drogas letais nos EUA.
No entanto, a Suprema Corte destacou que a IEEPA não menciona explicitamente a criação de tarifas. A lei apenas permite que o presidente “regule a importação” de bens estrangeiros após declarar emergência nacional para enfrentar ameaças consideradas “incomuns e extraordinárias”.
Relembre os detalhes da suspensão aqui. 
➡️ Vale lembrar que o governo de Donald Trump voltou a aplicar taxas de importação contra uma série de países, incluindo novamente o Brasil. 
A nova ofensiva comercial do governo americano inclui cobranças na Seção 232, além de uma alíquota adicional de 12,5% sob a alegação de uso de trabalho forçado no ecossistema de exportação brasileira. (Mais detalhes sobre as novas tarifas) 
Entenda o caminho desde a criação da taxa até a devolução do dinheiro:
A engrenagem até a chegada desse dinheiro de volta às empresas funcionou em uma reação em cadeia.
Tudo começou quando a administração americana passou a cobrar sobretaxas na alfândega sobre produtos vindos de diversos mercados globais, afetando diretamente a cadeia de exportação brasileira. Na prática, multinacionais dos EUA precisaram pagar esse imposto extra do próprio bolso no momento em que as mercadorias desembarcavam nos Estados Unidos.
Na época, para amenizar esse prejuízo e não arcar com a conta sozinhas, as companhias repassaram parte da taxa para os preços cobrados dos consumidores ou pressionaram os custos dos fornecedores na origem.
Como essas taxas foram invalidadas pela Justiça, conforme mencionado anteriormente, todo o valor arrecadado pela alfândega se tornou uma cobrança indevida do governo americano. É por isso que as empresas puderam acionar a União para reaver as quantias pagas a mais, dando início ao ciclo de reembolsos bilionários que agora entram no caixa corporativo.
Apple e Nike lideram devoluções
Entre as companhias com os maiores valores cobrados de volta da alfândega americana, a Apple aparece na liderança isolada, com quase US$ 2,2 bilhões em restituições. 
Na sequência das maiores devoluções estão a Nike, com US$ 986 milhões; a FedEx, com US$ 800 milhões; a Amazon, com US$ 640 milhões; e a General Motors, com US$ 500 milhões.
No caso da Nike, a maior parte do dinheiro já foi recuperada. A empresa informou ter recebido US$ 302 milhões até o fim de maio e praticamente todo o restante do valor de US$ 986 milhões até meados de julho.
 Governo americano aceitou US$ 128,7 bilhões em pedidos
Os US$ 9,6 bilhões informados pelas empresas representam apenas uma fração do volume total que o governo dos Estados Unidos terá de devolver. 
A U.S. Customs and Border Protection, agência responsável pela alfândega americana, já recebeu mais de 252 mil solicitações de reembolso. Ao todo, o órgão aceitou para processamento US$ 128,7 bilhões em pedidos de restituição de tarifas invalidadas.
Apesar do volume bilionário a ser devolvido, o ressarcimento não significa o fim das taxas de importação para as empresas. A fabricante de máquinas Caterpillar, por exemplo, informo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Congresso adia para 1ºde setembro instalação da comissão para analisar MP da &amp;apos;taxa das blusinhas&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O Congresso Nacional adiou mais uma vez a instalação da comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada taxa das blusinhas.  
Esse é o segundo adiamento. A previsão inicial era que a instalação ocorresse nesta quarta-feira (12), mas acabou adiada para esta quinta (13). E, agora, foi novamente desmarcada. 
No sistema do Senado, a previsão da nova de instalação é 1º de setembro, às 14h30.
Ainda há uma indefinição em torno do nome do deputado que irá presidir o colegiado e o senador que será relator da MP (leia mais abaixo). 
&#039;Taxa das blusinhas&#039; pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada
A MP foi editada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio e, caso não seja aprovada até 8 de setembro, perde a validade e tributação de 20% é retomada a partir de 9 de setembro.
Com as novas regras, o ministro da Fazenda passou a ter a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
Peças de roupa loja vestuário Uberaba 19-03-2021
Reprodução/TV Integração
A tramitação da MP estava travada em função do rompimento entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o senador articular a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) no fim do mês de abril.
Os dois retomaram o diálogo na última semana e a instalação da comissão mista é vista como um gesto de Alcolumbre ao governo. 
Apesar disso, parlamentares, principalmente os que concorrem à reeleição para Câmara e Senado, também pressionavam pelo avanço da matéria devido ao apelo popular.  
A decisão do governo de editar, em maio, uma MP para revogar uma taxa que ele mesmo criou foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral. 
Em ano eleitoral, a medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar a cobrança.
Taxa das blusinhas
A decisão do governo pela criação chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; enfrentou resistência de grande parte dos consumidores brasileiros, que argumentavam que a medida resultaria num encarecimento de produtos populares e de baixo valor e na redução da atratividade das plataformas internacionais de comércio eletrônico
Os críticos da “taxa das blusinhas” também apontavam uma diferença de tratamento em relação às compras feitas no exterior. 
Por exemplo, turistas que retornam ao Brasil de viagens internacionais podem trazer produtos sem pagar imposto, desde que respeitado o limite da cota de isenção.
Em outra frente, empresários do varejo nacional argumentam que a isenção para compras internacionais de baixo valor favorece produtos importados e cria uma concorrência desigual com o comércio brasileiro. 
O setor defende a chamada &quot;isonomia tributária&quot;, com uma tributação mais equilibrada entre produtos nacionais e importados, sob o argumento de proteger empresas e empregos no país.
A discussão também ganhou espaço no debate político. A decisão de estabelecer uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 foi alvo de críticas da oposição, que classificou a medida como mais um &quot;aumento de imposto&quot; e acusou o governo de promover uma &quot;sanha arrecadatória&quot;.
A aprovação da cobrança no Congresso exigiu intensa articulação do governo e de representantes do varejo brasileiro. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar e Ibovespa oscilam, com dados econômicos no radar</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com volatilidade nesta quinta-feira (13), e marcava uma queda de 0,04% perto das 10h20, cotado a R$ 5,1774. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, também oscilava e marcava alta de 0,16% no mesmo horário, aos 167.751 pontos.
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▶️ Na agenda econômica, o IBGE divulga uma nova estimativa da safra de grãos de 2026, com expectativa de produção de 347,4 milhões de toneladas, levemente acima de 2025. As vendas no varejo, que subiram 0,5% em junho na comparação mensal, também ficam no radar, assim como o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que segue em nível de pessimismo há 19 meses consecutivos .
▶️Entre os balanços corporativos do dia, destaque para a Americanas, que quase triplicou o prejuízo no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, para R$ 274 milhões. Uma série de outros resultados também ficam no radar, como Cogna, Minerva, Ultrapar, Positivo, Rede D&#039;Or, CVC, Azzas, Hapvida, Banco do Brasil, entre outros.
▶️No exterior, os EUA divulgam o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de julho, um indicador que mede a variação dos preços cobrados pelos produtores antes de os produtos chegarem ao consumidor. Os preços ao produtor nos Estados Unidos ficaram estáveis em julho com queda nos preços dos bens, embora um aumento no custo dos serviços sugira que a inflação pode permanecer elevada.
O resultado é acompanhado de perto pelos mercados porque ajuda a avaliar a trajetória da inflação e pode influenciar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juros.
▶️ O Irã afirmou que continua controlando o Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo do mundo, contrariando declarações dos Estados Unidos de que teriam controle sobre a região. A disputa reforça as tensões entre os dois países e mantém a atenção do mercado voltada para possíveis impactos no comércio internacional de petróleo e na segurança da navegação.
Mesmo com o impasse, os preços do petróleo caíam nesta quinta-feira. Por volta das 10h20, o barril Brent, referência internacional, caía 2,06%, cotado a US$ 87,15. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 2,38%, a US$ 81,29 o barril.
▶️ A Agência Internacional de Energia (AIE) também revisou para baixo sua estimativa de consumo de petróleo, indicando que a atividade econômica mundial deve utilizar menos combustível do que o previsto anteriormente. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA e Irã em impasse sobre o controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. 
Nesta quinta-feira (13), o Irã voltou a contradizer o presidente americano, Donald Trump, ao afirmar que o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity, está sob seu controle. 
Na véspera, Trump havia escrito em sua rede social Truth Social que os EUA tinham &quot;controle total&quot; da hidrovia estratégica.
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O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Nas últimas semanas, o regime iraniano também contrariou Trump em outras alegações do líder norte-americano, como quando negou ter pedido para os EUA cancelarem novos ataques contra o país e também quando negou estar em negociações com o rival.
Na quarta, Trump reafirmou sua narrativa de que o Irã está dizimado e chamou o país de &quot;valentão do Oriente Médio&quot;. Mais cedo, autoridade iraniana falou a agência que &quot;não houve nenhum progresso&quot; nas negociações entre os dois países.
Trump falou ainda em &quot;muro de aço&quot; ao se referir ao bloqueio naval que os EUA mantêm na entrada de Ormuz a navios iranianos ou que comercializem em portos do Irã.
Com as negociações para o fim da guerra sem avanço, no entanto, o tráfego em Ormuz voltou a ficar comprometido. Desde então, o Irã e o Omã se aproximaram de um acordo para administrar o fluxo de navios pela via marítima, que excluiria o acesso a navios dos EUA e de Israel.
Bolsas globais
Na Ásia, os mercados chineses recuaram nesta quinta-feira, puxados pelas perdas nas ações do setor de metais. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve queda de 0,5%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,2%. O Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,56%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 1,16%. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Anthropic negocia compra de startup de IA por US$ 6 bilhões, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo
A Anthropic, empresa responsável pelo chatbot Claude, negocia a compra da startup de inteligência artificial Decart AI em um negócio que poderia chegar a aproximadamente de US$ 6 bilhões (R$ 31 bilhões), as informações são da agência Bloomberg. 
A Decart é uma startup de inteligência artificial fundada em Israel que desenvolve tecnologias de infraestrutura para tornar os modelos de IA mais rápidos e eficientes. A empresa também cria seus próprios sistemas de inteligência artificial e tem a gigante Nvidia entre seus investidores.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Em maio, a Decart levantou US$ 300 milhões em uma rodada liderada pela Radical Ventures. A Nvidia participou da captação como nova investidora, ao lado de empresas como Adobe, Amazon e Toyota Ventures. Com a rodada, a startup passou a ser avaliada em cerca de US$ 4 bilhões.
A possível aquisição ocorre enquanto a Anthropic busca ampliar sua capacidade de processamento para atender ao aumento da demanda pelo Claude e se prepara para uma possível abertura de capital.
&#039;Investimento circular&#039;: como o dinheiro gira entre gigantes de IA e alimenta temor de nova bolha
Segundo as informações divulgadas pela agência, as negociações ainda estão em estágio inicial. Se o negócio for concluído, a equipe da Decart deverá ser incorporada à área da Anthropic responsável por melhorar o desempenho e a eficiência dos modelos de inteligência artificial.
O chatbot Claude, da Anthropic, está entre os mais populares, rivalizando com o ChatGPT e o Gemini
Reuters via BBC
Entre os produtos da Decart está o Lucy, modelo capaz de editar vídeos em tempo real. A startup também desenvolveu o Oasis, que cria ambientes virtuais para treinar e testar robôs e sistemas de direção autônoma.
Claude, rival do ChatGPT, vai revelar quem criou texto com IA; veja como vai funcionar
A Anthropic vem aumentando os investimentos em infraestrutura para acompanhar a expansão de seus serviços. 
Na semana passada, a empresa anunciou que está contratando engenheiros especializados em hardware e software para ajudar no desenvolvimento de chips personalizados e de modelos de IA mais rápidos e eficientes.
Conheça a Anthropic 
A Anthropic, criadora do Claude, foi fundada em 2021 por Dario Amodei (atual CEO da companhia) e outros executivos que deixaram a OpenAI defendendo uma abordagem mais cautelosa para o desenvolvimento da IA.
O Claude só chegou ao público em março de 2023, cerca de cinco meses após o lançamento do ChatGPT. Mesmo tendo entrado na disputa mais tarde e ainda sendo menos conhecido do grande público, o chatbot ajudou a impulsionar uma virada impressionante da Anthropic.
Hoje, ela é a startup de IA mais valiosa do mundo. Avaliada em cerca de US$ 965 bilhões (R$ 4,87 trilhões), a companhia já supera a OpenAI em valor de mercado.
No início de junho, a Anthropic protocolou de forma confidencial um pedido de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Com um valuation próximo de US$ 1 trilhão, a companhia poderá passar a integrar o grupo mais seleto das empresas listadas no mercado americano.
Empresa tem modelo de IA mais perigoso do mundo 
Os modelos do Claude têm se mostrado cada vez mais potentes. 
&quot;Eles costumam acertar muito nos lançamentos. Dá para perceber um grande cuidado no desenvolvimento dos produtos, que geralmente chegam ao mercado com um desempenho muito competitivo&quot;, diz Izabela Anholett.
Ao mesmo tempo, especialistas alertam que os sistemas mais avançados da Anthropic também ampliam os riscos associados à inteligência artificial.
No início de 2026, a empresa anunciou o Claude Mythos, considerado por especialistas o modelo de IA mais perigoso do mundo atualmente. O sistema é descrito como extremamente rápido e capaz de encontrar brechas de segurança que passariam despercebidas por humanos.
&quot;Se o Mythos for parar em mãos erradas, empresas podem ser paralisadas da noite para o dia&quot;, afirma Izabela. Segundo ela, o risco está na capacidade do modelo de identificar e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.
&quot;O Mythos Preview [versão de teste] já encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web&quot;, afirmou a Anthropic.
&quot;Devido ao seu alto poder e aos riscos que representa para a segurança nacional e geral, ele não foi liberado para o público comum. Em vez disso, a Anthropic criou um consórcio de empresas e agências governamentais com acesso à ferramenta&quot;, explica Diogo Cortiz. 
Entre os integrantes do grupo estão Amazon, Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e Mozilla.
Cortiz lembra que um exemplo da eficácia do modelo veio de um relatório da Mozilla. Ao utilizar o Mythos para analisar o navegador Firefox, a organização identificou uma grande quantidade de vulnerabilidades e falhas até então desconhecidas.
&quot;Como parte de nossa colaboração contínua com a Anthro ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Correios são condenados a adotar medidas de segurança após morte de trabalhador; entenda o caso</title>
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<description><![CDATA[      Correios são condenados após morte de trabalhador; entenda o caso
Jornal Nacional/ Reprodução
A Justiça do Trabalho condenou os Correios a adotar uma série de medidas de saúde e segurança no Centro de Entrega de Encomendas (CEE) de Santo André, no ABC Paulista, após a morte de um trabalhador durante o descarregamento de cargas na unidade.
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A decisão da 1ª Vara do Trabalho de Santo André determina o cumprimento de 16 obrigações relacionadas à prevenção de acidentes e às condições de trabalho, além do pagamento de R$ 200 mil por dano moral coletivo. Também foi fixada multa diária de R$ 15 mil por obrigação descumprida.
A sentença é resultado de uma ação civil pública apresentada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após uma denúncia do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e Similares de São Paulo (Sintect-SP).
O processo ainda não terminou. Tanto o MPT quanto os Correios recorreram da decisão, e o caso deverá ser analisado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2). 
O Ministério Público pede o aumento da indenização, enquanto a estatal questiona as obrigações impostas e as condenações financeiras.
Acidente ocorreu durante descarregamento
O caso que motivou a investigação ocorreu em outubro de 2024. Segundo o processo, um trabalhador utilizava uma paleteira hidráulica para descarregar contêineres de encomendas quando a carga tombou sobre ele em uma rampa inclinada.
O empregado sofreu traumatismo craniano e morreu dois dias depois. De acordo com o MPT, as investigações identificaram os seguintes fatores que teriam contribuído para o acidente:
ausência de freio no equipamento utilizado;
falhas na amarração das cargas;
desníveis na área de descarga;
falta de proteções laterais adequadas.
Durante a apuração, também foram relatados problemas em outras unidades dos Correios, entre eles deficiência de equipamentos para movimentação de cargas, falhas em treinamentos, irregularidades em pisos e plataformas e insuficiência de equipamentos de proteção individual (EPIs).
Antes de recorrer à Justiça, o MPT propôs um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para que a empresa adequasse voluntariamente as condições de trabalho. 
Os Correios não aderiram à proposta e argumentaram que as medidas necessárias já haviam sido adotadas ou estavam em processo de implementação.
O que a Justiça determinou?
Na sentença, a Justiça apontou falhas na gestão de saúde e segurança do trabalho identificadas em fiscalizações, envolvendo manutenção de equipamentos, treinamentos, identificação de riscos e funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).
Entre as medidas determinadas estão:
fornecimento de equipamentos adequados para movimentação de cargas;
treinamento específico de trabalhadores que operam paleteiras e empilhadeiras;
manutenção preventiva e inspeções periódicas dos equipamentos;
adequação de pisos, rampas e plataformas;
criação de procedimentos de segurança;
implementação efetiva do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR);
fornecimento contínuo de EPIs e materiais para amarração das cargas;
regularização e capacitação da Cipa.
A maior parte das obrigações deverá ser cumprida após o trânsito em julgado, quando não houver mais possibilidade de recursos.
A procuradora do Trabalho Sofia Vilela de Moraes e Silva, responsável pela ação, afirmou que as medidas buscam reduzir os riscos de acidentes e garantir condições seguras e saudáveis aos trabalhadores.
Os valores decorrentes da indenização e de eventuais multas deverão ser destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou a entidades indicadas pelo MPT.
Em nota enviada ao g1, os Correios informaram que, após o acidente, acionaram os serviços de emergência e prestaram assistência à família do trabalhador.
A estatal afirmou ainda que realizou uma apuração para esclarecer as circunstâncias do ocorrido, incluindo as condições de trabalho relacionadas ao caso, e que segue prestando informações no processo. Veja a íntegra da nota:
“Os Correios reiteram que, imediatamente após o acidente que vitimou o empregado, os serviços de emergência foram acionados e o trabalhador foi prontamente encaminhado ao hospital. A empresa também prestou toda a assistência necessária à família.
A estatal realizou uma apuração rigorosa para esclarecer as circunstâncias do ocorrido, incluindo a verificação das condições de trabalho relacionadas ao caso. Os Correios permanecem prestando todas as informações nos autos do processo.”
&#039;Presenteísmo&#039;: por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes? ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em alta com tensão no Oriente Médio e dados dos EUA no radar</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (13) em alta, com um avanço de 0,07% perto das 9h, cotado a R$ 5,1831. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O Irã afirmou que continua controlando o Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo do mundo, contrariando declarações dos Estados Unidos de que teriam controle sobre a região. A disputa reforça as tensões entre os dois países e mantém a atenção do mercado voltada para possíveis impactos no comércio internacional de petróleo e na segurança da navegação.
Com o impasse, os preços do petróleo voltaram a subir. A Agência Internacional de Energia (AIE) revisou para baixo sua estimativa de consumo de petróleo, indicando que a atividade econômica mundial deve utilizar menos combustível do que o previsto anteriormente. Por volta das 9h, o barril Brent caía 1,89%, cotado a US$ 87,30. Já o WTI recuava 2,14%, a US$ 81,49.
▶️ Na agenda econômica, o IBGE divulga uma nova estimativa da safra de grãos de 2026, com expectativa de produção de 347,4 milhões de toneladas, levemente acima de 2025. As vendas no varejo, que subiram 0,5% em junho na comparação mensal, também ficam no radar, assim como o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que segue em nível de pessimismo há 19 meses consecutivos .
▶️Entre os balanços corporativos do dia, destaque para a Americanas, que quase triplicou o prejuízo no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, para R$ 274 milhões. Uma série de outros resultados também ficam no radar, como Cogna, Minerva, Ultrapar, Positivo, Rede D&#039;Or, CVC, Azzas, Hapvida, Banco do Brasil, entre outros.
▶️No exterior, os EUA divulgam o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de julho, um indicador que mede a variação dos preços cobrados pelos produtores antes de os produtos chegarem ao consumidor. O resultado é acompanhado de perto pelos mercados porque ajuda a avaliar a trajetória da inflação e pode influenciar as próximas decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a taxa de juros.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
EUA e Irã em impasse sobre o controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. 
Nesta quinta-feira (13), o Irã voltou a contradizer o presidente americano, Donald Trump, ao afirmar que o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity, está sob seu controle. 
Na véspera, Trump havia escrito em sua rede social Truth Social que os EUA tinham &quot;controle total&quot; da hidrovia estratégica.
LEIA MAIS
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Por quanto tempo o Irã pode sustentar a guerra com os EUA e Israel?
Nas últimas semanas, o regime iraniano também contrariou Trump em outras alegações do líder norte-americano, como quando negou ter pedido para os EUA cancelarem novos ataques contra o país e também quando negou estar em negociações com o rival.
Na quarta, Trump reafirmou sua narrativa de que o Irã está dizimado e chamou o país de &quot;valentão do Oriente Médio&quot;. Mais cedo, autoridade iraniana falou a agência que &quot;não houve nenhum progresso&quot; nas negociações entre os dois países.
Trump falou ainda em &quot;muro de aço&quot; ao se referir ao bloqueio naval que os EUA mantêm na entrada de Ormuz a navios iranianos ou que comercializem em portos do Irã.
Com as negociações para o fim da guerra sem avanço, no entanto, o tráfego em Ormuz voltou a ficar comprometido. Desde então, o Irã e o Omã se aproximaram de um acordo para administrar o fluxo de navios pela via marítima, que excluiria o acesso a navios dos EUA e de Israel.
Bolsas globais
Na Ásia, os mercados chineses recuaram nesta quinta-feira, puxados pelas perdas nas ações do setor de metais. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve queda de 0,5%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,2%. O Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,56%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 1,16%. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Com mais de R$ 51 bilhões em dívidas, Braskem avalia pedir recuperação extrajudicial ainda em agosto, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Planta da Braskem em Maceió, onde a petroquímica fazia exploração de sal-gema.
Divulgação/Braskem
A petroquímica Braskem está em negociações avançadas para um possível pedido de recuperação extrajudicial, que pode ser protocolado ainda neste mês para reestruturar mais de US$ 10 bilhões (R$ 51,6 bilhões) em dívidas de suas operações no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. As informações foram divulgadas pela Reuters nesta quarta-feira (12).
A recuperação extrajudicial é um mecanismo que permite renegociar dívidas com credores fora de uma recuperação judicial tradicional, com posterior homologação da Justiça.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A companhia corre contra o tempo até 24 de agosto. Nessa data, diz a Reuters, expira uma proteção obtida por meio de uma medida cautelar concedida em junho. Essa medida protege temporariamente a Braskem contra cobranças e execuções de credores enquanto negocia uma solução para suas dívidas.
???? Uma gestora de private equity é tipo de empresa que compra participações em companhias para reestruturá-las, expandi-las e obter lucro com sua valorização futura.
Agora no g1
Procurada pela Reuters, a Braskem não quis comentar o assunto.
A petroquímica foi recentemente adquirida pela IG4 Capital da Novonor (ex-Odebrecht) e enfrenta uma longa fase de dificuldades no setor petroquímico e deve precisar de três a cinco anos para superar os desafios herdados da gestão anterior, segundo a agência de notícias. A Petrobras também detém uma parte da empresa.
LEIA TAMBÉM: Saque do FGTS: trabalhador que não consegue sacar terá novo caminho na Justiça; veja o que muda
Além dos preços baixos no setor petroquímico, o caixa da Braskem foi pressionado pelos custos relacionados ao desastre ambiental provocado pela exploração de minas de sal em Alagoas, desastre ambiental que provocou o afundamento do solo em bairros de Maceió e levou à remoção de milhares de moradores.
Embora a Braskem venha negociando alternativas com credores — incluindo bancos e investidores que compraram títulos de dívida da companhia — para evitar um longo processo de reestruturação, nenhum acordo foi alcançado até o momento.
Os credores rejeitaram uma proposta da Braskem que previa cinco anos de carência para o pagamento do principal da dívida (o valor originalmente emprestado, sem considerar juros) e dois anos e meio de carência para o pagamento dos juros, segundo a Reuters.
Se as atuais negociações avançarem, diz a agência, o pedido de recuperação extrajudicial da Braskem deverá prever um período de suspensão de cobranças de 90 dias, conhecido no mercado como &quot;stay period&quot;, para negociar um plano mais amplo de reestruturação. Durante esse período, credores ficam temporariamente impedidos de cobrar dívidas ou executar garantias contra a empresa.
Esse período daria tempo para que a empresa e seus credores chegassem a um acordo, ao mesmo tempo em que protegeria a companhia de eventuais medidas de cobrança.
Paralelamente, a Braskem avalia alternativas para reestruturar a dívida de cerca de US$ 2 bilhões de sua subsidiária mexicana. Uma das possibilidades é um pedido de Chapter 11, mecanismo de recuperação judicial dos Estados Unidos, em um cronograma que pode ser parcialmente alinhado ao processo brasileiro, disse uma das fontes.
O Chapter 11 permite que empresas continuem operando enquanto renegociam suas dívidas sob supervisão judicial.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Braskem avalia pedir recuperação extrajudicial ainda em agosto, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Planta da Braskem em Maceió, onde a petroquímica fazia exploração de sal-gema.
Divulgação/Braskem
A petroquímica Braskem está em negociações avançadas para um possível pedido de recuperação extrajudicial, que pode ser protocolado ainda neste mês para reestruturar mais de US$ 10 bilhões em dívidas de suas operações no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. As informações foram divulgadas pela Reuters nesta quarta-feira (12).
A recuperação extrajudicial é um mecanismo que permite renegociar dívidas com credores fora de uma recuperação judicial tradicional, com posterior homologação da Justiça.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A companhia, controlada pela gestora de private equity IG4 Capital e pela Petrobras, corre contra o tempo até 24 de agosto. Nessa data, diz a Reuters, expira uma proteção obtida por meio de uma medida cautelar concedida em junho. Essa medida protege temporariamente a Braskem contra cobranças e execuções de credores enquanto negocia uma solução para suas dívidas.
A petroquímica não quis comentar.
A Braskem, cujo controle foi recentemente adquirido pela IG4 do grupo de engenharia Novonor (ex-Odebrecht), vem lidando com um prolongado ciclo de baixa no setor petroquímico e deve precisar de três a cinco anos para resolver todos os seus desafios herdados, segundo as mesmas fontes.
LEIA TAMBÉM: Saque do FGTS: trabalhador que não consegue sacar terá novo caminho na Justiça; veja o que muda
Agora no g1
Além dos preços deprimidos no setor petroquímico, a posição de caixa da Braskem foi enfraquecida por um desastre ambiental ligado às suas minas de sal em Alagoas.
Embora a Braskem venha discutindo alternativas com credores, incluindo detentores de bônus e bancos, para evitar um processo de reestruturação demorado, nenhum acordo foi alcançado até o momento, disseram as fontes. 
Os credores rejeitaram uma oferta da Braskem de pagamento do principal com carência de cinco anos, além de uma carência de dois anos e meio para o pagamento de juros, segundo as fontes.
Se as atuais discussões de reestruturação avançarem, acrescentaram as fontes, a estrutura do pedido extrajudicial da Braskem incluirá um período de suspensão de cobranças (&quot;stay period&quot;) de 90 dias para negociar um plano abrangente. 
A janela daria tempo para a empresa e os seus credores chegarem a um acordo mútuo, ao mesmo tempo em que a protegeria de eventuais ações de credores.
Paralelamente, a Braskem está explorando opções de reestruturação para a dívida de cerca de US$2 bilhões de sua subsidiária mexicana. Isso também poderia incluir um potencial pedido de Chapter 11 (recuperação judicial nos EUA) com cronograma mais ou menos alinhado ao processo brasileiro, disse uma das fontes. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Prejuízo da Americanas quase triplica no 2º trimestre e vai a R$ 274 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Clientes fizeram fila na frente das Lojas Americanas, no Salvador Shopping
Divulgação
Cinco meses após a Americanas solicitar o fim do processo de recuperação judicial, a empresa continua registrando perdas milionárias. Segundo os resultados da companhia, divulgados na noite de ontem (12), a Americanas teve um prejuízo de R$ 274 milhões no segundo trimestre deste ano. 
O resultado representa uma melhora em relação aos primeiros três meses do ano, quando a companhia reportou perdas de R$ 329 milhões. Mas ainda é mais do que o dobro — quase o triplo — do prejuízo apresentado no mesmo trimestre de 2025, de R$ 98 milhões.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em relatório divulgado na véspera, a varejista afirmou que entrou em um &quot;novo ciclo estratégico&quot;.
&quot;Estamos construindo uma nova Americanas, com mais clareza sobre o futuro, o papel que desejamos ocupar na vida dos milhões de clientes e o que vai nos levar até lá: disciplina financeira a partir do resultado operacional&quot;, afirmou a administração da empresa no documento.
Agora no g1
O resultado operacional, medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (conhecido no jargão do mercado como Ebitda), foi de R$ 145 milhões no segundo trimestre do período, valor 51,5% menor do que os R$ 299 milhões vistos no mesmo período do ano passado.
Já a receita líquida somou R$ 3,3 bilhões no segundo trimestre, uma queda de 1,7% na mesma base de comparação.
As vendas em mesmas lojas (SSS) caíram 0,6% no segundo trimestre, segundo os dados divulgados pela companhia.
O recuo veio mesmo com os eventos sazonais dos últimos meses, como a Páscoa, a Copa do Mundo e as vendas de produtos de inverno. 
Relembre o caso
O escândalo da Americanas veio à tona em 11 de janeiro de 2023, quando as Americanas divulgaram um fato relevante informando que haviam sido identificadas &quot;inconsistências em lançamentos contábeis&quot; nos balanços corporativos, estimadas inicialmente em cerca de R$ 20 bilhões.
Segundo a companhia, os valores referentes aos primeiros nove meses de 2022 e a exercícios anteriores não haviam sido registrados de forma adequada.
À época, o então presidente Sergio Rial deixou o cargo apenas nove dias após assumir a função, assim como o diretor financeiro André Covre.
Na ocasião, a empresa informou que havia detectado operações de financiamento de compras em valores da mesma ordem de grandeza, nas quais era devedora perante instituições financeiras, mas que não estavam adequadamente refletidas nas demonstrações financeiras.
No dia seguinte, 12 de janeiro, a revelação provocou forte turbulência no mercado financeiro. Instituições financeiras colocaram as ações das Americanas sob revisão, enquanto a B3 chegou a submeter os papéis da companhia a leilão diante da volatilidade.
Ao final do pregão, as ações acumulavam queda de 77,33%, uma das maiores perdas diárias já registradas por uma empresa de capital aberto no Brasil.
Naquele momento, Sergio Rial afirmou que o problema não se referia a valores inexistentes, mas sim a registros contábeis feitos de forma inadequada ao longo dos anos. Ele também explicou que a origem das inconsistências estava nas operações de risco sacado.
???? O risco sacado é uma modalidade comum no varejo em que uma instituição financeira antecipa o pagamento devido a fornecedores e passa a ser credora da empresa. No caso das Americanas essas obrigações não apareciam corretamente nos balanços, o que fazia reduzir artificialmente o endividamento da companhia. 
As investigações também apontam irregularidades envolvendo verbas de propaganda cooperada (VPCs), incentivos comerciais concedidos por fornecedores ao varejo.
Em 13 de janeiro de 2023, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma medida cautelar protegendo as Americanas contra o vencimento antecipado de dívidas, suspendendo temporariamente cobranças enquanto a empresa avaliava um eventual pedido de recuperação judicial.
A decisão buscava impedir que credores esgotassem rapidamente os ativos da companhia e preservasse sua atividade econômica.
Na mesma época, também vieram à tona informações de que executivos haviam vendido aproximadamente R$ 212 milhões em ações da empresa durante o segundo semestre de 2022, levantando suspeitas de uso de informação privilegiada.
O pedido de recuperação judicial veio apenas oito dias após a revelação das inconsistências contábeis, em 19 de janeiro de 2023. Na ocasião, a companhia informou possuir apenas R$ 800 milhões em caixa, valor muito inferior aos R$ 8,6 bilhões divulgados no balanço do terceiro trimestre de 2022, tornando sua situação financeira insustentável.
Posteriormente, a recuperação judicial tornou-se uma das maiores da história empresarial brasileira, envolvendo dívidas superiores a R$ 50 bilhões.
Em março de 2026, a companhia informou que havia cumprido as obrigações previstas no plano de recuperação judicial com vencimento até dois anos após sua homologação e protocolou o pedido de encerramento do processo. A Justiça a ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Prejuízo, Americanas, quase, triplica, 2º, trimestre, vai, 274, milhões</media:keywords>
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<title>Prejuízo da Americanas quase triplica no 2º trimestre para R$ 274 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Clientes fizeram fila na frente das Lojas Americanas, no Salvador Shopping
Divulgação
Cinco meses após a Americanas solicitar o fim do processo de recuperação judicial, a empresa continua registrando perdas milionárias. Segundo os resultados da companhia, divulgados na noite de ontem (12), a Americanas teve um prejuízo de R$ 274 milhões no segundo trimestre deste ano. 
O resultado representa uma melhora em relação aos primeiros três meses do ano, quando a companhia reportou perdas de R$ 329 milhões. Mas ainda é mais do que o dobro — quase o triplo — do prejuízo apresentado no mesmo trimestre de 2025, de R$ 98 milhões.
A varejista apurou resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$145 milhões, valor 51,5% menor que os R$299 milhões vistos um ano antes.
A receita líquida do período somou R$3,3 bilhões, recuando 1,7% ante o segundo trimestre de 2025.
As vendas em mesmas lojas (SSS) caíram 0,6% no segundo trimestre, segundo os dados divulgados pela companhia.
Agora no g1
*Esta reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta quinta&#45;feira; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.043 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (6), em São Paulo.
No concurso da última terça (11), uma aposta acertou os seis números e levou o prêmio de R$ 3 milhões. Veja os números sorteados: 03 - 16 - 24 - 30 - 49 - 54.
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O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Saque do FGTS: trabalhador que não consegue sacar terá novo caminho na Justiça; veja o que muda</title>
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<description><![CDATA[      Número de empresas que não depositam o FGTS dos empregados no prazo tem aumentado no Brasil
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) mudou a regra sobre qual Justiça deve julgar ações relacionadas ao saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A partir da nova orientação, o que vai definir o caminho processual é o motivo pelo qual o trabalhador quer retirar o dinheiro do Fundo.
???? O FGTS é uma reserva financeira do trabalhador. Todo mês, a empresa deposita 8% do salário em uma conta em nome do funcionário. O saque só é permitido em situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, aposentadoria e compra da casa própria.
Na prática, pedidos relacionados ao fim ou à suspensão do contrato de trabalho, como demissão sem justa causa, rescisão indireta, acordo entre empregado e empregador ou encerramento das atividades da empresa, continuarão sendo analisados pela Justiça do Trabalho. 
Já situações em que o saque pode ser feito por um motivo que não depende da relação de emprego, como doença grave, aposentadoria, financiamento habitacional ou calamidade pública, deverão ser discutidas na Justiça comum.
A decisão foi tomada durante o julgamento de um incidente de recursos repetitivos, mecanismo usado para uniformizar o entendimento dos tribunais sobre questões que se repetem em milhares de processos. 
Com isso, o TST alterou uma posição que vinha sendo adotada há anos pela própria Corte e buscou encerrar uma divergência com o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
⚠️ A mudança não altera as regras de saque do FGTS. As situações em que o dinheiro pode ser retirado continuam exatamente as mesmas previstas na legislação. O que muda é para onde a ação judicial deverá ser encaminhada quando houver algum impasse e for necessário recorrer à Justiça. 
Segundo o próprio TST, a principal consequência prática da decisão é trazer mais segurança jurídica e acabar com as dúvidas sobre qual ramo do Judiciário deve julgar cada caso.
Entenda a decisão
O julgamento tratou de uma questão que há anos gerava divergências nos tribunais: quem deve analisar os pedidos de saque do FGTS quando o trabalhador precisa de uma decisão judicial para liberar os recursos.
Até então, a posição predominante no TST era a de que praticamente todas as ações envolvendo movimentação do FGTS deveriam tramitar na Justiça do Trabalho. O STJ, por outro lado, defendia que muitos desses casos eram de competência da Justiça comum.
Ao reavaliar o tema, o Tribunal do Trabalho separou as hipóteses de saque do FGTS em dois grupos: 
O primeiro reúne situações diretamente ligadas ao contrato de trabalho. É o caso da demissão sem justa causa, da rescisão indireta, da rescisão por acordo entre empregado e empregador e da extinção da empresa, por exemplo. Nessas situações, a liberação dos recursos depende da análise de questões trabalhistas. Por isso, a competência permanece com a Justiça do Trabalho.
O segundo grupo engloba situações em que o direito ao saque não depende da análise da relação de emprego. Entram nessa lista casos como aposentadoria, doença grave, morte do trabalhador, financiamento habitacional e calamidade pública.
Para o TST,  em situações do segundo grupo, o juiz não precisa decidir questões trabalhistas nem analisar o contrato de trabalho. Basta verificar se a pessoa atende aos requisitos previstos em lei para movimentar a conta do FGTS. Por isso, esses casos deverão ser julgados pela Justiça comum.
Como a decisão muda uma posição que já estava consolidada no próprio TST, os ministros estabeleceram uma regra de transição para evitar prejuízos às partes.
Os processos que já tinham recebido sentença de mérito até a publicação do acórdão continuarão na Justiça do Trabalho até o fim, inclusive durante a fase de execução.
Já os demais processos passarão a seguir a nova regra definida pelo tribunal.
Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
Tribunal Superior do Trabalho ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Casa própria ou aluguel: como saber o que vale mais a pena para você</title>
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<description><![CDATA[      Vale a pena ter casa própria?
Comprar ou alugar um imóvel depende da situação financeira e dos planos de cada pessoa. A casa própria traz segurança e, ao fim do financiamento, deixa um patrimônio para o proprietário.
O aluguel oferece mais flexibilidade e permite investir o dinheiro que seria usado na compra. Quem compra à vista abre mão dos rendimentos que esse valor poderia gerar; quem financia paga juros; e quem aluga paga por um imóvel que não será seu.
Para quem pretende ficar muitos anos no mesmo lugar e consegue comprar sem comprometer o orçamento, a casa própria pode fazer sentido. Já para quem precisa de mobilidade ou teria de comprometer uma parcela muito grande da renda com a compra, o aluguel pode ser mais vantajoso.
Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Veja como salvar uma orquídea com folhas e raízes secas ou murchas</title>
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<description><![CDATA[      Veja como salvar uma orquídea com folhas e raízes secas ou murchas
Quem tem orquídea em casa pode já ter se perguntado por que as folhas e as raízes da planta começaram a murchar. É o caso da Fátima, de Mogi Guaçu (SP), que pediu ajuda ao Globo Rural.
A produtora de flores Vívian Klein Gunnewiek explica que o principal motivo é a falta de água: a planta precisa de mais do que recebe.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Quando a orquídea está no período vegetativo, em que tem apenas folhas e raízes, ela consome menos água e energia. Nessa fase, uma rega por semana é suficiente.
Quando começa a florescer, porém, a planta fica mais exigente. As flores são os órgãos reprodutores da orquídea e precisam estar saudáveis e bonitas para atrair os polinizadores.
Por isso, a planta direciona mais recursos para manter as flores por mais tempo e deixá-las atrativas. Se o solo não fornecer água e nutrientes suficientes, a orquídea começa a retirar água das próprias folhas e raízes.
Portanto, a frequência das regas deve aumentar para uma vez a cada cinco ou seis dias. A quantidade de água deve ser abundante: é preciso molhar bem todas as raízes e deixar o excesso escorrer pelos furos no fundo do vaso.
Para recuperar a planta que já murchou, a dica da produtora é regar bastante. Assim, as próximas folhas e raízes que nascerem serão saudáveis.
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Veja, como, salvar, uma, orquídea, com, folhas, raízes, secas, murchas</media:keywords>
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<title>BRB, União, DF e bancos retomam conciliação no STF nesta quinta para tentar destravar empréstimo; entenda o que está em jogo</title>
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<description><![CDATA[      Após acordo homologado no STF, empréstimo bilionário para tentar salvar BRB não sai do papel
Representantes do governo federal, do governo do Distrito Federal e dos maiores bancos do país se reúnem, na tarde desta quinta-feira (13), em mais uma rodada de conciliação para tentar destravar um empréstimo bilionário para salvar o patrimônio do Banco de Brasília (BRB).
A reunião foi pedida pelo governo do DF, que é acionista majoritário do BRB e, por isso, será o tomador do empréstimo. A governadora Celina Leão (PP) acusa os órgãos federais de &quot;inércia&quot; no tratamento do tema – o que gerou reclamações públicas do ministro da Fazenda, Dario Durigan.
A nova rodada de entendimentos será mediada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, relator da controvérsia no tribunal.
Em maio, Fux homologou um acordo que estabeleceu as condições básicas para o crédito. Quase três meses depois, no entanto, a contratação do empréstimo segue travada. 
O governo do DF tem pressa em conseguir o dinheiro. Entre outros motivos, porque o BRB não divulga seus balanços periódicos há um ano e vem sendo multado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários.
O g1 explica abaixo:
o que gerou a crise do BRB;
o que prevê o acordo;
por que o empréstimo segue travado;
como deve ser a reunião desta quinta;
o que acontece com o BRB sem o empréstimo.
Representantes do DF, da União e do BRB anunciam acordo após reunião 
TV Globo
O que gerou a crise do BRB?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Fachada do banco BRB.
Reprodução/TV Globo
O que prevê o acordo em vigor?
O acordo chancelado pelo STF e pela Câmara Legislativa do DF autoriza o governo Celina Leão (PP) a pegar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Pelo acordo, os maiores bancos públicos e privados do país entrariam na operação como avalistas.
O governo federal não dá garantia à operação, já que o DF não tem boa nota em Capacidade de Pagamento (Capag) – ou seja, está sem o &quot;selo de bom pagador&quot; necessário.
Se houver calote, o &quot;consórcio&quot; de bancos pode receber parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que o governo federal repassaria ao Distrito Federal.
O governo do DF se comprometeu, no acordo, a adotar medidas de ajuste fiscal para evitar que o empréstimo deteriorasse ainda mais a capacidade de pagamento de dívidas da capital.
Maio: União e governo do DF fecham acordo pra socorrer BRB
A modelagem do empréstimo não ficou descrita no acordo homologado pelo STF. Algumas informações sobre a proposta foram divulgadas pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, em audiência no Senado.
Segundo ele, a proposta na mesa prevê: 
valor: R$ 6,6 bilhões em parcela única
carência: 18 meses (ou seja, primeira parcela da quitação ficaria para 2028)
juros: IPCA + 4,5% ao ano
quitação: 180 parcelas mensais (15 anos)
&quot;Nessas condições, a primeira prestação seria para pagar a partir de 2028, na faixa de R$ 95,6 milhões por mês&quot;, estimou Nelson Souza no Senado.
Deputados de oposição ao governo Celina Leão estimam que, nessa modelagem, os juros do empréstimo podem gerar um custo adicional de mais de R$ 1 bilhão ao ano aos cofres da capital.
Por que o acordo não avançou?
Desde a última reunião da mesa de conciliação, quando o acordo foi anunciado, pouco avançou na concessão dos R$ 6,6 bilhões.
As negociações são mantidas em sigilo, como é praxe no mercado financeiro. O que se sabe, até aqui, é que o grupo de bancos tem resistido à ideia de se colocar como &quot;avalista&quot; de um banco como o BRB – que não divulga seu balanço há mais de um ano.
Há o temor, por exemplo, de que os R$ 6,6 bilhões não sejam suficientes para tirar o banco das condições adversas. Se isso acontecer, o empréstimo seria infrutífero, e o Banco de Brasília e o governo do DF seguiriam com dificuldades para resolver a crise.
Nesse cenário, o BRB não conseguiria sequer ajudar o governo do DF a saldar a dívida, nos próximos anos. Como acionista majoritário, o DF recebe a maior parte da distrib ]]></description>
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<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Senado aprova projeto que reduz preço do combustível; texto amplia gastos fora do teto em 2026 e prevê ajuste fiscal em 2027</title>
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<description><![CDATA[      O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12) um projeto de lei que permite ao governo usar a receita extra, a partir da venda de petróleo, para reduzir impostos sobre combustíveis. O texto recebeu 61 votos favoráveis e apenas dois contrários. 
O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pois já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.
⛽ A proposta também concede subsídios, na forma de diminuição de tributos, para a indústria de fertilizantes e o setor de minerais críticos e estratégicos. A isenção ainda valerá para Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil em 2027. 
O texto, que só tratava inicialmente dos combustíveis, recebeu uma série de dispositivos alheios ao tema, os chamados jabutis.
???? A guerra do Irã contribuiu para elevação do custo dos combustíveis, assim como de insumos para a cadeia produtiva nacional, caso, por exemplo, dos fertilizantes. 
Agora no g1
Ao mesmo tempo, o cenário internacional também gera valorização do petróleo e gás extraídos no Brasil. O objetivo do projeto é justamente amortecer o prejuízo desses setores afetados usando a renda extra obtida pela venda do petróleo brasileiro.
Mas, para que isso seja possível, uma exceção para essas medidas precisou ser criada por meio desta proposta. Isso porque a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) proíbem a concessão de benefícios fiscais sem indicação da fonte para compensá-los e do impacto que eles terão nas contas do governo.
A LDO, inclusive, diz que fica proibida a &quot;ampliação, prorrogação ou extensão do gasto tributário&quot; e a criação de novas despesas obrigatórias. O projeto, então, contorna a norma em 2026.
A inclusão de benefícios a setores, além de estratégias com fins eleitorais que interessam ao governo, costuma ser aprovada em ano eleitoral no Congresso.
Em 2022, meses antes das eleições, o Congresso aprovou uma PEC que autorizava um &quot;estado de emergência&quot; no país, para permitir ao governo do então presidente Jair Bolsonaro a criação de uma série de benefícios às vésperas das eleições.
Bomba de combustível em um posto em Brasília 7 de março de 2022.
Reuters
Tributos dos combustíveis
Pela proposta, o governo poderá reduzir tributos sobre combustíveis e compensar a perda de arrecadação com o aumento extraordinário de receitas obtidas pela União em razão da alta internacional do petróleo.
Para isso, poderá usar royalties, participações especiais da União decorrentes do resultado da exploração de petróleo ou gás natural, impostos recolhidos pelo setor de óleo e gás e dividendos de estatais ligadas ao segmento.
Conforme o texto, a redução de impostos federais será usada na importação, produção e comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Para manter a competitividade dos biocombustíveis, a proposta determina que qualquer redução tributária concedida à gasolina preserve a vantagem competitiva do etanol.
Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas sobre o etanol deverão ser zeradas.
Além disso, o governo fica autorizado a conceder subvenção aos produtores de etanol para compensar eventuais perdas de competitividade. Para o período entre maio e agosto de 2026, o parecer prevê uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão ao setor.
A proposta autoriza também os produtores de etanol a utilizar saldos credores de Pis/Pasep e Cofins e concede crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil.
A medida aprovada nesta quarta pelo Congresso também:
tira do limite de gastos previsto no Arcabouço Fiscal R$ 2,5 bilhões de investimentos em defesa;
permite antecipação de 2027 para 2026, em até R$ 3 bilhões, investimentos em educação e saúde bancados pelo Fundo Social (FS).
No entanto, o texto prevê duas travas para conter o avanço dos gastos em 2027.
A primeira permite, em caso de déficit projetado pelo governo, desvincular da Receita Corrente Líquida (RCL) o crescimento de determinados fundos. A segunda trava limita o aumento desses recursos ao teto previsto no arcabouço fiscal, que é de no máximo 2,5% acima da inflação.
Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, com essas travas o governo deve reduzir em cerca de R$ 10 bilhões as despesas obrigatórias em 2027.
&quot;Há uma diminuição, uma mitigação desse ritmo de crescimento já vai ser percebido o ano que vem em torno de R$ 10 bilhões, que é aqui um pouco a evolução a menor do gasto obrigatório que a gente espera para o ano que vem,  já abrindo o espaço fiscal importante para outras demandas discricionárias e mesmo pra nossa trajetória dos resultados fiscais&quot;, afirmou o ministro após a aprovação da proposta.
Fertilizantes
O texto autoriza benefício fiscal, por meio da redução nos impostos, para o setor de fertilizantes no valor de R$ 5 bilhões entre 2027 e 2031.
Quem será beneficiado será o produtor, no Brasil, de fertilizante ou de suas matérias-primas. Essas podem ser:
de origem  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 23:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Senado, aprova, projeto, que, reduz, preço, combustível, texto, amplia, gastos, fora, teto, 2026, prevê, ajuste, fiscal, 2027</media:keywords>
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<title>Gatilhos incluídos no projeto que reduz  preço do combustível deve gerar economia de R$ 10 bi no próximo ano, diz Durigan</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/gatilhos-incluidos-no-projeto-que-reduz-preco-do-combustivel-deve-gerar-economia-de-r-10-bi-no-proximo-ano-diz-durigan</link>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que gatilhos incluídos no projeto que permite ao governo usar a receita extra, a partir da venda de petróleo, para reduzir impostos sobre combustíveis devem reduzir em cerca de R$ 10 bilhões as despesas obrigatórias em 2027.
A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira (12).
&quot;Há uma diminuição, uma mitigação desse ritmo de crescimento já vai ser percebido o ano que vem em torno de R$ 10 bilhões,  que é aqui um pouco a evolução a menor do gasto obrigatório que a gente espera para o ano que vem,  já abrindo o espaço fiscal importante para outras demandas discricionárias e mesmo pra nossa trajetória dos resultados fiscais&quot;, afirmou o ministro, em entrevista a jornalistas na sede da pasta. 
Agora no g1
O texto prevê duas travas para conter o avanço dos gastos no próximo ano.
A primeira permite, em caso de déficit projetado pelo governo, desvincular da Receita Corrente Líquida (RCL) o crescimento de determinados fundos. A segunda limita o aumento desses recursos ao teto previsto no arcabouço fiscal, que é de no máximo 2,5% acima da inflação.
Ao ser questionado quais despesas estariam sujeitas a trava, o ministro disse que não há uma limitação. &quot;A gente vai perceber um seguido crescimento das vinculações. O que nós estamos fazendo é a compatibilização de algumas vinculações que não cresciam no ritmo do arcabouço&quot;, explicou ele, acrescentando:
&quot;Cresciam com outra variável isolada à receita corrente líquida ou alguma coisa passa a ter a trava do arcabouço,  então a gente vai ter um crescimento limitado ao que o orçamento como um todo passará a crescer também paro ano que vem&quot;. 
Relação com o Congresso
Durigan comentou, ainda, que sempre teve relação &quot;aberta&quot; e &quot;franca&quot; com o Congresso Nacional e disse acreditar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também. 
Isso porque a relação do parlamento com o Executivo vinha estremecida desde abril, quando a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi rejeitada no Senado.
Na última semana, porém, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e Lula começaram a dar sinais de reaproximação. Nesta quarta-feira (12), os dois se reuniram no Palácio da Alvorada para tentar destravar a votação de projeto que o governo considera prioritários - o que se concretizou no decorrer da tarde. 
&quot;Eu sempre digo, disse isso a vocês, politicamente, a relação que eu tenho com o Congresso Nacional sempre foi muito aberta e muito franca. Acho que o presidente Lula também sempre teve essa relação, tem algumas questões de tempo, mas eu diria que agora nós estamos vivendo um bom momento também do presidente Lula com as lideranças da do Congresso, tanto da Câmara quanto do Senado&quot;, relatou Durigan.
&quot;Então acho que ajuda, sim, e nós temos caminhado bem, inclusive agora na questão fiscal, eu também fico bastante satisfeito&quot;, complementou.
Dario Durigan
Globo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Gatilhos, incluídos, projeto, que, reduz, preço, combustível, deve, gerar, economia, próximo, ano, diz, Durigan</media:keywords>
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<title>Jeep Avenger é o híbrido mais barato do Brasil por R$ 114.990</title>
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<description><![CDATA[      Jeep lança o Avenger no Brasil com preço inicial de R$ 114.990
Divulgação / Stellantis
A Jeep apresentou nesta quarta-feira (12) o Avenger, novo SUV da marca, que começa a ser fabricado em Porto Real (RJ) com preço inicial promocional de R$ 114.990.
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O valor é válido para a versão de entrada Altitude e está limitado às primeiras mil unidades. É possível ainda adicionar um pacote de opcionais com câmera de ré, barras de teto e teto preto. Com esses equipamentos, o Avenger Altitude tem preço especial de R$ 124.990 para as primeiras 2 mil unidades.
As demais versões são Longitude por R$ 135.990 e Limited por R$ 145.990.
Agora no g1
O modelo já entra em pré-venda e começa a ser entregue aos clientes ainda em agosto. Veja abaixo os equipamentos de série e preços dos opcionais.
O Jeep Avenger utiliza a plataforma CMP, arquitetura da Stellantis empregada em modelos de outras marcas do grupo, como Peugeot. O modelo havia sido confirmado pela Jeep no ano passado, durante o Salão do Automóvel.
Uma das principais estratégias da Jeep é oferecer uma boa lista de equipamentos para disputar espaço com modelos chineses e outros SUVs do segmento.
O Avenger é equipado com motor 1.0 turbo associado a um sistema híbrido leve, o MHEV 12V, a potência é de 116 cv com etanol ou gasolina.
O conjunto é ligado a uma transmissão automática CVT com sete marchas simuladas.
A aceleração de 0 a 100 km/h leva 10,3 segundos com etanol e 10,7 segundos com gasolina. A velocidade máxima é de 185 km/h.
Jeep lança o Avenger no Brasil com preço inicial de R$ 114.990
Divulgação / Stellantis
Ficha técnica - Jeep Avenger Limited
Assentos: 5
Comprimento: 4.084 mm
Largura: 1.776 mm (sem retrovisor)
Altura: 1.583 mm
Entre-eixos: 2.557 mm
Porta-malas: 320 litros (VDA)
Peso: 1.280 kg 
Rodas: 18 polegadas
Pneus: 215/55 R18
Suspensão dianteira: Independente, McPherson com barra estabilizadora
Suspensão traseira: Eixo de torção
Freios dianteiros: Disco ventilado
Freios traseiros: Disco sólido 
Direção: Elétrica
Motor: Dianteiro, 3 cilindros em linha 1.0 Turbo MHEV
Combustível: Gasolina / Etanol
Potência (E/G): 116 cv (Etanol) / 116 cv (Gasolina)
Torque (E/G): 20,4 kgfm (Etanol) / 20,4 kgfm (Gasolina)
Câmbio: Automático, CVT
Marchas: 7 marchas simuladas
Tração: Dianteira
Consumo urbano gasolina: 12,7 km/l
Consumo rodoviário gasolina: 13,5 km/l
Consumo urbano etanol: 8,8 km/l
Consumo rodoviário etanol: 9,4 km/l
Tanque de combustível: 47 litros
Capacidade de carga: 400 kg
Jeep lança o Avenger no Brasil com preço inicial de R$ 114.990
Divulgação / Stellantis
Design forte
Apesar do design com para-lamas marcantes e cara robusta, o Avenger tem medidas que lembram bastante as do Fiat Pulse.
A Jeep destaca que, mesmo sem opção de tração 4x4, o SUV tem bons ângulos de entrada e saída e boa altura livre do solo. Segundo a marca, essas características tornam o modelo mais adequado para deslocamentos leves fora de estrada.
O visual traz elementos que remetem à história da Jeep. A dianteira tem a tradicional grade com sete elementos. Os vincos nos para-lamas fazem referência aos primeiros modelos da marca.
As lanternas traseiras têm formato de X, em uma referência aos tonéis retangulares usados para transportar combustível na parte traseira dos jipes durante os combates.
Jeep lança o Avenger no Brasil
Divulgação / Stellantis
Na cabine, o Avenger aposta em linhas mais sóbrias e horizontais para criar sensação de maior amplitude. O quadro de instrumentos tem tela de 7 polegadas de série e 10,25 polegadas nas versão mais caras. A central multimídia também é de série e tem 10 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
Durante a apresentação, a Jeep destacou o DNA da marca, apesar de o Avenger não ter tração 4x4 e utilizar plataforma e conjunto mecânico compartilhados com modelos de Fiat, Peugeot e Citroën. Maçanetas e retrovisores, por exemplo, são componentes usados em modelos da Peugeot.
Segundo Breno Kamei, vice-presidente de marcas e marketing da Stellantis América do Sul, a Jeep considera que a história e o DNA da marca continuam sendo fatores importantes na decisão de compra dos consumidores.
A estratégia é usar essa identidade para disputar mercado com modelos como Volkswagen Tera, Chevrolet Sonic e SUVs chineses de preços próximos.
Jeep lança o Avenger no Brasil com preço inicial de R$ 114.990
Divulgação / Stellantis
Durante a apresentação, Herlander Zola, presidente da Stellantis América do Sul, afirmou que a fábrica de Porto Real, no Rio de Janeiro, já deve operar com 2 turnos na produção do Avenger e poderia abrir um terceiro. O modelo já tem exportação confirmada para Uruguai, Argentina e Paraguai.
Segundo ele, o objetivo é disputar a liderança do segmento, que tem o Volkswagen T-Cross entre os principais modelos
Veja abaixo o que cada versão do Jeep Avenger oferece e os respectivos preços.
Jeep Avenger Altitude
Divulgação / Stellantis
Jeep Avenger Altitude — R$ 114.990 (preço promocional li ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Senado aprova projeto que reduz preço do combustível com dinheiro da alta do petróleo e amplia gastos fora do teto</title>
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<description><![CDATA[      O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (12) um projeto de lei que permite ao governo usar a receita extra, a partir da venda de petróleo, para reduzir impostos sobre combustíveis. O texto recebeu 61 votos favoráveis e apenas dois contrários. 
O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pois já foi aprovado pela Câmara dos Deputados.
⛽ A proposta também concede subsídios, na forma de diminuição de tributos, para a indústria de fertilizantes e o setor de minerais críticos e estratégicos. A isenção ainda valerá para Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil em 2027. 
O texto, que só tratava inicialmente dos combustíveis, recebeu uma série de dispositivos alheios ao tema, os chamados jabutis.
???? A guerra do Irã contribuiu para elevação do custo dos combustíveis, assim como de insumos para a cadeia produtiva nacional, caso, por exemplo, dos fertilizantes. 
Agora no g1
Ao mesmo tempo, o cenário internacional também gera valorização do petróleo e gás extraídos no Brasil. O objetivo do projeto é justamente amortecer o prejuízo desses setores afetados usando a renda extra obtida pela venda do petróleo brasileiro.
Mas, para que isso seja possível, uma exceção para essas medidas precisou ser criada por meio desta proposta. Isso porque a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) proíbem a concessão de benefícios fiscais sem indicação da fonte para compensá-los e do impacto que eles terão nas contas do governo.
A LDO, inclusive, diz que fica proibida a &quot;ampliação, prorrogação ou extensão do gasto tributário&quot; e a criação de novas despesas obrigatórias. O projeto, então, contorna a norma em 2026.
A inclusão de benefícios a setores, além de estratégias com fins eleitorais que interessam ao governo, costuma ser aprovada em ano eleitoral no Congresso.
Em 2022, meses antes das eleições, o Congresso aprovou uma PEC que autorizava um &quot;estado de emergência&quot; no país, para permitir ao governo do então presidente Jair Bolsonaro a criação de uma série de benefícios às vésperas das eleições.
Bomba de combustível em um posto em Brasília 7 de março de 2022.
Reuters
Tributos dos combustíveis
Pela proposta, o governo poderá reduzir tributos sobre combustíveis e compensar a perda de arrecadação com o aumento extraordinário de receitas obtidas pela União em razão da alta internacional do petróleo.
Para isso, poderá usar royalties, participações especiais da União decorrentes da de resultado da exploração de petróleo ou gás natural, impostos recolhidos pelo setor de óleo e gás e dividendos de estatais ligadas ao segmento.
Conforme o texto, a redução de impostos federais será usada na importação, produção e comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Para manter a competitividade dos biocombustíveis, a proposta determina que qualquer redução tributária concedida à gasolina preserve a vantagem competitiva do etanol.
Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas sobre o etanol deverão ser zeradas.
Além disso, o governo fica autorizado a conceder subvenção aos produtores de etanol para compensar eventuais perdas de competitividade. Para o período entre maio e agosto de 2026, o parecer prevê uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão ao setor.
A proposta autoriza também os produtores de etanol a utilizar saldos credores de Pis/Pasep e Cofins e concede crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil.
Fertilizantes
O texto autoriza benefício fiscal, por meio da redução nos impostos, para o setor de fertilizantes no valor de R$ 5 bilhões entre 2027 e 2031.
Quem será beneficiado será o produtor, no Brasil, de fertilizante ou de suas matérias-primas. Essas podem ser:
de origem sintética, por meio de processos químicos. Exemplos: amônia e ureia;
a partir de minérios, de rochas. Exemplos: calcário, potássio, gesso agrícola;
de origem orgânica. Exemplos: esterco animal, farinha de ossos (fonte de fósforo e cálcio).
Nesta terça (11), o Senado aprovou uma proposta que um programa específico, com oferta de financiamentos, para fomentar a indústria de fertilizantes em meio à guerra no Oriente Médio.
&quot;Apesar de o Brasil responder por 8% do mercado global de fertilizantes, a demanda brasileira tem sido atendida via importações, que hoje representam acima de 85% do total de fertilizantes empregados em nossas lavouras&quot;, explicou a relatora do projeto dos combustíveis na Câmara, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO).
Outros pontos
A medida aprovada nesta quarta pelo Congresso também:
tira do limite de gastos previsto no Arcabouço Fiscal R$ 2,5 bilhões de investimentos em defesa;
permite antecipação de 2027 para 2026, em até R$ 3 bilhões, investimentos em educação e saúde bancados pelo Fundo Social (FS). ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lula assina decreto que abre mercado livre de energia para consumidores residenciais e pequenos estabelecimentos</title>
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<description><![CDATA[      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (12) decreto que regulamenta a abertura de mercado livre de energia elétrica para consumidores de baixa tensão (inferior a 2,3 kV) a partir de novembro de 2027.
O decreto estabelece as regras para que consumidores como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais, indústrias de menor porte, hospitais e escolas possam escolher livremente o fornecedor de energia elétrica.
Para os demais consumidores, incluindo os residenciais, essa possibilidade estará disponível a partir de novembro de 2028.
Agora no g1
O presidente assinou a medida durante cerimônia no Palácio do Planalto. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pequenos estabelecimentos poderão ter redução de até 20% na conta de luz com a medida.
No evento, o vice-presidente Geraldo Alckmin também reforçou que mudança deve baratear o valor da energia.
&quot;Hoje os grandes consumidores conseguem ter acesso ao mercado livre e conseguem energia 23% mais barata, mas consumidor de menor tensão não consegue. Esse decreto assinado permite que no ano que vem o comércio e a pequena indústria entrem no mercado livre e em seguida o consumidor residencial, então vai baixar o preço da energia para todo mundo, nada que a competição, de se abrir mercado para todo mundo.&quot;
O decreto também estabelece as regras para a migração ao Ambiente de Contratação Livre (ACL) e prevê ainda o Supridor de Última Instância (SUI), responsável por garantir o fornecimento de energia caso o fornecedor escolhido pelo consumidor deixe de prestar o serviço. 
Até 31 de dezembro de 2030, a função de Supridor de Última Instância será exercida pelas distribuidoras de energia elétrica. Depois desse período, outros agentes poderão desempenhar a atividade, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Energia Elétrica;Rede de Energia;Distribuição de Energia
 Fré Sonneveld 
A agência também terá que definir como será feita a transição entre os ambientes regulado e livre, com regras sobre informação e proteção ao consumidor, comparação de ofertas e migração entre os modelos de contratação.
Lula também assinou outros três decretos nos setores de energia e transição energética que regulamentam políticas voltadas ao combustível sustentável de aviação, ao hidrogênio de baixa emissão de carbono e da captura e armazenamento de carbono. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Câmara aprova projeto que cria o &amp;apos;aluguel consignado&amp;apos;, sem fiador e com desconto de até 30% no salário</title>
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<description><![CDATA[      A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (12) um projeto de lei que cria uma nova modalidade de garantia para a locação de imóveis através da consignação de parte do salário. 
???? O limite estabelecido no projeto é de até 30% do salário. Com a consignação, o locatário fica dispensado de buscar fiadores para o contrato ou fazer um depósito caução, por exemplo. A garantia passa a ser a possibilidade de desconto na folha salarial.
???? Podem participar da nova modalidade:
empregados privados;
servidores públicos; 
pensionistas; e 
aposentados.  
O projeto estava em tramitação na Câmara desde 2011 e agora segue para análise do Senado Federal. Após análise no Congresso Nacional, precisará ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 
Agora no g1
O autor do projeto, deputado Julio Lopes (PP-RJ), afirma que a medida visa dar mais garantia ao proprietário que teme a inadimplência. 
&quot;Esse fator de risco faz com que um grande número de imóveis permaneçam fechados ou que o valores dos aluguéis permaneçam artificialmente elevados, acima do que seria razoável em condições normais de mercado&quot;, disse. 
Segundo ele, a nova modalidade poderá impulsionar o mercado imobiliário ao dar mais garantia a quem aluga o imóvel e dispensar o locatário da busca por fiadores. 
A consignação poderá ser feita por mais de um locatário para compor o valor total do aluguel, ou seja, com descontos direto na folha de mais de um trabalhador. 
Continuar no aluguel ou financiar um imóvel? 
Schluesseldienst/ Pixabay. 
O projeto também estabelece que, nesses casos, o locatário não precisará pagar multa pela devolução antecipada do imóvel caso a mudança de endereço aconteça por uma transferência exigida pelo empregador. 
Nos contratos firmados por essa nova modalidade, os imóveis poderão ser retomados do contrato de aluguel quando o contrato de trabalho for terminado. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>STF valida moratória da soja e mantém leis que restringem benefícios fiscais a empresas</title>
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<description><![CDATA[      Lei do Mato Groso pode enfranquecer moratória da soja na Amazônia
O Supremo Tribunal Federal (STF) validou nesta quarta-feira (12) a moratória da soja, acordo entre as empresas do setor e que proíbe a aquisição do grão cultivado de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008. 
No mesmo julgamento, os ministros decidiram que são válidas as leis de Mato Grosso e Rondônia que retiram benefícios fiscais das empresas que fazem parte do acordo da moratória. 
➡️O que é a Moratória da Soja? É um pacto de adesão voluntária entre as empresas compradoras da oleaginosa, que está em vigor há quase 20 anos e proíbe a aquisição do grão cultivado de áreas desmatadas na Amazônia após julho de 2008, visando preservar a floresta.
Os ministros determinaram ainda que devem ser extintos os processos que questionam a ilicitude da moratória no Judiciário e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). 
Plantação de soja pronta para colheita em Roraima
Raquel Maia/Amazônia Agro
Ficou definido ainda que a retirada ou redução de benefícios tributários para empresas que façam parte do acordo precisa respeitar os princípios da anterioridade anual e nonagesimal, que fixam prazo de um ano ou 90 dias para cobrança de tributos.
O plenário do Supremo analisou duas ações. O PCdoB, PSOL, PV e Rede questionaram a lei de Mato Grosso que proíbe a concessão de incentivos fiscais e de terrenos públicos a empresas que aderirem ao acordo. 
A agência Reuters já havia reportado, em dezembro de 2025, que algumas das maiores &quot;tradings&quot; de soja do mundo estavam se preparando para romper o acordo, numa tentativa de preservar benefícios fiscais em Mato Grosso.
Os partidos também questionaram uma lei de Rondônia que restringe incentivos fiscais e terrenos públicos a empresas vinculadas a acordos privados que limitem a expansão agropecuária, como a Moratória da Soja.
As duas normas foram validadas pelo Supremo. 
Relator da ação de Mato Grosso, o ministro Flávio Dino defendeu que era preciso discutir a validade da moratória. Dino defendeu que se tratou de uma relação privada, fechada antes do código florestal, e que não impedia o poder público de conceder sua própria política de incentivos fiscais. 
O ministro propôs a extinção das ações que discutem na Justiça e no Cade a indenização pela moratória da soja. 
&quot;Qualquer que seja a perspectiva institucional, constitucional, jurídica e ambiental não consigo enxergar vícios na moratória. É acordo de mercado, liberdade de iniciativa, as partes não são obrigadas a compatibilizar com outras partes,  a não ser que haja vontade posta&quot;, afirmou. 
A maioria do plenário seguiu o voto de Dino. 
O ministro Dias Toffoli, relator da segunda ação, entendeu que não era papel do Supremo discutir a validade da moratória. Defendeu que essa questão deveria ser tratada pelo Cade. 
Toffoli votou pela validade das duas leis estaduais e propôs que fosse fixada a trava temporal para a retirada dos benefícios. Acompanharam o voto de Toffoli os ministros André Mendonça e Luiz Fux. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Câmara aprova projeto que permite uso de receita de petróleo para reduzir preço de combustível e amplia gastos fora do teto</title>
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<description><![CDATA[      A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (12) um projeto que permite ao governo usar a receita extra obtida pela União com a venda de petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis e retira dos limites do arcabouço fiscal despesas com defesa. O texto segue para o Senado.
A proposta, que inicialmente tratava apenas do preço dos combustíveis, recebeu uma série de dispositivos alheios ao tema, os chamados jabutis. 
A relatora do projeto, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), incluiu em seu parecer benefícios fiscais para outros setores, como o de minerais críticos e a produção de fertilizantes.
Agora no g1
O documento foi protocolado nesta quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já havia anunciado a tentativa do governo de ampliar o escopo da proposta, que trata ainda da isenção fiscal para a Copa do Mundo Feminina no Brasil em 2027.
Segundo a relatora, a realização da Copa do Mundo Feminina é um “evento de projeção internacional que exige compromissos de isenção tributária assumidos pelo Estado brasileiro perante entidades organizadoras internacionais”.
Efeitos da guerra
O texto inicialmente buscava reduzir os efeitos econômicos do conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio. Com as mudanças, ele também tira do limite de gastos previsto no Arcabouço Fiscal R$ 2,5 bilhões de investimentos em defesa.
A proposta permite ainda antecipar de 2027 para 2026, em até R$ 3 bilhões, investimentos em educação e saúde bancados pelo Fundo Social (FS). 
A relatora do projeto, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
Thiago Cristino/Câmara dos Deputados
O texto já esteve na pauta da Câmara em diversas oportunidades no primeiro semestre, mas nunca foi votado. A versão final foi fechada na noite de terça (11) em reunião com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
A inclusão de benefícios a setores, além de estratégias com fins eleitorais que interessam ao governo, costuma ser aprovada em ano eleitoral no Congresso.
Em 2022, meses antes das eleições, o Congresso aprovou uma PEC que autorizava um &quot;estado de emergência&quot; no país, para permitir ao governo do então presidente Jair Bolsonaro a criação de uma série de benefícios às vésperas das eleições.
Impostos sobre combustíveis
Pela proposta, o governo poderá reduzir tributos sobre combustíveis e compensar a perda de arrecadação com o aumento extraordinário de receitas obtidas pela União em razão da alta internacional do petróleo.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Para isso, poderá usar royalties, participações especiais da União decorrentes da de resultado da exploração de petróleo ou gás natural, impostos recolhidos pelo setor de óleo e gás e dividendos de estatais ligadas ao segmento.
Conforme o texto, a redução de impostos federais será usada na importação, produção e  comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Biocombustíveis e fertilizantes
Para manter a competitividade dos bicombustíveis, a proposta determina que qualquer redução tributária concedida à gasolina preserve a vantagem competitiva do etanol. 
Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas sobre o etanol deverão ser zeradas. 
Além disso, o governo fica autorizado a conceder subvenção aos produtores de etanol para compensar eventuais perdas de competitividade. Para o período entre maio e agosto de 2026, o parecer prevê uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão ao setor.
A proposta autoriza também os produtores de etanol a utilizar saldos credores de Pis/Pasep e Cofins e concede crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Câmara, aprova, projeto, que, permite, uso, receita, petróleo, para, reduzir, preço, combustível, amplia, gastos, fora, teto</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Projeto de lei quer suspender por 10 anos CNH de motorista alcoolizado que causar morte; multa pode chegar a R$ 14,6 mil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/projeto-de-lei-quer-suspender-por-10-anos-cnh-de-motorista-alcoolizado-que-causar-morte-multa-pode-chegar-a-r-146-mil</link>
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<description><![CDATA[      Mortes por álcool no trânsito têm queda de quase 20%, mas trajetória de queda não é mantida
Adobe Stock
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu, nesta quarta-feira (12), parecer favorável a um projeto de lei que endurece as punições para quem causar um acidente dirigindo embriagado.
O texto aprovado na comissão prevê suspensão do direito de dirigir por 10 anos e multa equivalente a 50 vezes a penalidade prevista para o motorista que dirigir sob influência de álcool e se envolver em acidente que resulte em morte. Multa por infração gravíssima é de R$ 293,47; com a multiplicação prevista no projeto, o valor salta para R$ 14.673,50.
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A matéria deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei o projeto ainda precisa ser votado e aprovado no Congresso.
A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para aumentar as punições para motoristas que dirigirem sob influência de álcool.
Agora no g1
O texto original, de autoria do deputado Gilvan Maximo (Republicanos-DF), previa multa agravada em até 100 vezes e suspensão do direito de dirigir por 10 anos quando o acidente resultasse em morte.
No substitutivo apresentado pelo relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), a multa para os casos com morte ficou estabelecida em 50 vezes, enquanto o período de suspensão da habilitação foi mantido em 10 anos.
Para casos em que a vítima fique permanentemente inválida, a proposta prevê multa de 20 vezes e suspensão do direito de dirigir por cinco anos.
Para que as penalidades sejam aplicadas, o texto estabelece que o motorista tenha se envolvido em um sinistro nas circunstâncias previstas na lei e que sua responsabilidade pela ocorrência tenha sido comprovada.
Blitz Lei Seca
Magbo Segllia/GovRJ
13.075 óbitos
A taxa de mortes no trânsito relacionadas ao consumo de álcool caiu 19,5% no Brasil entre 2010 e 2024, mas o avanço perdeu força nos últimos anos e o número absoluto de vítimas voltou a crescer.
Os dados mais recentes são de 2024 e mostram que o país registrou 13.075 óbitos associados à combinação de bebida alcoólica e direção, alta de 6,2% em relação ao ano anterior. A análise é do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), divulgada em junho de 2026.
Criada em 2008, a Lei Seca estabeleceu tolerância zero para motoristas que dirigem após consumir bebidas alcoólicas. Desde então, o Brasil registrou uma redução de 19,5% na taxa de mortes atribuíveis ao álcool no trânsito por 100 mil habitantes entre 2010 e 2024.
Mas a análise do CISA mostra que esse ritmo de queda vem desacelerando. O levantamento também mostra crescimento das consequências mais graves da combinação entre álcool e direção.
Em 2025, foram registradas 102.440 internações relacionadas a esses eventos, número 1,9% superior ao do ano anterior. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Câmara aprova texto&#45;base de projeto que amplia gastos fora do teto e benefícios a fertilizantes e minerais críticos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/camara-aprova-texto-base-de-projeto-que-amplia-gastos-fora-do-teto-e-beneficios-a-fertilizantes-e-minerais-criticos</link>
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<description><![CDATA[      A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (12) o texto-base de um projeto que permite ao governo usar a receita extra obtida pela União com a venda de petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis e retira dos limites do arcabouço fiscal despesas com defesa.
Os parlamentares agora analisam os chamados destaques, sugestões de alteração no projeto. Finalizada esta etapa, o texto vai ao Senado.
A proposta, que inicialmente tratava apenas do preço dos combustíveis, recebeu uma série de dispositivos alheios ao tema, os chamados jabutis. 
A relatora do projeto, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), incluiu em seu parecer benefícios fiscais para outros setores, como o de minerais críticos e a produção de fertilizantes.
Agora no g1
O documento foi protocolado nesta quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já havia anunciado a tentativa do governo de ampliar o escopo da proposta, que trata ainda da isenção fiscal para a Copa do Mundo Feminina no Brasil em 2027.
Segundo a relatora, a realização da Copa do Mundo Feminina é um “evento de projeção internacional que exige compromissos de isenção tributária assumidos pelo Estado brasileiro perante entidades organizadoras internacionais”.
Efeitos da guerra
O texto inicialmente buscava reduzir os efeitos econômicos do conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio. Com as mudanças, ele também tira do limite de gastos previsto no Arcabouço Fiscal R$ 2,5 bilhões de investimentos em defesa.
A proposta permite ainda antecipar de 2027 para 2026, em até R$ 3 bilhões, investimentos em educação e saúde bancados pelo Fundo Social (FS). 
A relatora do projeto, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
Thiago Cristino/Câmara dos Deputados
O texto já esteve na pauta da Câmara em diversas oportunidades no primeiro semestre, mas nunca foi votado. A versão final foi fechada na noite de terça (11) em reunião com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
A inclusão de benefícios a setores, além de estratégias com fins eleitorais que interessam ao governo, costuma ser aprovada em ano eleitoral no Congresso.
Em 2022, meses antes das eleições, o Congresso aprovou uma PEC que autorizava um &quot;estado de emergência&quot; no país, para permitir ao governo do então presidente Jair Bolsonaro a criação de uma série de benefícios às vésperas das eleições.
Impostos sobre combustíveis
Pela proposta, o governo poderá reduzir tributos sobre combustíveis e compensar a perda de arrecadação com o aumento extraordinário de receitas obtidas pela União em razão da alta internacional do petróleo.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Para isso, poderá usar royalties, participações especiais da União decorrentes da de resultado da exploração de petróleo ou gás natural, impostos recolhidos pelo setor de óleo e gás e dividendos de estatais ligadas ao segmento.
Conforme o texto, a redução de impostos federais será usada na importação, produção e  comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Biocombustíveis e fertilizantes
Para manter a competitividade dos bicombustíveis, a proposta determina que qualquer redução tributária concedida à gasolina preserve a vantagem competitiva do etanol. 
Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas sobre o etanol deverão ser zeradas. 
Além disso, o governo fica autorizado a conceder subvenção aos produtores de etanol para compensar eventuais perdas de competitividade. Para o período entre maio e agosto de 2026, o parecer prevê uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão ao setor.
A proposta autoriza também os produtores de etanol a utilizar saldos credores de Pis/Pasep e Cofins e concede crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Dólar sobe a R$ 5,17, com inflação dos EUA e Oriente Médio no foco; Ibovespa cai</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-sobe-a-r-517-com-inflacao-dos-eua-e-oriente-medio-no-foco-ibovespa-cai</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,35% nesta quarta-feira (12), cotado a R$ 5,1793. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caiu 0,22%, aos 167.507 pontos.
Investidores repercutiram os novos dados de inflação dos Estados Unidos e acompanharam os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. No Brasil, o cenário eleitoral e as dúvidas sobre o rumo dos juros também pesaram, após o JPMorgan citar os dois fatores em um relatório divulgado na véspera.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados de inflação dos EUA foram o destaque da sessão. O índice subiu 0,1% em julho, após queda de 0,4% em junho. Em 12 meses, houve uma desaceleração de 3,5% para 3,4%. Os dados vieram em linha com o esperado pelo mercado e ajudam a dar sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros americanos. (leia mais abaixo)
▶️ Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio seguiu no radar. Segundo a Bloomberg, o presidente americano, Donald Trump,  reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal. 
As divergências entre os dois países voltam a levantar preocupações sobre a oferta global de petróleo. O barril do Brent, referência internacional, teve queda de 0,11%, cotado a US$ 88,81. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caiu 0,26%, a US$ 82,98 o barril.
▶️ No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) ficou no centro das atenções. O volume do setor ficou estável em junho em relação a maior e teve uma alta de 2% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pelo IBGE e vieram mais fracos do que o esperado pelo mercado.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,88%;
Acumulado do mês: +2,16%;
Acumulado do ano: --5,64%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,06%;
Acumulado do mês: -6,05%;
Acumulado do ano: +3,79%.
Trump reivindica controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. Na véspera, segundo informações da Bloomberg, Trump afirmou que detinha o controle do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity. 
A informação, no entanto, foi desmentida por Irã, que continua a fazer ataques intermitentes a navios que transitam pela região. 
Segundo dados divulgados pela Reuters, o número de embarcações monitoradas no Estreito caiu para oito na terça-feira, o menor nível em uma semana. A queda indica que os navios seguem receosos em cruzar o canal, em meio às tensões e ataques registrados. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Ao mesmo tempo, as negociações entre os dois países para um acordo de paz parecem estar em um impasse.  
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Inflação dos EUA em linha com expectativas
A inflação ao consumidor nos EUA subiu 0,2% em julho, enquanto o núcleo do índice, que exclui preços mais voláteis, avançou 0,1%. Os resultados vieram em linha com as expectativas do mercado e mostraram uma inflação mais próxima do comportamento habitual após a queda dos preços de energia ter ajudado o índice em junho.
Para Vinicius Flores, gestor de investimentos e sócio da Stratton Capital, os dados representam uma normalização da inflação americana. 
Segundo ele, os preços dos aluguéis responderam por cerca de dois terços da alta registrada em julho, um fator relevante porque essa categoria tende a demorar mais para refletir mudanças nos preços.
O núcleo da inflação, que ainda está acim ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Congresso adia instalação da comissão para analisar MP da &amp;apos;Taxa das Blusinhas&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/congresso-adia-instalacao-da-comissao-para-analisar-mp-da-taxa-das-blusinhas</link>
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<description><![CDATA[      &#039;Taxa das blusinhas&#039; pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada
O Congresso Nacional adiou para quinta-feira (13) a instalação da comissão mista que vai analisar a medida provisória (MP) que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada taxa das blusinhas.  
Ainda há uma indefinição em torno do nome do deputado que irá presidir o colegiado e o senador que será relator da MP. A instalação estava prevista para esta quarta-feira (12).
A MP foi editada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio e, caso não seja aprovada até 8 de setembro, perde a validade e tributação de 20% é retomada a partir de 9 de setembro.
Com as novas regras, o ministro da Fazenda passou a ter a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
Peças de roupa loja vestuário Uberaba 19-03-2021
Reprodução/TV Integração
A tramitação da MP estava travada em função do rompimento entre Lula e o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o senador articular a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) no fim do mês de abril.
Os dois retomaram o diálogo na última semana e a instalação da comissão mista é vista como um gesto de Alcolumbre ao governo. 
Apesar disso, parlamentares, principalmente os que concorrem à reeleição para Câmara e Senado, também pressionavam pelo avanço da matéria devido ao apelo popular.  
A decisão do governo de editar, em maio, uma MP para revogar uma taxa que ele mesmo criou foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral. Em ano eleitoral, a medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar a cobrança.
Taxa das blusinhas
A decisão do governo pela criação chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; enfrentou resistência de grande parte dos consumidores brasileiros, que argumentavam que a medida resultaria num encarecimento de produtos populares e de baixo valor e na redução da atratividade das plataformas internacionais de comércio eletrônico.
Os críticos da “taxa das blusinhas” também apontavam uma diferença de tratamento em relação às compras feitas no exterior. 
Por exemplo, turistas que retornam ao Brasil de viagens internacionais podem trazer produtos sem pagar imposto, desde que respeitado o limite da cota de isenção.
Em outra frente, empresários do varejo nacional argumentam que a isenção para compras internacionais de baixo valor favorece produtos importados e cria uma concorrência desigual com o comércio brasileiro. 
O setor defende a chamada &quot;isonomia tributária&quot;, com uma tributação mais equilibrada entre produtos nacionais e importados, sob o argumento de proteger empresas e empregos no país.
A discussão também ganhou espaço no debate político. A decisão de estabelecer uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 foi alvo de críticas da oposição, que classificou a medida como mais um &quot;aumento de imposto&quot; e acusou o governo de promover uma &quot;sanha arrecadatória&quot;.
A aprovação da cobrança no Congresso exigiu intensa articulação do governo e de representantes do varejo brasileiro. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Relatora amplia projeto sobre combustíveis e inclui gastos fora do teto e benefícios a fertilizantes e minerais críticos</title>
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O documento foi protocolado nesta quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já havia anunciado a tentativa do governo de ampliar o escopo da proposta, que trata ainda da isenção fiscal para a Copa do Mundo Feminina no Brasil em 2027. 
Além disso, o texto inicialmente buscava reduzir os efeitos econômicos do conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio, tira do limite de gastos previsto no Arcabouço Fiscal R$ 2,5 bilhões de investimentos em defesa.
A proposta permite ainda antecipar de 2027 para 2026, em até R$ 3 bilhões, investimentos em educação e saúde bancados pelo Fundo Social (FS). 
Agora no g1
O texto já esteve na pauta da Câmara em diversas oportunidades no primeiro semestre, mas nunca foi votado. 
A versão final, que deve ser levada a voto nesta quarta, foi fechada na noite de terça (11) em reunião com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
Impostos sobre combustíveis
Pela proposta, o governo poderá reduzir tributos sobre combustíveis e compensar a perda de arrecadação com o aumento extraordinário de receitas obtidas pela União em razão da alta internacional do petróleo.
Para isso, poderá usar royalties, participações especiais da União decorrentes da de resultado da exploração de petróleo ou gás natural, impostos recolhidos pelo setor de óleo e gás e dividendos de estatais ligadas ao segmento.
Conforme o texto, a redução de impostos federais serão usadas na importação,  produção e  comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Biocombustíveis e fertilizantes
Para manter a competitividade dos bicombustíveis, a proposta determina que qualquer redução tributária concedida à gasolina preserve a vantagem competitiva do etanol. 
Caso a tributação federal da gasolina seja reduzida em 30% ou mais, as alíquotas sobre o etanol deverão ser zeradas. 
Além disso, o governo fica autorizado a conceder subvenção aos produtores de etanol para compensar eventuais perdas de competitividade. Para o período entre maio e agosto de 2026, o parecer prevê uma subvenção de até R$ 1,2 bilhão ao setor.
A proposta autoriza também os produtores de etanol a utilizar saldos credores de Pis/Pasep e Cofins e concede crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes e suas matérias-primas no Brasil. ]]></description>
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<title>Projeto de lei quer suspender por 10 anos CNH de motorista alcoolizado que causar morte</title>
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<description><![CDATA[      Mortes por álcool no trânsito têm queda de quase 20%, mas trajetória de queda não é mantida
Adobe Stock
A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu, nesta quarta-feira (12), parecer favorável a um projeto de lei que endurece as punições para quem causar um acidente dirigindo embriagado.
O texto aprovado na comissão prevê suspensão do direito de dirigir por 10 anos e multa equivalente a 50 vezes a penalidade prevista para o motorista que dirigir sob influência de álcool e se envolver em acidente que resulte em morte.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
A matéria deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei o projeto ainda precisa ser votado e aprovado no Congresso.
A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para aumentar as punições para motoristas que dirigirem sob influência de álcool.
Agora no g1
O texto original, de autoria do deputado Gilvan Maximo (Republicanos-DF), previa multa agravada em até 100 vezes e suspensão do direito de dirigir por 10 anos quando o acidente resultasse em morte.
No substitutivo apresentado pelo relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), a multa para os casos com morte ficou estabelecida em 50 vezes, enquanto o período de suspensão da habilitação foi mantido em 10 anos.
Para casos em que a vítima fique permanentemente inválida, a proposta prevê multa de 20 vezes e suspensão do direito de dirigir por cinco anos.
Para que as penalidades sejam aplicadas, o texto estabelece que o motorista tenha se envolvido em um sinistro nas circunstâncias previstas na lei e que sua responsabilidade pela ocorrência tenha sido comprovada.
Blitz Lei Seca
Magbo Segllia/GovRJ
13.075 óbitos
A taxa de mortes no trânsito relacionadas ao consumo de álcool caiu 19,5% no Brasil entre 2010 e 2024, mas o avanço perdeu força nos últimos anos e o número absoluto de vítimas voltou a crescer.
Os dados mais recentes são de 2024 e mostram que o país registrou 13.075 óbitos associados à combinação de bebida alcoólica e direção, alta de 6,2% em relação ao ano anterior. A análise é do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), divulgada em junho de 2026.
Criada em 2008, a Lei Seca estabeleceu tolerância zero para motoristas que dirigem após consumir bebidas alcoólicas. Desde então, o Brasil registrou uma redução de 19,5% na taxa de mortes atribuíveis ao álcool no trânsito por 100 mil habitantes entre 2010 e 2024.
Mas a análise do CISA mostra que esse ritmo de queda vem desacelerando. O levantamento também mostra crescimento das consequências mais graves da combinação entre álcool e direção.
Em 2025, foram registradas 102.440 internações relacionadas a esses eventos, número 1,9% superior ao do ano anterior. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Terremoto afeta exportações de café da Colômbia e ameaça embarques internacionais</title>
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<description><![CDATA[      Mortos em terremoto na Colômbia passam de 250; milhares continuam feridos e desabrigados
O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) interrompeu parte da logística de exportação de café do país e trouxe novas preocupações para o mercado internacional de uma das bebidas mais consumidas do mundo.
A Colômbia é o terceiro maior produtor mundial de café, atrás apenas de Brasil e Vietnã, e tem papel importante no fornecimento de café arábica lavado, uma variedade valorizada por grandes compradores internacionais. O país também exporta a maior parte de sua produção.
AO VIVO: Acompanhe as últimas atualizações sobre o terremoto na Colômbia
Eles produziram cerca de 14,8 milhões de sacas de 60 kg na safra 2024/25 e exportaram aproximadamente 13 milhões de sacas em 2025. 
☕ A Colômbia tem uma longa tradição na produção de café, que se tornou parte da identidade do país e até rendeu aos produtores o apelido de “cafeteros”. Durante décadas o país manteve uma espécie de rivalidade no mercado com o Brasil para saber quem tem o &quot;melhor café&quot;. Enquanto os colombianos se especializaram em cafés de maior qualidade e valor agregado, o Brasil se consolidou pela escala e pela variedade, produzindo tanto arábica quanto conilon.
O impacto do terremoto, portanto, não se limita às regiões atingidas pelo desastre. 
Bloqueios e deslizamentos em estradas que ligam o interior do país ao porto de Buenaventura, no Pacífico, dificultam a saída do café colombiano para o exterior e podem provocar atrasos nas entregas caso a situação se prolongue.
Imagens mostram destruição na área rural colombiana  
AgroLatam.com
➡️ A situação preocupa o mercado internacional pois além de a Colômbia ser uma das principais produtoras de café no mundo a situação se soma aos estoques globais baixos e a preocupação com os efeitos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial.
Essa preocupação já aparece nas cotações internacionais. Na terça-feira (11), o contrato de café arábica para setembro subiu 1,04% e fechou a cerca de US$ 3,34 por libra-peso. A alta ocorreu em meio às preocupações com a oferta global, incluindo os possíveis impactos do terremoto sobre as exportações de café da Colômbia.
???? Por que a Bolsa de Nova York importa? O café é uma commodity, uma matéria-prima negociada no mercado internacional. A Bolsa de Nova York é uma das principais referências para o preço do café arábica. A cotação serve de parâmetro para negociações entre produtores, exportadores e compradores. Por isso, altas ou quedas podem influenciar o custo do café em diferentes países. O preço no supermercado, porém, também depende de câmbio, impostos e outros custos.
A dimensão do problema aparece justamente na importância de Buenaventura para a cadeia. 
Em entrevista ao jornal local El Colombiano, o presidente da Associação Nacional de Exportadores de Café (Asoexport), Gustavo Gómez afirmou que mais de 60% das exportações colombianas do grão passam pelo porto.
Com as estradas bloqueadas, os exportadores não conseguem transportar normalmente a carga do interior até o terminal. Gómez afirmou que a estrada para Buenaventura não está habilitada para veículos de comércio exterior, incluindo aqueles destinados à exportação e importação.
“Eu não posso, neste momento, levar carga até o porto de Buenaventura a partir do interior do país”, disse o dirigente.
Café fica preso entre produção e exportação
O problema não está concentrado apenas no acesso ao porto. O terremoto atingiu uma região que reúne parte importante da estrutura de processamento do café colombiano.
Segundo Gómez, muitos exportadores mantêm instalações em Manizales, Pereira e Armenia, no chamado Eixo Cafeeiro, além de Cartago, no departamento de Valle del Cauca.
Na prática, isso cria um gargalo em diferentes etapas da cadeia: o café pode ser produzido, processado e estar pronto para embarque, mas não consegue chegar ao porto.
Até regiões produtoras que sofreram menos danos com o terremoto enfrentam dificuldades para transportar a produção. Huila, Tolima, Cauca e Nariño, por exemplo, também registram problemas para encontrar caminhões que levem o café até portos alternativos.
Mais de 1.000 contêineres podem ficar represados
Ainda não existe uma estimativa oficial de quanto café está efetivamente parado por causa da interrupção. A Asoexport, porém, calculou o possível impacto de uma semana de restrições.
A Colômbia exporta cerca de 1 milhão de sacas de café por mês. Em uma divisão aproximada por semanas, isso representa cerca de 250 mil sacas.
Se as restrições persistirem durante uma semana, esse fluxo poderia equivaler a mais de 600 veículos e mais de 1.000 contêineres represados, segundo a associação.
O número é uma projeção para dimensionar o gargalo e não significa que 250 mil sacas já estejam paradas.
A dificuldade de retirar o café processado também começa a afetar as próprias empresas exportadoras. Sem espaço e transporte suficientes para escoar o produto, o setor pode reduzir o ritmo de  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Terremoto, afeta, exportações, café, Colômbia, ameaça, embarques, internacionais</media:keywords>
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<title>Trump é processado por plano de vender acesso antecipado a posts do Truth Social</title>
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<description><![CDATA[      Trump admite que fez voo secreto
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi processado por duas organizações de mídia, divulgou a Bloomberg. O motivo foi o plano da Trump Media &amp; Technology Group, empresa controladora da rede social Truth Social, de vender acesso antecipado às publicações de Trump na plataforma.
O The Intercept, organização de notícias, e a Freedom of the Press Foundation, entidade sem fins lucrativos voltada à defesa da liberdade de imprensa, entraram com uma ação na Justiça de Nova York nesta quarta-feira (12) para tentar impedir o plano. 
Trump quer vender milissegundos de vantagem a investidores; entenda por que isso vale milhões
As organizações classificaram a iniciativa como “extraordinária, corrupta e inconstitucional”.
No mês passado, a empresa anunciou que passaria a cobrar pelo acesso mais rápido às publicações de Trump no Truth Social que podem influenciar os mercados financeiros. A decisão provocou críticas de democratas e também incomodou alguns defensores do livre mercado em Wall Street.
Donald Trump fala com jornalistas em 11 de agosto de 2026
Kylie Cooper/Reuters
O produto, chamado Truth API, custa entre US$ 60 mil (R$ 310,8 mil) e US$ 100 mil (R$ 518 mil) por mês.
Trump é o maior acionista da Trump Media. Sua participação na empresa, avaliada em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,18 bilhões), está em um fundo administrado por seu filho mais velho, Donald Trump Jr. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Trump, processado, por, plano, vender, acesso, antecipado, posts, Truth, Social</media:keywords>
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<title>Ex&#45;CEO da Disney e empresário compram Los Angeles Lakers por US$ 12,5 bilhões</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ex-ceo-da-disney-e-empresario-compram-los-angeles-lakers-por-us-125-bilhoes</link>
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<description><![CDATA[      Bob Iger, ex-CEO da Disney
Reuters
O empresário americano Josh Kushner e Bob Iger, ex-CEO da Disney, estão comprando o Los Angeles Lakers, uma das equipes mais tradicionais e populares da NBA, principal liga de basquete dos Estados Unidos, por mais de US$ 12 bilhões (cerca de R$ 61,5 bilhões). 
O negócio deve estabelecer um novo recorde para a venda de uma equipe esportiva. As informações foram divulgadas primeiro pela ESPN nesta quarta-feira (12).
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Kushner é cofundador e sócio-gerente da empresa de investimentos Thrive Capital. Já Iger comandou a Disney e deixou o cargo de CEO da companhia neste ano. 
Os dois eram interessados no processo de expansão da NBA para Las Vegas, mas mudaram de estratégia e passaram a negociar a compra dos Lakers.
A dupla vai adquirir o controle da equipe do empresário Mark Walter, que havia comprado a participação majoritária dos Lakers da família Buss por US$ 10 bilhões (cerca de R$ 49,2 bilhões), em 2025.
Agora no g1
&quot;Como fãs de longa data da NBA, estamos profundamente honrados com a oportunidade de assumir a responsabilidade pelo Los Angeles Lakers, uma das franquias esportivas mais icônicas do mundo&quot;, disseram Iger e Kushner em comunicado.
Os novos proprietários afirmaram que pretendem manter a equipe competitiva e preservar o legado construído pela família Buss.
Walter, por sua vez, afirmou que ser dono dos Lakers foi uma das maiores honras de sua vida. Ele também disse que deixará a equipe confiante de que &quot;o melhor ainda está por vir&quot;.
Josh Kushner é irmão mais novo de Jared Kushner, genro do presidente dos EUA, Donald Trump. Ele é cofundador da Thrive Capital, empresa de investimentos que atua principalmente no setor de tecnologia.
Bob Iger ficou conhecido por comandar a Disney e deixou o cargo de CEO da empresa neste ano. Em 2024, ele e a esposa, Willow Bay, também compraram o controle do Angel City FC, equipe de futebol feminino de Los Angeles.
Uma das franquias mais valiosas do esporte
LeBron James, do Los Angeles Lakers, arremessa a bola contra Jabari Smith Jr. e Amen Thompson, do Houston Rockets, durante o segundo tempo do jogo 1 da primeira rodada dos playoffs da NBA de 2026, na Crypto.com Arena
Kirby Lee-Imagn Images/Reuters
O Los Angeles Lakers foi fundado em 1947 e é uma das equipes mais tradicionais da NBA. O time chegou 32 vezes às finais e conquistou 17 títulos, empatado com o Boston Celtics como maior campeão da liga.
A franquia foi comprada originalmente por Jerry Buss em 1979, por US$ 67,5 milhões. 
A negociação também incluía o The Forum, arena localizada em Inglewood, na Califórnia, e o Los Angeles Kings, equipe da NHL.
O valor da nova negociação — superior a US$ 12 bilhões — mostra a forte valorização das franquias esportivas nos EUA, que pode beneficiar outras equipes da NBA
*Com informações da Reuters e Bloomberg ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Ex-CEO, Disney, empresário, compram, Los, Angeles, Lakers, por, US, 12, 5, bilhões</media:keywords>
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<title>Discord: o que é a rede social que terá transmissões ao vivo suspensas no Brasil após decisão da ANPD</title>
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<description><![CDATA[      Agência Nacional de Proteção de Dados determina que Discord suspenda transmissão de &#039;lives&#039; no Brasil
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou, nesta quarta-feira (12), que o Discord suspenda as transmissões ao vivo na plataforma no Brasil.
A medida preventiva estabelece prazo de três dias úteis para que a empresa cumpra a decisão. A suspensão será mantida até que o Discord comprove ter adotado medidas efetivas para proteger crianças e adolescentes.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A empresa tem sido alvo de críticas e investigações relacionadas a falhas na moderação de conteúdo e na verificação da idade dos usuários. Veja mais abaixo como a plataforma funciona: 
Mas, afinal, o que é o Discord?
O Discord é uma plataforma de comunicação digital que permite que os usuários conversem por meio de mensagens de texto, voz e vídeo. 
No Brasil, a rede social diz que só permite acesso para adolescentes a partir dos 13 anos.
O aplicativo é usado principalmente por adolescentes que querem jogar e conversar ao mesmo tempo, e, inclusive, foi desenvolvido com esse propósito. 
Discord
Discord é uma plataforma de mensagens popular entre os jovens e jogadores de videogame — Foto: Ivan Radic/Flickr
Segundo o site oficial do Discord, os empresários Jason Citron e Stanislav Vishnevskiy criaram a plataforma em 2015 em busca de uma “maneira confiável de conversar enquanto jogavam on-line”.
Por meio de transmissões ao vivo de vídeos, os usuários assistem, participam dos jogos e fazem comentários. 
&quot;O Discord é uma experiência multimídia. Você pode usá-lo para transmitir vídeos, jogar jogos de tabuleiro a distância, ouvir música em grupo e, simplesmente, passar tempo juntos&quot;, descreve a revista norte-americana de tecnologia Wired.
Vale destacar que, apesar de ser difundido pelo público adolescente, o Discord também é usado para trabalhar e fazer cursos, por exemplo. 
Segundo a Wired, a plataforma conquistou ainda mais usuários durante a pandemia, momento em que conseguiu alcançar grupos além dos gamers. 
Em 2025, o Discord tinha 200 milhões de usuários mensais globalmente, dos quais 93% jogam on-line, segundo o próprio aplicativo. 
O Discord é pago? A versão básica do Discord é gratuita, mas a plataforma oferece planos pagos, chamados de “Nitro”. Eles incluem vantagens como a criação de emojis personalizados e o envio de arquivos maiores.
Entenda a suspensão pela ANPD
A pressão sobre o Discord aumentou após a morte de uma adolescente de 13 anos em Mato Grosso do Sul. Segundo as investigações, a jovem teria sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos da plataforma.
O caso levou órgãos do governo a questionar os mecanismos de verificação de idade, moderação de conteúdo e proteção de crianças e adolescentes adotados pelo Discord.
Na semana passada, a ANPD abriu um processo para investigar possíveis falhas da empresa. Ao mesmo tempo, a Advocacia-Geral da União (AGU) passou a negociar com a plataforma medidas para reforçar a segurança de menores.
A discussão ganhou ainda mais repercussão após a primeira-dama Janja da Silva defender o bloqueio do Discord no Brasil e cobrar providências do governo.
Após reuniões com autoridades brasileiras, a empresa apresentou uma proposta com medidas para ampliar a proteção de crianças e adolescentes na plataforma.
Falhas na moderação de conteúdo e proteção a menores
O Discord também esteve no centro de outros casos envolvendo menores. 
Nos últimos anos, agressores têm se aproveitado das transmissões de vídeo ao vivo da plataforma para, por exemplo, chantagear vítimas a cumprir desafios sob a ameaça de terem fotos íntimas vazadas, conforme reportagem do Fantástico mostrou em maio de 2023.
A plataforma também se tornou um ponto de encontro para propagadores de narrativas de contracultura, como o movimento incel (celibatário involuntário), além de grupos de hackers e investidores em criptomoedas.
O caso mais recente envolve uma empresária suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos na plataforma. 
Segundo as investigações da Polícia Civil de São Paulo, ela gravava as agressões e comercializava as imagens para pessoas de países europeus. A mulher foi presa durante uma operação policial, mas acabou sendo liberada horas depois.
Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks, explica que o Discord é um ambiente propício para esse tipo de situação por uma combinação de fatores:
foi criado para o público gamer, por isso, é muito conhecido pelos jovens;
permite formar grupos privados com facilidade, ao contrário de redes sociais que priorizam conteúdos públicos;
a moderação é descentralizada. São os criadores das comunidades que fazem a maioria da moderação dos usuários e das mensagens de cada comunidade, dificultando o controle. 
&#039;Central da Família&#039;
Em setembro de 2023, o aplicativo lançou a ferramenta &quot;Central da Família&quot; (ou &quot;Family Center&quot;, em inglês), que permite que responsáveis sejam informados sobre parte das a ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Discord:, que, rede, social, que, terá, transmissões, vivo, suspensas, Brasil, após, decisão, ANPD</media:keywords>
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<title>Discord: o que é a rede social que terá lives suspensas no Brasil após decisão da ANPD</title>
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A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou, nesta quarta-feira (12), que o Discord suspenda as transmissões ao vivo na plataforma no Brasil.
A medida preventiva estabelece prazo de três dias úteis para que a empresa cumpra a decisão. A suspensão será mantida até que o Discord comprove ter adotado medidas efetivas para proteger crianças e adolescentes.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A empresa tem sido alvo de críticas e investigações relacionadas a falhas na moderação de conteúdo e na verificação da idade dos usuários. Veja mais abaixo como a plataforma funciona: 
Mas, afinal, o que é o Discord?
O Discord é uma plataforma de comunicação digital que permite que os usuários conversem por meio de mensagens de texto, voz e vídeo. 
No Brasil, a rede social diz que só permite acesso para adolescentes a partir dos 13 anos.
O aplicativo é usado principalmente por adolescentes que querem jogar e conversar ao mesmo tempo, e, inclusive, foi desenvolvido com esse propósito. 
Discord
Discord é uma plataforma de mensagens popular entre os jovens e jogadores de videogame — Foto: Ivan Radic/Flickr
Segundo o site oficial do Discord, os empresários Jason Citron e Stanislav Vishnevskiy criaram a plataforma em 2015 em busca de uma “maneira confiável de conversar enquanto jogavam on-line”.
Por meio de transmissões ao vivo de vídeos, os usuários assistem, participam dos jogos e fazem comentários. 
&quot;O Discord é uma experiência multimídia. Você pode usá-lo para transmitir vídeos, jogar jogos de tabuleiro a distância, ouvir música em grupo e, simplesmente, passar tempo juntos&quot;, descreve a revista norte-americana de tecnologia Wired.
Vale destacar que, apesar de ser difundido pelo público adolescente, o Discord também é usado para trabalhar e fazer cursos, por exemplo. 
Segundo a Wired, a plataforma conquistou ainda mais usuários durante a pandemia, momento em que conseguiu alcançar grupos além dos gamers. 
Em 2025, o Discord tinha 200 milhões de usuários mensais globalmente, dos quais 93% jogam on-line, segundo o próprio aplicativo. 
O Discord é pago? A versão básica do Discord é gratuita, mas a plataforma oferece planos pagos, chamados de “Nitro”. Eles incluem vantagens como a criação de emojis personalizados e o envio de arquivos maiores.
Entenda a suspensão pela ANPD
A pressão sobre o Discord aumentou após a morte de uma adolescente de 13 anos em Mato Grosso do Sul. Segundo as investigações, a jovem teria sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos da plataforma.
O caso levou órgãos do governo a questionar os mecanismos de verificação de idade, moderação de conteúdo e proteção de crianças e adolescentes adotados pelo Discord.
Na semana passada, a ANPD abriu um processo para investigar possíveis falhas da empresa. Ao mesmo tempo, a Advocacia-Geral da União (AGU) passou a negociar com a plataforma medidas para reforçar a segurança de menores.
A discussão ganhou ainda mais repercussão após a primeira-dama Janja da Silva defender o bloqueio do Discord no Brasil e cobrar providências do governo.
Após reuniões com autoridades brasileiras, a empresa apresentou uma proposta com medidas para ampliar a proteção de crianças e adolescentes na plataforma.
Falhas na moderação de conteúdo e proteção a menores
O Discord também esteve no centro de outros casos envolvendo menores. 
Nos últimos anos, agressores têm se aproveitado das transmissões de vídeo ao vivo da plataforma para, por exemplo, chantagear vítimas a cumprir desafios sob a ameaça de terem fotos íntimas vazadas, conforme reportagem do Fantástico mostrou em maio de 2023.
A plataforma também se tornou um ponto de encontro para propagadores de narrativas de contracultura, como o movimento incel (celibatário involuntário), além de grupos de hackers e investidores em criptomoedas.
O caso mais recente envolve uma empresária suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos na plataforma. 
Segundo as investigações da Polícia Civil de São Paulo, ela gravava as agressões e comercializava as imagens para pessoas de países europeus. A mulher foi presa durante uma operação policial, mas acabou sendo liberada horas depois.
Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks, explica que o Discord é um ambiente propício para esse tipo de situação por uma combinação de fatores:
foi criado para o público gamer, por isso, é muito conhecido pelos jovens;
permite formar grupos privados com facilidade, ao contrário de redes sociais que priorizam conteúdos públicos;
a moderação é descentralizada. São os criadores das comunidades que fazem a maioria da moderação dos usuários e das mensagens de cada comunidade, dificultando o controle. 
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Em setembro de 2023, o aplicativo lançou a ferramenta &quot;Central da Família&quot; (ou &quot;Family Center&quot;, em inglês), que permite que responsáveis sejam informados sobre parte das a ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>CNJ e BC firmam parceria para criar sistema de rastreamento para compra e venda de precatórios</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/cnj-e-bc-firmam-parceria-para-criar-sistema-de-rastreamento-para-compra-e-venda-de-precatorios</link>
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<description><![CDATA[      O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Banco Central (BC) firmaram nesta quarta-feira (12) um convênio que cria um grupo de trabalho para desenvolver uma sistemática nacional de registro e rastreamento das transferências de créditos de precatórios (sentenças judiciais). 
O acordo foi formalizado por meio da assinatura de uma portaria conjunta pelo presidente do CNJ, ministro Luiz Edson Fachin, e pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em cerimônia em Brasília. 
O objetivo é criar uma estrutura que permita registrar a venda de direitos precatórios para aumentar segurança, facilitar a fiscalização e e evitar fraudes. 
Dessa forma, será possível acompanhar com mais clareza quem é o dono do crédito em cada etapa da cadeia de negociações (leia mais abaixo).
Agora no g1
&quot;A iniciativa decorre da necessidade de aperfeiçoamento da governança nacional da cessão de créditos de precatórios, matéria que, embora tenha natureza negocial privada, produz efeitos sobre crédito judicial submetido ao regime constitucional de pagamento, à ordem cronológica, à disponibilidade de valor líquido, às constrições incidentes e ao controle do tribunal competente&quot;, informou o Conselho Nacional de Justiça.
Segundo o presidente do CNJ, Edson Fachin, a medida busca proporcionar mais transparência para evitar fraudes e, também, que a venda de direitos precatórios seja usada para acobertar crimes. 
&quot;Objetivo não é impedir a circulação de créditos, mas garantia que ocorra com transparência, segurança jurídica, rastreabilidade e proteção aos credores, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade&quot;, explicou.
Edson Fachin na abertura dos trabalhos do segundo semestre no STF
Gustavo Moreno/STF
Sistema unificado
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, observou que o mercado cumpre função de coordenar preços e permitir que diferentes agentes econômicos reajam à mesma informação. Por isso, um sistema unificado de preços público e acessível proporciona isonomia aos agentes. 
O grupo de trabalho buscará definir padrões de interoperabilidade entre os sistemas envolvidos, estruturar a integração com cartórios de notas, entidades registradoras e tribunais, e irá formular plano de implantação progressiva da nova estrutura.
De acordo com o CNJ, a atuação conjunta se mostra necessária por conta da &quot;complementaridade das competências institucionais&quot;. 
Ao CNJ compete a governança da política judiciária de precatórios, a definição dos padrões vinculados ao Sistema Nacional de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor (SisPreq), a rastreabilidade da titularidade judicial do crédito e a disciplina da eficácia da cessão perante os tribunais.
Ao Banco Central do Brasil compete, no âmbito de suas atribuições, contribuir para a definição dos requisitos técnicos e operacionais aplicáveis às entidades registradoras e à infraestrutura eletrônica de registro da cadeia de cessões.
Foto, Gabriel Galipolo. Nesta terça (9) o Secretário Gabriel Galípolo indicado Diretor Bacen, fala com a imprensa sobre a indicação para diretoria de política monetária do Banco Central
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Dólar sobe, com inflação dos EUA e Oriente Médio no foco; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar passou a subir nesta quarta-feira (12), com um avanço de 0,16% perto das 11h, cotado a R$ 5,1686. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,18% no mesmo horário, aos 167.578 pontos.
Investidores repercutem novos dados de inflação dos Estados Unidos e seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O cenário eleitoral brasileiro e as dúvidas sobre o rumo dos juros no país também ficam no radar, após a JP Morgan citar os dois fatores em um relatório divulgado na véspera.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados de inflação dos EUA são o destaque da sessão. O índice subiu 0,1% em julho, após queda de 0,4% em junho. Em 12 meses, houve uma desaceleração de 3,5% para 3,4%. Os dados vieram em linha com o esperado pelo mercado e ajudam a dar sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros americanos.
▶️ Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Segundo a Bloomberg, o presidente americano, Donald Trump,  reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal. 
As divergências entre os dois países voltam a levantar preocupações sobre a oferta global de petróleo. Perto das 11h, o barri do Brent, referência internacional, tinha queda de 0,43%, cotado a US$ 88,53. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,43% no mesmo horário, a US$ 82,84 o barril.
▶️ No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) fica no centro das atenções. O volume do setor ficou estável em junho em relação a maior e teve uma alta de 2% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pelo IBGE e vieram mais fracos do que o esperado pelo mercado.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,52%;
Acumulado do mês: +1,80%;
Acumulado do ano: --5,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: --2,77%;
Acumulado do mês: --5,77%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Trump reivindica controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. Na véspera, segundo informações da Bloomberg, Trump afirmou que detinha o controle do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity. 
A informação, no entanto, foi desmentida por Irã, que continua a fazer ataques intermitentes a navios que transitam pela região. 
Segundo dados divulgados pela Reuters, o número de embarcações monitoradas no Estreito caiu para oito na terça-feira, o menor nível em uma semana. A queda indica que os navios seguem receosos em cruzar o canal, em meio às tensões e ataques registrados. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Ao mesmo tempo, as negociações entre os dois países para um acordo de paz parecem estar em um impasse.  
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Bolsas globais
Em Wall Street, os principais índices acionários americanos operavam em alta nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam os novos dados de inflação dos EUA e repercutiam balanços corporativos. 
Perto das 11h, o Dow Jones tinha alta de 0,05% e o S&amp;P 500 subia 0,34%, enquanto o Nasdaq Composite avançava 0,50%.
Na Europa, as bolsas de valores operavam mistas, também de olho na inflação americana. No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, subia 0,28%, enquanto o CAC-40, da França, tinha queda de 0,29% e o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,15%.
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas pelos ganhos nos setore ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio a sanções dos EUA, Irã vai integrar banco criado pelo Brasil e outros países do Brics</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que Irã quer matá-lo e jornalistas ‘vão junto’, mas não avisa equipe e imprensa
O Irã deve se tornar em breve membro do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como o banco dos Brics, segundo o presidente do banco central iraniano, Abdolnaser Hemmati. 
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (12) pelo presidente do banco central iraniano, Abdolnaser Hemmati, segundo a Reuters.
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O NDB é uma instituição financeira multilateral criada pelos países que formaram o grupo original: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 
O acordo para a criação do banco foi assinado em 2014, durante a Cúpula dos Brics em Fortaleza, no Ceará, e a instituição foi oficialmente estabelecida em 2015.
A instituição também é uma alternativa às fontes tradicionais de financiamento internacional, como o Banco Mundial. Atualmente, o NDB é presidido pela ex-presidente brasileira Dilma Rousseff.
Com sede em Xangai, na China, o NDB tem como principal objetivo financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em economias emergentes e países em desenvolvimento. 
O banco pode conceder recursos para iniciativas em áreas como transporte, energia, saneamento e outros projetos de desenvolvimento.
Por que o Irã quer entrar no banco?
Presidente do banco central do Irã, Abdolnaser Hemmati, em Teerã
WANA NEWS AGENCY
O Irã aderiu oficialmente ao Brics em 2024, durante a expansão do grupo, e desde então vinha demonstrando interesse em também se tornar membro e acionista do NDB.
A entrada no banco pode ampliar os canais de financiamento disponíveis para o país, que enfrenta amplas sanções impostas pelos Estados Unidos e outras restrições ao acesso ao sistema financeiro internacional.
Segundo a Reuters, esse cenário aumenta o interesse de Teerã em buscar alternativas ao sistema financeiro dominado pelo dólar. Os países do Brics também têm discutido formas de aumentar o uso de moedas nacionais nas transações comerciais e financeiras entre seus integrantes.
Entrada ocorre em meio a divergências no Brics
Cúpula do Brics no Rio de Janeiro em 2025
Eraldo Peres/AP/dpa/picture alliance
A aproximação do Irã com o NDB acontece em um momento delicado para o Brics. A expansão do grupo aumentou sua representatividade, mas também tornou mais difícil construir posições comuns sobre conflitos internacionais.
Em março deste ano, por exemplo, a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel expôs essas diferenças. Brasil, Rússia e China condenaram a ofensiva contra o Irã, enquanto Índia e Emirados Árabes Unidos adotaram posições mais críticas às retaliações iranianas contra países do Golfo. 
A falta de consenso impediu que o grupo emitisse uma declaração conjunta sobre o conflito.
A situação contrastou com a resposta do Brics à guerra de 12 dias entre Israel e Irã, em 2025. Na ocasião, quando o Brasil ocupava a presidência rotativa do grupo, os dez países divulgaram uma declaração conjunta condenando os ataques e defendendo o diálogo.
Hemmati participa nesta semana de uma reunião de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais dos países do Brics, realizada na Índia. O país ocupa neste ano a presidência rotativa do grupo. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Milhares de concurseiros tomam as ruas em nova onda de protestos na Índia; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Aprovado em 1º lugar no CNU 2025 tem posse negada por divergência sobre a formação
Milhares de manifestantes no estado de Jharkhand, no leste da Índia, estão realizando marchas até a assembleia legislativa estaudal para exigir uma investigação federal sobre supostas irregularidades em concursos de recrutamento para funcionários públicos, o cancelamento das provas e um processo de contratação mais transparente.
A polícia chegou a utilizar canhões de água contra os manifestantes na segunda-feira (11/08), quando eles tentaram romper as barreiras de segurança a caminho da Assembleia Legislativa de Jharkhand.
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O confronto marcou uma escalada significativa das tensões entre as autoridades e os manifestantes.
O movimento começou em 25 de julho, quando os protestos passaram a ocupar o Estádio Jaipal Singh Munda, na capital estadual, Ranchi.
Em cenas semelhantes aos protestos liderados por estudantes do movimento estudantil satírico  Cockroach Janta Party (CJP), ou &quot;Partido do Povo das Baratas&quot;, que tomaram Nova Déli no mês passado, para exigir a anulação de provas de seleção para universidades, alguns manifestantes também iniciaram uma greve de fome.
Rahul Kranti, de 40 anos, candidato a um cargo público e um dos pelo menos seis participantes da greve de fome, foi transferido para a unidade de terapia intensiva após seu estado de saúde se deteriorar.
&quot;O futuro da juventude de Jharkhand não será vendido. Vou permanecer em greve de fome, esteja eu no hospital ou no local do protesto&quot;, disse Kranti à DW.
Ele prometeu manter a mobilização até que o governo cancele os exames da Comissão de Serviço Público do estado de Jharkhand (JPSC), responsável pelos concursos para a administração estadual, e determine uma investigação criminal conduzida pelo Departamento Central de Investigações (CBI), principal agência federal de investigação da Índia.
Após horas de negociações no domingo, o governo concordou em suspender o exame contestado da JPSC deste ano, e três membros da comissão renunciaram.
Mas os manifestantes afirmam que essas concessões não atendem às suas exigências. Entre elas está o cancelamento do JSSC-CGL, um dos principais concursos para contratação de servidores estaduais em Jharkhand, além da realização de uma investigação federal sobre supostas irregularidades em todo o sistema de recrutamento público do estado.
O que desencadeou os protestos em Jharkhand?
Pelo menos seis manifestantes estão em greve de fome em Jharkhand
ANI News/IMAGO via DW
O estopim foi o mais recente exame para o serviço civil da JPSC, que oferecia apenas 103 vagas no governo. 
Mais de 2 mil candidatos foram aprovados para a etapa seguinte, quando os resultados foram divulgados no início de julho.
Pouco depois, começou a circular nas redes sociais a imagem da folha de respostas de um candidato aprovado que teria deixado grande parte da prova em branco, levantando suspeitas de fraude.
A polícia prendeu o candidato envolvido no centro da controvérsia, além de outras dez pessoas, e o presidente da comissão renunciou diante da pressão.
Mas os manifestantes afirmam que essas medidas não enfrentam o problema estrutural.
Quais são as reivindicações dos manifestantes?
Devendra Nath Mahto está em greve de fome há nove dias e perdeu mais de 10 quilos.
Somnath Sen/ANI via DW
Os manifestantes em Jharkhand querem que os resultados do exame sejam anulados e que a prova seja reaplicada.
Eles também exigem uma investigação independente, conduzida por juízes aposentados de tribunais superiores de outros estados ou por autoridades federais. 
Os manifestantes argumentam que uma investigação da polícia estadual não seria capaz de examinar adequadamente acusações envolvendo o próprio sistema de recrutamento de Jharkhand.
A Jharkhand Chhatra Sangh (JCS), uma importante organização estudantil do estado, também exige maior transparência na divulgação das folhas de respostas e dos resultados, verificação biométrica dos candidatos, mecanismos mais rigorosos contra vazamentos de provas e responsabilização de autoridades e agências privadas terceirizadas de recrutamento.
A organização estudantil também defende que exames suspeitos realizados nos últimos anos sejam investigados e, quando necessário, anulados e reaplicados.
&quot;O governo precisa reformar completamente o sistema de recrutamento da JPSC e da JSSC, investigar os responsáveis, colocar na lista negra as agências envolvidas em irregularidades e tornar os futuros exames transparentes e à prova de fraudes&quot;, afirmou S Ali, presidente nacional da entidade estudantil, à DW.
Os protestos em Ranchi são inspirados pelo movimento estudantil de Déli?
A insatisfação com os exames de recrutamento para o serviço público em Jharkhand vem se acumulando há anos
ANI Photo via DW
O protesto em Ranchi começou poucos dias depois de o CJP, movimento estudantil que ganhou projeção nacional recentemente, encerrar uma mobilização de 36 dias em Nova Déli contra o vazamento de pr ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar oscila, com inflação dos EUA e Oriente Médio no foco; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar passou a oscilar entre altas e baixas nesta quarta-feira (12), com um avanço de 0,06% perto das 10h15, cotado a R$ 5,1626. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,05% no mesmo horário, aos 167.788 pontos.
Investidores repercutem novos dados de inflação dos Estados Unidos e seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O cenário eleitoral brasileiro e as dúvidas sobre o rumo dos juros no país também ficam no radar, após a JP Morgan citar os dois fatores em um relatório divulgado na véspera.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados de inflação dos EUA são o destaque da sessão. O índice subiu 0,1% em julho, após queda de 0,4% em junho. Em 12 meses, houve uma desaceleração de 3,5% para 3,4%. Os dados vieram em linha com o esperado pelo mercado e ajudam a dar sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros americanos.
▶️ Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Segundo a Bloomberg, o presidente americano, Donald Trump,  reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal. 
As divergências entre os dois países voltam a levantar preocupações sobre a oferta global de petróleo. Perto das 10h15, o barri do Brent, referência internacional, tinha queda de 0,58%, cotado a US$ 88,39. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,43% no mesmo horário, a US$ 83,56 o barril.
▶️ No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) fica no centro das atenções. O volume do setor ficou estável em junho em relação a maior e teve uma alta de 2% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pelo IBGE e vieram mais fracos do que o esperado pelo mercado.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,52%;
Acumulado do mês: +1,80%;
Acumulado do ano: --5,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: --2,77%;
Acumulado do mês: --5,77%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Trump reivindica controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. Na véspera, segundo informações da Bloomberg, Trump afirmou que detinha o controle do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity. 
A informação, no entanto, foi desmentida por Irã, que continua a fazer ataques intermitentes a navios que transitam pela região. 
Segundo dados divulgados pela Reuters, o número de embarcações monitoradas no Estreito caiu para oito na terça-feira, o menor nível em uma semana. A queda indica que os navios seguem receosos em cruzar o canal, em meio às tensões e ataques registrados. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Ao mesmo tempo, as negociações entre os dois países para um acordo de paz parecem estar em um impasse.  
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas pelos ganhos nos setores de tecnologia e mobiliário, enquanto investidores aguardavam os novos dados de inflação dos EUA. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, subiu 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, avançou 0,3%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,8% e o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,68%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,83%. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em queda, com inflação dos EUA e Oriente Médio no foco</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (12) em queda, com um recuo de 0,10% perto das 9h, cotado a R$ 5,1556. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
Investidores aguardam novos dados de inflação dos Estados Unidos e seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O cenário eleitoral brasileiro e as dúvidas sobre o rumo dos juros no país também ficam no radar, após a JP Morgan citar os dois fatores em um relatório, na véspera.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados de inflação dos EUA são o destaque da sessão. Segundo pesquisa da Reuters, a expectativa é que o indicador suba 0,1% em julho, após queda de 0,4% em junho. Para a inflação anual, a previsão é de desaceleração, de 3,5% para 3,4%. Dados mais fortes do que o esperado podem reforçar a perspectiva de que os juros permaneçam altos por mais tempo no país.
▶️ Ainda no exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Segundo a Bloomberg, o presidente americano, Donald Trump,  reivindicou o controle do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o comércio de petróleo na região. O Irã, no entanto, continua a fazer ataques a navios que transitam pelo canal. 
As divergências entre os dois países voltam a levantar preocupações sobre a oferta global de petróleo. Perto das 9h, o barri do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,21%, cotado a US$ 89,10. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,43% no mesmo horário, a US$ 83,56 o barril.
▶️ No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) fica no centro das atenções. O volume do setor ficou estável em junho em relação a maior e teve uma alta de 2% em comparação ao mesmo mês de 2025. Os dados foram divulgados pelo IBGE e vieram mais fracos do que o esperado pelo mercado.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,52%;
Acumulado do mês: +1,80%;
Acumulado do ano: --5,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: --2,77%;
Acumulado do mês: --5,77%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Trump reivindica controle de Ormuz
Os impasses entre os EUA e o Irã continuam a trazer volatilidade para os preços do petróleo no mercado internacional. Na véspera, segundo informações da Bloomberg, Trump afirmou que detinha o controle do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity. 
A informação, no entanto, foi desmentida por Irã, que continua a fazer ataques intermitentes a navios que transitam pela região. 
Segundo dados divulgados pela Reuters, o número de embarcações monitoradas no Estreito caiu para oito na terça-feira, o menor nível em uma semana. A queda indica que os navios seguem receosos em cruzar o canal, em meio às tensões e ataques registrados. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Ao mesmo tempo, as negociações entre os dois países para um acordo de paz parecem estar em um impasse.  
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas pelos ganhos nos setores de tecnologia e mobiliário, enquanto investidores aguardavam os novos dados de inflação dos EUA. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, subiu 0,6%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, avançou 0,3%. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,8% e o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,68%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 0,83%. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar
Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, abre, queda, com, inflação, dos, EUA, Oriente, Médio, foco</media:keywords>
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<title>Transpetro publica editais de concurso com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil; veja como participar</title>
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<description><![CDATA[      Terminal da Transpetro em Brasília, no DF.
TV Globo
A Transpetro, empresa de transporte da Petrobras, publicou nesta quarta-feira (12), no Diário Oficial da União (DOU), os editais de seu novo concurso público.
Ao todo, são oferecidas 281 vagas imediatas, além de 3.890 para cadastro de reserva, totalizando 4.171 oportunidades.
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Os salários iniciais podem chegar a R$ 15.034,81, além de benefícios como previdência complementar, benefício educacional e plano de saúde.
Ao todo, foram publicados quatro editais. Para o quadro de terra, há um processo seletivo para cargos de nível médio e outro para nível superior. Já para o quadro de mar, um edital é destinado a oficiais e outro a suboficiais e guarnição.
As vagas do quadro de mar são destinadas aos cargos de auxiliar de saúde, condutor bombeador, condutor mecânico, cozinheiro, eletricista, moço de convés, moço de máquinas, taifeiro, segundo oficial de máquinas e segundo oficial de náutica.
Também há oportunidades para Profissional Transpetro de Nível Médio – Júnior e Profissional Transpetro de Nível Superior – Júnior, distribuídas em diferentes ênfases. Entre elas está Advocacia, que terá uma etapa específica de prova discursiva. 
Veja abaixo os editais: 
➡️ EDITAL 1 - Mar (auxiliar de saúde, condutor bombeador, condutor mecânico, cozinheiro, eletricista, moço de convés, moço de máquinas e taifeiro). 
➡️ EDITAL 2 - Mar (segundo oficial de máquinas e segundo oficial de náutica)
➡️ EDITAL 3 - Terra (nível médio) 
➡️ EDITAL 4 - Terra (nível superior)
Agora no g1
As inscrições começam às 10h desta quarta-feira (12) e seguem até as 23h59 de 14 de setembro. As candidaturas devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da Fundação Cesgranrio, banca organizadora dos processos seletivos.
A taxa de inscrição varia de acordo com o cargo:
R$ 81,50 — nível médio/técnico: auxiliar de saúde, condutor bombeador, condutor mecânico, cozinheiro, eletricista, moço de convés, moço de máquinas, taifeiro e Profissional Transpetro de Nível Médio – Júnior;
R$ 117 — nível superior: segundo oficial de máquinas, segundo oficial de náutica e Profissional Transpetro de Nível Superior – Júnior.
Candidatos inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea cadastrados em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde poderam solicitar a isenção da taxa, conforme os prazos estabelecidos nos editais.
Como será o processo seletivo?
As etapas de seleção variam de acordo com o quadro — Mar ou Terra — e o nível de escolaridade dos cargos. 
Os candidatos às oportunidades do quadro de mar passarão por provas objetivas, exame de aptidão física e, quando aplicável, procedimentos de confirmação das condições declaradas para concorrer às vagas reservadas.
As provas objetivas terão questões de conhecimentos específicos e gerais. O conteúdo varia conforme o cargo e pode incluir disciplinas como Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Inglês Técnico Marítimo.
Já o exame de aptidão física, exclusivo para o Quadro de Mar, será composto por dois testes:
Corrida de 12 minutos: distância mínima de 1.800 metros para homens e 1.500 metros para mulheres;
Natação: percurso de 25 metros, em estilo livre e sem limite de tempo.
Para os cargos do quadro de terra, não haverá exame de aptidão física. A seleção será feita por meio de provas objetivas e, para os candidatos que concorrerem às vagas reservadas, por uma etapa de confirmação das condições declaradas.
No nível médio, as provas terão questões de conhecimentos específicos, Língua Portuguesa e Matemática. Já no nível superior, serão cobrados conhecimentos específicos, Língua Portuguesa e Língua Inglesa.
A única diferença é para a ênfase de Advocacia: além das provas objetivas, os candidatos também farão uma prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório.
Para quem concorrer às vagas reservadas, a seleção prevê avaliação de pessoas com deficiência (PcD), confirmação complementar da autodeclaração de candidatos negros e verificação documental de indígenas e quilombolas.
As provas objetivas estão previstas para 29 de novembro e serão aplicadas em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.
Os candidatos poderão escolher o local de realização das provas entre as opções disponibilizadas pela banca, independentemente do polo de trabalho para o qual estiverem concorrendo.
Após a aprovação, os candidatos convocados ainda precisarão comprovar os requisitos exigidos para o cargo e passar por exames médicos admissionais. Para os profissionais do quadro de mar, também está previsto teste toxicológico para detecção de substâncias psicoativas.
Onde serão as vagas?
No quadro de terra, as oportunidades serão distribuídas entre os polos Norte/Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul. Para o quadro de mar, as vagas terão abrangência nacional.
A distribuição das 281 oportunidades por cargo e polo, assim como os requisitos, etapas de seleção, conteúdo das provas e cronograma, estão detalhados  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise no campo: pedidos de recuperação judicial saltam entre produtores rurais</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/crise-no-campo-pedidos-de-recuperacao-judicial-saltam-entre-produtores-rurais</link>
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<description><![CDATA[      Crise no campo: pedidos de recuperação judicial saltam entre produtores rurais
Foto de setengah lima sore
Os pedidos de recuperação judicial no agronegócio somaram 474 no primeiro trimestre deste ano, alta de 21,9% em relação ao mesmo período de 2025. 
O avanço foi impulsionado pelo aumento das solicitações feitas por produtores rurais que atuam como pessoa jurídica, em um cenário de crescimento das dívidas e dos custos no setor, informou a Serasa Experian nesta quarta-feira (12).
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O indicador, que reúne pedidos feitos por produtores rurais que atuam como pessoa física e jurídica, além de empresas da cadeia produtiva, também registrou alta na comparação com o quarto trimestre de 2025, quando foram contabilizadas 408 solicitações de recuperação judicial.
Ainda assim, o total ficou abaixo do pico registrado no terceiro trimestre de 2025, quando houve 628 pedidos.
Agora no g1
&quot;O ambiente de crédito mais seletivo, combinado à manutenção dos altos custos de produção e ao maior nível de alavancagem dos produtores, continuou afetando o fluxo de caixa no campo&quot;, afirmou, em nota, o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta.
Segundo ele, a evolução desse cenário até o fim do ano dependerá da capacidade de geração de receita, do comportamento das margens e das condições de renegociação das dívidas.
&quot;Por isso, reforçamos que renegociar dívidas e manter um planejamento financeiro devem ser prioridades, enquanto a recuperação judicial precisa permanecer como o último recurso&quot;, afirmou.
Mato Grosso concentra maior número de solicitações
Mato Grosso, principal produtor de grãos, oleaginosas e gado do país, registrou o maior número de pedidos de recuperação judicial entre os Estados, com 135 registros. 
Na sequência aparecem Goiás (73), Paraná (50) e Mato Grosso do Sul (38), também importantes produtores de grãos.
Entre as atividades, o cultivo de soja, principal cultura agrícola do país, concentrou 137 pedidos, seguido pela criação de bovinos, com 42, segundo a Serasa.
Os pedidos de recuperação judicial de produtores rurais que atuam como pessoa jurídica cresceram 73,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025, chegando a 196. Foi o maior avanço anual entre os três perfis analisados.
Já os produtores rurais classificados como pessoa física &quot;sem propriedades&quot;, categoria que pode incluir arrendatários, concentraram 60 pedidos.
Os pequenos proprietários registraram 44 solicitações, os grandes, 41, e os médios, 37. Ao todo, o segmento de pessoas físicas somou 182 pedidos, uma queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2025. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Austrália cria proteção inédita para entregadores de aplicativo</title>
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<description><![CDATA[      Motoristas e entregadores por aplicativo na Austrália terão condições mais justas no trabalho
Rafael Ben Ari/Avalon/IMAGO
Entregadores de alimentos e compras na Austrália receberão pelo menos 31,30 dólares australianos (cerca de 115 reais) por hora e terão seguro contra acidentes durante o trabalho, de acordo com novas regras aprovadas pelo tribunal de relações trabalhistas do país.
A remuneração por hora, estabelecida em uma decisão emitida pela Comissão de Trabalho Justo (Fair Work Commission, FWC) nesta terça-feira (12/08), está acima do salário mínimo australiano de 26,44 dólares.
A decisão da FWC, que pode servir de precedente para outros países, foi comemorada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes (Transport Workers Union, TWU) como &quot;um momento histórico para a economia de aplicativos na Austrália&quot;. O sindicato classificou as novas regras como &quot;um conjunto de padrões pioneiros no mundo&quot;.
&#039;Sou meu próprio patrão, mas nunca sei quanto vou ganhar&#039;: o retrato de quem vive das entregas por aplicativo
Quais direitos e proteções terão os entregadores por aplicativo?
A remuneração mínima por hora será paga pelo tempo &quot;ativo&quot;, ou seja, o período entre a aceitação de uma entrega e a conclusão do serviço.
A decisão, que entra em vigor em 17 de agosto, também exige que as empresas ofereçam um &quot;nível mínimo razoável de cobertura&quot; por seguro contra acidentes pessoais durante o trabalho, sem especificar exatamente qual deve ser o valor dessa cobertura.
Os trabalhadores, no entanto, continuarão responsáveis por manter o seguro contra danos a terceiros dos veículos utilizados nas entregas.
Sindicatos e trabalhadores na Austrália há muito tempo defendem reformas em benefício dos profissionais que atuam por meio de aplicativos.
Até agora, eles não estavam cobertos por muitas das proteções concedidas a outros empregados, já que eram classificados como &quot;prestadores de serviços independentes&quot;.
As novas regras devem afetar cerca de 250 mil trabalhadores.
LEIA TAMBÉM: Café, banheiro e até videogame: a base criada por entregadores que oferece apoio e descanso entre as corridas
Agora no g1
ONU avança para proteger trabalhadores de aplicativos
A decisão da FWC foi anunciada após a Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência das Nações Unidas, adotar em junho um novo tratado global voltado à garantia de condições dignas de trabalho na economia de aplicativos.
Os padrões estabelecidos pelo tratado, o primeiro do gênero em âmbito global, ainda precisam ser ratificados pelos governos de cada nação.
Na Austrália, o Parlamento aprovou leis em 2023 e 2024, sob o governo trabalhista de centro-esquerda, que concederam aos trabalhadores de aplicativos mais direitos de negociação sobre remuneração mínima e condições de trabalho. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como estoques recordes e avanço do agro brasileiro podem reduzir impacto do &amp;apos;super El Niño&amp;apos; no mundo</title>
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<description><![CDATA[      Com fenômeno El Niño, tempo seco e quente amplia alerta para doenças de pele
O sistema alimentar global está mais preparado para enfrentar os efeitos de um forte episódio de El Niño do que em eventos semelhantes no passado.
Estoques de produtos agrícolas próximos de níveis recordes, avanços tecnológicos e o crescimento de países como Brasil e Rússia entre os grandes exportadores aumentaram a capacidade de compensar eventuais perdas de produção.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
➡️ Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e análises de especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters, a produção agrícola mundial vem crescendo acima do consumo e do aumento da população desde a década de 1980.
O avanço foi impulsionado por variedades de plantas mais produtivas, maior uso de fertilizantes, melhorias na irrigação e técnicas mais eficientes de proteção das lavouras. Esses fatores elevaram a produtividade de culturas como arroz, trigo, milho e soja.
&quot;Mesmo durante condições de seca, melhor manejo da irrigação e ciência das culturas significam que ainda podemos produzir rendimentos comercializáveis&quot;, disse Andrew Whitelaw, da consultoria agrícola australiana Episode 3.
Segundo ele, ainda há riscos para a oferta e os preços dos alimentos, mas a preparação atual tende a tornar as consequências menos severas do que em décadas anteriores.
Os graves efeitos do &#039;Super El Niño&#039; na América Latina previstos pelos cientistas
Super El Niño deve pressionar inflação dos alimentos em 2027; feijão e arroz lideram alta
El Niño ganha força e ameaça lavouras do planeta
O fenômeno climático já começa a afetar o plantio em partes da Ásia, incluindo a Índia e países do Sudeste Asiático, além da Austrália.
A falta de umidade ocorre ao mesmo tempo em que a escassez de fertilizantes e diesel provocada pela guerra no Irã aumenta os riscos para a produção agrícola mundial.
A Índia enfrenta uma temporada de monções abaixo do esperado. Na Austrália, há preocupação com o clima mais seco nas principais regiões produtoras de trigo. Indonésia e Tailândia também registram impactos da falta de umidade.
A situação pode se agravar nos próximos meses. Segundo Chris Hyde, meteorologista da empresa americana SkyFi, o El Niño, que já é considerado forte, deve ganhar intensidade no quarto trimestre e no início de 2027.
O fenômeno ocorre quando há um aumento anormal da temperatura da superfície do oceano no Pacífico central e oriental. Em geral, provoca condições mais secas em grande parte da Ásia e aumenta as chuvas em regiões das Américas.
Episódios severos registrados entre 1997 e 1998 e entre 2015 e 2016 reduziram a produção de culturas importantes e contribuíram para a escassez de alimentos, a inflação e a perda de atividade econômica em diferentes países.
Estoques ajudam a criar uma reserva contra perdas
Desta vez, o cenário da oferta é diferente. Estoques elevados de grãos, sementes mais resistentes à seca, previsões meteorológicas mais precisas, agricultura de precisão e sistemas de irrigação mais eficientes formam uma espécie de colchão contra perdas provocadas pelo clima.
Na Índia, por exemplo, a semeadura das principais culturas está próxima do ritmo normal após um atraso no início da temporada. As chuvas de agosto e setembro, porém, serão importantes para o desenvolvimento das lavouras.
Lavoura de café no Sul de Minas
AME/Divulgação
O país também possui grandes reservas de arroz. Segundo a Reuters, os estoques indianos equivalem a mais de um ano das exportações globais do cereal.
A China concentra quase metade dos estoques mundiais de trigo. Essa reserva pode ajudar a reduzir a necessidade de importações caso uma eventual seca prejudique a produção da Austrália, uma das principais fornecedoras do mercado internacional.
Os estoques globais de óleo de palma também estão próximos de níveis recordes. O produto responde por cerca de 60% das exportações mundiais de óleos comestíveis.
Brasil ganhou peso na oferta mundial
Além dos estoques, outra mudança importante nas últimas décadas foi o crescimento de novos grandes exportadores agrícolas.
O Brasil é um dos principais exemplos. O país se tornou o maior fornecedor mundial de soja, e suas exportações cresceram mais de 13 vezes desde o El Niño de 1997 e 1998.
A Rússia também ganhou espaço no mercado agrícola global. As exportações russas de trigo chegaram a 48 milhões de toneladas no ano passado, ante cerca de 1 milhão de toneladas em 1997 e 1998.
A maior participação desses países significa que uma eventual quebra de safra em determinadas regiões pode ser parcialmente compensada pela produção de outros grandes fornecedores.
Tecnologia aumenta resistência das lavouras
A agricultura também passou a contar com ferramentas que praticamente não existiam durante os grandes episódios de El Niño do passado.
Híbridos de milho tolerantes à seca foram amplamente adotados na África e nas Américas desde 2015. Variedades de trigo resis ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Os trabalhadores que &amp;apos;dão adeus à CLT&amp;apos; atrás do sonho de viver fazendo vídeos de IA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/os-trabalhadores-que-dao-adeus-a-clt-atras-do-sonho-de-viver-fazendo-videos-de-ia</link>
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<description><![CDATA[      Henrique Batista, de 36 anos, deixou o trabalho de entregas para se dedicar a canais dark no YouTube e mentorias
Arquivo Pessoal
Henrique Batista, de 36 anos, estava cansado de trabalhar entregando hambúrgueres.
Ele e a mãe produziam os lanches em casa, em Paraopeba (MG), município com pouco mais de 24 mil habitantes, e Henrique cuidava das entregas de moto.
A decisão de mudar de profissão veio há dois anos, depois de um dia de trabalho difícil. &quot;Tomei uma chuva fazendo entrega e falei: &#039;Não quero mais isso para a minha vida&#039;. Então, peguei pesado. Três meses trabalhando pesado.&quot;
Henrique havia encontrado um curso do youtuber Peter Jordan sobre como ganhar dinheiro criando canais com a ajuda de inteligência artificial (IA) para a maior plataforma de streaming do mundo.
Ele conta que comprou o curso por cerca de R$ 400 e passou a criar canais dark, também conhecidos como faceless (sem rosto, em inglês), porque quem produz o conteúdo não costuma aparecer nem usar a própria voz.
&quot;Vi como uma oportunidade de liberdade financeira&quot;, diz Henrique à BBC News Brasil.
Com as ferramentas de IA, Henrique passou a fazer os roteiros dos vídeos, as narrações e as imagens. Para ele, é como &quot;ter um funcionário que não gripa, que não tira férias e não dá dor de cabeça&quot;.
Os temas são variados e acompanham tendências de conteúdos que já fazem sucesso em outros idiomas, como civilizações antigas e contos bíblicos, que ele não conhecia a fundo. É a IA que cuida de tudo.
O faturamento — ou monetização, no jargão dos produtores de conteúdo — pode vir da participação na receita de anúncios exibidos nos vídeos. O valor varia conforme fatores como visualizações, perfil e localização da audiência.
&quot;Consegui monetizar um canal. Vi que eu poderia viver daquilo. Investi em outro. E deu certo&quot;, diz Henrique.
Esse tipo de vídeo, feito quase totalmente com IA, virou uma dor de cabeça para o YouTube.
Henrique Batista contou que trabalhava com venda e entrega de hambúrgueres antes de se dedicar aos vídeos de IA
Arquivo Pessoal
Ao mesmo tempo em que o Google, dono da plataforma, estimula e comercializa ferramentas de inteligência artificial, há uma pressão para que deixe de remunerar criadores que publicam conteúdos considerados ruins, pouco autênticos ou mesmo nocivos para os espectadores.
Como mostrou a BBC News Brasil em reportagens recentes, há canais dark com milhões de visualizações que exploram a atenção de crianças com imagens hipnotizantes, tratam de saúde na terceira idade com soluções alarmantes e imagens de falsos médicos ou simplesmente divulgam conteúdos com informações falsas ou sem sentido.
De acordo com uma pesquisa da empresa de IA Kapwing, 20% do conteúdo exibido para um novo usuário do YouTube é, atualmente, &quot;vídeo de IA de baixa qualidade&quot;.
Uma outra análise, do jornal New York Times, indicou que, após uma sessão de 15 minutos realizada depois de assistir a um canal infantil, mais de 40% dos vídeos assistidos pareciam conter imagens geradas por IA.
O YouTube afirma que, embora seja permitido conteúdo gerado por IA, &quot;combater o conteúdo de baixa qualidade gerado por IA é uma prioridade máxima&quot; e que adota padrões mais rígidos para o conteúdo voltado para espectadores mais jovens. 
&quot;Isso inclui esforços contínuos para remover conteúdo de IA marcado como &#039;feito para crianças&#039; quando ele não atende aos nossos princípios de qualidade&quot;, diz a plataforma em nota à BBC News Brasil.
O Google afirma que todo o conteúdo do YouTube, inclusive o que é gerado por meio de IA, deve seguir as diretrizes da comunidade: &quot;Isso abrange nossas políticas sobre desinformação médica, que proíbem informações incorretas a respeito de prevenção e tratamentos capazes de causar, comprovadamente, danos graves no mundo real&quot;. 
A empresa acrescenta que adiciona rótulos a conteúdos gerados por IA &quot;para garantir que os espectadores estejam informados sobre o que estão assistindo&quot;.
&#039;Quem faz sucesso é a exceção&#039;
A antropóloga brasileira Rosana Pinheiro-Machado, professora da University College Dublin e diretora do Laboratório de Economia Digital e Política Extrema
Arquivo Pessoal
A antropóloga brasileira Rosana Pinheiro-Machado estuda este mercado.
Ela diz que as novas tecnologias potencializaram, nos últimos dois anos, uma promessa que já existia no marketing digital: trocar empregos tradicionais por uma rotina mais flexível e lucrativa.
&quot;A IA dobra a promessa. Promete ser mais fácil, com menos esforço, que tudo vai acontecer se só deixar a inteligência artificial trabalhar por você&quot;, diz Pinheiro-Machado, que é professora da University College Dublin e diretora do Laboratório de Economia Digital e Política Extrema.
&quot;A promessa é sempre que você vai ter mais tempo, e isso pega sempre muito forte em pessoas que não têm tempo. É uma promessa muito cruel, sempre voltada a ver os filhos crescerem e a aproveitar a vida.&quot;
Mas conseguir emplacar na plataforma, porém, não é simples como muitos prometem, porque, para conseguir a sonhada monetização, dá trabalho ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Transpetro publica edital de concurso com 4.171 vagas e salários de até R$ 15 mil; veja como participar</title>
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<description><![CDATA[      Terminal da Transpetro em Brasília, no DF.
TV Globo
A Transpetro, empresa de transporte da Petrobras, publicou nesta quarta-feira (12) o edital do seu novo concurso público. Ao todo, são ofertadas 281 vagas imediatas, além de 3.890 vagas para cadastro de reserva, totalizando 4.171 oportunidades.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Concursos no WhatsApp.
Os salários iniciais podem chegar a R$ 15.034,81, além de benefícios como previdência complementar, benefício educacional e plano de saúde.
Ao todo, foram publicados quatro editais. Para o quadro de terra, será um processo seletivo para cargos de nível médio e outro para nível superior. Já para o quadro de mar, serão lançados dois editais: um destinado a oficiais e outro para suboficiais e guarnição.
Agora no g1
As inscrições serão abertas ainda em agosto, exclusivamente pelo site da Fundação Cesgranrio, a banca responsável pela organização dos processos seletivos. 
As provas estão previstas para novembro e serão aplicadas em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.
Os candidatos poderão escolher onde realizar a prova entre os locais disponibilizados pela banca, independentemente do polo de trabalho para o qual estiverem concorrendo.
Onde serão as vagas?
No quadro de terra, as oportunidades serão distribuídas entre os polos Norte/Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul. Para o quadro de mar, as vagas terão abrangência nacional.
A distribuição das 281 oportunidades por cargo e polo, assim como os requisitos, etapas de seleção, conteúdo das provas e cronograma, estão detalhados nos editais.
Segundo a Transpetro, os processos seletivos terão validade de um ano e meio, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.
Editais com paridade de gênero
Os processos seletivos também terão um mecanismo de paridade de gênero na segunda fase. Segundo a companhia, a iniciativa busca reduzir a sub-representação feminina nas carreiras contempladas pelos editais.
Atualmente, cerca de 15% dos empregados da Transpetro são mulheres, enquanto os homens representam aproximadamente 85% do quadro.
A medida será aplicada apenas na composição da segunda etapa. Para chegar a essa fase, todos os candidatos precisarão atingir a nota mínima exigida na primeira etapa. A classificação final continuará considerando o desempenho dos participantes.
Cotas definidas antes dos editais
Antes da publicação dos quatro editais, foi realizado um sorteio para definir os cargos, áreas e polos aos quais serão destinadas determinadas vagas reservadas a grupos étnico-raciais e pessoas com deficiência (PcD).
De acordo com a Transpetro, 30% das vagas e do cadastro de reserva serão destinados a grupos étnico-raciais, distribuídos da seguinte forma:
25% para pessoas pretas e pardas;
3% para indígenas;
2% para quilombolas.
Outros 10% serão reservados a pessoas com deficiência. O sorteio será utilizado nos casos em que a quantidade de vagas ou de posições no cadastro de reserva por cargo, área e polo não permitir a aplicação automática dos percentuais previstos.
O procedimento não selecionará candidatos nem terá influência sobre a classificação nas provas. A etapa servirá apenas para definir onde serão aplicadas as vagas reservadas.
Aprovado em 1º lugar no CNU 2025 tem posse negada por divergência sobre a formação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Defesa do Consumidor do ES propõe à Fazenda que bets mostrem risco de perda para apostadores</title>
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<description><![CDATA[      Órgãos de defesa do consumidor do Espírito Santo querem que bets sejam obrigadas a informar risco de perda para apostadores.
Arquivo/Agência Brasil
Um grupo de trabalho formado por representantes de diferentes órgãos de defesa do consumidor do Espírito Santo apresentou, na última semana, uma proposta inédita ao Ministério da Fazenda que prevê que sites e aplicativos de bets sejam obrigados a mostrar o risco de perda para apostadores antes da realização da aposta.
Em sua justificativa, o Centro Integrado de Defesa do Consumidor do Espírito Santo (CINDEC) afirmou que sites e aplicativos de apostas praticam uma publicidade enganosa por omissão — quando um anúncio deixa de informar um dado essencial sobre um produto ou serviço.
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&quot;Tudo aquilo que é imprescindível para a escolha do consumidor tem que ser informado. Se ele [fornecedor] omite um dado indispensável para a decisão, aquela publicidade é enganosa por omissão&quot;, explicou a promotora de Justiça Sandra Lengruber da Silva, coordenadora do Núcleo de Atendimento ao Superendividado do Ministério Público do Espírito Santo.
Segundo ela, a obrigatoriedade de apresentar informações completas sobre serviços e produtos já é prevista em lei, e inclui casas de apostas. No entanto, bets não têm cumprido a regra, indicando a necessidade de uma medida direta sobre o tema.
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Crise na Apex Partners: entenda afastamento de presidente e blindagem na Justiça
&quot;A gente entende que isso já é obrigatório pelo próprio Código de Defesa do Consumidor, independentemente da atividade econômica. Só que, no caso das bets, as ofertas não trazem o risco da aposta. Acreditamos que uma normativa mais específica iria fortalecer essa obrigação”, completou.
Agora no g1
Cálculo padrão e mesmo destaque que &#039;odds&#039;
Para garantir que os apostadores tenham acesso a informações completas antes de finalizar a aposta e consumir o produto oferecido, a proposta do CINDEC sugere que as plataformas de bets realizem um contrabalanço de informações a partir de três pontos:
Fórmula matemática obrigatória: O ofício sugere a criação de uma fórmula padrão regulamentada pelo governo para o cálculo da probabilidade de perda. Esse cálculo deve ser feito a partir das próprias cotas (odds) oferecidas pela plataforma, garantindo que o apostador veja o percentual real de risco antes de confirmar qualquer lance.
O mesmo peso visual do prêmio: A regra exige o chamado &quot;contrabalanço informacional&quot;. Na prática, as bets seriam obrigadas a exibir a chance de perda com idêntico destaque espacial e gráfico das odds de ganho. Ou seja: a informação sobre o prejuízo provável deve ter o mesmo tamanho de letra, cor e visibilidade que o valor do prêmio prometido.
Alerta de confirmação acima de 80%: Para apostas onde a probabilidade de perda calculada pela fórmula padrão seja superior a 80%, a plataforma deve integrar uma mensagem de confirmação específica ao fluxo da aposta. Esse alerta deve avisar explicitamente sobre o alto risco financeiro antes que o usuário finalize a operação.
Como exemplo, o documento analisou uma aposta de odds de 17 — que promete pagar 17 vezes o valor apostado. No entanto, segundo o grupo de trabalho, o anúncio esconde o alto risco financeiro, uma vez que a probabilidade de perda é de aproximadamente 94%.
&quot;O consumidor que aposta R$ 10 pensa: &#039;Eu vou receber R$ 1.700. Nossa, então é um super negócio, é maravilhoso porque eu vou receber 17 vezes mais&#039;. Só que essa mesma oferta não traz o risco.  E quando buscamos uma análise técnica, ele é, na verdade, altíssimo. Nesse caso que a gente analisou , ele teria 94% de chance de perder. Isso é muito&quot;, explicou Sandra Lengruber. 
Sede do Ministério Público do Espírito Santo (MPES)
TV Gazeta
Próximos passos
O documento foi assinado por representantes do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), do Procon-ES, da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), da Defensoria Pública do Estado e da Procuradoria-Geral do Estado. 
Como não existe um prazo legal para que o Ministério da Fazenda responda a sugestão, o grupo trabalha para que a proposta seja analisada e, futuramente, incorporada à regulamentação nacional através de um ato normativo da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF). 
O que disse o Ministério da Fazenda
Procurado pelo g1, o Ministério da Fazenda confirmou que a proposta foi recebida pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA). 
Por nota, a pasta informou que a Secretaria possui uma agenda voltada ao &quot;aperfeiçoamento contínuo da regulamentação do setor de apostas de quota fixa&quot; e que avalia permanentemente a necessidade de aperfeiçoamentos. Veja a nota na íntegra:
&quot;A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) informa que recebeu a proposta encaminhada pelo Centro Integrado de Defesa do Consumidor do Espírito Santo (Cindec) para análise no âmbito das competências da Secretaria, juntamente com as demais manifestações eventualmente apresentadas sobre o tema.
A le ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Defesa, Consumidor, propõe, Fazenda, que, bets, mostrem, risco, perda, para, apostadores</media:keywords>
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<title>Álcool, cigarro e home office: caso de juiz afastado expõe limites da postura no trabalho remoto</title>
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<description><![CDATA[      Juiz vira garrafa de vinho durante sessão de julgamento em MG; TJMG investiga caso
Bastaram alguns segundos de uma sessão virtual para desencadear uma investigação disciplinar no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
O juiz Milton Lívio Lemos Salles apareceu diante da câmera bebendo vinho e fumando durante um julgamento. Um dia depois, foi afastado pela Corregedoria-Geral de Justiça, que também abriu uma sindicância para apurar os fatos. Os processos sob sua relatoria serão redistribuídos. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O episódio chamou atenção pela conduta do magistrado. Mas outro detalhe também passou a fazer parte das discussões nas redes sociais: ele participava de uma sessão virtual fora do tribunal. 
E é justamente aí que surgem dúvidas cada vez mais comum com a expansão do trabalho remoto: quando o expediente acontece dentro da própria residência, as regras continuam as mesmas? O home office dá mais liberdade do que o trabalho presencial?
Afinal, uma pessoa pode beber álcool durante uma reunião porque está em casa? O que aparece em uma videoconferência pode ser usado como prova em uma investigação ou processo disciplinar? E as consequências mudam quando quem está do outro lado da tela é um trabalhador contratado pela CLT ou um magistrado responsável por julgar processos?
Especialistas em Direito do Trabalho e em Direito da Magistratura ouvidos pelo g1 explicam quais regras se aplicam a cada caso e quais condutas podem gerar consequências profissionais durante o trabalho remoto. 
Veja abaixo:
O que dizem as regras para magistrados e trabalhadores CLT?
E quando o trabalho é remoto?
CLT estabelece punições ou pode dar direta à justa causa?
Há punições ou consequências estabelecidas para magistrados?
Empresas podem estabelecer regras próprias? 
Juiz foi afastado após beber e fumar em sessão virtual
g1
O que dizem as regras para magistrados e trabalhadores CLT?
Para trabalhadores contratados pela CLT, o consumo de álcool durante a jornada pode ter consequências disciplinares, mas a resposta depende das circunstâncias de cada caso.
A advogada trabalhista Gabriela Dell Agnolo de Carvalho explica que o empregador pode considerar fatores como o impacto da conduta sobre o trabalho, as regras internas da empresa e eventuais prejuízos causados pela situação.
O contexto também é importante para diferenciar o simples consumo de álcool de situações de embriaguez ou de comprometimento da capacidade de trabalho.
???? Há ainda uma diferença importante quando existe dependência alcoólica. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconhece que o alcoolismo pode ser tratado como doença, e não simplesmente como falta disciplinar.
O cigarro é tratado de forma diferente. Apesar de poder contrariar regras internas das empresas ou ser considerado inadequado em determinadas situações profissionais, o consumo de cigarro, isoladamente, costuma resultar em medidas mais brandas, como advertências.
Segundo a advogada, isso ocorre porque o álcool pode afetar diretamente a capacidade de trabalho, enquanto fumar costuma ser tratado como descumprimento das regras da empresa.
No caso dos magistrados, a discussão vai além do simples ato de beber ou fumar. A especialista em direito da magistratura Daniela Poli Vlavianos explica que a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) estabelece o dever de o juiz manter &quot;conduta irrepreensível na vida pública e particular&quot;.
 O Código de Ética da Magistratura também prevê deveres ligados à dignidade, ao decoro, à prudência e à integridade da função jurisdicional.
Por isso, segundo ela, o consumo de bebida alcoólica durante um julgamento pode ser visto de forma diferente do consumo na vida privada, já que ocorre enquanto o magistrado exerce uma função pública e participa de decisões que afetam os direitos das pessoas.
E quando o trabalho é remoto?
A resposta dos especialistas à ideia de que o trabalho remoto dá mais liberdade durante o expediente é praticamente unânime: não.
No caso dos CLTs, a residência passa a funcionar como local de trabalho durante o expediente. Por isso, as regras de comportamento continuam valendo normalmente.
&quot;A pessoa está trabalhando. O fato de estar em casa não muda essa condição. É perfeitamente possível o estabelecimento de regras de comportamento, mesmo para o empregado que está em formato de trabalho remoto&quot;, afirma Gabriela. 
Isso significa que o trabalhador continua sujeito às políticas internas da empresa mesmo quando está em casa.
Para os magistrados, a lógica é semelhante. Segundo os especialistas, uma das principais confusões geradas pelo trabalho remoto é acreditar que estar em casa transforma uma atividade profissional em uma atividade privada. 
No caso dos juízes, o entendimento é justamente o contrário. &quot;O ambiente físico pode ser particular, mas o espaço jurídico é público e institucional&quot;, afirma Vlavianos.
O CNJ possui normas que determinam que audiências e julgamentos realizados por videoconferência sigam regras semelhante ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Presenteísmo&amp;apos;: por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/presenteismo-por-que-tantos-profissionais-continuam-trabalhando-mesmo-doentes</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/presenteismo-por-que-tantos-profissionais-continuam-trabalhando-mesmo-doentes</guid>
<description><![CDATA[      &#039;Presenteísmo&#039;: por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes?
Trabalhar mesmo doente, ignorar sintomas e seguir a rotina apesar da recomendação médica é uma realidade para muitos brasileiros.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
André Cabral, de 45 anos, é um deles. Com 25 anos de atuação no setor de bares e restaurantes, enfrentou jornadas de até 15 horas por dia e colocou o trabalho acima da própria saúde, mantendo as atividades mesmo quando estava doente — comportamento que caracteriza o &quot;presenteísmo&quot;.
???? Mas o que é presenteísmo? É o fenômeno em que o trabalhador continua exercendo suas funções mesmo sem condições físicas ou mentais adequadas. Embora esteja presente no ambiente de trabalho — ou conectado durante o expediente —, não consegue desempenhar plenamente suas atividades.
Durante sete anos, André atuou como gerente-geral de uma rede de restaurantes e açougues em São Paulo, em que era responsável por cerca de 100 funcionários. As jornadas frequentemente ultrapassavam 12 horas por dia e, em algumas ocasiões, chegavam a 36 horas seguidas.
&quot;Eu passei praticamente seis anos trabalhando loucamente, no mínimo 12 a 15 horas por dia, muitas vezes sem folga&quot;, relata. Mesmo quando adoecia, evitava se afastar porque acreditava que sua ausência comprometeria a operação.
Após ficar internado por 21 dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa da Covid-19, voltou ao trabalho apenas quatro dias após receber alta da UTI. Também adiou por anos uma cirurgia para tratar uma hérnia por receio de se afastar do trabalho.
A sobrecarga e os conflitos no ambiente corporativo acabaram afetando sua saúde mental. Com o tempo, recebeu o diagnóstico de burnout, passou a tomar antidepressivos, ansiolíticos e medicamentos para dormir e, mais tarde, desenvolveu hipertensão.
&quot;Minha saúde ficou em segundo plano. Eu achava que, se parasse por 15 dias, a operação não iria funcionar&quot;, diz.
Pouco tempo depois de sofrer um acidente de trabalho e torcer o pé durante o expediente, André foi demitido em uma chamada de vídeo. Atualmente, move uma ação na Justiça contra a antiga empregadora.
André Cabral, de 45 anos, colocou o trabalho acima da própria saúde, mantendo as atividades mesmo quando estava doente.
Arquivo Pessoal
Hoje, em um novo emprego, com jornada reduzida e menos responsabilidades, André afirma ter recuperado parte da qualidade de vida, embora ainda faça acompanhamento médico. A experiência mudou sua forma de enxergar o trabalho.
A gente se sacrifica demais por um CNPJ. No fim, nenhum CNPJ vale o nosso CPF. Trabalho a gente recupera. Saúde, muitas vezes, não.&quot;
O presenteísmo nas empresas
Levantamentos recentes mostram que o presenteísmo tem se tornado uma preocupação crescente no mercado de trabalho brasileiro, impulsionado pela sobrecarga, pelo medo da demissão e pelo aumento dos problemas relacionados à saúde mental.
Uma pesquisa da Heach Recursos Humanos mostra que 70,3% dos entrevistados afirmaram já ter trabalhado mesmo acreditando que deveriam descansar por motivos de saúde. Entre eles, o principal motivo foi evitar sobrecarregar colegas de equipe (35,4%), seguido pela percepção de que o problema de saúde não era grave (27,9%).
O comportamento trouxe consequências: 39,7% disseram que o quadro de saúde piorou, enquanto 32% afirmaram que demoraram mais para se recuperar. 
Além disso, apenas 26,4% consideram que suas empresas incentivam claramente o afastamento quando necessário, e 89,4% acreditam que trabalhar doente aumenta o risco de erros ou acidentes. (saiba mais abaixo) 
Trabalhar doente é realidade para a maioria dos brasileiros
Arte g1
Os números vão ao encontro dos resultados do Censo de Saúde Mental 2025, da Vittude. O estudo identificou um índice de presenteísmo de 32% entre os trabalhadores avaliados.
Pesquisas da Pluxee também apontam a sobrecarga como parte da rotina de muitos trabalhadores. Apenas 40% conseguem fazer pausas regulares durante o expediente, enquanto outros 40% interrompem as atividades apenas quando encontram tempo.
Os 20% restantes afirmam não conseguir fazer pausas ao longo da jornada. O levantamento mostra ainda que 28% já mudaram de emprego por questões relacionadas à saúde mental. 
Para a diretora de Recursos Humanos (CHRO) da Flash, Isadora Gabriel, o presenteísmo é um dos desafios mais silenciosos enfrentados pelas organizações porque nem sempre é percebido.
&quot;O profissional está presente, participa das reuniões e cumpre sua jornada. Mas estar no escritório ou online não significa estar em condições de entregar o melhor desempenho&quot;, explica a especialista. 
Segundo a executiva, à medida que o desengajamento aumenta, cresce também a perda de produtividade. 
Quando colaboradores continuam trabalhando mesmo emocionalmente esgotados, aumentam os riscos de erros, queda de eficiência e agravamento do quadro de saúde.&quot;
Na avaliação de Isadora, investir em saúde mental e preparar lideranças para identificar sinais de esgotamento são es ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Projeto de &amp;apos;avião&#45;arraia&amp;apos; promete tornar voos mais baratos; veja como ele será</title>
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<description><![CDATA[      Fabricante americana JetZero está projetando o avião Z4
Divulgação/JetZero
O projeto de uma nova aeronave tem atraído investidores com um visual que integra a área central às asas em um único componente. A promessa é de que a mudança ajudará companhias aéreas a economizarem combustível em voos. 
Com um visual comparado ao de uma arraia, o avião Z4 está sendo desenvolvido pela americana JetZero. A empresa planeja realizar o primeiro voo de um protótipo em escala real em 2027 e iniciar o uso comercial no início da década de 2030. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Baseada na Califórnia, a JetZero anunciou em julho um acordo de US$ 3 bilhões com o governo dos Estados Unidos para financiar a construção de sua fábrica na Carolina do Norte. 
A fábrica servirá para acelerar a criação do avião que foge do padrão usado há décadas e pode representar a maior transformação no design de aeronaves desde o antigo Concorde, que deixou de operar em 2003. 
Agora no g1
O Z4 está sendo projetado para transportar cerca de 250 passageiros distribuídos em seis seções dentro da cabine e oferecer um compartimento de bagagens para cada assento. 
Em vez das janelas ao lado dos assentos, passageiros terão telas que oferecerão uma visão externa com um sistema de câmeras de alta definição. A iluminação natural virá de duas claraboias que ficarão perto das primeiras fileiras. 
A JetZero afirma que o avião poderá fazer voos de até 5.000 milhas náuticas, cerca de 9.200 km – para se ter uma ideia, a distância de voos entre São Paulo e Madri, na Espanha, é de cerca de 8.400 km. 
A fabricante diz que o estilo &quot;arraia&quot; aumentará a aerodinâmica do Z4 e fará com que a aeronave reduzirá o consumo de combustível em 30% a 50% em relação a modelos como o Boeing 787. 
Avião Z4 terá telas no lugar das janelas ao lado dos assentos
Divulgação/JetZero
Segundo o Wall Street Journal, críticos do projeto apontam que passageiros próximos às asas poderão ter mais desconforto durante curvas da aeronave e que a falta de janelas poderá aumentar a sensação de enjoo. 
Outra preocupação é a saída de passageiros, já que as portas serão posicionadas em locais diferentes do padrão, o que dificultaria a adaptação em aeroportos projetados para aviões convencionais. 
Ainda de acordo com o jornal, a JetZero espera desenvolver o Z4 mais rapidamente ao usar componentes usados em outros aviões e que, por isso, já foram aprovados pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), que regula o setor de aviação no país. 
A fabricante tem acordos com companhias aéreas como a United Airlines, que planeja comprar 200 unidades do Z4. Empresas como a Delta e a Alaska Airlines também estão apoiando o projeto. 
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Reprodução/JetZero
Z4, projeto de avião em desenvolvimento pela americana JetZero
Divulgação/JetZero ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 03:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Jeep lança o Avenger nesta quarta, mirando disputa entre SUVs compactos; veja o que se sabe</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/jeep-lanca-o-avenger-nesta-quarta-mirando-disputa-entre-suvs-compactos-veja-o-que-se-sabe</link>
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<description><![CDATA[      Jeep lança o Avenger no Brasil
Divulgação / Stellantis
A Jeep do Brasil vai lançar nesta quarta-feira (12) o Avenger. O modelo mais importante da marca chega com motor T200 híbrido leve (MHEV) de 12V em todas as versões.
O g1 acompanha o lançamento e vai trazer todas as informações durante o dia.
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A Jeep ainda não divulgou oficialmente os dados técnicos do conjunto mecânico do Avenger, mas a motorização é a mesma utilizada no Fiat Pulse Audace 1.0 Turbo Hybrid.
No Pulse, o motor 1.0 turbo de três cilindros gera 125 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, tanto com gasolina quanto com etanol.
Jeep Avenger é apresentado no Salão do Automóvel 2025
O sistema híbrido leve do Avenger também conta com um motor elétrico de 4 cv e 1 kgfm de torque, além de uma bateria de 0,132 kWh.
Ainda não foram divulgados dados oficiais de consumo do Jeep Avenger. Como referência, a ficha técnica do Fiat Pulse informa consumo de 9,3 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, os números são de 13,4 km/l e 14,4 km/l, respectivamente.
Plataforma e dimensões
A plataforma do Jeep é a CMP, também utilizada em modelos da Citroën e da Peugeot. As medidas do Jeep Avenger ainda não foram confirmadas, mas o modelo tem porte semelhante ao do Fiat Pulse.
O SUV será produzido em Porto Real (RJ) e será o primeiro veículo híbrido MHEV fabricado na unidade.
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Design e cabine
O Avenger terá as tradicionais sete fendas da Jeep iluminadas na dianteira e lanternas traseiras em formato de X.
O desenho também inclui caixas de rodas trapezoidais, para-choques descritos pela marca como robustos, barras de teto, pintura em duas cores e rodas de liga leve de 18 polegadas com acabamento diamantado.
A Jeep também destaca os ângulos de ataque e de saída e a altura em relação ao solo, mas ainda não confirmou essas medidas.
Painel do novo Jeep Avenger
Divulgação / Stellantis
Segundo a Jeep, o interior foi desenvolvido com foco em ergonomia e conforto. A marca destaca a escolha dos materiais, os acabamentos, as formas e as texturas da cabine. O interior também terá uma assinatura luminosa, com iluminação integrada ao desenho.
Segundo a marca, a cabine terá tecnologias intuitivas e uma ambientação voltada ao conforto. Entre os recursos tecnológicos anunciados para o modelo está um assistente de voz com ChatGPT embarcado, desenvolvido em parceria com a OpenAI.
A Jeep afirma que o sistema permitirá aos ocupantes interagir com recursos de inteligência artificial a bordo. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Bônus da usina de Itaipu deve dar alívio temporário para as contas de luz em agosto; entenda</title>
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<description><![CDATA[      O dinheiro do bônus da usina de Itaipu deve ajudar dar um alívio temporário nas contas de luz em agosto e reduzir o impacto da energia sobre a inflação do mês, avalia o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
???? O bônus é uma forma de devolver aos consumidores o dinheiro que sobra da operação de Itaipu. A usina é administrada conjuntamente pelo Brasil e pelo Paraguai e está entre as maiores hidrelétricas do mundo. (Veja mais detalhes)
O valor do bônus varia de acordo com o consumo de cada unidade e será aplicado diretamente na fatura. Não é necessário fazer cadastro ou solicitar o benefício.
Os dados da inflação divulgados nesta terça-feira (11), referentes a julho, mostram que o grupo de despesas com habitação, o que inclui a energia elétrica, teve a maior alta entre grupos de produtos e serviços pesquisados pelo instituto, de 0,99%. 
O resultado foi puxado principalmente pelo aumento da conta de energia elétrica.
???? A energia elétrica residencial subiu 3,09% em julho, após alta de 1,53% em junho, e respondeu sozinha por 0,13 ponto percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.
???? Nos sete primeiros meses do ano, os consumidores enfrentaram quatro meses de bandeira tarifária verde, em que não há custos adicionais, e três meses de bandeira amarela, que acrescenta R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Lucro de Itaipu deve dar alívio temporário para as contas de luz em agosto
TV Verdes Mares/Reprodução
Fernando Gonçalves, gerente do IBGE, explica que a cobrança adicional das bandeiras tarifárias já representa um diferencial na conta do consumidor final. A esse efeito se somam os reajustes concedidos pelas concessionárias 
De acordo com ele, desde abril diferentes distribuidoras passaram por reajustes, parte deles já incorporada ao cálculo da inflação. Em julho, um dos destaques foi Curitiba, por causa do reajuste aplicado na cidade.
“De abril para cá, as concessionárias concederam reajustes e, boa parte delas, já foi apropriada&quot; explicou Gonçalves ao g1. 
&quot;Neste mês agora [julho], só destacamos Curitiba por conta do reajuste que houve lá&quot;, complementou, destacando que foi o maior até o momento. 
O diretor do IBGE disse que o comportamento observado em anos anteriores ajuda a explicar o efeito esperado do bônus de Itaipu sobre a inflação.
Isso porque, com a apropriação do bônus de Itaipu, percebe-se uma queda na inflação desse setor. No mês seguinte, porém, há uma alta, porque o bônus incide apenas naquele período. 
Bônus de Itaipu
Aprovado em junho pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o bônus de Itaipu é de R$ 872,1 milhões e constará nas contas de energia emitidas entre 1º e 31 de agosto. 
Para ter direito ao benefício, é preciso ter registrado consumo inferior a 350 kWh em pelo menos um mês de 2025.
O crédito será referente aos meses em que o consumo ficou abaixo desse limite. O benefício contempla consumidores das classes residencial e rural.
A parcela brasileira da energia gerada pela usina é comercializada no mercado. Os excedentes financeiros dessa operação são destinados aos consumidores na forma do bônus, conforme previsto na legislação. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Uma aposta acerta as seis dezenas e leva o prêmio do concurso 3043 da Mega&#45;Sena; confira os números</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.043 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (11), em São Paulo. Uma aposta simples de Alvorada d&#039;Oeste, em Rondônia, acertou as seis dezenas e levou o prêmio de R$ 3 milhões para casa.
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Veja os números sorteados: 10 - 11 - 16 - 37 - 42 - 53
1 aposta ganhadora: R$ 3.077.413,08
5 acertos: 48 apostas ganhadoras, R$ 20.836,65
4 acertos: 3.746 apostas ganhadoras, R$ 440,09
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
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A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Resultado do concurso 3043 da Mega-Sena.
Reprodução/Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Desemprego entre jovens sobe no mundo e já atinge 67 milhões; IA pode agravar cenário, diz OIT</title>
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<description><![CDATA[      Taxa de desemprego fica em 5,4%, em junho
O desemprego entre os jovens aumentou no mundo em 2025, em meio ao crescimento econômico mais fraco, às tensões geopolíticas e à criação lenta de empregos. 
O cenário tem dificultado a entrada de jovens no mercado de trabalho e pode se agravar com os avanços da inteligência artificial (IA), alertou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (12), reportou a Reuters.
A taxa global de desemprego entre pessoas de 15 a 24 anos subiu para 12,4% no ano passado, ante 12,3% em 2023. O percentual equivale a 67 milhões de jovens desempregados em todo o mundo, segundo um novo relatório da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável por questões trabalhistas.
Segundo o documento, o aumento interrompeu a melhora observada após a pandemia de Covid-19 e refletiu uma piora tanto na quantidade quanto na qualidade das vagas disponíveis para os jovens.
O evento vai reunir cerca de 1,5 mil vagas de emprego
Reprodução
A OIT também apontou que a parcela de jovens que não trabalham, não estudam e não estão em cursos de formação profissional aumentou ligeiramente, chegando a 20%. Isso representa mais de 257 milhões de pessoas.
&quot;O cenário está piorando praticamente em todo lugar&quot;, afirmou o relatório.
A taxa de desemprego entre jovens aumentou entre 2023 e 2025 em oito das 11 sub-regiões analisadas pela OIT. O avanço foi registrado tanto em países ricos quanto em economias de renda média e baixa, escreveu a Reuters.
Países árabes e norte da África são os mais afetados
O maior índice de desemprego entre jovens foi registrado nos Estados Árabes, com 26,2%, seguido pelo norte da África, com 22,6%.
Algumas das maiores deteriorações, porém, ocorreram em economias mais ricas. Na América do Norte, a taxa de desemprego entre jovens subiu de 8,3% em 2023 para 9,8% em 2025. No norte, sul e oeste da Europa, o índice ficou em 15%.
A OIT chamou atenção para a redução das vagas que exigem um nível intermediário de qualificação, como funções de escritório e administrativas, vendas e empregos na indústria. Esses trabalhos tradicionalmente funcionam como uma porta de entrada no mercado de trabalho para jovens que acabaram de concluir o ensino médio ou a universidade.
A redução dessas oportunidades significa que há mais jovens disputando um número menor de vagas, aumentando o tempo de espera para conseguir emprego e o desemprego entre aqueles com formação de nível médio, segundo o relatório.
Inteligência artificial pode aumentar pressão sobre empregos
Essa tendência pode se intensificar à medida que a inteligência artificial transforme o ambiente de trabalho, trouxe a Reuters. 
A OIT estima que 6,1% dos empregos ocupados atualmente por pessoas de 15 a 29 anos estão em áreas particularmente expostas às mudanças provocadas pela IA. Isso significa que são funções nas quais ferramentas de inteligência artificial podem substituir parte das tarefas realizadas hoje por trabalhadores ou mudar significativamente a forma como o trabalho é feito.
Eleições 2026: fake news e inteligência artificial desafiam Justiça Eleitoral
Se apenas 10% desses empregos fossem completamente eliminados, cerca de 5,6 milhões de jovens trabalhadores poderiam enfrentar desemprego, ter de mudar de carreira ou deixar o mercado de trabalho. A maior parte desse impacto ocorreria em países de alta renda.
A OIT ressaltou que ainda há incerteza sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho no longo prazo, mas afirmou que os riscos não devem ser subestimados.
Ao mesmo tempo, o número de vagas em áreas que exigem maior qualificação, como ciência, engenharia, saúde e tecnologia da informação, continua crescendo na maioria dos países.
Nos países em desenvolvimento, porém, muitos jovens não têm condições financeiras de permanecer desempregados por muito tempo e acabam aceitando trabalhos mais instáveis e sem garantias.
Quase nove em cada dez jovens trabalhadores em países de baixa e média-baixa renda estão em empregos informais, segundo a OIT. São trabalhos que, em geral, oferecem menos proteção trabalhista e acesso mais limitado a benefícios e mecanismos de proteção social. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Justiça autoriza recuperação extrajudicial da Alliança Saúde, que tem dívida de R$ 1,1 bilhão</title>
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<description><![CDATA[      Recuperação extrajudicial: empresa garante operação normal e sem demissões
A Alliança Saúde informou nesta terça-feira (11) que a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo autorizou o início do processo de recuperação extrajudicial da companhia e das demais empresas envolvidas. O valor da dívida ultrapassa o R$ 1 bilhão.
A decisão foi publicada na segunda-feira (10), dentro do processo que analisa o pedido de aprovação do plano de recuperação financeira apresentado pelo grupo.
O processo tramita sob o nº 4144507-69.2026.8.26.0100. Ao analisar o pedido, a Justiça entendeu que os requisitos previstos em lei foram cumpridos e permitiu que todas as empresas envolvidas sejam tratadas conjuntamente no processo.
Grupo Alliança, dono de marcas como o laboratório CDB, entrou com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar dívidas de cerca de R$ 1,1 bilhão
Divulgação
A decisão também considerou a forte integração entre as empresas nas áreas operacional, administrativa, financeira e patrimonial. Isso permite que a situação do grupo seja analisada de forma conjunta, levando em conta a relação entre as companhias.
A Justiça determinou ainda a suspensão das cobranças judiciais e de outros processos relacionados às dívidas incluídas no plano, além de pedidos de falência que estejam relacionados a esses débitos.
O que acontece agora?
O próximo passo será a publicação de um edital para avisar os credores - pessoas ou empresas que têm valores a receber da Alliança - sobre o processo. Depois disso, eles terão 30 dias para apresentar eventuais contestações ao plano, conforme determina a Lei de Recuperação e Falências.
&quot;A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados acerca dos desdobramentos relevantes do processo&quot;, afirmou a Alliança no fato relevante.
Alliança Saúde quer renegociar R$ 1,1 bilhão
Na última quarta-feira (5), a Alliança Saúde deu entrada na Justiça o pedido de recuperação extrajudicial com o intuito de renegociar cerca de R$ 1,1 bilhão em dívidas.
De acordo com a Alliança, o plano já conta com a adesão de mais de 83 credores, entre instituições financeiras, fornecedores, prestadores de serviços e proprietários de imóveis e equipamentos.
Juntos, eles representam cerca de 54% das dívidas incluídas na recuperação. A companhia informou que as negociações com outros credores continuam e que espera obter novas adesões.
Como funciona o plano
Segundo a Alliança, o plano proposto oferece diferentes alternativas para os credores receberem os valores devidos. São elas:
Troca da dívida por ações: o credor pode converter o valor que tem a receber em ações da Alliança Saúde e se tornar acionista da empresa;
Pagamento parcelado: outra opção prevê o pagamento de 30% da dívida em 11 parcelas anuais, após um período de carência de um ano. Os 70% restantes seriam perdoados;
Dívidas menores: credores com valores de até R$ 15 mil poderão receber o valor em parcela única, em até 180 dias após a aprovação do plano. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Senado aprova linha de crédito para indústria de fertilizantes, mas sem estipular valores</title>
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<description><![CDATA[      O Senado aprovou nesta terça-feira (11) um projeto que cria um programa, com oferta de financiamentos, para fomentar a indústria de fertilizantes em meio à guerra no Oriente Médio. O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula Silva (PT).
Fertilizantes
Foto de Kashif Shah
A relatora no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), alterou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados em maio. Ela retirou a previsão de reserva do valor de R$ 10 bilhões em subsídios para o setor, entre 2027 e 2031. Desta forma, ficará a critério do governo federal definir futuramente quanto será dado de crédito.
A senadora, líder do PP no Senado, justificou a exclusão do trecho afirmando que ainda não é possível aferir o tamanho da renúncia fiscal que o governo terá de fazer nos próximos anos.
Por isso, na versão da proposta que vai para sanção, o montante destinado ao novo programa não foi definido, pois terá de observar, a cada ano, &quot;a disponibilidade orçamentária e financeira&quot;.
Agora no g1
Linhas do BNDES e bancos habilitados
Pelo texto, os valores serão repassados pelo Ministério da Fazenda ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai ofertar as linhas de crédito para os produtores de fertilizantes, assim como bancos habilitados por ele.
Quem será beneficiado por esta política será o produtor, no Brasil, de fertilizante ou de suas matérias-primas. Essas podem ser:
de origem sintética, por meio de processos químicos. Exemplos: amônia e ureia;
a partir de minérios, de rochas. Exemplos: calcário, potássio, gesso agrícola;
de origem orgânica. Exemplos: esterco animal, farinha de ossos (fonte de fósforo e cálcio).
Em seu parecer, Tereza Cristina, que foi ministra da Agricultura no governo Jair Bolsonaro, explica que o Brasil, &quot;consolidou-se como uma das maiores potências agropecuárias do mundo, mas permanece altamente dependente da importação de fertilizantes, sobretudo dos macronutrientes essenciais à produção agrícola, como nitrogênio, fósforo e potássio&quot;.
Arroz, café, trigo e mais: como a crise dos fertilizantes — em ano de El Niño — pode pressionar preços
&quot;Essa dependência torna o agronegócio brasileiro particularmente sensível às oscilações dos mercados internacionais, às interrupções das cadeias globais de suprimento e às tensões geopolíticas que afetam a produção e a logística desses insumos&quot;, concluiu. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Não é intromissão&amp;apos;: presidente da ApexBrasil elogia entrada da China em debate sobre tarifaço na OMC</title>
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<description><![CDATA[      Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil.
Divulgação/ApexBrasil
O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, classificou como “muito boa” e legítima a decisão da China de participar das discussões na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Para ele, a entrada chinesa no processo não representa uma “intromissão”, mas reforça a importância do sistema multilateral e da discussão envolvendo o Brasil.
“Não é uma intromissão da China, é uma participação normal e legítima, como tem na OMC”, afirmou Müller em entrevista ao g1. Segundo ele, a participação de outros países em uma disputa inicialmente bilateral amplia a relevância do caso e mostra que o tema ultrapassa os interesses de Brasil e EUA.
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“Quando outros países se interessam para participar, mostra a importância que tem”, disse. Para o presidente da ApexBrasil, a OMC é justamente o espaço adequado para que questões relacionadas ao comércio internacional sejam discutidas e, principalmente, resolvidas.
Müller lembrou que Brasil e EUA defendem há décadas o uso da OMC para tratar de conflitos comerciais. “Levar esse assunto para a OMC é um gesto importante, porque a OMC é onde esses temas deveriam ser discutidos e mais do que discutidos, deveriam ser resolvidos”, afirmou.
Agora no g1
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, a participação chinesa também evidencia a relevância do Brasil no comércio internacional. “O fato da China ter entrado no processo, nós achamos que é muito bom, porque isso mostra o interesse da China”, disse.
Para ele, o envolvimento de outros países demonstra que o Brasil “está longe de ser um país irrelevante”.
O novo &#039;plano socorro&#039; da Apex
A avaliação ocorre em meio ao esforço do governo brasileiro para diversificar os destinos das exportações e reduzir a dependência de mercados específicos. Müller afirmou que o Brasil não deve substituir uma dependência por outra e que a estratégia da ApexBrasil busca ampliar as vendas para diferentes regiões.
“Nós não podemos e não queremos mais depender de ninguém, porque a gente não precisa depender de ninguém”, afirmou. Segundo ele, o Brasil tem buscado ampliar sua presença na Europa, na Índia, no Canadá, no México, na África e em países asiáticos, como Malásia, Indonésia, Vietnã e Singapura.
Para Müller, o crescimento das exportações brasileiras para determinados países também acompanha o avanço dessas economias. Ele citou a Índia como exemplo: há cerca de dez anos, o país ocupava a 40ª posição entre os destinos das exportações brasileiras; atualmente, segundo ele, já é o quarto mercado mais importante e um dos que mais cresceram.
“É natural que a nossa exportação cresça para os países que estão crescendo mais”, afirmou. Por isso, segundo Müller, o plano de diversificação lançado pela ApexBrasil é uma resposta ao tarifaço americano, mas também faz parte de uma estratégia mais ampla de expansão comercial.
“Está muito claro para todos nós que nós não queremos e não vamos trocar uma dependência por outra”, disse.
Sobre o plano de R$ 210 milhões apresentado pela ApexBrasil, Müller afirmou que a agência não pretende concentrar os recursos em poucos setores ou países. A estratégia, segundo ele, foi desenhada para atender às 5.300 empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço, que exportam cerca de 2 mil produtos atingidos pelas tarifas.
“Não estamos apostando em setores, nós não estamos apostando em prioridades. Nós estamos apostando nas 5.300 empresas que estão sofrendo com o tarifaço”, afirmou.
Müller disse ainda que a ApexBrasil trabalha com pelo menos 30 países e 29 setores, justamente porque o objetivo é contemplar o conjunto das empresas atingidas. 
“É um plano para todos, para todas as empresas brasileiras impactadas”, afirmou. Segundo ele, a capacidade de atender todo esse grupo é algo inédito para a agência.
China e OMC, o que aconteceu? 
No dia 30 de julho, o Brasil enviou à OMC um pedido de consulta sobre as novas tarifas impostas pelos EUA, contestando as aplicações. São elas:
uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas;
outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e violam os compromissos assumidos pelos Estados Unidos junto à própria entidade internacional.
Em seguida, na segunda-feira (10), o governo dos EUA respondeu ao pedido e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem estar &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representa ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Não, intromissão:, presidente, ApexBrasil, elogia, entrada, China, debate, sobre, tarifaço, OMC</media:keywords>
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<title>&amp;apos;Taxa das blusinhas&amp;apos;: Congresso vai instalar comissão para analisar MP na quarta&#45;feira</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/taxa-das-blusinhas-congresso-vai-instalar-comissao-para-analisar-mp-na-quarta-feira</link>
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<description><![CDATA[      &#039;Taxa das blusinhas&#039; pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada
O Congresso Nacional convocou para quarta-feira (12) a sessão para instalar a comissão mista para analisar a medida provisória (MP) que acaba com o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada &quot;taxa das blusinhas&quot;. 
Editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 de maio, a MP perderá a validade caso não seja aprovada até 24 de setembro. Caso isso aconteça, a tributação de 20% será retomada. 
O agendamento da instalação da comissão mista é vista como um gesto do presidente do Senado Federal e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), ao governo federal. 
Os dois retomaram o diálogo na última semana após o rompimento causado pela rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF), movimento articulado por Alcolumbre. 
A MP repassou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
Nesta terça-feira (11), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que ainda conversaria com Alcolumbre e com o governo Lula para saber como será a análise da MP. 
&quot;A Comissão Mista terá a presidência da Câmara e relatoria do Senado. É um dos temas que iremos tratar na reunião de líderes. A MP vence em meados do mês de setembro, então para que a taxação não volte, é necessário que o Congresso se debruce sobre o tema nas próximas semanas&quot;, disse Motta.
Loja de roupas em Goiás
Divulgação/CDL
&#039;Taxa das blusinhas&#039;
A chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; enfrentava resistência de grande parte dos consumidores brasileiros, que criticavam o encarecimento de produtos populares e de baixo valor e a consequente redução da atratividade das plataformas internacionais de comércio eletrônico.
Os críticos da cobrança também apontavam uma diferença de tratamento em relação às compras feitas no exterior. 
Turistas que retornam ao Brasil de viagens internacionais podem trazer produtos sem pagar imposto, desde que respeitado o limite da cota de isenção.
Por outro lado, varejistas brasileiros argumentam que a isenção para compras internacionais de baixo valor favorece produtos importados e cria uma concorrência desigual com o comércio nacional. 
O setor defende a chamada &quot;isonomia tributária&quot;, com uma tributação mais equilibrada entre produtos nacionais e importados, sob o argumento de proteger empresas e empregos no país.
A discussão também ganhou espaço no debate político. A decisão de estabelecer uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 foi alvo de críticas da oposição, que classificou a medida como mais um &quot;aumento de imposto&quot; e acusou o governo de promover uma &quot;sanha arrecadatória&quot;.
A aprovação da cobrança no Congresso exigiu intensa articulação do governo e de representantes do varejo brasileiro.
Já a decisão do governo de editar, em maio, uma medida provisória para revogar a &quot;taxa das blusinhas&quot; foi interpretada por integrantes do Centrão e da oposição como uma iniciativa de caráter eleitoral. 
A medida transferiu para o Congresso a decisão de manter ou derrubar uma mudança com forte apelo popular, já que a MP precisa ser aprovada por deputados e senadores para se tornar lei em definitivo. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Não é intromissão&amp;apos;: presidente da ApexBrasil elogia entrada da China em discussão sobre tarifaço na OMC</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/nao-e-intromissao-presidente-da-apexbrasil-elogia-entrada-da-china-em-discussao-sobre-tarifaco-na-omc</link>
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<description><![CDATA[      Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil.
Divulgação/ApexBrasil
O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, classificou como “muito boa” e legítima a decisão da China de participar das discussões na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Para ele, a entrada chinesa no processo não representa uma “intromissão”, mas reforça a importância do sistema multilateral e da discussão envolvendo o Brasil.
“Não é uma intromissão da China, é uma participação normal e legítima, como tem na OMC”, afirmou Müller em entrevista ao g1. Segundo ele, a participação de outros países em uma disputa inicialmente bilateral amplia a relevância do caso e mostra que o tema ultrapassa os interesses de Brasil e EUA.
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“Quando outros países se interessam para participar, mostra a importância que tem”, disse. Para o presidente da ApexBrasil, a OMC é justamente o espaço adequado para que questões relacionadas ao comércio internacional sejam discutidas e, principalmente, resolvidas.
Müller lembrou que Brasil e EUA defendem há décadas o uso da OMC para tratar de conflitos comerciais. “Levar esse assunto para a OMC é um gesto importante, porque a OMC é onde esses temas deveriam ser discutidos e mais do que discutidos, deveriam ser resolvidos”, afirmou.
Agora no g1
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, a participação chinesa também evidencia a relevância do Brasil no comércio internacional. “O fato da China ter entrado no processo, nós achamos que é muito bom, porque isso mostra o interesse da China”, disse.
Para ele, o envolvimento de outros países demonstra que o Brasil “está longe de ser um país irrelevante”.
O novo &#039;plano socorro&#039; da Apex
A avaliação ocorre em meio ao esforço do governo brasileiro para diversificar os destinos das exportações e reduzir a dependência de mercados específicos. Müller afirmou que o Brasil não deve substituir uma dependência por outra e que a estratégia da ApexBrasil busca ampliar as vendas para diferentes regiões.
“Nós não podemos e não queremos mais depender de ninguém, porque a gente não precisa depender de ninguém”, afirmou. Segundo ele, o Brasil tem buscado ampliar sua presença na Europa, na Índia, no Canadá, no México, na África e em países asiáticos, como Malásia, Indonésia, Vietnã e Singapura.
Para Müller, o crescimento das exportações brasileiras para determinados países também acompanha o avanço dessas economias. Ele citou a Índia como exemplo: há cerca de dez anos, o país ocupava a 40ª posição entre os destinos das exportações brasileiras; atualmente, segundo ele, já é o quarto mercado mais importante e um dos que mais cresceram.
“É natural que a nossa exportação cresça para os países que estão crescendo mais”, afirmou. Por isso, segundo Müller, o plano de diversificação lançado pela ApexBrasil é uma resposta ao tarifaço americano, mas também faz parte de uma estratégia mais ampla de expansão comercial.
“Está muito claro para todos nós que nós não queremos e não vamos trocar uma dependência por outra”, disse.
Sobre o plano de R$ 210 milhões apresentado pela ApexBrasil, Müller afirmou que a agência não pretende concentrar os recursos em poucos setores ou países. A estratégia, segundo ele, foi desenhada para atender às 5.300 empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço, que exportam cerca de 2 mil produtos atingidos pelas tarifas.
“Não estamos apostando em setores, nós não estamos apostando em prioridades. Nós estamos apostando nas 5.300 empresas que estão sofrendo com o tarifaço”, afirmou.
Müller disse ainda que a ApexBrasil trabalha com pelo menos 30 países e 29 setores, justamente porque o objetivo é contemplar o conjunto das empresas atingidas. 
“É um plano para todos, para todas as empresas brasileiras impactadas”, afirmou. Segundo ele, a capacidade de atender todo esse grupo é algo inédito para a agência.
China e OMC, o que aconteceu? 
No dia 30 de julho, o Brasil enviou à OMC um pedido de consulta sobre as novas tarifas impostas pelos EUA, contestando as aplicações. São elas:
uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas;
outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e violam os compromissos assumidos pelos Estados Unidos junto à própria entidade internacional.
Em seguida, na segunda-feira (10), o governo dos EUA respondeu ao pedido e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem estar &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representa ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 17:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Não, intromissão:, presidente, ApexBrasil, elogia, entrada, China, discussão, sobre, tarifaço, OMC</media:keywords>
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<item>
<title>Claude, rival do ChatGPT, vai revelar quem criou texto com IA; veja como vai funcionar</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/claude-rival-do-chatgpt-vai-revelar-quem-criou-texto-com-ia-veja-como-vai-funcionar</link>
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<description><![CDATA[      Claude, da Anthropic, está entre os assistentes de IA mais populares do mundo, rivalizando com ChatGPT e Gemini
Ryan Donegan/Flickr
O Claude, assistente rival do ChatGPT, vai revelar que textos e imagens foram feitos com seus modelos  de inteligência artificial. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (11) pela Anthropic, desenvolvedora da ferramenta.
A empresa afirmou que fez a atualização para se adequar ao AI Act, lei da União Europeia que obriga empresas de tecnologia a criarem uma espécie de marca d&#039;água sobre conteúdos gerados por inteligência artificial.
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Modelos do Claude lançados a partir de 2 de agosto já terão a marca d&#039;água. Versões antigas também vão identificar textos e imagens gerados por IA, mas precisarão ser atualizados pela empresa, o que exigirá um período de transição.
E, apesar de a exigência ser restrita à União Europeia, a identificação será aplicada em todo o mundo.
Agora no g1
Segundo a Anthropic, a identificação será imperceptível para quem ler os textos gerados por sua IA e não vai mudar o sentido ou a qualidade do conteúdo.
&quot;Como a marca d&#039;água faz parte do texto, ela o acompanhará quando for copiado e colado em outro lugar e poderá persistir mesmo após algumas edições&quot;, disse a emrpesa.
No caso de imagens, o Claude vai informar como elas foram criadas por meio dos metadados que seguem o padrão de mercado.
???? Metadados são informações presentes nos arquivos que ajudam a descrever como eles foram criados. Os registros incluem detalhes como data e horário de criação.
A Anthropic afirmou ainda que está trabalhando para oferecer ferramentas para usuários detectarem as marcas d&#039;água incorporadas aos textos e às imagens geradas pelo Claude. A empresa prometeu divulgar os mecanismos de identificação no futuro. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Claude, rival, ChatGPT, vai, revelar, quem, criou, texto, com, IA, veja, como, vai, funcionar</media:keywords>
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<item>
<title>Tarifaço: ApexBrasil anuncia &amp;apos;socorro&amp;apos; de R$ 210 milhões para empresas buscarem novos mercados</title>
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<description><![CDATA[      Time da ApexBrasil anunciado o &#039;plano socorro&#039; para as exportadoras brasileiras.
Isabela Ortiz/g1
A ApexBrasil anunciou nesta terça-feira (11) um plano de apoio às empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A agência vai destinar R$ 210 milhões para ajudar empresas de 35 setores a buscar novos mercados para reduzir a dependência dos EUA. Os recursos poderão custear despesas com consultorias especializadas, bolsas de exportação, participação em feiras internacionais e reuniões de negócios.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O programa terá duração de 12 meses e pretende atender 5,3 mil das 5,6 mil empresas atingidas pelas novas tarifas anunciadas pelos EUA. Como não se trata de um empréstimo, não haverá cobrança de juros ou taxas sobre os recursos.
As inscrições começam nesta quarta-feira (12), pelo site da ApexBrasil. No cadastro, a empresa deverá informar dados sobre suas exportações e o objetivo do apoio. A análise será individual, e cada caso receberá um auxílio específico.
Os principais objetivos são:
Apoio a setores e às empresas exportadoras impactadas pelas tarifas;
Diversificação de mercados para exportação;
Manutenção da promoção comercial no mercado americano;
Isenção de taxa de participação em ações diretas para empresas impactadas.
Agora no g1
Segundo Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil, o objetivo não é recuperar os R$ 210 milhões, mas preparar as empresas brasileiras para exportar. Canadá, México, Alemanha, Turquia, África do Sul, Nigéria, Etiópia, Indonésia, Singapura, Índia e China estão entre os mercados apontados pela entidade como possíveis destinos para diversificar as exportações.
Em exclusividade ao g1, o presidente afirmou que abrirá, em 2 de setembro, um escritório em Adis Adeba, na Etiópia, como parte da estratégia de ampliar a atuação brasileira na África e na Ásia. Segundo Müller, o escritório terá como objetivo trabalhar comercialmente esses mercados.
Ao falar sobre a estratégia para a Ásia, Müller citou o interior da China, diferenciando-o da região litorânea, mas afirmou que o foco principal está nos países da ASEAN, bloco que reúne Malásia, Indonésia, Vietnã e Singapura.
Segundo a Apex, 72% das 2,4 mil empresas atendidas e que exportam para os EUA já vendem para pelo menos um mercado adicional. 
Novo tarifaço
Os Estados Unidos anunciaram duas novas tarifas aos produtos brasileiros.
Uma delas é a tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros após uma investigação que apontou supostas práticas comerciais desleais.
A outra é a sobretaxa de 12,5% aplicada a mais de 60 parceiros comerciais dos americanos, relacionada ao comércio de produtos que utilizam trabalho forçado. 
Quando as duas incidem sobre o mesmo produto, a sobretaxa chega a 37,5%.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 23,1% das exportações brasileiras aos EUA estão sujeitas a essas novas sobretaxas. Outros 24,2% são alcançados por tarifas setoriais previstas na Seção 232.
Com as listas de exceções determinadas pelos EUA, pouco mais da metade das exportações brasileiras aos Estados Unidos — 52,7%, considerando os dados de 2024 usados pelo MDIC — não está sujeita às novas sobretaxas das Seções 301 nem às tarifas setoriais da Seção 232. 
Entre os produtos nessa categoria estão café, carnes, aeronaves, suco de laranja, frutas, vários produtos químicos e a maior parte das exportações de celulose. Isso ajuda a explicar por que a estratégia da ApexBrasil não é substituir o mercado americano, mas reduzir a dependência dele.
As tarifas chegam em um momento de perda de participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou US$ 17,4 bilhões para o mercado americano, uma queda de 13% em relação ao mesmo período de 2025. 
Com isso, a fatia dos EUA nas vendas externas brasileiras caiu de 12,1% para 9,4%. Em 2025, as exportações brasileiras para os americanos já haviam recuado para US$ 37,7 bilhões, depois do recorde de US$ 40,4 bilhões registrado em 2024.
Enquanto as vendas aos Estados Unidos perderam espaço, a China manteve posição muito mais relevante como destino das exportações brasileiras. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Tarifaço:, ApexBrasil, anuncia, socorro, 210, milhões, para, empresas, buscarem, novos, mercados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Tarifaço de Trump: ApexBrasil anuncia &amp;apos;socorro&amp;apos; de R$ 210 milhões para empresas buscarem novos mercados</title>
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<description><![CDATA[      Time da ApexBrasil anunciado o &#039;plano socorro&#039; para as exportadoras brasileiras.
Isabela Ortiz/g1
A ApexBrasil anunciou nesta terça-feira (11) um plano de apoio às empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A agência vai destinar R$ 210 milhões para ajudar empresas de 35 setores a buscar novos mercados para reduzir a dependência dos EUA. Os recursos poderão custear despesas com consultorias especializadas, bolsas de exportação, participação em feiras internacionais e reuniões de negócios.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O programa terá duração de 12 meses e pretende atender 5,3 mil das 5,6 mil empresas atingidas pelas novas tarifas anunciadas pelos EUA. Como não se trata de um empréstimo, não haverá cobrança de juros ou taxas sobre os recursos.
As inscrições começam nesta quarta-feira (12), pelo site da ApexBrasil. No cadastro, a empresa deverá informar dados sobre suas exportações e o objetivo do apoio. A análise será individual, e cada caso receberá um auxílio específico.
Os principais objetivos são:
Apoio a setores e às empresas exportadoras impactadas pelas tarifas;
Diversificação de mercados para exportação;
Manutenção da promoção comercial no mercado americano;
Isenção de taxa de participação em ações diretas para empresas impactadas.
Segundo Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil, o objetivo não é recuperar os R$ 210 milhões, mas preparar as empresas brasileiras para exportar. Canadá, México, Alemanha, Turquia, África do Sul, Nigéria, Etiópia, Indonésia, Singapura, Índia e China estão entre os mercados apontados pela entidade como possíveis destinos para diversificar as exportações.
Segundo a Apex, 72% das 2,4 mil empresas atendidas e que exportam para os EUA já vendem para pelo menos um mercado adicional. 
Novo tarifaço
Os Estados Unidos anunciaram duas novas tarifas aos produtos brasileiros.
Uma delas é a tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros após uma investigação que apontou supostas práticas comerciais desleais.
A outra é a sobretaxa de 12,5% aplicada a mais de 60 parceiros comerciais dos americanos, relacionada ao comércio de produtos que utilizam trabalho forçado. 
Quando as duas incidem sobre o mesmo produto, a sobretaxa chega a 37,5%.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 23,1% das exportações brasileiras aos EUA estão sujeitas a essas novas sobretaxas. Outros 24,2% são alcançados por tarifas setoriais previstas na Seção 232.
Com as listas de exceções determinadas pelos EUA, pouco mais da metade das exportações brasileiras aos Estados Unidos — 52,7%, considerando os dados de 2024 usados pelo MDIC — não está sujeita às novas sobretaxas das Seções 301 nem às tarifas setoriais da Seção 232. 
Entre os produtos nessa categoria estão café, carnes, aeronaves, suco de laranja, frutas, vários produtos químicos e a maior parte das exportações de celulose. Isso ajuda a explicar por que a estratégia da ApexBrasil não é substituir o mercado americano, mas reduzir a dependência dele.
As tarifas chegam em um momento de perda de participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou US$ 17,4 bilhões para o mercado americano, uma queda de 13% em relação ao mesmo período de 2025. 
Com isso, a fatia dos EUA nas vendas externas brasileiras caiu de 12,1% para 9,4%. Em 2025, as exportações brasileiras para os americanos já haviam recuado para US$ 37,7 bilhões, depois do recorde de US$ 40,4 bilhões registrado em 2024.
Enquanto as vendas aos Estados Unidos perderam espaço, a China manteve posição muito mais relevante como destino das exportações brasileiras. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Tarifaço, Trump:, ApexBrasil, anuncia, socorro, 210, milhões, para, empresas, buscarem, novos, mercados</media:keywords>
</item>

<item>
<title>Produção de petróleo no Oriente Médio deve seguir parcialmente paralisada até 2027, diz agência dos EUA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/producao-de-petroleo-no-oriente-medio-deve-seguir-parcialmente-paralisada-ate-2027-diz-agencia-dos-eua</link>
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<description><![CDATA[      Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro.
Pilar Olivares / Reuters
A produção de petróleo no Oriente Médio deve permanecer parcialmente interrompida até o fim de 2027, informou um relatório divulgado nesta terça-feira (11) pela Administração de Informação Energética (EIA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos.
Segundo a agência, cerca de 600 mil barris diários de produção na região devem permanecer fora de operação até 2027, já que alguns produtores enfrentam dificuldades para retomar os níveis observados antes do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.
A EIA afirma que a interrupção deve persistir mesmo que os fluxos comerciais sejam restabelecidos no próximo ano.
Em julho, o volume de produção interrompida na região atingiu, em média, 5,5 milhões de barris por dia, segundo estimativas da agência.
Agora no g1
Entenda o caso
As cotações do petróleo vivem um período de volatilidade desde o início do conflito no Oriente Médio, no final de fevereiro, em meio a declarações polêmicas do presidente americano, Donald Trump, impasses nas negociações para um acordo de paz entre EUA e Irã e o consequentemente fechamento do Estreito de Ormuz. 
O principal impacto desse cenário tem sido na oferta global de petróleo e nos custos globais de energia, que também já começam a se refletir na inflação.
Localizado entre Omã e o Irã, o Estreito de Ormuz é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.
Com o agravamento do conflito nos últimos meses, diversos países da região interromperam, por precaução, a produção de petróleo e gás. A interrupção também diminuiu os estoques globais da commodity, impulsionando os preços de energia pelo mundo. 
Entenda o que é o Estreito de Ormuz
O aumento nos preços do petróleo e de energia em alguns países fizeram com que os bancos centrais de diversos países pelo mundo já levantassem preocupações com a inflação global, alertando um potencial aumento de juros.
???? Juros mais altos costumam estar associados a um menor acesso ao crédito e a uma desaceleração da economia. Com empréstimos mais caros, famílias tendem a reduzir o consumo e empresas ficam mais cautelosas para investir e expandir os negócios. Esse movimento ajuda a conter a inflação, mas também pode limitar o crescimento econômico.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Produção, petróleo, Oriente, Médio, deve, seguir, parcialmente, paralisada, até, 2027, diz, agência, dos, EUA</media:keywords>
</item>

<item>
<title>“É muito boa”, diz presidente da ApexBrasil sobre participação da China na disputa do tarifaço na OMC</title>
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“Não é uma intromissão da China, é uma participação normal e legítima, como tem na OMC”, afirmou Müller ao g1. Segundo ele, a participação de outros países em uma disputa inicialmente bilateral amplia a relevância do caso e mostra que o tema ultrapassa os interesses de Brasil e Estados Unidos.
“Quando outros países se interessam para participar, mostra a importância que tem”, disse. Para o presidente da ApexBrasil, a OMC é justamente o espaço adequado para que questões relacionadas ao comércio internacional sejam discutidas e, principalmente, resolvidas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Müller lembrou que Brasil e Estados Unidos defendem há décadas a utilização da OMC para tratar de conflitos comerciais. “Levar esse assunto para a OMC é um gesto importante, porque a OMC é onde esses temas deveriam ser discutidos e mais do que discutidos, deveriam ser resolvidos”, afirmou.
Na avaliação do presidente da ApexBrasil, a participação chinesa também evidencia a relevância do Brasil no comércio internacional. “O fato da China ter entrado no processo, nós achamos que é muito bom, porque isso mostra o interesse da China”, disse. Para ele, o envolvimento de outros países reforça o caráter multilateral da organização e demonstra que o Brasil “está longe de ser um país irrelevante”.
O novo &#039;plano socorro&#039; da Apex
A avaliação ocorre em meio ao esforço do governo brasileiro para diversificar os destinos das exportações e reduzir a dependência de mercados específicos. Müller afirmou que o Brasil não deve substituir uma dependência por outra e que a estratégia da ApexBrasil busca ampliar as vendas para diferentes regiões.
“Nós não podemos e não queremos mais depender de ninguém, porque a gente não precisa depender de ninguém”, afirmou. Segundo ele, o Brasil tem buscado ampliar sua presença na Europa, Índia, Canadá, México, África e países asiáticos, incluindo Malásia, Indonésia, Vietnã e Singapura.
Para Müller, o crescimento das exportações brasileiras para determinados países também acompanha o avanço dessas economias. Ele citou a Índia como exemplo: há cerca de dez anos, o país ocupava a 40ª posição entre os destinos das exportações brasileiras; atualmente, segundo ele, já é o quarto mercado mais importante e um dos que mais cresceram.
“É natural que a nossa exportação cresça para os países que estão crescendo mais”, afirmou. Por isso, segundo Müller, o plano de diversificação lançado pela ApexBrasil é uma resposta ao tarifaço americano, mas também faz parte de uma estratégia mais ampla de expansão comercial.
“Está muito claro para todos nós que nós não queremos e não vamos trocar uma dependência por outra”, disse.
Sobre o plano de R$ 210 milhões apresentado pela ApexBrasil, Müller afirmou que a agência não pretende concentrar os recursos em poucos setores ou países. A estratégia, segundo ele, foi desenhada para atender as 5.300 empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço, que representam 2 mil produtos impactados.
ApexBrasil anuncia &#039;plano socorro&#039; para empresas afetadas pelo tarifaço; Canadá, Alemanha e China entram como foco
“Não estamos apostando em setores, nós não estamos apostando em prioridades. Nós estamos apostando nas 5.300 empresas que estão sofrendo com o tarifaço”, afirmou.
Müller disse ainda que a ApexBrasil trabalha com pelo menos 30 países e 29 setores, justamente porque o objetivo é contemplar o conjunto das empresas atingidas. “É um plano para todos, para todas as empresas brasileiras impactadas”, afirmou. Segundo ele, reunir essa capacidade para atender o grupo é algo inédito para a agência.
China e OMC, o que aconteceu? 
A China pediu nesta segunda-feira (10) para participar das consultas na OMC sobre a ação movida pelo Brasil contra o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos aos parceiros comerciais.
Na petição, Pequim afirma ter um “interesse comercial substancial” no processo porque a investigação sobre trabalho forçado conduzida pelos EUA e as medidas adotadas a partir dela atingem produtos de origem chinesa.
O pedido foi formalizado com base no artigo 4.11 do Entendimento sobre Solução de Controvérsias (DSU, na sigla em inglês) da OMC. Uma cópia do documento foi enviada às delegações do Brasil e dos Estados Unidos e ao presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da organização. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ApexBrasil anuncia &amp;apos;plano socorro&amp;apos; para empresas afetadas pelo tarifaço; Canadá, Alemanha e China entram como foco</title>
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<description><![CDATA[      A ApexBrasil apresentou nesta terça-feira (11) um plano para ajudar empresas brasileiras afetadas pelas novas tarifas dos Estados Unidos a ampliar a presença em outros mercados. Com início na quarta-feira (12), a estratégia de R$ 210 milhões será voltada a 5.300 empresas (das 5.600 afetadas) e aos 35 setores considerados impactados pelo tarifaço. Segundo a agência, deve combinar inteligência comercial, identificação de novos compradores e ações específicas para cada segmento.
A ajuda foi anunciada durante uma coletiva de imprensa em São Paulo, e contou com a presença de 28 entidades afetadas pelo plano de Donald Trump. Além disso, o evento contou com Igor Brandão, gerente geral da ApexBrasil em Miami, Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, diretora de negócios, e Gustavo Ribeiro, da área de inteligência.
Time da ApexBrasil anunciado o &#039;plano socorro&#039; para as exportadoras brasileiras.
Isabela Ortiz
&quot;A nossa capacidade pretende atender 5.300 empresas, se a gente precisar chegar a 5.600 a gente consegue se organizar pra isso, mas não imaginamos que todas irão procurar atendimento&quot;, diz Müller. O presidente acrescenta que Canadá, México, Alemanha, Turquia, África do sul, Nigéria, Etiópia, Indonésia, Singapura, Índia e China são os grandes focos da diversificação. 
Müller traz que a balança comercial nunca registrou tantas vendas para fora do Brasil, e cita o acordo Mercosul-UE como um dos principais responsáveis por &quot;salvar&quot; as exportações. 
&quot;A postura do Brasil em relação ao tarifaço é de negociar, apoiar e, agora, diversificar&quot;, reitera. 
O programa começa no site da ApexBrasil amanhã, e a ficha de inscrição precisa trazer a empresa, o quanto exporta e qual o objetivo da ajuda. Laudemir acrescenta que o objetivo não é recuperar os R$ 210 milhões, mas deixar as empresas brasileiras aptas a exportarem. 
&quot;Se no ano que vem, em julho, pudermos falar que batemos mais um recorde, a nossa tarefa estará cumprida&quot;. 
Os principais objetivos são:
Apoio a setores e às empresas exportadoras impactadas pelas tarifas;
Diversificação de mercados para exportação;
Manutenção da promoção comercial no mercado americano;
Isenção de taxa de participação em ações diretas para empresas impactadas.
Dentre os mercados alternativos, a Apex inaugura 77 ações na Europa, 85 ações na América Latina, 23 ações no Canadá e México, 16 ações na África, 46 ações na Ásia e 11 ações no Oriente Médio. 
O pano de fundo da conversa é o tarifaço, as medidas anunciadas em julho pelos EUA estabeleceram sobretaxas adicionais de 25% para determinados produtos brasileiros e de 12,5% em outra frente tarifária. Quando as duas incidem sobre o mesmo produto, a sobretaxa chega a 37,5%. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 23,1% das exportações brasileiras aos EUA estão sujeitas a essas novas sobretaxas. Outros 24,2% são alcançados por tarifas setoriais previstas na Seção 232.
EUA não é mais tão grande quanto já foi
O anúncio ocorre em um momento de perda de participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou US$ 17,4 bilhões para o mercado americano, uma queda de 13% em relação ao mesmo período de 2025. Com isso, a fatia dos EUA nas vendas externas brasileiras caiu de 12,1% para 9,4%. Em 2025, as exportações brasileiras para os americanos já haviam recuado para US$ 37,7 bilhões, depois do recorde de US$ 40,4 bilhões registrado em 2024.
Apesar da pressão, pouco mais da metade das exportações brasileiras aos Estados Unidos — 52,7%, considerando os dados de 2024 usados pelo MDIC — não está sujeita às novas sobretaxas das Seções 301 nem às tarifas setoriais da Seção 232. Entre os produtos nessa categoria estão café, carnes, aeronaves, suco de laranja, frutas, vários produtos químicos e a maior parte das exportações de celulose. Isso ajuda a explicar por que a estratégia da ApexBrasil não é substituir o mercado americano, mas reduzir a dependência dele.
Todavia, 72% das 2,4 mil empresas atendidas pela ApexBrasil que exportam para os Estados Unidos já vendem para pelo menos um mercado adicional. O plano apresentado nesta terça deve detalhar como a agência pretende acelerar esse movimento e quais países e mercados serão priorizados para cada setor.
A lógica da diversificação também responde a uma mudança que já vinha ocorrendo na pauta comercial brasileira. No primeiro semestre, enquanto as vendas aos Estados Unidos perderam espaço, a China manteve posição muito mais relevante como destino das exportações brasileiras. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Auxílio&#45;doença: veja quem tem direito, como pedir e quais documentos apresentar</title>
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<description><![CDATA[      Aplicativo &quot;Meu INSS&quot;
Reprodução/TV Globo
O governo ampliou a lista de doenças e condições que dão direito ao auxílio por incapacidade temporária sem a exigência da carência mínima de 12 contribuições ao INSS. Desde julho, a gestação de alto risco passou a integrar a relação de situações que permitem o acesso ao benefício sem o cumprimento desse prazo.
Com a mudança, o número de doenças e condições que dispensam a carência subiu para 18. Mesmo nesses casos, porém, o trabalhador continua precisando comprovar a incapacidade para o trabalho e manter a qualidade de segurado da Previdência Social.
O auxílio por incapacidade temporária, também chamado auxílio-doença, é destinado a trabalhadores que contribuem para a Previdência Social e que ficam temporariamente impossibilitados de exercer suas atividades em razão de doença ou outra condição de saúde.
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Mas não basta apenas ser um contribuinte para ter direito ao benefício. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) exige que o solicitante comprove, com perícia médica, a incapacidade para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos.
Em regra, o trabalhador também deve ter pelo menos 12 contribuições mensais ao INSS. A exigência não vale para casos de acidente de qualquer natureza, doença profissional ou do trabalho e para os segurados acometidos por doenças e condições previstas em lei - como gestações de alto risco. 
O INSS também isenta o tempo de carência trabalhadores acometidos das seguintes doenças: 
Tuberculose ativa;
Hanseníase;
Transtorno mental grave, desde que esteja cursando com alienação mental;
Neoplasia maligna;
Cegueira;
Paralisia irreversível e incapacitante;
Cardiopatia grave;
Doença de Parkinson;
Espondilite anquilosante;
Nefropatia grave;
Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
Síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids);
Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada;
Hepatopatia grave;
Esclerose múltipla;
Acidente vascular encefálico (agudo);
Abdome agudo cirúrgico; e
Gestação de alto risco.
A avaliação médica em relação à isenção é feita pela Perícia Médica Federal. Em alguns casos, ela pode ser feita por meio de análise documental, sem a necessidade do comparecimento presencial. 
Esse requerimento é denominado de Auxílio por incapacidade temporária – Análise Documental. Outra modalidade de requerimento é o &quot;Domiciliar&quot;, no qual o solicitante envia um representante para apresentar a documentação necessária. 
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 Como solicitar? 
É possível fazer a solicitação através no site ou aplicativo &quot;Meu INSS&quot;. 
 Faça o login com a conta gov.br;
Clique em “Novo pedido” ou  no campo editável “Do que você precisa?”.
Digite a palavra “incapacidade” e selecione a opção “Pedir Benefício por incapacidade”.
Acompanhe o andamento pelo &quot;Meu INSS&quot;, na opção “Consultar Pedidos”.
Documentação
Durante a solicitação, os trabalhadores precisam apresentar:
Documentos médicos originais (exames, laudos, receitas); 
Documentos pessoais originais do interessado com foto (RG, CNH, CTPS ou outro documento dotado de fé pública que permita a identificação) e CPF; 
Procuração ou termo de representação legal (tutela, curatela, termo de guarda), se houver; 
Documentos pessoais originais do procurador com foto (RG, CNH, CTPS ou outro documento dotado de fé pública que permita a identificação) e CPF; 
Prorrogação do benefício
Nos últimos 15 dias do auxílio por incapacidade temporária, caso o segurado acredite que o prazo  concedido para a recuperação tenha sido insuficiente, poderá ser solicitada a prorrogação do benefício pela Central 135 ou pelo Meu INSS. 
Caso não concorde com o indeferimento ou a cessação do benefício, o trabalhador pode entrar com recurso à Junta de Recursos, em até 30 dias contados a partir da data em que tomar ciência da decisão do INSS 
Dúvidas
Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135. O serviço está disponível de segunda a sábado das 7h às 22h (horário de Brasília). 
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo concede subsídio a produtores de cana do Nordeste afetados pelo tarifaço</title>
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<description><![CDATA[      Produção de cana-de-açúcar com irrigação por gotejamento fica no Vale do Açu, no Oeste potiguar
Reprodução/Inter TV Cabugi
O governo federal publicou, nesta terça-feira (11), uma medida que concede, em caráter extraordinário, apoio financeiro a produtores de cana-de-açúcar da Região Nordeste.
O benefício será de R$ 12 reais por tonelada de cana-de-açúcar comercializada para os produtores que tiveram prejuízos econômicos na safra 2025/2026, por conta das tarifas americanas impostas às exportações brasileiras ou de eventos climáticos extremos.
Segundo o governo, o objetivo da medida é preservar a renda dos produtores, manter a produção e proteger os empregos do setor sucroenergético.
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Quais produtores serão beneficiados?
Serão beneficiados os produtores de cana-de-açúcar que forneçam a produção para usinas, destilarias ou cooperativas localizadas na Região Nordeste.
A medida, no entanto, não se aplica a produtores que sejam sócios das usinas, destilarias ou cooperativas.
Para receber o benefício, os produtores precisam estar em situação regular com a Conab e com os principais cadastros e órgãos do governo, incluindo Fazenda Nacional, INSS, FGTS, Sicaf e Cadin. Também não podem estar inscritos no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS).
A medida estabelecer prazo até 30 de outubro para que os produtores apresentem a documentação junto a Conab que divulgará as informações sobre os beneficiários e os valores pagos.
Segundo o decreto, os recursos destinados à subvenção econômica estão limitados a R$ 270 milhões do orçamento do Ministério da Agricultura e Pecuária. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Startup de IA Manus retomará operação independente após saída da Meta</title>
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<description><![CDATA[      Manus havia sido comprada pela Meta
Reprodução
A startup chinesa de inteligência artificial Manus informou nesta terça-feira (11) que voltará a operar de forma independente e que excluirá parte dos dados de usuários como parte do processo de separação da Meta, empresa dona do Facebook e do Instagram.
&quot;Como parte da nossa transição para operações independentes e para cumprir exigências regulatórias em determinadas jurisdições, os dados gerados por alguns usuários desde 29 de dezembro de 2025 serão excluídos ainda neste mês&quot;, informou a Manus em comunicado.
A empresa afirmou que os usuários afetados serão avisados pelo aplicativo Manus e por e-mail e poderão fazer cópias de segurança de seus dados antes da exclusão.
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Segundo o comunicado, a medida faz parte do processo de separação da empresa da Meta.
Em abril, autoridades chinesas determinaram que a Meta desfizesse a aquisição da Manus, avaliada em mais de US$ 2 bilhões (R$ 10,2 bilhões). 
A decisão foi tomada pelo Escritório do Mecanismo de Trabalho para Revisão de Segurança de Investimento Estrangeiro da China, e ocorreu em meio ao aumento da fiscalização de Pequim sobre investimentos americanos em startups chinesas que desenvolvem tecnologias consideradas estratégicas.
A comissão não detalhou os motivos do veto. A Meta havia anunciado a aquisição da Manus em dezembro, em um caso incomum de grande empresa de tecnologia americana comprando uma companhia de IA com fortes vínculos com a China.
O acordo continha várias etapas que ampliariam as ofertas de IA nas plataformas da Meta. Anteriormente, a empresa americana havia afirmado que não  haveria &quot;nenhum interesse de propriedade chinesa&quot; na Manus após o fechamento do negócio, e que a startup encerraria seus serviços e operações na China.
Ainda assim, em janeiro, o governo chinês anunciou que investigaria se a aquisição estaria em conformidade com suas leis e regulamentos.
Em julho, a agência de notícias Reuters informou que a Tencent, gigante chinesa dos setores de jogos e internet, estaria negociando a compra de uma participação que poderia transformá-la na maior acionista da Manus. 
*Com informações das agências de notícias Reuters e Associated Press. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio ao tarifaço dos EUA, ministro se reúne com chefe de bloco asiático para ampliar comércio</title>
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<description><![CDATA[      O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu nesta terça-feira (11) em Brasília com a secretária de Negócios Estrangeiros das Filipinas, Maria Theresa Lazaro. 
O governo das Filipinas preside atualmente a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), e o encontro acontece num momento em que o Brasil busca novos parceiros e ampliar relações comerciais em meio ao tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros.
Inicialmente, Vieira e Maria Theresa estiveram no Palácio da Alvorada, residência oficial do governo, num encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois seguiram para o Palácio Itamaraty, também na capital, sede do Ministério das Relações Exteriores.
A Asean reúne, além das Filipinas, países como Singapura, Vietnã e Indonésia, com os quai o Brasil defende que o Mercosul mantenha acordos comerciais, em razão do potencial de aumentar o comércio exterior e, na prática, reduzir a dependência de alguns mercados.
Agora no g1
Segundo o Itamaraty, em 2025, o comércio entre o Brasil e os países da Asean ultrapassou US$ 38,4 bilhões, tornando o bloco o quinto maior parceiro comercial do país, atrás da China, da União Europeia, dos Estados Unidos e do Mercosul.
Ainda de acordo com o ministério, os países da Asean são responsáveis por 15% de todo o superávit da balança comercial brasileira em 2025, com saldo positivo de US$ 10,3 bilhões.
Nesse contexto, o Itamaraty afirmou que as Filipinas representam “importante mercado para produtos do agronegócio e do setor mineral”. Em 2025, conforme o ministério, o país se tornou o maior destino das exportações brasileiras de carne suína, com vendas de aproximadamente US$ 840 milhões.
Chanceler Mauro Vieira
Mateus Oliveira/MRE
Tarifaço dos EUA
A Casa Branca alega que o Brasil adota práticas desleais na economia em relação a empresários americanos e falhou, assim como outros países, no combate à importação de produtos fabricados em países onde há trabalho forçado.
Por isso, anunciou duas tarifas (de 25% e de 12,5%) contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.
Desde então, a ordem interna no governo brasileiro tem sido abrir novos mercados e ampliar os já existentes, reduzindo a dependência do mercado americano.
Em razão dos dois tarifaços, o Brasil acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC), alegando que as medidas são discriminatórias, unilaterais e desrespeitam compromissos assumidos pelos Estados Unidos junto à entidade multilateral.
Os Estados Unidos já responderam ao pedido de consultas, afirmando que estão “à disposição” das autoridades brasileiras para discutir o tarifaço - mas não sinalizaram se vão reverter ou não o tarifaço. 
Nesse cenário, a China também solicitou à OMC participar das discussões, alegando que as exportações do país podem ser prejudicadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar oscila, de olho em inflação e ata do Copom; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar passou a operar com volatilidade nesta terça-feira (11), e subia 0,02% perto das 11h10, cotado a R$ 5,1118. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,66% no mesmo horário, aos 171.045 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados da inflação brasileira ficam no centro das atenções. O indicador registrou mais uma desaceleração em julho, com uma alta de 0,07% no mês, após avanço de 0,16% no mês anterior. 
▶️ A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) também fica no radar. No documento o Banco Central afirmou que reagirá &quot;com firmeza&quot; caso a forte volatilidade dos preços do petróleo afetem a oferta da commodity e impactem os preços brasileiros. Na semana passada, o BC cortou a taxa básica (Selic) em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano.
▶️ Investidores também seguem atentos aos desdobramentos do tarifaço dos Estados Unidos sobre o Brasil. Nesta terça, a ApexBrasil lança um plano para ampliar a presença de produtos brasileiros em novos mercados, com foco nos setores afetados pelas taxas e na diversificação das exportações brasileiras.
▶️ Já no exterior, as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz continuam a pesar nos mercados. Trump ironizou, na véspera, as exigências divulgadas pelo Irã para dar fim à guerra, e afirmou que também exigia uma indenização do Irã &quot;por todas as pessoas que eles mataram e feriram gravemente&quot;.
Apesar do impasse, os preços do petróleo caíam nesta terça-feira. Perto das 11h10, o barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 0,84%, cotado a US$ 86,98. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, perdia 0,80%, a US$ 81,47 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,53;
Acumulado do mês: +0,81%;
Acumulado do ano: -6,89%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,19%;
Acumulado do mês: -3,27%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo, seguem no radar dos investidores.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Em post no Truth Social, Trump disse que o regime iraniano deve indenizar &quot;todas as pessoas que matou e feriu gravemente&quot;, e falou que passará a fazer a mesma exigência nas futuras negociações entre os dois países.
&quot;É uma ideia interessante, pois agora eu também exijo indenização do Irã, por todas as pessoas que eles mataram e feriram gravemente com suas bombas de beira de estrada e nos muitos conflitos pelos quais são famosos. (...) Além disso, indenizações devem ser pagas às famílias das centenas de milhares de manifestantes inocentes que o Irã matou nos últimos 50 anos, sem mencionar os 52 mil que foram mortos nos últimos cinco meses. Instruí meus representantes a incluírem isso firmemente em todas as negociações futuras&quot;, escreveu.
As divergências entre os dois países voltam a gerar dúvidas sobre a reabertura do Estreito e, consequentemente, preocupações com os impactos sobre a oferta global de petróleo e os preços da energia.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operam mistos, em meio à queda de ações do setor de tecnologia e enquanto investidores avaliavam rumores de que os EUA e o Irã estariam perto de &quot;algum tipo de acordo&quot;.
Perto das 11h30, o Dow Jones subia 0,11% e o S&amp;P 500 tinha alta de 0,12%, enquanto o Nasdaq Composite perdia 0,08%. 
Na Europa, o dia era mais positivo para os mercados. No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, subia 0,44%, enquanto o CAC-40 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Exportações do Brasil aos EUA caem 12,2% no ano e atingem menor nível em 3 anos para o período</title>
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<description><![CDATA[      Tarifaço americano: Brasil calcula que medida atinge 18% das exportações pros EUA
As exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 21 bilhões entre janeiro e julho de 2026, queda de 12,2% na comparaçãVendas de produtos sujeitos às maiores sobretaxas caíram 31,5% entre janeiro e julhoo com o mesmo período do ano passado.
O recuo representa cerca de US$ 2,9 bilhões a menos em vendas e levou os embarques para o mercado americano ao menor nível para o período em três anos.
????Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Os dados são do Monitor do Comércio Brasil Estados Unidos, elaborado pela Amcham Brasil com base em informações do Comexstat.
A queda foi ainda maior entre os produtos sujeitos às maiores sobretaxas, atualmente entre 25% e 37,5%. As exportações desses itens recuaram 31,5% no acumulado do ano, de US$ 4,6 bilhões para US$ 3,2 bilhões.
“Os números mostram uma importante perda de dinamismo no comércio bilateral, com impacto mais intenso sobre os produtos sujeitos às tarifas mais elevadas. Enquanto persistir o atual cenário tarifário, a tendência é que as trocas entre os dois países continuem perdendo força, com prejuízos para ambas as economias”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.
Exportações caem em julho
Somente em julho, as exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 3,6 bilhões, queda de 5% em relação ao mesmo mês de 2025.
O resultado interrompeu a recuperação registrada em junho, quando as vendas para o mercado americano haviam crescido pela primeira vez desde agosto do ano passado, período em que as tarifas mais elevadas começaram a ser aplicadas.
Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos
Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance
Entre os produtos sujeitos às maiores sobretaxas, a queda foi ainda mais forte em julho, de 25,7%.
Na direção contrária, os produtos alcançados pela Seção 232 tiveram crescimento de 21,5%, impulsionado principalmente pelas exportações de aço e alumínio.
Entre os produtos que registraram as maiores quedas no acumulado do ano estão sebo bovino, madeira compensada, portas, fumo, madeira de coníferas, granito, torneiras e sucos de frutas. Semimanufaturados de ferro e aço também tiveram retração.
Vendas aos EUA caem enquanto exportações ao mundo crescem
O desempenho das exportações para os Estados Unidos ficou abaixo do registrado pelo Brasil nos demais mercados.
Enquanto as vendas para os EUA recuaram 12,2% entre janeiro e julho, as exportações totais brasileiras cresceram 10,5% no mesmo período.
Mesmo com a queda, os Estados Unidos continuam como o segundo maior destino das exportações brasileiras, atrás apenas da China.
Entre os dez principais produtos vendidos pelo Brasil aos Estados Unidos, quatro tiveram queda nas exportações para o mercado americano ao mesmo tempo em que registraram crescimento nas vendas para o restante do mundo.
É o caso do petróleo bruto, cujas exportações para os EUA caíram 25,5%, dos semimanufaturados de ferro ou aço, com queda de 11,1%, do ferro-gusa, que recuou 7,9%, e da celulose, com baixa de 5,3%.
Entre os principais produtos sujeitos às sobretaxas, cinco dos dez itens mais exportados aos Estados Unidos tiveram queda nas vendas no acumulado do ano. No restante do mundo, todos esses produtos registraram crescimento.
Brasil tem déficit com os Estados Unidos
As importações brasileiras de produtos americanos somaram US$ 23,2 bilhões entre janeiro e julho, queda de 10,4% em relação ao mesmo período de 2025.
Com as exportações em queda, o Brasil acumulou déficit de US$ 2,3 bilhões no comércio com os Estados Unidos nos primeiros sete meses do ano. O valor representa uma alta de 122,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
????Déficit comercial: quando um país compra mais de outro do que vende. 
Somente em julho, as compras brasileiras de produtos americanos cresceram 0,6%, para US$ 4,3 bilhões, após sete meses consecutivos de retração.
Com isso, o Brasil registrou déficit de US$ 639 milhões no comércio com os Estados Unidos no mês.
Tarifas
O levantamento considera a estrutura tarifária vigente após as medidas que entraram em vigor em 22 e 24 de julho, relacionadas às investigações da Seção 301 sobre o Brasil e sobre trabalho forçado, além das sobretaxas aplicadas no âmbito da Seção 232.
Atualmente, os produtos sujeitos às maiores sobretaxas enfrentam tarifas adicionais de 25% a 37,5%. Antes das mudanças, algumas categorias chegaram a ter sobretaxas de até 50%. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Venda de carros cai na China, e marcas chinesas aceleram chegada ao Brasil e a novos mercados</title>
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<description><![CDATA[      Carros da Leapmotor prontos para exportação
Divulgação / Leapmotor
Dados da Associação de Automóveis de Passeio da China (CPCA) mostram que julho de 2026 foi o décimo mês consecutivo de queda nas vendas de automóveis no mercado doméstico da China.
O recuo foi de 21,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 1,47 milhão de veículos.
No mesmo período, as exportações da China dispararam 88,2%, para 923 mil veículos. O movimento mostra como as montadoras chinesas estão ampliando sua presença em outros mercados diante da desaceleração da demanda interna e da forte concorrência no maior mercado automotivo do mundo.
Carros da China já correspondem a 52% dos importados no Brasil em 2026; eletrificados crescem 120%
&#039;Efeito China&#039;: preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos
A queda das vendas domésticas foi mais intensa do que a associação esperava. Segundo Cui Dongshu, secretário-geral da CPCA, o aumento dos preços dos combustíveis prejudicou principalmente os veículos movidos a gasolina, enquanto a demanda por sedãs de entrada também perdeu força.
Nos primeiros sete meses do ano, as vendas domésticas de veículos de passeio acumulam queda de 20,5%, o equivalente a cerca de 2,65 milhões de unidades a menos do que no mesmo período de 2025.
Exportações ganham força
O movimento é oposto no mercado externo. As exportações de veículos elétricos e híbridos plug-in cresceram 147,8% em julho, enquanto as vendas desses modelos no mercado doméstico recuaram 3,9%.
As montadoras chinesas vêm ampliando a atuação, especialmente na Europa, no Sudeste Asiático, na América Latina e no Oriente Médio. A estratégia ajuda as fabricantes a compensar a menor demanda dentro do país e a aproveitar mercados onde a presença de marcas chinesas ainda está em expansão.
Virada de chave: como carros elétricos e montadoras chinesas redesenham a indústria automotiva brasileira
A BYD, maior fabricante mundial de veículos elétricos, é um dos exemplos. A empresa enfrenta um mercado doméstico mais fraco, mas registrou recorde de remessas internacionais em julho, contribuindo para o terceiro mês consecutivo de crescimento de suas vendas globais.
Brasil está entre os mercados que mais recebem carros chineses
O movimento de expansão das montadoras chinesas já aparece com força no Brasil. Entre janeiro e julho, o país importou 344,1 mil veículos, alta de 25,7% em relação ao mesmo período de 2025. Mais de 180 mil vieram da China — 52,4% de todos os veículos importados pelo Brasil no período.
As importações de veículos chineses cresceram 105,4% no acumulado do ano, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
A ofensiva ocorre em um momento de forte crescimento dos veículos eletrificados no mercado brasileiro. No acumulado até julho, os emplacamentos de carros elétricos e híbridos avançaram 120,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em julho, os eletrificados responderam por 23,5% dos emplacamentos de veículos no país, a maior participação registrada até então.
Montadoras buscam espaço fora da China
A expansão internacional ocorre em um momento de maior competição dentro da própria China. Com consumidores mais seletivos e uma grande quantidade de novos modelos, as fabricantes enfrentam pressão para manter preços competitivos e preservar margens.
Segundo analistas, a demanda por substituição de veículos perdeu força depois do impulso provocado pelos subsídios, enquanto os consumidores passaram a selecionar mais os modelos antes de comprar.
O secretário-geral da CPCA, Cui Dongshu, resumiu o desafio das fabricantes: enquanto as montadoras tentam avançar para segmentos mais sofisticados, os consumidores chineses continuam priorizando veículos com melhor relação entre preço e benefício.
Estratégia inclui produção no exterior
Além de aumentar as exportações, as fabricantes chinesas também estão buscando produzir mais perto dos mercados consumidores.
Um exemplo é a Geely, que fechou acordo com a Ford para produzir SUVs elétricos em uma fábrica da montadora americana na Espanha. A estratégia permite às empresas chinesas ampliar a capacidade de produção e facilitar o acesso ao mercado europeu.
Fábrica da BYD em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador
Malu Vieira/ g1 BA
No Brasil, o movimento também deve continuar. Sete novas marcas chinesas têm planos de entrar no mercado brasileiro até 2028, segundo levantamento divulgado pelo g1.
A expansão aumenta a concorrência com fabricantes tradicionais e já começa a pressionar os preços. Segundo estudo da Bright Consulting, o preço médio dos veículos zero quilômetro teve queda real de 1,5% em 2026, descontada a inflação.
Pressão sobre o setor deve continuar
Apesar do avanço das exportações, a fraqueza do mercado chinês pode continuar no segundo semestre.
Analistas do Deutsche Bank avaliam que as montadoras devem enfrentar pressão sobre as margens com o aumento das promoções e dos custos de componentes, como baterias de lítio e memórias  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo amplia lista de doenças que dão auxílio&#45;doença sem carência; veja quais</title>
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<description><![CDATA[      Previdência Social
Marco Favero/ Agencia RBS
O Ministério da Previdência Social ampliou a lista de doenças e condições que dão direito ao auxílio por incapacidade temporária — o antigo auxílio-doença — sem a exigência da carência mínima de 12 contribuições à Previdência Social.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Desde 24 de julho, a gestação de alto risco integra essa relação. A mudança foi estabelecida por uma portaria publicada no Diário Oficial da União e assinada pelos ministros Wolney Queiroz, da Previdência Social, e Alexandre Padilha, da Saúde.
Com a inclusão, subiu para 18 o número de doenças e condições que dispensam o cumprimento da carência mínima para a concessão do benefício.
Em 2022, a lista já havia sido ampliada com a inclusão do acidente vascular encefálico agudo e do abdome agudo cirúrgico, nos casos considerados graves.
Agora no g1
O rol foi instituído pela Lei nº 8.213, de 1991, e, desde então, passou por duas ampliações: a de 2022 e a mais recente, que incluiu a gestação de alto risco. Veja abaixo a lista completa:
Tuberculose ativa;
Hanseníase;
Transtorno mental grave, desde que esteja cursando com alienação mental;
Neoplasia maligna;
Cegueira;
Paralisia irreversível e incapacitante;
Cardiopatia grave;
Doença de Parkinson;
Espondilite anquilosante;
Nefropatia grave;
Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
Síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids);
Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada;
Hepatopatia grave;
Esclerose múltipla;
Acidente vascular encefálico (agudo);
Abdome agudo cirúrgico; e
Gestação de alto risco.
No caso do acidente vascular encefálico agudo e do abdome agudo cirúrgico, a dispensa da carência só se aplica quando os quadros apresentam evolução aguda e atendem aos critérios de gravidade.
A avaliação para definir se o segurado se enquadra nas condições para a dispensa da carência é feita pela Perícia Médica Federal.
Segundo a Previdência, nesses casos, o benefício pode ser concedido mesmo que o segurado não tenha cumprido a carência mínima de 12 contribuições ao INSS.
Ainda assim, é necessário ter qualidade de segurado — ou seja, estar coberto pela Previdência Social — e comprovar a incapacidade para o trabalho.
A carência também é dispensada nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa, além de doença profissional ou do trabalho.
Nas demais situações, em regra, é necessário ter feito pelo menos 12 contribuições mensais ao INSS para ter direito aos benefícios por incapacidade.
Quando um trabalhador pode ser afastado do trabalho por doença?
O afastamento ocorre quando uma doença ou outra condição de saúde deixa o trabalhador temporariamente incapaz de exercer suas atividades profissionais.
Para empregados com carteira assinada, a empresa é responsável pelo pagamento do salário durante os primeiros 15 dias consecutivos de afastamento por incapacidade. 
A partir do 16º dia, o trabalhador pode ter direito ao auxílio por incapacidade temporária pago pelo INSS, desde que cumpra os requisitos para a concessão.
O benefício é pago enquanto persistir a incapacidade temporária para o trabalho e pode ser prorrogado ou encerrado conforme a avaliação do INSS.
Para comprovar a incapacidade, podem ser exigidos documentos como atestados, laudos e exames médicos.
Como funciona a perícia médica?
Em regra, a avaliação da incapacidade é feita por meio de perícia médica presencial. Durante o atendimento em uma unidade do INSS, o segurado apresenta os documentos médicos que comprovam sua condição de saúde e é avaliado por um perito médico federal.
A avaliação pode concluir pela existência de incapacidade temporária, que pode resultar na concessão do auxílio por incapacidade temporária, ou de incapacidade permanente, que pode levar à aposentadoria por incapacidade permanente — antiga aposentadoria por invalidez.
Em algumas situações, no entanto, a incapacidade pode ser comprovada por meio de análise documental, sem a necessidade de comparecimento presencial. Nesse procedimento, são analisados atestados e outros documentos médicos enviados pelo segurado.
Essa modalidade pode ser utilizada por segurados que aguardam perícia presencial em localidades onde o tempo de espera para atendimento da Perícia Médica Federal é superior a 30 dias. O pedido é feito pelo Meu INSS, com o envio digital da documentação exigida.
A análise documental, porém, não pode ser utilizada para a concessão de benefício por incapacidade de natureza acidentária.
Quem tem direito ao auxílio por incapacidade temporária?
O benefício é destinado ao segurado do INSS que esteja temporariamente incapaz de trabalhar ou exercer sua atividade habitual e cumpra os requisitos previdenciários exigidos.
Em regra, é preciso ter qualidade de segurado e cumprir uma carência mínima de 12 contribuições mensais. 
A exigência da carência, porém, é dispensada em situações previstas em lei, como nos casos das doenças e condições listadas acima, de acident ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Presidente do Bradesco vê espaço para novos cortes de juros, mas alerta para riscos de guerra, eleições e El Niño</title>
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<description><![CDATA[      Ilustração de logo do Bradesco.
Reuters
O presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou nesta terça-feira (11) que vê espaço para novos cortes na taxa básica de juros ainda neste ano, apesar de riscos como as eleições, a guerra no Oriente Médio e os efeitos do El Niño sobre a inflação.
&quot;A gente entende perfeitamente o movimento de política monetária do Banco Central, mas a taxa de juros está bem elevada [...] e, quando olhamos para a inflação, vemos espaço para reduzir essa taxa&quot;, afirmou em entrevista ao Radar GloboNews.
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????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Segundo Noronha, os economistas do Bradesco trabalham com a possibilidade de uma nova redução de 0,25 ponto percentual (p.p.) por parte do Comitê de Política Monetária (Copom) já na próxima reunião do colegiado, em setembro. O executivo destaca, no entanto, que acredita que novos cortes podem ocorrer posteriormente.
&quot;Já vemos sinais de desaceleração da economia brasileira. Nossos economistas trabalham com [uma redução de] 0,25 p.p., mas eu acredito que podemos ver novos cortes&quot;, completou.
Agora no g1
????Quando a economia perde força, o consumo e os investimentos tendem a crescer em ritmo mais lento, o que reduz pressões sobre os preços e pode abrir espaço para cortes nos juros.
Apesar do tom mais otimista, Noronha reconhece que ainda existem fatores que podem dificultar a trajetória de queda dos juros, como as eleições, os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços do petróleo e os impactos do El Niño, fenômeno climático pode afetar a produção agrícola e pressionar os preços dos alimentos.
&quot;Temos um cenário ainda incerto e uma guerra sem desfecho definido, que afeta os preços do petróleo e pode pressionar a inflação por aqui&quot;, disse o presidente do Bradesco. Ele destacou que, embora o histórico mostre que as eleições costumam provocar volatilidade no câmbio, esse efeito tende a se concentrar no curto prazo.
&quot;Temos, de fato, uma volatilidade maior, mas concentrada em um período mais curto. Então continuo trabalhando com a expectativa de que os juros precisem permanecer acima da inflação, mas não em um patamar tão elevado quanto o atual&quot;, acrescentou Noronha.
Nesta terça-feira, o Banco Central publicou a ata da última reunião do Copom. Na semana passada, o comitê decidiu reduzir a taxa básica de juros em 0,25 p.p., para 14% ao ano. 
No documento, divulgado nesta terça-feira, o BC alertou para os possíveis impactos da alta dos preços do petróleo e dos eventos climáticos sobre a inflação brasileira. Segundo a instituição, caso esses riscos se concretizem, poderá ser necessária uma &quot;reação firme&quot; da política monetária.
O BC também demonstrou preocupação com o possível impacto inflacionário das medidas de estímulo adotadas pelo governo federal. &quot;O Comitê continuará acompanhando os dados para calibrar e refinar os impactos das medidas de estímulo à demanda e dos choques de oferta&quot;.
Endividamento das famílias ainda preocupa
O presidente do Bradesco também afirmou que o endividamento das famílias e o comprometimento da renda seguem sendo motivo de preocupação. Segundo ele, embora o Desenrola — programa de renegociação de dívidas do governo federal — tenha produzido efeitos positivos, ainda há um longo caminho para garantir um crescimento sustentável da economia.
&quot;[O Desenrola] vem evoluindo e surtindo efeito, mas tudo tem seu limite. O que esperamos é um Brasil capaz de crescer acima de 3% ao ano e manter uma política fiscal equilibrada, evitando uma trajetória persistente de aumento da dívida pública&quot;, afirmou.
Segundo Noronha, o equilíbrio das contas públicas é fundamental para manter a inflação sob controle e permitir juros mais baixos por mais tempo.
&quot;É isso que pode trazer mais tranquilidade para empresas e consumidores ao preservar empregos e renda. O pior inimigo da renda é a inflação. Com os preços sob controle e o país crescendo, temos condições de construir uma economia mais saudável do que a atual&quot;, disse.
Noronha também afirmou que os candidatos à Presidência da República deveriam ser mais transparentes sobre seus planos para as contas públicas.
&quot;O Brasil já sabe o que precisa fazer para equilibrar as contas públicas. Mas, independentemente de qual governo assuma, será necessária vontade política para colocar essas medidas em prática. Acredito que o Congresso apoiará medidas responsáveis que ajudem o país a construir uma política fiscal mais equilibrada&quot;, concluiu. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brics discutem integração de sistemas de pagamento e moedas digitais, diz presidente do BC da Índia</title>
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<description><![CDATA[      BC trabalha em PIX Internacional e em garantia e prepara novas regras contra golpes e mensagens inde
Os países do Brics discutem formas de integrar seus sistemas de pagamentos rápidos e as moedas digitais emitidas por bancos centrais, afirmou nesta terça-feira (11) o presidente do Banco Central da Índia, Sanjay Malhotra.
Segundo Malhotra, a integração de sistemas de pagamentos e o uso de moedas digitais de bancos centrais, conhecidas como CBDCs, estão entre as alternativas avaliadas para facilitar pagamentos entre os países e reduzir custos nas transações internacionais.
“Os pagamentos transfronteiriços são uma área de interesse para todos nós, incluindo os países do Brics, pois acreditamos que há grande potencial para reduzir custos”, disse Malhotra durante um evento em Mumbai.
BC trabalha em PIX Internacional e em garantia e prepara novas regras contra golpes e mensagens indevidas
“Várias opções estão em discussão, mas ainda estão em fase de debate, incluindo as CBDCs e as integrações entre sistemas de pagamentos rápidos”, acrescentou.
Proposta pode entrar na agenda da cúpula de 2026
A discussão ocorre antes da cúpula do Brics de 2026, que será sediada pela Índia. O grupo reúne Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e outros países.
???? A 18ª Cúpula do Brics de 2026 está prevista para 12 e 13 de setembro. 
A agência Reuters informou no início deste ano que o Banco Central da Índia recomendou ao governo que uma proposta para conectar as moedas digitais emitidas pelos bancos centrais dos países do Brics fosse incluída na agenda da cúpula.
Foto de família da 17ª Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro
Reprodução/gov.br
A ideia faz parte dos esforços do bloco para facilitar transações entre seus integrantes e ampliar o uso de alternativas aos sistemas tradicionais de pagamentos internacionais.
Brasil prepara &quot;Pix internacional&quot;
O Banco Central brasileiro prevê, para os próximos anos, a evolução do PIX Internacional, com a integração do sistema de pagamentos instantâneos brasileiro a plataformas de outros países. 
A ideia é permitir pagamentos transfronteiriços de forma mais rápida e ampliar o uso do PIX no exterior.
????O Pix já é aceito em alguns estabelecimentos no exterior, como na Argentina, nos EUA e em Portugal, mas de forma limitada, por meio de parcerias entre instituições financeiras.
Atualmente, o PIX já é aceito de forma parcial em países como Argentina, Estados Unidos e Portugal, por meio de parcerias entre instituições financeiras. 
Nesses casos, o pagamento é feito instantaneamente em reais entre o cliente e uma instituição brasileira, que depois realiza a remessa ao exterior pelos sistemas tradicionais, com o estabelecimento recebendo na moeda local.
*Com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Depois do foie gras, quais práticas de criação e abate de animais podem ser proibidas?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/depois-do-foie-gras-quais-praticas-de-criacao-e-abate-de-animais-podem-ser-proibidas</link>
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<description><![CDATA[      Brasil é o segundo país a proibir produção e comércio de foie gras
Brasil proibiu a alimentação forçada de patos e gansos, mas mantém práticas como o descarte de pintinhos machos, o abate de vacas grávidas e o confinamento em gaiolas.
O Brasil proibiu, desde julho, a produção e a comercialização de alimentos obtidos a partir da alimentação forçada de animais, como o foie gras. 
????Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Se, por um lado, o país deu um passo importante na proteção dos animais, ainda há inúmeras práticas da pecuária que despertam críticas e, segundo especialistas e ativistas, exigem mudanças.
O foie gras é produzido por meio da gavagem, técnica que utiliza tubos de metal ou plástico introduzidos na garganta de patos e gansos para despejar grandes quantidades de alimento no estômago. 
Veto ao foie gras no Brasil reacende tensão comercial com a França após acordo Mercosul-UE
O objetivo é provocar o acúmulo de gordura no fígado, tornando-o maior e com uma textura que derrete na boca.
Entre as práticas controversas que deveriam ser mudadas no país, segundo especialistas, estão o descarte de pintinhos machos, o abate de vacas grávidas e o uso de gaiolas para porcas e galinhas. Essas condutas contrastam com a proteção contra a crueldade prevista na Constituição Federal.
Foie Gras é proibido no Brasil.
REUTERS/Aline Massuca
&quot;Os animais possuem dignidade intrínseca simplesmente por existirem. E essa dignidade está posta na Constituição Federal e já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal. Várias práticas não se justificam por serem intrinsecamente cruéis&quot;, afirmou Arthur Regis, especialista em Políticas Públicas da ONG Sinergia Animal. &quot;Precisamos avançar ainda mais na abolição das piores práticas.&quot;
Gaiolas, gado vivo e vacas grávidas
Não há dúvida de que o foie gras é doloroso e cruel, afirmou a médica-veterinária Carla Forte Maiolino Molento, coordenadora do Laboratório de Bem-estar Animal (LABEA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 
Embora esse método tenha sido proibido, a especialista considera que interesses econômicos ainda prevalecem sobre o bem-estar animal no Brasil.
Gado confinado em Barretos, São Paulo.
Joel Silva/Reuters
Há três práticas que deveriam ser proibidas com mais urgência, na análise da professora. O abate de jumentos, cujas peles são vendidas principalmente no mercado chinês, pode levar esses animais à extinção. &quot;É difícil ter dados muito aproximados, porque não é monitorado como em uma indústria mais estabelecida. Mas estima-se que boa parte da população já tenha sido abatida.&quot;
Uma outra é a exportação de gado vivo por via marítima. Todos os anos, milhões de bois, vacas e bezerros costumam passar semanas em alto mar, convivendo em ambientes apertados e cobertos de fezes e urina, antes de serem abatidos, geralmente em países do Oriente Médio. Muitos morrem nesta travessia.
O abate de vacas grávidas é outra prática que deveria ser proibida, segundo a professora. De acordo com uma normativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apenas fêmeas gestantes que estejam nos últimos 10% do período gestacional não devem, em circunstâncias normais, ser transportadas ou abatidas.
Molento chamou a atenção para alguns detalhes da regulamentação que considera &quot;pesadíssimos&quot;. A norma estabelece que os fetos não devem ser removidos do útero antes de cinco minutos após o término da sangria da fêmea gestante. Também determina que, caso um feto maduro e vivo seja removido do útero, deve-se impedir que ele infle os pulmões e respire.
O que traria mais impacto, no entanto, tanto pelo número de animais afetados quanto pelo seu grau de sofrimento, seria o fim do uso de gaiolas, amplamente utilizadas para porcas e galinhas. &quot;É algo extremo, que a gente naturalizou&quot;, afirmou Molento.
Porcas, por exemplo, vivem em gaiolas do tamanho do próprio corpo, amamentando diversos filhotes, que depois serão abatidos. &quot;Se você entra num galpão desses, o que você vê são animais no mais avançado estágio de depressão. Medo, tédio e frustração são alguns dos sentimentos provavelmente sentidos por elas.&quot;
Trituração de pintinhos
Há muito espaço para o Brasil avançar na adoção de práticas e processos que reduzam o sofrimento animal, avaliou George Sturaro, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da ONG Mercy For Animals. Uma das mais urgentes, na sua visão, é o transporte de gado vivo por via marítima. Além disso, ele também destaca a situação das aves de produção.
Pintinhos 
Reprodução/RPC
Entre as práticas usadas na indústria de produção de ovos está o descarte de pintinhos machos por trituração, asfixia ou sufocamento após a eclosão. &quot;Eles são triturados porque não têm valor comercial. Pintinho macho não põe ovo. Você poderia perguntar: ‘Não põe ovo, mas ele poderia ser criado para produção de carne?&#039;. Poderia. O problema é o ponto de vista da indústria&quot;, explicou Sturaro.
Segundo o especialista, como as aves foram selecionadas para colocar ovos, elas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Depois, foie, gras, quais, práticas, criação, abate, animais, podem, ser, proibidas</media:keywords>
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<title>Preço dos alimentos: o que ficou mais caro e o que barateou em julho</title>
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<description><![CDATA[      Imagem ilustrativa de frutas, legumes e verduras no supermercado. Tomate, batata-inglesa e cenoura lideraram as quedas de preços, enquanto leite e frutas registraram as maiores altas do mês.
Divulgação.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,07% em junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O maior impacto veio do grupo Habitação, que subiu 0,99%. Já a inflação de Alimentos e Bebidas caiu 0,67%.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Enquanto a inflação dos alimentos consumidos em casa recuou (-1,14%), os preços das refeições fora de casa subiram (+0,55%). 
Agora no g1
As principais quedas foram no tomate (-29,09%), principal impacto negativo no resultado do mês, batata-inglesa (-19,59%), cenoura (-14,41%) e café moído (-2,45%). No lado das altas, o destaque ficou com o leite longa vida (2,47%) e frutas (1,20%). 
Já a alimentação fora de casa acelerou de 0,15% em junho para 0,55% em julho, com o lanche saindo de 0,13% para 0,76%, e a refeição de 0,15% para 0,42%, no mesmo período.
Veja a seguir os 20 alimentos que ficaram mais caros e mais baratos em julho.
Alimentos que encareceram
Manga: 14,74%
Limão: 10,59%
Melancia: 7,78%
Cebola: 7,74%
Morango: 7,13%
Mamão: 6,16%
Banana-da-terra: 5,49%
Pimentão: 5,15%
Banana-maçã: 4,06%
Milho (em grão): 3,53%
Bacalhau: 3,51%
Feijão-preto: 3,28%
Peixe-palombeta: 3,19%
Feijão-macáçar (fradinho): 3,04%
Leite longa vida: 2,47%
Peixe-dourada: 2,41%
Banana-d&#039;água: 2,39%
Maracujá: 2,39%
Vinho: 2,24%
Pepino em conserva: 2,01%
Alimentos que mais baratearam
Pepino: -33,42%
Tomate: -29,09%
Batata-inglesa: -19,59%
Cenoura: -14,41%
Açaí (emulsão): -13,32%
Abobrinha: -10,49%
Laranja-lima: -10,41%
Couve-flor: -9,64%
Peixe-filhote: -6,5%
Peixe-peroá: -5,73%
Brócolis: -5,59%
Peixe-tainha: -4,25%
Peixe-cação: -3,94%
Laranja-baía: -3,74%
Melão: -3,7%
Batata-doce: -3,6%
Açúcar refinado: -3,41%
Couve: -3,39%
Sopa desidratada: -3,28%
Abacaxi: -3,1%
Leite foi um dos alimentos que mais encareceu em julho de 2026.
Engin Akyurt / Unsplash ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>IPCA: Inflação desacelera para 0,07% em julho com queda nos preços dos alimentos</title>
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<description><![CDATA[      IPCA desacelera a 0,07% em julho
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,07% em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa uma desaceleração em relação a junho, quando a alta havia sido de 0,16%. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No acumulado de 2026, a inflação está em 3,44%. Já nos 12 meses encerrados em julho, a alta é de 4,44%, abaixo dos 4,64% registrados até junho.
???? Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses permanece dentro do intervalo de tolerância da meta definida pelo Banco Central (BC). Desde 2025, o sistema de metas contínuas estabelece um objetivo de inflação de 3%, com intervalo de tolerância de 1,50% a 4,50%.
O grupo Habitação teve a maior alta em julho, de 0,99%, puxado principalmente pelo aumento da conta de luz. A energia elétrica residencial subiu 3,09% no mês, ante 1,53% em junho, e sozinha respondeu por 0,13 ponto percentual da inflação.
Já Alimentação e bebidas ajudou a segurar a inflação, com queda de 0,67%. Entre os demais grupos, os preços variaram de uma queda de 0,66% em Vestuário a uma alta de 0,40% em Saúde e cuidados pessoais.
Veja o resultado dos grupos do IPCA
Alimentação e bebidas: -0,67%;
Habitação: 0,99%;
Artigos de residência: 0,07%;
Vestuário: -0,66%;
Transportes: 0,05%;
Saúde e cuidados pessoais: 0,40%;
Despesas pessoais: 0,22%;
Educação: -0,03%;
Comunicação: 0,04%.
Alimentos mais baratos ajudam a segurar inflação
Supermercado em São Paulo
REUTERS/Paulo Whitaker
Os preços de alimentos e bebidas caíram 0,67% em julho, principalmente por causa da redução de 1,14% nos alimentos comprados para consumo em casa. Entre os produtos que mais ficaram baratos estão:
???? tomate (-29,09%), 
????batata-inglesa (-19,59%), 
???? cenoura (-14,41%)
☕ café moído (-2,45%). 
O tomate foi o produto que mais ajudou a reduzir a inflação no mês. Na outra ponta, o leite longa vida subiu 2,47% e as frutas ficaram 1,20% mais caras. 
Já quem comeu fora de casa enfrentou uma alta maior nos preços. A alimentação fora do domicílio subiu 0,55% em julho, contra 0,15% em junho. O preço dos lanches aumentou 0,76%, enquanto o das refeições subiu 0,42%.
Entre as regiões pesquisadas pelo IBGE, Rio Branco teve a maior alta de preços em julho, de 0,32%, principalmente por causa do aumento das passagens aéreas e da energia elétrica. 
Belém teve a maior queda, de 0,45%, influenciada principalmente pela redução dos preços da gasolina e do açaí.
IPCA: Preço dos alimentos: o que ficou mais caro e o que barateou em julho
Conta de luz pesa na inflação de julho
O grupo Habitação acelerou de uma alta de 0,63% em junho para 0,99% em julho, principalmente por causa do aumento da energia elétrica residencial, que passou de 1,53% para 3,09%. 
A conta de luz foi o item que mais contribuiu individualmente para a inflação do mês, com impacto de 0,13 ponto percentual.
O resultado considera reajustes nas tarifas de energia em algumas cidades:
Em São Paulo, uma das concessionárias aumentou as tarifas em 8,85%, a partir de 4 de julho;
Em Porto Alegre, o reajuste foi de 14,89%, válido desde 19 de junho;
Em Curitiba, de 19,55%, desde 24 de junho. 
Além dos reajustes, a conta de luz continuou sendo influenciada pela bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Ainda no grupo Habitação, a taxa de água e esgoto subiu 0,40%, refletindo reajustes aplicados em Salvador, Porto Alegre, Brasília e Rio Branco. Já o gás encanado ficou 0,04% mais barato, devido a uma redução média de 2% nas tarifas no Rio de Janeiro.
Plano de saúde e passagens aéreas ficam mais caros
O grupo Saúde e cuidados pessoais subiu 0,40% em julho, influenciado principalmente pelos produtos de higiene pessoal, que ficaram 0,64% mais caros. O destaque foi o perfume, com alta de 1,04%. 
Os planos de saúde também subiram, 0,42%, refletindo os reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Já o grupo Transportes teve alta de 0,05%. As passagens aéreas subiram 11,67%, mas o resultado foi parcialmente compensado pela queda de 1,44% nos combustíveis. 
O etanol recuou 2,26%, a gasolina caiu 1,37%, o diesel, 1,22%, e o gás veicular, 0,08%.
*Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>IPCA:, Inflação, desacelera, para, 07, julho, com, queda, nos, preços, dos, alimentos</media:keywords>
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<title>Dólar abre em queda, de olho em inflação e ata do Copom</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-abre-em-queda-de-olho-em-inflacao-e-ata-do-copom</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta terça-feira (11) em queda, com um recuo de 0,10% perto das 9h, cotado a R$ 5,1053. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados da inflação brasileira ficam no centro das atenções. O indicador registrou mais uma desaceleração em julho, com uma alta de 0,07% no mês, após avanço de 0,16% no mês anterior. 
▶️ A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) também fica no radar. No documento o Banco Central afirmou que reagirá &quot;com firmeza&quot; caso a forte volatilidade dos preços do petróleo afetem a oferta da commodity e impactem os preços brasileiros. Na semana passada, o BC cortou a taxa básica (Selic) em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano.
▶️ Investidores também seguem atentos aos desdobramentos do tarifaço dos Estados Unidos sobre o Brasil. Nesta terça, a ApexBrasil lança um plano para ampliar a presença de produtos brasileiros em novos mercados, com foco nos setores afetados pelas taxas e na diversificação das exportações brasileiras.
▶️ Já no exterior, as incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz continuam a pesar nos mercados. Trump ironizou, na véspera, as exigências divulgadas pelo Irã para dar fim à guerra, e afirmou que também exigia uma indenização do Irã &quot;por todas as pessoas que eles mataram e feriram gravemente&quot;.
Com o impasse, os preços do petróleo sobem nesta terça-feira. Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,15%, cotado a US$ 87,85. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,28%, a US$ 82,36 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,53;
Acumulado do mês: +0,81%;
Acumulado do ano: -6,89%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,19%;
Acumulado do mês: -3,27%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo, seguem no radar dos investidores.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na segunda-feira, no entanto, Trump ironizou o pedido de indenização do Irã que deveria ser pago por Washington para a reabertura do Estreito de Ormuz. 
Em post no Truth Social, Trump disse que o regime iraniano deve indenizar &quot;todas as pessoas que matou e feriu gravemente&quot;, e falou que passará a fazer a mesma exigência nas futuras negociações entre os dois países.
&quot;É uma ideia interessante, pois agora eu também exijo indenização do Irã, por todas as pessoas que eles mataram e feriram gravemente com suas bombas de beira de estrada e nos muitos conflitos pelos quais são famosos. (...) Além disso, indenizações devem ser pagas às famílias das centenas de milhares de manifestantes inocentes que o Irã matou nos últimos 50 anos, sem mencionar os 52 mil que foram mortos nos últimos cinco meses. Instruí meus representantes a incluírem isso firmemente em todas as negociações futuras&quot;, escreveu.
As divergências entre os dois países voltam a gerar dúvidas sobre a reabertura do Estreito e, consequentemente, preocupações com os impactos sobre a oferta global de petróleo e os preços da energia.
Bolsas globais
Na Ásia, as ações chinesas fecharam em baixa nesta terça-feira, conforme investidores reavaliavam as perspectivas de um fim do conflito no Oriente Médio e da reabertura de Ormuz. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 0,8%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, recuou 0,8%. O Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 1,1% e o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 0,73%. O Nikkei, do Japão, permaneceu fechado.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ford do Brasil adianta a inspeção por recall de 1.371 unidades do Mustang</title>
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<description><![CDATA[      Ford Mustang GT
Divulgação / Ford
A Ford do Brasil havia anunciado em 21 de julho um recall para o Mustang por falha nos limpadores do para-brisa. Os modelos envolvidos foram fabricados entre 2024 e 2026.
Na ocasião, o comunicado da Ford informava que o defeito só seria averiguado e solucionado no segundo trimestre de 2027.
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Porém, um novo comunicado da montadora, divulgado nesta terça-feira (11), informa que as 1.371 unidades do Mustang no Brasil já podem passar pela inspeção imediatamente.
O texto do comunicado da Ford também &quot;destaca a importância do imediato atendimento a esta convocação&quot;.
Entenda o recall
Segundo a marca, existe o risco de o esguicho de água e os limpadores não funcionarem e, por isso, pode haver a diminuição ou perda de visibilidade.
De acordo com a Ford, esta condição acaba “aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”.
Agora no g1
O motivo do possível defeito é uma falha na programação que pode afetar o funcionamento do motor do limpador quando a temperatura atinge 0 grau Celsius ou menos.
“Nessa condição, os limpadores podem funcionar apenas na velocidade alta, e o esguicho de água do para-brisa pode não funcionar, sem aviso prévio ao condutor”, diz a Ford em nota.
A inspeção e eventual reparo, segundo a Ford, levam aproximadamente 20 minutos. Se necessária, a substituição do motor dos limpadores do para-brisa é gratuita.
Unidades envolvidas no recall:
Mustang - Modelo 2024 - Chassis: de R5433555 até R5434492.
Mustang - Modelo 2025 - Chassis: de S5405308 até S5504022.
Mustang - Modelo 2026 - Chassis: de T5501127 até T5501731.
Ford Bronco Sport
Divulgação | Ford
Ford pediu para não conduzir Bronco Sport e Maverick
Em junho deste ano, a Ford já havia feito um outro recall e pediu para os proprietários não conduzirem os veículos envolvidos no recall.
Os modelos Bronco Sport, fabricados entre 2021 e 2025, e Maverick, produzidos entre 2022 e 2025, poderiam apresentar um problema na fixação do braço inferior da suspensão dianteira. Segundo a Ford, 237 unidades dos dois veículos fazem parte deste recall.
A montadora, na ocasião, recomendou que os proprietários dos veículos afetados evitassem conduzir os carros até que o atendimento seja realizado em uma concessionária.
O chamado ocorreu devido a uma falha detectada no processo de montagem. Segundo a Ford, o braço inferior da suspensão dianteira, em ambos os lados dos veículos, poderia não estar fixado de maneira correta no suporte da roda dianteira.
Ford do Brasil faz recall de Bronco Sport e Maverick e pede que unidades afetadas não seja
Caso ocorra a falha de fixação, a peça poderá se soltar do suporte da roda. O defeito acarreta o risco de o motorista perder o controle do veículo em movimento, o que eleva a possibilidade de acidentes com danos físicos e riscos fatais aos ocupantes do automóvel e a terceiros.
O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de 20 minutos, embora o prazo possa variar segundo o fluxo da concessionária escolhida.
O atendimento aos proprietários do Bronco Sport e da Maverick já está aberto. Os clientes devem realizar o agendamento do serviço, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Dinheiro esquecido&amp;apos;: BC atualiza balanço e diz que R$ 5,1 bilhões podem ser resgatados; 22,66 milhões de pessoas têm direito</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dinheiro-esquecido-bc-atualiza-balanco-e-diz-que-r-51-bilhoes-podem-ser-resgatados-2266-milhoes-de-pessoas-tem-direito</link>
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<description><![CDATA[      O Banco Central (BC) atualizou os dados e informou nesta terça-feira (11) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 5,12 bilhões em &quot;recursos esquecidos&quot; pelos clientes.
O balanço considera valores contabilizados até junho deste ano.
Deste total:
R$ 3,77 bilhões são recursos de 22,66 milhões de pessoas físicas;
R$ 1,36 bilhão são valores de 2,1 milhões de empresas.
Agora no g1
Em março, segundo o Banco Central, havia R$ 10,6 bilhões de valores esquecidos nas instituições financeiras. Parte do montante foi transferida para um fundo público para viabilizar o Desenrola 2.0.
Em maio, o valor já havia recuado para R$ 6,2 bilhões.
O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.
Governo anunciou uso do dinheiro; TCU apura 
Dinheiro esquecido: governo quer usar parte do valor para financiar o Desenrola 2.0
No começo de maio, o governo anunciou o uso, de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões, dos recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0 – novo programa de renegociação de dívidas.
No fim de maio, parte do dinheiro, cerca de R$ 5,7 bilhões, foi encaminhada para um fundo público, o Fundo de Garantia de Operações (FGO), para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, parte do dinheiro desse fundo vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.
&quot;Os recursos não reclamados serão utilizados para o FGO garantir operações do próprio sistema financeiro. Haverá segregação de 10% do saldo transferido que ficará disponível para cobrir eventuais pedidos de resgate [pelos correntistas]&quot;, informou o governo à época.
Como informou o g1 em junho, o caso entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU). Técnicos do tribunal apuram o uso de recursos para programas federais por fora do orçamento público.
Por não passar pelo orçamento da União, os recursos não estão dentro dos limites de gastos que têm de ser obedecido. Pelas regras, os gastos não podem crescer mais de 2,5% ao ano (acima da inflação).
Se fosse incluído formalmente no orçamento, e consequentemente no limite de gastos, o governo teria de bloquear igual montante em outras despesas livres (discricionárias), aumentando as dificuldades em um ano eleitoral.
No mês passado, o governo informou que, justamente para obedecer ao limite de despesas existente, R$ 23,7 bilhões do orçamento dos ministérios já foram bloqueados neste ano.
A limitação de recursos já está afetando áreas importantes, como atividades de fiscalização, investimentos em tecnologia e a prestação de serviços à população, como as agências reguladoras.
Relatório do Banco Central dos EUA de 2022 afirmou que o PIX é uma moeda digital
Getty Images via BBC
Como consultar o dinheiro esquecido
Como consultar e resgatar o &#039;dinheiro esquecido&#039; no Banco Central
O único site no qual é possível fazer a consulta e saber como solicitar a devolução dos valores para pessoas jurídicas ou físicas, incluindo falecidas, é o https://valoresareceber.bcb.gov.br.
????Via sistema do Banco Central, os valores só serão liberados para aqueles que fornecerem uma chave PIX para a devolução.
????Caso não tenha uma chave cadastrada, é preciso entrar em contato com a instituição para combinar a forma de recebimento. Outra opção é criar uma chave e retornar ao sistema para fazer a solicitação.
????No caso de valores a receber de pessoas falecidas, é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal para consultá-los. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade.
Após a consulta, é preciso entrar em contato com as instituições nas quais há valores a receber e verificar os procedimentos.
Cédulas de dinheiro, em imagem de arquivo
Marcello Casal Jr/Agência Brasil ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dinheiro, esquecido:, atualiza, balanço, diz, que, 5, 1, bilhões, podem, ser, resgatados, 22, 66, milhões, pessoas, têm, direito</media:keywords>
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<title>Noruega também vai deixar de comprar carne do Brasil a partir de setembro após decisão da UE</title>
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<description><![CDATA[      Imagem ilustrativa de carne bovina.
Cindie Hansen/Unplash
Após a União Europeia, a Noruega também decidiu que deixará de comprar produtos de origem de animal do Brasil a partir de 3 de setembro. O país nórdico não faz parte da UE, mas seguirá a decisão do bloco.
O anúncio foi feito pela Mattilsynet, Autoridade Norueguesa de Segurança Alimentar.
&quot;[...] Remessas provenientes do Brasil não poderão ser importadas caso tenham certificado sanitário emitido em 3 de setembro de 2026 ou posteriormente. A regra permanecerá em vigor até que o Brasil eventualmente volte a ser incluído na lista de países terceiros autorizados&quot;, afirmou a Mattilsynet.
A Noruega representa menos de 1% das exportações brasileiras de carne bovina, tanto em volume, como em valor, segundo dados do Agrostat, do Ministério da Agricultura. 
Em maio, a União Europeia retirou o Brasil da lista de países autorizados a exportar às nações do grupo, após alegar que o país não segue as suas regras sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. A medida não foi motivada por irregularidades encontradas na carne nacional, mas porque a UE considera insuficiente o controle que o Brasil faz sobre o uso dessas substâncias.
????Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser usados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia (entenda aqui).
Exportações para União Europeia cresceram entre setores que devem ser embargados pelo bloco
Representantes do agro brasileiro viram na medida um ato protecionista, uma vez que a decisão foi anunciada dias após a entrada em vigor do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul.
O tratado foi alvo de forte resistência de agricultores europeus, que temem a concorrência de produtos sul-americanos mais baratos, sobretudo do Brasil, principal exportador agrícola do Mercosul para a União Europeia.
Os demais países do bloco — Argentina, Paraguai e Uruguai — seguem autorizados a exportar para os europeus. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Noruega, também, vai, deixar, comprar, carne, Brasil, partir, setembro, após, decisão</media:keywords>
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<title>FGC diz que ainda não recebeu todas as informações necessárias para analisar empréstimo pedido pelo BRB</title>
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<description><![CDATA[      Fachada do banco BRB.
Reprodução/TV Globo
O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) afirmou, em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda não recebeu todas as informações necessárias para analisar a operação de empréstimo pedida pelo Banco de Brasília (BRB).
O banco estadual se encontra em crise após negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025 (veja detalhes abaixo). O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Ainda de acordo com o documento, o FGC diz que ainda é necessário ter acesso às demonstrações financeiras de 2025 e do primeiro semestre auditadas e que, sem a análise, não pode verificar a viabilidade da operação.
Também não há, até o momento, formalização de manifestação de vontade por parte de instituições financeiras que compareceriam como garantidoras de tal eventual crédito.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux marcou para esta quinta-feira (13) uma nova audiência de conciliação no acordo entre a União e o BRB para viabilizar um empréstimo, atendendo a um pedido.
Que crise é essa?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>BC vê inflação desacelerando, mas aponta pressão do petróleo e de gastos públicos</title>
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<description><![CDATA[      Selic: Copom reduz taxa básica de juros para 14% ao ano
O Banco Central observou nesta terça-feira (11) que a inflação para os consumidores desacelerou nos últimos meses, embora ainda permaneça acima da meta, e apontou que há pressão dos gastos públicos (estimulando a demanda) e de choques de oferta, como a alta do petróleo — decorrente da guerra no Oriente Médio.
As análises constam na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia brasileira foi reduzida para 14% ao ano — no quarto corte seguido. 
Em termos reais, porém, o juro brasileiro ainda é o maior do mundo, segundo levantamento da MoneYou.
&quot;No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta&quot;, informou o BC, a ata do Copom.
➡️Com isso, a autoridade monetária não indicou o que poderá fazer na próxima reunião do Copom, marcada para 15 e 16 de setembro, deixando a porta aberta para tomar a decisão somente nos dias do encontro — com base nos últimos indicadores da economia.
????A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
Inflação de junho é a menor para o mês em 3 anos, mas ainda está acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central
Jornal Nacional/ Reprodução
➡️O BC acrescentou que o cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, com as expectativas de inflação para os próximos anos acima da meta (central de 3%) e &quot;riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária&quot;. 
&quot;O Comitê seguirá incorporando novas informações e acompanhando a evolução do cenário de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta&quot;, informou o Banco Central.
Gastos públicos
O Banco Central informou, na ata da última reunião do Copom, que há evidências de que a política de juros altos, implementada nos últimos anos, apesar dos cortes recentes da taxa Selic, estejam surtindo efeito sobre a inflação — que tem mostrado desaceleração. 
&quot;Embora a política monetária [juros altos] esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo [taxas ainda elevadas para padrões brasileiro e internacionais]&quot;, informou o Copom.
➡️O BC apontou, também, que a chamada &quot;política fiscal&quot; (relativa aos gastos públicos) tem um impacto de curto prazo na inflação, &quot;majoritariamente&quot; por meio de estímulo à demanda agregada (pressionando a taxa de juros). Avaliou, ainda, que o aumento de gastos &quot;tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros&quot;. 
&quot;Uma política fiscal que atue de forma contracíclica [corte de gastos para conter a inflação] e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta. O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade&quot;, acrescentou.
Em entrevista ao g1 no começo de julho, o ministro da Fazenda, negou que decisões do governo federal sejam a principal causa dos juros elevados no país e afirmou que a equipe econômica fará um ajuste nas contas públicas nos próximos anos para cumprir as metas fiscais.
&quot;Eu não estou procurando culpados. Porque assim, quem é menos culpado é o Ministério da Fazenda por conta da taxa de juros. (...) Nós temos que discutir qual a razão da taxa de juros estar nesse patamar. O debate fiscal, ele importa para a taxa de juros, mas não é a solução, porque essa é a resposta fácil&quot;, disse o ministro da Fazenda, na ocasião.
Choques de oferta
O Banco Central avaliou, também, que a política de gastos públicos não é a única a pressionar a inflação corrente e as expectativas para os próximos anos. Segundo a instituição, choques de oferta, como o aumento do preço do petróleo decorrente da guerra no Oriente Médio, por exemplo, também têm impactado para cima os preços. 
&quot;Choques de oferta têm exercido influência relevante tanto sobre a trajetória recente da inflação quanto sobre sua trajetória prospectiva. O Copom avalia que que não deve reagir aos efeitos primários de choques dessa natureza, mas que é necessário monitorar com atenção eventuais efeitos de segunda ordem, e reagir com firmeza caso esses efei ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ECA Digital: redes sociais deverão abrir dados sobre denúncias de violações contra menores</title>
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<description><![CDATA[      Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais
Hollie Adams/Reuters
Plataformas com mais de 1 milhão de crianças e adolescentes como usuários deverão publicar até 17 de setembro relatórios de transparência para informar o que fazem para proteger menores de idade em seus serviços, conforme despacho da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (11).
Estes serão os primeiros de uma série de relatórios que deverão ser divulgados a cada semestre no site das empresas. A publicação é exigida pelo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), lei que completa um ano da publicação também em 17 de setembro.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O ECA Digital também ficou conhecido como Lei Felca porque a aprovação aconteceu depois da publicação de vídeo viral que tratou da adultização.
A lei determina que plataformas devem apresentar nos relatórios quais são os canais para receber denúncias de infrações contra menores de idade, quantas notificações receberam e quais foram as decisões tomadas.
Entenda nova regra que exige confirmação de idade de usuários por sites e aplicativos
As empresas também deverão informar quais medidas tomaram para identificar atos ilícitos e contas infantis em seus serviços, bem como quais melhorias fizeram com foco na proteção dos mais jovens. O documento deverá detalhar ainda os métodos usados para chegar aos dados divulgados. 
Os materiais serão analisados pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável por monitorar a aplicação e regulamentar trechos da lei de proteção online de crianças e adolescentes.
Segundo a ANPD, os relatórios funcionarão como uma prestação de contas à sociedade e ao poder público sobre as ações tomadas por cada serviço. 
Com os relatórios, o órgão espera ter mais informações sobre as práticas de mercado com canais de denúncia, moderação de conteúdo, identificação de contas infantis e gestão de riscos, o que deverá ajudar a definir futuras regulamentações do ECA Digital. 
Para o primeiro relatório, o período de referência será de 1º de janeiro a 30 de junho de 2026. Como as obrigações previstas no ECA Digital só entraram em vigor em 17 de março, porém, empresas que não tiverem informações relativas a janeiro e fevereiro poderão limitar o documento ao período de 17 de março a 30 de junho.
Independentemente do período considerado, o primeiro relatório deverá ser publicado até 17 de setembro. 
A partir do segundo relatório, os períodos passarão a coincidir com os semestres civis: 
de 1º de janeiro a 30 de junho, com publicação até 1º de agosto; 
de 1º de julho a 31 de dezembro, com publicação até 1º de fevereiro do ano seguinte.
A ANPD também recomendou que as plataformas obrigadas enviem uma cópia do relatório ao órgão no momento em que o documento for publicado em seus sites. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sucessão na JBS marca volta da família Batista ao comando, diz Financial Times</title>
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<description><![CDATA[      Unidade de empacotamento da JBS em Greeley, no estado americano do Colorado
Shannon Stapleton/Reuters
Uma reportagem publicada nesta terça-feira (11/8) no Financial Times, um dos mais prestigiosos periódicos de economia, destacou uma mudança em curso na JBS, a maior processadora de carne do mundo: a ascensão de Wesley Batista Filho, de 34 anos, ao comando da empresa.
&quot;Um descendente da dinastia empresarial brasileira Batista se tornará presidente-executivo da JBS, enquanto o maior frigorífico do mundo devolve o cargo mais alto a um membro de sua família controladora&quot;, diz trecho da reportagem, assinada de Brasília (DF).
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A mudança deve acontecer em janeiro. Batista Filho, que é filho do ex-CEO Wesley Batista e neto do fundador José Batista Sobrinho, hoje lidera a divisão da JBS nos Estados Unidos, a maior da empresa em termos de vendas.
&quot;Será uma gestão de continuidade&quot;, disse Batista Filho, que trabalha há 15 anos na empresa de sua família, em entrevista ao Financial Times. 
Agora no g1
&quot;A JBS tem uma trajetória de grande crescimento, dando continuidade à estratégia de diversificação e agregando novas geografias.&quot;
As ações da empresa nos EUA, porém, caíram 5,8% na segunda-feira (10/8), segundo o periódico de economia. 
&quot;A JBS registrou na segunda-feira um prejuízo líquido de US$ 102 milhões no segundo trimestre. Suas receitas aumentaram 14%, para US$ 23,9 bilhões&quot;, diz a reportagem.
Embora o texto não atribua razões à queda, Batista Filho é o primeiro membro da família a retomar o comando da empresa após os escândalos de corrupção que levaram seu pai, Wesley, e seu tio, Joesley, a se afastarem de cargos executivos e levaram ao posto máximo da empresa o executivo Gilberto Tomazoni.
&quot;Conheço sua capacidade de execução, sua maneira de pensar sobre os desafios e estou muito confiante de que estamos tomando a decisão certa&quot;, disse Tomazoni ao Financial Times a respeito de seu sucessor.
Sudeste Asiático na mira
Montagem com fotografias dos irmãos Wesley e Joesley Batista
Getty Images/BBC News Mundo
A reportagem destaca ainda que o conglomerado privado da família Batista, a J&amp;F, tem interesses que incluem as áreas de fintech, mineração, cosméticos e energia.
Um dos principais focos do novo manda-chuva da JBS, no entanto, deve ser o Sudeste Asiático, região que Batista Filho descreveu como &quot;a nova fronteira geográfica&quot; da empresa.
Segundo o Financial Times, a JBS anunciou que o fundo soberano indonésio Danantara investirá US$ 2,2 bilhões na empresa por uma participação de 25% em uma joint venture que abrangerá essa região, além da Austrália e da Nova Zelândia.
A empresa, no momento, também diversifica seus esforços nas áreas de carnes suína e avícola, além de peixes, ovos e alternativas de proteína à base de plantas.
Em 2025, Wesley Batista indicou que o aumento dos medicamentos para perda de peso do tipo GLP-1 (as canetas emagrecedoras) estava impulsionando a demanda por proteína para prevenir a perda muscular. 
&quot;Antes, os médicos diziam para não comer tantos ovos ou tanta proteína. Agora é o contrário&quot;, observou ele. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise na Apex: posso perder dinheiro? Entenda o que se sabe sobre dívida de quase R$ 1 bi e o impacto para clientes</title>
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<description><![CDATA[      Auditoria vai apurar crise na Apex
A Apex Partners, plataforma de investimentos do Espírito Santo, enfrenta uma crise após uma investigação interna apontar &quot;inconsistências financeiras&quot; na empresa. O fundador e sócio da companhia, Fernando Cinelli, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, foram afastados do comando da empresa na última quinta-feira (6).
Segundo informações apresentadas pelo jornalista Abdo Filho, os sócios da Apex descobriram uma dívida de R$ 985,6 milhões. O valor foi informado pela própria empresa em uma ação apresentada à Justiça na sexta (7), na qual pediu uma blindagem temporária de seus ativos.
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A situação ainda está em fase de apuração. Uma auditoria externa deve ser contratada para identificar o que provocou o problema, qual é a extensão das dívidas e se houve impacto nos negócios e nos investimentos dos clientes.
Confira as principais dúvidas sobre o caso:
O que é a Apex Partners?
A Apex Partners é uma plataforma de investimentos fundada no Espírito Santo. A empresa tem cerca de 8 mil clientes, a maior parte deles no estado, e também atua em outras unidades da federação.
A companhia administra mais de R$ 17 bilhões e possui investimentos tanto na chamada economia real — como galpões, prédios residenciais e salas comerciais — quanto no mercado financeiro.
Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo.
Ricardo Medeiros/Rede Gazeta
O que significa a dívida de quase R$ 1 bilhão?
A informação consta em uma ação apresentada pela própria Apex à Justiça na sexta (7) após Fernando Cinelli, que era presidente da empresa, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, serem afastados dos cargos pelos sócios. 
Entre os argumentos apresentados pelos sócios está o de que eles não tinham conhecimento da dívida de quase R$ 1 bilhão na empresa. Ainda não está definido, porém, o que provocou esse passivo e qual é exatamente o impacto dele sobre os negócios da companhia.
Quem tem investimentos na Apex pode retirar o dinheiro?
Neste momento, há uma restrição temporária para os saques de um dos fundos ligados à Apex.
A Justiça concedeu uma blindagem de 60 dias para que a situação da empresa seja analisada. Além disso, o BTG, responsável pelo fundo da Apex, suspendeu os saques logo após a crise vir à tona, na quinta (6).
A medida busca evitar que uma retirada generalizada de recursos agrave a situação enquanto o tamanho do problema ainda é investigado.
LEIA TAMBÉM:
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Os clientes podem perder dinheiro?
Existe essa possibilidade, mas ainda é cedo para afirmar se isso ocorrerá. A auditoria que será contratada deverá analisar o que aconteceu, o tamanho das dívidas e o eventual nível de contágio do problema nos diferentes negócios da Apex.
Somente a partir dessas informações será possível saber se haverá perdas para investidores e clientes.
O que os clientes devem fazer neste momento?
A orientação é aguardar a apuração.
A empresa deverá contratar uma auditoria para identificar a origem do problema e dimensionar seus impactos. Ao mesmo tempo, há a decisão judicial que estabeleceu uma blindagem temporária dos ativos.
Em nota, a Apex Partners afirmou que a medida proposta não se trata de recuperação judicial. &quot;A medida tem caráter preventivo para garantir o patrimônio da empresa, a continuidade das suas atividades regulares, criando um ambiente de estabilidade, enquanto são concluídos os trabalhos da auditoria externa em fase de contratação&quot;.
A Apex tem dinheiro público?
Os recursos envolvidos são exclusivamente privados. A Apex possui investimentos em galpões, shopping centers, imóveis e também no mercado financeiro.
Na sexta, o governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), emitiu um comunicado oficial informando que não possui recursos públicos do Tesouro Estadual ou do Fundo Soberano (Funses) investidos na Apex Partners.
A crise pode afetar a economia do Espírito Santo?
A Apex é considerada uma empresa importante para o ecossistema econômico do Espírito Santo, principalmente pelo volume de recursos administrados e pelos investimentos realizados no estado.
A crise é negativa para a economia capixaba, para os investidores e para a confiança no mercado. No entanto, ele avalia que não deve haver um impacto significativo no conjunto da economia do Espírito Santo.
A crise da Apex pode ser comparada ao caso do Banco Master?
Nas redes sociais, a situação da Apex já passou a ser chamada de &quot;Master capixaba&quot;, mas é preciso ter cautela com a comparação.
Segundo ele, os dois casos são diferentes e a crise da Apex ainda é muito recente. O caso veio a público na quinta (6), enquanto a situação envolvendo o Banco Master já vinha sendo acompanhada há mais tempo.
A orientação, neste momento, é aguardar a auditoria para entender exatamente  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Golpe das tarefas&amp;apos;: veja como uma falsa vaga de home office fez uma trabalhadora perder R$ 1,2 mil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/golpe-das-tarefas-veja-como-uma-falsa-vaga-de-home-office-fez-uma-trabalhadora-perder-r-12-mil</link>
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<description><![CDATA[      Criminosos abordam vítimas através de ligações de celular, mensagens de WhatsApp, texto ou e-mail
Reprodução/TV Globo
Ester Nunes, de 26 anos, entrou para as estatísticas de vítimas de golpes financeiros. A profissional de Recursos Humanos perdeu R$ 1,2 mil após cair em uma falsa promessa de dinheiro fácil por meio de uma vaga de trabalho em home office.
No início, o esquema pede que a vítima cumpra tarefas online, como avaliar empresas no Google, em troca de pequenas recompensas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O golpe ganha corpo quando os criminosos passam a exigir depósitos via PIX, sob o argumento de aumentar os lucros, como em supostas operações com criptomoedas ou outras justificativas do tipo. Na etapa final, a vítima faz um depósito mais alto e não recebe nenhum retorno.
&quot;Eu não me lembrava de ter enviado currículo para nenhuma vaga, mas resolvi entrar em contato porque parecia uma oportunidade de renda extra&quot;, contou a vítima, em um relato publicado por ela no TikTok, que já soma mais de 2 milhões de visualizações. 
Agora no g1
Inicialmente, Ester depositou R$ 300. Para liberar os pagamentos, os golpistas exigiram R$ 900. Ela usou parte de sua reserva financeira e realizou o pagamento. Em seguida, uma nova exigência: mais R$ 2,6 mil.
Ao dizer que não tinha esse valor, recebeu a informação de que não conseguiria recuperar nenhum dos depósitos anteriores. &quot;Foi aí que percebi que era um golpe. Eles diziam que, se eu não continuasse pagando, perderia tudo o que já tinha enviado”, diz a vítima. 
Depois de pesquisar sobre o caso, ela descobriu que o saldo exibido na plataforma era fictício e que o único dinheiro efetivamente transferido havia sido o PIX enviado aos golpistas.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que essa estratégia é conhecida como &quot;golpe das tarefas&quot; e tem como objetivo convencer a vítima de que o investimento vale a pena antes de exigir depósitos cada vez mais altos.
Ester Nunes, de 26 anos, compartilhou no TikTok o golpe da falsa vaga de home office. 
Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais
Segundo a plataforma SOS Golpe, as fraudes relacionadas a falsas oportunidades de emprego e promessas de renda extra cresceram 56% entre março e abril deste ano.
A modalidade ocupa a segunda posição entre as fraudes mais denunciadas à plataforma, com 17,9% dos registros, atrás apenas do golpe da loja ou empresa pouco conhecida, responsável por 20,9% das denúncias. 
Veja alguns sinais de que a vaga pode ser um golpe:
Você não se candidatou à vaga.
O primeiro contato acontece por WhatsApp ou Telegram.
Há promessa de dinheiro fácil ou renda extra.
O salário é muito acima da média.
Há pedido de PIX ou qualquer pagamento.
Solicitam documentos pessoais logo nas primeiras etapas.
Fraude mira quem busca emprego 
A busca por recolocação profissional tem se tornado alvo de uma fraude cada vez mais comum no ambiente digital. A principal isca utilizada pelos criminosos são vagas consideradas &quot;imperdíveis&quot;, com salários acima da média, benefícios atrativos e processos seletivos simplificados.
A abordagem costuma ocorrer por WhatsApp, redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mail, geralmente em nome de empresas reconhecidas no mercado.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) fez um alerta sobre o aumento das tentativas de obtenção indevida de dados pessoais, informações bancárias e pagamentos sob o pretexto de participação em processos seletivos, realização de exames admissionais ou cursos supostamente obrigatórios.
???? A entidade orienta que os candidatos confirmem a autenticidade das vagas nos canais oficiais das empresas, verifiquem a identidade dos recrutadores antes de compartilhar informações pessoais e desconfiem de ofertas com salários muito acima da média.
Como agem os criminosos
Jonathan Ramos, pesquisador de segurança da ESET Brasil, afirma que os golpes envolvendo falsas oportunidades de emprego têm se diversificado, mas costumam seguir um mesmo objetivo: convencer a vítima a transferir dinheiro ou fornecer dados pessoais.
Inicialmente, a vítima recebe pequenas quantias para ganhar confiança. Em seguida, é direcionada para aplicativos de mensagens, como o Telegram, onde passa a ser orientada a fazer depósitos sob a promessa de desbloquear tarefas mais lucrativas ou obter retornos financeiros maiores.
&quot;O criminoso cria uma relação de confiança pagando pelas primeiras tarefas. Depois, começa a exigir depósitos para liberar novas atividades ou supostos lucros. É nesse momento que a vítima perde o dinheiro e o golpista desaparece&quot;, explica.
Outra modalidade comum, segundo Ramos, é a das falsas vagas de emprego com cobrança de taxas. Nesse caso, a vítima acredita ter sido aprovada em um processo seletivo, mas é informada de que precisa pagar por cursos, certificados, treinamentos ou exames admissionais para assumir a vaga.
Empresas legítimas não cobram qualquer valor para participar de processos seletivos. Quem paga pelos custos da contratação é o empregador, nunca ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 03:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Investimento em saneamento básico bate recorde em 2024, mas Brasil ainda enfrenta desafios para universalizar acesso, diz entidade</title>
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<description><![CDATA[      Apesar de o setor de saneamento básico ter registrado, pelo terceiro ano consecutivo, recorde de investimentos, o Brasil ainda enfrenta desafios para universalizar o acesso aos serviços de saneamento.
Em 2024, o setor registrou investimentos de cerca de R$ 29,1 bilhões, segundo o Panorama da Universalização do Saneamento 2026, divulgado nesta segunda-feira (10) pela Associação Brasileira das Empresas de Saneamento (Abcon).
Agora no g1
Atualmente, 780 municípios já atingiram a meta de universalização do abastecimento de água. Em relação ao esgoto, o número é menor: apenas 321 municípios conseguiram universalizar a coleta e o tratamento. 
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 5.571 municípios.
O levantamento mostra ainda que 3.625 municípios possuem contratos com metas de universalização do abastecimento de água. Para o esgotamento sanitário, são 3.774 municípios com metas estabelecidas para a universalização do serviço.
Por outro lado, 1.107 municípios não possuem informações suficientes para avaliar a capacidade de alcançar as metas de universalização do abastecimento de água. 
Em relação à coleta e ao tratamento de esgoto, 1.431 municípios não têm dados suficientes para essa avaliação, diz o estudo. 
75% das residências de Turilândia não têm acesso a saneamento básico
g1
Investimentos
????Em 2024, o setor de saneamento registrou investimentos de cerca de R$ 29,1 bilhões, o terceiro recorde anual consecutivo. O valor representa um crescimento de 9% em relação a 2023.
De acordo com a Abcon, o aumento dos investimentos está relacionado à realização de leilões e à ampliação da participação privada no setor.
Entre 2020 e junho de 2026, foram realizados 70 leilões, que resultaram na contratação de mais de R$ 227 bilhões em investimentos. Os projetos alcançaram cerca de 100 milhões de pessoas em 2.480 municípios.
Outros 31 projetos estão em estruturação, com previsão de R$ 32 bilhões em investimentos em 636 municípios. 
A expectativa é de que essas iniciativas beneficiem aproximadamente 11,9 milhões de brasileiros.
Tratamento de esgoto
Mesmo com o aumento dos investimentos, o país ainda trata pouco mais da metade do esgoto gerado. Em 2024, 51,8% do esgoto foi tratado.
Entre 2023 e 2024, o volume total de esgoto tratado aumentou 5%. O volume equivalente a cerca de 1,9 milhão de piscinas olímpicas.
O levantamento também aponta avanço na oferta regular de água desde a aprovação do Marco Legal do Saneamento.
De acordo com a Abcon, o número de domicílios abastecidos por rede de distribuição de água com disponibilidade diária aumentou 15%, passando de 52,8 milhões para 60,5 milhões de domicílios.
Marco Legal do Saneamento Básico
O marco legal é uma lei que modifica uma série de normas do setor do saneamento básico do Brasil. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).
✍️A lei prevê mecanismos para ampliar, em índices próximos a 100%, a rede de fornecimento de água potável e de coleta de esgoto pelo país até 2033. Também estabelece estímulos para a presença do setor privado. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça&#45;feira; acompanhe ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.043 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (11), em São Paulo.
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No concurso do último domingo (9),  uma aposta de Fortaleza (CE) acertou as seis dezenas e levou sozinha o prêmio de R$ 164.895.645,00.
A aposta foi feita na Loteria Aldeota, em formato de bolão com 15 números apostados e 100 cotas. Apesar de o prêmio principal ter saído para uma única aposta, o valor será dividido entre os participantes do bolão.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. 
Loterias caixa.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo define datas para recesso no Natal e no Ano Novo; veja regras</title>
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<description><![CDATA[      Escritório com decoração natalina
Pexels
O governo federal definiu as regras para o recesso de Natal e Ano Novo dos servidores públicos federais em 2026. O período será dividido em dois blocos: de 21 a 25 de dezembro e de 28 de dezembro a 1º de janeiro de 2027.
A regra vale para servidores e empregados públicos, temporários e estagiários que trabalham em órgãos do governo federal.
O recesso é facultativo. Ou seja, quem não quiser aderir deverá trabalhar normalmente, mantendo a jornada habitual.
Próximo feriadão é só daqui a 3 meses; veja os feriados que ainda restam em 2026
Como será o recesso
Os servidores deverão se dividir entre os dois períodos para garantir que os serviços públicos continuem funcionando, principalmente aqueles que envolvem atendimento ao público. Assim, cada órgão deverá organizar o revezamento dos funcionários entre as duas semanas.
O recesso, portanto, não significa que todos os servidores ficarão afastados ao mesmo tempo.
As horas não trabalhadas durante o recesso deverão ser compensadas posteriormente. O período para fazer essa compensação começa em 1º de outubro de 2026 e vai até 31 de maio de 2027.
Para quem trabalha presencialmente e não participa do Programa de Gestão e Desempenho (PGD), a compensação poderá ser feita com a antecipação do início da jornada ou com a extensão do horário de trabalho, respeitando o funcionamento do órgão.
Já quem participa do PGD, seja presencialmente ou em teletrabalho, deverá compensar as horas por meio do cumprimento das entregas previstas no plano de trabalho.
A compensação poderá aumentar a jornada em, no máximo, duas horas por dia para servidores, empregados públicos e contratados temporários. Para estagiários, o limite é de uma hora por dia.
Quem aderir ao recesso e não compensar as horas dentro do prazo terá desconto proporcional na remuneração.
A regra foi estabelecida pela Portaria SRT/MGI nº 6.342, publicada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) no Diário Oficial da União na última terça-feira (4). ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 21:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após Brasil acionar OMC, China pede para participar de consultas sobre tarifaço dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
A China pediu nesta segunda-feira (10) para participar das consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a ação movida pelo Brasil contra o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos aos parceiros comerciais.
Na petição, Pequim afirma ter um “interesse comercial substancial” no processo porque a investigação sobre trabalho forçado conduzida pelos EUA e as medidas adotadas a partir dela atingem produtos de origem chinesa.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O pedido foi formalizado com base no artigo 4.11 do Entendimento sobre Solução de Controvérsias (DSU, na sigla em inglês) da OMC. Uma cópia do documento foi enviada às delegações do Brasil e dos Estados Unidos e ao presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da organização. (saiba mais abaixo)
O Brasil acionou a OMC para contestar duas novas tarifas anunciadas pela Casa Branca:
uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas;
outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e violam os compromissos assumidos pelos EUA junto à própria entidade internacional.
Embora não tenha feito essa afirmação à OMC, o governo brasileiro tem dito — por meio de declarações do chanceler Mauro Vieira e de comunicados oficiais — que o tarifaço tem motivação política e desconsidera os argumentos técnicos apresentados pelas autoridades brasileiras ao longo das negociações com os responsáveis pelo comércio americano.
Também nesta segunda-feira, o governo dos Estados Unidos respondeu ao pedido de consultas apresentado pelo Brasil à OMC e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas&quot;, afirma o documento.
LEIA MAIS
EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
O que significa a participação chinesa?
A participação chinesa não significa, neste momento, que Pequim tenha aberto uma disputa própria contra os Estados Unidos. O pedido permite que a China acompanhe e participe das consultas por entender que as medidas discutidas no caso brasileiro também afetam seus interesses comerciais.
As consultas são a primeira etapa formal do mecanismo de solução de controvérsias da OMC. O procedimento permite que os países envolvidos tentem chegar a um acordo antes da eventual abertura de um painel para analisar o caso.
Para o Brasil, o acionamento da OMC também tem caráter político e institucional. Diplomatas avaliam que levar o caso à organização registra a posição brasileira contra as medidas de Washington e reforça a preferência do país pela solução multilateral de disputas comerciais.
A entrada da China nas consultas acrescenta um novo elemento à disputa, ao indicar que parte das medidas americanas questionadas pelo Brasil também tem impacto direto sobre o comércio entre EUA e China.
O presidente Lula e a primeira-dama, Janja, são recebidos pelo presidente da China, Xi Jinping.
Ricardo Stuckert/PR ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>YouTube endurece regras e dobra horas exigidas para monetização de vídeos</title>
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<description><![CDATA[      Governo eleva classificação indicativa do YouTube
O YouTube vai aumentar as exigências para que novos criadores possam começar a ganhar dinheiro com anúncios e assinaturas na plataforma.
A partir de 1º de fevereiro, será necessário acumular 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 12 meses ou 20 milhões de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos 90 dias.
▶️ Atualmente, o YouTube exige 1 mil inscritos e 4 mil horas de exibição no último ano ou 1 mil inscritos e 10 milhões de visualizações de Shorts nos últimos 90 dias.
A mudança vale para novos criadores e não afetará os canais que já fazem parte do Programa de Parcerias do YouTube.
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A invasão de vídeos feitos com IA para &#039;hipnotizar&#039; crianças no YouTube: &#039;Pode impactar pelo resto da vida
 Exigência aumenta para novos criadores
Com a atualização, o tempo de exibição necessário para quem produz vídeos longos será o dobro do exigido atualmente. 
A mudança torna mais difícil para novos canais alcançarem a monetização, principalmente para criadores que dependem de vídeos curtos. Na prática, será necessário construir uma audiência maior e manter um volume elevado de visualizações para começar a ganhar dinheiro com a plataforma.
O YouTube afirma que a alteração acompanha o crescimento da plataforma, que atualmente registra mais de 200 bilhões de visualizações diárias em Shorts e mais de 1 bilhão de horas de conteúdo assistidas em televisores todos os dias.
Shorts terão regra específica
O YouTube também anunciou uma mudança para os criadores que já fazem parte do programa e recebem dinheiro por meio do Shorts Creators Pool.
Para continuar recebendo essa receita, os canais precisarão manter pelo menos 10 milhões de visualizações de Shorts a cada período de 90 dias.
Quem ficar abaixo desse número continuará no Programa de Parcerias e poderá seguir ganhando dinheiro com vídeos longos. A receita dos Shorts será retomada quando o canal voltar a atingir a marca de 10 milhões de visualizações em 90 dias.
Premium Lite será ampliado
Além das mudanças nas regras de monetização, o YouTube anunciou a expansão do Premium Lite para todos os países onde o YouTube Premium está disponível.
A modalidade oferece uma experiência sem anúncios na maior parte dos vídeos e permite baixar conteúdos para assistir offline e reproduzi-los em segundo plano.
Os criadores recebem uma parcela da receita gerada pelas assinaturas de acordo com o tempo de exibição e o número de visualizações. Segundo o YouTube, 55% da receita fica com criadores de vídeos longos e 45% com criadores de Shorts.
A empresa afirma que a expansão do serviço pode aumentar os ganhos dos criadores. Segundo o YouTube, quando um usuário assina o Premium, os parceiros recebem, em média, mais do que receberiam se aquele espectador continuasse assistindo aos conteúdos com anúncios.
 Outras plataformas também mudam regras
O YouTube não é a única rede social a alterar seus programas de remuneração para criadores.
O X, de Elon Musk, mudou no fim de semana as regras de seu programa de pagamentos para priorizar conteúdos originais. O Facebook também lançou neste ano um novo programa de monetização para atrair criadores que produzem conteúdo para plataformas como TikTok e YouTube.
As mudanças mostram uma disputa entre as grandes redes sociais pelos criadores de conteúdo que conseguem reunir grandes audiências.
Logo do YouTube
REUTERS/Lucy Nicholson ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China pede para entrar em disputa do Brasil contra tarifaço dos EUA na OMC</title>
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<description><![CDATA[      Tarifas dos EUA mudam mapa das exportações brasileiras, aponta infográfico do g1
A China pediu à Organização Mundial do Comércio (OMC) para participar das consultas entre Brasil e Estados Unidos sobre as tarifas adicionais impostas por Washington a produtos brasileiros. 
O pedido foi formalizado nesta segunda-feira (10) e está relacionado à disputa “Estados Unidos – Direitos Adicionais sobre Determinados Produtos do Brasil” (WT/DS646), aberta pelo Brasil em 30 de julho.
Segundo o documento enviado pela delegação chinesa à OMC, Pequim afirma ter um “interesse comercial substancial” nas consultas porque a investigação conduzida pelos Estados Unidos sobre trabalho forçado e os instrumentos usados para implementá-la também resultaram em medidas que atingem produtos de origem chinesa.
Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos
Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance
EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
Por esse motivo, a China solicitou formalmente que seja autorizada a participar das consultas entre Brasil e Estados Unidos, conforme previsto no artigo 4.11 do Entendimento sobre Solução de Controvérsias (DSU, na sigla em inglês) da OMC. Uma cópia do pedido foi enviada às delegações brasileira e americana e ao presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da organização.
Brasil aciona OMC
O Brasil acionou a OMC contra duas tarifas adicionais impostas pelos EUA. Uma delas, de 25%, foi justificada pelo governo de Donald Trump com o argumento de que o Brasil adotaria práticas consideradas desleais em relação a empresas americanas.
A outra, de 12,5%, está relacionada ao entendimento americano de que o Brasil não teria fiscalizado adequadamente a entrada de produtos associados a trabalho forçado.
Ao apresentar o pedido de consultas, o governo brasileiro argumentou que as medidas americanas são discriminatórias, unilaterais e incompatíveis com compromissos assumidos pelos Estados Unidos no âmbito da OMC.
O que singifica a participação chinesa?
A participação chinesa não significa, neste momento, que Pequim tenha aberto uma disputa própria contra os Estados Unidos. O pedido permite à China acompanhar e participar das consultas porque entende que as medidas discutidas no caso brasileiro também afetam seus interesses comerciais.
As consultas são a primeira etapa formal do mecanismo de solução de controvérsias da OMC. O procedimento permite que os países envolvidos tentem chegar a um acordo antes de uma eventual abertura de um painel para analisar o caso.
Para o Brasil, o acionamento da OMC tem também um caráter político e institucional. Embora o governo brasileiro não espere necessariamente que o processo consiga reverter o tarifaço americano, diplomatas avaliam que levar o caso à organização registra a posição brasileira contra as medidas de Washington e demonstra a preferência do país pela solução multilateral de disputas comerciais.
A entrada da China nas consultas acrescenta outro elemento à disputa, ao indicar que parte das medidas americanas questionadas pelo Brasil também tem impacto direto sobre o comércio entre Estados Unidos e China. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Quem é Wesley Batista Filho, que será o novo CEO global da JBS</title>
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<description><![CDATA[      MPT pede condenação de R$ 118 milhões à JBS no Pará
Wesley Batista Filho será o novo CEO global da JBS a partir de janeiro de 2027. Batista Filho começou sua trajetória na JBS em 2011, como trainee na unidade de carne bovina de Greeley, no Colorado, nos Estados Unidos. Antes de ocupar cargos executivos, trabalhou na operação da fábrica. Depois, retornou a São Paulo para atuar na área de exportação de carne bovina.
Ele é o atual presidente-executivo da JBS USA, e assumirá o comando da companhia após uma carreira de 15 anos no grupo, com passagens por operações no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Uruguai e Paraguai.
A mudança faz parte de uma sucessão planejada pela JBS. Gilberto Tomazoni, atual CEO global, deixará o cargo após oito anos e permanecerá na companhia como vice-presidente do conselho de administração e consultor sênior. A transição será conduzida ao longo dos próximos cinco meses.
Entre 2012 e 2013, Batista Filho liderou as operações de carne bovina da companhia no Uruguai e no Paraguai. Em seguida, mudou-se para Calgary, no Canadá, onde foi presidente da JBS Canadá entre 2014 e 2015.
Wesley Batista Filho, futuro CEO da JBS.
Divulgação/JBS
Em 2016, voltou aos Estados Unidos para comandar a JBS USA Fed Beef, unidade de carne bovina que a companhia considera seu maior negócio global. Permaneceu na posição até 2017, quando retornou ao Brasil.
Passagens pelo comando da JBS no Brasil
Em 2017, Batista Filho voltou a São Paulo e assumiu a liderança da JBS Brasil. No ano seguinte, tornou-se CEO da operação brasileira, cargo que ocupou até 2019.
Em 2020, passou a comandar também a Seara, negócio da JBS no Brasil que reúne produtos de maior valor agregado, além das operações de aves e suínos. Na função, acumulou a liderança da JBS Brasil.
Em 2022, Batista Filho assumiu a posição de presidente global de Operações. O cargo colocou sob sua responsabilidade a estrutura operacional da companhia em diferentes regiões, incluindo América do Norte, América do Sul, Oceania e Europa.
Wesley Batista Filho, novo CEO da JBS.
Reprodução/Linkedin
No ano seguinte, voltou a Greeley pela terceira vez e foi nomeado CEO da JBS USA, a maior plataforma da companhia em receita.
A operação americana reúne mais de 60 unidades de produção de carne bovina, suína, de frango, alimentos preparados e outros produtos alimentícios. Segundo a JBS, são mais de 70 mil funcionários distribuídos por 31 Estados americanos.
&quot;Sinto-me honrado&quot;, diz futuro CEO
Em sua primeira manifestação como futuro CEO global, Batista Filho afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho realizado por Tomazoni e citou como prioridades as equipes da empresa, clientes, produtores parceiros, eficiência operacional e geração de valor de longo prazo para os acionistas.
Wesley Batista Filho, à esqueda, e Gilberto Tomazoni, à esquerda.
Divulgação/JBS
“Sinto-me honrado por assumir essa responsabilidade e dar continuidade ao extraordinário trabalho realizado por Tomazoni durante sua gestão como CEO”, afirmou. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>JBS anuncia Wesley Batista Filho como novo CEO global a partir de 2027</title>
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<description><![CDATA[      Wesley Batista Filho
Divulgação/JBS
A JBS, maior produtora de carnes do mundo, anunciou nesta segunda-feira (10) que Wesley Batista Filho será o novo CEO global da companhia a partir de janeiro de 2027. Ele substituirá Gilberto Tomazoni, que deixará o cargo após oito anos à frente da empresa.
A mudança marca o retorno de um integrante da família Batista ao principal cargo executivo da JBS. Wesley Batista Filho, de 34 anos, é filho de Wesley Batista, que já foi CEO da companhia, e sobrinho de Joesley Batista, que também ocupou a posição.
Agora no g1
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Atualmente CEO da JBS USA, Batista Filho começou a carreira na empresa em 2011, como trainee na unidade de bovinos de Greeley, nos Estados Unidos. Desde então, passou por diferentes áreas e operações do grupo.
Ele já comandou negócios da JBS no Uruguai, Paraguai e Canadá e também foi CEO da JBS Brasil e da Seara, divisão de alimentos processados de aves e suínos da companhia.
A transição será conduzida por Tomazoni nos próximos meses. Depois de deixar o cargo de CEO global, ele assumirá as funções de vice-chairman do conselho de administração e senior advisor da JBS. 
O executivo também continuará como chairman da Pilgrim’s Pride Corporation (PPC), subsidiária da companhia nos Estados Unidos.
Tomazoni está na JBS há 14 anos, sendo oito deles como CEO global. Durante sua gestão, a empresa ampliou a atuação internacional e diversificou os negócios. A receita anual passou de cerca de US$ 50 bilhões para US$ 86,2 bilhões.
Foi também durante sua gestão que a JBS passou a ter ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
Continuidade e expansão
Em entrevista à Reuters, Batista Filho afirmou que a mudança deve ser marcada pela continuidade, já que trabalha com Tomazoni há 14 anos.
&quot;É uma transição que tem uma continuidade muito grande. Um CEO novo, que conhece uma empresa do nada, tem que aprender, decidir para aonde vai. No nosso caso, pela transição que estamos fazendo, não é isso.&quot;
O futuro CEO afirmou que pretende manter a estratégia de expansão internacional da companhia, com atenção especial ao Oriente Médio e ao Sudeste Asiático e à Oceania.
Entre os movimentos recentes da JBS nessas regiões estão um acordo bilionário com a Danantara Investment Management, unidade do fundo soberano da Indonésia, e uma aquisição realizada em Omã no início deste ano.
Batista Filho também citou a continuidade dos investimentos em produtos de maior valor agregado e a expansão dos negócios de ovos e peixes como algumas das prioridades para os próximos anos. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>YouTube dobra exigência de horas de exibição para novos criadores começarem a ganhar dinheiro com vídeos na plataforma</title>
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<description><![CDATA[      Governo eleva classificação indicativa do YouTube
O YouTube vai aumentar as exigências para que novos criadores possam começar a ganhar dinheiro com anúncios e assinaturas na plataforma.
 A partir de 1º de fevereiro, será necessário acumular 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 12 meses ou 20 milhões de visualizações qualificadas em vídeos Shorts nos últimos 90 dias.
▶️ Atualmente, o YouTube exige 1 mil inscritos e 4 mil horas de exibição no último ano ou 1 mil inscritos e 10 milhões de visualizações em Shorts nos últimos 90 dias.
A mudança vale para novos criadores e não afetará os canais que já fazem parte do Programa de Parcerias do YouTube.
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 Exigência aumenta para novos criadores
Com a atualização, o tempo de exibição necessário para quem produz vídeos longos será o dobro do exigido atualmente. No caso dos Shorts, a plataforma também dobra o número de visualizações necessárias para entrar no programa, de 10 milhões para 20 milhões em 90 dias.
A mudança torna mais difícil para novos canais alcançarem a monetização, principalmente para criadores que dependem de vídeos curtos. Na prática, será necessário construir uma audiência maior e manter um volume elevado de visualizações para começar a receber pela plataforma.
Logo do YouTube, empresa que pertence ao Google.
Jeff Chiu/AP
O YouTube afirma que a alteração acompanha o crescimento do serviço, que atualmente registra mais de 200 bilhões de visualizações diárias em Shorts e mais de 1 bilhão de horas de conteúdo assistidas em televisores todos os dias.
Shorts terão regra específica
O YouTube também anunciou uma mudança para os criadores que já fazem parte do programa e recebem dinheiro por meio do Shorts Creators Pool.
Para continuar recebendo essa receita, os canais precisarão manter pelo menos 10 milhões de visualizações em Shorts a cada período de 90 dias.
Logo do YouTube
REUTERS/Lucy Nicholson
Quem ficar abaixo desse número continuará no Programa de Parcerias e poderá seguir ganhando dinheiro com vídeos longos. A receita dos Shorts será retomada quando o canal voltar a atingir a marca de 10 milhões de visualizações no período de 90 dias.
Premium Lite será ampliado
Além das mudanças nas regras de monetização, o YouTube anunciou a expansão do Premium Lite para todos os países onde o YouTube Premium está disponível.
A modalidade oferece uma experiência sem anúncios na maior parte dos vídeos e permite baixar conteúdos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano.
Os criadores recebem uma parcela da receita gerada pelas assinaturas de acordo com o tempo de exibição e as visualizações. Segundo o YouTube, 55% da receita fica com criadores de vídeos longos e 45% com criadores de Shorts.
A empresa afirma que a expansão do serviço pode aumentar os ganhos dos criadores. Segundo o YouTube, quando um usuário assina o Premium, os parceiros recebem, em média, mais do que receberiam se aquele espectador continuasse assistindo ao conteúdo com anúncios.
 Outras plataformas também mudam regras
O YouTube não é a única rede social a alterar seus programas de remuneração para criadores.
O X, de Elon Musk, mudou no fim de semana as regras de seu programa de pagamentos para priorizar conteúdos originais. O Facebook também lançou neste ano um novo programa de monetização para atrair criadores que produzem conteúdo para plataformas como TikTok e YouTube.
As mudanças mostram uma disputa das grandes redes sociais pela produção de conteúdo e pelos criadores que conseguem reunir grandes audiências. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BC trabalha em PIX Internacional e em garantia e prepara novas regras contra golpes e mensagens indevidas</title>
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<description><![CDATA[      Governo Trump diz que PIX prejudica competição de empresas americanas
O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (10) um relatório de gestão do PIX, sistema de pagamentos e transferências em tempo real lançado pela autoridade monetária em 2020.
A instituição destaca a evolução da ferramenta nos últimos anos, com funcionalidades como &quot;PIX Cobrança&quot;, &quot;PIX Saque&quot;, &quot;PIX Agendado&quot; e &quot;PIX por Aproximação&quot;.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O BC também prevê novidades para os próximos anos, como a cobrança híbrida, o uso para quitar duplicatas, o chamado &quot;split tributário&quot;, relacionado à reforma tributária, além do &quot;PIX Internacional&quot; e do &quot;PIX em Garantia&quot;. (veja detalhes mais abaixo nessa reportagem)
A instituição também informou que discute medidas contra o uso indevido do campo de descrição das transações, como o envio de mensagens ofensivas ou ameaçadoras, além da padronização dos chamados alertas de golpe.
➡️ Em 2025, o PIX registrou R$ 35,36 trilhões em transferências, um novo recorde. O valor movimentado cresceu 33,6% na comparação com 2024, quando as transações totalizaram R$ 26,46 trilhões.
➡️ O sistema de pagamentos brasileiro está na mira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem aplicado sobretaxas a produtos brasileiros.
Mensagens indevidas
&quot;Originalmente concebido para que o pagador registre informações objetivas sobre o pagamento, esse campo tem sido utilizado, em algumas situações, para fins alheios ao propósito original, como veículo para mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras, frequentemente associadas a transferências de valor irrisório&quot;, explicou o Banco Central.
Por conta disso, a instituição criou neste ano um grupo de trabalho no âmbito do Fórum PIX, com a participação de associações representativas do sistema de pagamentos. 
O objetivo é discutir alternativas para preservar a integridade da ferramenta e a experiência dos usuários, sem comprometer as características essenciais do PIX.
&quot;Com base nas conclusões desse trabalho, o BC avaliará e instituirá, se julgar necessário, as medidas regulamentares adequadas para coibir o uso inadequado do campo de mensagens&quot;, concluiu o BC.
Governo Trump conclui que Pix é &#039;injusto&#039;: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Alerta de golpe
O Banco Central informou que trabalha na evolução do chamado &quot;alerta de golpe&quot; para transferências via PIX. 
A funcionalidade já é utilizada por algumas instituições para avisar os clientes sobre possíveis fraudes no momento em que uma transação é iniciada, com base em critérios considerados suspeitos pela própria instituição.
&quot;O BC está discutindo com o mercado, no âmbito do Fórum PIX, como padronizar essa experiência, visando tornar essa padronização obrigatória por meio da definição de critérios mínimos para emissão desses alertas e da forma como devem ser enviados para os clientes&quot;, informou a instituição.
???? Em outubro do ano passado, as instituições financeiras passaram a disponibilizar um botão de contestação para que uma transação possa ser questionada sem a necessidade de interação humana.
Evolução nos últimos anos
???? PIX Cobrança: passou a funcionar como uma alternativa ao boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviços emitam cobranças e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente.
???? PIX Saque e PIX Troco: permitem que lojas e outros estabelecimentos funcionem como pontos de saque, descentralizando o acesso ao dinheiro e reduzindo custos para o comércio ao incentivar o uso de pagamentos eletrônicos.
???? PIX Agendado: facilitou pagamentos periódicos e transferências com datas definidas, oferecendo mais previsibilidade e organização financeira.
???? PIX por Aproximação: disponível inicialmente apenas para Android, permite pagamentos por aproximação, em uma experiência semelhante à dos cartões com essa tecnologia.
???? PIX Automático: facilita pagamentos recorrentes ao funcionar de forma semelhante ao débito automático, permitindo cobranças de serviços contínuos.
???? Integração com o Open Finance: ampliou o alcance das transações digitais ao permitir que pagamentos sejam iniciados por diferentes plataformas, especialmente em compras online e pelo celular.
Agenda evolutiva do PIX, divulgada em março
Reprodução de apresentação da 28ª reunião plenária do Fórum PIX
O Banco Central não informa, no relatório de gestão do PIX, quando as novas funcionalidades serão lançadas.
Entretanto, em uma reunião do Fórum PIX realizada em março deste ano, o BC estimou para 2026 a implementação da cobrança híbrida, do pagamento de duplicatas e do split tributário.
Para os próximos anos, o BC prevê o &quot;PIX Internacional&quot; e o &quot;PIX em Garantia&quot;. Já o &quot;PIX Parcelado&quot; não foi citado no relatório. A padronização dessa modalidade poderia ampliar a competição entre os bancos e reduzir reclamações.
Para 2026
Cobrança Híbrida: per ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>trabalha, PIX, Internacional, garantia, prepara, novas, regras, contra, golpes, mensagens, indevidas</media:keywords>
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<title>Dólar sobe e chega a R$ 5,11, com impasse na guerra no Oriente Médio; Ibovespa fecha em queda</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em alta de 0,53% nesta segunda-feira (10), cotado a R$ 5,1106. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,19%, aos 172.180 pontos.
▶️ Investidores acompanham a nova alta do petróleo em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste domingo (9) que não reabrirá a passagem até que os Estados Unidos atendam às suas condições.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
O presidente dos EUA, Donald Trump, ironizou a exigência de indenização por parte de Washington e disse que o regime iraniano deveria indenizar &quot;todas as pessoas que matou e feriu gravemente&quot;.
Como consequência do novo impasse, os preços do petróleo fecharam em alta de cerca de 5%. O barril do Brent, referência internacional, avançou 5,01%, para US$ 87,74. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subiu 5,13%, a US$ 82,19 o barril.
▶️ Na agenda econômica desta semana, novos dados de inflação do Brasil e dos EUA ficam no centro das atenções. 
▶️ Após os dados de emprego dos EUA virem abaixo do esperado na sexta-feira, o indicador de preços deve dar novos sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros.
▶️ Por aqui, também fica no radar a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que será divulgada nesta terça-feira.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,53;
Acumulado do mês: +0,81%;
Acumulado do ano: -6,89%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,19%;
Acumulado do mês: -3,27%;
Acumulado do ano: +6,86%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa cerca de 20% do comércio global de petróleo, seguem no radar dos investidores.
Em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, o petróleo fechou em alta de cerca de 5% nesta segunda-feira.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No fim de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do Estreito e afirmou que os EUA precisarão atender às demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, também afirmou que o país e Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na última semana, no entanto, o presidente americano, Donald Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Autoridades americanas também já haviam afirmado que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse a abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa iraniano de armas nucleares e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
As divergências entre os dois países voltam a gerar dúvidas sobre a reabertura do Estreito e, consequentemente, preocupações com os impactos sobre a oferta global de petróleo e os preços da energia.
Bolsas globais
Em Wall Street, os índices operavam em queda nesta segunda-feira, com investidores ainda atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Perto das 15h40, o Dow Jones caía 0,33%, enquanto o S&amp;P 500 recuava 0,10% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,43%.
Já na Europa, as principais bolsas da região fecharam mistas, em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. O DAX, da Alemanha, teve ganhos de 0,02%, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,03% e o FTSE 100, do Reino Unido, perdia 0,43%. 
Na Ásia, a maioria das bolsas de valores da região fechou em alta nesta segunda-feira, conforme investidores avaliavam novos dados de produção industrial da China e a notícia de que o BC chinês se comprometeu, em seu plano quinquenal, a manter a taxa de câmbio do iuan basicamente estável, além de ampliar o uso da moeda no comércio e nos investimentos internacionais.
O CSI 300, que  reúne as maiores com ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Bilionário brasileiro Eduardo Saverin se junta a Jeff Bezos em consórcio que negocia compra de 30% do Liverpool, diz TV</title>
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<description><![CDATA[      O cofundador do Facebook Eduardo Saverin comparece ao segundo aniversário da 99.co e ao lançamento do 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016.
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
O bilionário brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, se juntou ao dono da Amazon, Jeff Bezos, em um consórcio que negocia a compra de cerca de um terço do Liverpool Football Club, da Inglaterra.
A informação é da Sky News, que apurou que o Fenway Sports Group (FSG), grupo que controla o Liverpool desde 2010, se prepara para anunciar a transação ainda nesta semana.
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O consórcio é liderado por Amit Bhatia, genro de Lakshmi Mittal, bilionário do setor siderúrgico. Até recentemente, Bhatia era acionista do Queens Park Rangers, clube da segunda divisão do futebol inglês.
Se o negócio for fechado, três dos homens mais ricos do mundo passarão a ser sócios do Liverpool, um dos clubes mais vitoriosos da história do futebol inglês.
Só Bezos tem uma fortuna estimada pela Forbes em mais de US$ 283 bilhões, enquanto Saverin tem patrimônio superior a US$ 33 bilhões.
Segundo a Sky News, o negócio deve avaliar o Liverpool em US$ 6 bilhões, o que faria da transação uma das maiores da história do futebol.
Embora Bezos nunca tenha se envolvido em negociações para investir em clubes de futebol, sua possível entrada no consórcio mostra como o esporte tem atraído cada vez mais investidores bilionários.
Saverin, de 44 anos, fez parte de um consórcio que apresentou, sem sucesso, uma proposta para comprar o Chelsea durante o processo de venda do clube, em 2022.
Quem são os brasileiros mais ricos segundo lista de bilionários da Forbes.
Quem é Eduardo Saverin
Eduardo Saverin, durante conferência realizada em Singapora, em 2013.
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
O empresário Eduardo Saverin segue na liderança do ranking dos brasileiros mais ricos do mundo, com fortuna estimada em mais de US$ 33 bilhões, segundo a revista Forbes.
Saverin nasceu em 1982, em São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele é conhecido por ter ajudado Mark Zuckerberg a fundar o Facebook — os dois se conheceram na faculdade.
Hoje, o empresário mora em Singapura com a esposa e o filho. Saverin também é cofundador e copresidente da B. Capital, empresa de investimentos em venture capital.
???? Empresas de venture capital — também chamadas de capital de risco — investem em companhias inovadoras em estágio inicial ou de pequeno porte e oferecem apoio para que elas possam crescer. Normalmente, esse tipo de investimento envolve alto risco, mas também pode gerar retornos elevados.
Saverin se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar a rede social em 2004. Ele foi responsável pelo investimento inicial necessário para colocar a empresa em operação, segundo o livro &quot;Milionários Acidentais&quot;, de Ben Mezrich, publicado em 2012.
A fortuna veio de uma participação minoritária na empresa. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook valorizar sua participação.
A participação não foi maior porque Saverin e Zuckerberg romperam a parceria após divergências sobre os rumos da empresa. A disputa foi parar na Justiça e foi retratada no filme &quot;A Rede Social&quot; (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.
Ainda assim, ele chegou a ser apontado como o brasileiro mais rico da história em 2024. Na época, sua fortuna foi estimada em R$ 155,9 bilhões, após forte valorização das ações da Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Trump prorroga suspensão de lei centenária para tentar conter preço dos combustíveis nos EUA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/trump-prorroga-suspensao-de-lei-centenaria-para-tentar-conter-preco-dos-combustiveis-nos-eua</link>
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<description><![CDATA[      Lula: &quot;Trump, a gente tem que passar para o mundo uma certa harmonia&quot;
O presidente Donald Trump prorrogou por 90 dias uma autorização especial que permite que navios de bandeira estrangeira transportem petróleo e outras commodities entre portos dos EUA.
Entretanto, Trump também impôs novos limites após construtores navais e seus aliados no Congresso argumentarem que a medida prejudicava a indústria marítima nacional, informou a Casa Branca.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A prorrogação, oficializada nesta segunda-feira (10), ocorre em um momento em que a tensão com o Irã perturba o fluxo global de petróleo bruto e eleva os custos dos combustíveis. O cenário aumenta a pressão sobre o governo para aliviar gargalos logísticos e evitar novas altas nos preços da gasolina e de outras fontes de energia.
Segundo a porta-voz da Casa Branca, Taylor Rogers, a extensão por 90 dias garante que as Forças Armadas e setores estratégicos dos EUA mantenham acesso ininterrupto a recursos essenciais.
&quot;Dados mostram que a autorização especial impulsionou um aumento significativo nas entregas internas de produtos essenciais, como gasolina, diesel e combustível de aviação&quot;, disse Rogers em uma publicação na rede social X.
Sob as novas condições, o governo restringiu o alcance da medida. Cada viagem deverá passar por uma análise individual, em vez de os navios estrangeiros receberem isenções genéricas à Lei Jones (Jones Act), confirmou uma autoridade da Casa Branca.
O que é a Jones Act? 
A Jones Act exige que as cargas transportadas entre portos dos EUA sejam levadas em navios construídos no país, de propriedade de empresas americanas e tripulados por trabalhadores americanos. 
A autorização especial busca reduzir os preços dos combustíveis ao ampliar a flexibilidade do transporte marítimo e diminuir gargalos logísticos.
A autorização venceria em 16 de agosto caso não fosse prorrogada. Trata-se da suspensão mais longa da história da lei, que está em vigor há mais de um século. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Trump, prorroga, suspensão, lei, centenária, para, tentar, conter, preço, dos, combustíveis, nos, EUA</media:keywords>
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<title>Nvidia negocia com gigantes de Wall Street pacote de US$ 500 bilhões para financiar infraestrutura de IA</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que vai autorizar venda de semicondutores de IA da Nvidia para a China
Um grupo de instituições financeiras, incluindo Apollo Global e Blackstone, está trabalhando com a Nvidia para montar um pacote de financiamento de US$ 500 bilhões (R$ 2,55 trilhões) voltado ao desenvolvimento da infraestrutura necessária para a inteligência artificial. A informação é do Financial Times nesta segunda-feira (10).
A possível parceria mostra o esforço da Nvidia para levantar recursos para a infraestrutura que sustenta a expansão da inteligência artificial, como chips, geração de energia e centros de processamento de dados.
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O grupo também inclui a Global Infrastructure Partners, da BlackRock, a Brookfield Asset Management, o Goldman Sachs e a KKR. 
Segundo o Financial Times, que ouviu cinco pessoas a par das negociações, as instituições discutem uma parceria com a Nvidia para financiar a expansão da infraestrutura de IA.
O acordo pode ser anunciado ainda nesta segunda-feira, segundo o jornal.
A BlackRock não quis comentar o assunto. A Nvidia e as demais empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
&#039;Investimento circular&#039;: como o dinheiro gira entre gigantes de IA e alimenta temor de nova bolha
Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem estar &amp;apos;à disposição&amp;apos; para discutir tarifaço</title>
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<description><![CDATA[      EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão &#039;à disposição&#039; para discutir tarifaço
O governo dos Estados Unidos respondeu nesta segunda-feira (10) ao pedido de consultas apresentado pelo Brasil à Organização Mundial do Comércio (OMC) e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas&quot;, afirma o documento.
O Brasil acionou a OMC para contestar duas novas tarifas anunciadas pela Casa Branca:
uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas;
outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas tarifas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e violam os compromissos assumidos pelos Estados Unidos junto à própria entidade internacional.
Embora não tenha feito essa afirmação à OMC, o governo brasileiro tem dito — por meio de declarações do chanceler Mauro Vieira e de comunicados oficiais — que o tarifaço tem motivação política e desconsidera os argumentos técnicos apresentados pelas autoridades brasileiras ao longo das negociações com os responsáveis pelo comércio americano.
Governo não espera reversão
Embora o governo tenha acionado a OMC, diplomatas dizem que a medida tem caráter simbólico. Ou seja, não acreditam que uma eventual decisão da organização tenha capacidade de reverter o tarifaço americano.
Segundo eles, diante da tradição da diplomacia brasileira de defender o chamado multilateralismo, o governo considerou necessário acionar a OMC para reforçar a defesa da solução de conflitos entre países — sejam políticos, econômicos ou militares — por meio de organismos internacionais.
Os diplomatas afirmam ainda que o recurso à OMC &quot;marca posição&quot; do Brasil em relação aos EUA e registra a tentativa do país de buscar caminhos para reverter a medida.
Sem acordo com Brasil, EUA impuseram tarifas de 25% contra alguns produtos
Joao Oliveira/Zoonar/picture alliance ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump amplia prazo de regra que facilita transporte de combustíveis nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Lula: &quot;Trump, a gente tem que passar para o mundo uma certa harmonia&quot;
O presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou a prorrogação de uma isenção à Lei Jones, embora com algumas limitações, informou uma autoridade da Casa Branca nesta segunda-feira (10).
A Lei Jones exige que as cargas transportadas entre portos dos EUA sejam levadas em navios construídos no país, de propriedade de empresas americanas e tripulados por trabalhadores americanos; a isenção visa reduzir os preços dos combustíveis ao aumentar a flexibilidade do transporte marítimo e diminuir gargalos logísticos. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bilionário brasileiro Eduardo Saverin se junta a Jeff Bezos em consórcio que negocia compra de 30% do Liverpool, diz site</title>
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<description><![CDATA[      O cofundador do Facebook Eduardo Saverin comparece ao segundo aniversário da 99.co e ao lançamento do 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016.
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
O bilionário brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook, se juntou ao fundador da Amazon, Jeff Bezos, em um consórcio que negocia a compra de cerca de um terço do time inglês de futebol Liverpool Football Club.
A informação é da Sky News, que apurou que o Fenway Sports Group (FSG), grupo que controla o Liverpool desde 2010, se prepara para anunciar a transação ainda nesta semana.
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O consórcio é liderado por Amit Bhatia, genro de Lakshmi Mittal, bilionário do setor siderúrgico. Até recentemente, Bhatia era acionista do Queens Park Rangers, clube da segunda divisão do futebol inglês.
Se o negócio for fechado, três dos homens mais ricos do mundo passarão a ser sócios do Liverpool, um dos clubes mais vitoriosos da história do futebol inglês.
Só Bezos tem uma fortuna estimada pela Forbes em mais de US$ 280 bilhões, enquanto Saverin tem um patrimônio superior a US$ 32 bilhões.
Segundo informações obtidas pela Sky News, o investimento no Liverpool avaliará o clube em US$ 6 bilhões, tornando a operação uma das maiores já realizadas no futebol.
Embora Bezos nunca tenha sido associado anteriormente a negociações envolvendo clubes de futebol, sua possível participação no consórcio que pretende investir no Liverpool mostra como o esporte passou a ser visto por investidores bilionários como uma classe de ativos por si só.
Saverin, de 44 anos, fez parte de um consórcio que apresentou uma proposta, sem sucesso, para comprar o Chelsea durante o processo de venda do clube em 2022.
Quem são os brasileiros mais ricos segundo lista de bilionários da Forbes.
Quem é Eduardo Saverin
Eduardo Saverin, durante conferência realizada em Singapora, em 2013.
Roslan Rahman/AFP/Arquivo
O empresário Eduardo Saverin segue na liderança do ranking dos brasileiros mais ricos do mundo, com fortuna estimada acima de US$ 32 bilhões.
Saverin é paulista — nasceu em 1982, na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele é conhecido por ter ajudado Mark Zuckerberg a fundar o Facebook — os dois se conheceram na faculdade. 
Hoje, o empresário tem 43 anos e mora em Singapura, com a esposa e o filho. Saverin também é cofundador e copresidente da B. Capital, empresa de investimento em venture capital.
???? Empresas de venture capital — também chamadas de capital de risco — investem em companhias inovadoras em estágio inicial ou de pequeno porte e oferecem apoio para que possam crescer. Normalmente, esse tipo de investimento envolve alto risco, mas também pode gerar retornos elevados.
Saverin se formou em economia em Harvard — onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar a rede social em 2004. Ele foi o responsável pelo investimento inicial necessário para iniciar as operações da empresa, segundo o livro &quot;Milionários Acidentais&quot;, de Ben Mezrich, publicado em 2012.
A fortuna veio de uma participação minoritária na empresa. Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que valorizou sua fatia.
A fatia não foi maior porque Saverin e Zuckerberg romperam a parceria ao discordarem sobre os rumos da empresa. A disputa foi parar na Justiça e foi retratada no filme A Rede Social (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield.
Ainda assim, ele chegou a ser apontado como o brasileiro mais rico da história em 2024. Na época, sua fortuna foi estimada em US$ 155,9 bilhões, após forte valorização das ações da Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tirar Discord do ar, como pediu Janja, não resolve problema e pode empurrar usuários para outros lugares</title>
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<description><![CDATA[      Discord tem até 2ª feira (10) para apresentar plano de proteção a jovens
A primeira-dama Janja da Silva defendeu nesta semana que o Discord deveria ser retirado &quot;imediatamente&quot; do ar no Brasil, citando o caso de uma menina de 13 anos que teria sido coagida por outros usuários a se suicidar durante uma transmissão ao vivo na plataforma.
A polícia apreendeu na terça-feira (4/8) cinco adolescentes, de idades entre 13 e 17 anos, e prendeu um homem de 18 anos, acusados de envolvimento na morte da adolescente de Naviraí, em Mato Grosso do Sul, em 22 de julho.
As investigações apontam que o grupo usava o Discord e também o aplicativo de mensagens Telegram para atrair vítimas meninas, disseminar discursos de ódio, promover a radicalização de jovens e estimular comportamentos violentos.
&quot;A gente precisa bloquear o Discord no Brasil de qualquer forma&quot;, disse a primeira-dama, durante uma cerimônia no Palácio do Planalto na quinta-feira (7/8), em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou lei que amplia a punição para quem pratica violência sexual contra crianças e adolescentes.
&quot;Não posso aceitar ver uma menina de 13 anos se mutilar ao vivo na internet, no Discord, se enforcar e morrer. Não consigo admitir um país desse.&quot;
O Secretário Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Victor Fernandes, disse no evento que a polícia chegou a pedir a suspensão da plataforma, mas que o pedido foi negado pelo Judiciário.
Já o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que pediu ao Ministério da Justiça que encaminhe todas as informações sobre o caso e sobre o Discord para que seja preparada uma ação civil pública contra a plataforma.
Dados da Safernet, organização não governamental de defesa dos direitos humanos na internet, mostram que, de janeiro a julho de 2026, o número de denúncias envolvendo o Discord aumentou 54%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Foram 406 em 2026 até agora, contra 264 nos primeiros sete meses de 2025, um recorde para o período, na série histórica iniciada em 2017.
Nos últimos anos, o Discord tem figurado em episódios de violência extrema, incluindo crimes como venda de armas, drogas e explosivos; planejamento de ataques a escolas e tiroteios em massa; compartilhamento de conteúdo extremista, imagens e vídeos de abusos a crianças e adolescentes, e de tortura contra animais; além de extorsão sexual, tráfico de pessoas e incentivo à automutilação, incluindo suicídio.
Ainda assim, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil avaliam que bloquear o serviço no Brasil, como pede Janja, não é a solução para os graves problemas de moderação de conteúdo da plataforma.
A medida poderia, na verdade, incentivar os usuários a usarem ferramentas para continuar no Discord (como VPNs) ou empurrá-los para outras plataformas que estão fora do alcance das autoridades e leis brasileiras.
&quot;Vamos pedir a imediata responsabilização e a retirada de sua utilização pela sociedade brasileira, já que ela não tem compromisso com a sociedade e não protege crianças e adolescentes&quot;, disse Messias, segundo o portal G1.
A primeira-dama Janja da Silva defendeu que o Discord seja retirado do ar no Brasil.
Reprodução/BBC Brasil
&quot;Os crimes vão continuar acontecendo, provavelmente dentro do próprio Discord, usando VPNs e outras ferramentas de acesso que contornam bloqueios&quot;, diz Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil.
Uma VPN (sigla em inglês para &quot;rede privada virtual&quot;) é uma tecnologia que cria uma conexão criptografada entre o dispositivo e a internet, e criminosos se aproveitam dela para esconder suas identidades em atividades ilegais na internet.
Segundo Tavares, elas são amplamente usadas para acessar o Discord em países onde a plataforma está atualmente bloqueada, como Rússia, Turquia, Egito, Irã, Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
&quot;Inclusive, isso tem um efeito contraproducente, porque você acaba disseminando o uso dessas ferramentas de contorno de bloqueios.&quot;
Thiago Ayub, diretor de tecnologia da empresa especializada em redes Sage Networks, acrescenta que o bloqueio pode fazer os usuários do Discord (e as atividades que se buscava interromper) migrarem para outras plataformas ainda não bloqueadas.
&quot;O Discord possui representante legal no Brasil, que serve como ponto de contato com as autoridades. A nova plataforma a ser escolhida possivelmente será uma sem representante, mais distante ainda do alcance das leis brasileiras, representando um efeito rebote daquilo que inicialmente tentou-se reprimir.&quot;
O Discord afirmou em nota à BBC News Brasil que &quot;não tolera grupos ou indivíduos que promovem ou incentivam a violência e estamos cooperando com as autoridades policiais na investigação deste grave caso&quot;.
Disse ainda que &quot;mantém um diálogo contínuo com as autoridades brasileiras, incluindo o Ministério da Justiça, e tem atuado de forma proativa ao reportar indivíduos às autoridades policiais brasileiras, contribuindo para operações que resultaram em prisões&quot;.
Por que crimes prolife ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Tirar, Discord, ar, como, pediu, Janja, não, resolve, problema, pode, empurrar, usuários, para, outros, lugares</media:keywords>
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<title>Dólar opera em alta, com avanço do petróleo no radar; Ibovespa cai</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-alta-com-avanco-do-petroleo-no-radar-ibovespa-cai</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (10), com um avanço de 0,40% perto das 14h, cotado a R$ 5,1036. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,11% no mesmo horário, aos 17pontos. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores acompanham a nova alta do petróleo, em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. No final de semana, o Irã divulgou uma extensa lista de exigências aos Estados Unidos para permitir a volta do tráfego de navios pelo canal, levantando preocupações sobre sua força de barganha no conflito. Um acordo entre Irã e Omã também fica no radar.
Com isso, os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira. Perto das 11h50, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 2,78%, cotado a US$ 85,87. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 2,89% no mesmo horário, a US$ 80,44 o barril.
▶️ Na agenda econômica, novos dados de inflação do Brasil e dos EUA ficam no centro das atenções. Após os dados de emprego americano virem abaixo do esperado na sexta-feira, o indicador de preços deve dar novos sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros. Por aqui, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetáira (Copom) do Banco Central também fica no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,27%;
Acumulado do mês: +0,27%;
Acumulado do ano: -7,38%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,08%;
Acumulado do mês: -3,08%;
Acumulado do ano: +7,07%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa  cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo, seguem na mira dos investidores. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No final de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do canal, alertando que os EUA precisarão cumprir com as demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, também afirmou que o Irã e o Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito. 
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na última semana, no entanto, o presidente americano, Donald Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Além disso, autoridades americanas também já haviam afirmado anteriormente que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse em abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa de armas nucleares iraniano e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
As desavenças entre os dois países voltam a levantar preocupações com a reabertura do canal e, consequentemente, com os impactos na oferta global de petróleo e nos preços de energia.
Bolsas globais
Em Wall Street, os índices operavam em alta nesta segunda-feira, ainda atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Perto das 11h50, o Dow Jones subia 0,03%, enquanto o S&amp;P 500 avançava 0,14% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,07%.
Já na Europa, as principais bolsas da região operavam mistas, conforme investidores também seguiam incertos sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.
No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, tinha ganhos de 0,17%, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,03% e o FTSE 100, do Reino Unido, perdia 0,43%. 
Na Ásia, a maioria das bolsas de valores da região fechou em alta nesta segunda-feira, conforme investidores avaliavam novos dados de produção industrial da China e a notícia de que o BC chinês se comprometeu, em seu plano quinquenal, a manter a taxa de câmbio do iuan basicamente estável, além de ampliar o uso da moeda no comércio e nos investimentos internacionais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,16%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,05% e ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Nvidia negocia pacote de R$ 2,55 trilhões para financiar infraestrutura de IA</title>
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Um grupo de instituições financeiras, incluindo Apollo Global e Blackstone, está trabalhando com a Nvidia para montar um pacote de financiamento de US$ 500 bilhões (R$ 2,55 trilhões) destinado ao desenvolvimento da infraestrutura necessária para a inteligência artificial, informou o Financial Times nesta segunda-feira (10).
Sgundo a Reuters, a possível parceria mostra o esforço da Nvidia para levantar recursos para os componentes que sustentam a expansão da inteligência artificial, como chips, geração de energia e centros de processamento de dados.
Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA e a placa-mãe do computador
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
&#039;Investimento circular&#039;: como o dinheiro gira entre gigantes de IA e alimenta temor de nova bolha
O grupo também inclui a Global Infrastructure Partners, da BlackRock, a Brookfield Asset Management, o Goldman Sachs e a KKR. Segundo o Financial Times, que citou cinco pessoas informadas sobre as negociações, as instituições discutem uma parceria com a Nvidia para financiar a expansão da infraestrutura de IA.
O acordo pode ser anunciado ainda nesta segunda-feira, segundo o jornal.
A BlackRock não quis comentar o assunto quando procurada pela Reuters. Nvidia e as demais empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão &amp;apos;à disposição&amp;apos; para discutir tarifaço</title>
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<description><![CDATA[ O governo dos Estados Unidos respondeu ao pedido de consultas formulado pelo Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) e informou estar &quot;à disposição&quot; para discutir o tarifaço.
&quot;Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil de realização de consultas. Estamos à disposição para nos reunirmos com os representantes de sua missão em uma data mutuamente conveniente para a realização das consultas&quot;, afirma o documento.
Metade dos estados americanos vai à Justiça contra novas tarifas do governo Trump
O Brasil acionou a OMC diante de duas novas tarifas anunciados pela Casa Branca:
um de 25% em razão do entendimento dos EUA de que o Brasil adota práticas desleais na economia em relação a empresários americanos;
outro de 12,5% em razão do entendimento dos EUA de que o Brasil, assim como dezenas de países pelo mundo, falhou ao fiscalizar a importação de mercadorias produzidas onde há trabalho forçado.
Ao acionar a organização, o governo brasileiro argumentou que as novas taxas impostas pelo governo de Donald Trump são discriminatórias, unilaterais e ferem os compromissos firmados pelos Estados Unidos junto à própria entidade internacional.
Embora não tenha feito essa afirmação à OMC, o governo brasileiro tem dito — por meio de declarações do chanceler Mauro Vieira e comunicados oficiais — que o tarifaço tem motivação política e desconsidera todos os argumentos técnicos apresentados pelas autoridades brasileiras ao longo das negociações com os responsáveis pelo comércio americano.
Governo não espera reversão
Embora o governo tenha acionado a OMC, diplomatas dizem que a medida tem caráter simbólico, isto é, não acreditam que uma eventual decisão da organização tenha capacidade de reverter o tarifaço americano.
Afirmam que, em razão da tradição da diplomacia brasileira de defender o chamado multilateralismo, foi necessário acionar a OMC, mostrando que o país acredita na solução de conflitos entre países (sejam políticos, econômicos ou militares) por meio da mediação de organismos internacionais.
Dizem, ainda, que o recurso à OMC &quot;marca posição&quot; do Brasil em relação aos EUA e deixa o registro de que o Brasil buscou formas de reverter a medida. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BC trabalha em PIX internacional, em garantia de crédito e discute uso indevido de mensagens nas transações e alerta de golpe</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (10) um relatório de gestão do PIX, ferramenta de transferência de recursos em tempo real da autoridade monetária — lançada em 2020.
A instituição lembra da evolução nos últimos anos, com o &quot;PIX cobrança&quot;, &quot;PIX saque&quot;, &quot;PIX agendado&quot; e &quot;PIX por aproximação&quot;.
E promete novidades para o futuro, como a cobrança híbrida, o uso para quitar duplicatas, o chamado &quot;split tributário&quot;, relacionado com a reforma tributária, além do &quot;PIX internacional&quot; e do &quot;PIX em garantia (veja detalhes mais abaixo nessa reportagem).
Também informou que está discutindo a utilização indevida do campo de descrição das transações, ou seja, o envio de mensagens por meio da ferramenta e a padronização dos chamados alertas de golpe.
➡️Em 2025, o PIX registrou R$ 35,36 trilhões em transferências, novo recorde. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% na comparação com 2024 — quando as movimentações totalizaram R$ 26,46 trilhões.
➡️O sistema de pagamentos brasileiro está na mira do presidente norte-americano, Donald Trump, que tem aplicado sobretaxa a produtos brasileiros. 
Governo Trump diz que PIX prejudica competição de empresas americanas
Mensagens indevidas
&quot;Originalmente concebido para que o pagador registre informações objetivas sobre o pagamento, esse campo tem sido utilizado, em algumas situações, para fins alheios ao propósito original, como veículo para mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras, frequentemente associadas a transferências de valor irrisório&quot;, explicou o Banco Central.
Por conta disso, a instituição iniciou neste ano um grupo de trabalho no âmbito do Fórum PIX, com a participação de associações representativas do sistema de pagamentos, com o objetivo de discutir alternativas e encaminhamentos voltados à preservação da integridade do instrumento e da boa experiência dos usuários, sem comprometer as características essenciais do PIX. 
&quot;Com base nas conclusões desse trabalho, o BC avaliará e instituirá, se julgar necessário, as medidas regulamentares adequadas para coibir o uso inadequado do campo de mensagens&quot;, concluiu o BC.
Governo Trump conclui que Pix é &#039;injusto&#039;: por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora?
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Alerta de golpe
O Banco Central informou, no relatório, que está trabalhando na evolução do chamado &quot;alerta de golpe&quot; para transferências via PIX — uma funcionalidade já utilizada por algumas instituições para alertar seus clientes de possíveis fraudes no momento da iniciação da transação de acordo com critérios identificados como suspeitos pela própria instituição. 
&quot;O BC está discutindo com o mercado, no âmbito do Fórum PIX, como padronizar essa experiência, visando tornar essa padronização obrigatória por meio da definição de critérios mínimos para emissão desses alertas e da forma como devem ser enviados para os clientes&quot;, informou a instituição.
Em outubro do ano passado, as instituições financeiras passaram a disponibilizar uma funcionalidade (botão de contestação) para que uma transação possa ser facilmente contestada, sem a necessidade de interação humana.
Evolução nos últimos anos
???? PIX Cobrança: passou a cumprir o papel do boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviço emitam e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente.
???? PIX Saque e PIX Troco: lojas e outros estabelecimentos passaram a funcionar como pontos de saque, o que descentraliza o acesso ao dinheiro e ainda reduz custos para o comércio ao incentivar o uso de pagamentos eletrônicos.
???? PIX Agendado: facilitou pagamentos periódicos e transferências com datas fixas, ganhando relevância entre empregadores, autônomos e profissionais liberais pela previsibilidade e organização financeira.
???? PIX por Aproximação: disponível inicialmente apenas para Android, trouxe a experiência de pagamentos por contato físico, semelhante aos cartões por aproximação, para o ambiente digital.
???? PIX Automático: transforma os pagamentos recorrentes ao democratizar o equivalente ao débito automático, antes concentrado em grandes instituições, e facilitar cobranças de serviços contínuos.
???? Integração com o Open Finance: ampliou o alcance das transações digitais, permitindo iniciar pagamentos por diferentes plataformas, especialmente em compras online e via celular.
Agenda evolutiva do PIX, divulgada em março
Reprodução de apresentação da 28ª reunião plenária do Fórum PIX
O Banco Central não cita no relatório de gestão do PIX a previsão de lançamento das novas funcionalidades. 
Entretanto, em reunião do Fórum PIX em março deste ano, estimou para 2026 a cobrança híbrida, a duplicata e o split tributário. 
Para os próximos anos, programou o &quot;PIX internacional&quot; e o &quot;PIX em garantia&quot; e não citou o &quot;PIX parcelado&quot;, cuja padronização favoreceria a competição entre os bancos e a redução de reclamações.
Para 2026
Cobrança Híbrida: inserção no regulame ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>trabalha, PIX, internacional, garantia, crédito, discute, uso, indevido, mensagens, nas, transações, alerta, golpe</media:keywords>
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<title>Dólar opera em alta, com avanço do petróleo no radar; Ibovespa oscila</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-alta-com-avanco-do-petroleo-no-radar-ibovespa-oscila</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (10), com um avanço de 0,29% perto das 11h50, cotado a R$ 5,0968. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,05% no mesmo horário, aos 172.427 pontos. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores acompanham a nova alta do petróleo, em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. No final de semana, o Irã divulgou uma extensa lista de exigências aos Estados Unidos para permitir a volta do tráfego de navios pelo canal, levantando preocupações sobre sua força de barganha no conflito. Um acordo entre Irã e Omã também fica no radar.
Com isso, os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira. Perto das 11h50, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 2,78%, cotado a US$ 85,87. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 2,89% no mesmo horário, a US$ 80,44 o barril.
▶️ Na agenda econômica, novos dados de inflação do Brasil e dos EUA ficam no centro das atenções. Após os dados de emprego americano virem abaixo do esperado na sexta-feira, o indicador de preços deve dar novos sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros. Por aqui, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetáira (Copom) do Banco Central também fica no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,27%;
Acumulado do mês: +0,27%;
Acumulado do ano: -7,38%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,08%;
Acumulado do mês: -3,08%;
Acumulado do ano: +7,07%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa  cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo, seguem na mira dos investidores. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No final de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do canal, alertando que os EUA precisarão cumprir com as demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, também afirmou que o Irã e o Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito. 
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na última semana, no entanto, o presidente americano, Donald Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Além disso, autoridades americanas também já haviam afirmado anteriormente que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse em abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa de armas nucleares iraniano e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
As desavenças entre os dois países voltam a levantar preocupações com a reabertura do canal e, consequentemente, com os impactos na oferta global de petróleo e nos preços de energia.
Bolsas globais
Em Wall Street, os índices operavam em alta nesta segunda-feira, ainda atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Perto das 11h50, o Dow Jones subia 0,03%, enquanto o S&amp;P 500 avançava 0,14% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 0,07%.
Já na Europa, as principais bolsas da região operavam mistas, conforme investidores também seguiam incertos sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.
No mesmo horário, o DAX, da Alemanha, tinha ganhos de 0,17%, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,03% e o FTSE 100, do Reino Unido, perdia 0,43%. 
Na Ásia, a maioria das bolsas de valores da região fechou em alta nesta segunda-feira, conforme investidores avaliavam novos dados de produção industrial da China e a notícia de que o BC chinês se comprometeu, em seu plano quinquenal, a manter a taxa de câmbio do iuan basicamente estável, além de ampliar o uso da moeda no comércio e nos investimentos internacionais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,16%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
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<title>BC trabalha em PIX internacional, em garantia de crédito e discute uso indevido de mensagens nas transações</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (10) um relatório de gestão do PIX, ferramenta de transferência de recursos em tempo real da autoridade monetária - lançada em 2020.
A instituição lembra da evolução nos últimos anos, com o PIX cobrança, PIX saque, PIX agendado e PIX por aproximação (veja detalhes mais abaixo nessa reportagem).
E promete novidades para o futuro, como a cobrança híbrida, o uso para quitar duplicatas, o chamado &quot;split tributário&quot;, relacionado com a reforma tributária, além do PIX internacional e do PIX em garantia.
Também informou que está discutindo a utilização indevida do campo de descrição das transações, ou seja, o envio de mensagens por meio da ferramenta e evolução nos chamados alertas de golpe.
➡️Em 2025, o PIX registrou R$ 35,36 trilhões em transferências, novo recorde. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% na comparação com 2024 — quando as movimentações totalizaram R$ 26,46 trilhões.
➡️O sistema de pagamentos brasileiro está na mira do presidente norte-americano, Donald Trump, que tem aplicado sobretaxa a produtos brasileiros. 
Governo Trump diz que PIX prejudica competição de empresas americanas
Mensagens indevidas
&quot;Originalmente concebido para que o pagador registre informações objetivas sobre o pagamento, esse campo tem sido utilizado, em algumas situações, para fins alheios ao propósito original, como veículo para mensagens ofensivas, intimidatórias ou ameaçadoras, frequentemente associadas a transferências de valor irrisório&quot;, explicou o Banco Central.
Por conta disso, a instituição iniciou neste ano um grupo de trabalho no âmbito do Fórum PIX, com a participação de associações representativas do sistema de pagamentos, com o objetivo de discutir alternativas e encaminhamentos voltados à preservação da integridade do instrumento e da boa experiência dos usuários, sem comprometer as características essenciais do PIX. 
&quot;Com base nas conclusões desse trabalho, o BC avaliará e instituirá, se julgar necessário, as medidas regulamentares adequadas para coibir o uso inadequado do campo de mensagens&quot;, concluiu o BC.
Alerta de golpe
O Banco Central informou, no relatório, que está trabalhando na evolução do chamado &quot;alerta de golpe&quot; para transferências via PIX - uma funcionalidade já utilizada por algumas instituições para alertar seus clientes de possíveis fraudes no momento da iniciação da transação de acordo com critérios identificados como suspeitos pela própria instituição. 
&quot;O BC está discutindo com o mercado, no âmbito do Fórum PIX, como padronizar essa experiência, visando tornar essa padronização obrigatória por meio da definição de critérios mínimos para emissão desses alertas e da forma como devem ser enviados para os clientes&quot;, informou a instituição.
Evolução nos últimos anos
???? PIX Cobrança: passou a cumprir o papel do boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviço emitam e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente.
???? PIX Saque e PIX Troco: lojas e outros estabelecimentos passaram a funcionar como pontos de saque, o que descentraliza o acesso ao dinheiro e ainda reduz custos para o comércio ao incentivar o uso de pagamentos eletrônicos.
???? PIX Agendado: facilitou pagamentos periódicos e transferências com datas fixas, ganhando relevância entre empregadores, autônomos e profissionais liberais pela previsibilidade e organização financeira.
???? PIX por Aproximação: disponível inicialmente apenas para Android, trouxe a experiência de pagamentos por contato físico, semelhante aos cartões por aproximação, para o ambiente digital.
???? PIX Automático: transforma os pagamentos recorrentes ao democratizar o equivalente ao débito automático, antes concentrado em grandes instituições, e facilitar cobranças de serviços contínuos.
???? Integração com o Open Finance: ampliou o alcance das transações digitais, permitindo iniciar pagamentos por diferentes plataformas, especialmente em compras online e via celular.
Próximos passos
O Banco Central não cita no relatório de gestão do PIX a previsão de lançamento das novas funcionalidades. 
Entretanto, em reunião do Fórum PIX em março deste ano, estimou para 2026 a cobrança híbrida, a duplicata e o split tributário. 
Para os próximos anos, programou o PIX internacional e o PIX em garantia. 
E não citou o PIX parcelado, cuja padronização favoreceria a competição entre os bancos e a redução de reclamações.
Para 2026
Cobrança Híbrida: inserção no regulamento do PIX da possibilidade de pagamento, por meio do QR code, de uma cobrança que também apresenta a possibilidade de pagamento por meio do arranjo de boleto. Isso já é oferecido de forma facultativa, mas a previsão é de que seja obrigatória a partir de novembro deste ano.
Duplicata: funcionalidade para permitir o pagamento de duplicatas escriturais (títulos de crédito) via PIX, facilitando a antecipação de recebíveis, com informações atualizadas em tempo real, reduzindo custos operacionais. O ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Meta, dona do Instagram, enfrenta novo julgamento nos EUA por vício em redes sociais</title>
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<description><![CDATA[      Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais
Hollie Adams/Reuters
A Meta, que já foi condenada duas vezes nos EUA este ano por danos causados a jovens, agora terá que enfrentar quatro estados americanos que acusam a empresa de ter desenvolvido o Instagram e o Facebook com o objetivo de torná-los viciantes.
A seleção do júri começará na quarta-feira (12), em um tribunal federal de Oakland, perto de São Francisco, informou a agência de notícias France Presse.
O julgamento começará em 18 de agosto e deve se estender por cerca de seis semanas, com o veredicto previsto para o início de outubro. O caso é considerado um dos mais importantes entre os inúmeros processos movidos contra redes sociais nos Estados Unidos.
Os procuradores-gerais da Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey pedem uma longa lista de restrições ao funcionamento do Instagram e do Facebook para menores de idade, além de multas que podem chegar a US$ 1,4 trilhão (R$ 7,1 trilhões), valor equivalente à capitalização de mercado da Meta.
Mark Zuckerberg está entre as principais testemunhas que a acusação pretende interrogar até o fim de setembro.
Esta seria a segunda vez em seis meses que o diretor-executivo da Meta prestaria depoimento, após comparecer a um tribunal de Los Angeles, onde o júri considerou seu testemunho pouco convincente.
Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil?
Arquivos do Facebook
O julgamento de Oakland, o primeiro em um tribunal federal, é resultado de uma batalha judicial iniciada no fim de 2021, quando a ex-funcionária da Meta Frances Haugen vazou milhares de páginas de pesquisas internas.
O vazamento, que ficou conhecido como &quot;Arquivos do Facebook&quot;, mostrou que a empresa investigava internamente os impactos do Instagram na saúde mental dos adolescentes, enquanto afirmava publicamente que a plataforma não era prejudicial.
As revelações levaram dezenas de estados a abrir uma investigação conjunta. Dois anos depois, cerca de 30 procuradores-gerais entraram com uma ação contra a Meta.
Dos estados envolvidos na ação, quatro foram selecionados para participar do julgamento em Oakland. Se a Meta for derrotada, o resultado poderá abrir caminho para um acordo mais amplo com os demais estados, nos moldes do que ocorreu no passado com a indústria do tabaco.
TikTok, Snapchat e YouTube, do Google, são alvo de outras ações apresentadas por milhares de famílias, escolas e procuradores nos Estados Unidos.
Em março, em uma decisão histórica, um júri de Los Angeles considerou a Meta e o YouTube responsáveis pela dependência de uma adolescente da Califórnia e concedeu à jovem uma indenização de US$ 6 milhões (R$ 30,5 milhões).
Posteriormente, no Novo México, a Meta foi condenada a pagar quase US$ 1 bilhão (R$ 5,1 bilhões) em multas e indenizações, além de cumprir restrições sem precedentes para contas de menores de idade no estado.
Meta vai recorrer
A Meta anunciou que recorrerá das duas decisões e afirmou ter &quot;confiança&quot; em seu histórico de &quot;proteção dos adolescentes no ambiente on-line&quot;.
A empresa argumentará que a saúde mental dos jovens &quot;não pode ser atribuída a um único aplicativo&quot; e que algumas das funcionalidades questionadas são protegidas pelas garantias de liberdade de expressão da Constituição americana.
Em maio, Snapchat, TikTok, YouTube e Meta optaram por pagar US$ 27 milhões (R$ 137,4 milhões) a um distrito escolar de Kentucky para evitar outro julgamento, que poderia abrir precedente para ações semelhantes de cerca de 1.200 comunidades escolares.
Imunidade sobre os conteúdos
Os quatro estados acusam a Meta de violar leis de proteção ao consumidor e a Lei Federal de Proteção da Privacidade Infantil (COPPA) ao criar recursos para fazer com que crianças e adolescentes passem mais tempo nas plataformas, como rolagem infinita, notificações intrusivas ou durante a noite e alertas de &quot;curtidas&quot;. 
Segundo a acusação, a empresa minimizava publicamente os riscos desses recursos.
Essa estratégia contorna a imunidade concedida às plataformas nos Estados Unidos em relação ao conteúdo gerado pelos usuários: o alvo da ação é o design dos aplicativos, e não o conteúdo publicado neles.
O valor de US$ 1,4 trilhão (R$ 7,1 trilhões) reivindicado resulta de um cálculo segundo o qual cada menor afetado representaria uma infração independente, sujeita a multas de vários milhares de dólares, de acordo com a acusação.
O júri terá apenas função consultiva. A juíza Yvonne Gonzalez Rogers, que já presidiu o julgamento entre Apple e Epic Games e a batalha judicial entre Elon Musk e os criadores do ChatGPT no primeiro semestre deste ano, determinará as sanções e medidas corretivas.
No tribunal, pais de adolescentes afetados pelas redes sociais poderão voltar a prestar depoimento, como ocorreu em Los Angeles, enquanto o restante do país poderá acompanhar o processo ao vivo pelo YouTube. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Meta, dona, Instagram, enfrenta, novo, julgamento, nos, EUA, por, vício, redes, sociais</media:keywords>
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<title>Desenrola Adimplentes começa nesta segunda; veja regras e quem pode participar</title>
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<description><![CDATA[      Desenrola Adimplentes começa hoje após ajustes para atrair os bancos
O Desenrola Adimplentes começa a operar nesta segunda-feira (10) com novas regras para a participação das instituições financeiras. 
A modalidade oferece crédito em condições mais favoráveis para trabalhadores informais que mantêm suas dívidas em dia e para estudantes e empresas adimplentes com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o governo, a expectativa é que até 500 mil trabalhadores informais e 100 mil beneficiários do Fies procurem o programa.
Segundo o Ministério da Fazenda, 30% do valor das operações virão das próprias instituições financeiras, enquanto os 70% restantes serão bancados pela União.
A regra foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária na última sexta-feira (7), após a publicação da Medida Provisória nº 1.382, em 1º de agosto.
O Desenrola Adimplentes é uma nova etapa do Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal em junho. 
???? Para os trabalhadores informais, a modalidade permite trocar uma dívida mais cara por um novo crédito, com juros menores. Já no caso do Fies, há linhas de crédito voltadas ao financiamento de atividades empreendedoras.
O que mudou
Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20)
Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo
A medida provisória que criou o Desenrola Adimplentes previa inicialmente que os recursos transferidos pela União ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal poderiam ser combinados com dinheiro próprio dessas instituições para viabilizar as operações, inclusive em parceria com outras instituições financeiras.
Uma mudança feita posteriormente pela MP nº 1.382 permitiu que o dinheiro repassado pelo governo seja somado a recursos dos próprios bancos e de outras instituições financeiras autorizadas a participar do programa.
Com isso, todas as instituições participantes terão de utilizar 30% de capital próprio nas operações do programa. Os outros 70% serão compostos pelos recursos repassados pela União.
Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança tem como objetivo incentivar a participação de mais instituições financeiras no programa, ao mesmo tempo em que mantém o uso dos recursos públicos de forma eficiente.
O CMN também revogou uma regra que previa a cobrança de encargos pelos agentes financeiros das demais instituições participantes pelo uso de recursos próprios nas operações.
Trabalhadores informais
A modalidade é destinada a trabalhadores que atuam no mercado informal e têm histórico recente de pagamento em dia.
Podem participar trabalhadores sem vínculo com carteira assinada (CLT) que não sejam servidores públicos, aposentados ou pensionistas do INSS.
Para se enquadrar, é preciso ter uma operação de crédito pessoal não consignado ainda com saldo devedor e ter pago pelo menos quatro parcelas.
A dívida deve estar em dia ou ter atraso de, no máximo, 90 dias — tanto na data da Medida Provisória nº 1.373, de 29 de junho de 2026, quanto na data da contratação da nova operação.
O saldo devedor deve ser de até R$ 15 mil por instituição financeira.
Condições da renegociação
A operação prevê a contratação de um novo crédito para quitar integralmente a dívida anterior. As condições são:
Juros: até 1,99% ao mês;
Prazo: igual ao período que ainda faltava para quitar a dívida original, com possibilidade de extensão de acordo com o prazo restante:
até 1 mês para dívidas com até 6 meses restantes;
até 2 meses para dívidas com mais de 6 e até 12 meses restantes;
até 4 meses para dívidas com mais de 12 e até 24 meses restantes;
até 6 meses para dívidas com mais de 24 meses restantes;
Valor da parcela: a nova prestação não poderá superar 90% da parcela original;
Crédito adicional: poderá ser liberado até 50% do saldo devedor original, desde que a nova parcela continue dentro do limite de 90% da prestação anterior.
Garantia do FGO
As operações contam com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que protege as instituições financeiras contra eventuais perdas.
A garantia cobre 50% das primeiras perdas da carteira e é integral para cada operação, de acordo com as regras do programa.
Fies
O programa também prevê condições especiais para estudantes adimplentes com contratos do Fies e novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas que pretendem financiar atividades empreendedoras.
Para estudantes com contratos do Fies celebrados até 2017, que estavam em fase de amortização em 4 de maio de 2026 e tinham menos de 90 dias de atraso nessa data, o programa oferece desconto de 12% sobre o valor consolidado da dívida, inclusive o principal, para pagamento à vista.
Além da renegociação, o programa prevê novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas adimplentes com o Fies.
Segundo o governo, parte relevante desse público conclui cursos ligados a profissões autônomas e precisa de capital para começar a trabalhar. Parte dos beneficiários já possui CN ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Desenrola, Adimplentes, começa, nesta, segunda, veja, regras, quem, pode, participar</media:keywords>
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<item>
<title>Dólar opera em alta, com avanço do petróleo no radar; Ibovespa sobe</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-em-alta-com-avanco-do-petroleo-no-radar-ibovespa-sobe</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (10), com um avanço de 0,15% perto das 10h20, cotado a R$ 5,0912. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,08% no mesmo horário, aos 172.658 pontos. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores acompanham a nova alta do petróleo, em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. No final de semana, o Irã divulgou uma extensa lista de exigências aos Estados Unidos para permitir a volta do tráfego de navios pelo canal, levantando preocupações sobre sua força de barganha no conflito. Um acordo entre Irã e Omã também fica no radar.
Com isso, os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira. Perto das 10h20, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,77%, cotado a US$ 85,03. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 1,73% no mesmo horário, a US$ 79,53 o barril.
▶️ Na agenda econômica, novos dados de inflação do Brasil e dos EUA ficam no centro das atenções. Após os dados de emprego americano virem abaixo do esperado na sexta-feira, o indicador de preços deve dar novos sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros. Por aqui, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetáira (Copom) do Banco Central também fica no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,27%;
Acumulado do mês: +0,27%;
Acumulado do ano: -7,38%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,08%;
Acumulado do mês: -3,08%;
Acumulado do ano: +7,07%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa  cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo, seguem na mira dos investidores. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No final de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do canal, alertando que os EUA precisarão cumprir com as demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, também afirmou que o Irã e o Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito. 
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na última semana, no entanto, o presidente americano, Donald Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Além disso, autoridades americanas também já haviam afirmado anteriormente que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse em abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa de armas nucleares iraniano e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
As desavenças entre os dois países voltam a levantar preocupações com a reabertura do canal e, consequentemente, com os impactos na oferta global de petróleo e nos preços de energia.
Bolsas globais
Na Ásia, a maioria das bolsas de valores da região fechou em alta nesta segunda-feira, conforme investidores avaliavam novos dados de produção industrial da China e a notícia de que o BC chinês se comprometeu, em seu plano quinquenal, a manter a taxa de câmbio do iuan basicamente estável, além de ampliar o uso da moeda no comércio e nos investimentos internacionais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,16%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,05% e o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 2,08%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 0,65%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar vive disparada nos últimos dias
Cris Faga/Dragonfly/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, opera, alta, com, avanço, petróleo, radar, Ibovespa, sobe</media:keywords>
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<item>
<title>Por reaproximação com Lula, Alcolumbre atuou pela neutralidade da federação União&#45;PP em estados&#45;chave</title>
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<description><![CDATA[      Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
Ricardo Stuckert / PR
Antes do encontro que selou, na última semana, a retomada das relações entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o senador ajudou a construir a neutralidade da federação União Brasil-Progressistas (PP) tanto no cenário nacional quanto em estados-chave.
A atuação de Alcolumbre também foi decisiva para afastar partidos do centrão em importantes colégios eleitorais do PL de Flávio Bolsonaro. 
A articulação do presidente do Senado pode ajudar a enfraquer palanques que dificultavam a posição eleitoral de Lula. Um novo encontro entre os dois deve ocorrer nos próximos dias. 
No Rio de Janeiro, por exemplo, reduto eleitoral da família Bolsonaro. A posição neutra era importante para Eduardo Paes (PSD), que disputa o governo do estado, mas também para Lula, por enfraquecer o palanque de Flávio Bolsonaro. 
A neutralidade veio depois de uma longa reunião entre integrantes da campanha de Paes, o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, Alcolumbre, que participou por telefone, e nomes fortes do PP.   
Em Minas, a federação União Brasil-PP optou por apoiar o atual governador, Mateus Simões (PSD) e deixar o PL de Flávio Bolsonaro sozinho.
Um dos maiores colégios eleitorais do país, São Paulo é o que dá situação mais confortável a Flávio Bolsonaro (PL), pelo desempenho do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, nas pesquisas ao governo estado.
Em outros, até mesmo quando coligados ao PL, candidatos ao governo evitam mostrar Flávio como candidato ao Palácio do Planalto.
A relação entre Lula e Alcolumbre, rompida desde a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), começou a ser reconstruída a partir dos interesses de palanques do PT. 
Nos planos de Alcolumbre, a reeleição ao comando do Senado move a tentativa de se reaproximar de Lula, à frente nas pesquisas, mesmo que por pequena margem.
Para os partidos do centrão, a neutralidade também ajuda na eleição de bancadas maiores para Câmara e Senado.
LEIA TAMBÉM:

Com o fim das convenções, Lula e Flávio Bolsonaro definem palanques nos oito maiores colégios eleitorais
União Brasil decide ficar neutro na disputa presidencial nas Eleições 2026
Progressistas adota neutralidade, e Tereza Cristina não será vice de Flávio Bolsonaro ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, reaproximação, com, Lula, Alcolumbre, atuou, pela, neutralidade, federação, União-PP, estados-chave</media:keywords>
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<item>
<title>Dólar sobe nesta segunda&#45;feira, de olho em alta do petróleo</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-sobe-nesta-segunda-feira-de-olho-em-alta-do-petroleo</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (10) em leve alta, com um avanço de 0,04% perto das 9h10, cotado a R$ 5,0857. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores acompanham a nova alta do petróleo, em meio às incertezas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. No final de semana, o Irã divulgou uma extensa lista de exigências aos Estados Unidos para permitir a volta do tráfego de navios pelo canal, levantando preocupações sobre sua força de barganha no conflito. Um acordo entre Irã e Omã também fica no radar.
Com isso, os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira. Perto das 8h40, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,17%, cotado a US$ 84,53. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 1,23% no mesmo horário, a US$ 79,14 o barril.
▶️ Na agenda econômica, novos dados de inflação do Brasil e dos EUA ficam no centro das atenções. Após os dados de emprego americano virem abaixo do esperado na sexta-feira, o indicador de preços deve dar novos sinais sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros. Por aqui, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetáira (Copom) do Banco Central também fica no radar.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,27%;
Acumulado do mês: +0,27%;
Acumulado do ano: -7,38%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,08%;
Acumulado do mês: -3,08%;
Acumulado do ano: +7,07%.
Dúvidas sobre Ormuz pesam no petróleo
As dúvidas sobre uma eventual reabertura do Estreito de Ormuz, rota marítima no Oriente Médio por onde passa  cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo, seguem na mira dos investidores. 
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
No final de semana, o Irã divulgou uma lista de exigências para a reabertura do canal, alertando que os EUA precisarão cumprir com as demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana.
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, também afirmou que o Irã e o Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito. 
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Na última semana, no entanto, o presidente americano, Donald Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Além disso, autoridades americanas também já haviam afirmado anteriormente que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse em abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa de armas nucleares iraniano e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
As desavenças entre os dois países voltam a levantar preocupações com a reabertura do canal e, consequentemente, com os impactos na oferta global de petróleo e nos preços de energia.
Bolsas globais
Na Ásia, a maioria das bolsas de valores da região fechou em alta nesta segunda-feira, conforme investidores avaliavam novos dados de produção industrial da China e a notícia de que o BC chinês se comprometeu, em seu plano quinquenal, a manter a taxa de câmbio do iuan basicamente estável, além de ampliar o uso da moeda no comércio e nos investimentos internacionais.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,16%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 0,25%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,05% e o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 2,08%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 0,65%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Dólar vive disparada nos últimos dias
Cris Faga/Dragonfly/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 10:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Desenrola Adimplentes começa a valer nesta segunda: veja quem pode participar e como funciona</title>
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<description><![CDATA[      Desenrola Adimplentes começa hoje após ajustes para atrair os bancos
O Desenrola Adimplentes começa a operar nesta segunda-feira (10) com novas regras para a participação das instituições financeiras. 
A modalidade oferece crédito em condições mais favoráveis para trabalhadores informais que mantêm suas dívidas em dia e para estudantes e empresas adimplentes com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o governo, a expectativa é que até 500 mil trabalhadores informais e 100 mil beneficiários do Fies procurem o programa.
Segundo o Ministério da Fazenda, 30% do valor das operações virão das próprias instituições financeiras, enquanto os 70% restantes serão bancados pela União.
A regra foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária na última sexta-feira (7), após a publicação da Medida Provisória nº 1.382, em 1º de agosto.
O Desenrola Adimplentes é uma nova etapa do Desenrola 2.0, lançado pelo governo federal em junho. 
???? Para os trabalhadores informais, a modalidade permite trocar uma dívida mais cara por um novo crédito, com juros menores. Já no caso do Fies, há linhas de crédito voltadas ao financiamento de atividades empreendedoras.
O que mudou
Prazo para renegociar dívidas no Desenrola Brasil termina nesta segunda (20)
Luis Lima Jr./Fotoarena/Estadão Conteúdo
A medida provisória que criou o Desenrola Adimplentes previa inicialmente que os recursos transferidos pela União ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal poderiam ser combinados com dinheiro próprio dessas instituições para viabilizar as operações, inclusive em parceria com outras instituições financeiras.
Uma mudança feita posteriormente pela MP nº 1.382 permitiu que o dinheiro repassado pelo governo seja somado a recursos dos próprios bancos e de outras instituições financeiras autorizadas a participar do programa.
Com isso, todas as instituições participantes terão de utilizar 30% de capital próprio nas operações do programa. Os outros 70% serão compostos pelos recursos repassados pela União.
Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança tem como objetivo incentivar a participação de mais instituições financeiras no programa, ao mesmo tempo em que mantém o uso dos recursos públicos de forma eficiente.
O CMN também revogou uma regra que previa a cobrança de encargos pelos agentes financeiros das demais instituições participantes pelo uso de recursos próprios nas operações.
Trabalhadores informais
A modalidade é destinada a trabalhadores que atuam no mercado informal e têm histórico recente de pagamento em dia.
Podem participar trabalhadores sem vínculo com carteira assinada (CLT) que não sejam servidores públicos, aposentados ou pensionistas do INSS.
Para se enquadrar, é preciso ter uma operação de crédito pessoal não consignado ainda com saldo devedor e ter pago pelo menos quatro parcelas.
A dívida deve estar em dia ou ter atraso de, no máximo, 90 dias — tanto na data da Medida Provisória nº 1.373, de 29 de junho de 2026, quanto na data da contratação da nova operação.
O saldo devedor deve ser de até R$ 15 mil por instituição financeira.
Condições da renegociação
A operação prevê a contratação de um novo crédito para quitar integralmente a dívida anterior. As condições são:
Juros: até 1,99% ao mês;
Prazo: igual ao período que ainda faltava para quitar a dívida original, com possibilidade de extensão de acordo com o prazo restante:
até 1 mês para dívidas com até 6 meses restantes;
até 2 meses para dívidas com mais de 6 e até 12 meses restantes;
até 4 meses para dívidas com mais de 12 e até 24 meses restantes;
até 6 meses para dívidas com mais de 24 meses restantes;
Valor da parcela: a nova prestação não poderá superar 90% da parcela original;
Crédito adicional: poderá ser liberado até 50% do saldo devedor original, desde que a nova parcela continue dentro do limite de 90% da prestação anterior.
Garantia do FGO
As operações contam com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que protege as instituições financeiras contra eventuais perdas.
A garantia cobre 50% das primeiras perdas da carteira e é integral para cada operação, de acordo com as regras do programa.
Fies
O programa também prevê condições especiais para estudantes adimplentes com contratos do Fies e novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas que pretendem financiar atividades empreendedoras.
Para estudantes com contratos do Fies celebrados até 2017, que estavam em fase de amortização em 4 de maio de 2026 e tinham menos de 90 dias de atraso nessa data, o programa oferece desconto de 12% sobre o valor consolidado da dívida, inclusive o principal, para pagamento à vista.
Além da renegociação, o programa prevê novas linhas de crédito para pessoas físicas e empresas adimplentes com o Fies.
Segundo o governo, parte relevante desse público conclui cursos ligados a profissões autônomas e precisa de capital para começar a trabalhar. Parte dos beneficiários já possui CN ]]></description>
<enclosure url="https://s2-g1.glbimg.com/DHNb5OaDrG-IvqcIF-pZHHIpX3U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/U/Y/jB4AF9QjSVcFM46UBkZA/fta20240520073-1-.jpg" length="49398" type="image/jpeg"/>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Embraer tem receita recorde de R$ 11,3 bilhões no 2º trimestre de 2026 e entrega 65 aviões</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/embraer-tem-receita-recorde-de-r-113-bilhoes-no-2o-trimestre-de-2026-e-entrega-65-avioes</link>
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<description><![CDATA[      Embraer divulgou balanço de segundo trimestre nesta segunda.
Reprodução/TV Vanguarda
A Embraer, fabricante brasileira de aviões com sede em São José dos Campos (SP), divulgou nesta segunda-feira (10) que registrou receita de R$ 11,3 bilhões no segundo trimestre de 2026, o maior valor já alcançado pela empresa em um trimestre de abril a junho. O resultado recorde representa crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com o balanço financeiro divulgado pela empresa, de abril a junho a Embraer entregou 65 aviões, sete a mais do que no segundo trimestre de 2025. É o melhor resultado da Embraer para esse período em 16 anos.
A maior parte das entregas foi de aviões executivos. Foram 45 aeronaves desse segmento, que representa cerca de 69% do total. A empresa também entregou 20 aeronaves comerciais e de defesa.
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Com esse resultado, no primeiro semestre a Embraer chegou a 109 aeronaves entregues, contra 91 nos seis primeiros meses de 2025, um crescimento de aproximadamente 20% em 2026.
Agora no g1
Além do aumento da receita e das entregas, a Embraer terminou o segundo trimestre com uma carteira de pedidos de US$ 34,5 bilhões, o maior valor já registrado pela companhia. O número representa crescimento de 16% em relação ao segundo trimestre de 2025 e é o sétimo recorde consecutivo da carteira de pedidos.
A carteira reúne aeronaves que já foram encomendadas pelos clientes, mas ainda não foram entregues.
E-175 da Embraer
Divulgação
Novos contratos
O resultado ocorre após uma série de acordos anunciados pela Embraer nas últimas semanas. Durante o Farnborough International Airshow, uma das principais feiras da indústria aeronáutica do mundo que foi realizada em julho na Inglaterra, o grupo Abra, que reúne empresas como Avianca e Gol, anunciou um acordo para comprar 20 E195-E2, além de opções e direitos de compra que podem levar o negócio a até 45 aeronaves.
A empresa também anunciou um acordo com a Azorra para até 30 E-Freighters, versão de aeronaves da família E-Jets adaptada para o transporte de cargas. O contrato prevê 20 pedidos firmes e direitos de compra para outros 10 aviões.
Na área de defesa, Embraer e Saab anunciaram um acordo para a possível produção de 20 novos caças Gripen no complexo industrial de Gavião Peixoto, no interior de São Paulo.
Também em julho, a empresa anunciou novos pedidos de aeronaves E2 pela Binter e pela Luxair, além de outros acordos comerciais durante o evento no Reino Unido.
Modelos mais produzidos
A aviação executiva, responsável por 45 das 65 aeronaves entregues no segundo trimestre de 2026, teve receita de R$ 3,7 bilhões, alta de 19% em relação ao mesmo período de 2025. A área reúne os jatos usados principalmente em viagens particulares e corporativas.
A divisão de Defesa e Segurança também apresentou crescimento. A receita foi de R$ 1,5 bilhão, 22% acima da registrada um ano antes. Segundo a empresa, o resultado foi influenciado principalmente pelo avanço da produção e das entregas do KC-390 Millennium.
Em Serviços e Suporte, a receita chegou a R$ 2,9 bilhões, crescimento de 11%. Já a aviação comercial teve receita de R$ 3,2 bilhões, uma queda de 2% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Segundo a Embraer, o resultado foi afetado principalmente pela valorização do real em relação ao dólar.
Embraer.
Divulgação/Embraer
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Analistas do mercado baixam pela 6ª semana seguida expectativa de inflação em 2026</title>
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<description><![CDATA[ O mercado financeiro reduziu outra vez sua estimativa para a inflação em 2026, que caiu para 5,02%. Esta é a sexta semana seguida de recuo.
As expectativas fazem parte do &quot;Boletim Focus&quot;, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.
A queda na estimativa de inflação acontece apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). O presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu novas rodadas de negociações. Entretanto, o Irã impõe condições. 
➡️ Para 2026, a estimativa de inflação caiu de 5,03% para 5,02%;
➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 4,22%;
➡️ Para 2028, a previsão continuou em 3,80%;
➡️ Para 2029, a estimativa ficou estável em 3,50%.
Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.
???? Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.
Corte dos juros
Mesmo com a estimativa de inflação ainda acima da meta central no primeiro trimestre de 2028 (objetivo no qual o BC está mirando para calibrar a taxa de juros), o mercado financeiro continua prevendo mais um corte de juros neste ano.
 Atualmente, a taxa está em 14% ao ano — após quatro cortes neste ano.
A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,75% ao ano na última semana, embutindo uma última redução maior da taxa neste ano.
Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 12% ao ano.
Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou 10,50% ao ano.
Atividade econômica
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado recuou de 1,99% para 1,98%.
O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.
Para 2027, a projeção de crescimento do PIB caiu de 1,57% para 1,52%.
Taxa de câmbio
O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano em R$ 5,20 por dólar. 
Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos continuou em R$ 5,28 por dólar. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Por reaproximação com Lula, Alcolumbre atuou por neutralidade da federação União&#45;PP em estados&#45;chave</title>
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<description><![CDATA[      Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)
Ricardo Stuckert / PR
Antes do encontro que selou, na última semana, a retomada das relações entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o senador ajudou a construir a neutralidade da federação União Brasil-Progressistas (PP) tanto no cenário nacional quanto em estados-chave.
A atuação de Alcolumbre também foi decisiva para afastar partidos do centrão em importantes colégios eleitorais do PL de Flávio Bolsonaro. 
A articulação do presidente do Senado pode ajudar a enfraquer palanques que dificultavam a posição eleitoral de Lula. Um novo encontro entre os dois deve ocorrer nos próximos dias. 
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No Rio de Janeiro, por exemplo, reduto eleitoral da família Bolsonaro. A posição neutra era importante para Eduardo Paes (PSD), que disputa o governo do estado, mas também para Lula, por enfraquecer o palanque de Flavio Bolsonaro. 
A neutralidade veio depois de uma longa reunião entre integrantes da campanha de Paes, o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, Alcolumbre, que participou por telefone, e nomes fortes do PP.   
Em Minas, a federação Uniao Brasil-PP optou por apoiar o atual governador, Mateus Simões (PSD) e deixar o PL de Flávio Bolsonaro sozinho.
Um dos maiores colégios eleitorais do país, São Paulo é o que dá situação mais confortável a Flávio Bolsonaro (PL), pelo desempenho do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, nas pesquisas ao governo estado.
Em outros, até mesmo quando coligados ao PL, candidatos ao governo evitam mostrar Flávio como candidato ao Palácio do Planalto.
A relação entre Lula e Alcolumbre, rompida desde a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), começou a ser reconstruída a partir dos interesses de palanques do PT. 
Nos planos de Alcolumbre, a reeleição ao comando do Senado move a tentativa de se reaproximar de Lula, à frente nas pesquisas, mesmo que por pequena margem.
Para os partidos do centrão, a neutralidade também ajuda na eleição de bancadas maiores para Câmara e Senado. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Salários de até R$ 53 mil e falta de profissionais: veja as 10 profissões mais valorizadas da tecnologia</title>
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<description><![CDATA[      Como a IA está impactando o trabalho de freelancers
O mercado de tecnologia reúne salários acima da média e alta demanda por profissionais. Mas as empresas enfrentam dificuldades para encontrar trabalhadores qualificados — um desequilíbrio que ajuda a explicar os altos rendimentos de algumas carreiras.
Um estudo divulgado com exclusividade ao g1 pelo Inteli, instituto de tecnologia e liderança, em parceria com a consultoria WKS, mostra o tamanho desse desafio: entre 2019 e 2024, a demanda por profissionais de tecnologia chegou a 665 mil, enquanto a oferta de novos trabalhadores ficou em cerca de 464 mil. A diferença representa um déficit de 30,2%.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Para Lucas Niemeyer, coordenador de pesquisa e diretor de Comunidade e Cultura da Inteli, esse desequilíbrio também está relacionado à concentração geográfica das oportunidades.
“Quando você pega dentro do estudo, dá para ver isso. A concentração de vagas e necessidades das empresas dentro do Sudeste, particularmente São Paulo, é avassaladora”, afirma.
A falta de profissionais ocorre em um momento em que a tecnologia deixou de ser uma demanda restrita às empresas do setor e passou a ser estratégica para praticamente toda a economia.
Bancos, varejistas, hospitais, indústrias e empresas do agronegócio disputam os mesmos profissionais para avançar na transformação digital. Hoje, o setor representa 6,5% do PIB brasileiro.
Para mapear as carreiras mais valorizadas, a Inteli analisou 72,7 mil anúncios de emprego publicados entre abril e junho de 2025. Após a aplicação de filtros metodológicos, a pesquisa chegou a uma base de 19.655 vagas de tecnologia.
O levantamento mostra um mercado com muitas oportunidades, mas também derruba alguns mitos sobre as carreiras da área.
Abaixo, saiba mais sobre setor a partir dos seguintes pontos: 
???? IA não domina contratações
???? Onde estão os melhores salários
???? Competências mais buscadas
???? Nem toda área é boa para quem está começando
Há oportunidades para programador de sistemas
Sora Shimazaki/Pexels
IA não domina contratações
A inteligência artificial se tornou o principal assunto quando o tema é carreira em tecnologia. Entre os profissionais ouvidos pela pesquisa, 79% apontaram a área como a mais relevante do mercado atualmente.
Quando os pesquisadores analisaram as vagas efetivamente abertas, porém, encontraram outro cenário. A maior parte das oportunidades continua concentrada nas áreas responsáveis por construir, integrar e manter os sistemas que sustentam as operações das empresas.
As áreas que mais contratam no mercado de tecnologia são: 
Desenvolvimento de Software (35,7%);
Infraestrutura e Suporte (23,2%);
Dados e Inteligência Artificial (17,7%);
Projetos e Gerenciamento (12,9%);
Testes e Controle de Qualidade (5,7%);
Segurança da Informação (2,5%);
Automação de Processos e Sistemas (2,3%).
Quase seis em cada 10 vagas abertas no país estão concentradas em desenvolvimento de software e infraestrutura.
Para Niemeyer, a diferença entre o interesse dos profissionais e a realidade das contratações ocorre porque a inteligência artificial representa uma das áreas mais avançadas da tecnologia, enquanto muitas empresas brasileiras ainda estão em etapas anteriores da digitalização.
“É muito comum que a área que esteja em maior ascensão ou no maior interesse das pessoas seja a área tecnologicamente mais avançada, da novidade. Mas a grande verdade é que o Brasil ainda tem uma maturidade tecnológica muito baixa nas empresas”, explica.
Segundo ele, cerca de 80% das pequenas e médias empresas têm baixa maturidade tecnológica, o que mantém a demanda concentrada em funções mais tradicionais, como infraestrutura e suporte.
Onde estão os melhores salários
A disputa por profissionais qualificados ajuda a elevar os salários, principalmente em funções estratégicas. As maiores remunerações estão concentradas em cargos de liderança e gestão de tecnologia, além de áreas como segurança digital e inteligência artificial.
Confira o ranking dos maiores salários do setor: 
Chief Technology Officer (até R$ 53,6 mil por mês);
Chief Security Officer (R$ 52,5 mil por mês);
Chief Information Officer (até R$ 49,5 mil por mês);
Gerente de Dados (até R$ 37,9 mil por mês);
Gerente de Segurança da Informação (até R$ 37,2 mil por mês);
Gerente de TI Generalista (até R$ 35 mil por mês);
Especialista em IA e Machine Learning (até R$ 32,5 mil por mês);
Gerente de BI (até R$ 29,4 mil por mês);
Gerente de Infraestrutura (até R$ 27,9 mil por mês);
Engenheiro de Inteligência Artificial (até R$ 27,1 mil por mês).
Apesar de os salários mais altos aparecerem principalmente em cargos de liderança, Niemeyer destaca que a carreira técnica também pode levar a remunerações elevadas, sem necessariamente passar por posições tradicionais de gestão.
Segundo ele, o avanço da tecnologia tem criado estruturas mais horizontais, com menos camadas de gestão e mais espaço para profissionais especializados, capazes de ger ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Investimento circular&amp;apos;: como o dinheiro gira entre gigantes de IA e alimenta temor de nova bolha</title>
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<description><![CDATA[      O sistema de &quot;financiamento circular&quot; pode ter um efeito dominó caso a bolha da IA estoure
Jaque Silva/NurPhoto/picture alliance
Relatos de que a Nvidia negocia oferecer apoio financeiro de quase 250 bilhões de dólares à OpenAI para um gigantesco projeto de data centers revelam os dois lados do boom da inteligência artificial (IA).
Por um lado, isso mostra a dimensão colossal dos recursos financeiros e do potencial da IA. Por outro, expõe os riscos de um sistema de financiamento chamado &quot;circular&quot;, que está no coração do ecossistema da IA. A pergunta é: se uma peça de dominó cair, as outras cairão junto?
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;A natureza interconectada do ecossistema de IA é real&quot;, afirma Gary Tan, gestor de portfólio da Allspring Global Investments. &quot;Mas os riscos no curto prazo são mitigados por sólidos balanços patrimoniais, fluxos de caixa e qualidade de crédito dos principais atores que financiam a expansão.&quot;
Jan Frederik Slijkerman, estrategista de tecnologia do ING, afirma que a robustez financeira de empresas como Nvidia, Microsoft, Amazon e Alphabet (dona do Google) ajuda a mitigar esses riscos. Ele ressalta que o grau de colaboração no que diz respeito à IA é &quot;fascinante&quot;, mas não vê um risco sistêmico devido a esse tipo de interdependência.
Agora no g1
O modelo circular
O financiamento circular geralmente funciona da seguinte forma: uma empresa paga outra por um produto ou serviço, faz um investimento nela ou concede um empréstimo ou contrato de leasing. Em seguida, essa empresa que recebeu os aportes passa a comprar produtos ou serviços da primeira companhia. Essa alternativa é observada em diversos negócios ligados à IA.
Para muitos, a revolução da IA começou com o lançamento do ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, em novembro de 2022. As capacidades do chatbot levaram a inteligência artificial ao grande público. Seu sucesso rapidamente atraiu um investimento de 10 bilhões de dólares da Microsoft, o que permitiu à empresa desenvolver modelos ainda mais poderosos.
Em contrapartida, a OpenAI tornou-se uma cliente estratégica dos serviços de nuvem da Microsoft, área na qual a empresa vem aumentando continuamente seus investimentos à medida que o boom da inteligência artificial ganha força.
Esse acordo acabou servindo de modelo para negociações futuras. Amazon e Alphabet passaram a investir bilhões de dólares na Anthropic, rival da OpenAI e criadora do bem-sucedido chatbot Claude. Em troca, a Anthropic utiliza os serviços de nuvem da Amazon e do Google, além de comprar chips dessas empresas.
Chips da Nvidia estão no centro do ecossistema de IA
Ina Fassbender/AFP/Getty Images
Nvidia, a &quot;rainha da selva&quot;
Ainda assim, tudo isso é peixe pequeno diante do que a Nvidia trouxe para a mesa. &quot;A Nvidia está no centro do ecossistema da IA, atuando não apenas como fornecedora de tecnologia, mas também como investidora estratégica que ajuda a acelerar a adoção de sua plataforma&quot;, afirma Tan.
Segundo Slijkerman, a Nvidia desempenha um papel fundamental ao contribuir para o desenvolvimento de uma ampla gama de novos negócios, da área da saúde à direção autônoma. &quot;Seus investimentos ajudam a impulsionar o crescimento do ecossistema de IA como um todo, ao mesmo tempo que facilitam a implantação da infraestrutura necessária para a inteligência artificial&quot;, afirma.
A notícia de que a Nvidia negocia fornecer 250 bilhões de dólares à OpenAI, revelada inicialmente pelo Wall Street Journal, seria apenas o mais recente megainvestimento financiado pela empresa, avaliada em 4,6 trilhões de dólares.
A empresa de Jensen Huang está no centro do boom da IA graças aos seus chips, líderes de mercado. Desde 2024, a Nvidia tem investido pesadamente em diversas startups de IA, incluindo OpenAI, Mistral e aSpaceX, de Elon Musk. Em contrapartida, todas essas empresas se comprometem a usar chips da Nvidia.
A companhia também passou a investir fortemente nas chamadas &quot;neoclouds&quot;, como CoreWeave e Nebius. Essas startups alugam capacidade de armazenamento em nuvem voltada para aplicações de IA. Além de investir nelas, a própria Nvidia também contrata serviços de nuvem.
Neste ano, a Nvidia aumentou os investimentos e fez novos acordos. Recentemente, a empresa fechou uma parceria com o conglomerado sul-coreano SK Group no valor de até 500 bilhões de dólares.
Ao longo de 2026, esse tipo de negociação circular tornou-se ainda mais evidente em todo o setor. A OpenAI fechou acordos que somam quase 1 trilhão de dólares com empresas como Microsoft e a fabricante de chips Advanced Micro Devices (AMD), chegando se tornar uma das maiores acionistas da AMD.
Microsoft e Nvidia também fizeram investimentos significativos na Anthropic, e a Anthropic comprometeu-se a ampliar compras de armazenamento em nuvem e chips fornecidos por ambas.
Vantagens – e riscos
A dimensão dessa simbiose tem vantagens. &quot;Ecossistemas interligados podem acelerar a inovação ao alinhar os incentivos de fornecedores de infraestrutura, desenvo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Primeiro a OpenAI, depois a Meta: por que robôs de IA continuam fazendo ataques hackers</title>
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<description><![CDATA[      IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
Nas últimas duas semanas, relatos de modelos de inteligência artificial que ultrapassam os limites esperados — sejam eles técnicos ou éticos — tornaram-se comuns.
O que começou com um pequeno episódio — a OpenAI, criadora do ChatGPT, admitindo que sua IA havia invadido o site Hugging Face — foi seguido por uma enxurrada de empresas e institutos revelando que descobriram casos de IA fora de controle
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A Anthropic, empresa criadora do Claude, a Meta e o Instituto de Segurança de IA do Reino Unido (AISI) relataram incidentes que parecem pintar um quadro preocupante de um mundo onde a tecnologia agindo de forma descontrolada é a norma.
Na realidade, cada caso oferece uma visão diferente dos riscos representados por agentes de IA cada vez mais poderosos — e da importância de se testar seus limites antes de que sejam lançados.
O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT
AP/Michael Dwyer, Arquivo
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
O incidente com a OpenAI no final de julho serviu de &quot;alerta&quot; para a indústria de tecnologia, como descreveu Thomas Wolf, cofundador da Hugging Face.
Foi um momento crucial que levou grandes empresas a refletirem sobre seus próprios sistemas e, em alguns casos, a verificarem se não haviam deixado passar algo igualmente chocante.
A Anthropic foi a primeira a agir. Na sexta-feira, a empresa encontrou três casos, entre milhares, em que seu modelo Claude conseguiu acessar a internet.
Na terça-feira, o AISI, agência governamental do Reino Unido que avalia modelos de ponta, afirmou ter detectado um &quot;incidente de segurança&quot; durante uma avaliação de rotina.
A organização vinha testando modelos da OpenAI e da Anthropic e descobriu que ambas também tentaram realizar ataques cibernéticos, o que levou a um apelo por &quot;análise rigorosa, transparência e ação&quot;.
Por fim, veio a Meta, que revelou que um de seus modelos de IA havia obtido acesso à internet inadvertidamente devido a uma &quot;configuração incorreta&quot; durante um teste realizado por terceiros.
Testes
Antes de os modelos de IA serem disponibilizados ao público em geral, eles são testados em uma série de avaliações internas e externas.
O objetivo é descobrir o potencial deles para o bem ou para o mal, bem como o desempenho em indicadores que medem suas habilidades.
Normalmente, esses experimentos ocorrem em locais conhecidos como &quot;sandboxes&quot;. São espaços protegidos, projetados para simular sistemas reais, mas com rígidas medidas de segurança.
No incidente entre a OpenAI e a Hugging Face, a IA atacou o próprio ambiente de testes (sandbox), encontrando uma vulnerabilidade que lhe permitiu acessar a internet e agir por conta própria.
Já o AISI afirmou que o incidente envolvendo suas tecnologias — em que duas poderosas ferramentas de IA criaram perfis humanos falsos para tentar enganar pessoas em tentativas de ataques cibernéticos — não foi causado por um problema no ambiente de testes (sandbox).
O motivo foi a forma como os testes forma conduzidos. Os modelos testados receberam acesso à internet, e o AISI também desativou os filtros integrados que normalmente bloqueariam ataques cibernéticos perigosos.
&quot;Em certa medida, nossas escolhas de projeto de avaliação e configurações específicas possibilitaram esse comportamento&quot;, afirmou, observando, ao mesmo tempo, &quot;sinais inesperados de comportamentos novos e potencialmente enganosos&quot;.
Alan Woodward, professor de Segurança Cibernética da Universidade de Surrey, disse que esses casos — embora distintos — contam uma história importante.
&quot;Durante 30 anos, uma regra dos testes de software permaneceu inalterada: tudo o que acontece no ambiente de teste permanece no ambiente de teste&quot;, disse ele.  &quot;No último mês, essa regra foi quebrada três vezes.&quot;
&quot;Um dos modelos conseguiu escapar. Outro passou por uma porta que havia sido deixada aberta por engano. Um terceiro recebeu as chaves de propósito para que os testadores pudessem medir seu comportamento.&quot;
Ele disse que eram causas diferentes, mas que ambas tinham a mesma lição: &quot;o risco agora reside no laboratório de testes&quot;.
Ele disse à BBC que, à medida que os modelos se tornam mais capazes, é preciso fazer mais para garantir a segurança dos ambientes onde são testados.
&quot;Testar um agente de IA é menos como verificar um código e mais como lidar com um material perigoso: salas seladas, monitoramento constante do que sai do prédio, um plano de contenção ensaiado&quot;, disse ele.
&quot;A AISI conteve o incidente em uma hora. Outra organização pode não conseguir isso.&quot;
Capacidades crescentes
Para aqueles que desenvolvem ferramentas de IA projetadas para realizar ações em nome de uma pessoa, é preciso encontrar um equilíbrio delicado entre aproveitar seus benefícios e expor seus riscos.
O benef ]]></description>
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<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Por que Miami virou a nova capital dos ultrarricos nos EUA (e ficou mais cara até que Nova York)</title>
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<description><![CDATA[      Lauren Sánchez e Jeff Bezos caminham de mãos dadas durante um evento esportivo em Miami (EUA), em 2024
Getty Images
Em março, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, comprou o imóvel mais caro já vendido até hoje em Miami, nos Estados Unidos.
Ele pagou US$ 170 milhões (cerca de R$ 872 milhões) por uma mansão em construção de quase 2,8 mil metros quadrados, na ilha particular de Indian Creek.
Mas este não é o imóvel mais caro à venda na cidade do sul da Flórida. O recorde de Zuckerberg pode ser batido em breve pela casa do corretor de títulos mobiliários John Daveney, em Key Biscayne, que está à venda por US$ 237 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão).
Se você for apreciador de cinema, é possível que reconheça aquela casa. Ela aparece no famoso filme Scarface (1983), dirigido por Brian de Palma e protagonizado por Al Pacino. É a mansão do narcotraficante Frank López.
Ali, vemos pela primeira vez a personagem Elvira, interpretada por Michelle Pfeiffer, descendo em um icônico elevador de vidro.
Para 99,9% da população mundial, é impossível se propor a pagar estes valores extraordinários por uma residência. Mas, para o 0,1% que detém essas condições, Miami passou a ser um dos destinos mais procurados.
Brasileiros tem R$ 32 milhões “perdidos” em moedas de 1 centavo
&quot;Existe uma grande quantidade de pessoas de alta renda que se mudaram para a Flórida, em busca dos benefícios oferecidos pela vida em Miami&quot;, explica à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, o jornalista especializado no mercado imobiliário residencial E. B. Solomont, do jornal americano The Wall Street Journal.
&quot;A criminalidade é baixa, o clima é ótimo, há belas comunidades e não existem impostos estaduais&quot;, destaca Mayi De la Vega, fundadora da One Sotheby&#039;s International Realty, uma das corretoras de imóveis ultraluxuosos mais famosas do sul da Flórida.
Além de Zuckerberg, a lista de milionários ilustres que mudaram de residência para Miami nos últimos anos inclui Jeff Bezos, fundador da Amazon; Larry Paige e Sergei Brin, criadores do Google; e a filha do presidente americano Donald Trump Ivanka, com seu marido Jared Kushner.
&quot;Quando você tem um, dois ou três líderes empresariais influentes que se mudam, outros observarão os benefícios e irão segui-los&quot;, explica Solomont.
&quot;De repente, eles deixam de ser pioneiros. De repente, existe toda uma comunidade.&quot;
Foto real do elevador por onde desceu Michelle Pfeiffer, no filme Scarface
1 Oak studios
Mayi De la Vega defende que o mercado imobiliário de Miami entrou &quot;em uma nova era dos &#039;imóveis troféus&#039;, pois a quantidade de vendas de casas de mais de US$ 60 milhões [cerca de R$ 308 milhões] vem aumentando e o mercado permanece em crescimento.&quot;
&quot;Se analisarmos 2025, nosso último ano completo, tivemos vendas no valor de mais de US$ 517 milhões [cerca de R$ 2,7 bilhões], todas de imóveis de mais de US$ 60 milhões.&quot;
Mas por que Miami?
Por que esta cidade do sul da Flórida passou a ser um local tão atraente para as pessoas mais ricas do mundo?
Além de Zuckerberg, a lista de milionários ilustres que mudaram de residência para Miami nos últimos anos inclui Jeff Bezos, fundador da Amazon
1 Oak studios
A influência da pandemia
Com seu clima, suas praias e facilidade de transporte aéreo, Miami é historicamente um destino atraente para pessoas com grandes fortunas, principalmente da América Latina.
&quot;Mas foi durante a pandemia de covid-19 que os americanos perceberam que a Flórida estava aberta para os negócios&quot;, explica E. B. Solomont.
Durante a pandemia, a Flórida gerou polêmica ao ser um dos primeiros Estados americanos a levantar as restrições de mobilidade para as pessoas em espaços públicos, eliminando a obrigação de uso de máscaras e reabrindo escolas, bares e restaurantes.
Estas decisões valeram muitas críticas à Flórida. Mas também transformaram o Estado, governado pelo republicano Ron DeSantis, em um destino ideal para pessoas de alta renda que moravam em outros lugares, com medidas de saúde pública muito mais rigorosas, como os Estados de Nova York, Califórnia e Illinois.
&quot;Somando-se a isso o fato de que a Flórida é um paraíso fiscal [cujos moradores não pagam imposto estadual, ao contrário de outros Estados americanos], Miami se tornou imensamente popular, não apenas pelo local e pelo estilo de vida, mas devido a este grande incentivo tributário&quot;, explica Solomont.
Os primeiros personagens influentes do mundo da tecnologia e dos negócios a chegarem à Flórida incluíram um dos fundadores do PayPal, Peter Thiel, e o criador do fundo de investimentos Citadel, Ken Griffin. Com isso, foi surgindo um &quot;fenômeno acumulativo&quot;, explica De la Vega.
&quot;Em parte, isso tem relação com a moda&quot;, destaca ela.
São &quot;pessoas que dizem &#039;esta pessoa tem o mesmo dinheiro que eu e comprou ali, será que eu também devo comprar ali?&#039;&quot;
Este fenômeno multiplicou as ofertas direcionadas ao mercado de ultraluxo em algumas regiões, com consequente aumento dos preços.
O mercado de imóveis residenciais de Miami passou por um cresciment ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 17:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, que, Miami, virou, nova, capital, dos, ultrarricos, nos, EUA, ficou, mais, cara, até, que, Nova, York</media:keywords>
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<title>A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial</title>
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<description><![CDATA[      Wesley e Joesley Batista
BBC/ Getty images
É 2017. Um advogado está sentado em frente ao computador em um escritório digno de um consultor jurídico de dois dos homens mais ricos e poderosos do Brasil.
Ele termina de digitar, clica em &quot;enviar&quot; e se dirige à porta. Mas algo o incomoda, uma sensação persistente que não consegue ignorar. Ele se vira, volta à sua mesa e abre a pasta de e-mails enviados.
Seu sangue gela. Para seu desespero, ele percebe que anexou o arquivo de áudio errado ao e-mail, uma mensagem destinada diretamente ao Ministério Público Federal (MPF).
O anexo deveria salvar seus clientes. Em vez disso, seu erro os levará para a prisão.
Esta é a história de dois dos mais famosos irmãos brasileiros: Wesley e Joesley Batista, de 54 e 53 anos, respectivamente, cada um com uma fortuna atualmente estimada em US$ 5,7 bilhões (R$ 29 bi).
JBS inaugura centro de pesquisa e desenvolvimento no Sapiens Parque
 
A história da família Batista está ligada ao crescimento econômico do Brasil e ao sucesso da JBS, a maior produtora de carne do mundo. Ao mesmo tempo, seu passado também remete a um dos maiores escândalos de corrupção da história do país.
E apesar de serem lembrados no Brasil e no mundo por sua associação aos escândalos revelados pela Operação Lava Jato, os irmãos Batista passaram por uma espécie de &quot;volta por cima&quot; nos último anos.
Após uma temporada fora dos holofotes, hoje eles estão mais ricos do que nunca, com suas ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York e participando até mesmo de reuniões na Casa Branca.
Relembre, a seguir, a história da queda e da ascensão de Wesley e Joesley Batista, contada no programa Good Bad Billionaire (O bom e mau bilionário, em tradução literal), do BBC World Service*
O pai
Tudo começou com o pai de Wesley e Joesley, José Batista Sobrinho. Em 1953, ele abriu um açougue em Anápolis, no interior de Goiás.
O Brasil passava por uma rápida modernização naquela época, e José se mudou para a recém-construída capital Brasília, atraído por uma isenção fiscal de quatro anos.
Ele começou vendendo carne nas cantinas dos canteiros de obras da nova cidade e, alguns anos depois, comprou seu primeiro frigorífico, também em Goiás.
A família Batista reunida: da esquerda para a direita, Wesley, fundador da JBS, o pai José, sua esposa, Flora Mendonça Batista, e Joesley, posando na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em 2025
BBC/ Getty images
Em 1972, ele renomeou a empresa para Friboi e teve dois filhos, Wesley e Joesley, que nasceram com apenas dez meses de diferença. Eles tinham um irmão mais velho e três irmãs.
Naquele momento, o Brasil possuía vastas áreas de pastagem e 105 milhões de cabeças de gado. O país era o quarto maior produtor mundial de carne, atrás da Índia, da União Soviética (URSS) e dos Estados Unidos.
O problema era a taxa de abate: apenas 12% do rebanho era abatido anualmente, em comparação com 24% na Argentina e 40% nos Estados Unidos. As pastagens eram pobres, e o gado demorava mais para engordar: cinco anos, em comparação com 30 meses na Argentina ou 16 meses nos EUA.
O governo brasileiro decidiu então transformar a carne bovina em um negócio de exportação. Transferiu a pecuária para o estado de Mato Grosso e financiou a modernização dos frigoríficos. Tudo isso bem ao lado de Goiás, sede dos negócios de Batista.
A terra e os salários eram baratos, então o Brasil rapidamente começou a competir com os EUA em carne enlatada, hambúrgueres e ração para animais de estimação.
Os irmãos 
Wesley e Joesley cresceram no ramo. Ainda adolescentes, já compravam e vendiam gado e lidavam com os clientes. 
Wesley certa vez disse que ele e o irmão não tinham formação acadêmica, mas aprenderam o ofício na prática. Aos 17 anos, ambos abandonaram a escola para administrar os matadouros da família.
Durante as décadas de 1980 e 1990, o irmão mais velho, José Junior, liderou a Friboi. O pai foi se afastando gradualmente dos negócios.
Wesley e Joesley ficaram responsáveis ​​pela expansão da empresa. &quot;Crescimento está no nosso DNA&quot;, diz Wesley.
Entre 1993 e 2005, a Friboi adquiriu 12 matadouros e unidades de processamento.
O crescimento da empresa estava ligado ao crescimento dos supermercados, que substituíam os açougues de bairro em várias partes do país. Como os supermercados exigiam volumes maiores e controles sanitários mais rigorosos, os matadouros menores não conseguiam acompanhar a demanda e acabaram batendo à porta da família Batista para vender seus produtos.
Com o aumento da urbanização e da renda, o mundo também passou a consumir cada vez mais carne. E, graças ao melhor acesso à refrigeração, as exportações começaram a crescer.
A Froboi estava em condições de abastecer os supermercados e, ao fazê-lo, cresceu cada vez mais
BBC/ Getty images
Em 2004, a empresa transferiu sua sede para São Paulo. Em 2005, José Júnior entrou para a política — sem muito sucesso — e deixou os negócios nas mãos de Wesley e Joesley.
Naquela época, o faturamento da Friboi era de quase US$ ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Concurso 3042 da Mega&#45;Sena: bolão acerta as seis dezenas e ganha R$ 164,9 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Concurso 3.042 da Mega-Sena - veja sorteio
O sorteio do concurso 3042 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (9), em São Paulo.  Uma aposta de Fortaleza (CE) acertou as seis dezenas e levou sozinha o prêmio de R$ 164.895.645,00.
A aposta foi feita na Loteria Aldeota, em formato de bolão com 15 números apostados e 100 cotas. Apesar de o prêmio principal ter saído para uma única aposta, o valor será dividido entre os participantes do bolão.
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Veja os números sorteados: 02 - 05 - 10 - 35 - 40 - 53
6 acertos: 1 aposta ganhadora, R$ 164.895.645,50
5 acertos:  246 apostas ganhadoras, R$ 22.927,51
4 acertos: 13.158 apostas ganhadoras, R$ 706,56
concurso 3042 da Mega-Sena
Caixa
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-Sena?
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fugitivos das telas: por que cada vez mais pessoas pagam para ficar offline</title>
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<description><![CDATA[      Por que cada vez mais pessoas pagam para ficar offline
Enquanto a vida digital se acelera, cresce um movimento na direção oposta: consumidores interessados em experiências mais lentas, presenciais e tangíveis.
A tendência aparece de formas diferentes, mas tem um elemento em comum: a valorização daquilo que exige tempo, atenção e envolvimento. 
Discos de vinil ganham espaço diante das playlists infinitas. Câmeras analógicas ressurgem como alternativa aos filtros e aplicativos. E atividades criativas feitas à mão passam a disputar espaço com horas diante do celular.
Esse comportamento está criando oportunidades para empreendedores que apostam justamente no que parecia ter ficado para trás.
Em diferentes regiões do país, negócios baseados em tecnologias, produtos e hábitos do passado encontram novos públicos. O que une essas iniciativas é a mesma aposta: transformar a busca por experiências mais humanas e menos digitais em oportunidade de negócio.
Empreendedor aposta no vinil e no resgate do ritual de ouvir música
Globo/ Reprodução
LPs voltaram à moda.
Em Macapá (AP), o empreendedor Charles Figueiredo encontrou uma oportunidade justamente em um formato que muitos consideravam ultrapassado. Há cerca de dez anos, ele decidiu transformar sua coleção de discos em negócio e abriu uma loja especializada em vinis.
O que era um mercado de nicho passou a atrair um público cada vez mais diverso. Segundo o empreendedor, aproximadamente 70% dos clientes têm entre 16 e 26 anos. 
Em vez de consumidores que viveram o auge dos LPs, a maioria é formada por jovens que estão descobrindo agora o universo dos discos.
Para eles, o interesse vai além da música. Existe um ritual que começa na escolha do álbum, passa pelo cuidado de retirar o disco da capa e termina no momento de posicionar a agulha sobre a faixa desejada. Uma experiência bem diferente da praticidade oferecida pelos serviços de streaming.
“Porque no mundo de cliques instantâneos, esse é um convite para ouvir sem pressa”, diz a reportagem.
Os discos são vendidos a partir de R$ 2 e ajudam a sustentar um negócio que hoje fatura cerca de R$ 25 mil por mês. 
Para atrair clientes, Charles investe em feiras, encontros de colecionadores, vendas por catálogo e divulgação nas redes sociais.
“Bom, eu acredito que o futuro vai ser sempre esse, de resgate, de resgatar memórias. Então, tem público jovem. Eles estão criando novas memórias agora, criando o ritual novo de colocar o disco pra tocar, pegar agulha e colocar na faixa certinho para tocar.”
Câmeras analógicas ganham novos fãs e voltam às prateleiras.
Globo/ Reprodução
Câmera que parecia ultrapassada volta a valer mais
Em Goiânia, a volta ao passado acontece pelas lentes. Silvio Alves Domingues trabalha há 40 anos com fotografia e acompanhou a transição do analógico para o digital.
A mudança foi rápida e teve impacto direto no negócio.
“Então, antigamente era focado só no analógico. Aí teve a transição para os equipamentos digitais. O impacto foi grande, foi bastante grande porque a princípio eu achei que não ia pegar tão rápido o digital.”
O empresário precisou se reinventar.
“E aí nós tivemos que nos reiventar porque entrou uma nova linha de equipamento que até então nós não conhecíamos. Um bem que era o digital.”
Mas, cerca de oito anos atrás, ele percebeu um movimento inesperado. 
“Exatamente há oito anos atrás começou uma tendência de pessoas começar a voltar a esse retrô, né? Principalmente por causa que alguns jovens estavam cansados dessas fotos. Muito maquiada, digital. Eles queria algo mais natural.”
Para esse público, a imperfeição e a naturalidade da fotografia analógica passaram a ser parte do encanto.
“Então eles começaram a pegar as câmeras dos avós, os tataravós e trazer essas câmeras para a manutenção.”
A procura ajudou a valorizar equipamentos que, durante um período, pareciam ter perdido completamente o espaço. Uma câmera que chegou a custar entre R$ 100 e R$ 150 pode hoje ser vendida por cerca de R$ 1.300 a R$ 1.400, segundo Silvio.
A valorização depende, porém, do estado de conservação do equipamento. Algumas câmeras não compensam o custo de manutenção. Outras podem ser restauradas e voltar a funcionar.
O negócio de Silvio fatura cerca de R$ 100 mil por mês.
Para ele, existe também um componente emocional nessa volta.
“Então eu que vivi isso esses 40 anos, quando eu vejo esses equipamento voltando e é muito interessante porque o material que esse equipamentos são feitos sabe assim os detalhes, cada mola, cada alavanca, assim a perfeição.”
“Aquilo ali me emociona tanto. E eu faço assim não só pelo trabalho, mas também uma satisfação que me dá um amor que eu tenho de trabalho.”
A procura pelo analógico também alimenta expectativas sobre o futuro do setor.
“Então, sim, fábricas que anteriormente pararam e agora virão, um futuro promissor para novamente fabricar película. Eu também estou com eles. Eu vejo que vai ser algo promissor para o futuro.”
Atividades manuais atraem quem busca desacelerar e sair  ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Parceria com escola italiana busca aprimorar produção de vinhos em Jundiaí</title>
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<description><![CDATA[      Jundiaí tem produção anual de cerca de 40 mil toneladas de uva
Reprodução / TV TEM
Especialistas da tradicional Escola de Enologia de Conegliano, a mais antiga da Itália, estão em Jundiaí (SP) para ajudar produtores locais a aprimorar a qualidade do vinho durante a preparação para a safra de inverno. A colaboração internacional ocorre por meio de trocas tecnológicas e visitas anuais de professores italianos, que desenvolvem experimentos conjuntos na região. 
Jundiaí (SP) é um dos principais destaques do setor no estado, com produção anual de cerca de 40 mil toneladas de uva, divididas entre as safras de verão e de inverno. No município, 21 vinícolas industriais e artesanais produzem juntas 8,7 milhões de litros de vinho por ano. 
O objetivo do projeto é fazer com que as inovações cheguem diretamente aos produtores. De acordo com Eduardo Alvarez, professor responsável pelo Centro de Enologia da Etec Benedito Storani, um dos focos da pesquisa é aperfeiçoar o controle do pH (potencial de hidrogênio) da bebida. Esse indicador define a qualidade do produto, influenciando diretamente o sabor, a cor e a durabilidade do vinho.
Para evitar a proliferação de microrganismos indesejados e assegurar a conservação, o vinho precisa manter um nível de pH próximo de 3,0 e sempre abaixo de 3,4, aliado ao teor alcoólico correto.
Durante as atividades na Etec, acompanhadas por estudantes e produtores, o enólogo Felipe de Jesus Piazzaroli explicou parte do processo: após as etapas de fermentação e clarificação, o vinho com pH ajustado entre 3,2 e 3,3 retorna ao tanque para finalização da fermentação. O procedimento preserva o aroma e o sabor característicos do fruto, garantindo a identidade e a exclusividade do vinho de acordo com a região.
Os testes práticos foram comandados pelo professor italiano Luigi, da Escola de Conegliano. A técnica é aplicada pela primeira vez no Brasil e permite corrigir a acidez, além de remover metais pesados e outros elementos que podem instabilizar a bebida.
Veja a reportagem exibida no programa em 9/8/2026:
Parceria com escola italiana busca aprimorar produção de vinhos em Jundiaí
 VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo 
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Confira as últimas notícias do Nosso Campo ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Família Roncoleta mantém tradição agrícola há cinco gerações em Getulina</title>
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<description><![CDATA[      O jovem Lucas Roncoleta, de 15 anos, aprende com o pai, Sérgio, os valores e práticas da agricultura
Reprodução / TV TEM
Em Getulina, interior de São Paulo, a família Roncoleta soma cinco gerações dedicadas ao campo. Hoje, o jovem Lucas Roncoleta, de 15 anos, aprende com o pai, Sérgio, os valores e práticas da agricultura.
A fazenda pertence à família desde o bisavô de Sérgio. O trabalho atravessou décadas e agora ganha continuidade com Lucas.
Segundo Sérgio, o segredo para manter a produção está no cuidado com cada etapa: plantar, colher e cortar. Para ele, o conhecimento passado de pai para filho garante qualidade e desperta o interesse das novas gerações.
Lucas já planeja o futuro. O adolescente quer cursar agronomia para ampliar as lavouras e assumir a gestão da propriedade.
O pai se emociona ao ver o filho repetir sua trajetória. Sérgio lembra dos ensinamentos que recebeu do próprio pai, na mesma terra onde hoje orienta Lucas.
O legado, afirma, não é só paixão. Também envolve enfrentar os desafios do campo, como desastres naturais e perdas de safra.
Parte da produção já está sob responsabilidade de Lucas. Ele cuida da hidroponia do sítio, acompanha o plantio e controla diariamente os nutrientes das hortaliças.
Para Sérgio, ter alguém para dar continuidade é essencial. &quot;A terra não acaba, só vai mudando de dono. As pessoas vão passando e os novos têm que assumir&quot;, diz.
Veja a reportagem exibida no programa em 9/8/2026:
Família Roncoleta mantém tradição agrícola há cinco gerações em Getulina
 VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo 
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais
Confira as últimas notícias do Nosso Campo ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Expo Rio Preto atrai 50 mil visitantes na primeira semana</title>
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<description><![CDATA[      Expo Rio Preto atrai 50 mil visitantes na primeira semana
Reprodução / TV TEM
A 63ª Expo Rio Preto, considerada a maior feira do agronegócio de São Paulo em número de animais, recebeu 50 mil visitantes na primeira semana. O evento acontece até 16 de agosto e reúne mais de mil bovinos e equinos.
A programação inclui atividades voltadas à bacia leiteira e o tradicional Torneio Leiteiro, que segue até o fim da feira.
Entre os destaques está a raça Tabapuã, originária de Nova Granada (SP). O zebuíno sem chifres é conhecido pelo fácil manejo, docilidade e alta produção de carne.
A raça já conquistou o título de tricampeã em julgamentos de qualidade genética. Segundo o encarregado da baia, Anador Felipe Neto, os animais são calmos, adaptados ao manejo e ao pasto, além de apresentarem bezerros fortes e boa produção de leite.
A secretária de Agricultura e Abastecimento, Carina Ayres, afirma que o crescimento da Expo Rio Preto está ligado ao resgate das tradições locais e à qualidade dos animais. A feira também promove leilões, julgamentos e debates técnicos sobre o agronegócio.
A edição de 2026 tem o maior número de mulheres atuando no manejo dos animais. Elas participam da alimentação e dos cuidados antes dos julgamentos. A estudante de veterinária Tayná Dionísio contou que pretende seguir na área de animais de grande porte e destacou a experiência prática como um aprendizado importante.
Veja a reportagem exibida no programa em 9/8/2026:
Expo Rio Preto atrai 50 mil visitantes na primeira semana
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um bolo de milho</title>
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<description><![CDATA[      Saiba como fazer um delicioso bolo de milho
Reprodução / TV TEM
O Nosso Campo deste domingo (9) ensina a preparar um delicioso bolo de milho. Saiba como fazer:
Ingredientes:
6 espigas de milho verde ou 2 latas de milho
a medida para os demais ingredientes será a lata de milho
1/2 lata de óleo (125 mL)
1 lata de leite (250 mL)
1 lata de açúcar
1 lata de fubá
2 ovos
1 colher de fermento em pó
goiabada
Modo de preparo
Corte o milho do sabugo, evitando cortes fundos para não amargar;
No liquidificador, misture o leite, o óleo, os ovos, o milho, o açúcar e o fubá;
Bata até virar uma mistura homogênea;
Adicione o fermento e bata mais um pouco;
Despeje a massa em uma forma untada, evitando usar farinha; 
Coloque no forno pré aquecido a 180°C por 50 minutos ou até estar dourado e seco; 
Finalize com a goiabada por cima.    
Veja a reportagem exibida no programa em 9/8/2026:
Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um bolo de milho
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 08:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Câmeras com IA prometem prever crimes antes que aconteçam, mas acendem alerta sobre privacidade</title>
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<description><![CDATA[      Sistemas de câmeras usam inteligência artificial e prometem se antecipar a crimes
Câmeras de monitoramento estão entre as soluções mais comuns para tentar desencorajar a ação de criminosos. Agora, em vez de apenas gravar o que acontece no local, esses equipamentos também são usados para prever roubos e outras ocorrências.
???? O chamado policiamento preditivo tenta identificar situações fora do padrão antes que elas resultem em delitos. Com apoio de inteligência artificial, essa tecnologia tem sido aplicada em cenários cada vez mais complexos.
Imagens de câmeras, antes analisadas por pessoas, passam a ser examinadas por sistemas capazes de emitir alertas quando alguém, por exemplo, permanece parado por muito tempo no mesmo local, em um comportamento considerado suspeito.
Esse tipo de ferramenta atrai o interesse de empresas que buscam reforçar a segurança em suas instalações, mas preocupa especialistas, que alertam para a falta de regulação e para o risco de um estado de vigilância permanente sobre pessoas que não estão praticando crimes.
Como funciona
Sistemas de monitoramento usam IA para identificar movimentações suspeitas
Divulgação/NoLeak
&quot;O sistema se conecta à câmera, transforma a imagem em metadados e reconhece padrões. Se o padrão da imagem for alterado, ele emite um alerta&quot;, explica Nicolau Ramalho, fundador da NoLeak, empresa que desenvolveu um sistema de policiamento preditivo para segurança privada.
???? Nesse contexto, metadados são o resultado da conversão de elementos do vídeo em sequências numéricas. Os sistemas são treinados com imagens de situações consideradas normais e, então, conseguem identificar quando algo foge desse padrão. (saiba mais abaixo)
No caso da NoLeak, por exemplo, o sistema não toma nenhuma ação por conta própria ao identificar uma situação suspeita. Em vez disso, recomenda que as imagens sejam revisadas por responsáveis, como chefes de segurança da empresa.
&quot;Os alertas vão para um sistema de gestão de vídeo, e o operador toma a atitude que achar pertinente, seja acionar diretamente uma força policial ou o time de segurança privada&quot;, afirma.
A empresa tem mais de 5 mil câmeras conectadas e 100 clientes, incluindo indústrias e condomínios. Segundo a NoLeak, o sistema reduz o cansaço visual dos operadores e permite monitorar até 10 vezes mais câmeras com o mesmo número de funcionários.
Outras empresas do setor incluem a Actuate, a AxxonSoft e a Coram, que prometem transformar câmeras de segurança convencionais em sistemas capazes de prever possíveis crimes.
Mas especialistas apontam que esse uso da tecnologia pode restringir o direito de ir e vir dos cidadãos.
&quot;Não estamos falando somente de criminosos que vão ser efetivamente alcançados, mas também de cidadãos comuns que, a caminho do trabalho, podem passar por um sistema que levou a um erro&quot;, alerta Fernanda Rodrigues, coordenadora de pesquisas do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS-BH). 
Para Fernanda, ferramentas desse tipo demonstram a expansão do uso da inteligência artificial na segurança, apesar das dúvidas sobre sua eficácia e seus impactos.
&quot;O que temos visto é um crescimento na busca por ferramentas e tecnologias que vão servir como a solução de um problema da segurança pública, como se existisse uma bala de prata para resolver algo histórico da nossa sociedade.&quot;
Sistemas de monitoramento com IA podem identificar funcionários sem equipamentos de proteção
Divulgação/NoLeak
Como é feita a &#039;previsão&#039; de crimes
Os sistemas mais avançados de policiamento preditivo usam modelos de aprendizado de máquina treinados para reconhecer padrões em imagens.
Em vez de seguir apenas regras previamente programadas, eles analisam grandes volumes de vídeos para aprender quais comportamentos são considerados normais e, então, passam a emitir alertas quando detectam situações fora desse padrão.
Ao ser treinado com imagens de uma via pública, o sistema aprende a identificar onde fica a pista e por quais faixas os veículos devem circular. Se um carro passar pela contramão ou pela calçada, por exemplo, ele pode identificar essa mudança e indicar que algo está fora do padrão.
&quot;O sistema precisa de cerca de duas semanas de análise desses metadados para formar uma base de dados suficiente para reconhecer o padrão da imagem&quot;, afirma Ramalho, da NoLeak.
Para identificar possíveis crimes, a ferramenta analisa apenas movimentações suspeitas de pessoas, e não suas características físicas, explica. &quot;Ele não identifica o rosto para analisar o comportamento. O que ele faz é transformar a imagem em metadados e reconhecer padrões.&quot;
O fundador da empresa destacou que, além de reforçar a segurança patrimonial, a solução é capaz de verificar se há erros em uma linha de produção e se funcionários estão fora do posto de trabalho. Nesses casos, a ideia é evitar paradas não programadas e aumentar a eficiência das empresas.
Sistemas podem usar inteligência artificial para monitorar nível de ocupação em esteiras industriais
Divulgação/ ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mais lojas, mais problemas? Entenda por que supermercados já não apostam tanto em lojas físicas</title>
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<description><![CDATA[      Loja do Pão De Açúcar (GPA) no Rio de Janeiro.
MAURO PIMENTEL/AFP
Quem vai às compras com frequência nos supermercados, talvez já tenha percebido algumas mudanças nos últimos anos. A principal é que aquela loja que fazia parte da rotina pode ter mudado de nome ou fechado as portas.
Foi o que aconteceu com diversas unidades do Extra. Após uma reestruturação do Grupo Pão de Açúcar (GPA), muitas lojas deixaram de operar com a marca e passaram a funcionar sob outras bandeiras do grupo, enquanto outras encerraram as atividades.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Dono das redes Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Fresh e Extra Mercado, o GPA vive uma das maiores reestruturações de sua história. Em março deste ano, a empresa botou em prática um plano de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 4,5 bilhões em dívidas.
Um dos gargalos foi a expansão desordenada de lojas físicas. Em 2020, o GPA chegou a ter cerca de 800 lojas, mas reduziu sua presença física após a venda de unidades do Extra Hiper para o Assaí, em 2021.
A operação marcou uma mudança de estratégia do grupo, que passou a concentrar esforços em formatos menores e considerados mais rentáveis, como supermercados de bairro e lojas de proximidade. Ao fim de 2025, a companhia tinha cerca de 700 lojas no país.
Agora no g1
Outras redes também passaram a rever o modelo de crescimento baseado na abertura acelerada de unidades. Empresas como Dia, St Marche e Grupo Mateus encontraram dificuldades para sustentar operações maiores em um cenário de juros elevados, crédito mais caro e consumidores mais cautelosos.
As redes passaram a priorizar a rentabilidade das unidades existentes, reduzir custos e tornar a operação mais eficiente. 
O faturamento não é o problema: segundo o Ranking ABRAS 2026, as 10 maiores empresas do varejo alimentar brasileiro movimentaram mais de R$ 361 bilhões em 2025. O líder foi o Carrefour, com faturamento de R$ 123,6 bilhões, seguido pelo Assaí Atacadista (R$ 84,7 bilhões) e Grupo Mateus (R$ 31 bilhões).
O GPA continua entre os maiores, e chegou aos R$ 20,6 bilhões. Mas especialistas afirmam que o desafio para todos está no custo de manter uma operação enorme e espalhada pelo país, especialmente quando o ambiente econômico muda. (saiba mais abaixo)
Mais lojas, mais custos
Durante anos, a expansão física foi vista como um dos principais caminhos para ganhar mercado no varejo alimentar. 
???? A lógica era simples: redes maiores tinham mais capacidade de negociar com fornecedores, ampliar a presença regional e conquistar consumidores.
Especialistas ouvidos pelo g1, porém, afirmam que esse modelo ficou mais difícil de sustentar porque cada nova unidade também aumenta a estrutura necessária para operar.
Uma loja física exige gastos com aluguel, funcionários, logística, estoque, manutenção e tecnologia. Em um setor marcado por margens de lucro apertadas, qualquer aumento relevante de custos pode prejudicar o resultado das empresas.
“Em tese, aumenta o faturamento, mas também aumenta a estrutura necessária para manter esse crescimento”, explica Ulysses Reis, especialista em varejo da Strong Business School.
Segundo ele, a estratégia da loja física só funciona quando a operação também tem ganho de eficiência. “O varejo físico ainda funciona, mas não para qualquer formato. A expansão faz sentido quando existe alta conveniência, baixo custo operacional e giro rápido de estoque”, afirma Reis.
Além dos custos operacionais, a mudança no comportamento do consumidor reduziu a vantagem de simplesmente estar mais perto do cliente.
Com mais acesso a informações de preço, comparação de produtos e compras digitais, o consumidor passou a escolher menos pela localização e mais pela combinação entre preço, conveniência e experiência. (saiba mais abaixo)
Juros altos mudaram a conta da expansão
O ambiente econômico do país também não ajudou, principalmente com o fim de um período de juros mais baixos, quando as companhias conseguiam empréstimos mais baratos para financiar as novas unidades, aumento de estoques e de operações.
Em agosto de 2020, durante a pandemia de Covid-19, a Selic, a taxa básica de juros, chegou a 2%, menor nível da história. Mas, com a inflação mais alta após a reabertura econômica, o Banco Central (BC) precisou subir novamente os juros. 
Em julho de 2025, a Selic chegou a 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas. Empresas que dependiam de empréstimos e financiamentos passaram a gastar mais para pagar dívidas e manter as operações, além de paralisarem investimentos.
“O custo do dinheiro é muito alto. Quando o endividamento fica caro, isso ‘espreme’ a operação”, explica o advogado especializado em reestruturação empresarial e sócio fundador do Felsberg Advogados, Thomas Felsberg.
Segundo ele, o risco aumenta quando a expansão da rede é financiada por empréstimos. Nesses casos, o crescimento das vendas, por si só, não garante que a empresa esteja em uma situação financeira melhor, já que os cust ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mais, lojas, mais, problemas, Entenda, por, que, supermercados, já, não, apostam, tanto, lojas, físicas</media:keywords>
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<title>Taxa das blusinhas: se medida provisória não for aprovada, taxação volta em setembro</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/taxa-das-blusinhas-se-medida-provisoria-nao-for-aprovada-taxacao-volta-em-setembro</link>
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<description><![CDATA[      Polêmica, a &quot;taxa das blusinhas&quot; era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros
Nonato Sousa/ SupCom ALE-RR
A chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; – cobrança de imposto de importação, de 20%, sobre as compras com valor abaixo de US$ 50 – retornará em setembro se a medida provisória sobre o assunto não for votada.
Publicada em 12 de maio deste ano, a MP transferiu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
No começo de julho, a medida foi prorrogada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre — e tem validade assegurada somente até 8 de setembro.
➡️Sem a aprovação da MP pelo Congresso, ou edição de outra norma legal que mantenha a desoneração, o ministro da Fazenda perde a autorização para zerar a alíquota e a tributação volta a vigorar depois que a medida provisória perder eficácia —  a partir de 9 de setembro.
Entenda
Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas, ou seja, entram em vigor imediatamente. 
Entretanto, precisam ser analisadas posteriormente pelo Congresso Nacional, que pode confirmá-las, alterá-las ou até mesmo barrar a proposta. O prazo máximo é de 60 dias, prorrogável por igual período. 
????Em meio à corrida eleitoral, a MP ainda aguarda instalação de comissão mista para emitir parecer sobre a proposta. Depois, ainda tem de ser aprovada pela Câmara e, também, pelo Senado. Se o Senado modifica o texto da Câmara, a proposta retorna para nova análise dos deputados.
➡️Apesar do fim do imposto de importação, os estados mantiveram sua tributação, por meio do ICMS, entre 17% e 20%. Essa cobrança permanece de pé.
➡️Independente da decisão do Congresso Nacional, a taxação de encomendas com valor abaixo de US$ 50 retornará em 2027 por meio do tributo federal criado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. 
➡️A alíquota a ser cobrada, entretanto, ainda não está definida. Cálculo da consultoria Roit aponta para uma taxa de 9,43% em 2027.
➡️Em junho, o primeiro mês completo sem a incidência da taxação, o número de encomendas internacionais disparou.
&#039;Taxa das blusinhas&#039; voltará em 2027, mas com imposto diferente
Conflito entre os setores e no Congresso
Polêmica, a &quot;taxa das blusinhas&quot; era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais.
Críticos argumentavam também que turistas de viagens internacionais tinham vantagem ao não recolher o tributo em determinada cota de compras ao voltar ao país.
Por outro lado, varejistas brasileiros avaliam que a isenção favorece as importações, que têm taxação menor em outros países, e pedem &quot;isonomia tributária&quot;, ou seja, tributação semelhante para proteger os empregos no país.
Esse impasse também adentrou o mundo político. A decisão do governo federal de tributar as compras de baixo valoa foi alvo de críticas da oposição que classificou a medida como mais um “aumento de imposto” e criticou o que chamou de “sanha arrecadatória” do Executivo. 
Foi preciso muita articulação do governo e dos varejistas brasileiros para que a medida fosse aprovada no Congresso. 
Já a decisão de editar em maio uma MP revogando a taxa das blusinhas foi vista por quadros do Centrão e da oposição como uma medida eleitoreira deixando a pressão sobre o Congresso de converter em lei ou não uma MP com grande apelo popular.
A MP foi editada na esteira da principal derrota de Lula no Congresso em 2026: a rejeição da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). 
E é justamente a crise entre Alcolumbre, principal articulador da derrota de Messias, e Lula que deixa a votação da MP da taxa das blusinhas incerta. Cabe ao presidente do Senado despachar a MP para a votação na comissão mista, na Câmara e no Senado.  
Desde o episódio, Lula e Alcolumbre não se falaram até um encontro promovido na semana passada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.  Apesar da reabertura de diálogo, os dois não discutiram temas específicos e as pendências, incluindo a MP, devem ficar para depois das eleições.
A dificuldade em votar a MP passa também pelo calendário. Em meio ao período eleitoral, Alcolumbre definiu somente duas semanas de esforço concentrado no Senado: entre 10 e 14 de agosto, e outra de 31 de agosto a 3 de setembro. 
Na base governista e na oposição, existem duas avaliações distintas sobre deixar a MP caducar. Uma parte acredita que a medida perder a validade vai expor o caráter eleitoreiro em que o governo a editou e mostrar que a base é fraca no Congresso. 
Por outro lado, há quem diga que o peso de uma MP de caráter muito popular perder a validade vai cair sobre o Parlamento, podendo reacender o slogan já utilizado anteriormente pela militância petista “Congresso Inimigo do Povo”.
Argumentos pró e contra
Governo acaba com a &#039;taxa das blusinhas&#039;: e agora?
Diante da ne ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que sistema elétrico brasileiro enfrenta risco por excesso de geração de energia</title>
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<description><![CDATA[      Nos últimos anos, país registrou um forte avanço da geração solar distribuída, gerando desequilíbrio entre oferta e demanda de energia, dizem especialistas
Getty Images via BBC
Quase 25 anos depois do apagão por excesso de demanda que em 2001 obrigou consumidores de 16 Estados e do Distrito Federal a desligar eletrodomésticos, e prefeituras a reduzirem a iluminação pública, o Brasil enfrenta um drama de sinal inverso.
Agora, a ameaça que ronda o Sistema Interligado Nacional (SIN) é a oferta excessiva de energia.
????Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Para evitar uma possível sobrecarga, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), órgão que coordena a geração e distribuição de energia no país, acionou no dia 7 de junho um plano emergencial para frear o ingresso de eletricidade na rede.
Na prática, trata-se da redução ou do desligamento da geração de energia, geralmente de parques eólicos e solares — o que é chamado no jargão técnico de curtailment (expressão que se traduz como corte ou redução). 
Foi a primeira vez que o ONS lançou mão da medida desde que um plano para lidar com o excesso de oferta de energia foi aprovado, em novembro do ano passado.
De acordo com o órgão, &quot;trata-se de uma ação excepcional adotada para o processo de controle de frequência do sistema elétrico&quot;, que foi necessária naquele domingo de junho para equilibrar a alta geração, combinada a um consumo menor, devido ao final de semana prolongado pelo feriado de Corpus Christi, associado a baixas temperaturas. Cortes também foram realizados em dias de jogos do Brasil na Copa.
Agora no g1
Segundo Joisa Dutra, diretora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ceri), a compreensão da situação exige que se parta de uma premissa: para o sistema elétrico funcionar de forma adequada, a oferta deve ser igual à demanda.
Isso significa que a quantidade de energia gerada e transmitida tem de coincidir com a consumida.
O que há de novo é que, diferentemente do que ocorria no passado, o país já não depende unicamente da energia gerada por usinas hidrelétricas, termelétricas e nucleares ou por parques eólicos e solares de grande porte, que podem ser ligados ou desligados pelas autoridades conforme as necessidades do sistema.
Geração distribuída já abrange 5% dos consumidores no país
Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dos cerca de 90 milhões de consumidores, 4,5 milhões (5% do total) são também micro e minigeradores de energia por meio de painéis solares, que formam a chamada geração distribuída.
Desses 4,5 milhões, 3,6 milhões são consumidores-geradores residenciais, e 400 mil, comerciais, que recebem créditos pelos quilowatts aportados ao conjunto. Os 500 mil restantes incluem categorias como poder público, serviço público, rural e outras.
A potência instalada desses consumidores-geradores é de 50 gigawatts, que equivalem a cerca de 20% da potência total instalada do país, observa Joisa.
&quot;Não podemos normalizar a situação atual por duas razões: esse volume [50 gigawatts] é muito grande e análises do ONS indicam que é subestimado&quot;, alerta a diretora do FGV-Ceri.
Volume de energia produzido pela geração distribuída é grande e pode estar subestimado, diz pesquisadora da FGV
Bloomberg via Getty Images/BBC
Segundo a pesquisadora, a subnotificação da geração distribuída poderia chegar a 15 gigawatts ou 30% do total.
Essa potência, classificada pelo ONS como &quot;instalações à revelia&quot;, configura fraude e prejuízo ao sistema, na medida em que mascara como micro e minigeradores usuários que poderiam ser enquadrados como de grande porte, diz a especialista.
Enquanto usinas convencionais e renováveis de grande porte são controladas pelo ONS, a geração distribuída não obedece a nenhum comando centralizado. Em caso de necessidade, seu desligamento da rede depende da ação das concessionárias privadas de distribuição.
&quot;Esse volume [de energia proveniente da geração distribuída] tornou-se muito importante, e se o ONS limitar-se a desligar os recursos sob seu controle, a redução de oferta não será suficiente para fazer frente à redução de consumo&quot;, afirma Joisa.
&#039;Energia de telhado&#039;
A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, afirma que o excesso de produção de energia, ao forçar o curtailment, provoca prejuízo aos investidores do setor.
Ela diz que é preciso diferenciar a energia eólica e solar de grande porte, responsável por fazer da matriz energética brasileira a mais renovável do mundo, e a geração solar distribuída ou &quot;energia de telhado&quot;.
&quot;Nos últimos anos, houve excesso de investimento nessa geração solar distribuída, que, como o próprio nome diz, não é de grande porte e não é controlada pelo ONS&quot;, diz Gannoum.
Questionada sobre o papel da geração solar distribuída no atual excesso de oferta de energia, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) afirma em nota que &quot;os cortes de geração impostos  ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Menos vacas, mais leite: como genética e bem&#45;estar mais que dobraram a produção em 24 anos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/menos-vacas-mais-leite-como-genetica-e-bem-estar-mais-que-dobraram-a-producao-em-24-anos</link>
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<description><![CDATA[      Número de vacas leiteiras cai em 13 anos, mas Brasil bate recorde na produção
Durante a 21ª Megaleite, realizada em junho, em Belo Horizonte (MG), a vaca Jornada Montross FIV LPN bateu o recorde mundial de produção de leite em um único dia: foram 112,65 kg. Até então, o título pertencia a Fernanda Forbes IS Olhos D´Água, com 111,947 kg de leite em um dia.
Ao longo dos três dias de competição, Jornada produziu 337,95 kg de leite.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o criador Rodrigo Nogueira Ferreira, a campeã recebe um manejo semelhante ao de um atleta de alto rendimento e acaba produzindo mais até do que outras vacas da mesma propriedade, que produzem cerca de 30 kg de leite por dia.
&quot;É um número muito alto. Se há 20 anos você falasse isso, a gente chamaria a pessoa de doido, estava sonhando e hoje já é realidade&quot;, diz Rui Verneque, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Gado de Leite.
Claro que o animal está longe de representar a média das vacas leiteiras do país. Ainda assim, como lembra Verneque, o caso chama atenção para uma tendência no setor: as vacas brasileiras produzem bem mais leite hoje do que há 24 anos. 
A explicação está nos investimentos em genética, bem-estar animal e alimentação. (veja a evolução abaixo)
Produtividade das vacas leiteiras mais que dobrou no Brasil em 24 anos
Arte g1
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Genética planejada
Verneque, da Embrapa, afirma que a seleção genética foi um dos principais fatores por trás do aumento da produtividade das vacas leiteiras no Brasil. O gir leiteiro, raça zebuína que produzia pouco, passou de uma média de 2 mil kg para 5 mil kg por lactação, período que dura cerca de 10 meses.
A própria raça girolando, da qual a Jornada faz parte, foi desenvolvida por meio do melhoramento genético. Ela resulta do cruzamento entre as raças holandesa e gir leiteiro. &quot;Para as nossas condições de clima tropical, é uma raça altamente competitiva, com média de 7 mil kg por lactação&quot;, diz o pesquisador.
Para Rodrigo Ferreira, proprietário da Jornada, a genética do animal foi fundamental para o recorde. &quot;Um animal que não tem uma genética boa é praticamente impossível você conseguir chegar no resultado&quot;, afirma.
Com 35% menos vacas, o Brasil produziu mais leite em 13 anos.
Arte g1
Animal mais &#039;exigente&#039;
Um animal que produz mais também exige mais cuidados, afirma Verneque. &quot;As exigências dele com relação a conforto, controle de temperatura e questões ambientais têm que ser muito maiores para que ele responda&quot;, diz.
Cada raça pode exigir condições diferentes, como temperaturas mais altas ou mais baixas. Quando essas necessidades não são atendidas, o animal sofre estresse e, como consequência, produz menos.
&quot;Se você estiver com o ambiente com ar-condicionado, na temperatura que você gosta, está ótimo, não é isso? Agora, se você estiver em ambiente de calor extremo, você tem esse estresse térmico. O seu organismo terá que reagir para você sobreviver&quot;, exemplifica o pesquisador da Embrapa.
O mesmo vale para o barulho de máquinas ou alterações na rotina do animal. Na propriedade onde Jornada vive, Ferreira oferece sombra para o gado descansar e áreas de pastagem. Ela também conta com uma baia exclusiva e uma equipe treinada para monitorar seu bem-estar.
Alimentação reforçada
Um rebanho pode ser alimentado com pasto, ração ou uma combinação dos dois. Atualmente, ambos evoluíram. O pasto pode incluir gramíneas e leguminosas, enquanto as rações têm formulações mais nutritivas.
&quot;A alimentação é um dos itens mais importantes no custo de produção do leite, porque depende de uma dieta bem formulada&quot;, afirma Verneque.
É o caso da alimentação de Jornada, que passa por análise de qualidade e acompanhamento veterinário.
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Jornada
Arquivo pessoal ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que a Alemanha quer mudar os &amp;apos;minijobs&amp;apos;, emprego parcial isento de imposto</title>
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<description><![CDATA[      A iraniana Anahita Abdollahi concilia o mestrado na Universidade de Colônia com um minijob em uma biblioteca, experiência que, segundo ela, ajudou na adaptação ao mercado de trabalho alemão e na prática do idioma.
Dasha Thyssen/DW
Quando inicia seu turno na biblioteca de física da Universidade de Colônia, a iraniana Anahita Abdollahi, de 26 anos, começa conferindo os e-mails para se atualizar sobre os pedidos dos usuários. Ela ajuda estudantes a encontrar livros, atende telefonemas e cuida das plantas do local.
Mestranda na instituição, Abdollahi define a função como a de uma &quot;bibliotecária de meio período&quot;. Ela afirma gostar de quase todas as tarefas, com exceção das mais repetitivas, como o inventário do acervo. Ainda assim, considera o trabalho tranquilo, já que atua apenas duas vezes por semana, cerca de cinco horas por dia.
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Seu emprego se enquadra na categoria conhecida na Alemanha como &quot;minijob&quot;, modalidade de trabalho com jornada reduzida e baixa remuneração que o governo pretende reformar. 
Entre as mudanças em discussão estão o fim da isenção de contribuições previdenciárias para os trabalhadores e o aumento dos encargos pagos pelas empresas, com o objetivo de reforçar o financiamento do sistema de aposentadorias.
Agora no g1
As propostas despertam reações divergentes. Sindicatos apoiam a reforma por avaliarem que ela pode reduzir a precarização do trabalho e ampliar a proteção social. Já muitos trabalhadores temem uma redução da renda líquida, enquanto representantes empresariais alegam risco de aumento dos custos de contratação e perda de flexibilidade.
Modalidade é popular entre mulheres e estudantes
O minijob é um tipo de emprego de meio período com remuneração máxima de 603 euros (cerca de R$ 3.538) por mês. Quem permanece abaixo desse limite não paga imposto de renda nem contribuições regulares para a seguridade social.
Os trabalhadores também podem optar por não contribuir para a aposentadoria, e a maioria faz essa escolha.
Em geral, são necessárias cerca de 10 horas de trabalho por semana para atingir o teto de rendimentos, o que torna a modalidade atraente para estudantes, pais e mães com filhos pequenos e pessoas que exercem outras atividades. Segundo a agência federal responsável pelo setor, as mulheres representam cerca de 57% dos trabalhadores nessa categoria.
A mesma agência estima que quase 7 milhões dos 45 milhões de trabalhadores da Alemanha tenham um minijob. Parte deles exerce a atividade como complemento de renda; outros dependem exclusivamente desse tipo de contrato.
Criado nos anos 1960 para facilitar empregos de baixa carga horária e reduzir a burocracia, o modelo foi reformulado em 2003 como parte de uma ampla reforma do mercado de trabalho.
Sindicatos defendem mudanças nos minijobs por considerarem que o modelo contribui para vínculos precários.
Matt Lincoln/Image Source/IMAGO
Por que as empresas defendem os minijobs?
Empregadores normalmente pagam um imposto fixo de 2% sobre os salários, além de contribuições sociais equivalentes a cerca de 30% da remuneração bruta de um empregado contratado nesse modelo. Muitas empresas consideram o minijob vantajoso por sua flexibilidade.
&quot;Existem situações em que faz sentido contratar alguém apenas para uma quantidade muito pequena de horas&quot;, afirmou Holger Schäfer, economista especializado em mercado de trabalho do Instituto Econômico Alemão (IW), à DW.
Supermercados, por exemplo, precisam de mais caixas aos sábados do que nas manhãs de segunda-feira. Os minijobs permitem ajustar rapidamente a escala de funcionários. Por isso, varejo e hotelaria estão entre os setores que mais utilizam esse tipo de contrato.
O que pode mudar
No início de julho, porém, a coalizão governista anunciou planos para elevar de 2% para 5% a alíquota fixa incidente sobre os minijobs.
Além disso, o governo pretende implementar as propostas apresentadas pela Comissão de Pensões da Alemanha no fim de junho, voltadas à sustentabilidade do sistema previdenciário.
Uma das recomendações prevê o fim da possibilidade de renunciar às contribuições para a aposentadoria e a eliminação do status especial dos minijobs. Na prática, os trabalhadores passariam a recolher contribuições sociais como qualquer outro empregado, encerrando o modelo em seu formato atual.
Segundo a comissão, a medida fortaleceria os sistemas de seguridade social, reduziria o risco de pobreza na velhice e ajudaria a combater desigualdades de gênero.
Para Abdollahi, a mudança poderia representar uma perda mensal de até 130 euros (cerca de R$ 762). Ela afirma que provavelmente tentaria aumentar a carga de trabalho para compensar a redução da renda.
Quase 7 milhões de pessoas trabalham nos chamados minijobs, modalidade de emprego parcial criada para reduzir burocracia e facilitar contratações de baixa carga horária.
Michael Bihlmayer/CHROMORANGE/picture alliance
Apoio dos sindicatos e resistência das empresas
Diversos sindicatos receberam a prop ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 165 milhões neste domingo; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.042 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 165 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 11h deste domingo (9), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso da última quinta-feira (6), ninguém acertou as seis dezenas.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. 
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa.
A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Taxa das blusinhas: se medida provisória não for aprovada, taxação volta no começo de setembro</title>
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<description><![CDATA[      Polêmica, a &quot;taxa das blusinhas&quot; era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros
Nonato Sousa/ SupCom ALE-RR
A chamada &quot;taxa das blusinhas&quot; – cobrança de imposto de importação, de 20%, sobre as compras com valor abaixo de US$ 50 – retornará no início de setembro se a medida provisória sobre o assunto não for votada.
Publicada em 12 de maio deste ano, a MP transferiu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50.
No começo de julho, a medida foi prorrogada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre — e tem validade assegurada somente até 8 de setembro.
➡️Sem a aprovação da MP pelo Congresso, ou edição de outra norma legal que mantenha a desoneração, o ministro da Fazenda perde a autorização para zerar a alíquota e a tributação volta a vigorar depois que a medida provisória perder eficácia —  a partir de 9 de setembro.
Entenda
Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas, ou seja, entram em vigor imediatamente. 
Entretanto, precisam ser analisadas posteriormente pelo Congresso Nacional, que pode confirmá-las, alterá-las ou até mesmo barrar a proposta. O prazo máximo é de 60 dias, prorrogável por igual período. 
????Em meio à corrida eleitoral, a MP ainda aguarda instalação de comissão mista para emitir parecer sobre a proposta. Depois, ainda tem de ser aprovada pela Câmara e, também, pelo Senado. Se o Senado modifica o texto da Câmara, a proposta retorna para nova análise dos deputados.
➡️Apesar do fim do imposto de importação, os estados mantiveram sua tributação, por meio do ICMS, entre 17% e 20%. Essa cobrança permanece de pé.
➡️Independente da decisão do Congresso Nacional, a taxação de encomendas com valor abaixo de US$ 50 retornará em 2027 por meio do tributo federal criado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. 
➡️A alíquota a ser cobrada, entretanto, ainda não está definida. Cálculo da consultoria Roit aponta para uma taxa de 9,43% em 2027.
➡️Em junho, o primeiro mês completo sem a incidência da taxação, o número de encomendas internacionais disparou.
&#039;Taxa das blusinhas&#039; voltará em 2027, mas com imposto diferente
Conflito entre os setores e no Congresso
Polêmica, a &quot;taxa das blusinhas&quot; era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais.
Críticos argumentavam também que turistas de viagens internacionais tinham vantagem ao não recolher o tributo em determinada cota de compras ao voltar ao país.
Por outro lado, varejistas brasileiros avaliam que a isenção favorece as importações, que têm taxação menor em outros países, e pedem &quot;isonomia tributária&quot;, ou seja, tributação semelhante para proteger os empregos no país.
Esse impasse também adentrou o mundo político. A decisão do governo federal de tributar as compras de baixo valoa foi alvo de críticas da oposição que classificou a medida como mais um “aumento de imposto” e criticou o que chamou de “sanha arrecadatória” do Executivo. 
Foi preciso muita articulação do governo e dos varejistas brasileiros para que a medida fosse aprovada no Congresso. 
Já a decisão de editar em maio uma MP revogando a taxa das blusinhas foi vista por quadros do Centrão e da oposição como uma medida eleitoreira deixando a pressão sobre o Congresso de converter em lei ou não uma MP com grande apelo popular.
A MP foi editada na esteira da principal derrota de Lula no Congresso em 2026: a rejeição da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). 
E é justamente a crise entre Alcolumbre, principal articulador da derrota de Messias, e Lula que deixa a votação da MP da taxa das blusinhas incerta. Cabe ao presidente do Senado despachar a MP para a votação na comissão mista, na Câmara e no Senado.  
Desde o episódio, Lula e Alcolumbre não se falaram até um encontro promovido na semana passada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.  Apesar da reabertura de diálogo, os dois não discutiram temas específicos e as pendências, incluindo a MP, devem ficar para depois das eleições.
A dificuldade em votar a MP passa também pelo calendário. Em meio ao período eleitoral, Alcolumbre definiu somente duas semanas de esforço concentrado no Senado: entre 10 e 14 de agosto, e outra de 31 de agosto a 3 de setembro. 
Na base governista e na oposição, existem duas avaliações distintas sobre deixar a MP caducar. Uma parte acredita que a medida perder a validade vai expor o caráter eleitoreiro em que o governo a editou e mostrar que a base é fraca no Congresso. 
Por outro lado, há quem diga que o peso de uma MP de caráter muito popular perder a validade vai cair sobre o Parlamento, podendo reacender o slogan já utilizado anteriormente pela militância petista “Congresso Inimigo do Povo”.
Argumentos pró e contra
Governo acaba com a &#039;taxa das blusinhas&#039;: e agora?
Di ]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã divulga lista de exigências aos EUA para reabertura do Estreito de Ormuz, diz jornal</title>
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<description><![CDATA[      Estreito de Ormuz
Reuters/Stringer
O Irã divulgou, neste sábado (8), uma lista de exigências para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo. 
Segundo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, os Estados Unidos precisarão cumprir com as demandas para que Teerã libere a passagem de embarcações pelo canal marítimo. As informações são do jornal americano &quot;The New York Times&quot; (NYT), com base em uma declaração veiculada pela mídia estatal iraniana. 
Entre as exigências estão:
a suspensão do bloqueio naval e das sanções americanas contra o Irã;
a retirada das tropas americanas das proximidades do país;
o pagamento de indenizações de guerra;
a liberação de ativos iranianos congelados;
o fim dos ataques contra aliados iranianos na região; e
o encerramento das ameaças contra o país.
Irã diz que Estreito de Ormuz só será reaberto com saída dos EUA
Segundo o jornal americano, é improvável que o governo de Donald Trump concorde com as exigências iranianas, o que aumenta preocupações sobre o futuro do Estreito de Ormuz. 
Na última semana, Trump já havia afirmado que o Irã deveria escolher entre um &quot;acordo&quot; ou a &quot;rendição total&quot; da guerra. Em outro momentos, o presidente americano também já disse que o bloqueio naval só seria suspenso mediante um acordo com Teerã.
Além disso, autoridades americanas também já haviam afirmado anteriormente que o Irã só teria acesso aos ativos congelados caso se comprometesse em abrir mão do urânio enriquecido.
Entre as demais demandas do governo americano estão o abandono do programa de armas nucleares iraniano e a garantia de segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
Mais cedo neste sábado, o ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, afirmou  o Irã e o Omã estavam &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
Em junho, um memorando de entendimento assinado pelos EUA e pelo Irã previa a reabertura do Estreito de Ormuz e a suspensão temporária das sanções petrolíferas contra Teerã. No entanto, os dois países tinham interpretações diferentes sobre o tratado e o acordo foi posto em xeque menos de duas semanas após sua assinatura.
Preocupações com o petróleo e a inflação
A lista de exigências frustra a expectativa do mercado de que um acordo entre o Irã e o Omã poderia reabrir o Estreito de Ormuz, cujo tráfego de navios está limitado desde o início da guerra, em fevereiro.  
O fechamento do canal, importante rota marítima da região, tem pressionado os preços do petróleo e, consequentemente, os custos de energia e a inflação mundial. 
Com um forte aumento nos preços dos combustíveis nos Estados Unidos, diz o NYT, o governo Trump pode ser obrigado a considerar as exigências iranianas para tentar reduzir a inflação americana — o que também pode representar um risco para as eleições de meio de mandato, em novembro.
Desde o início da guerra, o petróleo do tipo Brent, referência internacional, já acumula uma alta de quase 15% até a última sexta-feira (7), quando a commodity encerrou cotada a US$ 83,30 o barril. 
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 14:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Crise na Apex Partners: entenda afastamento de presidente e blindagem na Justiça</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo.
Ricardo Medeiros/Rede Gazeta
Fernando Cinelli, fundador e sócio da Apex Partners, foi afastado do comando da empresa na quinta-feira (6) após uma investigação interna apontar “inconsistências financeiras da companhia”. O diretor financeiro da plataforma de investimentos no Espírito Santo, Eduardo Siqueira, também foi afastado.
Por nota, sócios da Apex afirmaram que irão contratar uma auditoria externa para aprofundar a apuração e que medidas judiciais para garantir a responsabilização cível e criminal dos envolvidos também serão tomadas. A presidência interina foi assumida por Marcelo Murad, sócio sênior da companhia. Entenda ponto a ponto da crise:
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“Gestão temerária”
Após o afastamento de Fernando Cinelli, sócios da Apex decidiram acionar o presidente afastado na Justiça. O objetivo, de acordo com a companhia, é responsabilizá-lo por &quot;gestão temerária e má-fé&quot; e, ainda, solicitar o bloqueio de seus bens de forma preventiva. Não foram divulgados mais detalhes sobre o resultado das investigações. 
“As providências são resultado de um rigoroso processo de apuração interna conduzido pela própria Apex, que identificou inconsistências financeiras. Assim que foram constatadas, a companhia iniciou uma série de medidas para preservar suas operações e aprofundar o esclarecimento dos fatos. Uma das medidas adotadas foi o afastamento imediato dos executivos que ocupavam a Presidência e a Diretoria Financeira&quot;, informou a plataforma de investimentos capixaba.
Segundo informações do colunista Abdo Filho, os sócios apontam falta de transparência aos balanços e que não tinham noção do tamanho da dívida da companhia. Ainda de acordo com os associados, o ‘problema’ estava localizado no presidente e o diretor financeiro que, por isso, foram afastados.
O estopim para a investigação interna na Apex Partners foi o investimento na agência de viagens CVC. Embora já houvesse tensões sobre a conduta de Fernando Cinelli, a situação tornou-se insustentável quando um fundo da Apex adquiriu 15,5% das ações da CVC, que tiveram uma queda de quase 40% em apenas seis meses.
Como os investidores tinham a promessa de um rendimento garantido, o prejuízo gerado pelas ações fez com que os sócios optassem pela apuração interna.
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Fernando Cinelli havia sido indicado para um assento no conselho de administração da CVC em abril do ano passado. No mesmo dia em que foi afastado do comando da Apex, ele também renunciou ao cargo na agência de viagens.
Fernando Cinelli, fundador e presidente afastado da Apex Partners
Carlos Alberto Silva/Rede Gazeta
Blindagem na Justiça
Nesta sexta-feira (7), a Justiça concedeu uma liminar em favor das empresas que compõem a Apex. A decisão do juiz Marcos Sanches, titular da Vara de Recuperação Judicial e Falência de Vitória, suspende execuções para proteger o patrimônio de 178 companhias envolvidas diante de um montante de dívidas que chega a R$ 975 milhões.
O magistrado também determinou que as empresas apresentem, em até 30 dias, o pedido de recuperação judicial — sob pena de perda imediata da eficácia da medida cautelar. 
Foi estabelecida, ainda, a nomeação de uma administradora judicial para realizar uma perícia técnica e verificar as condições operacionais do conglomerado. O prazo para a realização e apresentação desta etapa é de 20 dias.
Segundo a decisão, a medida tem como objetivo assegurar a continuidade das atividades econômicas da plataforma e evitar o esgotamento de ativos antes de um possível pedido formal de recuperação judicial. Em nota, a Apex Partners afirmou que a medida proposta não se trata de recuperação judicial. Veja na íntegra:
“Seguindo o compromisso de transparência com seus investidores, parceiros e colaboradores, a Apex Partners informa que, nesta sexta-feira (07), obteve o deferimento de uma liminar cautelar.
A medida tem caráter preventivo para garantir o patrimônio da empresa, a continuidade das suas atividades regulares, criando um ambiente de estabilidade, enquanto são concluídos os trabalhos da auditoria externa em fase de contratação. 
Esclarecemos que a medida proposta não se trata de recuperação judicial. Trata-se de uma tutela cautelar para proteger as atividades da empresa até que a auditoria externa seja concluída.  A companhia acredita fortemente nas atividades exercidas nas suas unidades de negócio. Nosso compromisso é dedicar todos os esforços para superar esse momento desafiador que a empresa vem enfrentando  e garantir a continuidade e solidez dos trabalhos. 
Essa decisão não alcança os patrimônios segregados dos fundos de investimento, os patrimônios fiduciários vinculados às emissões de certificados de recebíveis nem os patrimônios de afetação das sociedades de propósito específico (SPEs), preservando integralmente os ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã e Omã estão próximos de acordo sobre controle do Estreito de Ormuz, diz ministro iraniano</title>
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<description><![CDATA[      Abbas Araqchi, ministro de Relações Exteriores do Irã, em 17 de dezembro de 2025
Reuters/Ramil Sitdikov/Pool/Foto de arquivo
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, afirmou neste sábado (8) que o Irã e o Omã estão &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma nova rota de navegação pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Segundo o ministro, os dois países estavam discutindo uma rota de navegação temporária enquanto questões técnicas e legais relativas a uma rota permanente eram resolvidas.
Na sexta-feira, um funcionário americano afirmou à Reuters que Washington esperava um acordo em breve entre o Irã e Omã, países localizados em lados opostos do estreito, para que o tráfego normal de petróleo pudesse ser retomado.
Agora no g1
&quot;Há progresso entre Omã e Irã no estreito, e esperamos um acordo em breve&quot;, disse um funcionário americano à Reuters na sexta-feira. &quot;Assim que o acordo para restabelecer a navegação comercial sem impedimentos for anunciado, os Estados Unidos suspenderão o bloqueio aos portos iranianos.&quot;
???? Um acordo entre os dois países sobre o controle dessa via navegável estratégica é considerado crucial para um acordo mais amplo que vise pôr fim ao conflito iniciado com os ataques dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro.
Araqchi afirmou, no entanto, que a reabertura do Estreito dependerá de uma série de condições, entre elas uma compensação pelo que o Irã considera uma violação, por parte dos Estados Unidos, do Memorando de Entendimento de Islamabad. 
O acordo foi firmado entre os dois países com o objetivo de reduzir as tensões e garantir um cessar-fogo no Oriente Médio.
Assinado em 17 de junho, o memorando de entendimento foi colocado em xeque menos de duas semanas depois, em meio a divergências sobre a circulação de navios no Estreito de Ormuz e a continuidade dos confrontos entre Israel e Hezbollah, que deram origem a uma série de ameaças, ataques e acusações de descumprimento entre Washington e Teerã.
Entre idas e vindas, o presidente americano, Donald Trump, chegou a cancelar um novo ataque contra Teerã no último final de semana, afirmando que &quot;o Irã e outros países do Oriente Médio&quot; teriam pedido que os EUA suspendessem a ofensiva porque &quot;os termos de um acordo&quot; teriam sido definidos.
&quot;Com base nesse pedido, concordei, em benefício futuro do MUNDO e, igualmente, da sobrevivência de um Irã bem-sucedido e próspero, em cancelar o ataque, desde que seja possível fechar rapidamente um ACORDO&quot;, escreveu o presidente em seu perfil no TruthSocial em 1º de agosto, prometendo que as tratativas iniciariam já na segunda-feira (3).
À época, no entanto, Teerã negou que tivesse reuniões com os EUA e afirmou que as únicas negociações em andamento ocorriam apenas com o Omã e seriam sobre a gestão conjunta do Estreito de Ormuz.
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Tráfego de navios segue reduzido
Em meio ao conflito na região, o tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz segue reduzido. Neste sábado (8), os Emirados Árabes Unidos (EAU) acusaram o Irã de ter atacado um navio-tanque ligado á sua estatal de petróleo, a ADNOC, enquanto a embarcação atravessava o canal. 
As informações são da agência estatal WAM. A ADNOC afirmou que o navio teria sido alvo de um míssil durante a madrugada e que a situação estava sob controle. Não houve feridos.
O Ministério de Relações Exteriores dos EAU afirmou que o ataque violou uma resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre a liberdade de navegação e acusou a Guarda Revolucionária do Irã de &quot;atos de pirataria&quot; por visar navios comerciais e usar a hidrovia como instrumento de pressão econômica.
O comunicado apelou ao Irã para que cesse os ataques e reabra o estreito de forma plena e incondicional.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste sábado, a reabertura do Estreito de Ormuz depende da aceitação das condições impostas pelo Irã por Washington e não está relacionada às negociações entre Irã e Omã.
O porta-voz da Guarda Revolucionária, Hossein Mohebbi, não especificou as condições, mas afirmou que Washington deve parar de interferir no processo de negociação regional.
&quot;Assim que os Estados Unidos aceitarem as condições do Irã, o Estreito de Ormuz certamente será reaberto&quot;, disse ele, de acordo com a agência de notícias iraniana Tasnim.
Autoridades americanas, no entanto, têm insistido repetidamente que jamais concordariam com o controle do Irã sobre o acesso à rota comercial mais importante do mundo para o fornecimento de energia. Não ficou claro se elas tentaram alterar os parâmetros do acordo.
O Irã tem usado as hostilidades para justificar a cobrança de pedágio sobre petroleiros. Isso, somado aos dispa ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quanto o posto de combustível lucra? Projeto de lei quer exigir informação na nota fiscal</title>
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<description><![CDATA[      Projeto de lei quer obrigar postos a detalhar preço dos combustíveis na nota fiscal, inclusive Lucro
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados quer obrigar postos de combustíveis a informar na nota fiscal como é formado o preço pago pelo consumidor, incluindo a margem de lucro na distribuição e na venda dos combustíveis.
A proposta, de autoria do deputado licenciado Guilherme Boulos (PSOL-SP), prevê um detalhamento maior dos componentes que formam o preço final da gasolina, do etanol, do diesel e do gás de cozinha.
O PL 4788/2025 teve um requerimento de urgência aprovado pelo Plenário em abril de 2026 e, por isso, pode ser analisado diretamente pelos deputados.
???? Na tramitação, o texto passou pela Comissão de Defesa do Consumidor e está também na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Governo aumenta etanol na gasolina para 32%; veja quais carros serão afetados
Pelo texto, a nota fiscal ou documento equivalente deverá apresentar os valores nominais e percentuais de cada componente do preço.
A medida altera a Lei 12.741/2012, que já determina a informação sobre a carga tributária nos documentos fiscais, e passaria a exigir um detalhamento específico para combustíveis e gás liquefeito de petróleo (GLP).
Entre os itens que teriam de aparecer no documento estão:
O valor recebido pelo produtor ou importador;
O custo do biocombustível incorporado ao combustível, como o etanol anidro na gasolina ou o biodiesel, quando houver;
Os tributos federais, que incluem CIDE, PIS/Pasep e Cofins, além do ICMS estadual;
A margem bruta de comercialização, que reuniria os custos e as margens de lucro das empresas de distribuição e revenda.
As informações teriam de ser apresentadas de forma clara e em local de fácil visualização no documento entregue ao consumidor.
O projeto também prevê que produtores, importadores e distribuidores informem, nos documentos fiscais de suas próprias operações, os dados referentes às etapas pelas quais são responsáveis.
A intenção é permitir que o consumidor acompanhe a formação do preço ao longo da cadeia.
Na justificativa, Boulos afirma que a legislação atual avançou ao exigir a indicação dos tributos, mas que o consumidor ainda não consegue visualizar como o preço final é formado.
Divulgação de lucro
Advogados ouvidos pelo g1 concordam que o consumidor pode ter acesso a mais informações. Eles, porém, fazem ressalvas principalmente à divulgação das margens de lucro das empresas.
Para os especialistas, o projeto pode ampliar a transparência, mas precisa estabelecer limites para evitar a exposição de informações comerciais e a criação de obrigações difíceis de cumprir.
Para Bruno Boris, sócio-fundador do Bruno Boris Advogados, a proposta amplia uma obrigação que já existe. A legislação atual determina que o consumidor receba informações sobre os tributos e outros dados relacionados ao preço.
O problema começa, na avaliação do advogado, quando o projeto passa a exigir a divulgação da margem de lucro das empresas.
Segundo Boris, a divulgação detalhada desses dados pode gerar problemas de concorrência, já que uma empresa poderia usar informações sobre os custos de outra para ajustar sua estratégia comercial.
Por isso, ele afirma que, mesmo se aprovado, o projeto pode ser questionado do ponto de vista jurídico e constitucional.
Lorena Bentes, advogada do departamento cível e empresarial do Fonseca Brasil Serrão Advogados, considera que o consumidor já tem direito a informações claras sobre o produto, o preço e os impostos.
O que não existe atualmente é uma obrigação geral para que uma empresa revele quanto gastou, quanto custa sua operação ou quanto ganha em cada venda.
“Transparência de preço não é necessariamente transparência da contabilidade interna da empresa”, diz a advogada.
Na avaliação de Lorena, há justificativa para que os combustíveis tenham uma regra diferente de outros produtos. Ela destaca que se trata de um mercado regulado, com produtos essenciais e de forte impacto na economia.
Por isso, segundo a advogada, o fato de outros setores não precisarem divulgar suas margens não é suficiente para impedir a criação de uma regra específica para combustíveis.
A principal ressalva de Lorena está na quantidade de informações que seria divulgada. Para ela, o debate mais importante é saber se é necessário mostrar a margem de cada empresa ou se dados médios e informações consolidadas seriam suficientes.
A advogada também chama atenção para o risco de informações individuais afetarem a concorrência. Assim, sua avaliação é favorável à transparência, mas com limites.
Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto &amp; Andreghetto Advogados, também entende que o projeto pode criar uma regra específica para os combustíveis. Ela ressalta que o consumidor hoje não pode exigir a abertura completa dos custos e do lucro de uma empresa.
Para Daniela, o projeto faz sentido porque os  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã e Omã estão próximos de acordo para nova rota no Estreito de Ormuz, diz ministro iraniano</title>
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<description><![CDATA[      Abbas Araqchi, ministro de Relações Exteriores do Irã, em 17 de dezembro de 2025
Reuters/Ramil Sitdikov/Pool/Foto de arquivo
O ministro de relações exteriores iraniano, Abbas Araqchi, afirmou neste sábado (8) que o Irã e o Omã estão &quot;muito perto&quot; de um novo acordo sobre uma rota de navegação alternativa pelo Estreito de Ormuz.
Araqchi afirmou, no entanto, que o tratado terá novas condições, incluindo a compensação pelo que Teerã considera serem violações dos Estados Unidos do memorando de entendimento de Islamabad, acordo assinado em 17 de junho entre os EUA e o Irã para tentar encerrar as tensões e garantir um cessar-fogo no Oriente Médio.
*Esta reportagem está em atualização
Agora no g1 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Selic a 14%: o que muda na sua prestação, no seu cartão e no seu dinheiro guardado? Entenda</title>
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<description><![CDATA[ Como a Selic mexe com tudo na sua vida
A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira. A sigla significa “Sistema Especial de Liquidação e de Custódia”, mas, na prática, representa os juros cobrados entre bancos e serve de referência para diversas taxas aplicadas ao consumidor.
Nesta quarta-feira (5), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu reduzir a taxa em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano, quarto corte consecutivo. 
Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro. Isso reduz empréstimos, investimentos e contratações, esfria o consumo e ajuda a conter a inflação. Quando ela cai, o crédito fica mais barato e estimula investimentos, contratações e o consumo. 
Neste vídeo, você vai entender como a Selic afeta a sua vida — e, às vezes, você nem percebe. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Produção pioneira no Brasil de ostra em lata tenta driblar instabilidades na maricultura e dar mais opções a turistas</title>
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<description><![CDATA[      Pesquisa de SC resulta em produção pioneira no Brasil de ostras em lata
Uma pesquisa de Santa Catarina resultou na produção pioneira no Brasil de ostras em lata. A ideia é oferecer aos turistas a opção de levar de volta para casa um pouco da culinária de Florianópolis.
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Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) trabalharam no projeto para garantir a segurança sanitária do alimento. A produção de ostras em lata vai ajudar os maricultores a lidar com as variações da criação de moluscos durante o ano e a influência do clima.
????????Santa Catarina é responsável atualmente por 98% da produção de ostras e mariscos do Brasil. Em Florianópolis, a maricultura foi introduzida na década de 1980. A atividade movimenta a economia local, estimula o turismo e gera renda para centenas de famílias.
Mais opções de produção e venda de moluscos
A ideia de fabricar ostras enlatadas foi de Helton Costa, que é chef de cozinha em Florianópolis. Ele queria oferecer aos visitantes a opção de levar o alimento para casa.
&quot;O turista já vem com a mentalidade que Santa Catarina é a maior maricultura do Brasil e os frutos do mar catarinenses se destacam também como os melhores do Brasil. Podendo levar uma latinha para presentear ou para comer depois, para recordar da viagem, melhor ainda&quot;, declarou o chef.
Foi necessário um ano e meio de pesquisas e testes para tirar a ideia do papel. Além de ostras e mexilhões, o processo também está sendo aplicado a lulas, polvos e bacalhaus. 
Uma das maiores dificuldades é manter o gosto original dos frutos do mar.
&quot;Esse foi o desafio dos chefs. Os cientistas cuidavam da esterilização, da parte microbiológica. A minha parte cabia que o produto não perdesse em qualidade de textura, de sabor e visual&quot;, explicou Costa.
A preparação envolve a classificação, aquecimento e pesagem dos produtos antes de serem enlatados. A última etapa da fabricação acontece em uma máquina. Ela é capaz de esterilizar os produtos já dentro da lata. 
Os cientistas da universidade definiram os parâmetros exatos de temperatura, pressão e resfriamento para cada um dos enlatados. Isso garante a segurança sanitária do alimento.
O pesquisador da UFSC Giustino Tribuzi explicou que enlatados, que têm uma vida mais longa nas prateleiras, precisam ainda mais de atenção nesse quesito.
&quot;Esses produtos têm que ser isentos de microrganismos que sejam capazes de se desenvolver nas condições de armazenamento&quot;, declarou o pesquisador.
A empresa, localizada no bairro Saco Grande, recebeu a certificação pelo Serviço de Inspeção Municipal de Florianópolis.  O órgão é responsável por assegurar que os produtos de origem animal produzidos no município atendam padrões de qualidade e segurança alimentar.
De acordo com a prefeitura, trata-se da primeira indústria de ostras e mexilhões enlatados do país.
Os produtos já estão à venda e custam entre R$ 79,12 e R$ 99,23 a lata, dependendo dos moluscos. As opções são lulas, mexilhões, polvos e ostras.
Como fenômeno raro tem deixado ostras esverdeadas em Florianópolis
Mudanças climáticas afetam produção de ostras em SC
Ostras em lata - fabricação de Florianópolis
Reprodução/NSC TV
Produção em lata pode ajudar a lidar com as instabilidades na maricultura
Um dos grandes desafios da maricultura é lidar com as instabilidades da produção. As variações climáticas causam ora o excesso, ora a escassez de ostras. A iniciativa abre caminho para uma nova etapa de industrialização do setor.
&quot;É muito importante para a maricultura essa diversificação de produtos e formas de embalagem porque permite uma agregação de valor e que pode, com isso, atender novos mercados diferenciados&quot;, declarou Felipe Suplicy, pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).
Este ano, em abril, o setor passou por uma crise histórica, relacionada às mudanças climáticas. Especialistas apontam que a principal causa do problema foi o aumento da temperatura da água do mar. 
Moluscos em lata produzidos em Florianópolis
PMF/Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 07:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Super El Niño deve pressionar inflação dos alimentos em 2027; feijão e arroz lideram alta</title>
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<description><![CDATA[      El Niño deve pressionar inflação dos alimentos em 2027; feijão e arroz lideram alta
O Super El Niño, que pode intensificar chuvas e enchentes nos próximos meses, deve afetar a produção agrícola e pressionar os preços dos alimentos no Brasil.
Em 2026, os efeitos ainda devem ser limitados. Já em 2027, a inflação da alimentação no domicílio pode fechar o ano entre 7,5% e 9,5%. No pico, entre agosto e novembro, pode chegar a 11%.
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É o que mostra um estudo da MB Associados, divulgado com exclusividade pela GloboNews. Pelos cálculos da consultoria, o impacto sobre o IPCA pode chegar a 0,9 ponto percentual em 2027.
O feijão, cuja produção caiu em 2026, e o arroz, ainda afetado pelas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul — principal estado produtor —, devem liderar as altas.
&quot;O efeito é bastante espalhado na produção agrícola e pecuária brasileira, mas alguns produtos costumam sentir mais, como arroz e feijão, que têm peso importante no IPCA dos alimentos. Também há o efeito sobre o milho, que acaba pressionando as proteínas animais&quot;, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.
Quando vou pagar mais caro? Em que?
Segundo Vale, o impacto chegará de forma gradual às gôndolas dos supermercados. Historicamente, os maiores efeitos sobre os preços aparecem entre nove e 10 meses após o pico do fenômeno climático, previsto para outubro ou novembro.
Os hortifrutigranjeiros podem ser os primeiros afetados, principalmente nas regiões que enfrentarem chuvas intensas, já nos primeiros meses de 2027. No segundo semestre, a pressão deve chegar aos grãos e, em seguida, às proteínas animais, incluindo a carne bovina.
O economista também aponta um possível impacto sobre o frete rodoviário. Caso o El Niño provoque seca no Norte e no Nordeste, o escoamento da produção pelos portos dessas regiões pode ser prejudicado.
Com dificuldades na navegação pelos rios, parte da carga tende a ser direcionada aos portos do Sul e do Sudeste, aumentando a demanda por transporte rodoviário e pressionando o frete. No último El Niño, entre 2023 e 2024, esse gargalo elevou os custos entre 10% e 22%.
Os impactos do evento climático se somam a outros desafios enfrentados pelo agronegócio. Vale cita o aumento da inadimplência no setor e os efeitos da guerra no Oriente Médio, que encareceu combustíveis e fertilizantes.
&quot;A gente está falando de um setor que, por onde você olha, tem pressão de custo, de produção, de preço e, agora, da questão climática. Vai ser um ano difícil para a agricultura e, no fim, o impacto pode chegar também ao consumidor&quot;, afirma. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Bloqueios em massa do WhatsApp causam prejuízo para usuários: &amp;apos;Sem chão&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Esta conta não pode usar o WhatsApp&#039;: aplicativo mostra aviso quando usuário é suspenso
Reprodução
Os bloqueios em massa de contas do WhatsApp na última segunda-feira (3) afetaram pessoas em várias partes do planeta, incluindo o Brasil. Mas algumas delas dizem que foram banidas há ainda mais tempo e reclamam que as decisões foram injustas.
Usuários ouvidos pelo g1 relataram que estão há mais de um mês sem poder acessar suas contas e que perderam mais de 10 anos de mensagens, fotos e vídeos. No Downdetector, site que monitora falhas em aplicativos, mais pessoas afirmaram ter sofrido bloqueios &quot;sem motivo aparente&quot;.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Uma usuária que disse ter sido banida injustamente pelo WhatsApp decidiu processar a empresa. Ela alegou que teve prejuízo após perder contas profissionais derrubadas e pediu uma liminar na Justiça para reverter os bloqueios. 
O WhatsApp disse que pode banir contas se concluir que elas violam suas regras e que usuários têm o direito de pedir uma revisão adicional, mas não se posicionou sobre as acusações de bloqueios indevidos. 
Agora no g1
Ainda segundo o WhatsApp, os termos do aplicativo proíbem o envio de spam, a aplicação de golpes e outras atividades que coloquem em risco a segurança de outras pessoas. 
Mas usuários bloqueados disseram que não chegaram nem perto de cometer alguma das violações citadas pela plataforma. Eles reclamam ainda que não tiveram uma explicação clara sobre as causas dos banimentos. 
WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos em setembro
Prejuízo após bloqueio
O mecânico Dionatam Carteri, de Passo Fundo (RS), tinha uma conta no WhatsApp desde 2015. Ele disse ter perdido todas as conversas com clientes após ser bloqueado no final de julho. 
&quot;Fotos de família, documentos, coisas de contratos, tudo estava ali. Do lado familiar, a gente consegue conversar, atualizar o número. Mas, na parte profissional, estou sem chão&quot;, afirmou. 
&quot;Nunca usei para nada ilícito, nada errado. É totalmente errado o bloqueio da minha conta. Não tem nada que possa ser cogitado que foi ilegal.&quot; 
Ele considera que a perda do histórico de mensagens terá o pior impacto para o seu dia a dia e acredita que o banimento o fará perder dinheiro, já que deixará de receber mensagens de muitos clientes. 
&quot;Em alguns casos, não tenho o número do cliente salvo na agenda do celular, apenas no WhatsApp. Não posso entrar em contato, passar um orçamento, porque não tenho mais como localizar. Acabo perdendo o serviço, a fonte de renda&quot;. 
???? Quando um usuário é suspenso por violar os termos, o aplicativo mostra o seguinte aviso: &quot;Esta conta não pode usar o WhatsApp&quot;. É possível pedir revisão de uma pessoa da plataforma ao clicar no botão &quot;Solicitar análise&quot;.
Dionatam usou esse recurso, não teve resposta e recorreu à página de contato no site do WhatsApp. Mas a plataforma disse que o uso de outros canais ou de contas de terceiros para questionar um banimento não acelera o processo de revisão.
WhatsApp
Unsplash/Dimitri Karastelev
Processo contra o WhatsApp
Bloqueada no WhatsApp Business desde o final de junho, a massagista Débora*, de São Paulo, decidiu processar a Meta após perder a conta que tinha criado há dois anos.
Para manter o atendimento, ela criou outra conta, mas foi suspensa por algumas horas cerca de 10 dias depois. O perfil ficou em um &quot;vai-e-volta&quot; até ser banido definitivamente, e Débora decidiu criar uma terceira conta, que também sofreu restrições até ser normalizado em 14 de julho.
Débora estima que a perda da primeira conta, usada na divulgação para clientes, a fez perder metade do faturamento no período. No processo, ela pede que a Justiça obrigue o WhatsApp a reverter o funcionamento do perfil. 
&quot;É uma situação completamente desconfortável. O cliente tenta falar, manda mensagem e não conseguimos responder. Acabamos perdendo a credibilidade&quot;, afirmou. 
A massagista reclamou que não teve uma explicação da plataforma sobre o que levou ao bloqueio de sua conta. &quot;O WhatsApp não fala quais regras foram descumpridas. Se você entra em contato, são todas mensagens de inteligência artificial, não tem uma pessoa para você se comunicar&quot;. 
WhatsApp com nome de usuário: como reservar? É seguro? Tire dúvidas sobre recurso
WhatsApp
REUTERS/Thomas White
O advogado Rafael Barreto, que representa Débora, disse ter enviado notificações extrajudiciais à Meta em nome de outros dois clientes banidos. Nenhuma delas foi respondida pela empresa. 
&quot;O WhatsApp simplesmente está suspendendo contas sem nenhum motivo. Várias contas estão sendo suspensas de forma aleatória, e várias pessoas estão sem conseguir trabalhar&quot;, disse. 
Para Barreto, a falta de justificativa sobre o que causou o banimento da conta mostra uma falha do WhatsApp. &quot;O WhatsApp devia ter uma política muito mais clara. É ônus deles deixar tudo mais claro para quando alguém aderir ao programa&quot;. 
Bloqueios podem ferir direitos de usuários?
O WhatsApp pode aplicar punições a usuários, mas é p ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise no país da cerveja: Alemanha está bebendo menos, e cervejarias fecham — ou apostam no &amp;apos;zero álcool&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Menos cerveja no copo?
O número de cervejarias na Alemanha está caindo, tendência reforçada pela redução no consumo da bebida, indicam dados divulgados nesta semana, em que também foi comemorado o Dia Internacional da Cerveja, na sexta-feira (7).
De acordo com o Escritório Federal de Estatística (Destatis), em 2025, o país tinha 1.415 cervejarias em atividade.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Isso representa 53 cervejarias a menos, uma queda de 3,6% em relação a 2024, e 137 a menos do que em 2019, recuo de 8,8%. Naquele ano, foi registrado o maior número de cervejarias em três décadas.
Segundo o Destatis, a queda nas vendas da bebida foi um dos fatores determinantes para esse movimento. As vendas recuaram 15,7% em comparação com 2019.
Em 2025, foram comercializados cerca de 7,8 bilhões de litros de cerveja no país, abaixo dos 8,3 bilhões de litros de 2024 e dos 9,6 bilhões de litros de 2016.
Na Alemanha, o estado da Baviera continua liderando, com 588 cervejarias, seguido por Baden-Württemberg (190) e Renânia do Norte-Vestfália (131). 
Com exceção de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Saxônia-Anhalt, os demais estados federais registraram queda no número de estabelecimentos que produzem a bebida. Na Baviera, por exemplo, 60 cervejarias fecharam entre 2019 e 2025. Na Renânia do Norte-Vestfália, foram 31.
Na Alemanha, país mundialmente conhecido pela cultura da cerveja, o consumo da bebida vem caindo drasticamente
Robert B. Fishman/picture alliance
De acordo com a pesquisa, pouco mais da metade das cervejarias alemãs (821) é de pequeno porte, com produção de até 100 mil litros por ano. Em contrapartida, há poucos estabelecimentos de grande porte. 
Em 2025, apenas oito produziram pelo menos 200 milhões de litros de cerveja. Segundo o Destatis, o número de cervejarias também vem diminuindo em quase todas as faixas de produção.
Além disso, uma pesquisa anterior indicou que cerca de um terço dos entrevistados afirmou ter abandonado completamente a cerveja com álcool. Por outro lado, um levantamento do instituto YouGov mostrou que as variedades sem álcool estão se tornando mais populares. 
Entre os motivos estão a preocupação com a saúde e o menor consumo de álcool entre os mais jovens.
Mudanças estruturais
O setor cervejeiro enfrenta há anos mudanças nos hábitos de consumo e custos crescentes, principalmente com energia. Segundo o presidente da Veltins, Volker Kuhl, as cervejarias passam por uma &quot;crise estrutural manifesta&quot;.
O executivo de uma das maiores cervejarias alemãs prevê que a onda de fechamentos continue.
&quot;Os fechamentos de fábricas vão se multiplicar, pois a produção de cerveja está perdendo a viabilidade econômica em muitas instalações que, do ponto de vista técnico, já estão ultrapassadas há muito tempo&quot;, disse ele à agência dpa.
&#039;Rotas da Cerveja&#039; é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região
Divulgação/Cervejaria Seven Hands
Para o setor, a cerveja sem álcool é hoje uma das principais apostas. De acordo com a Associação das Cervejarias da Alemanha (Deutsche Brauer-Bund), a variedade já representa 11% do consumo total da bebida no país.
Os 750 milhões de litros registrados no ano passado representaram um recorde e um crescimento de 7,6%. Esses números não são contabilizados nas estatísticas fiscais oficiais. 
&quot;As cervejas sem álcool há muito deixaram de ser um produto de nicho para se tornarem um importante motor de crescimento do nosso setor&quot;, comemorou Christian Weber, presidente da Brauerbund. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Salário&#45;maternidade não é só para mães; veja quando o pai pode receber</title>
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<description><![CDATA[      Agenda Cultural especial para o Dia dos Pais
Embora o salário-maternidade seja tradicionalmente destinado às mães, o benefício também pode ser concedido ao pai em algumas situações previstas na legislação.
Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), homens segurados da Previdência Social podem ter direito ao benefício quando a mãe morre durante o parto ou enquanto ainda recebe o salário-maternidade. 
O benefício também pode ser concedido em casos de adoção ou guarda judicial para fins de adoção.
Quando o pai pode receber
Se a mãe falecer durante o parto ou no período em que estiver recebendo o salário-maternidade, o pai pode solicitar o benefício, desde que seja segurado da Previdência Social e se afaste do trabalho para cuidar da criança.
as
Neste Dia dos Pais, escolha um presente útil, prático e pensado para o estilo de vida do seu pai. - Magnific.
O salário-maternidade tem duração de até 120 dias. Caso a mãe já tenha recebido parte do benefício, o pai terá direito apenas ao período restante. O pedido deve ser feito até o último dia de vigência do benefício original.
Adoção e casais homoafetivos
Nos casos de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção, o salário-maternidade pode ser solicitado tanto pelo pai quanto pela mãe. No entanto, apenas uma pessoa poderá receber o benefício, que também é pago por 120 dias, independentemente da idade da criança.
As mesmas regras valem para casais homoafetivos. Em caso de nascimento, adoção ou guarda judicial para fins de adoção, apenas um dos pais poderá receber o salário-maternidade, conforme a escolha do casal.
Como solicitar
De acordo com o INSS, não é necessário cumprir um número mínimo de contribuições para ter direito ao salário-maternidade. Basta que o requerente tenha qualidade de segurado da Previdência Social na data do nascimento, da adoção ou da guarda judicial para fins de adoção.
O pedido pode ser feito pela Central 135 ou por meio da plataforma Meu INSS, disponível no site e no aplicativo para celulares. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 05:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Reforma tributária: cobrança de novos impostos sobre consumo começa em 2027; veja como vai funcionar e o que falta definir</title>
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<description><![CDATA[      Reforma tributária sobre o consumo englobará todos setores da economia
Foto: Reprodução/Canva
Após um período de testes neste ano, o governo federal, os estados e os municípios começam a cobrar, de forma efetiva em 2027, os novos tributos sobre o consumo definidos no âmbito da reforma tributária: a CBS federal e o IBS estadual e municipal.
????A CBS será cobrada com alíquota cheia a partir do próximo ano. Seu valor, que ainda está sendo calculado pela Receita Federal em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), será fixado por resolução do Senado em dezembro deste ano. 
Em 2024, o governo estimou que a alíquota da CBS seria de 8,8%. Entretanto, nos meses seguintes foram feitas novas exceções à cobrança do imposto cheio que elevaram a alíquota.
A área econômica não fez nova projeção, mas cálculo da consultoria Roit aponta para uma alíquota de 9,43% em 2027. 
Estimativas divulgadas em julho pelo Comitê Gestor do IBS, dos estados, apontam que a CBS teria uma taxa de cerca de 9,2% no próximo ano.
A alíquota do IBS estadual e municipal, por sua vez, será marginal, de 0,1% em 2027 e em 2028. A partir de 2029, os estados e municípios começam a aumentar, gradualmente, a cobrança do IBS, até 2032. A cobrança integral começa em 2033.
Entenda
A reforma tributária sobre o consumo determinou a extinção, nos próximos anos, do PIS, a Cofins e o IPI (para a maior parte dos produtos) federais, além do ICMS estadual e do ISS municipal.
Em seu lugar, serão criados dois novos impostos: 
a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) do governo federal, que começa com cobrança cheia em 2027, com valor ainda a ser definido;
o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) dos estados e municípios - com alíquota marginal de 0,1% no próximo ano e em 2028. Até 2032, haverá transição, com essa alíquota aumentando e, a partir de 2033, será feita cobrança integral do IBS.
A reforma tributária vai unificar cinco tributos no chamado IVA, o Imposto sobre Valor Agregado ou Adicionado
Jornal Nacional/ Reprodução
Esses dois novos impostos funcionarão no modelo de imposto sobre valor agregado (IVA), como acontece no resto do mundo, de maneira não cumulativa. Isso significa que, ao longo da cadeia de produção, o imposto é cobrado em cada etapa, mas os contribuintes podem descontar o tributo pago anteriormente.
Por exemplo: se o IVA for de 20%, um produto vendido ao consumidor final por R$ 100 terá imposto de R$ 20, que, ao final da cadeia, totalizará R$ 20, após os mecanismos de crédito e compensação entre os diferentes empresas da produção e comercialização.
Outra mudança é que os tributos sobre o consumo (IVA) serão cobrado no &quot;destino&quot;, ou seja, no local onde os produtos são consumidos, e não mais onde eles são produzidos. A migração da origem para o destino será feita de forma gradual durante décadas.
Isso contribuirá para combater a chamada &quot;guerra fiscal&quot;, nome dado a disputa entre os estados para que empresas se instalem em seus territórios. Para isso, intensificam a concessão de benefícios fiscais.
Presidente Lula sanciona regulamentação da Reforma Tributária
O que fazer
A Secretaria da Receita Federal já está cobrando em fase de teste, desde o início deste ano, que as empresas &quot;destaquem&quot; o valor dos novos impostos na nota fiscal eletrônica, ou seja, que indiquem quanto deve ser pago em CBS e IBS. Embora a legislação tenha previsto uma alíquota de 1% durante o período de adaptação, não há recolhimento efetivo desses valores
Desde o começo de agosto, a indicação dos novos impostos nas notas fiscais é obrigatória. Apesar disso, neste primeiro momento, notas fiscais sem o preenchimento dos novos campos do IBS e da CBS não estão sendo rejeitadas automaticamente — enquanto os sistemas das empresas passam por adaptação. 
&quot;Os documentos fiscais terão a emissão autorizada mesmo quando não contiverem todos os campos relativos à CBS e ao IBS. Contudo, isso não afasta a obrigação de adequação ao novo modelo, nem altera as regras já estabelecidas para o preenchimento dessas informações&quot;, informaram a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS, em nota. 
Reportagem do g1 mostrou, em novembro do ano passado, que a reforma tributária sobre o consumo está exigindo ações na área de processos de gestão e de sistemas de emissão da nota fiscal por parte das empresas como forma de evitar problemas.
Em abril, a Receita Federal informou que a penalidade para as empresas que não preencherem os campos relativos aos impostos sobre o consumo, na nota fiscal eletrônica, começará somente a partir de 2027.
No começo de agosto, dados oficiais apontam que 88% de todos os documentos emitidos pelos contribuintes alcançados pela obrigatoriedade já foram transmitidos com essas informações, sinalizando que a grande maioria já está preparada para a mudança.
Governos Federal, estaduais e municipais publicam regras para implementação da reforma tributária
Pessoas físicas e produtores rurais
➡️No mês passado, o governo informou que foi adiada para janeiro de 2027 a obrigatoried ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 05:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Reforma, tributária:, cobrança, novos, impostos, sobre, consumo, começa, 2027, veja, como, vai, funcionar, que, falta, definir</media:keywords>
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<title>Humanos podem &amp;apos;desligar&amp;apos; uma IA se ela fugir do controle?</title>
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<description><![CDATA[      Os chamados kill switches (&quot;botões de desligamento&quot;, em tradução livre) são mecanismos de emergência projetados para interromper uma IA antes que ela cause mais danos
BBC/Getty Images
Muita gente já se perguntou o que aconteceria se a inteligência artificial (IA) escapasse ao controle humano.
Quem assistiu à franquia de filmes O Exterminador do Futuro, em que a humanidade entra em guerra contra a Skynet, uma IA que se torna poderosa demais, provavelmente também se pergunta isso.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
E esse vilão fictício deve ter vindo à mente de muita gente no início deste mês, quando surgiram relatos de que um agente de IA (um programa capaz de tomar decisões e executar tarefas complexas com pouca ou nenhuma supervisão humana) saiu do controle durante um teste e invadiu os sistemas da Hugging Face, empresa que desenvolve ferramentas para computação.
Criado pela OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, esse agente de IA burlou um teste que avaliava a sua capacidade de explorar falhas de segurança e roubou as respostas dos servidores da Hugging Face. Durante dias, nem mesmo seus criadores parecem ter percebido o que havia acontecido.
IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
Depois, na quarta-feira (29/7), a OpenAI informou que o agente também havia atacado vários &quot;serviços disponíveis publicamente&quot;.
A OpenAI não deu mais detalhes, mas afirmou que está investigando os ataques. &quot;Levamos muito a sério nossa responsabilidade de identificar e nos preparar para os riscos apresentados por sistemas de IA cada vez mais capazes&quot;, afirmou a OpenAI.
A invasão inicial, descrita como o primeiro caso confirmado de um sistema de IA que teria invadido de forma autônoma uma empresa de verdade, já havia sido suficiente para alarmar especialistas em todo o mundo e reacender o debate sobre os chamados kill switches (&quot;botões de desligamento&quot; ou &quot;interruptores de emergência&quot;, em tradução livre): mecanismos de emergência projetados para, nesses casos, interromper ou desligar uma IA antes que ela cause mais danos.
Mas especialistas ouvidos pela BBC News afirmam que a questão é mais complexa.
Cathy O&#039;Neil, matemática e cientista de dados, disse ao Serviço Mundial da BBC que o problema começa na forma como as empresas de IA reagem quando seus sistemas apresentam comportamentos inesperados.
Na avaliação de O&#039;Neil, a OpenAI se apressou em atribuir o ataque à Hugging Face ao agente autônomo, em vez de reconhecer falhas em seus próprios métodos de avaliação.
O&#039;Neil, que escreveu o best-seller Algoritmos de Destruição em Massa: Como o Big Data Aumenta a Desigualdade e Ameaça a Democracia (Ed. Rua do Sabão, 2021), no qual defende maior transparência e responsabilização das grandes empresas de tecnologia, disse à BBC News: &quot;Há alguns anos, uma falha de computador deixou centenas de voos da American Airlines em solo nos Estados Unidos. Foi um grande constrangimento para a empresa. Imagine se ela tivesse tentado se defender dizendo: &#039;Ah, isso aconteceu porque o computador era mais inteligente do que nós.&#039; Foi, essencialmente, isso que a OpenAI tentou fazer.&quot;
A Hugging Face não foi o único alvo do agente da OpenAI
Getty Images via BBC
Nos EUA, onde está sediada a maioria das maiores empresas de IA, não existe uma legislação federal sobre o tema. A regulação se baseia em uma combinação de normas específicas para diferentes setores e compromissos voluntários assumidos pelas próprias empresas.
&quot;Estamos dando aos proprietários desses sistemas de IA um poder absurdo&quot;, afirma O&#039;Neil. 
&quot;Me recuso a dizer que foi a IA que fez isso [o ataque à Hugging Face]. Quem fez isso foi a OpenAI. A empresa deveria assumir a responsabilidade pelo projeto falho do sistema e pedir desculpas.&quot;
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
A cientista de dados Rumman Chowdhury, ex-diretora de ética em aprendizado de máquina do Twitter (hoje X), também defende uma regulamentação mais rigorosa para as empresas de IA, especialmente na área de segurança.
Para Chowdhury, essas empresas deveriam ser obrigadas a demonstrar que seus sistemas contam com &quot;mecanismos eficazes de desligamento&quot;, inclusive por meio de testes independentes.
Mas também alerta para o risco de responsabilizar os agentes de IA — em vez das empresas que os desenvolvem — por ataques como o que atingiu a Hugging Face.
&quot;Tratar esse episódio como um problema que seria resolvido com um botão de desligamento mais eficiente desvia a atenção do verdadeiro problema de arquitetura dos sistemas: os agentes estão recebendo acesso a ferramentas e credenciais de que não precisam&quot;, disse Chowdhury à BBC News.
&quot;O que realmente acontece é que modelos treinados para cumprir objetivos passam, em determinados contextos, a interpretar instruções para interromper uma tarefa como um obstáculo ao objetivo final e procuram formas de contorná-las. [...] Esse é um problema de projeto e de  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 05:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Humanos, podem, desligar, uma, ela, fugir, controle</media:keywords>
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<title>Apps deixaram de ser só um &amp;apos;bico&amp;apos;: como o perfil dos trabalhadores de aplicativos está mudando</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/apps-deixaram-de-ser-so-um-bico-como-o-perfil-dos-trabalhadores-de-aplicativos-esta-mudando</link>
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<description><![CDATA[      Serviço de moto por aplicativo oferecido pela empresa Uber em São Paulo e várias outras cidades do Brasil.
Bruno Peres/Agência Brasil
Na próxima vez que você chamar um Uber ou pedir comida por aplicativo, há uma boa chance de que o trabalhador responsável pela corrida ou entrega receba algum benefício do governo.
Em 2025, empresas como DoorDash, Lyft e Uber estavam entre os principais empregadores dos Estados Unidos com maior número de trabalhadores beneficiários do Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP), programa de assistência alimentar do país.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O dado consta de um novo relatório do Government Accountability Office (GAO), órgão de fiscalização do governo americano.
O cenário representa uma mudança significativa em relação a 2020, quando um levantamento anterior do GAO apontava Walmart e McDonald’s nas primeiras posições entre os empregadores com maior número de trabalhadores atendidos pelo SNAP.
Agora no g1
O dado pode surpreender muitos americanos, que costumam enxergar o trabalho por aplicativos como um “bico” para complementar a renda. 
Na prática, porém, essas atividades têm se tornado cada vez mais importantes como fonte de sustento, embora nem sempre sejam suficientes para cobrir despesas básicas, como alimentação e cuidados médicos.
Como pesquisador de política urbana, considero esse resultado parte de um cenário mais amplo identificado em uma pesquisa com mais de 1 mil moradores de Michigan, realizada pelo meu instituto em parceria com o Michigan Metro Area Communities Study.
Cerca de 22% dos entrevistados afirmaram já ter realizado algum tipo de trabalho por aplicativos ou plataformas. Entre eles, aproximadamente metade disse que essa atividade era essencial ou importante para atender às necessidades básicas.
Ao mesmo tempo, programas de proteção social — financiados pelos contribuintes — acabam preenchendo parte da lacuna deixada pelas plataformas, que recorrem a trabalhadores de baixa renda sem oferecer benefícios tradicionalmente associados ao emprego formal.
Flexibilidade como uma faca de dois gumes
Grandes plataformas, como Uber e Lyft, costumam apresentar esse tipo de trabalho como uma oportunidade de obter renda com liberdade para definir os próprios horários.
Nesse aspecto, a percepção dos trabalhadores coincide com o discurso das empresas. Na pesquisa, nove em cada 10 disseram valorizar a flexibilidade, enquanto mais de dois terços avaliaram suas experiências de forma positiva.
Apesar disso, os profissionais também apontaram preocupações importantes, principalmente relacionadas à transparência, à remuneração e à falta de benefícios.
A questão, portanto, não é se os trabalhadores querem flexibilidade, mas se a renda obtida dessa forma é suficiente para que consigam se sustentar.
O trabalho por aplicativos pode funcionar como complemento de renda, mas nem sempre é uma escolha. Em um cenário em que quase metade dos americanos afirma ter dificuldades para fechar as contas, essas atividades tendem a ganhar importância como estratégia de sobrevivência financeira.
Isso não significa, porém, que essas atividades estejam substituindo os empregos tradicionais. A pesquisa mostrou que apenas 6% dos trabalhadores reduziram a jornada ou deixaram outro emprego para se dedicar ao trabalho por aplicativos.
Quando esse trabalho se torna uma fonte necessária de renda, a ausência de benefícios — como seguro-saúde, cobertura por incapacidade e proteção em caso de acidentes de trabalho — aumenta a dependência desses profissionais de programas públicos.
Se as grandes plataformas não oferecem remuneração suficiente para garantir condições adequadas de vida ou benefícios, sob o argumento de que esse é o preço da “flexibilidade”, o governo muitas vezes acaba preenchendo essa lacuna.
Em outras palavras, parte dos custos relacionados à proteção social desses trabalhadores acaba sendo financiada pelos contribuintes.
Cresce o número de trabalhadores inscritos no Medicaid
O relatório do Government Accountability Office também mostrou que, juntas, as plataformas ocupam agora a terceira posição entre os empregadores dos EUA com maior número de trabalhadores inscritos no Medicaid, programa público de saúde voltado principalmente à população de baixa renda e às pessoas com deficiência.
Em 2020, essas empresas não apareciam sequer entre as cinco primeiras. Além disso, mudanças recentes nas regras do Medicaid podem tornar a situação ainda mais difícil para esses profissionais.
O amplo pacote tributário e migratório aprovado em 2025, durante o governo do presidente Donald Trump, incluiu alterações que afetam estados que expandiram o Medicaid ao longo dos últimos 15 anos. 
Pelas novas regras, beneficiários passam a enfrentar exigências mais rígidas, incluindo a comprovação de 80 horas mensais de trabalho ou estudo para manter a cobertura.
As atividades realizadas por meio de aplicativos contam para cumprir essa exigência. No entanto, profissionais que tra ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Projeto de lei quer obrigar postos de combustível a detalhar lucro na nota fiscal ao consumidor</title>
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<description><![CDATA[      Projeto de lei quer obrigar postos a detalhar preço dos combustíveis na nota fiscal, inclusive Lucro
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados quer obrigar postos de combustíveis a informar na nota fiscal como é formado o preço pago pelo consumidor, incluindo a margem de lucro na distribuição e na venda dos combustíveis.
A proposta, de autoria do deputado licenciado Guilherme Boulos (PSOL-SP), prevê um detalhamento maior dos componentes que formam o preço final da gasolina, do etanol, do diesel e do gás de cozinha.
O PL 4788/2025 teve um requerimento de urgência aprovado pelo Plenário em abril de 2026 e, por isso, pode ser analisado diretamente pelos deputados.
???? Na tramitação, o texto passou pela Comissão de Defesa do Consumidor e está também na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Governo aumenta etanol na gasolina para 32%; veja quais carros serão afetados
Pelo texto, a nota fiscal ou documento equivalente deverá apresentar os valores nominais e percentuais de cada componente do preço.
A medida altera a Lei 12.741/2012, que já determina a informação sobre a carga tributária nos documentos fiscais, e passaria a exigir um detalhamento específico para combustíveis e gás liquefeito de petróleo (GLP).
Entre os itens que teriam de aparecer no documento estão:
O valor recebido pelo produtor ou importador;
O custo do biocombustível incorporado ao combustível, como o etanol anidro na gasolina ou o biodiesel, quando houver;
Os tributos federais, que incluem CIDE, PIS/Pasep e Cofins, além do ICMS estadual;
A margem bruta de comercialização, que reuniria os custos e as margens de lucro das empresas de distribuição e revenda.
As informações teriam de ser apresentadas de forma clara e em local de fácil visualização no documento entregue ao consumidor.
O projeto também prevê que produtores, importadores e distribuidores informem, nos documentos fiscais de suas próprias operações, os dados referentes às etapas pelas quais são responsáveis.
A intenção é permitir que o consumidor acompanhe a formação do preço ao longo da cadeia.
Na justificativa, Boulos afirma que a legislação atual avançou ao exigir a indicação dos tributos, mas que o consumidor ainda não consegue visualizar como o preço final é formado.
Divulgação de lucro
Advogados ouvidos pelo g1 concordam que o consumidor pode ter acesso a mais informações. Eles, porém, fazem ressalvas principalmente à divulgação das margens de lucro das empresas.
Para os especialistas, o projeto pode ampliar a transparência, mas precisa estabelecer limites para evitar a exposição de informações comerciais e a criação de obrigações difíceis de cumprir.
Para Bruno Boris, sócio-fundador do Bruno Boris Advogados, a proposta amplia uma obrigação que já existe. A legislação atual determina que o consumidor receba informações sobre os tributos e outros dados relacionados ao preço.
O problema começa, na avaliação do advogado, quando o projeto passa a exigir a divulgação da margem de lucro das empresas.
Segundo Boris, a divulgação detalhada desses dados pode gerar problemas de concorrência, já que uma empresa poderia usar informações sobre os custos de outra para ajustar sua estratégia comercial.
Por isso, ele afirma que, mesmo se aprovado, o projeto pode ser questionado do ponto de vista jurídico e constitucional.
Lorena Bentes, advogada do departamento cível e empresarial do Fonseca Brasil Serrão Advogados, considera que o consumidor já tem direito a informações claras sobre o produto, o preço e os impostos.
O que não existe atualmente é uma obrigação geral para que uma empresa revele quanto gastou, quanto custa sua operação ou quanto ganha em cada venda.
“Transparência de preço não é necessariamente transparência da contabilidade interna da empresa”, diz a advogada.
Na avaliação de Lorena, há justificativa para que os combustíveis tenham uma regra diferente de outros produtos. Ela destaca que se trata de um mercado regulado, com produtos essenciais e de forte impacto na economia.
Por isso, segundo a advogada, o fato de outros setores não precisarem divulgar suas margens não é suficiente para impedir a criação de uma regra específica para combustíveis.
A principal ressalva de Lorena está na quantidade de informações que seria divulgada. Para ela, o debate mais importante é saber se é necessário mostrar a margem de cada empresa ou se dados médios e informações consolidadas seriam suficientes.
A advogada também chama atenção para o risco de informações individuais afetarem a concorrência. Assim, sua avaliação é favorável à transparência, mas com limites.
Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli, Porto &amp; Andreghetto Advogados, também entende que o projeto pode criar uma regra específica para os combustíveis. Ela ressalta que o consumidor hoje não pode exigir a abertura completa dos custos e do lucro de uma empresa.
Para Daniela, o projeto faz sentido porque os  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dia dos Pais deve movimentar R$ 8,5 bilhões; quase metade dos consumidores pretende gastar mais</title>
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<description><![CDATA[      Dia dos Pais: expectativa de vendas é 10% maior, em comparação com o ano passado
A celebração do Dia dos Pais deve movimentar cerca de R$ 8,52 bilhões no comércio brasileiro em 2026, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O valor representa uma alta real de 2,9% em relação a 2025, já descontada a inflação, e mantém a data como a quarta mais importante do calendário do varejo em volume de vendas.
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A expectativa de maior movimentação também aparece nas pesquisas de intenção de compra. 
Levantamento realizado pela DM, empresa especializada em serviços financeiros e concessão de crédito, aponta que 75,7% dos consumidores pretendem comprar presentes para a data e que 47,2% planejam gastar mais do que no ano passado. Entre os entrevistados que afirmaram que vão presentear, 34,8% pretendem gastar mais de R$ 500. 
O cartão de crédito parcelado aparece como a principal forma de pagamento, escolhida por 59,3% dos consumidores, enquanto 24,3% devem pagar no crédito à vista. O PIX aparece em terceiro lugar, com 6,8% das respostas.
Dia dos Pais em Atibaia
Divulgação
Apesar da preferência pelo crédito, a maior parte dos consumidores deve evitar parcelamentos longos: 64,5% afirmam que dividirão as compras em até quatro vezes.
“O parcelamento é, para grande parte dos brasileiros, uma estratégia de gestão financeira, que garante as compras sem comprometer demais o orçamento. E os parcelamentos mais curtos indicam um cuidado dos consumidores em manter o equilíbrio financeiro”, afirma Victor Hugo Soares, gerente nacional comercial da DM.
A situação financeira é um dos principais fatores que influenciam a decisão de compra. Segundo a pesquisa, 26,7% dos consumidores apontam o próprio orçamento como o aspecto mais importante na escolha do presente. As promoções aparecem como decisivas para 21,6% dos entrevistados.
A pesquisa da DM ouviu 2.500 clientes da empresa em todas as regiões do Brasil para avaliar a intenção de compra e o comportamento de consumo no Dia dos Pais de 2026.
Churrasco e refeições em família impulsionam supermercados
Além dos presentes, a data também deve movimentar o consumo de alimentos e as refeições fora de casa. Entre os consumidores que pretendem comprar presentes, 79% afirmam que também farão compras em supermercados para celebrar a ocasião com a família.
Para Fabrício Tonegutti, especialista em direito tributário pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Dia dos Pais movimenta diferentes setores da economia, como lojas de roupas e calçados, perfumarias, comércio eletrônico, restaurantes e supermercados.
Segundo ele, o desempenho deve ser positivo, mas sem uma explosão do consumo, principalmente por causa dos juros e do endividamento das famílias. “Os juros e o endividamento devem limitar os presentes mais caros”, afirma Tonegutti, diretor da Mix Fiscal, empresa de inteligência tributária para o varejo.
Especialistas recomendam planejamento para evitar dívidas
Apesar da movimentação esperada no comércio, especialistas alertam para os cuidados com o orçamento. Segundo Tonegutti, o consumidor deve definir um limite de gastos antes de escolher o presente e observar o valor total da compra, não apenas o tamanho da parcela.
“No ano passado, 35% dos consumidores que pretendiam presentear já tinham contas atrasadas. E 13% poderiam deixar uma conta sem pagar para comprar o presente”, afirma.
Para o especialista, parcelar uma compra pode ser uma alternativa, desde que o consumidor considere o impacto das prestações no orçamento dos meses seguintes. “Parcelar o presente pode fazer sentido. Parcelar carne, carvão e sobremesa transforma o churrasco de domingo numa lembrança que aparece na fatura até o Natal”, diz.
No caso dos supermercados e restaurantes, a estratégia para aumentar as vendas passa por facilitar a decisão do consumidor. Tonegutti afirma que a criação de kits e combinações de produtos pode ajudar o cliente a organizar toda a comemoração em um único lugar, reunindo itens como carnes, acompanhamentos, bebidas, sobremesas e presentes. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ANPD abre processo contra Discord após morte de adolescente de 13 anos</title>
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<description><![CDATA[      Discord: AGU discute medidas após Janja defender bloqueio
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu nesta sexta-feira (7) um processo de fiscalização contra o Discord para apurar possíveis falhas da plataforma na proteção de crianças e adolescentes. 
A investigação reúne informações sobre um episódio de automutilação e suicídio de uma adolescente de 13 anos e busca verificar se a empresa cumpriu as obrigações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital, em vigor desde março de 2026.
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Entre os pontos investigados estão possíveis falhas na prevenção e no combate à exposição de menores a conteúdos que incentivem ou facilitem a automutilação e o suicídio. A ANPD também apura se o Discord possui mecanismos eficazes para verificar a idade dos usuários e se cumpriu as regras para retirar conteúdos considerados ilegais e comunicar casos graves às autoridades.
Após reunião com AGU, Discord deve apresentar, até a próxima segunda, plano para ampliar proteção na plataforma
Procurado, o Discord não respondeu ao pedido de posicionamento até a conclusão desta reportagem.
Segundo a ANPD, o processo vai apurar:
possíveis falhas na adoção de medidas exigidas pela lei para prevenir e reduzir o risco de menores de 18 anos serem expostos a conteúdos ou contatos que incentivem, estimulem ou facilitem a automutilação e o suicídio;
a ausência de mecanismos considerados eficazes para verificar a idade dos usuários;
possíveis falhas na retirada de conteúdos que violem as regras de proteção de crianças e adolescentes;
possíveis falhas na comunicação de casos às autoridades responsáveis pela investigação.
O Discord terá cinco dias úteis para apresentar à ANPD informações sobre os mecanismos existentes na plataforma para prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes.
Menina é induzida a se automutilar durante transmissão ao vivo no Discord
Reprodução/TV Globo
Caso a agência constate irregularidades, poderá determinar mudanças nas práticas da empresa e aplicar as punições previstas no ECA Digital. Entre elas está multa de até R$ 50 milhões por infração.
A atuação da ANPD ocorre de forma complementar à de outros órgãos públicos. A Polícia Civil e o Ciberlab, laboratório da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) voltado à investigação de crimes cibernéticos, também apuram o caso que envolve o Discord.
Morte de adolescente
A investigação começou após a morte de uma menina de 13 anos em Naviraí, em Mato Grosso do Sul, no dia 22 de julho. Segundo a Polícia Civil e o Ministério da Justiça, a adolescente teria sido coagida a tirar a própria vida durante uma transmissão ao vivo no Discord, que durou cerca de 45 minutos.
Adolescentes suspeitos de induzir suicídio de menina foram apreendidos com itens neonazistas e conteúdos de abuso infantil, revela polícia
Durante o cumprimento de mandados da operação, que teve como alvo seis integrantes do grupo investigado em diferentes estados, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e o Ministério da Justiça afirmam ter encontrado materiais de apologia ao neonazismo, armas e conteúdos de abuso sexual infantil.
Segundo as investigações, o grupo utilizava o Discord e o Telegram para atrair vítimas, disseminar discursos de ódio, promover a radicalização de jovens e estimular comportamentos violentos. As vítimas identificadas na apuração eram meninas.
Por que o Discord tem sido terreno fértil na internet para crimes de extremismo
Getty Images
Discord terá de apresentar plano à AGU
Além da fiscalização da ANPD, representantes do Discord se reuniram nesta sexta-feira com integrantes da Advocacia-Geral da União (AGU) para discutir medidas de adequação da plataforma às normas brasileiras.
A empresa se comprometeu a apresentar, até a próxima segunda-feira (10), um plano com medidas para ampliar a proteção dentro da plataforma, especialmente de mulheres, crianças, adolescentes e animais.
Na reunião, os representantes do Discord também assumiram obrigações relacionadas ao chamado dever de cuidado, que exige das plataformas a adoção de medidas para reduzir riscos e proteger seus usuários.
A empresa deverá apresentar uma versão mais detalhada de como pretende cumprir as medidas discutidas com a AGU. Segundo apuração da GloboNews, integrantes da Advocacia-Geral da União consideraram a reunião desta sexta-feira produtiva. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 20:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brasil pode enfrentar novas tarifas? Senado dos EUA aprova projeto contra compradores de petróleo russo</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (7), por ampla maioria, um projeto que pode abrir uma nova frente de tarifas comerciais para o Brasil. A proposta endurece as sanções contra a Rússia e autoriza o presidente Donald Trump a taxar países que continuam comprando petróleo e derivados russos.
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O texto autoriza tarifas de até 500% sobre importações provenientes da Rússia, incluindo petróleo e gás, e também permite a aplicação de tarifas de até 100% sobre produtos de países considerados grandes compradores de combustíveis russos.
Embora o Brasil não seja citado nominalmente na proposta, o projeto coloca o país em alerta por ser um dos principais compradores de diesel russo desde o início da guerra na Ucrânia.  Hoje, a Rússia responde por cerca de 60% das importações brasileiras de diesel. 
O projeto segue agora para a Câmara dos Representantes. Como o Congresso dos EUA está em recesso de verão, a expectativa é que a análise ocorra apenas a partir de setembro.
O que prevê o projeto
Além das tarifas, o texto amplia as sanções contra autoridades russas, oligarcas, instituições financeiras e a chamada &quot;frota fantasma&quot;, usada para contornar as restrições às exportações de petróleo da Rússia.
Caso a proposta seja transformada em lei, o próprio presidente russo, Vladimir Putin, poderá ser alvo das sanções, ao lado de outras autoridades do governo russo.
Os defensores da medida afirmam que reduzir as receitas obtidas pela Rússia com petróleo e gás é uma forma de enfraquecer a capacidade de Moscou de financiar a guerra na Ucrânia.
&quot;Esta lei nos aproxima do fim do conflito&quot;, afirmou o senador republicano Jim Risch, presidente da Comissão de Relações Exteriores.
A senadora democrata Jeanne Shaheen afirmou que o projeto &quot;atinge com muita força os setores energético e financeiro da Rússia&quot;.
O texto recebeu o nome do senador Lindsey Graham, que morreu em 11 de julho após dedicar mais de um ano à articulação da proposta. Pouco antes de morrer, ele anunciou ter chegado a um acordo com a Casa Branca sobre uma versão revisada do projeto.
A Embaixada da Rússia nos EUA criticou a iniciativa e afirmou que ela &quot;prejudica a atual administração americana&quot;.
A votação ocorre em meio ao aumento da pressão internacional sobre Moscou. No mês passado, a União Europeia aprovou uma nova rodada de sanções contra a Rússia, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comemorou a aprovação do projeto pelo Senado americano.
&quot;Juntos, vamos eliminar as fontes de financiamento da Rússia para que ela não possa continuar uma guerra que não pode vencer&quot;, escreveu a dirigente europeia no X.
*Com informações da Agence France-Presse
Na Casa Branca, Lula e Donald Trump discutem terras raras, crime organizado e comércio
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>UE cobra Meta e TikTok por combate à desinformação após aumento de migrantes em Ceuta</title>
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<description><![CDATA[      Crise em Ceuta completa uma semana ainda sem respostas
A União Europeia pediu nesta sexta-feira (7) que as plataformas Meta Platforms e TikTok intensifiquem o monitoramento de conteúdos e fortaleçam a checagem de fatos após o aumento do fluxo de migrantes em Ceuta, território espanhol no norte da África, na semana passada.
A comissária europeia para soberania tecnológica, segurança e democracia, Henna Virkkunen, afirmou que a Comissão Europeia conversou com as duas empresas e pediu medidas mais rigorosas para conter a disseminação de informações falsas em períodos de crise.
Mais de 70 mil pessoas cruzaram do Marrocos para a cidade espanhola de Ceuta, provocando uma crise humanitária e alterando a diplomacia regional
Getty Images
&quot;O monitoramento deve ser intensificado, e a cooperação com verificadores de fatos, fortalecida&quot;, disse Virkkunen. Segundo ela, as plataformas precisam &quot;agir de forma decisiva para preservar a integridade do espaço digital, especialmente durante situações de crise&quot;.
Qual a origem da aliança entre EUA e Marrocos — e qual o papel dela na crise migratória de Ceuta
Meta é condenada a pagar R$ 2,9 bilhões para estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes
O pedido ocorre após o aumento da chegada de migrantes a Ceuta, cidade autônoma espanhola localizada na costa norte da África, próxima ao Marrocos. A UE tem ampliado a pressão sobre as grandes plataformas digitais para que cumpram regras de combate à desinformação previstas na legislação europeia. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Trump diz que Congresso dos EUA quer regulamentar a IA &amp;apos;até acabar com ela&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo enquanto responde a perguntas da imprensa após assinar uma ordem executiva que estabelece a Comissão Presidencial para Cônjuges de Militares, que será presidida por Jennifer Rauchet, esposa do secretário de Defesa Pete Hegseth, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 3 de agosto de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Congresso do país quer regulamentar o setor de inteligência artificial (IA) &quot;até acabar com ele&quot;. A declaração foi dada em entrevista ao Punchbowl News, publicada na sexta-feira (7).
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A fala de Trump ocorre em meio a um debate cada vez mais intenso em Washington sobre qual deve ser o nível de fiscalização de um setor que avança rapidamente e, até agora, opera sem uma legislação federal específica.
Nos últimos meses, parlamentares apresentaram diferentes propostas para regular a tecnologia, mas nenhuma delas avançou. 
Entre elas está um projeto de lei que obrigaria as empresas responsáveis pelos modelos de IA mais avançados a submetê-los a auditorias independentes de segurança antes de sua utilização.
Agora no g1
Testes de segurança aumentam pressão por regras
A discussão sobre a regulamentação da IA ganhou força nas últimas semanas após a OpenAI e a Anthropic informarem que seus sistemas apresentaram comportamentos inesperados durante testes de segurança.
Em um dos casos, um agente de IA da OpenAI realizou um ataque que comprometeu a infraestrutura da Hugging Face, startup que mantém uma plataforma usada por desenvolvedores para armazenar, compartilhar e desenvolver modelos de inteligência artificial de forma colaborativa.
O episódio reforçou preocupações antigas de especialistas de que sistemas de IA cada vez mais avançados possam representar riscos à segurança. 
Também mostrou que até as empresas que lideram o desenvolvimento dessa tecnologia podem ser surpreendidas por falhas ou comportamentos que seus próprios modelos conseguem explorar.
Separadamente, na sexta-feira, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês), órgão ligado ao Departamento de Comércio dos EUA, apresentou uma proposta de diretrizes para avaliar sistemas de IA e abriu uma consulta pública para receber contribuições da sociedade.
Responsável por desenvolver padrões técnicos nas áreas de ciência e tecnologia, o NIST afirmou que as diretrizes foram elaboradas para organizações que desejam &quot;avaliar o impacto de seus sistemas de IA&quot;.
Segundo Ike Harris, diretor-executivo do Frontier Security Institute — organização sem fins lucrativos sediada em Washington e voltada para inteligência artificial e segurança nacional —, as diretrizes representam &quot;o primeiro passo para padronizar a maneira como o governo federal avalia sistemas de IA, tanto para uso próprio quanto para seus contratados&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Dólar cai e fecha a R$ 5,08 após dados mais fracos de emprego nos EUA; Ibovespa tem forte queda</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em queda de 0,46% nesta sexta-feira (7), cotado a R$ 5,0835. O Ibovespa, por sua vez, recuou 1,73%, aos 172.513 pontos. Com isso, o principal índice da bolsa brasileira encerrou semana com queda de 3,08%.
O principal destaque da sessão desta sexta foi a divulgação de novos dados de emprego nos Estados Unidos. Com o mercado de trabalho menos aquecido, aumentou a expectativa de que o Federal Reserve (Fed), o banco central do país, não eleve suas taxas de juros. Esse cenário tende a reduzir a atratividade do dólar e beneficia o real ante a moeda americana.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ O payroll, principal relatório de emprego americano, indicou que a economia do país registrou uma perda inesperada de vagas fora do setor agrícola em julho, com o corte de 23 mil postos de trabalho.
▶️ Enquanto isso, o recuo do Ibovespa aconteceu na esteira da forte queda nas ações da Petrobras. Apesar de a petroleira ter anunciado, na quinta-feira, um lucro 98% maior no segundo trimestre, investidores se frustraram com a notícia de que a estatal não deverá distribuir dividendos extras.
▶️ A queda nas ações da Vale e de grandes bancos, como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, também pesou negativamente para o Ibovespa. As perdas do índice na semana contrastam com o tom mais duro do Banco Central do Brasil (BC), que indicou que deverá manter os juros em patamares elevados por mais tempo, apesar do corte de 0,25 ponto percentual na reunião da última quarta-feira (5).
???? Uma taxa Selic ainda elevada mantém a renda fixa atrativa, oferecendo bons retornos com menos risco que a bolsa.
▶️ Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad, explica que os juros em patamares elevados também criam “um ambiente mais desafiador para as ações de empresas ligadas ao consumo interno”, o que pesa sobre o Ibovespa.
▶️ Nesta sexta, o conflito no Oriente Médio também seguiu no radar. Apesar das recentes indicações de avanço nas negociações entre EUA e Irã, a possibilidade de o Parlamento iraniano proibir a entrada de embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis voltou a gerar preocupações sobre o Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região.
Apesar disso, o barril do Brent, referência internacional, recuava 0,41% por volta das 17h, cotado a US$ 82,15. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha alta de 0,34%, a US$ 77,03 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +0,27%;
Acumulado do mês: +0,27%;
Acumulado do ano: -7,38%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -3,08%;
Acumulado do mês: -3,08%;
Acumulado do ano: +7,07%.
Conflito no Oriente Médio
Apesar das indicações recentes de que os EUA e o Irã caminham para um acordo nos próximos dias, notícias circularam pelo mercado afirmando que o parlamento iraniano estuda um plano para impedir que embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis, passem pelo Estreito de Ormuz.
O canal é uma das mais importantes via marítima da região, por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
A indicação aumenta a percepção de que a reabertura total do Estreito deve ser adiada e aumenta as preocupações com a oferta global de petróleo e uma eventual crise de energia.
Segundo a Reuters informou nesta semana, o Irã quer ter &quot;controle total&quot; sobre o tráfego de entrada de navios comerciais no Estreito de Ormuz e poder para intervir quando julgar necessário. Os EUA não haviam se pronunciado publicamente sobre o plano iraniano.
Bolsas globais
Nos EUA, os sinais de que o Fed pode manter os juros inalterados na próxima reunião, em vez de aumentá-los, contribuíram para a alta dos índices de Wall Street.
O Dow Jones subiu 0,28%, enquanto o S&amp;P 500 teve alta de 0,62%, aos 7.757,46 pontos, atingindo fechamento recorde. O Nasdaq Composite, por sua vez, avançou 1,30%.
A percepção sobre os juros dos EUA também ajudou a impulsionar as bolsas europeias. O bom desempenho também foi puxado por papéis de tecnologia e balanços corporativos. O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,3% aos 660,25 pontos.
Entre os demais índices da região, o DAX, da Alemanha, teve alta de 0,69% e o CAC-40, da França, subiu 0,17%. O FTSE 100, do Reino Unido, avançou 0,31%.
Na Ásia, as ações da China fecharam em alta nesta sexta-feira, à medida que dados comerciais melhores do que o esperado na região ajudaram a recuperar o otimismo do mercado.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 1%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,5% e o Nikkei, do Japão, perdeu 0,12%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 0,6%.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, cai, fecha, 5, 08, após, dados, mais, fracos, emprego, nos, EUA, Ibovespa, tem, forte, queda</media:keywords>
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<title>&amp;apos;Tive que fazer um botox no meu currículo&amp;apos;: como a IA prejudica mulheres nos processos seletivos de empregos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/tive-que-fazer-um-botox-no-meu-curriculo-como-a-ia-prejudica-mulheres-nos-processos-seletivos-de-empregos-13513</link>
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<description><![CDATA[      Orientador fala sobre informações que tornam um currículo mais atrativo
Stacey Duguid diz acreditar que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA estão colocando as mulheres de meia-idade em desvantagem
Reprodução/BBC Brasil
O medo de se tornar dispensável devido aos avanços da inteligência artificial ​​é compartilhado por milhões de trabalhadores, mas será que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA representam uma ameaça específica para mulheres que tentam retornar ao mercado de trabalho?
Após uma carreira de décadas, com cargos corporativos de alto nível no setor de moda e um período como freelancer, Stacey Duguid, de 52 anos, decidiu buscar &quot;um último emprego&quot;.
O que se seguiu foram 16 meses enviando &quot;uma infinidade&quot; de currículos, recebendo pouco mais do que algumas respostas automatizadas, apesar de nunca ter tido dificuldade para encontrar trabalho anteriormente.
Sentindo-se &quot;solitária e envergonhada&quot; e questionando se o problema estava nela mesma, ela publicou uma mensagem nas redes sociais perguntando se outras mulheres da sua idade estavam passando pela mesma experiência.
A resposta foi avassaladora: milhares de mulheres relataram enfrentar dificuldades semelhantes.
Stacey, que mora no norte de Londres, diz acreditar que as ferramentas de recrutamento impulsionadas por IA podem estar contribuindo para o problema e decidiu fazer uma espécie de &quot;Botox&quot; em seu currículo, removendo referências à sua idade e tempo de experiência.
&quot;A IA é um espelho da sociedade. Ela reflete os nossos preconceitos&quot;, disse ela. &quot;Não estou dizendo que essa é uma questão exclusiva das mulheres, pois também recebi mensagens de homens. O meu ponto é sobre o etarismo de gênero.&quot;
Um baque na confiança
Desde então, a BBC conversou com mais de 60 mulheres, com idades entre 40 e 65 anos e de diversos setores, que têm enfrentado dificuldades para encontrar emprego.
A maioria possui décadas de experiência em cargos de alto nível e relata ter enviado inúmeros currículos, recebendo apenas rejeições automatizadas ou nenhuma resposta.
Assim como Stacey, muitas acreditam que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA têm um papel relevante nessa situação.
Koeyli Jaluka diz que, após se candidatar a mais de 400 vagas, sua autoconfiança foi abalada
Reprodução/BBC Brasil
Koeyli Jaluka, de 49 anos, ocupou cargos de liderança nos setores industrial, corporativo e de saúde. &quot;Nunca estive nessa situação antes. Nos últimos 10 a 12 anos, eu era procurada por recrutadores. Agora, sou eu quem busca vagas e recebo sucessivas rejeições.&quot;
Após ser dispensada há nove meses, ela se candidatou a 442 vagas, mas obteve retorno em pouquíssimos casos. Ocasionalmente, ouve que é &quot;muito sênior&quot; — o que ela interpreta como um eufemismo para &quot;velha&quot;. Apesar de duas décadas de experiência e duas graduações, ela afirma que sua autoconfiança foi abalada.
&#039;Nem para comer me chamavam&#039;: entenda o que é a solidão corporativa e como pode afetar sua carreira
Ela diz acreditar que orçamentos mais restritos, a triagem por inteligência artificial e critérios de contratação cada vez mais rígidos contribuem para esse cenário.
&quot;Muitas de nós recebemos orientações de consultores de carreira para remover os primeiros dez anos de experiência profissional do currículo, apenas para evitar passar a impressão de que trabalhamos há tempo demais.&quot;
&#039;Estou recebendo o auxílio-desemprego&#039;
Anna Cowie diz que já perdeu a conta de quantos currículos enviou
Reprodução/BBC Brasil
Anna Cowie, de 52 anos, teve uma carreira de 30 anos na publicidade, mas está desempregada há quase quatro anos. Ela perdeu a conta de quantos currículos enviou, apesar de nunca ter ficado sem emprego anteriormente.
Após décadas trabalhando para grandes marcas, ela agora recebe o auxílio-desemprego. Anna passou a atuar como voluntária em festivais comunitários e descobriu que fazer networking com pessoas reais é uma abordagem muito mais promissora. &quot;Você é vista como um ser humano, e não apenas como linhas em um papel.&quot;
&#039;Enormes repercussões&#039;
Embora em muitos casos seja impossível saber se ferramentas de IA desempenharam algum papel na triagem ou na rejeição de candidatos — visto que os empregadores raramente divulgam detalhes de seus processos de recrutamento —, há um receio generalizado de que essas ferramentas estejam prejudicando mulheres de meia-idade.
A força-tarefa Women Pivoting to Digital, de Londres, voltada para mulheres nos setores de serviços financeiros, manifestou preocupação com o uso crescente de IA no recrutamento e seu impacto sobre as mulheres.
A presidente do grupo, Caroline Haines, afirmou que a pesquisa realizada pela força-tarefa revelou uma preocupação significativa de que a IA utilizada para triar candidaturas e currículos não reconhece as competências que muitas mulheres experientes podem oferecer.
Caroline Haines afirma haver preocupação de que a IA usada no recrutamento não leve em conta as habilidades de muitas mulheres
Reprodução/BBC Brasil
&quot;Há uma grande preocupação d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:00:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Crise do BRB: &amp;apos;Politizar é um erro&amp;apos;, diz Celina após críticas de Durigan; empréstimo segue travado</title>
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<description><![CDATA[      Prédio-sede do BRB em Brasília, em imag
Jornal Nacional/ Reprodução
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), reclamou nesta sexta-feira (7) de uma suposta &quot;politização&quot; do acordo entre União e DF para viabilizar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para socorrer o Banco de Brasília (BRB).
Celina não citou nominalmente quem estaria &quot;politizando&quot; o tema, mas deu a declaração ao ser questionada sobre as falas do ministro da Fazenda, Dario Durigan. 
Na quinta (6), Durigan negou que haja &quot;inércia&quot; federal sobre o tema – e disse que as pendências em torno do empréstimo são de responsabilidade do governo do Distrito Federal.
&quot;A gente tem muita responsabilidade com o BRB. Politizar esse tema é um erro. Acho que por parte de qualquer ministro que venha a politizar esse tema é um erro. Nós temos aposentadoria de servidores públicos que estão lá dentro. São vários fatores, a gente precisava de ter maturidade política para falar sobre isso&quot;, afirmou Celina.
Ainda de acordo com Celina Leão, toda a &quot;parte do Distrito Federal&quot; no acordo foi cumprida.
&quot;O prazo é algo importante para nós, no mercado financeiro e tal. Não pode ser quando as pessoas quiserem, na forma que quiserem&quot;, emendou Celina.
Incomodado com a demora na liberação do empréstimo, o governo do Distrito Federal voltou a acionar o STF nesta semana e pediu uma nova audiência de conciliação com bancos e governo federal.
União nega &#039;inércia&#039;
Relator do acordo, o ministro Luiz Fux marcou o compromisso para a próxima semana – o que irritou membros do governo federal. A insatisfação foi citada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
&quot;[A acusação de inércia] Gerou profunda insatisfação nas equipes do governo federal que vêm viabilizando o acordo. Parece bastante estranho quando a gente lembra que o problema do BRB tem origem crimonosa no BRB e no governo do DF&quot;, disse Durigan nesta quinta.
O ministro afirmou que as equipes envolvidas nas tratativas ficaram &quot;profundamente incomodadas&quot;, e que as informações pendentes para a conclusão do acordo devem ser prestadas pelo próprio governo do DF.
&quot;E eu aqui gostaria de rechaçar: não há nenhuma inércia. Inclusive, há contribuição da União com algo que não tem a ver com a União, é todo do DF. Estarei na audiência pública para levar, inclusive, essa fala de indignação das equipes. Essa insatisfação atrapalha o andamento&quot;, emendou.
DF criticou União e FGC em ofício
No ofício enviado ao ministro Luiz Fux, o governo do Distrito Federal reclama da &quot;inércia&quot; da União e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no cumprimento do acordo homologado em maio.
&quot;Decorridos mais de dois meses da celebração do acordo [...] não há concessão, não há recusa, não há proposta, não há indicação de condições, de cronograma ou dos elementos que o Fundo repute necessários à análise nem há pela União o cumprimento das disposições contratuais&quot;, diz a reclamação feita pelo governo do DF ao Supremo.
Pela decisão de Fux, devem participar da audiência representantes do governo do DF, do BRB, da Advocacia-Geral da União, do Ministério da Fazenda, do Banco Central, do FGC e do Ministério Público Federal.
O Banco do Brasil também deverá enviar um representante, em nome do consórcio de bancos que estuda a concessão do empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.
Presidente do BRB explica modelagem do empréstimo que pode salvar o banco
➡️O governo do DF tem pressa para finalizar a contratação do empréstimo e recompor o patrimônio do BRB, danificado pelas transações malsucedidas com o Banco Master.
➡️O BRB não divulga seu balanço patrimonial desde novembro de 2025, justamente em razão da fragilidade deixada por essas operações. O governo do DF, como acionista controlador do banco, é o ente responsável por sanear o quadro.
Que crise é essa?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Plano ainda não deu frutos
Como mostrou o g1, o prazo de 180 dias para que o BRB executasse o plano de capitalização apresentado ao Banco Central em fevereiro terminou nesta quarta – mas as medidas de maior impacto ainda não foram implementadas.
O documento ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:00:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tive que fazer um botox no meu currículo&amp;apos;: como a IA prejudica mulheres nos processos seletivos de empregos</title>
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<description><![CDATA[      Orientador fala sobre informações que tornam um currículo mais atrativo
Stacey Duguid diz acreditar que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA estão colocando as mulheres de meia-idade em desvantagem
Reprodução/BBC Brasil
O medo de se tornar dispensável devido aos avanços da inteligência artificial ​​é compartilhado por milhões de trabalhadores, mas será que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA representam uma ameaça específica para mulheres que tentam retornar ao mercado de trabalho?
Após uma carreira de décadas, com cargos corporativos de alto nível no setor de moda e um período como freelancer, Stacey Duguid, de 52 anos, decidiu buscar &quot;um último emprego&quot;.
O que se seguiu foram 16 meses enviando &quot;uma infinidade&quot; de currículos, recebendo pouco mais do que algumas respostas automatizadas, apesar de nunca ter tido dificuldade para encontrar trabalho anteriormente.
Sentindo-se &quot;solitária e envergonhada&quot; e questionando se o problema estava nela mesma, ela publicou uma mensagem nas redes sociais perguntando se outras mulheres da sua idade estavam passando pela mesma experiência.
A resposta foi avassaladora: milhares de mulheres relataram enfrentar dificuldades semelhantes.
Stacey, que mora no norte de Londres, diz acreditar que as ferramentas de recrutamento impulsionadas por IA podem estar contribuindo para o problema e decidiu fazer uma espécie de &quot;Botox&quot; em seu currículo, removendo referências à sua idade e tempo de experiência.
&quot;A IA é um espelho da sociedade. Ela reflete os nossos preconceitos&quot;, disse ela. &quot;Não estou dizendo que essa é uma questão exclusiva das mulheres, pois também recebi mensagens de homens. O meu ponto é sobre o etarismo de gênero.&quot;
Um baque na confiança
Desde então, a BBC conversou com mais de 60 mulheres, com idades entre 40 e 65 anos e de diversos setores, que têm enfrentado dificuldades para encontrar emprego.
A maioria possui décadas de experiência em cargos de alto nível e relata ter enviado inúmeros currículos, recebendo apenas rejeições automatizadas ou nenhuma resposta.
Assim como Stacey, muitas acreditam que as ferramentas de recrutamento baseadas em IA têm um papel relevante nessa situação.
Koeyli Jaluka diz que, após se candidatar a mais de 400 vagas, sua autoconfiança foi abalada
Reprodução/BBC Brasil
Koeyli Jaluka, de 49 anos, ocupou cargos de liderança nos setores industrial, corporativo e de saúde. &quot;Nunca estive nessa situação antes. Nos últimos 10 a 12 anos, eu era procurada por recrutadores. Agora, sou eu quem busca vagas e recebo sucessivas rejeições.&quot;
Após ser dispensada há nove meses, ela se candidatou a 442 vagas, mas obteve retorno em pouquíssimos casos. Ocasionalmente, ouve que é &quot;muito sênior&quot; — o que ela interpreta como um eufemismo para &quot;velha&quot;. Apesar de duas décadas de experiência e duas graduações, ela afirma que sua autoconfiança foi abalada.
&#039;Nem para comer me chamavam&#039;: entenda o que é a solidão corporativa e como pode afetar sua carreira
Ela diz acreditar que orçamentos mais restritos, a triagem por inteligência artificial e critérios de contratação cada vez mais rígidos contribuem para esse cenário.
&quot;Muitas de nós recebemos orientações de consultores de carreira para remover os primeiros dez anos de experiência profissional do currículo, apenas para evitar passar a impressão de que trabalhamos há tempo demais.&quot;
&#039;Estou recebendo o auxílio-desemprego&#039;
Anna Cowie diz que já perdeu a conta de quantos currículos enviou
Reprodução/BBC Brasil
Anna Cowie, de 52 anos, teve uma carreira de 30 anos na publicidade, mas está desempregada há quase quatro anos. Ela perdeu a conta de quantos currículos enviou, apesar de nunca ter ficado sem emprego anteriormente.
Após décadas trabalhando para grandes marcas, ela agora recebe o auxílio-desemprego. Anna passou a atuar como voluntária em festivais comunitários e descobriu que fazer networking com pessoas reais é uma abordagem muito mais promissora. &quot;Você é vista como um ser humano, e não apenas como linhas em um papel.&quot;
&#039;Enormes repercussões&#039;
Embora em muitos casos seja impossível saber se ferramentas de IA desempenharam algum papel na triagem ou na rejeição de candidatos — visto que os empregadores raramente divulgam detalhes de seus processos de recrutamento —, há um receio generalizado de que essas ferramentas estejam prejudicando mulheres de meia-idade.
A força-tarefa Women Pivoting to Digital, de Londres, voltada para mulheres nos setores de serviços financeiros, manifestou preocupação com o uso crescente de IA no recrutamento e seu impacto sobre as mulheres.
A presidente do grupo, Caroline Haines, afirmou que a pesquisa realizada pela força-tarefa revelou uma preocupação significativa de que a IA utilizada para triar candidaturas e currículos não reconhece as competências que muitas mulheres experientes podem oferecer.
Caroline Haines afirma haver preocupação de que a IA usada no recrutamento não leve em conta as habilidades de muitas mulheres
Reprodução/BBC Brasil
&quot;Há uma grande preocupação d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump retoma tentativa de demitir diretora do Fed Lisa Cook após derrota na Suprema Corte</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/trump-retoma-tentativa-de-demitir-diretora-do-fed-lisa-cook-apos-derrota-na-suprema-corte</link>
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<description><![CDATA[      Montagem mostra Lisa Cook e Donald Trump
SAUL LOEB and ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomou nesta semana a tentativa de demitir a diretora do Federal Reserve Lisa Cook, após a Suprema Corte americana ter impedido, em junho, que o presidente a afastasse do cargo, informou a ABC News nesta sexta-feira (7), citando fontes.
Segundo a agência Reuters, em nota, o advogado de Cook classificou as acusações como &quot;infundadas&quot; e afirmou que &quot;não há motivo legítimo&quot; para sua remoção. 
&quot;Como fizemos antes, contestaremos esse novo pretexto e preservaremos seu cargo e o papel histórico do Fed&quot;, disse Abbe D. Lowell.
O Federal Reserve não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.
O que está por trás da disputa entre Trump e Lisa Cook
No ano passado, Trump já havia citado suposta fraude hipotecária ao tentar demitir Cook, a primeira mulher negra a integrar o conselho de diretores do Fed. Ela negou as acusações e afirmou que elas serviam de pretexto para afastá-la por divergências em relação à política monetária.
Em junho, a Suprema Corte dos EUA rejeitou o pedido de Trump para demitir Cook, preservando a independência do banco central diante da contestação inédita feita pelo presidente republicano.
Por 5 votos a 4, a Corte decidiu impedir, ao menos por enquanto, a remoção de Cook, garantindo uma proteção específica ao Federal Reserve.
*Com informações da agência de notícias Reuters ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Carros da China já correspondem a 52% dos importados no Brasil em 2026; eletrificados crescem 120%</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/carros-da-china-ja-correspondem-a-52-dos-importados-no-brasil-em-2026-eletrificados-crescem-120</link>
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<description><![CDATA[      Carros da Leapmotor desembarcam no porto
Divulgação / Leapmotor
A importação de veículos chineses para o Brasil mais que dobrou nos sete primeiros meses de 2026. Os embarques da China para o mercado brasileiro cresceram 105,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Ao todo, o Brasil importou 344,1 mil autoveículos até julho, volume 25,7% superior ao registrado nos primeiros sete meses de 2025, segundo Anfavea.
Desse volume total de veículos importados, mais de 180 mil vieram da China. O que corresponde a 52,4 % das importações do período.
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O avanço das importações acontece em sentido contrário ao desempenho das exportações brasileiras. De janeiro a julho, o país embarcou 255,9 mil autoveículos para outros mercados, contra 323 mil no mesmo período de 2025.
A queda nas exportações foi de 20,8%. Em julho, porém, as exportações somaram 39,3 mil unidades, alta de 6,8% em relação a junho.
Para a Anfavea, o volume de importações já representa uma parcela relevante em relação à produção das fábricas instaladas no país.
&quot;Esse volume de quase 350 mil é maior do que a produção no período da maioria das fábricas das nossas associadas, o que indica que poderíamos estar gerando mais demanda para nossas fábricas e fornecedores e, por tabela, mais empregos&quot;, afirmou Igor Calvet, presidente da Anfavea.
&#039;Efeito China&#039;: preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos
A Argentina teve papel importante na retração das vendas externas. Os embarques brasileiros para o país, que é o principal parceiro comercial do Brasil no setor automotivo, caíram 35,4% no acumulado do ano.
Segundo a Anfavea, com exceção da Colômbia, houve redução dos embarques brasileiros para todos os países da América Latina.
Apesar da maior entrada de veículos importados e da queda nas exportações, a produção brasileira cresceu.
As fábricas instaladas no país produziram mais de 1,6 milhão de veículos nos primeiros sete meses de 2026, alta de 8,3% sobre as 1,5 milhão de unidades fabricadas no mesmo período de 2025.
Em julho, foram produzidas 253,9 mil unidades, crescimento de 3,1% sobre junho e de 5,9% na comparação com julho do ano passado.
O desempenho colocou o Brasil entre os países produtores de veículos com maior crescimento no período.
No acumulado até julho, a produção brasileira avançou 8,8%, atrás apenas da Índia, que registrou alta de 14,5%. No mesmo levantamento, o Japão teve crescimento de 2,9%, enquanto Estados Unidos e China apresentaram quedas de 11,7% e 4%, respectivamente.
&quot;É um resultado expressivo da nossa indústria, apesar das dificuldades nas exportações e da entrada de importados bem acima da média dos anos anteriores&quot;, afirmou Calvet.
Produção de veículos na fábrica da Stellantis em Goiana (PE)
Divulgação/Stellantis
Mês recorde de vendas
As vendas de veículos novos tiveram em julho o melhor resultado do ano. Foram emplacados 279,5 mil autoveículos no mês, alta de 2,6% em relação a junho e de 14,9% na comparação com julho de 2025. O resultado ocorreu mesmo durante o período de férias escolares.
No acumulado de janeiro a julho, os emplacamentos passaram de 1,7 milhão de unidades. O volume representa crescimento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A média diária de vendas, porém, apresentou uma pequena queda. Julho teve 23 dias úteis, contra 21 em junho. Com isso, foram vendidos, em média, 12,2 mil veículos por dia, o menor ritmo dos últimos quatro meses.
Mesmo com a redução na média diária, o ritmo de julho ficou acima do registrado no mesmo mês de 2025. Naquele período, foram 10,6 mil unidades vendidas por dia. O resultado mantém a projeção revisada pela Anfavea, de crescimento de 12,1% nas vendas ao longo de 2026.
Os veículos eletrificados também tiveram destaque no mês. Elétricos e híbridos responderam por 23,5% de todos os emplacamentos realizados no país em julho, a maior participação registrada até então e acima da previsão.
A participação dos eletrificados avançou de forma significativa em um ano.
Em julho de 2025, os modelos elétricos e híbridos, somados, representavam menos de 11% das vendas. No acumulado de 2026, o crescimento dos emplacamentos desses veículos chega a 120,8%.
Entre os eletrificados, os carros totalmente elétricos registraram em julho o maior volume da série histórica. Foram 25,8 mil unidades emplacadas no mês.
O resultado de julho combina, portanto, o maior volume mensal de vendas de veículos no ano com uma participação recorde dos eletrificados.
No acumulado até julho, o mercado registra crescimento de 17,9% nos emplacamentos, enquanto os eletrificados avançam 120,8%.
Ofensiva chinesa
A ofensiva de montadoras chinesas no mercado brasileiro deve ganhar força nos próximos anos. Sete novas marcas confirmaram planos de chegar ao país até 2028.
O movimento inclui quatro marcas ligadas à Chery International, além da Dong ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Modelo de IA chinês encontra brecha em teste de segurança e escapa de ambiente isolado</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da startup chinesa Moonshot AI ao lado do aplicativo Kimi exibido na tela de um celular, em imagem ilustrativa de 24 de julho de 2026.
REUTERS/Florence Lo/Ilustração/Foto de Arquivo/Foto de Arquivo
O Kimi K3, principal modelo de inteligência artificial da startup chinesa Moonshot, conseguiu escapar de um ambiente isolado usado para testes de segurança digital, segundo informou nesta quinta-feira (6) a empresa de pesquisa Frontier Security.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Durante esse tipo de teste, os sistemas de IA costumam ser executados em &quot;sandboxes&quot; — ambientes isolados que impedem o acesso a informações externas. O objetivo é avaliar até que ponto esses modelos conseguem resolver problemas por conta própria, sem interferências do mundo real.
De acordo com a Frontier Security, empresa americana especializada em segurança cibernética, o Kimi K3 conseguiu contornar uma dessas &quot;sandboxes&quot;, passando a acessar informações que deveriam estar bloqueadas durante o teste.
Os pesquisadores afirmam que, se um &quot;modelo de alto raciocínio&quot; foi capaz de encontrar esse atalho, outros sistemas com características semelhantes e acesso equivalente também podem fazer o mesmo.
Agora no g1
Como o Kimi K3 é disponibilizado publicamente, os pesquisadores alertam que ele pode ser explorado por &quot;atores mal-intencionados&quot;, o que tornaria o incidente potencialmente mais grave.
A Moonshot não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.
O episódio se soma a uma série de incidentes semelhantes relatados recentemente por empresas como Meta, OpenAI e Anthropic, aumentando as preocupações sobre a segurança de modelos de inteligência artificial cada vez mais sofisticados. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Modelo, chinês, encontra, brecha, teste, segurança, escapa, ambiente, isolado</media:keywords>
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<title>Trump diz que Congresso dos EUA quer regulamentar a IA &amp;quot;até acabar com ela&amp;quot;</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo enquanto responde a perguntas da imprensa após assinar uma ordem executiva que estabelece a Comissão Presidencial para Cônjuges de Militares, que será presidida por Jennifer Rauchet, esposa do secretário de Defesa Pete Hegseth, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 3 de agosto de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Congresso do país quer regulamentar o setor de inteligência artificial (IA) &quot;até acabar com ele&quot;. A declaração foi dada em entrevista ao Punchbowl News, publicada na sexta-feira (7).
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A fala de Trump ocorre em meio a um debate cada vez mais intenso em Washington sobre qual deve ser o nível de fiscalização de um setor que avança rapidamente e, até agora, opera sem uma legislação federal específica.
Nos últimos meses, parlamentares apresentaram diferentes propostas para regular a tecnologia, mas nenhuma delas avançou. 
Entre elas está um projeto de lei que obrigaria as empresas responsáveis pelos modelos de IA mais avançados a submetê-los a auditorias independentes de segurança antes de sua utilização.
Agora no g1
Testes de segurança aumentam pressão por regras
A discussão sobre a regulamentação da IA ganhou força nas últimas semanas após a OpenAI e a Anthropic informarem que seus sistemas apresentaram comportamentos inesperados durante testes de segurança.
Em um dos casos, um agente de IA da OpenAI realizou um ataque que comprometeu a infraestrutura da Hugging Face, startup que mantém uma plataforma usada por desenvolvedores para armazenar, compartilhar e desenvolver modelos de inteligência artificial de forma colaborativa.
O episódio reforçou preocupações antigas de especialistas de que sistemas de IA cada vez mais avançados possam representar riscos à segurança. 
Também mostrou que até as empresas que lideram o desenvolvimento dessa tecnologia podem ser surpreendidas por falhas ou comportamentos que seus próprios modelos conseguem explorar.
Separadamente, na sexta-feira, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês), órgão ligado ao Departamento de Comércio dos EUA, apresentou uma proposta de diretrizes para avaliar sistemas de IA e abriu uma consulta pública para receber contribuições da sociedade.
Responsável por desenvolver padrões técnicos nas áreas de ciência e tecnologia, o NIST afirmou que as diretrizes foram elaboradas para organizações que desejam &quot;avaliar o impacto de seus sistemas de IA&quot;.
Segundo Ike Harris, diretor-executivo do Frontier Security Institute — organização sem fins lucrativos sediada em Washington e voltada para inteligência artificial e segurança nacional —, as diretrizes representam &quot;o primeiro passo para padronizar a maneira como o governo federal avalia sistemas de IA, tanto para uso próprio quanto para seus contratados&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>EXCLUSIVO: Governo monta acordo para levar modelo do CNU a estados e municípios</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/exclusivo-governo-monta-acordo-para-levar-modelo-do-cnu-a-estados-e-municipios</link>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O governo federal iniciou as articulações para levar o modelo do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), conhecido como &quot;Enem dos Concursos&quot;, para estados e municípios.
???? Realizado pela primeira vez em 2024, o CNU reúne vagas de vários órgãos públicos em um único concurso. Em vez de cada órgão fazer sua própria seleção, todos usam a mesma prova, aplicada ao mesmo tempo em centenas de cidades do país.
Em documento antecipado com exclusividade ao g1, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad) e a organização República.org firmam um compromisso para adaptar e disseminar, em estados e municípios, as inovações desenvolvidas no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
A iniciativa não significa que haverá um concurso único para todos os estados nem que governadores e prefeitos serão obrigados a adotar o modelo. (Abaixo, veja o que muda na prática). 
O objetivo, neste momento, é abrir uma agenda de cooperação para compartilhar experiências, produzir estudos e apoiar governos interessados em avaliar formatos inspirados no CNU.
A carta foi assinada durante o 136º Fórum Nacional de Secretários de Estado da Administração, em Teresina (PI). O anúncio da iniciativa será sexta-feira (7). 
&quot;A gente imagina várias formas [de apoio]. Uma forma é a questão do conteúdo das provas, de pensar a forma de seleção. (...)  e tem um lado de fato de compartilhar infraestruturas&quot;, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. 
Segundo ela, a experiência acumulada pelo governo federal poderá ser compartilhada tanto na elaboração dos certames quanto na logística necessária para sua realização.
Milhares de candidatos fazem prova do Concurso Público Nacional Unificado em Fortaleza 
Isaac Macedo/SVM
De acordo com representantes das entidades participantes, a proposta nasceu em um momento em que estados e municípios enfrentam desafios para planejar, financiar e executar concursos públicos, especialmente para cargos ligados à gestão da máquina pública.
Samuel Pontes, presidente do Consad, afirma que esse é um problema frequentemente apontado por gestores estaduais em diferentes regiões do país.
&quot;É urgente fortalecer o serviço público, a contratação de servidores, mas é muito pesada a máquina que você precisa fazer girar para planejar, contratar a banca, realizar as provas, atrair os servidores, garantir planos de carreira que realmente sejam atrativos para profissionais qualificados.&quot;
Segundo a ministra, alguns governos já procuraram o Ministério da Gestão demonstrando interesse em conhecer ou até adotar soluções inspiradas no modelo do CNU. 
Ela citou o Piauí, cujo secretário de Administração e atual presidente do Consad, Samuel Pontes, foi um dos primeiros a defender a ideia, além de municípios como Juiz de Fora e estados como Bahia e Rio de Janeiro. 
Esther Dweck ressalta, porém, que ainda não há adesões formalizadas e que o objetivo da parceria é justamente estruturar os estudos necessários para eventuais projetos futuros.
A avaliação das instituições que assinaram a carta é que parte da experiência acumulada pelo governo federal na implementação do CNU pode ajudar a enfrentar esses desafios, reduzindo desigualdades de capacidade técnica entre diferentes entes federativos e ampliando o acesso a soluções já testadas pela União.
Para Isadora Modesto, diretora-executiva da República.org, uma das principais inovações do CNU foi permitir que candidatos de diferentes regiões do país participassem das seleções sem a necessidade de longos deslocamentos para capitais ou grandes centros.
&quot;Você conseguir levar a mesma prova não só nos grandes centros tradicionais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Você conseguir levar a mesma prova de do Oiapoque ao Chuí é uma inovação gigantesca.&quot;
A carta também destaca outros resultados observados na experiência federal, como a racionalização de custos, a incorporação de tecnologias, o fortalecimento da governança dos processos seletivos e o aumento da eficiência administrativa.
A expectativa é que parte dessas experiências possa servir de referência para estados interessados em modernizar seus próprios sistemas de recrutamento e seleção de servidores.
Para Dweck, os principais ganhos para governos estaduais e municipais estão relacionados à redução de custos, ao aumento da segurança dos concursos e ao aperfeiçoamento dos processos seletivos. 
&quot;Eu acho que o primeiro é segurança e redução de custos. Como eu falei, eu acho q
ue essas duas coisas são importantes. E o terceiro é a gente pensar junto a forma de seleção.&quot;
O que muda 
Para quem pretende prestar concurso público, nada muda imediatamente. O acordo não cria novos concursos, não estabelece regras para estados e municípios e não fixa um cronograma para adoção de modelos inspirados no CNU.
Na prática, o que foi criado é uma agenda de cooperação para a realização de estudos, compartilhamento de metodol ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>EXCLUSIVO:, Governo, monta, acordo, para, levar, modelo, CNU, estados, municípios</media:keywords>
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<title>Importação de carros chineses dobra no Brasil enquanto exportações recuam 20,8%</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/importacao-de-carros-chineses-dobra-no-brasil-enquanto-exportacoes-recuam-208</link>
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<description><![CDATA[      Carros da Leapmotor desembarcam em Itaguaí (RJ)
Divulgação / Leapmotor
A importação de veículos chineses para o Brasil mais que dobrou nos sete primeiros meses de 2026. Os embarques da China para o mercado brasileiro cresceram 105,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Ao todo, o Brasil importou 344,1 mil autoveículos até julho, volume 25,7% superior ao registrado nos primeiros sete meses de 2025, segundo Anfavea.
Desse volume total de veículos importados, mais de 180 mil vieram da China. O que corresponde a 52,4 % das importações do período.
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O avanço das importações acontece em sentido contrário ao desempenho das exportações brasileiras. De janeiro a julho, o país embarcou 255,9 mil autoveículos para outros mercados, contra 323 mil no mesmo período de 2025.
A queda nas exportações foi de 20,8%. Em julho, porém, as exportações somaram 39,3 mil unidades, alta de 6,8% em relação a junho.
Para a Anfavea, o volume de importações já representa uma parcela relevante em relação à produção das fábricas instaladas no país.
&quot;Esse volume de quase 350 mil é maior do que a produção no período da maioria das fábricas das nossas associadas, o que indica que poderíamos estar gerando mais demanda para nossas fábricas e fornecedores e, por tabela, mais empregos&quot;, afirmou Igor Calvet, presidente da Anfavea.
&#039;Efeito China&#039;: preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos
A Argentina teve papel importante na retração das vendas externas. Os embarques brasileiros para o país, que é o principal parceiro comercial do Brasil no setor automotivo, caíram 35,4% no acumulado do ano.
Segundo a Anfavea, com exceção da Colômbia, houve redução dos embarques brasileiros para todos os países da América Latina.
Apesar da maior entrada de veículos importados e da queda nas exportações, a produção brasileira cresceu.
As fábricas instaladas no país produziram mais de 1,6 milhão de veículos nos primeiros sete meses de 2026, alta de 8,3% sobre as 1,5 milhão de unidades fabricadas no mesmo período de 2025.
Em julho, foram produzidas 253,9 mil unidades, crescimento de 3,1% sobre junho e de 5,9% na comparação com julho do ano passado.
O desempenho colocou o Brasil entre os países produtores de veículos com maior crescimento no período.
No acumulado até julho, a produção brasileira avançou 8,8%, atrás apenas da Índia, que registrou alta de 14,5%. No mesmo levantamento, o Japão teve crescimento de 2,9%, enquanto Estados Unidos e China apresentaram quedas de 11,7% e 4%, respectivamente.
&quot;É um resultado expressivo da nossa indústria, apesar das dificuldades nas exportações e da entrada de importados bem acima da média dos anos anteriores&quot;, afirmou Calvet.
Produção de veículos na fábrica da Stellantis em Goiana (PE)
Divulgação/Stellantis
Mês recorde de vendas
As vendas de veículos novos tiveram em julho o melhor resultado do ano. Foram emplacados 279,5 mil autoveículos no mês, alta de 2,6% em relação a junho e de 14,9% na comparação com julho de 2025. O resultado ocorreu mesmo durante o período de férias escolares.
No acumulado de janeiro a julho, os emplacamentos passaram de 1,7 milhão de unidades. O volume representa crescimento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A média diária de vendas, porém, apresentou uma pequena queda. Julho teve 23 dias úteis, contra 21 em junho. Com isso, foram vendidos, em média, 12,2 mil veículos por dia, o menor ritmo dos últimos quatro meses.
Mesmo com a redução na média diária, o ritmo de julho ficou acima do registrado no mesmo mês de 2025. Naquele período, foram 10,6 mil unidades vendidas por dia. O resultado mantém a projeção revisada pela Anfavea, de crescimento de 12,1% nas vendas ao longo de 2026.
Os veículos eletrificados também tiveram destaque no mês. Elétricos e híbridos responderam por 23,5% de todos os emplacamentos realizados no país em julho, a maior participação registrada até então e acima da previsão.
A participação dos eletrificados avançou de forma significativa em um ano.
Em julho de 2025, os modelos elétricos e híbridos, somados, representavam menos de 11% das vendas. No acumulado de 2026, o crescimento dos emplacamentos desses veículos chega a 120,8%.
Entre os eletrificados, os carros totalmente elétricos registraram em julho o maior volume da série histórica. Foram 25,8 mil unidades emplacadas no mês.
O resultado de julho combina, portanto, o maior volume mensal de vendas de veículos no ano com uma participação recorde dos eletrificados.
No acumulado até julho, o mercado registra crescimento de 17,9% nos emplacamentos, enquanto os eletrificados avançam 120,8%.
Ofensiva chinesa
A ofensiva de montadoras chinesas no mercado brasileiro deve ganhar força nos próximos anos. Sete novas marcas confirmaram planos de chegar ao país até 2028.
O movimento inclui quatro marcas ligadas à Chery International, além  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
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<title>EXCLUSIVO: Governo monta acordo para levar modelo de concurso unificado a estados e municípios</title>
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O governo federal iniciou as articulações para levar o modelo do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), conhecido como &quot;Enem dos Concursos&quot;, para estados e municípios.
???? Realizado pela primeira vez em 2024, o CNU reúne vagas de vários órgãos públicos em um único concurso. Em vez de cada órgão fazer sua própria seleção, todos usam a mesma prova, aplicada ao mesmo tempo em centenas de cidades do país.
Em documento antecipado com exclusividade ao g1, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad) e a organização República.org firmam um compromisso para adaptar e disseminar, em estados e municípios, as inovações desenvolvidas no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
A iniciativa não significa que haverá um concurso único para todos os estados nem que governadores e prefeitos serão obrigados a adotar o modelo. (Abaixo, veja o que muda na prática). 
O objetivo, neste momento, é abrir uma agenda de cooperação para compartilhar experiências, produzir estudos e apoiar governos interessados em avaliar formatos inspirados no CNU.
A carta foi assinada durante o 136º Fórum Nacional de Secretários de Estado da Administração, em Teresina (PI). O anúncio da iniciativa será sexta-feira (7). 
&quot;A gente imagina várias formas [de apoio]. Uma forma é a questão do conteúdo das provas, de pensar a forma de seleção. (...)  e tem um lado de fato de compartilhar infraestruturas&quot;, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. 
Segundo ela, a experiência acumulada pelo governo federal poderá ser compartilhada tanto na elaboração dos certames quanto na logística necessária para sua realização.
Milhares de candidatos fazem prova do Concurso Público Nacional Unificado em Fortaleza 
Isaac Macedo/SVM
De acordo com representantes das entidades participantes, a proposta nasceu em um momento em que estados e municípios enfrentam desafios para planejar, financiar e executar concursos públicos, especialmente para cargos ligados à gestão da máquina pública.
Samuel Pontes, presidente do Consad, afirma que esse é um problema frequentemente apontado por gestores estaduais em diferentes regiões do país.
&quot;É urgente fortalecer o serviço público, a contratação de servidores, mas é muito pesada a máquina que você precisa fazer girar para planejar, contratar a banca, realizar as provas, atrair os servidores, garantir planos de carreira que realmente sejam atrativos para profissionais qualificados.&quot;
Segundo a ministra, alguns governos já procuraram o Ministério da Gestão demonstrando interesse em conhecer ou até adotar soluções inspiradas no modelo do CNU. 
Ela citou o Piauí, cujo secretário de Administração e atual presidente do Consad, Samuel Pontes, foi um dos primeiros a defender a ideia, além de municípios como Juiz de Fora e estados como Bahia e Rio de Janeiro. 
Esther Dweck ressalta, porém, que ainda não há adesões formalizadas e que o objetivo da parceria é justamente estruturar os estudos necessários para eventuais projetos futuros.
A avaliação das instituições que assinaram a carta é que parte da experiência acumulada pelo governo federal na implementação do CNU pode ajudar a enfrentar esses desafios, reduzindo desigualdades de capacidade técnica entre diferentes entes federativos e ampliando o acesso a soluções já testadas pela União.
Para Isadora Modesto, diretora-executiva da República.org, uma das principais inovações do CNU foi permitir que candidatos de diferentes regiões do país participassem das seleções sem a necessidade de longos deslocamentos para capitais ou grandes centros.
&quot;Você conseguir levar a mesma prova não só nos grandes centros tradicionais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Você conseguir levar a mesma prova de do Oiapoque ao Chuí é uma inovação gigantesca.&quot;
A carta também destaca outros resultados observados na experiência federal, como a racionalização de custos, a incorporação de tecnologias, o fortalecimento da governança dos processos seletivos e o aumento da eficiência administrativa.
A expectativa é que parte dessas experiências possa servir de referência para estados interessados em modernizar seus próprios sistemas de recrutamento e seleção de servidores.
Para Dweck, os principais ganhos para governos estaduais e municipais estão relacionados à redução de custos, ao aumento da segurança dos concursos e ao aperfeiçoamento dos processos seletivos. 
&quot;Eu acho que o primeiro é segurança e redução de custos. Como eu falei, eu acho q
ue essas duas coisas são importantes. E o terceiro é a gente pensar junto a forma de seleção.&quot;
O que muda 
Para quem pretende prestar concurso público, nada muda imediatamente. O acordo não cria novos concursos, não estabelece regras para estados e municípios e não fixa um cronograma para adoção de modelos inspirados no CNU.
Na prática, o que foi criado é uma agenda de cooperação para a realização de estudos, compartilhamento de metodol ]]></description>
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<title>Dólar opera em queda, de olho em novos dados de emprego dos EUA; Ibovespa cai</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta sexta-feira (7), com um recuo de 0,24% perto das 11h45, cotado a R$ 5,0945. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 1,20% no mesmo horário, aos 173.434 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos são o principal destaque da sessão. O payroll, principal relatório de emprego americano, indicou que a economia do país registrou uma perda inesperada de vagas fora do setor agrícola em julho, com o fechamento de 23 mil postos. 
Os dados levantam dúvidas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), uma vez que os dados de emprego mais fracos do que o esperado podem reforçar a perspectiva de que a instituição mantenha os juros inalterados por mais tempo.
▶️ No exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Apesar das indicações recentes sobre as negociações entre os EUA e o Irã, a notícia de que o parlamento iraniano estuda proibir a entrada de embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis volta a trazer preocupações sobre o Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região. 
Em meio às incertezas sobre a reabertura total do canal, o petróleo tinha volatilidade nesta sexta. Perto das 11h45, o barril do Brent, referência internacional, subia 0,08%, cotado a US$ 82,56. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha alta de 0,25% no mesmo horário, a US$ 77,48 
o barril.
▶️No Brasil, investidores repercutem os resultados da Petrobras. Na véspera, a companhia reportou um aumento de 96,8% no lucro do segundo trimestre, para R$ 52,4 bilhões. O desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção, pelas maiores exportações de petróleo e pela forte alta das cotações internacionais da commodity. Outros resultados corporativos também ficam no radar. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Conflito no Oriente Médio
Apesar das indicações recentes de que os EUA e o Irã caminham para um acordo nos próximos dias, notícias circularam pelo mercado afirmando que o parlamento iraniano estuda um plano para impedir que embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis, passem pelo Estreito de Ormuz.
O canal é uma das mais importantes via marítima da região, por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
A indicação aumenta a percepção de que a reabertura total do Estreito deve ser adiada e aumenta as preocupações com a oferta global de petróleo e uma eventual crise de energia.
Segundo a Reuters informou nesta semana, o Irã quer ter &quot;controle total&quot; sobre o tráfego de entrada de navios comerciais no Estreito de Ormuz e poder para intervir quando julgar necessário. Os EUA não haviam se pronunciado publicamente sobre o plano iraniano.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os sinais de que o Fed pode manter os juros inalterados em vez de aumentá-los em sua próxima reunião trazia um dia positivo para os índices de Wall Street.
Perto das 11h45, o Dow Jones subia 0,21%, enquanto o S&amp;P 500 tinha alta de 0,58% e o Nasdaq Composite avançava 0,92%.
A percepção sobre os juros dos EUA também ajudava a impulsionar as bolsas europeias, que operavam em alta generalizada nesta sexta-feira.
No mesmo horário, o índice DAX, da Alemanha, tinha alta de 0,92% e o CAC-40, da França, subia 0,35%. O FTSE 100, do Reino Unido, tinha ganhos de 0,49%.
Na Ásia, as ações da China fecharam em alta nesta sexta-feira, à medida que dados comerciais melhores do que o esperado na região ajudaram a recuperar o otimismo do mercado.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 1%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,5% e o Nikkei, do Japão, perdeu 0,12%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 0,6%.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>EXCLUSIVA: Governo fecha acordo para levar modelo de concurso unificado a estados e municípios</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O governo federal iniciou as articulações para levar o modelo do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), conhecido como &quot;Enem dos Concursos&quot;, para estados e municípios.
???? Realizado pela primeira vez em 2024, o CNU reúne vagas de vários órgãos públicos em um único concurso. Em vez de cada órgão fazer sua própria seleção, todos usam a mesma prova, aplicada ao mesmo tempo em centenas de cidades do país.
Em documento antecipado com exclusividade ao g1, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad) e a organização República.org firmam um compromisso para adaptar e disseminar, em estados e municípios, as inovações desenvolvidas no Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
A iniciativa não significa que haverá um concurso único para todos os estados nem que governadores e prefeitos serão obrigados a adotar o modelo. (Abaixo, veja o que muda na prática). 
O objetivo, neste momento, é abrir uma agenda de cooperação para compartilhar experiências, produzir estudos e apoiar governos interessados em avaliar formatos inspirados no CNU.
A carta foi assinada durante o 136º Fórum Nacional de Secretários de Estado da Administração, em Teresina (PI). O anúncio da iniciativa será sexta-feira (7). 
&quot;A gente imagina várias formas [de apoio]. Uma forma é a questão do conteúdo das provas, de pensar a forma de seleção. (...)  e tem um lado de fato de compartilhar infraestruturas&quot;, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. 
Segundo ela, a experiência acumulada pelo governo federal poderá ser compartilhada tanto na elaboração dos certames quanto na logística necessária para sua realização.
Milhares de candidatos fazem prova do Concurso Público Nacional Unificado em Fortaleza 
Isaac Macedo/SVM
De acordo com representantes das entidades participantes, a proposta nasceu em um momento em que estados e municípios enfrentam desafios para planejar, financiar e executar concursos públicos, especialmente para cargos ligados à gestão da máquina pública.
Samuel Pontes, presidente do Consad, afirma que esse é um problema frequentemente apontado por gestores estaduais em diferentes regiões do país.
&quot;É urgente fortalecer o serviço público, a contratação de servidores, mas é muito pesada a máquina que você precisa fazer girar para planejar, contratar a banca, realizar as provas, atrair os servidores, garantir planos de carreira que realmente sejam atrativos para profissionais qualificados.&quot;
Segundo a ministra, alguns governos já procuraram o Ministério da Gestão demonstrando interesse em conhecer ou até adotar soluções inspiradas no modelo do CNU. 
Ela citou o Piauí, cujo secretário de Administração e atual presidente do Consad, Samuel Pontes, foi um dos primeiros a defender a ideia, além de municípios como Juiz de Fora e estados como Bahia e Rio de Janeiro. 
Esther Dweck ressalta, porém, que ainda não há adesões formalizadas e que o objetivo da parceria é justamente estruturar os estudos necessários para eventuais projetos futuros.
A avaliação das instituições que assinaram a carta é que parte da experiência acumulada pelo governo federal na implementação do CNU pode ajudar a enfrentar esses desafios, reduzindo desigualdades de capacidade técnica entre diferentes entes federativos e ampliando o acesso a soluções já testadas pela União.
Para Isadora Modesto, diretora-executiva da República.org, uma das principais inovações do CNU foi permitir que candidatos de diferentes regiões do país participassem das seleções sem a necessidade de longos deslocamentos para capitais ou grandes centros.
&quot;Você conseguir levar a mesma prova não só nos grandes centros tradicionais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Você conseguir levar a mesma prova de do Oiapoque ao Chuí é uma inovação gigantesca.&quot;
A carta também destaca outros resultados observados na experiência federal, como a racionalização de custos, a incorporação de tecnologias, o fortalecimento da governança dos processos seletivos e o aumento da eficiência administrativa.
A expectativa é que parte dessas experiências possa servir de referência para estados interessados em modernizar seus próprios sistemas de recrutamento e seleção de servidores.
Para Dweck, os principais ganhos para governos estaduais e municipais estão relacionados à redução de custos, ao aumento da segurança dos concursos e ao aperfeiçoamento dos processos seletivos. 
&quot;Eu acho que o primeiro é segurança e redução de custos. Como eu falei, eu acho q
ue essas duas coisas são importantes. E o terceiro é a gente pensar junto a forma de seleção.&quot;
O que muda 
Para quem pretende prestar concurso público, nada muda imediatamente. O acordo não cria novos concursos, não estabelece regras para estados e municípios e não fixa um cronograma para adoção de modelos inspirados no CNU.
Na prática, o que foi criado é uma agenda de cooperação para a realização de estudos, compartilhamento de metodol ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Embrapa lança nova cultivar de braquiária com potencial de aumentar ganho de peso bovino por hectare</title>
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<description><![CDATA[      Embrapa lançou uma nova cultivar de Brachiaria decumbens, espécie de capim muito utilizada na alimentação do gado no Brasil. 
Reprodução/Embrapa
A Embrapa lançou este ano uma nova cultivar de Brachiaria decumbens, espécie de capim muito utilizada na alimentação do gado no Brasil. Chamada BRS Carinás, ela chega como uma nova opção para a formação de pastagens no país (veja material completo aqui).
A Brachiaria decumbens, conhecida popularmente como braquiarinha, se destaca pela resistência e está presente principalmente em propriedades do Centro-Oeste. Durante cerca de 60 anos, os pecuaristas brasileiros tiveram apenas uma cultivar comercial dessa espécie à disposição: a Basilisk.
A BRS Carinás foi desenvolvida para oferecer maior produção de forragem e de folhas, permitindo colocar mais animais na mesma área de pastagem e aumentar a produção de carne por hectare.
Segundo a Embrapa, com a nova cultivar, foi possível constatar um ganho de peso bovino de 13,3 arrobas por hectare ao ano, contra 11,9 arrobas ao ano em comparação com a Basilisk. A diferença representa um ganho de produtividade de cerca de 12%. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>JBS anuncia investimento de US$ 5 bilhões para expandir negócios na Ásia</title>
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<description><![CDATA[      JBS inaugura centro de pesquisa e desenvolvimento no Sapiens Parque
A JBS anunciou nesta sexta-feira (7) uma parceria estratégica com o Danantara Investment Management, unidade do fundo soberano da Indonésia, para acelerar sua expansão na Ásia e Oceania.
A operação poderá movimentar até US$ 5 bilhões (cerca de R$ 27 bilhões, na cotação atual), que serão destinados a aquisições e investimentos na Indonésia, Austrália, Nova Zelândia e outros mercados do Sudeste Asiático.
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Venda de participação
Pelo acordo, o veículo de investimentos da Indonésia comprará 25% de participação nas operações da JBS na Austrália e na Nova Zelândia por US$ 2,5 bilhões.
Atualmente, a empresa produz na Austrália carne bovina, suína e ovina, além de pescado e alimentos preparados.
Joesley Batista dono da JBS
Joesley Batista dono da JBS
Recursos para expansão
A nova empresa que será formada pela JBS e pelo fundo soberano da Indonésia também pretende levantar até US$ 2,5 bilhões em empréstimos no mercado internacional. Com isso, os recursos para financiar a expansão poderão alcançar US$ 5 bilhões.
Segundo a JBS, o dinheiro será destinado ao financiamento de aquisições, projetos greenfield (construídos do zero) e outras oportunidades de crescimento na Indonésia, Austrália, Nova Zelândia e demais mercados do Sudeste Asiático.
IPO está nos planos
As empresas também acertaram um período de cinco anos de lock-up, durante o qual manterão suas participações na joint venture.
Além disso, manifestaram a intenção de realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO) do veículo criado para a parceria.
A conclusão da operação ainda depende das aprovações regulatórias na Austrália e do cumprimento das condições usuais para esse tipo de transação, informou a JBS. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>JBS, anuncia, investimento, US, bilhões, para, expandir, negócios, Ásia</media:keywords>
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<title>Dólar abre em queda, de olho em novos dados de emprego dos EUA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-abre-em-queda-de-olho-em-novos-dados-de-emprego-dos-eua</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (7) em queda, com um recuo de 0,18% perto das 9h, cotado a R$ 5,0980. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os novos dados de emprego dos Estados Unidos são o principal destaque da sessão. O payroll, principal relatório de emprego americano, deve atualizar o desempenho da atividade econômica do país e, consequentemente, trazer sinais sobre quais tendem a ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) na condução dos juros. 
▶️ No exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Apesar das indicações recentes sobre as negociações entre os EUA e o Irã, a notícia de que o parlamento iraniano estuda proibir a entrada de embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis volta a trazer preocupações sobre o Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região. 
Em meio às incertezas sobre a reabertura total do canal, o petróleo tinha volatilidade nesta sexta. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,91%, cotado a US$ 81,74. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, tinha queda de 0,83% no mesmo horário, a US$ 76,65 o barril.
▶️No Brasil, investidores repercutem os resultados da Petrobras. Na véspera, a companhia reportou um aumento de 96,8% no lucro do segundo trimestre, para R$ 52,4 bilhões. O desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção, pelas maiores exportações de petróleo e pela forte alta das cotações internacionais da commodity. Outros resultados corporativos também ficam no radar. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Conflito no Oriente Médio
Apesar das indicações recentes de que os EUA e o Irã caminham para um acordo nos próximos dias, notícias circularam pelo mercado afirmando que o parlamento iraniano estuda um plano para impedir que embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis, passem pelo Estreito de Ormuz.
O canal é uma das mais importantes via marítima da região, por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.
A indicação aumenta a percepção de que a reabertura total do Estreito deve ser adiada e aumenta as preocupações com a oferta global de petróleo e uma eventual crise de energia.
Segundo a Reuters informou nesta semana, o Irã quer ter &quot;controle total&quot; sobre o tráfego de entrada de navios comerciais no Estreito de Ormuz e poder para intervir quando julgar necessário. Os EUA não haviam se pronunciado publicamente sobre o plano iraniano.
Bolsas globais
Na Ásia, as ações da China fecharam em alta nesta sexta-feira, à medida que dados comerciais melhores do que o esperado na região ajudaram a recuperar o otimismo do mercado.
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 1%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,5% e o Nikkei, do Japão, perdeu 0,12%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 0,6%.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Embrapa lança nova cultivar braquiária com potencial para elevar ganho de peso bovino por hectare</title>
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Reprodução/Embrapa
A Embrapa lançou este ano uma nova cultivar de Brachiaria decumbens, espécie de capim muito utilizada na alimentação do gado no Brasil. Chamada BRS Carinás, ela chega como uma nova opção para a formação de pastagens no país (veja material completo aqui).
A Brachiaria decumbens, conhecida popularmente como braquiarinha, se destaca pela resistência e está presente principalmente em propriedades do Centro-Oeste. Durante cerca de 60 anos, os pecuaristas brasileiros tiveram apenas uma cultivar comercial dessa espécie à disposição: a Basilisk.
A BRS Carinás foi desenvolvida para oferecer maior produção de forragem e de folhas, permitindo colocar mais animais na mesma área de pastagem e aumentar a produção de carne por hectare.
Segundo a Embrapa, com a nova cultivar, foi possível constatar um ganho de peso bovino de 13,3 arrobas por hectare ao ano, contra 11,9 arrobas ao ano em comparação com a Basilisk. A diferença representa um ganho de produtividade de cerca de 12%.
Carimbo na carne: saiba o que significa e se ele oferece riscos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos em setembro; veja se o seu será afetado</title>
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<description><![CDATA[      WhatsApp ganha nomes de usuário e vai dispensar número para começar conversa
Daqui a exatamente um mês, o WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android mais antigos. A mudança entra em vigor em 8 de setembro de 2026, quando o aplicativo passará a ser compatível apenas com aparelhos que rodam Android 6.0, lançado em 2015, ou versões posteriores.
Com a mudança, aparelhos que pararam nas versões 5.0 ou 5.1 do Android perderão acesso ao aplicativo, como já aconteceu com sistemas anteriores.
Em sua Central de Ajuda, o WhatsApp exibe a mensagem: &quot;a partir do dia 8 de setembro de 2026, o WhatsApp será compatível apenas com Android 6 e posterior.
Para continuar usando o aplicativo, a pessoa precisa atualizar o sistema Android ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente. 
⚠️ Para quem usa iPhone, uma mudança está prevista para 30 de novembro de 2026: a partir dessa data, o WhatsApp será compatível apenas com o iOS 15.5 ou versões posteriores.
WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos em setembro; veja se o seu será afetado
Unsplash/Amanz
???? Veja abaixo como conferir a versão do seu Android e se há atualização disponível: 
Clique no ícone de &quot;Configurações&quot; do celular;
Em seguida, toque em &quot;Sobre o dispositivo&quot; (ou &quot;Sobre o telefone&quot;);
Em alguns modelos, é necessário clicar em &quot;Informações do software&quot; na sequência;
Verifique a &quot;Versão do Android&quot;;
Por que isso acontece?
O WhatsApp está sempre fazendo correções de falhas, principalmente de segurança, e incluindo novas funcionalidades no aplicativo. Nem sempre esses modelos mais velhos conseguem suportar essas atualizações. 
Vale lembrar que as atualizações de segurança são constantes em qualquer aplicativo e fundamentais para evitar que o usuário — e especialmente seus dados pessoais — fiquem vulneráveis.
A empresa explica que, anualmente, faz uma revisão dos sistemas Android e iOS (iPhone) mais antigos e com menor número de usuários. Com base nesse levantamento, a empresa pode definir uma nova versão mínima exigida para o funcionamento do app.
A Meta não divulga uma lista oficial dos aparelhos que deixarão de suportar o app de mensagens. O que ela informa é com quais sistemas ele é compatível.
Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Como criar galinhas poedeiras e frangos caipiras</title>
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<description><![CDATA[      Material ensina como criar galinhas poedeiras e frangos caipiras.
Divulgação/Emater-MG
Quer entender como criar galinhas poedeiras e frangos caipiras? A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) disponibiliza gratuitamente uma cartilha com orientações sobre boas práticas.
O material traz informações sobre a infraestrutura necessária para a criação das aves, além de orientações para a seleção dos animais e o manejo no dia a dia. A cartilha também reúne dicas para garantir uma alimentação balanceada e cuidar da saúde das aves.
????Acesse aqui
Carimbo na carne: saiba o que significa e se ele oferece riscos ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Meta é condenada a pagar R$ 2,9 bilhões para estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes</title>
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<description><![CDATA[      União Europeia exige que Meta mude o &#039;design viciante&#039; do Facebook e do Instagram
Um juiz do Novo México, no sudoeste dos Estados Unidos, determinou nesta quinta-feira (6) que a Meta pague US$ 567 milhões (R$ 2,9 bilhões) após uma ação movida pelo estado contra a empresa por causar &quot;perturbação pública&quot; e prejudicar menores de idade.
A controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram já havia sido condenada, em março, a pagar US$ 375 milhões (R$ 1,9 bilhão) em indenizações ao Novo México, após um júri concluir que a empresa expôs crianças a predadores em suas plataformas, entre outros prejuízos.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;Discordamos da decisão e vamos recorrer&quot;, afirmou a Meta em comunicado enviado à AFP nesta quinta-feira. &quot;Trabalhamos arduamente para manter as pessoas seguras em nossas plataformas e temos sido transparentes sobre os desafios de identificar e remover agentes mal-intencionados e conteúdos nocivos&quot;, acrescentou.
O juiz incluiu em sua decisão uma série de medidas inéditas, que serão aplicadas por cinco anos às contas de adolescentes no Novo México. 
A Meta deverá, por exemplo, limitar a 90 horas por mês o tempo total de uso do Facebook e do Instagram por menores de 18 anos.
Pais preocupados
O procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, processou a empresa em 2023 por não proteger menores dos perigos presentes na internet.
Durante as alegações finais, a promotora Linda Singer afirmou ao júri que os algoritmos da Meta direcionavam adultos a conteúdos publicados por adolescentes, enquanto a empresa ocultava conclusões internas sobre os riscos para os jovens.
Em março, o júri concluiu que a Meta violou a Lei de Práticas Desleais do estado ao enganar os consumidores sobre a segurança de seus produtos para menores.
&quot;Este caso sempre teve como objetivo proteger as crianças, defender as famílias e garantir que uma das maiores empresas de tecnologia do mundo não possa lucrar com práticas que colocam os jovens em risco sem enfrentar consequências&quot;, declarou Raúl Torrez em comunicado divulgado nesta quinta-feira.
Parte dos US$ 567 milhões (R$ 2,9 bilhões) será destinada a tratamentos de saúde mental, e o pagamento será feito ao longo de cinco anos. 
Os recursos também financiarão programas de conscientização e prevenção, além de outras iniciativas voltadas à proteção dos usuários contra riscos no ambiente digital.
Julgamentos exemplares
Logos do Instagram, TikTok, Snapchat, YouTube, Facebook, Twitch e Reddit aparecem na tela de um celular, nesta ilustração feita em 9 de dezembro de 2025.
REUTERS/Hollie Adams/Ilustração/Foto de arquivo.
Milhares de ações judiciais foram movidas contra empresas de redes sociais nos Estados Unidos por supostos danos a crianças e à saúde mental.
Mais de 30 estados processam a Meta por acusações semelhantes, e um julgamento pode começar em agosto, em Oakland, na Califórnia.
Em julho, um adolescente americano retirou a ação contra a Meta poucos dias antes do início do julgamento. O jovem também firmou acordos confidenciais com o YouTube, o TikTok e o Snap.
O caso era considerado um julgamento-modelo que poderia estabelecer um precedente para a resolução de milhares de ações semelhantes em todo o país.
O primeiro julgamento sobre danos à saúde mental atribuídos às redes sociais foi concluído em março, quando um júri de Los Angeles determinou que a Meta e o Google pagassem US$ 6 milhões (R$ 30 milhões) a uma mulher de 20 anos.
Em maio, a Meta, a Snap, o TikTok e o YouTube firmaram acordos confidenciais com um distrito escolar de Kentucky. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Meta, condenada, pagar, 2, 9, bilhões, para, estado, dos, EUA, por, caso, envolvendo, menores, nas, redes</media:keywords>
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<title>INFOGRÁFICO mostra como o tarifaço mudou o mapa das exportações brasileiras aos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Análise: Brasil teve o maior aumento de tarifas
Um ano após o início do tarifaço dos Estados Unidos, em 6 de agosto do ano passado, as exportações brasileiras para o mercado americano mudaram de perfil. 
Para mostrar como essas mudanças se distribuíram pelo país, o g1 analisou dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), comparando as vendas aos EUA no primeiro semestre de 2025, antes da entrada em vigor das tarifas, com as do primeiro semestre deste ano, quando as medidas já afetavam parte dos produtos brasileiros.
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No mapa, o saldo representa a diferença entre o valor exportado em cada um dos dois períodos. Quando é positivo, indica que o estado ampliou as vendas aos EUA. Quando é negativo, mostra que houve redução.
No infográfico abaixo, veja quais estados ganharam ou perderam mais espaço no mercado americano, os produtos que mais influenciaram esses resultados e como o comércio entre os dois países mudou ao longo de um ano de tarifaço.
Tarifaço redesenha exportações brasileiras para os EUA
Arte/g1 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Você sabe separar amizade e trabalho? Faça o QUIZ e descubra</title>
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<description><![CDATA[      Amizade no trabalho ajuda ou atrapalha a carreira? Entenda os limites
Amizades no trabalho podem tornar a rotina mais leve, fortalecer o senso de pertencimento, ampliar o networking e até impulsionar o desenvolvimento profissional.
Ao mesmo tempo, especialistas alertam que é preciso manter limites claros para que os laços pessoais não interfiram em decisões, feedbacks ou responsabilidades do dia a dia.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas será que você consegue separar amizade e profissionalismo? Responda ao QUIZ preparado pelo g1 com apoio de especialistas e descubra como você lida com essas situações no ambiente de trabalho. 
Ao final, veja qual perfil mais combina com você e confira dicas para construir relações saudáveis sem comprometer a carreira.
Você sabe separar amizade e trabalho?
Como construir amizades saudáveis no trabalho?
Os especialistas recomendam alguns cuidados para manter relações positivas sem comprometer o desempenho profissional:
Evitar privilégios a colegas próximos em promoções, avaliações ou distribuição de tarefas;
Respeitar os limites pessoais dos outros profissionais;
Separar critérios profissionais das relações pessoais;
Manter imparcialidade em feedbacks e decisões;
Preservar informações confidenciais;
Evitar que conflitos pessoais interfiram nas atividades da equipe.
Também é importante observar alguns sinais de que a amizade pode estar ultrapassando os limites:
Você evita dar feedback por medo de perder a amizade;
Decisões passam a ser tomadas por afinidade e não por mérito;
Informações confidenciais são compartilhadas fora do contexto profissional;
Há percepção de favorecimento ou formação de grupos fechados;
Conflitos pessoais começam a afetar o desempenho da equipe.
Segundo Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP), a principal regra é simples: &quot;A amizade deve adicionar valor ao seu trabalho, não subtrair a sua objetividade.&quot;
Muller Gomes, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half, resume a discussão em uma palavra: maturidade. &quot;A amizade ajuda até certo ponto. É preciso entender quando ela contribui e quando começa a atrapalhar&quot;, afirma. 
Ele lembra que amizades também mudam com o tempo e que a saída de colegas faz parte da dinâmica natural do mercado de trabalho. &quot;As relações evoluem. Pessoas entram e saem das empresas. É importante entender isso como um ciclo&quot;, completa. 
Na avaliação dos especialistas, amizades podem fortalecer o ambiente de trabalho, ampliar o bem-estar e contribuir para o crescimento profissional. Mas esses benefícios só aparecem quando caminham lado a lado com ética, equilíbrio, maturidade e profissionalismo.
Como perceber que você está vivendo a solidão corporativa?
A solidão corporativa nem sempre significa trabalhar sozinho. Segundo especialistas, alguns sinais podem indicar que o problema está afetando sua rotina:
Você sente que não faz parte da equipe, mesmo trabalhando cercado de colegas;
Evita interações ou percebe que raramente é incluído em conversas e atividades do grupo;
Tem dificuldade para criar vínculos ou sente que não pode ser autêntico no ambiente de trabalho;
Perde a motivação para ir ao trabalho e sente que seus esforços passam despercebidos;
Apresenta sintomas como ansiedade, estresse, desânimo ou esgotamento relacionados ao trabalho.
Quando procurar ajuda?
Se a sensação de isolamento for persistente e começar a afetar sua saúde mental, seu desempenho ou sua qualidade de vida, especialistas recomendam conversar com a liderança, com o RH ou buscar apoio psicológico. 
Em ambientes saudáveis, o acolhimento e o senso de pertencimento também fazem parte das responsabilidades da empresa.
Você sabe separar amizade e trabalho? Faça o quiz e descubra.
Reprodução/Freepik ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 05:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como a cerveja é feita? Do lúpulo à levedura, veja o caminho da bebida até chegar ao copo</title>
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<description><![CDATA[      Lúpulo da cerveja é &#039;parente&#039; da cannabis e depende de luz artificial ao anoitecer no Bras
Celebrado nesta sexta-feira (7), o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade para conhecer o caminho percorrido pela bebida até chegar ao copo. Da produção do lúpulo ao trabalho da levedura, cada etapa influencia o sabor, o aroma e as características finais da cerveja.
Um dos maiores desafios da produção nacional está justamente no cultivo do lúpulo, uma das principais matérias-primas da bebida. A planta precisa de longos períodos de luminosidade para se desenvolver, condição comum em países como Estados Unidos e Alemanha durante o verão, mas rara no Brasil.
Para contornar esse obstáculo, produtores brasileiros recorrem à iluminação artificial e &quot;enganam&quot; a planta, simulando dias mais longos para estimular seu crescimento.
Além de ser um ingrediente essencial da cerveja, o lúpulo também desperta curiosidade por pertencer à mesma família botânica da cannabis, a Cannabaceae. Apesar do parentesco, as semelhanças praticamente terminam aí.
&quot;O lúpulo não tem o THC, por exemplo, que a maconha produz. Então, ela não é uma planta que vai dar o efeito entorpecente que a maconha dá&quot;, explica o produtor Murilo Ricci. 
Segundo ele, a planta produz apenas um efeito relaxante e tem cultivo permitido no Brasil.
&#039;Rotas da Cerveja&#039; é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região
Divulgação/Cervejaria Alvorada
O que realmente vai para a cerveja
A parte mais valiosa do lúpulo está na flor. Nela ficam pequenos grãos dourados chamados lupulina, responsáveis por boa parte do amargor e dos aromas característicos da cerveja, além dos óleos essenciais utilizados na produção da bebida.
Depois da colheita, as flores passam por um processo cuidadoso. Elas não podem ser lavadas para evitar a oxidação. Em seguida, são limpas manualmente e levadas para a secagem, etapa que reduz a umidade natural da flor e dura entre 16 e 20 horas.
Mundo bebe cada vez menos cerveja, e cervejarias em crise penam para se reinventar
&#039;Rotas da Cerveja&#039; é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região
Divulgação/Cervejaria Pangea
&quot;No processo de fabricação da cerveja, a gente costuma usar o lúpulo no formato que chamamos de pellet&quot;, explica Guilherme Manganello, engenheiro de alimentos e cervejeiro.
Triturado e prensado, o ingrediente se torna mais prático para ser incorporado ao processo de fabricação.
Não é só o lúpulo
Embora seja um dos ingredientes mais conhecidos, o lúpulo está longe de ser o único componente da cerveja.
Segundo Manganello, a base da maioria das receitas é o malte pilsen, também chamado de malte claro ou malte base. Nas cervejas classificadas como puro malte, a bebida é produzida apenas com malte, sem a adição de outros cereais.
Além do malte de cevada, também é possível utilizar malte de trigo, responsável pelas tradicionais cervejas de trigo. Outras receitas podem incluir ingredientes conhecidos como adjuntos cervejeiros, como milho, arroz, centeio e sorgo.
Taça, copo, cerveja, álcool, bebida alcoólica.
Reprodução/EPTV
Quem faz a cerveja é a levedura
Na fábrica, os grãos são moídos e misturados à água para formar um líquido adocicado chamado mosto. Apesar de toda a tecnologia envolvida, Guilherme destaca que essa etapa ainda não produz a cerveja.
&quot;Nós, enquanto cervejeiros, não fazemos cerveja. A gente faz mosto. Quem faz a cerveja é a levedura&quot;, afirma.
Após um primeiro período de descanso e resfriamento, o mosto recebe a levedura, microrganismo responsável pela fermentação. É ela que consome os açúcares presentes no líquido e os transforma em álcool, gás carbônico e diversos compostos responsáveis pelos sabores e aromas da bebida.
Segundo o cervejeiro, esse processo leva entre 15 e 20 dias. Só depois disso a cerveja segue para o envase, recebe tampa e rótulo e vai para a câmara fria, onde permanece refrigerada para preservar o frescor.
Afinal, qual é a diferença entre cerveja e chopp?
Uma dúvida comum entre consumidores é se existe diferença entre cerveja e chopp.
No Brasil, convencionou-se chamar de cerveja a bebida pasteurizada — aquela que passa por aquecimento para aumentar a durabilidade —, enquanto o chopp não é submetido a esse processo.
Guilherme explica que, na cervejaria onde trabalha, a opção é não pasteurizar a bebida.
&quot;A gente quer manter essa cerveja o mais fresca possível&quot;, diz. Segundo ele, embora a pasteurização aumente o tempo de conservação, o processo também reduz parte do frescor que caracteriza a bebida.
A favorita dos brasileiros
Entre os diversos estilos produzidos no país, a pilsen continua sendo a preferida dos brasileiros. O estilo é conhecido pela coloração dourada, amargor moderado e teor alcoólico geralmente entre 4,5% e 4,8%, características que ajudam a explicar sua popularidade. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>El Niño: governo decide reduzir geração de hidrelétricas para enfrentar fenômeno climático</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal decidiu reduzir a geração de energia das hidrelétricas para armazenar mais água nos reservatórios e reforçar a segurança hídrica do sistema elétrico para enfrentar os efeitos do El Niño, previsto para o segundo semestre deste ano.
???? O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. O evento, que costuma ocorrer a cada dois a sete anos, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta. No Brasil, pode intensificar o calor, aumentar o risco de seca em partes do Norte e Nordeste e provocar chuvas acima da média no Sul.
A medida faz parte de um pacote de ações aprovado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Segundo o colegiado, a probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre é de 70%.
Entre as demais medidas adotadas estão:
acompanhamento intensivo das condições hidrometeorológicas que afetam o sistema elétrico;
criação de uma sala de monitoramento do abastecimento de combustíveis para os sistemas de geração da Região Norte; e
participação em grupos interinstitucionais sobre o fenômeno, com órgãos como a Casa Civil e a Defesa Civil.
O plano também prevê o monitoramento e a adoção de medidas preventivas por agentes dos setores de geração, transmissão e distribuição de energia.
Usina hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo
Acervo Secom
El Niño
Reportagem do Fantástico mostrou que o El Niño deve aumentar o risco de eventos climáticos extremos no Brasil nos próximos meses.
Segundo especialistas, o fenômeno, provocado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico na costa do Peru, já começou a influenciar o clima e tende a favorecer tempestades severas e enchentes, especialmente na Região Sul.
A previsão ocorre em um momento em que diferentes partes do mundo enfrentam uma sequência de desastres relacionados ao clima.
Na Europa, incêndios florestais ganharam força com o aumento das temperaturas. Índia e China registraram enchentes e ondas de calor, enquanto o Chile enfrentou nevascas e inundações. No Brasil, o Rio Grande do Sul foi atingido por chuva intensa, granizo e tornados.
Segundo meteorologistas, o excesso de chuva registrado recentemente no Sul já indica uma antecipação da influência do El Niño.
&quot;O que a gente vem observando é uma antecipação de potencial influência desse fenômeno nesse excesso de chuva que a gente viu recentemente no Sul do país&quot;, afirma um especialista ouvido na reportagem.
De acordo com os pesquisadores, o fenômeno já está formado e seus efeitos devem ficar mais intensos ao longo dos próximos meses.
&quot;Ele agora já está influenciando. Já está favorecendo essas tempestades severas, inundações no Sul, e o pico que se espera desses eventos deve acontecer daqui a alguns meses&quot;, disse. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Concurso 3041 da Mega&#45;Sena acumula e vai a R$ 165 milhões; veja os números sorteados</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O sorteio do concurso 3.041 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (06), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 147 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 165 milhões.
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Veja os números sorteados: 16 - 21 - 24 - 31 - 43 - 54
5 acertos: 88 apostas ganhadoras, R$ 52.843,18
4 acertos: 6.903 apostas ganhadoras, R$ 1.110,41
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Resultado do concurso 3041 da Mega-Sena.
Reprodução / Caixa
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 22:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lucro da Petrobras sobe 96,8% no 2º trimestre, para R$ 52,4 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 52,4 bilhões no segundo trimestre, alta de 96,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, informou a companhia nesta quarta-feira (6).
Segundo a estatal, o resultado foi impulsionado pelo aumento da produção, pelas maiores exportações de petróleo e pela forte alta das cotações internacionais da commodity.
????Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
“O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”, afirmou Fernando Melgarejo, diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, em relatório.
O petróleo do tipo Brent é a principal referência internacional para a commodity. As cotações dispararam após o início da guerra entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro, com impactos sobre o tráfego no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de petróleo.
“Os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras”, acrescentou Malgarejo.
O Ebitda ajustado da estatal, indicador que mede o desempenho operacional da companhia antes de despesas financeiras, impostos e outros efeitos contábeis, somou R$ 93,8 bilhões entre abril e junho, alta de 79,6% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Agora no g1
Remuneração aos acionistas
O conselho de administração da Petrobras aprovou, também nesta quinta-feira, o pagamento de R$ 17,4 bilhões em remuneração aos acionistas, o equivalente a R$ 1,34814262 por ação ordinária e preferencial em circulação.
O valor corresponde a uma antecipação dos pagamentos previstos para o exercício de 2026 e foi aprovado com base no balanço do segundo trimestre. O pagamento será feito em duas parcelas, nos meses de novembro e dezembro.
* Reportagem em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 21:00:08 -0300</pubDate>
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<title>OpenAI prepara aparelho de IA sem tela para rivalizar com celular; preço deve passar de R$ 1,5 mil</title>
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<description><![CDATA[      OpenAI diz que ataque de sua IA atingiu mais alvos do que se sabia
A OpenAI, dona do ChatGPT, está desenvolvendo seu primeiro dispositivo próprio de inteligência artificial, um aparelho compacto, sem tela, que deve custar mais de US$ 300 (cerca de R$ 1,6 mil).
Segundo a Bloomberg, o lançamento está previsto para 2027.
O equipamento terá formato circular, parecido com uma rosquinha, e foi pensado para ser carregado facilmente pela casa com uma mão. A ideia da empresa é criar um “computador de IA” que ajude o usuário em tarefas do dia a dia e vá além das funções dos atuais alto-falantes inteligentes, dominados por empresas como Amazon e Google.
Diferentemente de caixas de som inteligentes tradicionais, o dispositivo da OpenAI será desenvolvido com a IA como principal função. Ele deverá conversar com o usuário de maneira mais natural, usando modelos avançados de IA semelhantes aos presentes no modo de voz do ChatGPT em celulares.
A empresa espera que o aparelho seja usado ao longo de todo o dia, escreveu a Bloomberg. Com o tempo, ele poderá aprender preferências, rotinas e hábitos do usuário para personalizar respostas e interações, funcionando como uma espécie de assistente pessoal.
Dispositivo terá movimentos, luzes e sensores
O aparelho terá componentes móveis para indicar quando está respondendo ou interagindo com alguém. Segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, a movimentação foi pensada para tornar o equipamento mais “vivo” do que os alto-falantes inteligentes atuais, que ficam parados em um único lugar.
O dispositivo também terá microfones e alto-falantes para receber comandos de voz e conversar com o usuário. Por funcionar com bateria, poderá ser usado em diferentes locais, como na mão, em uma mesa de cabeceira ou na cozinha.
[bbc] Logo da empresa OpenAI, responsável pelo ChatGPT
Getty Images
Além disso, o equipamento contará com luzes para sinalizar quando está ouvindo ou processando informações. Câmeras e outros sensores permitirão que a inteligência artificial compreenda o ambiente ao redor e use essas informações nas respostas.
A longo prazo, a companhia tem o objetivo de desenvolver produtos capazes de substituir algumas funções realizadas atualmente pelos smartphones.
Parceria com ex-designer da Apple
O projeto foi desenvolvido em parceria com o estúdio LoveFrom, criado pelo designer britânico Jony Ive, conhecido por liderar o desenvolvimento visual de produtos como iPhone, iPad, iPod e Apple Watch durante sua passagem pela Apple Inc..
O dispositivo terá aparência premium, com materiais de alta qualidade, incluindo metal. A OpenAI avalia cobrar entre US$ 300 e US$ 400 por unidade — valor acima da maioria das caixas de som inteligentes disponíveis atualmente, mas ainda abaixo do preço de um iPhone.
Disputa com a Apple envolve acusações sobre tecnologia
Logotipo da Apple
Reuters
O lançamento ocorre em meio a uma disputa judicial entre OpenAI e Apple. De acordo com a Bloomberg, a fabricante do iPhone acusa a empresa de inteligência artificial de utilizar informações confidenciais e técnicas de design que pertenceriam à Apple. 
A OpenAI nega as acusações.
A Apple afirma, no processo, que a OpenAI teria procurado um fornecedor tradicional da companhia para desenvolver uma técnica de acabamento em metal semelhante à utilizada em seus produtos. A OpenAI, porém, argumenta que a acusação é vaga e que seu dispositivo foi criado de forma independente.
Segundo pessoas próximas ao projeto, a empresa realizou uma investigação interna após a abertura do processo e concluiu que o aparelho não utiliza segredos comerciais da Apple.
Apesar da disputa, a OpenAI continua avançando no desenvolvimento do produto. A empresa pretende apresentar o dispositivo antes do lançamento oficial, previsto para 2027, embora a ação judicial possa afetar os planos. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
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<media:keywords>OpenAI, prepara, aparelho, sem, tela, para, rivalizar, com, celular, preço, deve, passar, 1, 5, mil</media:keywords>
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<title>Trump anuncia nova tarifa para proteger indústria de chips e energia solar dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de agosto de 2026
REUTERS/Evelyn Hockstein
A Casa Branca impôs nesta quinta-feira (6) uma série de preços mínimos de importação e uma tarifa de 15% sobre produtos feitos de polissilício, a matéria-prima usada na fabricação de semicondutores e painéis solares.
A medida, adotada por meio da Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962 pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem como objetivo proteger os fabricantes americanos de polissilício da concorrência chinesa.
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O polissilício, uma forma de silício de altíssima pureza, está no início da cadeia de suprimentos da fabricação de semicondutores e de equipamentos de energia solar. 
Os fabricantes transformam as lâminas de silício em células solares, que depois são montadas em módulos, ou painéis, usados em projetos de geração de energia solar.
As medidas de proteção comercial entrarão em vigor em 4 de dezembro, informou a Casa Branca.
Segundo um documento da Casa Branca, o presidente estabeleceu preços mínimos de importação de US$ 21 por quilograma para o polissilício, US$ 100 por quilograma para lingotes e lâminas de polissilício, US$ 0,22 por watt para células solares e US$ 0,38 por watt para módulos, ou painéis, solares.
A proclamação também autoriza o Departamento de Comércio a criar um programa de incentivos para empresas que investirem em fábricas para produzir polissilício ou produtos derivados.
O plano do governo de adotar um sistema híbrido, que combina preços mínimos de importação com tarifas, foi revelado pela Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Crise do BRB: Durigan nega &amp;apos;inércia&amp;apos; da União e diz que reclamação do governo do DF prejudica acordo</title>
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<description><![CDATA[      Prédio-sede do BRB em Brasília, em imag
Jornal Nacional/ Reprodução
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, contestou nesta quinta-feira (6) a reclamação do governo do Distrito Federal sobre uma suposta &quot;inércia&quot; do governo federal nas tratativas do empréstimo de R$ 6,6 bilhões para socorrer o Banco de Brasília (BRB).
O governo Celina Leão (PP) fez a reclamação diretamente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, que homologou um acordo no fim de maio para viabilizar o empréstimo. 
Em resposta, Fux marcou uma nova audiência de conciliação para a próxima semana.
&quot;[A acusação de inércia] Gerou profunda insatisfação nas equipes do governo federal que vêm viabilizando o acordo. Parece bastante estranho quando a gente lembra que o problema do BRB tem origem crimonosa no BRB e no governo do DF&quot;, rebateu Durigan.
O ministro afirmou que as equipes envolvidas nas tratativas ficaram &quot;profundamente incomodadas&quot;, e que as informações pendentes para a conclusão do acordo devem ser prestadas pelo próprio governo do DF.
&quot;E eu aqui gostaria de rechaçar: não há nenhuma inércia. Inclusive, há contribuição da União com algo que não tem a ver com a União, é todo do DF. Estarei na audiência pública para levar, inclusive, essa fala de indignação das equipes. Essa insatisfação atrapalha o andamento&quot;, emendou.
DF criticou União e FGC em ofício
No ofício enviado ao ministro Luiz Fux, o governo do Distrito Federal reclama da &quot;inércia&quot; da União e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no cumprimento do acordo homologado em maio.
&quot;Decorridos mais de dois meses da celebração do acordo [...] não há concessão, não há recusa, não há proposta, não há indicação de condições, de cronograma ou dos elementos que o Fundo repute necessários à análise nem há pela União o cumprimento das disposições contratuais&quot;, diz a reclamação feita pelo governo do DF ao Supremo.
Pela decisão de Fux, devem participar da audiência representantes do governo do DF, do BRB, da Advocacia-Geral da União, do Ministério da Fazenda, do Banco Central, do FGC e do Ministério Público Federal.
O Banco do Brasil também deverá enviar um representante, em nome do consórcio de bancos que estuda a concessão do empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.
Presidente do BRB explica modelagem do empréstimo que pode salvar o banco
➡️O governo do DF tem pressa para finalizar a contratação do empréstimo e recompor o patrimônio do BRB, danificado pelas transações malsucedidas com o Banco Master.
➡️O BRB não divulga seu balanço patrimonial desde novembro de 2025, justamente em razão da fragilidade deixada por essas operações. O governo do DF, como acionista controlador do banco, é o ente responsável por sanear o quadro.
Que crise é essa?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Plano ainda não deu frutos
Como mostrou o g1, o prazo de 180 dias para que o BRB executasse o plano de capitalização apresentado ao Banco Central em fevereiro terminou nesta quarta – mas as medidas de maior impacto ainda não foram implementadas.
O documento foi apresentado em 6 de fevereiro como um &quot;plano de capital preventivo&quot;. O material incluía uma série de providências para reforçar, se necessário, o patrimônio do BRB após a sequência de transações malsucedidas com o Banco Master.
De lá para cá, a necessidade de reforço foi confirmada. O BRB divulgou alguns dos números do rombo (veja abaixo) e algumas medidas para combatê-lo – entre elas, o empréstimo de até R$ 6,6 bilhões e um acordo com um fundo para negociar outros R$ 15 bilhões em ativos do Master.
O empréstimo segue pendente, aguardando sinal verde dos principais bancos públicos e privados do país. É essa a etapa que deve ser discutida na audiência de conciliação convocada por Fux.
Já o acordo com o fundo Quadra Capital foi desfeito em junho, como noticiou o g1.
O plano preventivo de capital do BRB segue sob sigilo, 180 dias após a apresentação. Por isso, não é possível saber exatamente quantas e quais medidas foram incluídas nele.
Desde fevereiro, o BRB anunciou outras ações para tentar reverter parte do prejuízo:
a resp ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Efeito China&amp;apos;: ofensiva chinesa traz 7 novas marcas de carros ao Brasil até 2028</title>
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<description><![CDATA[      iCAUR chega ao Brasil com o V27 no ano que vem.
Divulgação / iCAUR
A Chery International confirmou nesta quarta-feira (5) a chegada da iCAUR ao Brasil e anunciou os planos para outras três marcas do grupo.
Segundo o cronograma da multinacional, que já opera a Omoda &amp; Jaecco no Brasil, os modelos da iCAUR e da Lepas começarão a ser vendidos em 2027. Em 2028, será a vez das marcas de luxo Luxeed e Freelander, que atuarão sob a bandeira da Exeed.
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Para 2026, o grupo planeja ter mais de 150 lojas e vender mais de 10 mil carros por mês. Com a chegada das novas marcas, a Chery International pretende continuar a expansão e encerrar 2031 com mais de 1 mil lojas e mais de 500 mil carros vendidos no ano.
Roger Corassa, vice-presidente da Omoda &amp; Jaecco, afirmou que o grupo estuda a instalação de uma fábrica no Brasil e que ainda analisa os incentivos oferecidos por cada estado.
“É natural que, para ter escala no Brasil, seja necessário ter uma linha de montagem no país. Mas ainda estamos analisando as possibilidades”, disse o executivo.
&#039;Efeito China&#039;: preço médio do carro zero no Brasil tem a primeira queda em seis anos
Em maio, o Grupo Chery lançou a marca Omoda &amp; Jaecco na Argentina e confirmou a intenção de abrir uma linha de montagem no país vizinho. A empresa também anunciou um centro de distribuição de peças para atender a região.
Corassa não quis comentar a operação na Argentina, mas afirmou que uma integração com os países vizinhos faz sentido.
A iCAUR (pronuncia-se “Ai Car” sem a letra “u”), aposta em SUVs de linhas quadradas, com clara inspiração em modelos da Land Rover. O primeiro modelo a chegar será o V27, equipado com a tecnologia REEV, em que a propulsão é elétrica e o motor a combustão é usado apenas para recarregar as baterias.
A marca ainda não confirmou os dados técnicos para o mercado brasileiro, já que o modelo passa pelo processo de homologação. No site internacional da iCAUR, o V27 topo de linha aparece com dois motores elétricos, potência de 449 cv e torque de 51,5 kgfm.
iCAUR V23 está confirmado para o Brasil.
Divulgação / iCAUR
Também foi confirmada a venda do V23, um jipinho 100% elétrico, além de outros dois utilitários esportivos: o V25 e o V29.
A Lepas, também confirmada para o Brasil, adota uma proposta diferente da iCAUR. A marca aposta em SUVs de linhas mais tradicionais, que lembram modelos vendidos no país pela Caoa Chery. O nome Lepas é uma junção das palavras &quot;leap&quot; (saltar, em inglês), &quot;passion&quot; (paixão, em inglês) e &quot;leopard&quot; (leopardo, em inglês).
Já as marcas Freelander, Luxeed e Exeed serão comercializadas sob a bandeira Exeed. A estratégia é concentrar a atuação em veículos de menor volume de vendas, posicionados no segmento de luxo e com maior valor agregado.
A Chery chegou a cogitar trazer a Exeed ao Brasil há alguns anos, mas impasses com o grupo Caoa, que assumiu a operação da marca Chery no país, fizeram a montadora chinesa desistir do plano.
A Jetour também pertence à Chery International. No entanto, sua operação no Brasil e em outros mercados é independente. Tanto que, durante o evento da iCAUR, o CEO da Chery International no Brasil, Hu Peng, não considerou os números da Jetour no planejamento da empresa para o país.
Também ainda não está claro como será a relação entre a Chery International e a Caoa Chery no mercado brasileiro. Até porque o grupo Caoa anunciou recentemente a criação da Caoa Changan Brasil, que passará a vender modelos das marcas Changan e Avatr.
Hu Peng, CEO da Chery International para o Brasil, apresenta a iCAUR
Divulgação / iCAUR
Mais marcas
A Dongfeng confirmou a chegada ao Brasil e, por aqui, adotará a sigla DFM. O chefe de vendas e expansão de rede, Felipe Amaral de Souza, confirmou os planos da marca e afirmou que, nas próximas semanas, os veículos serão apresentados oficialmente ao público.
Segundo o executivo, a DFM já tem 57 lojas aprovadas e 31 grupos concessionários. A marca pretende estar presente em 21 estados e no Distrito Federal.
A IM, divisão de luxo da MG, também deve chegar ao Brasil. Apesar de a MG carregar a história de uma tradicional marca britânica, ela foi adquirida pela chinesa SAIC e hoje já não tem ligação com os modelos que a transformaram em um ícone da indústria automotiva britânica nas décadas passadas.
Thiago Marques, head de marketing da MG Motors, afirmou que, apesar da operação ainda ser pequena, a MG Motors e a IM contam com o respaldo do grupo e pretendem crescer no país sem descartar a instalação de uma linha de produção própria.
O g1 acompanhou o lançamento oficial do MG4 Urban, modelo que será montado no Ceará, na mesma linha de produção que também fabricará os Chevrolet Captiva e Chevrolet Sonic para o mercado brasileiro.
A chegada dessas novas marcas é mais um capítulo do chamado &quot;efeito China&quot;, que vem transformando o mercado automotivo brasileiro.
Preço médio do carro zero no Brasil
Um estudo da Bright Consulting mostra que, pela primeira ve ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar e Ibovespa fecham em queda após Copom reduzir juros ao menor patamar desde março de 2025</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar encerrou esta quinta-feira (6) em queda de 0,41%, cotado a R$ 5,1070. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, também fechou em baixa, de 1,22%, aos 175.555 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores repercutem nesta quinta-feira a nova decisão e juros do Banco Central do Brasil (BC). Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu fazer o quarto corte seguido na taxa básica de juros nesta quarta, levando a Selic para 14% ao ano — menor patamar desde março de 2025.
▶️ No exterior, as negociações entre os Estados Unidos e o Irã seguem no radar. Na véspera, Teerã afirmou que teria chegado a um acordo com Omã sobre a divisão e a administração do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região. Segundo o presidente americano, Donald Trump, um acordo pode sair nos próximos dias.
O barril do Brent, referência internacional, teve alta de 1,76%, cotado a US$ 80,29. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançou 0,88%, a US$ 75,88 o barril.
▶️Na agenda econômica, investidores avaliam indicadores econômicos e balanços corporativos. Nos EUA, as atenções ficam voltadas para os dados de pedidos de seguro-desemprego e de produtividade. Já no Brasil, o foco fica com a balança comercial de julho e com a divulgação de resultados da Petrobras e de outras empresas. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Copom leva Selic ao menor patamar em mais de um ano 
O Copom decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano. Este é o quarto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime.
Brasil continua com o maior juro real do mundo; veja ranking
No comunicado, o Copom afirmou que a decisão está alinhada ao objetivo de trazer a inflação de volta para perto da meta. Segundo o comitê, a medida também ajuda a reduzir oscilações na atividade econômica e a estimular a geração de empregos.
O Copom disse ainda que o cenário internacional continua incerto, em meio aos conflitos no Oriente Médio e às dúvidas sobre os próximos passos dos bancos centrais de países desenvolvidos. Para o comitê, esse ambiente exige cautela dos países emergentes.
O colegiado também reforçou que as próximas decisões sobre os juros dependerão da evolução da economia e do comportamento da inflação. Segundo o BC, o tamanho total dos ajustes na taxa básica será definido com base nos dados que forem divulgados daqui para frente, para garantir que a inflação volte à meta.
A decisão vem apenas uma semana após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75%, e já era esperada pelo mercado financeiro. A projeção é de que a Selic encerre o ano em 13,75% ao ano, o que pressupõe mais um corte na reunião de novembro.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O Irã disse, nesta quarta-feira (5), que chegou a um acordo com o Omã sobre a divisão e administração do Estreito de Ormuz e a rota de passagem de navios. Segundo o ministério de Relações Exteriores do país, os negociadores das duas partes estão finalizando os detalhes da administração conjunta da passagem e do controle do tráfego de embarcações.
&quot;As coordenadas geográficas da rota proposta pelos dois países já foram definidas. Se não houver interferência de terceiros, a declaração conjunta, que reunirá os principais pontos de consenso e as considerações acordadas, também está em fase final de revisão e redação&quot;, disse o porta-voz Esmaeil Baqaei.
Baghaei acrescentou, porém, que um eventual acordo entre Irã e Omã não seria suficiente, por si só, para garantir a segurança na passagem marítima. O impasse segue ligado ao bloqueio americano a portos iranianos e à oposição dos Estados Unidos a pedágios ou autorizações iranianas.
A proposta prevê um novo arranjo para o trânsito de navios, diferente das rotas usadas antes da guerra. As embarcações vão entrar no Golfo Pérsico por uma rota sob controle iraniano para, depois, sair por uma passagem controlada por Omã.
O Omã também propôs um mecanismo regional de gestão conjunta, com contribuições voluntárias de empresas de navegação para cobrir segurança, proteção ambiental e serviços de resgate.
Na mesma fala, o chanceler também negou que o Irã tivesse sessões de negociação com os Estados Unidos. A fala contraria as declarações mais recentes do governo de Donald Trump, que na última terça-feira (4) disse que há avanços nas tratativas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, mas ainda não há acordo fechado.
Em meio às incertezas, o petróleo operava em alta nesta quinta-feira.
Bolsas globais
Na Ásia, os mercados fecharam mistos nesta quinta-feira, co ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Muito caro viajar de avião? Guerra encarece querosene e gera R$ 5,2 bilhões de gastos a mais às aéreas</title>
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<description><![CDATA[      Alta no querosene de aviação encarece passagens aéreas no Brasil
A alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelos conflitos no Oriente Médio, elevou em R$ 5,2 bilhões os gastos das companhias aéreas brasileiras com querosene de aviação (QAV) em 2026. 
Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com o reajuste de 1,9% anunciado pela Petrobras em 1º de agosto, o aumento acumulado do combustível chegou a 49% desde o fim de fevereiro, quando o conflito teve início.
Avião Embraer E195-E2
LATAM/Divulgação
A forte exposição das empresas aéreas à volatilidade do mercado internacional fez o preço do QAV praticamente dobrar em maio na comparação com o período anterior à guerra. Após o novo reajuste, o combustível passou a representar 39% dos custos operacionais das companhias aéreas, ante 32% antes do início do conflito.
BNDES aprova R$ 8 bilhões em crédito 
No final de julho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou uma linha de crédito de até R$ 8 bilhões para reforçar despesas de quatro companhias aéreas que operam em voos domésticos no Brasil: Azul, Abaeté, Gol e Latam.
BNDES aprova crédito de R$ 8 bilhões para Azul, Gol, Latam e Abaeté
Os recursos, provenientes do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), poderão ser utilizados até dezembro de 2026.
A medida busca dar investimento rápido às empresas diante da forte alta nos custos do combustível de aviação, que quase dobrou entre abril e maio deste ano em consequência da escalada da guerra no Oriente Médio. A linha de financiamento é destinada às empresas de transporte aéreo regular doméstico. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>8 em cada 10 famílias brasileiras têm dívidas; cartão de crédito segue como principal vilão</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O endividamento das famílias brasileiras bateu um novo recorde em julho: 82% dos consumidores disseram ter algum tipo de dívida a vencer, o maior nível desde o início da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 
Ao mesmo tempo, embora a inadimplência tenha recuado levemente após três meses do Desenrola 2.0, aumentou a parcela de brasileiros com mais da metade da renda comprometida com pagamentos.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (6).
 O levantamento mostra que o percentual de famílias com dívidas subiu 0,4 ponto percentual em relação a junho, quando estava em 81,6%, e avançou 3,5 pontos percentuais na comparação com julho de 2025, quando era de 78,5%.
Com o resultado, o indicador alcançou o sexto recorde consecutivo na série histórica da pesquisa.
Entre os principais tipos de dívida estão cartão de crédito, financiamentos, empréstimos pessoais, cheque especial e carnês de lojas.
Crescimento do endividamento das famílias
g1
Crescimento do endividamento das famílias
g1
Qual a diferença entre endividamento e inadimplência?
Endividamento: Ter dívidas não significa necessariamente estar com problemas financeiros. O indicador mede a parcela de famílias que possuem algum compromisso financeiro a vencer, como cartão de crédito, financiamento, empréstimo pessoal, cheque especial ou carnê de loja. Uma pessoa que parcela uma compra no cartão ou paga um financiamento em dia, por exemplo, entra na estatística de endividamento.
Inadimplência: Já a inadimplência indica quando a dívida não foi paga no prazo combinado. Ou seja, são consumidores com contas vencidas e em atraso. Uma família pode estar endividada e não ser inadimplente, caso esteja pagando as parcelas normalmente. Por outro lado, quem deixa uma dívida vencer passa a fazer parte do grupo de inadimplentes.
Inadimplência recua, mas peso das dívidas aumenta
Apesar do avanço do endividamento, a parcela de famílias com contas em atraso teve uma pequena melhora em julho. O índice passou de 29,9% para 29,8% entre junho e julho. No mesmo mês de 2025, a taxa era de 30%.
O resultado ocorre após os primeiros 90 dias de funcionamento do Desenrola 2.0, programa federal de renegociação de dívidas lançado em maio.
Desenrola 2.0: veja perguntas e respostas sobre o novo programa
O principal alerta da CNC, porém, está no comprometimento da renda. Em julho, 19% das famílias afirmaram ter mais da metade dos rendimentos comprometidos com o pagamento de dívidas, maior nível desde março deste ano.
Para a economista e professora da FGV Carla Beni, a leve queda da inadimplência não significa que as famílias estejam menos pressionadas financeiramente.
&quot;A inadimplência é a última coisa que uma família quer. Ela provoca estresse e normalmente é consequência de uma combinação de fatores, como crédito caro, renda limitada e facilidade para contratar empréstimos&quot;, afirma.
Em média, os consumidores endividados destinam 29,5% da renda mensal para honrar compromissos financeiros.
Homem segura cartão de crédito na mão enquanto digita em um notebook
Rupixen.com/Unsplash/Reprodução
Segundo a economista, o elevado nível de endividamento também reflete a cultura do parcelamento no Brasil.
&quot;Nós naturalizamos o parcelamento. Hoje praticamente tudo pode ser dividido em várias prestações. Isso amplia o endividamento porque qualquer compromisso financeiro em aberto entra nessa estatística&quot;, diz.
Para Carla Beni, o crédito ficou mais acessível, mas não necessariamente mais barato.
&quot;O grande vilão continua sendo o cartão de crédito. Muitas pessoas recebem limites maiores do que conseguem suportar, enquanto os juros seguem extremamente elevados, especialmente no rotativo&quot;, afirma.
A economista afirma que o crédito pode ser um instrumento importante quando usado de forma planejada, principalmente para a aquisição de bens de maior valor.
&quot;O crédito deve ser direcionado para bens de maior valor agregado, como um carro, por exemplo, quando há planejamento. Quanto maior o número de parcelas, maior o comprometimento da renda. O problema é quando o parcelamento passa a ser usado para despesas do dia a dia, porque isso aumenta muito o risco de desequilíbrio financeiro&quot;, diz.
Contas atrasadas ficam menos antigas
Mesmo com a pressão sobre a renda, alguns indicadores mostraram melhora no mês.
O tempo médio de atraso das dívidas caiu pelo terceiro mês consecutivo e chegou a 64,6 dias, menor nível desde dezembro de 2025.
Também recuou a parcela de consumidores inadimplentes com contas vencidas há mais de 90 dias. O percentual passou para 48,5%, menor patamar desde agosto de 2025.
Na percepção dos próprios consumidores, aumentou a parcela de famílias que se consideram pouco endividadas, de 34,2% em junho para 35% em julho.
Já o grupo que se declara muito endividado teve leve queda, passando de 17,2% para 17,1%.
Famílias de menor renda sentem mais pressão
O avanço das dívidas  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 17:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Balança comercial tem superávit de US$ 7,1 bilhões em julho; exportações para os EUA caem 5%</title>
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<description><![CDATA[      A balança comercial registrou superávit de US$ 7,1 bilhões em julho, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (6).
???? O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.
O saldo positivo registrou alta de 1% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7 bilhões.
As exportações para os Estados Unidos caíram 5% em junho na comparação com o ano passado, passando de US$ 3,8 bilhões para US$ 3,6 bilhões.
Agora no g1
Comércio com os EUA
Nos últimos meses, as vendas para o mercado norte-americano também registraram queda.
Em julho passado, o governo de Donald Trump confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).
A tarifa de 25% entrou em vigor em 22 de julho, mas não foi aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil em direção aos EUA.
Apesar da decisão, o governo americano afirmou que a medida poderá ser modificada ou suspensa caso o Brasil elimine as práticas questionadas.
A nova cobrança ocorre em um cenário em que parte das exportações brasileiras já estava submetida a outras tarifas impostas pelos EUA, principalmente nos setores de aço e alumínio.
Números da balança
???? Segundo o governo, em julho:
As exportações somaram U$ 34,119 bilhões com aumento de 6,2% pela média diária.
As importações somaram US$ 27,052 bilhões, com aumento de 7,6% pela média diária.
Entre os produtos exportados pelo país, se destacaram em julho:
Óleos brutos de petróleo: US$ 0,96 bilhões, com alta de 23,8%;
Soja: US$ 0,87 bilhões, com aumento de 17,4%;
Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos: US$ 0,03 bilhões, com alta de 29,9%; 
Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): US$ 0,53 bilhão, com crescimento de 63%;
Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas: US$ 0,22 bilhões, com alta de 31,8%. 
Exportações para outros blocos e regiões em julho:
China: alta de 8,6%, para US$ 10,6 bilhões;
Mercosul: queda de 0,4%, para US$ 2,2 bilhões;
União Europeia: alta de 3,9%, para US$ 4,7 bilhões;
México: queda de 4,4%, para US$ 768 milhões;
Oriente Médio: alta de 9,8%, para US$ 1,3 bilhão.
Balança comercial tem superávit de US$ 7,1 bilhões em julho
Divulgação/FIEP
Acumulado do ano
Até julho deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$49 bilhões, informou o governo.
Com isso, houve aumento 31,9% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 37,2 bilhões.
No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 218,6 bilhões – alta 10,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.
Já as importações somaram US$ 169,5 bilhões nos sete primeiros meses de 2026, com alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Endividamento das famílias bate recorde pelo 6º mês seguido e chega a 82%, diz CNC</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O endividamento das famílias brasileiras bateu um novo recorde em julho: 82% dos consumidores disseram ter algum tipo de dívida a vencer, o maior nível desde o início da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). 
Ao mesmo tempo, embora a inadimplência tenha recuado levemente após três meses do Desenrola 2.0, aumentou a parcela de brasileiros com mais da metade da renda comprometida com pagamentos.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (6).
 O levantamento mostra que o percentual de famílias com dívidas subiu 0,4 ponto percentual em relação a junho, quando estava em 81,6%, e avançou 3,5 pontos percentuais na comparação com julho de 2025, quando era de 78,5%.
Com o resultado, o indicador alcançou o sexto recorde consecutivo na série histórica da pesquisa.
Entre os principais tipos de dívida estão cartão de crédito, financiamentos, empréstimos pessoais, cheque especial e carnês de lojas.
Qual a diferença entre endividamento e inadimplência?
Endividamento: Ter dívidas não significa necessariamente estar com problemas financeiros. O indicador mede a parcela de famílias que possuem algum compromisso financeiro a vencer, como cartão de crédito, financiamento, empréstimo pessoal, cheque especial ou carnê de loja. Uma pessoa que parcela uma compra no cartão ou paga um financiamento em dia, por exemplo, entra na estatística de endividamento.
Inadimplência: Já a inadimplência indica quando a dívida não foi paga no prazo combinado. Ou seja, são consumidores com contas vencidas e em atraso. Uma família pode estar endividada e não ser inadimplente, caso esteja pagando as parcelas normalmente. Por outro lado, quem deixa uma dívida vencer passa a fazer parte do grupo de inadimplentes.
Inadimplência recua, mas peso das dívidas aumenta
Apesar do avanço do endividamento, a parcela de famílias com contas em atraso teve uma pequena melhora em julho. O índice passou de 29,9% para 29,8% entre junho e julho. No mesmo mês de 2025, a taxa era de 30%.
O resultado ocorre após os primeiros 90 dias de funcionamento do Desenrola 2.0, programa federal de renegociação de dívidas lançado em maio.
Desenrola 2.0: veja perguntas e respostas sobre o novo programa
O principal alerta da CNC, porém, está no comprometimento da renda. Em julho, 19% das famílias afirmaram ter mais da metade dos rendimentos comprometidos com o pagamento de dívidas, maior nível desde março deste ano.
Endividamento das famílias bate recorde pelo 6º mês seguido e chega a 82%, diz CNC
Para a economista e professora da FGV Carla Beni, a leve queda da inadimplência não significa que as famílias estejam menos pressionadas financeiramente.
&quot;A inadimplência é a última coisa que uma família quer. Ela provoca estresse e normalmente é consequência de uma combinação de fatores, como crédito caro, renda limitada e facilidade para contratar empréstimos&quot;, afirma.
Em média, os consumidores endividados destinam 29,5% da renda mensal para honrar compromissos financeiros.
Segundo a economista, o elevado nível de endividamento também reflete a cultura do parcelamento no Brasil.
&quot;Nós naturalizamos o parcelamento. Hoje praticamente tudo pode ser dividido em várias prestações. Isso amplia o endividamento porque qualquer compromisso financeiro em aberto entra nessa estatística&quot;, diz.
Para Carla Beni, o crédito ficou mais acessível, mas não necessariamente mais barato.
&quot;O grande vilão continua sendo o cartão de crédito. Muitas pessoas recebem limites maiores do que conseguem suportar, enquanto os juros seguem extremamente elevados, especialmente no rotativo&quot;, afirma.
A economista afirma que o crédito pode ser um instrumento importante quando usado de forma planejada, principalmente para a aquisição de bens de maior valor.
&quot;O crédito deve ser direcionado para bens de maior valor agregado, como um carro, por exemplo, quando há planejamento. Quanto maior o número de parcelas, maior o comprometimento da renda. O problema é quando o parcelamento passa a ser usado para despesas do dia a dia, porque isso aumenta muito o risco de desequilíbrio financeiro&quot;, diz.
Contas atrasadas ficam menos antigas
Mesmo com a pressão sobre a renda, alguns indicadores mostraram melhora no mês.
O tempo médio de atraso das dívidas caiu pelo terceiro mês consecutivo e chegou a 64,6 dias, menor nível desde dezembro de 2025.
Também recuou a parcela de consumidores inadimplentes com contas vencidas há mais de 90 dias. O percentual passou para 48,5%, menor patamar desde agosto de 2025.
Na percepção dos próprios consumidores, aumentou a parcela de famílias que se consideram pouco endividadas, de 34,2% em junho para 35% em julho.
Já o grupo que se declara muito endividado teve leve queda, passando de 17,2% para 17,1%.
Famílias de menor renda sentem mais pressão
O avanço das dívidas ocorreu de forma desigual entre as faixas de renda.
Entre as famílias que recebem até três salários mínimos, ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Durigan admite preocupação com trajetória da dívida e fala em redução de benefícios e controle de gastos para melhorar contas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/durigan-admite-preocupacao-com-trajetoria-da-divida-e-fala-em-reducao-de-beneficios-e-controle-de-gastos-para-melhorar-contas</link>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta quinta-feira (6) uma preocupação com a expectativa de crescimento da dívida pública brasileira, que já avançou mais de 10 pontos no atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atingiu o maior nível desde 2021.
Em entrevista exclusiva à GloboNews, ele afirmou que o governo federal continuará tentando, se reeleito, melhorar o perfil das contas públicas em um eventual novo mandato, controlando as despesas e reduzindo benefícios fiscais existentes. 
&quot;Têm números que mostram resultado do ano, olhar o orçamento, fazer os cortes, bloqueios, que a gente tem feito. O que aparece como preocupante é a projeção para a dívida para frente. Sei lidar com o fiscal de forma melhor, fizemos um ajuste de dois pontos do PIB. É com esse compromisso que vamos para os próximos quatro anos, melhorando as contas públicas&quot;, declarou o ministro.
Durigan negou que haja um cenário de descontrole, citando uma melhora nos últimos anos, com a obtenção das metas propostas – apesar de as contas ainda permanecerem no vermelho.
Agora no g1
Mas reconheceu que há uma &quot;discussão&quot;, uma dificuldade, sobre a chamada &quot;rolagem da dívida pública&quot;, ou seja, a emissão de novos títulos no mercado financeiro para pagar os que estão vencendo.
Nos últimos meses, o Tesouro Nacional tem encontrado dificuldade em emitir papéis com juros reais (acima da inflação) de 8% ao ano – patamar considerado elevado. 
Analistas atribuem a resistência do mercado em comprar esses papeis ao aumento de gastos públicos e ao alto nível do endividamento brasileiro – fatores que aumentam a desconfiança dos agentes econômicos.
&quot;Para o futuro, há discussão sobre rolagem da dívida. Não há descontrole e crise fiscal, há desafio para endereçar questão dos juros para diminuir endividamento. Como a explicação dos juros é mais complicada, a variável que está em controle do governo é a politica fiscal. Por isso é importante melhorar a politica fiscal [relativa às contas públicas]&quot;, acrescentou Durigan.
Ele avaliou que o &quot;aspecto fiscal&quot;, ou seja, comportamento das contas públicas, de fato afeta o patamar da taxa de juros brasileira – atualmente em 14% ao ano. Em termos reais, é a maior taxa de juros do mundo, segundo levantamento da MoneYou. 
Mas o ministro lembrou que conflitos militares e aumento da taxa de juros norte-americana também impactam os juros de longo prazo brasileiros – determinados pelo mercado financeiro.
&quot;Há um desafio de entender para onde o mundo vai. Vamos ter guerra, choque do petróleo? Arcabouço fiscal veio para ficar, precisamos reforçar nosso fiscal. Não reputo má vontade [por parte do mercado com o governo], mas um grau de incerteza, e ansiedade no momento de eleição, para tomada de decisão sobre o mercado tomar juros de longo prazo. É isso que está em jogo&quot;, afirmou Durigan.
O titular da equipe econômica concluiu dizendo que o compromisso do governo é &quot;fazer todo possível do ponto de vista fiscal para endereçar a questão dos juros [altos] nos próximos anos&quot;. &quot;Juro machuca muito a economia, não só o governo&quot;, finalizou.
Dario Durigan
Washington Costa/MF ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar e Ibovespa operam em queda após Copom reduzir juros ao menor patamar desde março de 2025</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta quinta-feira (6), e tinha um recuo de 0,65% perto das 11h30, cotado a R$ 5,0946. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha perdas de 0,65% no mesmo horário, aos 176.572 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Investidores repercutem nesta quinta-feira a nova decisão e juros do Banco Central do Brasil (BC). Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu fazer o quarto corte seguido na taxa básica de juros nesta quarta, levando a Selic para 14% ao ano — menor patamar desde março de 2025.
▶️ No exterior, as negociações entre os Estados Unidos e o Irã seguem no radar. Na véspera, Teerã afirmou que teria chegado a um acordo com Omã sobre a divisão e a administração do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região. Segundo o presidente americano, Donald Trump, um acordo pode sair nos próximos dias.
Em meio às incertezas, o petróleo tinha alta nesta quinta-feira. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,76% por volta das 11h30, cotado a US$ 80,29. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 0,88%, a US$ 75,88 o barril.
▶️Na agenda econômica, investidores avaliam indicadores econômicos e balanços corporativos. Nos EUA, as atenções ficam voltadas para os dados de pedidos de seguro-desemprego e de produtividade. Já no Brasil, o foco fica com a balança comercial de julho e com a divulgação de resultados da Petrobras e de outras empresas. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Copom leva Selic ao menor patamar em mais de um ano 
O Copom decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano. Este é o quarto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime.
Brasil continua com o maior juro real do mundo; veja ranking
No comunicado, o Copom afirmou que a decisão está alinhada ao objetivo de trazer a inflação de volta para perto da meta. Segundo o comitê, a medida também ajuda a reduzir oscilações na atividade econômica e a estimular a geração de empregos.
O Copom disse ainda que o cenário internacional continua incerto, em meio aos conflitos no Oriente Médio e às dúvidas sobre os próximos passos dos bancos centrais de países desenvolvidos. Para o comitê, esse ambiente exige cautela dos países emergentes.
O colegiado também reforçou que as próximas decisões sobre os juros dependerão da evolução da economia e do comportamento da inflação. Segundo o BC, o tamanho total dos ajustes na taxa básica será definido com base nos dados que forem divulgados daqui para frente, para garantir que a inflação volte à meta.
A decisão vem apenas uma semana após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75%, e já era esperada pelo mercado financeiro. A projeção é de que a Selic encerre o ano em 13,75% ao ano, o que pressupõe mais um corte na reunião de novembro.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O Irã disse, nesta quarta-feira (5), que chegou a um acordo com o Omã sobre a divisão e administração do Estreito de Ormuz e a rota de passagem de navios. Segundo o ministério de Relações Exteriores do país, os negociadores das duas partes estão finalizando os detalhes da administração conjunta da passagem e do controle do tráfego de embarcações.
&quot;As coordenadas geográficas da rota proposta pelos dois países já foram definidas. Se não houver interferência de terceiros, a declaração conjunta, que reunirá os principais pontos de consenso e as considerações acordadas, também está em fase final de revisão e redação&quot;, disse o porta-voz Esmaeil Baqaei.
Baghaei acrescentou, porém, que um eventual acordo entre Irã e Omã não seria suficiente, por si só, para garantir a segurança na passagem marítima. O impasse segue ligado ao bloqueio americano a portos iranianos e à oposição dos Estados Unidos a pedágios ou autorizações iranianas.
A proposta prevê um novo arranjo para o trânsito de navios, diferente das rotas usadas antes da guerra. As embarcações vão entrar no Golfo Pérsico por uma rota sob controle iraniano para, depois, sair por uma passagem controlada por Omã.
O Omã também propôs um mecanismo regional de gestão conjunta, com contribuições voluntárias de empresas de navegação para cobrir segurança, proteção ambiental e serviços de resgate.
Na mesma fala, o chanceler também negou que o Irã tivesse sessões de negociação com os Estados Unidos. A fala contraria as declarações mais recentes do governo de Donald Trump, que na última terça-feira (4) disse que há avanços nas tratativas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, mas ainda não há acordo fechado.
Em meio às incertez ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Aliados de Trump e democratas criticam resposta da Casa Branca após ataques de IA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/aliados-de-trump-e-democratas-criticam-resposta-da-casa-branca-apos-ataques-de-ia</link>
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<description><![CDATA[      Donald Trump anunciou o plano de infraestrutura para inteligência artificial nos EUA. Ao lado dele estão Masayoshi Son, CEO do SoftBank, Larry Ellison, cofundador da Oracle, e Sam Altman, da OpenAI
AP/Julia Nikhinson
Em uma rara demonstração de convergência, democratas e aliados conservadores de Donald Trump criticam a resposta limitada da Casa Branca aos recentes ataques realizados por agentes de inteligência artificial. 
Para eles, a proximidade do presidente com a indústria de tecnologia ajuda a explicar a falta de medidas mais rígidas.
Há duas semanas, a OpenAI informou que um de seus agentes de IA agiu de forma autônoma e invadiu os sistemas da empresa Hugging Face. Depois disso, a Anthropic disse ter identificado que alguns de seus modelos também invadiram sistemas de três empresas.
A Casa Branca afirmou que acompanha a situação, e Trump disse que analisava possíveis controles para a IA.
Agora no g1
Steve Bannon, aliado de longa data de Trump e ex-assessor da Casa Branca, afirmou que a regulação da IA pelo governo é insuficiente diante dos riscos à segurança nacional e atribuiu a situação à influência das empresas de tecnologia.
&quot;Há uma relação muito próxima entre as empresas e a equipe, não apenas na Casa Branca, mas também, acredito, no aparato de segurança nacional&quot;, disse Bannon à Reuters. &quot;Por que você permitiria que eles estivessem no controle? (...) Você precisa de pelo menos uma estrutura rudimentar de algum tipo de aparato regulatório&quot; para regular a IA, acrescentou.
O senador democrata Ron Wyden, do Oregon, fez críticas semelhantes.
&quot;Trump sumiu porque acha que os bilionários donos de empresas de IA estão do lado dele. Em vez de tentar resolver esses problemas, Trump e seus aliados estão focados em bloquear as leis estaduais sobre IA e derrubar as proteções básicas que empresas como a Anthropic impuseram sobre o uso de seus modelos&quot;, afirmou.
A Anthropic e o governo dos EUA também romperam relações neste ano, após a empresa se recusar a permitir que as Forças Armadas usassem seus modelos de IA para vigilância doméstica em massa e sistemas de armas totalmente autônomos.
A Casa Branca e a OpenAI não responderam aos pedidos de comentário da Reuters. Um porta-voz da Anthropic também se recusou a comentar.
As críticas de Bannon e Wyden refletem uma preocupação compartilhada por integrantes de diferentes correntes políticas: a de que a proximidade de Trump com as grandes empresas de tecnologia possa reduzir a disposição do governo para adotar medidas mais duras diante dos riscos da IA.
Empresas de tecnologia e seus executivos doaram mais de US$ 300 milhões para apoiar a campanha de reeleição de Trump em 2024 e a MAGA Inc., comitê de ação política alinhado ao presidente. Além disso, Trump nomeou profissionais do setor para cargos importantes no governo.
Em junho, o governo anunciou que pediria a empresas como OpenAI e Anthropic que submetessem voluntariamente modelos de IA com capacidades avançadas de invasão de sistemas a testes de cibersegurança antes do lançamento ao público. 
Até o momento, porém, não detalhou como esses testes funcionarão. A Reuters informou que apenas alguns modelos deverão participar dessa avaliação voluntária.
O deputado democrata Gregorio Casar, do Texas, afirmou que Trump está &quot;falhando completamente&quot; em proteger os americanos dos riscos da IA.
&quot;Ele recebeu milhões dos bilionários da IA. Agora, diante de problemas extremamente perigosos de cibersegurança envolvendo IA, diz que implementou uma revisão &#039;voluntária&#039; que ninguém viu. Está dormindo ao volante. Está ocupado demais lucrando para proteger nossos empregos ou a segurança nacional&quot;, escreveu na rede social X.
Setor da tecnologia e Trump 
O presidente dos EUA, Donald Trump, e Elon Musk participam de uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 30 de maio de 2025.
Reuters/Nathan Howard
Executivos e investidores do setor de IA estiveram entre os maiores doadores individuais da MAGA Inc. em 2025.
O presidente da OpenAI, Greg Brockman, e sua esposa, Anna Brockman, doaram juntos US$ 25 milhões ao comitê, segundo registros da Comissão Federal de Eleições (FEC).
A empresa de capital de risco Andreessen Horowitz, investidora da OpenAI, e seus cofundadores, Ben Horowitz e Marc Andreessen, doaram juntos US$ 12 milhões ao comitê desde a segunda posse de Trump. Nenhum deles respondeu aos pedidos de comentário da Reuters.
A investidora do Google Asha Jadeja, o CEO da SpaceX, Elon Musk, e o CEO da Blackstone, Stephen Schwarzman, doaram pelo menos US$ 5 milhões cada ao comitê em 2025, segundo registros da FEC.
A Blackstone investe em infraestrutura de IA, incluindo um empreendimento de computação em nuvem voltado para IA com o Google. Jadeja, Musk, Schwarzman e a Blackstone também não responderam aos pedidos de comentário.
Amy Kremer, organizadora conservadora e apoiadora de Trump que ajudou a organizar o comício de 6 de janeiro antes da invasão ao Capitólio, acusou a indústria de tecnolo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Aliados, Trump, democratas, criticam, resposta, Casa, Branca, após, ataques</media:keywords>
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<title>Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo</title>
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<description><![CDATA[      Entenda como vai funcionar o alerta em publicidade de bets
As apostas online, conhecidas como bets, provocaram uma saída líquida de R$ 62,5 bilhões do orçamento das famílias brasileiras em 2025, segundo a terceira edição do Boletim Fiscal dos Estados Brasileiros.
O estudo foi elaborado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) em parceria com o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (Cicef), com base em dados do Banco Central, das Estatísticas de Pagamentos por Atividade Econômica (Epae) e em análises próprias.
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???? O levantamento chama de saída líquida a diferença entre tudo o que os apostadores colocaram nas plataformas de apostas e o dinheiro que voltou para eles em forma de prêmios. Ou seja, o cálculo mostra quanto de recurso, no saldo final, saiu do bolso dos jogadores e ficou no setor de apostas.
De acordo com o levantamento, entre outubro de 2024 e março de 2026, essa perda média foi estimada em R$ 4,7 bilhões por mês. 
Somente em 2025, a saída líquida de recursos das famílias para as bets chegou a R$ 62,5 bilhões, o equivalente a cerca de 0,68% da renda disponível das famílias.
&quot;Esse montante representa uma transferência expressiva de renda das famílias para esse setor, com potencial impacto sobre sua capacidade de honrar compromissos financeiros&quot;, afirma o levantamento.
Segundo os pesquisadores, o dinheiro destinado às apostas reduz os recursos disponíveis para outros gastos e pode aumentar a pressão sobre o orçamento doméstico, especialmente em um cenário de elevado endividamento e comprometimento de renda.
O estudo destaca que a expansão das bets se tornou um fator adicional de vulnerabilidade financeira para as famílias brasileiras, ao somar-se a um ambiente de juros elevados e maior dificuldade para administrar as despesas. 
Em junho, por exemplo, 81,6% das famílias brasileiras afirmaram ter algum tipo de dívida, como cartão de crédito, financiamento, empréstimo pessoal, cheque especial ou carnê de loja, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Para os autores, essa transferência de recursos ajuda a explicar por que o consumo das famílias tem crescido em ritmo menor que o esperado, mesmo com o mercado de trabalho aquecido e a renda em alta.
Além disso, o relatório destaca que as bets têm baixo efeito multiplicador sobre a economia. 
???? Diferentemente dos gastos com bens e serviços, os recursos direcionados às plataformas de apostas geram menos circulação de renda, empregos e atividade econômica, reduzindo o impacto positivo que outras formas de consumo poderiam ter sobre a economia.
Pix impulsionou expansão
O levantamento mostra ainda que o Pix virou a principal ferramenta usada pelos brasileiros para colocar dinheiro nas plataformas de apostas, com uma explosão no volume de transferências para empresas ligadas a esse setor após a regulamentação das bets.
Antes da regulamentação das bets, em janeiro de 2025, as transferências mensais de pessoas físicas para empresas do segmento de artes, cultura, esporte e recreação giravam em torno de R$ 5 bilhões. 
Poucos meses depois, esse volume superou R$ 25 bilhões e chegou perto de R$ 42 bilhões.
Segundo a análise, a expansão das bets adicionou, em média, R$ 24,1 bilhões por mês às transações via Pix entre outubro de 2024 e março de 2026. No acumulado de 2025, esse volume adicional foi estimado em R$ 350,97 bilhões.
O estudo também indica que as famílias de menor renda tiveram participação relevante no mercado de apostas. 
Como evidência, os pesquisadores citam a restrição criada pelo governo federal em outubro de 2025 para impedir que beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) utilizassem recursos de benefícios em plataformas de apostas.
A medida foi adotada após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar que valores destinados à assistência social fossem usados nas chamadas bets.
Segundo o relatório da Comsefaz, depois da medida, o ritmo de crescimento das transferências via Pix para plataformas de apostas diminuiu. Para os pesquisadores, isso é um sinal de que beneficiários de programas sociais tinham uma participação relevante no uso de casas de apostas.
&quot;Esse resultado reforça o diagnóstico de vulnerabilidade financeira das famílias brasileiras no atual ciclo econômico&quot;, afirma o estudo.
Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo
Reprodução/TV Verdes Mares ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Pessoas com autismo nível 1 e deficiência leve ganham isenção de imposto na compra de carro; veja quem tem direito</title>
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<description><![CDATA[      STF amplia a isenção na compra de veículos pra pessoas com deficiência e autismo
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta semana ampliar o direito à isenção de impostos na compra de automóveis zero km para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e pessoas com deficiência, independentemente do grau de severidade.
Com a decisão unânime do Plenário da Corte, foram retirados trechos da regulamentação da Reforma Tributária (Lei Complementar 214/2025) que restringiam o acesso ao benefício. A depender do veículo, a isenção pode reduzir o preço de compra em até 30%.
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O texto original excluía do benefício pessoas com deficiência leve ou com autismo nível 1 de suporte. O STF considerou essas expressões inconstitucionais.
A Justiça passa a considerar a situação específica da pessoa e as barreiras que ela enfrenta, e não uma classificação abstrata entre casos leves e graves. Permanece a necessidade de cumprir os requisitos de segurança para dirigir ou de adaptação do veículo, quando for o caso.
O intervalo entre uma isenção e outra foi mantido em três anos. Portanto, quem tem direito ao benefício não pode adquirir outro veículo com esse desconto antes desse prazo. Já motoristas profissionais, como taxistas, podem solicitar a isenção a cada dois anos.
A seguir, veja perguntas e respostas sobre as novas regras e descubra se você tem direito ao benefício:
Quem tem direito à isenção de imposto na compra de carro?
Quais são os critérios para o laudo médico ser aceito?
Tenho deficiência física, mas minha CNH não tem restrição compatível. Posso pedir isenção?
Pessoas com deficiência, sem CNH, podem pedir isenção de IPI?
Qual carro pode ter abatimento de imposto?
Carros tem desconto de impostos para o pessoas com deficiência e autistas.
Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
Quem tem direito à isenção de imposto na compra de carro?
Segundo a Receita Federal, a isenção de impostos na compra de veículos pode ser concedida a taxistas, cooperativas e permissionárias de táxi, além de pessoas com deficiência física, visual, mental ou com transtorno do espectro autista, inclusive menores de 18 anos representados legalmente.
Já a isenção de IOF tem regras mais restritas. Além de taxistas e cooperativas, o benefício é destinado apenas à pessoa com deficiência física que tenha incapacidade para conduzir um automóvel convencional, comprovada por laudo emitido pelo Detran com a indicação das adaptações necessárias no veículo.
Quais são os critérios para o laudo médico ser aceito?
Para ser aceito pela Receita Federal, o laudo deve ser emitido por uma única unidade de saúde e conter as assinaturas do médico responsável pelo exame, do psicólogo, nos casos de deficiência mental ou transtorno do espectro autista, e do responsável pela unidade emissora.
Além disso, os profissionais e o estabelecimento de saúde precisam estar regularmente cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), conforme as exigências do Ministério da Saúde. Laudos com profissionais vinculados a unidades diferentes não são aceitos.
Tenho deficiência física, mas minha CNH não tem restrição compatível. Posso pedir isenção?
Sim. O pedido pode ser apresentado, mas a Receita Federal destaca que a deficiência física precisa causar comprometimento funcional e dificultar o desempenho de atividades para dar direito à isenção de impostos.
Se a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não registrar restrições compatíveis com essa condição, a orientação é realizar uma nova perícia no Detran para reavaliar a capacidade de condução antes de solicitar o benefício.
Pessoas com deficiência, sem CNH, podem pedir isenção de IPI?
Sim. A Receita Federal permite a concessão da isenção de IPI para pessoas com deficiência que não possuem CNH. Nesses casos, porém, é obrigatório indicar pelo menos um condutor devidamente habilitado para dirigir o veículo.
Qual carro pode ter abatimento de imposto?
A isenção de IPI é destinada à compra de veículos novos equipados com motor de até 2.0, com pelo menos quatro portas (incluindo a do porta-malas), movidos a combustível renovável, com motorização flex ou com propulsão híbrida ou elétrica.
A isenção de IOF só pode ser utilizada uma única vez. O benefício é restrito a automóveis de passageiros com potência bruta de até 127 hp, conforme o padrão de classificação da Society of Automotive Engineers (SAE). ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Presidente do Itaú vê calotes em alta enquanto taxas seguirem elevadas: &amp;apos;Não há quem defenda juros nesse patamar&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Milton Maluhy Filho assume presidência do Itaú Unibanco
Divulgação
O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, afirmou nesta quinta-feira (5) que os juros brasileiros seguem elevados e devem continuar a se refletir em um aumento da inadimplência e a impactar o orçamento das famílias. 
&quot;Não há quem defensa juros nesse patamar. O juro real [descontado a inflação] no Brasil, hoje, é muito alto [...] e o que a gente precisa realmente é trabalhar para levar as taxas para um patamar mais baixo&quot;, afirmou o executivo em entrevista ao Radar GloboNews, destacando que o ideal seria que as taxas caíssem para apenas um dígito. 
&quot;É [com os juros em patamares mais baixos] que conseguimos crescer a carteira [de crédito] com vigor, onde as famílias de fato tomam boas decisões de financiamento de imóvel, consumo ou da compra de um veículo, e onde as empresas conseguem investir com muito mais qualidade&quot;, completa.
As falas de Maluhy Filho vêm apenas um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) reduzir a taxa básica de juros (Selic) pela quarta vez consecutiva, em 0,25 ponto percentual. Com isso, a Selic ficou em 14% ao ano e atingiu o menor patamar desde março e 2025.
Agora no g1
No comunicado, o colegiado afirmou que entre os fatores que trazem riscos para uma possível alta de preços estão:
a inflação acima da meta por um período mais prolongado;
a alta no petróleo no mercado internacional;
eventos climáticos que afetem a produção agrícola e os custos de energia — como o El Niño; 
os preços ainda elevados de serviços; e
uma eventual desvalorização do real.
O BC também alertou que estímulos ao consumo podem aquecer a economia além do esperado, aumentando a pressão sobre os preços.
Segundo Maluhy Filho, o comunicado do Banco Central foi conservador ao mostrar uma preocupação com o cenário macroeconômico, deixando em aberto a possibilidade de um corte na próxima reunião do Copom. 
&quot;A gente acredita que ainda tem espaço para corte na próxima reunião, juro nesse patamar ainda é muito restritivo&quot;, afirmou.
Eleições e cenário fiscal
O presidente do Itaú também falou sobre as políticas de transferência de renda do governo federal e sobre o que espera para as eleições presidenciais deste ano. 
De acordo com Maluhy Filho, apesar da importância na manutenção das políticas sociais e de transferência de renda, o governo precisa recalibrar o quadro fiscal.
&quot;Vimos um aumento da massa salarial, mas que não é sustentável no longo prazo, na medida em que o custo dessas transferências [de recursos] para o país tende a crescer no tempo se você não fizer uma priorização de gastos. Somos a favor da agenda social de transferências, mas precisamos ajustar o fiscal no longo prazo&quot;, afirmou.
O executivo ainda reforçou a importância de que os candidatos à Presidência da República tragam mais informações sobre a trajetória da dívida pública em seus debates.
&quot;Os candidatos podem falar mais claramente sobre seus planos de ajuste orçamentário e gastos fixos, bem como quais reformas orçamentárias devem fazer e em qual intensidade. Priorizar os gastos é importante&quot;, disse. 
 
*Esta reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Meta lança IA para programação, buscando competir com OpenAI e Anthropic</title>
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<description><![CDATA[      Mark Zuckerberg durante o Meta Connect em setembro de 2025
REUTERS/Carlos Barria
A Meta lançou na quarta-feira (5) o Muse Code, uma inteligência artificial capaz de escrever código de software de forma autônoma. Com isso, a empresa entra no segmento mais lucrativo do competitivo mercado de IA generativa.
A programação assistida por IA tornou-se a principal fonte de receitas do setor, superando os chatbots, como ChatGPT e Gemini.
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Segundo a Meta, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, o software é capaz de planejar a execução de um projeto, dividi-lo em tarefas, escrever programas e verificar os resultados.
Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo
O sistema também pode delegar tarefas a outros &quot;subagentes&quot;, afirmou o diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, em publicação na rede social Threads.
A Microsoft foi pioneira nesse segmento com o GitHub Copilot, antes da chegada dos chamados &quot;agentes&quot;, sistemas capazes de executar simultaneamente diversas tarefas complexas. 
Entre eles estão o Claude Code, da Anthropic, o Codex, da OpenAI, e o Cursor, cuja aquisição pela SpaceX, de Elon Musk, está perto de ser concluída.
O Muse Code, atualmente em versão beta, é cobrado por uso, e não por assinatura, com preços inferiores aos dos concorrentes, como parte de uma estratégia deliberada para ganhar espaço no mercado.
A gigante das redes sociais, cujas receitas dependem quase integralmente da publicidade, busca monetizar diretamente seus modelos de IA, sob pressão de investidores preocupados com o tamanho de seus gastos.
Em meados de 2025, Zuckerberg desembolsou mais de US$ 14 bilhões para adquirir uma participação de 49% na Scale AI. Ele nomeou o então diretor-executivo da empresa, Alexandr Wang, para comandar o Meta Superintelligence Labs, onde também recrutou executivos da OpenAI, Anthropic e Google.
Logo da Meta, empresa dona do Instagram e Facebook.
Tony Avelar/AP
Um incidente de segurança envolvendo uma versão anterior do modelo da Meta, o Muse Spark 1.1, foi revelado na quarta-feira pelo site especializado em tecnologia The Information.
Durante um teste de cibersegurança realizado pela empresa Irregular, o Muse Spark obteve acesso aos sistemas de uma empresa que não teve o nome divulgado.
Segundo um porta-voz da Meta, o incidente, cuja data não foi informada, foi provocado por &quot;um erro na configuração&quot; da Irregular. Ele também afirmou que a empresa pretende publicar um relatório detalhado da investigação.
Dois incidentes semelhantes ocorreram nas últimas semanas durante testes parecidos na OpenAI e na Anthropic. Segundo o texto, os modelos dessas empresas se aproveitaram de ambientes mal isolados para acessar, sem autorização, sistemas reais.
Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
Por que ‘Brasil’ virou ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português? ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em queda após Copom reduzir juros ao menor patamar desde março de 2025</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (6) em queda, com um recuo de 0,24% perto das 9h, cotado a R$ 5,1160. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
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▶️ Investidores repercutem nesta quinta-feira a nova decisão e juros do Banco Central do Brasil (BC). Na véspera, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu fazer o quarto corte seguido na taxa básica de juros nesta quarta, levando a Selic para 14% ao ano — menor patamar desde março de 2025.
▶️ No exterior, as negociações entre os Estados Unidos e o Irã seguem no radar. Na véspera, Teerã afirmou que teria chegado a um acordo com Omã sobre a divisão e a administração do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região. Segundo o presidente americano, Donald Trump, um acordo pode sair nos próximos dias.
Em meio às incertezas, o petróleo tinha alta nesta quinta-feira. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,06% por volta das 8h30, cotado a US$ 80,29. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 0,88%, a US$ 75,88 o barril.
▶️Na agenda econômica, investidores avaliam indicadores econômicos e balanços corporativos. Nos EUA, as atenções ficam voltadas para os dados de pedidos de seguro-desemprego e de produtividade. Já no Brasil, o foco fica com a balança comercial de julho e com a divulgação de resultados da Petrobras e de outras empresas. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Copom leva Selic ao menor patamar em mais de um ano 
O Copom decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano. Este é o quarto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime.
Brasil continua com o maior juro real do mundo; veja ranking
No comunicado, o Copom afirmou que a decisão está alinhada ao objetivo de trazer a inflação de volta para perto da meta. Segundo o comitê, a medida também ajuda a reduzir oscilações na atividade econômica e a estimular a geração de empregos.
O Copom disse ainda que o cenário internacional continua incerto, em meio aos conflitos no Oriente Médio e às dúvidas sobre os próximos passos dos bancos centrais de países desenvolvidos. Para o comitê, esse ambiente exige cautela dos países emergentes.
O colegiado também reforçou que as próximas decisões sobre os juros dependerão da evolução da economia e do comportamento da inflação. Segundo o BC, o tamanho total dos ajustes na taxa básica será definido com base nos dados que forem divulgados daqui para frente, para garantir que a inflação volte à meta.
A decisão vem apenas uma semana após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75%, e já era esperada pelo mercado financeiro. A projeção é de que a Selic encerre o ano em 13,75% ao ano, o que pressupõe mais um corte na reunião de novembro.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O Irã disse, nesta quarta-feira (5), que chegou a um acordo com o Omã sobre a divisão e administração do Estreito de Ormuz e a rota de passagem de navios. Segundo o ministério de Relações Exteriores do país, os negociadores das duas partes estão finalizando os detalhes da administração conjunta da passagem e do controle do tráfego de embarcações.
&quot;As coordenadas geográficas da rota proposta pelos dois países já foram definidas. Se não houver interferência de terceiros, a declaração conjunta, que reunirá os principais pontos de consenso e as considerações acordadas, também está em fase final de revisão e redação&quot;, disse o porta-voz Esmaeil Baqaei.
Baghaei acrescentou, porém, que um eventual acordo entre Irã e Omã não seria suficiente, por si só, para garantir a segurança na passagem marítima. O impasse segue ligado ao bloqueio americano a portos iranianos e à oposição dos Estados Unidos a pedágios ou autorizações iranianas.
A proposta prevê um novo arranjo para o trânsito de navios, diferente das rotas usadas antes da guerra. As embarcações vão entrar no Golfo Pérsico por uma rota sob controle iraniano para, depois, sair por uma passagem controlada por Omã.
O Omã também propôs um mecanismo regional de gestão conjunta, com contribuições voluntárias de empresas de navegação para cobrir segurança, proteção ambiental e serviços de resgate.
Na mesma fala, o chanceler também negou que o Irã tivesse sessões de negociação com os Estados Unidos. A fala contraria as declarações mais recentes do governo de Donald Trump, que na última terça-feira (4) disse que há avanços nas tratativas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, mas ainda não há acordo fechado.
Em meio às incertezas, o petróleo operava e ]]></description>
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<title>Reino Unido libera compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount; operação ainda enfrenta batalha judicial nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Conselho da Warner Bros. recomenda que acionistas rejeitem oferta da Paramount
A autoridade de concorrência do Reino Unido (CMA) aprovou nesta quinta-feira (6) a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance.
O governo britânico decidiu não intervir na operação após receber garantias legalmente vinculantes da empresa. Apesar do aval, a fusão ainda precisa superar etapas pendentes nos Estados Unidos antes de ser concluída.
A aprovação representa mais um avanço para uma das maiores operações da história recente da indústria do entretenimento. 
O negócio, anunciado em fevereiro, está avaliado em cerca de US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 562 bilhões).
O principal entrave agora está nos Estados Unidos. Uma coalizão formada por 12 estados, liderada pela Califórnia, entrou na Justiça para tentar impedir a fusão. 
Os procuradores-gerais argumentam que a união entre as empresas reduzirá a concorrência na produção e distribuição de filmes e programas de TV, poderá elevar preços e enfraquecer a disputa por empregos no setor.
Na terça-feira (4), um juiz federal da Califórnia marcou o julgamento do caso para março de 2027. A Paramount concordou em não concluir a aquisição até que a Justiça decida sobre a ação ou até 1º de junho de 2027, o que ocorrer primeiro.
Além da ação movida pelos estados, o sindicato dos roteiristas dos Estados Unidos, o Writers Guild of America, também contesta a operação. 
A entidade afirma que a fusão reduzirá a concorrência por trabalhos de escrita em Hollywood.
A Paramount, por sua vez, nega que o acordo prejudique a concorrência. A empresa afirma que a união com a Warner Bros. Discovery permitirá ampliar a produção de conteúdo e fortalecer a indústria do entretenimento em um momento de forte competição com plataformas de streaming.
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Caso a conclusão do negócio seja adiada por um período prolongado, a Paramount poderá desembolsar até US$ 1,7 bilhão em pagamentos previstos no acordo firmado com os acionistas da Warner Bros. Discovery.
Entenda a fusão
Se aprovada definitivamente, a operação criará um dos maiores grupos globais de mídia e entretenimento. A nova empresa reunirá marcas como HBO, Max, CNN, Warner Bros. Pictures, DC Studios, Discovery, CBS, Paramount Pictures, Nickelodeon, MTV e Comedy Central.
O objetivo da Paramount é ganhar escala para competir com gigantes do streaming, como Netflix e Disney, em um mercado cada vez mais concentrado e disputado.
Veja os números da junção entre Warner e Paramount
Arte/g1
*Em atualização ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Reino, Unido, libera, compra, Warner, Bros., Discovery, pela, Paramount, operação, ainda, enfrenta, batalha, judicial, nos, EUA</media:keywords>
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<title>Comitê dos estados estima futuro imposto sobre o consumo brasileiro de 28% em 2033; taxa supera a dos países da OCDE</title>
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<description><![CDATA[ O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estimou que a alíquota dos futuros impostos sobre o consumo do governo federal, estados e municípios somará cerca de 28% em 2033, o primeiro ano com tributação cheia, conforme a regra da reforma tributária aprovada em 2024. 
Esse será o nível necessário para manter a atual carga tributária sobre o consumo, ou seja, o peso dos impostos sobre essa base de tributação, uma determinação da reforma tributária.
Tributos altos sobre o consumo, por sua vez, penalizam a população de baixa renda - uma vez que uma parte maior de sua renda é destinada aos impostos.
A projeção dos estados supera a estimativa inicial da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda, que calculou uma alíquota de referência de 26,5% para o ano 2033.
&quot;A estimativa inicial da SERT considerava alíquota de referência total de aproximadamente 26,5%. Com a evolução da regulamentação da reforma tributária, as estimativas públicas passaram a indicar alíquota de referência em torno de 28%&quot;, informou o CGIBS, em resolução publicada no Diário Oficial da União.
Alíquota maior do que países ricos
Em 28%, a alíquota dos futuros impostos sobre o consumo será maior do que os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — fórum que 38 países com economias desenvolvidas.
&quot;A alíquota média de imposto geral sobre o consumo na OCDE é de 19,4%. A Hungria apresenta a alíquota mais alta, de 27%, enquanto os Estados Unidos têm a mais baixa, de 7,5%&quot;, diz levantamento da Tax Foundation, de 2025. 
A Tax Foundation é uma organização sem fins lucrativos que atua há mais de 80 anos fazendo avaliações sobre impostos e coletando dados sobre tributos ao redor do mundo.
&#039;Trava&#039; de 26,5%
Pelas regras da reforma tributária, há uma &quot;trava&quot; para que os futuros impostos sobre o consumo não ultrapassem a alíquota de 26,5%, conforme regra da reforma tributária.
Entretanto, esse limite não entra em vigor de imediato. A carga será calculada, no primeiro ano de vigor das novas alíquotas cheias, para manter a atual carga tributária. 
Se a alíquota ultrapassar essa trava, a norma diz que o Poder Executivo &quot;deverá encaminhar ao Congresso Nacional projeto de lei complementar propondo medidas que reduzam o referido percentual ao patamar igual ou inferior a 26,5%&quot;.
Benefícios elevam alíquota para todos
A aprovação de exceções à alíquota cheia dos futuros impostos sobre o consumo durante a tramitação da reforma tributária no Congresso Nacional, ou seja, de benefícios para setores e produtos, é uma das responsáveis pelo elevado nível da tributação estimada para os futuros impostos — algo que foi apontado, à época, por exemplo, pela indústria nacional.
A explicação é que, quanto maior é o número de exceções, ou regimes diferenciados - com tratamento favorecido -, mais alta é a chamada &quot;alíquota padrão&quot;, ou seja, que os demais setores da economia, não englobados por benefícios, têm de pagar. 
Isso porque uma das premissas da reforma vai manter o atual patamar da carga tributária - valor que se arrecada na proporção com o PIB. Com setores e produtos beneficiados por exceções aprovadas pelo Legislativo, com tributação menor, todo os consumidores pagam a mais na alíquota normal (chamada de padrão).
Entre os benefícios aprovados na tramitação da reforma tributária, estão alíquota zero para a cesta básica, incluindo as proteínas (o que, segundo especialistas, beneficia a população mais rica), para uma lista de medicamentos e dispositivos médicos.
O Congresso aprovou ainda alíquotas reduzidas para serviços de educação e saúde; medicamentos e dispositivos médicos; produções artísticas, culturais, jornalísticas e audiovisuais nacionais; atividades desportivas; e profissões regulamentadas e fiscalizadas por conselhos profissionais.
Além disso, a regulamentação criou regimes específicos para setores como combustíveis, serviços financeiros, planos de saúde, mercado imobiliário, cooperativas, bares e restaurantes, hotelaria, parques temáticos, transporte coletivo de passageiros e agências de turismo, entre outros. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Golpe da antena falsa: criminosos bloqueiam sinal das operadoras para tirar dinheiro de vítimas</title>
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<description><![CDATA[      Antenas falsas usadas para disparar golpes via SMS alcançam cerca de 2 km, segundo gerente da Anatel
Reprodução/Anatel
Ganhos com apostas, oferta de crédito e confirmação de compras: estas são algumas das abordagens falsas usadas em golpes por SMS. E parte delas chega às vítimas por meio de antenas ilegais que bloqueiam o sinal verdadeiro de operadoras. 
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apreendeu 11 antenas falsas desde 2025, sendo nove na cidade de São Paulo e duas no Rio de Janeiro. E há indícios de que os equipamentos irregulares são usados em outras cidades. 
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A maioria das antenas falsas estava em bairros de grande circulação, como Pinheiros e Moema, em São Paulo. O objetivo é atrair mais vítimas, visto que os equipamentos conseguem disparar 100 mil mensagens fraudulentas por dia. 
Por meio delas, os golpistas conseguem interceptar o sinal da operadora e enviar SMS para quem está em um raio de cerca de 2 km da antena falsa. Para isso, eles exploram uma falha de segurança na antiga rede 2G. (veja abaixo como se proteger) 
Agora no g1
As antenas falsas exigem alto investimento e conhecimento técnico, explicou ao g1 a superintendente de Fiscalização da Anatel, Gesiléa Teles. 
&quot;Estamos falando de equipamentos que podem custar mais de R$ 100 mil. O que a gente acredita é que há criminosos especializados e com poder financeiro para comprar esse tipo de equipamento e treinar quem vai operá-lo&quot;, afirmou. 
A operação ilegal é geralmente denunciada por operadoras que notam interferências no sinal por conta das antenas falsas, também chamadas de ERBs fakes (sigla para &quot;estação rádio-base&quot;). 
A Anatel mantém um trabalho conjunto com a Polícia Civil para identificar locais em que as ERBs fakes são usadas e como elas chegam ao Brasil. 
&quot;Já teve caso em que encontramos um homem que estava montando a ERB fake. Ele pegava os componentes, montava e colocava no mercado ilegal&quot;, disse Gesiléa. &quot;Foi uma investigação que envolveu as polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo&quot;. 
Programa de computador usado para disparar golpes via SMS
Reprodução/Anatel
O uso de bloqueadores de sinal no Brasil só é liberado para alguns órgãos públicos, como os que administram presídios. Eles precisam de autorização da Anatel para manter esse tipo de equipamento. 
A operação de antenas falsas é considerada uma atividade clandestina. A prática pode levar a detenção de dois a quatro anos, período que pode ser aumentado pela metade se houver danos a terceiros, além de multa de R$ 10 mil. 
Como as antenas falsas são encontradas 
Após receber uma denúncia, a Anatel envia uma equipe à região informada para iniciar a busca pela antena ilegal. Os técnicos recorrem, então, a analisadores de espectro, equipamentos que tentam detectar interferências de sinal. 
Os aparelhos ajudam a direcionar a busca para onde a interferência é maior e, assim, encontrar o local. Essa etapa pode levar dias porque a antena falsa não fica à mostra para quem está na rua. 
Equipamentos da Anatel permitem direcionar busca por antenas falsas
Reprodução/Anatel
Segundo a agência, os golpistas costumam alugar apartamentos em andares altos em bairros de alta circulação. Eles permanecem no local por um prazo curto, na tentativa de não serem percebidos. 
&quot;Os criminosos tentam colocar esses equipamentos em lugares de grande movimento e, geralmente, com uma situação um pouco mais desenvolvida&quot;, explicou Gesiléa, da Anatel. 
Com a identificação do ponto exato, a Anatel aciona a Polícia Civil, que pede à Justiça autorização para entrar no local. Em outro caso, uma antena foi colocada em um carro para disparar mensagens em vias congestionadas de São Paulo. 
Além da antena, o golpe usa uma caixa preta que funciona como um transmissor e de um notebook com o programa responsável por disparar as mensagens para quem está na região. 
Polícia descobre central que funcionava como unidade móvel de golpes
Como se proteger de antenas falsas 
O golpe da antena falsa explora uma brecha no 2G, que faz o celular aceitar dados de qualquer antena que conseguir interagir com ele, explicou Daniel Nunes, professor do Instituto Nacional de Telecomunicações. 
&quot;Nas gerações modernas, como 4G para cima, há uma autenticação de mão dupla: a rede autentica o dispositivo, e o dispositivo autentica a rede. No caso do 2G, a rede autentica o dispositivo, mas o dispositivo não autentica a rede&quot;, afirmou. 
Com essa brecha, os criminosos interceptam o 4G e o 5G e forçam o celular do usuário a &quot;cair&quot; para o 2G. Assim, mesmo em um bairro movimentado, o aparelho entende que está em uma área remota, com menos cobertura de sinal. 
&quot;Isso é praticamente impossível de ser feito em móveis que estão do 4G para cima&quot;, explicou o professor, que recomenda manter o celular conectado apenas às redes mais modernas e impedir o acesso por meio de antenas 2G. 
No Android, essa opção costuma ser encontrada em um caminho parecido com esse: Configurações &gt; Conexões &gt; Re ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Amizade no trabalho ajuda ou atrapalha a carreira? Especialistas explicam onde está o limite</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/amizade-no-trabalho-ajuda-ou-atrapalha-a-carreira-especialistas-explicam-onde-esta-o-limite</link>
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<description><![CDATA[      Amizade no trabalho ajuda ou atrapalha a carreira? Entenda os limites
Quem acessou as redes sociais nos últimos meses provavelmente se deparou com vídeos sobre amizades no trabalho. Trends no TikTok mostram como profissionais criaram relações no escritório que acabam ultrapassando o expediente.
É o caso das biólogas marinhas Mônica Pontalti e Carolina Iozzi Relvas. Elas se conheceram em 2017, durante o primeiro embarque de Carolina para atuar como observadora de mamíferos marinhos.
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A convivência durante os 45 dias embarcadas fortaleceu a amizade entre elas, que evoluiu para uma parceria profissional. Hoje, Carolina é uma das principais instrutoras da empresa de treinamentos e cursos fundada por Mônica.
Ao longo dos anos, elas ministraram cursos presenciais em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, além de diversas capacitações on-line. Segundo Carolina, ter uma amiga a bordo sempre tornou o trabalho mais leve e acolhedor.
“Em embarcações, onde os profissionais passam longos períodos longe da família e dos amigos, contar com alguém de confiança faz diferença”, conta. 
As biólogas marinhas Mônica Pontalti e Carolina Iozzi Relvas transformaram uma parceria de trabalho em uma amizade que atravessa anos e projetos profissionais.
Arquivo Pessoal
Outro exemplo é o das engenheiras Catherine Ferreira e Lívia Cipriano Magalhães, cuja amizade nasceu durante um treinamento a bordo. Catherine ingressou em uma empresa especializada em automação e sistemas de tecnologia para embarcações e teve Lívia como instrutora em sua primeira viagem de trabalho. 
Mesmo após deixarem de atuar no mesmo departamento, Catherine e Lívia mantiveram a proximidade. Hoje, elas trabalham em áreas diferentes da mesma empresa e raramente embarcam juntas, mas procuram se encontrar durante as folgas, organizar viagens e participar de encontros com outros colegas.
As engenheiras Lívia Cipriano Magalhães e Catherine Ferreira se conheceram durante um embarque e transformaram a parceria profissional em uma amizade que dura até hoje.
Arquivo Pessoal
Limite entre amizade e profissionalismo
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que construir vínculos no ambiente corporativo é saudável e traz benefícios tanto para os trabalhadores quanto para as empresas. O desafio está em impedir que a relação pessoal interfira nas decisões profissionais.
&quot;É inevitável que a gente crie relações que vão além do profissional. A gente passa muito tempo do nosso dia no trabalho&quot;, afirma Muller Gomes, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half.
Segundo ele, amizades favorecem a colaboração, tornam a comunicação mais fluida, fortalecem a troca de conhecimento e contribuem para o desenvolvimento da carreira por meio do networking. 
Na avaliação do especialista, essas relações também fazem parte do chamado salário emocional — fatores que não aparecem no contracheque, mas influenciam diretamente a satisfação e a permanência dos profissionais nas empresas.
Um bom ambiente de trabalho, boas relações e a sensação de pertencimento pesam muito quando alguém decide ficar ou sair de uma empresa.
Solidão no trabalho afeta quase metade dos brasileiros
Arte g1
Uma pesquisa do Indeed Brasil, realizada com 1.065 trabalhadores em janeiro de 2025, mostra que as amizades no trabalho são percebidas como um fator que favorece o desempenho profissional. 
Segundo o levantamento:
57% acreditam que esses vínculos melhoram a colaboração entre equipes;
52% afirmam que tornam o trabalho mais agradável;
50% dizem que ter alguém com quem conversar ajuda a reduzir o estresse;
45% associam as amizades ao aumento da motivação e da produtividade;
apenas 7% afirmam que elas não influenciam o desempenho profissional;
54% dizem ter um melhor amigo no trabalho.
Outro levantamento, do Índice de Confiança do Trabalhador, do LinkedIn, mostra que 55% dos profissionais brasileiros dizem ter amigos no ambiente de trabalho, mas apenas 35% consideram esse tipo de relação necessário.
Nos Estados Unidos, uma pesquisa da KPMG com 1.019 trabalhadores encontrou resultados semelhantes. Segundo o estudo, 87% consideram muito importante ter amigos próximos no ambiente profissional, e 84% afirmam que esses vínculos são essenciais para a saúde mental.
Além disso, 57% dizem que aceitariam um emprego com salário 10% menor em uma empresa onde pudessem construir amizades próximas, em vez de trabalhar em outra que pagasse 10% acima do mercado, mas não proporcionasse essas conexões.
&quot;Elas criam um tecido de confiança que acelera a colaboração, aumenta a fluidez das entregas e amplia a sensação de pertencimento. Ninguém entrega o seu melhor em um ambiente onde se sente sozinho”, explica Camilla Pádua, sócia-líder da área de consultoria em gestão de pessoas da KPMG no Brasil. 
Quando a amizade vira problema?
Apesar dos benefícios, especialistas alertam que a amizade não pode se sobrepor ao profissionalismo. 
Para Eliane Aere, presidente da Associação Brasileira de Recur ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>STF amplia isenção de impostos para compra de carro por pessoas com autismo e deficiência; veja quem tem direito</title>
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<description><![CDATA[      STF amplia a isenção na compra de veículos pra pessoas com deficiência e autismo
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta semana ampliar o direito à isenção de impostos na compra de automóveis zero km para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e pessoas com deficiência, independentemente do grau de severidade.
Com a decisão unânime do Plenário da Corte, foram retirados trechos da regulamentação da Reforma Tributária (Lei Complementar 214/2025) que restringiam o acesso ao benefício. A depender do veículo, a isenção pode reduzir o preço de compra em até 30%.
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O texto original excluía do benefício pessoas com deficiência leve ou com autismo nível 1 de suporte. O STF considerou essas expressões inconstitucionais.
A Justiça passa a considerar a situação específica da pessoa e as barreiras que ela enfrenta, e não uma classificação abstrata entre casos leves e graves. Permanece a necessidade de cumprir os requisitos de segurança para dirigir ou de adaptação do veículo, quando for o caso.
O intervalo entre uma isenção e outra foi mantido em três anos. Portanto, quem tem direito ao benefício não pode adquirir outro veículo com esse desconto antes desse prazo. Já motoristas profissionais, como taxistas, podem solicitar a isenção a cada dois anos.
A seguir, veja perguntas e respostas sobre as novas regras e descubra se você tem direito ao benefício:
Quem tem direito à isenção de imposto na compra de carro?
Quais são os critérios para o laudo médico ser aceito?
Tenho deficiência física, mas minha CNH não tem restrição compatível. Posso pedir isenção?
Pessoas com deficiência, sem CNH, podem pedir isenção de IPI?
Qual carro pode ter abatimento de imposto?
Carros tem desconto de impostos para o pessoas com deficiência e autistas.
Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
Quem tem direito à isenção de imposto na compra de carro?
Segundo a Receita Federal, a isenção de impostos na compra de veículos pode ser concedida a taxistas, cooperativas e permissionárias de táxi, além de pessoas com deficiência física, visual, mental ou com transtorno do espectro autista, inclusive menores de 18 anos representados legalmente.
Já a isenção de IOF tem regras mais restritas. Além de taxistas e cooperativas, o benefício é destinado apenas à pessoa com deficiência física que tenha incapacidade para conduzir um automóvel convencional, comprovada por laudo emitido pelo Detran com a indicação das adaptações necessárias no veículo.
Quais são os critérios para o laudo médico ser aceito?
Para ser aceito pela Receita Federal, o laudo deve ser emitido por uma única unidade de saúde e conter as assinaturas do médico responsável pelo exame, do psicólogo, nos casos de deficiência mental ou transtorno do espectro autista, e do responsável pela unidade emissora.
Além disso, os profissionais e o estabelecimento de saúde precisam estar regularmente cadastrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), conforme as exigências do Ministério da Saúde. Laudos com profissionais vinculados a unidades diferentes não são aceitos.
Tenho deficiência física, mas minha CNH não tem restrição compatível. Posso pedir isenção?
Sim. O pedido pode ser apresentado, mas a Receita Federal destaca que a deficiência física precisa causar comprometimento funcional e dificultar o desempenho de atividades para dar direito à isenção de impostos.
Se a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não registrar restrições compatíveis com essa condição, a orientação é realizar uma nova perícia no Detran para reavaliar a capacidade de condução antes de solicitar o benefício.
Pessoas com deficiência, sem CNH, podem pedir isenção de IPI?
Sim. A Receita Federal permite a concessão da isenção de IPI para pessoas com deficiência que não possuem CNH. Nesses casos, porém, é obrigatório indicar pelo menos um condutor devidamente habilitado para dirigir o veículo.
Qual carro pode ter abatimento de imposto?
A isenção de IPI é destinada à compra de veículos novos equipados com motor de até 2.0, com pelo menos quatro portas (incluindo a do porta-malas), movidos a combustível renovável, com motorização flex ou com propulsão híbrida ou elétrica.
A isenção de IOF só pode ser utilizada uma única vez. O benefício é restrito a automóveis de passageiros com potência bruta de até 127 hp, conforme o padrão de classificação da Society of Automotive Engineers (SAE). ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Concurso da Dataprev: inscrições para 1,8 mil vagas terminam nesta quinta; salários chegam a R$ 10,6 mil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/concurso-da-dataprev-inscricoes-para-18-mil-vagas-terminam-nesta-quinta-salarios-chegam-a-r-106-mil</link>
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<description><![CDATA[      Concurso da Dataprev abre 1,8 mil vagas com salários de até R$ 10,6 mil
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
As inscrições para o novo concurso público da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) terminam nesta quinta-feira (6), às 16h.
Ao todo, são oferecidas 212 vagas imediatas e 1.611 para cadastro de reserva, totalizando 1.823 oportunidades.
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➡️ VEJA O EDITAL COMPLETO
As inscrições devem ser feitas pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso. A taxa de inscrição é de R$ 110. 
Candidatos inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea cadastrados em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde puderam solicitar isenção da taxa, conforme o cronograma previsto no edital.
Agora no g1
As oportunidades são destinadas a candidatos com nível superior em áreas como Arquitetura, Administração, Tecnologia da Informação, Engenharia, Direito, Ciências Contábeis e Comunicação Social, entre outras.
A remuneração inicial varia de acordo com o cargo e a jornada de trabalho. (veja na tabela abaixo a distribuição de vagas)
Analista de Tecnologia da Informação (várias especialidades): jornada de 40 horas semanais e remuneração inicial de R$ 10.685,44.
Analista de Processamento: jornada de 30 horas semanais e remuneração inicial de R$ 8.273,94.

Além do salário, os contratados pelo regime CLT terão direito aos seguintes benefícios, conforme o Acordo Coletivo de Trabalho e os normativos internos da empresa:
Ticket alimentação/refeição de R$ 1.357,20;
Auxílio pré-escolar ou escolar de até R$ 1.758,35 para filhos;
Auxílio para tratamento especializado de até R$ 1.230,00 para filhos com deficiência;
Assistência à saúde, por meio de reembolso, conforme regras específicas;
Previdência complementar, por meio da Prevdata;
Participação nos Lucros e Resultados (PLR);
Gratificação variável por resultado;
Seguro de vida em grupo;
Possibilidade de progressão na carreira.
As vagas e o cadastro de reserva estão distribuídos entre diversas localidades, incluindo Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Florianópolis (SC), conforme o perfil do cargo.
Do total de vagas, 25% são reservadas para candidatos negros (pretos e pardos), 5% para pessoas com deficiência, 3% para candidatos indígenas e 2% para candidatos quilombolas.
Conforme o edital, o processo seletivo será composto pelas seguintes etapas:
Prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos;
Procedimento de heteroidentificação e avaliação biopsicossocial para os candidatos que concorrerem às vagas reservadas para negros (pretos e pardos), quilombolas, indígenas e pessoas com deficiência.
As provas serão aplicadas em todas as capitais e no Distrito Federal no dia 11 de outubro, das 13h às 17h (horário de Brasília). Os portões serão fechados, impreterivelmente, às 12h30.
No momento da inscrição, o candidato deverá escolher a capital onde realizará a prova. Para todos os cargos e perfis, a prova objetiva será composta por 70 questões, sendo:
40 de Conhecimentos Gerais (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico-Matemático, Atualidades e Inteligência Artificial e Legislação de Segurança da Informação);
30 de Conhecimentos Específicos.
O concurso terá validade de dois anos, contados da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.
As contratações ocorrerão após a homologação do resultado final e respeitarão o término da vigência do concurso anterior, realizado em 2024, que permanece válido até 13 de janeiro de 2027.
Cronograma do concurso
Inscrições: de 6 de julho a 6 de agosto;
Pagamento da taxa de inscrição: até 7 de agosto;
Prova objetiva: 11 de outubro de 2026, das 13h às 17h (horário de Brasília);
Recursos contra o gabarito preliminar: em até dois dias úteis após a divulgação do gabarito preliminar;
Divulgação da imagem do cartão de respostas: após o resultado da prova objetiva, permanecendo disponível por 15 dias corridos após a divulgação do resultado final;
Convocação para avaliação biopsicossocial e heteroidentificação: 11 de novembro; 
Avaliação biopsicossocial e entrevista de heteroidentificação: 22 de novembro; 
Concurso do IBGE com mais de 9 mil vagas tem edital publicado; veja detalhes ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Concurso, Dataprev:, inscrições, para, 1, 8, mil, vagas, terminam, nesta, quinta, salários, chegam, 10, 6, mil</media:keywords>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 150 milhões nesta quinta&#45;feira; g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
O concurso 3.038 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 150 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (6), em São Paulo.
No concurso da última terça (4), nenhuma aposta acertou os seis números e o prêmio acumulou. Veja os números sorteados: 03 - 16 - 24 - 30 - 49 - 54.
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O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. 
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e domingos.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fux marca nova audiência no STF sobre empréstimo bilionário para o BRB; crédito segue travado</title>
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<description><![CDATA[      Prédio-sede do BRB em Brasília, em imag
Jornal Nacional/ Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux marcou, para o próximo dia 13, uma nova audiência de conciliação no acordo entre a União e o Banco de Brasília (BRB) para viabilizar um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para a instituição.
A decisão foi tomada nesta quarta-feira (5) e atende a um pedido do governo do DF, que disse haver &quot;inércia&quot; da União e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no cumprimento do acordo homologado no fim de maio.
&quot;Decorridos mais de dois meses da celebração do acordo [...] não há concessão, não há recusa, não há proposta, não há indicação de condições, de cronograma ou dos elementos que o Fundo repute necessários à análise nem há pela União o cumprimento das disposições contratuais&quot;, diz a reclamação feita pelo governo do DF ao Supremo.
Pela decisão de Fux, devem participar da audiência representantes do governo do DF, do BRB, da Advocacia-Geral da União, do Ministério da Fazenda, do Banco Central, do FGC e do Ministério Público Federal.
O Banco do Brasil também deverá enviar um representante, em nome do consórcio de bancos que estuda a concessão do empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.
Presidente do BRB explica modelagem do empréstimo que pode salvar o banco
➡️O governo do DF tem pressa para finalizar a contratação do empréstimo e recompor o patrimônio do BRB, danificado pelas transações malsucedidas com o Banco Master.
➡️O BRB não divulga seu balanço patrimonial desde novembro de 2025, justamente em razão da fragilidade deixada por essas operações. O governo do DF, como acionista controlador do banco, é o ente responsável por sanear o quadro.
Que crise é essa?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Plano ainda não deu frutos
Como mostrou o g1, o prazo de 180 dias para que o BRB executasse o plano de capitalização apresentado ao Banco Central em fevereiro terminou nesta quarta – mas as medidas de maior impacto ainda não foram implementadas.
O documento foi apresentado em 6 de fevereiro como um &quot;plano de capital preventivo&quot;. O material incluía uma série de providências para reforçar, se necessário, o patrimônio do BRB após a sequência de transações malsucedidas com o Banco Master.
De lá para cá, a necessidade de reforço foi confirmada. O BRB divulgou alguns dos números do rombo (veja abaixo) e algumas medidas para combatê-lo – entre elas, o empréstimo de até R$ 6,6 bilhões e um acordo com um fundo para negociar outros R$ 15 bilhões em ativos do Master.
O empréstimo segue pendente, aguardando sinal verde dos principais bancos públicos e privados do país. É essa a etapa que deve ser discutida na audiência de conciliação convocada por Fux.
Já o acordo com o fundo Quadra Capital foi desfeito em junho, como noticiou o g1.
O plano preventivo de capital do BRB segue sob sigilo, 180 dias após a apresentação. Por isso, não é possível saber exatamente quantas e quais medidas foram incluídas nele.
Desde fevereiro, o BRB anunciou outras ações para tentar reverter parte do prejuízo:
a responsabilização cível de pelo menos 12 ex-gestores do banco (que pode gerar indenizações ou ordens de ressarcimento ao banco, ao fim do processo);
o pedido de bloqueio de bens do ex-banqueiro do Master Daniel Vorcaro e de outros sócios para, ao fim do processo, reaver esses recursos;
a ampliação do capital social do banco, já aprovada em assembleia, para absorver a venda de novas ações e outros aportes de capital.
Como não divulga seus balanços patrimoniais desde 2025, no entanto, o BRB ainda não conseguiu detalhar o benefício gerado por essas medidas – e nem quanto ainda falta para equalizar o patrimônio.
Leia mais notícias sobre a região no . ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Meta diz que sua IA também fez ataque hacker a outra empresa</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026
REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo
Uma inteligência artificial da Meta, dona do Instagram, do WhatsApp e do Facebook, também fez um ataque hacker a outra empresa, revelou nesta quarta-feira (5) o site The Information.
Segundo a reportagem, o modelo conhecido como Muse Spark 1.1 invadiu o sistema de uma empresa e fez mudanças por conta própria. O nome da companhia atacada não foi revelado.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
A Meta afirmou que o incidente aconteceu devido a um erro de configuração que permitiu a um de seus modelos acessar a internet durante testes. A empresa afirmou que está investigando o caso.
Este é o caso mais recente de falhas de segurança exploradas por modelos de inteligência artificial. A OpenAI, dona do ChatGPT, e a Anthropic, do Claude, também relataram incidentes.
IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
Experimentos com IA costumam ser feitos em sistemas fechados, com pouco ou nenhum acesso à internet. As barreiras de proteção das versões voltadas para usuários comuns são desligadas para testar as capacidades dos agentes.
Na prática, é como se esses modelos de IA tivessem liberdade total para fazer o que quiserem em um ambiente cercado. O que preocupa é que, agora, eles mostraram ser capazes de ultrapassar os &quot;muros&quot; criados pelas empresas.
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão &#039;sem precedentes&#039; por modelo da OpenAI
O modelo &quot;explorou uma vulnerabilidade de segurança em um serviço de terceiros, de maneira semelhante a casos relatados anteriormente com outras empresas&quot;, disse a Meta.
Ainda segundo o The Information, o erro de configuração foi da Irregular, empresa parceira da Meta nos testes do Muse Spark 1.1.
Com a brecha no ambiente de testes, também chamado de &quot;sandbox&quot;, o modelo conseguiu explorar uma vulnerabilidade de segurança de terceiros.
Um porta-voz da Irregular disse à Reuters que o incidente envolveu &quot;exatamente o mesmo problema de ambiente de avaliação que já havia sido divulgado pela Anthropic na semana passada&quot; e que não envolveu uma &quot;fuga do sandbox ou uma ação cibernética sofisticada&quot;.
&quot;Não há problemas em aberto no momento. A Irregular está desenvolvendo um artigo técnico para compartilhar as melhores práticas de contenção e execução segura de avaliações cibernéticas&quot;, disse a Irregular, em comunicado. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Selic: Copom reduz taxa básica de juros para 14% ao ano</title>
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<description><![CDATA[      O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, levando a Selic de 14,25% para 14% ao ano. Este é o quarto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime.
Fachada do Banco Central
Jornal Nacional/ Reprodução
No comunicado, o comitê afirma que &quot;entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.&quot;
O Copom afirmou que o cenário externo segue incerto, em meio aos conflitos no Oriente Médio e às dúvidas sobre a política monetária de economias avançadas. Segundo o comitê, esse ambiente “exige cautela” por parte de países emergentes.
O colegiado também reforçou que as próximas decisões sobre os juros dependerão da evolução do cenário econômico e dos riscos para a inflação.
&quot;Em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, o Comitê reafirma que a magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta.&quot;
Taxa segue uma das mais altas do mundo
Com o novo recuo, a Selic passa ao menor nível desde março de 2025, alcançando o patamar mais baixo em pouco mais de um ano. Ainda assim, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, a taxa de juros real do Brasil continua entre as mais altas do mundo.
Selic: a trajetória da taxa básica de juros
Arte/g1
A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. A projeção é de que a Selic encerre o ano em 13,75% ao ano, o que pressupõe mais um corte na reunião de novembro.
A expectativa de continuidade no ciclo de redução dos juros permanece mesmo diante da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e pode pressionar a inflação brasileira por meio do aumento dos combustíveis.
No último domingo (2), porém, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende realizar novas rodadas de conversas com o Irã – que, por sua vez, negou as negociações.
Como funciona a decisão
????A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o primeiro trimestre de 2028.
Para 2026, 2027 e 2028, respectivamente, as estimativas de inflação do mercado financeiro estão em 5,03%, 4,22% e 3,80% – todas acima da meta central de inflação. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar cai e fecha a R$ 5,12, em dia de nova decisão de juros e com eleições no radar; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em queda de 0,06% nesta quarta-feira (5), cotado a R$ 5,1281. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuou 0,09%, aos 177.726 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os investidores ficaram à espera da decisão de juros do Banco Central do Brasil (BC). A expectativa é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) faça um novo corte na taxa básica de juros nesta quarta, levando a Selic para 14% ao ano.
▶️ Os sinais de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irã pode sair em breve também ficaram no radar. Nesta quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que um tratado para a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota marítima global, pode ser anunciado nos próximos dias. O Irã, no entanto, segue contradizendo o republicano.
Em meio às incertezas, o petróleo oscilava nesta quarta-feira. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,05% por volta das 17h, cotado a US$ 79,40. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,86%, a US$ 75,12 o barril.
▶️As eleições brasileiras também seguiram no centro das atenções. Nesta quarta-feira (5) o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como o candidato à vice-presidência de sua chapa. Gaspar é ex-promotor de Justiça, foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública do estado. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado da semana: -0,15%;
Acumulado do mês: -0,15%;
Acumulado do ano: +10,30%.
Decisões de juros ficam no radar
Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75% na semana passada, investidores voltam as atenções para o BC brasileiro.
A expectativa é que o Copom promova o quarto corte consecutivo da Selic, de 14,25% ao ano para 14% ao ano na reunião desta quarta-feira. Caso confirmado, esse será o menor patamar da taxa básica desde março de 2025. 
A projeção de corte nos juros vigora apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).
Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, mesmo com o novo corte, as expectativas de inflação mais elevadas por parte do mercado, o mercado de trabalho aquecido e a resiliência da economia pedem que o BC ainda aja com cautela nas suas decisões de política monetária.
&quot;A ausência de resolução do conflito no Oriente Médio e o ambiente externo muito incerto reforçam a necessidade de prudência na condução dos juros&quot;, disse.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz poderia ser fechado já na quarta (5) ou quinta-feira (6), enquanto o Irã e Omã se aproximavam de um tratado para reabrir a importante via navegável e potencialmente ajudar a pôr fim à guerra.
Trump foi questionado por repórteres que viajavam com ele na Califórnia sobre uma reportagem do site de notícias Axios, que afirmava que um anúncio sobre o Estreito de Ormuz poderia ser feito na quarta-feira.
“Pode acontecer. Amanhã ou depois de amanhã”, disse ele, falando na noite de terça-feira, horário da Califórnia, que já era manhã de quarta-feira no Oriente Médio. “Muitos progressos foram feitos.”
O possível acordo resultante das negociações entre o Irã e Omã prevê que os navios entrem no Golfo Pérsico por uma rota controlada pelo Irã e saiam por uma rota controlada por Omã, disseram dois funcionários regionais à Associated Press. Seriam cobradas taxas de serviço para garantir a segurança e preservar o meio ambiente marítimo, afirmaram os funcionários.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as negociações entre Teerã e Omã estavam focadas em &quot;estabelecer rotas marítimas seguras de entrada e saída&quot;, rotas que &quot;respeitem os direitos soberanos e, ao mesmo tempo, abordem as considerações de segurança nacional tanto do Irã quanto de Omã&quot;.
“Os resultados finais dessas negociações serão anunciados assim que forem concluídas”, acrescentou ele, segundo a agência de notícias estatal iraniana IRNA.
Bolsas globais
Nos EUA, os três principais índices de Wall Street fecharam sem direção única, de olho nos preços do petróleo e na divulgação de resultados corporativos.
O Dow Jones teve alta de 0,49%, enquanto o S&amp;P 500 recuou 0,22%. O Nasdaq Composite, por sua vez, encerrou em queda de 0,83%.
O alívio das tensões no Oriente Médio se refletiu positivamente nos mercados europeus nesta quarta-feira. O índice pan-europeu STOXX 600 fechou com ganho de 0,04%, a 657,14 pontos. 
Entre os demais índices da região, o alemão DAX caiu 0,29%, enquanto o francês CAC-40 teve al ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Vitória desbanca Balneário Camboriú e volta ao topo das cidades com m² mais caro do país</title>
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<description><![CDATA[      Vista área de Vitória, Terceira Ponte e Vila Velha, no Espírito Santo
Reprodução/A Gazeta/Arquivo
Vitória voltou a ocupar a posição de cidade com o metro quadrado mais caro do país. Com R$ 15.448, a capital capixaba desbancou Balneário Camboriú (R$ 15.295) e Itapema (R$ 15.403), ambas cidades de Santa Catarina, no Sul do país. 
Segundo os dados de julho do Índice FipeZAP de Venda Residencial, o valor médio do metro quadrado de Vitória também coloca a ilha à frente de metrópoles como Florianópolis (R$ 13.461), São Paulo (R$ 12.099), Rio de Janeiro (R$ 11.131) e Brasília (R$ 10.238).
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A aceleração não fica restrita apenas a Vitória. No acumulado dos últimos 12 meses, Vila Velha disparou 15,57%, alcançando a maior valorização do país entre as 56 cidades monitoradas.
Com esse resultado, a cidade canela-verde atingiu o preço médio do metro quadrado de R$ 11.341 – sendo a nona cidade desse ranking, superando capitais do Sudeste, como Belo Horizonte e Rio de Janeiro. 
No acumulado de 2026, enquanto a inflação oficial (IPCA-15) marca 3,43%, Vitória acumula alta de 8,82% e Vila Velha lidera o ranking geral nacional, com 9,68%.
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O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Alexandre Schubert, pediu cautela ao analisar os dados. 
&quot;Esse preço médio não reflete a realidade do mercado, pois não considera a variação das tipologias dos imóveis e nem dos bairros. É um valor médio que não dá informação suficiente para a precificação, pois não são de empresas e sim de proprietários que estão vendendo seus imóveis&quot;, atenta.
Schubert ainda chama a atenção para a variação do CUB, que é o custo de construção de uma obra, e que no acumulado do ano ficou em 9,22%. 
&quot;A valorização de Vitória, dentro da pesquisa do FipeZap ficou em 8,82%, abaixo do CUB do Espírito Santo, que teve a maior variação do país. Somado a isso está ainda a escassez de terrenos na Capital, o que ajuda a compor os preços&quot;, disse.
Convento da Penha. Vista aérea Vitória. Morro Mestre Álvaro. Espírito Santo.
Yuri Barichivich/Setur ES
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Vitória, desbanca, Balneário, Camboriú, volta, topo, das, cidades, com, m², mais, caro, país</media:keywords>
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<title>Apesar de corte na Selic, Brasil tem o maior juro real do mundo; veja ranking</title>
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<description><![CDATA[      Como a Selic mexe com tudo na sua vida
O Brasil tem o maior juro real do mundo mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano, em decisão anunciada nesta quarta-feira (5).
???? O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída da inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, o indicador no país ficou em 9,30%.
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A segunda posição do ranking ficou com a Rússia, que registrou uma taxa real de 9,09%. A Colômbia apareceu na terceira posição, com juros reais de 6,16%.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que a alta das expectativas de inflação para os próximos 12 meses reduziu os juros reais na maioria dos países, em meio às incertezas provocadas pelo conflito no Oriente Médio.
A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, tem oscilado no ranking. Neste mês, o país ficou na 5ª posição, com juro real de 4,51%, em meio a um cenário econômico ainda desafiador e de inflação elevada.
Veja abaixo os principais resultados da lista de 40 países.
Ranking de juros reais em agosto de 2026.
Arte/g1
Queda da Selic
Nesta quarta-feira, o Copom anunciou a redução da taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano. Trata-se do quarto corte consecutivo.
O movimento ocorre em meio à retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo e pode pressionar a inflação brasileira por meio do aumento dos combustíveis.
Selic: a trajetória da taxa básica de juros
Arte/g1
Juros nominais
Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação projetada), a taxa brasileira ocupou a terceira posição, ao lado da Rússia.
Veja abaixo:
Turquia: 37%
 Argentina: 29%
Brasil: 14%
 Rússia: 14%
 Colômbia: 12%
 África do Sul: 7%
 México: 6,50%
 Hungria: 5,75%
 Indonésia: 5,75%
 Índia: 5,25%
 Filipinas: 4,75%
Chile: 4,50%
 Austrália: 4,35%
 Hong Kong: 4%
 Israel: 3,50%
 Polônia: 3,75%
 Reino Unido: 3,75%
 Estados Unidos: 3,75%
 República Tcheca: 3,75%
 China: 3%
 Malásia: 2,75%
 Coreia do Sul: 2,75%
 Alemanha: 2,40%
 Áustria: 2,40%
 Espanha: 2,40%
 Grécia: 2,40%
 Holanda: 2,40%
 Portugal: 2,40%
 Bélgica: 2,40%
 França: 2,40%
 Itália: 2,40%
 Nova Zelândia: 2,50%
 Canadá: 2,25%
 Taiwan: 2%
 Dinamarca: 1,85%
 Suécia: 1,75%
 Tailândia: 1%
 Japão: 1%
Cingapura: 0,90%
 Suíça: 0%
Sede do Banco Central em Brasília
Raphael Ribeiro/BCB ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Dólar cai e fecha a R$ 5,12, em dia de nova decisão de juros e com eleições no radar; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em queda de 0,06% nesta quarta-feira (5), cotado a R$ 5,1281. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava 0,05% na reta final do pregão, aos 177.809 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os investidores ficaram à espera da decisão de juros do Banco Central do Brasil (BC). A expectativa é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) faça um novo corte na taxa básica de juros, levando a Selic para 14% ao ano.
▶️ Os sinais de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irã pode sair em breve também ficaram no radar. Nesta quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que um tratado para a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota marítima global, pode ser anunciado nos próximos dias. O Irã, no entanto, segue contradizendo o republicano.
Em meio às incertezas, o petróleo oscilava nesta quarta-feira. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,05% por volta das 17h, cotado a US$ 79,40. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,86%, a US$ 75,12 o barril.
▶️As eleições brasileiras também seguiram no centro das atenções. Nesta quarta-feira (5) o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como o candidato à vice-presidência de sua chapa. Gaspar é ex-promotor de Justiça, foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública do estado. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,15%;
Acumulado do mês: +1,15%;
Acumulado do ano: -6,57%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado do mês: 0%;
Acumulado do ano: +10,47%.
Decisões de juros ficam no radar
Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75% na semana passada, investidores voltam as atenções para o BC brasileiro.
A expectativa é que o Copom promova o quarto corte consecutivo da Selic, de 14,25% ao ano para 14% ao ano na reunião desta quarta-feira. Caso confirmado, esse será o menor patamar da taxa básica desde março de 2025. 
A projeção de corte nos juros vigora apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).
Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, mesmo com o novo corte, as expectativas de inflação mais elevadas por parte do mercado, o mercado de trabalho aquecido e a resiliência da economia pedem que o BC ainda aja com cautela nas suas decisões de política monetária.
&quot;A ausência de resolução do conflito no Oriente Médio e o ambiente externo muito incerto reforçam a necessidade de prudência na condução dos juros&quot;, disse.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz poderia ser fechado já na quarta (5) ou quinta-feira (6), enquanto o Irã e Omã se aproximavam de um tratado para reabrir a importante via navegável e potencialmente ajudar a pôr fim à guerra.
Trump foi questionado por repórteres que viajavam com ele na Califórnia sobre uma reportagem do site de notícias Axios, que afirmava que um anúncio sobre o Estreito de Ormuz poderia ser feito na quarta-feira.
“Pode acontecer. Amanhã ou depois de amanhã”, disse ele, falando na noite de terça-feira, horário da Califórnia, que já era manhã de quarta-feira no Oriente Médio. “Muitos progressos foram feitos.”
O possível acordo resultante das negociações entre o Irã e Omã prevê que os navios entrem no Golfo Pérsico por uma rota controlada pelo Irã e saiam por uma rota controlada por Omã, disseram dois funcionários regionais à Associated Press. Seriam cobradas taxas de serviço para garantir a segurança e preservar o meio ambiente marítimo, afirmaram os funcionários.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as negociações entre Teerã e Omã estavam focadas em &quot;estabelecer rotas marítimas seguras de entrada e saída&quot;, rotas que &quot;respeitem os direitos soberanos e, ao mesmo tempo, abordem as considerações de segurança nacional tanto do Irã quanto de Omã&quot;.
“Os resultados finais dessas negociações serão anunciados assim que forem concluídas”, acrescentou ele, segundo a agência de notícias estatal iraniana IRNA.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam mistos, de olho nos preços do petróleo e na divulgação de resultados corporativos.
Perto das 15h30, o Dow Jones tinha alta de 0,82%  o S&amp;P 500 subia 0,07%. Já o Nasdaq Composite tinha queda de 0,47%.
O alívio das tensões no Oriente Médio se refletiu positivamente nos mercados europeus nesta quarta-feira. O índice pan-europeu STOXX 600 fechou com ganho de 0,04%, a 657,14 pontos. 
Entre os demais índices da região, o alemão DAX caiu 0,29%, enquanto o francês CAC-40 teve alta de 0,03%. O FTSE 100, do Re ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, cai, fecha, 5, 12, dia, nova, decisão, juros, com, eleições, radar, Ibovespa, sobe</media:keywords>
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<item>
<title>Dólar opera em queda, com nova decisão de juros do BC e eleições no radar; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (5). Perto das 15h30, a moeda tinha um recuo de 0,18%, cotada a R$ 5,1221. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,30% no mesmo horário, aos 178.428 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A decisão de juros do Banco Central do Brasil (BC) é o principal destaque do dia. Com divulgação prevista após o fechamento dos mercados, a expectativa é que o Comitê de Política Monetária (Copom) decida por mais um corte na taxa básica de juros (Selic), levando-a ao patamar de 14% ao ano. 
▶️ Os sinais de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irã pode sair em breve também ficam no radar. Nesta quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que um tratado para a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região, pode ser anunciado nos próximos dias. O Irã, no entanto, segue contradizendo o republicano.
Em meio às incertezas, o petróleo oscilava nesta quarta-feira. O barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,06% perto das 15h30, cotado a US$ 79,41. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 0,78% no mesmo horário, a US$ 75,18 o barril.
▶️As eleições brasileiras também seguem no centro das atenções. Nesta quarta-feira (5) o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como o candidato à vice-presidência de sua chapa nas eleições deste ano. Gaspar é ex-promotor de Justiça, foi procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública do estado. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,22%;
Acumulado do mês: +1,22%;
Acumulado do ano: -6,51%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado do mês: 0%;
Acumulado do ano: +10,47%.
Decisões de juros ficam no radar
Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75% na semana passada, investidores voltam as atenções para o BC brasileiro.
A expectativa é que o Copom promova o quarto corte consecutivo da Selic, de 14,25% ao ano para 14% ao ano na reunião desta quarta-feira. Caso confirmado, esse será o menor patamar da taxa básica desde março de 2025. 
A projeção de corte nos juros vigora apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).
Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, mesmo com o novo corte, as expectativas de inflação mais elevadas por parte do mercado, o mercado de trabalho aquecido e a resiliência da economia pedem que o BC ainda aja com cautela nas suas decisões de política monetária.
&quot;A ausência de resolução do conflito no Oriente Médio e o ambiente externo muito incerto reforçam a necessidade de prudência na condução dos juros&quot;, disse.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz poderia ser fechado já na quarta (5) ou quinta-feira (6), enquanto o Irã e Omã se aproximavam de um tratado para reabrir a importante via navegável e potencialmente ajudar a pôr fim à guerra.
Trump foi questionado por repórteres que viajavam com ele na Califórnia sobre uma reportagem do site de notícias Axios, que afirmava que um anúncio sobre o Estreito de Ormuz poderia ser feito na quarta-feira.
“Pode acontecer. Amanhã ou depois de amanhã”, disse ele, falando na noite de terça-feira, horário da Califórnia, que já era manhã de quarta-feira no Oriente Médio. “Muitos progressos foram feitos.”
O possível acordo resultante das negociações entre o Irã e Omã prevê que os navios entrem no Golfo Pérsico por uma rota controlada pelo Irã e saiam por uma rota controlada por Omã, disseram dois funcionários regionais à Associated Press. Seriam cobradas taxas de serviço para garantir a segurança e preservar o meio ambiente marítimo, afirmaram os funcionários.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as negociações entre Teerã e Omã estavam focadas em &quot;estabelecer rotas marítimas seguras de entrada e saída&quot;, rotas que &quot;respeitem os direitos soberanos e, ao mesmo tempo, abordem as considerações de segurança nacional tanto do Irã quanto de Omã&quot;.
“Os resultados finais dessas negociações serão anunciados assim que forem concluídas”, acrescentou ele, segundo a agência de notícias estatal iraniana IRNA.
Bolsas globais
Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam mistos, de olho nos preços do petróleo e na divulgação de resultados corporativos.
Perto das 15h30, o Dow Jones tinha alta de 0,82%  o S&amp;P 500 subia 0,07%. Já o Nasdaq Composite tinha queda de 0,47%.
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 16:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, opera, queda, com, nova, decisão, juros, eleições, radar, Ibovespa, sobe</media:keywords>
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<item>
<title>Se ir ao mercado já pesa no bolso, cenário deve piorar; ONU prevê alta dos alimentos até o fim de 2026</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/se-ir-ao-mercado-ja-pesa-no-bolso-cenario-deve-piorar-onu-preve-alta-dos-alimentos-ate-o-fim-de-2026</link>
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<description><![CDATA[      Dia dos Pais: Procon reforça orientações para evitar problemas durante compras
O mundo pode enfrentar uma nova onda de inflação dos alimentos, impulsionada pela combinação da guerra entre Irã e Israel, do conflito na Ucrânia e dos efeitos do El Niño sobre a produção agrícola. 
O alerta é de Máximo Torero, economista-chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), que prevê uma alta dos preços das commodities agrícolas ainda neste ano, com impacto mais forte sobre os alimentos no fim de 2026 e ao longo de 2027.
Mesa com alimentos: Segundo especialistas, o mais importante é prestar atenção aos sinais de fome e criar maior consciência sobre o que se está comendo.
Getty Image
Em entrevista à Reuters, Torero afirmou que a transmissão do aumento das commodities para o preço pago pelo consumidor costuma levar de três a seis meses.
&quot;Acreidto que os preços das commodities comecem a subir mais agora, e que os alimentos passem a encarecer até o fim do ano. No ano que vem, com certeza, a alta será ainda maior&quot;, disse.
Os alimentos tiveram papel central na disparada da inflação global em 2022. Neste ano, porém, os preços permaneceram relativamente comportados, ajudando até a amenizar, em alguns países, o impacto da alta dos custos de energia. Segundo o economista, essa estabilidade deve ser temporária.
Isso porque a alta do petróleo, a redução da oferta de fertilizantes provenientes da região do Golfo, a escassez de diesel em algumas partes do mundo e os eventos climáticos extremos estão elevando os custos de produção agrícola. Esse aumento, segundo ele, inevitavelmente chegará ao consumidor, ainda que com algum atraso.
Super El Niño pode intensificar chuvas, tempestades e enchentes no Brasil; entenda
Embora os preços de commodities como trigo, milho e arroz tenham subido nos últimos meses, eles ainda refletem boas safras recentes e não incorporam plenamente as dificuldades esperadas para o próximo ciclo agrícola.
Frutas, verduras e legumes ricos em água ajudam a manter a hidratação e a alimentação equilibrada das crianças nos dias de calor intenso.
DB Supermercados
Ormuz preocupa setor agrícola
Torero destacou que o Estreito de Ormuz, por onde passa uma parcela significativa do petróleo e do gás natural comercializados no mundo, tornou-se um fator de preocupação para o setor agrícola.
&quot;O Estreito de Ormuz afeta todos os insumos da agricultura. O petróleo Brent é usado no bombeamento de água, nas embalagens, no processamento e no transporte. Já o gás natural é essencial para a produção de fertilizantes&quot;, afirmou.
Ao mesmo tempo, os ataques da Ucrânia à infraestrutura russa de petróleo e gás reduziram a oferta exportável de diesel e gás natural — dois insumos fundamentais para a produção de alimentos.
Como os preços das commodities são determinados globalmente, os efeitos acabam sendo sentidos em diversos países, ainda que as economias mais ricas tenham maior capacidade de proteger seus produtores.
&quot;Estamos ouvindo isso na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil e na Ásia. As margens apertadas estão influenciando as decisões de plantio&quot;, disse Torero.
Trump já afirmou que os EUA irão controlar o Estreito de Ormuz e bloquear o acesso aos portos iranianos
REUTERS
Nos Estados Unidos, por exemplo, produtores das nove principais culturas agrícolas podem acumular perdas de US$ 32 bilhões (R$ 164,48 bilhões) em 2027 sem apoio do governo federal, segundo a American Farm Bureau Federation. A entidade estima que todas as culturas analisadas devem operar abaixo do ponto de equilíbrio financeiro no próximo ano.
Os efeitos já começam a aparecer na produção mundial
O plantio de trigo e milho diminuiu nos três primeiros meses da guerra envolvendo o Irã, enquanto parte dos agricultores americanos migrou para a soja, cultura que exige menos fertilizantes.
Na Austrália, um dos maiores exportadores agrícolas do mundo, o governo prevê uma queda de 21% na produção das culturas de inverno, atribuída, em parte, ao forte aumento dos preços dos combustíveis e dos fertilizantes, além das incertezas sobre a disponibilidade desses insumos.
Como o El Niño impacta a alimentação
Outro fator de pressão é o El Niño, que neste ano deve ser especialmente intenso. O fenômeno altera os padrões de chuva em diversas regiões do planeta, reduz a produtividade agrícola, eleva os preços das commodities e pode levar dezenas de milhões de pessoas à insegurança alimentar grave.
El Niño forte e Atlântico aquecido acendem alerta para calor extremo e seca no Amazonas
Arquivos/Rede Amazônica
Na Índia, por exemplo, a temporada de monções já começou com atraso e as previsões apontam chuvas abaixo da média neste mês, o que pode prejudicar a produção de arroz e pressionar ainda mais os preços globais dos alimentos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>mercado, já, pesa, bolso, cenário, deve, piorar, ONU, prevê, alta, dos, alimentos, até, fim, 2026</media:keywords>
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<title>Produção de carne bovina do Brasil deve cair em 2026 em meio a tarifas, barreiras comerciais e incertezas no mercado global</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/producao-de-carne-bovina-do-brasil-deve-cair-em-2026-em-meio-a-tarifas-barreiras-comerciais-e-incertezas-no-mercado-global</link>
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<description><![CDATA[      Currais em São Paulo usam biometria facial em bois
O setor de carne bovina brasileiro deve enfrentar um cenário internacional bem mais desafiador ao longo de 2026. 
A combinação de conflitos geopolíticos, imposição de novas tarifas e barreiras comerciais no exterior tem criado obstáculos adicionais para a cadeia produtiva, segundo avalia o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa.
???? Em 2025, o rebanho bovino brasileiro foi estimado em 195,5 milhões de cabeças, mantendo o país na liderança mundial em número de animais destinados à produção comercial a frente dos EUA. 
Durante evento do setor em São Paulo nesta quarta-feira (5), o presidente da ABIEC destacou que a situação macroeconômica global e as decisões unilaterais de grandes parceiros comerciais exigirão maior flexibilidade e capacidade de adaptação das indústrias brasileiras.
&quot;Enfrentamos questões geopolíticas, recessões, tarifas, cotas e salvaguardas impostas unilateralmente. Tudo isso cria ainda mais dificuldades para o setor produtivo&quot;, afirmou Perosa a participantes da Exposição Internacional de Proteína Animal.
A mudança no ambiente externo já se reflete de maneira direta nas projeções de oferta e processamento do país. Segundo estimativas apresentadas pela Abiec, o volume de abate no Brasil deve girar em torno de 40 milhões de cabeças de gado em 2026, indicando uma desaceleração no ritmo de produção industrial em comparação com o período anterior.
Gado confinado em Barretos, São Paulo.
Joel Silva/Reuters
Como foi o ano passado: recordes de abate e forte ritmo de produção
O cenário de maior cautela esperado para a pecuária brasileira em 2026 contrasta com o desempenho registrado no ano passado. Em 2025, o setor viveu um período de oferta elevada de animais e forte ritmo de produção nos frigoríficos.
Ao longo do ano, o Brasil movimentou cerca de 42 milhões de cabeças de gado, impulsionado por um momento favorável do ciclo pecuário e pela demanda internacional aquecida.
O bom desempenho das exportações também ajudou a sustentar o setor. A China continuou como principal destino da carne bovina brasileira, enquanto mercados mais exigentes, como o europeu, mantiveram as compras de cortes de maior valor agregado.
Relembre: Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo
Em 2025, a União Europeia importou mais de US$ 1,04 bilhão em carne bovina brasileira. O resultado ajudou os frigoríficos nacionais a manterem bons níveis de operação e a posição de liderança do Brasil no comércio global de proteína animal.
Em 2026, setor enfrenta pressão de grandes mercados
Para este ano, o cenário é mais desafiador. O setor deve lidar com uma desaceleração das compras chinesas, após anos de forte crescimento, além dos impactos de medidas protecionistas e mudanças nas regras de comércio internacional.
Na Europa, novas exigências também aumentam a pressão sobre produtores e exportadores. A União Europeia passou a cobrar uma rastreabilidade mais ampla para comprovar que a carne importada não teve contato com determinados antimicrobianos durante toda a vida do animal.
Antes, o controle era concentrado nos últimos 100 dias de engorda por meio da chamada lista Trace. A mudança exige uma adaptação dos produtores e da indústria, que pode levar até dois anos para ser totalmente implementada.
Mesmo com os desafios, representantes do setor avaliam que a diversidade de mercados compradores ajuda a reduzir os impactos. A estratégia das empresas é ampliar vendas para países do Sudeste Asiático, fortalecer negócios no Oriente Médio e buscar novas oportunidades nas Américas. Entenda:
Veto da UE atinge carne e mel brasileiros enquanto ganhavam espaço no mercado europeu
UE compra pouco da carne bovina do Brasil, mas paga mais e abre portas para outros mercados
*Contém informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Produção, carne, bovina, Brasil, deve, cair, 2026, meio, tarifas, barreiras, comerciais, incertezas, mercado, global</media:keywords>
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<title>França condena dois streamers após morte de influenciador durante transmissão ao vivo; relembre o caso</title>
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<description><![CDATA[      Raphaël Graven, streamer conhecido como Jean Pormanove, morreu durante live na Kick
Divulgação; X/@JeanPormanove
O tribunal criminal de Nice, na França, condenou nesta quarta-feira (5) os streamers Naruto e Safine a penas de prisão suspensas, multas e a um “banimento digital” de seis meses por atos de violência e humilhações online que antecederam a morte do influenciador Jean Pormanove, em agosto de 2025.
Owen Cenazandotti, conhecido como Naruto, de 27 anos, foi condenado a dois anos de prisão com suspensão condicional e ao pagamento de multa de 15 mil euros (cerca de R$ 88 mil). 
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Já Safine Hamadi, conhecido como Safine, de 24 anos, recebeu pena de 18 meses de prisão com suspensão condicional e multa de 5 mil euros (aproximadamente R$ 29 mil).
???? O termo “prisão com suspensão condicional” significa que os streamers foram condenados, mas não terão de cumprir a pena na prisão imediatamente. Eles permanecerão em liberdade durante um período determinado e deverão cumprir condições impostas pela Justiça. Caso descumpram as regras ou cometam novos crimes, a pena poderá ser executada.
Os dois organizavam transmissões ao vivo em canais na internet, inicialmente na plataforma Twitch e depois na Kick, rede social conhecida por ter regras de moderação mais flexíveis.
O caso ganhou repercussão após a morte de Jean Pormanove, nome pelo qual era conhecido o francês Raphaël Graven, de 46 anos. 
O influenciador morreu durante uma transmissão ao vivo realizada em agosto de 2025, em um ambiente onde participava de conteúdos que envolviam episódios de violência, humilhações e agressões praticadas por outros criadores.
Segundo as investigações, os vídeos exibidos nas transmissões mostravam Graven sendo submetido a situações de abuso, que eram acompanhadas por espectadores na plataforma Kick. 
As autoridades francesas abriram uma investigação para apurar as circunstâncias da morte e possíveis crimes relacionados à violência contra uma pessoa vulnerável e à divulgação de imagens de agressões.
Antes da morte, reportagens investigativas já haviam apontado que os conteúdos produzidos pelo grupo envolviam práticas de humilhação e violência como forma de entretenimento e monetização. 
Os vídeos reuniam milhares de espectadores e eram publicados em canais como o “Le Lokal”, na Kick.
Após o caso, a plataforma anunciou o banimento dos criadores envolvidos e passou a ser alvo de questionamentos na França sobre a responsabilidade das redes sociais na fiscalização de conteúdos violentos transmitidos ao vivo.
A Kick, criada em 2022, ganhou popularidade entre criadores de conteúdo por oferecer uma divisão de receita mais favorável aos streamers e por adotar uma política de moderação considerada menos restritiva em comparação com concorrentes como a Twitch. 
A plataforma afirmou, na época, que estava revisando as circunstâncias da morte de Jean Pormanove e que suas regras proibiam conteúdos que retratassem ou incentivassem violência extrema.
Morte de influenciador em live: o que é a Kick, rede social que abrigou transmissão
*Com informações das agências RFI e France Presse ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>França, condena, dois, streamers, após, morte, influenciador, durante, transmissão, vivo, relembre, caso</media:keywords>
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<title>IA da Anthropic cria identidades falsas para enganar humanos em novo teste de segurança</title>
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<description><![CDATA[      Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo
O modelo de inteligência artificial Claude Mythos 5, da Anthropic, considerado um dos modelos de IA mais perigosos do mundo, criou identidades falsas para tentar convencer um desenvolvedor a aprovar alterações maliciosas em um projeto de código aberto durante um teste de segurança cibernética. 
O caso foi divulgado pelo AI Security Institute e é o mais recente de uma série de incidentes envolvendo os sistemas mais avançados de IA.
Segundo o instituto, o comportamento foi identificado durante avaliações rotineiras para medir a capacidade dos modelos de executar ataques cibernéticos.
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Ao todo, os pesquisadores registraram 17 ações do Mythos 5 e outras duas do GPT-5.6-Sol, da OpenAI, relacionadas a tentativas de burlar mecanismos de segurança utilizando classificadores cibernéticos.
O episódio reforça as preocupações de especialistas de que modelos de IA cada vez mais sofisticados estejam desenvolvendo capacidade para combinar habilidades técnicas com estratégias de manipulação de pessoas, conhecidas como engenharia social.
Modelo acende alertaM
O Claude Mythos é considerado por especialistas o modelo de IA mais perigoso do mundo atualmente. O sistema é descrito como extremamente rápido e capaz de encontrar brechas de segurança que passariam despercebidas por humanos.
O chatbot Claude, da Anthropic, está entre os mais populares, rivalizando com o ChatGPT e o Gemini
Reuters via BBC
&quot;Se o Mythos for parar em mãos erradas, empresas podem ser paralisadas da noite para o dia&quot;, explicou ao g1,  Izabela Anholett, especialista em IA e fundadora da Nura AI.  
Segundo ela, o risco está na capacidade do modelo de identificar e explorar vulnerabilidades em sistemas digitais.
&quot;O Mythos Preview [versão de teste] já encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web&quot;, afirmou a Anthropic.
&quot;Devido ao seu alto poder e aos riscos que representa para a segurança nacional e geral, ele não foi liberado para o público comum. Em vez disso, a Anthropic criou um consórcio de empresas e agências governamentais com acesso à ferramenta&quot;, explica Diogo Cortiz.
Entre os integrantes do grupo estão Amazon, Apple, Microsoft, Google, Nvidia, Broadcom e Mozilla.
Cortiz lembra que um exemplo da eficácia do modelo veio de um relatório da Mozilla. Ao utilizar o Mythos para analisar o navegador Firefox, a organização identificou uma grande quantidade de vulnerabilidades e falhas até então desconhecidas.
Ainda segundo a própria Anthropic, versões preliminares encontraram milhares de vulnerabilidades de alta gravidade em sistemas operacionais e navegadores, motivo pelo qual seu acesso foi restrito a um grupo de empresas e órgãos governamentais.
Neste ano, uma versão derivada do modelo, chamaa Fable 5, chegou a ter sua distribuição suspensa temporariamente pelo governo dos Estados Unidos por preocupações relacionadas à segurança nacional antes de voltar a ser liberada.
Entenda na matéria abaixo: 
Novo episódio amplia preocupações
No fim de julho, a Anthropic informou que um erro de configuração deu ao Mythos acesso à internet durante avaliações de segurança cibernética, permitindo que o modelo acessasse os sistemas de três empresas reais.
Já a OpenAI revelou que um de seus modelos experimentais conseguiu explorar vulnerabilidades e comprometer um servidor de testes após receber acesso a ferramentas externas.
Embora todos os episódios tenham ocorrido em ambientes de teste, eles aumentaram a preocupação sobre o potencial desses sistemas para executar ataques digitais cada vez mais complexos.
LEIA TAMBÉM: 
OpenAI descobre mais casos em que sua IA escapou de isolamento, diz agência ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em queda, à espera da nova decisão de juros do BC e de olho no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (5) em queda, conforme investidores aguardavam novos sinais sobre os juros brasileiros. Perto das 9h, a moeda tinha um recuo de 0,36%, cotada a R$ 5,1129. As negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
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▶️ A decisão de juros do Banco Central do Brasil (BC) é o principal destaque do dia. Com divulgação prevista após o fechamento dos mercados, a expectativa é que o Comitê de Política Monetária (Copom) decida por mais um corte na taxa básica de juros (Selic), levando-a ao patamar de 14% ao ano. 
▶️ Os sinais de que um acordo entre os Estados Unidos e o Irã pode sair em breve também ficam no radar. Nesta quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que um tratado para a reabertura do Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região, pode ser anunciado nos próximos dias. O Irã, no entanto, segue contradizendo o republicano.
Em meio às incertezas, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,45% perto das 8h30, cotado a US$ 80,51. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,62% no mesmo horário, a US$ 76,24 o barril.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: +1,22%;
Acumulado do mês: +1,22%;
Acumulado do ano: -6,51%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: 0%;
Acumulado do mês: 0%;
Acumulado do ano: +10,47%.
Decisões de juros ficam no radar
Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter as taxas básicas americanas inalteradas na faixa de 3,50% a 3,75% na semana passada, investidores voltam as atenções para o BC brasileiro.
A expectativa é que o Copom promova o quarto corte consecutivo da Selic, de 14,25% ao ano para 14% ao ano na reunião desta quarta-feira. Caso confirmado, esse será o menor patamar da taxa básica desde março de 2025. 
A projeção de corte nos juros vigora apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis).
Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, mesmo com o novo corte, as expectativas de inflação mais elevadas por parte do mercado, o mercado de trabalho aquecido e a resiliência da economia pedem que o BC ainda aja com cautela nas suas decisões de política monetária.
&quot;A ausência de resolução do conflito no Oriente Médio e o ambiente externo muito incerto reforçam a necessidade de prudência na condução dos juros&quot;, disse.
Acordo entre EUA e Irã pode estar próximo
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz poderia ser fechado já na quarta (5) ou quinta-feira (6), enquanto o Irã e Omã se aproximavam de um tratado para reabrir a importante via navegável e potencialmente ajudar a pôr fim à guerra.
Trump foi questionado por repórteres que viajavam com ele na Califórnia sobre uma reportagem do site de notícias Axios, que afirmava que um anúncio sobre o Estreito de Ormuz poderia ser feito na quarta-feira.
“Pode acontecer. Amanhã ou depois de amanhã”, disse ele, falando na noite de terça-feira, horário da Califórnia, que já era manhã de quarta-feira no Oriente Médio. “Muitos progressos foram feitos.”
O possível acordo resultante das negociações entre o Irã e Omã prevê que os navios entrem no Golfo Pérsico por uma rota controlada pelo Irã e saiam por uma rota controlada por Omã, disseram dois funcionários regionais à Associated Press. Seriam cobradas taxas de serviço para garantir a segurança e preservar o meio ambiente marítimo, afirmaram os funcionários.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as negociações entre Teerã e Omã estavam focadas em &quot;estabelecer rotas marítimas seguras de entrada e saída&quot;, rotas que &quot;respeitem os direitos soberanos e, ao mesmo tempo, abordem as considerações de segurança nacional tanto do Irã quanto de Omã&quot;.
“Os resultados finais dessas negociações serão anunciados assim que forem concluídas”, acrescentou ele, segundo a agência de notícias estatal iraniana IRNA.
Bolsas globais
O alívio das tensões no Oriente Médio se refletia positivamente nos mercados europeus nesta quarta-feira, que operavam majoritariamente em alta. 
Perto das 8h45, o índice alemão DAX subia 0,09%, enquanto o francês CAC-40 tinha alta de 0,06%. O FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,23%.
Na Ásia, as ações chinesas alcançaram a maior cotação da semana, à medida que os fortes ganhos nos papéis de fabricantes de chips superaram a queda vista em empresas de módulos ópticos. 
O CSI 300, que  reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 1,2%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 1,5%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,2% e o Nikkei, do Japão, avançou 3,66%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, valorizou 3,76%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dól ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Starbucks é alvo de operação policial na Coreia do Sul após campanha polêmica; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Loja da Starbucks na Coreia do Sul. A rede virou alvo de investigação após uma campanha publicitária que gerou críticas por fazer referência ao uso de tanques durante a repressão aos protestos pró-democracia de Gwangju, em 1980
Reuters
A polícia sul-coreana realizou buscas nesta quarta-feira (5) nos escritórios da Starbucks, informou à AFP a operadora local da rede de cafeterias. 
A operação faz parte da investigação aberta após uma campanha publicitária ser acusada de difamar ativistas mortos nos protestos pró-democracia de 1980, um dos episódios mais marcantes da história recente do país.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Um grupo da sociedade civil e familiares das vítimas apresentaram uma queixa contra integrantes do Grupo Shinsegae, que opera a Starbucks na Coreia do Sul, acusando-os de difamação. 
As buscas representam o mais recente desdobramento da crise, que já havia levado a empresa a pedir desculpas publicamente, demitir seu principal executivo no país e promover treinamentos obrigatórios para os funcionários.
Agora no g1
A controvérsia começou em 18 de maio, quando a Starbucks Korea lançou uma campanha para divulgar uma nova linha de copos térmicos de grande capacidade chamada &quot;SS Tank&quot;. 
A empresa classificou a data como &quot;Tank Day&quot; (&quot;Dia do Tanque&quot;), coincidindo com o 46º aniversário do Levante de Gwangju.
???? O levante ocorreu em maio de 1980, quando estudantes e moradores da cidade de Gwangju protestaram contra a ditadura militar. A repressão foi conduzida pelo Exército, que enviou soldados, tanques e outros veículos militares às ruas. 
Segundo o balanço oficial, 165 civis morreram na operação, embora grupos de direitos humanos afirmem que o número real de vítimas pode ter sido maior.
A campanha foi amplamente criticada por banalizar um dos principais símbolos da luta pela democracia na Coreia do Sul e por desrespeitar a memória das vítimas, consideradas mártires por muitos sul-coreanos. 
O anúncio também utilizava o slogan &quot;Bata na mesa!&quot;, expressão associada por críticos a uma frase usada por autoridades em 1987 para tentar encobrir a morte sob tortura do estudante e ativista Park Jong-chol, cuja morte ajudou a impulsionar os protestos que culminaram na redemocratização do país.
Diante da reação negativa, o Grupo Shinsegae retirou a campanha do ar poucas horas após seu lançamento. 
A empresa também demitiu o CEO da Starbucks Korea e divulgou um pedido público de desculpas por meio de seu presidente, Chung Yong-jin, reconhecendo a gravidade da repercussão.
Em junho, a Starbucks anunciou uma série de medidas para tentar restaurar sua imagem. Pela primeira vez desde a chegada da rede à Coreia do Sul, em 1999, todas as mais de 2.000 lojas do país fecharam mais cedo para que os funcionários participassem de um treinamento obrigatório sobre história e sensibilidade social. 
Executivos e empregados da sede assistiram a aulas ministradas por professores de história e sociologia, enquanto os demais colaboradores acompanharam a gravação da sessão.
Segundo a empresa, a iniciativa buscava evitar que episódios semelhantes voltassem a ocorrer.
A Coreia do Sul é o terceiro maior mercado da Starbucks no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, o que dá ainda mais visibilidade à crise enfrentada pela companhia no país. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Alliança Saúde protocola plano de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 1,1 bilhão em dívidas</title>
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<description><![CDATA[ A Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (5) que entrou com um pedido na Justiça para homologar seu plano de recuperação extrajudicial, etapa que busca oficializar um acordo para renegociar cerca de R$ 1,1 bilhão em dívidas.
Segundo a empresa, o pedido foi apresentado à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo e faz parte do processo de reestruturação financeira iniciado após a mudança no controle da companhia.
???? Na recuperação extrajudicial, a empresa negocia diretamente com os credores e leva o acordo à Justiça apenas para homologação. Já na recuperação judicial, o processo é conduzido sob supervisão do Judiciário desde o início, com regras mais amplas para reorganizar as dívidas e preservar as atividades da empresa.
Apesar de extrajudicial, a recuperação precisa ser homologada pela Justiça para que o acordo entre empresa e credores tenha validade jurídica. A regra está na Lei de Recuperação Judicial e Falências.
De acordo com a Alliança, o plano já conta com a adesão de mais de 83 credores, entre instituições financeiras, fornecedores, prestadores de serviços e proprietários de imóveis e equipamentos. 
Juntos, eles representam cerca de 54% das dívidas incluídas na recuperação, percentual suficiente para atender ao quórum previsto na legislação para que o plano possa ser homologado pela Justiça.
A companhia informou que as negociações com outros credores continuam e que espera obter novas adesões antes e depois da decisão judicial.
Como funciona o plano
Segundo a Alliança, o plano proposto oferece diferentes alternativas para os credores receberem os valores devidos.
A principal opção permite que o credor troque a dívida por ações da empresa de saúde, tornando-se acionista da empresa.
De acordo com a Alliança, mais de 92% do valor das dívidas dos credores que já aderiram ao plano será convertido em participação acionária.
???? Considerando o fechamento desta quarta-feira (5), as ações da Alliança, negociadas na B3 sob o ticker AALR3, estavam cotadas a R$ 3,15. Desde o início deste ano, os papéis da companhia acumulam desvalorização de cerca de 37%.
Outra alternativa prevê o pagamento de 30% da dívida em 11 parcelas anuais, após um período de carência de um ano. Os 70% restantes seriam perdoados.
Há ainda uma terceira opção para credores com valores menores, com o pagamento de até R$ 15 mil em parcela única, em até 180 dias após a homologação do plano.
O documento homologado pela companhia na Justiça também aborda condições específicas para fornecedores considerados estratégicos e para proprietários de imóveis alugados pela empresa, com formas de pagamento diferenciadas para preservar as relações comerciais.
Objetivo é reduzir endividamento
Segundo a Alliança, a conversão de parte das dívidas em ações e o alongamento dos prazos de pagamento devem reduzir o endividamento da companhia e melhorar sua situação financeira.
A empresa também informou que o plano permite a captação de novos recursos para reforçar o caixa, cumprir as obrigações previstas na recuperação e reorganizar sua estrutura de capital.
A Alliança afirmou que a recuperação extrajudicial tem escopo exclusivamente financeiro e não altera suas obrigações com pacientes, colaboradores, operadoras de planos de saúde, seguradoras e cooperativas médicas.
O pedido de homologação foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração da companhia e ainda será submetido à ratificação dos acionistas em assembleia geral extraordinária. 
*Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Gasolina sobe 30% nos EUA e Trump cobra petroleiras; entenda o que está por trás da alta</title>
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<description><![CDATA[      Gasolina e alimentos pressionam, e inflação nos EUA atinge maior patamar em 40 anos em maio
Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar as petroleiras americanas a reduzir os preços da gasolina.
Em publicação nas redes sociais, ele reclamou dos lucros das empresas do setor e afirmou que os consumidores não deveriam arcar com preços tão elevados, que começaram a subir após a escalada do conflito com o Irã no Oriente Médio.
➡️ Na segunda-feira, o preço médio da gasolina atingiu US$ 4,095 por galão nos EUA, cerca de 30% acima do registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados da American Automobile Association (AAA).
Trump afirmou que as empresas deveriam repassar aos consumidores os benefícios das medidas adotadas por seu governo para ampliar a produção de petróleo.
&quot;Não gosto disso. Eu deveria ser a última pessoa a dizer isso, porque sou um grande defensor da livre iniciativa, ninguém mais do que eu. Estão surpresos por eu dizer isso? Vou dizer em alto e bom som. Não estou satisfeito&quot;, disse o presidente a jornalistas na Casa Branca.
O presidente dos EUA também criticou publicamente o CEO da Chevron, Mike Wirth, por não reconhecer o papel de sua administração no fortalecimento da indústria do petróleo. Na Truth Social, afirmou que seu governo &quot;salvou&quot; o setor e citou o retorno da Chevron à Venezuela como prova.
Também estendeu as críticas a outras gigantes do setor, como a ExxonMobil, uma das maiores produtoras de petróleo do mundo.
Petróleo ainda em alta
O petróleo é uma commodity negociada globalmente. Isso significa que qualquer ameaça à oferta mundial afeta rapidamente as cotações internacionais, mesmo em países que produzem grandes volumes, como os EUA.
A alta dos preços do petróleo foi impulsionada pela crise no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial. Sempre que surgem ameaças de bloqueio da região, investidores passam a projetar uma oferta menor de petróleo e o preço sobe.
A situação fez disparar os lucros das petroleiras. Juntas, ExxonMobil e Chevron lucraram US$ 29 bilhões (R$ 147 bilhões) no segundo trimestre, mais de três vezes o valor registrado no mesmo período do ano anterior.
????????️ O Brent é a principal referência usada no mercado internacional para acompanhar o preço do petróleo. Durante a escalada da guerra no Oriente Médio, o barril passou de cerca de US$ 70 para US$ 126, antes de recuar para perto de US$ 80 nesta terça-feira (4), com sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã.
Segundo Nivaldo de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mesmo quando a tensão diminui, os preços não recuam imediatamente. 
&quot;As refinarias trabalham com estoques e contratos de curto, médio e longo prazo. Por isso, uma eventual queda do petróleo leva tempo para chegar ao consumidor.&quot;
Como o preço da gasolina nos EUA acompanha as cotações internacionais do petróleo, o combustível ficou mais caro e voltou a pressionar o orçamento das famílias.
Evolução do preço médio da gasolina nos Estados Unidos
Reprodução/American Automobile Association - AAA
Em maio, consumidores relataram que passaram a reduzir as viagens de carro, concentrar compromissos em trajetos mais curtos e recorrer com maior frequência ao transporte público para economizar combustível. Na época, o preço médio do galão de gasolina comum era ainda mais alto: US$ 4,52 (R$ 22,64).
Uma pesquisa da Ipsos, divulgada pelo Washington Post e pela ABC News, mostrou que 44% dos americanos diminuíram o número de viagens de carro em razão da alta da gasolina.
Para especialistas ouvidos pelo g1, a pressão de Trump sobre as petroleiras tem efeito político, mas capacidade limitada de alterar os preços pagos pelos consumidores.
Embora os EUA sejam hoje o maior produtor mundial de petróleo, a gasolina vendida no país continua fortemente influenciada pelas cotações internacionais da commodity, pela estrutura do parque de refino e pelos custos de distribuição.
Há uma contradição no discurso de Trump?
Para Ticiana Alvares, diretora técnica do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), existe um contraste entre a cobrança feita por Trump às petroleiras e a política externa adotada pelos EUA.
Segundo ela, conflitos internacionais elevam a percepção de risco dos investidores e pressionam o preço internacional do petróleo.
&quot;O preço do petróleo é formado em um mercado global e incorpora expectativas. Quando aumenta o risco de interrupção da oferta, o barril sobe rapidamente.&quot;
A especialista lembra que os EUA também ampliaram sua participação nas exportações de petróleo e gás natural nos últimos anos, o que beneficia parte do setor energético quando as cotações internacionais sobem.
&quot;A valorização do petróleo aumenta a receita de parte dessas empresas, ao mesmo tempo em que encarece a gasolina para o consumidor americano.&quot;
Por que a gasolina continua cara nos EUA?
Pode parecer contra ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Gasolina, sobe, 30, nos, EUA, Trump, cobra, petroleiras, entenda, que, está, por, trás, alta</media:keywords>
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<title>Por que recebemos tantas ligações indesejadas? E como evitar esse tipo de chamada?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/por-que-recebemos-tantas-ligacoes-indesejadas-e-como-evitar-esse-tipo-de-chamada</link>
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<description><![CDATA[      Bloqueio de ligações indesejadas gera disputa entre operadoras na Anatel
A disputa entre empresas de telefonia em torno de um sistema criado para evitar ligações indesejadas mostra a dificuldade para definir em quais casos é preciso derrubar chamadas logo na origem. 
Ao menos sete empresas buscaram a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para reclamar sobre ligações legítimas derrubadas pelo &quot;anti-spam&quot; da Vivo, que alega bloquear apenas quem faz chamadas em massa e sem identificação. 
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O sistema promete criar uma camada de proteção adicional contra ligações excessivas. E, em alguns casos, resolve um problema que não foi solucionado nem mesmo com ferramentas como o &quot;Não Me Perturbe&quot;, criado para acabar com o telemarketing de operadoras e bancos. 
Mas por que tanta gente ainda é impactada por chamadas indesejadas? A resposta está na limitação do &quot;Não Me Perturbe&quot;, na possibilidade de adulterar números de origem e no período de transição de um sistema que pode ao menos acabar com as chamadas fraudulentas. 
Ligações automáticas indesejadas, chamadas de &quot;robocalls&quot;
Fantástico
Batizado de &quot;Origem Verificada&quot;, ele faz uma autenticação em tempo real das ligações e garante que o número exibido no seu celular é, de fato, de uma empresa legítima. O sistema autenticou 6,6 bilhões de chamadas em junho de 2026, segundo a ABR Telecom. 
A Anatel obriga empresas que fazem mais de 500 mil ligações por mês a aderirem ao sistema. Mas a exigência para que todas usem a ferramenta só começará em 2028. (saiba mais ao final) 
Enquanto isso, consumidores que querem evitar ligações excessivas podem aderir aos sistemas já existentes, aos recursos disponíveis nos sistemas dos seus celulares e a aplicativos de terceiros. (confira abaixo como fazer) 
23 mil ligações por segundo: o Fantástico investiga como funcionam os robôs programados para tirar você do sério
Por que ligações indesejadas são tão comuns? 
Muitas das ligações indesejadas são automatizadas e não têm uma pessoa do outro lado da linha. Conhecidas como &quot;robocalls&quot;, essas chamadas ficam mudas e caem sozinhas depois de alguns segundos. 
Isso acontece porque empresas ligam para vários números ao mesmo tempo: quando alguém atende, as demais chamadas são encerradas. A estratégia serve ainda para call centers verificarem números que estão ativos e enriquecerem suas listas de contatos. 
Brasil teve mais de 10 bilhões de &quot;robocalls&quot; por mês em 2025 
Por que recebemos ligações mudas que desligam sozinhas – e como evitá-las
Autores de ligações excessivas chegam até mesmo a adulterar seus números para que eles fiquem parecidos com os de linhas telefônicas comuns e não sejam bloqueados pelas operadoras. 
É o chamado &quot;spoofing numérico&quot;, que pode ser feito por meio de servidores VoIP (sigla em inglês para &quot;Voz sobre Protocolo de Internet&quot;), programas de computador que se conectam à rede de telefonia via internet. 
Servidores VoIP são usados para gerenciar ramais de empresas, mas a possibilidade de alterar o número de origem atrai pessoas com interesses indevidos. 
A Anatel chegou a criar o prefixo 0303 para identificar ligações de telemarketing, mas derrubou a obrigatoriedade após perceber uma alta rejeição a esse tipo de chamada.  
Fim da exigência do prefixo 0303 para telemarketing foi criticado por Procons e Idec 
Ligações de números parecidos: entenda como as chamadas adulteradas são feitas
Como diminuir ligações indesejadas 
O &quot;Não Me Perturbe&quot; promete acabar com ligações indesejadas de todas as empresas de telefonia, obrigadas a se adequarem ao sistema, e de 74 instituições financeiras, que aderiram ao programa de forma voluntária. 
O cadastro pode ser feito no site www.naomeperturbe.com.br e começa a valer em até 30 dias. Mas lembre-se: algumas chamadas podem continuar acontecendo porque golpistas e algumas empresas de vendas ignoram o cadastro. 
&#039;Não Me Perturbe&#039; não funciona? Por que pessoas recebem ligações de telemarketing
Alguns celulares Android têm recursos para identificar e bloquear chamadas suspeitas. A ferramenta costuma ser encontrada ao acessar a página de &quot;Configurações&quot; e pesquisar por &quot;Proteção ID&quot; ou &quot;Spam&quot;. 
O iPhone, por sua vez, tem o recurso &quot;Perguntar motivo da ligação&quot;, que faz todas as chamadas serem atendidas automaticamente por um robô (saiba mais aqui). 
Uma alternativa é baixar aplicativos de identificação de chamadas como o Whoscall e o Truecaller, que podem mostrar quem realmente está ligando e bloquear chamadas. Os serviços podem cobrar por recursos avançados. 
Em último caso, a saída é bloquear chamadas de números desconhecidos. A medida acaba com o problema, mas pode fazer você perder ligações realmente importantes. 
A Anatel também orienta consumidores a registrar reclamações, caso o problema não seja resolvido. A denúncia pode ser feita neste link. 
A agência indica ainda a plataforma &quot;Qual Empresa Me Ligou&quot;, que permite verificar o nome e o CNPJ de quem fez a ligação. Acesse w ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, que, recebemos, tantas, ligações, indesejadas, como, evitar, esse, tipo, chamada</media:keywords>
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<title>&amp;apos;Nem para comer me chamavam&amp;apos;: entenda o que é a solidão corporativa e como pode afetar sua carreira</title>
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<description><![CDATA[      Solidão corporativa: entenda o que é e como ela pode afetar a saúde mental e a carreira
Geovanna Santos, de 28 anos, acumula uma década de experiência na área administrativa. Apesar de sempre ter facilidade para fazer amizades no ambiente de trabalho e manter vínculos com ex-colegas, no ano passado ela viveu uma situação completamente diferente e descobriu, na prática, o que especialistas chamam de solidão corporativa.
Após deixar uma empresa de atuação nacional para trabalhar em um negócio familiar, Geovanna imaginava encontrar apenas uma nova rotina. Em vez disso, deparou-se com um ambiente onde se sentia completamente isolada.
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&quot;Eu ficava literalmente olhando para a parede&quot;, relembra. Sua mesa ficava isolada em uma sala, enquanto o gerente, único colega no ambiente, passava boa parte do dia fora. Enquanto isso, as outras três funcionárias da equipe trabalhavam juntas em outro ambiente.
Geovanna tentou se aproximar, mas as conversas não evoluíram. No horário de almoço, os grupos saíam juntos para restaurantes, deixando-a para trás. &#039;&quot;Eu ia sozinha. Nem para comer me chamavam”, lembra a trabalhadora. 
A situação começou a afetar sua saúde mental. Ela passou a acordar sem vontade de ir ao trabalho, acumulou atrasos e desenvolveu crises de ansiedade, síndrome do pânico e sintomas físicos relacionados ao estresse.
A empresa também não ofereceu um processo estruturado de integração. A ausência de acolhimento aumentou a sensação de isolamento e prejudicou seu desenvolvimento profissional. 
&quot;Eu me sentia invisível. Não tinha ninguém para olhar e reconhecer o meu esforço”, conta. Depois de três meses de desgaste emocional, Geovanna pensou em pedir demissão. Antes disso, porém, foi desligada da empresa logo após apresentar um atestado médico. &quot;Foi péssimo&quot;, resume.
Geovanna Santos encontrou no trabalho amizades que transformaram sua rotina, mas, após mudar de emprego, passou a enfrentar a solidão e a dificuldade de criar novos vínculos no ambiente profissional.
Arquivo Pessoal
Segundo um levantamento da Pluxee com mais de 2 mil brasileiros, 47% dizem se sentir sozinhos no trabalho, seja frequentemente ou às vezes.
Outro dado chama atenção: 78% consideram essencial ter amizades verdadeiras no ambiente profissional, indicando que a qualidade das relações influencia diretamente a experiência no emprego.
As conexões ajudam a retenção de talentos. Em uma escala de 1 a 5, os entrevistados atribuíram nota média de 3,39 ao impacto das amizades na decisão de permanecer ou deixar uma empresa.
Um segundo estudo, realizado pela Vittude em parceria com o Opinion Box, reforça esse cenário. Embora o trabalho remoto integral seja desejado por muitos profissionais, o levantamento indica que esse modelo pode intensificar o isolamento social e dificultar a construção de redes de apoio.
Entre os trabalhadores que atuam 100% em home office, 11,4% apresentam níveis críticos de sofrimento mental. 
Para 30,8% dos entrevistados, o senso de equipe e a interação social são os principais motivos para preferir o trabalho totalmente presencial.
Solidão no trabalho afeta quase metade dos brasileiros
Arte g1
Quase metade dos brasileiros se sente sozinha no trabalho
Arte g1
O que é a solidão corporativa?
O conceito de solidão corporativa não significa necessariamente trabalhar sozinho, mas sentir-se isolado mesmo em meio a colegas. Ela é caracterizada pela falta de vínculos significativos, de relações de confiança e de senso de pertencimento no ambiente de trabalho.
&quot;O problema não é estar sozinho fisicamente, mas sentir-se desconectado, mesmo cercado de colegas&quot;, explica Camilla Pádua, sócia-líder da área de consultoria em gestão de pessoas da KPMG no Brasil.
Segundo ela, esse sentimento costuma surgir quando o profissional não consegue construir relações, trabalha em ambientes excessivamente competitivos ou sente que não pode ser autêntico.
&quot;Os líderes têm um papel central em construir ambientes em que a conexão humana não seja vista como algo secundário, mas como parte da estratégia do negócio.
Marcela Zaidem, fundadora da consultoria Cultura na Prática, afirma que o fenômeno ganhou visibilidade nas redes sociais, mas já vinha sendo identificado por pesquisas internacionais há muitos anos.
&quot;Não estamos falando de gente &#039;carente de escritório&#039;. Estamos falando de um ambiente em que muita gente está cercadde reunião, meta, canal, call e cobrança, mas ainda assim se sente sozinha&quot;, explica.  
Muller Gomes, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half, destaca que o isolamento também pode comprometer a carreira. &quot;O ser humano é biopsicossocial. A gente precisa do outro. Ter com quem conversar, compartilhar e até desabafar ajuda a lidar melhor com os problemas”, explica. 
Segundo ele, a falta de interação afeta a produtividade, a saúde mental e até o desenvolvimento profissional, já que o networking é fundamental para novas oportunidades de carreira. &quot;O ser humano não foi feito para ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Cachorro&#45;quente, brigadeiro e mais: como empreendedores faturam até R$ 4 milhões por ano com ideias simples</title>
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<description><![CDATA[      Do cachorro-quente ao churrasco: negócios simples que viraram empresas milionárias
Cachorro-quente, brigadeiro e churrasquinho são produtos comuns. Mas, quando ganham gestão, estratégia e um diferencial, podem se transformar em negócios de sucesso.
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Foi o que aconteceu com Dona Eny Matos e o filho, Hugo Matos. O que começou como uma barraquinha de cachorro-quente em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), virou uma rede que hoje fatura cerca de R$ 4 milhões por ano.
Em Porto Alegre, uma confeiteira criou um rodízio de brigadeiros e alcançou um faturamento de cerca de R$ 108 mil por mês. Já um ex-açougueiro começou vendendo churrasquinho na garagem de casa e hoje tem uma churrascaria que fatura aproximadamente R$ 300 mil mensais.
As três histórias mostram que o diferencial nem sempre está no produto, mas na forma como ele é vendido. Investir na experiência do cliente, manter a qualidade e executar bem a operação faz diferença no crescimento do negócio.
Para quem quer empreender, a principal lição é que a pergunta não deve ser se a ideia já existe, mas como fazer melhor do que já é feito.
Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo
Cachorro quente
Caled Oquendo/Pexels
Leandra Winck apostou nos brigadeiros e hoje fatura R$ 108 mil por mês — Foto: Leandra Winck
Leandra Winck ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após trégua nos preços, azeite volta a ser ameaçado por calor extremo e incêndios na Europa</title>
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<description><![CDATA[      Oliveira pega fogo durante um incêndio florestal no vale de Mégara, Grécia
REUTERS/Louisa Gouliamaki
O calor extremo, a seca prolongada e os incêndios florestais vêm aumentando a pressão sobre a agricultura europeia, especialmente sobre os olivais do sul do continente.
Produtores alertam que a combinação desses fatores tem reduzido a produtividade das lavouras, comprometido a qualidade dos frutos e elevado os custos de produção, o que pode resultar em novos aumentos nos preços de alimentos como o azeite de oliva.
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Estudos climáticos mostram que o número de dias de verão com condições extremas favoráveis à propagação de incêndios, combinação de calor, seca e vento, dobrou desde 1981, reforçando a vulnerabilidade estrutural dos olivais e de outras culturas mediterrâneas.
A preocupação é compartilhada por instituições e entidades do setor agrícola. No início de julho, a Comissão Europeia apontava uma redução dos preços do azeite de oliva desde abril, devido ao excesso da produção italiana.
Agora no g1
Contudo, revisou sua previsão para a produção de azeite do bloco, que deve recuar 5% no ciclo 2025/26. A queda é puxada sobretudo pela Grécia, onde a produção deve encolher 18%.
O relatório alertava que as perspectivas para a próxima safra dependiam da ausência de novos eventos climáticos extremos, devido à vulnerabilidade dos olivais.
Poucas semanas depois, esse cenário de risco começou a se concretizar. Segundo o jornal britânico The Guardian, a associação agrícola espanhola ASAJA afirma que os incêndios florestais que se intensificaram no país a partir de meados de julho atingiram pomares, vinhedos, áreas agrícolas, estufas e olivais, afetando produtos como frutas cítricas, abacates, amêndoas, hortaliças e azeitonas. Milhares de hectares foram devastados.
Para a entidade, a principal preocupação não é a redução das exportações, mas o aumento dos custos de produção, que tende a ser repassado aos consumidores.
A Espanha também segue enfrentando restrições hídricas que reduzem a umidade do solo e aumentam o risco de queda prematura das azeitonas.
Além disso, antes mesmo dos incêndios de julho, a colheita de cereais no país já havia sido revista para baixo, de 24 milhões para cerca de 18,5 milhões de toneladas, ampliando a pressão sobre os preços agrícolas.
Por ser a maior produtora mundial de azeite, a Espanha tem papel central na formação dos preços globais. O portal Data España ressalta que a estabilidade do mercado continua frágil após a queda recente dos custos do azeite, que sucedeu um período de valores recordes.
No início do ano, chuvas intensas provocaram alagamentos em áreas produtoras e reduziram as previsões de colheita. Agora, a seca extrema e os incêndios voltam a ameaçar a produção.
Trabalhadores usam ramos de oliveira para tentar apagar as chamas no vale de Mégara, Grécia
REUTERS/Louisa Gouliamaki
Grécia luta contra destruição de olivais
O impacto sobre o azeite é particularmente relevante na Grécia. “É uma sensação terrível quando você constrói algo com tanto esforço, e quando dinheiro não é fácil de conseguir”, disse a produtora Anastasia Hatzoglou à Reuters sobre as queimadas no país.
As chamas, que se espalharam rapidamente, destruíram florestas exuberantes e causaram grandes danos a oliveiras poucos meses antes da colheita, um ritual anual muito aguardado em muitos lares gregos.
Ela afirmou que sua casa sofreu danos extensos e que suas oliveiras foram queimadas. &quot;Foi tanto esforço, e quando você dedica cuidado à sua propriedade, à sua terra, ao azeite que produz todos os anos, não é nada bom&quot;, contou. 
Segundo o portal grego Neakriti, o déficit hídrico, agravado pelas ondas de calor e pelos incêndios tem reduzido a produtividade dos olivais no país.
Além dos danos provocados diretamente pelo fogo, produtores relatam prejuízos causados pela fumaça, pela piora da qualidade do ar e pela maior incidência de pragas e doenças favorecidas pelas temperaturas elevadas.
O resultado pode ser a redução do tamanho dos frutos e da qualidade do azeite produzido.
O portal italiano Dissapore descreve cenário semelhante em outros países mediterrâneos. De acordo com a publicação, incêndios atingiram olivais na Grécia, Itália e Portugal. O calor prolongado facilita também o avanço de pragas.
Helicóptero de combate a incêndios florestais em ação no Monte Kitheronas, perto de Psatha, a oeste de Atenas, Grécia
REUTERS/Louisa Gouliamaki
Produção agrícola afetada
Os impactos climáticos não se limitam às oliveiras. Segundo o jornal The Guardian, a associação francesa Légumes de France estima perdas de milhares de toneladas de hortaliças, incluindo alface, cenoura, alho, cebola e alho-poró.
Em algumas regiões, a produção pode cair até 50% devido à falta de chuva e à escassez de água. O clima extremo ainda afeta vinhedos de regiões tradicionais como Champagne, Bordeaux e Borgonha, onde o amadurecimento acelerado das uvas ameaça reduzir os rendimentos da safra.
A ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Veto da UE atinge carne e mel brasileiros enquanto ganhavam espaço no mercado europeu</title>
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<description><![CDATA[      Exportações para União Europeia cresceram entre setores que devem ser embargados pelo bloco
A carne bovina e o mel brasileiros vêm conquistando cada vez mais espaço no mercado europeu nos últimos anos. Esse cenário pode mudar com a proibição da exportação desses produtos para a União Europeia a partir de 3 de setembro.
O bloco europeu alega que o governo brasileiro não fiscaliza adequadamente o uso de antimicrobianos na produção de proteína animal. Empresários brasileiros dos setores afetados, no entanto, afirmam que a medida é protecionista.
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A carne bovina, por exemplo, registrou aumento de 19% no volume exportado no primeiro semestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. Foram enviadas 51,2 mil toneladas aos países do bloco europeu. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec).
O crescimento já vinha sendo registrado nos anos anteriores. Em 2025, o Brasil exportou 7% mais carne bovina para a UE do que em 2024.
Esse aumento também se refletiu na receita das exportações do setor. Entre 2024 e 2025, o valor das vendas brasileiras de carne bovina para a União Europeia aumentou 18%, passando de US$ 895,7 milhões para US$ 1,06 bilhão.
O mel orgânico brasileiro também vem ganhando espaço no mercado europeu. Entre janeiro e junho deste ano, as exportações para o bloco renderam US$ 6,35 milhões — o dobro do registrado no mesmo período de 2025, quando somaram US$ 3,18 milhões. Os dados são da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel).
No ano passado, as vendas de mel para a UE corresponderam a cerca de 5% do total exportado pelo Brasil. No primeiro semestre deste ano, essa participação ficou próxima de 10%.
Carne bovina é produto de origem animal mais vendido para a União Europeia.
Arte/g1
Mercados substitutivos
Para qualquer produto de exportação, é necessário tempo para encontrar novos mercados e negociar com compradores.
No caso da carne bovina, o bloco europeu importa principalmente cortes nobres de alto valor agregado, como filé mignon, contrafilé e alcatra. Por isso, a União Europeia lidera em preço médio pago pela carne brasileira.
O mercado asiático também está entre os destinos para os quais o Brasil ampliou as exportações de carne nos últimos anos. No entanto, esses países têm interesse em outros tipos de corte, como os miúdos.
No caso do mel, também é improvável que outros mercados absorvam todo o volume destinado à UE.
Em 2025, o Brasil foi o 7º maior exportador de mel do mundo em volume e o 8º em valor. Os principais destinos foram Estados Unidos (84%), Canadá (8%) e Alemanha (4%).
A proibição europeia preocupa ainda mais os setores diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Apesar de a carne bovina e o mel terem ficado isentos, empresários consideram imprevisível a relação com o mercado norte-americano. Até então, a Europa era vista como um destino mais seguro. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 03:00:07 -0300</pubDate>
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<title>O sobe e desce das ações: por que a bolsa é uma aposta no futuro — e não um retrato do presente</title>
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<description><![CDATA[      Como o mercado financeiro reage às notícias?
Manchetes sobre guerra, inflação, PIB, decisões do Banco Central e tarifas anunciadas pelos Estados Unidos podem movimentar bilhões de reais na bolsa de valores em poucos segundos. Isso acontece porque o mercado financeiro não reage apenas aos fatos, mas também ao impacto que eles podem ter sobre os lucros futuros das empresas e a economia.
Ao comprar uma ação, o investidor adquire uma pequena parte de uma empresa. O preço desse ativo reflete a expectativa sobre a capacidade da companhia de gerar resultados no futuro. Em geral, o crescimento da economia, a queda dos juros e o aumento dos lucros tendem a favorecer a valorização das ações.
O fator decisivo, porém, é a diferença entre a expectativa e a realidade. Quando um resultado supera o que o mercado esperava, as ações podem subir. Se os números apenas confirmam as projeções ou ficam abaixo delas, os papéis podem cair, mesmo diante de um lucro recorde. Por isso, a bolsa é vista como uma aposta no futuro, e não como um retrato do presente.
Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:00:06 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Banco Central deve cortar juro básico da economia pela 4º vez seguida, para 14% ao ano</title>
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<description><![CDATA[      Raphael Ribeiro/BCB
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil se reúne nesta quarta-feira (5) e deve promover o quarto corte seguido na taxa básica de juros da economia — de 14,25% para 14% ao ano. Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro. 
????A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
Confirmada em 14% ao ano, a Selic atingirá o menor nível desde março de 2025, ou seja, em pouco mais de um ano. O anúncio do Banco Central será feito após as 18h.
Mesmo com o corte, em termos reais (descontada a inflação projetada para os próximos doze meses), a taxa ainda é uma das mais altas do mundo.
Para o fim do ano, a aposta do mercado financeiro é de que o juro básico fique em 13,75% ao ano — o que embute uma nova queda em novembro.
A projeção de corte nos juros vigora apesar da retomada da guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo, com potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). 
Neste domingo (2), porém, o presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu novas rodadas de negociações com Irã.
Miriam Leitão: IPCA-15 assegura queda dos juros
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o primeiro trimestre de 2028.
Para 2026, 2027 e 2028, respectivamente, as estimativas de inflação do mercado financeiro estão em 5,03%, 4,22% e 3,80% - todas acima da meta central de inflação.
Especialistas comentam
Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, o atual cenário da economia, mesmo com as estimativas de inflação do mercado acima da meta central neste e nos próximos anos, permite a continuidade do ciclo gradual de corte de juros nesta reunião do Copom, para 14% ao ano, &quot;mas recomenda cautela na comunicação e menor comprometimento com os passos futuros da política monetária&quot;.
&quot;O Comitê deve justificar a continuidade da calibração dos juros diante da projeção de inflação ao redor da meta no horizonte relevante. No entanto, as expectativas de inflação acima da meta, o mercado de trabalho aquecido e a resiliência da atividade econômica exigem ainda uma política monetária contracionista. A ausência de resolução do conflito no Oriente Médio e o ambiente externo muito incerto reforçam a necessidade de prudência adicional na condução dos juros&quot;, avaliou Felipe Salles, do C6 Bank.
O economista Marco Antonio Caruso, do Santander, observou que os dados de inflação nos últimos meses têm sido favoráveis. Para ele, o IPCA-15 de julho surpreendeu significativamente para baixo, &quot;apresentando uma composição mais benigna e sinais encorajadores nos indicadores de núcleo&quot;.
&quot;Os dados não resolvem o problema da inflação, nem eliminam o fato de que a inflação de núcleos e a de serviços permanecem acima dos níveis compatíveis com a meta. No entanto, eles reduzem a urgência de uma mudança para uma postura mais restritiva (hawkish) e reforçam a visão de que a deterioração qualitativa da inflação pode ter deixado de se acelerar&quot;, concluiu Marco Antonio Caruso, do Santander, em comunicado. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:00:07 -0300</pubDate>
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<title>Plano do BRB para recompor patrimônio foi entregue há 180 dias, mas principais medidas ainda não saíram do papel; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Sede do Banco de Brasília, em imagem de arquivo
Jornal Nacional/ Reprodução
Termina nesta quarta-feira (5) o prazo de 180 dias para que o Banco de Brasília (BRB) execute as medidas do plano de capitalização entregue ao Banco Central no início do ano.
O documento foi apresentado em 6 de fevereiro como um &quot;plano de capital preventivo&quot;. O material incluía uma série de providências para reforçar, se necessário, o patrimônio do BRB após a sequência de transações malsucedidas com o Banco Master.
De lá para cá, a necessidade de reforço foi confirmada. O BRB divulgou alguns dos números do rombo (veja abaixo) e algumas medidas para combatê-lo – entre elas, um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões e um acordo com um fundo para negociar outros R$ 15 bilhões em ativos do Master.
As ações, no entanto, não saíram do papel. 
Relembre plano entregue pelo BRB ao Banco Central no início do ano
O empréstimo segue pendente, aguardando sinal verde dos principais bancos públicos e privados do país. Já o acordo com o fundo Quadra Capital foi desfeito em junho, como noticiou o g1.
O plano preventivo de capital do BRB segue sob sigilo, 180 dias após a apresentação. Por isso, não é possível saber exatamente quantas e quais medidas foram incluídas nele.
Desde fevereiro, o BRB anunciou outras ações para tentar reverter parte do prejuízo:
a responsabilização cível de pelo menos 12 ex-gestores do banco (que pode gerar indenizações ou ordens de ressarcimento ao banco, ao fim do processo);
o pedido de bloqueio de bens do ex-banqueiro do Master Daniel Vorcaro e de outros sócios para, ao fim do processo, reaver esses recursos;
a ampliação do capital social do banco, já aprovada em assembleia, para absorver a venda de novas ações e outros aportes de capital.
Como não divulga seus balanços patrimoniais desde 2025, no entanto, o BRB ainda não conseguiu detalhar o benefício gerado por essas medidas – e nem quanto ainda falta para equalizar o patrimônio.
Que crise é essa?
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master entre 2024 e 2025, que somaram R$ 30 bilhões segundo dados do próprio banco.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero e apontou um suposto esquema de fraudes financeiras bilionárias – incluindo boa parte dessas transações.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança.
O BRB estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões dos créditos do Master comprados pelo BRB são títulos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação. Na prática, &quot;crédito podre&quot; que pode se transformar em um rombo no patrimônio do banco.
O governo diz que consegue recuperar R$ 2,2 bilhões para cobrir parte desses títulos ruins com outras medidas – mas precisaria de um empréstimo para os outros R$ 6,6 bilhões.
Entenda a relação entre o Banco BRB e o Banco Master
Empréstimo segue pendente
O empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para recuperar a maior parte do rombo foi definido em um acordo mediado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. Passados mais de dois meses, no entanto, o crédito ainda não foi assinado. 
➡️ O governo do DF é acionista controlador do BRB. Por isso, as regras bancárias definem que cabe ao governo pegar esse empréstimo e arcar com o seu pagamento – mesmo que o dinheiro seja transferido ao BRB, e mesmo que o banco ajude o governo a quitar a dívida no futuro.
Procurado, o banco afirma que segue confiante na conclusão das medidas e não menciona pedido de ampliação do prazo. 
“A instituição reforça que mantém diálogo permanente técnico e transparente com o Banco Central, prestando todas as informações requeridas no âmbito da supervisão prudencial, em conformidade com as normas aplicáveis”, diz comunicado. 
A nota informa ainda que as tratativas para efetivação do empréstimo seguem em andamento. O Banco Central não quis se manifestar. 
Balanços seguem pendentes
Esse é mais um descumprimento do prazo pelo BRB. Em junho, a instituição adiou mais uma vez a divulgação do balanço consolidado de 2025. 
Os números seguem sem divulgação desde novembro de 2025, quando a operação Compliance Zero revelou irregularidades envolvendo o Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro. 
O presidente do BRB chegou a dizer que divulgaria os números até junho, mas o prazo não foi cumprido também. Relembre:
BRB vai divulgar balanço de 2025 até 30 de junho, diz presidente
&#039;Socorro&#039; pode vir em período eleitoral
Os 180 dias desde a entrega do plano preventivo não são o único prazo que gera algum alerta no BRB e no governo do DF.
Uma resolução de 2003 do Senado, aprovada para regulamentar um trecho da Lei de Responsabilidade Fiscal, proíbe prefeitos e governadores de pegarem empréstimo nos últimos quatro meses de mandato. 
Em tese, infringir essa regra poderia até tornar inelegível a atual governadora Celina Leão (P ]]></description>
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