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<title>Rezulti News &#45; Editorial</title>
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<dc:rights>Copyright &#45; Rezulti News &#45; Notícias, Negócios e Diversão.</dc:rights>

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<title>Safra de caqui no interior de SP tem &amp;apos;colha e pague&amp;apos; e tradição de 70 anos</title>
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<description><![CDATA[      Galhos carregados indicam safra maior de caqui em propriedade de Piedade (SP)
TV TEM/Reprodução
A safra promissora de caqui está em andamento no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis. Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos já indicam uma colheita mais produtiva do que no ano passado.
Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje, com a terceira geração à frente do sítio. Segundo o produtor Erik Sakaguti, a expectativa é colher 50 toneladas nesta safra, cerca de 20% a mais do que no ano anterior.
Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição e história para as famílias que mantêm a atividade.
Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição. A expectativa é receber cerca de 10 mil visitantes, incluindo turistas de outras regiões e até do exterior.
O sítio conta com aproximadamente 1 mil pés de caqui, sendo 90% da variedade Fuyu. Com técnicas de manejo, algumas árvores chegam a produzir por quase 70 anos. Uma delas é a prática anual de lavagem dos pés para retirada de musgos, método de origem japonesa que ajuda a prolongar a vida útil das plantas.
Em Pilar do Sul (SP), outra propriedade aposta na produção voltada ao mercado interno. São seis hectares com cerca de 3 mil pés da variedade Fuyu. Apesar da boa carga de frutos, os produtores enfrentam preços mais baixos em relação ao ano passado.
A produtora rural Naomi Jojima, que também é advogada, decidiu atuar no campo para manter a tradição da família e valorizar a cultura japonesa na região.
Mesmo com preços menores, a expectativa é de aumento na produção total em Pilar do Sul, considerando o conjunto dos produtores.
Segundo especialistas, a safra reforça a importância da atividade na região, aliando tradição, técnicas de cultivo e novas formas de geração de renda.
Produção de caqui também impulsiona turismo rural em sistema “colha e pague” no interior de SP
TV TEM/Reprodução
Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026:
Safra de caqui deve crescer no interior de SP e impulsionar turismo rural
VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo
Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas</title>
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<description><![CDATA[      Fazenda que hospedou Dom Pedro II abre para visitação em Tietê
Reprodução/TV TEM
Uma paisagem que encanta, um lugar tranquilo para se conectar com a natureza e uma viagem no tempo. A histórica Fazenda da Serra, em Tietê (SP), cujo casarão de mais de 1.200 m² foi construído em meados de 1800, está abrindo suas portas para visitação, revelando um capítulo importante da história do Brasil.
No final do Império, em 1879, a fazenda teve a honra de hospedar por cerca de uma semana o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Entusiasta das ciências e da tecnologia, o monarca visitou a região para inaugurar uma ferrovia e, principalmente, para conhecer o manejo e a agricultura de ponta da época, durante o auge do ciclo do café.
O que era parte do imaginário local agora poderá ser visto de perto em eventos pontuais ao longo do ano.
Tesouros da época imperial
A fazenda guarda preciosidades que remontam à visita. O corrimão da escadaria principal foi importado da França em 1876, especialmente para receber o imperador. O piso de madeira, a porta de entrada e até uma pia na sala são originais da época. Parte da pintura em estilo afresco foi cuidadosamente restaurada, mantendo viva a atmosfera do passado.
Segundo relatos, Dom Pedro II tinha o costume de plantar uma palmeira imperial em cada local que visitava. Embora a árvore plantada na fazenda tenha caído com o tempo, seu tronco permanece no local como um vestígio da visita.
De memória de família a atração turística
As irmãs Regina Helena Dahas de Carvalho e Roselene Carvalho Santili herdaram a fazenda e, junto com suas filhas, preservam essa memória. Elas relembram a infância marcada pela presença do imperador no imaginário.
&quot;A vida toda brincamos aqui falando: &#039;Dom Pedro passou por aqui&#039;&quot;, contam. Elas mencionam a construção de um &quot;quarto de banho&quot; com água corrente de mina, uma exigência do monarca na época.
Agora, a família decidiu compartilhar essa riqueza com o público. Melina Santilli, filha de Roselene, está à frente da organização dos eventos. &quot;Era algo que a cidade sempre pedia. Temos um patrimônio histórico muito importante para mostrar. Então, resolvemos abrir nossas portas&quot;, explica.
As visitas guiadas incluirão novidades como um café da manhã e a degustação do café produzido na própria fazenda. Os eventos serão pontuais e divulgados previamente.
A história completa, incluindo a senzala
A experiência também oferece um olhar sobre o período da escravidão no Brasil. Os visitantes poderão conhecer a antiga senzala e a história de &quot;Seu Pedro&quot;, um homem escravizado que, mesmo após a abolição, permaneceu na fazenda e viveu ali até os 105 anos, tendo conhecido pessoalmente Dom Pedro II.
Ingrid Cury, uma das primeiras visitantes, se emocionou com a experiência. &quot;É resgatar de onde viemos, a nossa história, os costumes. Cada pedacinho da fazenda me emociona, porque é como se a gente estivesse voltando nos livros de história e vendo um pouquinho da realidade da época&quot;, conclui.
Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026:
Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas
VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Diaristas premium sofisticam profissão para cobrar mais: &amp;apos;Não tiro menos de R$ 8 mil por mês&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Diaristas premium mostram como reinventaram profissão
Durante anos, o trabalho de diarista ocupou a vida de Cláudia Rodrigues de maneira exaustiva. A rotina começava às 3h da manhã: ônibus lotado, longos deslocamentos por São Paulo e chegada às casas dos clientes antes do amanhecer.
As jornadas eram longas, os ambientes, enormes. Cláudia limpava do chão ao teto, sem saber se sairia dali no meio da tarde ou já à noite. Com semanas cheias, eram mais de 20 diárias mensais.
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Por dia, recebia R$ 120. Após pagar transporte e alimentação, chegava em casa com cerca de R$ 80. 
São tempos que ficaram para trás. Hoje, Cláudia continua trabalhando com limpeza, mas em outro patamar: ela se tornou diarista premium.
Seus pacotes custam R$ 250 (4h), R$ 280 (6h) e R$ 330 (8h), com adicionais entre R$ 80 e R$ 100 para serviços como limpeza de geladeira e armários. A agenda ficou tão cheia que ela contratou uma colaboradora para acompanhar a demanda.
“Não tiro menos de R$ 8 mil. Minha agenda está cheia, sempre encaixando clientes”, diz.
Segundo o IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores domésticos foi de R$ 1.367 em 2025. O valor se refere à média geral da categoria, sem distinção entre quem tem carteira assinada e quem não tem.
As diaristas premium conseguem faturar quase seis vezes mais que a média dos domésticos ao refinar o serviço e atender um público de alto padrão.
Diaristas premium mostram como reinventaram profissão
g1
Cláudia conta que sua virada aconteceu quando descobriu, no Instagram, que havia outra forma de fazer o que sempre fez. Encontrou profissionais falando sobre técnica, método, organização e posicionamento. Não era uma nova profissão — era um novo olhar sobre a limpeza.
➡️ A chamada &quot;faxina premium&quot; é apenas um reposicionamento profissional, contam as diaristas ouvidas pelo g1. A sacada é deixar de atuar com foco em rapidez e preço baixo, e passar a entregar um serviço técnico e personalizado.
???? Na prática, elas contam que é necessário estudar tipos de piso, aprender sobre produtos químicos, criar cronogramas de organização, investir em imagem profissional e levar equipamentos próprios para as diárias.
Essa reinvenção também cria um ecossistema próprio. Algumas delas usaram os aprendizados para lançar cursos, listas de produtos e conteúdos que fortalecem a profissão e ajudam a combater o preconceito ainda existente.
Cláudia, por exemplo, investiu em mentoria, mudou a forma de atender, passou a levar os próprios produtos, estruturou pacotes por hora e adotou técnicas de detalhamento — do uso de pincéis ao acabamento de metais.
A imagem profissional também virou parte central do negócio. A diarista investiu em fotos, passou a usar uniforme e formalizou o trabalho como microempreendedora individual (MEI).
“No início, quando fiz as fotos profissionais e comecei a alimentar o Instagram, pensei: vou colocar que limpo chão, vão rir da minha cara. Existia muito preconceito”, lembra.
Cláudia Silva estudou técnicas e hoje usa até pincéis para entregar uma limpeza premium.
Arquivo pessoal
Essa transformação também marcou a trajetória de Gabriela Valente. Ela pediu demissão de um emprego com carteira assinada porque acreditava que a faxina poderia trazer mais retorno. A decisão gerou insegurança, mas a aposta deu certo.
Durante a pandemia, Gabriela lotou a agenda com pacotes que chegavam a R$ 400 por dia. Ao mesmo tempo, viu colegas perderem clientes e enfrentarem dificuldades.
&quot;Em 2020, vi gente sem dinheiro até para comer&quot;, conta. Enquanto ela faturava alto, viu muitas diaristas ficarem sem renda. A disparidade a levou a compartilhar o que sabia nas redes sociais.
Hoje, Gabriela é diarista por escolha. Além dos atendimentos, atua como mentora, palestrante e criadora de conteúdo. Ela também criou seu próprio produto de limpeza.
“Passei fome. Vendi roupa para comer. Hoje, tudo mudou. Consegui reformar a casa da minha mãe, construir a lavanderia dos sonhos dela, montar um escritório e pagar colégio particular para meus filhos”, relata.
Gabriela Valente é diarista por escolha e fatura alto com serviços premium, mentoria e produtos próprios
Arquivo pessoal
Mesmo com novas frentes de trabalho, Gabriela mantém quatro clientes fixos. Para novos contratantes, cobra R$ 600 por quatro horas e R$ 1.000 por oito horas. Mas não revela ao g1 quanto fatura por mês.
Trabalha uniformizada e leva uma mala de 23 quilos com equipamentos profissionais. Nas aulas, ela insiste que a técnica evita prejuízos. Em casas com porcelanatos de R$ 5 mil o metro ou sofás de R$ 30 mil, um erro pode sair muito caro.
A diarista detalha as diferenças entre pisos, rejuntes e estofados e orienta sobre os produtos adequados para cada superfície.
&quot;Todo mundo sabe limpar, mas usa sabão em pó, detergente neutro ou misturinhas da internet. Quando você aprende o produto certo e o equipamento certo, tudo muda&quot;, afirma.
Embora muitas profissionais se sintam atraídas pela promessa de ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 06:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível no ES</title>
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<description><![CDATA[      Projeto do Ifes ensina agricultores a reaproveitar cada parte das frutas
Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), no campus de Venda Nova do Imigrante, no Sul do estado, está transformando frutas que antes seriam descartadas e iriam para o lixo em fonte de renda para agricultores familiares.
A proposta ensina uma técnica de desidratação que converte frutas e legumes maduros em lâminas finas e flexíveis, semelhantes a um &quot;couro vegetal&quot; comestível. 
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O material pode ser consumido normalmente, é isento de lactose, glúten e açúcar, e pode ser utilizado na produção de flores decorativas para bolos e eventos, além de outras aplicações gastronômicas.
A técnica parte de frutas que já passaram do ponto ideal de venda in natura, e que não.teriam valor para venda. Elas são higienizadas, batidas até virar um purê e espalhadas em camada fina sobre uma superfície antes de irem para a desidratadora. 
Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo
TV Gazeta
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Após cerca de 12 horas a um dia e meio, o resultado é uma lâmina maleável, pronta para corte e modelagem.
&quot;Sabe aquela fruta que geralmente o produtor fala que já não dá pra vender?! A gente pensa: &#039;Faz alguma coisa com ela, bate um suco!&#039;. Então, é essa fruta que iria ser desperdiçada, sem valor de venda, que volta a ser um produto através da desidratação&quot;, explicou a coordenadora geral de Extensão e do Núcleo Incubador do Ifes, Zâmora Santos.
Em seis meses, o grupo testou e analisou diferentes produtos, como pitaya, limão siciliano, goiaba, maracujá, tomate e café. As experiências resultaram na elaboração de uma cartilha com orientações técnicas para replicar o processo.
Frutas e legumes que iriam para o lixo viram couro vegetal comestível em projeto desenvolvido pelo Ifes em Venda Nova do Imigrante, no Sul do Espírito Santo
TV Gazeta
Durante três meses, dez produtores da agricultura familiar participaram da formação prática no campus. Eles receberam conteúdo teórico, apostila com passo a passo e kits com desidratadores para aplicar a técnica nas propriedades.
&quot;O nosso curso foi totalmente prático mesmo, mão na massa. Eles receberam o conteúdo teórico, uma apostila com todo o passo a passo, em cada aula nós fornecemos pra eles um roteiro, como se fosse uma receita de bolo, para eles produzirem, e fomos para dentro do laboratório iniciar a produção&quot;, afirmou a professora do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Michele Nogueira.
O projeto integra o InovaTech, iniciativa da incubadora do Ifes, e conta com apoio do Incaper, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).
Redução de perdas no campo
Na propriedade da produtora rural Vanuza Rosa Falqueto, em Venda Nova do Imigrante, o cultivo é diversificado, com produção de palmito, laranja, abacate, café e limão siciliano. Parte da itens, no entanto, se perdia por falta de escala para venda antes do começo da produção das lâminas.
&quot;A nossa produção aqui não é grande. Então, quando a gente ia vender para os atravessadores, eles necessitavam de uma quantidade maior. Muito produto acabava se perdendo aqui na propriedade&quot;, disse Vanuza.
Com a técnica e a adaptação de uma receita própria, ela passou a transformar principalmente limão siciliano e palmito juçara em lâminas comestíveis. 
A produtora rural Vanuza Rosa Falqueto transforma principalmente limão siciliano em couro vegetal comestível, em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo
TV Gazeta
Também em Venda Nova, a produtora rural Maria Dalva Garcia Andrerão está se capacitando para começar a utilizar as jabuticabas cultivadas na propriedade para criar as lâminas. 
A família já produzia geleias, doces e compotas e vê na novidade uma oportunidade de ampliar a renda, diversificando os produtos.
&quot;Nós estamos pensando em começar primeiro pelos enroladinhos, depois pela florzinhas, que a gente ainda está aprendendo com os professores no curso. Então, eu acho que vai ser de grande valor para nós. É algo que provavelmente iria para o lixo e a gente aproveita tudo, como banana, abacaxi, hortelã, limão, tudo coisas que a gente já tem no sítio&quot;, contou Maria Dalva.
Para o extensionista do Incaper, Thiago Monteiro, o diferencial do projeto está na sustentabilidade.
&quot;O viés de sustentabilidade desse curso está justamente na possibilidade de você fazer o uso de um produto que já não está apto para o consumo in natura, uma fr ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brasil amplia licença&#45;paternidade, supera os EUA, mas segue longe de países referência; compare</title>
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<description><![CDATA[      Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue distante de países referência
A ampliação da licença‑paternidade no Brasil, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na terça-feira (31), representa um avanço aguardado há décadas. 
Depois de mais de 10 anos de debate no Congresso, os pais brasileiros finalmente vão ganhar mais tempo para acompanhar os primeiros dias de vida dos filhos — ainda que esse tempo continue bem menor do que o oferecido em países considerados referência no tema.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Até agora, a licença‑paternidade no Brasil era de apenas cinco dias corridos. Com a nova lei, esse período vai aumentar de forma gradual: passa para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chega a 20 dias em 2029. O benefício vale para casos de nascimento, adoção ou guarda de crianças e adolescentes.
Com isso, o Brasil deixa de ocupar o grupo dos países com regras mais restritivas e passa a figurar em uma posição intermediária no cenário internacional. Supera países como México e também fica à frente dos Estados Unidos, onde não existe uma licença parental remunerada garantida em nível nacional. 
Ainda assim, o país permanece distante de modelos mais avançados, adotados principalmente no norte da Europa.
Os países que oferecem direito igualitário para pais e mães
GloboNews
Como funciona fora do Brasil
Um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que poucos países adotaram um modelo realmente igualitário de licença parental, garantindo o mesmo direito para pais e mães. É o caso de Suécia, Islândia, Austrália e Nova Zelândia.
Na Suécia, por exemplo, o cuidado com os filhos é tratado como responsabilidade conjunta desde o primeiro dia. O país garante 480 dias de licença parental por família, que podem ser divididos entre os responsáveis. Cada um tem direito a 240 dias, sendo que uma parte desse período é obrigatoriamente individual e não pode ser transferido. 
???? A remuneração não é integral durante todo o tempo, mas o volume de dias disponíveis é muito superior ao brasileiro.
Na Nova Zelândia, a lógica é parecida, mas com menos tempo. A licença parental remunerada pode chegar a seis meses e é concedida ao cuidador principal, que pode ser o pai ou a mãe, conforme decisão da família. O benefício pode ser transferido entre os parceiros, mas só um pode usar por vez.
Licença-paternidade na Europa
GloboNews
➡️ Na União Europeia, existe uma regra mínima: todos os países devem garantir pelo menos duas semanas de licença‑paternidade. A partir daí, cada governo define seus próprios critérios. 
A França oferece quatro semanas. A Holanda, seis. Em Portugal, os pais têm cinco semanas de licença‑paternidade, sendo quatro obrigatórias e totalmente remuneradas, além de incentivos para que o pai use parte da licença compartilhada, aumentando o tempo total de afastamento da família.
Um outro levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com base em dados de 2025, mostra o número de dias de licença-paternidade em cerca de 193 países. A liderança é da Eslováquia, com 197 dias, seguida pela Islândia, com 183, e pela Espanha, com 133 dias.
A maior parte dos países no topo do ranking é europeia. O Brasil, com cinco dias, ocupa a 80ª posição. Com os 20 dias previstos para 2029, o país passaria a figurar entre os 20 primeiros, igualando-se à Bélgica e superando o Uruguai, que conta com 17 dias.
Abaixo, veja como a licença-paternidade ao redor do mundo:
Licença-Paternidade no mundo (ano base 2025)
Arte g1
Quando o Brasil é comparado aos Estados Unidos, o avanço fica ainda mais evidente. Apesar de ser a maior economia do mundo, o país não tem uma licença parental remunerada garantida por lei federal.
“Aqui nos Estados Unidos não existe licença, nem maternidade de direito. É tudo caso a caso, depende do contrato”, explicou o jornalista Guga Chacra, em comentário ao Estúdio I. 
Segundo ele, muitas empresas simplesmente não oferecem nenhum benefício. 
EUA e Canadá não garantem, por lei federal, licença-paternidade remunerada
GloboNews
“Muitos pais só vão ao hospital, veem o bebê e no dia seguinte já estão trabalhando. Às vezes, se não voltam no mesmo dia”, relatou. 
A legislação americana garante apenas até 12 semanas de afastamento sem salário, e isso só vale para trabalhadores de empresas maiores e com mais tempo de vínculo. 
Alguns estados criaram programas próprios de licença remunerada, mas eles não cobrem todo o país e pagam apenas uma parte do salário.
Por que dar o mesmo direito a pais e mães? 
Segundo Guga Chacra, os países que decidiram equiparar a licença de homens e mulheres fizeram isso por um motivo prático, além da preocupação social.
“Na hora de contratar, o empregador sabe que tanto o homem quanto a mulher terão direito à licença. Isso evita aquela lógica de priorizar homens porque a mulher pode engravidar e ficar meses afastada.”
Esse tipo de política ajuda a reduzir a discriminação contra mulh ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Colapso do turismo: lojas de luxo em Dubai sentem baque da guerra no Oriente Médio</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/colapso-do-turismo-lojas-de-luxo-em-dubai-sentem-baque-da-guerra-no-oriente-medio</link>
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<description><![CDATA[      Shopping pouco baixo movimento em Dubai
Reprodução/TV Globo
Louis Vuitton, Dior, Louboutin... No &#039;Mall of the Emirates&#039;, em Dubai, as lojas de luxo estão alinhadas umas ao lado das outras, quase idênticas. Mas, após um mês de guerra no Oriente Médio, seus corredores estão longe da agitação habitual e seus vendedores passam as horas quase sem clientes.
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&quot;Não se deve vir para Dubai neste momento. É perigoso, estamos em guerra. Para mim é diferente, eu sou daqui; se eu morrer, morro com minha família&quot;, diz uma das poucas clientes da Chanel, que prefere não se identificar.
Os vendedores, impecavelmente vestidos com ternos, garantem que receberam a ordem de não falar. Ainda assim, um deles descreve brevemente o ambiente geral. &quot;Claro que há menos clientes, mas isso se nota sobretudo nos turistas; os locais continuam vindo. E, por sorte, temos muita clientela local, aqui ninguém está em pânico&quot;.
A imagem de refúgio seguro para ricos expatriados e de paraíso das compras de luxo que Dubai havia construído levou um duro golpe quando mísseis e drones iranianos atingiram alguns de seus locais mais emblemáticos no início do conflito desencadeado pela ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. 
Os turistas fugiram, mas a indústria do luxo tenta se manter positiva. &quot;O sentimento predominante&quot;, passado o &quot;espanto&quot; dos últimos dias, &quot;é de que a situação é temporária, de que tudo será resolvido rapidamente&quot;, afirma um agente do setor sob condição de anonimato.
Veja o momento em que hotel de luxo de Dubai é atingido por retaliação iraniana
Queda nas vendas
Entre 6% e 8% do faturamento mundial das grandes marcas de luxo vem do Oriente Médio, segundo analistas da consultoria Bernstein.
Os especialistas estimam que as vendas de artigos de luxo em março podem cair pela metade nesta região, sobretudo devido ao colapso do turismo, tanto o de visitantes quanto o de passageiros em trânsito, com os grandes aeroportos de Dubai, Doha e Abu Dhabi fechados ou operando de forma reduzida. 
Mais da metade das boutiques de luxo da região está localizada na Arábia Saudita e nos Emirados. Entre elas, as que registram as melhores vendas estão concentradas no Dubai Mall, outro gigantesco centro comercial da cidade.
Com suas cascatas internas, seu aquário gigante, 1.200 lojas e mais de 110 milhões de visitantes por ano, este colosso da opulência ostenta o título de lugar mais frequentado do planeta. Mas, em plena guerra, o local perdeu seu ritmo frequente. Não se veem grupos de turistas, mas os clientes habituais continuam ali.
Para não &quot;gerar preocupações inúteis&quot; ou prejudicar a &quot;reputação&quot; dos Emirados, a incorporadora imobiliária Emaar proibiu as lojas de fechar ou reduzir os horários de funcionamento. 
Segundo analistas da Bernstein, os níveis de visitação &quot;despencaram&quot; e várias marcas realocaram seus vendedores para tarefas de prospecção on-line, uma estratégia que se mostrou eficaz, garantem, um cenário semelhante como &quot;durante a pandemia de Covid&quot;.
De acordo com um profissional do setor, o pior cenário seria que o conflito se prolongasse com ataques esporádicos no Golfo, algo que poderia comprometer de forma duradoura a atratividade de Dubai.
Cerca de 20 milhões de turistas visitaram Dubai no ano passado – uma das principais atrações do emirado é o Burj Khalifa, edifício mais alto do mundo
David Davies/empics/PA Wire/picture alliance via DW ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 04:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/quando-a-crianca-pode-ir-no-banco-da-frente-veja-como-evitar-erros-na-volta-do-feriado</link>
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<description><![CDATA[      Cadeirinhas infantis: veja as regras para usar cada uma
A escolha e o uso adequado da cadeirinha infantil ainda despertam dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a sua obrigatoriedade em veículos de passeio, estabelecida em setembro de 2010.
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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permite o transporte no banco da frente em situações específicas:
Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;
Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;
Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;
Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;
Equipamentos certificados.
Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos. 
“Sem um equipamento certificado, ou seja, que passou por testes rigorosos, a criança não estará devidamente protegida”, alerta Fábio Viviani, especialista em segurança veicular.
Bebê conforto, cadeirinha e assento com elevação: os dispositivos indispensáveis para transportar crianças
g1
Confira abaixo as principais dúvidas sobre transporte seguro de crianças em carros:
Qual cadeirinha usar no carro?
Quando trocar a cadeirinha?
Como usar e fixar o assento de elevação?
Onde instalar a cadeirinha?
O que é e como usar o Isofix?
Qual cadeirinha usar no carro?
No papel, a regra do Contran define faixas etárias para cada tipo de equipamento:
Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;
Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;
Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;
Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.
O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.
O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.
“Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar dispositivo de retenção”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro.
Volte para o início.
Quando trocar a cadeirinha?
O modelo da cadeirinha deve acompanhar o crescimento da criança, garantindo que ela esteja sempre firme e protegida. Como cada versão é indicada para uma faixa etária específica, a troca do equipamento se torna necessária conforme o desenvolvimento.
A transição entre os dispositivos deve considerar, na seguinte ordem de prioridade:
???? O conforto;
???? O tamanho da criança;
???? A idade da criança.
Um bebê que já não cabe no bebê conforto, por exemplo, pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado a idade mínima para a transição.
“Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”, afirma Kuster.
A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.
Volte para o início.
Como usar e fixar o assento de elevação?
Para os mais crescidos, a altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação.
Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito. 
“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, diz Kuster.
Volte para o início.
Onde instalar a cadeirinha?
O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado. Mas há exceções. 
Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.
Mas é preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.
“Dar um jeito de fixar a cadeirinha feita para cinto de três pontos em um cinto com dois pontos é ruim”, alerta Viviani. 
“Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.
Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.
Volte para o início.
O que é e como u ]]></description>
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<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 02:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.992: prêmio acumula e vai a R$ 15 milhões</title>
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<description><![CDATA[      O sorteio do concurso 2.992 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (4), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 15 milhões. 
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 17 - 49 - 33 - 04 - 23 - 36.
5 acertos - 102 apostas ganhadoras: R$ 18.954,16
4 acertos - 5.666 apostas ganhadoras: R$ 562,44
O próximo sorteio da Mega será na terça (7).
Mega-Sena, concurso 2.992
Reprodução/YouTube da Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 23:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.992: veja dezenas sorteadas</title>
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Veja os números sorteados: 17 - 49 - 33 - 04 - 23 - 36.
Mega-Sena, concurso 2.992
Reprodução/YouTube da Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 22:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mudanças na licença&#45;paternidade podem impactar contratação e carreira de mulheres; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Brasil amplia licença-paternidade, supera os EUA, mas segue distante de países referência
A ampliação da licença-paternidade no Brasil, sancionada na última terça-feira (31), reacendeu um debate que vai além do direito ao afastamento após o nascimento de um filho. 
A mudança também toca na desigualdade de gênero no mercado de trabalho: a forma como o cuidado ainda é tratado como responsabilidade feminina e como essa percepção influencia decisões empresariais, como contratações e promoções. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A nova lei amplia o benefício de forma gradual. O período passa dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027, 15 em 2028 e 20 dias em 2029. O direito vale para nascimento, adoção e guarda. 
O texto também estende o acesso ao benefício a trabalhadores informais, como autônomos e microempreendedores individuais.
Apesar dos avanços, o modelo brasileiro ainda mantém o cuidado majoritariamente concentrado na mulher. A maternidade segue sendo tratada como um custo previsível: empresas projetam afastamentos e, muitas vezes, tomam decisões baseadas nessa expectativa antes mesmo da contratação, explica Dhafyni Mendes, cofundadora do Todas Group, programa de aceleração de carreiras femininas. 
“A ampliação da licença-paternidade é um avanço muito relevante porque começa a endereçar a origem de um dos principais fatores que geram vieses no mercado de trabalho, que é a distribuição do cuidado”, afirma. 
Segundo Dhafyni, quando apenas a mulher se afasta, o mercado concentra nela todo o custo percebido da parentalidade. Esse custo não é apenas financeiro. Envolve expectativas sobre desempenho, disponibilidade e continuidade de carreira. 
Experiências internacionais indicam que políticas mais equilibradas alteram o comportamento do mercado. Em países onde homens e mulheres têm direitos semelhantes, o risco associado à contratação feminina tende a diminuir.
“Na hora de contratar, o empregador sabe que tanto o homem quanto a mulher terão direito à licença. Isso evita aquela lógica de priorizar homens porque a mulher pode engravidar”, afirmou o jornalista Guga Chacra ao Estúdio i, na GloboNews.
O contraste internacional ajuda a dimensionar o desafio. 
Nos Estados Unidos, não há licença parental remunerada garantida em nível federal. O afastamento depende de acordos individuais e varia conforme o estado e o tipo de emprego. Em muitos casos, pais retornam ao trabalho imediatamente após o nascimento do filho, relatou o jornalista. 
Na outra ponta, países como Suécia, Islândia, Noruega, Austrália e Nova Zelândia adotam modelos mais estruturados. 
Na Suécia, são 480 dias de licença parental por família, com divisão entre os responsáveis e períodos obrigatórios para cada um. Parte do benefício não pode ser transferida, o que incentiva o uso pelos homens e impede que o afastamento recaia exclusivamente sobre as mulheres.
Segundo Dhafyni, esse desenho institucional faz diferença. Em países onde a licença para homens era apenas opcional, muitos deixavam de utilizá-la por receio de julgamento ou de prejuízo à carreira. 
No Brasil, a nova lei retira o país de um grupo entre os mais restritivos e o posiciona em um patamar intermediário. Com cinco dias de licença, o país ocupava a 80ª posição em um ranking global. Com 20 dias, deve figurar entre os 20 primeiros. Ainda assim, permanece distante dos modelos mais avançados.
“A ampliação é importante, mas ainda é tímida”, afirma a advogada Ana Gabriela Burlamaqui. “O Brasil não adota uma política de licença parental compartilhada. O cuidado continua concentrado na mulher.”
Os dados ajudam a explicar como essa concentração se traduz em desigualdade. As mulheres representam 51,5% da população, mas apenas 53,5% delas estão na força de trabalho. Entre os homens, esse índice chega a 72,8%. 
???? A diferença não está na formação: elas correspondem a 59,6% dos concluintes do ensino superior.
Mulheres no mercado de trabalho
g1
Mesmo mais escolarizadas, avançam menos na carreira. Apenas 26,5% ocupam cargos de alta liderança. A desigualdade também aparece na remuneração. Em 2024, as mulheres receberam, em média, 78,6% do rendimento dos homens. 
Além disso, as mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais a tarefas domésticas e de cuidado. Os homens, 11,7 horas. 
Entre as mulheres fora da força de trabalho, 22,9% apontam essas responsabilidades como principal motivo para não buscar emprego. Entre os homens, o índice é de 3,1%.
Essa sobrecarga molda a forma como o mercado enxerga a maternidade — e o impacto se intensifica no retorno ao trabalho.
Conforme o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (RASEAM), divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Ministério das Mulheres, estudos baseados na RAIS (Relação Anual de Informações Sociai) indicam que a probabilidade de emprego das mulheres cai imediatamente após o fim da licença-maternidade. 
Em até 24 meses, quase metade das mães deixa o mercado formal. A maior parte das saídas ocorre por iniciativa do empregado ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 06:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mudanças, licença-paternidade, podem, impactar, contratação, carreira, mulheres, entenda</media:keywords>
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<title>Como o tarifaço de Trump remodelou o comércio global</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/como-o-tarifaco-de-trump-remodelou-o-comercio-global</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/como-o-tarifaco-de-trump-remodelou-o-comercio-global</guid>
<description><![CDATA[      Trump durante anúncio do tarifaço em abril de 2025
Carlos Barria/Reuters
Em 2 de abril de 2025, Donald Trump surpreendeu o mundo ao anunciar a &quot;independência econômica&quot; dos Estados Unidos, com a imposição de tarifas de importação a todos os países.
Desde então, o presidente americano tem se mostrado disposto a manter a medida, mesmo com a Suprema Corte questionando a legalidade do tarifaço.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A DW analisou dados comerciais sobre a origem das importações dos EUA ao longo do último ano para entender os efeitos das tarifas de Trump.
Como o mundo vem se ajustando a essa nova ordem econômica? E quem está se beneficiando dessas mudanças?
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como falas de Trump mexem no preço do petróleo — e como ele reage com respostas do Irã
2 de abril de 2025: Casa Branca anuncia as tarifas do &quot;Dia da Libertação&quot;
No anúncio do tarifaço, no chamado &quot;Dia da Libertação&quot;, a Casa Branca informou que todos os países — com algumas exceções devido a sanções e acordos comerciais pré-existentes — seriam submetidos a uma sobretaxa básica de 10% sobre todas as importações.
Além disso, 85 países que exportam mais para os EUA do que importam seriam alvo de tarifas mais altas, que chegavam a até 50%.
&quot;Não acho que as pessoas esperavam que o governo dos EUA basicamente declarasse uma guerra comercial contra o mundo inteiro&quot;, afirma Haishi Li, economista da Universidade de Hong Kong, cuja pesquisa se concentra em como tarifas e sanções afetam o comércio global.
O impacto foi imediato, e os mercados financeiros globais despencaram. Enquanto Trump insistia publicamente que &quot;as grandes empresas não estão preocupadas com tarifas&quot;, o governo americano decidiu, em 9 de abril, fazer uma pausa de 90 dias em todas as tarifas acima da taxa básica de 10%.
Durante essa suspensão, diversos parceiros comerciais, como União Europeia, Vietnã e Reino Unido, correram para negociar acordos comerciais na tentativa de reduzir as tarifas anunciadas. As negociações com a China permaneceram tumultuadas nos meses seguintes, com rodadas de ameaças de tarifas recíprocas que chegaram a até 125%.
Após múltiplas extensões de última hora da pausa de 90 dias, as tarifas específicas por país entraram em vigor em 7 de agosto de 2025.
O Brasil acabou sendo penalizado com uma tarifa adicional de 40%. Isso elevou para 50% a alíquota extra imposta às exportações brasileiras a partir de 6 de agosto. A sobretaxa, porém, foi revertida por decisão do próprio Trump no fim de novembro.
Início de 2025: importadores dos EUA fazem estoques prevendo tarifas
Mesmo antes de abril, já era claro que mudanças estavam a caminho. &quot;As tarifas vão nos deixar ricos pra caramba&quot;, declarou Trump ao iniciar seu segundo mandato, em janeiro de 2025.
As empresas americanas entenderam o recado. Em uma corrida para encher armazéns antes do aumento de custos, ampliaram drasticamente os pedidos e trouxeram para o país, entre janeiro e março, um volume de bens 20% maior do que a média de 2022 a 2024 — um salto equivalente a cerca de 184 bilhões de dólares (R$ 949 milhões).
Prevendo tarifas mais altas sobre barras de ouro, por exemplo, os EUA importaram cerca de 50 vezes o volume habitual no início de 2025, totalizando aproximadamente 72 bilhões de dólares (R$ 371 bilhões) — principalmente da Suíça, mas também de fornecedores menos tradicionais, como Uzbequistão, Filipinas e Zimbábue.
Grandes fabricantes em toda a Ásia também registraram fortes altas, com Taiwan, Vietnã e Índia exportando volumes acima do normal para os Estados Unidos nesse período.
Abril a julho de 2025: empresas americanas migram para países com tarifas mais baixas
O período de suspensão implementado em 9 de abril deu aos importadores americanos uma janela de três meses para se adaptar à nova situação.
Um estudo de Haishi Li e colegas constatou que as empresas tentaram deslocar suas cadeias de suprimentos para países com menor risco tarifário. &quot;As importações se comportaram como a água, fluindo de países com tarifas altas para países com tarifas baixas&quot;, disse Li à DW.
Nenhum país sofreu uma redução maior do que a China, que enfrentou as ameaças tarifárias mais altas e voláteis. Entre abril e julho de 2025, os EUA importaram 66 bilhões de dólares a menos da China do que nos anos anteriores.
O Canadá, que enfrentou ameaças de tarifas de 25%, também registrou uma queda significativa de 24 bilhões de dólares. No entanto, o país parece ter compensado essa redução ao ajustar seu comércio com outros parceiros: no total, as exportações canadenses em 2025 ficaram apenas 1,6 bilhão abaixo das de 2024.
&quot;Os países que mais se beneficiaram do tarifaço foram os &#039;países dos 10%&#039;, como Austrália e várias nações da América Latina&quot;, aponta Haishi Li.
Mas algumas nações sujeitas a taxas elevadas também registraram forte aumento nas exportações para os EUA: Vietnã, Tailândia e Taiwan enfrentaram algumas das chamadas &quot;tarifas recíprocas&quot; mais altas — 46%, 36% e 34%, res ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Veja dicas sobre o plantio de oliveiras</title>
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<description><![CDATA[      Plantio de oliveiras
Paulo Lanzetta/Embrapa
Produtores interessados no plantio de oliveiras podem acessar gratuitamente uma cartilha com orientações técnicas sobre o tema.
O material foi elaborado pela Epamig e reúne aspectos técnicos da cultura, com orientações sobre a implantação dos olivais, os tratos culturais e dicas sobre colheita e pós-colheita.
A cartilha está disponível online.????Acesse aqui
Agricultor encontra &#039;tomate&#039; em pé de batata ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Chocolate com mais cacau: entenda se nova lei deve melhorar a qualidade no Brasil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/chocolate-com-mais-cacau-entenda-se-nova-lei-deve-melhorar-a-qualidade-no-brasil</link>
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<description><![CDATA[      De onde vem o que eu como: chocolate
Na Páscoa do ano que vem, os consumidores podem encontrar um chocolate com mais cacau nos supermercados. Isso porque um Projeto de Lei aprovado em março na Câmara dos Deputados criou novas regras para a composição do produto.
A lei atual, por exemplo, não prevê receitas especiais para chocolates dos tipos amargo e meio amargo, que passarão a ter definição.
Mas especialistas dizem que a mudança deve ter pouco efeito prático. Isso por duas razões:
muitas fabricantes já usam mais cacau do que o mínimo exigido, para atender consumidores mais exigentes;
tem se popularizado no país um novo tipo de produto, o &quot;sabor chocolate&quot;, que usa teores mais baixos de cacau.
Mesmo assim, parte do setor criticou a proposta. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) disse em nota que os conceitos &quot;restringem pesquisa e inovação, bem como novas categorias para parâmetros já previstos em normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)&quot;.
Ovo de Páscoa: como a tradição começou com galinhas e virou chocolate?
Como é hoje e como deve ficar?
Na legislação atual, de 2022, apenas dois chocolates recebem definição. Confira abaixo:
???? Chocolate: é obtido a partir da mistura de derivados de cacau, como massa, pasta, liquor, pó ou manteiga, com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Além disso, deve ter, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau.
???? Chocolate branco: é obtido a partir da mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Deve ser constituído de, no mínimo, 20% de sólidos totais de manteiga de cacau.
Quando o Projeto de Lei entrar em vigor, as regras ficarão da forma abaixo.
???? Chocolate amargo ou meio amargo: produto obtido a partir da mistura de massa de cacau, cacau em pó ou manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo o mínimo de 35% de sólidos totais de cacau, dos quais ao menos 18% devem ser manteiga de cacau e 14% devem ser isentos de gordura.
???? Chocolate em pó: produto obtido pela mistura de açúcar ou edulcorante ou outros ingredientes com cacau em pó, contendo o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau.
???? Chocolate ao leite: produto composto por sólidos de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 25% de sólidos totais de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite ou seus derivados;
???? Chocolate branco: produto isento de matérias corantes, composto por manteiga de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 20% de manteiga de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite.
Além disso, o texto também define como deve ser a composição de outros subprodutos do cacau, como manteiga, licor, bombom e a sua versão solúvel, e coberturas sabor chocolate, mas não define quantidade mínima de cacau para esses itens.
Qualidade vai aumentar?
Para Bruno Lasevicius, presidente da Associação Bean to Bar Brasil, de fabricantes de chocolate fino, a mudança da lei não vai causar, necessariamente, uma melhora no produto no mercado. Isso porque existem diferentes segmentos de chocolate, cada um voltado a um tipo de público.
???? Chocolates finos: como os da associação Been to Bar, a amêndoa é selecionada diretamente de produtores. Entre os associados, o chocolate já usa de 70% a 80% de sólidos de cacau para fazer o amargo e pelo menos 50% para o ao leite, por exemplo.
???? Chocolates industriais premium: segundo Lasevicius, algumas marcas mais caras de chocolate industrializado também já usam teores mais elevados de sólidos de cacau, variando entre 50% e 70%.
???? Chocolates industriais populares: esse setor já usa os teores mínimos de chocolate, de acordo com o levantamento da associação. Além disso, os preços elevados do cacau nos últimos anos fizeram com que fossem lançados doces que são &quot;sabor chocolate&quot; (e não &quot;chocolate&quot;), para poder baixar ainda mais a quantidade do fruto, aponta Lasevicius.
&quot;Eu acho que está havendo uma aceitação por parte do público dos menores teores. Boa parte da população não tem poder aquisitivo para comprar um chocolate com um alto valor agregado&quot;, afirma.
O presidente explica ainda que, em alguns casos, é usada apenas a casca da amêndoa, que possui um resquício do sabor do chocolate.
Vai aumentar as vendas de cacau?
Mais cacau no chocolate também pode não significar um aumento significativo das vendas da amêndoa, aponta Marcos Silveira Bernardes, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e produtor de cacau.
&quot;Haverá uma necessidade de ajuste da indústria, mas os efeitos sobre oferta, demanda e estoque serão muito pequenos e não deverão efetivamente causar qualquer mudança significativa nos preços de amêndoas de cacau&quot;, afirma.
Isto porque, segundo cálculos do pesquisador, o consumo das amêndoas deve aumentar em cerca de 5% pela indústria. Considerando que o Brasil representa cerca de 4%  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Chocolate, com, mais, cacau:, entenda, nova, lei, deve, melhorar, qualidade, Brasil</media:keywords>
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<title>Quando o MEI vira fraude? Veja práticas usadas para sonegar que entram na mira da Receita</title>
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<description><![CDATA[      Receita Federal identifica irregularidades em MEIs
Criado para facilitar a formalização de pequenos negócios, o Microempreendedor Individual (MEI) continua sendo a principal porta de entrada para quem decide empreender de forma simples e com poucos recursos.
Nos últimos anos, porém, o regime também passou a ser usado de forma indevida por parte dos contribuintes.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Fiscalizações da Receita Federal identificaram milhares de empreendedores que permaneceram como MEI mesmo após deixarem de cumprir requisitos básicos do regime, como o limite de faturamento, a atuação restrita às atividades permitidas e a exigência de não ter outras empresas em seu nome.
⚠️ Em muitos casos, essa permanência irregular ocorre de forma deliberada, com omissão de receita ou divisão de faturamento para manter o valor fixo de tributos que caracteriza a categoria.
Na avaliação do advogado tributarista Marco Ruzene, o MEI acabou se tornando um atalho para a sonegação por reunir três fatores.
“Carga tributária extremamente reduzida, com valor fixo mensal independentemente do faturamento real, dispensa de escrituração contábil formal e uma percepção equivocada de baixo risco, alimentada pela ideia de que ‘MEI não é fiscalizado’.”
A partir desse cenário, o Fisco passou a identificar um uso crescente do MEI como forma de reduzir impostos de maneira indevida e, em alguns casos, como instrumento para fraudes estruturadas.
Para enfrentar o problema, a Receita intensificou o cruzamento digital de dados nos últimos dois anos, o que aumentou drasticamente o número de exclusões e desenquadramentos.
&#039;Pente-fino&#039;
Só em 2025, a Receita Federal retirou 3,9 milhões de MEIs do SIMEI, sistema de tributação da categoria. A maioria não deixou o regime por iniciativa própria: foram exclusões e desenquadramentos após análises que identificaram descumprimento das regras.
???? Exclusão e desenquadramento têm efeitos diferentes. O desenquadramento retira o MEI do regime por descumprimento de regras. Já na exclusão, o contribuinte perde o direito de permanecer como MEI, pode sair do Simples Nacional e ainda ter impostos cobrados de forma retroativa.
A maior parte das exclusões de 2025 ocorreu em CNPJs inativos ou abandonados, que já não atendiam às exigências mínimas. Foram mais de 3,7 milhões de casos.
Ainda assim, o excesso de faturamento continuou sendo uma das situações mais recorrentes — e o principal indício de que empresas que já deveriam pagar tributos mais altos estavam recolhendo menos ao permanecerem indevidamente enquadradas como MEI.
O limite de faturamento do MEI é de R$ 81 mil por ano. Quem ultrapassa esse teto deve migrar para microempresa.
Em 2025:
18.591 MEIs ultrapassaram o limite em mais de 20%;
60.637 ultrapassaram em até 20%;
3.720 excederam o limite no primeiro ano de atividade.
Ao todo, mais de 83 mil foram retirados do regime por excesso de faturamento sem comunicação prévia ao Fisco — situação que, quando deliberada, passa a configurar omissão de receita.
A mudança na fiscalização ficou mais evidente em 2024, quando a Receita passou a cruzar de maneira sistemática os dados de PIX, cartões de crédito, marketplaces e e-Financeira.
Esse novo modelo de monitoramento ampliou a identificação de receitas não declaradas. Como resultado:
???? Em 2024, mais de 571 mil MEIs foram excluídos ou desenquadrados por faturamento acima do limite — um número 30 vezes maior do que no ano anterior.

Segundo o doutor em Direito Tributário Marco Ruzene, muitos contribuintes ainda acreditam que pequenas omissões podem passar despercebidas, mas o cruzamento automático de dados mostra o contrário.
“O ponto de inflexão é quando o Fisco substitui a fiscalização declaratória pela fiscalização digital, cruzando Pix, cartões, maquininhas, marketplaces e movimentações bancárias (e‑Financeira e DIMP). A partir daí, o MEI deixou de ser invisível”, afirma o advogado.
Entre as exigências para permanecer no regime estão:
faturar até R$ 81 mil ao ano;
possuir, no máximo, um funcionário;
não ter outras empresas em seu nome;
atuar somente em atividades permitidas;
ter conta gov.br em níveis Prata ou Ouro;
não ser servidor público federal ativo.
Quando o contribuinte permanece no MEI fora desses critérios, o enquadramento passa a não refletir a realidade do negócio e, associado à omissão de receitas, indica prática irregular.
Quando vira fraude? 
???? A irregularidade vira fraude quando há intenção de enganar. Entre os métodos mais identificados pela Receita estão:
abertura de MEIs em nome de terceiros para dividir faturamento;
uso de múltiplas maquininhas ou contas bancárias para dispersar receitas;
registro de operações de alto valor por meio de um CNPJ de MEI;
subdeclaração na DASN-SIMEI;
omissão de pagamentos em dinheiro ou PIX.
Essas práticas são usadas para manter artificialmente a tributação reduzida do MEI mesmo quando o negócio já opera em escala maior.
A omissão intencional de receita pode configurar crime co ]]></description>
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<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 03:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Páscoa salgada: ovos de chocolate ficam até 19,8% mais caros no interior de SP e podem perder espaço para colombas; aponta USP</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/pascoa-salgada-ovos-de-chocolate-ficam-ate-198-mais-caros-no-interior-de-sp-e-podem-perder-espaco-para-colombas-aponta-usp</link>
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<description><![CDATA[      Ovos de páscoa
Divulgação
Com variação de R$ 54 e R$ 114, o preço dos ovos de Páscoa em Piracicaba (SP) está até 19,8% mais caro em relação a 2025. A estimativa foi apontada em um estudo do Grupo Painel Econômico da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), que ainda aponta uma tendência de substituição por colombas.
???? De acordo com o levantamento da USP, uma família de quatro pessoas que irá consumir chocolates e preparar o almoço de Sexta-feira Santa, com o tradicional bacalhau, irá gastar aproximadamente R$ 365,86.
Leia mais:
Páscoa 2026: compare o preço dos ovos com os do ano passado
???? Os dados foram coletados em nove estabelecimentos — tanto supermercados, quanto atacarejos — de Piracicaba entre 16 e 27 de março de 2026. A metodologia segue os padrões do Procon/Dieese, que analisa produtos consumidos por famílias com renda de um a cinco salários mínimos.
Ovos de Páscoa mais caros
Os preços dos ovos de Páscoa em Piracicaba para 2026 apresentam um aumento em todas as categorias de peso quando comparados ao ano de 2025. Confira o comparativo abaixo:
Faixa de 200 g a 250 g: O preço médio saltou de R$ 45,73 para R$ 54,24, representando uma alta de 18,61%;
Faixa de 300 g a 350 g: O valor médio subiu de R$ 64,42 para R$ 75,06, representando uma alta de 16,52%;
Faixa de 500 g: Esta categoria registrou a maior alta percentual, passando de R$ 95,67 para R$ 114,63, um aumento de 19,82%.
Ovos de páscoa ficam mais caros em Piracicaba e podem ser &#039;trocados&#039; pela colomba
Claudia Assencio/g1
Chocolate ou brindes: o que atrai os consumidores?
De acordo com o levantamento da USP, o que mais atrai consumidores nos ovos de Páscoa tradicionais não é mais o chocolate, mas os brindes e brinquedos que vêm dentro. Eles deixaram de ser apenas um doce e se transformaram em experiência de consumo.
Os fabricantes ampliaram o portfólio para atender diferentes faixas de renda, com preços variados e opções para todos os bolsos. Além disso, diversificaram a oferta de produtos artesanais e novos sabores, focando no público adulto tanto quanto em crianças e jovens.
???? Seis recheios em um só: ovo de Páscoa fatiado vira sucesso entre clientes e bomba na web
Ovos de páscoa ficam mais caros em Piracicaba e podem ser &#039;trocados&#039; pela colomba
Claudia Assencio/g1
Alternativas mais baratas
Devido às restrições orçamentárias, de acordo com a pesquisa da USP, há uma tendência de substituição dos ovos por colombas. No entanto, as alternativas mais baratas ficaram mais caras em 2026 — veja abaixo:
Colomba de Frutas (350 g): O preço médio é de R$ 22,25, o que representa uma alta de 2,25% em relação a estimativa de 2025.
Colomba de Chocolate (350 g): Teve o aumento mais expressivo, de 20,47%, passando de R$ 18,32 em 2025, para R$ 22,07 em 2026.
Para contornar as restrições orçamentárias, muitos consumidores também estão optando por comprar barras de chocolate, bombons ou coberturas para produzir suas próprias sobremesas em casa. Essa opção, neste ano, é o que está mais em conta.
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???? A cobertura fracionada blend, utilizada para fazer sobremesas caseiras, apresentou uma queda de 29,76% no seu preço médio, passando de R$ 43,82 em 2025, para R$ 30,78 em 2026.
Ovos de Páscoa estão até 19,8% mais caros em Piracicaba e podem perder espaço para colombas
Claudia Assencio/g1
Gasto de R$ 365 para a celebração
De acordo com o levantamento da USP, a estimativa de gastos para uma família de quatro pessoas (composta por dois adultos e duas crianças) para a celebração na cidade é de aproximadamente R$ 365,86.
Para presentear a família e preparar uma sobremesa, a estimativa considera a compra de quatro itens, totalizando R$ 161,42. Esse valor representa um aumento de 3,93% em relação ao ano anterior — veja os produtos considerados na estimativa:
Bacalhau
Arquivo/Restaurante Porto Cave
Dois ovos de Páscoa na faixa de 200 g a 250 g;
Uma colomba pascal (calculada pela média de preço entre os sabores de frutas e chocolate);
Uma barra de cobertura fracionada (1 kg).
O custo para adquirir os ingredientes básicos para o preparo de do almoço na Sexta-feira Santa é de R$ 204,44. 
Em comparação à Páscoa de 2025, o preço do almoço está 2,09% mais barato, principalmente, segundo o levantamento, devido à queda no preço dos legumes e do azeite.
???? Os legumes mais usados para o preparo do prato de bacalhau são a batata, a cebola e o tomate. Veja a lista completa dos ingredientes considerados no levantamento:
1 kg de bacalhau: R$ 152,28 (o item mais caro, com alta de 9,22%)
500 ml de azeite: R$ 34,37 (teve queda de 22,75%)
1 kg de batata: R$ 4,86 (queda de 43,82%)
1 kg de cebola: R$ 4,23 (queda de 51,88%)
1 kg de tomate: R$ 8,70 (alta de 16,94%)
Piracicaba tem menor preço de ovos de Páscoa entre cidades
Seis recheios em um: tendência do ovo de Páscoa fatiado é &#039;instagramável&#039; e pedida por clientes
Acervo Pessoal/
A pesquisa também comparou os preços de Piracicaba com os dados do Procon de Sorocaba (SP), Ribeirão Pre ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 19:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que guerra no Irã fez ações da Petrobras baterem recorde – e como isso impacta a empresa e o Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Diesel sobe quase 20% nos postos; Petrobras aumenta produção
A recente valorização das ações preferenciais PETR4 da Petrobras (títulos que oferecem prioridade aos acionistas no recebimento de dividendos e compensações, geralmente não dão direito a voto e servem de referência para avaliação do valor de mercado da companhia) na Bolsa de Valores (B3) reflete a alta da principal commodity da estatal: o petróleo.
Em razão da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o setor petrolífero mundial, no qual a companhia brasileira está inserida, vive uma enorme disparada de preços.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mesmo assim, a corrida aos papéis da Petrobras talvez não ocorresse com a mesma intensidade sem a retomada de investimentos exploratórios e a modernização do parque de refino.
Essa é a opinião de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, que enfatizam as oportunidades abertas para a Petrobras diante da crise no Oriente Médio, classificada por analistas do banco norte-americano Goldman Sachs como um autêntico choque do petróleo – o terceiro dos últimos 50 anos, depois dos registrados em 1973 e 1979.
Diferentemente dos choques anteriores, que apanharam o Brasil na dependência radical dos grandes exportadores no Oriente Médio, o atual encontra o país autossuficiente em produção de petróleo bruto, do qual é exportador.
Segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado na quarta-feira (1º), a produção brasileira de petróleo e gás natural bateu recorde em fevereiro, alcançando 5,304 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).
&quot;Considerando que todos os outros fatores permaneçam inalterados, os preços do petróleo em alta poderiam aumentar exportações e receitas tributárias [do Brasil], assim como dividendos fluindo para o Tesouro&quot;, afirmam os economistas István Kecskeméti e Zoltan Horváth em análise divulgada no dia 11 de março no site da consultoria húngara OTP Global Markets.
O país ainda necessita importar, entretanto, derivados como diesel, gasolina e querosene de aviação.
Na esteira da produção recorde de fevereiro, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a empresa cogita a possibilidade de atingir a autossuficiência em diesel em cinco anos – originalmente, a intenção era suprir 80% da demanda nesse período.
&quot;Muito provavelmente, porque a Petrobras adora desafios, quem sabe a gente chega com a possibilidade de ter um novo plano de negócios capaz de entregar a autossuficiência do Brasil em diesel&quot;, disse na quarta-feira (1º).
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
O anúncio coincide com registros de racionamento ou desabastecimento de diesel no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso, onde o insumo é determinante para o sucesso da colheita da safra de verão, que inclui culturas como soja, milho e arroz.
Preocupado com os reflexos da crise sobre sua imagem e a campanha pela reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  reagiu com indignação a um leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, da Petrobras, que vendeu o produto às distribuidoras com preços até 100% maiores do que os cobrados na tabela da companhia.
&quot;Foi feito um leilão, eu diria que uma cretinice, bandidagem que fizeram&quot;, disse.
Lula ameaçou anular o processo, mas isentou a direção da Petrobras de responsabilidade pelo episódio.
&quot;Para a economia brasileira, a grande preocupação centra-se no diesel – e, acima de tudo, nos fertilizantes&quot;, afirma o ex-vice-presidente do Banco Mundial Otaviano Canuto em artigo publicado na quarta-feira (1/4) no site do Centro de Política para o Novo Sul (Policy Center for the New South).
O economista Mahatma Ramos, diretor técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra, vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), afirma que o preço das ações da Petrobras tem sido historicamente afetado pelas situações externa e interna.
Ele lembra, por exemplo, que a ação PETR4 chegou a valer R$ 23 em abril de 2021, durante a pandemia do novo coronavírus.
No primeiro semestre de 2022, em razão da guerra da Ucrânia, o preço chegou a R$ 32, caindo depois diante das incertezas da sucessão presidencial daquele ano.
&quot;Desde janeiro de 2023, o que se vê é um processo de recuperação do valor das ações&quot;, sustenta.
Essa escalada prosseguiu até o início de 2024, quando o preço da ação PETR4 estabilizou-se entre R$ 35 e R$ 42, e voltou a cair no ano seguinte por conta da desaceleração da economia chinesa e da guerra comercial.
&quot;Agora, em 2026, [o preço da ação] explode de novo, alcançando quase R$ 50 de valor de face.&quot;
Para se ter uma ideia do peso da guerra do Irã na alta das ações PETR4, basta olhar o calendário.
No dia 27 de fevereiro, uma sexta-feira, véspera do início dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, a cotação desses títulos fechou em baixa de 0,28 pontos (–0,71%), tendo sido negociados na aber ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, que, guerra, Irã, fez, ações, Petrobras, baterem, recorde, –, como, isso, impacta, empresa, Brasil</media:keywords>
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<title>Veja dicas e boas práticas para o plantio de oliveiras</title>
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<description><![CDATA[      Oliveiras colhidas em Encruzilhada do Sul
Reprodução/RBS TV
O Dante Zanini, de Dom Pedrito (RS), escreveu ao Globo Rural pedindo dicas para o plantio de oliveiras.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) tem um folheto gratuito com as informações sobre o assunto.
????Acesse aqui.
Maior produtor de azeite do mundo, Espanha investe nas oliveiras ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Taxa das blusinhas: arrecadação do governo sobe 25% em janeiro, para R$ 425 milhões; Alckmin avalia que medida protege o emprego</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/taxa-das-blusinhas-arrecadacao-do-governo-sobe-25-em-janeiro-para-r-425-milhoes-alckmin-avalia-que-medida-protege-o-emprego</link>
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<description><![CDATA[      O governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada &quot;taxa das blusinhas&quot;, em janeiro deste ano. 
Segundo números da Receita Federal, isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado — quando a arrecadação somou R$ 340,9 milhões.
No primeiro mês deste ano, foram recebidas 15,3 milhões remessas internacionais, em comparação com 11,4 milhões em janeiro de 2025.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
➡️De acordo com o jornal &quot;O Globo&quot;, o governo voltou a avaliar a revogação da chamada &quot;taxa das blusinhas&quot;, em um ano eleitoral. O movimento é liderado pela ala política, especialmente o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência, mas envolve outros setores.
➡️Ao mesmo tempo, a Câmara dos Deputados já discute um projeto de lei que zera o imposto de importação sobre compras de até US$ 50 feitas por meio de comércio eletrônico, ou seja, impõe um fim à chamada &quot;taxa das blusinhas&quot;.
O vice-presidente Geraldo Alckmin lembrou que defendeu a adoção do tributo no passado para proteger a produção, o emprego e a renda no país (veja mais abaixo nessa reportagem).
Se por um lado a medida tem ajudado na arrecadação federal, por outro ela tem resultado em prejuízo aos Correios, que passam por forte crise financeira.
Resultado em 2025
????No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal.
Segundo informou o Fisco em fevereiro, 50 milhões de brasileiros estão &quot;cumprindo suas obrigações tributárias&quot; por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme — programa adotado para regularizar as encomendas internacionais.
&quot;Com o PRC [Programa Remessa Conforme] o governo conseguiu elevar drasticamente o registro de declarações de importação e combater a evasão fiscal, ao mesmo tempo em que acelerou o prazo de entrega dos produtos. O número de encomendas &#039;não PRC&#039; [fora do programa] no Brasil caiu de 16 milhões em 2024 para 6,5 milhões em 2025&quot;, informou o Fisco, em fevereiro.

GETTY IMAGES via BBC
Taxa das blusinhas
➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.
????A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.
➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como &quot;irracional&quot;. A medida foi defendida pela indústria brasileira.
Alckmin defende a indústria nacional
Alinhado com a indústria nacional, o vice-presidente Geraldo Alckmin, que também ocupava o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, disse nesta semana que não tem participado do debate sobre a revogação da taxa das blusinhas.
????Alckmin deixou o cargo de ministro nesta semana para concorrer a reeleição ao cargo de vice-presidente na chapa do presidente Lula neste ano. 
Ele lembrou, porém, que defendeu a adoção do tributo no passado para proteger a produção, o emprego e a renda no país. Alckmin não citou o viés arrecadatório da taxação.
&quot;Defendi lá atrás, porque se você pegar o produto fabricado no brasil, a roupa, ele paga entre 45%, a quase 50% de tributo. Uma média de 45%. O importado está pagando bem menos do que o fabricado aqui dentro (...) Mesmo com a tributação [taxa das blusinhas], ainda é a carga bem menor do que o produto brasileiros&quot;, disse o vice-presidente, nesta sexta-feira (2).
No começo do ano passado, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) fez a mesma avaliação. Segundo a entidade, a taxa das blusinhas contribuiu para a manutenção de milhares de empregos de trabalhadores no país.
&quot;Os bons resultados decorrentes da taxação de 20% das remessas internacionais de até U$ 50 demonstram a pertinência da isonomia tributária e regulatória. Esta agenda, que tem sido trabalhada por diversos países e sobre a qual ainda precisamos avançar mais, seguirá como prioridade da Abit, pois são sempre positivos os impactos da redução das desigualdades de condições entre as empresas brasileiras e as estrangeiras&quot;, informou a Abit, em 2025, por meio de nota. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Taxa, das, blusinhas:, arrecadação, governo, sobe, 25, janeiro, para, 425, milhões, Alckmin, avalia, que, medida, protege, emprego</media:keywords>
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<title>Criticado por Trump e defendido por Lula: veja as novidades previstas para o PIX, que bateu recorde em 2025</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Ninguém vai fazer a gente mudar o PIX&#039;, diz Lula ao comentar relatório dos EUA
O Banco Central (BC) continua trabalhando na chamada agenda evolutiva do PIX e prepara novidades para a ferramenta de transferências em tempo real. 
Inaugurada em 2020, a plataforma voltou a ser alvo de críticas nesta quarta-feira (1º) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — sob o argumento de que o sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.
Orientado pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu prontamente e disse que &quot;ninguém&quot; vai fazer o governo brasileiro mudar o PIX.

Reprodução/TV Globo
Novidades em estudo
➡️O Banco Central também prevê novidades para o PIX neste ano.
Cobrança Híbrida: inserção no regulamento do PIX da possibilidade de pagamento, por meio do QR code, de uma cobrança que também apresenta a possibilidade de pagamento por meio do arranjo de boleto. Isso já é oferecido de forma facultativa, mas a previsão é de que seja obrigatória a partir de novembro deste ano. 
Duplicata: funcionalidade para permitir o pagamento de duplicatas escriturais (títulos de crédito) via PIX, facilitando a antecipação de recebíveis, com informações atualizadas em tempo real, reduzindo custos operacionais. Objetivo é que sirva de alternativa aos boletos bancários. 
Split tributário: adequar a ferramenta, até o fim do ano, ao sistema de pagamento de impostos em tempo real que vem sendo desenvolvido pela Receita Federal no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. De 2027 em diante, a CBS (tributo federal sobre o consumo) será paga no ato da compra, desde que seja feita por meio eletrônico.
➡️Previstas para 2027, a depender de recursos disponíveis no Banco Central:
PIX internacional: modalidade que já é aceita em alguns países, como Argentina, Estados Unidos (Miami e Orlando) e Portugal (Lisboa), entre outros. O BC avalia que o formato atual de utilização do PIX, em outros países, é &quot;parcial&quot;, focada em estabelecimentos específicos. A ideia é que os pagamentos transfronteiriços possam ser feitos de forma definitiva, entre países, no futuro. O objetivo é interligar sistemas de pagamento instantâneos.
PIX em garantia: será um tipo crédito consignado para trabalhadores autônomos e empreendedores do setor privado. A proposta é que esses trabalhadores possam dar, em garantia de empréstimos bancários, &quot;recebíveis futuros&quot;, ou seja, transferências que irão receber por meio do PIX — possibilitando a liberação dos recursos e juros mais acessíveis.
PIX por aproximação (modelo offline): ideia é permitir o pagamento por aproximação mesmo que o usuário não esteja com seu dispositivo conectado, ou seja, ligado à rede por Wi-Fi ou 5G.
➡️Ao mesmo tempo, o Banco Central segue discutindo o lançamento, no futuro, das regras para o chamado PIX Parcelado, que será uma alternativa para 60 milhões de pessoas que atualmente não têm acesso ao cartão de crédito. 
????O parcelamento por meio do PIX já é ofertado por várias instituições financeiras, uma linha de crédito formal, mas o BC quer padronizar as regras — o que tende a favorecer a competição entre os bancos e queda dos juros. Essa padronização não tem prazo definido.
Números do PIX
A ferramenta de transferências do Banco Central é um sucesso. No ano passado, o PIX registrou R$ 35,36 trilhões em transferências, um novo recorde. 
Além do amplo e generalizado uso pela população brasileira, a plataforma foi responsável pela inclusão de milhões de pessoas no sistema financeiro. 
O sistema também estimulou a economia, principalmente em pequenos negócios, seja presenciais ou digitais, que antes tinham mais dificuldades em receber os pagamentos por seus produtos e serviços.
Em novembro de 2025, quando o PIX fez aniversário de cinco anos, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Gomes, comentou que o país estava próximo, naquele momento, de ter toda a população adulta utilizando a ferramenta. 
&quot;É essencialmente quase todo adulto no país&quot;, disse o diretor do BC, na ocasião.
“Muita gente não usava as contas que tinha. Ou apenas recebia o salário, sacava tudo e só utilizava dinheiro. Depois do PIX, as pessoas perceberam a conveniência de se pagar as contas pelo celular e mudaram esse comportamento, passando, de fato, a usar suas contas”, afirmou o diretor do BC, Renato Gomes, em novembro do ano passado.
Evolução nos últimos anos
Reconhecido internacionalmente, a ferramenta de transferência em tempo real do Banco Central evoluiu nos últimos cinco anos. Veja a evolução:
???? PIX Cobrança: passou a cumprir o papel do boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviço emitam e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente.
???? PIX Saque e PIX Troco: lojas e outros estabelecimentos passaram a funcionar como pontos de saque, o que descentraliza o acesso ao dinheiro e ainda reduz custos p ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 09:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trabalho análogo à escravidão: imigrantes são resgatados em oficinas que produziam para marcas de roupas em MG</title>
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<description><![CDATA[      Imigrantes bolivianos são resgatados de trabalho análogo à escravidão em oficinas
Auditoria-fiscal do Trabalho/Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT)
Duas operações realizadas por auditores fiscais da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) resgataram 29 imigrantes bolivianos submetidos a condições análogas à escravidão em oficinas de costura que produziam peças para as marcas Anne Fernandes e Lore.
Os trabalhadores foram encontrados nos municípios de Betim e Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). As ações ocorreram em 2025 e tiveram início a partir de denúncias anônimas, além de uma investigação que rastreou a cadeia produtiva das empresas.
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Segundo os relatórios, uma das operações começou após o Conselho Tutelar receber denúncias por meio do Disque 100. Os relatos indicavam que um cidadão boliviano aliciava conterrâneos e os submetia a jornadas que iam das 6h da manhã até a madrugada, inclusive com a participação de crianças nas atividades.
Em um dos casos, envolvendo a Lore Confecções, 16 trabalhadores foram resgatados – 12 homens e 4 mulheres, incluindo um adolescente. Já na fiscalização relacionada à Lagoa Mundau Indústria e Comércio Atacadista de Roupas, dona da marca Anne Fernandes, outras 13 pessoas foram encontradas nas mesmas condições.
Em nota, a  Lagoa Mundau disse que repudia violações trabalhistas, afirmou que a oficina era um fornecedor autônomo e que não tinha controle sobre a mão de obra. A companhia declarou ainda que desconhecia as irregularidades, contestou a autuação e rescindiu o contrato após a operação. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
As inspeções identificaram uma série de irregularidades graves. Os trabalhadores atuavam sem registro em carteira e sem acesso a direitos básicos, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cobertura do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de receberem remuneração inferior ao salário mínimo em parte dos casos.
A remuneração era feita por produção, com descontos relacionados a despesas como passagem internacional, alimentação e medicamentos, o que, segundo a fiscalização, configurava um sistema de servidão por dívida.
Os trabalhadores enfrentavam jornadas exaustivas, que chegavam a cerca de 68 horas semanais. De segunda a sexta-feira, o expediente médio era de 12 horas e 45 minutos por dia, com relatos de trabalho das 7h às 21h e, em casos mais graves, até a madrugada. Aos sábados, a jornada seguia das 7h ao meio-dia.
Apesar de haver pausas para refeições, a carga horária ultrapassava o limite legal de 8 horas diárias e 44 semanais. A pressão era intensificada pelo pagamento por produção e pelo endividamento dos imigrantes, que precisavam quitar despesas e garantir a subsistência das famílias.
As condições de trabalho e moradia também foram consideradas degradantes. Em muitos casos, os trabalhadores viviam nos próprios locais de produção ou em imóveis superlotados. As oficinas apresentavam instalações elétricas improvisadas, ausência de equipamentos de segurança, risco de incêndio e acúmulo de materiais inflamáveis.
O ambiente era quente e sem ventilação adequada, devido ao uso de telhas de fibrocimento, e não havia qualquer controle térmico ou acústico. O mobiliário era precário, com uso de cadeiras improvisadas, caixas de papelão ou assentos sem encosto.
Também foram constatadas falhas graves em higiene e infraestrutura: banheiros insuficientes e compartilhados entre homens, mulheres e crianças, ausência de refeitórios adequados e preparo de alimentos em condições inadequadas. 
Em um dos locais, o bebedouro estava apoiado sobre um vaso sanitário.
Bebedouro apoiado sobre vaso sanitário em operações realizadas por auditores fiscais do trabalho.
Auditoria-fiscal do Trabalho/Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT)
Os relatórios ainda apontam indícios de tráfico de pessoas, com recrutamento de trabalhadores bolivianos em situação de vulnerabilidade, trazidos ao Brasil sob falsas promessas de emprego. Em um dos casos, uma adolescente atuava como cozinheira para o grupo.
Os valores pagos pelas marcas às oficinas variavam conforme a peça, indo de cerca de R$ 10 a R$ 80 — com casos pontuais mais altos. No entanto, os trabalhadores recebiam apenas uma fração desses valores.
Anotações de produção mostram pagamentos de R$ 3 por saia, entre R$ 4 e R$ 10 por blusa, de R$ 10 a R$ 16 por calça e de R$ 13,50 a R$ 27 por vestido. Em muitos casos, o valor ainda era dividido entre vários trabalhadores envolvidos na confecção.
Além disso, iniciantes chegavam a receber cerca de R$ 1.200 por mês, abaixo do salário mínimo, e parte da remuneração era descontada para cobrir despesas como moradia, alimentação e passagens, reforçando o endividamento.
Por outro lado, peças das marcas são vendidas por valores muito superiores no varejo. Uma jaqueta da Anne Fernandes pode custar quase R$ 10,7 mil, enquanto itens da Lore chegam a cerca de R$ 6,5 mil.
Imigrantes boliviano ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 07:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>‘O primeiro contato foi um boleto’: empreendedores denunciam envio de cobranças que induzem ao erro</title>
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<description><![CDATA[      Quando abriu o aplicativo do banco para conferir as movimentações do mês, a costureira Silvana* se deparou com uma cobrança inesperada: um boleto de R$ 495 emitido por uma empresa da qual nunca tinha ouvido falar. 
O documento aparecia registrado no sistema de Débito Direto Autorizado (DDA), mecanismo usado pelos bancos para reunir boletos vinculados ao CNPJ ou CPF do cliente — normalmente contas e cobranças regulares de fornecedores. 
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Por alguns minutos ela chegou a considerar fazer o pagamento.
“Na hora, bateu o medo de ficar inadimplente com o CNPJ”, relata. 
Sem qualquer contato prévio, proposta comercial ou contratação de serviço, o documento tinha aparência de uma cobrança legítima. Antes de pagar, porém, Silvana decidiu pesquisar o nome da empresa na internet. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao encontrar relatos semelhantes de outros empresários, ele decidiu não efetuar o pagamento. 
A decisão também levou em conta o desinteresse pelo serviço oferecido: uma plataforma que reúne dados cadastrais de CPFs e CNPJs e permite consultar informações usadas em análises de crédito e decisões comerciais, como pendências relacionadas a cheques, protestos, ações cíveis e processos de recuperação judicial.
Situações como essa têm sido relatadas por microempreendedores e donos de pequenos negócios em diferentes regiões do país. Empresários afirmam receber boletos registrados em seus CNPJs por empresas com as quais nunca mantiveram relação comercial. 
Os valores costumam variar e chegam aos aplicativos bancários por meio do DDA — sistema criado justamente para facilitar o controle de pagamentos.
A prática tem gerado milhares de reclamações e levantado questionamentos jurídicos sobre possíveis abusos em estratégias comerciais baseadas no envio de chamados “boletos de proposta”.
Envio de boletos sem solicitação
De acordo com relatos de empresários e especialistas ouvidos pelo g1, o mecanismo costuma seguir uma lógica simples: empresas registram boletos em nome de CNPJs mesmo sem qualquer contratação prévia de serviço. 
Como o documento passa a aparecer diretamente no sistema bancário, muitos empreendedores interpretam a cobrança como uma obrigação financeira legítima — especialmente quando o boleto surge no aplicativo do banco ao lado de contas e pagamentos recorrentes.
No caso relatado por Silvana, o documento foi emitido pela SEBRACOM Empresarial. 
Boleto proposta recebido por micro e pequenos empreendedores
Arquivo pessoal
Segundo a microempreendedora, o que mais causou estranhamento foi o fato de o boleto ter sido o primeiro contato da empresa com ela.
“Não houve ligação, e-mail ou proposta explicando o serviço. O primeiro contato foi um boleto”, afirma. “Isso faz a gente se sentir vítima de um golpe.”
Situações semelhantes aparecem em relatos publicados no Reclame Aqui. 
Um empreendedor da cidade de Agudos, no interior de São Paulo, contou na plataforma que chegou a pagar o boleto de R$ 495 acreditando se tratar de uma cobrança de um fornecedor de matéria-prima. A confusão só foi percebida depois. 
“Achei que era uma fatura de material que eu havia comprado. Depois minha gerente do banco comentou que a empresa tem péssima fama por esse tipo de cobrança”, relatou. 
O empresário afirma que solicitou reembolso e classificou o episódio como “golpe”.
Boleto proposta recebido por micro e pequenos empreendedores
Arquivo pessoal
Na mesma plataforma, há também relatos de empresários que dizem receber boletos de forma recorrente. 
Um empreendedor de São José dos Campos (SP) afirmou que documentos no valor de R$ 495 aparecem mensalmente em seu aplicativo bancário, mesmo sem autorização. Segundo ele, a intenção é buscar ajuda de órgãos de defesa do consumidor caso os envios continuem.
Reclamações se multiplicam
O volume de reclamações relacionadas a esse tipo de prática também chama atenção. Levantamento feito pelo g1 no site Reclame Aqui mostra que a SEBRACOM acumulou mais de 19,1 mil queixas ao longo de 2025.
Nos relatos publicados na plataforma, o padrão se repete: empresários afirmam ter recebido boletos sem qualquer contratação prévia e dizem ter ficado em dúvida sobre a natureza da cobrança.
Situação semelhante foi relatada nas redes sociais pela esteticista Duanne Ellen. Em um vídeo publicado em abril do ano passado, ela conta que encontrou um boleto de R$ 459 registrado em seu DDA bancário.
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Ao pesquisar o nome da empresa, diz ter encontrado uma sequência de reclamações semelhantes no Reclame Aqui.
“Você entra na plataforma e vê reclamações com minutos ou horas de diferença. Parece algo feito em massa.”.
Segundo ela, a decisão foi não pagar o documento. 
&#039;Proposta&#039; que pode induzir ao erro
Ao g1, especialistas em direito afirmam que o formato dessas propostas comerciais pode gerar confusão justamente por reproduzir elementos típicos de cobranças reais.
A advogada Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, expli ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>‘O, primeiro, contato, foi, boleto’:, empreendedores, denunciam, envio, cobranças, que, induzem, erro</media:keywords>
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<title>Fertilizantes disparam com a guerra, mas preço dos alimentos não deve subir agora; veja projeções</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/fertilizantes-disparam-com-a-guerra-mas-preco-dos-alimentos-nao-deve-subir-agora-veja-projecoes</link>
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<description><![CDATA[      Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil
A disparada nos preços dos fertilizantes, em meio à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, deve ter pouco impacto sobre os preços dos alimentos este ano. No curto prazo, a maior pressão virá do aumento dos combustíveis.
Isso porque boa parte da colheita de grãos já terminou ou está em processo de finalização, como a de arroz, soja e as primeiras safras de feijão e milho. &quot;Nesses casos, o fertilizante já saiu do solo&quot;, comenta Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Já o café, cuja colheita começa neste mês, foi plantado no ano passado. Enquanto as segundas safras de milho e de feijão também já foram semeadas.
O consumidor não deve sentir os efeitos agora, mas os produtores já estão preocupados. As próximas grandes importações de adubo acontecem na virada do semestre e, até o momento, não há certeza sobre até quando o conflito irá se estender.
A dependência pelo insumo é alta. &quot;O Brasil importa hoje cerca de 85% dos fertilizantes que consome, com destaque para ureia, potássio e fosfatos”, diz André Braz, economista do FGV Ibre.
&quot;O Brasil importa 90% do seu consumo de nitrogênio, 96% do potássio e, do fosfatado, é um pouquinho menos, cerca de 80%&quot;, detalha Serigati.
O Oriente Médio é o quarto maior fornecedor do Brasil, depois da Europa, Ásia e África. 
A região tem um papel central no mercado de fertilizantes, respondendo, por exemplo, por 40% das exportações mundiais de ureia e 28% das vendas externas de amônia, segundo dados da StoneX Brasil. Portanto, tudo o que acontece na região impacta diretamente os preços globais.
Fertilizantes comprados pelo Brasil &#039;não terão problemas em ser exportados&#039;
Como cada plantio será afetado
A disparada nos preços dos fertilizantes deve afetar de forma generalizada os custos de produção, afirma Braz. Segundo o economista, as lavouras mais impactadas serão aquelas mais intensivas no uso de NPK (nitrogênio, fósforo e potássio), base da adubação moderna.
O milho, por exemplo, é altamente dependente de fertilizantes nitrogenados, como a ureia. &quot;Já há evidências internacionais de risco de prejuízo econômico com o aumento de custos&quot;, afirma o economista.
&quot;O milho é uma das culturas mais vulneráveis no curto prazo&quot;, acrescenta.
Somente nas três primeiras semanas de conflito, o preço da ureia subiu 46%, segundo levantamento do Rabobank.
&quot;Quando olhamos para um período mais longo, desde o início do ano até a semana de 20 de março, a ureia apresenta uma alta de 76%&quot;, destaca o relatório.
Arroz e trigo também exigem grandes volumes de nitrogênio e, diante da pressão de custos, podem levar produtores a reduzir a área plantada, diz Braz.
No caso da soja, a necessidade de nitrogênio é menor, mas o plantio exige aplicação de fósforo e potássio em grande escala. &quot;O impacto, nesse caso, vem do aumento no custo de reposição dos nutrientes do solo&quot;, destaca o economista.
Por fim, a lavoura de cana-de-açúcar tem um uso intensivo de potássio, o que também deve elevar o custo de produção e reduzir a produtividade da indústria, responsável pela produção de açúcar e de etanol.
Como fertilizantes impactam os preços 
O aumento dos preços dos fertilizantes não se traduz imediatamente em alimentos mais caros para o consumidor, destaca Serigati.
Segundo ele, a alta nos custos dos adubos afeta a oferta ao longo do tempo, principalmente por dois canais: redução da área plantada e queda de produtividade — ou seja, menos produção por área.
&quot;Com insumos mais caros, produtores podem optar por plantar menos ou reduzir a aplicação de fertilizantes — o que afeta diretamente o volume colhido&quot;, diz o economista. 
Se essa tendência se confirmar, o impacto dos fertilizantes nos preços dos alimentos ocorreria no médio prazo. Mas, neste momento, é impossível cravar uma tendência, diz Serigati.
Isso porque o custo dos fertilizantes é apenas um dos fatores por trás da inflação de alimentos. &quot;O fator clima, por exemplo, é capaz de &#039;botar no bolso o fator fertilizante&#039;&quot;, avalia Serigati.
&quot;Se o clima for favorável, uma safra recorde pode baixar os preços finais; se houver secas ou geadas, a oferta cai e os preços sobem, independentemente de outros custos&quot;, exemplifica.
O economista lembra, por exemplo, que a safra de verão de 2022 foi plantada sob o impacto da Guerra na Ucrânia, com preços de fertilizantes e combustíveis em níveis maiores do que os atuais.
&quot;Mesmo com os custos elevados, o Brasil colheu uma safra recorde em 2023 porque o clima foi favorável, o que fez com que a inflação de alimentos, na verdade, se desacelerasse naquele ano&quot;, pontua.
Na visão dele, neste momento, o preço dos combustíveis tem sido um fator mais decisivo na formação de preços.
&quot;O diesel tem um impacto muito mais direto e imediato no bolso do consumidor do que o fertilizante&quot;, reforça.
&quot;Ele afeta tanto o uso de maquinário agrícola quanto toda a cadeia de transporte e distribuição rodoviária no Brasi ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 04:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Robotáxis sofrem pane, param no meio da rua e obrigam motoristas a desviar em cidade na China</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/robotaxis-sofrem-pane-param-no-meio-da-rua-e-obrigam-motoristas-a-desviar-em-cidade-na-china</link>
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<description><![CDATA[      Robotáxis ficam parados no meio da rua após pane na China
Diversos robotáxis ficaram parados e atrapalharam o trânsito na cidade de Wuhan, no centro da China, na última terça-feira (31), segundo autoridades locais. A pane teria sido causada por uma falha no sistema dos modelos Apollo Go, da Baidu.
A polícia recebeu relatos de que vários carros Apollo Go pararam no meio das ruas e não conseguiam se mover, segundo comunicado oficial.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Os passageiros conseguiram sair dos veículos em segurança, e não houve feridos, informou a polícia. A causa do incidente ainda está sob investigação.
Pelo menos 100 veículos do Apollo Go foram afetados, disse um policial de trânsito em vídeo publicado pelo The Paper, de Xangai.
Robotáxi Apollo Go, da Baidu, disponível na China
PEDRO PARDO / AFP
O policial acrescentou que, embora as portas dos carros pudessem ser abertas, alguns passageiros hesitaram em sair por causa do tráfego intenso e chamaram a polícia para pedir ajuda.
Um vídeo verificado pela Reuters e publicado na versão chinesa do TikTok, o Douyin, mostrou veículos parados em ruas movimentadas, obstruindo o trânsito. A mídia local informou que alguns passageiros ficaram presos nos veículos por quase duas horas.
A Baidu não respondeu ao pedido de comentário.
O incidente reacendeu discussões nas redes sociais chinesas sobre a segurança e a confiabilidade dos robotáxis.
Um robotáxi Apollo Go que transportava um passageiro caiu em uma vala de obra em Chongqing, em agosto. Três meses antes, um dos carros operados pela Pony.ai pegou fogo em uma rua de Pequim. Não houve feridos em nenhum dos casos.
Uma queda de energia generalizada em São Francisco, no fim do ano passado, também fez com que robotáxis da Waymo parassem e causassem congestionamento.
A Baidu é uma das maiores operadoras de frotas de direção autônoma da China, ao lado da Pony.ai e da WeRide. As empresas lançaram serviços comerciais de robotáxis em grandes cidades chinesas e expandiram as operações para mercados internacionais, incluindo o Oriente Médio.
Pane faz diversos robotáxis Apollo Go ficarem parados no meio da rua em Wuhan, na China
SOCIAL MEDIA via REUTERS ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 04:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Vai viajar? Veja onde instalar a cadeirinha infantil e como evitar erros fatais</title>
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<description><![CDATA[      Cadeirinhas infantis: veja as regras para usar cada uma
A escolha e o uso adequado da cadeirinha infantil ainda despertam dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a sua obrigatoriedade em veículos de passeio, estabelecida em setembro de 2010.
O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado.
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Mas há exceções. Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.
É preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.
“Dar um jeito de fixar a cadeirinha feita para cinto de três pontos em um cinto com dois pontos é ruim”, alerta Fábio Viviani, especialista em segurança veicular. 
“Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.
Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.
Bebê conforto, cadeirinha e assento com elevação: os dispositivos indispensáveis para transportar crianças
g1
Confira abaixo as principais dúvidas sobre transporte seguro de crianças em carros:
Qual cadeirinha usar no carro?
Quando trocar a cadeirinha?
Como usar e fixar o assento de elevação?
Quando a criança pode ir no banco da frente?
O que é e como usar o Isofix?
Qual cadeirinha usar no carro?
No papel, a regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) define faixas etárias para cada tipo de equipamento:
Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;
Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;
Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;
Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.
O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.
O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.
“Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar dispositivo de retenção”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro.
Volte para o início.
Quando trocar a cadeirinha?
O modelo da cadeirinha deve acompanhar o crescimento da criança, garantindo que ela esteja sempre firme e protegida. Como cada versão é indicada para uma faixa etária específica, a troca do equipamento se torna necessária conforme o desenvolvimento.
A transição entre os dispositivos deve considerar, na seguinte ordem de prioridade:
???? O conforto;
???? O tamanho da criança;
???? A idade da criança.
Um bebê que já não cabe no bebê conforto, por exemplo, pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado a idade mínima para a transição.
“Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”, afirma Kuster.
A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.
Volte para o início.
Como usar e fixar o assento de elevação?
Para os mais crescidos, a altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação.
Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito. 
“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, diz Kuster.
Volte para o início.
Quando a criança pode ir no banco da frente?
O Contran permite o transporte no banco da frente em situações específicas:
Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;
Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;
Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;
Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;
Equipamentos certificados.
Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos. 
“Sem um equipamento certificado, ou seja, que passou por testes rigorosos, a criança não estará devidamente protegida”, afirma Viviani.
Volte pa ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 02:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump anuncia tarifas de 100% sobre medicamentos importados</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou tarifas de 100% sobre determinadas importações de medicamentos de marca. O anúncio ocorre um ano após o &quot;dia da libertação&quot;, quando Trump determinou uma série de tarifas sob produtos de países por todo o mundo.
Junto ao anúncio da tarifa sobre medicamentos importados, o presidente também reformulou tarifas sobre produtos com aço, alumínio e cobre. 
LEIA MAIS: Trump reformula tarifas sobre produtos com aço, alumínio e cobre
O novo pacote de tarifas tem como objetivo, em parte, recompor tributos perdidos quando a Suprema Corte as derrubou em fevereiro deste ano. No entanto, as medidas foram criticadas por alguns grupos empresariais por criarem novas pressões de custo em um momento em que a guerra com o Irã elevou os preços de energia para os consumidores.
Nesta quinta-feira (2), o governo publicou os resultados de uma investigação de segurança nacional sobre importações farmacêuticas. Trump afirmou que:
fabricantes estrangeiros de produtos patenteados devem concordar em firmar acordos com o governo dos EUA para reduzir os preços de medicamentos prescritos; e
 se comprometer a transferir a produção para os Estados Unidos.
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Eles precisarão fazer ambas as coisas para evitar totalmente as tarifas e enfrentarão uma taxa de 20% caso apenas transfiram parte da produção para os EUA, segundo uma autoridade do governo. 
Aqueles que não fizerem nenhuma das duas medidas enfrentarão uma tarifa de 100%.
As tarifas não se aplicarão a importações de medicamentos de todos os países. As taxas sobre medicamentos de marca serão limitadas a 15% em acordos comerciais com a União Europeia, Japão, Coreia do Sul e Suíça.
Os EUA e o Reino Unido também finalizaram um acordo separado para o setor farmacêutico que garante tarifa zero para medicamentos produzidos no Reino Unido por pelo menos três anos, enquanto o país amplia a produção em território americano.
Trump dá entrevista a bordo do Air Force One em 29 de março de 2025.
Reuters/Elizabeth Frantz
Uma autoridade do governo disse que grandes farmacêuticas terão 120 dias para cumprir as regras antes que as tarifas de 100% entrem em vigor, enquanto produtores menores terão 180 dias.
Um ano do “dia da libertação”
As alterações ocorrem no aniversário de um ano do chamado “Dia da Libertação”, quando Trump anunciou tarifas “recíprocas” entre 10% e 50% sobre importações de todos os parceiros comerciais — e até de algumas ilhas desabitadas. As medidas, baseadas na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, desencadearam meses de retaliações da China, negociações comerciais e disputas judiciais por parte de importadores.
Em fevereiro, a Suprema Corte dos EUA declarou ilegais essas tarifas, levando uma instância inferior a ordenar que a agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras elaborasse um plano para devolver cerca de US$ 166 bilhões arrecadados ao longo de um ano.
Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, defendeu as tarifas como um “botão de reinicialização” para um sistema global de comércio considerado falho. Ele afirmou que elas incentivaram empresas a construir novas fábricas nos EUA e pressionaram parceiros comerciais a conceder vantagens às exportações americanas.
“O melhor ainda está por vir, à medida que o programa tarifário do presidente Trump incentiva a produção doméstica, eleva os salários dos trabalhadores e fortalece nossas cadeias de suprimentos críticas”, disse Greer em comunicado.
Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025.
Piroschka van de Wouw/Reuters
Reação da Indústria
A Câmara de Comércio dos EUA afirmou que um ano de tarifas mais altas já elevou preços e aumentou custos para vários setores, alertando que as novas medidas podem provocar novos aumentos
“Um novo e complexo sistema tarifário sobre medicamentos elevará os custos de saúde para as famílias americanas”, disse o diretor de políticas da entidade, Neil Bradley.
“Alterações nas tarifas de metais também elevarão preços para consumidores e aumentarão a pressão sobre manufatura, construção e energia — setores que já enfrentam custos elevados e desafios nas cadeias de suprimentos”, acrescentou.
Por outro lado, o presidente da Associação de Fabricantes de Aço, Philip Bell, elogiou o governo por ajustar a lista de produtos derivados e atualizar a metodologia de avaliação, garantindo que as tarifas permaneçam direcionadas ao fortalecimento da indústria siderúrgica americana sem prejudicar objetivos econômicos mais amplos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump reformula tarifas sobre produtos com aço, alumínio e cobre</title>
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<description><![CDATA[      Trump no Salão Oval da Casa Branca em 31 de março de 2026.
Reuters/Evan Vucci/File Photo
A Casa Branca publicou nesta quinta-feira (2) uma proclamação presidencial que reformula as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos de aço, alumínio e cobre, com mudanças nas alíquotas conforme o tipo de produto.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
As novas regras estabelecem que parte dos itens acabados com participação relevante desses insumos deixarão de enfrentar tarifa de 50% e passarão a ser taxados em 25%.
???? Essa taxa será aplicada sobre o valor total do produto. Antes, a tarifa de 50% incidia apenas sobre o valor do metal utilizado nos itens.
Conforme as mudanças, produtos derivados que contenham mais de 15% do peso total em aço, alumínio ou cobre terão tarifa de 25% sobre o valor integral da importação. Máquinas de lavar e fogões a gás, por exemplo, passam a ter alíquota fixa de 25% quando feitos majoritariamente de aço.
Veja os vídeos em alta no g1:
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Apesar da redução em alguns casos, as mudanças podem elevar o custo de diversas importações, ao ampliar a base de cálculo das tarifas, avaliou o jornal norte-americano Wall Street Journal.
Isso ocorre porque a cobrança passará a incidir sobre o valor total dos bens importados, e não apenas sobre o conteúdo de aço ou alumínio de cada produto.
A nova proclamação também estabelece que:
A tarifa de 50% segue válida para produtos de aço, alumínio e cobre classificados como commodities, ou seja, compostos majoritariamente por esses metais.
Determinados itens podem ser reclassificados como commodities se forem feitos quase integralmente desses materiais.
Produtos com menos de 15% de conteúdo metálico ficam fora do regime e passam a pagar a tarifa global mínima de 10% estabelecida por Trump.
Produtos feitos no exterior com metais dos EUA podem ter tarifa reduzida, de 10%.
As mudanças têm como objetivo simplificar um regime tarifário excessivamente complexo, que dificultava a determinação do valor do conteúdo metálico em milhares de produtos derivados — de peças de tratores a pias de aço inoxidável e equipamentos ferroviários.
“Então é mais fácil, mais simples, mais direto. Para muitos produtos, será mais baixo. Para alguns, será um pouco mais alto, mas, em geral, está ok”, disse um alto funcionário do governo Trump à Reuters, acrescentando que o governo discutiu as mudanças com a indústria e recebeu retorno positivo.
A expectativa é que, com a medida, o governo dos EUA arrecade mais com as tarifas sobre aço e alumínio, impostas sob a Seção 232 da Lei de Expansão do Comércio de 1962. A decisão ocorre após a Suprema Corte derrubar, em fevereiro, grande parte das tarifas aplicadas por Trump.
Em resposta, o republicano recorreu a um novo instrumento legal, a Seção 122 da legislação comercial dos EUA, para impor uma tarifa global de 10% sobre produtos importados.
LEIA MAIS:
Trump anuncia tarifa global de 10% após Suprema Corte derrubar tarifaço
* Com informações da agência de notícias Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 23:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Distribuidoras nacionais ficam de fora de 1ª fase do programa de subvenção ao diesel</title>
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<description><![CDATA[      Programa de subvenção ao diesel foi criado para atenuar os efeitos nos preços domésticos de combustíveis
Jornal Nacional/ Reprodução
A primeira fase do programa do governo federal de subvenção ao diesel terminou com apenas cinco empresas habilitadas: a Petrobras, a refinaria de Mataripe (BA), a Sea Trading Comercial, a Midas Distribuidora e Sul Plata Training.
A informação é da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), que registrou a adesão das cinco empresas.
As três distribuidoras nacionais de combustíveis – Vibra Energia, Raízen e Ipiranga – não participarão desta etapa.
Segundo as regras, os agentes econômicos que atuam no setor tiveram até 31 de março para aderir ao programa para o período de 12 a 31 de março. Para o próximo período, de 1º a 30 de abril, o prazo para adesão ainda está aberto.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
&quot;A ANP recebeu pedidos de adesão para esse segundo período e está analisando os documentos&quot;, disse a agência, sem dar detalhes.
O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo federal para atenuar os efeitos nos preços domésticos de combustíveis causados pela disparada do petróleo no mercado internacional em meio ao conflito no Oriente Médio.
A iniciativa prevê o ressarcimento de até R$ 0,32 por litro de diesel para os agentes econômicos, a depender dos preços praticados por eles e de parâmetros definidos pelo governo em cada período. 
O Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria que fixou o preço de comercialização máximo do diesel para o primeiro período da subvenção.
A partir dos períodos seguintes -- em sua maioria com duração de 30 dias até o fim do ano -- o preço máximo de venda será calculado com base em preço de referência definido pela ANP no primeiro dia de cada período.
O preço de referência vai oscilar diariamente, a fim de determinar o quanto será pago aos agentes. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 22:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ANP anuncia fiscalização de leilões de gás de cozinha após Lula criticar os preços</title>
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<description><![CDATA[      A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, nesta quinta-feira (2), que iniciou uma ação de fiscalização para apurar informações relacionadas aos leilões de GLP (gás de cozinha) realizados pela Petrobras em 31 de março.
A iniciativa foi motivada &quot;por suspeitas de prática de preços com ágios elevados, possivelmente acima dos Preços de Paridade de Importação (PPI)&quot;.
Mais cedo nesta quinta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o leilão como &quot;bandidagem&quot;.
&quot;Foi feito um leilão, com cretinice e bandidagem que fizeram com o óleo diesel. As pessoas sabiam da orientação do governo e da Petrobras: &#039;Não vamos aumentar o GLP&#039;. Pois fizeram um leilão contra a vontade da direção da Petrobras&quot;, disse Lula em entrevista à TV Record.
&quot;Vamos rever esse leilão, vamos anular esse leilão. O povo pobre não pagará, em hipótese alguma, o preço dessa guerra&quot;, acrescentou.
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Equipes da ANP estiveram na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, e na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais. Segundo a agência, no entanto, as solicitações de informações abrangem todos os polos produtores da companhia.
Ainda de acordo com a agência, a fiscalização se baseia, entre outros pontos, em uma medida provisória editada no ano passado que ampliou suas competências legais para apurar infrações relacionadas à elevação abusiva de preços e à recusa injustificada de fornecimento de combustíveis, biocombustíveis e derivados de petróleo.
Botijões de gás de cozinha
Reprodução/TV Globo
A ANP ressaltou que a ação tem caráter fiscalizatório e não representa, neste momento, constatação de irregularidades.
&quot;A instauração da fiscalização não representa juízo prévio de que foram constatadas irregularidades, sendo assegurados à empresa fiscalizada o contraditório e a ampla defesa. Caso sejam constatadas infrações, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, a partir da abertura de processo administrativo que poderá resultar em multa, nos termos da legislação aplicável&quot;, informou a ANP. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:00:11 -0300</pubDate>
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<title>EUA contestam decisão em favor da Anthropic em meio a disputa por uso de IA em guerras</title>
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<description><![CDATA[      Entenda embate entre governo dos EUA e Claude, rival do ChatGPT
O governo dos Estados Unidos informaram nesta quinta-feira (2) que devem recorrer da decisão de um tribunal da Califórnia que o impediu de aplicar punições contra a empresa de inteligência artificial a Anthropic. A companhia é dona do Claude, assistente rival do ChatGPT
???? EUA x ANTHROPIC: o governo americano trava uma disputa para ter o uso irrestrito de IA para fins militares. A empresa impõe limites por ser contra a adoção de suas ferramentas em sistemas de vigilância em massa de cidadãos e de armamento autônomos, por exemplo.
Advogados do Departamento de Justiça dos EUA manifestaram o desejo de entrar com um recurso e terão até 30 de abril para apresentar seus argumentos, conforme o prazo definido pelo tribunal que analisa a proibição para punições contra a Anthropic.
Na semana passada, o Departamento de Guerra dos EUA, também conhecido como Pentágono, foi impedido pela Justiça de classificar a Anthropic como um risco para a cadeia de fornecimentos, designação normalmente reservada a empresas de países adversários.
A Justiça americana também derrubou a ordem do presidente Donald Trump para órgãos federais deixarem de usar a inteligência artificial da Anthropic.
Mesmo com a ordem contrária, os EUA usaram o Claude na ofensiva militar contra o Irã, segundo o The Wall Street Journal. O assistente costuma ajudar o Exército americano a fazer avaliações de inteligência, identificar alvos e simular cenários de batalha.
Dario Amodei, diretor-executivo da Anthropic, e Donald Trump, presidente dos EUA
Reuters/Bhawika Chhabra; Reuters/Nathan Howard
As &quot;amplas medidas punitivas&quot; tomadas pelo governo americano pareceram arbitrárias e poderiam &quot;paralisar a Anthropic&quot;, afirmou a juíza Rita Lin, que impediu as duas punições contra a empresa por uma semana.
&quot;Nada na legislação vigente apoia a noção orwelliana de que uma empresa americana possa ser rotulada como uma potencial adversária e sabotadora dos EUA por expressar discordância com o governo&quot;, disse a juíza em referência ao autor de livros distópicos George Orwell.
Ela afirmou que a decisão não obriga os EUA a usarem os produtos da Anthropic nem o impede de fazer a transição para outros fornecedores de IA.
Um alto funcionário do Pentágono disse que a decisão era uma &quot;vergonha&quot;. O subsecretário de Guera dos EUA, Emir Michael, afirmou que a medida &quot;prejudicaria a plena capacidade&quot; do secretário Pete Hegseth de &quot;conduzir operações militares com os parceiros que escolher&quot;.
Além do tribunal na Califórnia, a Anthropic entrou com um processo no tribunal federal de apelações em Washington, D.C. As ações contestam aspectos diferentes das ações adotadas pelo Pentágono contra a empresa.
Diversas entidades apresentaram pareceres jurídicos favoráveis à Anthropic, incluindo a Microsoft, associações comerciais, trabalhadores do setor de tecnologia, líderes militares aposentados e um grupo de teólogos católicos. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Embraer entrega 44 aviões no 1º trimestre de 2026 e registra alta de 47% em relação ao ano anterior</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/embraer-entrega-44-avioes-no-1o-trimestre-de-2026-e-registra-alta-de-47-em-relacao-ao-ano-anterior</link>
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<description><![CDATA[      Jato E195-E2, da Embraer
Embraer/Divulgação
A Embraer entregou 44 aviões no primeiro trimestre deste ano. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.
A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento. Nos primeiros três meses de 2025, foram entregues sete aeronaves comerciais - alta de 43%.
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O setor de defesa também foi outro destaque. A Embraer entregou uma aeronave de transporte militar multimissão KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano. No total, são cinco aeronaves no trimestre, enquanto não houve nenhuma entrega no mesmo período do ano anterior.
Para a aviação executiva, foram entregues 29 jatos no trimestre, que representa aumento de 26% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram entregues 23 aeronaves.
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã afirma ter atacado data center da Oracle em Dubai; porta&#45;voz do país nega</title>
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<description><![CDATA[      Irã ameaça atacar empesas e big techs ligadas aos EUA no Oriente Médio
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado um data center da Oracle em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (2). 
O g1 procurou a Oracle, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em seu site, a companhia diz que a operação na cidade segue normal. Mais tarde, o porta-voz de Dubai negou que o ataque tenha atingido o data center da empresa.
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Essa não é a primeira vez nesta semana que o Irã mira big techs. Nesta quarta (1º), a operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).
De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.
Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”. O órgão, no entanto, não detalhou qual empresa foi atingida.
Os episódios ocorrem depois da guarda ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação. 
Procurada pela agência Reuters, a Amazon não comentou diretamente o ataque específico. Ainda assim, segundo o Financial Times, instalações da AWS na região já foram atingidas diversas vezes desde o início do conflito.
Escritório da Oracle em Dubai
Oracle /Divulgação
O comunicado iraniano
Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã - 13h30 no horário de Brasília.
&quot;Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro&quot;, diz o texto.
Veja quais são as 18 empresas sob ameaça:
Boeing
G42
Spire Solution
GE
Tesla
JP. Morgan
Nvidia
Palantir
Dell
IBM
Meta
Google
Apple
Microsoft
Oracle
Intel
HP
Cisco
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INFOGRÁFICO: EUA ampliam presença militar no Oriente Médio em meio à indefinição sobre guerra contra o Irã
GUERRA: Trump avalia encerrar guerra contra o Irã mesmo com Estreito de Ormuz fechado, diz jornal ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 19:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>LEGO lança coleção da Copa do Mundo 2026 com Messi, CR7 e Vini Jr; preços passam dos R$ 1 mil</title>
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<description><![CDATA[      Bonecos da Lego com os craques da Copa do Mundo de 2026
Divulgação/Lego
A LEGO anunciou uma nova coleção de produtos inspirados na Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (2), com bonecos de alguns dos principais nomes do futebol mundial, como Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Vinícius Júnior e Kylian Mbappé.
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A linha reúne diferentes categorias de produtos, que vão desde kits menores, voltados para montagem rápida, até modelos mais elaborados e voltados para colecionadores. Entre os principais destaques estão as séries “Destaques do Futebol” e “Lendas do Futebol”, além de versões maiores que incluem itens como a bola oficial e o troféu do torneio.
Os bonecos foram desenvolvidos com elementos personalizados para cada jogador, como cores das seleções, numeração das camisas e bases decorativas com identificação individual.
O anúncio foi feito no Instagram em um vídeo que reúne os quatro craques do futebol mundial. Confira:
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Quanto custam os bonecos LEGO da Copa do Mundo?
No Brasil, ainda não há previsão do início das vendas, no entanto, no mercado internacional já é possível encontrar os bonecos dos jogadores.
Se dentro de campo os craques são de nível mundial, pode se dizer que os preços também são. Confira:
Troféu Oficial do Campeonato do Mundo™ da FIFA – 179,99 euros (R$ 1078,55);
Bola de futebol – 119,99 euros (R$ 719);
Bonecos Lendas do Futebol – 79,99 euros (R$ 479,32);
Kits Destaques do Futebol – 29,99 euros (R$ 179,70);
Lionel Messi Celebração – 179,99 euros (R$ 1078,55).
Bonecos da Lego com os craques da Copa do Mundo de 2026
Divulgação/Lego
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar tem leve alta e fecha a R$ 5,15 com frustração sobre cessar&#45;fogo; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar encerrou em alta de 0,05% nesta quinta-feira (2), cotado a R$ 5,1594. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,05%, aos 188.052 pontos.
O desempenho próximo à estabilidade reflete, em parte, a frustração dos investidores com a ausência de um cessar-fogo no Oriente Médio. Na noite de quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os ataques ao Irã continuarão.
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▶️ O republicano também declarou que os EUA estão perto de atingir seus objetivos em Teerã. Apesar disso, sinalizou que os bombardeios podem se intensificar nas próximas duas a três semanas. As declarações ampliaram a cautela dos investidores.
???? Depois de fechar perto de US$ 100 por barril na quarta-feira, o petróleo voltou a subir nesta quinta. Por volta das 17h, o tipo Brent avançava 7,43%, cotado a US$ 108,74. Os contratos futuros do WTI (West Texas Intermediate) tinham alta de 11,55%, a US$ 111,69 por barril.
▶️ Em meio às preocupações com o fluxo de petróleo, o Reino Unido reuniu diplomatas de mais de 40 países para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte da commodity. 
▶️ Os EUA não participaram da reunião, após Trump afirmar que a segurança da via marítima não é responsabilidade americana.
▶️ No Brasil, investidores acompanharam a divulgação dos dados de produção industrial referentes a fevereiro. O indicador avançou 0,9% na comparação com janeiro, mas registrou queda de 0,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,56%;
Acumulado do mês: -0,37%;
Acumulado do ano: -6,00%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,58%;
Acumulado do mês: +0,31%;
Acumulado do ano: +16,71%.
Petróleo sobe após EUA indicarem continuidade da guerra
Os preços do petróleo subiam mais de 7% nesta quinta-feira, em meio à nova escalada das tensões no Oriente Médio e à falta de sinais claros sobre o fim do conflito entre EUA e Irã.
O movimento ocorre após uma breve queda nas cotações pouco antes de um pronunciamento do presidente americano, Donald Trump. Investidores aguardavam sinais sobre uma possível trégua no conflito.
Em discurso na noite de quarta-feira, Trump afirmou que os EUA continuarão os ataques contra o Irã, mas não apresentou um cronograma para o fim da guerra. Segundo ele, as forças americanas estariam próximas de alcançar seus objetivos e o conflito poderia terminar em duas ou três semanas.
“Vamos terminar o trabalho, e vamos fazê-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto”, disse o presidente.
Trump também não voltou a mencionar o prazo que havia estabelecido para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz, uma rota considerada essencial para o transporte global de petróleo e gás. 
Sem sinais claros sobre a normalização do fluxo na região, investidores passaram a temer que eventuais interrupções no fornecimento possam se prolongar.
Países discutem reabertura do Estreito de Ormuz
Enquanto o mercado reage à incerteza sobre o fornecimento de petróleo, governos de diferentes países tentam buscar uma saída diplomática para o impasse no Estreito de Ormuz.
O Reino Unido reuniu diplomatas de mais de 40 países nesta quinta-feira (2) para discutir formas de reabrir a rota marítima, que tem sido afetada pela guerra envolvendo EUA e Israel contra o Irã.
A reunião ocorreu de forma virtual e não contou com a participação dos EUA. A ausência ocorre após Trump afirmar que garantir a segurança da via marítima não é responsabilidade americana. 
O presidente também criticou aliados europeus por não apoiarem a guerra e voltou a ameaçar retirar o país da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, disse que o encontro demonstra “a força da determinação internacional” para reabrir o estreito por meios políticos e diplomáticos, e não militares.
Segundo ela, o Irã “sequestrou uma rota internacional de navegação”, o que já começa a afetar a economia global. Cooper afirmou que a alta “insustentável” nos preços do petróleo e dos alimentos já impacta famílias e empresas em diferentes países.
Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, foram registrados 23 ataques diretos contra embarcações comerciais na região, com 11 tripulantes mortos, segundo a empresa de dados marítimos Lloyd’s List Intelligence.
Com os riscos na região, o número de navios que atravessam o estreito diminuiu. Os poucos petroleiros que ainda passam pela área são, em sua maioria, embarcações que tentam contornar sanções para transportar petróleo iraniano. 
Segundo a empresa, o Irã mantém controle rígido sobre quais navios podem cruzar a rota.
Mercados globais
Os principais índices de Wall Street fecharam sem direção única nesta quinta-feira, última sessão de uma semana encurtada pelo feriado de Páscoa.
O Dow Jones recuou 0,13%, aos 46.504,60 pontos. O S&amp;P 5 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Comprar passagens de avião agora ou esperar?</title>
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<description><![CDATA[      Avião decolando da pista do Aeroporto Internacional de Cumbica
Sidnei Barros/Prefeitura de Guarulhos
Quem está planejando viajar de avião deve comprar a passagem o mais cedo possível, avaliam especialistas. Isso porque o reajuste de 55% para o preço do querosene de aviação (QAV) anunciado pela Petrobras nesta quarta-feira (1°/04) não deve demorar a ser repassado para os passageiros.
Desde o início da ofensiva americana e israelense contra o Irã já havia a expectativa de alta nos preços de combustíveis em geral. 
No caso do querosene de aviação, cuja produção ainda depende parcialmente de petróleo importado, esse impacto deve chegar em até três meses, na avaliação de Viviane Falcão, professora de Economia dos Transportes Aéreos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
&quot;Se eu pudesse dar um conselho neste momento, seria para comprar a passagem o quanto antes”, afirma. 
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&quot;As aéreas fecham os contratos de combustível com seis meses de antecedência, mas, com a chegada das férias e segundo semestre – que sempre registra preços maiores –, o repasse do aumento deve chegar antes deste prazo&quot;, avalia.
A alta anunciada nesta semana segue a tendência de março, quando o preço do combustível subiu 9,4%. Os valores estão em tabela disponibilizada pela Petrobras.
Falcão projeta uma alta de 15 a 20% nas passagens aéreas nos próximos meses apenas refletindo o aumento do barril de petróleo. O querosene de aviação corresponde a cerca de um terço dos gastos operacionais das companhias aéreas. 
Com os reajustes de março e abril, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) prevê que o combustível passe a representar em torno de 45% destes custos. 
Menos voos, mais lotação 
O valor do aumento de até 20% é esperado também pelo economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), Adriano Pires.
&quot;A gente vai ter que se adaptar a essa conjuntura negativa que o mundo está vivendo, a gente não pode isolar o Brasil do que está acontecendo no mundo, e as pessoas têm que entender que, infelizmente, tem uma conta pra pagar&quot;, diz.
Para ele, a alta do combustível pode levar as companhias aéreas a reduzir o número de voos - uma tendência já observada em outros países.
Pires compara o momento à pandemia de covid-19. &quot;Quando a companhia área compra o combustível, depois isso tem um preço de reposição. Ela vai ter que colocar isso na passagem aérea, mas claro que ela não vai colocar na integridade”, explica o economista, ressaltando que parte desses custos tende a ser absorvida pelas próprias companhias aéreas, com impacto negativo para essas empresas.
Com as companhias aéreas nacionais já retomando o volume de passageiros de 2019, porém com menos aeronaves em operação após pandemia, o resultado deve ser voos ainda mais lotados. 
Segundo Falcão, as três empresas que dominam o mercado brasileiro operam hoje com uma ocupação média de 90% dos assentos, acima do estimado como mínimo para a viabilidade da operação.
O preço do querosene de aviação segue a tendência da valorização do petróleo, impulsionada pelo fechamento do Estreito de Ormuz em decorrência da guerra no Irã. 
A subida no valor do QAV acompanha o mercado internacional, apesar de o Brasil produzir cerca de 80% do querosene de aviação utilizado no país.
&quot;Essa guerra tem uma particularidade, diferente de outros momentos quando se teve elevações substanciais no preço do barril do petróleo. É que essa guerra está proporcionando uma disrupção na oferta de gás e petróleo que a gente não teve em outros momentos”, comenta Pires em relação a ausência do que chamou de &quot;sobra de oferta”.
Pires explica que o querosene, assim como a gasolina, o diesel e o petróleo, é uma commodity. Isso significa que o preço dele reflete o mercado internacional. 
Nesse sentido, o economista ressalta que em regiões como Europa, Estados Unidos, China, Japão e Coreia do Sul essas commodities relacionadas ao petróleo já vêm sofrendo aumento de preços há tempo, acompanhando a valorização do petróleo, o que não ocorreu no Brasil.
Parcelamento no repasse do reajuste
No mesmo dia que publicou os novos preços para o QAV, a Petrobrás anunciou que irá oferecer condições de pagamento especiais para as distribuidoras de combustível que fornecem para a aviação comercial. 
A proposta é que essas distribuidoras, inicialmente, comprem o combustível com um aumento de apenas 18% e parcelem o restante em até seis vezes, a contar do mês de julho de 2026. O termo para aderir à medida deve ser disponibilizado pela Petrobras até a próxima segunda-feira (06/04).
Para o viajante, isso pode significar uma diluição no aumento do preço das passagens aéreas. A professa da UFPE, no entanto, se preocupa com a viabilidade da operação. Com o aumento dos preços, existe a possibilidade de a Petrobras não ser capaz de manter este repasse &quot;a conta gotas&quot;.
&quot;Fazendo esse processo de repassagem em gotas homeopáticas, certamente a Pe ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã afirma ter atacado data center da Oracle em Dubai</title>
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<description><![CDATA[      Irã ameaça atacar empesas e big techs ligadas aos EUA no Oriente Médio
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter como alvo um data center da Oracle em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (2). 
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O g1 procurou a Oracle, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em seu site, a empresa diz que a operação na cidade segue normal. 
Essa não é a primeira vez nesta semana que o Irã mira big techs. Nesta quarta (1º), a operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).
De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.
Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”. O órgão, no entanto, não detalhou qual empresa foi atingida.
Os episódios ocorrem depois da guarda ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação. 
Procurada pela agência Reuters, a Amazon não comentou diretamente o ataque específico. Ainda assim, segundo o Financial Times, instalações da AWS na região já foram atingidas diversas vezes desde o início do conflito.
ista externa do escritório da Oracle em Wilson Boulevard, Arlington, Virgínia, EUA, 18 de outubro de 2019
REUTERS/Tom Brenner/Foto de Arquivo
O comunicado iraniano
Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã - 13h30 no horário de Brasília.
&quot;Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro&quot;, diz o texto.
Veja quais são as 18 empresas sob ameaça:
Boeing
G42
Spire Solution
GE
Tesla
JP. Morgan
Nvidia
Palantir
Dell
IBM
Meta
Google
Apple
Microsoft
Oracle
Intel
HP
Cisco
LEIA TAMBÉM:
INVASÃO: Israel vai ocupar sul do Líbano e destruir casas após guerra contra Hezbollah, anuncia ministro
INFOGRÁFICO: EUA ampliam presença militar no Oriente Médio em meio à indefinição sobre guerra contra o Irã
GUERRA: Trump avalia encerrar guerra contra o Irã mesmo com Estreito de Ormuz fechado, diz jornal ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:00:12 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Google começa a liberar mudanças em endereços do Gmail; veja como vai funcionar</title>
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<description><![CDATA[      Gmail
Unsplash/Solen Feyissa
O Google começou a permitir mudanças em endereços do Gmail (o trecho antes de &quot;@gmail.com&quot;). A novidade ainda está disponível apenas nos Estados Unidos, mas será liberada gradualmente para todos os usuários.
A alteração foi liberada mais de 20 anos após o Google criar seu serviço de e-mail e foi comemorada pelo CEO da empresa, Sundar Pichai. &quot;2004 foi um bom ano, mas seu endereço do Gmail não precisa ficar preso a ele&quot;, escreveu.
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Usuários que fizerem a mudança no endereço de Gmail também alteram o meio de acessar serviços como Google Fotos e Google Drive, caso a conta também seja usada para usar essas ferramentas.
Outra opção oferecida pelo Google é alterar como o seu nome é exibido para pessoas que veem seus e-mails. Esse recurso está disponível há mais tempo e pode ser alterado no Gmail (saiba mais abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como mudar seu endereço no Gmail
Para conferir se você pode mudar seu endereço do Gmail, acesse myaccount.google.com/google-account-email pelo computador. Em um teste do g1, o Google informou que ainda &quot;não é possível mudar essa configuração para sua conta&quot;.
Quando a alteração estiver disponível no Brasil, a página exibirá um botão &quot;Mudar e-mail da Conta do Google&quot;. Após selecionar a opção, será preciso inserir um endereço que ainda não é usado por ninguém, clicar em &quot;Mudar e-mail&quot; e seguir as instruções na tela.
Mudança em endereço do Gmail
Divulgação/Google
Você ainda terá direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo e ainda poderá ser usado para acessar a sua conta.
O Google informa ainda que após a mudança, você receberá e-mails enviados para os dois endereços e não poderá criar um novo e-mail terminado em &quot;@gmail.com&quot; para a conta durante 12 meses.
Como mudar nome no Gmail
Acesse o Gmail pelo computador;
Clique em &quot;Configurações&quot; (símbolo de engrenagem no canto superior direito);
Clique em &quot;Ver todas as configurações&quot;;
Selecione &quot;Contas e importação&quot; ou &quot;Contas&quot;;
Em &quot;Enviar e-mail como&quot;, selecione &quot;Editar informações&quot;;
Em &quot;Nome&quot;, escreva como você deseja se apresentar no Gmail;
Clique em &quot;Salvar alterações&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 16:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump deve cortar tarifas sobre produtos de aço e alumínio, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Trump exibe tabela com tarifas que devem ser cobradas pelos EUA
REUTERS
O presidente dos Estdos Unidos, Donald Trump, quer mudar as regras de impostos sobre produtos de aço e alumínio. A ideia é manter a taxa alta, de 50%, para a importação desses metais “brutos”, mas diminuir o imposto para produtos derivados, como peças e eletrodomésticos. Nesse caso, a cobrança ficaria entre 15% e 25%, segundo a agência Reuters.
Essas mudanças ainda podem ser ajustadas e dependem de um decreto do presidente, que deve sair já nesta quinta-feira (2).
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A proposta foi divulgada primeiro pelo jornal Wall Street Journal. A Casa Branca não comentou o assunto até agora.
Segundo fontes, o objetivo é deixar o sistema mais simples. No ano passado, Trump aumentou para 50% o imposto sobre aço e alumínio e também passou a cobrar taxas sobre milhares de produtos feitos com esses materiais, para incentivar a produção dentro dos Estados Unidos.
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O problema é que esse imposto era calculado só sobre a parte de aço e alumínio de cada produto, o que dificultava as contas para quem importa.
Agora, a ideia é cobrar um imposto menor, mas sobre o valor total do produto, o que torna tudo mais fácil de calcular.
O novo decreto também deve trazer uma lista atualizada dos produtos que serão taxados. Alguns equipamentos usados na produção de aço podem ter imposto menor, de 15%, já que o governo quer incentivar investimentos no setor.
Esses equipamentos, como máquinas industriais, geralmente são importados de países como Alemanha e Itália e são feitos para suportar altas temperaturas.
Tarifas impactam o Brasil
O aumento das tarifas imposto por Donald Trump sobre aço, alumínio e produtos derivados entrou em vigor em junho do ano passado, quando as alíquotas subiram de 25% para 50%.
Em agosto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou de uma reunião na Câmara dos Deputados com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir propostas voltadas ao comércio exterior.
Após o encontro, Alckmin informou que o Departamento de Comércio dos EUA passou a enquadrar exportações que contêm aço e alumínio na chamada Seção 232 do Ato de Expansão Comercial.
Com isso, itens produzidos com esses metais também passaram a ser taxados em 50%, mesma alíquota já aplicada às matérias-primas. A mudança fez com que parte dos produtos brasileiros passasse a pagar tarifas iguais às de outros países, o que melhora a competitividade dos manufaturados nacionais.
Segundo Alckmin, cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações brasileiras — de um total de US$ 40 bilhões — foram afetados pela medida, o equivalente a 6,4% do total. “Isso melhora nossa competitividade em relação ao resto do mundo”, afirmou na época.
Apesar disso, uma parcela significativa das vendas brasileiras aos Estados Unidos continua sujeita às tarifas mais altas, o que tende a reduzir as exportações.
Atualmente, as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%.
Companhias mais voltadas ao mercado externo são as mais prejudicadas, por causa da queda nas exportações. Já aquelas com foco no mercado interno sentem menos impacto direto, mas podem enfrentar maior concorrência doméstica, o que pressiona preços e reduz margens de lucro.
Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor tarifas amplas sobre importações de diversos parceiros comerciais. 
Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros entendeu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional não autoriza o presidente a criar tarifas de forma unilateral.
Mesmo assim, no dia seguinte à decisão, Trump anunciou uma tarifa global de 10% sobre produtos importados, com aplicação imediata. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump reduzirá tarifas de aço e alumínio para produtos derivados, diz agência</title>
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<description><![CDATA[ O governo de Donald Trump planeja reformular as tarifas sobre aço e alumínio. A proposta mantém a alíquota de 50% para a importação desses metais como matérias-primas, mas reduz as taxas para produtos derivados, que passariam a variar entre 15% e 25%, dependendo do item, segundo a agência Reuters.
Os detalhes ainda podem mudar e dependem de um decreto do presidente, que deve ser anunciado já nesta quinta-feira (2).
Procurada, a Casa Branca não respondeu de imediato ao pedido de comentário da Reuters. O plano foi divulgado primeiro pelo Wall Street Journal.
De acordo com as fontes, a mudança busca simplificar o modelo atual, considerado complexo. Ele foi adotado no ano passado, quando Trump elevou para 50% as tarifas sobre aço e alumínio previstas na chamada Seção 232.
Na ocasião, a medida também passou a incluir milhares de produtos feitos com esses metais — de peças de tratores a pias de aço inoxidável e fogões a gás — com o objetivo de estimular a produção nacional.
No entanto, a cobrança de 50% incidia apenas sobre a parcela de aço e alumínio presente em cada produto, o que dificultava o cálculo por parte dos importadores.
Agora, a proposta é aplicar uma tarifa menor sobre o valor total dos produtos derivados importados, o que deve facilitar o cumprimento das regras, segundo as fontes.
A expectativa é que o decreto traga uma lista atualizada dos itens sujeitos às tarifas. Equipamentos usados na produção de aço, por exemplo, podem ser enquadrados na alíquota reduzida de 15%, já que as tarifas mais altas foram criadas para incentivar investimentos no setor dentro dos Estados Unidos.
Esses equipamentos — como panelas de fundição e máquinas de laminação — costumam ser importados de países como Alemanha e Itália e são feitos com ligas metálicas resistentes a altas temperaturas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ChatGPT testa sistema para identificar extremismo e encaminhar usuários a suporte</title>
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<description><![CDATA[      Logo da OpenAI, dona do ChatGPT
REUTERS/Dado Ruvic/
Usuários do ChatGPT que apresentarem sinais de extremismo violento poderão ser encaminhados para apoio especializado, por meio de uma nova ferramenta em desenvolvimento na Nova Zelândia, disseram os responsáveis pelo projeto..
O sistema deve combinar atendimento humano e chatbots para tentar reduzir riscos de violência.
A startup neozelandesa ThroughLine, contratada nos últimos anos pela OpenAI (dona do ChatGPT) e também por empresas como Anthropic e Google, busca redirecionar usuários para apoio em situações de crise.
Isso acontece quando há sinais de risco, como automutilação, violência doméstica ou transtornos alimentares.
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A iniciativa é a mais recente tentativa de abordar as preocupações com a segurança diante do número crescente de processos judiciais que acusam empresas de inteligência artificial de não impedir, e até incentivar, episódios de violência.
Em fevereiro, a OpenAI foi ameaçada de intervenção pelo governo do Canadá. A medida ocorreu após a revelação de que o autor de um massacre em uma escola foi banido da plataforma sem que as autoridades fossem avisadas.
A OpenAI confirmou a parceria com a ThroughLine, mas não deu mais detalhes. Já Anthropic e Google não responderam aos pedidos de comentário.
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Serviço de prevenção
Segundo o fundador da ThroughLine, Elliot Taylor, ex-assistente social que trabalhou com jovens, a empresa também estuda ampliar o serviço para incluir a prevenção ao extremismo violento.
A ThroughLine está em negociações com o The Christchurch Call, uma iniciativa para combater o ódio online criada após o pior ataque terrorista da Nova Zelândia em 2019. Segundo Taylor, o grupo anti-extremismo fornecerá orientações, enquanto a ThroughLine desenvolve o chatbot de intervenção.
&quot;É algo que gostaríamos de avançar e fazer um trabalho melhor em termos de cobertura, para então poder dar um suporte melhor às plataformas&quot;, disse Taylor em entrevista, acrescentando que nenhum prazo foi definido.
A startup de Taylor, operada a partir da zona rural da Nova Zelândia, tornou-se referência para empresas de IA. Hoje, oferece uma rede monitorada com 1.600 linhas de apoio em 180 países.
Quando a inteligência artificial detecta sinais de crise de saúde mental, o usuário é encaminhado à ThroughLine. A plataforma, então, conecta a pessoa a um serviço local com atendimento humano.
Segundo o fundador, o serviço ainda se limita a algumas categorias. Ele afirma que os problemas relatados online cresceram com a popularidade dos chatbots e agora incluem também o extremismo.
Mais chatbots, mais problemas
A ferramenta de combate ao extremismo de funcionar em modelo híbrido, combinando um chatbot treinado para responder a pessoas que apresentem sinais de extremismo e encaminhamentos para serviços de saúde mental presenciais, disse Taylor.
&quot;Não estamos usando os dados de treinamento de um modelo de linguagem básico&quot;, disse, referindo-se aos conjuntos de dados que as grandes plataformas usam para formar textos coerentes. &quot;Estamos trabalhando com os especialistas certos.&quot; 
A tecnologia está atualmente em fase de testes, mas ainda não há data definida para lançamento.
Galen Lamphere-Englund, consultor de contraterrorismo ligado ao The Christchurch Call, afirmou que a ferramenta poderia ser usada por moderadores de fóruns de jogos e por pais que querem combater o extremismo online.
A ferramenta de redirecionamento de chatbots foi &quot;uma ideia boa e necessária, porque reconhece que o problema não é apenas o conteúdo, mas também a dinâmica do relacionamento&quot;, segundo Henry Fraser, pesquisador de IA da Universidade de Tecnologia de Queensland.
Ele afirmou que o sucesso da ferramenta depende da qualidade do acompanhamento e dos serviços para os quais os usuários serão encaminhados.
Taylor afirmou que as medidas de acompanhamento, incluindo possíveis alertas às autoridades sobre usuários perigosos, ainda estão sendo definidas, mas levariam em consideração qualquer risco de desencadear comportamentos mais agressivos.
Segundo ele, pessoas em sofrimento tendem a compartilhar online coisas que têm muita vergonha de dizer a alguém. Por esse motivo, afirma, os governos correm o risco de agravar o perigo se pressionarem as plataformas a bloquear usuários que participam de conversas delicadas.
De acordo com um estudo de 2025 do Stern Center for Business and Human Rights, da Universidade de Nova York, a maior moderação para conter o extremismo nas plataformas, pressionadas pelas autoridades policiais, levou usuários a migrarem para alternativas menos regulamentadas, como o Telegram.
&quot;Se você conversar com uma IA, revelar a crise e ela encerrar a conversa, ninguém ficará sabendo do ocorrido, e essa pessoa poderá continuar sem apoio&quot;, disse Taylor. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tesla decepciona com entregas e enfrenta mais concorrência no mercado de carros elétricos</title>
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<description><![CDATA[      Tesla Model S
divulgação/Tesla
A Tesla teve um começo de ano abaixo do esperado. A empresa não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano. A queda acontece em meio à redução de incentivos para carros elétricos nos Estados Unidos e ao aumento da concorrência global.
Ao todo, a Tesla entregou cerca de 358 mil veículos no primeiro trimestre, número abaixo do esperado pelo mercado. Apesar disso, houve crescimento em relação ao ano passado.
????Após a divulgação dos resultados, as ações da empresa, comandada pelo bilionário Elon Musk, caíram quase 4% e já acumulam perda de cerca de 15% em 2026.
Outro sinal de alerta foi o aumento no número de carros que ficaram sem vender. A Tesla produziu mais de 50 mil veículos a mais do que conseguiu entregar aos clientes — a maior diferença em pelo menos quatro anos.
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A empresa também enfrenta um cenário mais competitivo. Recentemente, a Tesla perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD. Ainda assim, neste começo de ano, a Tesla conseguiu vender mais veículos 100% elétricos do que a rival chinesa.
Na China, um dos principais mercados da empresa, as vendas cresceram pelo segundo trimestre seguido. Entre janeiro e março, a alta foi de 23,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Mesmo assim, especialistas veem sinais de desaceleração. A empresa já acumula dois anos seguidos de queda nas entregas — algo inédito em sua história — e há previsões de que essa tendência continue.
Enquanto isso, concorrentes também ganham espaço. A Rivian, por exemplo, entregou mais veículos do que o previsto, indicando uma demanda mais estável por seus modelos.
Nos Estados Unidos, o fim de um benefício fiscal de US$ 7.500 para quem comprava carros elétricos também prejudicou as vendas. Sem esse incentivo, muitos consumidores deixaram de adquirir esse tipo de veículo.
Na Europa, montadoras tradicionais e marcas chinesas também estão disputando mais espaço, enquanto a Tesla mantém uma linha de modelos com poucas mudanças nos últimos anos.
Apesar dos desafios, investidores ainda apostam no futuro da empresa. Isso porque Elon Musk tem direcionado a Tesla para novos negócios, como energia solar, robôs humanoides e carros autônomos.
Hoje, a empresa vale cerca de US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,2 trilhões), mesmo com a maior parte de sua receita ainda vindo da venda de carros.
Um dos projetos mais ambiciosos é o de robotáxis — veículos que funcionam sem motorista. A Tesla já iniciou testes em Austin, no Texas, e planeja expandir o serviço nos próximos anos.
Além disso, a empresa está desenvolvendo o Cybercab, um carro autônomo de dois lugares feito especialmente para esse tipo de transporte.
Por enquanto, porém, essa operação ainda é pequena e limitada a poucas cidades, ficando atrás de concorrentes como a Waymo, que já tem uma presença maior no mercado americano.
*Com informações da agência Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar sobe com tensão no Irã e petróleo em alta no radar; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com alta nesta quinta-feira (2), avançando 0,22% por volta das 10h30, sendo negociado a R$ 5,1681. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava 0,46%, aos 185.214 pontos.
A tensão no Oriente Médio voltou ao radar dos mercados após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Na véspera, Trump afirmou que o país está perto de atingir seus objetivos em Teerã, mas descartou a possibilidade de um cessar-fogo e disse que os bombardeios devem se intensificar nas próximas duas a três semanas. A fala aumentou a aversão ao risco entre investidores.
???? Depois de fechar a sessão anterior perto de US$ 100 por barril, o petróleo voltou a subir nesta manhã. Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o tipo Brent avançava 7,28%, cotado a US$ 108,52. Os contratos futuros do WTI (West Texas Intermediate) tinham alta de 7,88%, a US$ 108,01 por barril.
▶️ Ainda no cenário geopolítico, os Estados Unidos retiraram as sanções contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. A medida foi publicada no site do Departamento do Tesouro americano.
▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de produção industrial no Brasil referentes a fevereiro. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,62%;
Acumulado do mês: -0,43%;
Acumulado do ano: -6,05%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,52%;
Acumulado do mês: +0,26%;
Acumulado do ano: +16,65%.
Trump diz que EUA manterão ataques ao Irã
Os preços do petróleo subiam mais de 7% nesta quinta-feira, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e à falta de sinais claros sobre o fim da guerra entre Estados Unidos e Irã.
???? Por volta das 8h15 (horário de Brasília), o petróleo do tipo Brent crude oil avançava 7,28%, cotado a US$ 108,52 por barril. No mesmo horário, o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, subia 7,88%, para US$ 108,01 o barril.
A alta ocorreu após uma breve queda nos preços registrada pouco antes, quando o mercado aguardava um pronunciamento do presidente dos EUA, Donald Trump. Antes do discurso, as cotações chegaram a recuar mais de US$ 1.
Em sua fala, Trump afirmou que os Estados Unidos continuarão os ataques contra o Irã, sem apresentar um cronograma para o fim do conflito. Segundo ele, as forças americanas estão próximas de alcançar seus objetivos e a guerra poderia terminar em duas ou três semanas.
“Vamos terminar o trabalho, e vamos fazê-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto”, disse o presidente.
Pouco antes do pronunciamento, explosões foram ouvidas em Dubai, enquanto sistemas de defesa aérea tentavam interceptar uma série de mísseis iranianos.
Trump também não mencionou o prazo que havia estabelecido para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz, uma rota considerada essencial para o transporte global de petróleo e gás. O presidente havia ameaçado atacar a infraestrutura energética iraniana caso a passagem não fosse liberada.
Sem um plano claro para encerrar o conflito ou normalizar o fluxo de petróleo, investidores passaram a temer que eventuais interrupções no fornecimento possam se prolongar.
Mercados globais
Os principais índices de Wall Street indicavam queda na abertura desta quinta-feira, último pregão de uma semana mais curta por causa de feriado. 
Por volta das 8h40 (horário de Nova York), os contratos futuros do Dow Jones Industrial Average caíam 641 pontos, ou 1,37%. No mesmo horário, os futuros do S&amp;P 500 recuavam 1,48%, enquanto os do Nasdaq 100 registravam queda de 1,87%.
Na Europa, as bolsas também operavam em baixa. O índice pan-europeu STOXX Europe 600 recuava 1,43%, aos 589,16 pontos. Entre os principais mercados da região, o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,6%. O CAC 40, da França, recuava 1,3%, enquanto o DAX, da Alemanha, perdia 2,4%.
Na Ásia, os mercados fecharam no vermelho. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,7%, aos 25.116,53 pontos. O Shanghai Composite Index, da China, também recuou 0,7%, para 3.919,29.
O Nikkei 225, de Tóquio, caiu 2,4%, para 52.463,27 pontos. Já o Kospi, da Coreia do Sul, registrou queda de 4,5%, encerrando aos 5.234,05 pontos.
Os preços de metais preciosos também recuavam. O ouro caía 3,9%, para US$ 4.627 por onça, enquanto a prata recuava 6,9%, para US$ 70,85.
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Duas maiores siderúrgicas do Irã suspendem funcionamento após ataques dos EUA e Israel</title>
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<description><![CDATA[      Irã rebate ameaças de Trump e diz que EUA desconhecem poder militar iraniano
As duas maiores usinas siderúrgicas do Irã anunciaram nesta quinta-feira (2) que foram obrigadas a suspender seu funcionamento devido aos ataques de Israel e dos Estados Unidos.
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A Companhia Siderúrgica de Khuzestan, no sudoeste do país, e a Companhia Siderúrgica Mobarakeh, na província de Isfahan (centro), vêm sendo atingidas por ataques desde a semana passada e revelaram estar com vários equipamentos danificados.
Em comunicado em seu site, a siderúrgica de Mobarakeh informou que suas &quot;linhas de produção estão completamente paralisadas devido à intensidade dos ataques&quot; e que &quot;é impossível continuar com as operações&quot;.
Já a de Khuzestan se pronunciou através do vice-diretor de operações, Mehran Pakbin, que afirmou que a usina só deve voltar a funcionar em, no mínimo, seis meses:
&quot;Todos os módulos e fornos de produção de aço deste complexo industrial foram danificados. Segundo as nossas previsões iniciais, a retomada das operações das unidades ocorreram entre seis meses e um ano, no mínimo&quot;.
O aço é um material estratégico, utilizado na produção industrial e militar, em particular na fabricação de mísseis, drones e navios.
Em represália, a Guarda Revolucionária iraniana anunciou que irá fazer ataques com mísseis e drones contra zonas industriais de Israel e dos EUA no Oriente Médio.
Irã diz que guerra continuará após discurso de Trump aos EUA
Mais cedo, nesta quinta, o Irã prometeu que continuará a guerra contra os EUA e Israel &quot;até a rendição e o arrependimento permanente do inimigo&quot;, e que fará &quot;ataques devastadores&quot; contra os dois rivais.
&quot;Com a confiança em Deus Todo-Poderoso, esta guerra continuará até sua humilhação, desonra, arrependimento permanente e seguro, e rendição. (...) Aguardem nossos ataques mais devastadores, amplos e mais destrutivos&quot;, afirmou o porta-voz das Forças Armadas do Irã, Ebrahim Zolfaqari, em comunicado divulgado pela TV estatal.
A fala de Zolfaqari foi uma resposta a ameaças feitas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em discurso televisionado na noite anterior. Trump prometeu retornar o Irã &quot;para a Idade da Pedra&quot; com ataques mais fortes nas próximas &quot;duas a três semanas&quot;, e ameaçou também atacar a infraestrutura energética iraniana.
Trump diz que objetivos no Irã estão quase concluídos
No discurso, Trump voltou a ameaçar o Irã, inclusive com ataques a usinas de eletricidade caso o país não houver acordo. O porta-voz respondeu que as avaliações dos EUA e de Israel sobre as capacidades militares do Irã eram &quot;incompletas&quot;. Também ameaçou Israel e os EUA com &#039;ações mais esmagadoras, amplas e destrutivas&#039;.
Em um carta endereçada &quot;ao povo norte-americano&quot; antes do pronunciamento de Trump, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que seu país não &quot;nutre inimizade com as pessoas comuns dos Estados Unidos&quot;, disse não ser uma ameaça e acusou o governo de Donald Trump de enganar seus próprios cidadãos.
Na carta, divulgada pela imprensa estatal iraniana, Pezeshkian pede ainda que os norte-americanos questionem &quot;se Washington está realmente colocando os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar ou se está apenas agindo como um representante de Israel&quot; e afirma que Trump está disposto a lutar &quot;até o último soldado americano&quot;.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, responde a perguntas da imprensa durante uma coletiva em Nova York, nesta sexta-feira (26)
Angelina Katsanis/AP Photo
A carta foi a primeira comunicação direta do governo iraniano direcionada à população dos EUA desde o início do conflito no Oriente Médio.
No documento, o presidente iraniano faz uma separação entre o país Estados Unidos e o povo americano: &quot;O povo iraniano não nutre qualquer inimizade contra outras nações, incluindo os povos da América, da Europa ou dos países vizinhos&quot;, diz a carta.
&quot;O que o Irã fez – e continua a fazer – é uma resposta ponderada, baseada na legítima defesa, e de forma alguma uma iniciação de guerra ou agressão&quot;, ela afirma.
A carta afirma que as hostilidades entre Irã e Ocidente começaram em 1953, com o golpe de Estado que depôs o primeiro-ministro Mohammad Mossadegh, arquitetado pela CIA e pelo MI6, o serviço secreto inglês.
Pezeshkian classificou o episódio como “uma intervenção ilegal dos Estados Unidos” que “interrompeu o processo democrático do Irã, reinstaurou a ditadura e semeou profunda desconfiança entre os iranianos em relação às políticas dos EUA”.
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Trump volta a ameaçar Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um pronunciamento em rede de TV nesta quarta-feira (1º) sobre a Guerra do  Irã, dizendo que os objetivos militares do país estão perto de serem atingidos.
&quot;Tenho o prazer de informar que esses objetivos estratégicos fundamentais estão quase concluídos. Nós vamos terminar o trabalho, e vamos terminar logo&quot;, ele declarou, de pé em frente a um púlpito na Casa Branca.
Veja os principais  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
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<title>Jeep Renegade muda na versão 2027, mas fica devendo em um mercado lotado de SUVs; veja teste</title>
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<description><![CDATA[      Jeep Renegade fica mais minimalista e ganha sistema híbrido fraco
O novo Jeep Renegade chega com mudanças pensadas para conter a queda nas vendas. O modelo, que já liderou o segmento, perdeu espaço nos últimos anos e hoje ocupa apenas a 11ª posição entre os SUVs. 
Duas são as principais novidades: o jipinho adotou um visual mais simples e passou a contar com um motor híbrido leve. São quatro versões, que vão de R$ 141.990 a R$ 189.490.
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O g1 passou uma tarde com o novo Renegade em Itupeva (SP) para avaliar se essas mudanças são suficientes para o modelo reagir no mercado e vender mais do que concorrentes chineses mais caros.
Sobre o visual, a Jeep destaca que o lado externo mudou bastante. No entanto, fora a parte frontal, é possível confundir o novo Renegade com a geração anterior.
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As mudanças aparecem em detalhes do para-choque e na grade, que se destacam mais durante o dia. Como grande parte dela é coberta por plástico preto e o fundo também é escuro, à noite fica difícil perceber o que realmente mudou.
Por dentro, as mudanças são mais visíveis e bem-vindas. A principal delas é a central multimídia, que cresceu duas polegadas e agora tem 10,1 polegadas. Ainda fica abaixo do tamanho exagerado adotado por marcas chinesas, mas está alinhada ao padrão de concorrentes ocidentais, como o Volkswagen T-Cross, que também usa uma tela de 10,1 polegadas.
Como a tela foi reposicionada para mais perto da linha de visão, ela chama mais atenção e facilita o acesso aos ajustes. Assim, o motorista consegue operar os comandos com menos necessidade de desviar o olhar da rua.

A elevação da tela também levou o console central a uma posição mais alta. Antes, ele ficava na altura da canela e agora está próximo do joelho. A mudança segue uma tendência adotada por marcas chinesas, que dão mais atenção ao apoio de braço e à ergonomia. Ainda assim, o espaço do porta-objetos poderia ser maior no Renegade.
Para reforçar a proposta minimalista, o Renegade perdeu a alça frontal e passou a ter um painel mais liso. A decisão acompanha a tendência de reduzir elementos visuais, iniciada pela Tesla e amplamente adotada por marcas chinesas, além de algumas fabricantes ocidentais.
Ainda assim, o conjunto não seguiu o caminho da Chevrolet Captiva, que perdeu a identidade de SUV americano e adotou um interior totalmente chinês. Se, do ponto de vista da identidade, isso é positivo, na prática dificulta a concorrência com modelos chineses que vêm conquistando o consumidor brasileiro.
Novo motor
O motor estaria na lista de itens que não mudaram, não fosse a adoção do conjunto híbrido. Essa é a única novidade mecânica do modelo, e o sistema representa uma evolução do que a Fiat já havia aplicado no Pulse e no Fastback em 2025.
O sistema híbrido não traciona as rodas e tem impacto muito pequeno no consumo de combustível. Durante o teste, não foi possível perceber melhora nos quilômetros por litro, embora a Jeep prometa uma redução de 9% no consumo do Renegade.
A economia é modesta quando comparada à de híbridos completos, como o Toyota Corolla. Na versão híbrida, o sedã consome quase 48% menos combustível do que a opção movida apenas a combustão:
Toyota Corolla híbrido: 17,5 km/l na cidade, com gasolina;
Toyota Corolla a combustão: 11,9 km/l na cidade, com gasolina.
Se, por um lado, o Renegade não protege o motorista da alta dos combustíveis, por outro, a experiência ao volante melhorou, com um comportamento mais ágil.
Apesar de manter o motor 1.3 turbo de 176 cv e torque de 27,5 kgfm, o Renegade passou a responder de forma mais rápida ao acelerador. Isso ocorre porque o sistema híbrido adiciona até 15 cv, ajudando a reduzir o esforço do motor principal.
Em números, enquanto o Renegade a combustão levava entre um e dois segundos para começar a responder ao acelerador totalmente pressionado, o novo modelo eletrificado reage antes de completar um segundo.
Está distante da resposta imediata vista em híbridos nos quais o motor elétrico movimenta as rodas, como Toyota Yaris Cross, Corolla, GAC GS4 e Honda Civic. Ainda assim, a arrancada ficou bem mais ágil, e as retomadas passaram a exigir menos tempo para ganhar força.
Fora isso, nada muda. O Renegade segue com suspensão firme e direção leve. No teste, esses ajustes não incomodaram, mas também não surpreenderam a ponto de fazer o utilitário se destacar.
Como o Renegade é mais alto do que modelos como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, a suspensão mais rígida ajuda a compensar a tendência de inclinação em curvas mais fechadas. O carro se mantém estável e transmite boa sensação de segurança.
Versões e preços do Jeep Renegade
O Jeep Renegade renovado com quatro versões, sendo:
Jeep Renegade Altitude, por R$ 141.990 (R$ 129.990 para as primeiras 3.000 unidades):
Jeep Renegade 2027 Altitude
divulgação/Jeep
Central multimídia de 10,1 polegadas;
Rodas aro 17;
Saída de ar traseira;
Ar-condicionado digital de duas zonas;
Teto ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Jeep, Renegade, muda, versão, 2027, mas, fica, devendo, mercado, lotado, SUVs, veja, teste</media:keywords>
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<title>Dólar abre em alta com tensão no Irã e petróleo em alta no radar</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (2) em alta, avançando 0,44% por volta das 9h30, sendo negociado a R$ 5,1806. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
A tensão no Oriente Médio voltou ao radar dos mercados após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Na véspera, Trump afirmou que o país está perto de atingir seus objetivos em Teerã, mas descartou a possibilidade de um cessar-fogo e disse que os bombardeios devem se intensificar nas próximas duas a três semanas. A fala aumentou a aversão ao risco entre investidores.
???? Depois de fechar a sessão anterior perto de US$ 100 por barril, o petróleo voltou a subir nesta manhã. Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o tipo Brent avançava 7,28%, cotado a US$ 108,52. Os contratos futuros do WTI (West Texas Intermediate) tinham alta de 7,88%, a US$ 108,01 por barril.
▶️ Ainda no cenário geopolítico, os Estados Unidos retiraram as sanções contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. A medida foi publicada no site do Departamento do Tesouro americano.
▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de produção industrial no Brasil referentes a fevereiro. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,62%;
Acumulado do mês: -0,43%;
Acumulado do ano: -6,05%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,52%;
Acumulado do mês: +0,26%;
Acumulado do ano: +16,65%.
Trump sinaliza saída da guerra no Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que a participação americana no conflito pode terminar em breve. 
Na terça-feira (31), ele afirmou que os EUA devem deixar o Irã “muito em breve” e disse que Teerã não precisa necessariamente assinar um acordo formal para que os ataques sejam interrompidos.
Uma reportagem publicada na segunda-feira (30) pelo &quot;The Wall Street Journa&quot;, citando fontes do governo americano, afirmou que Trump teria dito a assessores que está disposto a encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado. 
Segundo o jornal, o presidente e seus conselheiros avaliam que uma operação militar para reabrir completamente a rota marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido por Trump.
A estratégia discutida pelo governo seria concentrar os ataques em alvos militares considerados centrais, como a marinha iraniana e a capacidade de lançamento de mísseis do país. Depois dessa fase, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.
As declarações do presidente também vieram acompanhadas de críticas a aliados dos EUA. Trump afirmou que outros países deveriam “buscar seu próprio petróleo” e reclamou da falta de maior envolvimento desses governos no esforço militar.
Ele também voltou a ameaçar reduzir o apoio militar a aliados europeus, citando especialmente o Reino Unido. 
Segundo Trump, o governo britânico poderia ter de lidar sozinho com eventuais confrontos no Estreito de Ormuz — embora o país não tenha participado diretamente da guerra. 
O presidente ainda sugeriu que países europeus passem a comprar petróleo dos EUA, afirmando que o país “tem bastante”.
Os efeitos do conflito também começam a aparecer em alguns mercados. 
Nos EUA, o preço médio da gasolina ultrapassou US$ 4 por galão na terça-feira, o nível mais alto desde 2022. O aumento dos combustíveis pode trazer pressão adicional para a economia americana em um ano de eleições para o Congresso.
Mercados globais
Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta. O Dow Jones subiu 0,48%, aos 46.565,86 pontos, enquanto o S&amp;P 500 avançou 0,69%, aos 6.573,89 pontos, e o Nasdaq teve ganhos de 1,16%, aos 21.840,95 pontos.
Na Europa, as bolsas fecharam com ganhos generalizados. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 2,41%, aos 597,19 pontos.
Entre os principais mercados, o FTSE 100, de Londres, avançou 1,85%, aos 10.364,79; o DAX, de Frankfurt, teve alta de 2,73%, aos 23.298,89; e o CAC 40, de Paris, ganhou 2,10%, aos 7.981,27.
Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos. 
* Com informações da agência de notícias Reuters.
Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Comissão da Aneel rejeita contestação da J&amp;amp;F ao leilão de energia; decisão fica para diretoria</title>
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<description><![CDATA[      Torres de transmissão de energia
REUTERS/Manon Cruz
A comissão de leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) negou os dois recursos apresentados pela holding J&amp;F para alterar o resultado do leilão de capacidade realizado pelo governo neste mês, e encaminhou os processos para julgamento da diretoria do órgão regulador.
Em notas técnicas, a comissão da Aneel rejeitou, por exemplo, que tenha havido erros de sistema, como alega a empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que a teriam impedido de concorrer em algumas disputas por contratos de potência para o sistema elétrico brasileiro. 
Disse ainda que, em um dos casos, aceitar a proposta da J&amp;F poderia impor aos consumidores de energia um sobrecusto da ordem de R$4 bilhões em 15 anos.
A J&amp;F foi uma das maiores ganhadoras do leilão de segurança energética, mas depois do certame, se disse prejudicada nas negociações envolvendo a usina termelétrica Santa Cruz e o projeto termelétrico Araucária II.
No caso de Santa Cruz, a comissão da Aneel disse que está &quot;incorreta&quot; a percepção da empresa de que ela poderia negociar a potência da usina em dois produtos distintos, um para a parcela descontratada e outro para a parcela contratada.
Também acrescentou que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que cuida das habilitações técnicas dos certames do setor elétrico, não habilitou dois empreendimentos segregados para a usina Santa Cruz, mas apenas um.
&quot;É importante salientar que recorrente não participou, em 17 de março de 2026, da confirmação de dados..., momento oportuno em que seria possível à recorrente perceber que na plataforma de negociação não estava configurada de forma a tratar separadamente a parte da ampliação do restante do empreendimento&quot;, diz a nota técnica.
Já para o projeto termelétrico Araucária II, a comissão afirmou que o enquadramento como empreendimento existente, e não novo, &quot;derivou de escolha exercida pela recorrente, na fase de inscrição&quot;, e adicionou que a empresa também não participou da validação dos dados do empreendimento, o que implica aceitação tácita do que foi cadastrado.
&quot;Assim, não houve erro da plataforma de negociação ou atribuição errônea do preço inicial no certame para esse empreendimento&quot;.
A comissão negou ainda a proposta da J&amp;F de que a disputa para contratos de 2028 seja reaberta para que seu projeto possa participar como usina nova, dizendo que isso fere os princípios do processo licitatório e que poderia levar a um aumento expressivo dos valores que serão custeados pelos consumidores de energia. 
&quot;Em um cálculo rápido, tal aumento do preço ofertado imporia aos pagantes do encargo do LRCAP (leilão) 2026 um sobrecusto da ordem de R$4 bilhões, que seria pago ao longo dos 15 anos de vigência do contrato, conforme pleiteado pela recorrente.&quot;
Procurada, a J&amp;F não retornou imediatamente a pedido de comentário.
Outras grandes geradoras termelétricas participantes do certame, como Petrobras e a Eneva, haviam pedido que a Aneel rejeitasse os recursos da J&amp;F.
Segundo essas empresas, alterar o resultado do leilão agora traria insegurança jurídica e regulatória, além de potencial risco à segurança energética do país, devido à demora na homologação do resultado para os projetos que foram contratados. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo sobe mais de 7% após Trump dizer que EUA manterão ataques ao Irã</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que objetivos no Irã estão quase concluídos
Os preços do petróleo subiam mais de 7% nesta quinta-feira (2), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o país manteria os ataques ao Irã sem apresentar um cronograma para o fim da guerra. 
A declaração aumentou os temores dos investidores sobre possíveis interrupções prolongadas no fornecimento.
????Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o petróleo tipo Brent avançava 7,28%, cotado a US$ 108,52. No mesmo horário, os futuros do petróleo bruto WTI (West Texas Intermediate) subiam 7,88%, para US$ 108,01 o barril.
A alta vinha após uma queda de mais de US$ 1 nos dois principais benchmarks, registrada antes do discurso televisionado de Trump à nação.
&quot;Vamos terminar o trabalho, e vamos fazê-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto&quot;, disse Trump. Ele acrescentou que as forças armadas dos EUA estão próximas de atingir seus objetivos e que o conflito pode terminar em duas ou três semanas, sem dar detalhes.
Segundo Priyanka Sachdeva, analista sênior de mercado da Phillip Nova, os mercados reagem à ausência de &quot;qualquer menção clara a um cessar-fogo ou a iniciativas diplomáticas&quot; no discurso.
&quot;Se as tensões se intensificarem ou os riscos no transporte marítimo aumentarem, o petróleo pode atingir novas altas, à medida que o mercado passa a considerar possíveis interrupções no fornecimento.&quot;
As ameaças ao tráfego marítimo têm aumentado com a intensificação do conflito na região. Na quarta-feira, um petroleiro fretado pela QatarEnergy foi atingido por um míssil de cruzeiro iraniano em águas do Catar, segundo o Ministério da Defesa do país.
O chefe da Agência Internacional de Energia também alertou que eventuais interrupções no fornecimento devem começar a afetar a economia europeia a partir de abril. Até agora, o continente vinha sendo protegido por cargas contratadas antes do início da guerra.
&quot;Sem menção a um plano consistente de cessar-fogo ou a uma estratégia de saída, os mercados seguem assimilando as declarações do governo&quot;, disse Claudio Galimberti, economista-chefe da Rystad Energy.
Ações da China e de Hong Kong caem
As bolsas da China e de Hong Kong fecharam em baixa nesta quinta-feira, pressionadas pela cautela dos investidores após as falas de Donald Trump.
No fechamento, o índice de Xangai caiu 0,74%, aos 3.919 pontos, enquanto o CSI300 recuou 1,04%, aos 4.478 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 0,70%, aos 25.116 pontos. Entre os destaques negativos, ações de semicondutores lideraram as perdas, refletindo a redução do apetite por risco.
Na Ásia, o movimento foi generalizado: o Nikkei (Tóquio) caiu 2,28%, o Kospi (Seul) recuou 4,47%, o Taiex (Taiwan) perdeu 1,82%, o Straits Times (Cingapura) cedeu 0,70% e o S&amp;P/ASX 200 (Sydney) caiu 1,06%.
Petróleo, dólar, guerra no Oriente Médio, crise do petróleo, Irã
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como falas de Trump mexem no preço do petróleo — e como ele reage com respostas do Irã</title>
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<description><![CDATA[      Trump afirma que Irã pediu cessar-fogo
O mercado reage a cada manifestação dos EUA e reação do Irã. Após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo Brent teve alta de 4,9%, chegando a US$ 106,16 (cerca de R$ 547,78) por barril nesta quinta-feira (2).
Mais cedo nesta quarta-feira (1º), Trump afirmou que as Forças Armadas dos EUA devem deixar o Irã &quot;muito rapidamente&quot; e que o país pode retornar para &quot;ataques pontuais&quot;, se necessário.
Em mais um indicativo de que a guerra no Oriente Médio pode chegar ao fim, Trump também disse que o Irã pediu um cessar-fogo no conflito entre os dois países.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O Irã negou a informação, assim como tem negado a existência de negociações diretas com os EUA. 
Não é a primeira vez que essa disputa de versões ocorre, e tem impactado o mercado de petróleo — que subiu de cerca de US$ 70 para US$ 110 ao longo do conflito, gerando uma crise energética sem precedentes.
Recentemente, a primeira postagem de Trump falando sobre possíveis negociações com o Irã para encerrar a guerra provocou uma reação imediata. Em poucos minutos, o preço do barril caiu quase US$ 15, mesmo que a interrupção da guerra não tenha se concretizado.
Trump diz que EUA e Irã tiveram conversas “produtivas” e adia ataques a infraestrutura iraniana enquanto negociações continuam.
Reproduçao/Redes sociais
Para o Instituto de Estudos de Energia de Oxford (OIES), o episódio ilustra o peso que declarações políticas podem ter sobre um mercado altamente sensível a notícias sobre conflitos e riscos de interrupção na oferta de petróleo.
“A administração dos EUA tem intervindo pesadamente no mercado de petróleo por meio de fluxos de informação e mensagens, que nem sempre são precisas ou corretas”, afirma Bassam Fattouh, diretor do IOES. 
Segundo ele, Washington tem buscado “soluções criativas diariamente para manter o preço do petróleo estável”. 
Esse tipo de estratégia tende a aumentar a volatilidade das cotações no curto prazo, mas também revela a preocupação das autoridades em conter os impactos econômicos da guerra.
Tensão no Oriente Médio mexe com o petróleo
Quando surgem declarações que indicam negociações, possíveis tréguas ou mediação internacional, a tensão dos investidores diminui e, com isso, o temor de problemas no transporte de petróleo também recua, explica Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.
“As quedas no preço do petróleo ocorrem invariavelmente sempre que surgem sinais de redução na tensão geopolítica”, afirma.
O economista explica que qualquer indicação de melhora no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz muda rapidamente a leitura do mercado. 
“A expectativa de que as tensões diminuam já é suficiente para que os preços caiam imediatamente. Mesmo que nada tenha mudado efetivamente na produção ou na logística de distribuição.”
???? Isso acontece porque o petróleo é um insumo central para combustíveis, transporte e geração de energia. Quando seu preço oscila por causa de decisões políticas ou novos capítulos do conflito, o efeito se espalha pela economia e acaba chegando ao bolso de consumidores em diferentes países — inclusive no Brasil.
Um desses episódios ocorreu em 9 de março. Na ocasião, Trump afirmou que a guerra contra o Irã estaria “praticamente concluída” e poderia terminar em breve. A declaração levou parte do mercado a reduzir as apostas em uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo.
Como resultado, o preço do barril do tipo Brent caiu de cerca de US$ 98,96 para US$ 87,8 no dia seguinte. A queda, porém, durou pouco. 
No dia seguinte, autoridades iranianas rebateram as declarações de Trump e descartaram qualquer cessar-fogo ou negociação com Washington. O chanceler do país, Abbas Araghchi, afirmou que o desfecho do conflito seria decidido por Teerã e indicou que não haveria diálogo.
Com a sinalização de continuidade da guerra e da possibilidade de novas tensões na região, o mercado voltou a revisar suas expectativas. O resultado foi uma nova alta nas cotações, com o petróleo subindo de US$ 87,8 para US$ 91,98.
Veja o histórico do preço do barril de petróleo Brent durante a guerra no Oriente Médio
Arte/g1
Retórica vira estratégia geopolítica
O peso das declarações políticas também foi analisado por Javier Blas, colunista de energia e commodities da Bloomberg. Ele descreve a estratégia adotada por Donald Trump como uma forma de “jawboning”.
????️ O termo é usado para caracterizar tentativas de influenciar o comportamento do mercado por meio de discursos públicos.
“O presidente Donald Trump fez intervenções verbais constantes e eficazes”, escreveu o colunista. “Seu ‘jawboning’ sobre o fim da guerra ajudou diretamente a conter compras motivadas por pânico.”
Para Blas, essas declarações ajudaram a evitar movimentos mais bruscos de alta, mesmo diante de preocupações com a oferta global de petróleo. Mas quando as declarações não se confirmam ou são contestadas, o movimento se inverte.
É o qu ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:00:12 -0300</pubDate>
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<title>O que vai acontecer com as passagens aéreas no Brasil após aumento do querosene?</title>
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<description><![CDATA[      Mesmo antes do anúncio da Petrobras, as passagens aéreas já vinham subindo
Getty Images
A guerra no Irã segue espalhando seus efeitos pelo mundo e nesta semana o impacto no Brasil foi sentido com força no setor aéreo. Na quarta-feira (1/4), a Petrobras anunciou um aumento de 54,6% no preço do querosene de aviação (QAV). No acumulado desde o início da guerra, em fevereiro, a alta é de 64%.
Segundo a Petrobras, haverá apenas 18% de reajuste em abril. O restante será parcelado em seis meses, com a primeira parcela prevista para julho. A medida vem para assegurar o &quot;bom funcionamento do mercado&quot;, segundo a companhia.
Os impactos da crise são globais, mas para o passageiro brasileiro, o cenário é de &quot;tempestade perfeita&quot;: a alta encontra custos normalmente já elevados, segurança jurídica fragilizada e um setor já abatido. Mesmo antes do anúncio da Petrobras, as passagens aéreas já vinham subindo. A prévia da inflação de março (o IPCA-15) mostrou aumento de 5,94%.
As passagens aéreas devem subir ainda mais com o aumento do preço do querosene de avião, mas o impacto exato ainda é incerto. O governo já acena que haverá algum tipo de pacote ajuda ao setor.
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil explicam por que o país é particularmente vulnerável a esse choque e o que o consumidor deve considerar antes de comprar seus bilhetes.
Preço das passagens aéreas pode subir até 20% com alta do querosene de aviação, dizem especialistas
Por que os preços do querosene de aviação estão subindo?
O impacto do conflito entre Irã e EUA nos preços do combustível dos aviões se dá porque o país do Oriente Médio detém o controle do estreito de Ormuz, uma área entre o Golfo de Omã e o Golfo Pérsico.
Por ele, passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). Isso acontece porque o estreito é a única saída marítima de petróleo para grandes exportadores, como Arábia Saudita, Iraque e o próprio Irã.
Com o conflito, os riscos em torno do transporte do petróleo aumentaram. Isso se refletiu na alta de preços do Brent, que é referência no mercado. Um dia antes da invasão norte-americana, o preço do barril de Brent fechou em US$ 71,32. Na quarta-feira, após ultrapassar a marca dos US$ 115 por barril em março, o preço girava em torno de U$ 99. Isto é, quase 40% acima do patamar pré-guerra. E voltou a subir na quinta-feira, após novo pronunciamento de Trump.
Como o QAV é um derivado direto do petróleo, seu preço está ligado a essas oscilações — como já visto, mesmo que com menor intensidade, em outras situações de conflito, como a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.
Combustível mais caro
No Brasil, essa vulnerabilidade é amplificada pela política de Paridade de Preço de Importação (PPI), segundo Dany Oliveira, ex-diretor da International Air Transport Association (IATA) no Brasil.
Esse modelo de precificação define o valor dos combustíveis no Brasil não pelo custo real de extração e refino nacional, mas pelo quanto custaria para um importador trazer esse mesmo produto do exterior.
Na prática, a Petrobras calcula o preço somando a cotação internacional do petróleo (como o Brent, no caso do QAV) e a variação do dólar a &quot;custos hipotéticos&quot; de transporte, como fretes marítimos e taxas portuárias, como se o combustível estivesse cruzando o oceano em um navio-tanque.
Assim, pouco importa que cerca de 90% do QAV usado no Brasil seja produzido no país — o seu preço vai seguir o mercado internacional. Segundo Oliveira, em tempos normais, o combustível de aviação representa cerca de 40% do custo total das empresas aéreas brasileiras, enquanto a média mundial gira em torno de 27%.
Preço do querosene de aviação no Brasil segue a cotação internacional
Getty Images
Segundo nota da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) enviada à BBC, o combustível passou a responder por 45% dos custos totais das companhias após o último reajuste.
Além disso, com a guerra, &quot;as empresas precisam desviar de áreas justamente por conta da segurança&quot;, explica Oliveira. &quot;Esses desvios podem alongar o tempo de voo em até uma hora  meia. Isso é ainda mais tempo consumindo o querosene&quot;.
Ajuda do governo
Com o agravamento da situação e incerteza sobre o fim da guerra, o governo federal pretende anunciar um conjunto de medidas de socorro ao setor.
As ações podem incluir o corte de tributos federais na importação e comercialização do QAV, além de uma linha de crédito emergencial com financiamento do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para a aquisição de combustível.
Em nota enviada à BBC, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz que &quot;tem acompanhado os impactos causados nos preços de QAV, juntamente com o Ministério da Fazenda, Casa Civil, Ministério de Portos e Aeroportos e da Agência Nacional de Petróleo&quot;.
&quot;O governo federal tem agido para reduzir os impactos, porém, entendemos que algum impacto acontecerá, no caso de a guerra seguir por mais tempo&quot;, diz a nota.
&quot;Isso acontece em qualquer lug ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 08:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Besouro invasor que destrói palmeiras acende alerta para agricultura no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Bicudo-vermelho preocupa produtores de palmeiras no Brasil
Uma nova ameaça vinda do exterior acende o alerta para a biodiversidade e a produção agrícola no Brasil. O bicudo-vermelho (Rhynchophorus ferrugineus), um besouro exótico que já devastou plantações em diversos países, pode já estar no território nacional, segundo pesquisadores.
A primeira notificação formal no Brasil foi feita em 2022 pelo biólogo Francisco Zorzenon, do Instituto Biológico de São Paulo, em Porto Feliz (SP). A suspeita é que o inseto tenha chegado por meio de palmeiras importadas do Uruguai.
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Desde então, o instituto identificou exemplares do bicudo-vermelho em amostras de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
O Ministério da Agricultura ainda não confirmou oficialmente a presença da praga, mas emitiu um alerta em março dizendo que há &quot;risco de prejuízos expressivos para produtores&quot;.
Segundo o órgão, por enquanto há apenas “indícios” da presença do bicudo-vermelho. A confirmação depende da coleta e análise de amostras por equipes do próprio governo em laboratórios credenciados.
Especialistas alertam que a praga pode ser confundida com o bicudo-preto (Rhynchophorus palmarum), espécie nativa que também ataca palmeiras. A diferença está principalmente no tamanho — o inseto brasileiro costuma ser maior — e na coloração, que é preta.
➡️O Brasil reúne uma das maiores diversidades de palmeiras do mundo, com mais de 260 espécies nativas, como a guariroba e o butiá. Além da importância ambiental, essas plantas sustentam cadeias econômicas relevantes — como coco, açaí e dendê — e são amplamente usadas no paisagismo.
Como o inseto destrói as palmeiras
Imagem do besouro bicudo-vermelho que ameaça palmeiras no Brasil.
Reprodução
O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras. A fêmea perfura a planta para depositar os ovos. Quando nascem, as larvas passam a se alimentar do interior da palmeira, atingindo o “miolo” — conhecido como palmito.
Como as folhas crescem a partir dessa região central, o ataque impede a formação de novas folhas e leva a planta à morte.
Diferentemente das árvores comuns, as palmeiras não têm tronco lenhoso, mas um caule mais flexível, chamado estipe. Essa estrutura facilita a ação das larvas, que se desenvolvem protegidas dentro da planta, dificultando a detecção precoce.
Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo 
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Setor ornamental em alerta
O risco preocupa especialmente o mercado de plantas ornamentais. Em uma fazenda em Jacareí (SP), por exemplo, uma palmeira da espécie Phoenix canariensis — uma das preferidas do bicudo-vermelho — pode levar até 20 anos para atingir o tamanho comercial e chega a custar R$ 24 mil.
O presidente da Sociedade Brasileira de Palmeiras (SBP), Juliano Borim, relata o impacto observado em países vizinhos. “Vi quilômetros e quilômetros de palmeiras mortas ou derrubadas”, afirma. 
Segundo ele, após atingir espécies exóticas, o inseto passou a atacar também palmeiras nativas, como o jerivá e o butiá.
Falta de controle e impasse oficial
O combate à praga enfrenta entraves no Brasil:
Entrada irregular: o inseto pode chegar ao país em palmeiras importadas ilegalmente;
Ausência de predadores: por ser exótico, não tem inimigos naturais no ecossistema brasileiro;
Falta de insumos registrados: produtos usados no exterior, como feromônios e inseticidas específicos, ainda não têm registro no país para esse uso.
O Ministério da Agricultura diz que avalia alternativas de controle e que poderá adotar medidas para registro de produtos caso a presença seja confirmada.
Enquanto isso, produtores e pesquisadores cobram rapidez na resposta. “Se nada for feito, podemos ter problemas sérios tanto nas palmeiras ornamentais quanto nas produtivas”, alerta o agrônomo Roberto Betancur.
O bicudo-vermelho é um besouro de cerca de 5 centímetros, de coloração avermelhada com manchas escuras.
Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Apple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões e viu big tech quase quebrar</title>
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<description><![CDATA[      Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple
Reprodução Vídeo Institucional Apple / Apple Fandom
Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple, em 1976. Meio século depois, ele segue na empresa. No mercado de tecnologia, essa é uma história cada vez mais rara.
Hoje, aos 64 anos, Espinosa é considerado o funcionário mais antigo da Apple. A trajetória dele foi destaque em uma reportagem do jornal &quot;The New York Times&quot;, que contou como o veterano participa, até hoje, do desenvolvimento do sistema operacional da Apple TV.
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Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer: profissionais que constroem toda a carreira em uma única empresa. Esse tipo de percurso se tornou incomum, sobretudo no Vale do Silício, onde trocar de emprego com frequência virou regra.
Nascidos entre meados dos anos 1940 e o início da década de 1960, os baby boomers cresceram em um mercado de trabalho baseado na estabilidade. A promessa era clara: dedicação agora, segurança mais tarde.
Como mostrou uma reportagem do g1 publicada em agosto no ano passado, gerações mais antigas entraram no mercado em um período de vínculos duradouros, benefícios garantidos e progressão de carreira atrelada ao tempo de casa.
“O lema era: trabalho agora para viver melhor depois”, explicou o especialista em mercado de trabalho Ricardo Nunes.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Foi nesse ambiente que surgiram profissionais como Espinosa. Pessoas que ficaram décadas na mesma empresa e ajudaram a construí-la passo a passo.
Hoje, o cenário é outro. Profissionais mais jovens enfrentam um mercado marcado pela precarização, pela automação e pela alta rotatividade para conseguir avança na carreira, segundo Nunes. No setor de tecnologia, mudar de emprego a cada dois ou três anos se tornou algo comum.
Uma carreira construída dentro da Apple
Espinosa foi o oitavo funcionário da Apple. Na época, a empresa ainda funcionava na casa de infância de Steve Jobs e montava computadores manualmente.
Ao longo de quase 50 anos, ele passou por várias funções. Trabalhou como programador, cuidou da documentação de produtos e, atualmente, atua no desenvolvimento do sistema da Apple TV.
Ao Times, Espinosa descreveu o início da empresa como um período instável. Segundo ele, havia grandes promessas, mas também muita incerteza.
Mesmo quando deixou a Apple por um curto período para estudar na Universidade da Califórnia, em Berkeley, ele manteve vínculo com a empresa. Trabalhou meio período e escreveu o extenso manual do Apple II, com mais de 200 páginas.
A carreira também atravessou momentos difíceis. Nos anos 1980 e 1990, a Apple enfrentou crises e promoveu demissões em massa. Espinosa contou que só não foi desligado porque sua indenização seria alta, já que ele acumulava muitos anos de empresa.
Sem diploma universitário e com experiência concentrada quase exclusivamente na Apple, ele chegou a pensar no futuro. Decidiu ficar.
“Eu estava aqui quando acendemos as luzes. Posso muito bem ficar até que as apaguemos”, afirmou ao jornal.
Além da estabilidade, funcionários antigos da Apple também se beneficiaram financeiramente do crescimento da empresa.
Segundo o New York Times, Espinosa recebeu 2 mil ações da Apple após a abertura de capital, em 1980. O bônus fazia parte de um plano criado por Steve Wozniak para recompensar os primeiros funcionários. Hoje, essa quantidade de ações valem cerca de US$ 114 milhões, valor equivalente a R$ 588 milhões.
Esse modelo é comum em empresas de tecnologia. Além do salário, trabalhadores recebem ações da companhia. Se a empresa cresce, os papéis se valorizam. Para quem permanece por muitos anos, o resultado pode ser uma fortuna.
Espinosa não revelou detalhes atuais sobre salário ou bônus. Ainda assim, sua trajetória mostra como esse tipo de benefício pode pesar na decisão de ficar.
A transformação da Apple
Ao longo das cinco décadas de Espinosa na empresa, a Apple mudou radicalmente. Após o crescimento inicial, a companhia enfrentou crise financeira e perdeu o rumo nos anos 1990.
A virada veio em 1997, com o retorno de Steve Jobs. Segundo Espinosa disse ao New York Times, os primeiros 20 anos da Apple foram marcados por &quot;arrogância&quot;. Já as décadas seguintes redefiniram a eletrônica de consumo, com produtos como o iPod e o iPhone.
Hoje, a Apple está entre as empresas mais valiosas do mundo. Vale trilhões de dólares e tem bilhões de dispositivos em uso. 
Por que os jovens pedem mais demissão? Veja como pensa cada geração
Espinosa é considerado o funcionário mais antigo da Apple.
Arquivo institucional Apple
Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer:
Vídeo Institucional Apple/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Como a guerra no Irã pode causar inflação na comida do Brasil? Entenda efeito da alta do petróleo</title>
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<description><![CDATA[ Do avião ao ovo: por que o petróleo afeta o preço de tudo?
Uma guerra no Oriente Médio pode impactar o bolso dos brasileiros porque a região concentra grandes reservas de petróleo. E petróleo mais caro encarece combustíveis como gasolina e diesel, e aumenta o custo do transporte em um país onde quase tudo circula por caminhões.
Esse efeito em cascata chega aos preços de alimentos, produtos industriais e ao agronegócio, já que o petróleo também é matéria-prima de embalagens, plásticos e fertilizantes, pressionando a inflação e até as decisões sobre juros.
Neste vídeo, você vai entender quais são os efeitos da forte alta do petróleo para o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
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<title>IBGE reduz vagas para 36,9 mil em concurso de temporários; edital sai em maio</title>
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<description><![CDATA[      IBGE: vagas para profissionais em todo o Brasil 
Divulgação/Hugo de Paula - IBGE
O processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que previa a contratação temporária de cerca de 39 mil profissionais, passou por mudanças, segundo o projeto básico publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) nesta terça-feira (31).
A principal alteração é a redução no número de vagas. Antes, estavam previstas 39.108 oportunidades; agora, o total foi ajustado para 36.946 – abaixo do quantitativo autorizado pelo governo federal em dezembro. (veja abaixo como ficou a distribuição)
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Outro ponto de destaque é o adiamento na escolha da banca organizadora. Antes prevista para março, a contratação foi remarcada para abril. Segundo o novo cronograma, as empresas interessadas poderão enviar propostas entre 6 e 17 de abril.
O edital deve ser publicado em maio, com resultados previstos até novembro. A empresa contratada ficará responsável por todas as etapas do processo, desde a elaboração dos editais e gestão das inscrições até a logística das provas, correção, recursos e relatórios finais.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em nota enviada ao g1, o IBGE confirmou a redução no número de vagas e informou que o ajuste segue orientações da Coordenação Geral de Operações Censitárias. Segundo o instituto, o número anterior era apenas uma estimativa máxima e poderia ser readequado conforme a necessidade. 
O instituto ainda explicou que as contratações temporárias seguem as regras da legislação e dependem de previsão orçamentária e autorização conjunta dos ministérios da Gestão e do Planejamento. (veja abaixo o posicionamento completo) 
O processo foi iniciado em setembro de 2024 e resultou na publicação de uma portaria em dezembro de 2025. Nesse período, o instituto afirma que realizou revisões técnicas no planejamento, com ajustes metodológicos e operacionais, o que levou à atualização do número de vagas para refletir de forma mais precisa a necessidade atual e o uso dos recursos públicos.
Sobre o cronograma da banca, o órgão afirmou que as datas divulgadas anteriormente eram apenas previsões, não havia determinação de datas. A expectativa é que a contratação da banca seja concluída até o fim de abril.
Os documentos disponíveis no PNCP detalham que o contrato pode durar até 30 meses. O processo seletivo deve ocorrer em mais de 4,3 mil municípios e terá reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos de cotas raciais e sociais.
As provas devem seguir o padrão de seleções anteriores do IBGE, com 60 questões de múltipla escolha. O instituto estima atrair cerca de 364 mil inscritos, com base em projeções do projeto básico e em dados de seleções anteriores.
As vagas serão destinadas a atividades relacionadas a levantamentos estatísticos e censitários conduzidos pelo instituto. Segundo o órgão, esse total de oportunidades será dividido em dois editais distintos.
A autorização para a contratação dos temporários foi publicada no Diário Oficial da União em 17 de dezembro. A medida permite ao IBGE contratar profissionais por tempo determinado para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público, conforme previsto em lei.
Nesta reportagem, o g1 mostra o que já foi definido e o que ainda depende da publicação dos editais.
➡️ Veja abaixo:
Por que o governo autorizou tantas vagas?
Em quais censos os contratados vão trabalhar?
Quais cargos serão oferecidos?
Quais são os salários? 
Quando sai o edital?
Últimos concursos do IBGE 
O que diz o IBGE
Por que o governo autorizou tantas vagas?
O número elevado de vagas está diretamente ligado à dimensão dos censos que o IBGE pretende realizar. São pesquisas que exigem grande estrutura operacional, com equipes espalhadas por todo o país para coletar dados diretamente com a população.
Esse tipo de trabalho é intenso, mas temporário. Ele ocorre em períodos específicos e, por isso, o instituto costuma reforçar o quadro com contratações por tempo determinado sempre que precisa executar levantamentos dessa magnitude.
Em quais censos os contratados vão trabalhar?
Segundo a portaria, os profissionais selecionados vão atuar na operacionalização de dois censos.
Um deles é o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, voltado à coleta de informações sobre a produção no campo. 
O outro é o Censo da População em Situação de Rua, que busca mapear um grupo que exige metodologia própria e abordagem diferenciada.
Quais cargos serão oferecidos?
A maior parte das vagas será destinada ao cargo de recenseador, responsável pela coleta de dados. Apenas para essa função, estão previstas 27.279 oportunidades. As demais vagas serão distribuídas entre funções operacionais e de apoio.
O número de vagas por função já foi estabelecido, mas as atribuições detalhadas de cada cargo devem constar apenas no edital, que ainda não foi publicado.
Para ser contratado, será necessário pa ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 05:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como falas de Trump mexem no preço do petróleo — e como eles reagem com respostas do Irã</title>
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<description><![CDATA[      Trump afirma que Irã pediu cessar-fogo
O mercado reage a cada manifestação dos EUA e reação do Irã. Após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo Brent teve alta de 4,9%, chegando a US$ 106,16 (cerca de R$ 547,78) por barril nesta quinta-feira (2).
Mais cedo nesta quarta-feira (1º), Trump afirmou que as Forças Armadas dos EUA devem deixar o Irã &quot;muito rapidamente&quot; e que o país pode retornar para &quot;ataques pontuais&quot;, se necessário.
Em mais um indicativo de que a guerra no Oriente Médio pode chegar ao fim, Trump também disse que o Irã pediu um cessar-fogo no conflito entre os dois países.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O Irã negou a informação, assim como tem negado a existência de negociações diretas com os EUA. 
Não é a primeira vez que essa disputa de versões ocorre, e tem impactado o mercado de petróleo — que subiu de cerca de US$ 70 para US$ 110 ao longo do conflito, gerando uma crise energética sem precedentes.
Recentemente, a primeira postagem de Trump falando sobre possíveis negociações com o Irã para encerrar a guerra provocou uma reação imediata. Em poucos minutos, o preço do barril caiu quase US$ 15, mesmo que a interrupção da guerra não tenha se concretizado.
Trump diz que EUA e Irã tiveram conversas “produtivas” e adia ataques a infraestrutura iraniana enquanto negociações continuam.
Reproduçao/Redes sociais
Para o Instituto de Estudos de Energia de Oxford (OIES), o episódio ilustra o peso que declarações políticas podem ter sobre um mercado altamente sensível a notícias sobre conflitos e riscos de interrupção na oferta de petróleo.
“A administração dos EUA tem intervindo pesadamente no mercado de petróleo por meio de fluxos de informação e mensagens, que nem sempre são precisas ou corretas”, afirma Bassam Fattouh, diretor do IOES. 
Segundo ele, Washington tem buscado “soluções criativas diariamente para manter o preço do petróleo estável”. 
Esse tipo de estratégia tende a aumentar a volatilidade das cotações no curto prazo, mas também revela a preocupação das autoridades em conter os impactos econômicos da guerra.
Tensão no Oriente Médio mexe com o petróleo
Quando surgem declarações que indicam negociações, possíveis tréguas ou mediação internacional, a tensão dos investidores diminui e, com isso, o temor de problemas no transporte de petróleo também recua, explica Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.
“As quedas no preço do petróleo ocorrem invariavelmente sempre que surgem sinais de redução na tensão geopolítica”, afirma.
O economista explica que qualquer indicação de melhora no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz muda rapidamente a leitura do mercado. 
“A expectativa de que as tensões diminuam já é suficiente para que os preços caiam imediatamente. Mesmo que nada tenha mudado efetivamente na produção ou na logística de distribuição.”
???? Isso acontece porque o petróleo é um insumo central para combustíveis, transporte e geração de energia. Quando seu preço oscila por causa de decisões políticas ou novos capítulos do conflito, o efeito se espalha pela economia e acaba chegando ao bolso de consumidores em diferentes países — inclusive no Brasil.
Um desses episódios ocorreu em 9 de março. Na ocasião, Trump afirmou que a guerra contra o Irã estaria “praticamente concluída” e poderia terminar em breve. A declaração levou parte do mercado a reduzir as apostas em uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo.
Como resultado, o preço do barril do tipo Brent caiu de cerca de US$ 98,96 para US$ 87,8 no dia seguinte. A queda, porém, durou pouco. 
No dia seguinte, autoridades iranianas rebateram as declarações de Trump e descartaram qualquer cessar-fogo ou negociação com Washington. O chanceler do país, Abbas Araghchi, afirmou que o desfecho do conflito seria decidido por Teerã e indicou que não haveria diálogo.
Com a sinalização de continuidade da guerra e da possibilidade de novas tensões na região, o mercado voltou a revisar suas expectativas. O resultado foi uma nova alta nas cotações, com o petróleo subindo de US$ 87,8 para US$ 91,98.
Veja o histórico do preço do barril de petróleo Brent durante a guerra no Oriente Médio
Arte/g1
Retórica vira estratégia geopolítica
O peso das declarações políticas também foi analisado por Javier Blas, colunista de energia e commodities da Bloomberg. Ele descreve a estratégia adotada por Donald Trump como uma forma de “jawboning”.
????️ O termo é usado para caracterizar tentativas de influenciar o comportamento do mercado por meio de discursos públicos.
“O presidente Donald Trump fez intervenções verbais constantes e eficazes”, escreveu o colunista. “Seu ‘jawboning’ sobre o fim da guerra ajudou diretamente a conter compras motivadas por pânico.”
Para Blas, essas declarações ajudaram a evitar movimentos mais bruscos de alta, mesmo diante de preocupações com a oferta global de petróleo. Mas quando as declarações não se confirmam ou são contestadas, o movimento se inverte.
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 04:00:13 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Como, falas, Trump, mexem, preço, petróleo, —, como, eles, reagem, com, respostas, Irã</media:keywords>
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<title>Barril de petróleo ultrapassa US$ 106 após discurso de Trump</title>
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<description><![CDATA[      Demétrio: &#039;Trump prometeu na TV cometer crimes de guerra&#039;
O preço do petróleo Brent teve alta de 4,9%, chegando a US$ 106,16 (cerca de R$ 547,78) por barril nesta quinta-feira (2) após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio. Um barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, subiu 4%, para US$ 104,15 (cerca de R$ 537,41). 
Durante o discurso desta quarta (1º), Trump comentou a questão da alta dos preços de petróleo, e da gasolina no mercado americano, dizendo que o aumento acontece &quot;no curto prazo&quot;. Ele prometeu continuar com os ataques, o que pode ter influenciado a reação imediata do mercado. 
Na abertura do pregão asiático, o índice Nikkei 225 de Tóquio caiu 1,9%, para 52.731,94. Já o índice Kospi da Coreia do Sul recuou 3,6%, para 5.281,22.
O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,9%, para 25.056,42 pontos, enquanto o índice composto de Xangai recuou 0,5%, para 3.928,30 pontos.
O índice S&amp;P/ASX 200 da Austrália caiu 0,6%, enquanto o índice Taiex de Taiwan registrava queda de 1,1%.
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Trump diz em discurso que objetivos da guerra contra o Irã estão próximos de serem atingidos: &#039;Nós vamos terminar o trabalho logo&#039;
&#039;Não precisamos do petróleo deles&#039;
O pronunciamento à nação feito por Trump nesta quarta foi o primeiro desde o início da guerra no Oriente Médio, que já completou um mês e apresenta reflexos em todos os setores da economia mundial.
&quot;Agora somos totalmente independentes do Oriente Médio, e ainda assim, estamos lá para ajudar. Não precisamos. Não precisamos do petróleo deles, não precisamos de nada, eles têm tudo, estamos lá para ajudar nossos aliados&quot;, ele disse, em referência à escassez de petróleo no mercado devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.
Trump e seus assessores têm oferecido explicações e cronogramas variáveis para o conflito, agora em sua quinta semana.
Se ele convencer os eleitores de que a guerra tem prazo limitado e está perto do fim, isso poderá ajudar a aliviar as preocupações crescentes entre os norte-americanos, a maioria dos quais se opõe ao conflito e muitos dos quais estão frustrados com o aumento dos preços da gasolina devido a interrupções no fornecimento global de petróleo.
Veja os principais pontos da declaração de Trump:
Segundo o presidente dos EUA, objetivo dos EUA era destruir a capacidade de Teerã realizar um ataque contra o país e impossibilitar que o regime exercesse seu poder militar fora de seu território.
Trump também declarou que vai atacar alvos da infra-estrutura de energia iraniana daqui pra frente:
&quot;Vamos atacá-los com extrema força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram&quot;, afirmou o republicano.
Trump discursa na Casa Branca
Alex Brandon/Pool via REUTERS
Ao comentar sobre o Estreito de Ormuz, importante corredor que escoa o petróleo do Golfo Pérsico fechado pelo Irã, Trump foi evasivo. Ele sugeriu que a reabertura interessa mais aos países europeus do que a Washington.
&quot;Os Estados Unidos praticamente não importam petróleo pelo Estreito de Ormuz, e não vamos importar nada no futuro. Não precisamos disso. Os países do mundo que recebem riqueza pelo Estreito de Ormuz devem cuidar dessa passagem&quot;, disse o presidente americano.
Trump faz discurso a nação sobre a guerra contra o Irã
Alex Brandon/Pool via Reuters
 Criticas à OTAN
Em entrevista à Reuters mais cedo, Trump disse que também expressaria seu descontentamento com a OTAN pelo que ele considera a falta de apoio da aliança aos objetivos dos EUA no Irã.
Um racha transatlântico durante o segundo mandato de Trump se aprofundou depois que os aliados europeus rejeitaram seu pedido para ajudar a manter a passagem segura do tráfego de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Ele disse que estava &quot;absolutamente&quot; considerando retirar os EUA da Otan, uma organização cujo tratado foi ratificado pelo Senado dos EUA em 1949.
Trump acrescentou que, embora os EUA saíssem do Irã &quot;muito rapidamente&quot;, os militares poderiam retornar para &quot;ataques pontuais&quot;, conforme necessário.
Guerra impopular
As pesquisas de opinião pública mostram que a guerra é amplamente impopular, principalmente entre os eleitores independentes, e aliados de Trump têm pedido que o governo apresente aos eleitores uma justificativa mais clara e consistente para o conflito.
Enquanto isso, Trump flertou com opções tanto para aumentar quanto para diminuir a escalada do conflito e seus próximos passos não estão claros, mesmo para alguns assessores próximos.
Autoridades do governo cogitaram uma operação ousada para confiscar fisicamente os estoques restantes de urânio altamente enriquecido do Irã, bem como operações terrestres para controlar pedaços estratégicos de terra -- incluindo partes do litoral do Irã e a Ilha de Kharg, por onde o Irã exporta a maior parte de seu petróleo.
Milhares de soldados adicionais continuam a navegar em direção à região do Golfo, indicando que o presidente quer man ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 02:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo Trump diz que Pix cria &amp;apos;desvantagem&amp;apos; para gigantes de cartão de crédito</title>
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<description><![CDATA[      PIX é imparável? Especialistas analisam concorrência com cartões nos EUA
Um relatório divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) ressaltou novamente o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.
&quot;O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC  [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas.&quot;
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o Pix como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos.
No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro. 
&quot;O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo&quot;, disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.
Golpe do PIX
Divulgação
O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, ainda cita:
Mineração ilegal de ouro no Brasil
Extração ilegal de madeira
Leis trabalhistas brasileiras
PL dos Mercados Digitais
Regulamentação da Lei Geral de Proteção de Dados
Taxa de uso de rede
Satélites
Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o relatório narra preocupação com a competição desleal que as mepresas americanas,  &#039;que seguem padrões ambientais e trabalhistas&#039;, estão sujeitas. &quot;Relatórios indicam que o ouro ilícito representa 28% da atividade de mineração total no país&quot;.
Em relação a extração ilegal de madeira, o relatório extima que quase &#039;50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia brasileira — seja ilegal&#039;. O relatório cita o enfraquecimento da fiscalização, produção agrícola e corrupção como principais fatores que permitem as práticas ilegais. &quot;Espécies de alto valor como o ipê e o mogno são as principais afetadas.&quot;
A falta de uma &#039;proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado&#039; também vulnerabiliza a competitividade de empresas dos EUA, diz o relatório.
Vista da Casa Branca
Reuters/g1
O projeto que trata da regulação econômica dos mercados digitais, conhecido como &#039;PL dos Mercaods Digitais&#039;, também é visto como um risco à concorrência. Apesar do projeto ainda não ter avançado no Congresso, o relatório ressalta que &#039;os critérios de designação afetariam desproporcionalmente empresas dos EUA e permitiriam multas de até 20% do faturamento global.&#039;
O relatório expressa preocupação com o atraso da implementação de uma regulação da LGPD. &quot;Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros devem ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados (DPO) nomeado.&quot;
Ainda nas páginas destinadas ao Brasil, o documento fala de consultas da Anatel sobre a regulação de &#039;serviços de valor adicionado&#039; e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. &quot;Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede&quot;, diz o relatório. 
Já sobre os satélites, o relatório da Casa Branca expõe que operadores estrangeiros de satélite precisam pagar taxas anuias de exploraçãos mais altas que empresas brasileiras. &quot;O Brasil permite que entidades brasileiras adquiram o direito exclusivo de operar satélites e frequências. No entanto, operadores estrangeiros obtêm apenas um direito não exclusivo (direito de exploração) por no máximo 15 anos, devendo readquiri-lo posteriormente.&quot; ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 01:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sexta&#45;feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas</title>
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<description><![CDATA[      Páscoa nas Americanas
Divulgação
Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado &quot;feriadão&quot; prolongado que chega nesta sexta-feira (3): a Paixão de Cristo, também chamada de Sexta-feira Santa. A data, declarada como feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.
Já mais para o final do mês, outro feriado aparece no horizonte: o Dia de Tiradentes, que cai na terça-feira, 21 de abril.
Mas enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros continuarão suas atividades normalmente. Isso porque a legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em alguns setores que são classificados como essenciais. (confira abaixo)
⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados. O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Abaixo, você vai descobrir:
????‍⚖️ Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?
???? Como funciona no domingo de Páscoa? 
???? Tenho direito a faltar algum dia? 
???? O que acontece se eu faltar ao trabalho?
???? As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? 
???? Como funciona no caso do trabalhador intermitente? 
1- Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?
Depende. Segundo o calendário oficial do governo, a data é feriado nacional. Porém, alguns serviços seguem funcionando normalmente.  
É que, apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.
Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.
Assim, se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.
Volte ao índice.
2- Como funciona no domingo de Páscoa?
O domingo de Páscoa, no dia 5, não é feriado nacional. Nesse caso, os estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo. Se não decidirem, aplicam-se as regras gerais de trabalho aos domingos.
A folga ou pagamento em dobro depende de como isso está descrito nos contratos individuais ou do setor em que o empregado trabalha.
Vale a pena verificar se existem acordos ou convenções coletivas daquela categoria, que regulam as escalas de trabalho das empresas.
De qualquer forma, se o trabalho aos domingos resultar em horas extras, a Constituição Federal e a CLT garantem que esse serviço seja remunerado com pelo menos 50% a mais do valor da hora normal.
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3 - Tenho direito a faltar algum dia?
Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, se ele precisar faltar, a ausência precisa ser justificada, com comprovações válidas que expliquem por que o empregado não pode realizar as atividades. 
Se não justificar, o empregado pode ser penalizado com advertência, suspensão e até ser demitido por justa causa.
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4 - O que acontece se eu faltar ao trabalho?
Caso o empregado tenha sido escalado para trabalhar no feriado, ele é obrigado a comparecer. 
Se, de alguma forma, ele for surpreendido aproveitando a Páscoa na praia, por exemplo, sanções como desconto na remuneração, advertências e demissão por justa causa podem ser aplicadas. 
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5 - As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?
Se forem contratos com carteira assinada, as regras para empregados fixos e temporários são as mesmas, já que ambos têm seus direitos garantidos pela legislação trabalhista em relação à jornada de trabalho, horas extras e folgas.
Empregados temporários podem ter regras específicas estipuladas em contratos por prazo determinado, e essa análise deve ser feita caso a caso.
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6 - Como funciona no caso do trabalhador intermitente?
No caso do trabalhador intermitente, que tem uma forma de contratação flexível em que o empregador o chama conforme a necessidade, a remuneração é calculada com base nas horas trabalhadas.
Se o empregado for convocado para trabalhar em feriados, ele também tem direito ao adicional correspondente, conforme a legislação vigente. Em muitos casos, a legislação prevê um adicional de 100%, o que resulta na dobra do pagamento pelo dia trabalhado.
A convocação do trabalhador deve ocorrer até 72 horas de antecedência e o empregado tem até 24 horas para aceitar ou recusar a convocação.
Volte ao índice. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 01:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço das passagens aéreas pode subir até 20% com alta do querosene de aviação, dizem especialistas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/preco-das-passagens-aereas-pode-subir-ate-20-com-alta-do-querosene-de-aviacao-dizem-especialistas</link>
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<description><![CDATA[      Aeroporto de Congonhas, em São Paulo
Felipe Rau/Estadão Conteúdo
Os preços das passagens aéreas podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV), segundo especialistas ouvidos pelo g1.
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do combustível vendido às distribuidoras a partir deste mês, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.
&quot;Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção&quot;, afirma Andre Castelini, sócio da Bain&amp;Company.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.
“Talvez elas tenham que cortar voos que não sejam rentáveis, porque o passageiro não consegue absorver esse aumento. Com isso, o número de passageiros pode cair, e aí passa a fazer sentido reduzir a oferta”, acrescenta.
???? Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos. (leia mais abaixo)
Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que, o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.
“Esse é um movimento relevante porque, quando o preço das passagens sobe, a demanda tende a recuar. Para cada 1% de aumento no preço, a demanda tende a cair em magnitude semelhante, embora isso varie conforme o perfil do passageiro”, afirma.
França acrescenta que, em viagens de lazer, a sensibilidade ao preço costuma ser um pouco maior, enquanto nas viagens de negócios, um pouco menor.
&quot;Em um cenário de alta de cerca de 15% nas passagens, é razoável esperar também uma retração da demanda em torno de 15%, o que seria bastante significativo para as empresas do setor&quot;, avalia.
&#039;Consequências severas&#039;
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.
Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.
&quot;A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo&quot;, diz, em nota, a Abear.
A declaração ocorreu poucas horas após a confirmação oficial de que a Petrobras elevaria os preços às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.
Ao todo, mais de 80% do querosene de aviação consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.
Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 0,35%, a US$ 100,23. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.
Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.
&quot;A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações&quot;, conclui a nota.
A Petrobras, por sua vez, anunciou em comunicado uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação.
A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.
&quot;Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado&quot;, informou a Petrobras.
Governo avalia medidas
Diante do cenário, o Ministério de Portos e Aeroportos enviou ao Ministério da Fazenda uma proposta com sugestões para reduzir a pressão sobre o setor aéreo.
O documento, elaborado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), traz medidas como:
redução temporária de tributos sobre o querosene de aviação (QAV);
redução do IOF sobre ]]></description>
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<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 01:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Barril de petróleo ultrapassa US$ 105 após discurso de Trump</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/barril-de-petroleo-ultrapassa-us-105-apos-discurso-de-trump</link>
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<description><![CDATA[      Demétrio: &#039;Trump prometeu na TV cometer crimes de guerra&#039;
O preço do petróleo Brent alcançou US$ 105 (cerca de R$ 541,80) nesta quarta-feira (1º) após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio. Um barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, subiu para US$ 103 (cerca de R$531,48). 
Esse não é o maior preço registrado durante o conflito. Na semana passada, um barril de WTI subiu 3,50 %, para US$ 103,13. Enquanto o preço do petróleo Brent alcançou US$ 115 (cerca de R$ 602,2).
Durante o discurso desta quarta, Trump comentou a questão da alta dos preços de petróleo, e da gasolina no mercado americano, dizendo que o aumento acontece &quot;no curto prazo&quot;. Entretanto, ele prometeu continuar com os ataques, o que pode ter influenciado a reação imediata do mercado. 
LEIA MAIS:
 Trump ameaça atacar usinas de eletricidade no Irã se não houver acordo
Trump diz em discurso que objetivos da guerra contra o Irã estão próximos de serem atingidos: &#039;Nós vamos terminar o trabalho logo&#039;
&quot;Agora somos totalmente independentes do Oriente Médio, e ainda assim, estamos lá para ajudar. Não precisamos. Não precisamos do petróleo deles, não precisamos de nada, eles têm tudo, estamos lá para ajudar nossos aliados&quot;, ele disse, em referência à escassez de petróleo no mercado devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.
Trump e seus assessores têm oferecido explicações e cronogramas variáveis para o conflito, agora em sua quinta semana.
Se ele convencer os eleitores de que a guerra tem prazo limitado e está perto do fim, isso poderá ajudar a aliviar as preocupações crescentes entre os norte-americanos, a maioria dos quais se opõe ao conflito e muitos dos quais estão frustrados com o aumento dos preços da gasolina devido a interrupções no fornecimento global de petróleo.
Veja os principais pontos da declaração de Trump:
Segundo o presidente dos EUA, objetivo dos EUA era destruir a capacidade de Teerã realizar um ataque contra o país e impossibilitar que o regime exercesse seu poder militar fora de seu território.
Trump também declarou que vai atacar alvos da infra-estrutura de energia iraniana daqui pra frente:
&quot;Vamos atacá-los com extrema força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram&quot;, afirmou o republicano.
Trump discursa na Casa Branca
Alex Brandon/Pool via REUTERS
Ao comentar sobre o Estreito de Ormuz, importante corredor que escoa o petróleo do Golfo Pérsico fechado pelo Irã, Trump foi evasivo. Ele sugeriu que a reabertura interessa mais aos países europeus do que a Washington.
&quot;Os Estados Unidos praticamente não importam petróleo pelo Estreito de Ormuz, e não vamos importar nada no futuro. Não precisamos disso. Os países do mundo que recebem riqueza pelo Estreito de Ormuz devem cuidar dessa passagem&quot;, disse o presidente americano.
Trump faz discurso a nação sobre a guerra contra o Irã
Alex Brandon/Pool via Reuters
 Criticas à OTAN
Em entrevista à Reuters mais cedo, Trump disse que também expressaria seu descontentamento com a OTAN pelo que ele considera a falta de apoio da aliança aos objetivos dos EUA no Irã.
Um racha transatlântico durante o segundo mandato de Trump se aprofundou depois que os aliados europeus rejeitaram seu pedido para ajudar a manter a passagem segura do tráfego de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Ele disse que estava &quot;absolutamente&quot; considerando retirar os EUA da Otan, uma organização cujo tratado foi ratificado pelo Senado dos EUA em 1949.
Trump acrescentou que, embora os EUA saíssem do Irã &quot;muito rapidamente&quot;, os militares poderiam retornar para &quot;ataques pontuais&quot;, conforme necessário.
Guerra impopular
As pesquisas de opinião pública mostram que a guerra é amplamente impopular, principalmente entre os eleitores independentes, e aliados de Trump têm pedido que o governo apresente aos eleitores uma justificativa mais clara e consistente para o conflito.
Enquanto isso, Trump flertou com opções tanto para aumentar quanto para diminuir a escalada do conflito e seus próximos passos não estão claros, mesmo para alguns assessores próximos.
Autoridades do governo cogitaram uma operação ousada para confiscar fisicamente os estoques restantes de urânio altamente enriquecido do Irã, bem como operações terrestres para controlar pedaços estratégicos de terra -- incluindo partes do litoral do Irã e a Ilha de Kharg, por onde o Irã exporta a maior parte de seu petróleo.
Milhares de soldados adicionais continuam a navegar em direção à região do Golfo, indicando que o presidente quer manter suas opções militares em aberto.
Ao mesmo tempo, Trump sugeriu que pode se afastar do conflito, mesmo que o Irã se recuse a reabrir o Estreito de Ormuz.
Há indícios de que ele está interessado em voltar sua atenção para outro lugar.
Na manhã desta quarta-feira, Trump visitou a Suprema Corte dos EUA para assistir aos argumentos sobre a legalidade de uma política que ele considera crucial para sua abordagem linha-dura em relação à imigração: uma diretriz que el ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 23:00:11 -0300</pubDate>
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<title>OpenAI, criadora do ChatGPT, capta US$ 122 bilhões em rodada de financiamento</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/openai-criadora-do-chatgpt-capta-us-122-bilhoes-em-rodada-de-financiamento</link>
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<description><![CDATA[      Logo da OpenAI, dona do ChatGPT
AP Photo/Michael Dwyer
A OpenAI anunciou nesta terça-feira (31) que foi avaliada em US$ 852 bilhões (R$ 4,4 trilhões) em uma rodada de financiamento concluída recentemente, na qual captou US$ 122 bilhões (R$ 633 bilhões).
O valor superou as estimativas, refletindo o aumento dos custos de capacidade computacional. A captação ocorre em meio a dúvidas sobre como as empresas de inteligência artificial (IA) vão conseguir gerar receita suficiente para cobrir seus gastos.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;O capital investido hoje está ajudando a construir a camada de infraestrutura para a própria inteligência&quot;, publicou a OpenAI. &quot;Com o tempo, esse valor vai retornar para a economia, para as empresas, para as comunidades e, cada vez mais, para os indivíduos.&quot;
A criadora do ChatGPT destacou que sua receita mensal, de US$ 2 bilhões (R$ 10,3 bilhões), vem crescendo rapidamente.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A rodada de financiamento contou com um conjunto diversificado de investidores, entre eles Amazon, Microsoft, Nvidia e SoftBank, informou a empresa. Em um movimento incomum, cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,6 bilhões) teriam sido captados junto a investidores individuais.
O uso do mecanismo de busca on-line do ChatGPT triplicou em um ano, informou a startup, sediada em San Francisco, nos Estados Unidos. “Não se trata apenas de marcos de crescimento, mas mostra que a IA de ponta está se tornando parte do cotidiano de pessoas em todo o mundo.”
No mês passado, a empresa começou a inserir anúncios em sua versão gratuita para aumentar a receita. A OpenAI também anunciou o desenvolvimento de um “superapp”, que reunirá o ChatGPT, navegação na web, uma ferramenta de programação chamada Codex e recursos que permitirão que assistentes digitais executem tarefas de forma autônoma.
A empresa deve abrir seu capital este ano, em meio ao aumento da concorrência no setor de inteligência artificial. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 23:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>OpenAI, criadora, ChatGPT, capta, US, 122, bilhões, rodada, financiamento</media:keywords>
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<title>TCU dá aval à renovação da concessão da Light no Rio; decisão é do governo federal</title>
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<description><![CDATA[      O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval, nesta quarta-feira (01), à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro. A decisão sobre a continuidade da renovação é do Ministério de Minas e Energia (MME). 
Segundo o ministro relator, Bruno Dantas, o ponto mais sensível da análise referiu-se ao critério de eficiência econômico-financeira, visto o histórico de desafios financeiros da concessionária.
&quot;A Light havia falhado em 2022, registrando Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) negativo, o que impedia juridicamente a reversão da inadimplência via aporte de capital, dada a inexistência de geração de caixa operacional&quot;, explicou o relator.
&quot;Como apresentava indicadores preliminares negativos para 2023, sua elegibilidade para a renovação dependia diretamente da validação dos resultados desse último ano&quot;, complementou ele.
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A distribuidora, porém, argumentou que os efeitos do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ), homologado em 2024, deveriam ser considerados para sanar a inadimplência de 2023.
De acordo com a Aneel, a reestruturação financeira da empresa conseguiu compatibilizar a dívida com a geração de caixa e garantir a sustentabilidade da concessão.
&quot;Forçar um aporte em dinheiro quando a dívida já havia sido reduzida contabilmente foi considerado desnecessário e contrário à autonomia gerencial da empresa. Com a aceitação desses efeitos financeiros como equivalentes a aportes de capital, a Aneel recalculou os indicadores e concluiu que a Light cumpriu o critério para o ano de 2023, evitando que a empresa acumulasse dois anos consecutivos de descumprimento, o que poderia inviabilizar a renovação do contrato&quot;, escreveu Dantas. 
Equipes da Light atuam no reparo de problema que levou a apagão em Copacabana e Leme, na Zona Sul do Rio
Diógenes Melquíades/ TV Globo
Dessa forma, Dantas considerou que as obrigações previstas no plano de recuperação, aliadas às novas cláusulas de governança e restrição de dividendos, são aptas a mitigar os riscos inerentes à continuidade da prestação do serviço público. 
A área de concessão da Light atende aproximadamente 3,9 milhões de unidades consumidoras, em 37 municípios do Rio de Janeiro, alcançando uma população estimada de quase 11 milhões de habitantes. 
O faturamento anual atinge cerca de R$ 19,8 bilhões, tendo o valor acumulado de quase R$ 600 bilhões para o período de vigência contratual. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dona da Fiat, Jeep e Peugeot anuncia recall de 700 mil carros híbridos por risco de incêndio</title>
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<description><![CDATA[      Peugeot 208 híbrido
divulgação/Peugeot
O grupo Stellantis, dono da Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram e Vauxhall está organizando um recall de 700 mil carros híbridos em todo o mundo por causa de um risco de incêndio.
A medida afeta, principalmente, veículos das marcas Peugeot, Citroën, Fiat, Alfa Romeo e Jeep, segundo informações publicadas no site da Autoridade Federal de Transportes Motorizados da Alemanha (KBA) 
De acordo com a Stellantis, o recall foi decidido após o registro de 36 incidentes relacionados ao problema em todo o mundo, incluindo 12 casos iniciais de incêndio.
Na França, a medida atinge 212 mil carros fabricados entre 2023 e 2026, sendo metade deles da marca Peugeot. A Stellantis, no entanto, não confirmou o número total de veículos afetados em todo o mundo citado pela KBA.
Por modelo, a KBA informa que o recall envolve:
Peugeot 208 e 2008: 295 mil unidades; 
Citroën C3, C4 e C3 Aircross: 126 mil;
Fiat Grande Panda: 124 mil unidades;
Alfa Romeo Junior: 44 mil unidades;
Jeep Avenger: 88 mil do Jeep Avenger.
O problema afeta carros híbridos de pequeno porte, nos quais o motor a combustão e o motor elétrico ficam muito próximos um do outro.
Em situações de alta umidade, o contato entre o tubo do filtro de partículas e a tampa de proteção do motor de partida pode gerar uma faísca e dar início a um incêndio.
Segundo a empresa, o problema pode ser resolvido em cerca de 30 minutos em uma oficina, com a instalação de uma tampa de proteção maior.
O caso representa mais um revés técnico para a Stellantis, após problemas identificados nos motores PureTech e nos airbags da marca Takata, que também levaram a grandes campanhas de recall.
O problema técnico não está relacionado ao motor híbrido 1.2 turbo de 48 volts — que substituiu o PureTech —, mas ao espaço que ele ocupa dentro do veículo.
Recall não afeta modelos no Brasil
No Brasil, apenas o Jeep Renegade utiliza um sistema híbrido de 48 volts. Procurada, a Stellantis do Brasil informou que a plataforma do modelo vendido no país utiliza um sistema diferente do adotado na Europa e, por isso, não é afetada pelo recall europeu. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>TCU investiga possível uso indevido da máquina pública e desvio de finalidade em desfile na Sapucaí que homenageou Lula</title>
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<description><![CDATA[      Lula vai até à avenida do Sambódromo e cumprimenta mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos de Niterói
O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma investigação para apurar um &quot;suposto desvio de finalidade&quot; e o &quot;uso indevido da máquina pública&quot; pelo governo federal no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A apuração foi motivada por representação apresentada por parlamentares do partido Novo. No documento, eles solicitam que o tribunal investigue o caso. 
Os parlamentares afirmam que pode ter ocorrido a “utilização da estrutura estatal para organização logística, articulação institucional e apoio material” ao carro alegórico intitulado “Amigos do Lula”, no qual a primeira-dama, Janja da Silva, desfilaria como destaque.
A primeira-dama, no entanto, não participou do desfile. O presidente Lula e ministros de Estado acompanharam a apresentação em um camarote no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.
O pedido
No despacho, assinado no dia 24 de março, o ministro relator do caso, Augusto Nardes, solicita:
a relação nominal de servidores deslocados para o evento, incluindo funções e período de deslocamento;
os custos totais  com diárias, passagens, hospedagem e horas extras;
que o governo se manifeste sobre a suposta utilização de servidores do cerimonial da Presidência da República para o envio de convites, controle de lista de presença e coleta de medidas corporais de convidados para a confecção de fantasias, esclarecendo, de forma fundamentada, o amparo normativo para a prática de tais atos.
Lula na Marquês de Sapucaí, no Rio.
Ricardo Stuckert
Outro caso
Em fevereiro, o agora ministro aposentado Aroldo Cedraz rejeitou um pedido cautelar de suspensão do repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) à escola de samba Acadêmicos de Niterói.
Segundo o ministro, todas as escolas do o Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro receberam a mesma quantia, o que mostra que a divisão dos recursos seguiu um critério objetivo e isonômico.
Dessa forma, Cedraz avaliou que não havia qualquer elemento que indique favorecimento da Acadêmicos de Niterói em relação às demais escolas do Grupo Especial, nem indícios mínimos de que os repasses tenham sido realizados em razão de uma eventual homenagem pessoal ao presidente da República.
O tema ganhou destaque após um parecer da área técnica do TCU sugerir que o governo federal deixasse de pagar o valor de R$ 1 milhão previsto no acordo de cooperação firmado entre a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) à Acadêmicos de Niterói.
A recomendação atende a um pedido de seis deputados federais do partido Novo, que alegam desvio de finalidade no uso de recursos públicos.
Os parlamentares pediram que o TCU impedisse a apresentação do samba ou exija a devolução dos valores repassados pela Embratur, caso a escola mantenha o desfile com recursos próprios. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Aeroporto de Cachoeiro é entregue e pode receber até 9 aviões ao mesmo tempo</title>
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<description><![CDATA[      Novo aeroporto de Cachoeiro é entregue à população
O aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, foi entregue oficialmente na manhã desta quarta-feira (1º), após mais de um ano de obras. O investimento no projeto de reforma foi de R$ 76 milhões.
A expectativa é de que a nova pista e o terminal ampliado atraiam voos comerciais e coloquem a cidade na rota da aviação regional.
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Com a estrutura modernizada, o aeroporto passa a ter capacidade para receber até nove aeronaves ao mesmo tempo. A pista, com 1.200 metros, agora também conta com iluminação para operações noturnas.
A inauguração contou com a presença do governador Renato Casagrande. Segundo ele, a entrega &quot;grandiosa&quot; &quot;ajuda muito no desenvolvimento do estado, no turismo e também (serve de) base de apoio para a Defesa Civil estadual. É uma alegria&quot;.
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Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população
Reprodução/TV Gazeta
Impacto local
A proposta do governo é transformar o aeroporto em um polo estratégico para importação e nacionalização de aeronaves, além de atrair novos investimentos para a cidade.
Para o prefeito da cidade do Sul capixaba, Theodorico Feaço (PP), o terminal representa &quot;uma obra muito importante para o progresso e o desenvolvimento&quot; da região e uma oportunidade de viabilizar a produção de aparelhos para aeronaves e helicópteros na cidade&quot;.
Também é esperado que o aeroporto facilite o acesso à região e fortaleça a economia local, especialmente setores como o comércio. 
Um dos segmentos que podem ser beneficiados é o de rochas ornamentais, um dos principais da economia da região, que vê no aeroporto uma oportunidade de crescimento.
&quot;Vai facilitar o acesso dos nossos clientes diretamente a Cachoeiro, movimentando ainda mais o setor. Isso tudo contempla o desejo antigo do setor de se conectar aos grandes centros&quot;, explicou o empresário Edson Martins.
Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população
Reprodução/TV Gazeta
Desafios
Depois da entrega da nova estrutura, o principal desafio passa a ser atrair companhias aéreas para operar voos comerciais no local.
Diferente de outros aeroportos regionais, a administração será feita pela prefeitura. No entanto, a operação depende do interesse das empresas aéreas.
&quot;Aqui é possível receber aviões que transportam até 72 pessoas. Então, qualquer empresa que faz voos comerciais pode analisar a demanda de serviço aqui em Cachoeiro. A infraestrutura está entregue para que elas possam fazer toda essa análise e, daqui a pouco, ter voos comerciais aqui&quot;, defendeu o governador.
Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população
Reprodução/TV Gazeta
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Com alta do combustível da aviação, governo avalia medidas para reduzir impacto sobre o preço das passagens aéreas</title>
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<description><![CDATA[      g1 | Fantástico
Diante da escalada do preço do querosene de aviação, associada à guerra no Oriente Médio, o governo federal estuda medidas para conter o impacto nas passagens aéreas.
Nesta quarta-feira (1º), a Petrobras elevou em mais de 50% o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras.

O combustível é um insumo sensível para aviação, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), representa cerca de 30% do custo da passagem aérea. 

Segundo a Abear, o reajuste do combustível da aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar, por ora, aumento nos preços das passagens.
Propostas em estudo
O Ministério de Portos e Aeroportos enviou uma proposta ao Ministério da Fazenda com sugestões para reduzir a pressão sobre o setor aéreo. 
O documento, que foi elaborado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), traz algumas sugestões, tais como: 
redução temporária de tributos incidentes sobre o querosene de aviação (QAv);
redução do IOF sobre operações financeiras das empresas aéreas; 
redução do Imposto de Renda sobre operações de leasing de aeronaves.
Na avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, as medidas preservariam a competitividade das empresas, evitariam repasses excessivos ao consumidor e manteriam ativa a conectividade aérea do país. 
O g1 apurou que outra medida em estudo é a criação de uma nova linha do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para compra de QAV. A medida seria em caráter temporário. 
O que diz a área econômica
Questionado pelo g1, o Ministério da Fazenda informou que acompanha de &quot;forma permanente a evolução do cenário internacional, incluindo os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a economia brasileira&quot;.
&quot;A pasta mantém monitoramento contínuo de variáveis relevantes, a fim de avaliar eventuais efeitos sobre o Brasil. Sendo assim, ressalta que eventuais medidas serão analisadas com responsabilidade, à luz das evidências, e sempre em conformidade com os marcos fiscais vigentes&quot;, acrescentou a Fazenda. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>É #FAKE alerta de WhatsApp da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX e conta bancária; trata&#45;se de golpe</title>
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<description><![CDATA[      Receita Federal não entra em contato por WhatsApp
g1
Circulam no WhatsApp mensagens enviadas em nome da Receita Federal com alertas sobre supostas pendências no Cadastro de Pessoa Física (CPF) e um link para &quot;regularização&quot;. É #FAKE.
selo fake
g1
???? Como o conteúdo chegou ao Fato ou Fake?
Leitores passaram a enviar a mensagem ao nosso WhatsApp, no número +55 (21) 97305-9827, nos dias anteriores ao início do prazo para entrega da declaraão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, que começou em 23 de março.
???? Como é o golpe? 
Para convencer as vítimas de que o conteúdo é legítimo, o texto começa assim: &quot;As informações foram verificadas e estão corretas&quot;. Na sequência, cita o nome do destinatário e menciona: &quot;ÚLTIMO AVISO DA RECEITA FEDERAL – IRPF 2025/2026&quot;. 
Veja a íntegra do material fraudulento: &quot;Consta em nosso sistema a identificaão de uma pendência registrada vinculada ao documento nº [CPF], que pode impactar a regularidade do seu nome. PENDÊNCIA GRAVE EM ABERTO. Isso impede: Enviar e receber PIX, acesso a contas, cartões e investimentos em qualquer banco; operações financeiras normais; nomee em cadastros restritivos (Serasa, SPC, Bacen). Recomendamos que a consulta seja realizada imediatamente por meio do link abaixo: https://regularizetributos. Para evitar inconsistências futuras e possíveis restrições operacionais, é importante verificar a situação o quanto antes. Se o link não estiver azul, envie apenas um &#039;Oi&#039;, saia da conversa e entre novamente. Cadastro concluído no sistema&quot;.    
O conteúdo tem diversos sinais de golpe: tom de urgência e ameaça (expressões como &quot;ÚLTIMO AVISO&quot; e &quot;PENDÊNCIA GRAVE&quot;); consequências exageradas (bloqueio de PIX e conta); generalização e falta de detalhes oficiais (como número de processo); link suspeito (o endereço fornecido não é um domínio oficial do governo, como gov.br); e pedido de ação imediata por canal informal; uso indevido de autoridade (com citação órgãos oficiais). Veja detalhes ao final desta reportagem.
Ao clicar no link, o usuário chega a uma página que imita a plataforma gov.br e pede para digitar o número do CPF. Na tela seguinte, vem o aviso sobre uma &quot;dívida&quot; de R$ 684,55. O não pagamento geraria multa de R$ 2.120, além de bloqueio bancário e restrição de crédito. 
Por fim, há um botão de &quot;regularize agora&quot;, que  leva a um chat com uma suposta &quot;auditora da Receita Fiscal&quot;. Ela repete as mesmas ameaças e diz que &quot;não haverá nova oportunidade&quot; para regularizar o débito. Por fim, a vítima é induzida a fazer o PIX, sem informações informações sobre o destinatário final do dinheiro. 
⚠️ Por que a mensagem é falsa? 
O Fato ou Fake entrou em contato com a assessoria de imprensa da Receita Federal, que respondeu, por e-mail:
&quot;Trata-se de um golpe. O portal correto é da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que já emitiu alerta para tentativas de comunicação falsa. A Receita Federal reforça que não solicita pagamentos por telefone, WhatsApp, e-mail ou mensagens. Todos os documentos de arrecadação (DARF e DAS) devem ser gerados exclusivamente pelos meios oficiais, disponíveis no site: www.gov.br/receitafederal&quot;. 
Em 2 de dezembro de 2025, o site oficial do órgão publicou um comunicado com o seguinte título: &quot;Recebeu mensagem da PGFN? Cuidado, pode ser golpe!&quot;. O texto reforça que oa página regularize.pgfn.gov.br é o único meio oficial pelo qual os contribuintes que tenham débitos em aberto com a União podem quitar suas pendências:
&quot;A PGFN não entra contato pelo WhatsApp, somente por SMS, com o remetente 29347. Além disso, o acesso de pessoas físicas ao portal Regularize é feito somente por meio do login e da senha da plataforma oficial gov.br, o que confere mais segurança ao processo. A Procuradoria também não solicita o CPF do contribuinte como forma de acesso ao portal&quot;.
A nota também menciona uma checagem anterior feita pelo Fato ou Fake, de 29 de novembro de 2025, com o título: É #FAKE  mensagem de WhatsApp que cobra pagamento de &#039;Dívida Ativa com a União&#039;; trata-se de golpe. Na ocasião, Eduardo Sadalla Bucci, coordenador de Dívida Pública da União e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FTS) explicou: 
&quot;Em nenhuma hipótese, de nenhum tipo de cobrança, há a possibilidade de cancelamento do seu PIX. Igualmente, nenhum tipo de constrição que não seja autorizada pelo Poder Judiciário vai ser feita. &quot;Você não vai perder qualquer tipo de bem, a não ser por uma decisão judicial, em que você será citado, terá oportunidade de ter um advogado e todas as tramitações do devido processo legal&quot;, disse o especialista na oportunidade&quot;. 
Em fevereiro deste ano, o Fato ou Fake fez uma verificação semelhante: É #FAKE mensagem de Whatsapp sobre regularização de &#039;pendência grave&#039; na Receita Federal; trata-se de golpe.
❌  Quais os indícios de golpe?
Ao longo do texto, há diversos sinais de linguagem típicos de golpes:
Tom de urgência e ameaça – Expressões como “ÚLTIMO AVISO” e “PENDÊNCIA GRAVE” são usadas para causar medo e pressionar a pessoa  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>TCU aprova novo leilão para a concessão do Aeroporto de Brasília</title>
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<description><![CDATA[      Vista aérea do Aeroporto de Brasília
Bento Viana/Inframerica
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (1º) a repactuação do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek. 
O novo acordo prevê a realização de um processo competitivo simplificado, com a inclusão de novas obrigações contratuais, a conversão de parte da outorga fixa em variável e a incorporação de dez aeroportos regionais ao contrato.
Também está previsto um volume de investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão no aeroporto brasiliense ao longo da vigência da nova concessão. 
Entre as intervenções planejadas estão, por exemplo: 
a construção de uma nova via de acesso ao aeroporto;
a implantação de um edifício-garagem;
a aquisição de equipamentos de segurança e inspeção de passageiros e bagagens.
Outro ponto do acordo é a realização de um novo leilão ainda em 2026. 
A concorrência terá lance mínimo fixado em 5,9% da receita bruta da concessão. A Inframerica, atual administradora do aeroporto, é obrigada a participar do leilão.
Saiba como funciona a logística das chegadas e partidas do Aeroporto de Brasília
Novo contrato sem Infraero
Pelas novas regras, a Infraero deixará a sociedade da concessão. 
A estatal será indenizada pela concessionária em função de sua participação de 49% na concessão vigente.
O novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, avalia que a repactuação &quot;agrega práticas de sucesso para promover o desenvolvimento de aeroportos regionais pelo parceiro privado&quot;. 
&quot;Essa medida traz segurança para novos investimentos, melhora o serviço para os usuários e leva o modelo de concessões a novos aeroportos, uma inovação que trará benefícios para outras cidades”, comentou. 
Aeroporto de Brasília, em foto de arquivo
Divulgação
Aeroportos regionais como &#039;contrapartida&#039;
Quem vencer o novo leilão terá que investir, como contrapartida, em 10 aeroportos regionais espalhados pelo centro-sul do Brasil.
A futura concessionária deverá aportar cerca de R$ 660 milhões na ampliação, manutenção e operação dos terminais de:
Juína, Cáceres e Tangará da Serra (MT); 
Alto Paraíso e São Miguel do Araguaia (GO); 
Bonito, Dourados e Três Lagoas (MS); 
Ponta Grossa (PR);
Barreiras (BA).
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>SpaceX, de Elon Musk, protocola pedido para maior IPO da história, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Nave Starship em foto divulgada pela SpaceX em 13 de outubro de 2025
Divulgação/SpaceX
A SpaceX protocolou nesta quarta-feira (1º) um pedido confidencial de oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos. A informação é da Reuters, com base em duas fontes familiarizadas com o assunto.
Na prática, o movimento prepara o terreno para o que pode se tornar a maior listagem da história do mercado acionário. 
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A SpaceX coloca mais foguetes no espaço do que qualquer outra empresa, e o IPO deve abrir espaço para investimentos no retorno da humanidade à Lua e na tentativa de colonizar Marte. 
A companhia também pretende instalar centros de processamento de dados de inteligência artificial no espaço, enquanto opera um lucrativo sistema de comunicações por satélite, cada vez mais utilizado em guerras.
Além disso, a empresa é comandada pelo homem mais rico do mundo, Elon Musk, uma figura controversa que transformou a Tesla na montadora mais valiosa do planeta.
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O IPO, com avaliação potencial superior a US$ 1,75 trilhão, ocorre após a fusão da SpaceX com a startup de inteligência artificial xAI, também de Musk, em um acordo que avaliou a empresa de foguetes em US$ 1 trilhão e a desenvolvedora do chatbot Grok em US$ 250 bilhões.
A SpaceX organiza um encontro com analistas do mercado financeiro em 21 de abril e incentiva a participação presencial, segundo uma fonte ouvida pela Reuters.
A empresa também oferece aos analistas uma visita opcional ao centro de processamento de dados “Macrohard”, da xAI, em Memphis (Tennessee), em 23 de abril, e planeja uma sessão virtual em 4 de maio para discutir modelos financeiros com analistas de bancos, acrescentou a fonte.
Avaliar o conglomerado não é simples, mas a liderança de Musk facilita a análise para alguns investidores.
&quot;Os investidores podem usar uma análise da soma das partes, mas, como no caso da Tesla, a avaliação da SpaceX pode flutuar muito, com base no quanto o público acredita na visão de Musk&quot;, disse Angelo Bochanis, associado da Renaissance Capital, fornecedora de pesquisas e ETFs voltados para IPOs.
&quot;Até o momento, os investidores parecem estar clamando por qualquer tipo de exposição à SpaceX.&quot;
Representantes da SpaceX não comentaram o assunto.
Maior IPO
A SpaceX pode tentar levantar mais de US$ 50 bilhões no IPO, superando com folga a abertura de capital da Saudi Aramco, em 2019, ainda a maior oferta inicial de ações da história.
A estreia da SpaceX pode reaquecer o mercado de IPOs após anos de atividade moderada, com expectativa de forte demanda de investidores institucionais e de varejo — alguns atraídos pela marca de Musk, outros em busca de exposição aos negócios espaciais e de satélites da companhia, em rápido crescimento.
A SpaceX é a empresa privada mais valiosa do mundo, com base na avaliação implícita da fusão com a xAI. A empresa foi avaliada pela última vez em cerca de US$ 800 bilhões em uma venda secundária de ações.
Outras startups relevantes, como a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a rival Anthropic, também avaliam grandes IPOs, o que pode testar de forma mais ampla o apetite dos investidores por novas listagens.
Muitas startups de grande porte têm permanecido privadas por mais tempo, explorando amplas fontes de capital no mercado privado, mas uma listagem de uma empresa como a SpaceX pode incentivar outras companhias a buscar ofertas públicas.
Um registro confidencial permite que a empresa apresente documentos de IPO aos reguladores de forma reservada, ganhando tempo para responder a questionamentos e ajustar as informações antes da divulgação pública.
Elon Musk em imagem de maio de 2025
AP Foto/Evan Vucci
&#039;Muskonomia&#039;
Um IPO deve ampliar o escrutínio de analistas e investidores sobre a “Muskonomia” — o império de negócios em expansão e as fortunas interligadas do bilionário —, trazendo novo foco sobre como suas empresas são financiadas, administradas e avaliadas nos mercados.
&quot;Uma provável estrutura de ações de classe dupla permitirá que Musk aproveite o capital público e, ao mesmo tempo, mantenha o controle da empresa, mesmo após a diluição substancial que vem com uma oferta pública&quot;, disse Minmo Gahng, professor assistente de finanças da Universidade de Cornell.
Musk comanda a Tesla, a fabricante de chips cerebrais Neuralink e a empresa de escavação de túneis The Boring Company.
No ano passado, Musk também incorporou a plataforma de mídia social X à xAI por meio de uma troca de ações, dando à startup de IA acesso aos dados e à rede de distribuição da plataforma.
As dúvidas sobre a capacidade de Musk de supervisionar várias empresas com valores de mercado superiores a US$ 1 trilhão podem diminuir o entusiasmo dos investidores, dizem analistas.
&quot;É compreensível que os investidores estejam preocupados com o fato de Musk supervisionar várias empresas importantes, especialmente devido ao seu perfil público polarizador às  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Álbum da Copa do Mundo de 2026 sobe mais que inflação, e completar custa mais de R$ 1 mil</title>
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<description><![CDATA[      Álbum da Copa do Mundo 2026 da Panini.
Reprodução/Panini
A Panini Brasil iniciou nesta quarta-feira (1º de abril) a pré-venda do álbum de figurinhas da Copa do Mundo da FIFA 2026. A nova edição chega com preços mais altos, com pacotes custando R$ 7, o que deve fazer colecionadores gastarem mais para completar o livrinho do que no último mundial.
O lançamento nas bancas está previsto para 1º de maio. Cada envelope custará R$ 7 e trará sete figurinhas – um real por figurinha. 
Já o álbum terá versões que vão de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial). Há ainda uma edição premium que chega a R$ 359,90. 
O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Com isso, a coleção será a maior já lançada, com 980 figurinhas e 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos no álbum. 
Na prática, completar o álbum ficou mais caro. Mesmo se a pessoa conseguir trocar todas as suas figurinhas e terminar a coleção sem nenhuma repetida, o gasto vai ser superior a R$ 1 mil. 
Na Copa de 2022, o preço do álbum já havia dobrado e gerado memes nas redes sociais - relembre.
Considerando o IPCA, a inflação acumulada no Brasil entre 2022 e 2025 ficou em cerca de 21%. O álbum de 2022 tinha um custo teórico (sem nenhuma figurinha repetida) de R$ 550. Ou seja, o novo valor de mais de R$ 1 mil tem um aumento de 81%,   muito superior a esse percentual, indicando uma alta real acima da inflação no período.
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:00:49 -0300</pubDate>
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<title>Ataque do Irã atinge operação de nuvem da Amazon no Bahrein, diz jornal</title>
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<description><![CDATA[      Irã ameaça atacar empesas e big techs ligadas aos EUA no Oriente Médio
A operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).
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De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.
Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”. O órgão, no entanto, não detalhou qual empresa foi atingida.
O episódio ocorre um dia depois de a Guarda Revolucionária do Irã ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação. 
Procurada pela agência Reuters, a Amazon não comentou diretamente o ataque específico. Ainda assim, segundo o Financial Times, instalações da AWS na região já foram atingidas diversas vezes desde o início do conflito.
Logotipo da Amazon Web Services (AWS)
REUTERS/Benoit Tessier/Foto de Arquivo
O comunicado iraniano
Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã - 13h30 no horário de Brasília.
&quot;Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro&quot;, diz o texto.
Veja quais são as 18 empresas sob ameaça:
Boeing
G42
Spire Solution
GE
Tesla
JP. Morgan
Nvidia
Palantir
Dell
IBM
Meta
Google
Apple
Microsoft
Oracle
Intel
HP
Cisco
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Alta no preço do querosene de aviação deve gerar &amp;apos;consequências severas&amp;apos;, diz associação das aéreas</title>
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<description><![CDATA[      Aeroporto de Congonhas
Renato S. Cerqueira/Ato Press/Estadão Conteúdo
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira (1º) que o reajuste de 54,6% no preço do querosene de aviação (QAV) pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.
Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.
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&quot;A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo&quot;, diz, em nota, a Abear.
A declaração ocorre poucas horas após a confirmação de que a Petrobras elevou, em abril, o preço médio de venda do querosene de aviação às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.
Para suavizar os efeitos do aumento, a estatal também anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos. (leia mais abaixo)
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A alta é resultado do avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.
Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 1,80%, a US$ 102,10. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.
Ao todo, mais de 80% do QAV consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.
Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.
&quot;A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações&quot;, conclui a nota.
Em comunicado, a Petrobras anunciou uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação. 
A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.
&quot;Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado&quot;, informou a Petrobras.
Custos mais altos
O aumento do combustível, associado à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, as empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.
Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, havia antecipado que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação em cerca de 55%.
O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril seria “moderado” em comparação com a alta observada no mercado internacional.
Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com as variações de custos ao longo do tempo. Ainda assim, o executivo afirmou, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível subir.
Irarrazaval declarou ainda que um acréscimo de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma elevação de cerca de 10% nas tarifas.
A Azul informou na semana passada que já elevou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A companhia também anunciou que pretende limitar o crescimento da operação para lidar com a alta do combustível.
Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre.
Veja a íntegra da nota da Abear
&quot;A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) alerta para os impactos do reajuste de 54,6% no preço do Querosene de Aviação (QAV). Somado ao aumento de 9,4% em vigor desde 1º de março, o combustível passa a responder por 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo. 
Embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, sua precificação acompanha a paridade internacional, o que intensifica os efeitos das oscilações do preço do barril de petróleo sobre o mercado doméstico, ampliando os impactos de choques externos sobre os custos das companhias aéreas.
Nesse sentido, a Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impacto ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:00:49 -0300</pubDate>
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<title>Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender peixes direto às peixarias no ES</title>
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<description><![CDATA[      Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender direto às peixarias na Grande Vitória, Espírito Santo
Divulgação/Sindipesca-ES
Uma nova forma de comercialização da tilápia promete impactar os preços do pescado para os consumidores da Grande Vitória. Pela primeira vez, produtores da agricultura familiar passaram a vender o peixe diretamente para peixarias, sem atravessadores, como ocorria anteriormente.
Com a nova estratégia, o pescado sai direto dos tanques nas regiões produtoras para os pontos de venda, encurtando o caminho até o consumidor. A negociação nesse formato começou nesta semana. A ideia é que o preço do peixe reduza nas peixarias e pontos de venda.
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A iniciativa é coordenada pelo Sindicato das Indústrias da Pesca do Estado do Espírito Santo (Sindipesca ES), em parceria com a Cooperativa de Produtores Rurais de Domingos Martins (Coopram), que reúne cerca de 500 propriedades.
“A gente quer trazer os pequenos produtores da agricultura familiar para as peixarias, garantindo legalidade, sustentabilidade e rastreabilidade. Isso é um ajuste da cadeia produtiva que vai continuar. A cooperativa e esses produtores vão assumir, daqui para frente, um papel no consumo do capixaba e devem se consolidar”, avaliou o representante do Sindipesca-ES, Rafael Viola.
Produtores de tilápia no ES vendem direto para peixarias e sem atravessador
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Segundo Viola, com a venda pulverizada por meio de diversos atravessadores, com compras avulsas em cada fazenda, não havia uma identidade que marcasse o produtor. Agora, o objetivo é fortalecer a piscicultura capixaba por meio do cooperativismo.
A expectativa do setor é que a mudança resulte em benefício direto para o consumidor e se reflita no preço, inclusive em períodos de alta demanda, como a Semana Santa e outras datas festivas. O valor final de venda vai ser estabelecido por cada peixaria.
&quot;Trazer um produto direto do produtor permite trabalhar com um preço mais acessível e oferecer melhor condição para o consumidor&quot;, afirmou o representante de peixarias da Grande Vitória, Mário José de Almeida.
Nas propriedades rurais, o aumento da procura já é sentido.
&quot;Nosso peixe já está todo vendido para essa semana, mas o que está pronto agora já tem saída para as próximas semanas. Se tivesse mais produção, venderia tudo&quot;, afirmou o produtor Roselho Geraldo, que cria tilápia em Domingos Martins, na Região Serrana.
Além do preço, a qualidade também é um dos diferenciais apontados pelos produtores. Com logística direta, o peixe pode chegar às peixarias em poucas horas após a retirada dos tanques, mantendo sabor e frescor.
Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender direto às peixarias na Grande Vitória, Espírito Santo
Divulgação/Sindipesca-ES
Preços promocionais na Semana Santa
A nova forma de comercialização direta está sendo lançada nesta semana aliada a uma ação promocional, que começou na segunda-feira (30) até vai até o próximo dia 4, Sábado de Aleluia, ou enquanto durarem os estoques.
A ideia é que neste período, a tilápia produzida pelos agricultores familiares capixabas seja vendida a um preço fixo de R$ 19,90 o quilo, em 51 peixarias cadastradas como parceiras.
Inicialmente, dez toneladas seriam comercializadas por esse valor, mas, devido à procura, um novo lote com mais cinco toneladas foi separado.
&quot;Desde cedo, nesta quarta-feira (1°), as peixarias começaram a ligar dizendo que as vendas estavam a todo vapor e com a mercadoria já acabando. Então, fizemos um lote extra de mais cinco toneladas, que vai chegar às 19h, na Vila Rubim. Vamos distribuir hoje e amanhã para os estabelecimentos participantes&quot;, disse Viola.
Produção de tilápia no ES
Segundo dados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), a tilápia domina a piscicultura no estado, representando 99,46% de toda a produção.
Em 2024, foram produzidas 7,03 mil toneladas da espécie. Os demais peixes, somados, representam menos de 1% da produção.
A produção está concentrada em municípios com forte tradição e estrutura técnica. Linhares lidera, com 3,2 mil toneladas, seguido por Domingos Martins, com 1,4 mil toneladas, e Marechal Floriano, com 550 toneladas.
Para o Incaper, a expansão recente demonstra a capacidade de modernização do setor, com adoção de boas práticas de manejo, melhoria genética, uso de aeradores, alimentação balanceada e controle sanitário.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:00:48 -0300</pubDate>
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<title>Comsefaz: medida para reduzir preço do diesel traz impacto de R$ 3,5 bilhões, metade para os estados</title>
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<description><![CDATA[ Medida para reduzir preço do diesel traz impacto de R$ 3,5 bilhões, metade para os estados, diz Comsefaz
O presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Flávio César, afirmou nesta quarta-feira (1º) que o acordo firmado com o governo federal para subsidiar o diesel terá um impacto fiscal total estimado entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões. O custo será dividido igualmente: 50% custeados pela União e 50% pelos estados.
A medida prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.
A adesão dos governadores, no entanto, veio com um alerta de prazo. Flávio César destacou que o esforço só foi possível porque a vigência é de apenas 60 dias. Segundo ele, os estados não possuem fôlego financeiro para manter a ajuda caso a crise internacional se arraste por todo o semestre.
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&quot;A expectativa é que esse período de dois meses seja suficiente para sanar o problema. Uma prorrogação traria consequências muito mais graves para os estados, tendo em vista que os orçamentos já estão todos comprometidos&quot;, alertou o secretário. 
O acordo foi selado após uma reunião de mais de seis horas entre os 27 secretários de Fazenda e o Ministério da Fazenda. O impasse inicial era o receio dos governadores de ferirem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) caso fizessem uma desoneração direta no imposto.
Por que o acordo demorou? Segundo o presidente da Comsefaz, proposta original do governo federal era uma desoneração do ICMS. Contudo, os estados identificaram riscos jurídicos frente à Lei Complementar 192 e à LRF. O nó só foi desatado quando o Ministério da Fazenda aceitou o modelo de subsídio direto compartilhado. Em vez de mexer na alíquota do imposto, União e estados depositam valores para compor o desconto de R$ 1,20, garantindo a blindagem jurídica dos governadores.
Foco no escoamento da safra
A urgência da medida também se justifica pelo calendário agrícola. Com o Brasil em pleno momento de escoamento da safra, a alta do diesel importado — que chega a representar 40% da receita de combustíveis em alguns estados — ameaçava inviabilizar o frete e gerar um efeito cascata na inflação de alimentos.
Fiscalização rigorosa
Para garantir que o benefício chegue às bombas, os estados prometeram uma atuação contundente dos Procons. Além da fiscalização estadual, os governadores assinaram um convênio com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para monitorar postos e distribuidoras. 
&quot;O esforço conjunto precisa ter resultado imediato para o consumidor&quot;, disse Flávio César. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:00:47 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Reajuste no querosene de aviação deve gerar &amp;apos;consequências severas&amp;apos;, diz associação das aéreas</title>
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<description><![CDATA[      Aeroporto de Congonhas
Renato S. Cerqueira/Ato Press/Estadão Conteúdo
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira (1º) que o reajuste de 54,6% no preço do querosene de aviação (QAV) pode gerar “consequências severas” para o setor, sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.
Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo&quot;, diz, em nota, a Abear.
A declaração ocorre poucas horas após a confirmação de que a Petrobras elevou, em abril, o preço médio de venda do querosene de aviação às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.
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A alta é resultado do avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.
Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 1,80%, a US$ 102,10. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.
Ao todo, mais de 80% do QAV consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.
Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.
&quot;A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações&quot;, conclui a nota.
Veja a nota na íntegra
&quot;A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) alerta para os impactos do reajuste de 54,6% no preço do Querosene de Aviação (QAV). Somado ao aumento de 9,4% em vigor desde 1º de março, o combustível passa a responder por 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo. 
Embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, sua precificação acompanha a paridade internacional, o que intensifica os efeitos das oscilações do preço do barril de petróleo sobre o mercado doméstico, ampliando os impactos de choques externos sobre os custos das companhias aéreas.
Nesse sentido, a Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações.&quot;
* Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>União Europeia recomenda mais home office e menos viagens de avião em meio a crise de energia</title>
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<description><![CDATA[      Aviões em aeroporto de Frankfurt, na Alemanha
REUTERS/Heiko Becker
O comissário europeu para energia, Dan Jorgensen, pediu na terça-feira (31/03) que os países-membros da União Europeia (UE) se preparem para interrupções prolongadas nas cadeias de fornecimento de energia e comecem a implementar medidas para economizar combustível em meio ao agravamento da guerra no Irã, que tem pressionado os mercados de petróleo e gás.
Numa carta enviada aos 27 países-membros do bloco, Jorgensen incentivou a adoção de um plano de dez pontos elaborado pela Agência Internacional de Energia (AIE) que inclui: 
incentivo ao home office;
car sharing; 
uso do transporte público; 
redução do limite de velocidade em autoestradas; 
medidas para uso de energia elétrica em vez de gás de cozinha; 
e redução de viagens aéreas.
O plano da AIE foi originalmente elaborado em 2022, no início da guerra na Ucrânia, que também provocou interrupções no mercado global de energia.
Agora, o apelo de Jorgensen ocorre num momento em que ministros de energia de países-membros da UE avaliam como lidar com escassez global diária de 11 milhões de barris de petróleo e de mais de 300 milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito (GNL) provocada pela guerra no Irã.
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Desde o início do conflito no Oriente Médio, os preços na UE subiram cerca de 70% para o gás e 60% para o petróleo.
Em 30 dias de conflito, essa alta já acrescentou 14 bilhões de euros aos custos de importação de combustíveis fósseis da UE.
&quot;Não devemos nos iludir: as consequências desta crise para os mercados de energia não serão de curta duração. Porque não serão&quot;, disse Jorgensen nesta semana. 
&quot;Esta crise demonstra, mais uma vez, que a Europa enfrenta uma vulnerabilidade fundamental a choques energéticos externos. E isto está ligado à nossa dependência de combustíveis fósseis importados.&quot;
Por enquanto, os países europeus ainda não adotaram medidas para reduzir a demanda e não contemplam medidas drásticas similares às tomadas durante as crises do petróleo da década de 1970, quando governos impuseram racionamento de gasolina e dias sem circulação de veículos particulares.
Na mesma carta, o comissário europeu recomendou que os países-membros adiem a manutenção das refinarias de petróleo para manter a produção e se preparem para garantir armazenamento adequado de gás para o próximo inverno.
Risco de escassez
Jorgensen afirmou ainda que o setor de transportes europeu enfrenta custos crescentes e escassez de suprimentos devido à forte dependência do setor em relação ao Golfo Pérsico, de onde a UE depende para mais de 40% de suas importações de querosene de aviação e diesel.
Ele acrescentou que o risco de escassez é agravado pela &quot;disponibilidade limitada de fornecedores alternativos e de capacidade de refino para produtos específicos dentro da UE&quot;.
&quot;A segurança do abastecimento da União Europeia continua garantida. Mas temos de estar preparados para uma possível interrupção prolongada do comércio internacional de energia&quot;, afirmou Jorgensen na terça-feira, antes de uma reunião virtual dos ministros da Energia da UE.
&quot;É por isso que precisamos de agir já. E precisamos de agir em conjunto&quot;, acrescentou. &quot;Só trabalhando em conjunto podemos ser mais fortes e proteger os nossos cidadãos e empresas de forma mais eficaz.&quot;
Os alertas do comissário europeu ocorrem em meio ao crescente temor de que a guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã possa se prolongar ainda mais, tornando mais provável o risco de desabastecimento a longo prazo.
Até o momento, o conflito já fez o petróleo Brent saltar em determinado momento para 119 dólares por barril, bem acima da marca de 70 dólares antes da guerra, e alguns analistas têm alertado que os preços podem subir para até 200 dólares com o agravamento do conflito.
Nesta quarta-feira (1º/4), o chefe da AIE disse que os problemas de abastecimento de petróleo decorrentes da guerra aumentarão em abril e afetarão a Europa.
&quot;A perda de petróleo em abril será o dobro da perda de março, além da perda de GNL&quot;, declarou Fatih Birol em um podcast com o chefe do fundo soberano da Dinamarca, Nicolai Tangen. 
&quot;O maior problema hoje é a falta de querosene de aviação e diesel. Estamos vendo isso na Ásia, mas creio que logo, em abril ou maio, chegará à Europa.&quot;
O alerta vem mesmo depois de os 32 membros da AIE liberarem 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, o maior desbloqueio de estoques da história da organização.
Nesta semana, o chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz, advertiu que os efeitos da guerra podem atingir a Europa de maneira similar que a pandemia de covid-19 em 2020-2021.
&quot;Se esta guerra se transformar num grande conflito regional, poderá sobrecarregar a Alemanha e a Europa ainda mais do que vivenciamos recentemente durante a pandemia da covid-19 ou no início da guerra na Ucrânia&quot;, disse. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras eleva preços do querosene de aviação em mais de 50%</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras elevou em mais de 50% o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras em abril. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.
Os aumentos variam entre 53% e 56% em todas as modalidades de venda e nas bases da Petrobras.
???? A Petrobras adota diferentes modalidades de venda para as distribuidoras, cada uma com um preço. A principal é a LPA (Livre para Armazém), que corresponde à entrega em terminais de distribuição. Também se destaca a ETM (Entrega no Tanque Marítimo), usada em regiões abastecidas por navio.
Veja abaixo a lista completa.
Norte/Nordeste
Belém (PA) – ETM: +54,9%
São Luís (MA) – ETM: +55,9%
Fortaleza (CE) – ETM: +55,0%
Ipojuca (PE) – ETM: +54,7%
Ipojuca (PE) – LPA: +55,7%
Sudeste
Betim (MG) – LPA: +54,3%
Betim (MG) – LPT: +54,5%
Duque de Caxias (RJ) – LPA: +55,2%
Paulínia (SP) – EXA: +55,4%
Paulínia (SP) – LPA: +55,4%
Guarulhos (SP) – EXA: +55,2%
Guarulhos (SP) – LPA: +55,2%
Guarulhos (SP) – LCT: +55,2%
Sul
Araucária (PR) – EXA: +55,1%
Araucária (PR) – LPA: +55,1%
Canoas (RS) – EXA: +54,4%
Canoas (RS) – LPA: +53,4%
O querosene de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas. No Brasil, ele representa mais de 30% das despesas operacionais do setor. A Petrobras, maior produtora de petróleo do país, responde pela maior parte do refino e pela oferta desse combustível no mercado nacional.
Procurada pelo g1, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) não se manifestou sobre o aumento.
O reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã. 
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115. 
Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 1,80%, a US$ 102,10. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97. 
Em março, o reajuste havia sido de 9,4%, também refletindo os preços do barril de petróleo no mercado internacional neste ano.
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Tarifas mais altas
A alta do combustível, associada à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, as empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.
Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, havia antecipado que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação em cerca de 55%.
O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril será “moderado” em comparação com a alta observada no mercado internacional.
Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com as variações de custos ao longo do tempo. Ainda assim, o executivo disse, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível ficar mais caro. 
Segundo ele, um aumento de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma alta de cerca de 10% nas tarifas.
A Azul informou na semana passada que já elevou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A empresa também anunciou que pretende limitar o crescimento da operação para lidar com o aumento do combustível.
Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Rússia caminha para isolar sua internet do resto do mundo</title>
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<description><![CDATA[      Como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais
O WhatsApp parou de funcionar. Instagram e Facebook também. Já o Telegram, principal meio de comunicação da Rússia, com cerca de 100 milhões de usuários, vem sofrendo bloqueios contínuos – e a expectativa de que seja desligado nos próximos dias tem gerado raras reações públicas no país, que caminha para se isolar do mundo também digitalmente.
O cerco do governo de Vladimir Putinao uso livre da internet vem se intensificando desde a invasão da Ucrânia. Em todo o país, inclusive em grandes metrópoles como Moscou e São Petersburgo, os apagões digitais são constantes. Sites considerados &quot;pouco confiáveis&quot; pelo regime são proibidos. Serviços básicos, como chamar um táxi, fazer pagamentos ou ligações costumam ficar indisponíveis de uma hora para a outra.
A busca por alternativas chegou até mesmo a impulsionar venda de walkie-talkies, telefones fixos, pagers, mapas impressos e antigos tocadores de MP3.
Nesta semana, o Kremlin passou a mirar VPNs, redes privadas virtuais utilizadas pelos usuários para contornar a censura digital do regime. 
&quot;A meta é reduzir o uso&quot;, afirmou nessa segunda-feira (30/03) o ministro da Digitalização, Maksut Shadayev, no MAX, aplicativo de mensagens desenvolvido pela Agência Russa de Telecomunicações, a Roskomnadzor, e propagandeado pelo regime da Rússia como &quot;seguro&quot;.
&#039;Não dá pra viver sem VPN&#039;: como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais
Segundo Shadayev, as medidas destinam-se a &quot;restringir o acesso a uma série de plataformas estrangeiras&quot;, as quais, supostamente, não respeitam a legislação russa em termos de segurança e luta contra o terrorismo.
Até meados de janeiro, a Rússia havia bloqueado mais de 400 VPNs, 70% a mais do que no final do ano passado, diz o jornal Kommersant. Isso não impede que novas softwares do tipo surjam para substituir os antigos. A pressão, no entanto, levou a gigante Apple a retirar, da plataforma App Store, as VPNs que possibilitavam o acesso a sites censurados pelo regime de Putin. 
Já os apagões na internet móvel pelo país, ainda não sistemáticos devido à dificuldade de execução devido à rede descentralizada, podem também entrar definitivamente na agenda.
&quot;De acordo com nossas previsões, os bloqueios em Moscou passarão a ser mais ou menos rotineiros&quot;, afirmaram especialistas da desenvolvedora Amnezia, citados pelo jornal britânico The Guardian.
Segundo eles, no entanto, as autoridades têm a tecnologia para impor um apagão digital simultâneo em todo o país. &quot;Observamos bloqueios semelhantes no Irãe podemos tirar conclusões sobre como isso poderia ser implementado na Rússia&quot;, afirmaram os analistas.
Max, aplicativo promovido pelo governo da Rússia
Reprodução/Max
Telegram: o último aplicativo
Em meio à dificuldade cada vez maior para acessar ferramentas de outros países, os russos aguardam o próximo golpe no último reduto de internet livre do país: o Telegram, cujo bloqueio total poderia ocorrer já nesta quarta-feira (01/04), como noticiado por alguns meios de comunicação do país – embora as autoridades possam reverter a decisão ou adiá-la para depois das eleições parlamentares de setembro.
No mesmo comunicado sobre VPNs, o ministro da Digitalização adiantou, em relação ao Telegram, que houve tentativas &quot;em vão&quot; de chegar a um acordo para impor custos extra caso o tráfego de dados internacionais mensal ultrapassasse 15 gigabytes.
Após a invasão da Ucrânia em 2022, a Rússia colocou em prática as leis mais repressivas vistas desde a era soviética, ordenando a censura e reforçando a influência do Serviço Federal de Segurança, órgão de vigilância sucessor da KGB.
Naquele ano, a Meta, dona de Facebook e Instagram, foi oficialmente considerada &quot;terrorista&quot; no país, o que derrubou o acesso às redes sociais de Mark Zuckerberg.
Mas, nos últimos meses, o Kremlin foi além: bloqueou o WhatsApp, reduziu a velocidade do Telegram e interrompeu repetidamente o acesso à internet móvel em Moscou e em outras cidades e regiões.
Desenvolvido pelo russo Pavel Durov, hoje radicado nos Emirados Árabes, o Telegram se tornou um dos principais meios de comunicação utilizados no país.
Há anos, vem sendo usado, por exemplo, por soldados em ação na Ucrânia para a comunicação com as famílias e por prefeituras de cidades russas próximas à zona de conflito para alertar a população sobre ataques aéreos. 
&quot;É um retrocesso de 100 anos. É melhor que eles comecem logo a usar correspondência em papel, telégrafos e cavalos. É esse o tipo de civilização que eles têm. Talvez até o Putin goste disso. Talvez seja assim que ele se sinta jovem de novo&quot;, ironizou, no X, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.
A justificativa do Kremlin é que as restrições à internet móvel são necessárias para combater os drones ucranianos. Mas o descontentamento com a medida vem levando a manifestações críticas de figuras até então alinhadas com o regime de Putin, como o governador de Belgorod, região na fronteira com a Ucrânia, q ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Receita ainda não tem data para liberar novo formato de declaração do IR em que contribuintes teriam apenas de confirmar dados</title>
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<description><![CDATA[      O supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca, informou nesta quarta-feira (1º) que o Fisco ainda não tem uma data para disponibilizar a declaração totalmente pré-preenchida, na qual os contribuintes não precisariam mais incluir informações.
Nesse formato, buscado pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, os trabalhadores teriam apenas de validar os dados informados no documento pelo leão.
&quot;A demanda [do ministro Durigan] chegou pra nós ontem [terça, 31 de março]. Temos ainda que avaliar o que falta e traçar um caminho.  Não temos essa data [de liberar o novo formato para o público]&quot;, disse José Carlos da Fonseca, da Receita Federal.
Assim que implementada, a nova declaração do IR seria uma evolução da declaração pré-preenchida, que já contempla uma série de informações dos contribuintes — mas não todas elas. O Fisco estima que a declaração pré-preenchida já deve abranger 60% dos contribuintes neste ano.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
????Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal mostra ao contribuinte informações de rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais – que são carregadas automaticamente, sem a necessidade de digitação.
????Para optar pela declaração pré-preenchida, é preciso ter uma conta níveis prata ou ouro no &quot;gov.br&quot;. Para quem não faz a própria declaração, ainda existe a alternativa de usar o site ou app &quot;Meu Imposto de Renda&quot;. Nele, é possível dar autorização de acesso à declaração pré-preenchida para qualquer CFP ou CNPJ, evitando assim o compartilhamento da senha gov.br.
&quot;Esse é o caminho natural e gradual da evolução deste modelo da declaração a partir da evolução da pré-preenchida. Cada vez mais a Receita Federal obtém as informações diretamente das fontes pagadoras e dos registros de bens e direitos dos contribuintes, e oferece para validação do contribuinte&quot;, informou o órgão.
A Receita Federal acrescentou que, com o aumento da consistência das informações a cada ano, vai gradualmente desobrigando o contribuinte da necessidade de preenchimentos. 
Imposto de Renda 2026: declaração pré-preenchida dá prioridade na restituição? Entenda
Filtros do Imposto de Renda
Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.
Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.
Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.
Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.
Entre as informações obtidas e checadas pela Receita, estão:
rendimentos;
movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);
pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);
cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);
aluguéis;
despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);
mercado acionário e criptoativos;
automóveis;
aplicações em renda fixa;
número de dependentes;
despesas com educação (titular e dependentes);
previdência complementar;
gastos com empregados domésticos,
informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;
carnê leão;
bens no exterior;
deduções de incentivo cultural;
contribuição a entidades beneficentes.
O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados. 
Essas informações também serão usadas na declaração totalmente pré-preenchida, meta fixada pelo novo ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Crédito editorial: SERGIO V S RANGEL / Shutterstock ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Renault lança Koleos por R$ 289.990; SUV híbrido quer desbancar concorrentes chineses</title>
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<description><![CDATA[      Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
Divulgação
A Renault anunciou nesta quarta-feira (01) o preço oficial do Koleos: R$ 289.990. O utilitário esportivo já está em pré-venda e tem condição especial para os clientes que usarem carro usado na transação. O preço com isso cai para R$ 279.990.
A marca francesa quer se reposicionar aos olhos dos brasileiros. Deixar de ser vista como a marca dos carros populares para ser reconhecida pelo requinte nos segmentos mais caros. O capítulo mais recente dessa estratégia, que já incluiu Kardian e Boreal, é o Koleos.
O SUV tem proporções generosas, maiores que as do Jeep Commander, e aposta em uma cabine chamativa e em um conjunto híbrido de 245 cv para fisgar clientes que hoje compram BYD Song Plus e GWM Haval H6.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
O Koleos segue o padrão global de design da Renault. As linhas vincadas da carroceria ganham destaque com a pintura cinza acetinada. Detalhes azulados e apliques pretos completam o visual futurista.
Será o suficiente para conquistar o cliente brasileiro? A resposta talvez esteja no interior do Koleos.
Renault lança Koleos no Brasil e quer clientes de SUVs chineses
Painel com três telas
No interior, a Renault priorizou a experiência de motorista e passageiros. São três telas alinhadas no painel, cada uma com 12,3 polegadas.
Uma está logo atrás do volante e funciona como cluster de instrumentos. No meio, alinhada com o console central, está a tradicional tela do multimídia. A novidade é a terceira tela, logo a frente do carona.
Nela é possível ajustar o ar-condicionado, escolher músicas no sistema de som Bose com 10 alto-falantes e até assistir à série favorita em serviços de streaming.
Painel com 3 telas do Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
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Essa tela do passageiro tem um efeito de discrição semelhante ao de películas de privacidade usadas em celulares. Quem observa de lado não consegue ver o conteúdo, que aparece escuro. Assim, o passageiro pode assistir a vídeos sem distrair o motorista.
A má notícia é que a legislação brasileira não permite a reprodução de vídeos com o carro em movimento, mesmo com esse recurso na tela. Portanto, filmes e séries só podem ser assistidos com o Koleos parado.
A qualidade dos materiais e do acabamento é superior. Por outro lado, a combinação de telas e revestimentos em preto brilhante acumula muitas marcas de dedo. A iluminação ambiente colore os painéis das portas e harmoniza com as costuras azuis e vermelhas.
Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
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Comparado ao interior do Song Plus 2027, por exemplo, o Koleos integra melhor os elementos ao painel. A gigante tela flutuante do BYD rouba o protagonismo.
A Renault transmite sensação de tecnologia sem recorrer a telas giratórias ou botões chamativos. O teto panorâmico reforça o ambiente sofisticado. Resta saber se o cliente brasileiro prefere a ousadia de alguns modelos ou a proposta mais discreta do Koleos.
Banco traseiro generoso
É de se imaginar que quem busca um veículo desse porte não quer passar aperto no banco traseiro.
A plataforma CMA, também usada por Volvo e Geely, garante 2,82 m de entre-eixos e posiciona a bateria de forma compacta no centro do carro. O resultado é um assoalho praticamente plano e bom espaço para joelhos, ombros e cabeça.
Além do espaço generoso, os ocupantes do banco traseiro contam com saídas de ar-condicionado com ajuste próprio de temperatura e bancos aquecidos, algo raro na segunda fileira. Também é possível reclinar o encosto, o que torna a viagem mais confortável.
Bancos traseiros do Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
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Equipamentos e preço para brigar
O Koleos será vendido no Brasil em versão única, sem opcionais.
A lista inclui rodas de 20 polegadas com acabamento diamantado, pacote visual Esprit Alpine, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, carregador de celular por indução, conectividade com Android Auto e Apple CarPlay, head-up display e outros itens de conforto.
No lançamento, a Renault afirmou que o Koleos poderá ser comprado em qualquer um dos mais de 250 pontos de venda da marca. A empresa não confirmou preço, prazo de garantia, planos de manutenção nem expectativa de vendas.
Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
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O g1 apurou que a Renault considera como principais concorrentes do Koleos o BYD Song Plus e, nas versões mais completas, o GWM Haval H6. A lista também inclui Volkswagen Tiguan, Chevrolet Equinox e Jeep Commander.
Com esses concorrentes na mira e o pacote de equipamentos oferecido, é possível estimar um preço próximo de R$ 260 mil. A confirmação dos valores e de informações como a garantia será feita no dia 1º de abril.
“Não vamos brigar por volume de vendas, mas para ser referência no segmento”, explica Guilherme Ruibal, gerente de produto da Renault.
Renault Koleos esprit Alpine full Hybrid E-Tech
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São 29 sistemas de assistência ao motorista
O Renau ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após carga de KitKat roubada, Nestlé lança plataforma para usuário rastrear origem de chocolate</title>
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<description><![CDATA[      Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa
REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo
A Nestlé lançou uma plataforma para rastrear unidades do chocolate KitKat após o roubo de uma carga de 12 toneladas do produto na Europa no último mês de março.
A ferramenta, chamada “rastreador de KitKat roubado”, permite que o usuário insira o código do lote para verificar se a unidade pertence à carga desviada.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em seu perfil na rede social X, a Nestlé pediu que os usuários ajudassem a empresa a encontrar os chocolates roubados.
&quot;Obrigado pelo seu interesse nos KitKats desaparecidos. Apenas para esclarecer, isso não é uma ação de marketing nem uma piada de 1º de abril.&quot;
&quot;&quot;Alguém realmente roubou 12 toneladas de KitKat. E nós realmente queremos saber para onde eles foram. Por isso, criamos o Rastreador de KitKat Roubado, que permite verificar se o seu KitKat faz parte do lote desaparecido.&quot;
Initial plugin text
Abastecimento não foi afetado, diz empresa
Em nota divulgada no domingo (29), a KitKat confirmou que a carga foi roubada no deslocamento entre a fábrica no centro da Itália e o destino final, na Polônia. 
A empresa também afirmou que o abastecimento não será afetado e disse estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação.
&quot;A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado&quot;, afirmam.
O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)
Roubo de 12 toneladas
A carga de 12 toneladas de KitKat desapareceu na semana passada durante o trajeto até centros de produção e distribuição, informou a empresa.
A Nestlé informou que “um caminhão que transportava 413.793 unidades da nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa”.
&quot;Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat&quot;, comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. &quot;Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate&quot;, acrescentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto. 
A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que &quot;o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos&quot;. 
&quot;As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos&quot;, acrescentou.
Também advertiu que as barras de chocolate roubadas &quot;podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus&quot;.
A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra. 
&quot;Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada&quot;, indicou. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lula diz não querer impor &amp;apos;na marra&amp;apos; subsídio para baratear diesel aos governadores e que insistirá no acordo</title>
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<description><![CDATA[      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1) não querer impor &quot;na marra&quot; subsídio aos estados para baratear o preço diesel. Ele reforçou que insistirá em um acordo com governadores.
Lula acrescentou que diante de aumentos abusivos, mesmo com fiscalizações ocorrendo, será preciso &quot;colocar alguém na cadeia&quot;.
Mencionou também que as medidas tomadas pelo seu governo para conter o preço dos combustíveis não têm &quot;nada a ver&quot; com as tomadas no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro para a mesma finalidade.
&quot;Não vamos comparar com a política do Bolsonaro, porque não tem nada a ver, até porque a situação é totalmente diferente. Nós temos uma guerra. Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã. Alegando o quê? Que no Irã tinha arma nuclear. Mentira. Eu digo porque eu fui, em 2010, ao Irã fazer um acordo — e fizemos o acordo — e depois os EUA não aceitaram, nem a União Europeia&quot;, afirmou.
Lula frisou que a decisão de zerar a cobrança de impostos federais sobre o diesel — anunciada em 12 de março por ele — tem como pano de fundo o cenário de tensão no Oriente Médio. O momento, no entanto, também é de corrida eleitoral, já que Lula tentará a reeleição neste ano.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Redução do ICMS X subvenção a importadores
O presidente citou a tentativa frustrada de acordo com governadores em torno da redução do ICMS — imposto estadual que incide no preço final dos combustíveis. 
Inicialmente, o governo propôs que os estados reduzissem a cobrança do imposto, algo que não foi aceito pelos estados. 
Agora, as tratativas são por uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel. 
????A subvenção será dada por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.
Pelo menos 20 estados já chegaram a um acordo com o governo federal para conceder esse apoio financeiro à importação de diesel, na tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país. 
A expectativa do Executivo, contudo, é que a ampla participação aumente a efetividade da medida no controle dos preços.
Segundo Lula, essas negociações com os estados não podem acontecer &quot;na marra&quot;, mas, sim, com acordo.
&quot;O que estou fazendo neste instante, por conta da guerra: o Irã bloqueou o Estreito de Ormuz, e está faltando óleo diesel. O Brasil importa 30% do óleo diesel e produz 70%, e o preço está aumentando no mundo inteiro. Tomamos a atitude de isentar PIS e Cofins [impostos federais], equivalente a 32 centavos no preço do óleo diesel, para a Petrobras não precisar aumentar. E fizemos isenção para os governadores não precisarem aumentar também&quot;, disse Lula.
“Agora mesmo, propusemos aos governadores um acordo para que eles reduzam o ICMS, e o governo paga metade e eles a outra metade — tudo isso com acordo [medida que não foi aceita pelos governadores]. Não queremos fazer na marra. Queremos fazer o acordo, e isso vai acontecer. Vamos continuar fazendo todo o esforço&quot;, emendou.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho, no Teatro Celso Furtado. São Paulo - SP.
Ricardo Stuckert/PR
&#039;Colocar na cadeia&#039;
O presidente afirmou que há casos de pessoas e empresas que estariam recebendo o benefício para não reajustar os preços do diesel, mas que, mesmo assim, estariam aumentando os valores. 
Segundo Lula, a Polícia Federal e os órgãos de defesa do consumidor dos estados estão fiscalizando a situação. Ponderou, entretanto, que se houver irregularidades, os responsáveis poderão ser punidos.
&quot;O que acontece é que, como você tem gente de mau caráter neste país, tem gente que está recebendo para não aumentar e está aumentando. Então, nós estamos com a Polícia Federal, com todos os Procons dos estados, tudo fiscalizando, porque vamos ter que colocar alguém na cadeia&quot;, justificou Lula.
As declarações foram feitas durante entrevista ao Grupo Cidade de Comunicação, no Ceará.
Medidas adotadas por Bolsonaro
Antes da eleição presidencial de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro lançou mão de uma série de medidas para tentar conter a alta dos combustíveis, em meio à pressão inflacionária provocada pela guerra entre Rússia e Ucrânia e ao desgaste político do governo. 
As ações envolveram principalmente corte de tributos federais e mudanças no ICMS, imposto estadual.
Em março de 2022, o governo federal zerou as alíquotas de Pis e Cofins sobre o óleo diesel, com custo fiscal bancado pela União, como forma de aliviar o preço do combustível mais sensível para o transporte de cargas e para a inflação.
Poucos meses depois, em junho de 2022, Bolsonaro sancionou a lei que limitou a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações, ao classificá-los como bens essenciais. 
Com a medida, os estados ficaram proibidos de aplicar alíquotas acima do patamar geral, que variava entre 17% e 18%. Governadores estimaram perdas bilionárias de arrecadação e crit ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após carga roubada de KitKat, Nestlé lança plataforma para usuário checar origem de chocolate</title>
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<description><![CDATA[      Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa
REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo
A Nestlé lançou uma plataforma para rastrear unidades do chocolate KitKat após o roubo de uma carga de 12 toneladas do produto durante na Europa no último mês de março.
A plataforma chamada “rastreador de KitKat roubado” permite que o usuário utilize o código referente ao lote do produto para conferir se aquela unidade pertence à carga que foi roubada.
Em uma nota divulgada neste domingo (29), a KitKat confirmou que a carga do produto foi roubada no deslocamento entre a fábrica na área central da Itália e o destino final, na Polônia. 
A empresa também afirmou que o abastecimento não será afetado e disse estar trabalhando de perto com as autoridades locais para auxiliar na investigação, mas tranquilizou os consumidores:
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;A boa notícia: não há preocupações para a segurança do consumidor e o abastecimento não foi afetado&quot;, afirmam.
O caso aconteceu pouco tempo antes da Páscoa, o que gerou certa apreensão sobre a possibilidade de escassez justamente nessa data. (relembre abaixo)
Roubo de 12 toneladas de chocolate
A carga de 12 toneladas do chocolate KitKat desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.
A Nestlé confirmou em um comunicado que &quot;um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa&quot;.
&quot;Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat&quot;, comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. &quot;Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate&quot;, acrescentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto. 
A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que &quot;o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos&quot;. 
&quot;As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos&quot;, acrescentou.
Também advertiu que as barras de chocolate roubadas &quot;podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus&quot;.
A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra. 
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Dólar recua a R$ 5,17 atento a sinais de trégua no Irã; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com queda na sessão desta quarta-feira (1º), recuando 0,26% por volta das 10h45, aos R$ 5,1651. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançava 0,53% aos 188.467 pontos.
O clima nos mercados globais segue influenciado pelos desdobramentos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Sinais de possível redução das tensões têm sustentado o otimismo dos investidores e pressionado os preços do petróleo.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Nos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também declarou na terça-feira que o país deixará o território persa “muito em breve”.
Com a possibilidade de desescalada da guerra, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,37%, negociados a US$ 101,51.
▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também declarou que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.
Para tentar segurar o preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção para importadores do combustível. O incentivo será de R$ 1,20 por litro importado, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.
▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no setor privado dos EUA, medidos pela ADP, além dos índices de gerentes de compras (PMI) da indústria calculados pela S&amp;P Global e pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM).
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,20%;
Acumulado do mês: +0,87%;
Acumulado do ano: -5,65%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,25%;
Acumulado do mês: -0,70%;
Acumulado do ano: +16,35%.
Trump sinaliza saída da guerra no Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que a participação americana no conflito pode terminar em breve. 
Na terça-feira (31), ele afirmou que os EUA devem deixar o Irã “muito em breve” e disse que Teerã não precisa necessariamente assinar um acordo formal para que os ataques sejam interrompidos.
Uma reportagem publicada na segunda-feira (30) pelo &quot;The Wall Street Journa&quot;, citando fontes do governo americano, afirmou que Trump teria dito a assessores que está disposto a encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado. 
Segundo o jornal, o presidente e seus conselheiros avaliam que uma operação militar para reabrir completamente a rota marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido por Trump.
A estratégia discutida pelo governo seria concentrar os ataques em alvos militares considerados centrais, como a marinha iraniana e a capacidade de lançamento de mísseis do país. Depois dessa fase, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.
As declarações do presidente também vieram acompanhadas de críticas a aliados dos EUA. Trump afirmou que outros países deveriam “buscar seu próprio petróleo” e reclamou da falta de maior envolvimento desses governos no esforço militar.
Ele também voltou a ameaçar reduzir o apoio militar a aliados europeus, citando especialmente o Reino Unido. 
Segundo Trump, o governo britânico poderia ter de lidar sozinho com eventuais confrontos no Estreito de Ormuz — embora o país não tenha participado diretamente da guerra. 
O presidente ainda sugeriu que países europeus passem a comprar petróleo dos EUA, afirmando que o país “tem bastante”.
Os efeitos do conflito também começam a aparecer em alguns mercados. 
Nos EUA, o preço médio da gasolina ultrapassou US$ 4 por galão na terça-feira, o nível mais alto desde 2022. O aumento dos combustíveis pode trazer pressão adicional para a economia americana em um ano de eleições para o Congresso.
Mercados globais
As bolsas ao redor do mundo operam em alta nesta quarta-feira após sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo Irã, EUA e Israel. 
O movimento ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os ataques americanos ao Irã podem terminar em duas ou três semanas. 
Com a perspectiva de diminuição do conflito, o preço do petróleo recuou e chegou a cair brevemente abaixo de US$ 100 por barril, o que ajudou a sustentar o clima mais positivo nos mercados.
Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em alta. Os futuros do Dow Jones e do S&amp;P 500 avançavam 0,4%, enquanto os do Nasdaq subiam 0,6%.
Na Europa, as principais bolsas também registravam ganhos nas primeiras negociações do dia. O índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 1,8%, para 10.356,41 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,3%, para 7.920,89, e o DAX, da Alemanha, ganhava 1,6%, para 23.052,89. 
O índice pa ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Petrobras eleva preços do querosene de aviação em 55%, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% para as distribuidoras em abril, segundo informações da agência Reuters.
Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos. O g1 procurou a Petrobras para confirmar o reajuste, mas, até a última atualização desta reportagem, a empresa não havia se manifestado.
Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, informou que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação a partir desta quarta-feira (1º).
Segundo a empresa, o reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Se confirmado, o aumento pode ampliar a pressão sobre o setor aéreo brasileiro, em um momento em que duas das maiores companhias do país, Gol e Azul, ainda se recuperam de processos recentes de reestruturação de dívidas.
???? O querosene de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas. No Brasil, ele representa mais de 30% das despesas operacionais do setor. A Petrobras, maior produtora de petróleo do país, responde pela maior parte do refino e pela oferta desse combustível no mercado nacional.
*Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:00:17 -0300</pubDate>
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<title>Lula diz que medidas para conter preços dos combustíveis não têm &amp;apos;nada a ver&amp;apos; com as adotadas no governo Bolsonaro</title>
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<description><![CDATA[      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1) que as medidas tomadas pelo seu governo para conter o preço dos combustíveis não têm &quot;nada a ver&quot; com as tomadas no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro para a mesma finalidade (entenda mais abaixo).
&quot;Não vamos comparar com a política do Bolsonaro, porque não tem nada a ver, até porque a situação é totalmente diferente. Nós temos uma guerra. Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã. Alegando o quê? Que no Irã tinha arma nuclear. Mentira. Eu digo porque eu fui, em 2010, ao Irã fazer um acordo — e fizemos o acordo — e depois os EUA não aceitaram, nem a União Europeia&quot;, afirmou.
Lula reforçou que a decisão de zerar a cobrança de impostos sobre o diesel — anunciada em 12 de março — têm como pano de fundo o cenário de tensão no Oriente Médio.
O presidente mencionou ainda a tentativa de acordo com governadores em torno do ICMS. Segundo ele, algo que não pode acontecer &quot;na marra&quot;, mas, sim, com acordo (leia mais abaixo).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Pelo menos 20 estados já chegaram a um acordo com o governo federal para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país. 
A expectativa do Executivo, contudo, é que a ampla participação aumente a efetividade da medida no controle dos preços.
&quot;O que estou fazendo neste instante, por conta da guerra: o Irã bloqueou o Estreito de Ormuz, e está faltando óleo diesel. O Brasil importa 30% do óleo diesel e produz 70%, e o preço está aumentando no mundo inteiro. Tomamos a atitude de isentar PIS e Cofins, equivalente a 32 centavos no preço do óleo diesel, para a Petrobras não precisar aumentar. E fizemos isenção para os governadores não precisarem aumentar também&quot;, disse Lula.
“Agora mesmo, propusemos aos governadores um acordo para que eles reduzam o ICMS, e o governo paga metade e eles a outra metade — tudo isso com acordo. Não queremos fazer na marra. Queremos fazer o acordo, e isso vai acontecer. Vamos continuar fazendo todo o esforço&quot;, emendou.
O presidente mencionou ainda que há casos de pessoas e empresas que estariam recebendo o benefício para não reajustar os preços do diesel, mas que, mesmo assim, estariam aumentando os valores. 
Segundo Lula, a Polícia Federal e os órgãos de defesa do consumidor dos estados estão fiscalizando a situação e disse que, se houver irregularidades, os responsáveis poderão ser punidos.
&quot;O que acontece é que, como você tem gente de mau caráter neste país, tem gente que está recebendo para não aumentar e está aumentando. Então nós estamos com a Polícia Federal, com todos os Procons dos estados, tudo fiscalizando, porque vamos ter que colocar alguém na cadeia&quot;, justificou Lula.
As declarações foram feitas durante entrevista ao Grupo Cidade de Comunicação, no Ceará.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a abertura da 2º Conferência Nacional do Trabalho, no Teatro Celso Furtado. São Paulo - SP.
Ricardo Stuckert/PR
Medidas adotadas por Bolsonaro
Antes da eleição presidencial de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro lançou mão de uma série de medidas para tentar conter a alta dos combustíveis, em meio à pressão inflacionária provocada pela guerra entre Rússia e Ucrânia e ao desgaste político do governo. 
As ações envolveram principalmente corte de tributos federais e mudanças no ICMS, imposto estadual.
Em março de 2022, o governo federal zerou as alíquotas de Pis e Cofins sobre o óleo diesel, com custo fiscal bancado pela União, como forma de aliviar o preço do combustível mais sensível para o transporte de cargas e para a inflação.
Poucos meses depois, em junho de 2022, Bolsonaro sancionou a lei que limitou a cobrança do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações, ao classificá-los como bens essenciais. 
Com a medida, os estados ficaram proibidos de aplicar alíquotas acima do patamar geral, que variava entre 17% e 18%. Governadores estimaram perdas bilionárias de arrecadação e criticaram a falta de compensação integral.
À época, o pacote foi interpretado como uma tentativa do governo de reduzir o impacto da inflação sobre o eleitorado no ano eleitoral, especialmente diante da escalada dos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre atento a sinais de trégua na guerra no Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (1º) em queda, recuando 0,44% na abertura, aos R$ 5,1561. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
O clima nos mercados globais segue influenciado pelos desdobramentos da guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Sinais de possível redução das tensões têm sustentado o otimismo dos investidores e pressionado os preços do petróleo.
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▶️ Nos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que o conflito com o Irã pode chegar ao fim em duas a três semanas, mesmo sem um acordo formal com Teerã. O republicano também declarou na terça-feira que o país deixará o território persa “muito em breve”.
Com a possibilidade de desescalada da guerra, os preços do petróleo recuam no mercado internacional. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos do barril do Brent para junho caíam 2,37%, negociados a US$ 101,51.
▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo fará esforços para evitar uma alta no preço do diesel, combustível que influencia o custo dos alimentos. Ele também declarou que a guerra no Irã não pode prejudicar os brasileiros.
Para tentar segurar o preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram uma subvenção para importadores do combustível. O incentivo será de R$ 1,20 por litro importado, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.
▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de emprego no setor privado dos EUA, medidos pela ADP, além dos índices de gerentes de compras (PMI) da indústria calculados pela S&amp;P Global e pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM).
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,20%;
Acumulado do mês: +0,87%;
Acumulado do ano: -5,65%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,25%;
Acumulado do mês: -0,70%;
Acumulado do ano: +16,35%.
Sinais da guerra
Donald Trump disse a assessores que está disposto a encerrar a guerra contra o Irã mesmo com o Estreito de Ormuz fechado. As informações foram reveladas pelo jornal &quot;The Wall Street Journal&quot; na segunda-feira (30), com base em relatos de autoridades.
Segundo a reportagem, nos últimos dias, Trump e conselheiros avaliaram que uma operação para reabrir totalmente a rota marítima — por onde passa grande parte do petróleo mundial — prolongaria o conflito além do prazo de seis semanas prometido pelo presidente.
O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã tem pressionado os preços do petróleo e afetado diversos setores ao redor do mundo.
O impacto pode prejudicar a economia dos Estados Unidos em um ano de eleições para a Câmara e o Senado.
Diante disso, Trump teria afirmado que os EUA devem focar nos principais objetivos da guerra: enfraquecer a marinha iraniana e reduzir a capacidade de mísseis do país. A partir daí, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.
Já nesta terça-feira, os EUA anunciaram que sobrevoaram o Irã pela primeira vez desde o início da guerra com bombardeiros B-52. As aeronaves têm capacidade nuclear e são consideradas a &quot;espinha dorsal&quot; da força de bombardeiros estratégicos americanos.
As informações foram reveladas primeiro pelo jornal The New York Times. A ação no espaço aéreo iraniano sugere enfraquecimento das forças do Irã, já que esse tipo de aeronave, apesar de potente, é mais vulnerável a sistemas de defesa antiaérea.
Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, os B-52 devem ser usados para bombardear cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã.
O objetivo das Forças dos EUA é impedir que o país reponha munições usadas na guerra.
Mercados globais
As bolsas ao redor do mundo operam em alta nesta quarta-feira após sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo Irã, EUA e Israel. 
O movimento ganhou força depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na terça-feira que os ataques americanos ao Irã podem terminar em duas ou três semanas. 
Com a perspectiva de diminuição do conflito, o preço do petróleo recuou e chegou a cair brevemente abaixo de US$ 100 por barril, o que ajudou a sustentar o clima mais positivo nos mercados.
Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em alta. Os futuros do Dow Jones e do S&amp;P 500 avançavam 0,4%, enquanto os do Nasdaq subiam 0,6%.
Na Europa, as principais bolsas também registravam ganhos nas primeiras negociações do dia. O índice FTSE 100, do Reino Unido, subia 1,8%, para 10.356,41 pontos. O CAC 40, da França, avançava 1,3%, para 7.920,89, e o DAX, da Alemanha, ganhava 1,6%, para 23.052,89. 
O índice pan-europeu STOXX 600 também operava em alta, com avanço de 2,45%, aos 597,42 pontos.
Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai termi ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/o-pais-da-europa-que-promete-milhares-de-empregos-a-brasileiros-e-vistos-que-saem-em-2-semanas</link>
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<description><![CDATA[      Torcedor da Finlândia em jogo de tênis na cidade espanhola de Málaga, em 2024
Clive Brunskill/Getty Images for ITF
Se todos os brasileiros que vivem na Finlândia se reunissem, não encheriam uma única arquibancada de um estádio de futebol — são, afinal, 2.611 pessoas, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Mas, daqui a alguns anos, talvez lotem um estádio inteiro.
O governo finlandês diz que as empresas do país planejam contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas, ao lado de indianos e vietnamitas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Para isso, a Finlândia pretende agilizar a concessão de vistos, reduzindo o prazo de emissão para até duas semanas, caso o estrangeiro tenha uma proposta de trabalho, e negocia com o Brasil um acordo bilateral de previdência social.
Na prática, isso permitiria que os brasileiros que trabalharem na Finlândia, que lidera o ranking dos países mais felizes do mundo, mantenham o direito à aposentadoria no Brasil caso decidam retornar.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Por que a Finlândia busca brasileiros
A expectativa de preencher 140 mil vagas, com brasileiros entre os profissionais visados, se ancora em duas mudanças profundas no mercado de trabalho finlandês.
A primeira é o crescimento do setor de tecnologia no país, com o surgimento de startups ligadas a pesquisadores recém-formados e também de empresas que buscam uma alternativa ao alto custo de operação em outras partes da Europa.
A segunda é a dificuldade de contratar e manter trabalhadores da Rússia e da Ucrânia, que eram parte importante da mão de obra estrangeira na Finlândia, em razão da guerra que já dura quatro anos e não tem previsão de término.
Quem diz isso é Laura Lindemann, diretora do Work in Finland, órgão governamental voltado à promoção do mercado finlandês e à atração de estrangeiros, ao explicar por que os brasileiros passaram a ser buscados.
&quot;Avaliamos diferentes países sob a perspectiva das empresas finlandesas e da internacionalização — onde elas estão, para onde exportam ou querem exportar — e também onde há grande oferta de profissionais&quot;, afirma Lindemann.
&quot;Também foi considerado o fato de a Finlândia já estar presente no país, com escritório da Business Finland, uma embaixada, ou seja, não é preciso começar tudo do zero. As conexões entre Finlândia e Brasil já existem.&quot;
Biblioteca Central de Helsinque Oodi, em Helsinque, capital da Finlândia
Kimmo Brandt/EPA/Shutterstock
Mas há ainda um terceiro fator — e, talvez, o mais importante: a Finlândia depende da imigração para evitar o encolhimento populacional, afirma a executiva, amparando-se em dados do Statistics Finland, órgão que tem como seu equivalente no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Hoje, nove em cada dez municípios finlandeses registram mais mortes do que nascimentos. &quot;A Finlândia está envelhecendo, e não pode haver um gargalo para o crescimento do país por falta de talentos&quot;, diz Lindemann.
&quot;Estimamos que, nos próximos anos, 1 milhão de finlandeses vão se aposentar. É um número enorme para um país com pouco menos de 6 milhões de habitantes.&quot;
Auroras boreais em Rovaniemi, na Lapônia, um dos maiores atrativos turísticos da Finlândia
Alexander Kuznetsov/Handout via Reuters
As áreas e perfis mais buscados
Atualmente, há quase 800 vagas abertas, segundo o Work in Finland. A instituição reúne grande parte das oportunidades em seu portal, mas há posições oferecidas apenas nos sites das empresas — por isso, os interessados devem ampliar a busca.
As oportunidades envolvem formações em diversos campos, segundo Lindemann. &quot;Todas as áreas das ciências naturais são necessárias — matemática, física, química —, porque são importantes para o setor de deep tech, que concentra os novos negócios na Finlândia.&quot;
&quot;Deep tech significa que há pesquisa e, a partir dela, surgem inovações que são comercializadas. Inteligência artificial, computação quântica, semicondutores, microchips, tecnologia voltada à saúde — estamos falando desse campo&quot;, diz a executiva. 
&quot;Empresas como a IQM, a Bluefors e a SemiQon trabalham com isso e estão se expandindo rapidamente.&quot;
É preciso, portanto, ter interesse em pesquisa. No país, aliás, pesquisadores que estão fazendo um doutorado são tratados como profissionais e, em sua maioria, são funcionários das universidades.
&quot;Nossas universidades e empresas trabalham muito próximas, e o setor público também atua bastante com elas, financiando a pesquisa e o desenvolvimento desses ecossistemas&quot;, diz Lindemann.
Ela acrescenta que o setor de desenvolvimento de software, embora também seja valorizado, está em profunda transformação por causa do avanço da inteligência artificial. 
&quot;Então, nesta área, não basta ter apenas habilidades básicas. É preciso ter algo a mais.&quot;
Licença-paternidade ampliada: veja o que muda
Todas as posições requerem domínio do inglês. Para obter um visto de trabalho, não ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT</title>
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<description><![CDATA[      Emprego, carteira de trabalho, Espírito Santo, vagas de trabalho
Reprodução/ TV Gazeta
Um novo mês começa e, como de costume, muitos trabalhadores já enxergam no horizonte o pagamento de seus salários. Muitas empresas mantêm o costume de fazer o depósito nos primeiros dias de cada mês — mas quando cai o quinto dia útil de abril neste ano?
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Neste mês, a data será no dia 7, terça-feira. Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados. A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.
Confira os primeiros dias úteis de abril:
1° dia útil: 1º de abril, quarta-feira;
2° dia útil: 2 de abril, quinta-feira;
3 de abril, sexta-feira — FERIADO;
3° dia útil: 4 de abril, sábado;
4° dia útil: 6 de abril, segunda-feira
5° dia útil: 7 de abril, terça-feira.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Quando caem os pagamentos de 2026?
Neste ano, a maioria das datas de pagamento para trabalhadores com carteira assinada cai em dias úteis da semana. Veja abaixo:
Abril: Terça-feira, dia 7
Maio: Quinta-feira, dia 7
Junho: Sexta-feira, dia 5
Julho: Segunda-feira, dia 6
Agosto: Quinta-feira, dia 6
Setembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)
Outubro: Terça-feira, dia 6
Novembro: Sexta-feira, dia 6 (5º dia útil no sábado)
Dezembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)
O que fazer se o salário não cair até o quinto dia útil?
De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento deve ser feito até o quinto dia útil do mês seguinte. Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária. O sindicato também pode entrar com ação contra o empregador.
Em casos de atrasos recorrentes, a Justiça do Trabalho entende que há descumprimento do contrato, o que pode justificar a rescisão indireta — quando o funcionário deixa o emprego com direito às verbas de uma demissão sem justa causa.
Além disso, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com multa por trabalhador prejudicado, e ainda ser alvo de investigação pelo Ministério Público do Trabalho. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel e conter a alta dos preços</title>
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<description><![CDATA[      Parte do custo de diesel importado passa a ser pago pelo governo
O governo federal e os estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país. 
A medida surge em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Como o Brasil ainda depende da importação de parte do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população. 
Diante disso, União e governos estaduais decidiram atuar de forma conjunta para reduzir esse efeito no curto prazo e garantir maior estabilidade no fornecimento.
Veja abaixo os principais pontos do acordo:
O que foi decidido?
O governo federal e os estados apresentaram uma proposta conjunta para criar uma subvenção — ou seja, um apoio financeiro — ao diesel importado. 
A medida foi discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), presidido pelo Ministério da Fazenda, e do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), em São Paulo, e tem como objetivo reduzir os impactos da alta internacional do petróleo sobre o mercado interno.
Na prática, o poder público passa a arcar com parte do custo do combustível importado, tentando evitar repasses mais intensos ao consumidor final.
Qual será o valor do subsídio?
A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados. 
A divisão busca repartir o custo da medida e facilitar a adesão dos governos estaduais, reduzindo a pressão sobre apenas um nível de governo.
Quem terá direito ao benefício?
O benefício será direcionado aos importadores de diesel, empresas responsáveis por trazer o combustível do exterior para complementar a oferta no país. 
Como o Brasil ainda depende da importação para atender parte da demanda interna, o apoio busca garantir que essas operações continuem ocorrendo mesmo em um cenário de preços elevados no mercado internacional.
Qual é o objetivo da medida?
O principal objetivo é garantir a previsibilidade e a segurança no abastecimento de diesel no país, além de conter a pressão de alta nos preços. Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos. 
A subvenção tenta suavizar esse impacto e dar mais estabilidade ao mercado no curto prazo.
Por quanto tempo o subsídio vai valer?
A medida terá caráter temporário e deve vigorar por até dois meses. O prazo limitado foi definido para evitar que a política se torne permanente e gere um impacto duradouro nas contas públicas. 
A ideia é atuar apenas durante o período mais crítico da alta de preços, preservando o caráter emergencial da ação.
Os estados são obrigados a participar?
Não. A adesão à proposta é voluntária, o que significa que cada estado pode decidir se participa ou não do programa. Apesar disso, a maioria já sinalizou apoio. Levantamento do g1 mostra que pelo menos 20 estados indicaram adesão à proposta.
A expectativa do governo é que a ampla participação aumente a efetividade da medida no controle dos preços.
Como será a participação dos estados?
A contribuição dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada unidade da federação. Ou seja, estados com maior consumo tendem a arcar com uma parcela maior do custo. 
Além disso, ficou definido que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando o caráter voluntário do acordo.
Por que o governo não reduziu impostos diretamente?
Uma proposta inicial previa zerar o ICMS sobre a importação de diesel, com compensação parcial da União pelas perdas de arrecadação dos estados. 
No entanto, a ideia enfrentou resistência, já que os governos estaduais argumentaram que ainda se recuperam de perdas anteriores e que a redução do imposto poderia afetar o financiamento de serviços públicos. 
Diante disso, a alternativa encontrada foi o subsídio direto, considerado mais viável politicamente.
Essa medida substitui outras ações já anunciadas?
Não. A subvenção se soma a outras iniciativas já adotadas pelo governo federal para conter a alta do diesel. Entre elas estão a isenção de tributos federais, como PIS e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), e um subsídio anterior concedido pela União.
O conjunto de medidas busca reduzir o impacto acumulado da alta internacional do petróleo sobre os preços internos.
Por que o diesel está subindo?
A alta do diesel está diretamente ligada ao aumento do preço do petróleo no mercado internacional. Esse movimento foi intensificado por tensões e conflito ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>SpaceX reúne 21 bancos para mega IPO com codinome Projeto Apex</title>
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<description><![CDATA[      Nave Starship em foto divulgada pela SpaceX em 13 de outubro de 2025
Divulgação/SpaceX
A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31), formando um dos maiores grupos de subscrição dos últimos anos.
A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street. A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.
Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta — ou seja, são os bancos responsáveis por liderar a operação —, segundo as fontes, que pediram anonimato porque o processo não é público. 
Outros 16 bancos participam com funções menores, acrescentaram.
Veja os vídeos em alta no g1
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Cerca de metade dos bancos envolvidos ainda não havia sido divulgada. O tamanho do grupo destaca a dimensão e a complexidade da oferta planejada.
Os bancos, além dos bookrunners ativos, incluem:
Allen &amp; Co    
Barclays    
BTG Pactual  do Brasil    
Deutsche Bank    
ING Groep, da Holanda     
Macquarie    
Mizuho    
Needham &amp; Co    
Raymond James   
Royal Bank of Canada    
Société Générale    
Banco Santander    
Stifel  
UBS     
Wells Fargo     
William Blair
Espera-se que os bancos atuem junto a investidores institucionais, clientes de alta renda e varejo, além de operarem em diferentes regiões geográficas, informou a Reuters anteriormente.
O plano pode sofrer alterações, e outros bancos ainda podem ser incluídos, segundo as fontes.
A SpaceX, sediada no Texas, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário. Bank of America, Barclays, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JPMorgan, Mizuho, Santander e Wells Fargo não quiseram comentar. Os demais bancos também não responderam aos pedidos.
Nos últimos anos, grandes consórcios em ofertas públicas iniciais tornaram-se mais comuns em operações de grande porte.
A fabricante de chips ARM Holdings trabalhou com cerca de 30 bancos em sua listagem de 2023, enquanto o Alibaba Group reuniu um grupo de tamanho semelhante de instituições para sua estreia recorde em 2014. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Licença&#45;paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias</title>
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<description><![CDATA[ Licença-paternidade ampliada
A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias, sancionada nesta terça-feira (31) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não entra em vigor de uma só vez. 
A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029. Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.
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A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década e encerra uma espera de 38 anos pela regulamentação de um direito previsto na Constituição de 1988. 
O texto sancionado cria o chamado salário‑paternidade, incorpora o benefício às regras da Previdência Social e amplia o número de trabalhadores que poderão ter acesso ao afastamento remunerado.
Pela lei, a ampliação será feita em etapas:
10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;
15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;
20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029. 
➡️ Até o início de 2027, permanece válida a regra atual, que garante cinco dias corridos de licença-paternidade, pagos pela empresa.
A transição, segundo parlamentares e especialistas, foi desenhada para permitir a adaptação gradual das empresas e do sistema previdenciário ao novo modelo.
Abaixo, saiba ainda: 
Quem paga durante a fase de transição?
Quem terá direito à licença-paternidade ampliada?
Em que situações o benefício pode ser negado?
Como fica em casais homoafetivos?
O trabalhador terá estabilidade?
Como fica o Programa Empresa Cidadã?
Avanço histórico 
Quem paga durante a fase de transição?
Uma das principais mudanças trazidas pela nova lei é a criação do salário‑paternidade, que passa a ter natureza de benefício previdenciário, nos moldes do salário‑maternidade.
Na prática, a empresa continuará pagando o salário do trabalhador durante o período de afastamento e, depois, será reembolsada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O empregado terá direito à remuneração integral ou ao valor equivalente à média dos últimos seis salários de contribuição.
A regra também permite que a licença seja emendada às férias, mas não autoriza a divisão do período.
Quem terá direito à licença-paternidade ampliada?
Outra mudança relevante é a ampliação do número de trabalhadores que passam a ter acesso ao benefício. Além dos empregados com carteira assinada, a nova lei inclui:
trabalhadores autônomos;
empregados domésticos;
microempreendedores individuais (MEIs);
demais segurados do INSS.
Hoje, o direito está concentrado principalmente nos trabalhadores formais regidos pela CLT.
Em que situações o benefício pode ser negado?
Pela nova lei, o benefício poderá ser negado ou suspenso em casos de violência doméstica ou familiar, além de situações de abandono material — quando o pai deixa de prestar assistência financeira à criança.
O salário-paternidade também poderá ser suspenso caso o trabalhador não se afaste efetivamente de suas atividades durante o período da licença.
A lei prevê algumas situações em que o período de licença poderá ser ampliado:
Falecimento da mãe: O pai ou companheiro passa a ter direito ao período da licença-maternidade, que varia de 120 a 180 dias.
Criança com deficiência: Caso o recém-nascido — ou a criança ou adolescente adotado — tenha deficiência, a licença-paternidade será ampliada em um terço. Na prática, isso pode representar cerca de 13, 20 ou aproximadamente 27 dias, dependendo da fase de implementação da nova regra.
Adoção ou guarda unilateral: Quando o pai adota sozinho a criança ou obtém a guarda sem a participação da mãe ou de um companheiro, ele também terá direito ao período equivalente ao da licença-maternidade.
Parto antecipado: A licença-paternidade também será estendida e garantida nesses casos, independente do motivo para atencipação do parto.
Internação da mãe ou do recém-nascido: O início da licença poderá ser adiado e passará a contar apenas após a alta hospitalar da mãe ou da criança.
Ausência do nome da mãe no registro civil: Se no registro de nascimento não constar o nome da mãe, o pai terá direito a uma licença equivalente à licença-maternidade de 120 dias, além da estabilidade no emprego prevista nesses casos.
Como fica em casais homoafetivos?
O Supremo Tribunal Federal já decidiu, em casos específicos, pela concessão de licença-maternidade em casais homoafetivos. No entanto, a aplicação das regras para casais formados por dois homens ainda depende de análise caso a caso.
De acordo com a nova lei, um dos integrantes do casal poderá receber a equiparação à licença e ao salário-maternidade.
O texto também estabelece que, em casos de adoção por casais homoafetivos, uma pessoa poderá usufruir do período referente à licença-maternidade, enquanto a outra terá direito ao período vinculado à licença-paternidade.
O trabalhado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 06:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volvo EX30 Ultra Twin Motor: como anda o SUV mais rápido já registrado pela marca no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Volvo EX30 Ultra Twin Motor
divulgação/Volvo
O Volvo EX30 Ultra Twin Motor quebra uma lógica comum do mercado automotivo: a de que os carros mais rápidos também são, necessariamente, os mais caros da marca. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em míseros 3,6 segundos, custando nem tão míseros R$ 309.950.
Muito longe de ser barato, o valor é menos da metade do imponente EX90, o modelo mais caro da Volvo, que custa R$ 849.950 e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Esse EX30 &quot;turbinado&quot; também custa menos que os R$ 329.950 do EX40.
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A pergunta é: por que apimentar logo o modelo mais barato da marca? A aposta da Volvo é fazer o EX30 ir além do papel de porta de entrada e oferecer uma experiência atraente para quem gosta de desempenho.
O novo modelo tem dois motores, um em cada eixo, que juntos entregam 428 cv de potência. São 156 cv a mais que a versão tradicional do EX30. Agora, cada eixo traciona um par de rodas, formando um sistema de tração integral, em vez da tração traseira do modelo mais simples.
O g1 dirigiu o novo EX30 em trechos urbanos e de estrada. Em ambos os cenários, foi fácil perceber o desempenho do novo conjunto.
Pisou, o EX30 responde imediatamente em qualquer situação. O modelo não teve dificuldade em ultrapassagens ou arrancadas, o que ficou evidente nas saídas de pedágio ao longo do test-drive. O maior cuidado era conter a empolgação até o limite de 120 km/h da rodovia.
A performance é superior ao clássico Golf GTI, por exemplo — e o modelo ainda é mais barato. O hatch esportivo da Volkswagen custa R$ 430 mil e leva 6,1 segundos para ir de 0 a 100 km/h, quase o dobro do tempo.
A pegada esportiva deixa a suspensão do EX30 um pouco rígida, e uma calibração mais macia seria bem-vinda no uso urbano. Na estrada, o acerto funciona muito bem.
Nas curvas mais rápidas, a tração integral e os sistemas de assistência ao motorista garantem a segurança esperada de um Volvo. Ao longo do trajeto, não houve sensação de perda de controle em condições normais de condução.
Esse limite só é ultrapassado se o motorista insistir muito, já que sistemas como controle de estabilidade e distribuição de torque entram em ação para manter o carro sob controle.
A sensação ao dirigir lembra a de um kart: posição de condução mais baixa, carro curto e respostas rápidas.

Fora a esportividade, quase nada muda neste EX30
No design, é quase impossível distinguir a nova versão das demais do EX30, exceto pelo tamanho das rodas: no Ultra Twin Motor, elas são de 20 polegadas, enquanto no modelo de entrada são de 19.
Mesmo com foco em desempenho, o Volvo EX30 Ultra Twin Motor mantém porte de SUV compacto, com dimensões próximas às de modelos conhecidos do mercado, como:
Volkswagen Tera: o EX30 é 8 centímetros mais comprido;
Honda WR-V: o EX30 é 9 centímetros mais curto;
Jeep Renegade: o EX30 é 3 centímetros mais curto.
Volvo EX30 Ultra Twin Motor
Durante o trajeto, foi difícil ignorar o nível de minimalismo adotado pela marca sueca:
Não há informações exibidas à frente do motorista, já que o painel de instrumentos simplesmente não existe;
Tudo fica concentrado na central multimídia, que oferece amplo espaço para informações em sua tela de 12,3 polegadas;
“Tudo” é literal: velocímetro, indicadores de luzes e sistemas de assistência à condução ficam ali. Para conferir a velocidade, é necessário desviar o olhar para a tela lateral;
Ao olhar para a velocidade, o sistema alerta que é preciso manter a atenção na estrada;
Os ajustes dos retrovisores também ficam na central, e não em botões na porta. Para subir ou descer o espelho, é preciso acessar o menu, selecionar a função e usar os comandos do volante;
Até a abertura do porta-luvas é feita apenas pela tela.
Todo esse minimalismo, aliado à menor carroceria já oferecida pela Volvo no Brasil e à ausência de itens presentes em modelos maiores — como o sensor a laser do EX90, usado para ampliar a percepção do ambiente no trânsito —, contribui para que o carro tenha um preço mais baixo.
Volvo EX30 Ultra Twin Motor por dentro
Há uma curva de aprendizado para se adaptar aos comandos concentrados na tela. No teste, foi necessário passar algum tempo com o carro antes da viagem para memorizar onde ficam funções básicas, como o acesso ao porta-luvas.
A ausência de botões físicos para o ar-condicionado já parece uma tendência consolidada, mas a falta de comandos dedicados para o porta-luvas e os retrovisores ainda incomoda. Nada, porém, pesa tanto quanto o velocímetro no centro da tela — que nem sequer aparece com números grandes, como nos modelos da Mini.
Sistema de som chamou atenção
Em testes desse tipo, realizados durante lançamentos, raramente há tempo para explorar o sistema de som dos carros. Com o Volvo EX30, porém, isso foi possível, e a soundbar frontal chamou a atenção pela fidelidade sonora.
Foram ouvidas músicas de rock e eletrônica, com forte presença de sintetizadores. Nas faixas com instrumentos acústicos, o chimbal e ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 05:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que o ovo de Páscoa continua caro mesmo com a queda do preço do cacau</title>
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<description><![CDATA[      De onde vem o que eu como: chocolate
O preço do cacau despencou no Brasil e nas bolsas internacionais, mas o consumidor continua pagando caro pelo chocolate nesta Páscoa. Até a metade de março, a inflação do chocolate em barra e dos bombons subiu 24,8% em 12 meses, segundo o IBGE.
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No campo, o movimento é o oposto. Produtores de cacau da Bahia, por exemplo, estão recebendo, em média, R$ 167 por arroba — menos de um quarto do valor registrado em março do ano passado (R$ 718), segundo a consultoria Mercado do Cacau.
No Pará, a queda também foi acentuada: hoje, indústria e comerciantes pagam apenas R$ 9,50 pelo quilo do cacau ao produtor, contra R$ 44 no mesmo período do ano passado.
O que explica a diferença de preço
O descompasso entre os preços ocorre porque as amêndoas usadas na produção dos chocolates desta Páscoa foram compradas quando o cacau ainda atingia valores recordes no mercado internacional, explica o analista de mercado da StoneX Brasil, Lucca Bezzon.
???? Atualmente, o cacau é negociado na Bolsa de Nova York a cerca de US$ 3 mil por tonelada. Há um ano, a cotação chegava a US$ 8 mil.
Bezzon explica que a indústria trabalha com compras antecipadas de matéria-prima. &quot;As fabricantes de chocolate compram a manteiga e o pó de cacau das moageiras (processadoras) com antecedência de 6 a 12 meses&quot;, diz o analista.
“Para a produção dos chocolates desta Páscoa, a indústria chegou a pagar entre US$ 6 mil e US$ 10 mil por tonelada pelos subprodutos do cacau. Hoje, esse valor caiu para cerca de US$ 3 mil.”
Enquanto o produtor recebe menos pelo cacau e o consumidor paga mais pelo chocolate, a indústria tem aproveitado esse momento para aumentar seus lucros.
&quot;A indústria de chocolate passou anos com margens apertadas devido ao déficit global de cacau e agora prioriza a recuperação dessas margens antes de repassar qualquer redução ao consumidor&quot;, diz o sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo.
Segundo ele, a queda de preços no supermercado deve ocorrer a partir do segundo semestre deste ano.
Bezzon, da StoneX Brasil, tem avaliação semelhante. &quot;Se os preços internacionais e domésticos do cacau se mantiverem baixos, haverá uma normalização gradual ao longo do ano&quot;, diz.
Páscoa 2026: compare o preço dos ovos com os do ano passado
Antes de virar chocolate, semente do cacau sangra e morre; entenda
O que motivou a disparada de preços?
O preço alto do chocolate nas prateleiras ainda é resultado de uma forte queda na colheita de cacau no Brasil e nos principais produtores africanos, como Costa do Marfim e Gana, em 2024.
Os países sofreram com o El Niño, que provocou secas e excesso de chuvas no momento errado, além de pragas e doenças.
A indústria brasileira usa principalmente amêndoas nacionais na produção de chocolate, mas importa parte da matéria-prima, sobretudo de países africanos, para complementar a demanda. Em média, 80% é nacional e 20% vem do exterior.
&quot;Sem essas duas fontes de fornecimento, os preços domésticos subiram muito rápido&quot;, diz Bezzon.
&quot;As regiões de maior poder aquisitivo, como Europa e Estados Unidos, competiram pelo pouco cacau africano disponível, agravando a escassez em outros mercados&quot;, destaca.
Recuperação das colheitas
Ainda no ano passado, os preços do cacau começaram a cair para o produtor, principalmente após julho, puxados pela recuperação das colheitas no Brasil e em países africanos, diz Cogo.
Segundo o Itaú BBA, a produção mundial cresceu 11% na safra 2024/25, impulsionada por condições climáticas favoráveis na África e na América do Sul. A tendência é de nova alta na colheita deste ano.
“Após três safras consecutivas de déficit, algo que não ocorria desde o fim da década de 1960, o mercado iniciou um processo de normalização”, afirma o banco, em relatório.
Cogo destaca que outro fator que contribuiu para a queda dos preços no campo foi o aumento das importações, impulsionado pela queda do dólar.
Já o analista da StoneX Brasil afirma que a queda dos preços no campo se explica &quot;muito mais por falta de demanda do que por uma recuperação da produção&quot;.
&quot;A alta excessiva do preço do cacau gerou uma mudança nas fórmulas dos chocolates: as indústrias reduziram o tamanho das barras e substituíram a manteiga de cacau por outras gorduras e óleos&quot;, afirma.
&quot;Como as indústrias de confeitaria diminuíram a compra de subprodutos [do cacau], as moageiras também reduziram a compra de amêndoas, o que fez os preços no Brasil despencarem&quot;, destaca.
Protestos de agricultores
A queda dos preços no campo gerou protestos em regiões produtoras. Em fevereiro, por exemplo, agricultores interditaram a BR 101 em Ibirapitanga, no sul da Bahia, contra a importação e os baixos preços do cacau, exigindo do governo maior controle sanitário sobre a amêndoa que vem de outros países.
A resposta veio seis dias depois, quando o Ministério da Agricultura suspendeu temporariamente a importação de cacau da Costa do Marfim, alegando riscos de  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 05:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Do avião ao ovo: por que o petróleo afeta o preço de tudo?</title>
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<description><![CDATA[ Do avião ao ovo: por que o petróleo afeta o preço de tudo?
Uma guerra no Oriente Médio pode impactar o bolso dos brasileiros porque a região concentra grandes reservas de petróleo. E petróleo mais caro encarece combustíveis como gasolina e diesel, e aumenta o custo do transporte em um país onde quase tudo circula por caminhões.
Esse efeito em cascata chega aos preços de alimentos, produtos industriais e ao agronegócio, já que o petróleo também é matéria-prima de embalagens, plásticos e fertilizantes, pressionando a inflação e até as decisões sobre juros.
Neste vídeo, você vai entender quais são os efeitos da forte alta do petróleo para o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 05:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Eles mentiram no currículo e conseguiram emprego — mas o preço veio depois</title>
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<description><![CDATA[      As 5 mentiras mais comuns nos currículos — e como elas são descobertas por recrutadores
&quot;Menti que tinha uma pós-graduação. Fui contratada e acabei tendo que começar uma ‘pós’ que odeio&quot;. 
&quot;Falei que tinha Excel avançado (...) quando a chefe pedia as coisas, eu ia ao banheiro assistir vídeos para aprender ????&quot;. 
&quot;Coloquei no currículo que eu era pontual. Cheguei atrasada à entrevista e ao treinamento ????&quot;. 
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Relatos como esses, que poderiam soar como exceções constrangedoras, viraram conteúdo viral. Em vídeos que somam milhares de curtidas no TikTok, influenciadores leem histórias enviadas por seguidores que misturam humor, improviso e risco calculado no universo corporativo.
Em comum, a ideia de que uma &quot;mentirinha&quot; no currículo ou na entrevista pode ser o empurrão que faltava para entrar no mercado.
No perfil da influenciadora Tais Pitanga, conhecida por ler histórias enviadas por seguidores, um dos vídeos mais populares resume bem esse espírito: &quot;Minta no currículo. Minta na entrevista. Minta pros colegas de trabalho&quot;. 
Já no vídeo do criador Dennis Sloboda, o debate surge a partir da pergunta: &#039;Você já foi contratado depois de mentir no currículo?&quot;. 
As respostas vão de exageros técnicos a situações que beiram o absurdo, como inventar uma pós-graduação ou cadastrar o próprio número de telefone como referência profissional — mudando a voz quando o RH ligou.
Influenciadores de conteúdo, como Taís Pitanga e Dennis Sloboda, fazem sucesso com relatos de pessoas que mentiram em processos seletivos.
TikTok/ Reprodução
Por trás do tom de humor, no entanto, existe uma percepção comum: a de que dizer toda a verdade pode tornar o candidato menos competitivo em uma disputa por vaga.
O que aparece nas redes não está distante da realidade dos processos seletivos. Um levantamento da consultoria Robert Half mostra que 58% dos recrutadores já eliminaram candidatos por inconsistências no currículo logo nas primeiras etapas da seleção.
Ainda assim, as distorções persistem e costumam seguir um padrão bem definido. 
Segundo o estudo, as cinco mentiras mais comuns são:
????️ Habilidades técnicas exageradas, que não se sustentam na prática;
???? Experiência profissional inflada, com cargos ou responsabilidades ampliadas;
???? Proficiência em idiomas acima do nível real;
???? Motivos suavizados para desligamentos anteriores;
???? Conquistas e resultados descritos de forma mais grandiosa do que foram. 
Cerca de 74% dos profissionais afirmam nunca ter mentido em processos seletivos. Mesmo assim, 15% admitem já ter ajustado o currículo, e outros 10% dizem ter considerado essa possibilidade em algum momento.
Para Giovanna De Meo, mais cedo ou mais tarde, suas habilidades serão testadas no trabalho
Arquivo Pessoal
A designer Giovanna de Meo é um exemplo disso. Em 2006, recém-formada, ela enfrentava dificuldades para se inserir na própria área de formação. Depois de uma passagem frustrada por um banco, surgiu a chance de disputar uma vaga em Brasília.
A entrevista foi feita online, e a conversa fluía bem até surgir a pergunta: Você já está se mudando para a cidade?
A resposta honesta seria não. Giovanna não tinha casa, plano nem dinheiro sobrando. Tinha cerca de R$ 3 mil guardados e nenhuma estrutura montada. Ainda assim, respondeu que sim — e foi além.
“Falei: ‘Sexta-feira me mudo’. Era terça-feira. Ele respondeu: ‘Então te espero sexta, às três’. Se eu dissesse que precisava de mais tempo, provavelmente sairia da lista.”
A mentira rapidamente virou ação. Em poucos dias, ela fez três malas, comprou uma passagem de ônibus e embarcou sem ter onde morar. Chegou a Brasília de madrugada e foi direto para a entrevista presencial.
Ela foi contratada.
&quot;No começo, me arrependi muito (...) com o tempo, a experiência ganhou outro significado. Me adaptei, construí vínculos e aprendi rápido&quot;. 
Anos depois, já com mais intimidade, Giovanna contou a verdade ao chefe. A reação foi de riso. O episódio virou piada interna e nunca comprometeu sua credibilidade.
Hoje, designer faz questão de não romantizar a situação. Chama o episódio de &quot;mentira leve&quot; e reforça: &quot;Mais cedo ou mais tarde, você será testada naquilo&quot;. 
O custo de sustentar uma versão
Para a psicóloga e headhunter Taís Targa, o que mais aparece no mercado não são mentiras elaboradas, mas exageros.
&quot;O mais comum é inflar competências técnicas no currículo. Em alguns casos, a pessoa realmente acredita que sabe mais do que sabe. Em outros, tenta sustentar algo que não consegue defender na entrevista&quot;. 
⚠️ Testes práticos, perguntas mais aprofundadas e pedidos de exemplos concretos costumam desmontar esse tipo de discurso rapidamente. Mas o risco vai além da perda de uma vaga.
&quot;Quem mente ou apresenta incoerências acaba ficando marcado. O mercado é pequeno, as pessoas conversam&quot;, afirma.
Em casos mais graves, como falsificação de diplomas ou de experiências profissionais, o resultado pode ser demissão por justa causa.
Há ainda um ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Apple faz 50 anos após revolucionar a tecnologia — e agora precisa provar seu papel na era da IA</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/apple-faz-50-anos-apos-revolucionar-a-tecnologia-e-agora-precisa-provar-seu-papel-na-era-da-ia</link>
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<description><![CDATA[      Steve Jobs
ASSOCIATED PRESS
A Apple comemora seu 50º aniversário em um momento em que a inteligência artificial (IA) desafia a empresa a mostrar que ainda é capaz de lançar uma inovação com potencial de provocar uma transformação cultural.
Steve Jobs, um gênio do marketing, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, revolucionaram a forma como as pessoas utilizam a tecnologia na era da internet e construíram uma empresa que hoje vale mais de US$ 3,6 trilhões (aproximadamente R$ 18,8 trilhões).
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Os dois universitários mudaram a forma como as pessoas usam computadores, ouvem música e se comunicam, dando origem a estilos de vida que giram em torno de aplicativos de smartphones.
Os principais produtos da Apple — o Mac, o iPhone, o Apple Watch e o iPad — mantêm uma base fiel de usuários, décadas após o início da empresa, em 1º de abril de 1976, na garagem de Jobs, em Cupertino, na Califórnia.
Veja os vídeos em alta no g1:
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A Apple vendeu mais de 3,1 bilhões de iPhones desde o lançamento, em 2007, gerando uma receita de cerca de US$ 2,3 trilhões (aproximadamente R$ 12 trilhões), segundo dados da Counterpoint Research.
Para o analista da Counterpoint Yang Wang, o iPhone é o produto eletrônico de consumo mais bem-sucedido da história: reformulou a comunicação humana e se tornou &quot;um símbolo global de moda e status&quot;.
Antes do iPhone, a Apple já havia abalado o setor da informática doméstica com o Macintosh de 1984, cuja interface baseada em ícones e o uso do mouse tornaram a computação mais acessível, além de impulsionar a rivalidade entre Jobs e Bill Gates, da Microsoft.
&quot;A Apple foi fundada sobre a ideia de que a tecnologia deveria ser pessoal, e essa crença — radical para a época — mudou tudo&quot;, afirmou o diretor-executivo da empresa, Tim Cook, em carta comemorativa publicada online.
&#039;Culto à Apple&#039; 
A Apple transformou o mercado musical com o iPod e o iTunes, tornou o smartphone um produto de consumo de massa com o iPhone e levou os tablets ao grande público com o iPad. 
O Apple Watch rapidamente assumiu a liderança do mercado de relógios inteligentes, apesar de ter sido lançado depois dos concorrentes.
Embora não fosse engenheiro, Jobs — que morreu em 2011, aos 56 anos — ficou conhecido por sua determinação em unir tecnologia e design para criar produtos intuitivos e simples de usar.
A Apple promoveu o Macintosh como o &quot;computador para o resto de nós&quot;, mas foi o iPhone que realmente cumpriu essa promessa, destacou David Pogue, autor do livro &quot;Apple: The First 50 Years&quot;.
O domínio do iPhone transformou o modelo de negócios da Apple. Como o mercado de smartphones premium é considerado saturado, Cook passou a apostar cada vez mais na venda de serviços e conteúdo digital para a base de usuários da empresa.
Um elemento central dessa estratégia é a App Store, que a Apple transformou na principal porta de entrada para softwares em seus dispositivos, cobrando comissão sobre transações, o que gerou acusações de abuso de posição dominante, investigações na Europa e decisões judiciais nos Estados Unidos para abrir a plataforma.
O &#039;fator China&#039; 
Nenhum país foi tão importante para a ascensão da Apple — nem tão desafiador para seu futuro — quanto a China, uma superpotência com a qual Cook estreitou laços por meio de visitas frequentes a lojas da Apple e compromissos oficiais.
Cook liderou a estratégia que transformou a China na principal base de produção dos dispositivos da Apple, onde a grande maioria dos iPhones é montada pela Foxconn e por outros fornecedores em fábricas no país.
O país também é um dos maiores mercados consumidores da Apple.
No entanto, a empresa enfrenta pressão crescente nessas duas frentes: as tensões comerciais e as tarifas aceleraram a busca por diversificar a produção para países como Índia e Vietnã, enquanto a concorrência de rivais locais, como a Huawei, reduziu a fatia de mercado da Apple na China.
O &#039;desafio da IA&#039; 
Os investidores demonstram preocupação porque a Apple parece avançar com cautela excessiva na área de inteligência artificial generativa, enquanto concorrentes como Google, Microsoft e OpenAI avançam rapidamente.
Uma atualização prometida para a assistente digital Siri sofreu atraso, algo incomum para a empresa. Além disso, em vez de apostar apenas em seus próprios engenheiros, a Apple recorreu ao Google para incorporar recursos de inteligência artificial.
Ainda assim, o foco da Apple na privacidade do usuário, aliado ao seu hardware avançado, pode ajudar a popularizar a inteligência artificial personalizada e torná-la rentável — um objetivo que ainda parece distante para boa parte do setor.
Os fones de ouvido AirPods já vêm sendo aprimorados com sensores e softwares mais inteligentes, e as lições dos óculos de realidade virtual Vision Pro podem ser aplicadas ao desenvolvimento de dispositivos com IA capazes de competir com os da Meta.
Uma pessoa usa um telefone para fotografar iPhones em exp ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Apple, faz, anos, após, revolucionar, tecnologia, —, agora, precisa, provar, seu, papel, era</media:keywords>
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<title>Abril terá dois feriados com chance de emenda; veja datas e seus direitos</title>
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<description><![CDATA[      A Páscoa, celebrada no domingo, não altera a regra de descanso, mas condições diferentes podem ser previstas em acordo coletivo.
TV TEM/Reprodução
Abril mal começou, mas já é aguardado por muitos trabalhadores. O mês terá dois feriados nacionais e pode render folgas com chance de emenda.
O período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa). Quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A Páscoa, celebrada no domingo (5), não garante folga extra por não ser feriado nacional, sendo considerada uma data comemorativa religiosa. No entanto, pode haver previsão diferente em acordo ou convenção coletiva.
O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Veja abaixo o calendário:
3 de abril (sexta-feira): Paixão de Cristo
5 de abril (domingo): Páscoa
20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)
21 de abril (terça-feira): Tiradentes
Apesar ser um feriado nacional, não é todo mundo que acaba sendo beneficiado. A legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em setores que são classificados como essenciais. (confira quais abaixo)
⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como a remuneração em dobro ou um dia de folga compensatória.
O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. 
Abaixo, você vai descobrir:
???? Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?
⚖️ Quais são os meus direitos?
???? Remuneração em dobro ou folga? Quem define?
❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa?
 ➡️ Quem pode emendar o feriado?
⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?
✍???? Como funciona no caso do trabalhador intermitente?
???? Quais são os próximos feriados de 2026? 
1. Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?
Sim. Apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.
Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.
2. Quais são os meus direitos?
Para quem é obrigado a trabalhar no feriado, a legislação garante o pagamento da remuneração em dobro ou compensação com folga em outro dia.
&quot; Havendo banco de horas também poderão ser lançadas estas horas de trabalho, nos termos do acordo individual ou coletivo&quot;, explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do A. C Burlamaqui Consultores. 
3. Remuneração em dobro ou folga? Quem define?
A definição do tipo de compensação (seja através do pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória) geralmente é determinada durante o acordo que feito entre empregador e sindicato.
Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação.
&quot;O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório&quot;, afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados. 
4. Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa?
Depende. A falta pode ser entendida como insubordinação, que é a desobediência a um superior.
&quot;Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada&quot;, afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista.
Com isso, a demissão por justa causa geralmente segue um processo que deve incluir uma soma de advertências escritas e tentativas de correção de comportamento.
Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada. 
&quot;A falta injustificada deve ser repreendida, no entanto, para fins de justa causa necessário que outros sejam analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função desempenhada pelo empregado, por exemplo&quot;, completa a advogada trabalhista Elisa Alonso. 
5. Quem pode emendar o feriado?
Por cair em uma terça-feira (21), o Dia de Tirade ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em abril</title>
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<description><![CDATA[      Bolsa Família divulga calendário de pagamentos de janeiro de 2026
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de abril do Bolsa Família no dia 16. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.
???? Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.
Confira o calendário do Bolsa Família para abril de 2026:
Final do NIS: 1 - pagamento em 16/4
Final do NIS: 2 - pagamento em 17/4
Final do NIS: 3 - pagamento em 20/4
Final do NIS: 4 - pagamento em 22/4
Final do NIS: 5 - pagamento em 23/4
Final do NIS: 6 - pagamento em 24/4
Final do NIS: 7 - pagamento em 27/4
Final do NIS: 8 - pagamento em 28/4
Final do NIS: 9 - pagamento em 29/4
Final do NIS: 0 - pagamento em 30/4
Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é:
Maio: de 18/5 a 29/5;
Junho: de 17/6 a 30/6;
Julho: de 20/7 a 31/7;
Agosto: de 18/8 a 31/8;
Setembro: de 17/9 a 30/9;
Outubro: de 19/10 a 30/10;
Novembro: de 16/11 a 30/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Bolsa Família
Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Bolsa Família. 
Quem pode receber o Bolsa Família? 
A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. 
Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.
Os beneficiários também precisam arcar com contrapartidas, como:
manter crianças e adolescentes na escola;
fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
manter as carteiras de vacinação atualizadas.
Quais são os valores do benefício?
O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:
R$ 150 por criança de até 6 anos;
R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;
R$ 50 por bebê de até seis meses.
Onde se cadastrar?
Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.
Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.
VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL
Como sacar o Bolsa Família?
Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.
Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.
Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tim Cook se isola como CEO mais longevo da Apple, superando Steve Jobs; veja as diferenças entre eles</title>
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<description><![CDATA[      Tim Cook na posse de Donald Trump, em janeiro de 2025
Getty Images via AFP
O aniversário de 50 anos da Apple nesta quarta-feira (1º) é cercado pelos rumores de aposentadoria do executivo que está há mais tempo à frente da empresa. 
Tim Cook é CEO da Apple desde agosto de 2011 e já superou o fundador Steve Jobs, que comandou a empresa de 1997 a 2011 com algumas interrupções curtas por motivos médicos. 
Em entrevista divulgada há cerca de duas semanas, Cook negou ter dito que gostaria de se aposentar. &quot;Não posso imaginar a vida sem a Apple&quot;, afirmou à rede de TV americana ABC. 
Mas, aos 65 anos, o executivo analisa sua futura sucessão. &quot;Eu passo muito tempo pensando em quem estará na sala daqui a cinco anos, daqui a dez anos. Sou obcecado por isso&quot;, disse Cook a funcionários, segundo a Bloomberg.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A gigante da tecnologia elabora um plano de transição de seu comando ao menos desde 2024 e pode já ter um escolhido, ainda de acordo com a Bloomberg.
O favorito para assumir o cargo é John Ternus, vice-presidente de engenharia de hardware que, desde o início do ano, atua mais próximo da equipe de design, segundo Gurman. A mudança é vista como a preparação para ele assumir um cargo ainda maior no futuro.
Sob o comando de Tim Cook, a Apple desenvolveu melhorias em aparelhos consagrados, apostou em serviços por assinatura e, mais recentemente, fez uma aproximação estratégica com o governo de Donald Trump.
Entenda o momento da empresa e as diferenças entre o executivo e Steve Jobs.
A era Tim Cook
Tim Cook está na Apple desde 1998, após gerenciar a distribuição de equipamentos nas fabricantes americanas IBM, durante 12 anos, e Compaq, por cerca de 1 ano. 
O executivo ingressou na Apple como vice-presidente de operações e, em 2005, se tornou diretor de operações, cargos de gestão de cadeia de suprimentos, vendas e serviços.
Tim Cook, CEO da Apple, no evento do iPhone 17 nos EUA
Manuel Orbegozo/Reuters
Ele assumiu o cargo de CEO da Apple cerca de dois meses antes da morte de Steve Jobs. Hoje, Cook também ocupa uma cadeira no conselho diretor da companhia. 
Na liderança, Cook supervisionou a expansão da empresa para novos negócios, incluindo dispositivos vestíveis, como o relógio Apple Watch e os óculos Vision Pro, e serviços por assinatura, como Apple Music e Apple TV+.
Foi com Tim Cook que o valor de mercado subiu de US$ 350 bilhões em 2011 para mais de US$ 3,6 trilhões em 2026.
A companhia também ampliou o foco na cadeia de suprimentos global, enfatizou o retorno financeiro para acionistas e promoveu mais ações de sustentabilidade.
E, no início de 2025, demonstrou uma proximidade maior com o governo Trump. Tim Cook esteve na cerimônia de posse junto com outros executivos de gigantes da tecnologia.
Em agosto de 2025, a Apple anunciou na Casa Branca um investimento de US$ 100 bilhões para fabricar componentes do iPhone nos EUA. Cook ainda presenteou Trump com um troféu simbólico com a frase &quot;Fabricado nos EUA, 2025&quot;.
Donald Trump e Tim Cook
Reuters/Jonathan Ernst
Antes, em fevereiro de 2025, a Apple já tinha anunciado investimento de US$ 500 bilhões nos EUA em um prazo de quatro anos.
Parte dos aportes será destinada à produção de chips em território americano. Trump já tinha exigido que a Apple transferisse para os EUA a fabricação do iPhone, hoje concentrada na China e na Índia.
O presidente americano ameaçou impor uma tarifa de importação de 25% sobre produtos da Apple caso a empresa não tomasse essa decisão.
Cook e Jobs 
Steve Jobs fundou a Apple em 1976 ao lado de Steve Wozniak, mas deixou a empresa em 1985 por conta de vendas abaixo do esperado do computador Macintosh e conflitos internos relacionados ao seu estilo de gestão.
Ele era conhecido por seu temperamento explosivo e por sua imagem carismática, comparada à de um astro pop desde o início da carreira. E também chamava atenção por seu interesse em temas como espiritualidade e alimentação saudável, por exemplo. 
Tim Cook ao lado de Steve Jobs durante conferência sobre problemas no iPhone 4, em julho de 2010. Cook é o sucessor de Jobs na Apple
Kimberly White/Reuters
STEVE JOBS: por que o fundador da Apple era tão especial
Tim Cook, por outro lado, é descrito como cordial e discreto. Com sua experiência de anos em cargos fora dos holofotes, ele também passou a ser considerado um mestre em questões operacionais. 
Segundo a Apple, Cook teve um papel fundamental na melhoria das relações com revendedores e fornecedores em seu período no departamento de operações.
Jobs liderou algumas das principais revoluções da indústria de tecnologia. Primeiro nos anos 1970 com o computador pessoal Apple II. Depois na década de 1980 com o Macintosh, controlado por um mouse. Ele ainda liderou a criação do iPod (2001), do iPhone (2007) e do iPad (2010).
Em meio à busca por um sucessor, Jobs recusou vários candidatos de forma brusca e chegou até mesmo a abandonar uma entrevista no meio, segundo uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal ]]></description>
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<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.991: prêmio acumula e vai a R$ 7,5 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2991
O sorteio do concurso 2.991 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (31), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 7,5 milhões.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 04 - 14 - 19 - 23 - 36 - 53
5 acertos - 36 apostas ganhadoras: R$ 27.813,25
4 acertos - 2.483 apostas ganhadoras: R$ 664,70
O próximo sorteio da Mega será no sábado (4).
Mega-Sena, concurso 2.991
Reprodução/Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Argentina: pobreza recua para 28,2% da população e atinge menor nível em sete anos</title>
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<description><![CDATA[      O presidente da Argentina, Javier Milei
Tomas Cuesta/Reuters
O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza recuou no segundo semestre de 2025, para 8,5 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), nesta terça-feira (31).
A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que 28,2% da população está em situação de pobreza. Entre as famílias, são 2,1 milhões — 21% do total. Essa é a menor taxa dos últimos sete anos.
???? Quando projetado para todo o território nacional (ou seja, além das áreas analisadas), cerca de 13,2 milhões de pessoas estariam na pobreza.
Os novos dados indicam um cenário mais positivo, apesar da pressão sobre o presidente ultraliberal Javier Milei, que enfrenta desafios para estabilizar a economia. O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu em 2025, mas o avanço se concentrou em poucos setores, enquanto o consumo segue fraco e o desemprego é o maior desde a pandemia de Covid-19. (leia mais abaixo)
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No segundo semestre de 2025, cerca de 6 milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Indec. A taxa recuou 3,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao primeiro semestre, quando 31,6% da população (14,5 milhões de pessoas) estavam nessa condição.
???? Para definir se um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec considera a renda das famílias e o acesso a necessidades essenciais, como alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ainda de acordo com a pesquisa, 1,9 milhão de pessoas estão em situação de indigência, o equivalente a 6,3% da população avaliada. No primeiro semestre de 2025, eram 2,1 milhões (6,9%).
Quando observadas as famílias, 500 mil foram consideradas indigentes (4,8%) no segundo semestre — abaixo das 566 mil contabilizadas nos primeiros seis meses do ano (5,6%).
???? Segundo o Indec, estão em situação de indigência as pessoas sem acesso a uma cesta de alimentos capaz de suprir as necessidades diárias de energia e proteína.

O governo de Javier Milei comemorou o resultado. Em nota, o Ministério do Capital Humano afirmou que a queda da pobreza reflete a implementação de “políticas econômicas que contribuíram para reduzir a inflação e estabilizar a economia”, além de outras ações da pasta.
Na rede social X, Milei compartilhou uma série de publicações positivas sobre os números. Em uma delas, ele escreveu: “A pobreza continua diminuindo. É fato, não narrativa”. E concluiu com “MAGA”, em referência ao slogan de Donald Trump, “Make America Great Again”, adaptado por Milei à Argentina.
Na avaliação de Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, o resultado confirma uma tendência de recuperação social, alinhada ao processo de desaceleração inflacionária, reorganização das contas públicas e maior previsibilidade econômica.
&quot;Avaliações técnicas indicam que a continuidade dessa tendência dependerá da evolução do mercado de trabalho, da recuperação dos salários reais e da manutenção do controle inflacionário, considerados essenciais para sustentar novos avanços sociais em 2026 e nos anos seguintes&quot;, diz
Economia argentina cresce, mas enfrenta desafios
O PIB do país cresceu 4,4% em 2025, resultado que representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.
Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. Também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.
Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.
PIB da Argentina
Arte/g1
Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo no país está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.
&quot;Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal&quot;, avalia.
A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.
No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se estendeu para 2025.
Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão d ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BRB anuncia que não divulgará balanço de 2025 nesta terça, último dia do prazo definido por lei</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/brb-anuncia-que-nao-divulgara-balanco-de-2025-nesta-terca-ultimo-dia-do-prazo-definido-por-lei</link>
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<description><![CDATA[      Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança
Reprodução/TV Globo
O Banco de Brasília (BRB) anunciou, na noite desta terça-feira (31), que não cumprirá o prazo definido em lei para divulgar o balanço consolidado de 2025. 
A legislação brasileira prevê que todas as instituições financeiras no país têm até o fim de março para divulgar suas demonstrações financeiras do ano anterior. O prazo termina às 23h59 desta terça.
O BRB não informou uma data prevista para a divulgação dos dados.
No comunicado de &quot;fato relevante&quot;, o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação será postergada em razão da necessidade:
&quot;de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação &#039;Compliance Zero&#039;;
&quot;da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos.&quot;
&quot;A medida visa assegurar a fidedignidade, transparência e integridade das demonstrações financeiras, em observância aos deveres legais e fiduciários da Administração e à proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas&quot;, diz o comunicado.
&quot;A apreciação do tema ocorrerá tão logo concluídas as avaliações e providências em curso, mediante convocação específica para a continuidade da Assembleia Geral Ordinária&quot;, segue.
Além da divulgação da demonstração financeira anual, os acionistas esperavam que o banco indicasse o pacote de soluções que usará para cobrir os prejuízos acumulados nas transações realizadas com o Banco Master.
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O que acontece agora?
Ao desrespeitar o prazo, o banco terá de prestar esclarecimentos a órgãos reguladores como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
➡️As regras da CVM preveem multa diária caso os prazos sejam descumpridos. Os valores são baixos – o impacto maior é de imagem.
➡️ Se a infração ultrapassar 12 meses, o registro do BRB como companhia aberta (ou seja, que negocia ações em bolsa) pode inclusive ser suspenso.
Ibaneis Rocha deixa governo do DF sem solucionar crise do BRB criada durante sua gestão
A não divulgação das contas dentro do prazo tende, também, a afetar a confiança de investidores e analistas. 
Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB.
????Volatilidade é uma medida econômica que indica a frequência e intensidade das mudanças no valor de um ativo em um período específico. No caso do BRB, a volatilidade pode se refletir nos ativos ligados ao banco, como títulos de dívida, e na percepção de risco do mercado.
Celina Leão diz que não participou de decisões sobre BRB
A crise no BRB 
O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.
O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.
As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.
Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense. 
A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país. 
Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado. 
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BRB volta a convocar acionistas para votar ampliação de capital; assembleia será em 22 de abril</title>
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<description><![CDATA[      Banco Central determina que BRB reserve R$ 3 bilhões para manter operações em segurança
Reprodução/TV Globo
O Banco de Brasília (BRB) convocou, para o próximo dia 22, uma nova assembleia para votar a ampliação do capital social do banco – o que pode ajudar a recuperar a situação patrimonial da instituição.
A assembleia servirá, também, para homologar a indicação do atual presidente, Nelson Antônio de Souza, e do executivo Joaquim Lima de Oliveira como conselheiros do BRB. Essa formalização está pendente desde o fim do ano passado.
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&quot;O BRB reafirma seu compromisso com a transparência, a governança corporativa e a adequada prestação de informações ao mercado&quot;, diz o comunicado.
Uma assembleia de acionistas com a mesma pauta tinha sido convocada pelo BRB para 18 de março, mas foi cancelada na noite anterior. 
O motivo foi a insegurança jurídica causada pelo vaivém de decisões judiciais sobre os imóveis públicos que o governo do DF pretende usar para capitalizar o banco.
Balanço de 2025 sem data
O BRB também anunciou, na noite desta terça-feira, que não cumprirá o prazo definido em lei para divulgar o balanço consolidado de 2025. 
A legislação brasileira prevê que todas as instituições financeiras no país têm até o fim de março para divulgar suas demonstrações financeiras do ano anterior. O prazo termina às 23h59 desta terça.
No comunicado de &quot;fato relevante&quot;, o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação será postergada em razão da necessidade:
&quot;de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação &#039;Compliance Zero&#039;;
&quot;da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos.&quot;
&quot;A medida visa assegurar a fidedignidade, transparência e integridade das demonstrações financeiras, em observância aos deveres legais e fiduciários da Administração e à proteção dos interesses da Companhia e de seus acionistas&quot;, diz o comunicado.
&quot;A apreciação do tema ocorrerá tão logo concluídas as avaliações e providências em curso, mediante convocação específica para a continuidade da Assembleia Geral Ordinária&quot;, segue.
Além da divulgação da demonstração financeira anual, os acionistas esperavam que o banco indicasse o pacote de soluções que usará para cobrir os prejuízos acumulados nas transações realizadas com o Banco Master.
Ibaneis Rocha deixa governo do DF sem solucionar crise do BRB criada durante sua gestão
A não divulgação das contas dentro do prazo tende, também, a afetar a confiança de investidores e analistas. 
Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB.
????Volatilidade é uma medida econômica que indica a frequência e intensidade das mudanças no valor de um ativo em um período específico. No caso do BRB, a volatilidade pode se refletir nos ativos ligados ao banco, como títulos de dívida, e na percepção de risco do mercado.
Celina Leão diz que não participou de decisões sobre BRB
A crise no BRB 
O BRB entrou em crise após adquirir cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master – operação que passou a ser investigada sob suspeita de fraude.
O Banco Master acabou sendo liquidado pelo Banco Central após investigações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.
As operações malsucedidas com o Banco Master fragilizaram o capital mínimo prudencial do BRB, ou seja, a reserva de segurança que o banco precisa manter em caixa para cobrir emergências e respeitar as regras de solidez bancária.
Diante do avanço das apurações, o Banco Central barrou a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB e intensificou o monitoramento sobre a situação financeira e a governança da instituição brasiliense. 
A decisão aumentou a pressão sobre a atual gestão do banco público. Com isso, o balanço patrimonial do BRB piorou e colocou em xeque o atendimento do banco às regras em vigor no país. 
Mesmo com o BRB afirmando possuir solidez e plano de capital estruturado, o mercado continua desconfiado. 
LEIA TAMBÉM:
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo federal e estados fecham acordo para conceder apoio a importadores de diesel; medida valerá por até dois meses</title>
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<description><![CDATA[ Para conter a alta do preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram um acordo para fornecer uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel. 

&quot;A medida tem caráter excepcional, temporário e busca assegurar a previsibilidade e a estabilidade no abastecimento de combustíveis no país, atenuando os efeitos críticos mundiais que derivaram da atual intervenção conflituosa no Oriente Médio&quot;, diz nota assinada pelo Ministério da Fazenda e pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal . 
A medida estabelece uma subvenção no valor total de R$ 1,20 por litro de diesel importado, sendo R$ 0,60 custeado pela União e R$ 0,60 pelos estados. 
A contrapartida estadual, ainda de acordo com a nota, será proporcional ao volume de diesel importado consumido em cada unidade da federação.
Miriam Leitão: Racha para subvenção de diesel não resolve
Principais termos da medida: 
Prazo limitado: a subvenção vigorará pelo período de até dois meses para que a medida não se converta em passivo fiscal para os estados;
Definição de cotas: as cotas referentes aos estados que não aderirem à medida não serão redistribuídas aos estados participantes, preservando o equilíbrio federativo e a voluntariedade de adesão. 
A nota não diz quais estados aderiram à proposta, afirma apenas que &quot;80% já sinalizaram positivamente com a adesão e parceria com o governo federal visando mitigar os efeitos do choque de preços do petróleo sobre a população dos seus respetivos estados&quot;.  

Levantamento do g1 mostra que pelo menos 20 estados indicaram adesão à proposta.  
Entre os estados estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais. Outros ainda não se manifestaram. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, informou que vai aguardar a publicação da medida provisória para decidir sobre a adesão à política de subvenção ao diesel.
Impasse com governadores
O governo federal chegou a propor que os estados isentassem sobre importação do diesel até o fim de maio. Nesse caso, metade das perdas de arrecadação seria compensada pela União.

A isenção do ICMS na importação do diesel custaria R$ 3 bilhões por mês até o fim do período, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 20:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Argentina: pobreza recua para 8,5 milhões de pessoas e afeta 28,2% da população</title>
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<description><![CDATA[      O presidente da Argentina, Javier Milei
Tomas Cuesta/Reuters
O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza recuou no segundo semestre de 2025, para 8,5 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), nesta terça-feira (31).
A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que 28,2% da população está em situação de pobreza. Entre as famílias, são 2,1 milhões — 21% do total.
???? Quando projetado para todo o território nacional (ou seja, além das áreas analisadas), cerca de 13,2 milhões de pessoas estariam na pobreza.
Os novos dados indicam um cenário mais positivo, apesar da pressão sobre o presidente ultraliberal Javier Milei, que enfrenta desafios para estabilizar a economia. O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu em 2025, mas o avanço se concentrou em poucos setores, enquanto o consumo segue fraco e o desemprego é o maior desde a pandemia de Covid-19. (leia mais abaixo)
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No segundo semestre de 2025, cerca de 6 milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Indec. A taxa recuou 3,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao primeiro semestre, quando 31,6% da população (14,5 milhões de pessoas) estavam nessa condição.
???? Para definir se um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec considera a renda das famílias e o acesso a necessidades essenciais, como alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ainda de acordo com a pesquisa, 1,9 milhão de pessoas estão em situação de indigência, o equivalente a 6,3% da população avaliada. No primeiro semestre de 2025, eram 2,1 milhões (6,9%).
Quando observadas as famílias, 500 mil foram consideradas indigentes (4,8%) no segundo semestre — abaixo das 566 mil contabilizadas nos primeiros seis meses do ano (5,6%).
???? Segundo o Indec, estão em situação de indigência as pessoas sem acesso a uma cesta de alimentos capaz de suprir as necessidades diárias de energia e proteína.

Economia argentina cresce, mas enfrenta desafios
O PIB do país cresceu 4,4% em 2025, resultado que representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.
Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. Também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.
Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.
PIB da Argentina
Arte/g1
Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo no país está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.
&quot;Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal&quot;, avalia.
A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.
No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se estendeu para 2025.
Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.
&quot;Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia&quot;, analisa.
Dados divulgados recentemente pelo Indec mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.
Ano de transição
Os dados de 2025 indicam que a economia argentina atravessa um momento de transição, com sinais de reorganização após o forte ajuste macroeconômico promovido por Milei, avalia Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira d ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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</item>

<item>
<title>Fertilizantes comprados pelo Brasil &amp;apos;não terão problemas em ser exportados&amp;apos;, diz embaixador do Irã</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/fertilizantes-comprados-pelo-brasil-nao-terao-problemas-em-ser-exportados-diz-embaixador-do-ira</link>
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<description><![CDATA[      Armazém com ureia em Sergipe
Reprodução/TV Sergipe
Os fertilizantes comprados pelo Brasil de empresas iranianas não serão impedidos de embarcar para o país, informou o embaixador do Irã, Abdollah Nekounam, nesta terça-feira (31).
&quot;Alguns meses atrás nós começamos a exportar fertilizante de ureia para o Brasil com algumas empresas na atividade. [...]  Até o presente momento e no cenário atual, os produtos que foram adquiridos pelo Brasil não terão nenhum problema de ser exportados&quot;, declarou.
Segundo o embaixador, algumas cargas já foram enviadas ao Brasil.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entenda
Por que os fertilizantes do Oriente Médio importam?
O Oriente Médio é a quarta maior região fornecedora de fertilizantes químicos para o Brasil, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), de 2025. A liderança é da Europa, seguida por Ásia e África.
Analisando os países individualmente, a Rússia lidera o ranking, com China e Canadá logo atrás. As nações do Oriente Médio aparecem mais abaixo na lista, como Arábia Saudita (6º), Israel (8º), Omã (9º), Catar (11º) e Irã (22º).
Apesar disso, o Oriente Médio tem um papel central no mercado de fertilizantes. A região responde, por exemplo, por 40% das exportações mundiais de ureia e 28% das vendas externas de amônia, destaca Tomás Rigoletto Pernías, analista da StoneX Brasil.
Considerando apenas a ureia, o Irã foi responsável por apenas 2% das compras brasileiras em 2025, segundo dados do Itaú BBA. Os principais fornecedores do produto são a Nigéria, Rússia e Catar, respectivamente. 
Mas isso não significa que não existe mais ureia iraniana no Brasil. Isso porque o Irã é alvo de sanções comerciais, por isso, realiza um tipo de triangulação: vende para países vizinhos e estes comercializam para o Brasil. Deste modo, é possível fugir da penalidade, explica Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA.
No Brasil, os produtores costumam comprar adubos fosfatados e potássicos para o plantio de soja entre maio, junho e julho, detalha.
Já a procura por adubos nitrogenados, como a ureia, ganha tração mais tarde, em novembro, dezembro e janeiro, visando a recomposição de estoques para a safra de milho.
O Brasil é dependente das importações de fertilizantes. Uma alternativa ao Oriente Médio pode ser o Canadá, diz Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.
Produtos que o Brasil mais compra do Irã.
Arte/g1
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O que foi a crise do petróleo dos anos 1970 &#45; situação atual pode ser pior?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/o-que-foi-a-crise-do-petroleo-dos-anos-1970-situacao-atual-pode-ser-pior</link>
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<description><![CDATA[      O colapso do petróleo nos anos 1970 desencadeou uma crise econômica e financeira global
James Pozarik/Liaison via Getty Images
O fechamento por quase um mês de uma via crucial para o fornecimento global de energia, o Estreito de Ormuz, tem levado a alertas de que o mundo está caminhando em direção a problemas piores do que aqueles causados na crise do petróleo dos anos 1970.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Lars Jensen, especialista em transporte marítimo e ex-diretor da Maersk, uma das maiores companhias marítimas do mundo, afirmou à BBC que o impacto da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã pode, aliás, ser &quot;substancialmente maior&quot; do que o caos econômico de 50 anos atrás.
A opinião de Jensen se segue ao alerta feito pelo diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, no início deste mês, de que o mundo estava &quot;enfrentando a maior ameaça da história à segurança energética global&quot;. 
A AIE é um organismo internacional que coordena a política energética e as reservas estratégicas de petróleo de 32 países industrializados.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
&quot;É muito maior do que o que tivemos nos anos 1970, com os choques do preço do petróleo. É também muito maior do que o choque do preço do gás natural que tivemos com a invasão russa na Ucrânia&quot;, disse Jensen à BBC.
Mas, ainda que o fechamento do Estreito de Ormuz cause a ruptura das cadeias globais de suprimentos, alguns especialistas afirmam que o mundo hoje é mais resiliente a impactos desse tipo do que aquele dos anos 1970.
O que aconteceu na crise do petróleo dos anos 1970?
A crise do petróleo dos anos 1970 foi &quot;fundamentalmente diferente&quot; da atual. O primeiro choque do petróleo naquela época foi &quot;resultado de uma decisão política deliberada&quot;, explicou a economista e chefe executiva da Crystol Energy, Carole Nakhle, em entrevista à BBC.
Em outubro de 1973, os produtores árabes de petróleo impuseram um embargo a um grupo de países liderados pelos EUA por causa do apoio a Israel durante a Guerra do Yom Kippur. O embargo foi acompanhado de uma ação coordenada para reduzir a produção de petróleo.
A Guerra do Yom Kippur teve início em 6 de outubro de 1973, quando uma coalizão árabe liderada pelo Egito e pela Síria lançou um ataque combinado contra Israel, coincidindo com o feriado do Yom Kippur, um dia sagrado para os judeus. 
O então presidente egípcio, Mohamed Anwar el-Sadat, e o mandatário sírio, Hafez al-Assad, queriam recuperar territórios ocupados por Israel na Guerra dos Seis Dias de 1967.
Em meio à Guerra Fria, aparatos militares começaram a chegar da União Soviética para seus aliados sírios e egípcios, enquanto os EUA começaram a enviar material militar para Israel, o que irritou o mundo árabe.
Com o embargo e o corte da produção de petróleo no Oriente Médio, &quot;o preço do petróleo quase quadruplicou em poucos meses&quot;, conta Nakhle.
A explosão dos preços levou a racionamentos nos países que eram grandes consumidores de petróleo e seus derivados, levando a uma &quot;crise econômica e financeira global&quot; com consequências duradouras.
Tiarnán Heaney, pesquisador da Queen&#039;s University Belfast, na Irlanda do Norte, explica que o aumento do preço do petróleo elevou a inflação, &quot;resultando em cortes nos negócios e alta do desemprego&quot;.
&quot;Isso levou a uma reação em cadeia que atingiu o tecido social de muitos países com greves, tumultos e aumento da pobreza, já que muitas pessoas sofreram para fechar a conta&quot;, afirma Heaney.
Tanto os EUA quanto o Reino Unido tiveram recessões de 1973 a 1975, com a crise contribuindo para a queda do governo do conservador britânico Ted Heath em 1974.
O Brasil, que vivia o chamado &quot;milagre econômico&quot;, havia aumentado seu PIB (soma de todas as riquezas produzidas) em 14% em 1973. Mas, com o choque do petróleo, a alta anual do PIB caiu para 9% no ano seguinte e 5,2% em 1975. O crédito, que antes era farto, ficou de repente escasso. 
A economia brasileira, tão dependente de empréstimo estrangeiro, passou a enfrentar dificuldade. A rolagem da dívida externa teve de ser feita a juros mais elevados, o que deteriorou as contas públicas do país.
Um segundo choque do petróleo veio em 1979, com a Revolução Islâmica do Irã.
O que está acontecendo na atual crise do petróleo?
Desde que os EUA e Israel iniciaram uma guerra contra o Irã, em 28/2, o Estreito de Ormuz foi praticamente fechado para o tráfego de navios cargueiros.
Esse fechamento levou a interrupções nas cadeias de fornecimento de petróleo, gás e outros produtos essenciais a partir de países do Golfo, que normalmente exportam cerca de 20% do petróleo global.
O presidente dos EUA, Donald Trump, tentou várias táticas para reativar o tráfego pelo Estreito de Ormuz, incluindo pedir a nações aliadas que enviassem embarcações militares para escoltar os cargueiros e ameaçar ampliar os ataques ao Irã se o país persa não permitisse a passagem segura de embarcações pelo Estreito de Ormuz.
Mas Jensen, especialista em transporte que agora ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>TikTok busca autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Logo do aplicativo TikTok
Dado Ruvic/Reuters
O TikTok está buscando aprovação do Banco Central para operar como uma instituição financeira no Brasil, informou a agência Reuters nesta terça-feira (31).
A rede social controlada pela chinesa ByteDance pediu duas licenças: uma de &quot;emissor de moeda eletrônica&quot; e outra de &quot;sociedade de crédito direto&quot;, disseram à Reuters fontes em condição de anonimato.
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A primeira licença permitiria à empresa oferecer contas de pagamento digitais para usuários manterem dinheiro, receberem transferências e fazerem pagamentos no aplicativo do TikTok.
Já a segunda daria à companhia o direito de oferecer seu próprio capital para empréstimos ou atuar como uma intermediadora entre tomadores e credores.
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Executivos da ByteDance, incluindo o chefe de Pagamentos Globais, Liao Baohua, se reuniram com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em Brasília na manhã desta terça-feira (31), de acordo com a sua agenda pública.
A ByteDance lançou em 2021 o Douyin Pay, um sistema de pagamentos da versão chinesa do TikTok. A plataforma compete com outros serviços já estabelecidos no país como o WeChat Pay e o AliPay.
A rede social também solicitou em 2023 uma licença para operar como serviço de pagamentos na Indonésia. O pedido foi recusado, e a plataforma passou a buscar parcerias com empresas locais.
Em seu plano de expansão no Brasil, o TikTok anunciou no final de 2025 que construirá um data center no Ceará. O empreendimento vai gerar investimentos de mais de R$ 200 bilhões, segundo a empresa. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Brasil criou 255,3 mil empregos com carteira assinada em fevereiro, diz Caged</title>
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<description><![CDATA[      A economia brasileira gerou 255,3 mil empregos formais em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (31) o Ministério do Trabalho com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Ao todo, segundo o governo federal, foram registradas em fevereiro:
2,381 milhões de contratações;
2,126 milhões de demissões.
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve geração de 440,4 mil empregos formais, houve uma queda, conforme dados oficiais.
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O resultado de fevereiro de 2026 é o pior para o mês desde 2023, quando foram criados 252,5 mil vagas, de acordo com a série histórica, iniciada em 2020.
A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada, porque o governo mudou a metodologia naquele ano.
Veja os resultados para os meses de fevereiro dos últimos anos:
2020: criação de 217,3 mil vagas
2021: abertura de 397,8 mil empregos
2022: criação de 353,4 mil vagas 
2023: 252,4 mil novos empregos criados
2024: geração de 307,7 mil vagas
2025: abertura de 404,4 mil postos de trabalho
2026: 255,3 mil novos empregos
Empregos por setor
Os números do Caged de fevereiro de 2026 mostram que foram criados empregos formais em todos os cinco setores da economia.
O maior número absoluto foi no setor de serviços. O comércio foi o que menos contratou no mês passado.
Serviços: 177,9 mil
Indústria: 32,0 mil
Construção: 31,1 mil
Agropecuária: 8,1 mil
Comércio: 6,1 mil
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro e fevereiro, o saldo é de 370,3  mil novos postos de trabalho com carteira assinada.
Esse valor foi menor do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando foram criadas 594,9 mil vagas formais.
Veja a criação de empregos no acumulado de janeiro e fevereiro nos últimos anos:
2020: 329,4 mil
2021: 652,3 mil
2022: 520,8 mil
2023: 342,6 mil
2024: 480,9 mil
2025: 594,9 mil 
2026: 370,3 mil
Caged x Pnad
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, não incluem os informais.
Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do desemprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
Carteira de trabalho digital
Marcelo Camargo/Agência Brasil ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Natura dispara após acordo com Advent e renovação do conselho</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
As ações da Natura dispararam nesta terça-feira, superando R$10 pela primeira vez desde setembro do ano passado, após acordo que prevê a aquisição de uma participação de até 10% na fabricante de cosméticos pela norte-americana Advent International. 
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O compromisso firmado por acionistas signatários do acordo da Natura, incluindo os fundadores, com o fundo de investimento Lotus, detido pela empresa de private equity, envolve a aquisição no mercado secundário de participação equivalente a no mínimo 8% e no máximo 10% do capital social. 
A operação, de acordo com fato relevante da Natura na noite da véspera, deverá ocorrer no prazo de até seis meses, observado o preço-alvo médio de R$9,75.
Alcançando essa participação minoritária, Advent poderá indicar dois membros adicionais para compor o conselho de administração e participar de alguns comitês de assessoramento do colegiado.
&quot;A possível entrada da Advent pode redefinir/reforçar o senso de responsabilidade e de &#039;ownership&#039; na Natura, o que, ao longo do tempo, pode se traduzir em melhor execução, eficiência operacional e retornos&quot;, afirmaram analistas do Bradesco BBI em relatório publicado no final da segunda-feira.
Por volta de 13h30, as ações saltavam 9,52%, a R$10,12, melhor desempenho entre os papéis do Ibovespa, que subia 1,69%. Os papéis não haviam sido negociados acima de R$10 desde 19 de setembro do ano passado, quando chegaram a R$10,44 na máxima daquela sessão. 
NOVO CONSELHO, SEM FUNDADORES    
A Natura também divulgou que os fundadores Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos decidiram migrar do conselho de administração para um novo conselho consultivo, a ser instituído e eleito, conforme proposta a ser apreciada em assembleia de acionistas convocada para 29 de abril. 
De acordo com a proposta, o conselho consultivo, se instituído, terá por função zelar pela preservação dos propósitos, dos valores e da cultura da Natura, bem como pela perpetuação do legado dos seus fundadores, sem funções executivas ou poderes decisórios ou de representação da empresa.
A Natura também anunciou que Fábio Barbosa deixará o conselho de administração, no qual ocupa a cadeira de presidente, e passará a atuar como membro do conselho consultivo, dependendo também da decisão na assembleia.
Diante disso, a administração propôs a recomposição integral do conselho para um mandato de dois anos, a ser iniciado após a assembleia. 
A chapa proposta prevê a permanência de Duda Kertesz, João Paulo Ferreira (CEO) e Alessandro Carlucci, com este último assumindo a presidência do colegiado; além da entrada de Pedro Villares, Guilherme Passos e Luiz Guerra, parte da transição dos fundadores, e a eleição de Flávia Almeida e Gabriela Comazzetto. 
Além dos fundadores e de Barbosa, Bruno Rocha e Gilberto Mifano também deixam o conselho. 
&quot;Nós enxergamos a proposta de renovação do conselho, juntamente com a mentalidade estratégica de &#039;nova fase&#039;, como um desenvolvimento construtivo&quot;, afirma o relatório do Bradesco BBI assinado por Pedro Pinto e equipe, que têm recomendação &quot;outperform&quot; para as ações.
&quot;A nova composição traz profissionais experientes e seniores, mais alinhados às competências necessárias para a próxima etapa da companhia, e é liderada por Alessandro Carlucci, membro do conselho no último ano e, anteriormente, CEO da Natura em um ciclo de destaque (2004–2014)&quot;, acrescentaram.
Os analistas do Bradesco BBI também destacaram que o envolvimento contínuo dos fundadores e &quot;principais visionários da Natura deve ajudar a preservar a cultura da empresa e seu DNA estratégico de longo prazo, ativos fundamentais na construção de uma das marcas mais fortes do Brasil e da América Latina&quot;.
Estande da Natura recebeu o público do Festival Negritudes, em Salvador, cidade palco que inspirou o perfumista Jerry Padoly.
Matheus Thierry ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Diesel: 20 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços</title>
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<description><![CDATA[      Diesel: 17 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Pelo menos 20 estados já indicaram adesão à proposta do governo federal que prevê uma subvenção (subsídio) a importadores de diesel para conter a alta do preço do combustível no país, segundo levantamento do g1.
Entre os estados estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais. Outros ainda não se manifestaram. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, informou que vai aguardar a publicação da medida provisória para decidir sobre a adesão à política de subvenção ao diesel.
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Confira abaixo os estados que se manifestaram a favor da medida:
Acre (AC)
Alagoas (AL)
Amazonas (AM)
Bahia (BA)
Ceará (CE)
Espírito Santo (ES)
Maranhão (MA)
Mato Grosso (MT)
Mato Grosso do Sul (MS)
Minas Gerais (MG)
Paraíba (PB)
Paraná (PR)
Pernambuco (PE)
Piauí (PI)
Rio Grande do Norte (RN)
Rio Grande do Sul (RS)
Roraima (RR)
Santa Catarina (SC)
Sergipe (SE)
Tocantins (TO)
Os demais estados — Amapá (AP), Goiás (GO), Pará (PA), Rondônia (RO), São Paulo (SP) — ainda não se manifestaram. O Distrito Federal (DF) já se posicionou contra.
Nesta terça-feira (31), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a medida deve ser viabilizada mesmo sem unanimidade e será formalizada por medida provisória (MP) ainda nesta semana.
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Entenda a proposta
Pela proposta apresentada aos governadores, o governo federal pretende conceder uma subvenção aos importadores de diesel para conter a alta dos preços. O benefício seria de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, dividido igualmente entre União e estados, com R$ 0,60 para cada parte.
O acordo teria validade de dois meses e, nesse período, a perda estimada de arrecadação para os estados é de cerca de R$ 1,5 bilhão. A compensação será feita por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.
Nesse modelo, os estados não precisariam zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) — diferentemente da proposta inicial, que previa a redução do imposto sobre o diesel.
A iniciativa se soma a outras ações já adotadas pelo governo federal, como a isenção de PIS/Cofins e a subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União. 
Reunião dos estados 
Na semana passada, representantes do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) se reuniram em São Paulo com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, para discutir a medida.
Na ocasião, Ceron afirmou que um número “relevante” de estados demonstrou apoio. Após o encontro, os estados que ainda não haviam se posicionado tiveram até segunda-feira (30) para enviar um parecer final.
Ceron também afirmou que o governo tem atuado com urgência diante dos impactos da alta do petróleo.
“É uma guerra da qual o país não participa diretamente, mas que traz impactos relevantes. O aumento do preço do petróleo afeta o diesel, que impacta a produção rural, os caminhoneiros, o transporte e a logística, e isso acaba sendo repassado para toda a sociedade”, disse.
O secretário lembrou que já foram adotadas medidas como a redução de tributos e concessão de subsídios, mas que ainda são necessárias ações adicionais, especialmente na importação.
“O Brasil exporta petróleo, mas ainda importa cerca de 30% do diesel que consome. Há uma preocupação com a incerteza nessa importação, que pode gerar problemas pontuais na distribuição, especialmente no setor rural”, explicou.
Para ele, a proposta busca justamente reduzir esses riscos. “Não se trata de retirada de tributos dos estados, mas de uma medida conjunta para apoiar a população, os produtores rurais e os caminhoneiros, evitando que esse choque de preços chegue com força à ponta”, disse.
Já o presidente do Comsefaz, Flávio Cesar de Oliveira, avaliou a reunião como positiva. Segundo ele, o encontro permitiu avanços importantes, principalmente no esclarecimento de dúvidas técnicas que ainda travavam a adesão de parte dos estados.
A proposta inicial do governo previa zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação de diesel até o fim de maio, com compensação de metade das perdas pela União — um custo estimado em cerca de R$ 3 bilhões por mês, sendo R$ 1,5 bilhão ressarcido aos estados.
A ideia, porém, foi rejeitada pelo Comsefaz, sob o argumento de que a redução do imposto comprometeria a arrecadação destinada a serviços públicos e nem sempre resulta em queda efetiva dos preços ao consumidor.
Guerra no Oriente Médio
O conflito no Oriente Médio impulsionou os preços do petróleo, com impacto agravado pelo fechamento de rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção global.
???? Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 para  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Diesel:, estados, aderem, proposta, governo, para, conter, alta, preços</media:keywords>
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<title>Dona da Gol diz que Petrobras elevará preços do querosene de aviação em 55%</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
O Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, informou nesta terça-feira que a Petrobras elevará os preços do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% a partir de 1º de abril.
Segundo a empresa, o reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O aumento pode ampliar a pressão sobre o setor aéreo brasileiro, em um momento em que duas das maiores companhias do país, Gol e Azul, ainda se recuperam de processos recentes de reestruturação de dívidas.
O querosene de aviação é um dos principais custos das companhias aéreas. No Brasil, ele representa mais de 30% das despesas operacionais do setor. A Petrobras, maior produtora de petróleo do país, responde pela maior parte do refino e pela oferta desse combustível no mercado nacional.
A empresa costuma ajustar os preços do QAV no início de cada mês, levando em conta fatores como a cotação internacional do petróleo e a variação do dólar. Procurada, a Petrobras não comentou o assunto.
Tarifas mais altas
A alta do combustível, associada à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.
O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril será “moderado” quando comparado à alta observada no mercado internacional. Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com variações nos custos ao longo do tempo.
Ainda assim, o executivo disse, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível ficar mais caro. De acordo com ele, um aumento de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma alta de cerca de 10% nas tarifas.
O grupo Abra também controla a companhia aérea colombiana Avianca.
A Azul informou na semana passada que já aumentou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A empresa também anunciou que pretende limitar o crescimento de sua operação para lidar com o aumento do combustível.
Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre.
Governo avalia medidas
Segundo reportagem publicada na segunda-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, o governo brasileiro estuda um pacote de medidas para reduzir o impacto da alta do petróleo sobre o setor aéreo.
Entre as propostas discutidas estão a criação de uma linha de crédito para ajudar companhias aéreas na compra de combustível e possíveis cortes de impostos.
O Ministério de Portos e Aeroportos não comentou o assunto até o momento.
Petrobras perde R$ 34 bilhões em valor de mercado após demissão de Jean Paul Prates
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>McCormick anuncia fusão com divisão de alimentos da Unilever</title>
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<description><![CDATA[      Produtos da McCormick &amp; Company são conhecidos pelos frascos com tampas vermelhas
REUTERS/Andrew Kelly
A empresa de temperos e condimentos McCormick anunciou nesta terça-feira (31) que vai se fundir à divisão de alimentos da Unilever, responsável por marcas conhecidas do público, como Hellmann’s e Knorr.
A nova empresa manterá o nome e a liderança da McCormick. Após a conclusão do acordo, os acionistas da Unilever devem ficar com 55,1% da empresa de alimentos, além de 9,9% de participação em ações ainda em circulação. Já os acionistas da McCormick terão 35%.
Avaliada em cerca de US$ 15 bilhões, a McCormick é conhecida por seus frascos de temperos com tampas vermelhas.
O acordo anunciado nesta terça-feira não inclui as operações de alimentos da Unilever na Índia, no Nepal e em Portugal.
Em comunicado oficial, o diretor-presidente da McCormick, Brendan Foley, afirmou que a união “acelera a estratégia da empresa e reforça o foco contínuo em sabor”.
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Segundo ele, a McCormick sempre admirou o negócio de alimentos da Unilever, que reúne marcas alinhadas ao que a empresa já faz hoje e aos seus planos de longo prazo.
Unilever e McCormick confirmaram no mês passado que estavam negociando um acordo. A Unilever busca simplificar suas operações e concentrar seus esforços nos setores de beleza e cuidados pessoais.
Mercado já esperava acordo
&quot;Existe lógica em uma venda do negócio de alimentos, cujos volumes foram reduzidos nos últimos anos&quot;, disse Harsharan Mann, gerente de portfólio da Aviva Investors, acionista da Unilever, em comentários enviados à Reuters.
As ações da Unilever, que caíram mais de 6% até agora neste ano, subiam 0,9% no início das negociações desta terça-feira. As ações da McCormick subiam 3,9% nas negociações pré-mercado em Nova York.
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Trajetórias de Unilever e McCormick
A Unilever, sediada em Londres, foi fundada há quase um século a partir da união da fabricante holandesa de margarina Margarine Unie com a empresa britânica de sabonetes Lever Brothers.
Atualmente, o grupo reúne dezenas de marcas conhecidas, como o sabonete Dove, a vaselina Vaseline, a maionese Hellmann’s, a bebida hidratante Liquid I.V., o desodorante Axe e o creme dental Pepsodent.
Em 2024, a Unilever anunciou a separação de seu negócio de sorvetes, que incluía marcas como Ben &amp; Jerry’s, Magnum e Breyers. Essa área passou a operar de forma independente com o nome Magnum Ice Cream Co., com sede em Amsterdã.
Unilever vendeu divisão de sorvetes com marcas famosas, como Ben &amp; Jerry&#039;s e Magnum
REUTERS/Kylie Cooper
No ano passado, a empresa também vendeu a The Vegetarian Butcher, marca de alimentos à base de plantas, e a Graze, voltada a lanches considerados mais saudáveis.
A McCormick, com sede em Hunt Valley, no estado de Maryland, nos Estados Unidos, vem ampliando seu conjunto de marcas para acompanhar o interesse crescente dos consumidores por sabores e molhos de diferentes partes do mundo.
Fundada há 137 anos, a McCormick comprou em 2017 a divisão de alimentos da Reckitt Benckiser, que incluía marcas como a mostarda French’s e o molho de pimenta Frank’s RedHot. Em 2020, adquiriu a Cholula, marca mexicana de molho apimentado. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Licença&#45;paternidade ampliada: veja o que muda e os próximos passos após sanção de Lula</title>
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<description><![CDATA[      Licença-paternidade ampliada no Brasil; veja como funciona em outros países
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia gradualmente a licença-paternidade no Brasil, passando dos atuais cinco dias para até 20 dias a partir de 2029.
O benefício será concedido aos pais em casos de nascimento, adoção ou obtenção de guarda de criança ou adolescente.
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A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década. A Constituição de 1988 já prevê o direito, mas determinou que uma lei específica deveria regulamentar a duração do benefício.
A proposta institui o salário-paternidade como benefício previdenciário e promove alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e nas normas da seguridade social, com o objetivo de aproximar a proteção à paternidade das garantias já asseguradas à maternidade.
“O projeto também prevê situações em que a licença-paternidade será equiparada à licença-maternidade, como nos casos em que não houver registro da mãe na certidão de nascimento ou quando a adoção ou a guarda for concedida exclusivamente ao pai”, afirma Rodrigo Marques, gestor de relações trabalhistas do PG Advogados.
pai bebê filho licença paternidade
Pexels
Para a Coalizão Licença-Paternidade (CoPai), a aprovação do projeto que amplia a licença-paternidade representa um avanço histórico e um primeiro passo para incentivar uma divisão mais equilibrada do cuidado com os filhos.
Segundo a entidade, a medida pode trazer benefícios como melhora no desenvolvimento infantil, apoio à recuperação das mães e impactos positivos no mercado de trabalho, além de ajudar a reduzir desigualdades de gênero.
Entenda abaixo o que diz a nova lei:
O que muda com a nova lei?
Em que situações o benefício pode ser negado?
Em quais casos o benefício pode ser estendido?
Como fica em casais homoafetivos?
O trabalhador terá estabilidade?
Quem terá direito?
Como fica o Programa Empresa Cidadã?
Senado aprova projeto que amplia gradulmente a licença-paternidade
O que muda com a nova lei?
Trabalhadores tinham direito a cinco dias corridos de licença-paternidade, pagos pela empresa.
Além disso, empresas que participam do Programa Empresa Cidadã podem conceder mais 15 dias de licença aos funcionários e, em troca, recebem deduções no Imposto de Renda.
Pela nova regra, a duração da licença-paternidade passará a ser:
10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;
15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;
20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.
A proposta também prevê que a Previdência Social passará a arcar com o custo do afastamento. Na prática, a empresa continuará pagando o salário normalmente e depois será reembolsada pelo INSS.
O texto garante que o empregado receberá a remuneração integral ou o valor equivalente à média dos últimos seis meses.
O trabalhador também poderá emendar a licença às férias. No entanto, o período não poderá ser dividido.
Empresas cidadãs encolhem 71% em dois anos, e acesso à licença-maternidade ampliada diminui
Em que situações o benefício pode ser negado?
Pela nova lei, o benefício poderá ser negado ou suspenso em casos de violência doméstica ou familiar, além de situações de abandono material — quando o pai deixa de prestar assistência financeira à criança.
O salário-paternidade também poderá ser suspenso caso o trabalhador não se afaste efetivamente de suas atividades durante o período da licença.
Em quais casos o benefício pode ser estendido?
A lei prevê algumas situações em que o período de licença poderá ser ampliado:
Falecimento da mãe: O pai ou companheiro passa a ter direito ao período da licença-maternidade, que varia de 120 a 180 dias.
Criança com deficiência: Caso o recém-nascido — ou a criança ou adolescente adotado — tenha deficiência, a licença-paternidade será ampliada em um terço. Na prática, isso pode representar cerca de 13, 20 ou aproximadamente 27 dias, dependendo da fase de implementação da nova regra.
Adoção ou guarda unilateral: Quando o pai adota sozinho a criança ou obtém a guarda sem a participação da mãe ou de um companheiro, ele também terá direito ao período equivalente ao da licença-maternidade.
Parto antecipado: A licença-paternidade também será estendida e garantida nesses casos, independente do motivo para atencipação do parto. 
Internação da mãe ou do recém-nascido: O início da licença poderá ser adiado e passará a contar apenas após a alta hospitalar da mãe ou da criança.
Ausência do nome da mãe no registro civil: Se no registro de nascimento não constar o nome da mãe, o pai terá direito a uma licença equivalente à licença-maternidade de 120 dias, além da estabilidade no emprego prevista nesses casos.
Como fica em casais homoafetivos?
O Supremo Tribunal Federal já decidiu, em casos específicos, pela concessão de licença-maternidade em casais homoafetivos. No entanto, a aplicação das regras para casais formados por dois homens ainda de ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Licença-paternidade, ampliada:, veja, que, muda, próximos, passos, após, sanção, Lula</media:keywords>
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<title>Meta lança dois óculos inteligentes Ray&#45;Ban para usuários de lentes de grau</title>
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<description><![CDATA[      Meta lança dois óculos inteligentes Ray-Ban para usuários de lentes com grau
Divulgação/Meta
A Meta lançou dois óculos inteligentes da Ray-Ban nesta terça-feira (31), ampliando sua atuação em uma área que se tornou um dos poucos sucessos da empresa na corrida por dispositivos com recursos de inteligência artificial.
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Os novos óculos, disponíveis para pré-venda nos Estados Unidos a partir de US$ 499, ampliam as opções para usuários que precisam de correção visual. O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, disse em janeiro que “bilhões de pessoas usam óculos ou lentes de contato para correção da visão”.
A Meta informou que os novos produtos — Ray-Ban Meta Blayzer Optics e Ray-Ban Meta Scriber Optics — estarão disponíveis em óticas nos EUA e em mercados internacionais selecionados a partir de 14 de abril.
Segundo a empresa, os novos modelos oferecem opções de ajuste que os tornam adaptáveis ao formato do rosto de cada usuário.
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As vendas globais de óculos inteligentes atingiram 9,6 milhões de unidades no ano passado, com a Meta respondendo por cerca de 76,1% do total, disse o diretor de pesquisa da IDC, Ramon Llamas. Ele acrescentou que as vendas devem chegar a 13,4 milhões de unidades em 2026.
A Meta lançou os óculos Meta Ray-Ban Display por US$ 799 no ano passado, seu primeiro modelo com tela integrada, permitindo que os usuários leiam mensagens, sigam instruções de navegação e interajam com serviços de IA sem precisar de um telefone.
No início deste ano, no entanto, a empresa atrasou o lançamento global do modelo, citando escassez de oferta e forte demanda. Os óculos Display também podem ser encomendados com lentes de grau por um adicional de US$ 200.
A rival Snap Inc. criou uma subsidiária independente para seus óculos inteligentes de realidade aumentada e se prepara para lançar o produto ao consumidor. Enquanto isso, o Google firmou parceria com a Warby Parker para lançar óculos com inteligência artificial.
CEO da Meta, Mark Zuckerberg, usa óculos Meta Ray-Ban Display durante apresentação da nova linha de óculos inteligentes no evento Meta Connect, em Menlo Park, Califórnia (EUA), em 17 de setembro de 2025.
REUTERS/Carlos Barria ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Huawei aumenta receita anual para US$ 127,5 bilhões, mas crescimento em 2025 foi mais lento</title>
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<description><![CDATA[      Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025
REUTERS/Go Nakamura
A chinesa Huawei Technologies anunciou nesta terça-feira (30) um crescimento de 2,2% na receita em 2025. O avanço foi impulsionado principalmente pelas áreas de infraestrutura de rede e de dispositivos de consumo, enquanto o negócio de computação em nuvem teve queda no faturamento.
A empresa, que tem sede em Shenzhen, alcançou receita de US$ 127,5 bilhões em 2025, alta de 2,2% em comparação com o ano anterior. O resultado mostra uma desaceleração significativa frente ao crescimento de 22,4% registrado em 2024.
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O desempenho de 2025 representa a segunda maior receita anual da Huawei, abaixo apenas do recorde de US$ 128,9 bilhões obtido em 2020. O lucro líquido cresceu 8,6%, chegando a US$ 9,8 bilhões.
A área de consumo, que reúne smartphones e outros aparelhos digitais, registrou aumento de 1,6% na receita, para US$ 49,8 bilhões.
A divisão de infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação, principal fonte de faturamento da empresa, teve crescimento de 2,6% nas vendas, que somaram US$ 54,2 bilhões, segundo comunicado da Huawei.
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Já o negócio de computação em nuvem (embora menor, mas relevante para a companhia) apresentou queda de 3,5% na receita, reflexo da forte concorrência no mercado chinês.
A área de soluções automotivas inteligentes, voltada ao apoio a montadoras tradicionais no desenvolvimento de veículos com tecnologia avançada, registrou alta expressiva de 72,1% na receita, que alcançou US$ 6,5 bilhões. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.990: aposta simples leva sozinha prêmio de R$ 37,9 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2990
O sorteio do concurso 2.990 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28). Uma aposta de Marataízes (ES) acertou as seis dezenas e levou, sozinha, o prêmio de R$ 37.983.331,58. 
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados:  06 - 14 - 18 - 29 - 30 - 44.
Segundo a Caixa Econômica Federal, o vencedor fez uma aposta simples, de seis números. 
5 acertos - 45 apostas ganhadoras, R$ 48.264,27
4 acertos - 3.814 apostas ganhadoras, R$ 938,65
O próximo sorteio da Mega será na terça-feira (31). 
Mega-Sena, concurso 2.990
Caixa
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 23:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.990: aposta simples leva sozinha prêmio de R$ 37 milhões</title>
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Caixa
O sorteio do concurso 2.990 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28). O prêmio para quem acertar as seis dezenas é de R$ 37.983.331,58.
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Veja os números sorteados:  06 - 14 - 18 - 29 - 30 - 44.
Para apostar na Mega-Sena
Como funciona a Mega-sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
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Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Maior refinaria da Petrobras tem aumento de 24,8% na produção de diesel; veja números</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/maior-refinaria-da-petrobras-tem-aumento-de-248-na-producao-de-diesel-veja-numeros</link>
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<description><![CDATA[      Maior do Brasil em processamento de petróleo, Replan atende a 30% do mercado nacional
Fernando Evans/g1
A maior refinaria da Petrobras registrou alta de 24,8% na produção de diesel. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a Refinaria de Paulínia (Replan) produziu 976,5 milhões de litros do combustível em fevereiro, contra 782,2 milhões no mesmo período do ano anterior.
O crescimento no volume do derivado produzido ocorreu antes da guerra no Oriente Médio, que teve início com os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro. Os impactos já são sentidos pelos consumidores. 
Na sexta (27), a ANP mostrou que o litro do diesel acumula alta de quase 24% nos postos desde o início do conflito, passando de R$ 6,03 para R$ 7,45, em média.

O diesel é o derivado com maior volume de produção da planta em Paulínia. Em maio de 2025, a Replan colocou em operação a nova Unidade de Hidrotratamento de Diesel (HDT-D), capaz de produzir 63 mil barris de diesel S-10 por dia, o que equivale a 10 milhões de litros/dia. Isso é suficiente para abastecer, por exemplo, 20 mil ônibus com tanque de 500 litros.
Nova unidade da maior refinaria da Petrobras é capaz de abastecer 20 mil ônibus por dia; entenda 
O g1 entrou em contato com a Petrobras para questionar sobre os dados de aumento da produção, e se a planta já opera com a capacidade máxima instalada. A reportagem será atualizada assim que a companhia se manifestar.
Nova unidade da maior refinaria da Petrobras é capaz de abastecer 20 mil ônibus por dia
Maior do Brasil
Maior refinaria da Petrobras, a Replan tem capacidade para processar 69.000 m³ de petróleo por dia (69 milhões de litros), o equivalente a 434 mil barris, e atende a 30% do território brasileiro.
Para efeito de comparação, a segunda refinaria em volume de processamento de petróleo é a Revap, em São José dos Campos (SP), com 40 milhões de litros por dia.
A produção de Paulínia é escoada para os seguintes locais:
Interior de São Paulo - recebe a maior parte da produção, 55%
Sul de Minas
Triângulo Mineiro
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Rondônia
Acre
Goiás
Brasília (DF)
Tocantins
O diesel é o principal produto que sai da Replan para a as distribuidoras, mas a refinaria também produz gasolina, querosene de aviação (QAV), gás liquefeito de petróleo (GLP - o gás de cozinha), óleos combustíveis, asfaltos, enxofre (parte vai para a indústria de cosméticos), propeno (usado na fabricação de plásticos) e outros derivados que são utilizados até na produção de pneus.
LEIA TAMBÉM
Do pré-sal às bombas: g1 entrou na maior refinaria de petróleo do Brasil e mostra curiosidades da produção de combustíveis
Replan, a maior refinaria de petróleo da Petrobras, fica em Paulínia (SP)
Júlio César Costa/g1
VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
Veja mais notícias da região no g1 Campinas ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Maior, refinaria, Petrobras, tem, aumento, 24, 8, produção, diesel, veja, números</media:keywords>
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<item>
<title>Bank of America fecha acordo de US$ 72,5 milhões com vítimas de Epstein</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/bank-of-america-fecha-acordo-de-us-725-milhoes-com-vitimas-de-epstein</link>
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<description><![CDATA[      Manifestante protesta contra Jeffrey Epstein, em Nova York.
Stephanie Keith / Getty Images North America /AFP 
O Bank of America concordou em pagar US$ 72,5 milhões (cerca de R$ 381 milhões) para encerrar um processo civil movido por mulheres que acusam a instituição de facilitar os abusos sexuais cometidos por Jeffrey Epstein, segundo registros judiciais divulgados nesta sexta-feira (27).
Os advogados do banco e das autoras informaram ao juiz Jed Rakoff, em Manhattan, que haviam chegado a um “acordo em princípio” neste mês, mas os termos não haviam sido divulgados até então.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O acordo ainda precisa ser aprovado por Rakoff, que marcou uma audiência para quinta-feira para avaliar a proposta.
A ação coletiva, apresentada em outubro por uma mulher identificada como Jane Doe, acusa o segundo maior banco dos Estados Unidos de ignorar transações suspeitas ligadas a Epstein, apesar de diversas informações sobre seus crimes, priorizando o lucro em detrimento da proteção das vítimas.
O Bank of America afirma que a acusação se baseia apenas na prestação de serviços financeiros rotineiros a pessoas que, à época, não tinham ligação conhecida com Epstein, e classificou como “frágil e infundada” qualquer sugestão de envolvimento mais profundo.
Banco teria se beneficiado conscientemente de esquema
Em janeiro, Rakoff decidiu que o banco deveria responder às acusações de que teria se beneficiado conscientemente do esquema de tráfico sexual de Epstein e dificultado a aplicação de leis federais de proteção às vítimas. 
Entre as operações citadas estão pagamentos feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black, cofundador da Apollo Global Management.
Black deixou o cargo de presidente-executivo da Apollo em 2021, após uma investigação externa apontar que ele pagou US$ 158 milhões a Epstein por serviços de planejamento tributário e patrimonial. Ele nega irregularidades e afirma que desconhecia os crimes do financista.
Os advogados de Jane Doe também processaram outros supostos facilitadores de Epstein e, em 2023, fecharam acordos de US$ 290 milhões com o JPMorgan Chase e de US$ 75 milhões com o Deutsche Bank.
Eles ainda recorrem da decisão de Rakoff que rejeitou, em janeiro, uma ação semelhante contra o Bank of New York Mellon.
Epstein morreu em agosto de 2019, em uma cela em Manhattan, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. A morte foi considerada suicídio pelo médico legista de Nova York.
Vítimas de Jeffrey Epstein processam governo dos EUA e a empresa de tecnologia Google ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fachin vai definir na segunda pauta de abril no STF; julgamento presencial sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/fachin-vai-definir-na-segunda-pauta-de-abril-no-stf-julgamento-presencial-sobre-eleicao-no-rio-deve-ocorrer-na-segunda-semana</link>
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<description><![CDATA[      Zanin suspende eleições indiretas para governador do Rio de Janeiro
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, disse ao blog que vai definir na próxima segunda-feira (30) a pauta de julgamentos da Corte para abril. 
Entre os casos que serão analisados, estão as ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. 
A tendência é de que esse processos sejam julgados nas sessões da segunda semana de abril, entre os dias 8 e 9, no plenário presencial. Fachin ainda vai conversar com colegas para definir a análise do caso. 
Nesta sexta, o ministro Cristiano Zanin determinou a suspensão de eleições indiretas para o mandato-tampão no governo do Estado do Rio de Janeiro até que o plenário analise a questão.
PSD acionou STF em duas frentes
Uma das ações que serão analisadas discute trechos da lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeira (Alerj) a qual estabelece eleição indireta para a sucessão de Cláudio Castro. 
A norma fixou voto aberto e prazo de 24 horas para desincompatibilização de quem quiser concorrer. 
????O prazo de desincompatibilização é o período legal em que um ocupante de cargo ou função pública (como secretários, juízes ou diretores de estatais) deve se afastar de suas atividades para poder concorrer a um mandato eletivo.
Esse caso começou a ser julgado no plenário virtual da Corte. A maioria dos ministros votou para fixar votação tem que ser secreta em eleição indireta e que o prazo pra desincompatibilização é de 24 horas.
Nesse julgamento, no entanto, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin divergiram e defenderam eleição direta.
Eles avaliam que houve desvio de finalidade na renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. 
Apesar de todos os ministros já terem votado, Zanin solicitou que essa ação seja analisada no plenário presencial, o que reinicia o julgamento. 
Em outra frente, o PSD do Rio também entrou com uma ação para discutir a determinação do TSE de que a eleição para escolha do sucessor de Cláudio Castro deve ser indireta. Isso foi determinado no julgamento que condenou o ex-governador.
O PSD, de Eduardo Paes, alega que Castro fez uma manobra, diante da iminente cassação, pra manter seu grupo político no poder. 
E que a decisão do TSE viola entendimento do STF sobre eleição direta quando a vacância de cargos ocorre antes do prazo de seis meses da eleição.
Debates internos
Eleições para governador no Rio seguem indefinidas; entenda
Nos bastidores, ministros avaliam que ainda não há uma decisão pacificada sobre o modelo para a escolha do governador do Rio para o mandato-tampão e que as conversas internas serão decisivas nos próximos dias. 
Ministros do Supremo que também atuam no TSE afirmam, reservadamente, que há dificuldades técnicas para realizar duas eleições com voto popular tão próximas, ainda mais em um estado com um grande colégio eleitoral como o Rio de Janeiro. 
????Em outubro, eleitores do Rio e das demais unidades da federação vão às urnas escolher presidente, governadores, senadores e deputados.  
Para ministros que defendem a eleição direta, a intervenção da Justiça se justifica diante da manobra feita pelo entorno de Cláudio Castro para manter o controle do Estado e dos riscos de interferência de grupos políticos e até mesmo de criminosos em uma eleição indireta.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin
Victor Piemonte/STF ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Fachin vai definir na segunda pauta de abril; julgamento presencial sobre eleição no Rio deve ocorrer na segunda semana</title>
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<description><![CDATA[ O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, disse ao blog que vai definir na próxima segunda-feira (30) a pauta de julgamentos da Corte para abril. 
Entre os casos que serão analisados, estão as ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. 
A tendência é de que esse processos sejam julgados nas sessões dos dias 8 e 9 de abril, no plenário presencial. Fachin ainda vai conversar com colegas para definir a análise do caso. 
Nesta sexta, o ministro Cristiano Zanin determinou a suspensão de eleições indiretas para o mandato-tampão no governo do Estado do Rio de Janeiro até que o plenário analise a questão.
PSD acionou STF em duas frentes
Uma das ações que serão analisadas discute trechos da lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeira (Alerj) que estabelece eleição indireta para a sucessão de Cláudio Castro. 
A norma fixou voto aberto e prazo de 24 horas para desincompatibilização de quem quiser concorrer. 
Esse caso começou a ser julgado no plenário virtual da Corte. A maioria dos ministros votou para fixar votação tem que ser secreta na eleição indireta e que o prazo pra desincompatibilização é de 24h.
Nesse julgamento, no entanto, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flavio Dino e Cristiano Zanin divergiram e defenderam eleição direta porque entenderam que houve desvio de finalidade na renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. 
Apesar de todos os ministros já terem votado, Zanin solicitou que essa ação seja analisada no plenário presencial, o que reinicia o julgamento. 
Em outra frente, o PSD do Rio também entrou com uma ação para discutir a determinação do TSE de que a eleição para escolha do sucessor de Cláudio Castro deve ser indireta. Isso foi determinado no julgamento que condenou o ex-governador.
O PSD alega que Castro fez uma manobra, diante da iminente cassação, pra manter seu grupo político no poder. 
E que a decisão do TSE viola entendimento do STF sobre eleição direta quando a vacância de cargos ocorre há mais de seis meses da eleição. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa</title>
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<description><![CDATA[      Nestlé denuncia roubo de carga com 12 toneladas barras de KitKat na Europa
REUTERS/Hannah McKay/Foto ilustrativa/Foto de arquivo
O grupo suíço Nestlé denunciou o roubo de uma grande carga de barras de chocolate KitKat e advertiu que o cenário pode provocar escassez nas lojas justamente antes da Páscoa.
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A empresa confirmou em um comunicado que &quot;um caminhão que transportava 413.793 unidades da sua nova linha de chocolates foi roubado durante o transporte na Europa&quot;.
A carga, de 12 toneladas, desapareceu na semana passada durante uma viagem até centros de produção e distribuição, indicou.
&quot;Sempre incentivamos as pessoas a fazerem uma pausa com o KitKat&quot;, comentou um porta-voz da marca, citando o slogan da barra de chocolate. &quot;Mas parece que os ladrões levaram a mensagem muito a sério e roubaram mais de 12 toneladas do nosso chocolate&quot;, acrescentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A marca advertiu que &quot;o roubo pode provocar escassez de KitKats&quot; e que os consumidores &quot;podem ter dificuldades para encontrar seus chocolates favoritos antes da Páscoa&quot;.
O caminhão roubado saiu do centro da Itália e seguia para a Polônia, com a missão de distribuir as barras em vários países ao longo do trajeto. 
A empresa não informou onde a mercadoria desapareceu, mas indicou que &quot;o veículo e seu conteúdo continuam desaparecidos&quot;. 
&quot;As investigações prosseguem em estreita colaboração com as autoridades locais e os parceiros da cadeia de suprimentos&quot;, acrescentou.
Também advertiu que as barras de chocolate roubadas &quot;podem entrar em canais de venda não oficiais nos mercados europeus&quot;.
A Nestlé destacou que é possível rastrear os produtos roubados escaneando os códigos de lote de cada barra. 
&quot;Se uma correspondência for localizada, o sistema apresentará instruções claras sobre como alertar a KitKat, que então compartilhará as provas de maneira adequada&quot;, indicou. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Governo zera imposto de importação de insumos para canetas emagrecedoras da EMS</title>
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<description><![CDATA[      Se a patente do Ozempic caiu, por que a gente ainda não tem uma versão brasileira?
O governo federal decidiu zerar o imposto de importação sobre componentes usados na produção de canetas emagrecedoras pela farmacêutica EMS, em medida aprovada na quinta-feira (26) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex). 
A decisão reduz a alíquota de 14,4% para 0% por um período de 365 dias, com quota limitada a 30 milhões de unidades.
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A medida atende parcialmente ao pedido da EMS e integra um pacote do governo que zerou o imposto de importação de quase mil produtos por falta ou insuficiência de produção nacional.
????A lista inclui medicamentos para doenças como diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia, além de insumos agrícolas, itens da indústria têxtil, lúpulo e produtos de nutrição hospitalar.
Na análise feita pela área técnica do governo, a quantidade pedida pela EMS era maior do que o necessário, já que não batia com o próprio consumo informado por ela nem com o uso recente (a cota anterior, por exemplo, teve apenas 43% de utilização em quase cinco meses).
Por conta disso, o comitê aprovou parcialmente o pedido e limitou a importação a 30 milhões de unidades. A ideia é garantir que não faltem produtos, mas sem dar um benefício maior do que o mercado realmente precisa.
Mesmo com esse limite, o efeito financeiro da medida passa de US$ 1 milhão — que é o valor usado pelo governo como referência para analisar pedidos desse tipo, feitos quando há falta de produtos no mercado.
???? Esses itens importados são usados para fabricar canetas aplicadoras de medicamentos como liraglutida e semaglutida, usados principalmente no tratamento de diabetes e obesidade.
A justificativa central para a isenção é a inexistência temporária de produção regional desses insumos, considerados essenciais para o sistema de saúde. Atualmente, a China é o principal fornecedor de componentes para canetas injetoras ao Brasil, respondendo por 35,6% das importações em 2025.
&quot;Ressalta-se que o produto é amplamente utilizado no controle de dosagem de medicamentos destinados, especialmente, ao tratamento de pessoas com diabetes e obesidade, o que reforça seu caráter essencial e a relevância do pleito sob a ótica da saúde da população&quot;, afirmou o comitê em nota técnica.
Fim da patente da semaglutida
Fábrica da EMS localizada em Hortolândia (SP)
Divulgação
A EMS afirma ter investido R$ 1,2 bilhão na produção nacional de semaglutida — substância usada em medicamentos como Ozempic e Wegovy, cuja patente, após cerca de duas décadas, encerrou a exclusividade da Novo Nordisk —, incluindo a ampliação de uma fábrica em Hortolândia (SP), com capacidade prevista para produzir até 20 milhões de canetas por ano.
Apesar do investimento, a empresa ainda depende, no curto prazo, da importação de componentes para viabilizar a produção. 
As novas versões do medicamento também não chegaram ao mercado brasileiro porque aguardam aprovação regulatória, processo mais rigoroso devido à complexidade do produto.
A EMS tem um pedido em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que está entre os mais avançados, mas ainda depende de esclarecimentos adicionais sobre segurança, com prazo de até 120 dias para resposta antes da decisão final.
Ao todo, há 17 solicitações em avaliação na Anvisa, sendo três em estágio mais avançado, incluindo o da EMS. A expectativa é que ao menos uma versão seja liberada até junho. 
Ainda assim, a redução de preços não deve ocorrer de forma imediata, já que não haverá genéricos tradicionais, mas sim versões similares, que exigem desenvolvimento próprio e tendem a oferecer descontos menores. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O outro estreito crucial para a economia global que o Irã ameaça bloquear</title>
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<description><![CDATA[      Conheça o Estreito de Ormuz, crucial para o petróleo global
Não se trata apenas do Estreito de Ormuz. Há um outro ponto estratégico no Oriente Médio — igualmente vital para os mercados globais de energia — que o Irã ameaça bloquear caso Donald Trump não ponha fim à guerra: o Estreito de Bab el-Mandeb.
Situado entre o Iêmen, Djibuti e Eritreia, no Mar Vermelho, o estreito controla o tráfego marítimo em direção ao Canal de Suez e transporta cerca de 12% do petróleo comercializado por via marítima no mundo.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No último mês, a rota ganhou ainda mais importância ao se tornar uma alternativa para o escoamento de petróleo do Oriente Médio, diante do fechamento do Estreito de Ormuz.
Na quinta-feira (26), a agência semioficial iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, informou que os houthis — grupo armado do Iêmen apoiado pelo Irã— estariam prontos para assumir o controle do estreito como parte do que chamam de &quot;forças de resistência&quot;. 
&quot;Se houver necessidade de controlar o Estreito de Bab el-Mandeb para punir ainda mais o inimigo, os heróis do Ansar Allah do Iêmen estão totalmente preparados para desempenhar um papel fundamental&quot;, disse uma fonte militar iraniana à agência, acrescentando que os houthis já provaram que fechar a rota &quot;é uma tarefa fácil para eles&quot;.
No dia anterior, a mesma Tasnim já havia publicado uma advertência feita por uma fonte: &quot;Se os americanos quiserem pensar em uma solução para o Estreito de Ormuz com medidas imprudentes, devem ter cuidado para não adicionar outro estreito aos seus problemas&quot;, disse a fonte, em referência à movimentação de tropas americanas na região. 
Neste sábado (28/03), os houthis lançaram um ataque com mísseis contra Israel pela primeira vez desde o início da guerra.
Segundo o grupo, o objetivo era atingir &quot;alvos militares israelenses sensíveis&quot;. Israel confirmou ter interceptado um míssil lançado do Iêmen.
Antes mesmo do ataque deste sábado, o líder houthi Abdul Malik Al-Houthi já havia reforçado as ameaças sobre uma escalda, dizendo que o grupo responderia militarmente a ataques dos EUA e de Israel caso os desdobramentos da guerra exigissem, segundo noticiou a Bloomberg. 
À Reuters, um outro dirigente houthi, em anonimato, afirmou que eles estão &quot;militarmente prontos&quot; para atacar o Estreito de Bab el-Mandab em apoio a Teerã. 
&quot;Estamos com todas as opções à nossa disposição. A decisão sobre o momento cabe à liderança, que acompanha os desdobramentos e definirá a hora certa de agir&quot;, declarou.
Após as ameaças, os Estados Unidos emitiram um alerta sobre a possibilidade de ataques de houthis no Estreito de Bab el-Mandab.
&quot;Embora o grupo terrorista houthi não tenha atacado navios comerciais desde o acordo de cessar-fogo entre Israel e Gaza em outubro de 2025, os houthis continuam a representar uma ameaça aos ativos dos EUA, incluindo embarcações comerciais, nesta região&quot;, disse um aviso publicado pela Administração Marítima do Departamento de Transportes dos EUA na quinta-feira.
Em outros momentos, como durante a Guerra em Gaza, o Estreito de Bab el-Mandeb já foi alvo dos houthis, que bloquearam a rota atacando navios, usando drones e mísseis.
Mas um eventual bloqueio da passagem hoje agravaria a crise no mercado de energia, já pressionado pela situação no Estreito de Ormuz. 
Ormuz se tornou um dos epicentros da guerra. A rota, por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo, está fechada, dificultando a passagem de navios na região.
A interrupção do transporte marítimo no Golfo fez os preços do petróleo Brent saltarem de cerca de US$ 70 (cerca de R$ 350) por barril antes do início da crise para mais de US$ 100 (aproximadamente R$ 500).
O comércio global de uma ampla gama de produtos — de bens de consumo a matérias-primas agrícolas — também está sendo afetado.
Por isso, a interrupção de mais uma rota marítima poderia elevar ainda mais os preços e intensificar o impacto econômico do conflito com o Irã.
O &#039;portão de lágrimas&#039;
Dezenas de navios com milhares de toneladas de carga cruzam o estreito todos os dias
Getty Images via BBC
Não é por acaso que Bab el-Mandeb significa &quot;o portão das lágrimas&quot; ou &quot;o portão da dor&quot; em árabe.
É uma referência aos perigos — desde correntes e ventos à pirataria e conflitos — que durante milênios perturbaram os marinheiros que transitavam pela entrada do Mar Vermelho vindos do Oceano Índico entre o Iêmen, o Djibuti e a Eritreia.
Alguns desses perigos permanecem até hoje.
Entre 2023 e 2025, navios comerciais de diversos países foram atacados no estreito pelo grupo houthi no Iêmen em resposta à guerra de Israel contra o Hamas em Gaza. Os ataques forçaram muitas empresas a desviar rotas pelo sul da África e só cessaram após um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e o Hamas em outubro de 2025.
Com 115 km de extensão e 36 km de largura, o Estreito de Bab el-Mandeb está em uma posição estratégica: ele liga o Mar Vermelho ao Golfo de Aden — e, por extensão, ao Oceano ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 07:00:10 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Meu corpo me foi roubado durante anos&amp;apos;: atriz alemã denuncia ex&#45;marido após sofrer violência sexual digital</title>
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<description><![CDATA[      Christian Ulmen e Collien Fernandes eram um casal de celebridades muito conhecido na Alemanha
G. Chlebarov/VISTAPRESS/IMAGO via DW
A atriz alemã e apresentadora de TV Collien Fernandes passou anos lutando contra perfis falsos dela em redes sociais, nos quais alguém se fazia passar por ela, compartilhava vídeos pornográficos deepfakes dela.
Cansada de lutar em vão contra essa violência digital, ela foi à polícia de Berlim em novembro de 2024 e registrou queixa por causa dos perfis falsos – contra desconhecidos.
Fernandes contou à revista Der Spiegel que, no Natal, o marido dela, o também ator e apresentador de TV Christian Ulmen, começou a fazer perguntas sobre a queixa apresentada e acabou confessando que era ele quem estava por trás dos perfis falsos.
&quot;Meu corpo me foi roubado durante anos&quot;, disse a atriz à revista. E, de repente, ela entendeu que o criminoso era &quot;a pessoa mais próxima de mim&quot;, relatou.
‘Violentada a cada clique’, vítimas contam consequências da pornografia de revanche
Em dezembro de 2025, Fernandes apresentou queixa contra Ulmen em Palma de Mallorca, na Espanha, onde o casal – então já divorciado – residia.
Mais do que isso, Fernandes decidiu tornar o seu caso – que na Alemanha vem sendo comparado ao da francesa Gisèle Pelicot – público. 
A história dela chama a atenção para um tema ainda não muito debatido: a violência digital, por exemplo a geração por meio de IA de material pornográfico de terceiros e posterior publicação na internet.
&#039;Ele quis me aniquilar viva&#039;: saiba o que é pornografia de revanche e conheça histórias de vítimas
Governo reage e prepara lei
A divulgação do caso teve enorme repercussão na Alemanha e abriu um debate sobre violência digital contra mulheres. 
Em reação à denúncia de Fernandes, milhares participaram no domingo passado (22/03), em Berlim, de uma manifestação contra a violência digital sexualizada e em solidariedade às vítimas.
Nesta segunda-feira (23), cerca de 250 mulheres famosas tornaram pública uma petição em solidariedade a Fernandes e com dez demandas ao governo. 
A petição exige medidas políticas concretas para melhor proteção contra a violência digital e o feminicídio. Um dia depois, o número de assinaturas já chegava a quase 25 mil.
O governo também reagiu. Na sexta-feira (20), quando a Spiegel foi às bancas, o Ministério da Justiça anunciou que apresentará em breve um projeto de lei para eliminar lacunas no código penal e punir a criação de vídeos pornográficos deepfakes.
O objetivo da proposta é punir explicitamente a criação e a distribuição desses vídeos, o que não é considerado crime na Alemanha. 
O ministério comunicou que leva muito a sério a proteção contra a &quot;violência digital&quot; e enfatizou que ela atinge principalmente mulheres, sendo que os agressores geralmente são homens.
A proposta do governo foi apoiada também pelo Partido Verde e por A Esquerda, da oposição.
À emissora alemã ARD, a atriz declarou que decidiu apresentar a queixa – que também inclui acusações de maus-tratos e ameaças na Espanha  – porque o ex-marido mora no país – e também porque os direitos das mulheres são significativamente melhores  do que na Alemanha.
Casal de celebridades
Fernandes, de 44 anos, e Ulmen, de 50, eram um casal de celebridades muito conhecido na Alemanha. Ambos começaram a carreira como apresentadores de TV nos canais Viva e MTV e em seguida desenvolveram carreiras bem-sucedidas como atores.
Os dois se casaram em 2011 e tiveram uma filha um ano depois. Eles também se apresentavam como um casal na mídia e davam entrevistas para falar sobre igualdade de direitos e divisão igualitária de tarefas no lar. 
Uma campanha publicitária de uma farmácia online, que foi protagonizada pelos dois, ficou famosa por causa da apresentação bem-humorada de cenas do cotidiano de um casal.
Há cerca de três anos, eles se mudaram para uma mansão com vista panorâmica em Palma de Mallorca, na Espanha, um destino de férias muito popular entre os alemães.
A Spiegel afirmou ter contatado Ulmen para que ele se posicionasse sobre as acusações de Fernandes, mas informou que ele não respondeu às perguntas. 
Depois da publicação da reportagem, o advogado de Ulmen anunciou uma ação judicial contra a revista e afirmou que a matéria era, &quot;em grande parte, ilegal e baseada em suspeitas&quot; e que &quot;fatos falsos estavam sendo divulgados com base num relato unilateral&quot;.
Leia também:
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 07:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Café que fica no Brasil é ruim? Entenda de onde vem essa ideia e se ela é verdadeira</title>
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<description><![CDATA[      Afinal, café bom vai todo pra fora do Brasil?
Quem nunca ouviu falar que o café bom que o Brasil produz é exportado e o ruim fica para o brasileiro consumir? A ideia, no entanto, não reflete a realidade atualmente.
A história de que só o café ruim fica aqui e o bom vai embora está ultrapassada. Ela pode ter sido verdade no passado, mas isso, definitivamente, não reflete a realidade atual
Quando Parreiras fala de passado, ele se refere aos anos de 1980. Naquele período, o governo controlava pouco a qualidade do café, abrindo espaço para inúmeras fraudes, como a mistura de cevada e milho aos grãos, conta um artigo publicado pelo Inmetro em 1998.
????️Naquela época, o governo também fixava preços para controlar a inflação.
&quot;E isso desestimulava o mercado a buscar qualidade porque, independentemente do café colocado na embalagem — fosse ele de baixa ou altíssima qualidade —, o preço final seria o mesmo&quot;, lembra Parreiras. 
Os produtores acabavam direcionando os melhores grãos para outros países, que pagavam mais do que o governo brasileiro.
Mas essa história começou a mudar em 1989, quando o governo transferiu para a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) a responsabilidade de fiscalizar o mercado, conta o atual presidente da entidade, Pavel Cardoso.
Preocupada com a queda do consumo de café no país entre os anos 60 e 80– justamente pela baixa qualidade –, a Abic começou a exigir que as empresas produzissem pacotes feitos com 100% grãos de café.
As indústrias em conformidade passaram a receber o Selo de Pureza da Abic.
Selo de Pureza da Abic.
ABIC
Foi nesse momento da história que o ator Tarcísio Meira entrou em cena, protagonizando diversas propagandas da associação. &quot;Por trás desse selo, só tem café&quot;, dizia o artista nas campanhas.
As peças publicitárias passavam até em novelas, como em Tieta, em 1990. Reveja vídeo abaixo.
Tarcísio Meira em propaganda de café na novela Tieta
Preço do feijão carioca sobe quase 20% com safra menor e estoques baixos; veja quando deve cair
Em 2022, o Ministério da Agricultura estabeleceu um padrão de qualidade para o café torrado, proibindo que os pacotes tenham mais de 1% de impurezas e matérias estranhas em sua composição.
Exemplos de impurezas são galhos, folhas e cascas. Já as matérias estranhas são pedras, areia, grãos ou sementes de outras espécies vegetais. O pacote também não pode ter qualquer elemento estranho, como corantes e açúcar.
Essas regras, que entraram em vigor em 2023, deram respaldo às fiscalizações do governo, como as recentes operações que apreenderam as marcas de &quot;café fake&quot;.
☕E o café especial?
A partir dos anos 90, com o fim da intervenção estatal nos preços e avanço da fiscalização, produtores brasileiros começaram a olhar mais para o mercado interno e a investir na produção de grãos de mais qualidade, conta o pesquisador do IAC.
Em 1991, por exemplo, foi fundada a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), um segmento da indústria que produz cafés com grãos 100% maduros, e que não podem ter nenhum defeito. 
É um tipo de café mais caro e que é sim mais exportado do que vendido no Brasil, apesar de o consumo interno ter crescido, conta o diretor-executivo da BSCA, Vinicius Estrela.
Em 2015, por exemplo, somente 1% do grão especial produzido no Brasil era consumido internamente. Hoje, essa parcela é de 15%.
&quot;Em alguns mercados, o café especial é mais forte porque são mercados de renda mais alta, como Europa, EUA, Japão, Coreia do Sul&quot;, explica Estrela.
➡️Como era o mercados nos anos 80
A produção de café no Brasil tinha pouco foco em qualidade até os anos 80, diz Parreiras.
Na época, o órgão responsável por gerir as políticas públicas do setor era o Instituto Brasileiro do Café (IBC), fundado em 1952 e que existiu até 1989.
&quot;O IBC controlava meramente preço e volume&quot;, relata o presidente da Abic, Pavel Cardoso.
Uma lei de 1978 já estabelecia um limite de tolerância de até 1% de impurezas, mas a fiscalização, a cargo do próprio IBC, era ineficiente, conta.
Esse cenário, somado a um período longo de seca em 1986, que reduziu a produção, criou um ambiente propício para fraudes.
Em 1989, por exemplo, 30% do volume total de café comercializado no Brasil era fraudado, ou seja, continham impurezas, apontou uma pesquisa da Abic.
Hoje, esse percentual é menor que 1%, diz a entidade.
Preços fixos e pesquisas de opinião
O tabelamento de preços também não ajudava.
&quot;Os torrefadores não tinham incentivo porque não poderiam repassar essa diferença ao consumidor. Não havia espaço para segmentar o mercado ou fomentar o consumo de cafés de qualidade&quot;, reforça Parreiras.
A formação de estoques de café era outro fator que &quot;jogava contra&quot; a qualidade, comenta o diretor-executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Vinicius Estrela.
&quot;Por um bom tempo, o Brasil produziu excedentes de café, que eram comprados pelo IBC para garantir estabilidade de preços em momentos em que a produção brasileira superava muito a demanda&quot;, conta Estrela.
De tem ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 07:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Café, que, fica, Brasil, ruim, Entenda, onde, vem, essa, ideia, ela, verdadeira</media:keywords>
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<title>Guerra no Oriente Médio agrava crise dos combustíveis, já afeta inflação e abastecimento no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos de combustíveis
Assim como a guerra no Oriente Médio, a crise dos combustíveis não tem previsão de acabar e já traz impactos na inflação, nas decisões sobre juros e até no abastecimento no país.
Nesta sexta-feira, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o litro do diesel acumula alta de quase 24% nos postos desde o início do conflito, passando de R$ 6,03 para R$ 7,45, em média.
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A gasolina também já pesa mais no bolso, com alta de 8% no mesmo período. Passou de R$ 6,28 para R$ 6,78 o litro, em média.  
Durante a semana, os EUA deram sinais de que o conflito poderia arrefecer, indicando a possibilidade de um cessar-fogo. Mas Israel afirmou que vai ampliar os ataques ao Irã e bombardeou um centro de produção de mísseis da Marinha iraniana e uma usina de urânio.
Resultado: o barril do petróleo do tipo Brent, matéria-prima dos combustíveis, voltou a encostar nos US$ 120. Analistas alertam que, se a guerra continuar e os problemas na oferta global da commodity se agravarem, a tendência é de uma alta ainda maior.
Enquanto isso, o governo brasileiro corre contra o tempo para evitar que esse salto nos preços dos combustíveis desencadeie uma crise inflacionária em ano eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um pacote de medidas que dava incentivo ao setor e zerava impostos federais ao diesel. Também chegou a pedir que governadores também zerassem o ICMS sobre combustíveis, mas a proposta foi recusada.
Nesta sexta, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que um número &quot;relevante&quot; de estados aceitou uma segunda proposta, que prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, com custos divididos igualmente entre União e estados.
Ceron não especificou quantos estados aderiram nem quais são. Enquanto isso, entidades sindicais já relatam falta de combustíveis em alguns postos pelo país, e a Polícia Federal deflagrou uma operação contra o aumento abusivo de preços.

Preço defasado
Um dos principais entraves é a defasagem do preço do diesel em relação ao mercado internacional. O diesel produzido no Brasil fica mais barato que no exterior, enquanto a importação se torna mais cara.
O levantamento semanal da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) indica que os preços praticados nas refinarias da Petrobras passaram a ficar bem abaixo dos valores do mercado internacional.
No caso do diesel, a diferença média chegou a cerca de 65% em 24 de março — o equivalente a R$ 2,34 por litro abaixo da paridade de importação. 
Na gasolina, a defasagem era de cerca de 45%, ou R$ 1,13 por litro.
Veja no gráfico abaixo: 

Com os preços internos mais baixos que os praticados no exterior, importadores privados deixam de comprar e reduzem sua atuação no mercado. O banco BTG Pactual estima que a atividade desses operadores caiu cerca de 60%.
Hoje, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Com menos empresas trazendo o produto do exterior, o mercado passa a depender mais do fornecimento da Petrobras. A partir daí, surgem dois riscos: falta de produto ou aumento de preços — às vezes, os dois.
No Rio Grande do Sul, levantamento do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do estado (Sulpetro) indica que 88% dos postos, entre embandeirados e independentes, receberam combustíveis apenas de forma parcial.
O presidente da entidade, Fabricio Severo Braz, afirma que há dificuldades para comprar gasolina e diesel devido às cotas estabelecidas pela Petrobras. Segundo ele, não há falta generalizada de combustíveis, mas episódios pontuais de interrupção no abastecimento.
“Desde o início do conflito no Oriente Médio, nas últimas semanas, temos observado compras mais restritas pela maior parte dos postos associados, pois as distribuidoras estão entregando os produtos de forma racionada”, comenta Braz.
Já o sindicato regional do Rio de Janeiro (Sindcomb) indicou que há instabilidade na entrega de combustíveis no município, com postos de marca própria relatando desabastecimento.
&quot;Postos com contrato de fidelidade vêm sendo atendidos com restrições de volume, mas o impacto mais severo recai sobre os postos de marca própria. A falta de fornecimento regular para esses estabelecimentos já resulta em bombas vazias em diversas regiões da cidade&quot;, diz em nota.
Em São Paulo, o presidente do sindicato regional (Sincopetro), José Alberto Gouveia, afirma que a rede independente — que representa 30% dos postos no estado — tem enfrentado dificuldades não apenas no abastecimento, mas também na manutenção do negócio.
&quot;A realidade é que as empresas que importavam e vendiam combustível para essas companhias independentes hoje compram o produto mais caro no exterior e têm que vender mais barato no Brasil, o que dificulta bastante a operação&quot;, afirma.

Leilões da Petrobras e pacote do ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mais candidatos, mais etapas e pouco retorno: por que parece que buscar um emprego ficou tão difícil</title>
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<description><![CDATA[      Por que ninguém responde seu currículo?
Quando a engenheira de produção Samanta Santos aperta o botão &quot;enviar candidatura&quot;, ela não está apenas concorrendo a uma vaga. Está assumindo um compromisso informal de tempo: formulários extensos, testes, várias etapas e, muitas vezes, um silêncio que pode durar meses.
“Existem vagas para as quais me inscrevi em outubro e nunca tive retorno. Na semana passada, três processos dos quais eu participava foram encerrados ao mesmo tempo, sem explicação (...). Até hoje, nenhum processo realizado por plataformas digitais avançou para mim”, desabafa.
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A sensação de caminhar no escuro durante a busca por emprego não é exclusiva da engenheira. Uma pesquisa global do LinkedIn mostra que o Brasil lidera a percepção de que os processos seletivos são longos demais (77%) e impessoais (60%).
Seis em cada 10 brasileiros acreditam que buscar emprego ficou mais difícil no último ano. Entre os motivos mais mencionados estão o aumento da concorrência (55%) e a percepção de que os processos seletivos ficaram mais exigentes (50%).
Essas percepções refletem o momento atual do mercado. Com o desemprego nos menores níveis da série histórica do IBGE, iniciada em 2012, o Brasil vive um período de intensa mobilidade profissional.
Mais confiantes, trabalhadores empregados têm se sentido cada vez mais à vontade para buscar novas oportunidades — seja por salários maiores, mais flexibilidade ou chances de crescimento na carreira — como mostrou o g1 em reportagem publicada em janeiro.
Além disso, a pesquisa do LinkedIn mostra que 54% dos brasileiros pretendem buscar uma nova oportunidade em 2026. Na prática, isso significa mais candidatos concorrendo à mesma vaga.
&quot;As empresas passam a lidar com um número maior de perfis e, em muitos casos, com profissionais que já estão empregados, o que exige comparações mais cuidadosas e decisões mais estratégicas&quot;, analisa Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para a América Latina. 
Mas o aumento da concorrência não é o único fator por trás da lentidão. Beck destaca que muitas organizações operam com equipes mais enxutas e processos internos de aprovação mais demorados.
Esse conjunto de fatores reforça a percepção generalizada de demora, mesmo em um mercado aquecido.
Como brasileiros enxergam mercado de trabalho
g1/ Alberto Correa
Onde o processo realmente emperra? 
Na avaliação de Jhennyfer Coutinho, chefe da experiência para pessoas candidatas da Gupy, entender por que os processos seguem lentos exige separar dois fatores que costumam ser confundidos: o volume de candidatos e o número de etapas.
Segundo ela, há casos em que uma empresa recebe milhares de candidaturas e ainda assim consegue operar com rapidez porque conta com uma triagem eficiente. Em outros, a falta de processos estruturados transforma a análise manual de currículos em um gargalo inevitável.
Ela menciona processos seletivos que chegam a reunir 17 mil candidatos em apenas dois dias, especialmente em empresas com marcas muito fortes, sem que isso comprometa a triagem inicial.
Quando o sistema é robusto, o verdadeiro entrave geralmente aparece em outra etapa: as validações humanas, como entrevistas. 
&quot;Entrevistas, reuniões com gestores e decisões finais dependem de agendas, alinhamentos internos e critérios subjetivos. É ali que o relógio desacelera&quot;, explica. 
Thomas Costa, head de growth da Redarbor — grupo que reúne plataformas como Catho e InfoJobs — concorda. Ele explica que, quando a tecnologia entrega uma lista enxuta de candidatos potenciais, começa uma fase de escolha mais complexa. 
Para quem está do lado de fora, a sensação é de estagnação; para a empresa, o processo continua ativo, ainda que silencioso. Nesse período, as empresas também costumam sentir o impacto de terem mais candidatos empregados disputando as vagas.
&quot;Esse perfil  [profissional que já está em um emprego] ainda não tem a mesma urgência ou velocidade para responder, marcar uma entrevista, do que uma pessoa que está desempregada&quot;, diz. 
Além disso, o custo de uma contratação equivocada pesa. Em funções estratégicas, errar é caro — e isso leva empresas a alongar etapas, envolver mais decisores e aprofundar análises. O resultado é um processo mais cauteloso e demorado.
O desafio, apontam os especialistas, é equilibrar rigor e agilidade para não prejudicar a experiência do candidato nem perder talentos no caminho.
Dados da Gupy indicam que cada etapa adicional em um processo seletivo aumenta em 13% o tempo estimado para o preenchimento da vaga. Por isso, a empresa decidiu limitar a oito o número de etapas configuráveis. 
Na avaliação da plataforma, fluxos muito extensos afastam candidatos e elevam a taxa de desistência, sem necessariamente melhorar a qualidade da escolha.
Samanta Santos é engenheira de produção, mãe de dois filhos, e enfrenta há meses processos seletivos longos e silenciosos na tentativa de se recolocar no mercado.
Samanta Santos
IA é aliada ou  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 05:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Leilão da Receita tem iPhone 17, MacBook Air, videogames e vinhos; veja lances a partir de R$ 100</title>
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<description><![CDATA[      Receita Federal
Marcelo Camargo/ Agência Brasil
A Receita Federal anunciou nesta sexta-feira (27) um novo leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas. O certame será relizado no dia 14 de abril, em São Paulo. 
Entre os itens disponíveis nos 260 lotes estão joias e pedras preciosas, vinhos, veículos, smartphones, notebooks, relógios, perfumes, roupas, tecidos, utensílios domésticos, livros e brinquedos.
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Há ainda uma variedade de peças e acessórios para celulares, componentes para computadores, latas para envase de alimentos, lâmpadas, válvulas, concentrado de cobre, além de motocicletas elétricas, automóveis, caminhonetes, caminhões e gasolina tipo A.
???? Segundo o edital, os lotes que contêm vinhos estão sujeitos à obtenção de laudo para emissão de declaração de aptidão para comercialização e consumo.
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Os lances devem ser feitos para lotes fechados — ou seja, conjuntos de itens específicos e selecionados.
Entre os lotes com valores mais baixos, há opções com lance inicial de R$ 100, que incluem desde itens isolados — como uma tiara (lote 32) — até produtos eletrônicos e eletrodomésticos. 
Também aparecem no leilão um smartphone Xiaomi Redmi A2 de 32 GB (lote 151) e tablets Amazon Fire HD 10 e Fire 7 (lotes 152, 154 e 155), todos com preço mínimo de R$ 100.
O lote mais caro é o 198, formado por 6.140 aparelhos de iluminação pública com tecnologia LED, com lance inicial de R$ 232,1 mil.
Outros destaques do leilão incluem:
No lote 81, é possível adquirir um conjunto de peças de vestuário de marcas como Ralph Lauren, Emilio Pucci, Versace e Balmain, além de vestidos de noiva, a partir de R$ 10 mil.
Nos lotes 52 e 64 a 68, aparecem vinhos classificados como itens de coleção, incluindo uma garrafa de Pétrus 1980 e rótulos do produtor Domaine Leroy, com preços a partir de R$ 3 mil.
Nos lotes 181, 212 e 223, há produtos ligados a videogames, como controles de Xbox em grande quantidade, um Nintendo Switch e um console Xbox Series S, com lances mínimos entre R$ 500 e R$ 14,8 mil.
Nos lotes 247 e 210, aparecem computadores, incluindo um MacBook Air de 13 polegadas com SSD de 512 GB e um notebook Dell Inspiron 15, com preços mínimos a partir de R$ 300.
Nos lotes 251 a 260, é possível adquirir unidades do iPhone 17 Pro Max de 256 GB, com valores iniciais entre R$ 4,6 mil e R$ 5,1 mil.
No lote 209, há um conjunto com dois smartphones Xiaomi de 512 GB, além de smartwatches e consoles portáteis Steam Deck, com lance mínimo de R$ 2,1 mil.
Apple iPhone 17 Pro
Nic Coury/AFP
De acordo com a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas.
O período de recebimento das propostas vai das 8h do dia 9 de abril até as 21h do dia 13 de abril. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 14 de abril (horário de Brasília).
Os lotes estarão disponíveis para visitação mediante agendamento, em dias de expediente normal, de 30 de março a 10 de abril, nas cidades de Campinas, Guarulhos, Santos, Guarujá, São Paulo, Santo André, Barueri, São Bernardo do Campo, Taubaté, Sorocaba e Bauru. Os endereços e horários para visitação, bem como os contatos para agendamento, estão indicados no edital do leilão..
Os endereços, horários e contatos para agendamento constam no edital do leilão, disponível no site da Receita Federal, assim como a lista de mercadorias e as fotos dos lotes.
A Receita informou ainda que os licitantes terão 30 dias para retirar os lotes arrematados e que o órgão não se responsabiliza pelo envio das mercadorias.
Bens adquiridos por pessoas físicas não podem ser revendidos, assim como alguns lotes comprados por pessoas jurídicas.
O pagamento das mercadorias deve ser feito exclusivamente por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A participação nos leilões eletrônicos ocorre apenas pelo Sistema de Leilão Eletrônico, acessado via e-CAC, com conta GOV.BR de nível Prata ou Ouro.
Quem pode participar do leilão?
Como funcionam os leilões
Pessoas físicas podem participar do leilão sob os seguintes critérios:
ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;
ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);
ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.
Já para pessoas jurídicas, os critérios são os seguintes:
ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);
ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.
Como participar do leilão?
Para participar do leilão apresentando um lance, o interessado precisa seguir os seguintes passos:
entre 9 e 12 de março, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);
selecionar o edital do leilão em questão ]]></description>
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<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 04:00:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sony anuncia que Playstation 5 vai ficar até R$ 600 mais caro; veja valores</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
A empresa japonesa de entretenimento Sony anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento nos preços de alguns produtos da linha PlayStation. 
O reajuste atinge os consoles PlayStation 5 (PS5), PS5 Pro e o PlayStation Portal, e passa a valer em todo o mundo a partir de 2 de abril. É o segundo aumento desse tipo em cerca de um ano.
No Brasil, o aumento dos preços do console varia entre R$ 500 a R$ 600. As alterações são as seguintes:
PS5 deixa de ser R$ 4.499,90 e passa a custar R$ 5.099,90;
PS5 Edição Digital vai de R$ 3.999,90 para R$ 4.599,90;
PS5 Pro passa de R$ 6.999,90 para R$ 7.499,90.
 Já o PlayStation Portal ficará R$ 400 mais caro, com o valor saindo de R$ 1.499,90 para R$ 1.899,90. 
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&quot;Considerando as pressões persistentes sobre a economia global, decidimos aumentar os preços do PS5, do PS5 Pro e do PlayStation Portal&quot; em todo o mundo, &quot;a partir de 2 de abril&quot;, afirmou o grupo no blog do PlayStation. 
Segundo a Sony, esse cenário tem afetado os custos de produção e distribuição dos produtos.
Na Europa, o preço dos consoles ficará 100 euros mais caro (cerca de R$ 603). O PlayStation Portal terá aumento de 30 euros (aproximadamente R$ 181), passando a custar 249,99 euros (cerca de R$ 1.500). 
Nos Estados Unidos, os reajustes devem variar entre US$ 100 e US$ 150 (de cerca de R$ 523 a R$ 784), dependendo da versão do aparelho.
Parte da linha já havia sofrido reajuste recentemente. Em abril de 2025, a versão digital do PS5 ficou 50 euros mais cara na Europa. Na mesma época, os modelos com e sem leitor de Blu-ray também tiveram aumento no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália.
Pressão de custos e vendas mais fracas
Lançado em 2020, o PlayStation 5 já vendeu mais de 92 milhões de unidades no mundo e está entre os consoles mais populares do mercado. 
Mesmo assim, as vendas globais caíram 16% no período de outubro a dezembro, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, apesar do lançamento do PS5 Pro em novembro de 2024. 
Empresas do setor também enfrentam dificuldades para obter semicondutores, componentes eletrônicos usados na fabricação de consoles e outros dispositivos. 
A escassez desses itens tende a elevar os custos de produção. Em maio, a Microsoft também anunciou aumento global nos preços dos consoles Xbox Series, citando as mesmas condições de mercado.
PlayStation 5 Pro vai ter versões com e sem leitor de CD
Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 21:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Sony, anuncia, que, Playstation, vai, ficar, até, 600, mais, caro, veja, valores</media:keywords>
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<title>Governador do DF, Ibaneis pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC para capitalizar o BRB após crise envolvendo Banco Master</title>
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<description><![CDATA[      Ibaneis Rocha
TV Globo
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), enviou uma carta ao presidente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para iniciar as tratativas para um empréstimo de R$ 4 bilhões.
De acordo com o documento, o objetivo é &quot;assegurar a continuidade de serviços financeiros essenciais, o apoio a políticas públicas e a preservação de condições adequadas de liquidez e capital do BRB&quot;.
▶O pedido ocorre em meio à crise enfrentada pelo BRB após uma série de operações malsucedidas com o Banco Master. Entre 2024 e 2025, o BRB injetou mais de R$ 16 bilhões de reais na instituição — transações são alvo de investigações. 
A proposta prevê uma carência de 1 ano e 6 meses para o início do pagamento, seguido de parcelas semestrais – o documento não diz a duração e o valor desse parcelamento.
Como garantia, o GDF oferece os nove imóveis públicos que constam na lei de reforço ao Banco de Brasília (BRB), além de participações acionárias de empresas públicas da capital — Caesb, BRB e CEB.
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Justiça autoriza repasse de imóveis públicos ao BRB
Os detalhes da proposta
Na carta ao FGC, o governador Ibaneis Rocha incluiu um conjunto de &quot;parâmetros preliminares a serem refinados em conjunto&quot;.
Veja o que inclui a proposta:
Modalidade: operação de suporte financeiro de natureza estrutural (ex.: instrumento elegível a reforço de capital, conforme enquadramento regulatório aplicável) e/ou linha de liquidez associada;
Valor: R$ 4 bilhões;
Carência: 1 ano e 6 meses e pagamentos semestrais;
Remuneração/encargos: CDI + spread, observadas as condições definidas pelo FGC;
Garantias: participações acionárias das empresas públicas do Distrito Federal (Caesb, BRB, CEB) e imóveis, conforme Projeto de Lei nº 2165/2026.
A função do empréstimo
O documento diz que o aporte de R$ 4 bilhões no Banco de Brasília teria um &quot;caráter estruturante&quot;.
O governo tenta aportar recursos no BRB para restaurar os limites mínimos definidos pela legislação brasileira para a segurança de todos os bancos em operação.
Entre os objetivos do empréstimo, o governo cita no documento:
reforço do Índice de Basileia e da capacidade de expansão da carteira de crédito;
ampliação do financiamento à infraestrutura, à habitação e às micro e pequenas empresas;
estímulo à atividade econômica local, com reflexos positivos sobre a arrecadação tributária; 
potencial geração de dividendos futuros ao acionista controlador, o Governo do Distrito Federal.
➡️ O Índice de Basileia mede a segurança financeira de cada banco, comparando o capital da instituição e o risco de suas operações. O Banco Central é quem fiscaliza o atingimento do índice.
&quot;Trata-se, portanto, de investimento com potencial de retorno fiscal indireto e recorrente&quot;, defende o governo.
Governo promete novos documentos
Na carta, o governo do DF reconhece que o Fundo Garantidor de Créditos tem regras próprias para conceder esse tipo de crédito. E se diz disposto a &quot;cooperar com as tratativas e fornecer informações e documentos necessários para avaliação de viabilidade, risco, estrutura e salvaguardas&quot;.
O Palácio do Buriti diz que está preparando, já de imediato para enviar ao fundo:
Plano de Negócios;
Plano de Capital;
Diagnóstico de necessidades (drivers) e medidas internas em curso (capital, funding, liquidez, redução de risco);
Proposta de garantias e mapa de elegibilidade/ônus de ativos;
Minuta de cronograma de implementação e governança de monitoramento.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sony anuncia novos preços do PlayStation 5 e outros dispositivos; valores no Brasil sobem mais de R$ 400</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
A empresa japonesa de entretenimento Sony anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento nos preços de alguns produtos da linha PlayStation. 
O reajuste atinge os consoles PlayStation 5 (PS5), PS5 Pro e o PlayStation Portal, e passa a valer em todo o mundo a partir de 2 de abril. É o segundo aumento desse tipo em cerca de um ano.
No Brasil, o aumento dos preços do console varia entre R$ 500 a R$ 600. As alterações são as seguintes:
PS5 deixa de ser R$ 4.499,90 e passa a custar R$ 5.099,90;
PS5 Edição Digital vai de R$ 3.999,90 para R$ 4.599,90;
PS5 Pro passa de R$ 6.999,90 para R$ 7.499,90.
 Já o PlayStation Portal ficará R$ 400 mais caro, com o valor saindo de R$ 1.499,90 para R$ 1.899,90. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;Considerando as pressões persistentes sobre a economia global, decidimos aumentar os preços do PS5, do PS5 Pro e do PlayStation Portal&quot; em todo o mundo, &quot;a partir de 2 de abril&quot;, afirmou o grupo no blog do PlayStation. 
Segundo a Sony, esse cenário tem afetado os custos de produção e distribuição dos produtos.
Na Europa, o preço dos consoles ficará 100 euros mais caro (cerca de R$ 603). O PlayStation Portal terá aumento de 30 euros (aproximadamente R$ 181), passando a custar 249,99 euros (cerca de R$ 1.500). 
Nos Estados Unidos, os reajustes devem variar entre US$ 100 e US$ 150 (de cerca de R$ 523 a R$ 784), dependendo da versão do aparelho.
Parte da linha já havia sofrido reajuste recentemente. Em abril de 2025, a versão digital do PS5 ficou 50 euros mais cara na Europa. Na mesma época, os modelos com e sem leitor de Blu-ray também tiveram aumento no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália.
Pressão de custos e vendas mais fracas
Lançado em 2020, o PlayStation 5 já vendeu mais de 92 milhões de unidades no mundo e está entre os consoles mais populares do mercado. 
Mesmo assim, as vendas globais caíram 16% no período de outubro a dezembro, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, apesar do lançamento do PS5 Pro em novembro de 2024. 
Empresas do setor também enfrentam dificuldades para obter semicondutores, componentes eletrônicos usados na fabricação de consoles e outros dispositivos. 
A escassez desses itens tende a elevar os custos de produção. Em maio, a Microsoft também anunciou aumento global nos preços dos consoles Xbox Series, citando as mesmas condições de mercado.
PlayStation 5 Pro vai ter versões com e sem leitor de CD
Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Sony, anuncia, novos, preços, PlayStation, outros, dispositivos, valores, Brasil, sobem, mais, 400</media:keywords>
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<title>Conta de luz: Aneel mantém bandeira tarifária verde em abril</title>
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<description><![CDATA[      A bandeira tarifaria para o mês de abril será verde, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Com isso, não haverá cobrança adicional na tarifa.
???? A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas.
Segundo a Aneel, com o volume de chuvas observado em março, &quot;há nível satisfatório dos reservatórios das usinas hidrelétricas, refletindo em geração favorável de energia&quot;.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
&quot;A bandeira verde está vigorando desde janeiro, com o regime de chuvas em patamar favorável no primeiro trimestre. A situação permite que não seja necessário o  acionamento  mais intenso de termelétricas, que apresentam custo mais elevado&quot;, diz a agência.
Como funciona o sistema de cores:
???? O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.
???? Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz.
Usina Hidroelétrica Engenheiro Sérgio Motta, em Rosana (SP)
Cesp
Saiba quanto custa cada bandeira
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
•????bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;
•????bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18,85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1,88 a cada 100kWh);
•????bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44,63 por MWh utilizado (ou R$ 4,46 a cada 100 kWh);
•????bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78,77 por MWh utilizado (ou R$ 7,87 a cada 100 kWh). ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 18:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Conta, luz:, Aneel, mantém, bandeira, tarifária, verde, abril</media:keywords>
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<title>Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número &amp;apos;relevante&amp;apos; de estados, diz secretário da Fazenda</title>
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<description><![CDATA[      Proposta do governo para baixar preço do diesel foi aceita por número &#039;relevante&#039; de estados, diz secretário da Fazenda

Um número significativo de estados aceitou a proposta do governo federal para apoiar medidas de contenção dos preços do diesel, afirmou nesta sexta-feira (27) o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.
A declaração foi feita durante coletiva sobre reuniões do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em São Paulo (SP).
A proposta prevê um auxílio de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio, dividido igualmente entre União e estados. “Um número relevante de estados já sinalizou positivamente para a proposta, o que é muito importante para que possamos avançar de forma coordenada”, disse.
Os estados que ainda não se posicionaram terão até a próxima segunda-feira (30) para enviar um parecer final. A expectativa, segundo Ceron, é de que a medida seja publicada entre segunda e terça-feira da próxima semana.
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Ceron também destacou o tom das negociações. “Foi um debate longo, mas de altíssimo nível. Estamos buscando realmente entender e compreender o momento que estamos vivendo”, afirmou.
Segundo ele, o governo tem atuado com urgência diante dos impactos da alta do petróleo. “É uma guerra da qual o país não participa diretamente, mas que traz impactos relevantes. O aumento do preço do petróleo afeta o diesel, que impacta a produção rural, os caminhoneiros, o transporte e a logística, e isso acaba sendo repassado para toda a sociedade”, disse.
O secretário lembrou que já foram adotadas medidas como a zeragem de tributos e subsídios, mas que ainda há necessidade de ações adicionais, especialmente na importação.
 “O Brasil exporta petróleo, mas ainda importa cerca de 30% do diesel que consome. Há uma preocupação com a incerteza nessa importação, que pode gerar problemas pontuais na distribuição, especialmente no setor rural”, explicou.
Para ele, a proposta em discussão busca justamente reduzir esses riscos. “Não se trata de retirada de tributos dos estados, mas de uma medida conjunta para apoiar a população, os produtores rurais e os caminhoneiros, evitando que esse choque de preços chegue com força à ponta”, disse.
Resistência dos estados e impacto fiscal
A proposta inicial do governo previa zerar o ICMS sobre a importação de diesel até o fim de maio, com compensação de metade das perdas pela União. A medida poderia custar cerca de R$ 3 bilhões por mês, com ressarcimento de R$ 1,5 bilhão aos estados.
No entanto, o Comsefaz rejeitou a redução do ICMS, argumentando que a medida prejudica receitas para serviços públicos e que cortes no imposto nem sempre chegam ao consumidor final.
O governo também pediu maior colaboração dos estados na fiscalização, como o envio de notas fiscais em tempo real à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a lista de devedores contumazes. Além disso, já adotou medidas como redução de tributos federais e subsídios ao diesel.
Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro
Como o g1 mostrou, distribuidoras e postos de combustíveis aumentaram significativamente suas margens de lucro no Brasil após o início da guerra entre EUA e Irã, mesmo com medidas do governo para conter a alta dos preços.
Levantamento do Ibeps mostra que, desde o fim de fevereiro, as margens subiram mais de 30% em média. Esse aumento se refere apenas à fatia de lucro de distribuidoras e postos — não ao preço total pago pelo consumidor.
A alta acompanha a disparada do petróleo no mercado internacional, que já elevou o preço do diesel em cerca de 20% em duas semanas. 
Ainda assim, o crescimento das margens não é novo e vem desde 2021, impulsionado pela volatilidade de preços (na época do PPI) e pela privatização de empresas como a BR Distribuidora.
O conflito no Oriente Médio provocou uma disparada no preço do petróleo com o fechamento de rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% da produção mundial. Com isso, o diesel mais caro impacta toda a economia — encarecendo transporte, alimentos, energia e o agronegócio.
Operação da PF combate a prática de preços abusivos
Nesta sexta-feira, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação em 11 estados e no Distrito Federal para investigar possíveis preços abusivos de combustíveis.
A ação, chamada “Vem Diesel”, contou com apoio da Secretaria Nacional do Consumidor e da ANP, e mirou práticas como aumentos injustificados nas bombas, combinação de preços entre concorrentes e outras condutas que prejudiquem o consumidor
Segundo as autoridades, preços são considerados abusivos quando sobem sem justificativa, gerando vantagem excessiva — o que fere o Código de Defesa do Consumidor.
A fiscalização ocorreu em capitais de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com participação também de Procons. Irregularidades encontradas podem virar inve ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 18:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Proposta, governo, para, baixar, preço, diesel, foi, aceita, por, número, relevante, estados, diz, secretário, Fazenda</media:keywords>
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<title>Alta do diesel desacelera, mas preço do sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP</title>
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<description><![CDATA[      Governo pede ICMS Zero sobre diesel para Estados
Depois de uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 2,62% em uma semana e é vendido por R$ 7,45, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (27).
Porém, quando consideramos a evolução no preço médio do diesel desde o começo da guerra, a alta acumulada é de 23,55% desde o levantamento da semana de 28 de fevereiro:
Preço médio do litro do diesel em 28 de fevereiro: R$ 6,03;
Preço médio do litro do diesel em 27 de março: R$ 7,45.
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A desaceleração no aumento do preço do diesel pode ser explicada por dois fatores principais:
O preço do barril de petróleo está praticamente estável desde a última sexta-feira (20). Na ocasião, custava US$ 106,41 e atualmente está em US$ 106,47;
O presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e a concessão de uma ajuda financeira a produtores e importadores de diesel.
Segundo o levantamento da ANP:
▶️ O preço médio do diesel nos postos do Brasil ficou em R$ 7,45 por litro. O maior valor foi de R$ 9,35, registrado em Porto Seguro (BA). Já o menor preço foi encontrado em Mococa (SP), a R$ 5,47.
▶️ A gasolina teve preço médio de R$ 6,78 por litro, alta de 1,95% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado no Rio de Janeiro (RJ), onde a agência identificou o litro a R$ 5,69.
▶️ O etanol teve preço médio de R$ 4,72 por litro, alta de 0,43%. O maior valor foi de R$ 6,59, registrado em Serra Talhada (PE). Já o menor preço foi encontrado em Araraquara (SP), a R$ 3,79.

Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, aumentando em 86,67% o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis.
Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.
O aumento foge do padrão, já que o mercado costuma reajustar preços dessa forma após mudanças anunciadas pela Petrobras. 
O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que sindicatos do setor apontaram preços mais altos em várias regiões, mesmo sem alteração até então nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.
Preço do diesel nos postos brasileiros sobe quase 24% em março
Jornal Nacional/ Reprodução
Redução de impostos ajudou a frear a alta do diesel
O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para tentar conter os efeitos da disparada do preço do petróleo sobre a inflação e reduzir o risco de desabastecimento de diesel no país.
Entre as ações apresentadas estão:
Zerar alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;
O aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;
Uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel;
Novas regras de fiscalização para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final.
Quais são os direitos do consumidor
Quem compra combustível precisa ficar atento aos seus direitos. Segundo Luiz Orsatti, diretor executivo do Procon-SP, a comunicação do posto deve ser clara e não pode levar o cliente a interpretações equivocadas.
“O consumidor não pode ser atraído por uma propaganda que exibe um preço e, ao final, perceber que aquele valor só vale para uma forma específica de pagamento ou para um programa de fidelidade”, explica Orsatti. Essa prática pode gerar punição ao estabelecimento.
Como identificar se o posto está com preços abusivos
Orsatti explica que um preço é considerado abusivo quando aumenta sem um motivo que justifique a mudança. “Não existe um percentual específico para definir esse abuso; cada caso é avaliado de forma individual”.
O consumidor pode denunciar à ANP e ao Procon se acreditar que o posto está cobrando valores abusivos. “Analisamos o preço exibido na bomba, o valor da nota fiscal da compra do combustível e verificamos se existe abuso”, afirma Orsatti. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Alta, diesel, desacelera, mas, preço, sobe, quase, 24, desde, início, guerra, diz, ANP</media:keywords>
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<title>Alta do diesel desacelera, mas preço do combustível sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP.</title>
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Depois de uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu 2,62% em uma semana e é vendido por R$ 7,45, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (27).
Porém, quando consideramos a evolução no preço médio do diesel desde o começo da guerra, a alta acumulada é de 23,55% desde o levantamento da semana de 28 de fevereiro:
Preço médio do litro do diesel em 28 de fevereiro: R$ 6,03;
Preço médio do litro do diesel em 27 de março: R$ 7,45.
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A desaceleração no aumento do preço do diesel pode ser explicada por dois fatores principais:
O preço do barril de petróleo está praticamente estável desde a última sexta-feira (20). Na ocasião, custava US$ 106,41 e atualmente está em US$ 106,47;
O presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e a concessão de uma ajuda financeira a produtores e importadores de diesel.
Segundo o levantamento da ANP:
▶️ O preço médio do diesel nos postos do Brasil ficou em R$ 7,45 por litro. O maior valor foi de R$ 9,35, registrado em Porto Seguro (BA). Já o menor preço foi encontrado em Mococa (SP), a R$ 5,47.
▶️ A gasolina teve preço médio de R$ 6,78 por litro, alta de 1,95% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado no Rio de Janeiro (RJ), onde a agência identificou o litro a R$ 5,69.
▶️ O etanol teve preço médio de R$ 4,72 por litro, alta de 0,43%. O maior valor foi de R$ 6,59, registrado em Serra Talhada (PE). Já o menor preço foi encontrado em Araraquara (SP), a R$ 3,79.

Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, aumentando em 86,67% o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis.
Como o g1 já mostrou, o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando o preço sobe, o custo do frete tende a aumentar — e acaba sendo repassado ao longo da cadeia produtiva.
O aumento foge do padrão, já que o mercado costuma reajustar preços dessa forma após mudanças anunciadas pela Petrobras. 
O caso virou alvo de investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), depois que sindicatos do setor apontaram preços mais altos em várias regiões, mesmo sem alteração até então nos valores praticados pela Petrobras nas refinarias.
Preço do diesel nos postos brasileiros sobe quase 24% em março
Jornal Nacional/ Reprodução
Redução de impostos ajudou a frear a alta do diesel
O governo brasileiro anunciou um pacote de medidas para tentar conter os efeitos da disparada do preço do petróleo sobre a inflação e reduzir o risco de desabastecimento de diesel no país.
Entre as ações apresentadas estão:
Zerar alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro;
O aumento do imposto de exportação sobre o petróleo;
Uma medida provisória que cria uma subvenção de R$ 0,32 por litro para produtores e importadores de diesel;
Novas regras de fiscalização para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final.
Quais são os direitos do consumidor
Quem compra combustível precisa ficar atento aos seus direitos. Segundo Luiz Orsatti, diretor executivo do Procon-SP, a comunicação do posto deve ser clara e não pode levar o cliente a interpretações equivocadas.
“O consumidor não pode ser atraído por uma propaganda que exibe um preço e, ao final, perceber que aquele valor só vale para uma forma específica de pagamento ou para um programa de fidelidade”, explica Orsatti. Essa prática pode gerar punição ao estabelecimento.
Como identificar se o posto está com preços abusivos
Orsatti explica que um preço é considerado abusivo quando aumenta sem um motivo que justifique a mudança. “Não existe um percentual específico para definir esse abuso; cada caso é avaliado de forma individual”.
O consumidor pode denunciar à ANP e ao Procon se acreditar que o posto está cobrando valores abusivos. “Analisamos o preço exibido na bomba, o valor da nota fiscal da compra do combustível e verificamos se existe abuso”, afirma Orsatti. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 16:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Além do petróleo: os outros produtos de exportação afetados pelo fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/alem-do-petroleo-os-outros-produtos-de-exportacao-afetados-pelo-fechamento-do-estreito-de-ormuz-pelo-ira</link>
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<description><![CDATA[      O preço da gasolina já subiu e as contas de aquecimento doméstico no Reino Unido, por exemplo, estão no mesmo caminho
Getty Images via BBC
A interrupção do fornecimento de petróleo e gás pelo Estreito de Ormuz, causada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, elevou drasticamente os preços globais de energia.
O preço da gasolina já subiu e as contas de aquecimento doméstico no Reino Unido, por exemplo, estão no mesmo caminho.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas não é apenas o combustível que foi afetado pelo conflito. Uma série de outros produtos essenciais, como químicos e gases, normalmente entram nas cadeias globais de abastecimento via Estreito de Ormuz.
A BBC Verify, serviço de verificação da BBC, aponta que os preços de diversos produtos, de alimentos a smartphones e medicamentos, podem ser impactados, já que o número de navios que passam pelo Estreito de Ormuz, que antes da guerra passavam de 100 por dia, agora podem ser contados nos dedos.
Veja o que pode ser afetado.
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Fertilizantes (alimentos)
Derivados do petróleo e do gás, os petroquímicos são produzidos em grande escala para exportação por países da região do Golfo.
Um dos mais importantes são os fertilizantes, essencial para a produção agrícola global.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de um terço dos fertilizantes do mundo, como ureia, potássio, amônia e fosfatos, normalmente passa pelo Estreito de Ormuz.
Dados da Organização Mundial do Comércio (OMC) mostram que, desde o início do conflito, os envios de produtos relacionados a fertilizantes pelo Estreito praticamente colapsaram.
Analistas alertam que a escassez desses fertilizantes pode ser especialmente prejudicial para a produção agrícola neste momento, porque março e abril correspondem à época de plantio no hemisfério norte, e o menor uso de fertilizantes agora pelos agricultores afetará a produtividade mais adiante no ano.
&quot;Um fechamento relativamente breve pode comprometer toda uma safra, com consequências para a segurança alimentar que persistem muito depois da reabertura do estreito&quot;, segundo pesquisadores do Instituto Kiel.
O trabalho do instituto sugere que um fechamento total do Estreito de Ormuz pode elevar os preços globais do trigo em 4,2% e os de frutas e vegetais em 5,2%.
E estima que os países mais afetados, em termos de aumento geral dos preços dos alimentos, seriam Zâmbia (31%), Sri Lanka (15%), Taiwan (12%) e Paquistão (11%).
A Rússia normalmente responde por cerca de um quinto das exportações globais de fertilizantes, e analistas afirmam que o país pode aumentar a produção para suprir a lacuna.
Kirill Dmitriev, enviado especial de Vladimir Putin, disse que a Rússia, grande produtora de commodities (bens básicos) como fertilizantes, está &quot;bem posicionada&quot;.
Hélio (microchips)
Cerca de um terço das remessas globais de gás hélio vem normalmente do Catar e passa pelo Estreito de Ormuz.
O hélio é um subproduto da produção de gás natural e é utilizado na fabricação de wafers de semicondutores (lâmina fina de material semicondutor), que depois são processados em microchips usados em computadores, veículos e eletrodomésticos.
O gás também é empregado no resfriamento dos ímãs em equipamentos de ressonância magnética (MRI, na sigla em inglês) utilizados em hospitais.
A usina gigantesca de Ras Laffan, no Catar, que produz o gás, interrompeu a produção após ataques iranianos com mísseis e drones.
O governo do Catar afirmou que levará de três a cinco anos para reparar os danos, o que levanta preocupações sobre o abastecimento.
Em 2023, a Associação da Indústria de Semicondutores dos EUA alertou para &quot;picos de preços&quot; caso o fornecimento global de hélio fosse interrompido.
Analistas afirmam que o efeito em cadeia do bloqueio do Estreito de Ormuz pode elevar os preços de uma série de tecnologias de ponta, de smartphones a centros de dados.
Prashant Yadav, pesquisador sênior de saúde global do Council on Foreign Relations (centro de pesquisa e debates), alertou que os preços de exames de MRI podem subir diante de uma escassez prolongada de hélio.
&quot;As máquinas de ressonância magnética precisam de algo entre 1.500 e 2.000 litros de hélio para resfriar os ímãs. A cada exame realizado, uma pequena parte desse gás se perde por evaporação&quot;, contou Yadav.
&quot;As pessoas costumam pensar que o principal uso do hélio está em centros de dados, semicondutores e no resfriamento da indústria de IA [inteligência artificial] e dados. Mas não podemos esquecer que o hélio é muito importante para exames de ressonância magnética e outros usos médicos&quot;, disse à BBC Verify.
Derivados petroquímicos (medicamentos)
Derivados petroquímicos, como metanol e etileno, são matérias-primas essenciais para a produção global de medicamentos, incluindo analgésicos, antibióticos e vacinas.
Os países do Conselho de Cooperação do Golfo, como Arábia Saudita, Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrain, respondem por cerca de 6% d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 16:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mercosul e Canadá se aproximam de acordo de livre comércio com negociações em abril</title>
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<description><![CDATA[      Em agosto de 2025, o Amazonas registrou movimentação de US$ 1,41 bilhão na Corrente de Comércio. Do total, as exportações somaram US$ 86,3 milhões e as importações US$ 1,32 bilhão.
Bruno Leão/Sedecti
O Canadá e o Mercosul estão avançando em direção a um acordo de livre comércio que poderá ser assinado até o final do ano, com outra rodada de negociações agendada para o próximo mês em Brasília, de acordo com três fontes familiarizadas com as negociações.
O Mercosul é composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com a expectativa de que a Bolívia se torne membro pleno em 2028.
Autoridades governamentais de Canadá, Argentina e Brasil disseram à Reuters que esperam que o acordo seja concluído em 2026, com uma delas observando que as negociações estavam progredindo bem e poderiam ser concluídas antes de setembro.
A fonte do governo argentino afirmou que o acordo deve ser assinado em setembro ou outubro, marcando cerca de um ano desde que as negociações foram formalmente reiniciadas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Outro diplomata, no Brasil, também disse à Reuters que as negociações estão acontecendo em uma velocidade recorde e extremamente bem, confirmando que os países provavelmente chegarão a um acordo este ano.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil no próximo trimestre, segundo essa fonte. Embora nenhum dos governos planeje anunciar um acordo durante a visita, ela pode servir como um impulso para finalizá-lo o mais rápido possível, disse a fonte.
O escritório do Mercosul em Montevidéu e o Ministério do Comércio canadense não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
Leia também: O que esperar do ministro da Fazenda, em meio à guerra, diesel caro e ano eleitoral
&quot;As negociações sobre um acordo de livre comércio estão avançando com ímpeto, e estamos encorajados pelo progresso alcançado. O Canadá está empenhado em concluir um acordo ambicioso e abrangente que crie oportunidades reais para as empresas, os trabalhadores e os investidores canadenses&quot;, disse um porta-voz do Ministério do Comércio do Canadá.
Uma autoridade do governo do Canadá diretamente envolvida nas negociações disse à Reuters, nesta sexta-feira, que o ministro do Comércio do país, Maninder Sidhu, está &quot;muito interessado&quot; em finalizar o acordo ainda este ano e que se reunirá com seu homólogo brasileiro à margem das reuniões da Organização Mundial do Comércio em Camarões, no dia 28 de março.
O impulso renovado segue meses de trocas técnicas depois que o Canadá e o Mercosul concordaram no ano passado em retomar as negociações que estavam paralisadas desde 2021. 
O Canadá intensificou os esforços para diversificar o comércio em meio à incerteza ligada às tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump. 
A América do Sul, especialmente o Brasil, disse essa fonte, é um parceiro comercial do qual o Canadá não pode abrir mão. 
Para o Mercosul, um grande exportador de carne bovina, soja e minerais, um acordo com o Canadá expandiria o acesso a mercados desenvolvidos e ajudaria a atrair investimentos em setores-chave como a mineração.
No início de março, autoridades comerciais de Ontário, uma província central para a economia canadense, visitaram a Argentina e o Uruguai como parte dos esforços para estabelecer as bases para um futuro acordo e demonstrar apoio ao aumento do comércio bilateral. 
O ministro do Desenvolvimento Econômico, Criação de Empregos e Comércio de Ontário, Victor Fedeli, reuniu-se com representantes do setor de tecnologia e mineração como parte da viagem, dando continuidade à visita realizada ao Brasil no final do ano anterior.
Fedeli disse que Ontário estava intensificando o contato com a América do Sul, em parte devido ao que ele chamou de efeito de &quot;aceleração de Trump&quot;, observando que cerca de 80% do comércio da província é com os Estados Unidos.
&quot;Estamos aproveitando esse impulso&quot;, declarou Fedeli em uma entrevista à Reuters em Montevidéu. &quot;O governo canadense leva a sério a diversificação em relação aos EUA, trabalhando para abrir novas oportunidades de comércio, parceria e investimento&quot;, acrescentou.
As negociações com o Canadá ocorrem depois que o Mercosul assinou um acordo comercial com a União Europeia em janeiro, após 25 anos de negociações. Neste mês, a Comissão Europeia disse que os principais elementos comerciais do acordo, que se mostrou controverso na Europa, serão aplicados em caráter provisório a partir de 1º de maio.
Saiba mais:
EUA enviam intimações em investigação sobre acordo entre Warner e Paramount
&#039;Eu gostava da minha galinha&#039;: francesa mata lince para salvar ave e caso vai parar na Justiça ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>EUA enviam intimações em investigação sobre acordo entre Warner e Paramount</title>
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<description><![CDATA[      Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) enviou intimações como parte da investigação sobre a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance, segundo três fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela Reuters.
A medida indica que o órgão está avançando na análise do acordo de US$ 110 bilhões, que pode unir dois dos maiores estúdios de Hollywood, além de suas plataformas de streaming e operações de notícias.
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O negócio é acompanhado de perto por executivos e investidores, e pode resultar em cortes de empregos caso seja concluído. Por outro lado, a Paramount pode ter de arcar com cerca de US$ 7 bilhões caso a operação seja barrada.
Segundo as fontes, o Departamento de Justiça busca informações sobre como a fusão pode afetar a produção de conteúdo, os direitos sobre obras e a concorrência entre serviços de streaming. O impacto sobre salas de cinema também está entre as preocupações do órgão.
Paramount faz oferta hostil de US$ 108,4 bilhões pela Warner
O procurador-geral adjunto interino para antitruste, Omeed Assefi, afirmou à Reuters, em entrevista na semana passada, que a Paramount “definitivamente não” terá um processo acelerado de aprovação por motivos políticos.
A empresa já esperava que o acordo fosse analisado por autoridades em diferentes países, disse o diretor jurídico da Paramount, Makan Delrahim, durante uma conferência sobre concorrência em Washington.
Procurados, representantes do Departamento de Justiça, da Paramount e da Warner Bros Discovery não comentaram o caso até a publicação desta reportagem.
A análise do negócio não se limita aos Estados Unidos. A Comissão Europeia está em contato com empresas envolvidas no setor, segundo duas fontes. O Canadá também procurou ao menos uma companhia para discutir a operação. Já o gabinete do procurador-geral da Califórnia tem buscado ouvir terceiros interessados, afirmaram outras duas fontes.
A Paramount disputou o acordo com a Netflix e aposta em concluir a operação rapidamente. A empresa prometeu pagar aos acionistas da Warner Bros Discovery uma taxa trimestral de US$ 0,25 por ação a partir de outubro, caso o negócio ainda não tenha sido concluído até lá. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governador do DF, Ibaneis pede empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC para capitalizar o BRB</title>
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<description><![CDATA[      Ibaneis Rocha
TV Globo
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), enviou uma carta ao presidente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para iniciar as tratativas para um empréstimo de R$ 4 bilhões.
De acordo com o documento, o objetivo é &quot;assegurar a continuidade de serviços financeiros essenciais, o apoio a políticas públicas e a preservação de condições adequadas de liquidez e capital do BRB&quot;.
A proposta prevê uma carência de 1 ano e 6 meses para o início do pagamento, seguido de parcelas semestrais – o documento não diz a duração e o valor desse parcelamento.
Como garantia, o GDF oferece os nove imóveis públicos que constam na lei de reforço ao Banco de Brasília (BRB), além de participações acionárias de empresas públicas da capital — Caesb, BRB e CEB.
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Justiça autoriza repasse de imóveis públicos ao BRB
Os detalhes da proposta
Na carta ao FGC, o governador Ibaneis Rocha incluiu um conjunto de &quot;parâmetros preliminares a serem refinados em conjunto&quot;.
Veja o que inclui a proposta:
Modalidade: operação de suporte financeiro de natureza estrutural (ex.: instrumento elegível a reforço de capital, conforme enquadramento regulatório aplicável) e/ou linha de liquidez associada;
Valor: R$ 4 bilhões;
Carência: 1 ano e 6 meses e pagamentos semestrais;
Remuneração/encargos: CDI + spread, observadas as condições definidas pelo FGC;
Garantias: participações acionárias das empresas públicas do Distrito Federal (Caesb, BRB, CEB) e imóveis, conforme Projeto de Lei nº 2165/2026.
A função do empréstimo
O documento diz que o aporte de R$ 4 bilhões no Banco de Brasília teria um &quot;caráter estruturante&quot;.
O governo tenta aportar recursos no BRB para restaurar os limites mínimos definidos pela legislação brasileira para a segurança de todos os bancos em operação.
Entre os objetivos do empréstimo, o governo cita no documento:
reforço do Índice de Basileia e da capacidade de expansão da carteira de crédito;
ampliação do financiamento à infraestrutura, à habitação e às micro e pequenas empresas;
estímulo à atividade econômica local, com reflexos positivos sobre a arrecadação tributária; 
potencial geração de dividendos futuros ao acionista controlador, o Governo do Distrito Federal.
➡️ O Índice de Basileia mede a segurança financeira de cada banco, comparando o capital da instituição e o risco de suas operações. O Banco Central é quem fiscaliza o atingimento do índice.
&quot;Trata-se, portanto, de investimento com potencial de retorno fiscal indireto e recorrente&quot;, defende o governo.
Governo promete novos documentos
Na carta, o governo do DF reconhece que o Fundo Garantidor de Créditos tem regras próprias para conceder esse tipo de crédito. E se diz disposto a &quot;cooperar com as tratativas e fornecer informações e documentos necessários para avaliação de viabilidade, risco, estrutura e salvaguardas&quot;.
O Palácio do Buriti diz que está preparando, já de imediato para enviar ao fundo:
Plano de Negócios;
Plano de Capital;
Diagnóstico de necessidades (drivers) e medidas internas em curso (capital, funding, liquidez, redução de risco);
Proposta de garantias e mapa de elegibilidade/ônus de ativos;
Minuta de cronograma de implementação e governança de monitoramento.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Eu gostava da minha galinha&amp;apos;: francesa mata lince para salvar ave e caso vai parar na Justiça</title>
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<description><![CDATA[      Galinha
Foto de Magda Ehlers
O tribunal criminal de Estrasburgo, no leste da França, analisou nesta sexta-feira (27) o caso da morte de um filhote de lince espancado por uma mulher em uma cidade no norte da Alsácia, após o animal atacar sua galinha, Marie Thérèse. O lince é uma espécie ameaçada de extinção e protegida no país.
Na manhã de 18 de outubro de 2024, o felino, uma fêmea de 4,2 kg, entrou em um cercado onde viviam cinco galinhas, no jardim de uma área residencial de Niederbronn-les-Bains, uma cidade de 4.000 habitantes. 
A dona da propriedade conta ter entrado “em pânico” quando viu uma de suas aves, Marie-Thérèse, ser atacada. “Fiquei chocada, gritei, mas ele não soltava. Bati para que soltasse minha galinha”, relatou ao tribunal, onde responde por destruição de uma espécie animal protegida.
A mulher afirma que confundiu o lince com um gato.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Depois de tentar afugentar o predador, a agressora, que diz estar arrependida, pegou um pedaço de madeira e o golpeou na cabeça. Em seguida, chamou a polícia municipal, que acionou o Escritório Francês de Biodiversidade (OFB).
“Eu estava a dez minutos dali. Vim ver o que podia ser feito para salvar o filhote que agonizava”, contou Claude Kurtz, especialista em linces e representante do OFB na Alsácia. 
O lince estava debilitado e faminto. “Tentei prestar os primeiros socorros e rapidamente o levei à clínica veterinária”, mas “duas horas depois, ele estava morto”, acrescentou o defensor dos animais, que representou a associação SOS Falcão-peregrino Lince.
Leia também: Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo
Espécie em extinção 
Lince
Foto de Omar Ramadan
Segundo o relatório de autópsia, o felino sofreu “vários golpes”, além de duas fraturas no crânio e um hematoma. 
Os defensores do lince ainda não haviam escolhido um nome para a filhote, mas conheciam sua linhagem: seus pais, Taïga e Filou, eram da “segunda geração” de linces reintroduzidos na Alemanha entre 2016 e 2021.
A mulher e o marido só alertaram as autoridades quando o animal já estava agonizando. “Eles poderiam ter chamado antes”, lamenta Kurtz, que denuncia “atos de crueldade”. 
Marie-Thérèse, a galinha, não sobreviveu. Mas, segundo Kurtz, se a dona não tivesse atacado o lince, “ela teria sido indenizada pela perda da galinha”.
A espécie está ameaçada de extinção, segundo associações de defesa dos animais, que apontam números alarmantes: existem apenas cerca de 150 linces em toda a França e apenas dez nas montanhas da região de Vosges, perto da fronteira com a Alemanha.
Nesse contexto, “cada indivíduo conta para a sobrevivência da espécie”, destaca Sandrine Farny, responsável pelo tema no Parque Natural Regional dos Vosges do Norte. Ela lembra que linces são, com frequência, vítimas de atropelamentos.
&#039;Eu gostava da minha galinha&#039; 
“Você se dá conta de que, ao tentar salvar um animal, acabou matando outro?”, questionou a juíza, Valentine Seyfritz.
 “Era meu animal doméstico, senhora. Eu gostava da minha galinha, como a senhora gosta do seu gato ou do seu cachorro”, respondeu a acusada.
A “legítima defesa” não se aplica ao caso, afirmou a promotora, Priscille Cazaux, que pediu quatro meses de prisão com suspensão condicional da pena para a mulher “sinceramente abalada pelos fatos”. 
Mas a alegação de que ela teria confundido o lince com um gato é difícil de acreditar, segundo a promotora. 
Para a advogada da ré, Juliette Isaac, a sexagenária não é uma “caçadora experiente” nem uma “caçadora ilegal”, mas uma pessoa que enfrentou uma “situação estressante que não soube administrar”. 
Aquela que “viu crescer suas cinco galinhas” simplesmente “reagiu diante da agressão a um ser querido”; e, desde então, tem dificuldades com o luto e não “substituiu Marie-Thérèse”.
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sony anuncia aumento global de preços do PlayStation 5 e outros dispositivos</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
A empresa japonesa de entretenimento Sony anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento nos preços de alguns produtos da linha PlayStation. 
O reajuste atinge os consoles PlayStation 5 (PS5), PS5 Pro e o PlayStation Portal, e passa a valer em todo o mundo a partir de 2 de abril. É o segundo aumento desse tipo em cerca de um ano.
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&quot;Considerando as pressões persistentes sobre a economia global, decidimos aumentar os preços do PS5, do PS5 Pro e do PlayStation Portal&quot; em todo o mundo, &quot;a partir de 2 de abril&quot;, afirmou o grupo no blog do PlayStation. 
Segundo a Sony, esse cenário tem afetado os custos de produção e distribuição dos produtos.
Na Europa, o preço dos consoles ficará 100 euros mais caro (cerca de R$ 603). O PlayStation Portal terá aumento de 30 euros (aproximadamente R$ 181), passando a custar 249,99 euros (cerca de R$ 1.500). 
Nos Estados Unidos, os reajustes devem variar entre US$ 100 e US$ 150 (de cerca de R$ 523 a R$ 784), dependendo da versão do aparelho.
Parte da linha já havia sofrido reajuste recentemente. Em abril de 2025, a versão digital do PS5 ficou 50 euros mais cara na Europa. Na mesma época, os modelos com e sem leitor de Blu-ray também tiveram aumento no Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália.
Pressão de custos e vendas mais fracas
Lançado em 2020, o PlayStation 5 já vendeu mais de 92 milhões de unidades no mundo e está entre os consoles mais populares do mercado. 
Mesmo assim, as vendas globais caíram 16% no período de outubro a dezembro, na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior, apesar do lançamento do PS5 Pro em novembro de 2024. 
Empresas do setor também enfrentam dificuldades para obter semicondutores, componentes eletrônicos usados na fabricação de consoles e outros dispositivos. 
A escassez desses itens tende a elevar os custos de produção. Em maio, a Microsoft também anunciou aumento global nos preços dos consoles Xbox Series, citando as mesmas condições de mercado.
PlayStation 5 Pro vai ter versões com e sem leitor de CD
Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Argentina consegue reverter condenação de US$ 16 bilhões nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
Um tribunal de apelações de Nova York anulou, nesta sexta-feira (27), uma decisão que obrigava a Argentina a pagar US$ 16,1 bilhões (R$ 84,2 bilhões) em indenizações pela nacionalização da petroleira YPF, ocorrida em 2012. A informação consta na decisão judicial obtida pela AFP.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A condenação havia sido determinada em 8 de setembro de 2023 pela juíza Loretta Preska, do Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan. 
Na ocasião, ela concluiu que a Argentina deveria compensar empresas que, segundo a decisão, foram prejudicadas pela forma como ocorreu a nacionalização da companhia.
O presidente argentino, Javier Milei, comemorou o resultado em uma publicação na rede social X. 
“VENCEMOS O PROCESSO DA YPF. O Tribunal acaba de reverter integralmente a sentença contra a Argentina: o melhor cenário possível”, escreveu.
Initial plugin text
Nacionalização da YPF e a disputa com acionistas minoritários
Em 2012, o governo argentino expropriou 51% das ações da YPF, empresa que na época era parcialmente controlada pela petroleira espanhola Repsol. 
Dois anos depois, a companhia espanhola recebeu US$ 5 bilhões (R$ 26 bilhões) para encerrar a disputa com o país.
A situação foi diferente para acionistas minoritários — investidores que tinham participações menores na empresa. Entre eles estavam a Petersen Energia e a Eton Park Capital, que juntos detinham 25,4% do capital da YPF. 
Em 2015, essas empresas entraram na Justiça alegando que a Argentina deveria ter feito uma oferta pública de aquisição (OPA) — mecanismo pelo qual um comprador oferece adquirir ações de outros investidores — conforme previsto nas regras da companhia.
O presidente da Argentina, Javier Milei, em 7 de fevereiro de 2026
REUTERS/Francisco Loureiro ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Veja como combater as principais pragas e doenças do maracujá</title>
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<description><![CDATA[      Plantio de maracujá em propriedade no interior de Roraima
Amazônia Agro/Reprodução
A produtora rural Hilda escreveu ao Globo Rural pedindo ajuda para controlar problemas no cultivo do maracujá.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem um folheto gratuito com as informações sobre as principais pragas e doenças do maracujazeiro.
????Acesse aqui.
Veja quais os benefícios de consumir maracujá ]]></description>
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<title>Argentina evita pagar US$ 16 bilhões após vitória judicial em Nova York</title>
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<description><![CDATA[      Um tribunal de apelações de Nova York anulou, nesta sexta-feira (27), uma decisão que obrigava a Argentina a pagar 16,1 bilhões de dólares (84,2 bilhões de reais) em indenizações pela nacionalização da petroleira YPF em 2012, segundo a decisão obtida pela AFP. 
Em 8 de setembro de 2023, a juíza Loretta Preska, do Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, havia ordenado que a Argentina pagasse indenizações a empresas que, segundo a juíza, foram prejudicadas pela nacionalização da YPF.
O presidente argentino, Javier Milei, celebrou a notícia em sua conta no X: &quot;VENCEMOS O PROCESSO DA YPF. O Tribunal acaba de reverter integralmente a sentença contra a Argentina: o melhor cenário possível&quot;, declarou. 
Em 2012, a Argentina expropriou 51% das ações da YPF, que era parcialmente controlada pela gigante espanhola Repsol. 
Dois anos depois, a petroleira espanhola foi indenizada em US$ 5 bilhões (R$26 bilhões)para encerrar a disputa. No entanto, o mesmo não ocorreu com os acionistas minoritários - como a Petersen Energia e a Eton Park Capital - que em conjunto somavam 25,4% do capital da YPF. 
Em 2015, apresentaram uma ação judicial alegando que o país não havia lançado uma oferta pública de aquisição (OPA), conforme exigido por lei.
O presidente da Argentina, Javier Milei, em 7 de fevereiro de 2026
REUTERS/Francisco Loureiro ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lucro da BYD cai quase 20%, mas chinesa segue à frente da Tesla nos elétricos</title>
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<description><![CDATA[      BYD Atto 8
divulgação/BYD
A gigante chinesa de veículos elétricos BYD informou nesta sexta-feira (27) que seu lucro anual caiu 19,1% em 2025 na comparação com o ano anterior, em um cenário econômico marcado pela fraqueza do consumo interno.
Segundo comunicado enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong, o lucro da BYD destinado aos acionistas somou 32,6 bilhões de yuans (R$ 24,6 bilhões) no ano passado, abaixo dos 40,3 bilhões de yuans (R$ 30,49 bilhões) registrados em 2024.
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A BYD consolidou-se como a principal empresa no competitivo mercado chinês de veículos elétricos, o maior do mundo.
Embora a indústria chinesa de veículos elétricos lidere o mercado global, a concorrência interna tem reduzido os ganhos das empresas. Diante disso, muitas companhias — entre elas a BYD — passaram a direcionar seus esforços para o exterior.
A pressão regulatória também aumentou. Em maio, uma entidade do setor criticou as montadoras chinesas por estimularem uma guerra de preços, poucos dias depois de a BYD anunciar descontos.
No ano passado, a BYD teve receita de 804 bilhões de yuans (R$ 606 bilhões), um crescimento modesto de 3,5% em relação a 2024.
Em 2024, a receita anual da empresa superou a de sua rival americana, a Tesla, e ultrapassou a marca simbólica de US$ 100 bilhões (R$ 523 bilhões). Paralelamente, a expansão internacional da BYD vem ganhando ritmo.
Em setembro, a empresa vendeu mais de 13 mil veículos nos países da União Europeia, um salto de 272,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Seis vezes em que mercados se movimentaram de maneira suspeita antes de anúncios de Trump</title>
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<description><![CDATA[      Decisões de Trump influenciam mercados de maneira decisiva – e algumas apostas antecipadas de investidores têm gerado questionamentos
Martin Meissner/AP Photo/picture alliance
Cerca de 15 minutos antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar a suspensão dos ataques à infraestrutura energética do Irã, na última segunda‑feira (23/03), os mercados registraram uma movimentação abrupta nos contratos de petróleo. Nesse intervalo, investidores negociaram centenas de milhões de dólares da commodity, antecipando-se à publicação do republicano e evitando perdas com a posterior queda nos preços.
O episódio reacendeu o escrutínio no país por repetir um padrão observado durante sua presidência, em que investidores adotam comportamentos atípicos pouco antes de anúncios oficiais sobre temas como operações militares e tarifas.
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Além dos contratos futuros de petróleo, atividades cronometradas deste tipo também surgiram em outros segmentos financeiros nos últimos meses, incluindo índices de ações (S&amp;P 500 e Nasdaq), mercados de apostas, operações de câmbio e até criptomoedas.
Os casos levantaram suspeitas nos Estados Unidos sobre possíveis vazamentos de informação do governo ao mercado, inclusive o brasileiro. A prática irregular, associada ao insider trading, ocorre quando investidores operam com base em informações privilegiadas que deveriam ser confidenciais, negociando de forma a lucrar com a antecipação de um anúncio oficial.
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Não há evidências concretas de que a Casa Branca esteja repassando informações confidenciais para beneficiar investidores ou suavizar impactos. Especialistas apontam que o comportamento súbito e as frequentes mudanças de direção de política de Trump acabam fornecendo sinais ao mercado, que interpreta esses padrões e tenta antecipar decisões políticas.
No caso do presidente americano, que anuncia decisões oficiais diretamente nas redes sociais e sem aviso prévio, os mercados passaram a monitorar diretamente sua comunicação online – fenômeno apelidado nos EUA de &quot;Volfefe Index&quot;. Na prática, suas postagens têm potencial para mover mercados globais e estimular comportamentos preditivos, inclusive em bolsas europeias.
Além disso, grandes fundos operam constantemente com base em sinais macroeconômicos, o que pode gerar a percepção de movimentos &quot;perfeitos&quot; antes de anúncios.
Por outro lado, a repetição recente dessas &quot;coincidências&quot; vem aumentando as críticas sobre a gestão Trump. A Casa Branca afirma reiteradamente que não tolera qualquer autoridade que se &quot;beneficie ilegalmente de informações privilegiadas&quot;.
&quot;O que chama atenção aqui não é apenas o tamanho das operações, mas o timing&quot;, disse Stephen Innes, analista da SPI Asset Management, à agência de notícias AFP, ao ser questionado sobre a movimentação mais recente.
&quot;Traders não são clarividentes. Quando as posições mudam minutos antes de um anúncio capaz de mexer com o mercado, isso geralmente significa que alguém está agindo com [...] informações antes de a notícia vir a público&quot;, acrescentou.
Relembre os movimentos do mercado que aconteceram minutos antes de anúncios de Trump.
Acertos sobre data de ataques ao Irã levaram lucros a apostadores
Evelyn Hockstein/REUTERS
Negociações de petróleo minutos antes de queda dos preços
No último sábado (21/03), Trump havia prometido destruir a infraestrutura energética do Irã se o país não permitisse o tráfego de navios no Estreito de Ormuz em 48 horas. O bloqueio da navegação no Golfo tem gerado forte pressão sobre o governo americano, devido à disparada de preços do petróleo e sua reação em cadeia em outros setores.
Teerã, porém, não cedeu à ameaça, o que levou o preço da commodity a subir mais uma vez nas primeiras horas de segunda-feira (23/03), com a abertura das bolsas na Ásia.
Às 7:04 daquele dia (horário local), Trump subiu seus primeiros posts indicando que recuaria dos ataques. Segundo ele, houve &quot;conversas produtivas&quot; com Teerã que o levaram a postergar a ofensiva contra as bases energéticas do Irã por cinco dias. Os preços do petróleo bruto Brent caíram de 114 dólares por barril para 97 dólares em poucas horas.
No entanto, minutos antes, entre 6:49 e 6:51 do mesmo dia, mais de 760 milhões de dólares (R$ 4 bilhões) em contratos futuros de petróleo foram negociados, incluindo o Brent e o West Texas Intermediate. O jornal americano Wall Street Journal também indica que um movimento similar ocorreu no índice de ações americano S&amp;P 500, o que levou investidores a contornarem perdas.
Na comparação com semanas anteriores, o movimento pode ser considerado atípico para uma segunda-feira, indicam observadores.
Além disso, não havia sinais claros de que uma negociação entre Washington e Teerã poderia sair do papel. O Irã chegou a rebater Trump horas depois e afirmar que nenhuma conversa sobre o estreito havia ocorrido durante o final de semana.
Apostadores lucram com timing dos ataques no Irã
A especul ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar e Ibovespa recuam com atenção a desemprego no Brasil e conflito no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Após abrir em alta, o dólar inverteu o sinal e passou a cair na sessão desta sexta-feira (27). Por volta das 11h, a moeda recuava 0,27%, cotada a R$ 5,2419. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, registrava queda de 0,21%, aos 182.357 pontos.
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▶️ Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump decidiu estender por dez dias a pausa nos ataques à infraestrutura energética do Irã. Ainda assim, investidores seguem preocupados com possíveis impactos no fornecimento global de petróleo, o que mantém o viés negativo observado nas últimas sessões.
▶️ No cenário internacional, os preços do petróleo continuam em alta. O Brent, referência mundial, subia 2,2%, para US$ 104,15, perto das 9h (horário de Brasília). Já o West Texas Intermediate (WTI), referência dos EUA, avançava 3%, para US$ 97,28 por barril.
▶️ No Brasil, a agenda econômica desta sexta-feira inclui a divulgação da taxa de desemprego. O indicador ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, levemente acima das expectativas do mercado, que projetavam alta para 5,7%.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,99%;
Acumulado do mês: +2,38%;
Acumulado do ano: -4,24%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,70%;
Acumulado do mês: -3,21%;
Acumulado do ano: +13,41%.
Trump adia ultimato ao Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, adiou em 10 dias o prazo que havia dado para atacar instalações de energia do Irã. Segundo ele, houve avanços nas negociações para tentar encerrar a guerra. 
Apesar disso, a capital iraniana, Teerã, voltou a ser alvo de bombardeios de Israel nesta sexta-feira.
Trump havia ameaçado destruir usinas de energia do Irã caso o país não permitisse novamente a passagem de navios petroleiros pelo estreito. 
Nesta sexta-feira, porém, afirmou que adiou o ultimato até 6 de abril de 2026, às 21h (horário de Brasília), atendendo a um pedido do governo iraniano. Segundo ele, Teerã já autorizou a passagem de dez navios pela região.
Mesmo com o adiamento, os preços do petróleo voltaram a subir.
 O barril do Brent, referência internacional, voltou a ser negociado perto de US$ 110, enquanto o petróleo americano WTI se aproximava de US$ 100. 
Durante a reunião do G7, a ministra do Interior do Reino Unido, Yvette Cooper, acusou o Irã de “tomar a economia mundial como refém” ao restringir a passagem pelo estreito. O encontro conta com a presença do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Na reunião, Rubio deve ser pressionado por representantes de Alemanha, Reino Unido, Canadá, França, Itália e Japão a explicar a estratégia da Casa Branca para o conflito,
Desemprego em fevereiro
A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, puxada principalmente pelo fim de vagas temporárias típicas do fim de ano, segundo o IBGE.
O resultado ficou acima dos 5,4% registrados no trimestre até janeiro e dos 5,2% no período encerrado em novembro. 
Ao todo, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem conseguir uma vaga — 600 mil a mais na comparação com o trimestre anterior.
O resultado veio levemente acima das expectativas do mercado, que projetavam um avanço a 5,7%, mas ainda é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.
Mercados globais
Os mercados financeiros ao redor do mundo operavam em queda nesta sexta-feira, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio. Mesmo após o segundo anúncio de adiamento feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, nesta semana, os combates seguiram. 
O Irã não deu sinais de recuo, enquanto Israel afirmou que pode “intensificar e ampliar” seus ataques.
A principal preocupação dos investidores é que o conflito afete por um longo período a produção e o transporte de petróleo e gás natural no Golfo Pérsico — uma das regiões mais importantes do mundo para a oferta desses combustíveis. 
Caso isso aconteça, parte relevante do petróleo e do gás pode deixar de chegar ao mercado internacional, o que tende a pressionar os preços e alimentar a inflação global.
Nos EUA, as bolsas em Wall Street caminham para encerrar a quinta semana seguida de perdas, o que seria a sequência negativa mais longa em quase quatro anos.
Perto das 11h (horário de Brasília), o índice S&amp;P 500, que reúne as principais empresas americanas, caía 0,8%. 
Já o Dow Jones recuava 0,9%, enquanto o Nasdaq, concentrado em empresas de tecnologia, tinha queda de 1%.
Na Europa, as bolsas também registravam perdas no mesmo horário. 
O índice STOXX 600, que reúne empresas de vários países do continente, caía 1,12%. Na Alemanha, o DAX recuava 1,17%. No Reino Unido, o FTSE 100 tinha baixa de 0,43%, enquanto o CAC 40, principal índice da França, caía 0,72%.
Na Ásia, o fechamento foi misto. Na China, o índice de Xangai subiu 0,63%, e o CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xanga ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Operação Vem Diesel: se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo? Entenda</title>
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<description><![CDATA[      PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos de combustíveis
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação para fiscalizar postos de combustíveis em todo o território nacional. O objetivo é combater preços abusivos. Mas se o valor do combustível não é tabelado, o que define um preço abusivo?
⛽De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC), um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.
????Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo. 
Por isso, algumas regras devem ser observadas como parâmetros para identificar a ocorrência de preços abusivos:
Aumento sem justificativa técnica: reajustes aplicados sem que tenha havido um aumento real nos custos da cadeia produtiva;
Contexto de emergência ou calamidade: aumentos drásticos em situações de necessidade (ex: pandemia, desastres naturais) para lucrar sobre a urgência do consumidor;
Uso de métodos indevidos: cobrança de preços que viola o equilíbrio contratual; 
Livre concorrência: é fundamental para garantir que os benefícios de eventuais reduções de custos nas refinarias ou distribuidoras sejam efetivamente repassados ao consumidor final, evitando aumentos abusivos e margens de lucro desleais. 
Como a investigação é feita
Para verificar se houve abuso, órgãos de defesa do consumidor fazem uma análise técnica. Entre os principais pontos avaliados estão:
notas fiscais de compra e venda dos últimos meses;
evolução dos preços ao longo do tempo (série histórica);
custos na cadeia produtiva, da refinaria ao posto;
comparação com outros estabelecimentos.
Quem fiscaliza
A apuração envolve diferentes órgãos. Os Procon de todos os estados recebem denúncias e monitoram preços localmente. Já a Secretaria Nacional do Consumidor coordena a política nacional.
Quando há suspeita de práticas como cartel ou abuso de poder econômico, o caso pode ser encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Entenda a operação
Forças de segurança realizaram ações de fiscalização nas capitais de 11 estados e no Distrito Federal, em equipes compostas por agentes da ANP, dos Procons estaduais e da PF.
São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás.
A operação é realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a PF, a força-tarefa batizada de &quot;Vem Diesel&quot; tem como objetivo identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas, fixação de valores entre empresas concorrentes na tentativa de controlar o mercado, e outras eventuais condutas abusivas que possam causar prejuízo ao consumidor. 
Agentes federais apontam que irregularidades detectadas pelas equipes de fiscalização serão encaminhadas à PF para a devida investigação e responsabilização dos envolvidos.
A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril
Postos aumentaram margem de lucro
Conforme divulgou o g1, distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.
LEIA TAMBÉM: Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã
Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais (PIS e Cofins) sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor.
Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.
Os estados, por outro lado, têm resistido em reduzir o ICMS sobre o preço do combustível. O governo realiza nesta sexta-feira (27) uma nova reunião chefiada pelo Ministério da Fazenda para debater propostas de compensação. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Desemprego sobe a 5,8% no trimestre terminado em fevereiro, diz IBGE</title>
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<description><![CDATA[      A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa uma alta em relação ao trimestre anterior, encerrado em novembro de 2025 (5,2%), e representa uma queda de 1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 6,8%.
Sergundo o IBGE, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem sucesso no trimestre, 600 mil a mais do que o trimestre encerrado em janeiro. Mesmo assim, a taxa é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica em 2012. 
O salário médio dos trabalhadores voltou a bater recorde, chegando a R$ 3.679. Isso representa um aumento de 2% em relação ao trimestre anterior e de 5,2% na comparação com o ano passado.

Veja os destaques da pesquisa:
Taxa de desocupação: 5,8%
Taxa de subutilização: 14,1%
População desocupada: 6,2 milhões
População ocupada: 102,1 milhões
População fora da força de trabalho: 66,6 milhões
População desalentada: 2,7 milhões
Empregados com carteira assinada: 39,2 milhões
Empregados sem carteira assinada: 13,3 milhões
Trabalhadores por conta própria: 26,1 milhões
Trabalhadores informais: 38,3 milhões
Segundo o instituto, a população ocupada chegou a 102,1 milhões. O total representa uma queda de 0,8% no trimestre anterior, com 874 mil pessoas e menos no mercado de trabalho. 
Com isso, o nível de ocupação — que mede a parcela da população em idade de trabalhar que está empregada — ficou em 58,4%, com queda de 0,6 no trimestre (59,0%) 0,4 acima do registrado um ano antes. 

A população subocupada por insuficiência de horas — pessoas que trabalham menos do que gostariam — somava 4,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, praticamente estável. 
Já a população fora da força de trabalho chegou a 66,6 milhões de pessoas. O contingente cresceu 0,9% no trimestre, com o acréscimo de 608 mil pessoas, e 1,4% frente ao mesmo trimestre do ano anterior (mais 942 mil pessoas).
Entre os que desistiram de procurar emprego, a chamada população desalentada somava 2,7 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas caiu 14,9% em relação a um ano antes, o equivalente a 477 mil pessoas a menos nessa condição.
???? Desalentados são pessoas que estão fora da força de trabalho no momento da pesquisa, mas gostariam de trabalhar e estavam disponíveis para assumir uma vaga. Mesmo assim, não procuraram emprego naquele período — geralmente por acharem que não conseguiriam uma oportunidade.
Com isso, a taxa de desalento ficou em 2,4%, estável no trimestre e que de 0,4 ponto percentual no ano (2,9%).
Formalidade x informalidade
No mercado de trabalho formal e informal, os principais tipos de vínculo apresentaram os seguintes resultados no trimestre:
???? Empregados no setor privado com carteira assinada (exceto domésticos): 39,2 milhões, total estável no trimestre e no ano.
???? Empregados sem carteira no setor privado: 13,3 milhões, com estabilidade tanto no trimestre quanto na comparação anual.
????‍???? Trabalhadores por conta própria: 26,1 milhões. O número ficou estável no trimestre, mas aumentou 3,2% em um ano — alta de 798 mil pessoas.
???? Trabalhadores domésticos: 5,5 milhões. O contingente ficou estável no trimestre e na comparação anual.
A taxa de informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais.
???? Já o rendimento real habitual de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.679, com alta de 2% no trimestre e de 5,2% no ano. Segundo o IBGE, o número atingiu novamente patamar recorde
???? A massa de rendimento real habitual — que representa a soma de todos os salários pagos no país — chegou a R$ 371,1 bilhões, ficando estável em relação ao trimestre anterior e crescimento de 6,9% (R$ 24,1 bilhões) em um ano. 
A força de trabalho no país — que reúne pessoas ocupadas e aquelas que estão procurando emprego — somou 108,4 milhões no trimestre de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026.
O total ficou estável frente ao trimestre comparável anterior e ante o mesmo trimestre móvel do ano anterior.
Ao analisar a ocupação por setores da economia, a pesquisa mostra que, na comparação com o trimestre anterior, os principais movimentos foram:
Informação, comunicação e atividades financeiras: alta de 4,0% (mais 504 mil pessoas)
Administração pública, educação, saúde e serviços sociais: alta de 4,5% (mais 808 mil pessoas)
Outros setores ficaram estáveis, sem mudanças relevantes

Foto: Roberto Zacarias/SECOM ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em alta com atenção a desemprego no Brasil e conflito no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (27) em alta, avançando 0,18% na abertura, aos R$ 5,2654. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump decidiu estender por dez dias a pausa nos ataques à infraestrutura energética do Irã. Ainda assim, investidores seguem preocupados com possíveis impactos no fornecimento global de petróleo, o que mantém o viés negativo observado nas últimas sessões.
▶️ No cenário internacional, os preços do petróleo continuam em alta, enquanto os contratos futuros das principais bolsas de Nova York registram queda. Na Europa, os mercados acionários também operam em baixa.
▶️ Em meio ao aumento da aversão ao risco, o dólar avança frente a outras moedas. Ao mesmo tempo, os mercados de juros passam por nova reprecificação diante das expectativas em torno dos rumos da política monetária global.
▶️ No Brasil, a agenda econômica desta sexta-feira inclui a divulgação de dados do setor externo e da taxa de desemprego referente a fevereiro, indicadores que podem influenciar as expectativas sobre a atividade econômica.
▶️ Caso os números venham próximos das projeções do mercado, a tendência é que os investidores continuem acompanhando com mais atenção o cenário internacional, que tem direcionado o comportamento dos ativos nos últimos dias.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,99%;
Acumulado do mês: +2,38%;
Acumulado do ano: -4,24%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,70%;
Acumulado do mês: -3,21%;
Acumulado do ano: +13,41%.
Petróleo volta a atingir US$ 100
A escalada da guerra no Oriente Médio voltou a mexer com os mercados internacionais nesta quinta-feira. O preço do petróleo subiu, enquanto bolsas de valores ao redor do mundo caem, refletindo a incerteza sobre quanto tempo o conflito pode durar e quais serão seus efeitos sobre a economia global.
A reação do mercado ocorre em meio a sinais ainda incertos de negociação entre EUA e Irã. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para encerrar o conflito, que completa um mês no próximo sábado (28), mas não chegaram a um entendimento.
A Casa Branca enviou ao governo iraniano um plano de paz com 15 pontos. Entre eles estão a proibição do desenvolvimento de armas nucleares, limites para mísseis de longo alcance, o desmonte de instalações de enriquecimento de urânio e o fim do apoio a grupos como Hamas e Hezbollah.
O Irã rejeitou a proposta, classificando o plano como “excessivo”, e apresentou uma contraproposta com cinco condições. Entre elas estão o fim das agressões, reparações por danos causados durante a guerra e o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz.
Mesmo com a troca de propostas, autoridades iranianas sinalizaram alguma disposição para negociar. Ao mesmo tempo, os EUA intensificaram a pressão militar e diplomática na região.
Prévia da inflação de março
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,44% em março. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,90%, abaixo dos 4,1% observados no período anterior. 
Mesmo assim, o resultado de março ficou acima do esperado por economistas. As projeções indicavam uma alta mensal de 0,29% e um avanço de 3,74% no acumulado de 12 meses.
O levantamento do IBGE mostra que todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços em março.
Veja a variação mensal dos preços:
Alimentação e bebidas: 0,88%
Habitação: 0,24%
Artigos de residência: 0,37%
Vestuário: 0,47%
Transportes: 0,21%
Saúde e cuidados pessoais: 0,36%
Despesas pessoais: 0,82%
Educação: 0,05%
Comunicação: 0,03%
Mercados globais
Os mercados globais fecharam em queda nesta quinta-feira, enquanto o preço do petróleo voltou subir. 
O movimento ocorreu em meio à percepção de que uma redução das tensões na guerra envolvendo o Irã está mais distante, o que aumenta a cautela entre investidores.
Nos EUA, os principais índices de Wall Street registraram perdas. O Dow Jones recuou 1,01%, o S&amp;P 500 teve perdas de 1,74% e o Nasdaq despencou 2,38%.
Na Europa, o dia também foi de baixa. O índice STOXX 600, que reúne empresas de vários países do continente, caiu 1,13%, aos 580,84 pontos.
Entre os principais mercados, o FTSE 100, do Reino Unido, recuou 1,33%, enquanto o CAC 40, da França, caiu 0,98%. Na Alemanha, o índice DAX perdia 1,64%.
Na Ásia, o movimento também foi negativo. 
O índice de Xangai caiu 1,1%, enquanto o CSI300 — que reúne as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen — recuou 1,3%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve queda de 1,9%.
No Japão, o Nikkei encerrou o pregão com baixa de 0,3%, aos 53.603,65 pontos. Já o Kospi, da Coreia do Sul, registrou uma queda mais intensa, de 3,2%, fechando em 5.460,46 pontos.
Entre outras negoc ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, abre, alta, com, atenção, desemprego, Brasil, conflito, Oriente, Médio</media:keywords>
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<title>PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos em postos de combustíveis</title>
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<description><![CDATA[      PF faz operação em 11 estados e no DF para combater preços abusivos de combustíveis
A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação de fiscalização de postos de combustíveis em todo o território nacional. O objetivo é combater reajustes indevidos nos preços, em meio à guerra no Oriente Médio. 
A operação é realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a PF, a força-tarefa batizada de &quot;Vem Diesel&quot; tem como objetivo identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas, fixação de valores entre empresas concorrentes na tentativa de controlar o mercado, e outras eventuais condutas abusivas que possam causar prejuízo ao consumidor. 
⛽De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Código de Defesa do Consumidor (CDC), um preço é considerado abusivo quando há elevação sem justa causa.
????Isso ocorre quando o fornecedor aumenta o valor de produtos ou serviços de forma injustificada, obtendo vantagem excessiva. O aumento deve ser avaliado com base no equilíbrio e na boa-fé nas relações de consumo. 
Por isso, algumas regras devem ser observadas como parâmetros para identificar a ocorrência de preços abusivos:
Aumento sem justificativa técnica: reajustes aplicados sem que tenha havido um aumento real nos custos da cadeia produtiva;
Contexto de emergência ou calamidade: aumentos drásticos em situações de necessidade (ex: pandemia, desastres naturais) para lucrar sobre a urgência do consumidor;
Uso de métodos indevidos: cobrança de preços que viola o equilíbrio contratual; 
Livre concorrência: é fundamental para garantir que os benefícios de eventuais reduções de custos nas refinarias ou distribuidoras sejam efetivamente repassados ao consumidor final, evitando aumentos abusivos e margens de lucro desleais. 
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Forças de segurança realizaram ações de fiscalização nas capitais de 11 estados e no Distrito Federal, em equipes compostas por agentes da ANP, dos Procons estaduais e da PF.
São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás.
Agentes federais apontam que irregularidades detectadas pelas equipes de fiscalização serão encaminhadas à PF para a devida investigação e responsabilização dos envolvidos.
A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril
Postos aumentaram margem de lucro
Conforme divulgou o g1, distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.
LEIA TAMBÉM: Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã
Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais (PIS e Cofins) sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor.
Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.
Os estados, por outro lado, têm resistido em reduzir o ICMS sobre o preço do combustível. O governo realiza nesta sexta-feira (27) uma nova reunião chefiada pelo Ministério da Fazenda para debater propostas de compensação. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>PF faz megaoperação de combate a preços abusivos em postos de combustíveis</title>
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<description><![CDATA[ A Polícia Federal (PF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma operação de fiscalização de postos de combustíveis em todo o território nacional. O objetivo é combater reajustes indevidos nos preços, em meio à guerra no Oriente Médio. 
A operação é realizada em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a PF, a força-tarefa tem como objetivo identificar práticas irregulares de aumento de preços nas bombas, fixação de valores entre empresas concorrentes na tentativa de controlar o mercado, e outras eventuais condutas abusivas que possam causar prejuízo ao consumidor. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Forças de segurança realizaram ações de fiscalização nas capitais de 11 estados e no Distrito Federal, em equipes compostas por agentes da ANP, dos Procons estaduais e da PF.
São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Sul, Ceará, Tocantins e Goiás.
Conforme divulgou o g1, distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.
Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais (PIS e Cofins) sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor.
Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.
Os estados, por outro lado, têm resistido em reduzir o ICMS sobre o preço do combustível. O governo realiza nesta sexta uma nova reunião chefiada pelo Ministério da Fazenda para debater propostas de compensação. 
LEIA TAMBÉM: Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã
- Esta reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo prorroga até junho prazo de contestação de descontos indevidos de aposentados do INSS</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal prorrogou o prazo para que aposentados e pensionistas contestem descontos indevidos relacionados à fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 20 de junho. 
Conforme adiantou o g1, a medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (27). 
O INSS já havia prorrogado o prazo para contestar os descontos até 20 de março, mas decidiu estender a data novamente. 
Segundo o último balanço divulgado pelo órgão, em 16 de março, mais de 6 milhões de pessoas contestaram as cobranças, sendo que 4,3 milhões já aderiram ao acordo. Foram devolvidos aos segurados em todo o país R$ 2,9 bilhões.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao aderir ao acordo, o segurado concorda em receber o ressarcimento por meio administrativo e renuncia ao direito de processar o INSS futuramente pela fraude. No entanto, ainda é possível acionar judicialmente as associações responsáveis pelos descontos.
Pelas regras, podem participar do plano de ressarcimento os beneficiários que contestaram os descontos e não receberam resposta das entidades responsáveis (veja abaixo quem pode aderir).
???? ATENÇÃO: O INSS reforça que não envia links por WhatsApp, e-mail ou SMS. A comunicação ocorre exclusivamente pelos canais oficiais: aplicativo Meu INSS, site gov.br/inss, Central 135 e agências dos Correios.
Termina essa semana prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS
Reprodução/TV Globo
Quem pode aderir ao acordo de ressarcimento
Podem ingressar no plano de devolução os aposentados e pensionistas que:
Contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;
Receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;
Sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;
Têm processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.
Relembre o caso
Uma investigação da Polícia Federal (PF) revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo a PF, associações que oferecem serviços a aposentados cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas falsas, para descontar mensalidades dos benefícios pagos pelo INSS.
O caso derrubou autoridades do governo, como o ministro da Previdência e o presidente do INSS. Além disso, foi aberta uma CMPI do INSS para apurar o caso. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 08:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como o Irã usa o Estreito de Ormuz com arma de guerrilha econômica global</title>
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<description><![CDATA[      A simples ameaça de instalação de minas marítimas ou de ataques com mísseis ou drones foi suficiente para desencorajar companhias de navegação e seguradoras
Getty Images via BBC
Até o dia 28 de fevereiro de 2026, o Irã, com uma produção diária de cerca de 4,5 milhões de barris de petróleo cru e condensados, controlava o equivalente a 4% da oferta global do produto.
Depois dos ataques norte-americanos e israelenses, a república islâmica passou a dispor de 20% do petróleo mundial.
A chave para esse incremento não é econômica ou política, mas militar, e reside no domínio sobre um corredor marítimo de 150 a 170 quilômetros entre os golfos Pérsico e de Omã: o Estreito de Ormuz.
Situado na margem norte do estreito — ao sul, está Omã, sultanato que historicamente mantém relações amistosas com Teerã —, o Irã pode atingir com facilidade embarcações que usam o estreito para escoar a produção petrolífera do Golfo, responsável por um quinto da oferta mundial de óleo.
Veja os vídeos em alta no g1
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A situação foi sintetizada na capa da edição de 28 de março da revista britânica The Economist, que mostra um mapa-múndi de papel amassado em formato de funil por uma mão que ostenta um anel com a bandeira iraniana, sob o título &quot;Vantagem para o Irã&quot;.
Embora tenha ameaçado fechar o estreito anteriormente, esta é a primeira vez que o Irã adota a medida de fato — alegando que vale apenas para &quot;nações hostis&quot; como Estados Unidos, Israel e seus aliados.
Desde o início da Guerra do Irã, apenas algumas dezenas de petroleiros tiveram sinal verde para cruzar o estreito — em tempos de paz, esse é volume de tráfego de um único dia na região.
Para bloquear a passagem pelo local, as forças armadas iranianas não precisam de grandes recursos dissuasórios: a simples ameaça de instalação de minas marítimas ou de ataques com mísseis ou drones é suficiente para desencorajar companhias de navegação e seguradoras.
Nos estudos de segurança e defesa, o gesto iraniano recebe um nome sofisticado: guerra assimétrica.
O termo designa um tipo de conflito armado no qual as estratégias e meios militares das potências envolvidas não são equivalentes, ou seja, quando há profunda disparidade de objetivos e recursos entre os beligerantes.
&quot;Apesar de ser uma potência média, o Irã não consegue travar uma guerra em pé de igualdade com os Estados Unidos e, por isso, desenvolveu a capacidade de lutar de forma assimétrica&quot;, explica Eduardo Svartman, professor do Programa de Pós-graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (Abed).
Entre os recursos utilizados pela república islâmica, explica o pesquisador, a principal é o apoio a forças irregulares como o Hezbollah no Líbano e os houthis no Iêmen.
No conflito atual, o Irã decidiu dificultar, limitar ou restringir a circulação de navios por Ormuz a fim de &quot;impor custos que serão dirigidos aos Estados Unidos e a seus aliados&quot;, explica Svartman.
&quot;O estreito não é chave apenas para a produção de petróleo cru. Fertilizantes, polímeros e outros derivados também transitam a bordo dos navios que o atravessam.&quot;
As características de Ormuz, com uma profundidade máxima de cem metros e canais de navegação de apenas três quilômetros em cada direção, permitem que o bloqueio seja efetivado até mesmo por meio de drones, afirma o professor.
Reação iraniana expôs erros de cálculo de adversários
Para Juliano Cortinhas, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), o uso da guerra assimétrica por parte do Irã era previsível diante dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
&quot;Cada país usa o que tem. O Irã teve a sua soberania atacada, estava pronto para esse cenário e tinha uma capacidade de impor perdas aos Estados Unidos e seus aliados maior do que esses imaginavam&quot;, sustenta.
A abordagem da guerra pelo Irã, se não chegou a surpreender o governo americano, deixou evidentes os erros de cálculo da maior potência militar do mundo, avalia Cortinhas.
&quot;A máquina de guerra, de poder militar absoluto dos Estados Unidos dá a essas pessoas que têm pouca capacidade analítica a impressão de que podem fazer qualquer coisa. No mundo atual de guerras assimétricas e tecnologias emergentes, isso não é mais possível porque a resistência também é facilitada pelo uso desses recursos.&quot;
Segundo Cortinhas, o presidente dos EUA, Donald Trump, cercou-se de colaboradores que tinham como principal credencial a afinidade ideológica com o chefe e não a competência, como o secretário de Defesa, Pete Hegseth.
&quot;O processo decisório nos Estados Unidos está completamente caótico&quot;, define.
Além disso, lembra o professor, a inteligência norte-americana parece ter falhado ao não dispor de uma avaliação precisa da capacidade iraniana de defesa.
Svartman: &#039;Deve haver uma salinha no Pentágono cheia de planos para Ormuz&#039;
As falhas na campanha norte-americana contra o Irã não  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 08:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Como, Irã, usa, Estreito, Ormuz, com, arma, guerrilha, econômica, global</media:keywords>
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<title>Banco Central decreta liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado Entrepay</title>
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<description><![CDATA[ O Banco Central do Brasil decretou nesta sexta-feira (27) a liquidação extrajudicial da Entrepay Instituição de Pagamento S.A. e, por extensão, das empresas Acqio Adquirência Instituição de Pagamento S.A. e Octa Sociedade de Crédito Direto S.A., que integram o Conglomerado Entrepay.
Segundo a autoridade monetária, o grupo é classificado como de pequeno porte dentro da regulação prudencial, enquadrado no segmento S4, tendo a Entrepay como instituição líder. Em dezembro de 2025, o conglomerado representava cerca de 0,009% do total de ativos do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
A decisão foi motivada pelo “comprometimento da situação econômico-financeira” da Entrepay, além de irregularidades no cumprimento das normas que regem o setor e prejuízos considerados capazes de expor credores a risco anormal.
O Banco Central destacou ainda que, por se tratarem de instituições de pagamento e de sociedade de crédito direto, as empresas não realizam captação de recursos por meio de instrumentos cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Com a liquidação extrajudicial, a autoridade passa a conduzir o processo de encerramento ordenado das atividades das instituições, com o objetivo de proteger credores e preservar a estabilidade do sistema financeiro.
O BC informou que seguirá com a apuração de responsabilidades dentro de suas competências legais. O resultado das investigações poderá levar à aplicação de sanções administrativas e ao encaminhamento de informações a outros órgãos competentes.
Como prevê a legislação, os bens dos controladores e dos ex-administradores das instituições foram tornados indisponíveis. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Banco, Central, decreta, liquidação, extrajudicial, instituições, conglomerado, Entrepay</media:keywords>
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<title>Postos e distribuidoras ampliam margens de lucro com diesel em até 70% com a guerra no Irã</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/postos-e-distribuidoras-ampliam-margens-de-lucro-com-diesel-em-ate-70-com-a-guerra-no-ira</link>
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<description><![CDATA[      Carro sendo abastecido em posto de combustíveis 
REUTERS/Max Rossi
Distribuidoras e postos de combustíveis têm aumentado suas margens de lucro mesmo após as medidas anunciadas pelo governo para conter os efeitos do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo.
Nas últimas semanas, o governo anunciou a isenção de impostos federais sobre o diesel, o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, um incentivo financeiro a produtores e importadores (subvenção) e ações para fiscalizar o repasse dessas medidas ao consumidor. (leia mais aqui)
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Ainda assim, um levantamento do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) mostra que, desde o início da guerra no Irã, em 28 de fevereiro, as margens de lucro dessas empresas aumentaram, em média, mais de 30% em produtos como diesel S-10, diesel S-500 e gasolina comum.
O diesel S-500, usado principalmente por veículos mais antigos, teve alta de 71,6% no período.
No diesel S-10, usado por veículos mais novos, o aumento foi de 45%.
Na gasolina comum, a margem de lucro subiu 32,2%.
Os dados utilizados são do Ministério de Minas e Energia (MME), no Relatório Mensal do Mercado de Derivados de Petróleo.
Veja abaixo:

Veja os vídeos em alta no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Embora o movimento recente acompanhe a disparada dos preços do petróleo no mercado internacional durante a guerra, o aumento das margens de distribuidoras e postos ocorre desde 2021, segundo o Ibeps.
Na comparação com 2021, o aumento das margens de lucro é ainda maior:
No diesel S-500, a alta é de 238,8% no período.
No diesel S-10, o aumento foi de 111,8%.
Na gasolina comum, a margem de lucro subiu 90,7%.

Segundo o economista do Ibeps Eric Gil Dantas, dois fatores explicam a alta das margens ao longo do tempo. &quot;O primeiro foi a alta de preços entre 2021 e 2022, quando os derivados atingiram os maiores valores reais da história do país&quot;, afirma.
Naquele período, a Petrobras adotava o Preço de Paridade de Importação (PPI), política que simulava o preço de importação e trouxe grande volatilidade ao mercado, com fortes reajustes — tanto para cima quanto para baixo.
&quot;Essa tendência de alta, junto com a volatilidade dos preços e a perda de referência para os consumidores, permitiu que as margens crescessem sem serem percebidas. Mas isso não acabou com o período de maior volatilidade: as margens continuaram subindo ao longo de 2023, mesmo com poucos reajustes&quot;, explica o economista.
O segundo fator, diz Dantas, foi a privatização da BR Distribuidora e da Liquigás, as únicas estatais em setores altamente concentrados.
&quot;Com isso, perdeu-se a possibilidade de manter margens mais próximas do aceitável. A BR e a Liquigás tinham grande poder para determinar essas margens e, após serem privatizadas, isso se perdeu&quot;, completa.
Questionada sobre o aumento das margens e se o setor tende a se beneficiar de choques nos preços internacionais do petróleo, a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) não respondeu até a publicação desta reportagem.
Já a Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom) afirmou que &quot;não se manifesta sobre a formação de preços, pois essa é uma questão estratégica de cada associada, sem interferência da entidade.&quot;
Entenda o impacto da alta do petróleo na economia brasileira
Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio, o preço do petróleo ultrapassou US$ 100 por barril, atingindo o maior nível desde fevereiro de 2022, quando começou o conflito entre Rússia e Ucrânia.
A alta recente ocorre porque a guerra envolve países localizados em rotas estratégicas para a produção e o transporte de petróleo e gás. O Irã controla o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. 
O fluxo na região está muito reduzido por conta do conflito. Com a menor oferta mundial de petróleo, os preços disparam no mercado internacional.
O petróleo mais caro eleva também o preço dos derivados. O diesel, combustível fundamental para a logística da economia brasileira, espalha o aumento de custos dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.
Na semana passada, um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) indicou que o preço médio do litro do diesel nos postos do país subiu quase 20% em cerca de 15 dias. O número será atualizado pela agência nesta sexta-feira (27).
Além do transporte, o agronegócio sofre com o custo de operação das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos, que representam parte relevante das importações brasileiras vindas do Irã.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que adubos e fertilizantes químicos responderam por 93,5% do total importado pelo Brasil do país do Oriente Médio em janeiro deste ano.
Há impacto também na produção de energia elétrica, especialmente nas t ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 06:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mel que pode custar R$ 600 o litro: entenda por que o produto de abelhas sem ferrão é mais caro</title>
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<description><![CDATA[      Conheça os principais tipos de mel produzidos no Brasil
Quanto você pagaria por um litro de mel? O produto pode ser encontrado por até R$ 600 quando feito pelas abelhas sem ferrão.
????Por que o produto é mais caro? essas abelhas, que são nativas do Brasil, fazem menos mel por formarem colônias menores e terem menor tempo de atividade diária. 
“O litro do mel da abelha-africanizada [que tem ferrão] custa, em média, R$ 47. Já o das abelhas sem ferrão começa em R$ 120 e pode chegar a R$ 600 o litro”, explica Fábia de Mello, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Esses méis também têm ganhado espaço na alta gastronomia, por conta do sabor mais ácido e da textura mais líquida. Isso ocorre porque eles contêm mais água, o que favorece a fermentação natural.
Esse processo, combinado ao tipo de abelha e aos potes de cerume onde o mel é armazenado, contribui para criar sabores únicos, alguns lembram até madeira ou queijo, explica Kátia Aleixo, bióloga e mestra em entomologia (estudo dos insetos).
Mas, nos supermercados, é mais comum encontrar apenas alguns tipos de méis, geralmente produzidos por abelhas africanizadas (com ferrão). Em muitos casos, o rótulo nem informa qual é a flor que dá origem ao mel — o que significa que o produto é um blend, ou seja, uma mistura de diferentes méis.
Isso, porém, não reflete a enorme diversidade existente no Brasil. Há variações de cor, textura e sabor — que vai do mais doce ao mais ácido. Conheça mais abaixo as diferenças do produto.
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça 
Mel de abelhas com e sem ferrão
Abelha da espécie Apis mellifera (abelha-africanizada)
Muhammad Mahdi Karim / Wikimedia Commons
Atualmente, são conhecidas mais de 250 espécies das abelhas sem ferrão no país, e cerca de 100 têm iniciativas de criação, segundo a bióloga Kátia Aleixo.
Diferente do mel das abelhas africanizadas, que recebe o nome da florada, o mel das abelhas sem ferrão é identificado pela espécie que o produz. Entre os mais conhecidos estão os méis de jataí, mandaçaia, tiúba e borá
Entre as com ferrão, a abelha-africanizada é a espécie mais comum no Brasil, embora não seja nativa do país. Ela forma colônias maiores, trabalha por mais horas ao longo do dia e, por isso, produz mais mel.
Os tipos de mel produzidos por ela são classificados conforme a florada, ou seja, as flores das quais as abelhas coletam o néctar. Entre os principais estão: laranjeira, eucalipto, silvestre, cipó-uva e bracatinga. 
Os principais tipos de mel
Mel de diferentes espécies de abelhas e de diferentes floradas
Cristiano Menezes
????Méis de abelha sem ferrão
Borá 
Considerado uma iguaria, tem sabor suave com um leve toque salgado — que lembra queijo. Conforme a bióloga Kátia Aleixo, vai bem com saladas, pratos salgados e carnes leves, como peixe.
Jataí
Esse tipo de mel tem cor clara, gosto suave com leve acidez e aroma que lembra madeira. É valorizado por propriedades medicinais e encontrado em várias regiões do país.
Mandaçaia 
É um mel claro, quase transparente em alguns casos, com sabor suave e leve toque cítrico. Produzido principalmente no Sul e Sudeste.
Tiúba ou Uruçu-cinzenta
Tem sabor bem doce e aparência translúcida. Possui aroma marcante de flores e é produzido especialmente no Maranhão e Pará.
????Méis de abelha com ferrão
Laranjeira
Mel de laranjeira exibido no programa Bem-Estar em 2013
Reprodução/Bem Estar
De coloração clara e sabor levemente ácido, esse mel é comum no Brasil, sendo produzido principalmente em São Paulo e Minas Gerais.
Eucalipto
De cor mais escura, é rico em minerais e tradicionalmente usado como expectorante. É produzido nas regiões Sul e Sudeste.
Bracatinga
Reportagem especial sobre o mel de bracatinga no programa Globo Repórter (2018).
Também chamado de melato, é um mel produzido a partir de um líquido açucarado liberado por pequenos insetos (cochonilhas) que se alimentam da seiva da árvore de bracatinga, típica da Região Sul do Brasil. 
Tem coloração escura, menor teor de glicose e é rico em minerais, segundo a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A).
Silvestre
Quando rotulado como silvestre, significa que o mel é produzido a partir de diversas flores.
É encontrado em todo o Brasil, especialmente em apiários próximos a vegetação nativa.
Cipó-uva
Quase transparente, esse mel é produzido principalmente em regiões de Cerrado, como em Minas Gerais.
No Brasil, os méis mais comercializados são os produzidos pelas abelhas-africanizadas
Pexels/Pixabey
De onde vem o que eu como: Mel ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo deve prorrogar por mais 90 dias contestação de descontos indevidos de aposentados do INSS</title>
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<description><![CDATA[      Fraude no INSS: PF aponta que esquema funcionava em 3 núcleos
Reprodução/TV Globo
O governo federal vai prorrogar por mais 90 dias a possibilidade de aposentados e pensionistas contestarem descontos indevidos relacionados à fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 
A medida deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (27). 
O INSS já havia prorrogado o prazo para contestar os deconstos até 20 de março, mas decidiu prorrogar a data novamente. 
Segundo o último balanço divulgado pelo órgão, em 16 de março, mais de 6 milhões de pessoas contestaram as cobranças, sendo que 4,3 milhões já aderiram ao acordo. Foram devolvidos aos segurados em todo o país R$ 2,9 bilhões.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao aderir ao acordo, o segurado concorda em receber o ressarcimento por meio administrativo e renuncia ao direito de processar o INSS futuramente pela fraude. No entanto, ainda é possível acionar judicialmente as associações responsáveis pelos descontos.
Pelas regras, podem participar do plano de ressarcimento os beneficiários que contestaram os descontos e não receberam resposta das entidades responsáveis (veja abaixo quem pode aderir).
???? ATENÇÃO: O INSS reforça que não envia links por WhatsApp, e-mail ou SMS. A comunicação ocorre exclusivamente pelos canais oficiais: aplicativo Meu INSS, site gov.br/inss, Central 135 e agências dos Correios.
Quem pode aderir ao acordo de ressarcimento
Podem ingressar no plano de devolução os aposentados e pensionistas que:
Contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;
Receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;
Sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;
Têm processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.
Relembre o caso
Uma investigação da Polícia Federal (PF) revelou um amplo esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo a PF, associações que oferecem serviços a aposentados cadastravam pessoas sem autorização, com assinaturas falsas, para descontar mensalidades dos benefícios pagos pelo INSS.
O caso derrubou autoridades do governo, como o ministro da Previdência e o presidente do INSS. Além disso, foi aberta uma CMPI do INSS para apurar o caso. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: veja a tabela de alíquotas e saiba como fazer o cálculo</title>
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<description><![CDATA[      G1 em 1 Minuto: Imposto de Renda 2026: quando vou receber a restituição?
A mecânica do cálculo do Imposto de Renda 2026 continua a mesma de anos anteriores. As principais mudanças em relação à declaração de 2025 estão na faixa de isenção — que subiu de R$ 2.259,20 para R$ 2.428,80 no ano passado — e nas parcelas a deduzir.
O aumento da faixa isenta foi confirmado em abril de 2025 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de Medida Provisória (MP). A mudança daquele ano passou a valer para a declaração de 2026.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Na prática, a medida fixou a faixa de isenção do IR em R$ 2.428,80. Para alcançar quem ganhava até R$ 3.036 (equivalente a dois salários mínimos à época), o governo criou um desconto automático de R$ 607,20, aplicado na base de cálculo do imposto.
⚠️ Esta reportagem detalha os cálculos válidos para os rendimentos de 2025, declarados no Imposto de Renda de 2026. A ampliação da isenção para quem ganha até R$ 5 mil, em vigor neste ano, só terá impacto nas declarações a partir de 2027.
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Prazo para declarar já começou vai até 29 de maio
Quando vou receber restituição? Veja o calendário completo
Imposto de Renda: prazo para declaração vai até o dia 29 de maio.
Marcos Serra/ g1
Veja o exemplo abaixo para um contribuinte com desconto de 10% para contribuição à previdência e sem depen
Como fazer o cálculo do imposto?
A conta do IR depende de uma tabela dividida em quatro faixas de renda, com uma alíquota progressiva que vai de 7,5% a 27,5%. A faixa máxima atinge os salários acima de R$ 4.664,68. 
Veja abaixo as faixas e as respectivas alíquotas em vigor em 2025:
Faixa 1: até R$ 2.428,80: isento
Faixa 2: de R$ 2.428,81 até R$ 2.826,65: 7,5% | dedução: R$ 182,16
Faixa 3: de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05: 15% | dedução: R$ 394,16
Faixa 4: de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68: 22,5% | dedução: R$ 675,49
Faixa 5: acima de R$ 4.664,68: 27,5% | dedução: R$ 908,73
O imposto não é cobrado sobre todo o salário. Descontos como o INSS são abatidos antes do cálculo. Além disso, o IR é progressivo: cada alíquota incide apenas sobre a parcela da renda que se enquadra em cada faixa.
Quem recebeu R$ 4 mil por mês em rendimentos tributáveis em 2025, por exemplo (e se enquadrava na faixa 3 após o desconto automático de R$ 607,20), não pagava 15% sobre toda a parte tributável do salário. (veja o passo a passo do cálculo mais abaixo) 
Pelas regras da Receita, os primeiros R$ 2.428,80 ficaram isentos. O que passou desse valor e não superou os R$ 2.826,65 (o limite da faixa 2) foi tributado em 7,5%. Já o que superou o limite da faixa 2, mas não o da faixa 3, pagou 15%, e assim sucessivamente. 
Veja o exemplo abaixo, que considera um contribuinte sem dependentes.
Exemplo de cálculo do IR para rendimentos tributáveis de R$ 4 mil
Na prática, a conta pode ser feita multiplicando o valor tributável pela alíquota cheia referente à faixa do IR. Em seguida, basta subtrair do resultado a dedução que corresponda à mesma faixa. 
Relembre os valores de dedução:
Faixa 1: zero
Faixa 2: R$ 182,16
Faixa 3: R$ 394,16
Faixa 4: R$ 675,49
Faixa 5: R$ 908,73
O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Mauro Silva, explica que o cálculo pode ser feito com o seguinte passo a passo (para o mesmo exemplo de R$ 4 mil):
R$ 4.000 - R$ 607,20 (valor tributável menos o desconto automático) = R$ 3.392,80;
R$ 3.392,80 (faixa 3) x 15% (ou 0,15) = R$ 508,92;
R$ 508,92 - R$ 394,16 (dedução da faixa 3) = R$ 114,76 — total do imposto pago no mês.
O valor final é o mesmo que aparece na tabela mais acima, elaborada a partir do simulador da Receita Federal. Quem quiser, pode utilizar a ferramenta online para fazer o cálculo. Clique aqui para acessar. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço do feijão carioca sobe quase 20% com safra menor e estoques baixos; veja quando deve cair</title>
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<description><![CDATA[      Com menor safra e estoques baixos, preço do feijão carioca dispara
O feijão carioca foi um dos alimentos que mais encareceram em março, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, divulgados na quinta-feira (26). O produto acumula alta de 19,69% nos últimos 12 meses.
O valor do feijão já vinha subindo no mês anterior. Em fevereiro, a alta foi de cerca de 11% tanto no mês quanto no acumulado em 12 meses.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No preço pago ao produtor, a alta foi de 29,3%, entre janeiro e fevereiro. É o maior nível da série histórica do indicador Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), iniciada em setembro de 2024. 
???? A alta ocorre porque tem pouco feijão carioca no mercado, enquanto a demanda segue alta, principalmente por produtos de melhor qualidade, aponta Tiago Pereira, assessor técnico da CNA.
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Áreas de arroz e feijão param de cair, após perderem espaço para soja e milho por 16 anos
Falta feijão 
A safra atual de feijão é a menor em quatro anos, com 2,92 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Já a oferta do produto, somando estoques iniciais e importações, está no menor nível em uma década, com cerca de 3,07 milhões de toneladas.
O consumo interno está previsto em 2,7 milhões de toneladas, enquanto as exportações devem somar 214,3 mil toneladas no ano, segundo estimativas do Cepea. Se esses números se confirmarem, o estoque final será equivalente a cerca de 6% do consumo.
&quot;Isso significa que os estoques seriam suficientes para pouco mais de três semanas de consumo interno&quot;, afirma Lucilio Alves, pesquisador da área de grãos do Cepea.
A oferta reduzida ocorre por causa das chuvas durante a colheita em Minas Gerais e Goiás, que comprometeram a qualidade e reduziram a disponibilidade de lotes de melhor padrão.
No Sul do país, a produção também caiu por causa do clima, que limitou a colheita.
Além disso, os produtores estão plantando menos feijão. No ano passado, a leguminosa teve preços mais baixos e não remunerou o agricultor, que ficou desestimulado, explica Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe).
&quot;Alguns produtores que não colheram uma quantidade ideal por hectare tiveram prejuízo e reduziram a área plantada&quot;, afirma.
Quando o preço vai abaixar?
O consumidor pode sentir algum alívio já no segundo semestre, afirma Lüders. Entre julho e setembro, ocorre a colheita do feijão carioca irrigado, principal fonte do produto. Com isso, a oferta deve aumentar.
Até lá, o consumidor pode optar por outros tipos de feijão, que ainda estão mais baratos, segundo o presidente do Ibrafe.
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<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China diz que quer fortalecer cooperação econômica e comercial com os EUA</title>
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<description><![CDATA[      Bandeiras dos EUA e da China
Keystone/EDA/Martial Trezzini/Handout via REUTERS
A China está disposta a fortalecer a cooperação econômica e comercial com os Estados Unidos, afirmou o ministro do Comércio, Wang Wentao, durante reunião com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, nesta quinta-feira (26).
A informação foi divulgada em comunicado pelo ministério chinês. Segundo a pasta, a conversa ocorreu durante uma reunião da Organização Mundial do Comércio, em Camarões.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Wang afirmou que as relações econômicas e comerciais devem ser o motor do vínculo entre China e EUA e que ambos os lados devem “lidar adequadamente com a relação entre concorrência e cooperação”.
Veja os vídeos em alta no g1:
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Os dois países devem ampliar a cooperação de benefício mútuo, “evitar uma competição prejudicial” e, juntos, “olhar para frente” para promover uma relação econômica e comercial bilateral saudável e estável, acrescentou.
Wang também expressou “séria preocupação” com as investigações da Seção 301 conduzidas pelos EUA contra várias economias, incluindo a China.
O escritório do representante de Comércio dos EUA afirmou, em março, que iniciou uma nova rodada de investigações da Seção 301 sobre práticas comerciais consideradas injustas em 60 economias, relacionadas ao que chamou de falhas no combate ao trabalho forçado. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>China, diz, que, quer, fortalecer, cooperação, econômica, comercial, com, EUA</media:keywords>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.989: prêmio acumula e vai a R$ 40 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2989
O sorteio do concurso 2.989 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (26), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 40 milhões.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 06 - 14 - 28 - 31 - 56 - 59
5 acertos - 44 apostas ganhadoras: R$ 33.183,44
4 acertos - 2.443 apostas ganhadoras: R$ 985,14
O próximo sorteio da Mega será no sábado (28).
Mega-Sena, concurso 2.989
Reprodução/Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo federal reajusta benefícios de servidores; veja quais são</title>
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<description><![CDATA[      Vista aérea da Esplanada dos Ministérios em Brasília (DF) em novembro de 2015
Ana Volpe/Agência Senado
O governo federal reajustou os valores dos benefícios concedidos aos servidores públicos federais. As novas quantias serão incorporadas à folha de pagamento de abril, com depósito em maio.
Com a atualização, o auxílio-alimentação passará para R$ 1.192,00, ante os R$ 1.175,00 pagos atualmente.
O novo valor para a assistência pré-escolar será de R$ 526,34 e da assistência à saúde suplementar será de R$ 213,78.
Segundo o ministério da Gestão e Inovação, o reajuste têm impacto estimado de R$ 283 milhões, valor que já está previsto na Lei Orçamentária de 2026.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), os novos valores foram apresentados nesta quinta-feira (26), durante reunião com entidades representativas dos servidores públicos federais. 
O reajuste decorre de um acordo firmado em 2025, que previu uma atualização no ano passado e uma nova correção em 2026.
&quot;Desde 2023, como compromisso do governo com a valorização dos servidores federais, além dos reajustes salariais e da reestruturação de carreiras, os benefícios pagos aos servidores vêm sendo gradualmente recompostos&quot;, diz a nota divulgada pelo ministério. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 21:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>OpenAI suspende planos de lançar chatbot de conteúdo erótico</title>
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<description><![CDATA[      O logotipo OpenAI é exibido em um telefone celular com uma imagem em um monitor de computador gerada pelo modelo de texto para imagem Dall-E do ChatGPT, 8 de dezembro de 2023, em Boston.
AP/Michael Dwyer
A OpenAI suspendeu por tempo indeterminado seus planos de lançar um chatbot com conteúdo sexual explícito, informou a empresa nesta quinta-feira (26).
A decisão ocorre diante de preocupações crescentes sobre possíveis riscos sociais e de imagem associados ao lançamento de um produto desse tipo.
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A medida, revelada inicialmente pelo Financial Times, acontece no momento em que a empresa de inteligência artificial busca abandonar projetos considerados secundários para manter sua posição de liderança em um setor cada vez mais competitivo.
A ferramenta de conteúdo explícito, chamada internamente de “modo Citron”, recebeu críticas, de acordo com o Financial Times.
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Alguns funcionários questionaram se o produto estaria alinhado com a missão da empresa de garantir que sua tecnologia traga benefícios reais à sociedade.
Investidores também expressaram preocupação com eventuais danos à reputação da empresa, avaliando que esses riscos poderiam superar qualquer ganho comercial.
Conteúdo erótico seria para alguns adultos
No ano passado, a OpenAI informou que reduziria restrições aplicadas ao ChatGPT, permitindo conteúdo erótico para usuários adultos verificados. A empresa classificou a mudança como uma forma de “tratar usuários adultos como adultos”.
O cancelamento ocorre na mesma semana em que a OpenAI anunciou o fim do Sora, seu aplicativo de criação de vídeos, que vinha sendo acusado de estimular a circulação de grande volume de conteúdo de baixo valor produzido por IA.
Essas decisões são tomadas em um momento sensível para o setor de tecnologia, no qual a Meta e outras plataformas enfrentam uma série de processos e novas regulamentações relacionadas ao impacto de seus serviços sobre menores de idade.
A empresa de IA de Elon Musk também enfrentou forte crítica global no ano passado, após seu chatbot Grok ser usado para criar imagens falsas de cunho sexual envolvendo pessoas reais, inclusive menores de idade. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BR&#45;262 vai ganhar 50 viadutos, túneis, ciclovias e passarelas no ES com investimento de R$ 8,6 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      Projeto de duplicação da BR 262 no Espírito Santo.
Reprodução/Dnit
O projeto de duplicação da BR-262 no Espírito Santo foi ampliado e deve incluir a construção de 50 viadutos, 28 pontes, 6 passarelas, 4 túneis e 40 quilômetros de ciclovias ao longo de 180 quilômetros. O investimento previsto chega a R$ 8,6 bilhões.
A obra será realizada pelo próprio governo estadual, visto que as tentativas de replicar o estilo de concessão da BR-101 não tiveram sucesso. O projeto deve se tornar uma das maiores da engenharia no estado.  
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A duplicação da BR-262 não atraiu interessados do setor privado devido ao alto custo e complexidade do projeto. Dessa maneira, os investimentos são provenientes do setor público, e não da cobrança de pedágios na via.
Segundo o planejamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), a obra é inspirada na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.
A licitação principal, que compreende o trecho que passa pela Região Serrana do estado, considerado o mais difícil de ser construído devido às curvas, deve ser lançada no segundo semestre deste ano. O critério utilizado para a escolha será o de técnica e preço. A pista vai até o entroncamento da ES-484, em Conceição do Castelo.
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Já no próximo mês, em abril de 2026, devem ser licitadas a supervisão da obra e o cadastramento cartorial. Por fim, a segunda parte do projeto, que vai até a divisa com Minas Gerais, em Pequiá, considerada a etapa mais fácil da obra, está prevista para ser executada sob o regime de concessão.
Projeto de duplicação da BR 262 no Espírito Santo.
Reprodução/Dnit
Valores e dimensão do projeto
A duplicação da rodovia promete ser o maior empreendimento feito no estado, ultrapassando as obras do Contorno do Mestre Álvaro, que custaram R$ 456 milhões. 
Os investimentos nos 180,6 km de vias da BR-262 devem chegar a R$ 8,6 bilhões, sendo que R$ 2,3 bilhões são oriundos do acordo de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015. Com os valores, a expectativa é entregar, além da duplicação da pista:
50 viadutos/passagens inferiores
28 pontes
6 passarelas exclusivas
4 túneis, totalizando 2 km
176,8 mil m² de obras de arte especiais
31 interseções em desnível
24 retornos operacionais
22,6 km urbanizados
40 km de ciclovias
O projeto, dividido em duas fases, compreende cinco lotes. São eles:
Lote 1: do km 15,9 (Entroncamento BR-101) ao km 50,8 (Término da Variante da Boa Vista, incluindo restauração da pista existente). Extensão: 34,9 km + 28,8 km (restauração). Custo: R$ 3.004.524.278,03.
Lote 2: do km 50,8 (Término da Variante da Boa Vista) ao km 86,9 (Entroncamento ES 368 Domingos Martins). Extensão: 36,1 km. Custo: R$ 1.050.861.500,57.
Lote 3: do km 86,9 (Entroncamento ES 368 Domingos Martins) ao km 120,9 (Entroncamento ES 484). Extensão: 34,0 km. Custo: R$ 1.986.269.969,23.
Lote 4: do km 120,9 (Entroncamento ES 484) ao km 157,0 (Próximo à travessia urbana de Ibatiba). Extensão: 36,1 km. Custo: R$ 1.563.149.981,96.
Lote 5: do Km 157,0 (Próximo à Travessia Urbana de Ibatiba) ao Km 196,0 (Início da ponte sobre o Rio José Preto). Extensão: 39,0 km. Custo: R$ 1.021.816.445,15.
Obra da duplicação da BR-262 anunciada desde 2023 ainda não saiu do papel
*Com informações de A Gazeta.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ferrari retoma entrega de carros ao Oriente Médio após interrupção causada pela guerra</title>
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<description><![CDATA[      Ferrari 296 GTB, um dos carros mais caros vendidos no país.
Divulgação/ Ferrari
Segundo a Reuters, a Ferrari retomou o envio de seus carros ao Oriente Médio e também reorganizou suas operações de venda na região.
“Ferrari tem o prazer de confirmar que seus envios para o Oriente Médio estão sendo retomados e que as operações de varejo em toda a região estão totalmente operacionais”, disse a empresa em nota.
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A marca havia suspendido as entregas dos supercarros no início da segunda quinzena deste mês. A decisão de interromper as remessas foi motivada pela guerra no Oriente Médio.
A região do Oriente Médio é importante para o resultado de vendas da Ferrari. Segundo o balanço mais recente, de 2024, a marca italiana vendeu 479 carros naquele mercado.
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Pode não parecer muito, mas vamos comparar com a China, que só fica atrás dos Estados Unidos no número de bilionários e tem população de 1,4 bilhão de pessoas.
Os chineses compraram 814 carros da Ferrari no mesmo período. Esses dados não incluem Hong Kong nem Taiwan.
A Ferrari tem 10 pontos de venda no Oriente Médio, segundo dados da empresa. Número bem maior do que a soma de toda a América do Sul, que só tem quatro lojas da marca.
Abu Dhabi tem parque temático da Ferrari
A paixão pela Ferrari no Oriente Médio é tão grande, que a marca italiana tem um parque temático licenciado em Abu Dhabi. Lá é possível experiementar uma das montanhas russas mais rápidas do mundo.
Chamada de Formula Rossa, a atração acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos e alcança 240 km/h. Nas curvas, os ocupantes sentem os efeitos de até 4,8 g. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo zera imposto de importação de quase mil produtos sem produção nacional ou com oferta insuficiente</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal decidiu zerar o imposto de importação de quase mil produtos diante da ausência de produção nacional ou da oferta insuficiente dos itens para atender ao mercado interno.
????Entre os produtos que tiveram a tarifa zerada, estão medicamentos utilizados no tratamento de diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia.
A medida também atinge: 
fungicidas e inseticidas voltados ao controle de pragas na agricultura;
insumos para a indústria têxtil;
lúpulo para a fabricação de cerveja;
e produtos destinados à nutrição hospitalar.
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Segundo o governo, a lista inclui ainda 970 itens classificados como bens de capital e bens de informática e telecomunicações.
A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) nesta quinta-feira (26).
Medida de defesa comercial
Na mesma reunião, o colegiado aprovou a aplicação de direito antidumping, por cinco anos, sobre a importação de etanolaminas originárias da China e de resinas de polietileno provenientes dos Estados Unidos e do Canadá. 
????A aplicação de um direito antidumping é uma medida de defesa comercial utilizada por um país para proteger sua indústria nacional contra importações de produtos a preços desleais (abaixo do valor de mercado no país de origem).
&quot;Neste último caso, o Gecex decidiu, por interesse público, reduzir os valores do direito antidumping para os patamares do direito provisório que estava em vigor há 6 meses, de forma a não trazer impacto adicional à cadeia&quot;, explicou o órgão, em nota.
Lúpulo é um dos produtos cuja alíquota do imposto de importação será zerada
TV TEM/Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:00:10 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Brasil tem uma arma secreta contra crises do petróleo&amp;apos;, diz The Economist</title>
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<description><![CDATA[      Posto Shell
Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images via BBC
Com o petróleo em alta e uma crise energética global em curso devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, o Brasil conta com uma vantagem estratégica: os biocombustíveis. É o que avalia a revista britânica The Economist.
A revista publicou um artigo nesta quinta-feira (26/3) em que afirma que &quot;o Brasil tem uma arma secreta contra choques do petróleo&quot; e que &quot;os biocombustíveis vão ajudar o país a enfrentar os efeitos do conflito no Oriente Médio&quot;.
A guerra, que teve início em 28 de fevereiro, gerou uma crise energética global, com alta do petróleo e do gás e risco de desabastecimento, especialmente após o bloqueio do Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de 20% da energia mundial.
No início desta semana, o preço do barril de petróleo tipo Brent voltou a ultrapassar os US$ 100, chegando a picos de mais de US$ 110.
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Além disso, o cenário de incerteza política tem pressionado ainda mais os preços. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a afirmar que haveria negociações em curso, enquanto Teerã nega qualquer diálogo. 
Neste contexto, a The Economist afirma que poucos países estavam preparados para um choque do petróleo, mas &quot;o Brasil estava&quot;. Isso porque o país, ao longo de décadas, investiu em alternativas e construiu &quot;a indústria de biocombustíveis mais sofisticada do mundo&quot;.
A reportagem destaca ainda o papel estrutural desses combustíveis na economia brasileira. &quot;Eles são misturados à gasolina e ao diesel, com percentuais obrigatórios definidos pelo governo de 30% e 15%, respectivamente, entre os mais altos do mundo&quot;, observa a revista. 
O artigo também chama atenção para a frota nacional: &quot;três quartos dos veículos leves no Brasil possuem tecnologia que permite rodar com qualquer mistura, desde gasolina pura até etanol 100%&quot;.
&quot;Isso reduz a dependência do Brasil de combustíveis fósseis importados e protege o país contra mercados inflacionados. O preço da gasolina nos postos brasileiros subiu 10% desde o início da guerra, e o do diesel, 20%, segundo dados divulgados em 20 de março pelo regulador de energia. É um aumento doloroso, mas muito abaixo dos saltos de 30% a 40% observados nos Estados Unidos.&quot;
A The Economist lembra que essa estratégia começou nos anos 1970, após outra crise do petróleo, e desde então se consolidou como base da política energética do país. 
&quot;Na época, o Brasil importava 80% do combustível que consumia; o embargo árabe estava sufocando a economia. Transformar o excedente de cana-de-açúcar em etanol foi uma solução óbvia&quot;, aponta o texto.
A revista menciona ainda um plano do governo federal, em 2023,  para promover o biodiesel, derivado de sementes, principalmente de soja. Hoje, diz a revista, o governo federal mantém essa linha, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que como &quot;poucos abraçaram os biocombustíveis com tanta intensidade&quot;.
&quot;Lula vê os biocombustíveis como solução para dois problemas. Primeiro, reforçam a soberania de um país que, apesar de ser um dos maiores exportadores de petróleo bruto do mundo&quot;, afirma. &quot;Segundo, permitem ao Brasil reduzir as emissões de gases de efeito estufa sem alienar os agricultores, que produzem as matérias-primas dos biocombustíveis.&quot;
Ainda assim, a revista faz uma ressalva: &quot;os biocombustíveis não podem eliminar totalmente os custos provocados pela alta do petróleo&quot;. 
Mas a avaliação é que o Brasil entra nessa crise em posição mais favorável. Enquanto grandes economias enfrentam alta mais intensa de preços e risco de escassez, o país consegue amortecer parte do impacto — e até se beneficiar com o aumento da demanda global por alternativas ao petróleo.
A análise aponta também que o modelo começa a chamar atenção internacional, com países como Índia e Japão estudando adaptar a experiência brasileira.
Petróleo a US$ 150 desencadeará recessão global, diz CEO da BlackRock à BBC
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Justiça dos EUA rejeita ação da X, de Elon Musk, contra suposto ‘boicote’ de grandes empresas</title>
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<description><![CDATA[      Rede social X, do bilionário Elon Musk
AP Photo/Rick Rycroft
Um juiz dos Estados Unidos (EUA) rejeitou, nesta quinta-feira (26), uma ação movida pela rede social X, antigo Twitter, que acusava a Federação Mundial de Anunciantes e grandes companhias, como Mars, CVS Health e Colgate-Palmolive, de boicotar ilegalmente a plataforma controlada por Elon Musk.
A juíza distrital Jane Boyle, do tribunal federal de Dallas, afirmou que a X não conseguiu comprovar que sofreu prejuízo de acordo com as leis antitruste americanas.
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A ação, apresentada em 2024, alegava que os anunciantes, por meio de uma iniciativa da federação chamada Aliança Global para Mídia Responsável, teriam retido coletivamente bilhões de dólares em receita publicitária da plataforma.
Nem a X nem a Federação Mundial de Anunciantes comentaram imediatamente a decisão.
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No processo, a empresa argumentava que os anunciantes agiram contra seus próprios interesses em uma suposta ação coordenada para prejudicar a plataforma, o que violaria a legislação concorrencial dos EUA.
Já a CVS e os demais réus negaram irregularidades e pediram o arquivamento do caso. Eles afirmaram que tomaram decisões independentes sobre onde investir em publicidade, e não de forma coordenada.
Segundo documentos apresentados à Justiça, as empresas optaram por direcionar anúncios a plataformas concorrentes por preocupações com a segurança de marca na X após a compra da rede por Musk, em 2022, quando houve demissões de equipes responsáveis por moderar conteúdo.
Na decisão, Boyle afirmou que “a própria natureza da suposta conspiração não caracteriza violação antitruste”, e determinou o arquivamento definitivo do processo. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sem o Estreito de Ormuz, Brasil fecha acordo com Turquia para rota alternativa para exportações do agronegócio</title>
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<description><![CDATA[      Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil
O Brasil concluiu um acordo com a Turquia para que o país se torne uma rota alternativa para exportações do agronegócio, em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz, informou o Ministério da Agricultura nesta quinta-feira (26).
A rota será utilizada para a entrega de produtos com destino ao Oriente Médio e à Ásia Central.
Segundo o governo, a rota da Turquia já era usada por exportadores brasileiros, mas o país passou a fazer novas exigências sanitárias para produtos sujeitos ao controle veterinário oficial, como os de origem animal.
Com o novo acordo, foi negociado um documento que permite que as mercadorias brasileiras passem pelo território ou fiquem armazenadas temporariamente no país antes de seguirem para o destino final. 
Este documento é o Certificado Veterinário Sanitário para Produtos Sujeitos a Controles Veterinários em Trânsito Direto pela República da Turquia ou para Armazenamento Temporário com Destino à Expedição para outro País/Navio.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas comerciais do mundo. Sem ela, navios com compras e vendas brasileiras precisaram ser redirecionados, aumentando o custo de frete.
A rota conecta os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico.
A passagem também é usada para transportar fertilizantes e outros produtos da região.
Leia também:
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Brasil prorroga emergência zoossanitária por gripe aviária
Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
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<title>IPCA&#45;15: preços sobem 0,44% em março, bem acima das expectativas</title>
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<description><![CDATA[      IPCA-15: preços sobem 0,44% em março
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,44% em março, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados no período anterior. Em março de 2025, o IPCA-15 havia sido de 0,64%. 
Mesmo assim, o resultado de março ficou acima do esperado por economistas. As projeções indicavam alta de 0,29% no mês e de 3,74% no acumulado de 12 meses.
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O levantamento do IBGE mostra que os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta de preços em março.
A maior alta foi registrada no grupo Alimentação e bebidas, com avanço de 0,88%, que teve o maior impacto no resultado do mês. Em seguida aparecem as Despesas pessoais, que incluem gastos com serviços e cuidados pessoais, com alta de 0,82%.
Veja a variação mensal dos preços por grupos:
Alimentação e bebidas: 0,88%
Habitação: 0,24%
Artigos de residência: 0,37%
Vestuário: 0,47%
Transportes: 0,21%
Saúde e cuidados pessoais: 0,36%
Despesas pessoais: 0,82%
Educação: 0,05%
Comunicação: 0,03%

Alimentação puxa alta dos preços em março
No grupo Alimentação e bebidas, que registrou alta de 0,88%, os preços dos alimentos consumidos em casa subiram com mais força em março. A alimentação no domicílio passou de 0,09% em fevereiro para 1,10% em março.
Entre os itens que mais contribuíram para essa alta, estão:
???? Açaí (29,95%)
???? Feijão-carioca (19,69%)
???? Ovo de galinha (7,54%)
???? Leite longa vida (4,46%)
???? Carnes (1,45%) 
Por outro lado, alguns produtos ficaram mais baratos no período, como: 
☕ Café moído (-1,76%)
???? Frutas (-1,31%)
Já a alimentação fora de casa, que inclui gastos em restaurantes, bares e lanchonetes, desacelerou: passou de 0,46% em fevereiro para 0,35% em março.
Dentro desse grupo, o preço das refeições subiu 0,31%, abaixo do aumento de 0,62% registrado no mês anterior. Já os lanches tiveram alta maior, passando de 0,28% para 0,50% no mesmo período.
No grupo Despesas pessoais, que avançou 0,82%, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento em serviços bancários (2,12%) e no custo do empregado doméstico (0,59%).
Já no grupo Saúde e cuidados pessoais, que registrou alta de 0,36%, os principais aumentos vieram dos planos de saúde (0,49%) e dos artigos de higiene pessoal, como produtos de cuidado diário, que subiram 0,38%.
Habitação e transportes também pressionam inflação
No grupo Habitação, os preços passaram de 0,06% em fevereiro para 0,24% em março. Parte desse resultado foi influenciada pela energia elétrica residencial, que registrou alta de 0,29%.
O avanço reflete reajustes nas tarifas cobradas por concessionárias no Rio de Janeiro, com aumentos médios de 15,1% e 14,66%, em vigor desde 15 de março. 
No grupo Transportes, que subiu 0,21%, o principal destaque foi o aumento das passagens aéreas, que avançaram 5,94% e tiveram o maior impacto individual no resultado do índice no mês.
Também houve aumento no preço do ônibus intermunicipal, que registrou alta de 1,29%. Esse resultado inclui reajustes nas tarifas no Rio de Janeiro, entre 11,69% e 12,61%, em vigor desde 15 de fevereiro, e em Curitiba, com aumento de 7,27%, aplicado a partir de 16 de fevereiro.
Já os combustíveis, de forma geral, tiveram leve queda de 0,03% no período. Os preços do gás veicular (-2,27%), do etanol (-0,61%) e da gasolina (-0,08%) recuaram. Por outro lado, o óleo diesel registrou alta de 3,77%.
Inflação do trimestre
Já o IPCA-E, indicador que corresponde à soma dos resultados do IPCA-15 ao longo de três meses, registrou alta de 1,49% no trimestre. O resultado ficou abaixo dos 1,99% observados no mesmo período de 2025.
Entre os grupos de produtos e serviços pesquisados, as maiores altas no trimestre foram registradas em Educação (5,3%), Saúde e cuidados pessoais (1,85%) e Transportes (1,81%).
Na outra ponta, as menores variações foram observadas em Habitação (0,04%), praticamente estável no trimestre, além de Vestuário (0,33%) e Artigos de residência (1,01%).
Veja a variação trimestral dos preços por grupos:
Alimentação e bebidas: 1,40%
Habitação: 0,04%
Artigos de residência: 1,01%
Vestuário: 0,33%
Transportes: 1,81%
Saúde e cuidados pessoais: 1,85%
Despesas pessoais: 1,30%
Educação: 5,30%
Comunicação: 1,15%
inflação, consumo, mercado, preços, economia, alimentos, supermercado
Adriana Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>101 milhões de pessoas têm cartão de crédito, que responde por boa parte do endividamento, diz presidente do BC</title>
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<description><![CDATA[      O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (26) que 101 milhões de pessoas no Brasil usam cartão de crédito no país, modalidade que responde por boa parte do endividamento. Os dados se referem a janeiro deste ano.
Segundo ele, as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais de forma recorrente, ou seja, como parte de sua renda, e que isso deveria ser alvo de uma discussão estrutural.
&quot;Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada aà situação dele&quot;, disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.
Segundo ele, uma eventual &quot;limitação de preço&quot;, ou seja, da taxa de juros cobrada, pode produzir limitação de oferta do crédito. &quot;Então pode aumentar situação de desconforto, tema que vem sendo debatido bastante dentro do Banco Central&quot;, declarou. 
De acordo com Galípolo, a ideia é tentar &quot;produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito&quot;, ou seja, linhas de crédito mais adequadas.
Segundo dados do Banco Central, a taxa de juros do cartão de crédito rotativo somou 425% ao ano em janeiro. Trata-se da modalidade mais cara do mercado financeiro. 
Em doze meses até janeiro, o estoque dessa modalidade subiu 31%, atingindo R$ 84,8 bilhões (o maior crescimento registrado no crédito livre para pessoas físicas).
Lula preocupado com endividamento
A declaração acontece em um momento no qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está demonstrando preocupação maior com o nível de endividamento da população que, segundo dados do próprio BC, está entre os maiores níveis das últimas décadas.
&quot;Falei para meu ministro da fazenda [Dario Durigan] pra gente resolver a dívida das pessoas. Não quero que deixem de endividar para ter coisas novas na vida, mas ver como a gente faz pra facilitar o pagamento do que devem&quot;, disse Lula, em evento nesta quinta, em Anápolis (GO).
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Inflação aumentou endividamento
De acordo com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, houve quatro choques econômicos nos últimos anos que impulsionaram a inflação nos últimos anos: Covid, guerra na Ucrânia, guerra tarifária dos Estados Unidos e agora o conflito no Oriente Médio. 
Por conta disso, apesar dos juros altos, os preços relativos subiram nos últimos anos.
&quot;O cidadão vê os preços. Entende pouco de IPCA, mas vê o preço do leite e do pão. A gente vem de quatro choques consecutivos. Mesmo que consiga controlar a inflação, os preços subiram quatro degraus. Isso se soma ao que está impactando orçamento das famílias&quot;, explicou Galípolo, do BC.
Por conta disso, explicou ele, houve um impacto na renda do trabalhador brasileiro, que buscou complementá-la com financiamentos junto aos bancos. &quot;Cresceu o número de cartões crédito&quot; observou ele. 
Por fim, o presidente do Banco Central afirmou que é preciso que os trabalhadores busquem linhas de crédito mais compatíveis com renda, não usando o crédito rotativo como complemento de renda - pois essa linha de crédito tem taxas &quot;punitivas&quot;. 
Gabriel Galipolo
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 14:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Qual o impacto de condenação nos EUA para o futuro das big techs? &amp;apos;Um divisor de águas para as redes sociais&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, compareceu ao tribunal em fevereiro para defender a empresa, mas agora ela pode enfrentar novos desafios em relação à forma como administra suas plataformas
Reuters via BBC
Um júri em Los Angeles emitiu um veredicto contundente contra duas das plataformas digitais mais populares do mundo, o Instagram e o YouTube.
A decisão concluiu que esses aplicativos são viciantes e foram deliberadamente projetados dessa forma — e que seus proprietários foram negligentes na proteção de crianças que os utilizam.
É um momento sombrio para o Vale do Silício, com implicações globais.
As gigantes de tecnologia envolvidas no caso, Meta e Google, agora terão que pagar US$ 6 milhões (£4,5 milhões) em indenização a uma jovem conhecida como Kaley, a vítima central do processo.
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Ela afirmou que as plataformas contribuíram para que desenvolvesse dismorfia corporal, depressão e pensamentos suicidas.
Ambas as empresas pretendem recorrer. A Meta sustenta que um único aplicativo não pode ser o único responsável por uma crise de saúde mental em adolescentes.
Já o Google afirma que o YouTube não é uma rede social.
Por enquanto, porém, a decisão significa que &quot;a era da impunidade acabou&quot;, segundo a professora de direito Mary Franks, da Universidade George Washington.
É difícil exagerar o quanto esse veredicto pode ser transformador para as redes sociais.
Seja qual for o desfecho, e certamente haverá recursos e novos desdobramentos jurídicos, esse caso deve redefinir o cenário.
Pode até marcar o começo do fim da era das redes sociais como a conhecemos.
Um momento &#039;Big Tobacco&#039;?
Os &quot;doomscrollers&quot; do mundo talvez não tenham se surpreendido com o veredicto — mas acredito que as empresas de tecnologia tenham se surpreendido.
Meta e Google acumularam custos jurídicos altíssimos para se defender. Este caso, e outros semelhantes, são claramente de enorme importância para elas.
As outras duas empresas envolvidas no processo — TikTok e Snap, dona do Snapchat — fizeram acordos antes de o caso ir a julgamento. Nos bastidores do setor de tecnologia, comentava-se que elas não poderiam arcar com essa disputa.
Fui convidado para apresentações bem produzidas sobre todas as ferramentas que as redes sociais oferecem (principalmente para pais) para proteger crianças.
Mas, no fim, o tribunal decidiu que essas medidas não foram suficientes.
Arturo Bejar, que trabalhou no Instagram, disse que alertou Mark Zuckerberg sobre os riscos para crianças há vários anos.
&quot;Deixou de ser um produto que você usa para se tornar um produto que usa você&quot;, disse ele ao programa Today, da BBC Radio 4, na quinta-feira. A Meta negou as alegações.
Alguns especialistas descreveram o veredicto como o &quot;momento Big Tobacco&quot; das grandes empresas de tecnologia — e sabemos como isso terminou, embora não tenha feito as pessoas pararem de fumar completamente.
Será que veremos avisos de saúde nas telas? Restrições a publicidade e patrocínios?
Atualmente, as empresas de tecnologia são legalmente protegidas nos Estados Unidos por uma cláusula conhecida como Seção 230, que as isenta de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas. Outros tipos de empresas de mídia não contam com esse benefício.
Costuma-se dizer que a indústria de tecnologia não sobreviveria sem isso.
Mas o ceticismo em relação a essa proteção pode estar crescendo: a Comissão de Comércio do Senado realizou uma audiência sobre o tema na quarta-feira.
Os líderes do setor de tecnologia mantêm, em geral, uma relação próxima com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem apoiado o setor. Até agora, porém, ele não saiu em defesa das empresas.
Grupo de mulheres segura imagem de rapaz
AFP via Getty Images via BBC
Outra possibilidade é que as plataformas sejam obrigadas a eliminar todos os recursos projetados para manter as pessoas conectadas.
Mas o engajamento é o combustível das grandes empresas de tecnologia.
Se você remove essas estratégias — a rolagem infinita, as recomendações algorítmicas, a reprodução automática — sobra uma experiência de rede social muito diferente e, possivelmente, mais limitada.
O sucesso dessas plataformas está no fluxo de usuários: manter grandes volumes de pessoas online pelo maior tempo possível e fazê-las voltar com frequência, para que possam ser expostas ao máximo de anúncios. É assim que essas empresas ganham dinheiro.
Em vários territórios, incluindo o Reino Unido, crianças não fazem parte dessa máquina de publicidade — mas isso só passou a valer depois da intervenção de reguladores.
Ainda assim, as crianças de hoje são os adultos de amanhã, e o cenário ideal para essas empresas é que elas completem 18 anos já como usuárias consolidadas.
O Facebook, a rede social original da Meta, é frequentemente chamado, em tom de brincadeira, de &quot;plataforma de boomers&quot; — mas dados de 2025 indicam que quase metade de seus usuários no mundo tem entre 18 e 35 anos.
Mais desafios pela frente
A vitória de Kaley na Just ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras aumenta oferta de gasolina e diesel após alerta de risco de desabastecimento</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petrobras-aumenta-oferta-de-gasolina-e-diesel-apos-alerta-de-risco-de-desabastecimento</link>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras aumentou a oferta de de gasolina e diesel disponível para entrega em abril após distribuidoras alertarem para o risco de falta de combustível no país. 
A preocupação surgiu em meio à recente alta nos preços do petróleo no mercado internacional, que pressionou toda a cadeia de combustíveis.
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Em nota divulgada nesta quinta-feira (26), a estatal confirmou informações que haviam sido publicadas pela agência de notícias Reuters no dia anterior.
Segundo a empresa, o reforço na oferta inclui 70 milhões de litros de diesel S10 — tipo de diesel com menor teor de enxofre, usado principalmente em caminhões e veículos mais novos — e 95 milhões de litros de gasolina. 
Esses volumes adicionais serão destinados às distribuidoras ao longo do próximo mês.
ANP determina que Petrobras oferte imediatamente combutíveis de leilões cancelados
ANP cobra mais oferta de combustíveis da Petrobras
A decisão de ampliar a oferta ocorre após a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão responsável por regular o setor no país, notificar a Petrobras na semana passada. 
O órgão solicitou que a empresa colocasse imediatamente no mercado volumes de combustíveis que haviam sido retirados de leilões anteriores.
A ANP afirmou, no entanto, que não há indícios de falta de gasolina ou diesel no Brasil. 
Ainda assim, a diretoria da agência aprovou um conjunto de medidas para reforçar o acompanhamento do setor, com o objetivo de monitorar mais de perto a disponibilidade de combustíveis e prevenir eventuais problemas de abastecimento.
Segundo a ANP, as ações têm como objetivo, diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento dos estoques — ou seja, do volume de combustível armazenado — e das importações feitas pelas empresas que atuam no país.
Entre as medidas adotadas está o envio de uma notificação à Petrobras. 
No documento, a agência determina que a empresa coloque imediatamente à venda os volumes de combustíveis que estavam previstos em leilões de diesel e de gasolina pura realizados em março de 2026, mas que acabaram sendo cancelados.
Distribuidoras apontam risco de falta de combustíveis
Entidades que representam diferentes segmentos do mercado de combustíveis divulgaram na sexta-feira (20) uma nota conjunta pedindo novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de falta de diesel no Brasil.
O documento é assinado por associações que representam diferentes etapas da cadeia de combustíveis. Entre elas estão: 
Fecombustíveis e Sincopetro, que representam postos de combustíveis (varejo);
Abicom, que reúne empresas importadoras de derivados de petróleo;
Refina Brasil, que representa refinarias privadas;
Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras que abastecem os postos.
Na nota, as entidades afirmam reconhecer um esforço inicial do governo para tentar conter a alta do diesel. Ainda assim, avaliam que as medidas anunciadas têm impacto limitado no preço pago pelo consumidor.
Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a isenção de impostos federais e a concessão de uma ajuda financeira — chamada de subvenção — para produtores e importadores de diesel. 
A estimativa é de um gasto de R$ 30 bilhões para reduzir em cerca de R$ 0,64 por litro o preço do combustível nos postos. Como contrapartida, passou a ser cobrado um imposto sobre a exportação de petróleo.
Com parte do desconto sendo bancado pelo governo, a estatal passou a ter espaço para elevar o preço do diesel vendido às distribuidoras nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional, sem que todo o aumento fosse repassado diretamente ao consumidor.
Segundo as entidades do setor, no entanto, isso não tem se traduzido em queda no preço final do diesel vendido nos postos.
Uma das razões, afirmam, é que as medidas do governo incidem sobre o chamado diesel “A”. Esse é o combustível puro, vendido pela Petrobras às distribuidoras. 
Já o produto comprado pelo consumidor é o diesel “B”, uma mistura composta por 85% de diesel “A” e 15% de biodiesel, um combustível produzido a partir de fontes renováveis. 
Por isso, dizem as associações, os incentivos não chegam automaticamente nem de forma integral ao preço final.
De acordo com os cálculos apresentados pelas entidades, o aumento de R$ 0,38 por litro no diesel “A”, anunciado pela empresa, teria um impacto aproximado de R$ 0,32 por litro no diesel “B”, que é o combustível vendido nos postos.
As associações também citam os leilões realizados pela Petrobras, nos quais o diesel “A” tem sido negociado entre R$ 1,80 e R$ 2 por litro. Segundo elas, esses valores estão acima do preço de referência praticado nas refinarias da própria companhia.
A nota destaca ainda que uma parte relevante do abastecimento nacional depende de refinarias privadas e de empresas que importam combustíveis. Essas companhias não produzem petróleo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:13 -0300</pubDate>
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<title>101 milhões de pessoas têm dívidas no cartão de crédito com juros acima de 100% ao ano, diz presidente do BC</title>
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<description><![CDATA[      O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (26) que 101 milhões de pessoas no Brasil têm dívidas no cartão de crédito, pagando taxas de juros acima de 100% ao ano, as mais caras do mercado financeiro. Os dados se referem a janeiro deste ano.
Segundo ele, as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais de forma recorrente, e que isso poderia ser alvo de uma discussão estrutural.
A declaração acontece em um momento no qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está demonstrando preocupação maior com o nível de endividamento da população que, segundo dados do próprio BC, está entre os maiores níveis das últimas décadas.
&quot;Falei para meu ministro da fazenda [Dario Durigan] pra gente resolver a dívida das pessoas. Não quero que deixem de endividar para ter coisas novas na vida, mas ver como a gente faz pra facilitar o pagamento do que devem&quot;, disse Lula, em evento nesta quinta, em Anápolis (GO).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
De acordo com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, houve quatro choques econômicos nos últimos anos que impulsionaram a inflação nos últimos anos: Covid, guerra na Ucrânia, guerra tarifária dos Estados Unidos e agora o conflito no Oriente Médio. Por conta disso, apesar dos juros altos, os preços relativos subiram nos últimos anos.
&quot;O cidadão vê os preços. Entende pouco de IPCA, mas vê o preço do leite e do pão. A gente vem de quatro choques consecutivos. Mesmo que consiga controlar a inflação, os preços subiram quatro degraus. Isso se soma ao que está impactando orçamento das famílias&quot;, explicou Galípolo, do BC.
Por conta disso, explicou ele, houve um impacto na renda do trabalhador brasileiro, que buscou complementá-la com financiamentos junto aos bancos. &quot;Cresceu o número de cartões crédito&quot; observou ele. 
Por fim, o presidente do Banco Central afirmou que é preciso que os trabalhadores busquem linhas de crédito mais compatíveis com renda, não usando o crédito rotativo como complemento de renda - pois essa linha de crédito tem taxas &quot;punitivas&quot;. 
Gabriel Galipolo
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:13 -0300</pubDate>
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<title>União Europeia acusa Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos de falhar na proteção de menores</title>
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<description><![CDATA[      As plataformas de conteúdo adulto Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos foram acusadas de descumprir regras da União Europeia ao permitir que crianças tenham acesso ao conteúdo publicado em seus sites, informaram reguladores do bloco nesta quinta-feira (26) e a punição pode acontecer com multas elevadas.
As acusações surgiram após uma investigação de 10 meses feita com base na Lei de Serviços Digitais da União Europeia, que obriga grandes plataformas online a adotar medidas mais eficazes contra conteúdo ilegal e prejudicial.
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&quot;As crianças estão acessando conteúdo adulto em idades cada vez mais precoces e essas plataformas precisam implementar medidas robustas, eficazes e que preservem a privacidade para manter os menores fora de seus serviços&quot;, disse a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em um comunicado.
A Comissão Europeia, responsável por aplicar a lei, afirmou que as empresas não utilizaram métodos claros e completos para avaliar os riscos enfrentados por crianças que acessam seus serviços.
Pornhub, XVideos e outros sites são alvo de investigação na UE
Reprodução
O órgão acusou o Pornhub que pertencente ao grupo cipriota Aylo Freesites, o Stripchat que é subsidiário da Technius, também do Chipre, o XNXX do grupo tcheco NKL Associates e o XVideos que é ligado ao WebGroup, da República Tcheca, de priorizarem sua imagem diante do público em vez de se concentrarem nos riscos sociais que seus serviços representam para menores.
O regulador também criticou a ferramenta de autodeclaração usada pelas empresas, que libera o acesso às plataformas com apenas um clique, mediante a confirmação de que o usuário tem mais de 18 anos.
Segundo a Comissão, essa ferramenta, assim como recursos como desfoque de página e avisos de conteúdo, não foram suficientes para impedir o acesso de crianças aos sites.
Ainda de acordo com o órgão, Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos devem adotar sistemas de verificação de idade que preservem a privacidade dos usuários e protejam crianças de conteúdo inadequado.
As plataformas podem receber multas de até 6% de seu faturamento anual global caso sejam consideradas culpadas de violar a Lei de Serviços Digitais. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brasil prorroga emergência zoossanitária por gripe aviária</title>
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<description><![CDATA[      Galinhas em granja em Taquari (RS)
Reuters
O Ministério da Agricultura informou nesta quinta-feira (26) que prorrogou, por mais 180 dias, o estado de emergência zoossanitária para a gripe aviária em todo o país. A medida é preventiva e ocorre devido à circulação de uma forma mais agressiva do vírus entre aves silvestres.
???? A Influenza Aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta principalmente aves, mas também pode infectar mamíferos e, em raras situações, seres humanos que tenham contato direto com animais contaminados. A transmissão ocorre por meio de secreções, fezes ou carcaças infectadas.
Segundo o governo, a prorrogação permite adotar medidas mais rápidas para conter e eliminar novos focos da doença, além de facilitar o uso de recursos federais, especialmente em caso de registros em granjas comerciais.
O primeiro caso de gripe aviária no Brasil foi identificado em 15 de maio de 2023, em aves silvestres. Já o primeiro e único foco em criação comercial até agora foi confirmado em 15 de maio de 2025.
Ao todo, o país já registrou 188 ocorrências da doença, sendo 173 em aves silvestres, 14 em criações de subsistência e uma em granja comercial. Esse caso levou a restrições de importação por parte de alguns países no ano passado.
Com a resolução do foco em granja comercial, os embargos foram suspensos ao longo de 2025.
Gripe aviária no RS
Neste mês, subiu para 15 o número de aves mortas por gripe aviária só no Rio Grande do Sul. Os casos envolvem aves silvestres, principalmente cisnes-brancos, encontrados na Estação Ecológica do Taim, que foi interditada por tempo indeterminado para conter o avanço da doença.
Desde a identificação dos primeiros casos, equipes do governo estadual e órgãos ambientais realizam monitoramento diário na região, com busca ativa por animais doentes ou mortos.
As autoridades afirmaram que, se novos casos forem confirmados, os animais serão recolhidos e eliminados de forma controlada para evitar a disseminação do vírus, especialmente para criações domésticas. O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária confirmou a presença do vírus após análise de amostras coletadas no fim de fevereiro.
Apesar do avanço entre aves silvestres, o governo destacou que a situação não afeta o status sanitário do Brasil nem traz impactos ao comércio de produtos avícolas. Também não há risco no consumo de carne de frango ou ovos.
Este é o segundo registro recente da doença na reserva — o anterior ocorreu em 2023 e levou ao fechamento da área por cerca de seis meses. A vigilância segue intensificada para evitar que o surto se amplie e atinja granjas comerciais.
Qual é o risco da gripe aviária para a saúde humana? ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como bloqueio de Ormuz tem sido lucrativo para o Irã</title>
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<description><![CDATA[ Ao longo da história, pessoas e grupos influentes sempre encontraram maneiras de lucrar com momentos de crise. Não seria diferente na guerra travada por Estados Unidos e Israel contra o Irã. O conflito está prestes a completar um mês, justamente quando os EUA afirmam negociar uma trégua.
Nas últimas semanas, surgiram denúncias de que postos de combustíveis elevaram os preços poucas horas após os primeiros ataques; de que grandes petrolíferas estariam registrando lucros excepcionais com o barril acima de 100 dólares; e também de que seguradoras marítimas aumentaram drasticamente o valor dos prêmios após o bloqueio do Estreito de Ormuz por Teerã.
A acusação mais recente, porém, envolve diretamente um dos participantes do conflito. Segundo relatos, o Irã estaria cobrando até 2 milhões de dólares (R$ 10,45 milhões) de navios que transportam petróleo e gás para permitir uma “passagem segura” pelo Estreito de Ormuz.
O Lloyd’s List, uma das publicações marítimas mais tradicionais e respeitadas do mundo, informou na semana passada que ao menos uma embarcação já realizou esse pagamento.
Cobrança de &quot;pedágio&quot; em Ormuz?
Se confirmada, essa iniciativa pode transformar um dos gargalos estratégicos mais críticos do planeta — por onde transita um quinto do petróleo e do gás consumidos mundialmente — em um pedágio de alto risco.
Embora vários funcionários iranianos tenham negado a informação, o parlamentar Alaeddin Boroujerdi declarou à TV estatal que as taxas estariam sendo cobradas como parte de um “novo regime soberano” no estreito, justificadas como uma forma de cobrir “custos de guerra”.
Segundo Robert Huebert, especialista em relações internacionais da Universidade de Calgary, no Canadá, a cobrança de um “pedágio” no Estreito de Ormuz violaria o direito marítimo internacional.
&quot;Liberdade de navegação é a base do comércio marítimo internacional, é a capacidade de transitar por essas áreas sem qualquer tipo de obstrução&quot;, disse Huebert ao podcast da Energi Media, na última terça-feira (24. &quot;Se você fizer isso [cobrar uma taxa], enfrentará oposição direta de praticamente todos os Estados&quot;, complementou.
Com mais de 3,2 mil embarcações retidas, Peter Sand, analista-chefe da empresa de inteligência marítima Xeneta, com sede em Copenhague, minimizou a relevância da cobrança para a reabertura do estreito. 
 Por mais alta que pareça, [a taxa de 2 milhões de dólares] não é o fator essencial&quot;, disse Sand à DW. &quot;O que importa é que ainda não é seguro atravessar [Ormuz].&quot;
Ainda assim, a disposição de grandes importadores de petróleo e gás em negociar diretamente e pagar uma taxa tão alta por navio — somada a seguros já exorbitantes — mostra o grau de desespero de países altamente dependentes de energia para assegurar ao menos um fluxo mínimo pelo estreito.
&quot;Alguns [países] podem querer pagar&quot;, acrescentou Sand. &quot;É um último prêmio relativamente pequeno para assegurar algum nível de fornecimento energético contínuo.&quot;
Drible nas sanções contra o Irã
O Lloyd’s List afirmou que não está claro como a transação foi realizada, já que o Irã permanece sob sanções internacionais, o que dificulta ao país receber pagamentos em dólares por meio de canais financeiros ocidentais.
A publicação informou que Índia, Paquistão, Iraque, Malásia e China estão negociando diretamente com autoridades iranianas para organizar a passagem segura de seus navios.
A Bloomberg, que também divulgou a cobrança, citou fontes sob anonimato afirmando que várias embarcações já pagaram para atravessar o estreito, embora o “pedágio” não pareça ocorrer de forma sistemática.
Uma das fontes ouvidas pela Bloomberg acrescentou que Teerã avalia formalizar a taxa como parte de um eventual acordo de paz com Estados Unidos e Israel.
Trânsito facilitado para navios &quot;não hostis&quot;
Em um novo desdobramento, o Irã enviou na terça-feira (24/03) uma carta aos membros da Organização Marítima Internacional (OMI) dizendo que agora permitirá que &quot;embarcações não hostis&quot; atravessem Ormuz, mediante coordenação com Teerã.
&quot;Até agora, [o Irã] havia autorizado entre três e cinco travessias por dia&quot;, disse Sand. &quot;[Agora Teerã está dizendo:] se você não é inimigo do Irã, o estreito está aberto para você.&quot;
Enquanto isso, um porta-voz da OMI disse à DW que a organização está trabalhando para estabelecer &quot;uma medida provisória e urgente para facilitar a evacuação segura dos navios mercantes atualmente retidos na região do Golfo&quot;.
Antes que a crise se agrave ainda mais, a entidade afirmou que é crucial proteger a vida e o bem-estar dos marinheiros que estão presos, ao mesmo tempo em que pressiona para que navios dispostos a transitar por Ormuz o façam sem serem atacados.
Paralelamente, a produção e as exportações de petróleo do Irã continuam sem interrupção. E na semana passada, o governo do presidente dos EUA anunciou uma isenção de sanções de 30 dias para a compra de petróleo do Irã que já se encontra em petroleiros para aliviar as pressões de fornecimento de energia desde o início da guerra dos E ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Snapchat é alvo de investigação da UE por suposta falha ao prevenir aliciamento de menores</title>
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<description><![CDATA[      Justiça americana condena Meta e Google por danos à saúde mental de jovens
O Snapchat, plataforma de mídia social da empresa americana Snap, passou a ser investigado pela União Europeia. Reguladores alertaram nesta quinta-feira (26) que a empresa pode não estar fazendo o suficiente para impedir o aliciamento de crianças e a venda de produtos ilegais.
A investigação é baseada na Lei de Serviços Digitais (DSA), que obriga grandes plataformas a combater conteúdos ilegais e prejudiciais, sob risco de multas que podem chegar a 6% do faturamento global.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, há preocupações que vão desde o contato de menores com criminosos até configurações de conta que podem comprometer a segurança. Para ela, o Snapchat não estaria atendendo aos padrões exigidos pela nova legislação.
Em resposta, a empresa afirmou que revisa constantemente suas medidas de proteção e que está cooperando com as autoridades de forma transparente ao longo da investigação.
A Comissão Europeia, responsável por aplicar a lei, suspeita que a plataforma não tem mecanismos suficientes para evitar que crianças sejam abordadas por usuários mal-intencionados. 
Também avalia que as ferramentas de moderação são falhas ao impedir conteúdos que direcionam para a venda de itens ilegais, como drogas, ou produtos com restrição de idade, como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas.
Além disso, o bloco europeu decidiu assumir uma investigação iniciada por reguladores da Holanda, em setembro, sobre a venda de cigarros eletrônicos para menores por meio do aplicativo.
Outros pontos de preocupação incluem o sistema de verificação de idade, considerado frágil, as configurações padrão das contas e possíveis falhas no design da plataforma que dificultam a identificação de riscos pelos usuários.
Executivos de YouTube, Snapchat e TikTok foram interrogados por senadores americanos
Richard Drew/AP Foto ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 12:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ford do Brasil faz recall para Maverick e Bronco por defeito em válvula do motor</title>
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<description><![CDATA[      Ford Maverick Tremor
Fabio Tito/g1
A Ford anunciou nesta quinta-feira (26) o recall de Ford Bronco Sport 2025 e Ford Maverick Black e Tremor 2025 por um problema na válvula de recirculação de gases do escape (EGR).
Segundo a montadora, o componente pode não funcionar corretamente em razão de uma falha no processo de fabricação.
De acordo com a Ford, o defeito pode provocar aceleração fraca, vibração do motor, dificuldade na partida, acendimento da luz de aviso de mau funcionamento do motor e perda de força motriz, especialmente em baixas velocidades, de até 20 km/h.
Nessas condições, há aumento do risco de acidentes, com possibilidade de danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros.
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Os consumidores devem verificar se seus veículos estão envolvidos na campanha por meio do aplicativo Ford, pelo Centro de Atendimento Ford (CAF),  ou em uma concessionária da marca.
Ford Maverick Tremor fica mais afiada para incomodar a RAM e reconquistar clientes
Caso confirmado o envolvimento, o reparo gratuito será agendado a partir do último trimestre de 2026, assim que a solução estiver disponível nas concessionárias.
A montadora informou que fará um novo chamamento no início do atendimento e ressaltou a importância de que os proprietários atendam à convocação.
Números de chassis 
Ford Bronco Sport: de SRE31747 até SRE52905 / modelo 2025
Ford Maverick Black: de SRA19048 até SRA74514 / modelo 2025
Ford Maverick Tremor: de SRA19047 até SRA85942 / modelo 2025 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar sobe com foco na prévia da inflação no Brasil e na guerra no Oriente Médio; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com leve alta nesta quinta-feira (26), avançando 0,02% por volta das 10h45, sendo negociado a R$ 5,2211. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasieira, recuava 0,68%, aos 184.161 pontos.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ No cenário internacional, a escalada do conflito no Oriente Médio voltou a afetar os mercados nesta quinta-feira. A incerteza sobre um possível fim da guerra levou à alta do preço do petróleo e pressionou bolsas de valores ao redor do mundo.
Por volta das 8h49, o barril do petróleo Brent — referência internacional para os preços da commodity — subia 3,26%, a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançava 3,27%, negociado a US$ 93,27.
▶️ Apesar de sinais de negociação, EUA e Irã ainda não chegaram a um acordo para encerrar o conflito. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para pôr fim à guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).
▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda econômica desta quinta-feira é a divulgação do IPCA-15 de março, indicador considerado uma prévia da inflação oficial. O resultado do mês foi de 0,44%, acima da expectativa do mercado de alta de 0,29%.
▶️ Ainda pela manhã, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, concede entrevista sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), ao lado do diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,67%;
Acumulado do mês: +1,68%;
Acumulado do ano: -4,89%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +5,22%;
Acumulado do mês: -1,78%;
Acumulado do ano: +15,08%.
Petróleo volta a atingir US$ 100
A escalada da guerra no Oriente Médio voltou a mexer com os mercados internacionais nesta quinta-feira. O preço do petróleo subiu, enquanto bolsas de valores ao redor do mundo caem, refletindo a incerteza sobre quanto tempo o conflito pode durar e quais serão seus efeitos sobre a economia global.
Por volta das 8h49, dois dos principais tipos de petróleo negociados no mundo registravam alta. O barril do tipo Brent — referência usada em grande parte das negociações internacionais — subia 3,26%, cotado a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, avançava 3,27%, a US$ 93,27.
A reação do mercado ocorre em meio a sinais ainda incertos de negociação entre EUA e Irã. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para encerrar o conflito, que completa um mês no próximo sábado (28), mas não chegaram a um entendimento.
A Casa Branca enviou ao governo iraniano um plano de paz com 15 pontos. Entre eles estão a proibição do desenvolvimento de armas nucleares, limites para mísseis de longo alcance, o desmonte de instalações de enriquecimento de urânio e o fim do apoio a grupos como Hamas e Hezbollah.
O Irã rejeitou a proposta, classificando o plano como “excessivo”, e apresentou uma contraproposta com cinco condições. Entre elas estão o fim das agressões, reparações por danos causados durante a guerra e o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz.
Mesmo com a troca de propostas, autoridades iranianas sinalizaram alguma disposição para negociar. Ao mesmo tempo, os EUA intensificaram a pressão militar e diplomática na região.
Prévia da inflação de março
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,44% em março. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,90%, abaixo dos 4,1% observados no período anterior. 
Mesmo assim, o resultado de março ficou acima do esperado por economistas. As projeções indicavam uma alta mensal de 0,29% e um avanço de 3,74% no acumulado de 12 meses.
O levantamento do IBGE mostra que todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços em março.
Veja a variação mensal dos preços:
Alimentação e bebidas: 0,88%
Habitação: 0,24%
Artigos de residência: 0,37%
Vestuário: 0,47%
Transportes: 0,21%
Saúde e cuidados pessoais: 0,36%
Despesas pessoais: 0,82%
Educação: 0,05%
Comunicação: 0,03%
Mercados globais
Os mercados globais operaram em queda nesta quinta-feira, enquanto o preço do petróleo voltou a superar a marca de US$ 100 por barril. O movimento ocorre em meio à percepção de que uma redução das tensões na guerra envolvendo o Irã está mais distante, o que aumenta a cautela entre investidores.
Nos EUA, os principais indicadores de Wall Street já apontavam perdas antes mesmo da abertura das bolsas. Os contratos futuros mostravam queda de 0,7% tanto para o S&amp;P 500 quanto para o Dow Jones. Já o Nasdaq recuava 0,8%.
Na Europa, o clima também era de baixa. Por volta das 9h (horário de Brasília), o índice STOXX 600, que reúne empresas de vários países do continente, caía 1,2%, aos 580,42 pontos. 
Entre os principais mercados, o FTSE 100, do Reino Unid ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tarifas de Trump tiveram pouco impacto no PIB de 2025 mas aumentaram receita, mostra estudo acadêmico</title>
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<description><![CDATA[      Trump sofreu derrota após tribunal bloquear tarifaço anunciado no começo de abril
Carlos Barria/Reuters
As tarifas impostas no ano passado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tiveram pouco impacto sobre a economia do país, mas geraram uma arrecadação relevante e aumentaram o distanciamento comercial entre os EUA e a China, segundo estudo do Brookings Institution divulgado nesta quarta-feira (25).
O levantamento, que analisa os efeitos de curto prazo das medidas, aponta que o impacto geral na economia foi limitado, variando entre um leve ganho de 0,1% do PIB e uma pequena perda de 0,13%, dependendo de fatores como a substituição de produtos importados por nacionais.
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Entre os principais pontos do estudo, os pesquisadores destacam que, apesar do efeito pequeno no consumo, houve uma transferência de custos dos consumidores para produtores. 
Esse impacto, porém, foi compensado em parte pelo aumento da arrecadação do governo e por ganhos salariais em alguns setores.
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O estudo também mostra que a maior parte das tarifas foi repassada aos preços: entre 80% e 100% do custo acabou sendo pago pelos consumidores nos EUA, enquanto uma pequena parcela ficou com exportadores estrangeiros.
As tarifas médias subiram de 2,4% para 9,6%, o maior nível em 80 anos. Ainda assim, o impacto total é limitado porque boa parte das importações segue isenta — cerca de 57% entram no país sem tarifas, graças a acordos comerciais e exceções para produtos como energia e eletrônicos.
???? A arrecadação com tarifas somou US$ 264 bilhões (cerca de R$ 1,3 trilhões) em 2025, o equivalente a cerca de 4,5% das receitas do governo, acima da média de 1,6% registrada na última década.
Outro efeito relevante foi a queda da participação da China nas importações dos EUA, de 23% em 2017 para 7% no fim de 2025. Parte dessas compras, no entanto, foi redirecionada para outros países.
Por fim, o estudo não encontrou evidências de que as tarifas tenham fortalecido a produção industrial dos EUA, aumentado empregos no setor ou reduzido o déficit comercial. Também ainda não está claro o impacto dos novos acordos comerciais firmados pelo governo.
No mês passado, a Suprema Corte dos EUA decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor o tarifaço a outros países. 
Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. Trump argumentava que a lei de 1977 autoriza o presidente a adotar esse tipo de medida em situações excepcionais. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>IPCA&#45;15: preços sobem 0,44% em março, puxados por alimentação e despesas pessoais</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ipca-15-precos-sobem-044-em-marco-puxados-por-alimentacao-e-despesas-pessoais</link>
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<description><![CDATA[      IPCA-15: preços sobem 0,44% em março
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), indicador considerado uma prévia da inflação oficial do país, subiu 0,44% em março, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados no período anterior. Em março de 2025, o IPCA-15 havia sido de 0,64%. 
Mesmo assim, o resultado de março ficou acima do esperado por economistas. As projeções indicavam uma alta mensal de 0,29% e um avanço de 3,74% no acumulado de 12 meses.

O levantamento do IBGE mostra que todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços em março.
A maior alta foi registrada no grupo Alimentação e bebidas, com avanço de 0,88%, o que exerceu o maior peso sobre o resultado do mês. Em seguida aparecem as Despesas pessoais, que incluem gastos como serviços e cuidados pessoais, com aumento de 0,82%.
Veja a variação mensal dos preços por grupos:
Alimentação e bebidas: 0,88%
Habitação: 0,24%
Artigos de residência: 0,37%
Vestuário: 0,47%
Transportes: 0,21%
Saúde e cuidados pessoais: 0,36%
Despesas pessoais: 0,82%
Educação: 0,05%
Comunicação: 0,03%
Alimentação puxa alta dos preços em março
No grupo Alimentação e bebidas, que registrou alta de 0,88%, os preços dos alimentos consumidos em casa subiram com mais força em março. A chamada alimentação no domicílio passou de 0,09% em fevereiro para 1,10% em março.
Entre os itens que mais contribuíram para essa alta, estão:
???? Açaí (29,95%)
???? Feijão-carioca (19,69%)
???? Ovo de galinha (7,54%)
???? Leite longa vida (4,46%)
???? Carnes (1,45%) 
Por outro lado, alguns produtos ficaram mais baratos no período, como: 
☕ Café moído (-1,76%)
???? Frutas (-1,31%)
Já a alimentação fora de casa, que inclui gastos em restaurantes, bares e lanchonetes, apresentou uma leve desaceleração: passou de 0,46% em fevereiro para 0,35% em março. 
Dentro desse grupo, o preço das refeições subiu 0,31%, abaixo do aumento de 0,62% registrado no mês anterior. Já os lanches tiveram alta maior, passando de 0,28% para 0,50% no mesmo período.

No grupo Despesas pessoais, que avançou 0,82%, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento em serviços bancários (2,12%) e no custo do empregado doméstico (0,59%).
Já no grupo Saúde e cuidados pessoais, que registrou alta de 0,36%, os principais aumentos vieram dos planos de saúde (0,49%) e dos artigos de higiene pessoal, como produtos de cuidado diário, que subiram 0,38%.
Habitação e transportes também pressionam inflação
No grupo Habitação, os preços passaram de 0,06% em fevereiro para 0,24% em março. Parte desse resultado foi influenciada pela energia elétrica residencial, que registrou alta de 0,29%.
O avanço reflete reajustes nas tarifas cobradas por concessionárias no Rio de Janeiro, com aumentos médios de 15,1% e 14,66%, em vigor desde 15 de março. 
No grupo Transportes, que subiu 0,21%, o principal destaque foi o aumento das passagens aéreas, que avançaram 5,94% e tiveram o maior impacto individual no resultado do índice no mês.
Também houve aumento no preço do ônibus intermunicipal, que registrou alta de 1,29%. Esse resultado inclui reajustes nas tarifas no Rio de Janeiro, entre 11,69% e 12,61%, em vigor desde 15 de fevereiro, e em Curitiba, com aumento de 7,27%, aplicado a partir de 16 de fevereiro.
Já os combustíveis, de forma geral, tiveram leve queda de 0,03% no período. Os preços do gás veicular (-2,27%), do etanol (-0,61%) e da gasolina (-0,08%) recuaram. Por outro lado, o óleo diesel registrou alta de 3,77%.
Inflação do trimestre
Já o IPCA-E, indicador que corresponde à soma dos resultados do IPCA-15 ao longo de três meses, registrou alta de 1,49% no trimestre. O resultado ficou abaixo dos 1,99% observados no mesmo período de 2025.
Entre os grupos de produtos e serviços pesquisados, as maiores altas no trimestre foram registradas em Educação (5,3%), Saúde e cuidados pessoais (1,85%) e Transportes (1,81%).
Na outra ponta, as menores variações foram observadas em Habitação (0,04%), praticamente estável no trimestre, além de Vestuário (0,33%) e Artigos de residência (1,01%).
Veja a variação trimestral dos preços por grupos:
Alimentação e bebidas: 1,40%
Habitação: 0,04%
Artigos de residência: 1,01%
Vestuário: 0,33%
Transportes: 1,81%
Saúde e cuidados pessoais: 1,85%
Despesas pessoais: 1,30%
Educação: 5,30%
Comunicação: 1,15%
inflação, consumo, mercado, preços, economia, alimentos, supermercado
Adriana Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>IPCA-15:, preços, sobem, 44, março, puxados, por, alimentação, despesas, pessoais</media:keywords>
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<title>Dólar abre com foco na prévia da inflação no Brasil e na guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (26) em alta, avançando 0,48% por volta das 9h05, sendo negociado a R$ 5,2477. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasieira, abre às 10h.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ No cenário internacional, a escalada do conflito no Oriente Médio voltou a afetar os mercados nesta quinta-feira. A incerteza sobre um possível fim da guerra levou à alta do preço do petróleo e pressionou bolsas de valores ao redor do mundo.
Por volta das 8h49, o barril do petróleo Brent — referência internacional para os preços da commodity — subia 3,26%, a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançava 3,27%, negociado a US$ 93,27.
▶️ Apesar de sinais de negociação, EUA e Irã ainda não chegaram a um acordo para encerrar o conflito. Na quarta-feira (25), os dois países apresentaram propostas diferentes para pôr fim à guerra, que completa um mês no próximo sábado (28).
▶️ No Brasil, o principal destaque da agenda econômica desta quinta-feira é a divulgação do IPCA-15 de março, indicador considerado uma prévia da inflação oficial. A expectativa do mercado é de alta de 0,29% em relação ao mês anterior.
▶️ Ainda pela manhã, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, concede entrevista sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), ao lado do diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti. 
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,67%;
Acumulado do mês: +1,68%;
Acumulado do ano: -4,89%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +5,22%;
Acumulado do mês: -1,78%;
Acumulado do ano: +15,08%.
EUA enviam proposta de paz, mas Irã rejeita
Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo &quot;The New York Times&quot; na terça-feira (24). 
De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.
Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.
A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.
Nesta quarta-feira (25), no entanto, o Irã rejeitou a proposta enviada pelo governo americano, chamando-o de &quot;excessivo e desconectado da realidade&quot;, e afirmando que Trump não ditará o fim do conflito. As informações foram divulgadas pela TV estatal iraniana Press TV. 
Teerã ainda ofereceu uma contraproposta e reiterou que continuará com o que chamou de &quot;ações defensivas&quot;.
Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.
Petróleo recua
Os preços do petróleo voltaram a cair nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã. 
Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair. 
O  barril do Brent, referência internacional, tinha queda de 1,29% por volta das 17h30 (horário de Brasília), cotado a US$ 103,14 — ainda abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, caía 1,23%, a US$ 91,21.
Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário. 
Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.
Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados. 
O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.
Mercados globais
As bolsas ao redor do mundo registram alta nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que a guerra entre EUA e  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras faz nova descoberta de petróleo em Marlim Sul, no pré&#45;sal da Bacia de Campos</title>
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<description><![CDATA[      Visão aérea de uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos
Reuters/Bruno Domingos
A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (26) uma nova descoberta de petróleo no campo de Marlim Sul, no pré-sal da Bacia de Campos.
Segundo comunicado da estatal, foi identificada presença de petróleo &quot;de excelente qualidade&quot; no poço exploratório perfurado 3-BRSA-1397-RJS, localizado a 113km da costa na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), em profundidade d’água de 1.178 metros. 
&quot;O intervalo portador de petróleo foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluido. As amostras posteriormente seguirão para análises laboratoriais, que permitirão caracterizar as condições dos reservatórios e fluidos encontrados, possibilitando a continuidade da avaliação do potencial da área&quot;, disse a Petrobras.
A Petrobras é a operadora do campo com 100% de participação.
Exploração do petróleo na camada pré-sal no Brasil completa 20 anos em 2026 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>A pressão sobre o Airbnb para tirar do ar todos os anúncios de moradia social em São Paulo</title>
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<description><![CDATA[      Airbnb diz à CPI que retirará anúncios de apartamentos populares em SP
O Airbnb, maior empresa de locação temporária de residências do mundo, disse que removerá de sua plataforma todos os anúncios de imóveis considerados moradias populares na cidade de São Paulo.
A companhia afirmou que fará a remoção dos anúncios assim que a Prefeitura de São Paulo lhe enviar uma lista com os endereços destes imóveis, classificados como Habitações de Interesse Social (HIS) e Habitações de Mercado Popular (HMP).
A Prefeitura disse que divulgará a lista até esta quinta-feira (26/3).
O anúncio do Airbnb ocorreu após uma reportagem da BBC News Brasil revelar que muitos apartamentos em São Paulo classificados como HIS e HMP não estão servindo como habitação e sim como hospedagem para turistas e visitantes, em desacordo com decretos municipais que proíbem esses usos.
Esses imóveis ficam em edifícios construídos com incentivos fiscais e urbanísticos que a Prefeitura concede a construtoras desde 2014 com o objetivo declarado de reduzir a falta de moradias para pessoas pobres em São Paulo.
Desde 2014, prefeitura de São Paulo concede benefícios fiscais para a construção de moradias classificadas como Habitações de Interesse Social (HIS)
Getty
Parte destes imóveis pode ser financiada pelo programa Minha Casa Minha Vida, a maior política de habitação do governo federal. Desta forma, compradores podem adquirir esses imóveis com juros subsidiados pelo governo federal.
Por outro lado, no caso das moradias sociais, a Prefeitura abre mão de centenas de milhões de reais em arrecadação sem conseguir garantir que os imóveis atendam o público-alvo desses programas, segundo especialistas.
A locação temporária de apartamentos classificados como HIS e HMP foi proibida em São Paulo por um decreto municipal de maio de 2025, após reportagens, pesquisadores e o Ministério Público apontarem que muitos estavam sendo adquiridos por pessoas de alta renda como um investimento.
Parte do grupo comprava os imóveis com o objetivo de alugá-los por curtas temporadas, lucrando com isso.
CPI das HIS
O anúncio do Airbnb foi feito pela diretora de Relações Institucionais da empresa, Carla Bueno Comarella, em depoimento na Câmara Municipal de São Paulo em 10 de março.
Na ocasião, Comarella foi interrogada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga desvios em programas de habitação em São Paulo.
Questionada por que o Airbnb não remove anúncios de moradias populares, a representante da empresa disse que a companhia não sabe quais unidades anunciadas na plataforma são HIS ou HMP.
&quot;Para realizar essa fiscalização e a remoção das unidades, é preciso ter uma listagem desses imóveis&quot;, disse a diretora do Airbnb.
&quot;Se a lista for feita e a Prefeitura comunicar a empresa sobre unidades que potencialmente estejam irregulares na plataforma, o aplicativo fará a remoção desses anúncios.&quot;
Segundo Comarella, &quot;se o imóvel estiver sendo anunciado de forma irregular, não é do interesse da empresa que ele permaneça no Airbnb&quot;.
Até então, o Airbnb vinha adotando uma postura diferente quanto à remoção de anúncios.
Em nota enviada à BBC News Brasil em dezembro de 2025, a empresa disse que a &quot;exclusão ou bloqueio de anúncios relativos a certos imóveis em sua plataforma, por se tratar de conteúdo de terceiro, devem ser precedidos de ordem judicial ou de ordem executiva amparada em lei&quot;.
A manifestação da representante da empresa na CPI foi encarada por vereadores como uma flexibilização dessa postura.
Lista de imóveis HIS e HMP
A CPI tem cobrado a Prefeitura a elaborar a lista de unidades HIS e HMP no município há vários meses.
Inicialmente, a Prefeitura dizia que a responsabilidade de conferir se as unidades anunciadas no Airbnb eram moradias populares era da própria plataforma.
Em 10/3, a Prefeitura enviou um ofício à empresa solicitando a criação de mecanismos para impedir a divulgação de anúncios de moradias sociais na cidade.
A BBC News Brasil questionou as empresas sobre quais providências pretendem tomar a partir do recebimento dessa lista da CPI e se vão remover os anúncios de imóveis que estejam na relação.
A Booking afirmou que a lista &quot;envolve um volume significativo de dados e que demanda um processo de análise e cruzamento de informações, realizado de forma criteriosa&quot;.
&quot;A empresa já iniciou esse trabalho internamente e está empenhada em atender à solicitação da comissão&quot;, disse a empresa.
O Airbnb afirmou, por sua vez, &quot;que recebeu um ofício com pedido de informações encaminhado pela Câmara Municipal de São Paulo e irá analisar o seu conteúdo de forma técnica, à luz das normas aplicáveis&quot;.
A vereadora Silvia Ferraro afirma ainda à reportagem que, quando encerrar os trabalhos, em junho, a CPI deve apresentar à Câmara um projeto de lei com novas regras para o setor.
Entre os pontos em discussão, segundo Ferraro, está a proibição da compra de unidades HIS e HMP por pessoas jurídicas, a proibição de aquisição de mais de uma unidade por pessoa e também a pro ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Conflito no Oriente Médio afeta crescimento global e eleva a inflação no mundo, aponta relatório</title>
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<description><![CDATA[      Contêineres de carga empilhados na Terminal Island, no porto de Los Angeles, Califórnia, EUA, em 24 de fevereiro de 2026
REUTERS/Mike Blake
O conflito no Oriente Médio já impacta a economia global e reduziu as perspectivas de crescimento, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (26) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
De acordo com a entidade, a guerra — que afeta o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz — aumentou o risco de alta da inflação e interrompeu uma trajetória de recuperação mais forte da economia mundial.
Antes da escalada do conflito com o Irã, a OCDE avaliava que o crescimento global poderia superar as expectativas, mas essa perspectiva praticamente desapareceu.
A projeção agora é de desaceleração do PIB global, que deve passar de 3,3% em 2025 para 2,9% em 2026. Em 2027, a estimativa é de leve recuperação, para 3,0%.
Segundo o relatório, o aumento nos preços de energia e a incerteza em torno da guerra compensam fatores positivos, como investimentos em tecnologia e condições comerciais mais favoráveis.
As estimativas consideram que a pressão no mercado de energia deve diminuir gradualmente a partir de meados de 2026, com queda nos preços do petróleo, gás e fertilizantes.
A projeção para 2026 foi mantida em relação à estimativa de dezembro da OCDE. No entanto, dados preliminares indicavam que o crescimento global poderia ter sido revisado para cima em cerca de 0,3 ponto percentual, caso o conflito não tivesse se intensificado — avanço que acabou anulado pelos impactos da guerra.
Para o Brasil, a OCDE reduziu as projeções de crescimento em 0,2 ponto percentual para 2026 e em 0,1 ponto para 2027. A expectativa é de alta de 1,5% e 2,1% do PIB, respectivamente.
A inflação também deve subir. Nos países do G20, a previsão é de que fique em 4,0% em 2026 — 1,2 ponto percentual acima do estimado anteriormente — antes de recuar para 2,7% em 2027.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Impacto nos EUA
A guerra agrava um cenário já desafiador para o comércio internacional.
Nos Estados Unidos, a OCDE projeta desaceleração do crescimento econômico, de 2,0% em 2026 para 1,7% em 2027. O avanço dos investimentos em inteligência artificial deve perder força diante da redução da renda real e do consumo.
A inflação americana também deve ser maior que o previsto, chegando a 4,2% em 2026 — alta de 1,2 ponto percentual em relação à projeção anterior.
Cenário global
Na China, a previsão é de crescimento de 4,4% em 2026 e 4,3% em 2027, em linha com estimativas anteriores.
Já na zona do euro, a OCDE revisou para baixo as projeções. O crescimento deve ser de 0,8% em 2026 e 1,2% em 2027, pressionado pelos custos mais altos de energia.
No Japão, a expectativa é de crescimento de 0,9% em 2026 e 2027, sem mudanças, já que o aumento no custo das importações de energia compensa o investimento das empresas.
Diante do cenário, a OCDE recomendou aos bancos centrais que mantenham cautela e aos governos que  adotem medidas de apoio focadas e temporárias para proteger as famílias dos impactos da inflação.
LEIA TAMBÉM:
Petróleo volta a atingir US$ 100 com guerra no Oriente Médio e derruba bolsas globais ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
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<title>Com guerra no Oriente Médio, BC aumenta estimativa de inflação e mantém projeção de alta do PIB de 2026 em 1,6%</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central manteve em 1,6% sua projeção oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A informação consta no relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (16).
➡️Se confirmado, o crescimento do BC projetado para o próximo ano será o menor desde 2020 (quando houve retração de 3,3% por conta da Covid-19).
➡️A autoridade monetária também elevou sua estimativa de inflação para este ano (veja mais abaixo nessa reportagem).
A instituição acrescentou, porém, que o recente conflito no Oriente Médio eleva o grau de incerteza ao redor das previsões e diz que, em caso de prolongamento, seus efeitos devem ficar mais nítidos. Neste caso, a expansão do PIB neste ano pode ser menor ainda.
&quot;Embora alguns setores da economia brasileira, especialmente o petrolífero, possam se beneficiar, os efeitos agregados predominantes do conflito, na economia global e na doméstica, devem ser os usuais de um choque negativo de oferta, aumentando a inflação e diminuindo o crescimento [da economia]&quot;, informou o BC.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A autoridade monetária observou, ainda, que embora episódios de elevada tensão geopolítica sejam recorrentes, o novo conflito no Oriente Médio causou volatilidade, incerteza e aversão a risco nos mercados. 
&quot;Os preços do petróleo, do gás e de outros produtos subiram e permaneceram instáveis desde o início do conflito. Se o trânsito pelo Estreito de Ormuz continuar interrompido por tempo prolongado, ou se o conflito ganhar contorno regional, o impacto sobre os preços e sobre a atividade econômica [global] pode ser significativo e duradouro&quot;, acrescentou o BC.
Inflação em alta
➡️Com a eclosão da guerra no Oriente Médio, o Banco Central também aumentou sua estimativa de inflação deste ano, que passou de 3,5%, em dezembro do ano passado, para 3,9%. 
A expectativa do BC ainda está abaixo da previsão do mercado financeiro, que é de 4,17% para 2026.
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, com repercussão na inflação doméstica.
&quot;O Comitê [de Política Monetária] considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva [olhando pra frente], em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de &#039;commodities&#039; [como petróleo] que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil&quot;, explicou o Banco Central.
Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.
➡️ Para 2027, a expectativa do BC subiu de 3,1% para 3,3%;
➡️ Para 2028, a instituição projetou uma inflação de 3,1%.
Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.
????Para atingir as metas de inflação, o BC calibra o nível da taxa de juros, atualmente em 14,75% ao ano, tendo por base projeções para os próximos anos. Neste momento, o BC já está mirando na meta na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.
???? Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.
Política de juros restritiva
➡️Por conta do conflito no Oriente Médio, o Banco Central informou nesta semana que a política de juros terá de se manter &quot;contracionista&quot; (restritiva), o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).
Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic.
&quot;Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises&quot;, informou o Banco Central. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Com, guerra, Oriente, Médio, aumenta, estimativa, inflação, mantém, projeção, alta, PIB, 2026, 1, 6</media:keywords>
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<title>Petróleo volta a atingir US$ 100 com guerra no Oriente Médio e derruba bolsas globais</title>
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<description><![CDATA[ A escalada da guerra no Oriente Médio voltou a mexer com os mercados globais nesta quinta-feira (26). O preço do petróleo subiu, enquanto bolsas de valores ao redor do mundo registraram queda, em meio à incerteza sobre um possível fim do conflito.
Por volta das 7h49, o barril de petróleo tipo Brent operava em alta de 3,26%,a US$ 100,43. Já o West Texas Intermediate (WTI) avançava 3,27%, a US$ 93,27. 
Apesar de sinais de negociação, Estados Unidos e Irã afirmam ter vantagem na guerra, mas não há acordo. O governo do presidente Donald Trump chegou a apresentar uma proposta de paz, que foi rejeitada pelo Irã, que também sugeriu seus próprios termos.
Um dos principais pontos de preocupação é o Estreito de Ormuz, uma passagem estratégica por onde normalmente circula cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. 
Desde o início da guerra, no fim de fevereiro, o tráfego na região praticamente parou, o que aumenta o risco de falta de energia e pressiona os preços.
Além disso, ataques recentes a estruturas de energia, tanto por Israel quanto pelo Irã, elevaram o temor de danos mais duradouros na oferta global de petróleo e gás.
Com esse cenário, as bolsas internacionais operaram em queda. Na Europa, os principais índices recuaram cerca de 1%. Na Ásia, o desempenho também foi negativo, com destaque para a Coreia do Sul, que teve queda mais acentuada.
Nos Estados Unidos, os futuros de ações — que indicam o rumo do mercado — também caíam, refletindo a cautela dos investidores diante das incertezas geopolíticas. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 08:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dario Durigan: o que esperar do ministro da Fazenda, em meio à guerra, diesel caro e ano eleitoral</title>
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<description><![CDATA[      Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad
Dario Durigan, nomeado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Ministério da Fazenda, assume o cargo sem causar surpresa no mercado. Ex-número dois da pasta, ele substitui Fernando Haddad, que deixou Brasília para disputar o governo de São Paulo.
Ao menos por enquanto, a notícia foi bem recebida pelo mercado. Para especialistas ouvidos pelo g1, o principal papel de Durigan será priorizar as contas públicas em ano eleitoral e executar as diretrizes já estabelecidas.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“O Durigan participou ativamente da agenda econômica desde o início. Agora, à frente do ministério, ele deve manter o legado de Haddad, principalmente na sustentação fiscal”, afirma Erich Decat, analista político.
Com passagem pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pelo setor privado, Durigan participou de medidas de aumento de arrecadação — como o aumento de impostos —, além da articulação da reforma tributária sobre o consumo e da renegociação da dívida dos estados.
Mas um novo desafio deve marcar sua gestão. Com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços do petróleo e do diesel, ele terá a missão de evitar um novo repique da inflação que possa prejudicar a campanha de Lula por um quarto mandato no Palácio do Planalto.
Manter o equilíbrio fiscal
Dario Durigan, novo ministro da Fazenda, durante Trilha de Finanças do G20 em 2024
Diogo Zacarias/MF
Entre os principais desafios está assegurar o cumprimento das metas e evitar ruídos que possam afetar a confiança do mercado.
“A prioridade é previsibilidade. O mercado não reage bem a mudanças abruptas, então o foco precisa estar na continuidade das diretrizes fiscais e na clareza da execução”, avalia Raphael Costa, administrador de empresas e especialista em gestão empresarial do Grupo 220.
“Mais do que anunciar novas medidas, o momento pede reforço do compromisso com metas já definidas, especialmente no controle de gastos. Em cenários de curto prazo, consistência costuma valer mais do que inovação.”
Como o g1 já mostrou, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios.
???? Isso porque o arcabouço fiscal limita o crescimento real das despesas do governo até 2,5% ao ano. Como gastos obrigatórios crescem acima desse ritmo, o espaço para investimentos e despesas livres fica cada vez menor.
Além disso, há outro desafio relevante no horizonte: o arcabouço fiscal perdeu força e há a possibilidade de uma discussão de um novo modelo a partir de 2027. Na avaliação de Decat, o modelo atual já dá sinais de esgotamento por ter sido sustentado, em grande parte, por aumento de impostos.
“Esse é um dos pontos mais frágeis do legado de Haddad. O arcabouço teve duração curta e dependeu fortemente da arrecadação. Por isso, o debate eleitoral deve girar em torno de qual será o novo modelo fiscal a partir de 2027”, afirma.
Segundo o analista, Durigan deve participar dessas discussões, mas sem protagonismo. “A tendência é que ele atue na linha da continuidade, sem força política para liderar esse debate ou definir o novo desenho.”
Limitação política e Congresso esvaziado
Apesar da experiência técnica, há dúvidas sobre o peso político de Durigan para conduzir agendas mais complexas. “Vejo o Durigan mais na linha da continuidade, mas sem muito espaço para liderar grandes reformas estruturais”, diz Decat.
Esse cenário pode dificultar negociações com o Congresso, especialmente em um ambiente mais fragmentado e próximo das eleições.
No curto prazo, a tramitação de pautas econômicas deve avançar lentamente. O calendário eleitoral tende a esvaziar o Congresso e reduzir o espaço para temas mais sensíveis.
Entre os assuntos em andamento está a Proposta de Emendas à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho, conhecida como PEC do 6x1. A expectativa é que o debate se arraste e só ganhe força após o período eleitoral.
Outro tema com baixa chance de avanço é o chamado “imposto do pecado”, que enfrenta resistência de setores econômicos e falta de consenso político.
???? O Imposto Seletivo (IS), criado na reforma tributária, tem como objetivo desestimular o consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A cobrança deve atingir itens como cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, veículos poluentes, mineração e apostas, com previsão de entrada em vigor em 2027.
Combustíveis e cenário externo
A alta do petróleo, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, é a situação em que o ministro será testado de fato. O governo avalia alternativas para conter o impacto nos preços.
Na terça-feira (24), Durigan informou que o governo propôs um subsídio aos importadores de diesel para tentar segurar o preço nas bombas. A medida prevê o pagamento de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, sendo metade bancada pela União e metade pelos estados.
Como cerca de 30% do diese ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 06:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Café brasileiro, dono estrangeiro: quem controla as marcas mais populares no país</title>
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<description><![CDATA[      Café
Ben Kolde/Unsplash
O Brasil é o maior produtor de café do mundo e os grãos cultivados no país abastecem não apenas o mercado externo, mas também as marcas vendidas aqui. 
Apesar disso, muitos dos cafés encontrados nas prateleiras dos supermercados brasileiros pertencem a empresas estrangeiras.
É o caso do Café Pilão, da holandesa JDE Peet’s, gigante do setor que foi adquirida em agosto de 2025 pela norte-americana Keurig Dr Pepper. 
Outras marcas populares, como Melitta, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto e Caboclo, também são controladas por empresas com capital estrangeiro. A suíça Nestlé, dona do Nescafé e do Nespresso, também atua fortemente no país.
Essa participação de multinacionais no mercado é antiga e tem várias explicações.
O ☕conversou com Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), para entender o cenário.
ENTENDA: Café bom do Brasil vai todo para fora? 
Afinal, café bom vai todo pra fora do Brasil?
Quem são as donas das marcas de café do Brasil?
Segundo a Abic, com base em dados da Nielsen, quatro empresas concentram 55,6% do mercado de café no Brasil: 
3 Corações 
JDE Peet’s
Melitta 
Nestlé
☕3 Corações: Líder do mercado, a empresa é uma joint-venture entre a brasileira São Miguel Holding e a israelense Strauss, com 50% de participação cada. Controla marcas como 3 Corações, Café Brasileiro, Iguaçu e Santa Clara, e tem nove fábricas no Brasil.
☕JDE Peet’s: A holandesa JDE (de Jacobs Douwe Egberts) está no Brasil desde 1998 e é dona do Café Pilão, L’OR, Café do Ponto, Café Pelé e Caboclo. Tem quatro fábricas e ocupa a segunda posição no mercado.
☕Melitta: Dona do café do mesmo nome, a Melitta é uma empresa alemã que chegou ao Brasil em 1968 como fabricante de filtros de café. Em 1980, passou a vender o café com a marca própria; hoje, tem quatro fábricas e ocupa o terceiro lugar no mercado.
☕Nestlé: A multinacional suíça está no Brasil desde 1921. Lançou o Nescafé no país nos anos 1950 e hoje lidera o mercado de cápsulas com o Nespresso. Tem uma fábrica dedicada ao café no Brasil e é quarta maior empresa do setor.
☕Camil: A empresa brasileira de alimentos tem participação significativa no mercado de café, no qual entrou em 2021. Ela detém as marcas Bom Dia, Seleto e União, com uma fábrica em Varginha (MG). 
Por que as multinacionais dominam o mercado de café? 
Segundo a Abic, a entrada das multinacionais no setor de café foi gradual. Nestlé e Melitta, por exemplo, começaram no Brasil com outros produtos antes de investir no café.
Já a holandesa JDE Peet’s chegou ao Brasil no fim da década de 1990 adquirindo marcas já consolidadas, como Café do Ponto e Pilão.
A multinacional israelense Strauss Group, por sua vez, entrou no país em 2000 ao comprar a Café Três Corações. Cinco anos depois, se juntou ao São Miguel Holding, do café Santa Clara, para formar o grupo 3 Corações.
A presença das multinacionais coincidiu com a disseminação de grandes supermercados pelo país nas décadas de 1990 e 2000, que popularizou marcas de café antes restritas a algumas regiões.
“Até então, o mercado de café era regional e caseiro”, diz o diretor da Abic. “Mas com os supermercados chegando a quase todos os estados e cidades, o café acompanhou esse movimento, tornando as marcas regionais conhecidas em outros lugares.”	
Com o mercado mais estruturado, as empresas estrangeiras passaram a investir no setor. “Elas são atraídas pelo grande faturamento interno, pelas vendas e pela facilidade de matéria-prima à disposição”, diz Celírio. 
O café vendido no Brasil é brasileiro?
Sim. No caso do café torrado e moído, 100% do produto vendido no Brasil é nacional, segundo a Abic. Cerca de 22 milhões de sacas de café são destinadas ao consumo interno.
As empresas compram os grãos diretamente dos produtores ou de cooperativas, buscando os grãos adequados para cada marca. Depois, o café é industrializado nas fábricas e distribuído para os pontos de venda.
“As empresas precisam ter várias fontes de compra para oferecer aquele tipo de café específico que será produzido. É um mercado muito disputado”, resume Celírio.
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 04:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo</title>
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<description><![CDATA[      Galinha leva 25 horas para produzir um ovo; entenda o processo
A formação de um ovo passa por várias etapas e leva, em média, 25 horas. Por isso, a galinha costuma botar apenas um ovo por dia.
Você sabe o que é a gema? Ela é um óvulo da ave, liberado pelo ovário. Esse é o primeiro passo na formação do ovo.
Em seguida, a gema passa por um canal chamado de oviduto, onde se forma a clara.
Por fim, o produto chega ao útero. Nessa etapa, ele ganha a casca de cálcio antes de ser posto.
Quando a ave inicia a postura, ela ainda é jovem. Por isso, o oviduto é estreito, gerando ovos pequenos, explica a zootecnista da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Bruna Belosoff.
A medida que a ave cresce, o canal se dilata. Com isso, os ovos ficam maiores e passam a pesar entre 60 e 65 gramas, que é a média.
Essa mudança acontece porque, no desenvolvimento da ave, os hormônios ainda não estão totalmente regulados.
Processo de produção do ovo pela galinha
Reprodução / Globo Rural
Leia também:
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Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 03:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: quais documentos separar para fazer a declaração sem erro</title>
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<description><![CDATA[      Declaração do imposto de renda de 2026 começa hoje
O prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 começou em 23 de março e se estende até 29 de maio. O programa do IR já pode ser baixado no site da Receita Federal e a declaração pré-preenchida já está disponível para os contribuintes. 
A expectativa da Receita é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano. 
Para não cair na malha fina, é importante que o contribuinte tenha em mãos seus documentos pessoas e todos os informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado. 
Veja abaixo a lista de documentos necessários e outras perguntas e respostas sobre o IR 2026:
Veja a lista de documentos necessários para a declaração
Quem é obrigado a declarar?
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quando vou receber a restituição?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
1. Veja a lista de documentos necessários para a declaração
Renda
Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;
Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;
Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;
Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;
Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;
Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).
Bens e direitos
Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;
Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;
Boleto do IPTU;
Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.
Dívidas e ônus
Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no ano-calendário.
Renda variável
Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);
DARFs de Renda Variável;
Informes de rendimento auferido em renda variável.
Pagamentos e deduções efetuadas
Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);
Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);
Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);
Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);
Recibos de doações efetuadas;
Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;
Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.
Informações gerais
Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;
Endereços atualizados;
Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue;
Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;
Atividade profissional exercida atualmente.
O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras. 
Veja quais são essas informações:
Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;
Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;
Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.
Voltar ao índice.
2. Quem é obrigado a declarar?
São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar o ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 01:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 17 milhões nesta quinta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.989 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 17 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (26), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso da última terça-feira, nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 01:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Americanas entra com pedido para sair do processo de recuperação judicial</title>
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<description><![CDATA[      Clientes fizeram fila na frente das Lojas Americanas, no Salvador Shopping
Divulgação
A Americanas informou nesta quarta-feira (25) que entrou com um pedido na Justiça para encerrar seu processo de recuperação judicial.
Segundo a companhia, a solicitação foi feita após o cumprimento das obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O pedido inclui todas as empresas do grupo, também em recuperação judicial, e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Se aprovado, marcará o fim de uma etapa da maior crise da história da companhia.
O caso foi desencadeado pela descoberta de um esquema de fraude que revelou um rombo bilionário e levou a um endividamento superior a R$ 50 bilhões, dos quais cerca de R$ 42 bilhões foram incluídos na recuperação judicial. (leia mais abaixo)
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O movimento ocorre após a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023 e agora depende de decisão da Justiça para o encerramento formal do processo.
Em outro fato relevante, a Americanas informou que a BandUP! foi declarada vencedora do processo competitivo judicial para a compra da Uni.Co — empresa que detém as marcas Imaginarium e Puket — por R$ 152,9 milhões.
Relembre o caso Americanas
A varejista informou um rombo contábil bilionário em 11 de janeiro de 2023. Na ocasião, a companhia disse ter identificado “inconsistências em lançamentos contábeis” nos balanços, inicialmente estimadas em cerca de R$ 20 bilhões.
Após o caso se tornar público, Sergio Rial, que estava à frente da presidência da Americanas havia apenas nove dias, deixou o comando da empresa. Ele havia assumido o posto no lugar de Miguel Gutierrez.
Os investidores — pessoas físicas e institucionais — iniciaram, então, uma corrida para se desfazer das ações. O movimento derrubou os papéis da companhia em quase 80% em um único dia, e a venda continuou nos pregões seguintes.
Em uma conferência após sua demissão, Rial disse que &quot;a primeira grande conclusão é que não estamos falando de um número que está fora do balanço&quot;. 
&quot;A questão é que ele não está registrado de forma apropriada ao longo dos últimos anos&quot;, acrescentou.
LEIA MAIS:
No dia 19 de janeiro, a Americanas pediu a recuperação judicial na Justiça do Rio de Janeiro e teve suas ações retiradas da B3.
A primeira versão do plano de recuperação foi apresentada em março, mas o documento só foi aprovado em 19 de dezembro.
A dívida total considerada no plano de recuperação superava R$ 50 bilhões, dos quais cerca de R$ 42 bilhões correspondiam a débitos concursais, sujeitos à renegociação com credores.
O plano de recuperação previu, entre outros pontos, um aporte de R$ 12 bilhões dos acionistas de referência — o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Herrmann Telles. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 22:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Americanas pede saída do processo de recuperação judicial</title>
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<description><![CDATA[      Clientes fizeram fila na frente das Lojas Americanas, no Salvador Shopping
Divulgação
A Americanas informou nesta quarta-feira (25) que entrou com um pedido na Justiça para encerrar seu processo de recuperação judicial.
Segundo a companhia, a solicitação foi feita após o cumprimento das obrigações previstas no plano aprovado pelos credores, dentro do prazo legal de até dois anos após a homologação.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O pedido inclui todas as empresas do grupo, que também estavam em recuperação judicial, e foi protocolado na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.
Na prática, o movimento indica que a empresa considera ter superado a fase mais crítica da crise financeira iniciada em 2023 e agora aguarda a decisão da Justiça para encerrar formalmente o processo.
A Americanas afirmou ainda que continuará informando o mercado sobre os próximos desdobramentos.
* Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 21:00:36 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociais</title>
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<description><![CDATA[      Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil?
Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25).
O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O veredito abre precedente para novos processos sobre os supostos danos à saúde mental de crianças e adolescentes causados pelas redes sociais.
O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.
&quot;Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais&quot;, afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. Já o advogado do Google, José Castañeda, afirmou que planeja recorrer.
O resultado pode influenciar milhares de casos semelhantes contra empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa YouTube ou Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center.
Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento. Os termos não foram divulgados.
LEIA MAIS
Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil?
Meta e Google
AP/Reuters
Críticas crescentes
Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes. 
O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.
Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.
As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.
Outro caso sobre vício em redes sociais, movido por estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deve ir a julgamento ainda neste ano em um tribunal federal em Oakland, na Califórnia.
Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.
Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:00:22 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo vai propor medidas para conter &amp;apos;juros abusivos&amp;apos; do empréstimo consignado privado</title>
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<description><![CDATA[      Em 2025, Lula anuncia programa que facilita crédito consignado para trabalhadores do setor privado.
Ricardo Stuckert/ Presidência da República
O governo elaborou proposta para conter os &quot;juros abusivos&quot; praticados por parte das instituições financeiras na concessão de empréstimos com desconto em folha de trabalhadores do setor privado, informou à Reuters o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Segundo a pasta, a proposta não passará pela criação de um teto para os juros cobrados pelos bancos. Ela será levada para debate e deliberação do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado (CGCONSIG), 
Entre as medidas em análise, ainda pendentes de decisão final, está a possibilidade de determinar que são abusivos juros cobrados em determinado percentual acima da taxa média cobrada pelos bancos, abrindo caminho para uma vedação de cobranças que destoarem do mercado.
Outra iniciativa que poderia reduzir os juros cobrados dos trabalhadores nessa modalidade é a regulamentação do uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para os empréstimos, o que ainda está pendente desde a criação do programa.
De acordo com o MTE, as duas propostas devem ser debatidas na próxima reunião do CGCONSIG, composto por representantes do MTE, Casa Civil e Ministério da Fazenda.
O encontro estava inicialmente agendado para quinta-feira desta semana, mas foi adiado e ainda não tem previsão de nova data.
A iniciativa deve se integrar a outras ações em estudo no governo na área de crédito, em meio a um aumento na inadimplência no país, o que poderia provocar impactos na percepção de bem-estar das famílias em ano eleitoral.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Empréstimo consignado cresceu
Lançado em março de 2025, o programa que busca estimular a concessão de crédito com desconto em folha para trabalhadores do setor privado elevou a demanda por essa modalidade de financiamento, segundo dados do Banco Central. 
O estoque total desse tipo de empréstimo, que estava estacionado ao redor de R$ 40 bilhões até março do ano passado, mais que dobrou em menos de um ano e alcançou R$ 83 bilhões em janeiro.
Ao mesmo tempo, os juros cobrados dos trabalhadores que optam por essa modalidade apresentaram um salto, contrariando o objetivo inicial do governo de baratear o crédito.
As taxas medidas subiram de 44% ao ano em março de 2025 para 57% em janeiro deste ano -- os juros médios dos empréstimos consignados de servidores públicos e aposentados do INSS ficaram em torno de 24% ao ano no período.
A taxa de inadimplência dos trabalhadores privados na modalidade, que poderia pressionar os juros se estivesse em alta, caiu desde o lançamento do programa: de 7,5% em março de 2025 para 5,6% em janeiro deste ano.
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse ser preciso aperfeiçoar o modelo de crédito do país, prevendo a adoção de medidas ao longo de sua gestão neste ano. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:00:30 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quase 70 mil investidores do Master ainda não pediram resgate do FGC; veja como consultar</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
Semanas após o início dos pagamentos do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) a investidores do conglomerado do Banco Master, pelo menos 68 mil pessoas ainda não solicitaram o resgate dos valores garantidos.
O grupo reúne instituições como Banco Master, Master de Investimento e LetsBank. Segundo dados atualizados do próprio fundo, 692 mil pessoas já receberam a garantia, o que corresponde a 89% do total de credores.
Em termos financeiros, R$ 39,2 bilhões já foram pagos, valor equivalente a 96% do montante total previsto para esses clientes. Outros 15 mil pedidos ainda estão em análise.
???? O FGC é uma entidade privada criada para proteger parte do dinheiro aplicado por clientes em bancos e outras instituições financeiras associadas. Quando uma dessas instituições entra em processo de liquidação — etapa que ocorre quando suas atividades são encerradas — o fundo pode devolver aos investidores os valores garantidos, respeitando os limites definidos pelas regras do sistema.
Mesmo com a maior parte dos pagamentos já concluída, uma parcela dos clientes ainda não iniciou o processo para receber o dinheiro.
A seguir, veja respostas para as dúvidas sobre o tema.
Como saber se você tem dinheiro a receber do FGC?
Como pedir o pagamento?
Existe prazo para solicitar a garantia?
Por que algumas pessoas ainda não pediram o resgate?
Outros pagamentos do FGC
Como saber se você tem dinheiro a receber do FGC?
Quem quiser verificar se tem valores a receber pode fazer a consulta pelo aplicativo oficial do FGC.
Após baixar o aplicativo, é preciso criar um cadastro com informações como CPF e documentos pessoais. 
Quando o responsável pela liquidação da instituição financeira envia ao FGC a lista de clientes com valores a receber, o fundo cruza esses dados com as informações registradas no aplicativo.
Se for identificado algum valor garantido, a informação aparece diretamente na conta do usuário, que também pode iniciar por ali o pedido para receber o pagamento.
Voltar ao início.
Como pedir o pagamento?
Se o aplicativo indicar que existe valor disponível, o próprio sistema permite iniciar o pedido de pagamento.
Veja o passo a passo para reembolso pelo FGC:
Baixe o aplicativo do FGC e complete o cadastro, informando nome completo, CPF e data de nascimento;
Solicite o pagamento de garantia. Essa etapa só ficará disponível após o envio, pelo liquidante, da lista completa de credores e valores devidos ao fundo.
Depois, basta informar uma conta bancária de sua titularidade para receber os recursos, realizar a validação biométrica e enviar eventuais documentos solicitados.
Para pessoas jurídicas, o FGC informa que o representante legal da empresa deve solicitar a garantia por meio do Portal do Investidor. Após o preenchimento das informações, o fundo envia um e-mail com o passo a passo necessário.
Nos casos em que o pagamento precisar ser feito a inventariantes ou ao espólio, o FGC tratará diretamente com os beneficiários, não sendo possível fazer a solicitação pelo aplicativo.
⚠️ ATENÇÃO: Valores que ultrapassarem o limite de cobertura do FGC, de R$ 250 mil, permanecerão sujeitos ao processo de liquidação. Nessa situação, o credor passa a integrar a massa falida como credor quirografário, sem garantia de recebimento dos valores.
⏳ Além disso, existe um teto de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ a cada período de quatro anos, considerando todas as garantias pagas pelo fundo.
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Existe prazo para solicitar a garantia?
Mesmo nos casos em que há direito à garantia, o pedido de pagamento precisa ser feito dentro de um período determinado.
Pelas regras do FGC, o investidor tem até cinco anos a partir do início dos pagamentos para solicitar o recebimento dos valores.
Se a solicitação não for feita dentro desse prazo, o direito ao resgate pode expirar.
Voltar ao início.
Por que algumas pessoas ainda não pediram o resgate?
O fato de milhares de investidores ainda não terem solicitado o pagamento pode estar ligado, em parte, à falta de informação sobre a existência desses valores.
Em alguns casos, a pessoa pode não acompanhar com frequência o aplicativo do banco ou não lembrar exatamente em qual instituição fez aplicações financeiras. Com isso, acaba não percebendo que tem dinheiro a receber.
Outra possibilidade é que o investidor ainda não tenha feito cadastro no aplicativo do FGC, que é o principal canal para consultar se há valores disponíveis e iniciar o pedido de pagamento.
Por esse motivo, o fundo orienta que clientes criem uma conta no aplicativo e ativem as notificações, que avisam quando há atualizações sobre eventuais valores a receber.
Voltar ao início.
Outros pagamentos do FGC
Além dos investidores ligados ao conglomerado Master, o FGC também conduz pagamentos de garantias referentes a outras instituições financeiras.
No caso do Banco Pleno, os pagamentos começaram em 23 de março. Até o momento, 74 mil pessoas já receberam os valores, o que corresponde a 49% do total de credores. 
O f ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:35 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Produção de carne bovina gera 40% da destruição florestal ligada ao agro; Brasil lidera ranking</title>
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<description><![CDATA[      O que a pecuária tem a ver com o desmatamento da Amazônia?
A produção de carne bovina é a principal causa do desmatamento ligado ao agronegócio, respondendo por 40% do total, de acordo com detalhes de um estudo divulgado nesta terça-feira.
O Brasil, o maior exportador mundial de carne bovina e soja, está no topo da lista dos países que mais desmataram florestas para expandir a agricultura, segundo o estudo.
Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, estudaram 184 commodities agrícolas em 179 países de 2001 a 2022. 
O estudo usou um modelo que combina dados de satélite e estatísticas agrícolas para produzir o que eles descrevem como a pesquisa global mais abrangente sobre o desmatamento ligado à agricultura até o momento.
Boi com chip na Amazônia: como funciona o rastreamento para saber se a carne está livre de desmatamento
Depois da carne bovina, os dados mostram que o óleo de palma é responsável por 9% do desmatamento global, a soja por 5%, o milho e o arroz por 4% cada, a mandioca por 3%, o cacau por 2% e o café e a borracha por 1% cada.
Em nível nacional, seguido pela Indonésia com 9%, China e República Democrática do Congo com 6% cada, EUA com 5% e Costa do Marfim com 3%.
No total, 121 milhões de hectares de floresta foram perdidos entre 2001 e 2022, resultando em emissões de 41,2 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e).
O estudo observou que as culturas básicas -- milho, arroz e mandioca -- juntas são responsáveis por 11% do desmatamento causado pela agricultura. É mais do que produtos de exportação como cacau, café e borracha combinados, e seu impacto está espalhado por todo o mundo, em vez de se concentrar em regiões específicas.
Martin Persson, um dos pesquisadores por trás do projeto, disse que o problema vai além do comércio, indicando que a ação também é necessária nos países produtores, onde os mercados agrícolas domésticos geram uma perda significativa de florestas.
Embora seja uma importante fonte de gases de efeito estufa, o desmatamento para a agricultura é responsável por apenas cerca de 5% do total de emissões de dióxido de carbono do mundo, segundo o estudo.
Os pesquisadores planejam expandir o modelo para incluir os setores de mineração e energia.
Saiba também:
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‘Situação precária’: caminhoneiros sem água e banheiro por dias em porto no Pará revelam falhas no transporte de safra
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:35 -0300</pubDate>
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<title>Embraer faz voo de demonstração de &amp;apos;carro voador&amp;apos; em evento de apresentação do Gripen</title>
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<description><![CDATA[      Embraer faz voo de demonstração de &#039;carro voador&#039; em evento de apresentaEvção do Gripen
A Embraer fez uma demonstração de voo do “carro voador” durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, nesta quarta-feira (25), em Gavião Peixoto (SP).
???? Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram
A cerimônia, realizada no aeródromo da Embraer, reuniu o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades para marcar a apresentação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil. A aeronave, desenvolvida pela sueca Saab, conta com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.
Também participaram do evento a embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o ministro da Defesa, José Múcio; o comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas, como Micael Johansson, CEO da Saab, e Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer.
Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, apresentou o protótipo do chamado “carro voador”, que ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para começar a operar.
Segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto dos eVTOL (veículos elétricos de pouso e decolagem vertical) já recebeu mais de 2,9 mil pedidos de reserva em 13 países, com potencial de US$ 14,5 bilhões em receita. 
O banco já aprovou R$ 1,2 bilhão para apoiar a empresa em diferentes fases do desenvolvimento do eVTOL, desde 2023. A expectativa é produzir até 480 aeronaves por ano. 
LEIA TAMBÉM:
F-39E GRIPEN: Primeiro caça feito no Brasil é apresentado nesta quarta na Embraer, no interior de SP
FOTOS: Conheça o caça Gripen F-39E apresentado pela Embraer em evento no interior de SP
Embraer faz voo de demonstração de &#039;carro voador&#039; em evento de apresentação do Grippen em Gavião Peixoto (SP)
Amanda Rocha/g1
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Operação prevista para 2027
Os eVTOLs são produzidos em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027.
O modelo tem capacidade para cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto) e autonomia de 100 quilômetros, o que permite cobrir trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais, por exemplo. 
Protótipo de carro voador voa por cerca de 1 minuto, em teste no interior de São Paulo
Reprodução/Eve Air Mobility
A Eve prevê iniciar as entregas dos eVTOLs em 2027, mesmo ano em que pretende começar as operações comerciais com os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical.
A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período.
A empresa também estima que a operação e venda dos eVTOLs podem gerar receita de US$ 280 bilhões (mais de R$ 1,5 trilhão) até 2045.
As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico
Daniel Ivanaskas/Arte g1
REVEJA VÍDEOS DA EPTV
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:35 -0300</pubDate>
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A Embraer fez uma demonstração de voo do “carro voador” durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, nesta quarta-feira (25), em Gavião Peixoto (SP).
???? Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram
A cerimônia, realizada no aeródromo da Embraer, reuniu o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades para marcar a apresentação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil. A aeronave, desenvolvida pela sueca Saab, conta com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.
Também participaram do evento a embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o ministro da Defesa, José Múcio; o comandante da Força Aérea Brasileira, tenente-brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas, como Micael Johansson, CEO da Saab, e Francisco Gomes Neto, CEO da Embraer.
Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer, apresentou o protótipo do chamado “carro voador”, que ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para começar a operar.
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Amanda Rocha/g1
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Veículos elétricos de pouso e decolagem vertical
Popularmente chamados de carros voadores, os eVTOLs (veículos elétricos de pouso e decolagem vertical) são produzidos em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027.
O modelo tem capacidade para cinco pessoas (quatro passageiros e um piloto) e autonomia de 100 quilômetros, o que permite cobrir trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais, por exemplo. Atualmente, há cerca de 3 mil unidades do carro voador encomendadas.
Protótipo de carro voador voa por cerca de 1 minuto, em teste no interior de São Paulo
Reprodução/Eve Air Mobility
A Eve prevê iniciar as entregas dos eVTOLs em 2027, mesmo ano em que pretende começar as operações comerciais com os veículos elétricos de decolagem e pouso vertical.
A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período.
A empresa também estima que a operação e venda dos eVTOLs podem gerar receita de US$ 280 bilhões (mais de R$ 1,5 trilhão) até 2045.
As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico
Daniel Ivanaskas/Arte g1
REVEJA VÍDEOS DA EPTV
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Meta vai demitir &amp;apos;centenas&amp;apos; nesta quarta e cortes podem chegar a 20% dos funcionários, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos
REUTERS/Nathan Frandino
A Meta Platforms está demitindo algumas centenas de funcionários em várias equipes nesta quarta-feira (25), disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters.
A Reuters informou no início deste mês que a Meta planejava uma ampla rodada de demissões que poderia afetar 20% ou mais da força de trabalho. Executivos de alto escalão já haviam sinalizado esses planos a outros líderes, orientando-os a preparar cortes.
A Meta tinha cerca de 79 mil funcionários em 31 de dezembro, de acordo com seu relatório anual.
As demissões desta quarta-feira foram em menor escala. Segundo o site The Information, os cortes atingem a divisão Reality Labs, além de equipes de redes sociais e de recrutamento.
“As equipes da Meta regularmente passam por reestruturações ou implementam mudanças para garantir que estejam na melhor posição para alcançar seus objetivos. Sempre que possível, estamos buscando outras oportunidades para funcionários cujas posições possam ser impactadas”, disse um porta-voz da Meta em comunicado.
A controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram busca compensar o aumento de custos com grandes investimentos em inteligência artificial, após prever despesas totais entre US$ 162 bilhões e US$ 169 bilhões em 2026.
Isso inclui o aumento da remuneração de funcionários, já que a empresa gasta milhões para contratar especialistas em inteligência artificial.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Conheça o caça Gripen F&#45;39E apresentado pela Embraer em evento no interior de SP; FOTOS</title>
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<description><![CDATA[      Presidente Lula participa de apresentação do primeiro caça Gripen feito no Brasil
O primeiro caça supersônico F-39E Gripen produzido no Brasil foi apresentado, na manhã desta quarta-feira (25), no aeródromo da Embraer, em Gavião Peixoto (SP). O presidente Lula participou do evento e &#039;batizou&#039; a aeronave (assista o vídeo acima). 
O Gripen, da empresa sueca Saab, é um caça equipado com sistemas avançados de combate e alta capacidade de operação em diferentes cenários.
O modelo nacional é desenvolvido pela Embraer em parceria com a empresa sueca, e faz parte do programa de modernização da FAB, com transferência de tecnologia sueca e participação direta de engenheiros brasileiros na produção.
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O F-39 substitui os antigos caças F-5, de origem americana, que estavam em operação há décadas. Ao todo, o Brasil prevê a aquisição de 36 aeronaves dentro do acordo firmado em 2014 com a fabricante, sendo parte delas produzidas no país. O custo total é de US$ 4 bilhões (21,25 bilhões de reais).
A aeronave pode atingir velocidades de até 2,4 mil km/h, o equivalente a cerca de duas vezes a velocidade do som, e tem autonomia de até duas horas e meia de voo. Ela também conta com capacidade de reabastecimento em pleno ar, o que amplia ainda mais seu alcance operacional.
Em fevereiro deste ano, pela primeira vez, o caça foi colocado em alerta de defesa aérea no país. Isso significa que a aeronave já pode ser empregada em missões reais e passa a ser responsável pela proteção do espaço aéreo da capital federal.
Conheça o caça Gripen f-39E apresentado pela Embraer em evento em Gavião Peixoto, SP
Amanda Rocha/g1
A apresentação do primeiro modelo montado em território nacional é considerada um marco para o programa, consolidando o Brasil como um dos poucos países com domínio sobre etapas estratégicas de produção de caças de alta tecnologia.
Diversas autoridade participaram da apresentação do primeiro caça Gripen, entre elas, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; a Embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen; o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro Filho; o Comandante da Força Aérea Brasileira, Tenente-Brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno; além de executivos das empresas envolvidas no programa, incluindo Micael Johansson, Presidente e CEO da Saab, e Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer.
Presidente Lula participa de evento de apresentação do caça Gripen f-39E em Gavião Peixoto, SP
Amanda Rocha/g1
Durante o evento, Gomes Neto afirmou que o F-39 Gripping é mais uma demonstração da capacidade da indústria brasileira da sólida parceria entre o Brasil e a Suécia. &quot;Com grande potencial de exportação e impacto direto no desenvolvimento econômico e social do nosso país&quot;.
&quot;É o Brasil supersônico que avança a voos cada vez mais elevados, um Brasil transforma desafios cem conquistas concretas&quot;, afirmou o coronel da aeronáutica Marcelo Damasceno.
Vice-presidente Geraldo Alckmin participou de evento da apresentação do caça Gripen f-39E, em Gavião Peixoto, SP
Amanda Rocha/g1
Conforme apurado pelo g1, o caça não fará voo nesta quarta-feira. De acordo com a Embraer, antes da entrega final ao cliente, a aeronave passará por testes funcionais e voos de ensaio. Concluída essa etapa, o caça se juntará às outras dez unidades já entregues ao Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1o GDA), na Base Aérea de Anápolis.
Veja mais fotos:
Pessoas assistem à apresentação do primeiro caça Gripen montado no Brasil pela Embraer e pela empresa sueca de defesa Saab, na fábrica de Gavião Peixoto, no estado de São Paulo, em 25 de março de 2026
Jorge Silva/Reuters
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa da apresentação da primeira aeronave supersônica produzida no Brasil, o caça F-39E Gripen, da empresa Saab, no Aeródromo Embraer Unidade Gavião Peixoto (SP), nesta quarta-feira, 25 de março de 2026. Esse marco insere o Brasil em um seleto grupo de nações com capacidade de desenvolver e produzir aeronaves de combate de alta complexidade, em um feito inédito na América Latina
JEFERSON DE PAULA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO
Conheça o caça:
Caça F-39E Gripen
Arte g1
Segundo a FAB:
Fabricação do Gripen em território nacional consolida o Brasil como um polo de alta tecnologia.
A transferência de tecnologia: mais de 300 engenheiros brasileiros participaram do projeto e de treinamentos na Suécia.
Mais de 2 mil empregos diretos na frente de produção e 10 mil postos de trabalho
LEIA TAMBÉM:
TESTES: VÍDEO: Após primeiro voo no país, dois caças Gripen F-39E pousam em Gavião Peixoto para testes
MÍSSIL: FAB faz primeiro lançamento do míssil Meteor pelo caça F-39E Gripen
Veja mais detalhes sobre o caça:
Primeiro caça F-39E Gripen produzido no Brasil será apresentado em Gavião Peixoto, SP
Saab/Divulgação
RWR - Alerta de detecção de radar: Confirma a localização dos sinais emitidos por qualquer radar no solo, no mar ou no ar que esteja buscando o Gripen;
ECM - Contramedidas eletrônicas: O sistema de  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Advogados abandonam defesa de Zettel, cunhado de Vorcaro, e abrem caminho para delação</title>
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<description><![CDATA[      Contrários a delação, advogados deixam defesa de cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel
Os advogados que atuavam na defesa de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro — dono do Master —, deixaram o caso após divergências sobre a possibilidade de um acordo de delação, segundo informações obtidas pelo blog (veja a íntegra da nota dos advogados ao final deste post).
O advogado, pastor e empresário é citado em investigações relacionadas ao chamado Caso Master, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O blog apurou que ele busca fechar um acordo de colaboração premiada com investigadores.
Zettel foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao banco de Vorcaro.
Em nota, a equipe informou que “os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro e João Victor Assunção deixaram a defesa de Fabiano Zettel por motivo de foro íntimo. Os advogados apresentaram petição de substabelecimento no STF ao advogado Celso Vilardi, que seguirá com a defesa”.
Segundo apurou o blog, a discordância sobre a estratégia jurídica, especialmente em relação à colaboração com as autoridades, motivou a saída dos advogados.
Como Zettel é muito próximo a Vorcaro e teve participação em diversos negócios do banqueiro, uma eventual delação pode causar grande impacto nas investigações.
Nota à imprensa dos antigos advogados de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro.
Reprodução
Fabiano Zettel recebeu R$ 190 mi de fundo investigado ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após prejuízo bilionário da Honda, Sony é obrigada a cancelar produção de carros elétricos da parceria</title>
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<description><![CDATA[      Sony Afeela 1 (azul) e protótipo Sony Afeela (cinza) mostrados na CES 2026
divulgação / Sony Honda Mobility
A Sony Honda Mobility (SHM) anunciou nesta quarta-feira (25) que vai interromper o desenvolvimento de seus primeiros carros. Entre eles estão o Afeela, que já estava em fase avançada de preparação para produção, e o Afeela 1, um modelo em estudo que serviria de base para um SUV. Os dois são totalmente elétricos e já haviam sido apresentados ao público.
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A decisão está diretamente ligada ao prejuízo bilionário anunciado pela Honda. A empresa revisou seus planos para carros elétricos e cancelou três modelos que seriam produzidos nos Estados Unidos. Os veículos da linha Afeela usariam tecnologia e fábricas da Honda.
A mudança de rumo ocorreu após decisões tomadas pelas matrizes da Sony e da Honda. A SHM já realizava testes iniciais de produção em uma fábrica no estado de Ohio, nos Estados Unidos.
Sony Afeela 1
divulgação / Sony Honda Mobility
Afeela 1 já estava pronto
Com preço anunciado de US$ 89.900 nos Estados Unidos, o Afeela 1 já tinha data de lançamento confirmada. A versão de entrada, chamada Origin, estava prevista para chegar em 2027. Antes dela, em 2026, a marca planejava lançar uma opção mais sofisticada, com preço de US$ 102.900.
O sedã conta com tração integral e dois motores elétricos, um em cada eixo. Cada motor entrega 245 cv (180 kW). As baterias de íon de lítio têm 91 kWh de capacidade e, segundo a SHM, permitem rodar até 482 km com uma carga.
Interior do Sony Afeela 1
divulgação / Sony Honda Mobility
O interior do Afeela seguia uma proposta simples e focada em tecnologia. O volante, com formato semelhante ao de um manche, era combinado com telas grandes que ocupavam quase todo o painel.
O carro também teria um conjunto avançado de sensores para recursos de direção autônoma. No teto, saliências concentravam radares e câmeras responsáveis por esse sistema.
Entenda o prejuízio bilionário da Honda
A Honda registrou seu primeiro prejuízo anual em quase 70 anos como empresa listada em bolsa. A perda de US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões, em conversão direta) teve como principal causa a reestruturação de US$ 15,7 bilhões (R$ 80,9 bilhões) de sua estratégia para carros elétricos.
O baque nas contas vem do cancelamento de três veículos que seriam produzidos nos Estados Unidos.
A empresa cancelou o desenvolvimento e lançamento de três carros elétricos planejados para produção na América do Norte: Honda 0 SUV, Honda 0 Saloon e Acura RSX. Lembrando que Acura é uma marca de luxo que pertence a Honda.
A decisão faz parte de uma reavaliação da estratégia de eletrificação da empresa devido a mudanças recentes no mercado automotivo.
Honda tem prejuízo de US$ 3,6 bilhões; presidente corta 30% do próprio salário ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Sony cancela carros elétricos e culpa é da Honda</title>
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<description><![CDATA[      Sony Afeela 1 (azul) e protótipo Sony Afeela (cinza) mostrados na CES 2026
divulgação / Sony Honda Mobility
A Sony Honda Mobility (SHM) anunciou nesta quarta-feira (25) que vai interromper o desenvolvimento de seus primeiros modelos: o Afeela, já em formato de pré-produção, e o protótipo Afeela 1, que daria origem a um SUV. Ambos totalmente elétricos e que já haviam sido apresentados ao público.
O fato está diretamente ligado ao anúncio de prejuízo bilionário feito pela Honda. A marca reviu toda a sua estratégia de eletrificação e cancelou três carros que seriam fabricados nos Estados Unidos. Os modelos Afeela usariam a tecnologia e fábricas da Honda.
A decisão da empresa veio depois de deliberações das matrizes da Sony e Honda. A SHM já estava com testes de linha de produção em Ohio, Estados Unidos.
Sony Afeela 1
divulgação / Sony Honda Mobility
Afeela 1 já estava pronto
Com preço anunciado de US$ 89.900 para os Estados Unidos, o Afeela 1 tinha estreia confirmada. O modelo mais barato, chamado Origin, chegaria em 2027. Antes dele, já em 2026, seria lançada versão mais luxuosa por US$ 102.900.
O sedã tem tração integral com dois motores elétricos, um em cada eixo. A potência de cada motor é de 245 cv (180 kW). As baterias de íon de lítio tem capacidade de 91kWh e, segundo a SHM, dão uma autonomia de 482 km.
Interior do Sony Afeela 1
divulgação / Sony Honda Mobility
A cabine do Afeela apostava em minimalismo e direção autônoma. O volante em formato de manche (parecido ao que a Tesla oferece) combinada com as telas gigantes que ocupavam quase todo o painel.
O Afeela teria sistema de sensores e direção autônoma de última geração. O teto com protuberâncias abrigava radares e câmeras.
Honda tem prejuízo de US$ 3,6 bilhões; presidente corta 30% do próprio salário ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:27 -0300</pubDate>
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<title>BBC nomeia Matt Brittin, ex&#45;executivo do Google, como novo diretor&#45;geral</title>
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<description><![CDATA[      Matt Brittin, ex-executivo do Google e novo diretor-geral da BBC.
Tolga Akmen/ Pool Photo via AP
A BBC nomeou o ex-executivo do Google, Matt Brittin, de 57 anos, como seu novo diretor-geral nesta quarta-feira (25). Ele substitui Tim Davie, que renunciou no ano passado após a empresa de mídia ter sido alvo de um processo de US$ 10 bilhões (R$ 52,6 bilhões) movido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente americano acusou a BBC de difamação, após a emissora editar trechos de um discurso que ele proferiu em 6 de janeiro de 2021, momentos antes de seus apoiadores invadirem o Capitólio, em um documentário exibido às vésperas das eleições de 2024 nos EUA. Entenda o caso.
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A emissora argumentou que o processo deveria ser arquivado, afirmando que a subsequente reeleição de Trump demonstrou que a suposta difamação não prejudicou sua reputação. O processo, no entanto, segue em andamento.
Brittin ingressou no Google em 2007 como chefe do Reino Unido e da Irlanda, antes de ascender na hierarquia até se tornar presidente da EMEA (área que responde pelas operações da empresa na Europa, Oriente Médio e África) em 2014. Ele deixou o cargo em 2024 e assumirá a nova função a partir de 18 de maio.
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&quot;Este é um momento de risco real, mas também de grande oportunidade. A BBC precisa de ritmo e energia para estar onde as histórias estão e onde o público está&quot;, disse Brittin em comunicado.
&quot;Para aproveitar o alcance, a confiança e a criatividade que temos hoje, enfrentar os desafios com coragem e prosperar como um serviço público preparado para o futuro. Estou ansioso para começar este trabalho&quot;, acrescentou.
A BBC informou ainda que deve nomear um diretor-geral adjunto para auxiliar Brittin durante sua gestão, uma vez que o executivo não tem experiência editorial ou em radiodifusão.
A chegada de Brittin ocorre em um momento crítico para a emissora britânica. O executivo será responsável por negociar um novo acordo de financiamento depois que a Carta Régia da BBC expirar no fim de 2027. As opções incluem manter a taxa de licenciamento paga pelas famílias que assistem à TV ou migrar para assinaturas ou financiamento por publicidade.
A BBC enfrenta uma batalha para se manter relevante, já que os telespectadores — principalmente o público mais jovem — migram para serviços de streaming e outras plataformas digitais.
Entenda a crise da BBC
A crise de imagem na BBC foi deflagrada após a imprensa britânica publicar trechos de um dossiê crítico à emissora, elaborado pelo escritor americano Michael Prescott, que prestou consultoria à empresa pública de comunicação em 2024.
O dossiê veio à tona após a emissora britânica veicular um programa sobre o presidente americano, Donald Trump, no qual foram editados trechos de um discurso de 2021 do republicano a apoiadores, momentos antes da invasão do Capitólio.
Segundo Prescott, duas falas de Trump, proferidas em momentos distintos do discurso, foram juntadas na edição para sugerir que o presidente teria incentivado a invasão do Capitólio.
&quot;Nós vamos marchar até o Capitólio e eu estarei lá com vocês [...]. E nós lutaremos. Nós lutaremos à beça&quot;, diz o trecho.
A edição da BBC também não incluiu um trecho em que Trump, que não aceitou a derrota eleitoral para Joe Biden, dizia a seus apoiadores que queria que eles protestassem de forma “pacífica e patriótica”.
Prescott também criticou a redação em árabe da BBC, acusando-a de ter um viés anti-Israel na cobertura da guerra na Faixa de Gaza e de trabalhar com colaboradores que manifestaram visões antissemitas. Ele também afirmou que a emissora adotou uma posição militante em relação a questões de gênero, recusando-se a cobrir “qualquer história que levantasse questões difíceis”.
Após a divulgação do dossiê por Prescott, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, referiu-se à BBC como “100% fake news” e a chamou de “máquina de propaganda”.
O então diretor-geral da emissora, Tim Davie, e a CEO da BBC News, Deborah Turness, renunciaram a seus cargos no fim do ano passado.
LEIA MAIS
Por que dois diretores da BBC renunciaram ao mesmo tempo e o que isso tem a ver com Trump?
*Com informações das agências de notícias Reuters e Deutsche Welle. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:27 -0300</pubDate>
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<title>Alta do diesel, impulsionada pela guerra no Irã, eleva o preço dos fretes no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Alta do diesel, por causa da guerra no Irã, já provoca alta no preço dos fretes
O aumento do diesel, impulsionado pela guerra no Irã, já começa a impactar o custo do transporte no Brasil — e o reflexo chega ao consumidor.
Um levantamento da associação que representa o setor de transporte de cargas e logística aponta que o frete já registra alta média de cerca de 10%. Com o combustível mais caro, empresas têm repassado os custos para os clientes. O impacto já é sentido em todo o país e, em algumas regiões, pode chegar a 50%.
Como o diesel representa até metade dos custos do transporte, o impacto é direto no frente. Em uma transportadora em Guarulhos, na Grande São Paulo, o valor do frete subiu 12%.
A alta tem gerado reações entre os clientes.
&quot;Tivemos algumas reclamações de clientes dizendo que o preço está muito alto. Mas o mercado está volátil e tudo vem subindo&quot;, afirma Luigi Rosolen, diretor da West Cargo. 
A Associação Nacional de Transportes de Cargas e Logística confirma a tendência de aumento.
&quot;Em média, nós podemos dizer que o frete está sendo corrigido na ordem de 10%. Sem dúvida nenhuma, todo o frete tem que ser repassado para o seu que vai colocar na planilha de custo dele&quot;, diz Eduardo Rebuzzi, presidente da NTC&amp;Logística. 
O professor de economia do Insper Otto Nogami destaca que o impacto é ampliado pela forte dependência do transporte rodoviário no país.
&quot;Para se ter uma ideia, 60% do transporte de cargas é feito por caminhão&quot;, ressalta. 
No campo, as consequências também já são sentidas. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) cancelou contratos de frete por causa do aumento do combustível e analisa outros casos individualmente. A medida busca garantir o transporte de grãos e evitar prejuízos no abastecimento.
Em nota, a Conab informou que as ações visam assegurar a continuidade do programa de venda em balcão, que facilita o acesso de pequenos produtores a insumos.
Já a Petrobras informou que todas as refinarias estão operando com capacidade máxima e que todo o combustível produzido está sendo entregue ao mercado.
A estatal afirmou ainda que antecipou as entregas de março, que estão até 15% acima do volume previamente negociado com distribuidoras, e disse que vem cumprindo todos os compromissos comerciais.
Alta do diesel, por causa da guerra no Irã, já provoca aumento no preço dos fretes
Reprodução/TV Globo
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Preço do petróleo cai após sinalizações de negociação entre EUA e Irã ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:27 -0300</pubDate>
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<title>Preço do petróleo volta a ficar abaixo de US$ 100 com rumor de negociação entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Paquistão se oferece para mediar conversas entre EUA e Irã
Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), após rumores de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, o que trouxe alívio após dias de forte sobe e desce.
???? Por volta das 11h20, o barril tipo Brent operava em queda de 4,12%, a US$ 100,18. Já o West Texas Intermediate (WTI) caía 4,16%, a US$ 88,51.
Segundo as agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos. A tentativa de encerrar a guerra no Oriente Médio ocorre apesar de declarações contraditórias entre os dois países.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações. Já o governo iraniano nega tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.
O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limites ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região, garantias de navegação no Estreito de Ormuz e possível alívio de sanções.
O Paquistão se colocou como mediador e até como possível sede para negociações, com apoio também da Turquia. Ainda assim, não há confirmação oficial de encontros entre os países, e o conflito segue sem solução definida.
Mesmo com o recuo recente, os preços dos combustíveis ainda refletem o impacto do conflito, que provocou um dos maiores choques energéticos dos últimos anos.
O Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo — segue com restrições, mantendo o risco de interrupções no fornecimento.
Com a possibilidade de alívio da tensão, as bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%, enquanto os rendimentos dos títulos públicos recuaram, especialmente em países mais dependentes de energia importada, como a Itália.
Mesmo assim, especialistas dizem que ainda é cedo para apostar em uma queda duradoura no preço do petróleo. O CEO da BlackRock, Larry Fink, alertou que o barril pode chegar a US$ 150 se o conflito piorar, o que poderia levar a uma recessão global.
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:27 -0300</pubDate>
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<title>Dólar cai com possível cessar&#45;fogo no Irã e pesquisa eleitoral no Brasil; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (25) e recuava 0,29% por volta das 10h20, cotado a R$ 5,2379. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha leve alta de 0,02%, aos 182.552 pontos.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Os preços do petróleo caem mais de 5% nesta quarta-feira, com a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Além do adiamento de ataques à infraestrutura iraniana, o presidente Donald Trump alegou estar em negociações para um cessar-fogo, mas os iranianos negam.
???? O barril do Brent recuava 5,2% por volta das 9h (horário de Brasília), cotado a US$ 94,97 — abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.
▶️ No Brasil, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos estados uma alternativa para reduzir o preço do diesel, puxado pela alta do petróleo. Em vez de cortar o ICMS, a proposta prevê um subsídio a empresas que importam o combustível, com a União assumindo metade do custo.
▶️ Na política, pesquisa AtlasIntel mostra que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45,9% aprovam a gestão. Em simulação de segundo turno das eleições presidenciais, o senador Flávio Bolsonaro teria 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% do presidente Lula..
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
EUA enviam ao Irã proposta de plano de paz
Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo &quot;The New York Times&quot; na terça-feira (24). 
De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.
Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.
A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.
Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.
Autoridades iranianas e paquistanesas disseram nesta quarta-feira às agências Reuters e Associated Press que o Paquistão repassou ao Irã uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA.
Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou à Reuters que o país recebeu a proposta por meio do governo paquistanês, mas não deu detalhes sobre o conteúdo nem confirmou se o documento corresponde ao plano de 15 pontos mencionado pela imprensa americana.
Já autoridades do Paquistão disseram à Associated Press que o plano elaborado pelos EUA foi entregue ao Irã por intermediários.
Petróleo recua
Os preços do petróleo recuam mais de 5% nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã. 
Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair. 
Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 5,2%, para US$ 94,97, abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.
Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário. 
Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.
Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados. 
O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para sediar eventuais conversas entre Washington e Teerã. Ao mesmo tempo, os EUA preveem enviar pelo menos mais mil soldados da 82ª Divisão Aerotransportada para a região nos próximos dias.
Mercados ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:27 -0300</pubDate>
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<title>INSS amplia prazo de auxílio&#45;doença sem perícia; veja o que muda</title>
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<description><![CDATA[      INSS tem novas regras pra conceder auxílio-doença sem perícia
O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ampliaram de 60 para até 90 dias o prazo máximo do auxílio por incapacidade temporária concedido sem perícia presencial.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A mudança, que entra em vigor em 30 de março, vale para pedidos feitos pelo Atestmed, sistema que permite a concessão do benefício com base apenas em documentos médicos. 
Com a nova regra, o benefício poderá ser concedido ou negado com base nos documentos médicos e em uma análise técnica da perícia. (veja abaixo como vai funcionar)
A nova regra foi viabilizada por alteração na Lei 15.265/2025 e regulamentada por portaria conjunta publicada no Diário Oficial da União na terça-feira (24). A medida também atende a uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).
A ampliação do prazo deve ajudar a reduzir a fila e aliviar a pressão sobre as perícias presenciais, hoje um dos principais gargalos do INSS.
Segundo o governo, a medida pode reduzir em até 10% a demanda por perícias iniciais e ajudar a diminuir a fila do INSS. A expectativa é que mais de 500 mil segurados por ano sejam atendidos sem precisar passar por avaliação presencial.
O prazo do Atestmed já passou por mudanças anteriores, sempre de forma temporária.
Na versão original da análise documental, criada pela Portaria Conjunta nº 38/2023, era possível receber o auxílio por até 180 dias sem necessidade de perícia presencial.
Depois, mudanças na legislação previdenciária passaram a permitir que o governo ajustasse esses prazos por portaria. Com isso, o limite foi reduzido para 30 dias em junho de 2025.
Em dezembro de 2025, o prazo voltou a ser ampliado temporariamente para até 60 dias, conforme a Portaria Conjunta MPS/INSS nº 83. A regra valia por 120 dias, ou seja, até abril de 2026. A partir de maio, o limite retornaria para 30 dias — cenário que agora é novamente alterado com a nova portaria.
Abaixo, entenda com base nas seguintes perguntas: 
Como vai funcionar
Prorrogação e recurso
Documentação necessária
O que é o Atestmed?
O que é o auxílio por incapacidade temporária?
Como vai funcionar
Com a mudança, o benefício poderá ser concedido ou negado com base apenas nos documentos médicos enviados pelo segurado, sem necessidade imediata de perícia presencial.
Nesse novo formato, a perícia terá acesso aos dados do segurado e poderá definir a data de início e o tempo de afastamento de forma diferente do indicado pelo médico, desde que justifique a decisão com base nos documentos apresentados.
???? A avaliação também levará em conta a legislação, o histórico do segurado e referências médicas relacionadas ao problema de saúde.
A perícia também poderá definir o período de afastamento mais adequado, inclusive quando essas informações não estiverem claras no atestado.
Outra novidade é que o segurado poderá informar, no momento do pedido, quando os sintomas começaram e descrever a condição que o impede de trabalhar.
O sistema também permite reconhecer o caráter acidentário do benefício — quando o problema de saúde está relacionado ao trabalho — por meio do chamado Nexo Técnico Previdenciário (NTP).
Benefícios concedidos antes da nova regra seguem como estão, sem mudanças. Já os pedidos que ainda estavam em análise passam a seguir as novas regras e podem ser avaliados com base em documentos. Se faltar alguma informação, o processo fica pendente até a regularização.
Prorrogação e recurso
Se o prazo concedido não for suficiente para o retorno ao trabalho, o segurado poderá solicitar a prorrogação do benefício nos 15 dias anteriores ao encerramento. Nesse caso, será necessária uma nova avaliação pericial, que pode ser presencial ou por telemedicina.
A nova regra elimina a necessidade de abrir um novo pedido, mesmo que o afastamento ultrapasse os 90 dias.
Já em caso de negativa, o segurado poderá apresentar recurso administrativo em até 30 dias após a decisão.
Documentação necessária
Para que o pedido seja analisado, os documentos médicos devem estar legíveis, sem rasuras e conter informações como:
Identificação do segurado
Data de emissão
Tempo estimado de afastamento
Diagnóstico ou código da Classificação Internacional de Doenças (CID)
Assinatura e identificação do profissional responsável, com registro no conselho de classe
O INSS orienta que o segurado continue enviando documentos completos para evitar indeferimentos e garantir uma análise mais ágil.
O que é o Atestmed?
O Atestmed é um mecanismo criado durante a pandemia de Covid-19 para agilizar o atendimento e reduzir a fila de perícias do auxílio por incapacidade temporária. Ele permite que o INSS avalie atestados e laudos médicos enviados pela internet, sem necessidade de agendamento presencial.
Para isso, o documento deve conter informações obrigatórias, como:
assinatura e dados do profissional de saúde;
código CID da doença;
tempo estimado de afastamento.
Quando esses requis ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:26 -0300</pubDate>
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<title>Contrários a delação, advogados deixam defesa de cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel</title>
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<description><![CDATA[      Contrários a delação, advogados deixam defesa de cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel
Os advogados que atuavam na defesa de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro — dono do Banco Master —, deixaram o caso após divergências sobre a possibilidade de um acordo de delação, segundo informações obtidas pelo blog.
O advogado, pastor e empresário é citado em investigações relacionadas ao chamado Caso Master, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). 
Ele foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao banco de Vorcaro.
Fabiano Zettel recebeu R$ 190 mi de fundo investigado
Em nota, a equipe informou que “os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro e João Victor Assunção deixaram a defesa de Fabiano Zettel por motivo de foro íntimo. Os advogados apresentaram petição de substabelecimento no STF ao advogado Celso Vilardi, que seguirá com a defesa”.
Segundo apurou o blog, a discordância sobre a estratégia jurídica, especialmente em relação à colaboração com as autoridades, motivou a saída dos advogados.
[BBC - NÃO USAR] Fabiano Zettel chegou a ser detido no aeroporto de Guarulhos
Moriah Asset/Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:00:26 -0300</pubDate>
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<title>Dólar opera em queda atento a possível cessar&#45;fogo no Irã e ao cenário eleitoral no Brasil; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda na sessão desta quarta-feira (25) e recuava 0,29% por volta das 10h20, cotado a R$ 5,2379. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha leve alta de 0,02%, aos 182.552 pont29.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Os preços do petróleo caem mais de 5% nesta quarta-feira, diante de sinais de possível redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas negociações e o adiamento de um prazo relacionado a usinas iranianas aumentaram a expectativa de que o conflito possa perder intensidade.
???? O barril do petróleo Brent recuava 5,2% por volta das 9h (horário de Brasília), cotado a US$ 94,97 por barril — abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) caía 5,3%, para US$ 87,44.
▶️ No Brasil, em meio às oscilações do petróleo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos Estados uma alternativa para reduzir o preço do diesel. 
Em vez de cortar diretamente o ICMS, a proposta prevê um subsídio a empresas que importam o combustível, com a União assumindo metade do custo da medida.
▶️ No cenário político, pesquisa divulgada pela AtlasIntel mostrou que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45,9% dizem aprovar a gestão.
O levantamento também simulou um eventual segundo turno nas eleições presidenciais. Nesse cenário, o senador Flávio Bolsonaro teria 47,6% das intenções de voto, ante 46,6% do presidente Lula.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
EUA enviam ao Irã proposta de plano de paz
Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo &quot;The New York Times&quot; na terça-feira (24). 
De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.
Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.
A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.
Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.
Autoridades iranianas e paquistanesas disseram nesta quarta-feira às agências Reuters e Associated Press que o Paquistão repassou ao Irã uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA.
Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou à Reuters que o país recebeu a proposta por meio do governo paquistanês, mas não deu detalhes sobre o conteúdo nem confirmou se o documento corresponde ao plano de 15 pontos mencionado pela imprensa americana.
Já autoridades do Paquistão disseram à Associated Press que o plano elaborado pelos EUA foi entregue ao Irã por intermediários.
Petróleo recua
Os preços do petróleo recuam mais de 5% nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã. 
Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair. 
Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 5,2%, para US$ 94,97, abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.
Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário. 
Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.
Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados. 
O Paquistão, por sua v ]]></description>
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<title>BNDESPar fará investimento bilionário na Simpar, dona de JSL e Movida</title>
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<description><![CDATA[      Entrega de chaves para um cliente Movida.
Victor Otsuka/Simpar
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a operação que prevê um investimento bilionário da BNDESPar na Simpar, holding que controla empresas como JSL, Movida e Vamos, entre outras.
????A BNDESPar é o braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e atua investindo diretamente em empresas no mercado de capitais.
As informações foram publicadas nesta quarta-feira (25) em um despacho no Diário Oficial da União (DOU). O aumento de capital já havia sido anunciado pela Simpar no início deste mês. A expectativa é que a BNDESPar invista cerca de R$ 1,5 bilhão na holding e nas controladas Vamos e Movida.
“Acreditamos que a proximidade do banco com os setores em que atuamos irá estimular reflexões estratégicas sobre esses segmentos em âmbito nacional e promover ainda mais benefícios para todo o ecossistema, operadores e indústrias em todo o país”, afirmou Fernando Antonio Simões, CEO da Simpar, em nota oficial.
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Segundo a Simpar, o aumento de capital das três empresas pode chegar a um valor combinado de até R$ 3,1 bilhões. A expectativa é que a JSP Participações, controladora da Simpar, também faça um aporte entre R$ 188 milhões e R$ 300 milhões na operação.
A holding ainda destacou, em nota, que a operação está &quot;em linha com o planejamento estratégico das companhias&quot;.
Ao final das operações, a BNDESPar poderá comprar até metade (50%) das novas ações que serão emitidas. Com isso, poderá alcançar uma participação de até 10% em cada empresa.
Além disso, as negociações preveem que a BNDESPar terá o direito de adquirir até 5% da transportadora do grupo, a JSL, podendo investir até R$ 112 milhões.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:31 -0300</pubDate>
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<title>Dólar opera em queda atento a possível cessar&#45;fogo no Irã e ao cenário eleitoral no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda na sessão desta quarta-feira (25) e recuava 0,40% por volta das 9h25, cotado a R$ 5,2334. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia os negócios às 10h.
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▶️ Os preços do petróleo caem mais de 5% nesta quarta-feira, diante de sinais de possível redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas negociações e o adiamento de um prazo relacionado a usinas iranianas aumentaram a expectativa de que o conflito possa perder intensidade.
???? O barril do petróleo Brent recuava 5,2% por volta das 9h (horário de Brasília), cotado a US$ 94,97 por barril — abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) caía 5,3%, para US$ 87,44.
▶️ No Brasil, em meio às oscilações do petróleo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo apresentou aos Estados uma alternativa para reduzir o preço do diesel. 
Em vez de cortar diretamente o ICMS, a proposta prevê um subsídio a empresas que importam o combustível, com a União assumindo metade do custo da medida.
▶️ No cenário político, pesquisa divulgada pela AtlasIntel mostrou que 53,5% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 45,9% dizem aprovar a gestão.
O levantamento também simulou um eventual segundo turno nas eleições presidenciais. Nesse cenário, o senador Flávio Bolsonaro teria 47,6% das intenções de voto, ante 46,6% do presidente Lula.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
EUA enviam ao Irã proposta de plano de paz
Os Estados Unidos enviaram ao Irã uma proposta para encerrar a guerra no Oriente Médio, segundo reportagem publicada pelo &quot;The New York Times&quot; na terça-feira (24). 
De acordo com o jornal, o plano tem 15 pontos e trata de temas como o programa nuclear iraniano e o desenvolvimento de mísseis balísticos. A proposta teria sido encaminhada a Teerã por meio do Paquistão.
Ainda não está claro se Israel participou da elaboração do plano ou se concorda com seus termos. Também não há confirmação sobre a disposição das autoridades iranianas em aceitar a proposta.
A emissora israelense Channel 12 informou ter tido acesso ao documento e afirmou que as conversas incluem a possibilidade de um cessar-fogo de 30 dias para permitir negociações entre as partes.
Desde antes do início da guerra, os EUA defendem que o Irã limite o enriquecimento de urânio, etapa do processo nuclear que pode ser usada para produzir combustível, mas também para desenvolver armas. Washington também quer que Teerã reduza o alcance de seus mísseis, para diminuir possíveis ameaças a países aliados.
Autoridades iranianas e paquistanesas disseram nesta quarta-feira às agências Reuters e Associated Press que o Paquistão repassou ao Irã uma proposta de cessar-fogo apresentada pelos EUA.
Uma autoridade iraniana de alto escalão confirmou à Reuters que o país recebeu a proposta por meio do governo paquistanês, mas não deu detalhes sobre o conteúdo nem confirmou se o documento corresponde ao plano de 15 pontos mencionado pela imprensa americana.
Já autoridades do Paquistão disseram à Associated Press que o plano elaborado pelos EUA foi entregue ao Irã por intermediários.
Petróleo recua
Os preços do petróleo recuam mais de 5% nesta quarta-feira, enquanto as bolsas globais registram alta, em meio a sinais de possível redução das tensões na guerra envolvendo o Irã. 
Investidores acompanham as negociações entre o país e os EUA, que alimentam expectativas de que o conflito possa perder intensidade. Com a expectativa de uma redução das tensões, o petróleo voltou a cair. 
Por volta das 9h (horário de Brasília), o barril do Brent recuava 5,2%, para US$ 94,97, abaixo dos cerca de US$ 104 registrados no dia anterior. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, caía 5,3%, para US$ 87,44.
Declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre avanços nas conversas com Teerã nesta semana ajudaram a reforçar esse cenário. 
Também contribui para esse movimento a decisão de adiar, na segunda-feira, o prazo para uma possível ação contra usinas de energia iranianas, anunciada após a reabertura do Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz é uma rota marítima usada para transportar grandes volumes de petróleo e gás natural liquefeito. Por isso, qualquer mudança na situação da região costuma afetar os preços dessas commodities, que vêm registrando fortes oscilações nos últimos dias.
Apesar desse movimento, o governo iraniano negou que negociações estejam em andamento, enquanto ataques no Oriente Médio continuam sendo registrados. 
O Paquistão, por sua vez, se ofereceu para ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:00:32 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, opera, queda, atento, possível, cessar-fogo, Irã, cenário, eleitoral, Brasil</media:keywords>
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<title>Preço do petróleo cai após sinalizações de negociação entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Paquistão se oferece para mediar conversas entre EUA e Irã
Os preços do petróleo operam em queda nesta quarta-feira (25), em meio ao aumento das expectativas de um possível cessar-fogo no conflito envolvendo o Irã, o que trouxe alívio aos mercados globais após dias de forte volatilidade.
????Por volta das 9h23, o barril tipo Brent operava em queda de 4,36%, a US$ 95,86. Já o West Texas Intermediate (WTI) caía 3,98%, a US$ 88,67.
Segundo informações das agências Reuters e AP, o Paquistão entregou ao Irã uma proposta de cessar-fogo elaborada pelos Estados Unidos. A iniciativa ocorre em meio a tentativas de encerrar a guerra no Oriente Médio, apesar de declarações contraditórias entre os dois países.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que há avanço nas negociações, mas o governo iraniano nega que haja tratativas diretas e diz que Washington “negocia consigo mesmo”.
O plano enviado teria 15 pontos e inclui medidas como limitações ao programa nuclear e de mísseis do Irã, fim do apoio a grupos aliados na região e garantias de navegação no Estreito de Ormuz, além de possível alívio de sanções.
O Paquistão se colocou como mediador e até como possível sede para negociações, com apoio também da Turquia. Ainda assim, não há confirmação oficial de encontros entre os países, e o conflito segue sem solução definida.
Mesmo com a recuo recente, os preços do combustível ainda refletem o impacto do conflito, que provocou um dos maiores choques energéticos recentes. 
O Estreito de Ormuz — rota estratégica por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo — segue com restrições, mantendo o risco de interrupções no fornecimento.
A perspectiva de alívio nas tensões impulsionou o apetite por risco global. Bolsas europeias avançaram, com o índice STOXX 600 subindo cerca de 1,4%, enquanto os rendimentos dos títulos públicos recuaram, especialmente em países mais dependentes de energia importada, como a Itália.
Mesmo assim, especialistas dizem que ainda é cedo para apostar em uma queda duradoura no preço do petróleo. O CEO da BlackRock, Larry Fink, alertou que o barril pode chegar a US$ 150 se o conflito piorar, o que poderia levar a uma recessão global.
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 10:00:31 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quem é Rafael Góis, CEO da Fictor e alvo de operação da PF por fraudes bancárias</title>
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<description><![CDATA[      Grupo Fictor pede recuperação judicial no TJ-SP
Em meio ao pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor, Rafael Góis, sócio e CEO da holding, se tornou um dos alvos da ‘Operação Fallax’, da Polícia Federal (PF), que acontece na manhã desta quarta-feira (25) em três estados.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista. O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo.
A empresa atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e atribui a crise à tentativa de compra do Banco Master, em novembro. (entenda mais abaixo)
À frente da Fictor desde a sua criação, Góis construiu uma trajetória de mais de 25 anos no mundo dos negócios, passando por diferentes posições de liderança e por áreas como indústria, tecnologia, setor imobiliário e finanças.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Formação acadêmica 
Rafael Góis, CEO da Fictor
Reprodução/Linkedin
Segundo seu perfil no LinkedIn, Góis é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Candido Mendes, onde se formou em 2000, com foco em gestão estratégica, finanças e operações.
O executivo afirma ter ingressado no mercado financeiro aos 16 anos, mas as experiências profissionais descritas se concentram exclusivamente na Fictor.
Fundada em 2007, a Fictor teve origem no setor de tecnologia, como fornecedora de soluções para logística e gestão empresarial. Em 2013, realizou sua primeira operação de investimento e, a partir daí, iniciou um processo de diversificação dos negócios.
???? O grupo expandiu suas operações por meio de participações e investimentos em empresas de diferentes setores. Hoje, o conglomerado brasileiro atua nos segmentos de alimentos, energia, infraestrutura, mercado imobiliário e financeiro. SAIBA MAIS AQUI.
Desde então, Góis ocupa o cargo de sócio e CEO do grupo, posição a partir da qual conduziu a expansão das operações, com sede em São Paulo e presença em diferentes regiões do país.
Entre 2024 e 2025, o grupo abriu escritórios no exterior, com unidades em Miami, nos Estados Unidos, e em Lisboa, em Portugal, além da sede em São Paulo.
Envolvimento com o Banco Master 
A Fictor ganhou projeção no noticiário nacional no fim do ano passado, ao se envolver em um episódio rumoroso que antecedeu a liquidação extrajudicial do Banco Master. Um consórcio liderado por um dos sócios anunciou uma proposta para adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
Um dia após o anúncio, o Banco Central decretou a liquidação do banco, suspendendo a operação. Segundo comunicado divulgado pela Fictor, o episódio teve impacto direto sobre a imagem do grupo desde então.
A empresa afirma que, após a decisão do BC, surgiram “especulações” no mercado que teriam reduzido de forma significativa a capacidade das empresas do grupo de manter recursos em caixa e honrar compromissos no curto prazo.
&quot;Com a decretação da liquidação da instituição pelo Banco Central, um dia após o anúncio da aquisição, a reputação do grupo foi atingida por especulações, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz a nota.
Em nota, o grupo destacou que a proposta de aquisição estava condicionada à análise e à aprovação prévia dos órgãos reguladores e que permaneceu à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Recuperação judicial 
Após a tentativa frustrada de comprar o Banco Master e a crise de imagem que se seguiu, o Grupo Fictor entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro para reorganizar a operação da Fictor Holding e da Fictor Invest.
As empresas concentram as participações societárias e as operações financeiras do conglomerado, que reúne mais de 10 empresas. Segundo a Fictor, as demais subsidiárias não serão afetadas.
A medida busca equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões. No pedido, o grupo afirma ter a intenção de quitar as dívidas sem deságio e solicitou à Justiça um prazo de 180 dias para a suspensão de cobranças e bloqueios.
O objetivo, segundo o grupo, é evitar que empresas economicamente viáveis sejam impactadas por restrições típicas do processo de recuperação judicial.
‘Operação Fallax’
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Fallax, que investiga um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal que pode ter movimentado mais de R$ 500 milhões.
Além de Rafael Góis, também está entre os alvos o ex-sócio Luiz Rubini. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo, além de 21 prisões preventivas e 43 mandados em três estados (SP, RJ e BA). Até o início da manhã, ao menos 13 pessoas haviam sido presas.
Segundo a PF, a organização criminosa cooptava funcionários de instituições financeiras para inserir dados falsos em sistemas bancários, viabilizando saques e transferências ilegais. Os valores eram posteriormente ocultados por ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 09:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo reabre linha de crédito para exportadores usada durante tarifaço de Trump e disponibiliza R$ 15 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal reabriu nesta semana uma linha de crédito para exportadores, lançada inicialmente no ano passado para combater os efeitos do tarifaço do presidente norte-americano Donald Trump. 
Serão liberados R$ 15 bilhões por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As condições, como taxa de juros, prazos e demais normas regulamentadoras das linhas de financiamento ainda serão estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). 
Desta vez, segundo a Casa Civil da Presidência da República, o objetivo é apoiar as empresas brasileiras exportadoras afetadas pela guerra no Oriente Médio, além de alguns setores que ainda enfrentam as medidas tarifárias impostas pelos EUA.
As linhas de crédito vão financiar: 
capital de giro; 
aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação da atividade produtiva; 
investimentos que propiciem a ampliação da capacidade produtiva ou adensamento da cadeia; 
investimentos em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos, entre outros.
&quot;O governo do presidente Lula mais uma vez se antecipa para apoiar a indústria brasileira e preservar empregos. Os recursos serão fundamentais para garantir às empresas produtividade e competitividade no mercado internacional&quot;, afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como fonte para as linhas de crédito, o governo indicou o superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), apurado em 31 de dezembro de 2025, além de outras fontes orçamentária (sem detalhar valores). 
De acordo com o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a linha de crédito lançada no ano passado, como reação ao tarifaço de Trump, aprovou mais de R$ 16 bilhões em crédito para as empresas afetadas. 
&quot;Agora, o governo do presidente Lula vai apoiar empresas de setores que ainda sofrem com tarifas elevadas, como siderúrgico, metalúrgico e automotivo, no segmento de autopeças, assim como aqueles setores relevantes para a balança comercial brasileira, como farmacêutico, de máquinas e equipamentos e eletrônicos, além de outros setores importantes, impactados com a falta de fertilizantes devido aos conflitos que acontecem em outros países&quot;, disse Mercadante, do BNDES.
Prejuízo na exportação de café é reflexo da impossibilidade de embarque de mais de 624 mil sacas do produto nos portos brasileiros
Divulgação/Cecafé ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 09:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo a US$ 150 desencadeará recessão global, diz CEO da BlackRock à BBC</title>
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<description><![CDATA[      Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
Se o preço do petróleo atingir US$ 150 por barril, isso desencadeará uma recessão global, afirmou à BBC o CEO da gigante financeira americana BlackRock.
Larry Fink, que lidera a maior gestora de ativos do mundo, disse que, se o Irã &quot;continuar sendo uma ameaça&quot; e os preços do petróleo permanecerem altos, isso terá &quot;implicações profundas&quot; para a economia global.
Em uma entrevista exclusiva, ele também negou a existência de uma bolha em torno da inteligência artificial, embora tenha afirmado que a nova tecnologia está levando muitas pessoas a buscar diplomas universitários — enquanto há poucos interessados em formação técnica.
A BlackRock é uma gigante do setor financeiro, com cerca de US$ 14 trilhões (aproximadamente R$ 73 trilhões) sob gestão, e está entre os maiores investidores em muitas das maiores empresas do mundo.
O tamanho e a presença da BlackRock dão a Fink — um dos oito cofundadores da empresa, fundada em 1988 — uma visão privilegiada da saúde da economia global.
O conflito no Oriente Médio provocou oscilações bruscas nos mercados financeiros, à medida que as pessoas tentam avaliar o que acontecerá com os custos de energia.
Para Fink, ainda é cedo para determinar a escala e o desfecho final do conflito, mas ele acredita que será um de dois cenários extremos.
No primeiro cenário, se o conflito for resolvido e o Irã voltar a ser um país aceito pela comunidade internacional, o preço do petróleo poderia cair para níveis inferiores aos registrados antes da guerra.
Caso contrário, ele afirma que pode haver &quot;anos com o petróleo acima de US$ 100, próximo de US$ 150&quot;, o que teria &quot;implicações profundas para a economia&quot; e poderia resultar em &quot;uma recessão provavelmente drástica e acentuada&quot;.
O aumento nos custos de energia levou alguns setores no Reino Unido a defender que o país deveria priorizar a produção doméstica de petróleo e gás.
Na terça-feira (24/3), a associação Offshore Energies UK afirmou que, sem maior produção interna, o país corre o risco de se tornar dependente de importações &quot;em um momento de crescente instabilidade global&quot;.
Fink afirma que os países precisam ser pragmáticos em relação à sua matriz energética, utilizando todas as fontes disponíveis, mas que o fornecimento de energia barata é fundamental para impulsionar o crescimento econômico e elevar o padrão de vida.
&quot;Aumentar os preços da energia é um imposto muito regressivo. Afeta mais os pobres do que os ricos.&quot;
Embora o Reino Unido já conte com fontes como energia solar, eólica e hidrocarbonetos, Fink afirma que, se o preço do petróleo subir para US$ 150 por três ou quatro anos, &quot;muitos países passariam a migrar rapidamente para a energia solar e, possivelmente, também para a eólica&quot;.
Os países não devem depender de apenas uma fonte, afirma ele.
&quot;Use o que você tem, sem dúvida, mas também avance de forma agressiva para fontes alternativas.&quot;
&#039;Nenhuma semelhança com 2007-2008&#039;
Larry Fink concedeu uma entrevista exclusiva ao editor de negócios da BBC, Simon Jack
BBC
Alguns analistas têm apontado semelhanças entre o momento atual dos mercados e o período que antecedeu a crise financeira de 2007-2008.
Os preços da energia estão em alta, e há quem identifique sinais de fragilidade no sistema financeiro. A própria BlackRock está entre as empresas que limitaram saques de investidores preocupados em fundos de crédito privado.
Mas Larry Fink descarta qualquer possibilidade de repetição da crise financeira de 2007-2008, quando diversos bancos ao redor do mundo quebraram ou precisaram ser resgatados. Segundo ele, as instituições financeiras hoje estão mais seguras.
&quot;Não vejo nenhuma semelhança&quot;, afirmou. &quot;Zero.&quot;
Fink acrescenta que os problemas que afetam alguns fundos representam apenas uma pequena parcela do mercado, e que o investimento de instituições permanece forte.
Fink também rejeita a ideia de que o aumento nos investimentos em inteligência artificial — que já somam bilhões de dólares — tenha sido exagerado. 
&quot;Não acredito que tenhamos uma bolha&quot;, afirma.
&quot;Poderíamos ter um ou dois fracassos na IA? Claro, isso não é um problema.&quot;
No ano passado, a BlackRock integrou um consórcio que adquiriu uma das maiores operadoras de data centers do mundo, a Aligned Data Centres, em um negócio avaliado em US$ 40 bilhões.
&quot;Eu acredito que há uma corrida pela liderança tecnológica. Se não investirmos mais, a China vencerá&quot;, disse. 
&quot;É fundamental que desenvolvamos agressivamente nossas capacidades em IA.&quot;
Segundo Fink, o principal obstáculo para a expansão da inteligência artificial nos Estados Unidos e na Europa é o custo da energia.
Enquanto a China investe massivamente em energia solar e nuclear, na Europa &quot;só vejo muita conversa e nenhuma ação&quot;, diz ele, enquanto nos EUA &quot;por mais que sejamos independentes em termos energéticos, é melhor começarmos a focar na energia solar... porque precisamos de energia barata e acessível para avançar na IA&quot;.
&#039;IA vai criar empregos para encana ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 08:01:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Anvisa proíbe azeite extravirgem da marca Royal por fraude na composição</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/anvisa-proibe-azeite-extravirgem-da-marca-royal-por-fraude-na-composicao</link>
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<description><![CDATA[      Azeite Royal já havia sido proibido pela Anvisa
Reprodução/MAPA
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição e o recolhimento de um lote de azeite de oliva extravirgem da marca Royal após a confirmação de fraude na composição do produto. A medida foi publicada nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União, com base em análises laboratoriais conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Segundo a decisão, o lote 255001 apresentou “incompatibilidade com os padrões de identidade e qualidade” exigidos para esse tipo de alimento, após a identificação da adição de outros óleos vegetais.
Produto é considerado irregular
De acordo com o Mapa, responsável pela análise inicial, o produto não atendia aos critérios que definem um azeite extravirgem —ategoria que pressupõe obtenção exclusivamente a partir da azeitona, sem mistura com óleos.
A resolução destaca que a fraude foi confirmada por análise laboratorial oficial, o que embasou a adoção de medidas sanitárias mais rigorosas.
Venda continuou mesmo após alerta
Outro ponto que pesou na decisão foi a manutenção da comercialização do produto mesmo após determinação prévia de recolhimento pelas autoridades.
Diante disso, a Anvisa determinou a proibição completa de:
comercialização
distribuição
importação
propaganda
uso
Além do recolhimento imediato do lote irregular.
O que o consumidor deve fazer
A orientação é que consumidores que tenham adquirido o produto não utilizem o azeite pertencente ao lote 255001.
Em casos como esse, a recomendação geral é:
verificar o número do lote na embalagem
interromper o consumo imediatamente
procurar o local de compra para orientações sobre troca ou ressarcimento
Por que a fraude é preocupante
O azeite extravirgem tem características químicas e nutricionais específicas, com alto teor de gorduras monoinsaturadas e compostos antioxidantes.
A adição de outros óleos vegetais não apenas descaracteriza o produto, como pode enganar o consumidor quanto à qualidade e ao valor nutricional do alimento.
Além disso, a prática configura infração sanitária e violação das normas de rotulagem e identidade de alimentos no país.
Fiscalização e segurança alimentar
Casos de adulteração de azeite são monitorados por órgãos como a Anvisa e o Ministério da Agricultura, que realizam análises periódicas para verificar a autenticidade dos produtos disponíveis no mercado.
A medida reforça a atuação conjunta dos órgãos de fiscalização na identificação de fraudes e na proteção da saúde do consumidor. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 08:01:07 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Minha alegria era água&amp;apos;: produtor que encontrou possível petróleo no quintal diz que ficou triste</title>
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<description><![CDATA[      Água preta?
O produtor rural Sidrônio de Almeida, de Tabuleiro do Norte (CE), encontrou um líquido preto que pode ser petróleo, em seu quintal. O achado, no entanto, foi motivo de decepção: o objetivo dele ao perfurar o solo era encontrar água.
&quot;Meus bichos não bebem óleo, bebem é água. Minha alegria era água. Tendo água é uma riqueza medonha&quot;, diz o agricultor.
No município, as casas são abastecidas por uma adutora, ou seja, uma tubulação subterrânea ligada a um reservatório distante. Segundo moradores, o volume tem diminuído. Por isso, cresce a importância dos poços artesianos.
Sidrônio perfurou o poço em novembro de 2024. Desde então, tenta descobrir o que é o líquido preto.
&quot;Eu fiquei triste. Até briguei com minha esposa. O dinheiro foi embora. [Ficamos] sem água e sem dinheiro&quot;, diz.
O material, que ainda não foi identificado, pode ter origens petrolíferas, mas isso só deve ser afirmado após análises, aponta o engenheiro químico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).
A propriedade de Sidrônio fica a cerca de 10 km de áreas onde há exploração de petróleo.
Mesmo que seja petróleo, o agricultor não deve enriquecer. Isso porque o recurso pertence à União. O dono do terreno tem direito apenas a uma parte dos lucros.
Para Sidnei Moreira, filho de Sidrônio, a maior preocupação é outra: que o material contamine o solo usado para plantio.
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 04:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Frutas estragam rápido? Veja como guardar corretamente e evitar desperdício</title>
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<description><![CDATA[      g1 em 1 Minuto: Saiba quais frutas não devem ser guardadas juntas
Guardar frutas do jeito errado pode fazer com que elas amadureçam rápido demais — e acabem no lixo antes do esperado.
Pequenas mudanças no armazenamento, na higienização e até na forma de organizar a fruteira ajudam a conservar melhor os alimentos no dia a dia.
Para explicar como evitar esse desperdício, o g1 ouviu o pesquisador Marcos Fonseca, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e reuniu orientações práticas da instituição.
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
Quais frutas não devem ser guardadas juntas? 
Frutas chamadas climatéricas, como banana e mamão, aceleram o amadurecimento uma da outra. Por isso, quando estão juntas, podem acabar estragando antes da hora.
A recomendação é manter essas frutas separadas, a não ser que a ideia seja justamente acelerar o amadurecimento delas.
Essa influência de uma sobre a outra ocorre porque as frutas climatéricas produzem mais etileno, um hormônio vegetal gasoso que se difunde pelo ambiente e afeta o amadurecimento das frutas.
Algumas frutas climatéricas (que amadurecem depois da colheita):
banana
mamão
maçã
pera
abacate
manga
pêssego
figo
kiwi
Frutas não climatéricas (não amadurecem depois da colheita):
morango
uva
cereja
amora preta
frutas cítricas, como laranja, limão e tangerina
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Como guardar na geladeira
De modo geral, as frutas podem ser guardadas na geladeira, desde que fiquem em potes e separadas umas das outras. Como o frio ajuda a retardar o amadurecimento, o ideal é refrigerar apenas as frutas que já estão maduras.
Se ficarem soltas na gaveta da geladeira, as frutas podem ressecar e perder o frescor. Potes fechados ajudam a evitar esse desgaste e também reduzem a influência de uma fruta sobre a outra.
A parte intermediária da geladeira costuma ter uma temperatura mais equilibrada e é a mais indicada para guardar os alimentos.
Uma lembrança: o abacaxi deve ir para a geladeira apenas se estiver descascado. 
Mamão e banana podem ir para a geladeira?
Sim, especialmente quando já estão maduros. No caso do mamão, a dica é cortar a fruta em pedaços pequenos e armazenar em potes.
Já a casca da banana costuma escurecer quando a fruta é refrigerada, o que faz algumas pessoas acharem que ela estragou. 
Mas se a parte de dentro não apresentar sinais de deterioração, a banana está conservada e pode ser consumida normalmente.
???? Você sabe onde deve guardar cada alimento na geladeira? Teste seus conhecimentos
Como organizar a fruteira?
A fruteira deve ficar em um lugar bem ventilado. Isso ajuda a espalhar o etileno e a reduzir o efeito do gás nas frutas.
Também é importante observar se há muitas frutas climatéricas juntas, e em que estágio de amadurecimento elas estão.
Além disso, a fruteira deve ficar longe da luz solar direta, já que o calor estimula a produção de etileno e pode fazer com que as frutas amadureçam rápido demais.
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Dicas para a compra das frutas
Compre frutas e hortaliças uma ou duas vezes por semana, sempre considerando o que será consumido.
Escolha frutas que não tenham a casca machucada e nem cortes.
Transporte as frutas com cuidado, especialmente as mais sensíveis.
Retire as frutas do saco plástico assim que chegar em casa.
No caso de frutas embaladas, como morangos, verifique se alguma está com sinais de contaminação e descarte, para não prejudicar as demais.
Como higienizar as frutas
Deixe de molho por 10 minutos em uma solução com 1 colher de sopa de hipoclorito de sódio (ou água sanitária sem alvejante) diluída em 1 litro de água.  Também é possível usar produtos próprios, que são vendidos em supermercados, para essa higienização.
Enxague a fruta em água corrente e seque com papel toalha ou centrífuga antes de guardar. A umidade favorece o surgimento de fungos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 03:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>CEO da Nvidia diz que inteligência artificial atingiu nível humano; por que ideia é contestada</title>
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<description><![CDATA[      Jensen Huang, CEO da Nvidia, durante conferência da empresa em 17 de março de 2026
Reuters/Carlos Barria
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, chamou atenção ao afirmar que a inteligência artificial já alcançou o nível de aprendizado humano, considerado por muitos o próximo grande passo da tecnologia.
Em entrevista ao cientista da computação Lex Fridman, ele foi questionado sobre quando uma IA seria capaz de comandar uma empresa de US$ 1 bilhão e realizar ações como encontrar clientes, realizar vendas e gerenciar funcionários.
&quot;Acho que agora é a hora. Acho que alcançamos a inteligência artificial geral [AGI, na sigla em inglês]&quot;, disse o executivo, no episódio da última segunda-feira (23). &quot;É possível. E a razão é a seguinte: você disse [uma empresa de] um bilhão, não disse para sempre&quot;.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Huang deu como exemplo o fenômeno do agente de IA OpenClaw, capaz de automatizar tarefas como gerenciar e-mails, ler contratos, enviar mensagens e controlar dispositivos inteligentes, por exemplo.
&quot;Não é impossível [imaginar] que um usuário do OpenClaw tenha conseguido criar um serviço web, um aplicativo interessante que, de repente, bilhões de pessoas usaram por 50 centavos e, então, tenha falido pouco tempo depois&quot;, comentou.
O chefe da Nvidia afirmou que pessoas estão lançando agentes de IA e ganhando muito dinheiro com isso, mas disse que essas experiências não serão suficientes para criar empresas gigantes.
&quot;Não me surpreenderia se acontecesse algo nas redes sociais, alguém criasse um influenciador digital super fofo ou algum aplicativo que, do nada, se tornasse um sucesso instantâneo. Muita gente usa por alguns meses e depois some&quot;, afirmou Huang.
&quot;Agora, a probabilidade de 100 mil desses agentes criarem a Nvidia é 0%&quot;, disse. &quot;As pessoas estão realmente preocupadas com seus empregos. Quero lembrá-las de que o propósito do seu trabalho e as ferramentas usadas para realizá-lo estão relacionados, mas não são a mesma coisa&quot;.
Por que declaração é contestada
Ainda que a inteligência artificial tenha avançado muito nos últimos anos, especialistas avaliam que ela ainda não alcançou todo o seu potencial.
O teto, segundo eles, é a inteligência artificial geral (ou AGI), quando a tecnologia será capaz de fazer algumas atividades que parecem simples para humanos, mas que são extremamente complicadas para um robô.
Os agentes de IA conseguem automatizar muitas tarefas e, por isso, têm obtido um papel maior em empresas, mas estão longe de ser uma AGI, disse ao g1 o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Álvaro Machado Dias.
&quot;É exagero dizer que [IAs] podem ou estão perto de conseguir gerir empresas grandes, mas é fato que podem torná-las muito mais produtivas e lucrativas. É nesse sentido que Jensen Huang diz que já atingimos a AGI&quot;, afirmou.
A IA ainda não consegue fazer ações que parecem cotidianas, como dirigir carros por regiões não mapeadas ou comandar um robô em um local bagunçado, destacou Dias
&quot;O caráter &#039;geral&#039; dessa inteligência exigiria que ela soubesse fazer coisas mais simples também&quot;, explicou. &quot;Cada vez mais, o que nos separa da AGI não é o complexo, mas o que nos parece quase trivial&quot;.
Hoje, a inteligência artificial consegue fazer tarefas específicas, como responder perguntas elaboradas ou jogar um jogo complexo. Caso alcance o nível &quot;geral&quot;, ela poderia usar o conhecimento humano de forma abstrata.
&quot;Nós temos muita dificuldade de falar sobre essa inteligência artificial geral, porque ainda não conseguimos nem definir exatamente o que é inteligência&quot;, afirmou Esther Luna Colombini, professora do Instituto de Computação da Unicamp a uma reportagem de 2024 da BBC.
Segundo ela, as máquinas já superam humanos em muitas atividades, mas não necessariamente são mais inteligentes.
&quot;Ao mesmo tempo, elas são muito ruins para fazer coisas que pra gente parecem triviais, como reconhecer a face de uma pessoa, ou ser capaz de pegar um conceito que você aprendeu e levar isso para outro cenário&quot;, afirmou.
A inteligência artificial geral também teria a capacidade de entender o que ainda não entende e, então, buscar formas de se aprofundar nessas lacunas. Essa capacidade permitiria às máquinas realizar tarefas que hoje são impossíveis por se basearem em ideias elaboradas por humanos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 03:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tradutor de ‘corporativês’ viraliza ao converter textos em linguagem de LinkedIn</title>
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<description><![CDATA[      Uma nova ferramenta de tradução online que utiliza inteligência artificial (IA) está viralizando nas redes sociais. O Kagi Translate, serviço gratuito lançado em 2024, disponibilizou recentemente uma nova função: o “LinkedIn Speak”, que traduz frases do cotidiano em textos mais formais, no estilo usado na plataforma profissional — e com um toque de deboche.
Com funcionamento semelhante ao de tradutores tradicionais, a ferramenta permite converter qualquer frase para o que a empresa chama de “linguagem do LinkedIn” – ou o já conhecido “corporativês”. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Para testar, o g1 selecionou o português (Brasil) e, em seguida, a opção “LinkedIn Speak”. Ao digitar “fui demitida por xingar meu chefe”, a plataforma gerou a seguinte versão:
“Hoje encerro meu ciclo nesta empresa. Embora tenha sido um desligamento inesperado após uma comunicação mais assertiva com a liderança, sou grata pelos aprendizados. Às vezes, o crescimento profissional exige momentos de fricção para que possamos encontrar ambientes mais alinhados com nossos valores. Aberta a novos desafios! #OpenToWork #TransiçãoDeCarreira #SoftSkills”
Tradutor de linguagem do LinkedIn viraliza nas redes, mas exige cuidados
Reprodução/Captura de Tela
Quem navega pelo LinkedIn provavelmente já se deparou com publicações semelhantes, em que usuários compartilham relatos detalhados ou reflexões sobre situações corriqueiras.
Por mais precisas — e, em alguns casos, exageradas — que sejam as respostas, não surpreende que a ferramenta tenha ganhado popularidade nas redes. No X, por exemplo, usuários têm compartilhado versões bem-humoradas de frases traduzidas para o “corporativês”. 
Veja alguns exemplos:
Initial plugin text
Initial plugin text
Initial plugin text
Initial plugin text
Uso é legítimo, mas exige cuidados ⚠️
Apesar de ter alguma utilidade, especialistas ouvidos pelo g1 alertam que o uso desse tipo de ferramenta exige cautela. 
Se a intenção do usuário é séria, é fundamental revisar os textos antes da publicação, para evitar exageros, perda de autenticidade ou mensagens que não reflitam a experiência do profissional. E talvez seja o caso de usar outra plataforma de IA.
Para a psicóloga e consultora em gestão de pessoas Andréa Krug, as ferramentas de IA generativa funcionam como “assistentes que vieram para ficar”, capazes de apoiar desde a elaboração de textos para o LinkedIn até a adequação da linguagem em e-mails corporativos.
Segundo Krug, a IA pode ser uma aliada na comunicação, mas deve ser usada como apoio – e não como substituta da autoria. “Elas ajudam a dar o tom, mas a ideia precisa partir do ser humano. A IA existe para lapidar, não para substituir a identidade profissional”, afirma.
A especialista destaca que o recurso pode contribuir para tornar mensagens mais claras, economizar tempo e até aumentar a confiança de quem enfrenta barreiras com a escrita. Ainda assim, ressalta que o conteúdo precisa passar por um filtro pessoal. 
O problema não está em usar a IA, mas em terceirizar a própria voz, o repertório e até a visão do profissional.
A visão é compartilhada pela especialista em posicionamento profissional Juliana Novochadlo, que destaca que a tecnologia pode oferecer clareza e ajudar quem tem dificuldade para estruturar ideias – especialmente em momentos de bloqueio criativo ou forte envolvimento emocional com o tema.
Ainda assim, ela alerta: “Um texto pode até ficar bonito, mas continua vazio se não refletir a trajetória e o repertório de quem assina”.
Ambas apontam que o maior risco é a perda de autenticidade, algo já visível em muitos perfis. Como a IA usa padrões comuns da internet, ela tende a repetir frases e estilos parecidos. Krug lembra que isso já gerou até memes nas redes, quando usuários publicam respostas da IA sem remover instruções internas da ferramenta.
“Pode até ficar bonito, mas o texto fica insosso, pasteurizado – e isso enfraquece a reputação do profissional. Mesmo longe dos casos mais extremos, é nítido quando o conteúdo não tem conexão com a vivência real de quem assina. Falta verdade, falta voz própria, e o resultado perde impacto”, afirma.
O uso dessa linguagem também pode influenciar processos seletivos, especialmente em sistemas automatizados de triagem. 
Segundo Novochadlo, recrutadores experientes já conseguem identificar com facilidade textos gerados por IA sem revisão, o que pode levantar dúvidas sobre autenticidade e consistência das experiências relatadas.
Krug acrescenta que profissionais menos experientes podem se deixar influenciar por currículos repletos de palavras-chave otimizadas, mas lembra que, na prática, o que realmente importa são evidências concretas.
“O que realmente diferencia é a experiência vivida, os resultados entregues e a perspectiva individual — algo que a IA não consegue reproduzir”, afirma.
&#039;Por que vou te pagar se posso fazer com o ChatGPT?&#039;: freelancers contam perrengues do mercado de trabalho com a IA
Como usar sem soar artificia ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 03:00:16 -0300</pubDate>
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<title>Imposto de Renda 2026: declaração pré&#45;preenchida dá prioridade na restituição? Entenda</title>
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<description><![CDATA[      Declaração pré-preenchida já está disponível para contribuintes
O prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 começou em 23 de março e se estende até 29 de maio. O programa do IR já pode ser baixado no site da Receita Federal e a declaração pré-preenchida já está disponível para os contribuintes. 
Quem escolhe essa modalidade — que facilita na hora da declaração, uma vez que as informações aparecem automaticamente no sistema, sem necessidade de digitação — tem prioridade para receber a restituição do Imposto de Renda. (entenda mais abaixo)
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Neste ano, a Receita Federal incluiu mais informações à declaração pré-preenchida. Além de dados de rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais — já presentes desde o ano passado —, o modelo agora também passa a trazer dados sobre renda variável e empregados domésticos.
LEIA MAIS
Imposto de Renda 2026: veja passo a passo para fazer a declaração pré-preenchida
Entenda quem tem prioridade na restituição e veja outras perguntas e respostas sobre o IR 2026:
O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
Veja a lista de documentos necessários para a declaração
Quem é obrigado a declarar?
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quando vou receber a restituição?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
1. O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?
A declaração pré‑preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.
Entre os dados disponibilizados, estão:
rendimentos;
deduções;
bens;
direitos;
dívidas;
ônus reais (encargos, dívidas ou restrições legais vinculadas a imóveis);
informaçoes de renda variável; e
dados sobre empregados domésticos.
Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.
&quot;É importante que o próprio contribuinte verifique se as informações estão corretas. Em caso de divergência, o contribuinte deve informar os valores efetivamente pagos ou recebidos, guardando os comprovantes das transações em caso de fiscalização&quot;, informou o Fisco em comunicado.
A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata e já está disponível desde o primeiro dia do prazo de entrega.
Voltar ao índice.
2. Quem tem prioridade para receber a restituição?
A prioridade no recebimento das restituições do Imposto de Renda acontece na seguinte ordem:
idosos acima de 80 anos;
idosos entre 60 e 79 anos;
contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX;
contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX.
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3. Veja a lista de documentos necessários para a declaração
Renda
Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;
Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;
Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;
Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;
Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;
Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).
Bens e direitos
Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;
Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;
Boleto do IPTU;
Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.
Dívidas e ônus
Informações e documentos de dívida e ônus contraídos e/ou pagos no ano-calendário.
Renda variável
Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);
DARFs de Renda Variável;
Informes de rendimento auferido em renda variável.
Pagamentos e deduções efetuadas
Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);
Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);
Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);
Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);
Recibos de doações efetuadas;
Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;
Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.
Informações gerais
Nome, CPF, grau de parentesco e  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 01:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Imposto, Renda, 2026:, declaração, pré-preenchida, dá, prioridade, restituição, Entenda</media:keywords>
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<title>As 5 mentiras mais comuns nos currículos — e como elas são descobertas por recrutadores</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/as-5-mentiras-mais-comuns-nos-curriculos-e-como-elas-sao-descobertas-por-recrutadores</link>
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<description><![CDATA[      Estudo revela as mentiras mais comuns no currículo — e como elas são descobertas
Freepik
&quot;Inglês avançado&quot; que trava na entrevista. Conhecimento técnico que desaparece diante de uma pergunta simples. Cargos que parecem maiores no papel do que foram na prática. 
Essas são algumas das mentirinhas clássicas que ainda aparecem em currículos — e que recrutadores identificam com rapidez.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Um levantamento da Robert Half, feito com 774 profissionais no Brasil, mostra a dimensão do problema. Para 58% dos recrutadores, inconsistências no currículo já foram motivo para eliminar candidatos ainda no início do processo.
O estudo também revela quais são as distorções mais comuns — e por que elas são tão fáceis de identificar. Veja:
???? Habilidades técnicas exageradas: o candidato declara domínio de ferramentas ou conhecimentos que não consegue comprovar na prática;
???? Experiência profissional inflada: cargos, projetos e responsabilidades são apresentados de forma ampliada;
???? Proficiência em idiomas acima do nível real: o nível informado não se confirma em uma conversa simples;
???? Motivos maquiados para saída de empregos anteriores: justificativas são adaptadas para soar mais positivas;
???? Conquistas pessoais ou profissionais inflacionadas: resultados são descritos como mais expressivos do que realmente foram.
Os empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o ranking do LinkedIn
A lógica por trás dessas práticas é clara: aumentar as chances de passar pelo filtro inicial. Na prática, porém, o efeito costuma ser o contrário. As diferenças entre discurso e experiência aparecem ao longo da seleção — e influenciam a decisão final.
Apesar disso, a maior parte dos profissionais afirma agir com transparência. Para 74%, nunca houve omissão ou distorção de informações. 
Ainda assim, 15% admitem já ter feito ajustes no currículo, enquanto 10% chegaram a considerar essa possibilidade.
A pesquisa indica que esse comportamento está mais ligado à pressão do que à intenção de enganar. 
Entre os principais motivos estão o receio de perder espaço em um mercado competitivo, a tentativa de se alinhar ao perfil buscado pelas empresas e o medo de que lacunas na carreira prejudiquem a avaliação.
Também pesam fatores como pressão financeira, urgência por recolocação e insegurança sobre a própria trajetória. Esse conjunto de elementos leva alguns profissionais a “embelezar” a forma como apresentam suas experiências.
Outro ponto que ganhou força recente é o uso de inteligência artificial na preparação de currículos e entrevistas. 
A tecnologia pode ajudar na organização e clareza das informações. Mas, quando usada em excesso, deixa sinais claros — e os recrutadores já sabem identificá-los. 
Veja os principais indícios apontados pelo estudo:
???? Respostas mecânicas ou padronizadas (69%): falas muito estruturadas, com pouca naturalidade;
???? Inconsistências entre o currículo e a fala (65%): o que está no papel não bate com o que é dito na entrevista;
???? Dificuldade em sustentar respostas espontâneas (51%): o candidato se perde ao sair do roteiro;
???? Falta de profundidade ao detalhar experiências (51%): respostas genéricas, sem exemplos concretos;
⚙️ Incapacidade de explicar decisões técnicas (39%): não consegue justificar escolhas feitas em projetos ou trabalhos;
????️ Uso de linguagem excessivamente formal (36%): comunicação pouco natural, com termos “engessados”;
✨ Resultados “perfeitos demais” (33%): conquistas descritas sem falhas ou desafios;
???? Respostas muito semelhantes a modelos de IA (30%): estrutura e vocabulário previsíveis;
???? Mudança brusca de fluidez ao entrar em detalhes (28%): discurso perde consistência quando aprofundado;
❓ Desconhecimento sobre atividades do próprio currículo (26%): dificuldade para explicar experiências que ele mesmo incluiu.
Para Marcela Esteves, diretora da Robert Half, o ponto central é o equilíbrio. 
“Há diversos recursos para ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas nenhum deles substitui a experiência real do profissional. Como costumamos reforçar: a IA deve ser parceira, não substituta. Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso tende a aparecer rapidamente durante as entrevistas e, sem dúvida, pode prejudicar sua reputação”, conclui. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 01:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Anatomia do Post&amp;apos;: documentário mostra pressão por engajamento e impacto das redes na autoestima de jovens</title>
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<description><![CDATA[      Cena do documentário &#039;Anatomia do Post&#039;, da TV Globo
Divulgação
Um documentário inédito retrata como o uso excessivo de celulares e redes sociais afeta crianças e adolescentes no Brasil a partir das postagens dos próprios jovens.
&quot;Anatomia do post&quot; será exibido na TV Globo nesta quarta-feira (25), após o BBB.
A produção do Jornalismo da Globo acompanhou por meses famílias que lidam com dependência de internet, vício em jogos, quadros de depressão e pressão por engajamento.
Uma das personagens é Manuella, de 14 anos, que virou influenciadora depois do incentivo da mãe Ethienne, que também é criadora de conteúdo. Hoje com dois milhões de seguidores no TikTok, a adolescente vive sob a exigência constante de permanecer ativa nas redes sociais. 
Do outro lado, está a seguidora Melissa, de 15 anos, que desenvolveu problemas de autoestima ao se comparar com Manuella e os padrões de comportamento reproduzidos na internet.
O documentário também retrata os irmãos Enzo e Lucas, que tiveram o rendimento escolar afetado pelo uso excessivo de celular, e alerta para casos de tentativas de suicídio e de acesso a grupos de ódio em plataformas como Discord e Roblox.
&quot;Mostramos na prática os efeitos do uso do celular por crianças e adolescentes sem supervisão. A narrativa vai desvelando camadas cada vez mais profundas – e houve momentos das gravações que foram realmente difíceis&quot;, disse Eliane Scardovelli, diretora do documentário.
&quot;O objetivo, porém, não é demonizar a tecnologia ou as redes sociais, mas provocar uma reflexão sobre formas mais saudáveis de uso. Afinal, adolescentes são ainda mais vulneráveis aos efeitos da exposição excessiva, já que seus cérebros estão em pleno processo de formação&quot;.
Cena do documentário &#039;Anatomia do Post&#039;, da TV Globo
Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 01:00:21 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>OpenAI decide encerrar gerador de vídeos Sora e perde acordo bilionário com a Disney</title>
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<description><![CDATA[      Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT
A OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou nesta terça-feira (24) que vai descontinuar o aplicativo do gerador de vídeos Sora. A informação foi revelada pelo Wall Street Journal e confirmada pelo g1.
A empresa vai encerrar o Sora nas versões para consumidores e para desenvolvedores. Ela também deixará de oferecer a funcionalidade de vídeo no ChatGPT, segundo o Wall Street Journal.
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Com a decisão, a OpenAI perde ainda a promessa de investimento de US$ 1 bilhão por parte da Disney, informou a agência Reuters. A quantia tinha sido anunciada em dezembro como parte do acordo que envolvia a liberação para gerar vídeos curtos de IA com mais de 200 personagens.
A transação teria duração de três anos, mas não chegou a ser formalizada pelas companhias.
Vídeo criado com a inteligência artificial Sora mostra mamutes caminhando no gelo
Divulgação/OpenAI
O fim do Sora surpreendeu equipe da Disney, que se reuniu com integrantes da OpenAI na segunda-feira (23) para tratar de um projeto relacionado ao gerador de vídeos, informou a Reuters.
A Disney informou por meio de um porta-voz que respeita &quot;a decisão da OpenAI de sair do negócio de geração de vídeo e redirecionar suas prioridades para outras áreas&quot;. As empresas discutem agora se existe outra possibilidade de parceria ou investimento mútuo, segundo uma fonte da Reuters.
E, apesar de o destino do serviço ser discutido há algum tempo, o anúncio pegou desprevenidos até mesmo alguns funcionários da OpenAI. O blog da empresa tinha publicado na segunda um comunicado sobre padrões de segurança da ferramenta.
&quot;Estamos nos despedindo do Sora. Sabemos que essa notícia é decepcionante&quot;, disse a equipe do aplicativo em uma publicação no X.
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Por que a OpenAI vai encerrar o Sora
A OpenAI tem concentrado esforços em agentes de IA, que executam tarefas automaticamente e são mais proativos do que os assistentes, mais dependentes da interação humana.
&quot;À medida que nosso foco e a demanda por capacidade computacional aumentam, a equipe de pesquisa do Sora continua dedicada à pesquisa em simulação de mundo para avançar a robótica que ajudará as pessoas a resolver tarefas físicas do mundo real&quot;, informou a OpenAI ao g1.
Os agentes de IA exigem ainda mais capacidade computacional e, por isso, a empresa precisa decidir como alocar seus recursos.
O Sora foi lançado em 2024 como um modelo de inteligência artificial capaz de criar vídeos realistas a partir de textos curtos.
Ele gera as gravações a partir de uma técnica conhecida como &quot;difusão&quot;, que cria imagens a partir de pontos aleatórios. 
No começo do processo, o vídeo tem uma aparência de ruído estático, o efeito de TVs antigas que estão sem sinal. E, aos poucos, o visual é transformado em algo que pode ser reconhecido por um ser humano.
A técnica é parecida com a usada por robôs que criam fotos a partir de descrições dos usuários. Um deles é o DALL-E, que também foi criado pela OpenAI e serviu de base para o desenvolvimento do Sora. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:00:29 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petrobras discutirá parceria em águas profundas com estatal mexicana Pemex</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira (24) que a Petrobras visitará o país no próximo mês para discutir uma possível parceria com a Pemex, a estatal mexicana de petróleo e gás. 
A iniciativa vem após o governo do Brasil propor projetos conjuntos no Golfo do México. Em entrevista a jornalistas, Sheinbaum acrescentou que ainda está avaliando a oferta apresentada na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 
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O objetivo da proposta é apoiar a Pemex em empreendimentos de petróleo em águas profundas, área em que a estatal mexicana possui menos experiência.
&quot;A Petrobras se tornou altamente especializada em operações em águas profundas. Por isso, ele sugeriu que formássemos uma parceria (...) Mas ainda não decidimos&quot;, disse Sheinbaum. 
Veja os vídeos em alta no g1:
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A Petrobras opera no Golfo por meio de uma joint venture (parceria empresarial) com a Murphy Exploration &amp; Production.
Há anos, a Pemex busca lançar grandes projetos no Golfo do México para compensar o declínio dos campos offshore mais antigos. Entre eles estão:
Zama, um campo de águas rasas que está prestes a se tornar um empreendimento em águas profundas;
Trion, um campo de águas ultraprofundas;
e Lakach, um campo de gás natural também em águas profundas.
A Petrobras enviará sua presidente, Magda Chambriard, ao México para encontros com o presidente da Pemex e membros do governo, disse a presidente mexicana Claudia Sheinbaum, acrescentando que ela também se reunirá com Chambriard.
Na sexta-feira, Lula afirmou ter ligado para Sheinbaum e ressaltou que “a Pemex poderia obter uma grande ajuda da Petrobras”.
A Pemex mantém duas parcerias com empresas privadas na produção de petróleo em águas profundas, parte de sua estratégia para aumentar a produção.
O México também busca acordos para produzir etanol a partir da cana-de-açúcar, afirmou Sheinbaum nesta terça-feira. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:00:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.988: prêmio acumula e vai a R$ 17 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2988
O sorteio do concurso 2.988 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (24), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 17 milhões.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 21 - 23 - 28 - 36 - 57 - 58
5 acertos - 24 apostas ganhadoras: R$ 58.355,02
4 acertos - 1.753 apostas ganhadoras: R$ 1.316,91
O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (26).
Mega-Sena, concurso 2.988
Reprodução/Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:00:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>VW Tiguan chega por R$ 299.990 e quer desbancar SUVs chineses</title>
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<description><![CDATA[      Volkswagen Tiguan 2026 durante apresentação em São Paulo
Carlos Cereijo / g1
A Volkswagen apresentou nesta terça-feira (24) o novo Tiguan. O modelo chega às lojas em maio e teve atualizações de design, motor e equipamentos. O SUV tem porte semelhante a GWM Haval H6, BYD Song Plus, Jeep Commander e CAOA Chery Tiggo.2O Tiguan tem 17 anos de história no Brasil e já vendeu mais de 65 mil unidades.
No interior, o ganho de espaço é mais evidente. O porta-malas tem 459 litros de capacidade. Outro recurso importante é o banco traseiro ajustável, que permite ampliar ainda mais a área de carga conforme a necessidade, algo já presente em alguns concorrentes diretos. Teto solar completa a experiência na cabine.
O acabamento em couro combina preto e marrom. No painel há apliques que lembram madeira.
Volkswagen Tiguan 2026
Divulgação / Volkswagen
Um dos avanços menos visíveis, mas relevantes, está na aerodinâmica. O coeficiente de arrasto foi reduzido de 0,33 para 0,28, o que significa que o veículo enfrenta menor resistência do ar.
Em termos práticos, quanto menor esse número, mais eficiente é o deslocamento do carro, especialmente em rodovias. Isso contribui diretamente para a redução do consumo de combustível.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Na dinâmica, o Tiguan tem controle de suspensão DCC Pro1. Os amortecedores adaptativos passam a contar com controle separado de compressão e retorno, e adotam duas válvulas (antes havia apenas uma). Essa mudança permite um ajuste mais preciso e refinado do comportamento da suspensãn.
O modelo também incorpora um diferencial eletrônico, responsável por distribuir a força entre as rodas. Esse recurso melhora a estabilidade, adapta o carro a diferentes estilos de condução e aumenta a segurança em situações de perda de aderência.
Novo Volkswagen Tiguan 2026
Divulgação / Volkswagen
A arquitetura de suspensão mantém a configuração tradicional, com eixo dianteiro do tipo MacPherson e traseiro multi-braço. Toda essa estrutura é baseada na plataforma MQB Evo, uma evolução da já conhecida base utilizada pela Volkswagen em diversos modelos.
O novo Tiguan traz avanços relevantes em tecnologias de assistência e automação. O SUV agora é capaz de entrar e sair de vagas de estacionamento de forma totalmente autônoma.
Entre os assistentes de condução, o modelo conta com alerta de ponto cego, câmera 360 graus, alerta de colisão com frenagem autônoma, controle automático de velocidade de cruzeiro adaptativo e sistema de leitura de placas, que exibe as informações diretamente para o motorista. São 6 airbags.
Volkswagen Tiguan 2026
Divulgação / Volkswagen
O sistema de tração integral 4Motion também foi atualizado, com novo gerenciamento de energia e um novo acoplamento traseiro. Na prática, trata-se de uma tração sob demanda: em condições normais, o carro opera com tração dianteira, acionando o eixo traseiro apenas em situações de perda de aderência ou uso fora de estrada.
Faróis inteligentes
Na iluminação, o destaque é o sistema IQ Light HD Matrix. são mais de 750 lumens de fluxo luminoso nos faróis, permitindo uma iluminação mais precisa e definida durante a condução noturna. O sistema possibilita o uso contínuo do farol alto sem ofuscar outros veículos, além de oferecer iluminação adaptativa avançada.
No interior, o Tiguan estreia uma nova geração de arquitetura digital. A central multimídia tem tela de 15 polegadas — esta última prevista para o Brasil. O painel de instrumentos digital possui 10,25 polegadas, e há ainda um novo head-up display que projeta informações diretamente no para-brisa. Segundo a Volkswagen, toda a interface foi redesenhada, com telas posicionadas mais altas e integradas.
Volkswagen Tiguan 2026
Divulgação / Volkswagen
O modelo também passa a contar com um assistente de voz integrado ao ChatGPT, capaz de compreender comandos em linguagem mais natural. Para personalização do ambiente interno, há o modo “Atmosfera”, que permite ajustar iluminação e som da cabine.
Em termos de conectividade, o Tiguan oferece carregamento sem fio de 15 watts com refrigeração para o celular, além de entradas USB-C com potência de 45 watts. A alavanca de câmbio foi reposicionada para a coluna de direção, liberando espaço no console central.
Os bancos contam com ajuste elétrico, sistema de massagem com 10 câmaras, além de ventilação e aquecimento automáticos. A Volkswagen também afirma ter melhorado a qualidade dos materiais e adotado um design interno mais limpo e ergonômico.
Motor já tem história no Brasil
A boa notícia é que o motor é um velho conhecido do mercado brasileiro, o que elimina surpresas em relação à manutenção e ao funcionamento no dia a dia. Por outro lado, quem esperava a presença de versões híbridas, como já acontece na Europa, não terá essa opção por enqua
Motor 2.0 turbo do Volkswagen Tiguan 2026
Divulgação / Volkswagen
O motor adotado é o 2.0 turbo da família EA888, uma nova geração chamada Evo 5. Trata-se de um quatro cilindros de dois litros com turbo. Esse propul ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 21:00:38 -0300</pubDate>
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<title>Júri dos EUA manda Meta pagar US$ 375 milhões em processo sobre exploração sexual infantil</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/juri-dos-eua-manda-meta-pagar-us-375-milhoes-em-processo-sobre-exploracao-sexual-infantil</link>
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<description><![CDATA[      Logotipo da Meta Platforms, durante uma conferência na Índia, em 2023
REUTERS/Francis Mascarenhas
Um júri do Novo México, nos Estados Unidos, concluiu nesta terça-feira (24) que a Meta, dona do Instagram e do WhatsApp, violou a lei de proteção ao consumidor do estado e ordenou que a empresa pague US$ 375 milhões em penalidades civis.
A ação foi movida pelo procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, que acusou a empresa de enganar usuários sobre a segurança de suas plataformas e de permitir a exploração sexual infantil.
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A decisão encerra um julgamento de seis semanas e marca a primeira manifestação de um júri sobre essas acusações contra a empresa. A Meta também é dona do Facebook e enfrenta questionamentos mais amplos sobre o impacto de suas plataformas na saúde mental dos jovens.
O procurador-geral Raúl Torrez, democrata, afirmou no processo que a empresa permitiu que predadores tivessem acesso irrestrito a usuários menores de idade e os conectassem a vítimas. Segundo ele, isso muitas vezes resultou em abusos no mundo real e tráfico de pessoas.
A Meta negou as acusações, afirmando que possui amplas medidas de proteção para usuários mais jovens.
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Questionamentos na Justiça
Outro julgamento na Califórnia avalia se Meta e YouTube devem ser responsabilizados por causar deliberadamente dependência em crianças.
O caso é visto como um teste importante para o futuro de centenas de ações semelhantes em andamento nos EUA.
Nos últimos anos, a Meta tem enfrentado crescente escrutínio sobre a segurança de crianças e adolescentes. 
Parte dessa pressão ganhou força após depoimentos de uma denunciante ao Congresso, em 2021. Ela afirmou que a empresa sabia dos potenciais danos de seus produtos, mas se recusou a agir.
Separadamente, a Meta enfrenta milhares de processos. As ações acusam a empresa — e outras redes sociais — de projetar seus produtos para viciar jovens, contribuindo para uma crise de saúde mental em todo o país.
Alguns desses casos, apresentados em tribunais estaduais e federais, pedem indenizações de dezenas de bilhões de dólares, segundo documentos enviados pela empresa a reguladores.
O processo no Novo México
A ação teve origem em uma operação disfarçada conduzida em 2023 pelo escritório de Torrez, ex-promotor. Como parte do caso, investigadores criaram contas no Facebook e no Instagram se passando por usuários com menos de 14 anos. 
Essas contas receberam material sexualmente explícito e foram contatadas por adultos em busca de conteúdo semelhante. Segundo o gabinete do procurador-geral, isso levou a acusações criminais contra várias pessoas.
O estado afirma que a Meta dizia ao público que Instagram, Facebook e WhatsApp eram seguros para adolescentes e crianças no Novo México, enquanto ocultava a quantidade de conteúdo perigoso hospedado nas plataformas. 
Documentos internos, segundo o estado, reconheciam problemas com exploração sexual e danos à saúde mental. Mesmo assim, diz a ação, a empresa não implementou ferramentas básicas de segurança, como verificação de idade, e continuou a afirmar que as plataformas eram seguras.
O estado também acusou a Meta de projetar suas plataformas para maximizar o engajamento, mesmo diante de evidências de que isso prejudica a saúde mental de crianças. 
Recursos como rolagem infinita e reprodução automática de vídeos mantêm os jovens conectados por mais tempo, estimulando comportamentos viciantes que podem levar à depressão, ansiedade e automutilação, segundo o processo.
O caso buscava indenização financeira e uma ordem para que a Meta implementasse mudanças voltadas a melhorar a segurança das crianças nas plataformas.
“Ao longo de uma década, a Meta falhou repetidamente em agir com honestidade e transparência”, disse Linda Singer, advogada do estado, ao júri, durante as alegações finais na segunda-feira. “Falhou em proteger os jovens deste estado. Cabe a vocês concluir esse trabalho.”
A Meta argumentou que foi transparente ao reconhecer que não consegue impedir todo o conteúdo prejudicial em suas plataformas.
“O que as provas mostram são as divulgações robustas da Meta e seus esforços incansáveis para prevenir conteúdo nocivo. E essas divulgações significam que a Meta não mentiu de forma consciente e intencional ao público”, disse Kevin Huff, advogado da empresa, nas alegações finais.
Em maio, o juiz Bryan Biedscheid, responsável pelo caso, deve conduzir um julgamento sem júri sobre a alegação do estado de que a Meta criou um incômodo público, prejudicando a saúde e a segurança dos moradores.
O estado pedirá que o juiz determine mudanças nas plataformas para adequá-las à legislação estadual.
Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil?
* Com informações das agências AFP e Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 19:00:26 -0300</pubDate>
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<title>Banco Central anuncia medidas que para que bancos reajam rapidamente a suspeitas de fraudes</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central (BC) anunciou nesta terça-feira (24) novas medidas para que bancos e outras instituições financeiras possam reagir mais rapidamente contra fraudes. 
As medidas buscam fortalecer a segurança operacional e o gerenciamento da Conta Pagamentos Instantâneos, utilizada pelos participantes diretos do Sistema de Pagamentos Instantâneos para liquidação.
???? O SPI é a infraestrutura de liquidação, em tempo real. Para garantir o bom funcionamento desse sistema, os participantes diretos mantêm Conta PI no BC, cujo gerenciamento adequado é essencial para assegurar liquidações contínuas e seguras.
De acordo com a autoridade monetária, as medidas não são conjunturais, ou seja, que não têm relação com o ataque hacker ao BTG ocorrida no fim de semana, no qual foram desviados R$ 100 milhões e gerou suspensão temporária das operações do PIX da instituição financeira.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O BC explicou que nova etapa de aprimoramentos, anunciada hoje, aumenta &quot;funcionalidades que ampliam a capacidade das instituições de reagir rapidamente a suspeitas de fraudes ou falhas operacionais. 
&quot;O aprimoramento busca reforçar a segurança das instituições participantes, proteger os recursos mantidos no BC e fortalecer a confiança no ambiente de pagamentos instantâneos e no sistema financeiro como um todo&quot;, acrescentou a instituição.
Entre os avanços propostos estão:
​Configuração de limite mínimo de saldo operacional: a instituição poderá definir um valor abaixo do qual sua Conta PI não aceitará a emissão de novas ordens de pagamento instantâneo. O mecanismo reduz riscos de perdas financeiras em cenários de irregularidades.
Bloqueio automático da Conta PI: ao ser atingido o limite mínimo configurado, e caso o participante ative essa opção, o acesso à liquidação de ordens no SPI é temporariamente interrompido, cabendo à instituição, no momento que julgar adequado, proceder ao desbloqueio manual.
Canal alternativo de consulta ao extrato da Conta PI: possibilita às instituições acompanhar a movimentação da conta mesmo quando houver indisponibilidade de acesso à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN), situação que pode ocorrer por falhas internas ou tentativas de fraude.
Banco Central liquida mais uma instituição que pertencia ao Grupo Master
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 19:00:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Banco, Central, anuncia, medidas, que, para, que, bancos, reajam, rapidamente, suspeitas, fraudes</media:keywords>
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<title>Governo diz que acordo do Mercosul com União Europeia entra em vigor provisoriamente em 1º de maio</title>
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<description><![CDATA[      A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cumprimenta o presidente do Paraguai, Santiago Peña, com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o presidente da Argentina, Javier Milei, ao lado, no dia em que autoridades da União Europeia e do Mercosul assinaram um acordo de livre comércio, encerrando mais de 25 anos de negociações, em Assunção, Paraguai, em 17 de janeiro de 2026
REUTERS/Cesar Olmedo
O governo brasileiro informou nesta terça-feira (24) que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia entrará em vigor provisoriamente em 1º de maio de 2026.
&quot;Após a publicação do Decreto Legislativo nº 14, em 17 de março de 2026, o Brasil notificou oficialmente a Comissão Europeia em 18 de março de 2026 acerca da conclusão dos procedimentos internos de ratificação do Acordo. A União Europeia notificou o Brasil em 24 de março de 2026, cumprindo-se, assim, os requisitos para a vigência provisória do Acordo, conforme previsto em seu texto&quot;, detalhou o governo.
Segundo o governo brasileiro, está em estágio avançado de tramitação o decreto de promulgação do acordo, ato final que incorpora tratados e acordos internacionais ao ordenamento jurídico do Brasil, tornando-os obrigatórios.
&quot;As pessoas físicas e jurídicas brasileiras passarão a contar com novas oportunidades concretas de acesso a um dos maiores mercados do mundo e provisão de maior quantidade e diversidade de produtos europeus no mercado brasileiro. A redução de tarifas, a eliminação de barreiras e o aumento da previsibilidade regulatória criarão condições mais favoráveis para exportações, investimentos e integração às cadeias globais de valor&quot;, diz o governo.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Na segunda-feira (23), a Comissão Europeia informou que o acordo entraria em vigor em caráter provisório. 
Com isso, o pacto bilateral pode ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já concluíram seus processos internos, como o Brasil. Argentina e Uruguai também já finalizaram essa etapa, enquanto o Paraguai deve formalizar a notificação em breve.
???? Assinado em 17 de janeiro após mais de 25 anos de negociações, o acordo UE-Mercosul prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além do estabelecimento de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Para o Brasil, maior economia do bloco sul-americano, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores e gera impactos que vão além do agronegócio, alcançando também diversos segmentos da indústria brasileira.
Veja quais são os países envolvidos no Acordo UE-Mercosul.
Arte/g1
Acordo enfrenta resistências
Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.
Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.
Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.
Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.
Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.
O presidente da França, Emmanuel Macron, também criticou a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo comercial, classificando a medida como uma “má surpresa”.
Em janeiro deste ano, o Parlamento Europeu decidiu enviar o acordo entre a União Europeia e o Mercosul para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia.
A decisão pode atrasar a entrada em vigor do tratado de forma oficial por vários meses. A Corte vai verificar se o texto está de acordo com as regras do bloco europeu.
Se houver problemas, o acordo terá que ser revisado, o que pode gerar novos atrasos. Caso contrário, o texto segue para votação final no Parlamento. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 19:00:25 -0300</pubDate>
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<title>OpenAI decide encerrar aplicativo do gerador de vídeos Sora</title>
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<description><![CDATA[      Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT
A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, anunciou nesta terça-feira (24) que vai descontinuar o aplicativo do gerador de vídeos Sora. A informação foi revelada pelo Wall Street Journal e confirmada pelo g1.
As mudanças foram anunciadas internamente pelo CEO da OpenAI, Sam Altman, sob a alegação de que a empresa vai encerrar produtos que usam seus geradores de vídeo, disse a reportagem.
A OpenAI disse que decidiu descontinuar o Sora no aplicativo para consumidores e na API, que permite a terceiros integrarem o modelo aos seus próprios serviços.
Ainda de acordo com o Wall Street Journal, a empresa também deixará de oferecer a funcionalidade de vídeo no ChatGPT.
&quot;À medida que nosso foco e a demanda por capacidade computacional aumentam, a equipe de pesquisa do Sora continua dedicada à pesquisa em simulação de mundo para avançar a robótica que ajudará as pessoas a resolver tarefas físicas do mundo real&quot;, informou a OpenAI ao g1.
Vídeo criado com a inteligência artificial Sora mostra mamutes caminhando no gelo
Divulgação/OpenAI
A OpenAI tem concentrado esforços em agentes de IA, que executam tarefas automaticamente e são mais proativos do que os assistentes, mais dependentes da interação humana.
Os agentes de IA exigem ainda mais capacidade computacional e, por isso, a empresa precisa decidir como alocar seus recursos.
O Sora foi lançado em 2024 como um modelo de inteligência artificial capaz de criar vídeos realistas a partir de textos curtos.
Ele gera as gravações a partir de uma técnica conhecida como &quot;difusão&quot;, que cria imagens a partir de pontos aleatórios. 
No começo do processo, o vídeo tem uma aparência de ruído estático, o efeito de TVs antigas que estão sem sinal. E, aos poucos, o visual é transformado em algo que pode ser reconhecido por um ser humano.
A técnica é parecida com a usada por robôs que criam fotos a partir de descrições dos usuários. Um deles é o DALL-E, que também foi criado pela OpenAI e serviu de base para o desenvolvimento do Sora. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 19:00:25 -0300</pubDate>
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<title>OpenAI planeja encerrar gerador de vídeos Sora, diz jornal</title>
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<description><![CDATA[      Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT
A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, planeja descontinuar o aplicativo do gerador de vídeos Sora, revelou nesta terça-feira (24) o Wall Street Journal.
As mudanças foram anunciadas internamente pelo CEO da OpenAI, Sam Altman, sob a alegação de que a empresa vai encerrar produtos que usam seus geradores de vídeo, disse a reportagem.
Ainda de acordo com o jornal, a OpenAI descontinuará a versão do Sora para desenvolvedores e não oferecerá a funcionalidade de vídeo no ChatGPT.
A empresa tem direcionado esforços para ferramentas de produtividade voltadas para empresas e usuários individuais.
Vídeo criado com a inteligência artificial Sora mostra mamutes caminhando no gelo
Divulgação/OpenAI
O Sora foi lançado em 2024 como um modelo de inteligência artificial capaz de criar vídeos realistas a partir de textos curtos.
Ele gera as gravações a partir de uma técnica conhecida como &quot;difusão&quot;, que cria imagens a partir de pontos aleatórios. 
No começo do processo, o vídeo tem uma aparência de ruído estático, o efeito de TVs antigas que estão sem sinal. E, aos poucos, o visual é transformado em algo que pode ser reconhecido por um ser humano.
A técnica é parecida com a usada por robôs que criam fotos a partir de descrições dos usuários. Um deles é o DALL-E, que também foi criado pela OpenAI e serviu de base para o desenvolvimento do Sora. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:00:17 -0300</pubDate>
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<title>Governo anuncia bloqueio pequeno em gastos no Orçamento de 2026, mas sobe para R$ 60 bi projeção de rombo em suas contas</title>
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<description><![CDATA[      Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento anunciaram nesta terça-feira (24) o bloqueio pequeno de R$ 1,6 bilhão, no orçamento deste ano.
A informação consta no relatório de receitas e despesas primárias do primeiro bimestre. Essa foi a primeira avaliação sobre o orçamento deste ano.
O valor ficou bem abaixo do bloqueio estimado por analistas do mercado financeiro, que oscilava entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.
➡️A explicação é que, ao optar por um congelamento menor de gastos, o governo teve de revisar para cima sua projeção para o déficit primário em suas contas neste ano: que avançou de R$ 22,9 bilhões (quando o orçamento foi aprovado) para R$ 59,8 bilhões.
➡️Com isso, o déficit estimado para 2026 ficará próximo do limite fixado pelo arcabouço fiscal, com o abatimento de precatórios (veja mais abaixo nessa reportagem).
➡️Mas, ao mesmo tempo, o governo poderá executar mais despesas em um ano marcado por eleições presidenciais.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Bloqueio de despesas
A limitação de R$ 1,6 bilhão em despesas será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios. Essas despesas envolvem investimentos e custeio da máquina pública.
Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros.
???? Já os gastos obrigatórios, que não podem ser bloqueados, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros. 
O detalhamento de quais ministérios serão atingidos pelo bloqueio será divulgado até o fim deste mês.
Vista aérea da Esplanada dos Ministérios em Brasília (DF) em novembro de 2015
Ana Volpe/Agência Senado
Por que os gastos foram bloqueados
O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a nova regra para as contas públicas aprovada no ano passado. Pela norma:
o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação.
o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior.
o objetivo do arcabouço fiscal é evitar, no futuro, uma disparada da dívida pública e uma piora nos juros cobrados dos investidores na emissão de títulos públicos.
Para calcular a necessidade de bloqueio no orçamento, o governo fez uma nova estimativa das receitas e despesas que serão feitas até o fim deste ano.
Meta fiscal em 2026
Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,4 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
➡️Com isso, o déficit estimado de R$ 59,8 bilhões em 2026 está bem próximo do limite fixado pela regra fiscal (com abatimento de precatórios).
Histórico
O bloqueio de R$ 1,6 bilhão anunciado pela área econômica é menor do que o registrado em março do ano passado – no primeiro relatório de receitas e despesas do orçamento.
Naquele momento, foi anunciado um bloqueio de R$ 31,3 bilhões e aumento do IOF para tentar atingir a meta fiscal. Já em 2024, o primeiro do arcabouço fiscal, foi feito um contingenciamento de R$ 2,9 bilhões.
No ano anterior, 2023, ainda vigorava o chamado teto de gastos (aprovado por Temer) – pelo qual as despesas não podiam crescer acima da inflação do ano anterior. Mas foi concedido um espaço adicional de quase R$ 170 bilhões para despesas.
O teto de gastos teve início em 2017. Antes disso, os bloqueios no orçamento obedeciam à lógica das metas de superávit primário – propostas pelos governos e aprovadas pelo Congresso Nacional.
Para atingi-las, os governos tinham de bloquear gastos – com base nas previsões feitas no começo de cada ano para as receitas e para as despesas.
Em 2020, com a pandemia da Covid-19, foi aprovado um decreto de calamidade pública e gastos extraordinários, acima de R$ 700 bilhões, foram feitos. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo federal propõe nova subvenção a importadores de diesel; auxílio de R$ 1,20 por litro</title>
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<description><![CDATA[      O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o governo federal propôs uma nova subvenção aos importadores de diesel. 
Desta vez, a ajuda financeira ao setor seria de R$ 1,20 por litro de diesel importado, até o fim de maio. De acordo com Durigan, R$ 0,60 será coberto pelos estados e R$ 0,60 pela União. 
Secretário executivo da Fazenda, Dario Durigan.
Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
No formato discutido agora, os estados não precisariam dessa forma zerar o ICMS. 
A medida proposta difere um pouco da sugerida na semana passada, pela qual os estados zerariam o ICMS sobre o diesel. 
&quot;Em vez de falar em retirada de ICMS, nós vamos ambos, União e Estados, trabalhar na linha de subvenção aos importadores de diesel. Importadores de diesel vão ter uma espécie de controle junto à União na litragem importada, no valor do ICMS, de R$ 1,20 por litro, sendo que R$ 0,60 será pago pelos estados e R$ 0,60 pela União&quot;, disse o ministro Durigan.
Essa é mais uma iniciativa do governo para tentar conter a escalada do preço do diesel, em alta por conta da guerra no Oriente Médio.
Miriam Leitão: Importadores de diesel freiam compras externas
Segundo o ministro Dario Durigan, a proposta feita nesta terça-feira, se aceita, será uma medida adicional ao que já tinha sido anunciado pelo governo federal, a isenção do PIS/Cofins e da subvenção de R$ 0,32 por litro concedida pela União.
&quot;O que nós estamos discutindo agora, frente a uma situação, um cenário de ainda muita volatilidade e de algum risco, em especial para abastecimento, é dar um passo a mais. E esse passo a mais em conjunto, dividindo esforços [com os estados]&quot;, disse o ministro da Fazenda.
A expectativa é de que a resposta dos estados seja dada em reunião presencial do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) na próxima sexta-feira (27). ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:00:25 -0300</pubDate>
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<title>PL dos apps: governo propõe mínimo de R$ 10  por corrida e pagamento integral por rota agrupada</title>
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<description><![CDATA[      O Grupo de Trabalho formado pelo governo para discutir um projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos apresentou nesta terça-feira (24) um relatório em que sugere pagamento mínimo de R$ 10 por corrida, com R$ 2,50 por km adicional em viagens acima de 4 km, além do pagamento integral por entrega agrupada.
????As rotas agrupadas ocorrem quando um único entregador coleta e entrega múltiplos pedidos em uma única viagem. Essa estratégia é utilizada pelas plataformas para otimizar a logística e reduzir custos, mas é um dos principais pontos de atrito entre empresas e trabalhadores. O governo defende que os entregadores recebam o valor integral por cada item entregue. 
O grupo é composto por representantes de entregadores, de motoristas por aplicativo e de sete ministérios do governo Lula e discutiu o texto, que tramita na Câmara, como forma de oferecer alternativas à proposta,
“Eu diria para você que hoje é um dia histórico, porque pela primeira vez no Brasil os trabalhadores por aplicativo, motoristas de Uber, estão sendo enxergados e tirados da invisibilidade”, afirmou o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O parecer apresentado pelo grupo diz que o mínimo de R$ 10 por corrida atende a uma reivindicação da categoria e o adicional por quilômetro “aprimora a justiça remuneratória”.
“Essas mentiras que levam desinformação para a sociedade, que dizem que quando estamos defendendo ganho para os motoristas estamos defendo a taxa, essas mentiras servem às plataformas. Apesar do ambiente de fake news, envenenar o debate público, nosso governo vai permanecer firme ao lado dos trabalhadores”, afirmou Boulos.
Pontos de apoio e transparência
Grupo de Trabalho montado pelo governo apresenta sugestões ao PL sobre os apps de entregas
Luiz Felipe Barbiéri/g1
Durante a apresentação do relatório, Boulos anunciou a assinatura de duas portarias do governo relacionadas aos trabalhadores por aplicativo.
Uma delas prevê a instalação de cem pontos de apoio para os motoristas e entregadores por aplicativo, com banheiro, água, vestiário, área de descanso e conectividade com a internet. 
Uma outra portaria, segundo Boulos, vai dar mais “transparência” para o preço do delivery.
“Eles [plataformas] começaram a dizer que ia explodir o custo do delivery. Com essa portaria de transparência, eles vão colocar quanto o entregador vai ganhar, quanto eles [plataformas] estão ganhando e quanto é pro restaurante. Vamos começar a desmistificar a narrativa das grandes plataformas”, afirmou.
Relator não deve ceder
Quem são e quanto ganham os entregadores e motoristas de app no Brasil
Mart Production/Pexels
Pessoas próximas ao relator afirmam que ele vai manter o valor mínimo de R$ 8,50 para entregas por aplicativo, como está previsto hoje no texto, contrariando Boulos – e pode restringir o valor a apenas algumas modalidades.
A avaliação é a de que o governo sabe que não é possível subir o valor mínimo e que a demanda é apenas do ministro da Secretaria Geral da Presidência, que pretende apresentar o aumento como um trunfo eleitoral.
As plataformas, por sua vez, criticam o tabelamento por acreditarem que isso inviabiliza o modelo de negócios. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:00:24 -0300</pubDate>
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<title>Trump diz que Irã deu &amp;apos;grande presente&amp;apos; aos EUA no setor de petróleo e gás</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante a posse de Markwayne Mullin como secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), na Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 24 de março de 2026.
Evan Vucci/Reuters
O presidente Donald Trump afirmou nesta terça-feira (24) que o Irã fez uma grande concessão no setor de energia aos Estados Unidos e classificou o gesto como positivo, sem dar detalhes.
Trump sugeriu que o “presente” envolve o Estreito de Ormuz, principal rota do petróleo, que os EUA têm dificuldade em manter aberto. Nas últimas semanas, o fluxo de navios despencou na região, impulsionando os preços da commodity.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a US$ 120 — o maior nível desde 2022. Depois, recuou, mas segue acima de US$ 100, em nível bastante elevado.
“Eles nos deram um presente e o presente chegou hoje. Foi um presente muito grande, que vale uma quantidade enorme de dinheiro”, disse Trump a repórteres no Salão Oval. “Não foi nuclear, foi relacionado a petróleo e gás, e foi algo muito bom que eles fizeram.”
Veja os vídeos em alta no g1:
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Trump reiterou que acredita que os EUA já venceram a guerra e disse que o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ficou desapontado com a rapidez das ações militares. “Pete não queria que fosse resolvido”, afirmou, sem dar detalhes.
Na semana passada, Hegseth disse não haver um “prazo definido” para o fim da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã, iniciada após ofensivas conjuntas.
Trump acrescentou que os EUA estão em contato com “as pessoas certas” no Irã para tentar encerrar as hostilidades. Disse ainda que os iranianos demonstram forte interesse em um acordo.
“Estamos em negociações neste momento”, afirmou. O republicano não deu detalhes nem sobre possíveis conversas nesta semana com enviados americanos como Steve Witkoff e Jared Kushner.
Segundo ele, Witkoff e Kushner, assim como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, participam das negociações. Enquanto isso, o Paquistão afirmou estar disposto a sediar negociações entre EUA e Irã.
Agências de notícias estatais do Irã negam, com base em fontes do governo, que haja diálogo em curso entre Washington e Teerã. A negativa veio após Trump anunciar uma trégua de cinco dias nos ataques à infraestrutura energética do Irã, citando “conversas muito boas” com lideranças do país.
* Com informações da agência de notícias Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:00:24 -0300</pubDate>
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<title>Governo anuncia bloqueio pequeno em gastos no Orçamento de 2026, mas projeta rombo de R$ 60 bilhões em suas contas</title>
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<description><![CDATA[ Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento anunciaram nesta terça-feira (24) o bloqueio pequeno de R$ 1,6 bilhão, no orçamento deste ano.
A informação consta no relatório de receitas e despesas primárias do primeiro bimestre. Essa foi a primeira avaliação sobre o orçamento deste ano.
O valor ficou bem abaixo do bloqueio estimado por analistas do mercado financeiro, que oscilava entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões.
➡️A explicação é que o governo revisou sua projeção para o déficit primário em suas contas neste ano, que avançou de R$ 22,9 bilhões (quando o orçamento foi aprovado) para R$ 59,8 bilhões.
➡️Com isso, o déficit estimado para 2026 ficará próximo do limite fixado pelo arcabouço fiscal, com o abatimento de precatórios (veja mais abaixo nessa reportagem).
A limitação será feita nos gastos livres dos ministérios, ou seja, aqueles que não são obrigatórios. Essas despesas envolvem investimentos e custeio da máquina pública.
Entre os gastos livres, estão: despesas administrativas, investimentos, verbas para universidades federais, agências reguladoras, defesa agropecuária, bolsas do CNPq e da Capes, emissão de passaportes e fiscalização ambiental e do trabalho escravo, entre outros.
???? Já os gastos obrigatórios, que não podem ser bloqueados, envolvem, por exemplo, despesas com benefícios previdenciários, pensões, salário dos servidores públicos, abono e seguro-desemprego, entre outros. 
Analistas consultados pelo g1 já haviam apontado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentará restrições para investimentos e gastos livres dos ministérios em 2026 — ano de Eleições. 
O detalhamento de quais ministérios serão atingidos pelo bloqueio será divulgado até o fim deste mês.
Por que os gastos foram bloqueados
O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a nova regra para as contas públicas aprovada no ano passado. Pela norma:
o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação.
o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior.
o objetivo do arcabouço fiscal é evitar, no futuro, uma disparada da dívida pública e uma piora nos juros cobrados dos investidores na emissão de títulos públicos.
Para calcular a necessidade de bloqueio no orçamento, o governo fez uma nova estimativa das receitas e despesas que serão feitas até o fim deste ano.
Meta fiscal em 2026
Além do limite para gastos da regra fiscal, o governo também tem de atingir a meta para as suas contas aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,4 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
➡️Com isso, o governo pode ter um rombo de até este valor neste ano (R$ 63,4 bilhões) sem que a meta seja formalmente descumprida.
Histórico
O bloqueio de R$ 1,6 bilhão anunciado pela área econômica é menor do que o registrado em março do ano passado – no primeiro relatório de receitas e despesas do orçamento.
Naquele momento, foi anunciado um bloqueio de R$ 31,3 bilhões e aumento do IOF para tentar atingir a meta fiscal. Já em 2024, o primeiro do arcabouço fiscal, foi feito um contingenciamento de R$ 2,9 bilhões.
No ano anterior, 2023, ainda vigorava o chamado teto de gastos (aprovado por Temer) – pelo qual as despesas não podiam crescer acima da inflação do ano anterior. Mas foi concedido um espaço adicional de quase R$ 170 bilhões para despesas.
O teto de gastos teve início em 2017. Antes disso, os bloqueios no orçamento obedeciam à lógica das metas de superávit primário – propostas pelos governos e aprovadas pelo Congresso Nacional.
Para atingi-las, os governos tinham de bloquear gastos – com base nas previsões feitas no começo de cada ano para as receitas e para as despesas.
Em 2020, com a pandemia da Covid-19, foi aprovado um decreto de calamidade pública e gastos extraordinários, acima de R$ 700 bilhões, foram feitos. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>TCU suspende processo sobre atuação do BC no caso Master e avalia retirar sigilo do processo</title>
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<description><![CDATA[      O ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), suspendeu nesta terça-feira (24) o processo de análise da atuação do Banco Central (BC) no processo de decretação de liquidação extrajudicial do Banco Master até a conclusão de outras investigações em curso relacionados ao caso.
“Entendo que a apreciação imediata do relatório de inspeção e do mérito da representação, neste momento processual, não se afigura a medida mais adequada, sob pena de o julgamento ocorrer com grau de completude inferior ao desejável, quando há perspectiva concreta de superveniência de elementos oficiais aptos a qualificar o juízo definitivo”, afirmou o ministro, em despacho nesta terça.
Antes de elaborar seu relatório final, que será submetido ao plenário da Corte, o ministro solicitou acesso a informações de diferentes frentes de apuração. 
Entre essas informações estão a sindicância instaurada no Banco Central, o processo administrativo conduzido pela Controladoria-Geral da União (CGU) e a investigações em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No despacho, o ministro também determina que a secretária-geral de controle externo do TCU instaure procedimento preparatório de reavaliação do grau de sigilo dos autos. 
Para isso, os técnicos deverão pedir que o Banco Central sinalize quais documentos devem permanecer em sigilo por conter informações sensíveis. 
Como mostrou o g1, o parecer final da área técnica do TCU apontou que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master. 
No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada&quot;. 
A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação.
Jhonatan de Jesus, ministro do TCU, restringe acesso do Banco Central ao processo do Master
Jornal Nacional/ Reprodução
Relembre o caso
Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação &quot;precipitada&quot; do Banco Master pela autoridade monetária.
Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.
No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.
No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.
Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.
Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.
No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.
O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.
O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.
O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.
O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>É #FAKE foto de posto com litro de gasolina comum a R$ 12,85 e diesel a R$ 15,89; trata&#45;se de montagem</title>
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<description><![CDATA[      É #FAKE foto de posto com litro de gasolina comum a R$ 12,85 e diesel a 15,89; trata-se de montagem
Reprodução
Circula nas redes socias uma foto que supostamente mostraria preços exorbitantes de combustíveis em um posto de gasolina de São Félix do Xingu, no Pará, após a guerra no Irã. É #FAKE. 

g1
???? Como são os posts?
Publicados desde 12 de março no X, Facebook e Instagram, eles exibem uma foto de uma placa de preços em um posto de gasolina, na qual se lê &quot;Petro Posto Xingu VI&quot;. Ao lado esquerdo, ao fundo, há um homem de boné apoiado em uma caminhonete.
Uma das versões leva uma tarja com este texto: &quot;Guerra no Oriente Médio pressiona preço dos combustíveis no Brasil. Imagem de São Félix do Xingu&quot;. Já outros posts usam a mesma foto, mas sem a faixa de texto. Uma das legendas diz: &quot;Tava ruim, parece que piorou ????&quot;. Os valores exibidos são estes:
Gasolina: R$ 12,85
Gasolina aditivada: R$ 13,10
Diesel S500: R$ 15,25
Diesel S10: R$ 15,89
Etanol: R$ 10,99
⚠️ Por que o post é mentiroso?
Os números exibidos nos posts estão incorretos. Ao Fato ou Fake, o gerente Edivaldo Saraiva desmentiu as alegações e apontou que uma foto real do posto foi editada para que os preços ficassem maiores: &quot;Alguém passou, tirou uma foto da nossa placa de preço. A pessoa adulterou, fez essa montagem&quot;. 
Ele também comentou que o homem que aparece na imagem é um dos clientes do estabelecimento. Além disso, a unidade mencionada nos posts não fica em São Félix do Xingu, mas na cidade de Tucumã, também no Pará.
A rede de postos também se pronunciou em 12 de março no Instagram para esclarecer as publicações:
&quot;Esclarecemos que se trata de uma montagem, que não correspondem aos preços reais praticados em nossas unidades. Infelizmente esse tipo de ato pode gerar desinformação e prejudicar a imagem de quem trabalha seriamente todos os dias&quot;, diz o responsável pelas mídias do posto.
Segundo Edivaldo, apesar de os preços serem falsos, os combustíveis sofreram um aumento gradual desde o início da guerra. &quot;As distribuidoras estão passando muito reajuste para a gente&quot;, explicou. 
Ao Fato ou Fake, ele enviou uma foto da placa com os valores de 20 de fevereiro, oito dias antes do início da guerra, e desta segunda-feira (23). Veja a comparação:
Foto dos preços em 20 de fevereiro (à esquerda) e a placa com os valores em 23 de março (à direita).
Reprodução
A escalada da guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz levaram ao aumento do preço dos combustíveis no Brasil. Entre 8 e 14 de março, o preço médio do litro do diesel nos postos do país subiu mais de 11%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.
Veja o preço médio de diesel, gasolina e etanol nos postos do Brasil, segundo levantamento da ANP de sexta-feira (20):
▶️Diesel: o maior valor foi de R$ 8,99, registrado em Brumado (BA). Já o menor preço foi encontrado em João Pessoa (PA), a R$ 5,79.
▶️ Gasolina: teve preço médio de R$ 6,65 por litro, alta de 2,94% na última semana. O valor mais alto foi de R$ 9,39, registrado em Guarujá (SP). Já o menor preço foi encontrado em São Paulo (SP), onde a agência identificou o litro a R$ 5,49.
▶️ Etanol: teve preço médio de R$ 4,70 por litro, alta de 1,29%. O maior valor foi de R$ 6,99, registrado em Santa Maria (RS). Já o menor preço foi encontrado em Lins (SP), a R$ 3,86.preço médio subiu mais 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26
O Fato ou Fake submeteu a imagem sem tarja ao SynthID. Essa plataforma do Google verifica conteúdos criados com a ferramenta de IA da própria companhia. A tecnologia insere uma marca d&#039;água para identificar esse tipo de material. Embora imperceptível para humanos, o &quot;selo&quot; é detectável pelo sistema.
A ferramenta apontou que o conteúdo &quot;não foi feito com a IA do Google&quot;. Depois, o Fato ou Fake repetiu o processo, mas dessa vez usando um recorte da versão com tarja, mantendo apenas a imagem do posto com a placa de preços. Nesse caso, a análise foi esta: &quot;SynthID detectado em todo ou em parte do conteúdo carregado. Confiança do SynthID: Alta&quot; (veja abaixo).
Por fim, o Fato ou Fake pediu que o Google Gemini analisasse se existe alguma manipulação por inteligência artificial na imagem. O resultado apontou: &quot;Se observar bem os números, eles parecem ter uma nitidez diferente do resto da placa, o que é um sinal comum de edição de imagem (Photoshop ou aplicações semelhantes) para alterar os valores originais&quot;.
Resultado da análise do SynthID.
Reprodução
SynthID detectou nos pontos azuis a presença da marca d&#039;água de IAs do Google.
Reprodução
Uma trégua entre Estados Unidos e Irã?
É #FAKE foto de posto com litro de gasolina comum a R$ 12,85 e diesel a 15,89; trata-se de montagem
Reprodução
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VÍDEOS: Fato ou Fake explica
. .. É #FAK ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo federal propõe aos estados subsídio na importação de diesel em R$ 1,20 por litro, dividindo custos</title>
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<description><![CDATA[ O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que o governo federal propôs aos estados um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel, até o fim de maio, na importação do oleo diesel.
A medida proposta difere um pouco do sugerido na semana passada, pela qual os estados zerariam o ICMS sobre o diesel. 
No formato discutido agora, eles não precisariam zerar o tributo, e receberiam o valor por eventuais perdas com essa subvenção proposta pela União. Ou seja, é uma proposição semelhante, operacionalizada de forma diferente.
&quot;Em vez de falar em retirada de ICMS, nós vamos ambos, União e Estados, trabalhar na linha de subvenção aos importadores de diesel. Importadores de diesel vão ter uma espécie de controle junto à União na litragem importada, no valor do ICMS, de R$ 1,20 por litro, sendo que R$ 0,60 será pago pelos estados e R$ 0,60 pela União&quot;, disse o ministro Durigan.
O impacto da medida, segundo ele, será de R$ 3 bilhões no período de dois meses, dos quais R$ 1,5 bilhão ficaria a cargo da União e, o restante, por conta dos estados.
Essa é mais uma iniciativa do governo para tentar conter a escalada do preço do diesel, resultado da eclosão da guerra no Oriente Médio.
Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal não cobrará impostos sobre esse combustível.
Também foi anunciado o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; uma subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.
Segundo o ministro Dario Durigan, a proposta feita nesta terça-feira, se aceita, será uma medida adicional em relação ao que foi anunciado pelo governo federal até então, ou seja, além da isenção do PIS/Cofins e da subvenção de R$ 0,32 por litro concedida pela União.
&quot;O que nós estamos discutindo agora, frente a uma situação, um cenário de ainda muita volatilidade e de algum risco, em especial para abastecimento, é dar um passo a mais. E esse passo a mais em conjunto, dividindo esforços [com os estados]&quot;, disse o ministro da Fazenda.
A expectativa é de que a resposta dos estados seja dada em reunião presencial do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) na próxima sexta-feira (27). ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:00:16 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen faz recall de quase 100 mil carros elétricos por risco de incêndio</title>
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<description><![CDATA[      Volkswagen iD Buzz faz parte do serviço de assinatura da marca no Brasil
Divulgação / Volkswagen
A Volkswagen anunciou o recall de quase 100 mil veículos elétricos, dos quais cerca de 28 mil estão na Alemanha, por problemas relacionados aos módulos de bateria. 
A informação é que os módulos de alta tensão fora das especificações podem causar redução da autonomia e, em casos mais graves, risco de incêndio.
Ainda não está claro se o recall atinge os modelos da linha ID vendidos no Brasil, que ainda têm presença limitada no país. O g1 procurou a Volkswagen, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. O recall afeta cerca de 75 mil veículos da linha ID.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Como solução, a montadora informou que fará uma atualização de software, além de inspecionar as baterias. Se necessário, módulos individuais serão substituídos.
*Com informações da agência de notícias Reuters
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tribunal nos EUA delibera se Meta colocou menores de idade em perigo</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da Meta Platforms, durante uma conferência na Índia, em 2023
REUTERS/Francis Mascarenhas
Um júri do Novo México, sudoeste dos Estados Unidos, iniciou nesta terça-feira (24) seu primeiro dia de deliberações em um julgamento no qual a empresa Meta é acusada de colocar crianças em perigo ao torná-las vulneráveis a predadores sexuais nas redes sociais.
O estado do Novo México reivindica bilhões de dólares à Meta, em um de dois principais casos nos Estados Unidos contra a gigante tecnológica que estão atualmente nas mãos de um júri.
O outro julgamento ocorre na Califórnia, onde é avaliado se a Meta e o Youtube devem ser considerados responsáveis por causar deliberadamente dependência em crianças. 
Este caso, em particular, é visto como um teste importante para o futuro de centenas de outras ações semelhantes em andamento nos EUA.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O júri do Novo México iniciou seus trabalhos após os argumentos finais e um julgamento de seis semanas que incluiu o depoimento de 40 testemunhas, entre elas funcionários que se tornaram denunciantes e centenas de documentos, relatórios e e-mails.
O procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, apresentou, em 2023, uma ação judicial contra a Meta – empresa-matriz do Facebook, Instagram e WhatsApp – e seu CEO, Mark Zuckerberg.
Torrez alega que a empresa não protegeu as crianças do abuso sexual e do tráfico de pessoas.
Durante sua argumentação na segunda-feira (23), a promotora Linda Singer acusou a Meta de ter comunicado de forma enganosa sobre suas medidas de proteção de menores.
&quot;A Meta não revelou a probabilidade de que o algoritmo colocasse predadores em contato com adolescentes, de que recomendasse conteúdos tão sensacionalistas e prejudiciais&quot;, disse Singer, segundo o Albuquerque Journal.
Um porta-voz da Meta afirmou que o caso do Estado era &quot;sensacionalista&quot; e tinha base em documentos &quot;selecionados a dedo&quot;. &quot;O Estado não conseguiu provar seu caso&quot;, disse.
O Estado solicita a sanção civil máxima de US$ 5 mil (cerca de R$ 26,3 mil) para cada um dos aproximadamente 221 mil adolescentes do Novo México que, segundo afirma, usam Facebook e Instagram. A Meta contesta este valor.
Uma segunda fase do processo no Novo México está prevista para maio, quando um juiz irá ouvir a alegação do Estado de que a Meta criou um incômodo público e deve financiar programas para lidar com os supostos danos às crianças.
Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil? ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imóveis de até R$ 600 mil, até R$ 13 mil de renda: o que muda com novo teto do Minha Casa, Minha Vida</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/imoveis-de-ate-r-600-mil-ate-r-13-mil-de-renda-o-que-muda-com-novo-teto-do-minha-casa-minha-vida</link>
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<description><![CDATA[      O Conselho do FGTS aprovou mudanças que aumentam o limite de renda das famílias e elevam o valor dos imóveis financiados no programa Minha casa, Minha Vida. As novas regras ainda dependem de publicação no Diário Oficial da União.
Veja abaixo quais foram as principais mudanças.
???? Novos limites de renda por faixa
As faixas do programa foram ampliadas, permitindo que mais famílias participem:
Faixa 1: de R$ 2.850 para até R$ 3.200
Faixa 2: de R$ 4.700 para até R$ 5.000
Faixa 3: de R$ 8.600 para até R$ 9.600
Faixa 4: de R$ 12.000 para até R$ 13.000
Na prática: mais famílias passam a se enquadrar no programa.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
???? Novos valores máximos dos imóveis
Também houve aumento no teto dos imóveis financiados nas faixas mais altas:
Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil
Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil
Na prática: a medida amplia o tipo ou tamanho de imóvel que pode ser financiado.
Outros benefícios
O MCMV oferece subsídios e juros que variam de 4% e 10% ao ano, que varia conforme a renda familiar mensal bruta e o ano orçamentário da contratação.​
Ao oferecer taxas mais baixas do que as praticadas pelo mercado, o programa habitacional se tornou uma importante alternativa em meio ao encarecimento do crédito, conforme já mostrou o g1.
Hoje, o financiamento imobiliário tradicional está em torno de 12%. O custo é puxado pela Selic, a taxa básica de juros do país, atualmente em 14,75% ao ano.
???? Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.
Além das mudanças no programa habitacional, o colegiado também aprovou a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte).
Prefeitura anuncia inscrições para o Minha Casa, Minha Vida
Divulgação/PMBV ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen faz recall de quase 100 mil carros elétricos por problema com bateria</title>
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<description><![CDATA[      Fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP)
divulgação/Volkswagen
A Volkswagen anunciou recall de quase 100 mil veículos elétricos, dos quais cerca de 28 mil estão na Alemanha, citando problemas relacionados aos módulos de bateria, de acordo com a autoridade alemã de veículos motorizados KBA.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O recall afeta quase 75 mil veículos da série ID., bem como quase 20 mil Cupra Borns que saíram de linha entre fevereiro de 2022 e agosto de 2024.
De acordo com os avisos emitidos no início deste mês, os módulos da bateria de alta tensão que não atendem às especificações podem resultar em redução da autonomia e risco de incêndio.
Uma atualização de software será executada nos veículos, a bateria será inspecionada e, se necessário, os módulos individuais dela serão substituídos, segundo os avisos da montadora.
Ainda não está claro se o recall atinge os modelos da linha ID vendidos no Brasil, que ainda têm presença limitada no país. O g1 procurou a Volkswagen, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Maior fornecedor de fertilizantes do Brasil, Rússia interrompe exportações de nitrato de amônio por um mês</title>
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<description><![CDATA[      Guerra no Oriente Médio impacta preço dos fertilizantes
A Rússia, que controla até 40% do comércio global de nitrato de amônio, disse nesta terça-feira (24) que vai interromper as exportações do fertilizante por um mês, até 21 de abril, para garantir estoque suficiente durante a temporada de plantio da primavera, segundo a Reuters.
O país é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil. Em 2025, a Rússia foi responsável por 25,9% dos adubos químicos comprado pelo Brasil, segundo dados do Ministério do Comércio Exterior.
A Rússia não tem capacidade para aumentar a produção este ano em meio a uma crise de abastecimento global causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam 24% do comércio global de amônia, um ingrediente do nitrato de amônio.
O Ministério da Agricultura russo informou que suspendeu todas as licenças emitidas para exportação de nitrato de amônio e não emitirá novas licenças, com exceção daquelas referentes a contratos governamentais. A Rússia produz um quarto do nitrato de amônio do mundo.
&quot;No contexto da crescente demanda de exportação de fertilizantes nitrogenados, a suspensão de seu fornecimento ao exterior permitirá que as necessidades do mercado interno sejam priorizadas durante a temporada de trabalho de campo da primavera&quot;, disse o ministério.
Por que o Brasil depende da Rússia para comprar fertilizantes?
Por que paralisar as exportações
O nitrato de amônio é amplamente utilizado na agricultura no início da temporada de plantio. A Rússia tem limites de exportação em vigor desde 2021, enquanto os produtores foram solicitados pelo governo a priorizar o fornecimento ao mercado interno em vez das exportações.
A Rússia exporta nitrato de amônio para o Brasil, Índia, Peru, Mongólia, Marrocos e Moçambique. Também exportou uma pequena quantidade de nitrato de amônio para os EUA em 2024.
Em fevereiro, drones ucranianos atingiram a fábrica de Dorogobuzh, no oeste da Rússia, o principal ativo de produção da Acron, que produz cerca de 11% do nitrato de amônio da Rússia. Não se espera que a fábrica esteja totalmente operacional antes de maio.
O nitrato de amônio também é usado na produção de explosivos.
China restringe exportações de fertilizantes; país é um dos principais fornecedores do Brasil
Por que o Brasil precisa comprar fertilizantes fora?
No mercado de fertilizantes, existem três insumos que são os mais relevantes, que formam o NPK, aponta Cicero Lima, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV AGRO). São eles:
o nitrogênio (N), que o Brasil importa 95%;
o fosfato (P), o qual 75% é comprado no exterior;
e o potássio (K), com 91% vindo de fora do país.
 O consultor Carlos Cogo aponta os principais motivos que explicam essa dependência. Veja abaixo.
➡️Faltam matérias-primas: no país, não há muitas reservas de componentes que são fundamentais para a produção dos fertilizantes, principalmente nitrogênio e potássio.
O potássio, por exemplo, está concentrado em países como Canadá, Rússia e Bielorrússia, que dominam o mercado mundial.
Já a indústria nacional de nitrogenados é pequena, porque a produção exige gás natural barato. Assim, perde competitividade frente a países como EUA, Rússia e Catar.
No caso do fosfato, as reservas têm qualidade inferior e são mais caras de explorar.
➡️Demanda grande: a produção nacional não consegue atender tudo o que a agricultura brasileira consome de fertilizante.
Apesar de ser grande produtor de alimentos, o Brasil tem solo pobre em nutrientes. Por isso, precisa de adubação frequente para manter a produtividade. Saiba mais abaixo.
Essa procura por fertilizante vem, principalmente, de produtos como a soja, milho, café e cana-de-açúcar.
➡️ Altos custos: importar sai mais barato, porque a logística no Brasil é cara e a infraestrutura é limitada, aponta Cogo.
O Brasil tem um Plano Nacional de Fertilizantes, criado em 2022. A meta é produzir entre 45% e 50% do insumo que o país consome até 2050.
Para isso, o governo pretende gastar mais de R$ 25 bilhões até 2030, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária.
Leia também:
Devolução de navios pressiona Brasil a negociar padrão da soja com a China; entenda
‘Situação precária’: caminhoneiros sem água e banheiro por dias em porto no Pará revelam falhas no transporte de safras
Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera em alta com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar operava em alta nesta terça-feira (24), subindo 0,43% e sendo negociado a R$ 5,2623 por volta das 12h. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha uma leve alta de 0,03%, a 181.982 pontos. 
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▶️ O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira, em meio a incertezas sobre o avanço das negociações entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
???? Após fechar em queda de 11,12%, cotado a US$ 99,72 na véspera, o barril de petróleo Brent operava em alta de 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49.
▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump disse que o Irã quer fechar acordo e pode conversar por telefone. A imprensa citou negociações envolvendo Steve Witkoff, Jared Kushner e Mohammad-Bagher Ghalibaf, mas Ghalibaf negou e chamou as notícias de “fake news” para influenciar o petróleo.
▶️ Nesta terça, Israel e Irã voltaram a trocar ataques um dia após Trump mencionar possíveis negociações. Um ataque aéreo iraniano nesta madrugada deixou feridos em Tel Aviv, enquanto Israel afirmou que pode criar uma “zona de segurança” no sul do Líbano.
▶️ O Banco Central do Brasil divulgou nesta manhã a ata do Comitê de Política Monetária, após a reunião que reduziu a Selic de 15% para 14,75% — o primeiro corte em quase dois anos. No documento, a autoridade monetária afirma que a guerra no Oriente Médio pressiona a inflação no país, com a alta do petróleo, e indica que os juros devem seguir em patamar restritivo.
▶️Na agenda econômica, o mercado acompanha os PMIs (índices que medem a atividade da indústria e serviços) nos EUA, além de dados de emprego, produtividade e custo do trabalho.
▶️No Brasil, a Receita Federal divulga às 10h a arrecadação de fevereiro, e os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento publicam às 17h o relatório bimestral de receitas e despesas.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
Petróleo volta a subir
O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), após a forte queda da véspera, em meio a novas incertezas sobre as negociações entre EUA e Irã e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.
Apesar de declarações do presidente Donald Trump indicando possível avanço nas negociações, o Irã negou qualquer diálogo, e autoridades israelenses avaliam que um acordo é improvável no curto prazo.
Com o conflito em andamento e o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — ainda sob risco, investidores voltaram a precificar possíveis restrições na oferta.
Analistas apontam que a situação segue frágil e que os preços de energia podem continuar elevados, mesmo em caso de uma trégua no conflito, mantendo a cautela nos mercados globais.
Ata do Copom
O Banco Central do Brasil avaliou que a guerra no Oriente Médio piorou o cenário da inflação no Brasil, principalmente por causa da alta do petróleo e do possível repasse aos combustíveis. 
Por isso, indicou que a política de juros deve continuar em nível restritivo por mais tempo.
A análise está na ata do Comitê de Política Monetária, que na semana passada — o primeiro corte em quase dois anos. 
Apesar disso, o BC evitou dar sinais claros sobre os próximos passos e destacou que o ritmo de queda dos juros pode ser mais lento diante do aumento das incertezas.
Segundo a autoridade monetária, as expectativas de inflação voltaram a subir com o conflito, permanecendo acima da meta, o que exige cautela. O BC também ressaltou que o cenário externo está mais volátil e que países emergentes, como o Brasil, precisam agir com prudência.
Além disso, o banco destacou que a economia brasileira dá sinais de desaceleração, embora o mercado de trabalho ainda esteja forte, e reforçou que seguirá avaliando novos dados antes de decidir os próximos movimentos na taxa de juros.
Mercados globais
Em Wall Street, as bolsas operam sem direção e com volatilidade diante das incertezas sobre a guerra no Oriente Médio e a possibilidade de acordo envolvendo os EUA.
Os futuros do S&amp;P 500 e Nasdaq 100 caíam 0,2%, perto da estabilidade. Já Dow Jones recuava 0,71%. 
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, após Donald Trump adiar a ameaça de ataque ao Irã, o que trouxe um alívio momentâneo aos mercados. Ainda assim, o clima segue cauteloso, já que Teerã negou qualquer negociação.
Depois das fortes quedas do dia anterior, os índices recuperaram parte das perdas. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,79%. Em Xangai, o SSEC avançou 1,78%, enquanto o CSI300 ganhou 1,28%.
No Japão, o Nikkei teve alta de 1,4%, e, na Coreia do Sul, o Kospi subiu 2,74%. Em outros mercados, o índice de Taiwan caiu 0,34%, enquanto Cingapu ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo</title>
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<description><![CDATA[      Como investidores apostaram milhões antes de postagem de Trump sobre Irã que derrubou preço do petróleo
Getty Images via BBC
Operadores de mercado negociaram milhões de dólares em contratos relacionados a petróleo poucos minutos antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar na segunda-feira que os EUA iriam adiar possíveis ataques à infraestrutura de energia do Irã.
Dados de mercado analisados pela BBC revelaram um grande volume de negociações cerca de 15 minutos antes da postagem de Trump na rede Truth Social com a qual ele fez o anúncio.
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Assim que Trump publicou a mensagem, o preço do petróleo desabou 14% em questão de minutos. Apostas na mudança brusca do preço naquele momento permitiram aos investidores ganhar milhões de dólares.
Alguns analistas de mercado dizem que a atividade pouco comum no mercado abre a possibilidade de que alguns fizeram apostas com conhecimento de que a medida seria anunciada.
Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
A BBC entrou em contato com a Casa Branca pedindo um comentário. Um porta-voz disse ao jornal britânico Financial Times que &quot;não tolera qualquer autoridade do governo lucrando de forma ilegal com informação privilegiada&quot;.
Mercados financeiros internacionais vêm sofrendo fortes oscilações com o conflito no Oriente Médio, com preços disparando à medida que os custos de produção e transporte subiram. Mas houve vários episódios em que a possibilidade de um fim da guerra provocou queda nos preços de petróleo, e disparada em bolsas de valores.
No sábado (21/3), Trump ameaçou &quot;aniquilar&quot; as usinas de energia do Irã se o país não abrisse em 48 horas o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo e gás do mundo. Os mercados asiáticos tiveram forte queda na segunda-feira na abertura, repercutindo a notícia. O preço do petróleo começou a subir.
No entanto, na segunda-feira, às 8h04 (horário de Brasília), antes da abertura dos mercados americanos, Trump publicou na Truth Social que Washington havia tido &quot;conversas muito boas e produtivas&quot; com Teerã sobre uma &quot;resolução completa e total&quot; das hostilidades.
Imediatamente, as bolsas começaram a subir e o preço do petróleo passou a cair, atingindo US$ 84 por barril.
Alguns analistas têm se debruçado sobre o que aconteceu nos mercados nos minutos anteriores à postagem do presidente.
Às 7h49, quinze minutos antes da publicação de Trump, investidores fizeram 733 apostas em contratos de petróleo WTI na bolsa New York Mercantile Exchange (Nymex). Um minuto depois, esse número saltou para 2.007, em valores equivalentes a US$ 170 milhões.
O mesmo padrão foi visto em investidores comprando contratos de Brent, que é o preço de referência do mercado. Em minutos, o número de contratos saltou de 20 para 1,6 mil, o equivalente a US$ 150 milhões.
Dados de outras segundas-feiras mostram que é pouco comum haver tantos contratos negociados nesse horário.
Negociações atípicas
&quot;Isso parece incomum, com certeza&quot;, disse Mukesh Sahdev, principal analista de petróleo da XAnalysts.
&quot;Naquele momento, não havia sinais de que nenhuma conversa séria estaria acontecendo entre EUA e Irã. Então apostar tanto dinheiro que o petróleo cairia é algo que desperta perguntas.&quot;
Alguns passaram a questionar se alguns investidores tinham conhecimento antecipado sobre o anúncio de Trump.
&quot;Um pouco antes da postagem na mídia social, muitas pessoas compraram contratos que os permitiriam lucrar com a queda do preço do petróleo&quot;, disse Rachel Winter, parceira da empresa de gestão de patrimônio Killik &amp; Co. &quot;Então está havendo alguma especulação sobre informação privilegiada. Não sabemos se isso é verdade, mas esperamos que haja alguma investigação sobre isso.&quot;
No final do dia na segunda-feira, o governo do Irã negou qualquer negociação, dizendo se tratar de &quot;fake news&quot; (notícias falsas), o que fez os mercados asiáticos subirem novamente nesta terça-feira.
Em uma postagem no X, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, disse se tratar de &quot;fake news usada para manipular mercados financeiros e de petróleo e escapar do atoleiro no qual os EUA e Israel estão presos&quot;.
A BBC entrou em contato com o regulador financeiro dos EUA — a Commodity Futures Trading Comission — e também com a Financial Conduct Authority, do Reino Unido e aguarda resposta.
Esta não é a primeira vez que a política externa americana esteve ligada a apostas este ano.
Em janeiro, houve um salto de apostas no Polymarket, uma plataforma do mercado de previsões, em que várias pessoas apostaram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, seria derrubado antes do fim do mês. Ele acabou preso por Forças americanas nas horas seguintes. Um apostador ganhou US$ 436 mil com uma aposta de US$ 32 mil.
LEIA MAIS EM:
EUA dizem que situação de negociação com Irã é &#039;fluida&#039; e preço do petróleo volta a subir
Petróleo despenca e fica abaixo de US$ 100, após Trump pausar ataques ao Irã; bolsas ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Arrecadação federal soma R$ 222 bilhões em fevereiro, com alta de 5,7% e bate recorde para o mês</title>
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<description><![CDATA[      A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 222,1 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta terça-feira (24) a Receita Federal.
O resultado representa um aumento real de 5,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 210,2 bilhões (valor corrigido pela inflação).
O valor também foi o maior já registrada para meses de fevereiro desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.
▶️Segundo a Receita Federal, o recorde pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento da arrecadação da contribuição previdenciária e pelos desempenhos das arrecadações do PIS/Cofins, do IRRF-Capital e do IOF (tributo que teve aumento no ano passado).
▶️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, e com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Relembre alguns aumentos de impostos:
alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das &quot;offshores&quot; (exterior);
mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;
aumento de impostos sobre combustíveis feito em 2023 e mantido desde então;
imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);
reoneração gradual da folha de pagamentos;
fim de benefícios para o setor de eventos (Perse);
início da taxação das bets;
aumento do IOF sobre crédito e câmbio;
alta na tributação dos juros sobre capital próprio.
Primeiro bimestre
Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 547,9 bilhões — sem a correção pela inflação.
Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 550,2 bilhões no primeiro bimestre, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 4,41% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 526,9 bilhões.
O montante também é o recorde histórico para a arrecadação federal no período.
Notas, moeda, Real, dinheiro, notas de dinheiro
Reprodução/Pixabay
Meta fiscal em 2026
Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Arrecadação do imposto de importação tem queda no 1º mês de aumento do tributo, diz Receita Federal</title>
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<description><![CDATA[ O governo registrou uma queda real de 3,2% na arrecadação do imposto de importação no primeiro mês de aumento do tributo, informou a Secretaria da Receita Federal. 
Segundo dados oficiais, a arrecadação com o imposto de importação somou R$ 7,17 bilhões em fevereiro, deste ano quando parte do aumento do tributo entrou em vigor, contra R$ 7,4 bilhões no mesmo mês do ano passado. Os valores foram corrigidos pela inflação.  
Controverso, o aumento do imposto para cerca de mil produtos importados teve por justificativa proteger a indústria nacional. A medida ganhou forte repercussão nas redes sociais.
De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação está relacionada o recuo de 1,24% no valor em dólar (volume) das importações e, também, de 9,8% na taxa média de câmbio. 
Ou seja, com queda na quantidade de produtos importados e, também, no seu valor em reais (por conta do dólar mais baixo), a arrecadação também recuou — mesmo com o aumento do imposto.
O órgão lembrou que o somente parte do aumento do imposto de importação entrou em vigor em fevereiro, sendo o que o restante teve início no começo de março.
O Ministério da Fazenda informou, quando a medida foi anunciada, que esperava arrecadar R$ 14 bilhões a mais neste ano com a alta do tributo sobre as importações. 
Nesta terça-feira, o Fisco confirmou que o valor ficará próximo desse número.
Questionado por jornalistas, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, minimizou a queda na arrecadação. &quot;Temos um ano pela frente&quot;, declarou ele. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:00:17 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Arrecadação, imposto, importação, tem, queda, 1º, mês, aumento, tributo, diz, Receita, Federal</media:keywords>
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<title>Conselho do FGTS amplia teto de renda e valor de imóveis do Minha Casa, Minha Vida</title>
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<description><![CDATA[      O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (24) a ampliação dos limites de renda e dos valores de financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
????Com as novas regras, a Faixa 1 — atualmente destinada a famílias com renda de até R$ 2.850 — passou contemplar rendas de até R$ 3.200.
????Já a Faixa 2 teve o teto elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000, enquanto a Faixa 3 avançou de R$ 8.600 para R$ 9.600.
????E a Faixa 4, voltada à classe média, teve o limite ampliado de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
????Também foi aprovado o reajuste dos valores máximos dos imóveis financiados nas faixas superiores. Veja: 
Faixa 3: teto passará de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
Faixa 4: de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
???? Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.
Além das mudanças no programa habitacional, o colegiado ainda precisa deliberar sobre a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte).
Prefeitura anuncia inscrições para o Minha Casa, Minha Vida
Divulgação/PMBV ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 11:00:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Conselho, FGTS, amplia, teto, renda, valor, imóveis, Minha, Casa, Minha, Vida</media:keywords>
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<title>Dólar abre em alta com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar operava em alta nesta terça-feira (24), subindo 0,63% e sendo negociado a R$ 5,2733 por volta das 10h20. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 0,31%, a 181.367 pontos. 
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira, em meio a incertezas sobre o avanço das negociações entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
???? Após fechar em queda de 11,12%, cotado a US$ 99,72 na véspera, o barril de petróleo Brent operava em alta de 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49.
▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump disse que o Irã quer fechar acordo e pode conversar por telefone. A imprensa citou negociações envolvendo Steve Witkoff, Jared Kushner e Mohammad-Bagher Ghalibaf, mas Ghalibaf negou e chamou as notícias de “fake news” para influenciar o petróleo.
▶️ Nesta terça, Israel e Irã voltaram a trocar ataques um dia após Trump mencionar possíveis negociações. Um ataque aéreo iraniano nesta madrugada deixou feridos em Tel Aviv, enquanto Israel afirmou que pode criar uma “zona de segurança” no sul do Líbano.
▶️ O Banco Central do Brasil divulgou nesta manhã a ata do Comitê de Política Monetária, após a reunião que reduziu a Selic de 15% para 14,75% — o primeiro corte em quase dois anos. No documento, a autoridade monetária afirma que a guerra no Oriente Médio pressiona a inflação no país, com a alta do petróleo, e indica que os juros devem seguir em patamar restritivo.
▶️Na agenda econômica, o mercado acompanha os PMIs (índices que medem a atividade da indústria e serviços) nos EUA, além de dados de emprego, produtividade e custo do trabalho.
▶️No Brasil, a Receita Federal divulga às 10h a arrecadação de fevereiro, e os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento publicam às 17h o relatório bimestral de receitas e despesas.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
Petróleo volta a subir
O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), após a forte queda da véspera, em meio a novas incertezas sobre as negociações entre EUA e Irã e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.
Apesar de declarações do presidente Donald Trump indicando possível avanço nas negociações, o Irã negou qualquer diálogo, e autoridades israelenses avaliam que um acordo é improvável no curto prazo.
Com o conflito em andamento e o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — ainda sob risco, investidores voltaram a precificar possíveis restrições na oferta.
Analistas apontam que a situação segue frágil e que os preços de energia podem continuar elevados, mesmo em caso de uma trégua no conflito, mantendo a cautela nos mercados globais.
Ata do Copom
O Banco Central do Brasil avaliou que a guerra no Oriente Médio piorou o cenário da inflação no Brasil, principalmente por causa da alta do petróleo e do possível repasse aos combustíveis. 
Por isso, indicou que a política de juros deve continuar em nível restritivo por mais tempo.
A análise está na ata do Comitê de Política Monetária, que na semana passada 
 — o primeiro corte em quase dois anos. 
Apesar disso, o BC evitou dar sinais claros sobre os próximos passos e destacou que o ritmo de queda dos juros pode ser mais lento diante do aumento das incertezas.
Segundo a autoridade monetária, as expectativas de inflação voltaram a subir com o conflito, permanecendo acima da meta, o que exige cautela. O BC também ressaltou que o cenário externo está mais volátil e que países emergentes, como o Brasil, precisam agir com prudência.
Além disso, o banco destacou que a economia brasileira dá sinais de desaceleração, embora o mercado de trabalho ainda esteja forte, e reforçou que seguirá avaliando novos dados antes de decidir os próximos movimentos na taxa de juros.
Mercados globais
Em Wall Street, as bolsas operam sem direção e com volatilidade diante das incertezas sobre a guerra no Oriente Médio e a possibilidade de acordo envolvendo os EUA.
Os futuros do S&amp;P 500 e Nasdaq 100 caíam 0,2%, perto da estabilidade. Já Dow Jones recuava 0,71%. 
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, após Donald Trump adiar a ameaça de ataque ao Irã, o que trouxe um alívio momentâneo aos mercados. Ainda assim, o clima segue cauteloso, já que Teerã negou qualquer negociação.
Depois das fortes quedas do dia anterior, os índices recuperaram parte das perdas. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,79%. Em Xangai, o SSEC avançou 1,78%, enquanto o CSI300 ganhou 1,28%.
No Japão, o Nikkei teve alta de 1,4%, e, na Coreia do Sul, o Kospi subiu 2,74%. Em outros mercados, o índice de Taiwan caiu 0,34%, enquanto Cingapura avançou 0,4 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 11:00:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Xiaomi tem primeira queda no lucro trimestral em três anos pressionada por aumento dos custos</title>
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<description><![CDATA[      Logo da Xiaomi em uma loja em Xangai, na China.
REUTERS/Aly Song
O lucro trimestral da Xiaomi caiu pela primeira vez em três anos no final do ano passado, uma vez que a gigante chinesa de smartphones e veículos elétricos enfrentou o aumento dos custos e a intensificação da concorrência.
Os aumentos de preços podem ser inevitáveis se a empresa não puder suportar a pressão do aumento dos custos de memória por mais tempo, disse o presidente da Xiaomi, Lu Weibing, em uma chamada sobre os resultados, sem entrar em detalhes.
O aumento do custo da memória foi maior do que se pensava inicialmente, acrescentou ele. &quot;Algumas empresas podem ter dificuldades extremas para operar em um ciclo tão longo de aumento de custos, enfrentar grandes perdas ou até mesmo ir à falência&quot;, disse ele.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O lucro líquido ajustado para o trimestre até 31 de dezembro caiu para 6,3 bilhões de iuanes (US$914,5 milhões), a primeira queda trimestral desde o quarto trimestre de 2022, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Ainda assim, o resultado  superou a estimativa média de analistas, que era de lucro de 5,7 bilhões de iuanes, de acordo com dados da LSEG.
A Xiaomi, que também fabrica eletrodomésticos, disse que a receita do quarto trimestre ficou em 116,9 bilhões de iuanes,  um pouco acima da estimativa média de 116,2 bilhões de iuanes,  apesar dos custos de memória muito mais altos e do aumento da concorrência.
Para o acumulado do ano, o lucro aumentou 43,8%, para 39,2 bilhões de iuanes, devido a um aumento de 25% na receita. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:00:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo sobe com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters
O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), em meio a incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Após fechar em queda de 11,12% na véspera, a US$ 99,72, o barril do Brent avançava 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o WTI, referência nos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49, refletindo a volatilidade diante do impasse geopolítico e do risco de interrupções no fornecimento de energia.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A alta ocorre após perder força o alívio inicial provocado pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar um ataque à rede elétrica do Irã. O anúncio havia derrubado os preços no dia anterior, mas não reduziu as incertezas sobre o rumo do conflito.
Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
Apesar de Trump ter ampliado o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo —, o país negou estar em negociação com os EUA. Autoridades israelenses também afirmaram que um acordo é improvável no momento.
Com o estreito ainda afetado e o conflito em andamento, o mercado voltou a considerar riscos de restrição na oferta global de energia. 
“A situação continua extremamente frágil”, afirmou Tony Sycamore, analista da IG. Segundo ele, a falta de alinhamento entre os envolvidos mantém a pressão sobre os preços.
Além do petróleo, os mercados globais operaram com volatilidade nesta terça-feira, com queda nas bolsas e recuperação do dólar, em meio à cautela dos investidores diante da escalada do conflito.
Para analistas, os danos à infraestrutura energética podem manter os preços elevados por mais tempo, mesmo em caso de trégua. “Mesmo que o conflito termine em breve, os preços de energia podem permanecer altos”, disse Thomas Mathews, da Capital Economics.
*Com informações da agência de notícias Reuters. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:00:27 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em alta com incertezas sobre negociações entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar operava em alta nesta terça-feira (24), subindo 0,38% e sendo negociado a R$ 5,2601 por volta das 9h03. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira, em meio a incertezas sobre o avanço das negociações entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
???? Após fechar em queda de 11,12%, cotado a US$ 99,72 na véspera, o barril de petróleo Brent operava em alta de 2,53% por volta das 8h46, a US$ 98,35. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 2,68%, a US$ 90,49.
▶️ O presidente dos EUA, Donald Trump disse que o Irã quer fechar acordo e pode conversar por telefone. A imprensa citou negociações envolvendo Steve Witkoff, Jared Kushner e Mohammad-Bagher Ghalibaf, mas Ghalibaf negou e chamou as notícias de “fake news” para influenciar o petróleo.
▶️ Nesta terça, Israel e Irã voltaram a trocar ataques um dia após Trump mencionar possíveis negociações. Um ataque aéreo iraniano nesta madrugada deixou feridos em Tel Aviv, enquanto Israel afirmou que pode criar uma “zona de segurança” no sul do Líbano.
▶️ O Banco Central do Brasil divulgou nesta manhã a ata do Comitê de Política Monetária, após a reunião que reduziu a Selic de 15% para 14,75% — o primeiro corte em quase dois anos. No documento, a autoridade monetária afirma que a guerra no Oriente Médio pressiona a inflação no país, com a alta do petróleo, e indica que os juros devem seguir em patamar restritivo.
▶️Na agenda econômica, o mercado acompanha os PMIs (índices que medem a atividade da indústria e serviços) nos EUA, além de dados de emprego, produtividade e custo do trabalho.
▶️No Brasil, a Receita Federal divulga às 10h a arrecadação de fevereiro, e os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento publicam às 17h o relatório bimestral de receitas e despesas.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,07%;
Acumulado do ano: -4,53%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +3,24%;
Acumulado do mês: -3,63%;
Acumulado do ano: +12,91%.
Petróleo volta a subir
O preço do petróleo voltou a subir nesta terça-feira (24), após a forte queda da véspera, em meio a novas incertezas sobre as negociações entre EUA e Irã e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.
Apesar de declarações do presidente Donald Trump indicando possível avanço nas negociações, o Irã negou qualquer diálogo, e autoridades israelenses avaliam que um acordo é improvável no curto prazo.
Com o conflito em andamento e o Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial — ainda sob risco, investidores voltaram a precificar possíveis restrições na oferta.
Analistas apontam que a situação segue frágil e que os preços de energia podem continuar elevados, mesmo em caso de uma trégua no conflito, mantendo a cautela nos mercados globais.
Mercados globais
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, após Donald Trump adiar a ameaça de ataque ao Irã, o que trouxe um alívio momentâneo aos mercados. Ainda assim, o clima segue cauteloso, já que Teerã negou qualquer negociação.
Depois das fortes quedas do dia anterior, os índices recuperaram parte das perdas. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,79%. Em Xangai, o SSEC avançou 1,78%, enquanto o CSI300 ganhou 1,28%.
No Japão, o Nikkei teve alta de 1,4%, e, na Coreia do Sul, o Kospi subiu 2,74%. Em outros mercados, o índice de Taiwan caiu 0,34%, enquanto Cingapura avançou 0,44%, e Sydney teve leve alta de 0,16%.
Entre os setores, bancos e empresas de materiais lideraram os ganhos, enquanto energia recuou. O movimento reflete um alívio técnico após a queda recente, mas com incertezas ainda no radar dos investidores.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar.
Murad Sezer/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:00:27 -0300</pubDate>
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<title>EUA dizem que situação de negociação com Irã é &amp;apos;fluida&amp;apos; e preço do petróleo volta a subir</title>
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<description><![CDATA[      EUA e Israel voltam a bombardear alvos militares do Irã, apesar de Trump falar sobre negociações pelo fim da guerra
O preço do petróleo voltou a subir no mundo nesta terça-feira (24), após surgirem incertezas sobre as perspectivas de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
O presidente americano, Donald Trump, disse na segunda-feira que o Irã quer &quot;muito fazer um acordo&quot; e que se reuniria &quot;provavelmente por telefone&quot; com representantes iranianos.
Alguns veículos de imprensa publicaram que o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff, e Jared Kushner — conhecido como &quot;conselheiro de Trump&quot; — estariam negociando com o presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf.
Mas uma conta do X atribuída a Mohammad-Bagher Ghalibaf publicou que nenhuma negociação ocorreu com os EUA, chamando tudo de &quot;fake news&quot; (notícias falsas) para &quot;manipular&quot; os mercados de petróleo.
Um funcionário de alto escalão do Ministério das Relações Exteriores iraniano disse à rede americana CBS News que o país recebeu &quot;pontos [para um acordo] dos EUA por meio de mediadores e eles estão sendo analisados&quot;. A CBS noticiou que isso seria um passo anterior a negociações — e que não há nenhuma negociação confirmada em andamento.
Na manhã desta terça-feira (24) na Ásia, o preço do petróleo Brent voltou a ficar acima de US$ 100 por barril, após ter despencado mais de 10% na segunda-feira — depois que Trump havia anunciado que estava adiando sua ameaça de atacar usinas de energia do Irã após &quot;conversas boas&quot; com Teerã, sugerindo que poderia haver em breve um fim para o conflito. 
O petróleo subiu 3,75%, atingindo US$ 103,69 nesta terça-feira, refletindo a desconfiança de investidores de que existem mesmo negociações em andamento entre EUA e Irã.
Contatada pela BBC, a Casa Branca disse que a situação é &quot;fluida&quot;, e não deu mais detalhes sobre as supostas negociações.
&quot;Estas são discussões diplomáticas delicadas e os EUA não negociam através da imprensa&quot;, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em um comunicado à BBC.
&quot;Esta é uma situação fluida, e especulações sobre encontros não devem ser dadas como definitivas até que sejam formalmente anunciadas pela Casa Branca.&quot;
Ameaça de ataque adiado
Em Tel Aviv, zona residencial foi atacada
EPA via BBC
Trump disse na segunda-feira que o Irã quer &quot;muito fazer um acordo&quot; com os EUA.
&quot;Nós também gostaríamos de fazer um acordo&quot;, disse, a repórteres, antes de embarcar em seu avião presidencial, o Air Force One, em Palm Beach, na Flórida. &quot;Temos uma chance muito séria de um acordo&quot;, disse Trump, acrescentando que &quot;isso não garante nada; não estou garantindo nada&quot;.
O presidente dos EUA também afirmou que os dois países estão discutindo 15 pontos para encerrar a guerra, com o Irã renunciando às armas nucleares como os pontos &quot;número um, dois e três&quot;.
Trump sugeriu que o Irã poderia concordar em abandonar os planos para um programa de armas nucleares em troca da paz.
&quot;Amanhã de manhã, em algum horário deles, esperávamos explodir suas maiores usinas de geração de energia elétrica, que custaram mais de US$ 10 bilhões (R$ 52 bilhões) para construir&quot;, afirmou Trump na segunda. &quot;Era uma usina muito boa, não havia falta de dinheiro. Um tiro e ela se vai. Desaba. Por que eles iriam querer isso?&quot;.
Na noite de sábado (21/3), o presidente americano havia dito que, se o Estreito de Ormuz não fosse aberto &quot;sem ameaças&quot; em 48 horas, os EUA &quot;aniquilariam&quot; as usinas de energia iranianas. O Irã havia prometido reagir a qualquer eventual ataque americano com escalada de violência.
Segundo Trump, após a ameaça, autoridades do Irã teriam ligado para ele querendo fazer um acordo. Por isso, ele recuou, suspendendo por cinco dias qualquer ataque a usinas iranianas.
Novos ataques de Irã e Israel
Na madrugada de segunda para terça, o Irã lançou diversas ondas de mísseis contra Israel, provocando danos em prédios em Tel Aviv e na região central do país.
No Líbano, a imprensa estatal noticiou ataques de Israel a Beirute. Pela manhã, as forças israelenses emitiram um alerta para que residentes evacuassem a área, em preparação para um novo ataque conta alvos ligados ao grupo xiita militante Hezbollah.
Israel também disse que suas forças realizaram uma &quot;grande onde de ataques aéreos&quot; contra &quot;infraestrutura do regime&quot; em Teerã.
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, disse na noite de segunda-feira — após conversa por telefone com Trump — que Israel continuará atacando o Irã e o Líbano.
&quot;Nós estamos destruindo o programa de mísseis e o programa nuclear. Vamos garantir nossos interesses vitais em qualquer cenário&quot;, publicou Netanyahu no X.
Há relatos de novos ataques aéreos no leste de Teerã nesta terça-feira.
O Comando Central dos EUA disse que vai continuar &quot;atacando agressivamente alvos militares iranianos com munições de precisão&quot;.
Tel Aviv segue sendo atacada nesta terça-feira; Israel está atacando alvos no Irã e Líbano
EPA via BBC ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 09:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>EUA, dizem, que, situação, negociação, com, Irã, fluida, preço, petróleo, volta, subir</media:keywords>
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<title>Banco Central diz que guerra exige política de juros restritiva e não dá mais indicações sobre próximos passos</title>
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<description><![CDATA[      Banco Central divulgou a ata da última reunião do Copom, quando juro caiu para 14,75% ao ano
Reprodução/TV Globo
O Banco Central (BC) avaliou nesta terça-feira (24) que a eclosão da guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil, diante do aumento no preço do petróleo (e seu eventual repasse aos combustíveis) e que, por isso, a política de juros terá de se manter &quot;contracionista&quot; (restritiva).
As informações constam na ata da última reunião Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano. Esse foi o primeiro corte de juros em quase dois anos. 
&quot;As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes&quot;, diz o Banco Central.
Por conta disso, a instituição afirmou que é preciso manter uma politica de juros conservadora, o que indica que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido (em relação ao que era estimado antes do conflito no Oriente Médio).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
&quot;Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada&quot;, avaliou a autoridade monetária.
Ao contrário do ocorrido em janeiro, quando sinalizou um corte de juros em sua reunião seguinte, o Copom evitou, desta vez, dar indicações sobre suas próximas decisões a respeito da taxa básica de juros, a Selic. 
&quot;Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária [definição do juro para conter a inflação], o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de calibração serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises&quot;, informou o Banco Central.
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.
Copom reduz selic para 14,75% ao ano
Veja outras análises do Copom
O ambiente externo &quot;tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio&quot;, informou o BC. &quot;Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities&quot;, acrescentou. 
O resultado do PIB no último trimestre de 2025, com crescimento de 2,3% em todo ano passado, evidenciou, na avaliação do BC, a &quot;desaceleração esperada da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho segue resiliente&quot;.
A política fiscal (relacionada com os gastos públicos), segundo a autoridade monetária, tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de &quot;estímulo à demanda agregada&quot;, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros&quot;, ou seja, elevando os juros futuros.
O BC repetiu, a informação divulgada na semana passada, que o cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o exige &quot;serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 09:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Banco, Central, diz, que, guerra, exige, política, juros, restritiva, não, dá, mais, indicações, sobre, próximos, passos</media:keywords>
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<title>NR&#45;1: Governo estuda adiar mais uma vez regra que pune empresas por danos à saúde mental no trabalho</title>
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<description><![CDATA[      Capa afastamentos por saúde mental
Luisa Rivas e Otávio Camargo | Arte g1
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) quer adiar mais uma vez a norma que passaria a punir empresas por ações que afetem a saúde mental dos trabalhadores.
A medida estava prevista para entrar em vigor em maio de 2025, ano em que, como o g1 revelou, o país bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais, com custo bilionário aos cofres públicos.
Após pressão de sindicatos patronais e empresas, o governo adiou a medida por um ano, para maio de 2026. Agora, novamente sob pressão, o MTE informou que estuda um segundo adiamento.
O que mudaria com a NR-1? Com a atualização da norma, auditores do trabalho poderiam fiscalizar e aplicar multas caso fossem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho. 
➡️ Ou seja, isso passaria a ter o mesmo peso de fiscalização de pontos como questões que envolvem acidente de trabalho ou doença.
A decisão de adiamento vai na contramão do cenário do trabalho no país. Em 2025, quando a norma já deveria estar em vigor, o quadro de afastamentos piorou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais. 
O MTE informou que ainda não tem uma definição e que deve divulgar uma decisão em breve. 
Brasil tem mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025 e bate recorde
O que está acontecendo?
A atualização da norma foi anunciada em agosto de 2024 — ano em que o país teve o maior número de afastamentos do trabalho por saúde mental em 10 anos, como mostrou o g1 com exclusividade. O governo deu cerca de nove meses para as empresas se adaptarem.
Porém, a menos de um mês da entrada em vigor, o Ministério do Trabalho cedeu à pressão do setor patronal e adiou o início da atualização da NR-1. Inicialmente prevista para maio de 2025, a regra foi postergada por mais um ano e passou a ter caráter apenas educativo e orientativo.
As punições estão previstas para começar em 25 de maio de 2026. A menos de dois meses dessa data, entidades empresariais pressionam por um novo adiamento, alegando que o prazo não foi suficiente para adaptação — principalmente pela falta de orientações técnicas mais claras por parte do Ministério do Trabalho.
No ano passado, o setor alegava que a prorrogação permitiria criar critérios mais objetivos para a aplicação da norma, reduzindo a insegurança jurídica. 
As entidades também apontam que a medida pode:
Colocar sob a empresa a responsabilidade por problemas de saúde mental, que são globais.
Gerar gasto extra não previsto com profissionais de saúde mental;
Trazer falta de clareza sobre a aplicação da norma;
Por outro lado, auditores fiscais do trabalho afirmam que as exigências não são novas e que a principal mudança é a inclusão dos riscos psicossociais na fiscalização. Além disso, o Ministério do Trabalho lançou, no ano passado, uma cartilha para orientar as empresas e, no início deste ano, um manual de interpretação e aplicação da norma.
Na semana passada, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, admitiu a possibilidade de adiamento após reunião com representantes dos setores de serviços e comércio.
O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Sescon-SP) apresentou uma nota técnica ao governo apontando inconsistências, como a exigência de relatórios para comprovar a inexistência de riscos psicossociais — o que pode aumentar custos e burocracia, especialmente para pequenas e médias empresas.
Para o presidente da entidade, Antonio Carlos Santos, a possível prorrogação representa “uma vitória do diálogo”. Ele afirma que a norma pode gerar insegurança jurídica ao tratar riscos psicossociais sem critérios claros, além de possíveis conflitos com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A diretora executiva da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (ABLOS), Daniela Archanjo, também aponta falta de parâmetros objetivos para avaliar fatores como estresse, pressão e clima organizacional, considerados mais subjetivos.
Saúde mental no trabalho: como o adiamento de punição às empresas pode afetar os trabalhadores?
O cenário da saúde mental no país
Em 2025, o Brasil bateu, pela segunda vez, o recorde com o maior número de afastamentos do trabalho por transtornos mentais em uma década. Ao todo, foram 546.254 mil licenças concedidas – uma alta de 15% se comparado com o ano anterior. 
Em 2024, o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por esse motivo em 10 anos. Na época, foram concedidas 472 mil licenças. 
A maior parte desses afastamentos está concentrada em casos de ansiedade e depressão. Os transtornos ansiosos lideram o ranking, com 166.489 licenças concedidas em 2025, seguidos pelos episódios depressivos, que somaram 126.608 afastamentos.
Uma análise da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em parce ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 08:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ponto eletrônico, &amp;apos;boneco&amp;apos; e outros métodos: como quadrilhas fraudam concursos e faturam milhões</title>
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<description><![CDATA[      Polícia Federal aponta Chefe da Polícia Civil de Alagoas como partipante de esquema de fraudes em concursos públicos
Uma investigação da Polícia Federal, ao qual o Fantástico teve acesso neste domingo (22), expôs novamente a complexidade e o alcance das organizações criminosas envolvidas em fraudes de concursos públicos.
O esquema que, segundo a PF, incluía o chefe de polícia de Alagoas como um dos mentores. Os crimes atingiram processos de grande porte, como o Concurso Nacional Unificado (CNU), além de concursos das Polícias Civis, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
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???? Mas como essas quadrilhas conseguem burlar protocolos de segurança cada vez mais rigorosos e movimentar cifras milionárias em troca de vagas no serviço público?
A resposta pode estar na combinação de técnicas sofisticadas, na exploração de brechas e nas falhas de fiscalização que nem sempre são perceptíveis. 
Entre os métodos mais comuns identificados pelas autoridades estão:
Ponto eletrônico implantado cirurgicamente: na operação mais recente, a PF confirmou o uso de dispositivos eletrônicos inseridos no corpo dos candidatos, que só podiam ser removidos por procedimento médico. O equipamento permitia a recepção de informações externas durante a prova, oferecendo controle quase total sobre o desempenho do candidato.
Falsificação de documentos e de identidade: nesse método, os candidatos são substituídos por terceiros que realizam as provas em seu lugar ou apresentam documentos falsos para efetivar a contratação. O esquema exige coordenação minuciosa e, frequentemente, o envolvimento de profissionais de diversas áreas.
Acesso antecipado ao conteúdo das provas: integrantes das quadrilhas conseguem ilegalmente o conteúdo das provas antes da aplicação, o que permite a preparação estratégica dos candidatos ou a manipulação direta das respostas.
Usar um “boneco”: alguém que é pago para fazer a prova no lugar do candidato, como professores ou concurseiros experientes que já conhecem as provas. Nesses casos, os integrantes da quadrilha chegavam a subornar vigilantes, desligar câmeras e até utilizar documentos falsos. 
Esses métodos demonstram que as quadrilhas não atuam de forma amadora. Elas operam como organizações estruturadas, com divisão de tarefas, hierarquia definida, ramificações em diversos estados e serviços complementares — desde quem aplica as provas até operadores financeiros que administram os lucros obtidos ilegalmente.
Os valores envolvidos são milionários. A  Polícia Federal afirma que os valores cobrados variavam conforme o cargo. Para funções mais altas, como é caso de auditor fiscal, o preço podia chegar a R$ 500 mil por aprovação.
Ainda segundo a PF, alguns beneficiados não tinham condições de pagar à vista e faziam acordos, incluindo parcelamentos e entrega de bens como carros e viagens.
Um dos personagens centrais do esquema é Waldir Luiz de Araújo Gomes, conhecido como “Mister M”. Ele trabalhava na Cesgranrio, organizadora do CNU e, depois, entrou no Tribunal Regional da Paraíba. 
Segundo a PF, ele teve acesso antecipado às provas e explicava como violar os envelopes sem deixar vestígios. &quot;O lacre é fácil demais, tanto romper e botar de novo&quot;, disse em um dos áudios vazados.
Além da abertura indevida dos pacotes de provas, a PF identificou o uso de pontos eletrônicos, fotografias de cadernos de questões e até a atuação de pessoas contratadas para fazer provas no lugar dos candidatos inscritos.
Tudo começou com uma denúncia anônima que levou os investigadores até o ex-policial militar Wanderlan Limeira de Sousa, na cidade de Patos, na Paraíba. Ele e dois parentes foram aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU) de 2024 para o cargo de auditor fiscal do trabalho, com salário superior a 22 mil reais.
No celular da sobrinha dele, Larissa Neves, a polícia encontrou áudios que ajudam a explicar o esquema. Em uma conversa, o irmão de Wanderlan detalha a necessidade de subornar vigilantes, desligar câmeras e até usar um “boneco” — alguém pago para fazer a prova no lugar do candidato.
Horas antes da prova para auditor fiscal, Larissa enviou mensagens para o pai cobrando as respostas. A investigação aponta que, antes mesmo do início do exame, ela já tinha recebido o tema da redação e o gabarito.
Na última semana, a Polícia Federal cumpriu mandados de prisão em Alagoas, Paraíba e Pernambuco. Dois professores suspeitos de resolver provas para candidatos foram presos. O delegado-geral de Alagoas foi alvo de busca e apreensão.
Investigação desmontou esquema de fraudes em concurso público
Reprodução/TV Globo
O advogado José da Silva Moura Neto, especialista em concursos públicos, ressalta que, embora as bancas tenham reforçado os protocolos de segurança, os métodos utilizados pelas quadrilhas também evoluíram.
&quot;Há casos de vazamento de provas. Em um deles, envolvendo o Cespe, uma quadrilha fazia a prova e repassava as respostas ao candidato&quot;, explica Mour ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que os EUA proibiram a importação de novos modelos de roteadores</title>
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<description><![CDATA[      Roteadores compartilham e coordenam o uso da internet entre vários equipamentos
Altieres Rohr/G1
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou na segunda-feira (23) a proibição da importação de novos modelos de roteadores fabricados no exterior sob o argumento de que esses aparelhos levantam preocupações com a segurança.
O principal alvo da medida é a China, que já tem outras restrições sobre o envio de seus equipamentos aos EUA.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A estimativa é de que a China controle 60% do mercado americano de roteadores domésticos, que conectam computadores, telefones e outros dispositivos à internet, afirma a agência Reuters.
A ordem da FCC não afeta a importação ou o uso de modelos existentes, mas proíbe os que forem lançados a partir de agora.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a agência, uma análise convocada pela Casa Branca considerou que roteadores importados representam &quot;um grave risco de segurança cibernética que poderia ser aproveitado para interromper imediata e gravemente a infraestrutura crítica dos EUA.&quot;
A FCC afirmou ainda que agentes mal-intencionados exploraram brechas de segurança em roteadores fabricados no exterior &quot;para atacar residências, interromper redes, permitir a espionagem e facilitar o roubo de propriedade intelectual&quot;.
O comunicado citou como exemplos os ataques como Volt, Flax e Salt Typhoon, todos apontados como de origem em grupos hackers chineses. O último teria sido capaz de invadir sistemas de e-mail de assessores do Congresso americano.
A determinação inclui uma isenção para roteadores que o Pentágono considera que não representam riscos inaceitáveis.
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Parlamentares já haviam levantado preocupações de segurança sobre os roteadores fabricados na China, e o deputado John Moolenaar, presidente republicano do comitê seleto da Câmara sobre a China, elogiou a ordem da FCC.
&quot;A tremenda decisão de hoje da FCC e do governo Trump protege nosso país contra os implacáveis ataques cibernéticos da China e deixa claro que esses dispositivos devem ser excluídos de nossa infraestrutura crítica&quot;, disse Moolenaar.
&quot;Os roteadores são essenciais para manter todos nós conectados e não podemos permitir que a tecnologia chinesa esteja no centro disso.&quot;
A Embaixada da China em Washington não fez comentários de imediato.
A TP-Link Systems foi processada em fevereiro pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, por supostamente comercializar seus roteadores de rede de forma enganosa e permitir que Pequim acessasse dispositivos dos consumidores norte-americanos.
A empresa, sediada na Califórnia e com origem a partir de uma fabricante chinesa, disse que &quot;defenderia vigorosamente&quot; sua reputação.
A companhia afirmou que o governo chinês não tem nenhuma forma de propriedade ou controle sobre a empresa, seus produtos ou dados de usuários.
A Reuters informou em fevereiro que o governo Trump havia suspendido uma proposta de proibição das vendas domésticas de roteadores fabricados pela TP-Link.
Em dezembro, a FCC emitiu regras semelhantes proibindo a importação de todos os novos modelos de drones chineses. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dinheiro esquecido PIS/Pasep: herdeiros também podem sacar valores do fundo antigo; veja como</title>
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<description><![CDATA[      PIS/Pasep, FGTS - Saque
José Cruz/Agência Brasil
Trabalhadores com dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep podem pedir o ressarcimento ao longo de 2026. O direito também se estende a beneficiários legais — como herdeiros, em caso de falecimento do titular. 
???? Criado para complementar a renda de trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos entre 1971 e 1988, o fundo é diferente do abono salarial PIS/Pasep pago atualmente.
➡️ Um novo grupo começa a receber os valores a partir desta quarta-feira (25), com pagamentos iniciais destinados a quem fez o pedido até 28 de fevereiro. Já quem solicitar até segunda-feira (31) terá o dinheiro liberado em 27 de abril. Outras datas de pagamento estão previstas ao longo do ano.
Segundo o governo, o saldo médio disponível é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o valor varia conforme o tempo de trabalho e o salário da época. Os montantes foram corrigidos pela inflação.
Saiba se você tem dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep
O trabalhador pode consultar se tem valores a receber pelo site Repis Cidadão, do Ministério da Fazenda, ou pelo aplicativo do FGTS.
Para pedir o ressarcimento, o trabalhador pode fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS ou em qualquer agência da Caixa Econômica Federal.
???? Se o ressarcimento não for solicitado até setembro de 2028, os valores serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de saque.
No aplicativo do FGTS, o trabalhador deve fazer login, acessar a opção “Mais” e selecionar “Ressarcimento PIS/Pasep”.
Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial. 
Já no caso de herdeiros, será necessário apresentar:
Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou 
Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou  
Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.
Abaixo, o g1 mostra ainda como consultar se há valores esquecido no fundo PIS/Pasep e responde outras dúvidas sobre o tema.
Como consultar se tenho dinheiro esquecido?
Quando vou receber?
O que é o antigo PIS/Pasep?
1. Como consultar se tenho dinheiro esquecido?
REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep
Reprodução
Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;
Clique em &quot;entrar com gov.br&quot;. Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;
Faça login com seu CPF e senha, e clique em &quot;autorizar&quot;;
Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. Ele pode ser encontrado na carteira de trabalho, no extrato do FGTS, no site Meu INSS e no CadÚnico, entre outras opções;
Clique em &quot;pesquisar&quot;. E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas. 
2. Quando vou receber?
Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir. 

3. O que é o antigo PIS/Pasep?
O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado. 
Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.
Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual. 
Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional. 
Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.
▶️ O abono salarial atual — uma espécie de 14º salário, no valor de até um salário mínimo — é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atendem aos requisitos do programa. 
Neste ano, têm direito ao abono pessoas que trabalharam durante pelo menos 30 dias em 2022 e receberam até dois salários-mínimos por mês. Veja aqui todas as regras e o calendário de pagamentos. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dinheiro, esquecido, PISPasep:, herdeiros, também, podem, sacar, valores, fundo, antigo, veja, como</media:keywords>
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<title>Por que Noruega, Canadá e Rússia são os grandes beneficiados da guerra no Irã (e quem são os mais prejudicados)</title>
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<description><![CDATA[      Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
Do vertiginoso aumento das contas de calefação doméstica em Yorkshire, no Reino Unido, até o fechamento de escolas no Paquistão para reduzir os custos, passando pelos preços de combustíveis em países como o Brasil, as repercussões financeiras da guerra no Oriente Médio já estão causando fortes consequências.
Fica cada vez mais evidente que o impacto das represálias de Teerã, projetadas para causar transtornos e danos econômicos, talvez não seja passageiro. E, além disso, também é muito desigual.
Ao lado de uma extensa lista de países que correm o risco de serem gravemente afetados, existem alguns que estão se beneficiando. Quem são eles?
Os favorecidos
Apesar de todos os esforços para impulsionar as energias renováveis, continuamos dependendo, em grande parte, do petróleo e do gás.
Suas reservas abundantes costumam prometer grandes riquezas. E é por isso que o petróleo foi batizado de &quot;ouro negro&quot;.
Como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias
Governo dos EUA pede calma com alta do petróleo, mas empresários mostram ceticismo
Os produtores de petróleo do Oriente Médio enfrentam desafios consideráveis devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz causado pelo conflito
Getty Images via BBC
Quando os preços sobem, os produtores costumam sair ganhando, enquanto os consumidores pagam a conta.
Mas esta não é uma crise típica dos preços do petróleo. O Oriente Médio continua sendo o centro do abastecimento e o Estreito de Ormuz, sua principal artéria.
O impacto do bloqueio de facto e dos ataques à infraestrutura energética da região atingiram duramente os produtores do Golfo Pérsico, como o Catar e a Arábia Saudita, com o Irã mantendo os aliados dos Estados Unidos na sua mira.
E, com os clientes procurando fontes alternativas, países como a Noruega e o Canadá podem sair beneficiados.
Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, muitos países tentaram deixar de depender do gás russo. Com isso, a Noruega conseguiu aumentar sua produção e tirar vantagem dessa situação.
Por outro lado, o ministro da Energia do Canadá, Tim Hodgson, se apressou a posicionar seu país como &quot;produtor de energia estável, confiável, previsível e baseado em valores&quot;. Mas existem questões sobre a real capacidade do país de aumentar sua produção.
Na verdade, a Rússia poderá acabar sendo a maior beneficiária. Com Washington flexibilizando as normas para reduzir a escassez global de combustíveis, as vendas de petróleo russo para a Índia aumentaram em cerca de 50%.
Estimativas indicam que Moscou poderia conseguir até US$ 5 bilhões adicionais até o final de março e se encaminhar para fechar o ano com a maior receita obtida com a venda de combustíveis desde 2022.
Os Estados Unidos correm o risco de conceder a Moscou enormes e inesperados lucros, às custas das nações do Golfo. Mas existem também outros possíveis beneficiários.
Com alguns países intensificando seu consumo de carvão, surge uma oportunidade muito atraente para grandes exportadores como a Indonésia, já que o preço deste combustível também está em alta.
Os mais prejudicados
E sobre os Estados Unidos?
O presidente americano, Donald Trump, afirma que, quando sobe o preço do petróleo, os Estados Unidos &quot;ganham muito dinheiro&quot;.
De fato, os produtores americanos de petróleo podem estar a caminho de ganhar dezenas de bilhões de dólares em receita adicional este ano, se os preços do petróleo bruto se mantiverem próximos dos níveis atuais.
Mas isso não traz lucros líquidos para os Estados Unidos. Primeiramente, porque alguns produtores estão fortemente expostos às interrupções da produção no Oriente Médio.
Após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, a Noruega conseguiu aumentar sua produção de petróleo, tirando vantagem da situação
Getty Images via BBC
A ExxonMobil, por exemplo, detém operações no centro industrial de Ras Laffan, no Catar. Ali, a produção está paralisada desde o início de março e, agora, o local foi alvo de ataques de mísseis iranianos, causando &quot;extensos danos&quot;.
Em segundo lugar, após anos de reduzir sua capacidade frente à queda dos preços no atacado, muitos produtores de petróleo de xisto não conseguem aumentar rapidamente sua produção.
E, o mais importante, em termos per capita, os americanos são os maiores consumidores de petróleo e gás do planeta.
Do aumento da calefação durante o forte inverno do meio-oeste americano até o abastecimento de combustível na temporada de viagens de carro, os Estados Unidos estão fortemente expostos à flutuação dos preços dos combustíveis fósseis.
Os economistas da Oxford Economics alertam que, se os preços do petróleo dispararem para US$ 140 por barril e se mantiverem neste nível, a economia correrá o risco de se contrair.
Os americanos estão expostos às variações do preço dos combustíveis
Bloomberg via Getty Images/BBC
É claro que os americanos não são os únicos que sofrem com esta vulnerabilidade.
A dependência dos consumidores europeus (incluindo o Re ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Por, que, Noruega, Canadá, Rússia, são, grandes, beneficiados, guerra, Irã, quem, são, mais, prejudicados</media:keywords>
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<title>Conselho do FGTS avalia ampliar teto de renda e valor de imóveis do Minha Casa, Minha Vida</title>
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<description><![CDATA[      O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) analisa, nesta terça-feira (24), uma proposta de ampliação dos limites de renda e dos valores de financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
Apresentada pelo governo federal, a medida prevê a atualização das faixas de renda atendidas pelo programa.
????Pela proposta, a Faixa 1 — atualmente destinada a famílias com renda de até R$ 2.850 — passaria a contemplar rendas de até R$ 3.200.
Prefeitura anuncia inscrições para o Minha Casa, Minha Vida
Divulgação/PMBV
Já a Faixa 2 teria o teto elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000, enquanto a Faixa 3 subiria de R$ 8.600 para R$ 9.600.
A Faixa 4, voltada à classe média, teria o limite ampliado de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
????O texto também prevê o reajuste dos valores máximos dos imóveis financiados nas faixas superiores. Veja: 
Faixa 3: teto passaria de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
Faixa 4: de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
As novas faixas ainda dependem de aprovação do Conselho para entrar em vigor.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
???? Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda.
Além das mudanças no programa habitacional, o colegiado também deve deliberar sobre a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte). ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Amazon interrompe serviços no Bahrein após ação de drones</title>
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<description><![CDATA[      EUA anunciam progresso em conversas com o Irã; regime nega
A Amazon informou que a Amazon Web Services (AWS) no Bahrein foi &quot;interrompida&quot; em meio ao atual conflito no Oriente Médio. 
A interrupção se deve a uma atividade de drones na área da empresa, disse um porta-voz da Amazon após uma consulta da Reuters. A Amazon afirmou que está ajudando na migração de clientes para regiões alternativas da AWS enquanto trabalha na recuperação sem detalhar exatamente o que ocorreu.
No início do mês, um data center da Amazon nos Emirados Árabes Unidos enfrentou interrupção de energia após ser atingidos por um &quot;objetos não identificados&quot;.
O impacto aconteceu no domingo (1º) e causou um incêndio, o que forçou autoridades a desligarem a energia do local. Na ocasião, os serviços no Bahrein também foram impactados. 
Logotipo da Amazon Web Services (AWS) durante evento na capital da Índia em 8 de outubro de 2025.
REUTERS/Anushree Fadnavis/Foto de arquivo
A interrupção afetou cerca de uma dúzia de serviços centrais de computação em nuvem, e a empresa orientou clientes a fazer backup de dados críticos e transferir operações para servidores localizados em regiões da AWS não afetadas.
As gigantes da tecnologia dos EUA têm posicionado os Emirados Árabes Unidos como um centro regional para computação de inteligência artificial, essencial para impulsionar serviços como o ChatGPT. 
Em novembro, a Microsoft anunciou que planeja aumentar seu investimento total nos Emirados Árabes Unidos para US$ 15 bilhões até o final de 2029 e que utilizará a Nvidia.
Esta matéria está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O cerco à alta nos preços dos combustíveis &#45; O Assunto #1686</title>
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<description><![CDATA[      Quem abastece o veículo com gasolina já sentiu no bolso: em média, no Brasil inteiro, o preço subiu R$ 0,40 por litro desde o início da guerra no Irã. Para quem depende do diesel, a situação é pior: na média, o litro está em quase R$ 7,30; um aumento de 20% no período. E o problema é maior: impacta no custo do frete de todos os produtos e aumenta preços em cascata, empurrando a inflação para cima. 
Isso é resultado da disparada no valor do barril de petróleo, que chegou a bater quase US$ 120 diante dos bombardeios à infraestrutura petroleira do Oriente Médio e do fechamento do Estreito de Ormuz. No cenário interno, o governo federal apresentou um pacote de medidas para mitigar esses efeitos: isenção de PIS e COFINS e subvenção a produtores e importadores, num impacto total de R$ 30 bilhões. 
Nas bombas de combustível, no entanto, gasolina e diesel continuam subindo. O governo federal apertou o cerco na fiscalização de distribuidoras e postos para evitar a prática de preços abusivos e propôs novas medidas para reduzir os impostos em parceria com os governos estaduais – que, até agora, não toparam. 
Neste episódio, Natuza Nery conversa com Fábio Couto, repórter do jornal Valor Econômico especializado no setor de energia há mais de 20 anos. Fábio analisa a eficácia das medidas do governo, explica por que os estados não podem renunciar ao ICMS e avalia a possibilidade que haja, de fato, oportunismo no aumento dos preços. 
Convidado: Fábio Couto, repórter do jornal Valor Econômico especializado no setor de energia há mais de 20 anos.
O que você precisa saber: 
Lula anuncia que governo não cobrará impostos sobre diesel e que taxará exportação de petróleo
Petrobras sobe os preços do diesel para distribuidoras
Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento
Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel
Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo
Petróleo despenca e fica abaixo de US$ 100, após Trump pausar ataques ao Irã
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco e Juliene Moretti. Colaboraram neste episódio Nayara Felizardo e Rafaela Zem. Apresentação: Natuza Nery.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Valor do diesel supera a gasolina em Noronha
Ana Clara Marinho/TV Globo ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: veja passo a passo para fazer a declaração pré&#45;preenchida</title>
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<description><![CDATA[      G1 em 1 Minuto: Imposto de Renda 2026: quando vou receber a restituição?
Os contribuintes que precisam declarar o Imposto de Renda 2026 já podem utilizar a declaração pré-preenchida — modelo em que as informações aparecem automaticamente no sistema, sem necessidade de digitação. 
Neste ano, a Receita Federal incluiu mais informações à declaração pré-preenchida. Além de dados de rendimentos, deduções, bens, direitos, dívidas e ônus reais — já presentes desde o ano passado —, o modelo agora também passa a trazer dados sobre renda variável e empregados domésticos.
Além disso, o Fisco simplificou alguns procedimentos. Agora, o dependente não precisa mais emitir uma procuração digital para que o titular acesse sua declaração pré‑preenchida, desde que o CPF esteja regular e o nome tenha aparecido como dependente nas três declarações anteriores.
A Receita destaca que os contribuintes que optarem pela declaração pré-preenchida continuam entre as prioridades para receber a restituição. Segundo o Fisco, mais da metade dos declarantes escolheu essa opção no ano passado.
Confira a seguir:
O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?
Como fazer a declaração pré-preenchida?
Quem pode fazer?
Como estar habilitado?
Quem é obrigado a declarar?
imposto de renda 2025
Divulgação
O que é e como funciona a declaração pré-preenchida?
A declaração pré‑preenchida é uma opção disponível aos contribuintes que reúne automaticamente diversas informações necessárias, sem exigir digitação manual.
Entre os dados disponibilizados, estão:
rendimentos; 
deduções;
bens;
direitos;
dívidas;
ônus reais (encargos, dívidas ou restrições legais vinculadas a imóveis);
informaçoes de renda variável; e 
dados sobre empregados domésticos. 
Para isso, a Receita Federal importa as informações da declaração do ano anterior, do carnê-leão e das declarações de terceiros, como pessoas jurídicas pagadoras, empresas do ramo de imóveis e prestadores de serviços médicos.
&quot;É importante que o próprio contribuinte verifique se as informações estão corretas. Em caso de divergência, o contribuinte deve informar os valores efetivamente pagos ou recebidos, guardando os comprovantes das transações em caso de fiscalização&quot;, informou o Fisco em comunicado.
A declaração pré-preenchida pode ser utilizada por todos os contribuintes que possuem conta gov.br nos níveis ouro ou prata. (Entenda mais abaixo) 
Volte ao índice.
Como fazer a declaração pré-preenchida?
A declaração pré‑preenchida pode ser utilizada das seguintes formas:
▶️ NO COMPUTADOR
Baixe, instale e abra o programa da declaração do IR 2026
Clique em &quot;Entrar com gov.br&quot;;
Abra uma declaração na aba &quot;Nova&quot;; e
Selecione &quot;Iniciar declaração a partir da pré-preenchida&quot;.
▶️ ON-LINE
Acesse o portal e-CAC com o login gov.br;
Clique no ano desejado;
Em seguida, selecione a opção &quot;Preencher declaração&quot;;
Escolha a opção &quot;Pré-Preenchida&quot;.
▶️ EM DISPOSITIVOS MÓVEIS
Baixe e acesse o app &quot;Receita Federal&quot; 
Faça o login com a conta gov.br;
Selecione o ano desejado;
Toque na opção &quot;Preencher Declaração&quot;; e
Escolha a opção &quot;Pré-Preenchida&quot;.
⚠️ ATENÇÃO: O Fisco reforça que é responsabilidade do contribuinte verificar se todos os dados pré‑preenchidos estão corretos, realizando alterações, inclusões ou exclusões quando necessário.
O download do programa utilizado para o Imposto de Renda 2026 foi liberado pela Receita Federal nesta segunda-feira (23). O prazo de entrega vai até 29 de maio.
Volte ao índice.
Quem pode fazer?
Para usar a declaração pré‑preenchida, o contribuinte precisa elevar sua conta gov.br para os níveis de segurança prata ou ouro.
Contas cadastradas apenas com dados do CPF ou do INSS — ou criadas presencialmente no INSS ou no Denatran — são classificadas como nível bronze.
O usuário pode aumentar o nível de segurança realizando validações por biometria facial ou por meio de dados bancários.
Nível prata: validação pelo aplicativo gov.br, comparando a foto com os dados da CNH, ou validação via internet banking de instituições parceiras; 
Nível ouro: validação facial com dados do TSE ou via certificado digital.
Veja aqui, em detalhes, como abrir e elevar o nível de uma conta gov.br.
Volte ao índice.
Como estar habilitado?
O primeiro passo para acessar os serviços digitais da Receita Federal é aprimorar o acesso ao gov.br.
A conta gov.br funciona como uma identificação digital que comprova quem está usando o serviço. Ela é gratuita e disponível para todos os brasileiros.
Quem ainda não possui cadastro pode criá‑lo pelos seguintes canais:
site Acesso (gov.br)
App gov.br (link iOS)
App gov.br (link Android)
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Quem é obrigado a declarar?
Veja quem precisa fazer a declaração do Imposto de Renda 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 13 milhões nesta terça&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.988 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 13 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (24), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso do último sábado, nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Austrália e União Europeia fecham acordo comercial em meio à tensão global</title>
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<description><![CDATA[      A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese.
Reuters
Austrália e União Europeia assinaram nesta segunda-feira (23) — já terça-feira no horário local — um acordo comercial que conclui anos de negociações, enquanto a Europa busca diversificar seus mercados de exportação e ampliar laços para além de seus parceiros tradicionais.
As negociações entre Austrália e UE começaram em 2018, mas avançaram lentamente antes de ganhar impulso em meio ao aumento das tensões comerciais globais, em parte impulsionadas por tarifas dos EUA.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O acordo também reflete o esforço da UE para reduzir sua dependência da China, especialmente em minerais críticos — setor em que Pequim impôs controles de exportação sobre recursos estratégicos — e sinaliza o aumento do engajamento europeu no Indo-Pacífico, após acordos comerciais com a Indonésia, em setembro, e a Índia, em janeiro.
O acordo eliminará mais de 99% das tarifas sobre exportações de bens da UE para a Austrália, reduzindo em um bilhão de euros (US$ 1,16 bilhão) por ano os custos com tarifas para as empresas. Também reduzirá tarifas sobre importações de minerais críticos, segundo a UE.
Veja os vídeos em alta no g1:
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&#039;Mais próximos&#039;
“A UE e a Austrália podem estar geograficamente distantes, mas não poderíamos estar mais próximos em termos de como vemos o mundo”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, após se reunir com o primeiro-ministro Anthony Albanese em Canberra.
“Com essas novas e dinâmicas parcerias em segurança e defesa, assim como no comércio, estamos nos aproximando ainda mais.”
A Comissão Europeia, que supervisiona a política comercial do bloco de 27 países, espera que o acordo ajude a aumentar suas exportações totais para a Austrália em até 33% ao longo dos próximos 10 anos.
No setor de serviços, a UE terá maior acesso para telecomunicações e serviços financeiros, enquanto na agricultura as tarifas australianas cairão a zero para vinhos, espumantes, frutas, vegetais e chocolates desde o primeiro dia, e para queijos ao longo de três anos.
Para a carne bovina, a UE abrirá duas cotas tarifárias que totalizam 30.600 toneladas, com cerca de 55% do volume entrando livre de tarifas.
As negociações anteriores fracassaram em 2023, em grande parte devido a divergências sobre cotas da UE para importações de carne e proteções ao setor agrícola.
O comércio entre os dois lados é significativo, com empresas da UE exportando para a Austrália 37 bilhões de euros em bens em 2025 e 28 bilhões de euros em serviços em 2023.
Como bloco, a UE foi o terceiro maior parceiro comercial bilateral da Austrália em 2024, além de seu sexto maior destino de exportações, segundo dados oficiais. O bloco também foi a segunda maior fonte de investimento estrangeiro na Austrália em 2024. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 22:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Novo Ministro da Fazenda anuncia auxiliares; Rogério Ceron será secretário&#45;executivo</title>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou, nesta segunda-feira (23) a nomeação de Rogério Ceron para o cargo de secretário-executivo da pasta. Até então, Ceron ocupava o posto de secretário do Tesouro Nacional.
&quot;Tenho a alegria de compartilhar novidades na equipe do Ministério da Fazenda. Rogério Ceron será o novo secretário-executivo. Confio na sua capacidade de entrega, e destaco que seu trabalho à frente do Tesouro foi fundamental para avançarmos com nossa agenda nos últimos anos&quot;, disse o ministro, em uma rede social.
Como secretária-executiva adjunta, assume a professora da Universidade de São Paulo (USP), Úrsula Peres. Ela é especialista em políticas públicas. 
Daniel Leal assumirá a chefia da pasta que cuida do Tesouro Nacional. A secretária de Prêmios e Apostas, por sua vez, será conduzida por Daniele Cardoso. A Secretaria de Assuntos Internacionais será dirigida por Mathias Alencastro.
&quot;Ninguém faz nada sozinho. Somos um Ministério sério, unido e técnico. Mulheres e homens comprometidos em fazer a diferença todos os dias, trabalhando pela prosperidade das famílias brasileiras&quot;, afirmou Durigan.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Novo ministro da Fazenda
Dario Durigan foi nomeado como novo ministro da Fazenda na sexta-feira (20).  
Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas &quot;medidas de recomposição de receitas&quot;, ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.
Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.
Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.
Novo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
Desafios na Fazenda
À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.
Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.
Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes).
Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.
Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.
Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Novo, Ministro, Fazenda, anuncia, auxiliares, Rogério, Ceron, será, secretário-executivo</media:keywords>
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<title>Governo dos EUA pede calma com alta do petróleo, mas empresários mostram ceticismo</title>
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<description><![CDATA[      Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
Um funcionário do alto escalão do governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (23) que os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços da energia serão temporários, uma opinião da qual discordam muitos empresários reunidos no maior evento mundial sobre energia.
Até a próxima sexta-feira (27), a cidade americana de Houston sedia o CERAWeek, fórum que reúne 10 mil integrantes de um setor abalado pela guerra e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.
Mas estas perturbações são &quot;temporárias&quot;, argumentou o secretário de Energia, Chris Wright, na abertura do evento, diante de um auditório lotado.
&quot;Atualmente, estamos atravessando turbulências no curto prazo, mas as vantagens no longo prazo serão enormes. Pensem nos próximos anos e décadas para vocês e seus filhos: vão ver um mundo muito melhor&quot;, disse mais tarde ao canal de TV CNBC.
Guerra no Irã: como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias
Trump durante encontro com a primeira-ministra do Japão na Casa Branca.
Reuters/Evelyn Hockstein
O governo de Donald Trump, envolvido no conflito contra o Irã ao lado de Israel, enfrenta a muito impopular alta dos preços em postos de gasolina a poucos meses das eleições de meio de mandato.
Entre as medidas tomadas para reduzir os preços, os Estados Unidos suspenderam parte das sanções impostas ao petróleo russo e iraniano destinadas a secar as fontes de receita destes países.
Paralelamente, Trump afirmou na Flórida que os Estados Unidos estavam negociando o fim das hostilidades com autoridades iranianas não identificadas, o que fez os preços do petróleo caírem cerca de 10%.
&#039;Reconstruir as reservas&#039;
Grandes dirigentes do Golfo cancelaram sua participação no CERAweek por causa da guerra, entre eles, os das gigantes nacionais da Arábia Saudita (Saudi Aramco) e dos Emirados Árabes Unidos (Adnoc).
O magnata do petróleo Sultan Al-Jaber, diretor-geral da Adnoc, enviou uma mensagem de vídeo que contrastou com o tom tranquilizador dos americanos.
O bloqueio de fato do Estreito de Ormuz por parte do Irã constitui um &quot;terrorismo econômico contra todos os países&quot;, declarou. &quot;Não devemos permitir que nenhum país faça Ormuz refém, nem agora, nem no futuro&quot;, acrescentou.
O CEO da petroleira americana Chevron, Mike Wirth, considerou que os mercados da energia tenderam a subestimar o impacto do conflito, ao apostar em uma solução rápida.
&quot;A Ásia, em particular, enfrenta preocupações reais em relação ao abastecimento&quot; de petróleo e produtos derivados, assinalou. Mesmo depois do fim do conflito, &quot;será preciso tempo para reconstruir as reservas&quot;, advertiu, ao que se somará o reparo da infraestrutura danificada.
Patrick Pouyanné, diretor-executivo do grupo francês TotalEnergies, previu preços do gás &quot;muito elevados até o verão&quot; do hemisfério Norte se o Estreito de Ormuz não for reaberto, e antecipou que a Europa precisaria de muito gás para encher suas reservas antes do inverno.
Investimento em energia fóssil
O governo americano também anunciou que vai reembolsar a TotalEnergies em cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões, na cotação atual) para compensar o abandono de suas duas concessões de projetos de parques eólicos marinhos nos Estados Unidos.
A gigante francesa de energia disse que vai reinvestir esta quantia em energias fósseis no país, especialmente em um projeto de gás natural liquefeito (GNL), um dos eixos principais de desenvolvimento do grupo.
Durante o governo do ex-presidente Joe Biden, os Estados Unidos avançaram na construção de parques eólicos, como parte de sua luta contra as mudanças climáticas.
Trump voltou atrás nessa iniciativa, alegando que os parques eólicos enfeiam a paisagem e produzem eletricidade cara. Desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, ele reativou a produção de carvão e fomentou a de petróleo e gás.
Em Houston, o diretor-executivo da TotalEnergies afirmou que a energia eólica marinha &quot;não é o método mais barato para produzir eletricidade&quot; nos Estados Unidos.
&quot;Este governo acredita nas realidades energéticas, não nos fantasmas climáticos&quot;, afirmou, por sua vez, o secretário do Interior de Trump, Doug Burgum.
Do lado de fora do fórum, quase 100 pessoas reclamavam dos danos ambientais causados pela indústria do petróleo, e do seu uso desmedido.
&quot;Estamos ficando rapidamente sem água, e a grande maioria dos consumidores de água são instalações industriais, de combustíveis fósseis e petroquímicas&quot;, comentou a ativista ambiental Chloe Torres, 28, moradora do Texas.
&quot;A guerra no Oriente Médio está ligada ao petróleo. Pela primeira vez, aqueles que ostentam o poder são descaradamente honestos em relação a isso&quot;, destacou o médico aposentado Michael Crouch, 79. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Com grupo enfraquecido em Minas Gerais, Zema vê PSD como opção para disputar Presidência</title>
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<description><![CDATA[      Zema é cotado para disputar Presidência da República pelo PSD
A saída de Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, da corrida para ser candidato à Presidência da República pelo PSD, anunciada nesta segunda-feira (23), intensificou a aproximação do partido com a Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.
No domingo (22), Zema passou o governo do Estado ao seu vice, Mateus Simões, que há poucos meses saiu do Novo e se filiou ao PSD.
A mudança do vice aproximou Zema e seu grupo de Gilberto Kassab, presidente do PSD.
No PSD, o caminho provável seria Ronaldo Caiado se tornar o novo candidato à Presidência. Há, entretanto, quem veja em Zema a força política do segundo maior colégio eleitoral do País, Minas. Zema é ainda cortejado pelo PL para ser vice de Flávio Bolsonaro.
O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, diz que o acordo público segue sendo o Novo indicar o vice de Simões e ter Zema como candidato à Presidência.
Os governadores Romeu Zema (MG), Jorginho Mello (SC), Ratinho Junior (PR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Wilson Lima (AM), Tarcísio de Freitas (SP), Cláudio Castro (RJ) e Ronaldo Caiado (GO).
Agência Brasília
Ratinho Junior (PSD) informou, nesta segunda-feira (23), que desistiu da pré-candidatura à Presidência da República e vai concluir o seu segundo mandato no governo do Paraná até dezembro de 2026.
O governador era um dos três possíveis candidatos à Presidência do PSD. Com a desistência, os nomes cotados pelo partido são Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado, governador de Goiás. O movimento também impacta na sucessão no Paraná.
Ratinho Junior era o pré-candidato do PSD com melhor desempenho nas pesquisas para as eleições presidenciais deste ano. Na Quaest mais recente, de março, ele aparecia com 7% das intenções de voto nos cenários de primeiro turno, contra 4% de Ronaldo Caiado e 3% de Eduardo Leite. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão de declarações no primeiro dia</title>
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<description><![CDATA[      Imposto de renda: prazo começa dia 23 de março de 2026.
Joédson Alves/Agência Brasil
A Receita Federal recebeu até às 17h30 desta segunda-feira (23) mais de um milhão de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026. 
O prazo para envio começou hoje e segue até o dia 29 de maio.
Segundo a Receita, o ritmo de envio no primeiro dia foi superior ao registrado no ano passado, impulsionado pela disponibilização da declaração pré-preenchida já na abertura do prazo.
Esse modelo foi utilizado por mais da metade dos envios realizados nesta segunda. 
O programa do Imposto de Renda foi liberado para &quot;download&quot; na quinta da semana passada (19), mas a entrega das declarações só teve início às 8h de hoje.
Declaração do imposto de renda de 2026 começa hoje
O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). A expectativa do órgão é receber 44 milhões de declarações dentro do prazo legal.
➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.
Lotes de restituição
Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.
????️Veja o calendário de restituições do IR em 2026:
1º lote: 29 de maio;
2º lote: 30 de junho;
3º lote: 31 de julho;
4º lote: 28 de agosto.
Quem tem que declarar?
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
pessoa que deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Imposto, Renda, 2026:, Receita, recebe, mais, milhão, declarações, primeiro, dia</media:keywords>
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<title>Imposto de Renda 2026: Receita recebe mais de um milhão declarações no primeiro dia</title>
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<description><![CDATA[      Imposto de renda: prazo começa dia 23 de março de 2026.
Joédson Alves/Agência Brasil
A Receita Federal recebeu até às 17h30 desta segunda-feira (23) mais de um milhão de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026. 
O prazo para envio começou hoje e segue até o dia 29 de maio.
Segundo a Receita, o ritmo de envio no primeiro dia foi superior ao registrado no ano passado, impulsionado pela disponibilização da declaração pré-preenchida já na abertura do prazo.
Esse modelo foi utilizado por mais da metade dos envios realizados nesta segunda. 
O programa do Imposto de Renda foi liberado para &quot;download&quot; na quinta da semana passada (19), mas a entrega das declarações só teve início às 8h de hoje.
Declaração do imposto de renda de 2026 começa hoje
O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). A expectativa do órgão é receber 44 milhões de declarações dentro do prazo legal.
➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.
Lotes de restituição
Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.
????️Veja o calendário de restituições do IR em 2026:
1º lote: 29 de maio;
2º lote: 30 de junho;
3º lote: 31 de julho;
4º lote: 28 de agosto.
Quem tem que declarar?
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como Leonid Radvinsky levou OnlyFans a faturamento bilionário que mudou outras redes sociais</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/como-leonid-radvinsky-levou-onlyfans-a-faturamento-bilionario-que-mudou-outras-redes-sociais</link>
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<description><![CDATA[      Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky,dono do OnlyFans
O bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans morto nesta segunda-feira (23), contribuiu com a mudança da rede social de um serviço de nicho para um fenômeno mundial que levou a mudanças em outras plataformas.
Hoje conhecido pelo conteúdo adulto, o OnlyFans ainda patinava nos primeiros anos. O serviço criado em 2016 pelo britânico Tim Stokely não tinha um foco muito definido e era usado para cobrar acesso aos mais diversos tipos de conteúdo, de cursos a performances artísticas, por exemplo.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A rede social foi comprada em 2018 por Radvinsky, que obteve uma participação majoritária. Com sua longa experiência no mercado de pornografia online, a plataforma passou a atrair mais criadores de conteúdo adulto.
A explosão veio durante a pandemia, quando mais pessoas buscavam formas de ganhar dinheiro em casa e seguidores se mostraram mais dispostos a pagar por conteúdo adulto.
Leonid Radvinsky em foto publicada no LinkedIn.
Reprodução
Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans
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O OnlyFans tinha 13 milhões de contas de fãs e 348 mil contas de influenciadores em 2019, segundo os documentos oficiais da empresa.
Ao final de 2020, o cenário era muito maior: a rede social tinha 82 milhões de usuários e 1,6 milhão de criadores de conteúdo.
Foi na pandemia que celebridades como a rapper Cardi B e a atriz Bella Thorne criaram suas contas no OnlyFans. Mas, em vez de conteúdo pornográfico, elas publicam fotos de suas rotinas e de bastidores de seus trabalhos.
Influenciadores também foram atraídos pelas comissões vantajosas do OnlyFans: a rede social fica com 20% dos ganhos com assinaturas, enquanto os 80% restantes vão direto para os criadores.
Outras redes sociais costumam ficar com comissões maiores ou pagar uma quantia menor com base no número de visualizações.
Com o sucesso do modelo de assinaturas do OnlyFans, plataformas como o Instagram e o X também anunciaram recursos para usuários pagarem por conteúdo exclusivo de seus influenciadores favoritos.
O OnlyFans alcançou 377 milhões de contas de fãs e 4,6 milhões de contas de criadores de conteúdo no final de 2024, segundo documentos mais recentes apresentados pela empresa para reguladores britânicos.
A empresa registrou US$ 7,2 bilhões em pagamentos com assinaturas. Como a maior parte do valor é destinada a criadores, a companhia terminou o ano com faturamento de US$ 1,4 bilhão.
OnlyFans
Reuters/Andrew Kelly ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Técnicos do TCU concluem que não houve impropriedades, omissões ou negligências do BC na liquidação do Master</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/tecnicos-do-tcu-concluem-que-nao-houve-impropriedades-omissoes-ou-negligencias-do-bc-na-liquidacao-do-master</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/tecnicos-do-tcu-concluem-que-nao-houve-impropriedades-omissoes-ou-negligencias-do-bc-na-liquidacao-do-master</guid>
<description><![CDATA[      A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que não houve “impropriedades, omissões ou negligências” por parte do Banco Central (BC) na condução da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025. 
A informação consta em relatório de auditoria revelado pelo jornal &quot;O Estado de S. Paulo&quot; e confirmado pela TV Globo.
No documento, os técnicos afirmam que a intervenção no banco de Daniel Vorcaro foi uma “medida imperativa, legal e tecnicamente fundamentada, adotada tempestivamente após o esgotamento fático das alternativas de recuperação e diante da insolvência e da possível prática de ilícitos pela instituição supervisionada&quot;. 
A conclusão dos técnicos afasta a hipótese levantada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, de que haveria indícios de precipitação na decretação da liquidação. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Em dezembro de 2025, ao solicitar esclarecimentos ao BC sobre a fundamentação da medida, o ministro mencionou possíveis irregularidades e omissões na condução do processo envolvendo o Banco Master.
Uma análise preliminar do próprio TCU já havia apontado que não houve &quot;inação&quot; por parte do BC na decretação de liquidação extrajudicial do banco. 
O processo segue sob sigilo na Corte de Contas e ainda não há previsão de quando será levado ao plenário. 
A TV Globo entrou em contato com a assessoria do ministro e do Banco Central, mas não houve manifestações até a publicação da matéria. 
Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025
Rovena Rosa/Agência Brasil
Relembre o caso
Em meados de dezembro de 2025, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que, no prazo de até 72 horas, o Banco Central (BC) apresentasse esclarecimentos relacionados a supostos indícios de liquidação &quot;precipitada&quot; do Banco Master pela autoridade monetária.
Além disso, foi decretado sigilo sobre o processo. A medida causou estranheza no mercado financeiro visto que o Banco Master é privado, não público.
No prazo estabelecido, o BC precisou explicar a fundamentação e motivação para a liquidação; alternativas menos gravosas; Tratativas e cronologia; e Coerência interna e governança decisória.
No despacho, o ministro apontou supostos indícios que poderiam configurar como irregularidades e omissões do BC na condução do processo do Master.
Um parecer técnico preliminar da área técnica apontou que não houve omissão ou inação do BC na condução dos trabalhos.
Posteriormente, foi determinada uma inspeção nos documentos do BC pelo ministro Jhonatan de Jesus, o que gerou uma crise entre as duas instituições.
No entendimento do ministro, faltavam informações para embasar as explicações dadas pela autoridade monetária sobre a liquidação, decretada em novembro.
O BC reagiu à decisão e recorreu, argumentando que o procedimento não poderia ser determinado por um único ministro, mas deveria ser submetido à deliberação do colegiado do TCU.
O ministro, no entanto, recuou e as partes chegaram a um acordo sobre a realização de um procedimento técnico nos documentos.
O procedimento já foi finalizado. Segundo apurou o g1, o parecer técnico do TCU não encontrou irregularidades na condução do procedimento realizado pelo BC.
O ministro relator ainda não formulou o seu parecer e, por consequência, o caso não foi levado a plenário ainda. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Técnicos, TCU, concluem, que, não, houve, impropriedades, omissões, negligências, liquidação, Master</media:keywords>
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<title>Projeto de lei quer permitir CNH &amp;apos;comum&amp;apos; para dirigir veículos elétricos de até 4.250 kg</title>
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<description><![CDATA[      Cadillac Escalade IQ e elétrico e pesa mais de 4.000 kg
divulgação/Cadillac
Foi aprovado em comissão da Câmara dos Deputados um projeto que permite motoristas com carteira de habilitação B dirigir carros elétricos e híbridos com até 4.250 kg. Hoje o limite de peso para esse tipo de CNH é de 3.500 kg para qualquer tipo de veículo. 
Modelos da Cadillac, Chevrolet e GMC se encaixariam nos critérios do projeto.
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O texto passou pela Comissão de Viação e Transportes e se aplica a veículos elétricos, híbridos e com tração predominantemente elétrica. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá definir outros critérios por regulamento. Vale lembrar que hoje não é obrigatório fazer aulas teóricas para conseguir a CNH.
O deputado Pedro Aihara (PRD-MG), autor do projeto de lei, diz que o objetivo é compensar o peso extra das baterias de modelos elétricos. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) incluiu no texto a categoria de veículos híbridos com tração predominantemente elétrica, mas sem especificações.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, argumentou Leal.
Agora o projeto, que começou a tramitar em março de 2025, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado para virar lei. 
Outro projeto também aprovado em comissão propõe criar CNH separada para carros automáticos e manuais. 
Quais veículos se encaixam no projeto de lei
Quem tem a categoria B na CNH pode dirigir veículos que pesam até 3.500 kg e levam até oito assentos, excluído o do motorista. 
Pelos critérios atuais do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estes carros elétricos e híbridos precisariam de motoristas com categoria C ou superior — para caminhões e ônibus.
Chevrolet Silverado EV: 3.839 kg
Chevrolet Silverado EV
divulgação/Chevrolet
A Chevrolet Silverado EV continua sendo uma picape de grandes dimensões e bastante pesada. Ela não chega aos mesmos níveis de potência e força do “primo” Hummer EV, mas seus dois motores elétricos entregam 760 cv e 108,5 kgfm de torque.
Hummer EV: 4.103 kg
GMC Hummer EV
Divulgação / General Motors
Picape totalmente elétrica, desenvolvida e fabricada nos Estados Unidos por uma subsidiária da GM. O Hummer EV impressiona pelos números em praticamente todos os aspectos.
Possui três motores elétricos de 338 cv cada, totalizando 1.014 cv, e entrega 165,9 kgfm de torque — força equivalente à soma de quase três Ford F-150, a maior picape que a Ford comercializa no Brasil e que, juntas, alcançam cerca de 170 kgfm.
Cadillac Escalade iQ: 4.241 kg
Cadillac Escalade IQ
divulgação/Cadillac
O único veículo desta lista que não é uma picape é o Cadillac Escalade IQ. Trata-se de um SUV de luxo com números impressionantes, incluindo peso de até 4.241 kg, dependendo da versão. Grande parte dessa massa vem do conjunto de baterias, que garante autonomia de até 748 km por carga.
A potência chega a 750 cv, o que permite ao utilitário acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, 0,2 segundo mais rápido que o Porsche 718 Cayman. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Demanda da inteligência artificial pode pressionar oferta de energia nos EUA, diz executiva do Google</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os Estados Unidos podem não estar ampliando a geração de energia elétrica com rapidez suficiente para atender à crescente demanda da inteligência artificial. O alerta foi feito nesta segunda-feira (23) por Ruth Porat, presidente e diretora de investimentos da Alphabet, empresa controladora do Google.
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&quot;Estamos preocupados com o fato de não estarmos a todo vapor em termos de energia&quot;, disse ela durante a conferência CERAWeek, realizada em Houston. 
Segundo a executiva, o país provavelmente precisará recorrer a diferentes fontes de energia para dar conta da demanda.
Recentemente, a Alphabet tomou uma medida pouco comum para uma empresa de tecnologia: comprou uma companhia do setor elétrico para ajudar a sustentar seus planos de crescimento. 
A empresa também vem investindo em reatores nucleares avançados — uma nova geração de usinas nucleares — e firmando contratos de resposta à demanda, mecanismo em que grandes consumidores de eletricidade reduzem temporariamente o uso de energia nos momentos de maior consumo.
Esse tipo de medida envolve, por exemplo, os data centers, grandes instalações cheias de computadores que armazenam e processam dados usados por serviços digitais e sistemas de inteligência artificial.
Em um dos projetos, a empresa firmou um acordo com a fornecedora de energia NextEra Energy para reativar uma usina nuclear que havia sido fechada no Estado de Iowa. A energia gerada será destinada ao funcionamento de seus data centers.
Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança
Noah Berger/AP Images/picture alliance ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Guerra no Irã: como países tentam conter o impacto da crise de energia nas famílias</title>
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<description><![CDATA[      Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
O forte aumento nos preços do petróleo, em meio à guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, acendeu o alerta de governos em todo o mundo para uma possível alta global da inflação.
O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos. Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.
Além do transporte, o agro também sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos. A produção de energia elétrica também tende a ser impactada, especialmente nas termelétricas — que geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.
➡️ No Brasil, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel, em uma tentativa de conter o impacto dos preços do petróleo para os consumidores.
Veja abaixo como diferentes países reagiram ao aumento de preços:
Índia
Segundo a agência de notícias Reuters, um funcionário do governo indiano informou que o país deve rever suas exportações de combustível se necessário. O objetivo seria garantir a disponibilidade nos mercados globais.
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a Índia avalia os pedidos de fornecimento de combustível de seus vizinhos e somente aprovará as exportações se tiver volumes excedentes.
Além disso, o país também proibiu os consumidores de gás natural canalizado de manter, obter ou reabastecer cilindros domésticos de gás liquefeito de petróleo.
O governo ainda invocou poderes de emergência para ordenar às refinarias que maximizem a produção de GLP e reduzir a venda do produto para a indústria, a fim de evitar a escassez para as 333 milhões de residências que utilizam o GLP para cozinhar.
Coréia do Sul
A Coreia do Sul flexibilizou os limites da capacidade de geração de energia a carvão e elevou a utilização de usinas nucleares para até 80%.
Além disso, o governo sul-coreano também considera a possibilidade de distribuir vouchers adicionais de energia para apoiar as famílias mais vulneráveis.
China
A China proibiu as exportações de combustíveis refinados para se antecipar a uma possível escassez de combustível no mercado interno, segundo informou a agência de notícias Reuters.
O país também passou a liberar suprimentos de fertilizantes de reservas comerciais nacionais antes do plantio da primavera.
Austrália
A Austrália passou a liberar gasolina e diesel de suas reservas domésticas para aliviar a escassez que afeta as cadeias de suprimentos rurais, bem como a mineração e a agricultura.
Japão
O Japão pediu que a Austrália, seu maior fornecedor de gás natural liquefeito, aumente a produção para evitar a falta do produto no país.
União Europeia
Os líderes da União Europeia divulgaram uma série de medidas temporárias para atenuar o impacto da subida dos preços da energia.
Além de possíveis cortes de impostos sobre a eletricidade, a região também propôs taxas mais baixas de rede e apoio estatal como possíveis soluções a curto prazo.
Bangladesh
Bangladesh informou que busca bilhões em financiamento externo para garantir as importações de combustível e gás natural liquefeito necessários ao país.
Sérvia
A Sérvia anunciou que vai reduzir os impostos especiais de consumo sobre o petróleo bruto em um total de 60%. 
O governo do país também estendeu a proibição de exportação de petróleo bruto e derivados de petróleo para proteger seu mercado de escassez e aumentos repentinos de preços.
Itália
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou que a Itália está considerando reduzir os impostos especiais de consumo para suavizar os preços dos combustíveis e está pronta para aumentar os impostos sobre as empresas responsáveis ​​por lucrar indevidamente com a crise energética.
Camboja
O Camboja está importando mais combustível de fornecedores em Singapura e na Malásia para compensar a falta de abastecimento do Vietnã e da China.
Malásia
A Malásia aumentará os gastos com subsídios à gasolina de 700 milhões de ringgits (moeda local, equivalente a US$ 178,5 milhões) para 2 bilhões de ringgits (US$ 510 milhões). O objetivo é manter o preço fixo do combustível.
Tailândia
A Tailândia discutiu com o governo russo a possibilidade de comprar petróleo bruto, afirmou um vice-primeiro-ministro do país, reiterando que o governo tentaria limitar o preço do diesel no mercado interno a 33 baht (US$ 1,02) por litro.
A Agência de Planejamento da Tailândia também afirmou que o governo congelará os preços de alguns produtos e fornecerá apoio aos agricultores.
Grécia
A Grécia vai oferecersubsídios para combustíveis e fertilizantes, além de descontos em passagens de ferry, num total de 300 milhões  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após acordo histórico, agência internacional avalia liberar mais estoques de petróleo para conter crise</title>
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<description><![CDATA[      Entenda impacto da alta do petróleo com a guerra no oriente médio
A Agência Internacional de Energia (IEA) voltou a sinalizar a possibilidade de liberar mais petróleo dos estoques estratégicos para conter os impactos da crise provocada pela guerra no Irã. O diretor-executivo da entidade, Fatih Birol, afirmou que a medida pode ser adotada caso a situação se agrave.
“Se for necessário, faremos isso. Vamos observar as condições, analisar os mercados e discutir com nossos países membros”, afirmou Birol nesta segunda-feira (23), durante evento em Canberra, na Austrália, segundo a agência Reuters.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A sinalização vem após uma ação considerada histórica. Em março, os países membros da IEA concordaram em liberar cerca de 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas — a maior retirada já feita pela agência. 
A medida foi adotada como resposta direta à alta dos preços globais e às incertezas geradas pelo cenário geopolítico.
Mesmo com essa liberação, a agência avalia que o problema está longe de ser resolvido. A medida ajudou a aliviar parte da pressão no mercado, mas não eliminou os riscos associados à oferta global de petróleo.
Birol reforçou que não há um preço específico que determine uma nova liberação de estoques. A decisão depende de uma análise ampla das condições do mercado e de alinhamento com os países membros.
Nos bastidores, a IEA também tem mantido conversas com autoridades internacionais para coordenar possíveis respostas à crise, além de acompanhar cadeias logísticas e a demanda global por energia. 
Na semana passada, a agência sugeriu uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.
O contexto da crise envolve ainda a importância do Estreito de Ormuz, um dos principais pontos de passagem do petróleo no mundo. Qualquer instabilidade na região tem potencial para afetar diretamente o abastecimento global e pressionar ainda mais os preços.
Birol classificou o cenário atual como mais grave do que crises anteriores e destacou que o impacto sobre os mercados ainda está sendo subestimado.
“A solução mais importante para esse problema é a abertura do Estreito de Ormuz”, disse.
Ele também alertou que os efeitos do conflito podem ser amplos e duradouros, com reflexos sobre a inflação e a atividade econômica em diversos países.
Petróleo despenca após Trump sinalizar trégua no Irã
Fumaça sobe após um ataque à refinaria de petróleo da Bapco, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, na ilha de Sitra, Bahrein, em 9 de março de 2026.
REUTERS/Stringer TPX IMAGES OF THE DAY
Os preços do petróleo inverteram o sinal positivo visto pela manhã e passaram a operar em forte queda nesta segunda-feira, após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente americano anunciou uma trégua de cinco dias com o Irã. Em publicação na rede Truth Social, afirmou que representantes dos dois países tiveram &quot;conversas muito boas e produtivas&quot; no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque à infraestrutura energética iraniana.
Mas a agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que não há conversas em andamento entre autoridades de Teerã e dos Estados Unidos.
????️Perto das 14h (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, caía 9,23%, a US$ 101,84. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 8,41%, a US$ 89,97.
Neste mês, países membros da Agência Internacional de Energia (IEA) concordaram em liberar 400 milhões de barris de petróleo para conter a alta dos preços globais.
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Café: USP aponta benefício das chuvas para enchimento de grãos e reforça chance de safra recorde</title>
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<description><![CDATA[      Café robusta
Globo Rural/Tv Globo
Depois de um cenário desafiador, com altas temperaturas e poucas chuvas em dezembro, a safra brasileira de café 2026/27 segue beneficiada pelas condições climáticas favoráveis para o cultivo do grão desde janeiro deste ano na maioria das regiões produtoras monitoradas pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Cepea-Esalq), o campus da USP em Piracicaba. 
Segundo pesquisadores do Cepea, na primeira quinzena de março, o volumes de chuvas elevados auxiliaram o enchimento dos grãos de arábica e ajudaram o desenvolvimento final do robusta.
????Safra recorde: o clima favorável mantém expectativa de uma safra recorde de café para 2026/27, impulsionada sobretudo pela produção do café arábica. 
Em boletim do Cepea publicado no fim de fevereiro deste ano, o Centro de Estudos da Esalq já apontava expectativas positivas para a atual temporada, que pode ser a primeira desde a safra 2020/21 a superar o patamar de 60 milhões de sacas no Brasil, somando as modalidades arábica e robusta. &quot;O que seria um recorde&quot;, projeta o Centro de Estudos da Esalq.
No caso do robusta, pesquisadores do Cepea indicam que havia uma expectativa inicial menos promissora de produção para a atual temporada. 
Leia mais: Projeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP
Contudo, com as condições climáticas também favoráveis, ainda que março registre chuvas menos volumosas que nos meses anteriores, agentes do setor consultados pelo Centro de Pesquisas têm passado a apostar em colheita próxima à observada na safra passada. 
???? Siga o g1 Piracicaba no Instagram 
Em Campinas (SP), no interior de São Paulo, uma das regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea, o volume elevado de chuva começou ainda em janeiro. 
Na Estação do Taquaral, em Campinas (SP), o acumulado do mês chegou a 339 milímetros, valor 79 milímetros acima da média histórica, que é de 261 milímetros para o período, de acordo com dados do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro).
Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais
Lavoura de café arábica no Sul de Minas Gerais – Crédito: Divulgação
Chuvas em outras regiões produtoras
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em fevereiro, foram registrados 154,5 milímetros de chuva no município de Marília, na região central do estado de São Paulo. Os maiores acumulados ocorreram na Mogiana Paulista, no Cerrado Mineiro e no Sul de Minas. 
&quot;Nas regiões produtoras de robusta, onde a colheita já pode ser iniciada a partir de abril, os volumes de chuvas em fevereiro estão bem inferiores aos observados em janeiro. Ainda assim, vale destacar que, em municípios mais ao norte do Espírito Santo, como Linhares, o excesso de precipitações no fim de janeiro pode ter prejudicado o desenvolvimento da safra em alguns talhões, influenciando o avanço de doenças&quot;, descreve o Cepea
Retomada do setor em janeiro 
Após um período de negociações restritas, com ausências de vendedores e compradores ativos no mercado doméstico, as vendas do setor cafeeiro voltaram a aquecer na primeira quinzena de janeiro de 2026.
As cotações dos cafés robusta e arábica, o mais consumido no Brasil, fecharam a R$ 1,2 mil e R$ 2,2 mil a saca, respectivamente. Os valores são considerados positivos e atendem os patamares desejáveis pelos produtores, segundo o Cepea.
Segundo o centro, o movimento de alta se intensificou a partir de 6 de janeiro, quando os contratos futuros (de março de 2026) registraram aumento de 1.450 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures). O movimento na bolsa de valores aumentou o volume comercializado no mercado brasileiro.
Agentes consultados pelo Cepea indicam que, com a virada do ano, alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa, o que colaborou para o aumento da liquidez no período.
Embora o mercado tenha esteja em viés de retomada, o cenário de pouca chuva em importantes regiões produtoras do Brasil preocupa agentes do setor cafeeiro em relação à safra 2026/2027, segundo o boletim divulgado pelo Cepea.
&quot;Dezembro foi marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, condição que pode comprometer a formação dos grãos, resultando em cafés chochos&quot;, analisa o Cepea.
Compra de fertilizantes 
Café fica 34,9% mais caro em Campinas, aponta levantamento
O poder de compra de fertilizantes pelos produtores de café de São Paulo aumentou nos últimos meses de 2025.
Os preços da saca de 60 kg do café arábica operou em cerca de R$ 2,2 mil em outubro. Os valores do café robusta fecharam em torno dos R$ 1.350 a saca. 
Com as cotações nesse patamar, os produtores de São Paulo precisavam de 1,16 saca de arábica do tipo 6 para adquirir uma tonelada do adubo em 2025. 
????Em outubro de 2024, era preciso 1,44 saca de café para compra de fertilizante. Desde o início dos levantamentos feitos pelo Cepea, em 2011, a média histórica indica a necessidade de 2,6 sacas de café para pagar uma tonelada de fertilizante.
&quot;O poder de  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Morre Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans, aos 43 anos</title>
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<description><![CDATA[      Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky,dono do OnlyFans
Morreu nesta segunda-feira (23) o bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa à Bloomberg.
Nascido em 1982 em Odessa, na Ucrânia — então parte da União Soviética —, ele se mudou com a família para os Estados Unidos ainda criança.
LEIA TAMBÉM: Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans
“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”
Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando adquiriu uma participação majoritária na empresa.
Leonid Radvinsky em foto publicada no LinkedIn.
Reprodução
Sob o comando de Radvinsky, a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por suas produções.
O OnlyFans foi fundado em 2016 e ganhou fama por hospedar conteúdos considerados inadequados na maioria das redes sociais, crescendo rapidamente durante a pandemia.
De acordo com a Bloomberg, Radvinsky negociava a venda de uma participação na empresa, mas as conversas ainda estavam em estágio inicial.
Discreto nas redes sociais e avesso a entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos Estados Unidos, e acumulava uma fortuna de US$ 4,7 bilhões, segundo a Forbes no ranking de bilionários de 2025. Ele ocupava a 870ª posição entre os mais ricos do mundo.
Radvinsky iniciou sua trajetória nos negócios ainda como estudante de economia na Northwestern University, nos EUA, quando fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele administrava sites que disponibilizavam senhas obtidas por meio de invasões.
Em 2018, o ucraniano comprou uma participação no OnlyFans, fundado em 2016 e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido.
Semana Pop mostra quais ex-BBBs contam com perfil na plataforma OnlyFans ]]></description>
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<title>Após liberação recorde, agência internacional avalia novos estoques de petróleo</title>
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<description><![CDATA[ A Agência Internacional de Energia (IEA) está consultando governos da Ásia e da Europa sobre a possibilidade de liberar mais petróleo estocado, caso seja necessário, em meio à guerra no Irã, disse o diretor-executivo Fatih Birol nesta segunda-feira (23).
&quot;Se for necessário, é claro, nós o faremos. Observaremos as condições, analisaremos, avaliaremos os mercados e discutiremos com nossos países membros&quot;, disse Birol, ao National Press Club em Canberra, no início de uma série de visitas a países ao redor do mundo.
Os países membros da IEA concordaram em 11 de março em liberar um recorde de 400 milhões de barris de petróleo dos estoques estratégicos para combater o aumento dos preços globais do petróleo. A retirada representou 20% dos estoques totais.
Não haveria um nível específico de preço do petróleo para desencadear outra liberação, disse Birol.
&quot;Uma liberação de estoques ajudará a confortar os mercados, mas não é a solução. Isso só ajudará a reduzir a dor na economia.&quot;
O chefe da IEA iniciou sua viagem internacional em Canberra, já que a Ásia-Pacífico está na vanguarda da crise do petróleo, disse ele, devido à sua dependência do petróleo e de outros produtos cruciais, como fertilizantes, que transitam pelo Estreito de Ormuz.
Depois de se reunir com o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese, Birol viajará para o Japão no final desta semana antes de uma reunião do Grupo dos Sete.
Ele descreveu a crise no Oriente Médio como &quot;muito grave&quot; e pior do que os dois choques do petróleo da década de 1970, bem como o impacto da guerra entre a Rússia e a Ucrânia sobre o gás, juntos.
A guerra contra o Irã retirou 11 milhões de barris de petróleo por dia do fornecimento global, mais do que os dois choques de petróleo anteriores juntos.
&quot;A solução mais importante para esse problema é a abertura do Estreito de Ormuz&quot;, disse ele.
&quot;A profundidade do problema não foi bem avaliada pelos tomadores de decisão em todo o mundo&quot;, disse ele sobre sua decisão de começar a falar publicamente três semanas após o início da guerra. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>C6 obtém decisão judicial e volta a operar consignado após bloqueio do INSS</title>
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<description><![CDATA[      O C6 obteve uma decisão cautelar favorável da Justiça que permite ao banco voltar a oferecer empréstimos consignados. Na semana passada, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) havia suspendido o registro de novas operações desse tipo pelo banco.
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Na decisão que acolhe o pedido de tutela cautelar em caráter antecedente apresentado pelo Banco C6 Consignado S.A., proferida na última sexta-feira, o juiz federal Rodrigo de Godoy Mendes, da 6ª Vara Federal, apontou “desproporcionalidade” nas medidas adotadas pelo INSS. 
Segundo ele, suspender a principal atividade da instituição até que valores ainda em discussão sejam devolvidos configura uma medida de força sem respaldo jurídico.
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“Não é razoável nem proporcional. A impossibilidade de averbar novos contratos gera prejuízos financeiros diários e provável perda de participação de mercado”, acrescentou.
“O restabelecimento do acesso ao sistema de consignações não impede a regular continuidade do processo administrativo sancionador, desde que garantido o devido processo legal, também não obstando a posterior determinação de ressarcimento de valores pelos meios legais adequados, caso, ao final do procedimento, seja comprovada a ilicitude da conduta da instituição financeira”, argumentou.
Procurado nesta segunda-feira, o C6 confirmou a decisão, que corre em segredo de Justiça. O INSS não comentou de imediato.
Carteira de quase R$ 90 bilhões
A carteira de crédito expandida do C6 Bank somava R$ 89,3 bilhões no fim do ano passado. Desse total, os empréstimos consignados — modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente do salário ou do benefício do cliente — representavam 45%, segundo dados do próprio banco.
O INSS havia suspendido, no início da semana passada, o recebimento de novos registros de crédito consignado do C6. 
O instituto afirmou que a medida ocorreu por descumprimento de cláusulas do acordo firmado entre as duas entidades e informou que a suspensão permaneceria até que fossem devolvidos valores cobrados indevidamente em pacotes de serviços descontados dos benefícios pagos pelo INSS, com as devidas correções.
Na ocasião, o C6 — que tem como sócio o banco norte-americano JPMorgan Chase — afirmou que discordava integralmente da interpretação do INSS e que buscaria exercer seu direito de defesa na Justiça.
Na decisão, o juiz da 6ª Vara também cita a defesa apresentada pelo C6. O banco sustenta que os produtos oferecidos — como seguro de vida e pacotes de benefícios — são legais e que a contratação ocorreu de forma autônoma e opcional pelos clientes, sem caracterizar venda casada.
A decisão de Godoy Mendes determina a suspensão imediata dos efeitos do despacho do INSS publicado no último dia 16, “restabelecendo-se, por conseguinte, a habilitação e o acesso da parte requerente ao sistema para o recebimento de novas averbações de operações de crédito consignado administrado” pelo banco.
O magistrado também suspendeu temporariamente, até nova decisão, “a exigência de devolução de valores como condição imperativa para a continuidade das atividades da instituição”.
Sede do C6 Bank no Jardim Paulista, Zona Sul de São Paulo
C6 Bank/Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ONG quer banir carros a combustão de BMW e Mercedes, mas justiça nega</title>
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<description><![CDATA[      Mercedes AMG GT 63 S é híbrido de 816 cv com motor a combustão 4.0 V8
Divulgação / Mercedes-Benz
Nesta segunda-feira (23), a corte federal alemã em Karlsruhe negou o pedido de uma ONG que buscava proibir a venda de carros a combustão produzidos pela BMW e pela Mercedes-Benz a partir de 2030. O processo estava em andamento desde 2021 e já havia sido decidido a favor das montadoras em instâncias inferiores.
A organização Deutsche Umwelthilfe (DUH) argumenta ainda que existiria um limite específico de emissões de poluentes para BMW e Mercedes e que as empresas estariam ultrapassando esse “orçamento de carbono”.
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A corte reafirmou o entendimento dos julgamentos anteriores: não há uma cota individual de emissões de carbono estabelecida para cada fábrica.
Um porta-voz da BMW afirmou à agência Reuters que a decisão oferece segurança jurídica às empresas que atuam na Alemanha.
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Entenda o caso
Os ambientalistas da DUH entraram com o processo em 2021. Eles querem que as montadoras assumam um compromisso legal de parar a produção de carros a combustão a partir de 2030.
Eles também pedem que as fábricas emitam apenas uma “fatia justa” de CO₂ em suas operações. Porém, não existe nenhuma lei que defina qual seria essa parcela para empresas como BMW ou Mercedes.
O cálculo dessa “fatia” foi elaborado pela própria DUH com base em dados sobre aquecimento global. Essas informações vêm do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A pesquisa do IPCC, usada pelos ambientalistas, estima quanto carbono o planeta pode liberar sem que a temperatura global aumente mais do que 1,7 grau Celsius. De acordo com os cálculos, as metas atuais de emissões das empresas não seriam suficientes.
A Daimler, dona da marca Mercedes, disse na ocasião que não via cabimento no argumento usado pelos ambientalistas. Já a BMW disse na época que suas metas de compromisso com o clima estavam à frente da indústria.
*com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>FGC começa a receber pedidos de ressarcimento de credores do Banco Pleno</title>
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<description><![CDATA[      FGC deve desembolsar quase R$ 5 bilhões para ressarcir clientes do Banco Pleno
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta segnda-feira (23) que os os depositantes e investidores do banco Pleno já podem entrar com o pedido de garantia pelo aplicativo do fundo. 
No caso de empresas, informou que o pedido deverá ser concluído pelo site do FGC.
&quot;O número de credores com direito à garantia foi confirmado em 152 mil pessoas, com valor total de R$ 4,8 bilhões a ser pago pelo Fundo&quot;, informou o FGC, em nota. 
O Banco Pleno teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central, junto com a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, em fevereiro deste ano.
???? A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, encerra as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até a extinção da instituição. O banco também deixa de integrar o sistema financeiro nacional.
As instituições faziam parte do grupo do Banco Master, mas foram vendidas no segundo semestre do ano passado ao empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
Banco Master.
Reprodução/TV Globo
Segundo o FGC, o Banco Pleno não faz mais parte do conglomerado Master. Assim, o liquidante irá apurar os valores a serem garantidos até o limite previsto na regulamentação.
O Pleno tinha participação pequena no sistema financeiro brasileiro. Dados do BC indicam que, até setembro do ano passado, o banco concentrava cerca de 0,04% de todos os ativos do setor, que somavam R$ 18,07 trilhões. Isso equivale a aproximadamente R$ 7,2 bilhões.
O FGC lembra que oferece garantia de até R$ 250 mil, por CPF ou CNPJ, para investimentos em produtos como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI, LCA e LCD, por instituição financeira associada ou conglomerado. 
Existe um teto de R$ 1 milhão, a cada período de quatro anos, para garantias pagas por CPF ou CNPJ. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Falha em versões antigas do iPhone pode permitir espionagem e roubo de dados</title>
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<description><![CDATA[      Veja os vídeos que estão em alta no g1
Pesquisadores de segurança digital identificaram um programa de espionagem (spyware) capaz de invadir iPhones e coletar informações dos usuários. A ferramenta foi encontrada recentemente em dezenas de sites na Ucrânia e pode explorar falhas em versões antigas do sistema operacional dos aparelhos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O software malicioso foi apelidado de “Darksword” por especialistas das empresas de segurança digital Lookout e iVerify, em parceria com pesquisadores do Google. 
Segundo estudos divulgados na última semana, o programa pode ser usado para acessar dados do telefone e até informações guardadas em carteiras digitais de criptomoedas.
????️‍♂️ O ataque acontece quando o usuário acessa determinados sites criados para explorar falhas de segurança no sistema do iPhone. Ao entrar nessas páginas, o programa malicioso pode ser ativado e passar a acessar o aparelho, permitindo a coleta de dados do dispositivo.
Segundo caso de spyware contra iPhones revelado em março
Este é o segundo caso identificado neste mês envolvendo ferramentas desse tipo voltadas para dispositivos da Apple. 
No início de março, pesquisadores já haviam revelado outro programa de espionagem digital, chamado “Coruna”, que também explorava falhas no sistema dos iPhones.
Segundo os especialistas, a existência de duas ferramentas diferentes descobertas em pouco tempo indica que está crescendo o mercado de programas capazes de invadir celulares para roubar informações.
“Agora existe uma cadeia confirmada de ferramentas desse tipo que acabaram nas mãos de grupos possivelmente criminosos interessados em ganhos financeiros”, afirmou Justin Albrecht, pesquisador da Lookout, à Reuters.
Ataques em diferentes países
Pesquisadores do Google disseram ter identificado campanhas de ataque que usaram o Darksword contra alvos em países como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia.
De acordo com a empresa, algumas dessas operações estariam associadas a um fornecedor comercial de tecnologia de vigilância chamado PARS Defense, sediado na Turquia. A empresa não respondeu a pedidos de comentário feitos pela Reuters.
Os especialistas também descobriram que o programa era distribuído principalmente para usuários que utilizavam versões do sistema do iPhone entre iOS 18.4 e iOS 18.6.2, lançadas entre março e agosto do ano passado.
Ainda não se sabe quantos aparelhos podem estar vulneráveis. No entanto, estimativas baseadas em dados públicos indicam que entre 220 milhões e 270 milhões de iPhones ainda utilizam versões do sistema que podem ser exploradas, segundo as empresas iVerify e Lookout.
A Apple afirma que as falhas usadas nesses ataques já foram corrigidas em atualizações mais recentes do sistema. Segundo a empresa, usuários que mantêm o iPhone com o software atualizado já estão protegidos contra esse tipo de exploração.
Apple recomenda atualização do sistema
Em comunicado publicado na quinta-feira (19), a Apple afirmou que os ataques identificados exploram versões antigas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet, como links ou sites comprometidos. 
A empresa disse ter investigado os casos e liberado atualizações de segurança para corrigir as vulnerabilidades assim que elas foram identificadas.
A companhia reforça que manter o sistema atualizado é a principal medida para proteger os dados do usuário. 
Segundo a Apple, aparelhos com versões recentes do iOS não estavam expostos a esses ataques, e o navegador Safari também passou a bloquear automaticamente os endereços usados nas campanhas identificadas. 
Leia abaixo o comunicado completo da empresa.
&quot;Se o seu iPhone não estiver com a versão mais recente do software, atualize o iOS para proteger seus dados.
Pesquisadores de segurança identificaram recentemente ataques baseados na web que têm como alvo versões desatualizadas do iOS por meio de conteúdos maliciosos na internet. Por exemplo, se você estiver usando uma versão antiga do iOS e clicar em um link malicioso ou acessar um site comprometido, os dados armazenados no seu iPhone podem correr risco de serem roubados.
Investigamos cuidadosamente esses problemas assim que foram identificados e lançamos atualizações de software o mais rápido possível para as versões mais recentes do sistema operacional, a fim de corrigir as vulnerabilidades e interromper esse tipo de ataque.
Se o software do seu iPhone estiver atualizado, você já está protegido. Manter o sistema atualizado é a medida mais importante que os usuários podem tomar para preservar a segurança dos produtos Apple, e dispositivos com software atualizado não estavam em risco nesses ataques relatados.
Aparelhos com o Modo de Bloqueio (Lockdown Mode) ativado também estão protegidos contra esses ataques específicos, mesmo que utilizem versões mais antigas do software. Ainda assim, recomendamos que o dispositivo seja atualizado para a versão mais recente do iOS o quanto antes.
Se o seu iPhone utiliza uma versão anti ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Devolução de navios pressiona Brasil a negociar padrão da soja com a China; entenda</title>
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<description><![CDATA[      Soja.
Divulgação.
Uma missão do Ministério da Agricultura do Brasil iniciou nesta segunda-feira (23) negociações com autoridades da China para discutir regras de inspeção fitossanitária da soja brasileira, segundo informações confirmadas por autoridades à agência Reuters. 
????A inspeção fitossanitária é a verificação de produtos vegetais, como grãos e frutas, para garantir que estejam livres de pragas, doenças ou contaminantes. Esse controle é exigido no comércio internacional e, quando aprovado, permite a emissão de um certificado necessário para a exportação.
A viagem ocorre após uma série de entraves recentes nas exportações. Nos últimos dias, cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pelos chineses por conterem ervas daninhas consideradas proibidas no país asiático.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Diante do impasse, autoridades chinesas concordaram em flexibilizar parte das exigências sanitárias. 
Em documento da Secretaria de Defesa Agropecuária, o governo brasileiro informou que não será mais adotado o critério de tolerância zero para a presença dessas impurezas nas cargas.
Com isso, a China deixou de exigir que a soja brasileira esteja 100% livre de impurezas, como ervas daninhas. Ou seja, a fiscalização continua existindo, mas ficou menos rígida, o que facilita a liberação das cargas.
Ainda assim, não há definição de um limite numérico para a tolerância, que deve ser discutido em novas rodadas de negociação entre os dois países. Até lá, a liberação dos carregamentos seguirá baseada em análise de risco.
O endurecimento das exigências havia provocado dificuldades para exportadores brasileiros, que relataram problemas na emissão de certificados fitossanitários — documento essencial para o envio da soja ao exterior.
Na semana passada, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil não flexibilizou a fiscalização dos embarques destinados à China, contrariando reportagens publicadas na imprensa.
Procurado nesta segunda-feira, o ministério informou que as conversas com os chineses estão em estágio inicial e que ainda não há decisões definitivas, segundo a Reuters. 
As negociações devem continuar ao longo da semana, com a participação dos secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua.
O que aconteceu
Nos últimos dias, a China devolveu 20 navios com cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.
???? Isso representa entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas. No total, o Brasil deve exportar cerca de 112 milhões de toneladas no ano.
Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.
Na semana passada, Fávaro disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.
Na ocasião, ele afirmou ainda que iria propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.
Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.
&quot;O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos&quot;, diz Bulascoschi.
&quot;Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma &#039;postura de tolerância zero&#039; para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor&quot;, acrescenta.
Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências.
&quot;Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento&quot;, explica.
China flexibiliza regra sobre ervas daninhas na soja brasileira
Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio a guerra no Oriente Médio, governo cria catálogo para aproximar defesa de compradores estrangeiros</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal lança, nesta segunda-feira (23), um catálogo inédito da Base Industrial de Defesa (BID) com o objetivo de ampliar a presença de empresas brasileiras no mercado internacional. 
A iniciativa, apresentada pelo ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, reúne informações estratégicas sobre produtos e fabricantes nacionais e busca facilitar a conexão com investidores, delegações estrangeiras e compradores do setor, em meio ao crescimento das exportações militares do país.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), porém, tem feito críticas recorrentes ao aumento dos gastos globais com a indústria bélica.
 Em discursos recentes em fóruns internacionais, Lula afirmou que o mundo “investe mais em guerra do que em paz” e defendeu o redirecionamento de recursos militares para áreas como combate à fome, redução das desigualdades e enfrentamento das mudanças climáticas.
LEIA TAMBÉM: Lula critica investimento em guerras em detrimento ao combate à fome na abertura do G20
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O lançamento do projeto do governo ocorre em um momento de expansão das exportações brasileiras de produtos de defesa. 
Nos últimos anos, o setor mais que dobrou o volume de vendas externas, com o Brasil passando a fornecer equipamentos militares para cerca de 140 países, incluindo mercados na Europa e no Oriente Médio. Em 2025, a indústria bateu o recorde de 3,4 bilhões em exportações. 
Ao todo, a publicação reúne 154 empresas e 364 produtos, destacando a diversidade da produção nacional, que inclui embarcações, blindados e aeronaves. 
Disponível em português e inglês, o catálogo reúne empresas e produtos estratégicos para a projeção global do setor. O material é voltado a autoridades civis e militares, investidores, compradores e delegações estrangeiras.
Esse avanço acompanha uma tendência global de aumento dos gastos militares, impulsionada por conflitos recentes. Nesse cenário, países buscam diversificar fornecedores e ampliar parcerias estratégicas — o que abre espaço para a indústria brasileira disputar novos contratos. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Morre Leonid Radvinsky, bilionário e dono do OnlyFans, aos 43 anos</title>
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<description><![CDATA[      Leonid Radvinsky em foto publicada no LinkedIn.
Reprodução
Morreu nesta segunda-feira (23), o dono do OnlyFans, o bilionário ucraniano-americano Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa à Bloomberg. 
Nascido em 1982 em Odessa, cidade da Ucrânia que na época era parte da União Soviética, ele se mudou com a família para os EUA quando criança.
“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”
Radvinsky era dono da plataforma desde 2018, quando comprou uma participação majoritária na empresa.
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Foi com a presença de Leonid na empresa que a plataforma se tornou um fenômeno cultural ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.
O OnlyFans foi fundado em 2016 e ganhou fama ao hospedar material que é considerado inapropriado na maioria das redes sociais, crescendo muito durante a pandemia.
De acordo com a Bloomberg, Radvinsky estava negociando vender uma participação da empresa, mas as conversas ainda estavam em estágio inicial. 
Discreto nas redes sociais e avesso a entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA, e acumulava uma fortuna de 4,7 bilhões, segundo a revista Forbes, em seu ranking de bilionários de 2025. Ele despontava como a 870ª mais rica do mundo. 
O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University, nos Estados Unidos, e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas.
Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Morre, Leonid, Radvinsky, bilionário, dono, OnlyFans, aos, anos</media:keywords>
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<title>Dólar opera em queda e vai a R$ 5,25, com foco em petróleo e falas de Trump sobre Irã; Ibovespa sobe</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda de 0,99% nesta segunda-feira (23), cotado a R$ 5,2559 perto das 10h45. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 2,44% no mesmo horário, aos 180.517 pontos.
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▶️ No mercado internacional de petróleo, os preços inverteram o sinal nesta segunda-feira. Após chegar a US$ 113 por barril, o Brent passou a recuar mais de 10% depois de Trump afirmar que houve conversas consideradas produtivas entre Estados Unidos e Irã e que eventuais ataques a instalações energéticas iranianas seriam adiados.
Por volta das 9h (horário de Brasília), o Brent com vencimento mais próximo registrava queda de 10,23%, a US$ 100,71 o barril. Já o WTI recuava 10,39%, cotado a US$ 88. Durante a manhã, o Brent chegou a operar abaixo de US$ 100.
▶️ A sinalização de avanço no diálogo entre Washington e Teerã também teve reflexo nos mercados acionários. Perto das 9h (horário de Brasília), os futuros do S&amp;P 500 e do Nasdaq subiam 2,45%, enquanto os contratos do Dow Jones avançavam 2,65%.
▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou na sexta-feira que a Petrobras pode recomprar a Refinaria de Mataripe, antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam), situada na Bahia.
▶️ Em meio a um cenário de combustíveis mais caros, levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço do diesel aumentou 20,6% na segunda semana de março em comparação com o período de 22 a 28 de fevereiro, alcançando R$ 7,65 por litro.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,11%;
Acumulado do mês: +3,40%;
Acumulado do ano: -3,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,81%;
Acumulado do mês: -6,66%;
Acumulado do ano: +9,37%.
Trump anuncia trégua no Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta manhã que determinou uma pausa de cinco dias em possíveis ataques contra instalações de energia do Irã. 
O anúncio foi feito em uma publicação na rede Truth Social, na qual ele disse que representantes dos dois países tiveram conversas recentes que classificou como produtivas.
De acordo com Trump, os contatos ocorreram ao longo do fim de semana e trataram da possibilidade de encerrar o conflito no Oriente Médio. 
Diante do teor dessas conversas, ele afirmou ter orientado o Departamento de Guerra a adiar qualquer ataque contra usinas de energia e outras estruturas do setor no Irã durante esse período, enquanto as discussões continuam.
A versão apresentada pelos Estados Unidos, porém, foi contestada por veículos de comunicação ligados ao governo iraniano. 
A agência Fars, associada à Guarda Revolucionária do Irã, informou nesta segunda-feira (23) que não há negociações em andamento entre autoridades de Teerã e de Washington. 
Citando fontes do governo iraniano, a agência também afirmou que Trump teria recuado após ameaças do Irã de atingir instalações de energia na região do Golfo.
A agência Tasnim, também estatal, divulgou posição semelhante. Segundo o veículo, não houve nem haverá negociações entre os dois países. 
A publicação afirma que declarações desse tipo fariam parte de uma tentativa de pressão política e que, com esse cenário, o Estreito de Ormuz não voltaria às condições anteriores à guerra, nem haveria estabilidade nos mercados de energia.
Já a agência Mehr informou que o ministro das Relações Exteriores do Irã avalia que a declaração de Trump teria como objetivo pressionar os preços do petróleo e do gás para baixo, após a alta registrada desde o início do conflito.
O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países. No domingo, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia em Israel, além de instalações que abastecem bases militares americanas na região do Golfo.
A ameaça foi uma resposta a declarações feitas por Trump no sábado (21). 
Na ocasião, o presidente americano afirmou que poderia “obliterar” usinas de energia do Irã caso o país não reabrisse totalmente o Estreito de Ormuz em até 48 horas. O prazo terminaria por volta das 19h44 desta segunda-feira, no horário de Brasília.
Um ataque a instalações de energia do Irã ampliaria o conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas.
Mercados globais
Os mercados reagiram com força nesta segunda-feira após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã. O movimento foi sentido tanto nas bolsas americanas quanto no mercado de petróleo.
Antes da abertura de Wall Street, os contratos futuros dos principais índices americanos registravam alta expressiva: o S&amp;P 500 e o Dow Jones Industrial Average avançavam cerca de 2,6%. Já a Nasdaq subia 2,45%.
Na Europa, o índice francês CAC 40 avançava 0,94%, para 7.736,74 pontos, enquanto o alemão DAX subia 1,28%%, para 22.684,17 pontos. O britânico FTSE 100 recuava 0,11%, para 9.910,75  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Acordo UE&#45;Mercosul passa a valer de forma provisória a partir de maio, diz a Comissão Europeia</title>
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<description><![CDATA[      Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações.
REUTERS/Cesar Olmedo
O acordo de livre comércio da União Europeia (UE) com o Mercosul entrará em vigor em caráter provisório a partir de 1º de maio, informou a Comissão Europeia nesta segunda-feira (23).
Com o envio do documento ao Paraguai — responsável legal pelos tratados do Mercosul —, a Comissão concluiu o último passo para a entrada em vigor do tratado enquanto os trâmites formais seguem em andamento.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A expectativa é que o pacto bilateral passe a ser aplicado provisoriamente entre a União Europeia e os países do Mercosul que já concluíram seus processos internos. 
Argentina, Brasil e Uruguai já finalizaram essa etapa, enquanto o Paraguai deve formalizar a notificação em breve.
Por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul
???? Assinado em 17 de janeiro após mais de 25 anos de negociações, o acordo UE-Mercosul prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além do estabelecimento de regras comuns para temas como comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Para o Brasil, maior economia do bloco sul-americano, o tratado amplia o acesso a um mercado de cerca de 451 milhões de consumidores e gera impactos que vão além do agronegócio, alcançando também diversos segmentos da indústria brasileira.
Segundo o comissário de Comércio da União Europeia, Maroš Šefčovič, o acordo representa um passo importante para dar mais credibilidade ao bloco como parceiro comercial.
“A prioridade agora é transformar esse acordo em resultados concretos e oferecer aos exportadores europeus as condições para aproveitar novas oportunidades de comércio, crescimento e emprego”, afirmou.
Ele acrescentou que a aplicação provisória permitirá que os benefícios comecem a ser sentidos enquanto os trâmites formais seguem em andamento. 
“Isso vai nos permitir começar a cumprir essa promessa e fortalecer nossa posição no comércio global”, completou.
O acordo de livre comércio foi promulgado pelo Congresso Nacional neste mês, sendo aprovado no Senado Federal em 4 de março após processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados.
Na mesma data da votação no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de &quot;salvaguardas bilaterais&quot;, mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária.
A medida foi uma resposta a regulamentação de salvaguardas feita pelo Parlamento Europeu após a assinatura do acordo.
No caso brasileiro, no entanto, as regras valem para tratados comerciais no geral e não apenas para a relação bom a União Europeia.
Veja quais são os países envolvidos no Acordo UE-Mercosul.
Arte/g1
Acordo enfrenta resistências
Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.
Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.
Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.
Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.
Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.
O presidente da França, Emmanuel Macron, também criticou a decisão da União Europeia de acelerar a aplicação provisória do acordo comercial, classificando a medida como uma “má surpresa”.
Em janeiro deste ano, o Parlamento Europeu decidiu enviar o acordo entre a União Europeia e o Mercosul para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia.
A decisão pode atrasar a entrada em vigor do tratado de forma oficial por vários meses. A Corte vai verificar se o texto está de acordo com as regras do bloco europeu.
Se houver problemas, o acordo terá que ser revisado, o que pode gerar novos atrasos. Caso contrário, o texto segue para votação final no Parlamento.
Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Claro fecha acordo para comprar brasileira Desktop por R$ 2,4 bilhões</title>
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<description><![CDATA[      pessoa mexendo no celular mão
RPC
A Claro anunciou que vai adquirir 73% da Desktop, operadora brasileira de internet, por R$ 2,4 bilhões. As informações foram divulgadas no domingo (22), em comunicado ao mercado.
A operação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para ser concluída.
Segundo o documento, o preço de R$ 2,4 bilhões foi calculado a partir da avaliação total da Desktop, estimada em R$ 4 bilhões, descontada a dívida da empresa, de cerca de R$ 1,6 bilhão — ou seja, o valor final reflete o total da empresa menos suas obrigações financeiras.
Com isso, a Claro deve pagar aproximadamente R$ 20,82 por ação — valor 44,5% superior ao preço de fechamento da Desktop na sexta-feira (20), de R$ 14,40.
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Ainda segundo o documento, a expectativa é que a Claro lance uma oferta pública de aquisição (OPA) para comprar as ações restantes da Desktop por um valor igual ou superior a R$ 20,82. Esse tipo de oferta é comum em casos de mudança no controle societário de uma companhia.
A Claro pertence à mexicana América Móvil, controlada pela família do bilionário mexicano Carlos Slim. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo cria catálogo para aproximar empresas de defesa de compradores estrangeiros</title>
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<description><![CDATA[      O governo federal lança, nesta segunda-feira (23), um catálogo inédito da Base Industrial de Defesa (BID) com o objetivo de ampliar a presença de empresas brasileiras no mercado internacional. 
A iniciativa, apresentada pelo ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, reúne informações estratégicas sobre produtos e fabricantes nacionais e busca facilitar a conexão com investidores, delegações estrangeiras e compradores do setor, em meio ao crescimento das exportações militares do país.
Disponível em português e inglês, o catálogo reúne empresas e produtos estratégicos para a projeção global do setor. O material é voltado a autoridades civis e militares, investidores, compradores e delegações estrangeiras.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Os números da defesa em 2025 explicam o lançamento do novo catálogo setorial: um recorde de US$ 3,4 bilhões em exportações e presença em 147 países. 
Ao todo, a publicação reúne 154 empresas e 364 produtos, destacando a diversidade da produção nacional, que inclui embarcações, blindados e aeronaves. 
O levantamento evidencia a maturidade de uma indústria que combina diversidade tecnológica com forte desempenho comercial no exterior. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky, bilionário dono do OnlyFans</title>
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<description><![CDATA[      Leonid Radvinsky em foto publicada no LinkedIn
Reprodução LinkedIn
Morreu nesta segunda-feira (23), o criador do OnlyFans, Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi dada pela empresa, que tem sede em Londres.
“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”
Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016 que, originalmente, funcionava como uma rede social em que criadores podiam cobrar pelo acesso a qualquer tipo de post — de cursos a performances artísticas. Apesar disso, o site estourou mesmo em meados de 2020, com a compra e venda de conteúdo erótico. 
Discreto nas redes sociais e avesso à entrevistas, Radvinsky morava na Flórida, nos EUA. Uma biogafia de um site atribuído ao bilionário, afirmava que ele passou &quot;as últimas duas décadas construindo empresas de software e contribuindo para o movimento de código aberto&quot;.
Junto com sua família, Radvinsky se mudou para os EUA ainda criança. 
Segundo a BBC, Radvinsky doou mais de US$ 1,3 milhão -- R$ 6,7 milhões -- em criptomoedas para seu país de origem, que foi invadido pela Rússia no início de 2022.
Além do OnlyFans, Leonid também era dono da Leo, um fundo de capitla de risco fundado em 2009, que foca no investimento em empresas de tecnologia. 
Na lista dos bilionários da Forbes, publicada no início de março, Radvinsky ocupava a 870º posição do ranking que reúne os mais ricos do munco, seu patrimônio era de US$ 4,7 bilhões -- aproximadamente R$ 24,8 bilhões de reais. 
A morte do bilionário gera dúvidas sobre quem assumirá o comando do OnlyFans. Não há informações públicas sobre se Leonid tinha filhos, e a empresa também não divulgou quem deverá assumir seu lugar na gestão ou no controle do negócio.
Em janeiro deste ano, a Reuters noticiou que Radvinsky estava em negociações para vender sua participação majoritária para uma empresa de investimentos chamada Architect Capital por cerca de US$ 5,5 bilhões -- cerca de R$ 29,2 bilhões. Mas as conversas ainda estavam em estágio inicial. 
Logo do OnlyFans é visto em computador. Plataforma é conhecida por conteúdo erótico
Andrew Kelly/Reuters
Além da carreria em computação, a biografia de Radvinsky no site afirma que io bilionário doava &quot;muito tempo, esforço e dinheiro para causas sem fins lucrativos, como iniciativas de código aberto e instituições de caridade tradicionais&quot;. 
Entusiasta de assuntos ligados a helicóptero, Radvinsky se considerava como um &quot;aspirante a piloto com cerca de 95 horas de voo, principalmente em um Bell 206B-3 JetRanger&quot;.  
&#039;Acham que sou louco&#039;: brasileiros contam por que escanearam íris em troca de criptomoedas
O começo e o OnlyFans 
O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas. 
Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido. 
Abaixo, reveja reportagem do g1, publicada em fevereiro de 2022, sobre ex-BBBs que possuem perfil no OnlyFans: 
Semana Pop mostra quais ex-BBBs contam com perfil na plataforma OnlyFans ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BTG restabelece PIX após desvio de cerca de R$ 100 milhões em ataque hacker</title>
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<description><![CDATA[      Escritório do BTG Pactual, em São Paulo
BTG/Divulgação
O BTG Pactual informou nesta segunda-feira (23) que iniciou o restabelecimento do serviço de PIX pela manhã, após a suspensão decorrente de um ataque hacker que desviou cerca de R$ 100 milhões da instituição no domingo (22).
O roubo teria acontecido por meio de uma falha relacionada as operações por PIX. Interlocutores dizem que a maior parte dos recursos já foi recuperada, restando entre R$ 20 milhões a R$ 40 milhões a serem buscados.
Os sistemas do Banco Central e do Pix não foram atacados, mas houve um “problema localizado” na instituição financeira – que foi identificado pela área técnica da autoridade monetária. 
Após o Banco Central identificar atividades atípicas nas contas da instituição, o BTG suspendeu todas as operações relacionadas ao PIX. De acordo com o banco, a invasão não conseguiu acesso as contas dos clientes e nenhum recurso foi extraído delas.
Em nota, o banco confirmou o ataque e que medidas foram tomadas para diminuir o impacto. Além disso, informou que está &quot;disponível&quot; para tirar dúvidas dos clientes.
Nota do BTG
O BTG Pactual informa que iniciou o restabelecimento do serviço de PIX na manhã desta segunda-feira (23/03) após suspensão do serviço por medida preventiva no domingo (22/03). A paralisação ocorreu após identificação de atividades atípicas que acionaram os sistemas de segurança na manhã do domingo. O BTG Pactual esclarece que não houve acesso a contas de clientes nem exposição de dados de correntistas. O banco reforça, ainda, que a segurança das informações é prioridade e permanece disponível em caso de dúvidas em seus canais de atendimento. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Dólar opera em queda com investidores atentos ao petróleo e a falas de Trump sobre Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta segunda-feira (23) e recuava 0,59% por volta das 9h30, sendo negociado a R$ 5,2771. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ No mercado internacional de petróleo, os preços inverteram o sinal nesta segunda-feira. Após chegar a US$ 113 por barril, o Brent passou a recuar mais de 10% depois de Trump afirmar que houve conversas consideradas produtivas entre Estados Unidos e Irã e que eventuais ataques a instalações energéticas iranianas seriam adiados.
Por volta das 9h (horário de Brasília), o Brent com vencimento mais próximo registrava queda de 10,23%, a US$ 100,71 o barril. Já o WTI recuava 10,39%, cotado a US$ 88. Durante a manhã, o Brent chegou a operar abaixo de US$ 100.
▶️ A sinalização de avanço no diálogo entre Washington e Teerã também teve reflexo nos mercados acionários. Perto das 9h (horário de Brasília), os futuros do S&amp;P 500 e do Nasdaq subiam 2,45%, enquanto os contratos do Dow Jones avançavam 2,65%.
▶️ No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou na sexta-feira que a Petrobras pode recomprar a Refinaria de Mataripe, antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam), situada na Bahia.
▶️ Em meio a um cenário de combustíveis mais caros, levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço do diesel aumentou 20,6% na segunda semana de março em comparação com o período de 22 a 28 de fevereiro, alcançando R$ 7,65 por litro.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,11%;
Acumulado do mês: +3,40%;
Acumulado do ano: -3,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,81%;
Acumulado do mês: -6,66%;
Acumulado do ano: +9,37%.
Trump anuncia trégua no Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta manhã que determinou uma pausa de cinco dias em possíveis ataques contra instalações de energia do Irã. 
O anúncio foi feito em uma publicação na rede Truth Social, na qual ele disse que representantes dos dois países tiveram conversas recentes que classificou como produtivas.
De acordo com Trump, os contatos ocorreram ao longo do fim de semana e trataram da possibilidade de encerrar o conflito no Oriente Médio. 
Diante do teor dessas conversas, ele afirmou ter orientado o Departamento de Guerra a adiar qualquer ataque contra usinas de energia e outras estruturas do setor no Irã durante esse período, enquanto as discussões continuam.
A versão apresentada pelos Estados Unidos, porém, foi contestada por veículos de comunicação ligados ao governo iraniano. 
A agência Fars, associada à Guarda Revolucionária do Irã, informou nesta segunda-feira (23) que não há negociações em andamento entre autoridades de Teerã e de Washington. 
Citando fontes do governo iraniano, a agência também afirmou que Trump teria recuado após ameaças do Irã de atingir instalações de energia na região do Golfo.
A agência Tasnim, também estatal, divulgou posição semelhante. Segundo o veículo, não houve nem haverá negociações entre os dois países. 
A publicação afirma que declarações desse tipo fariam parte de uma tentativa de pressão política e que, com esse cenário, o Estreito de Ormuz não voltaria às condições anteriores à guerra, nem haveria estabilidade nos mercados de energia.
Já a agência Mehr informou que o ministro das Relações Exteriores do Irã avalia que a declaração de Trump teria como objetivo pressionar os preços do petróleo e do gás para baixo, após a alta registrada desde o início do conflito.
O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países. No domingo, a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou fechar completamente o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia em Israel, além de instalações que abastecem bases militares americanas na região do Golfo.
A ameaça foi uma resposta a declarações feitas por Trump no sábado (21). 
Na ocasião, o presidente americano afirmou que poderia “obliterar” usinas de energia do Irã caso o país não reabrisse totalmente o Estreito de Ormuz em até 48 horas. O prazo terminaria por volta das 19h44 desta segunda-feira, no horário de Brasília.
Um ataque a instalações de energia do Irã ampliaria o conflito entre os dois países, que já dura mais de três semanas.
Mercados globais
Os mercados reagiram com força nesta segunda-feira após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã. O movimento foi sentido tanto nas bolsas americanas quanto no mercado de petróleo.
Antes da abertura de Wall Street, os contratos futuros dos principais índices americanos registravam alta expressiva: o S&amp;P 500 e o Dow Jones Industrial Average avançavam cerca de 2,6%. Já a Nasdaq subia 2,45%.
Na Europa, o índice francês CAC 40 avançava 0,94%, para 7.736,74 pontos, enquanto o alemão DAX subia 1,28%%, para 22.684,17 pontos. O britânico FTSE 100 recuava 0,11%, para 9.910,75 pontos. 
Nos mercados asiá ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Petróleo despenca e bolsas passam a subir após anúncio de Trump, que pausará ataques ao Irã</title>
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<description><![CDATA[      Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo operam com volatilidade nesta segunda-feira (23). Depois de começarem o dia em alta, as cotações passaram a cair após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Trump anunciou uma trégua de 5 dias com o Irã. Em publicação na rede Truth Social, afirmou que representantes dos dois países tiveram &quot;conversas muito boas e produtivas&quot; no fim de semana e que ordenou o adiamento de qualquer ataque à infraestrutura energética iraniana.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas a agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, afirmou que não há conversas em andamento entre autoridades de Teerã e dos Estados Unidos.
Por volta das 9h40 (horário de Brasília), o barril do Brent, referência global, caía 7,54%, a US$ 103,73. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 6,89%, a US$ 91,46.
As bolsas de Seul e Tóquio fecharam a segunda-feira em forte queda: o índice Nikkei, de Tóquio, caiu 3,47%, enquanto o Kospi, de Seul, recuou 6,5%, pressionado pelas importações de petróleo. Hong Kong caiu 3,5%, Xangai perdeu 3,6% e Sydney recuou 0,7%.
Na Europa, as bolsas abriram em queda, mas viraram após a notícia. Às 9h40, Paris subia 1,76%, Londres 0,55%, Milão 1,86% e Frankfurt 2,24%.
Haverá uma pausa?
O conflito no Oriente Médio, iniciado após ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, provocou forte oscilação nos mercados globais, especialmente no petróleo após o conflito se espalhar por mais países. 
Em uma demonstração que a guerra já possui várias frentes, enquanto Trump anunciou uma pausa, o Exército de Israel informou que realizou uma série de &quot;ataques a alvos do regime iraniano no coração de Teerã&quot;, em comunicado divulgado nas redes sociais às 8h59 (horário de Brasília).
Em seguida, a agência iraniana Tasnim, citando uma fonte oficial sob anonimato, afirmou que o Estreito de Ormuz não voltará às condições anteriores ao conflito e que os mercados de energia devem seguir instáveis.
No fim de semana, inclusive, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou fechar &quot;completamente&quot; o Estreito de Ormuz e atacar usinas de energia de Israel e instalações que abastecem bases americanas na região do Golfo.
A ameaça foi uma resposta a Trump, que no sábado (21) disse que poderia “obliterar” usinas de energia do Irã caso Teerã não reabrisse totalmente o Estreito de Ormuz em até 48 horas. O prazo terminaria por volta das 19h44 (horário de Brasília) desta segunda-feira.
&quot;Se o Irã não ABRIR TOTALMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 horas a partir deste momento exato, os Estados Unidos atacarão e aniquilarão suas numerosas USINAS DE ENERGIA&quot;, ameaçou Trump em uma mensagem na rede Truth Social, indicando que atacará primeiro a maior delas.
Um ataque às instalações energéticas iranianas seria considerado uma escalada significativa na guerra que os dois países travam há mais de três semanas.
Acompanhe a cobertura do conflito.
Trump anuncia trégua de 5 dias em ataques à infraestrutura energética do Irã, que nega diálogo
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Quem é Leonid Radvinsky, bilionário ucraniano dono do OnlyFans</title>
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<description><![CDATA[      Leonid Radvinsky em foto publicada no LinkedIn
Reprodução LinkedIn
Morreu nesta segunda-feira (23), o criador do OnlyFans, Leonid Radvinsky, aos 43 anos. A informação foi dada pela empresa, que tem sede em Londres.
“Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse a empresa em comunicado. “A família pediu privacidade neste momento difícil.”
Nascido na cidade de Odesa, na Ucrânia, Radvinsky era proprietário do OnlyFans, plataforma fundada em 2016 que, originalmente, funcionava como uma rede social em que criadores podiam cobrar pelo acesso a qualquer tipo de post — de cursos a performances artísticas. Apesar disso, o site estourou mesmo em meados de 2020, com a compra e venda de conteúdo erótico. 
Discreto nas redes sociais e avesso à entrevistas, Radvinsky hoje mora na Flórida, nos EUA, tem 41 anos e desponta como o #1434 bilionário na lista da Forbes. De acordo com a publicação, a fortuna do ucraniano é de U$ 2,1 bilhões. Só no ano passado, graças ao lucro do OnlyFans, Radvinsky ganhou R$ 4,5 milhões por dia (leia mais ao fim da reportagem). 
Em um site atribuído ao bilionário, Radvinsky afirma que passou &quot;as últimas duas décadas construindo empresas de software e contribuindo para o movimento de código aberto&quot;.
Logo do OnlyFans é visto em computador. Plataforma é conhecida por conteúdo erótico
Andrew Kelly/Reuters
Também no site, que não tem a data da última atualização, Radvinsky afirma que doa &quot;muito tempo, esforço e dinheiro para causas sem fins lucrativos, como iniciativas de código aberto e instituições de caridade tradicionais&quot;. 
Entusiasta de assuntos ligados a helicóptero, o site também informa que Radvinsky é um &quot;aspirante a piloto com cerca de 95 horas de voo, principalmente em um Bell 206B-3 JetRanger&quot;.  
De acordo com a BBC, Radvinsky doou para seu país natal, que no início de 2022 foi invadido pela Rússia, usando criptomoeda. O valor, segundo a publicação, que cita a CoinDesk, chegou a mais de US$ 1,3 milhão. 
&#039;Acham que sou louco&#039;: brasileiros contam por que escanearam íris em troca de criptomoedas
O começo e o OnlyFans 
O negócio de Radvinsky começou quando ele ainda era estudante de economia da Northwestern University e fundou, no fim dos anos 1990, uma empresa chamada Cybertania. Segundo a Forbes, ele comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas. 
Em 2018, o ucraniano comprou uma participação na OnlyFans, fundado em 2016, e então pertencente à família Stokely, do Reino Unido. 
Na última quinta-feira (24),  Fenix International, controladora do OnlyFans, informou que os usuários da plataforma gastaram US$ 5,5 bilhões no serviço em 2022, o que representa um crescimento de 16% em relação ao ano anterior.
Em um documento, a empresa disse que o lucro líquido foi elevado para US$ 525 milhões no ano fiscal encerrado em 30 de novembro, contra US$ 433 milhões em 2021. Com isso, Radvinsky &quot;abocanhou&quot; US$ 338 milhões em dividendos em 2022, segundo a Bloomberg, o que significa R$ 4,5 milhões por dia em 2022.
Abaixo, reveja reportagem do g1, publicada em fevereiro de 2022, sobre ex-BBBs que possuem perfil no OnlyFans: 
Semana Pop mostra quais ex-BBBs contam com perfil na plataforma OnlyFans ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Imposto de Renda 2026: Receita recebe quase 136 mil declarações na primeira hora do prazo</title>
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<description><![CDATA[      Imposto de Renda 2026: prazo começa nesta segunda; veja mudanças e quem precisa declarar
A Receita Federal recebeu até as 9h desta segunda-feira (23) quase 136 mil de declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, ano-base 2025.
???? O prazo de envio começou nesta segunda-feira às 8h, e se estende até 29 de maio. 
Quem não entregar dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.
Entregas do IR em 2026
Reprodução do site da Receita Federal
O programa do Imposto de Renda foi liberado para &quot;download&quot; na quinta da semana passada (19), mas a entrega das declarações só teve início às 8h de hoje.
O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar).
O Fisco espera receber 44 milhões de declarações do Imposto de Renda deste ano.
➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.
Imposto de renda: prazo começa dia 23 de março de 2026.
Joédson Alves/Agência Brasil
LEIA TAMBÉM:
Prazo começa em 23 de março e se estende até 29 de maio
Saiba quais são os limites para as deduções
Declaração pré-preenchida estará disponível a partir do início do prazo
Prioridades
Vale lembrar que a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).
Têm prioridade na restituição do Imposto de Renda, nesta ordem:
idosos acima de 80 anos;
idosos entre 60 e 79 anos;
contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;
as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.
Lotes de restituição
Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.
????️Veja o calendário de restituições do IR em 2026:
1º lote: 29 de maio;
2º lote: 30 de junho;
3º lote: 31 de julho;
4º lote: 28 de agosto. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mercado projeta mais inflação neste ano e corte menor dos juros com guerra e alta do petróleo</title>
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<description><![CDATA[      Os economistas do mercado financeiro passaram a esperar uma alta maior da inflação neste ano e, também, uma redução menor da taxa básica de juros pelo Banco Central em 2026.
As expectativas fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.
A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). Como consequência, a expectativa é de que o BC reduza menos os juros.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Inflação em alta
De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,17% neste ano, contra a projeção anterior de 4,10%. Foi o segundo aumento seguido na estimativa.
Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.
➡️ Para 2027, a expectativa permaneceu em 3,80%.
➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,50% para 3,52%.
➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.
Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.
???? Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.
Corte menor dos juros
Diante da alta das pressões inflacionárias decorrentes do conflito, o mercado financeiro também passou a estimar uma redução menor da taxa básica de juros, atualmente em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).
Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic subiu de 12,25% para 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução menor no decorrer de 2026.
Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.
Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.
Atividade econômica
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento permaneceu subiu de 1,83% para 1,84%.
O resultado oficial do PIB do ano passado foi  uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.
➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.
Para 2027, a projeção de crescimento do PIB foi mantida em 1,8%.
Puxada pelo controle da energia elétrica e combustíveis, inflação de Rio Branco fecha 2025 abaixo da média nacional
Reprodução
Taxa de câmbio
O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.
Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos caiu de R$ 5,47 para R$ 5,45. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 09:00:18 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mercado, projeta, mais, inflação, neste, ano, corte, menor, dos, juros, com, guerra, alta, petróleo</media:keywords>
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<title>Fleury, Porto e Oncoclínicas discutem criação de nova companhia para tratamento de câncer</title>
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<description><![CDATA[      Grupo Oncoclínicas
Divulgação
O Fleury grupo de medicina diagnóstica conhecido por exames laboratoriais e de imagem, anunciou nesta segunda-feira (23) um aditivo para aderir a um acordo preliminar (term sheet) que envolve a Oncoclínicas, especializada no tratamento de câncer, e a Porto Seguro, que atua principalmente com seguros, planos de saúde e serviços financeiros.
A ideia é criar uma nova empresa que reuniria clínicas de oncologia que hoje pertencem à Oncoclínicas. Essa nova companhia também poderia ficar com parte das dívidas da empresa, até um limite de R$ 2,5 bilhões.
Para tirar o plano do papel, Fleury e Porto pretendem investir juntos R$ 500 milhões e ficariam no controle do novo negócio. Os detalhes de como essa divisão funcionaria ainda não foram definidos.
Em comunicado ao mercado, o grupo Fleury afirmou que o projeto também inclui uma espécie de “empréstimo” que pode virar participação na empresa no futuro. 
Veja os vídeos em alta no g1
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Esse valor também seria de R$ 500 milhões, com prazo de até quatro anos e rendimento atrelado ao CDI (uma taxa básica de juros do mercado).
Por enquanto, tudo ainda está em fase inicial. As empresas têm um prazo de 30 dias para negociar os termos finais. 
Além disso, o negócio ainda depende de análises internas, auditorias e aprovação de órgãos reguladores. O Fleury destacou que nada foi fechado até agora.
Dívidas e negociação com a Porto
A negociação entre as gigantes do setor de saúde amplia tratativas já iniciadas no começo do mês. Em 13 de março, a Oncoclínicas e a Porto Seguro  firmaram um acordo preliminar para criar uma nova empresa que reuniria as clínicas de oncologia do grupo. 
Pelo plano inicial, a Porto investiria R$ 500 milhões e assumiria poder de decisão, com pelo menos 30% de participação. O acordo poderia chegar a R$ 1 bilhão. 
Com mais de 140 unidades no país, entre clínicas e laboratórios, a Oncoclínicas enfrenta dificuldades financeiras, com dívidas superiores a R$ 4 bilhões. 
Nos últimos 12 meses, as ações da companhia, negociadas na B3 sob o código ONCO3, acumulam queda de 71,21%. Atualmente, o valor de mercado gira em torno de R$ 2,1 bilhões.
A deterioração do cenário ganhou força após a crise do Banco Master, um dos principais acionistas da empresa.
A proposta em discussão é que, com a criação de uma nova subsidiária, a Oncoclínicas consiga renegociar suas dívidas, oferecendo aos credores a possibilidade de converter os valores devidos em participação no novo negócio. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 09:00:18 -0300</pubDate>
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<title>Petróleo despenca e Bolsas operam em queda após ultimato de Trump ao Irã</title>
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<description><![CDATA[      Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo operam com volatilidade nesta segunda-feira (23). Depois de operaram com alta, as cotações da matéria-prima passaram a cair depois de novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.  
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Por volta das 8h30 (horário de Brasília), o barril do Brent, referência do mercado mundial, recuava 6,13%, a US$ 99,89. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano de petróleo, tinha queda de 8,02%, a US$ 90,35. 
As Bolsas de Seul e Tóquio, que operavam em alta antes da guerra, fecharam a segunda-feira com quedas acentuadas: o índice Nikkei de Tóquio perdeu 3,47%, enquanto o Kospi de Seul despencou 6,5%, em um mercado pressionado pelas importações de petróleo.
A Bolsa de Hong Kong recuou 3,5%, Xangai perdeu 3,6% e Sydney retrocedeu 0,7%.
O won, a moeda sul-coreana, registrou nesta segunda-feira a menor cotação em relação ao dólar desde 2009, abaixo de 1.510 wons por dólar. 
Na Europa, as Bolsas abriram em baixa. Às 8h05 GMT (5h05 de Brasília), Paris perdia 1,44%, Londres, 1,46%, Milão 1,76% e Frankfurt 1,89%.
O conflito no Oriente Médio, desencadeado pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, provocou uma forte oscilação nos mercados mundiais, em particular nas cotações de petróleo. 
No fim de semana, Trump deu um ultimato de 48 horas ao Irã para que reabra o Estreito de Ormuz, com a ameaça de atacar as centrais de energia do país, o que impactou o mercado nesta segunda-feira. 
&quot;Se o Irã não ABRIR TOTALMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 horas a partir deste momento exato, os Estados Unidos atacarão e aniquilarão suas numerosas USINAS DE ENERGIA&quot;, ameaçou Trump em uma mensagem na rede Truth Social, indicando que atacará primeiro a maior delas.
O Irã respondeu que fechará completamente o estreito caso Trump concretize a ameaça.
*Com informações da AFP
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 09:00:18 -0300</pubDate>
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<title>Acordo UE&#45;Mercosul passa a valer de forma provisória a partir de maio</title>
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<description><![CDATA[ O acordo de livre comércio da União Europeia com o bloco sul-americano Mercosul entrará em vigor em caráter provisório a partir de 1º de maio, informou a Comissão Europeia nesta segunda-feira (23), segundo a Reuters.
Os principais elementos comerciais do acordo, que se mostrou controverso na Europa, serão aplicados a partir dessa data entre a União Europeia, composta por 27 nações, e os países do Mercosul que concluíram seus procedimentos de ratificação antes do final de março.
&quot;Argentina, Brasil e Uruguai já o fizeram. O Paraguai ratificou recentemente o acordo e espera-se que envie sua notificação em breve&quot;, disse a Comissão em comunicado.
Neste mês, o Congresso Nacional promulgou o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.
O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.
Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer. O tratado entre os dois blocos foi aprovado no Senado Federal em 4 de março, concluindo o processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados.
*Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 09:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Acordo, UE-Mercosul, passa, valer, forma, provisória, partir, maio</media:keywords>
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<title>Embraer recebe encomenda de até 46 jatos E195&#45;E2 para a companhia aérea finlandesa Finnair</title>
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<description><![CDATA[      Finnair encomendou até 46 aeronaves E195-E2
Divulgação/Embraer
A Embraer anunciou nesta segunda-feira (23) um acordo para a venda de até 46 aeronaves do modelo E195-E2 à companhia aérea finlandesa Finnair. Segundo a fabricante brasileira, este é um dos maiores investimentos da empresa europeia em mais de duas décadas. O valor do negócio não foi divulgado.
Do total previsto, são 18 pedidos firmes, além de 16 opções de compra e 12 direitos de aquisição futura.
As entregas dos jatos estão previstas para começar no segundo semestre de 2027. A encomenda será incluída na carteira de pedidos da Embraer referente ao primeiro trimestre de 2026.
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De acordo com a Finnair, as novas aeronaves vão substituir modelos mais antigos da frota e fazem parte da estratégia da companhia para ampliar operações com maior eficiência e menor impacto ambiental.
O E195-E2 é considerado um dos jatos de corredor único mais eficientes da categoria, com consumo de combustível até 35% menor em relação à geração anterior, além de menor emissão de dióxido de carbono (CO₂).
A Finnair opera voos de passageiros e cargas com rotas na Ásia, América do Norte e Europa. Segundo a agência Reuters, a empresa também avalia a aquisição de até 12 aeronaves Airbus A320 ou A321 no mercado de usados.
Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história 
Embraer anuncia acordo para instalar linha de montagem final de jato na Índia
Embraer teve em 2025 maior receita anual da história da empresa
Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã</title>
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<description><![CDATA[ Trump dá ultimato para o regime dos aiatolás reabrir o estreito de Ormuz.
Os preços do petróleo operavam em alta nesta segunda-feira no mercado asiático, onde as Bolsas registraram quedas expressivas após o ultimato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã. 
Por volta das 7h45 (horário de Brasília), o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano de petróleo, subia 0,27%, a US$ 98,50. O Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, avançava 1,75%, a US$ 108,27.
As Bolsas de Seul e Tóquio, que operavam em alta antes da guerra, fecharam a segunda-feira com quedas acentuadas: o índice Nikkei de Tóquio perdeu 3,47%, enquanto o Kospi de Seul despencou 6,5%, em um mercado pressionado pelas importações de petróleo.
A Bolsa de Hong Kong recuou 3,5%, Xangai perdeu 3,6% e Sydney retrocedeu 0,7%.
O won, a moeda sul-coreana, registrou nesta segunda-feira a menor cotação em relação ao dólar desde 2009, abaixo de 1.510 wons por dólar. 
Na Europa, as Bolsas abriram em baixa. Às 8h05 GMT (5h05 de Brasília), Paris perdia 1,44%, Londres, 1,46%, Milão 1,76% e Frankfurt 1,89%.
O conflito no Oriente Médio, desencadeado pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, provocou uma forte oscilação nos mercados mundiais, em particular nas cotações de petróleo. 
No fim de semana, Trump deu um ultimato de 48 horas ao Irã para que reabra o Estreito de Ormuz, com a ameaça de atacar as centrais de energia do país, o que impactou o mercado nesta segunda-feira. 
&quot;Se o Irã não ABRIR TOTALMENTE, SEM AMEAÇAS, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 horas a partir deste momento exato, os Estados Unidos atacarão e aniquilarão suas numerosas USINAS DE ENERGIA&quot;, ameaçou Trump em uma mensagem na rede Truth Social, indicando que atacará primeiro a maior delas.
O Irã respondeu que fechará completamente o estreito caso Trump concretize a ameaça. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Claro fecha acordo para comprar brasileira Desktop por R$4 bilhões</title>
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<description><![CDATA[ A operadora de telecomunicações Claro, de propriedade da mexicana América Móvil, anunciou no domingo (22) que concordou em adquirir uma participação de 73% na provedora de internet brasileira Desktop por um valor empresarial de 4 bilhões de reais (US$752,93 milhões).
O preço base, depois de deduzida a dívida líquida da Desktop, é de cerca de 2,41 bilhões de reais, ou 20,82 reais por ação, disse a Claro em fato relevante.
O preço da ação representa um prêmio de 44,5% sobre opreço de fechamento da Desktop na sexta-feira, de 14,40 reais.  
O negócio requer aprovação do Conselho Administrativo deDefesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional deTelecomunicações (Anatel).   
Após a transação, a Claro lançará uma oferta pública deaquisição das ações remanescentes da Desktop por um valor nãoinferior ao preço de aquisição por ação.  
A Desktop é especializada em serviços de internet porfibra óptica.   A América Móvil é controlada pela família do bilionáriomexicano Carlos Slim. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Embraer recebe encomenda de até 46 jatos E195&#45;E2 da finlandesa Finnair</title>
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<description><![CDATA[      Finnair encomendou até 46 aeronaves E195-E2
Divulgação/Embraer
A Embraer assinou um acordo de venda de até de até 46 aeronaves E195-E2 com a companhia Finnair. Esse foi o maior investimento da aérea finlandesa em mais de duas décadas. O valor da compra não foi informado no comunicado da fabricante brasileira nesta segunda-feira (23).
As entregas dos jatos comerciais têm início previsto para o segundo semestre de 2027. A encomenda será adicionada à carteira de pedidos da Embraer do primeiro trimestre de 2026.
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A compra da Finnair inclui 18 pedidos firmes, 16 opções e 12 direitos de compra. Segundo a agência Reuters, a Finnair afirmou ainda que planeja adquirir até 12 Airbus A320 ou A321 no mercado de aeronaves usadas.
A Finnair opera rotas, para passageiros e cargas, Ásia, na América do Norte e na Europa. O E195-E2 substituirá a frota mais antiga da Finnair
Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história 
Embraer anuncia acordo para instalar linha de montagem final de jato na Índia
Embraer teve em 2025 maior receita anual da história da empresa ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 07:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dinheiro esquecido no PIS/Pasep: veja se você tem saldo em fundo antigo</title>
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<description><![CDATA[      Veja se você tem direito a receber os valores esquecidos no PIS/Pasep
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Se você trabalhou com carteira assinada ou foi servidor público entre 1971 e 1988, vale a pena fazer uma checagem rápida: pode haver dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep no seu nome.
A consulta é gratuita, simples e leva poucos minutos — dá para fazer tudo pela internet. 
Um novo grupo poderá sacar o benefício a partir desta quarta-feira (25), com pagamentos iniciais para quem pediu até 28 de fevereiro. Quem solicitar até segunda-feira (31) recebe em 27 de abril; há outras datas ao longo do ano.
Segundo o governo, o saldo médio disponível é de cerca de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o valor varia de acordo com o tempo de trabalho e o salário da época.
????️ É importante ficar atento ao prazo: quem não pedir o ressarcimento até setembro de 2028 perderá o direito ao saque, e os recursos serão incorporados ao Tesouro Nacional.
Para saber se há valores a receber, o trabalhador pode acessar o site Repis Cidadão, lançado recentemente pelo Ministério da Fazenda, ou usar o aplicativo do FGTS.
Na própria plataforma Repis Cidadão, também é possível conferir o passo a passo para sacar o dinheiro, incluindo orientações para herdeiros, em caso de falecimento do titular. Para entrar no sistema, é preciso ter uma conta gov.br com nível prata ou ouro.
A seguir, o g1 explica como fazer a consulta e tira as principais dúvidas sobre o tema.
Como consultar se tenho dinheiro esquecido?
Como pedir o ressarcimento dos valores?
Quando vou receber?
O que é o antigo PIS/Pasep?
1. Como consultar se tenho dinheiro esquecido?
REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep
Reprodução
Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;
Clique em &quot;entrar com gov.br&quot;. Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;
Faça login com seu CPF e senha, e clique em &quot;autorizar&quot;;
Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. Ele pode ser encontrado na carteira de trabalho, no extrato do FGTS, no site Meu INSS e no CadÚnico, entre outras opções;
Clique em &quot;pesquisar&quot;. E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas. 
Volte ao início.
2. Como pedir o ressarcimento?
A plataforma Repis Cidadão também ensina o procedimento para retirar o dinheiro, inclusive com orientações específicas para herdeiros, no caso de falecimento do beneficiário. Para acessá-la, é necessário ter conta gov.br nos níveis prata ou ouro. 
O trabalhador pode protocolar o pedido de ressarcimento em uma agência da Caixa Econômica Federal ou fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS. 
Ele vai precisar fazer login no app, acessar a opção &quot;mais&quot;, &quot;ressarcimento PIS/Pasep&quot; e seguir as orientações para anexar os documentos exigidos. 
Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial. 
Já no caso de herdeiros, será necessário apresentar:
Certidão PIS/Pasep/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou 
Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou  
Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.
Volte ao início.
3. Quando vou receber?
Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir. 

Volte ao início.
4. O que é o antigo PIS/Pasep?
O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado. 
Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.
Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual. 
Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional. 
Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.
Volte ao início. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 06:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dinheiro, esquecido, PISPasep:, veja, você, tem, saldo, fundo, antigo</media:keywords>
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<title>Imposto de Renda 2026: prazo começa nesta segunda; veja mudanças e quem precisa declarar</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/imposto-de-renda-2026-prazo-comeca-nesta-segunda-veja-mudancas-e-quem-precisa-declarar</link>
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<description><![CDATA[      Prazo para declarar imposto de renda começa na próxima segunda (23)
O prazo para entrega do Imposto de Renda 2026 começa nesta segunda-feira (23) e se estende até 29 de maio. O programa para declaração já está disponível para download.
⚠️ A entrega após o prazo legal terá multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.
Entre as mudanças na declaração deste ano estão:
a possibilidade de os contribuintes informarem o nome social na declaração;
aumento das informações disponíveis na declaração pré-preenchida;
redução no número de lotes de restituição, de cinco para quatro;
um tipo de &quot;cashback&quot; para contribuintes que tiveram retenção na fonte em 2025, mas que não vão apresentar a declaração neste ano. (entenda mais abaixo)
A expectativa da Receita é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano.
Veja nesta reportagem perguntas e respostas sobre a declaração do Imposto de Renda 2026.
Quem é obrigado a declarar?
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quando vou receber a restituição?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
Quais os documentos necessários para fazer a declaração?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
1. Quem é obrigado a declarar?
São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar
Voltar ao índice.
2. Como baixar o programa?
????️ Pelo computador
O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar). 
Veja o passo a passo:
Acesse o site da Receita Federal e clique na opção &quot;Baixar programa&quot; para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;
Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em &quot;Avançar&quot;;
Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em &quot;Avançar&quot; novamente;
Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de &quot;criar atalho na área de trabalho&quot; — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em &quot;Avançar&quot;;
Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em &quot;Terminar&quot;.
????Pelo celular
Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.
▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:
de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;
que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;
que tenham ]]></description>
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<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BTG tem desvio de cerca de R$ 100 milhões em ataque hacker e suspende operações com PIX</title>
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<description><![CDATA[      Escritório do BTG Pactual, em São Paulo
BTG/Divulgação
Um ataque hacker contra o banco BTG Pactual desviou cerca de R$ 100 milhões da instituição durante a manhã deste domingo (22). O roubo teria acontecido por meio de uma falha relacionada as operações por PIX. Interlocutores dizem que a maior parte dos recursos já foi recuperada, restando entre R$ 20 milhões a R$ 40 milhões a serem buscados.
Os sistemas do Banco Central e do Pix não foram atacados, mas houve um “problema localizado” na instituição financeira – que foi identificado pela área técnica da autoridade monetária. 
Após o Banco Central identificar atividades atípicas nas contas da instituição, o BTG suspendeu todas as operações relacionadas ao PIX. De acordo com o banco, a invasão não conseguiu acesso as contas dos clientes e nenhum recurso foi extraído delas.
Em nota, o banco confirmou o ataque e que medidas foram tomadas para diminuir o impacto. Além disso, informou que está &quot;disponível&quot; para tirar dúvidas dos clientes.
Nota do BTG
O BTG Pactual informa que identificou na manhã deste domingo (22/03) atividades atípicas relacionadas ao PIX. O banco esclarece que não houve acesso a contas de clientes e nenhum dado de correntista foi exposto. Enquanto investiga o caso, por medida de precaução, as operações por PIX estão suspensas. O BTG Pactual reforça, ainda, que a segurança das informações é prioridade e está disponível em caso de dúvidas em seus canais de atendimento. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 21:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>BTG, tem, desvio, cerca, 100, milhões, ataque, hacker, suspende, operações, com, PIX</media:keywords>
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<title>Sem citar Trump, premiê da China critica unilateralismo e promete ampliar abertura econômica</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/sem-citar-trump-premie-da-china-critica-unilateralismo-e-promete-ampliar-abertura-economica</link>
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<description><![CDATA[      Primeiro-ministro da China, Li Qiang, discursa em abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial, em Xangai, na China, em 26 de julho de 2025.
REUTERS/Xihao Jiang
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, afirmou neste domingo (22) que o país está disposto a ampliar o comércio mundial com maior abertura econômica e também criticou o unilateralismo de alguns países.
Vários parceiros comerciais da China têm pedido ao país que reduza seu elevado superávit comercial, devido ao impacto sobre a concorrência. As exportações chinesas cresceram 21,8% nos dois primeiros meses do ano, segundo dados oficiais divulgados neste mês.
A China “promoverá de forma decidida uma abertura de alto nível, importará mais bens estrangeiros de alta qualidade e trabalhará com todas as partes para promover um desenvolvimento otimizado e equilibrado do comércio”, declarou Li a líderes empresariais em Pequim, segundo a agência Xinhua.
Li falou sobre o tema na abertura do Fórum de Desenvolvimento da China, que contou com empresários como o CEO da Apple, Tim Cook, e representantes dos bancos HSBC, UBS e Standard Chartered.
Ele criticou o avanço do unilateralismo e do protecionismo, que, segundo ele, “não são solução para os problemas”.
A China enfrentou uma guerra comercial no último ano com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump impor tarifas unilaterais a diversos países. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 11:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Produção de tilápia cresce no interior paulista com investimento em tecnologia</title>
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<description><![CDATA[      Produção de tilápia cresce no interior paulista com investimento em tecnologia
Reprodução/TV TEM
A produção de tilápia-do-nilo cresce no interior de São Paulo. Em Riolândia, no noroeste do estado, uma empresa produz cerca de 300 toneladas de peixe por mês. Todo o pescado é enviado para frigoríficos de São Paulo e Minas Gerais, o que mostra a alta demanda pelo produto.
Os peixes chegam de Monte Aprazível (SP) com cerca de 30 gramas e ficam nos tanques até atingirem entre 900 gramas e 1 quilo, peso considerado ideal para venda.
Nesse período, recebem ração a cada 15 minutos, somando cerca de 350 quilos por dia. O manejo ajuda no crescimento saudável e no controle de doenças.
Para manter a produtividade, a empresa aposta em tecnologia. Os tanques têm sistemas de imersão e submersão que facilitam a limpeza, e motores hidráulicos aceleram a retirada dos peixes.
A produção começou em 2008 e vem passando por modernizações. Desde 2024, foram investidos cerca de R$ 3,5 milhões, incluindo uma balsa automatizada que melhora o abastecimento de ração e garante precisão na alimentação.
O setor cresce junto com os investimentos em tecnologia. São Paulo é o segundo maior produtor de tilápia do Brasil, atrás do Paraná, e tem forte estrutura de processamento. Pesquisas do Instituto de Pesca também ampliam o conhecimento sobre a espécie, como a criação do primeiro banco de germoplasma da tilápia-do-nilo no país.
Veja a reportagem exibida no programa em 22/03/2026:
Produção de tilápia cresce no interior paulista com investimento em tecnologia
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado</title>
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<description><![CDATA[      Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado
Reprodução/TV TEM
Após um ano de perdas, produtores de abacate de Tupã (SP) celebram uma safra recorde em 2026. Em uma área de 50 hectares com 5 mil árvores, a produção mais que dobrou em relação aos melhores anos.
A previsão é colher cerca de 1.100 toneladas, mais que o dobro da média de 500 toneladas registrada em anos anteriores. Quase metade da safra será exportada.
O produtor Jorge Manfré, com 30 anos de experiência, afirma que nunca viu resultado tão positivo. Em 2025, perdeu 95% da safra por causa do clima.
Em 2026, o cenário foi diferente. A chuva veio na medida certa e antecipou a safra, que costuma começar no fim de fevereiro.
Outros produtores da região também registram bons resultados, com aumento na produção e variedade de tipos de abacate.
O agrônomo Idoraldo Dassi Júnior explica que o clima foi decisivo para o bom desempenho. Mas alerta que o excesso de chuva exige mais cuidados no manejo.
Com a safra maior, os produtores acompanham o mercado. O aumento da oferta pode reduzir o preço da fruta.
Veja a reportagem exibida no programa em 22/03/2026:
Produtores comemoram safra recorde de abacate em Tupã após perdas no ano passado
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Artesãs de Itapetininga transformam matéria&#45;prima da natureza em joias biodegradáveis</title>
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<description><![CDATA[      Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis
Reprodução/TV TEM
No distrito de Gramadinho, em Itapetininga (SP), artesãs transformam sementes e cascas em biojoias. Entre os materiais usados está a chamada &quot;pérola negra&quot;, que cai da árvore sempre que o tronco é balançado.
Durante caminhadas pelo bairro rural, elas recolhem sementes e cascas de diferentes espécies, como a Leucena. O material coletado é a base para a produção artesanal das peças.
Depois da coleta, as sementes passam por tratamento antifúngico e secagem. A Leucena, por exemplo, é descascada e cozida antes de ser usada. O resultado são peças versáteis, como explica a artesã Deise Almeida: &quot;Depois de pronto essa linda peça que pode usar como colar, cinto e pulseira&quot;.
Deise trabalhava como merendeira e não tinha experiência com artesanato. A mudança veio após um curso do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), ligado ao Sindicato Rural. &quot;Eu me apaixonei pelo artesanato, principalmente pelas sementes&quot;, conta.
As biojoias também têm função de proteção. Plantas como alecrim, arruda, citronela e pimenta ajudam a afastar insetos. Já entre as cascas mais usadas estão as de coco, guapuruvu, jatobá e jacarandá-brasília.
A artesã Ione Berta destaca a sustentabilidade do trabalho. &quot;É uma arte sustentável, né? Porque nada disso vai ser jogado fora. Depois que você não quiser mais, você pode desmanchar, fazer outro modelo ou jogar na natureza, porque ele decompõe da própria natureza&quot;, afirma.
Hoje, 54 mulheres integram a cooperativa. Todas recebem capacitação em cursos profissionalizantes, que ensinam tanto a produção das peças quanto noções de empreendedorismo.
O coordenador do Senar em Itapetininga, Bruno Galvão, destaca o impacto da iniciativa. &quot;O importante do curso é fomentar, principalmente nas mulheres, uma economia criativa e uma renda fixa, e fomentar também o artesanato&quot;.
Veja a reportagem exibida no programa em 22/03/2026:
Artesãs de Itapetininga transformam matéria-prima da natureza em joias biodegradáveis
VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 08:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Até R$ 3,1 mil por mês: como americanos transformam o próprio sangue em renda extra</title>
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<description><![CDATA[      Prática comum nos EUA permite pagamento por plasma
Freepik
Uma renda extra que vem do próprio corpo: vender plasma sanguíneo tem se tornado uma alternativa cada vez mais comum entre americanos — inclusive na classe média. A prática, que mistura necessidade financeira com demanda médica global, movimenta bilhões de dólares e já virou rotina para muitas pessoas nos Estados Unidos.
???? O plasma é a parte líquida do sangue, de coloração amarelada, e é essencial para a produção de medicamentos usados em tratamentos de doenças graves. Entre eles estão terapias para imunodeficiências, doenças hepáticas e distúrbios de coagulação. 
Segundo reportagem do jornal &quot;The New York Times&quot;, cerca de 215 mil pessoas vendem plasma todos os dias no país. Embora o termo mais usado seja &quot;doação&quot;, na prática, os participantes recebem pagamento — em média, entre US$ 60 (R$ 314) e US$ 70 (R$ 366) por sessão.
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Como é permitido doar até duas vezes por semana, muitos chegam a faturar até US$ 600  (R$ 3,1 mil) por mês. Em alguns casos, há bônus para novos doadores ou incentivos para quem mantém frequência.
Para muita gente, esse dinheiro tem destino certo: gasolina, supermercado, contas médicas ou até a prestação da casa.
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Alta demanda 
De acordo com o New York Times, os Estados Unidos respondem por cerca de 70% de todo o plasma coletado no mundo. Um dos principais motivos é que o país permite o pagamento aos doadores, prática desencorajada pela Organização Mundial da Saúde.
O resultado é um setor altamente lucrativo: só em 2024, os EUA exportaram US$ 6,2 bilhões em plasma. Para grandes empresas farmacêuticas, o material é matéria-prima essencial.
Em 2025, os doadores americanos produziram 62,5 milhões de litros de plasma — o maior volume já registrado, segundo dados citados pelo jornal.
Quem são as pessoas que estão vendendo plasma
A imagem de que apenas pessoas em situação extrema recorrem a esse tipo de renda já não reflete a realidade.
A reportagem do New York Times encontrou filas com perfis diversos:
profissionais de tecnologia tentando economizar para comprar uma casa
professores buscando cobrir custos de saúde
enfermeiros lidando com despesas de creche
aposentados complementando a renda
Muitos se consideram classe média — e afirmam que, até pouco tempo atrás, não imaginavam fazer isso.
Um dos casos citados é o de Joseph Briseño, de 59 anos. Ele trabalha como supervisor em uma empresa de resíduos e ganha cerca de US$ 50 mil por ano. Ainda assim, passou a vender plasma duas vezes por semana para reforçar o orçamento.
Ele descreve a atividade como um &quot;segundo trabalho&quot;.
&quot;Isso pode ser dinheiro para gasolina, supermercado ou para guardar para emergências&quot;, disse ao New York Times. Em outro momento, admitiu: &quot;Seria ótimo não precisar fazer isso por dinheiro extra&quot;.
Outro sinal de mudança aparece na localização desses centros.
Historicamente, as unidades de coleta se concentravam em áreas mais pobres — e frequentemente eram alvo de críticas por possível exploração econômica. Mas isso vem mudando.
Um estudo citado pelo New York Times, conduzido por pesquisadores da Washington University e da Universidade do Colorado, mostra que novos centros estão sendo abertos cada vez mais em bairros de classe média e até em regiões mais ricas.
Desde 2021, mais de 100 unidades foram inauguradas nesses locais, inclusive em subúrbios.
Em Webster, no Texas, por exemplo, centros abriram perto de academias, lagos artificiais e escritórios financeiros — um cenário distante da imagem tradicional associada à prática.
Como funciona e quanto se ganha
O processo segue etapas padronizadas:
Questionário de triagem (com histórico de saúde e hábitos)
Checagem rápida de sinais vitais
Pequena coleta de sangue para teste
Sessão de cerca de uma hora para retirada do plasma
Durante o procedimento, cerca de um litro pode ser coletado.
Ao final, o pagamento costuma ser feito por meio de cartões pré-pagos. Também há programas com bônus por fidelidade ou indicação de novos doadores.
Embora seja considerada uma prática segura, o New York Times destaca que ainda existem poucos estudos sobre efeitos de longo prazo.
Mesmo com a expansão, o tema ainda carrega estigma.
Segundo o New York Times, muitos doadores evitam contar que vendem plasma, por vergonha ou desconforto. Alguns falaram com o jornal apenas de forma anônima.
Outros veem a prática de forma positiva — especialmente por contribuir com tratamentos médicos. Ainda assim, especialistas são categóricos: a principal motivação é financeira.
Um estudo citado pelo New York Times aponta que, quando um centro de plasma se instala em uma região, a procura por empréstimos de curto prazo e juros altos (como os payday loans) cai quase 20% entre jovens nos primeiros três anos.
Isso sugere que a venda de plasma funciona, na prática, como uma alternativa emergencial de renda.
Para alguns especialistas, esses centros acabam atuando como  ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>A empresa de IA que enfrentou o Pentágono nos EUA — e por que isso afeta o mundo todo</title>
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<description><![CDATA[      A disputa entre a Anthropic e o Pentágono gira em torno do acesso ético à inteligência artificial de ponta
Getty Images
Enquanto o mundo observava a operação dos EUA na Venezuela e como a guerra com o Irã se tornava inevitável, uma batalha se desenhava em Washington — um alerta de que o futuro profetizado por anos, sobre o papel da inteligência artificial nas guerras, já havia chegado.
Uma empresa de inteligência artificial do Vale do Silício se recusou a seguir ordens do Pentágono (o departamento de Defesa dos EUA). E o Pentágono a tratou como se fosse inimiga do Estado. Mesmo assim, sua tecnologia de IA continuou sendo usada porque as Forças Armadas dos EUA não podiam se dar ao luxo de ficar sem ela.
Foi o que aconteceu entre a Anthropic e o departamento de Defesa nas últimas semanas. E embora tudo pareça uma mera disputa corporativa, é muito mais do que isso. É a primeira vez que uma empresa de IA confronta um aparato militar, recusando-se a eliminar limites éticos de sua tecnologia.
O confronto deixou no ar questões que preocupam a todos: até que ponto os humanos já estão delegando decisões irreversíveis e letais a máquinas? Quem decide como a IA é usada?
Essas não são perguntas retóricas. Especialistas da Universidade de Oxford alertam que este episódio &quot;revela lacunas de governança antigas na integração da IA ​​em operações militares. Essas lacunas são anteriores neste governo (dos EUA) e persistirão após a controvérsia atual&quot;.
Por que — se a humanidade teme chegar a este ponto há tanto tempo — ainda existe um vácuo tão grande na governança da IA? É um vácuo que Logan Graham, líder da Equipe Vermelha da Anthropic, que analisa cenários negativos envolvendo tecnologia — de ataques cibernéticos a ameaças à biossegurança — conhece muito bem.
&quot;A intuição de algumas pessoas, por terem crescido em um mundo pacífico, é de que em algum lugar existe uma sala cheia de adultos que sabem como resolver tudo&quot;, disse ele à revista Time. &quot;Não existem esses grupos de adultos. Não existe nem mesmo uma sala. A responsabilidade é sua.&quot;
Pergunta difícil
Em algum momento durante a operação que culminou em 3 de janeiro com a captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro, a ferramenta Claude, da Anthropic, foi usada para processar dados e auxiliar na tomada de decisões.
Essa informação foi divulgada independentemente pelo Wall Street Journal e pelo site Axios, citando fontes com conhecimento direto dos eventos, e posteriormente confirmada pela revista Time, que publicou um extenso perfil da Anthropic, a empresa sediada em San Francisco que criou o Claude.
Nem o departamento de Defesa nem a Anthropic confirmaram oficialmente essa informação. Mas o que aconteceu em seguida está documentado e é muito mais revelador do que o próprio evento.
A operação para capturar Nicolás Maduro foi o estopim da disputa envolvendo a Antrhopic
Getty Images
Após a captura de Maduro, um executivo da Anthropic contatou a Palantir — a empresa de análise de dados que atua como intermediária tecnológica entre o Vale do Silício e o governo dos EUA — e perguntou: nosso software foi usado nessa operação?
A pergunta fez soar um alarme em Washington. Emil Michael, Subsecretário de Defesa e Diretor de Tecnologia do Pentágono, disse que isso gerou profunda preocupação: será que a Anthropic, em um conflito futuro, poderia &quot;desligar seu modelo no meio de uma operação&quot; — ativar algum mecanismo de rejeição — &quot;e colocar vidas em risco&quot;?
A Anthropic contesta essa interpretação: a empresa afirma que nunca tentou limitar o uso do Pentágono em nenhum caso específico e que a pergunta era rotineira.
Mas em seguida, houve uma rápida escalada de tensões.
O Pentágono exigiu que a Anthropic concedesse acesso irrestrito à sua tecnologia para &quot;todos os usos legais&quot;. A Anthropic recusou. Pete Hegseth, Secretário de Defesa de Trump, classificou a Anthropic como um &quot;risco para a cadeia de suprimentos&quot;, um rótulo historicamente reservado para empresas ligadas a rivais estrangeiros como a Huawei ou a Kaspersky, e não para empresas americanas que simplesmente discordam do governo.
A Anthropic processou o Pentágono por exceder sua autoridade e salvaguardas éticas, violando direitos fundamentais. Vários especialistas jurídicos acreditam que a empresa tem grandes chances de vencer a dispta jurídica.
O presidente Donald Trump, por sua vez, ordenou que todas as agências federais parassem de usar a tecnologia da Anthropic. E coroou a controvérsia com uma mensagem na plataforma Truth Social, escrita inteiramente em letras maiúsculas: &quot;Os EUA jamais permitirão que uma empresa progressista (&#039;woke&#039;) e radical de esquerda dite como nossas grandes forças armadas lutam e vencem guerras.&quot;
Em seu vocabulário e no de seus seguidores, &quot;woke&quot; é o maior dos insultos, um rótulo depreciativo para descrever ideias ou políticas progressistas relacionadas à identidade de gênero, desigualdade ou justiça social.
Linhas vermelhas
A Anthropic tem uma história singular.
Foi fundada em 2021 por ex ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Sistema simples com potes de barro ajuda agricultores a driblar seca no Pará; veja como funciona</title>
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<description><![CDATA[      Irrigação com pote de barro é solução para seca no Pará
No sudeste do Pará, uma solução simples e eficiente está mudando a realidade de agricultores familiares que, por anos, viram suas colheitas se perderem por causa da estiagem.
Batizado de Irrigapote, o sistema usa potes de argila enterrados para garantir água às plantas ao longo de todo o ano — sem depender de energia elétrica nem de altos investimentos (veja vídeo acima).
O renascimento de uma propriedade
A produtora Renata, de Tucuruí, é um dos exemplos dessa transformação. Depois de deixar a rotina estressante à frente de supermercados, ela encarou um grande desafio no campo: perdeu mais de mil plantas logo no início da produção por falta de água.
A solução veio a partir de uma parceria entre a pesquisadora Lutieta Martorano, da Embrapa Amazônia Oriental, e uma universidade da Etiópia, onde a técnica foi desenvolvida.
Como funciona o sistema
O funcionamento do Irrigapote combina princípios simples da física e da biologia:
Captação: a água da chuva é coletada por calhas nos telhados e armazenada em reservatórios;
Distribuição: por meio de mangueiras e um sistema de boias, que evita desperdícios, a água chega até potes de argila enterrados próximos às plantas;
Irrigação inteligente: as paredes porosas dos potes liberam a umidade de forma gradual. As raízes percebem essa umidade, crescem em direção ao pote e chegam a se fixar na argila para absorver a água diretamente.
O sistema é eficiente: um único pote pode abastecer várias plantas, e há casos em que as raízes percorrem até 7 metros para alcançar a água.
Alternativa mais barata para o produtor
Para o pequeno produtor, o Irrigapote resolve dois dos principais desafios no campo: custo e acesso à energia.
Enquanto sistemas tradicionais de irrigação exigem investimento alto e uso de eletricidade, a tecnologia com potes de argila é mais acessível. Uma área com 100 potes custa, em média, R$ 8 mil — sendo o principal gasto a compra do material.
Em Capitão Poço, produtores de limão Taiti já começam a ver o retorno financeiro. Segundo o produtor João, o sistema permite produzir na entressafra, quando a caixa da fruta pode chegar a até R$ 100, o dobro do preço em períodos de maior oferta.
Sistema de irrigação permite produzir alimentos o ano todo
Interesse de novas comunidades
O sucesso da técnica também tem chamado a atenção de comunidades indígenas, como a Aldeia Trocará, e de comunidades quilombolas.
Nesses locais, o Irrigapote surge como uma alternativa prática e acessível para garantir segurança alimentar e viabilizar o cultivo de culturas perenes, como cacau e açaí. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Primeiro emprego&amp;apos; aos 27 anos: jovem relata julgamento por nunca ter sido CLT e diz &amp;apos;olhavam com pena&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas.
X/ Reprodução
Aos 27 anos, Matheus Tavares chamou a atenção da internet ao anunciar que havia conseguido o &quot;primeiro emprego&quot;. A frase, publicada nas redes sociais, viralizou rapidamente — mas também gerou muitas criticas.
Não é que ele nunca tivesse trabalhado. Ao contrário: a trajetória começou ainda na adolescência, quando atuava como office-boy no centro de São Paulo enquanto estudava para concursos militares. 
Depois disso, vieram diferentes ocupações ao longo dos anos: fotógrafo em casa noturna, motoboy, vendedor, motorista de aplicativo, mecânico, técnico em celulares, além de pequenos negócios próprios e até importação de produtos
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Mesmo assim, o reconhecimento social nem sempre acompanhou esse percurso.
“Não era uma cobrança direta. Mas as pessoas olhavam meio com pena, como se eu estivesse sem rumo”, conta.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O que mudou agora não foi o início da vida profissional, mas o tipo de vínculo. Pela primeira vez, Matheus passou a trabalhar diretamente para uma empresa, com um contrato e um cargo definido: engenheiro de software.
&quot;Antes eu tinha trabalhos. Agora eu tenho um emprego. Hoje eu tenho um título, consigo dizer o que eu faço&quot;, afirma.
O novo posto, porém, não é no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele foi contratado como pessoa jurídica (PJ), após abrir um CNPJ. 
➡️ Ainda assim, a repercussão do caso trouxe à tona discussões que vão além da história individual: o peso do vínculo formal, o julgamento sobre trajetórias fora da CLT e a ideia de que existe um “tempo certo” para ingressar no mercado.
O peso do vínculo formal
Criada em 1943, a CLT organiza as relações de trabalho no Brasil e garante direitos como férias, 13º salário e FGTS. Ao longo do tempo, esse modelo passou a ser associado também à ideia de estabilidade.
Na prática, porém, o modelo não representa toda a realidade do mercado.
Dados do IBGE indicam que cerca de 38,5 milhões de brasileiros estão na informalidade, grupo que inclui trabalhadores sem carteira assinada, autônomos e parte dos que atuam por conta própria.
Para o professor Fernando Cardoso, especialista em mercado de trabalho, o vínculo formal ainda influencia a leitura sobre a trajetória de um profissional, mas deixou de ser determinante.
&quot;O foco está migrando da formalização para a capacidade de entrega&quot;, afirma.
Segundo ele, experiências fora da CLT podem ser valorizadas, desde que apresentadas de forma estruturada, com resultados claros.
Matheus Tavares construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais.
Matheus Tavares
O desafio de acessar o mercado
Antes de conseguir a vaga atual, Matheus enfrentou dificuldades em processos seletivos — principalmente nas etapas iniciais.
“Eu não passava do RH. Só consegui quando falei direto com o gestor técnico”, relata.
A situação reflete um ponto levantado por especialistas: embora o mercado esteja em transição, ainda existem filtros baseados no histórico formal.
O professor Edgard Rodrigues explica que empresas mais tradicionais tendem a valorizar o registro em carteira, enquanto outras já adotam critérios diferentes.
&quot;Há uma migração para recrutamentos que priorizam repertório, competências e capacidade de aprendizado&quot;, diz.
No caso de Matheus, o avanço veio quando ele organizou suas experiências em forma de portfólio, reunindo projetos e soluções desenvolvidas de forma independente.
Entrada tardia
A idade também apareceu como um ponto de questionamento na repercussão do caso. Mas, para especialistas, esse debate precisa ser analisado à luz de transformações mais amplas.
O economista Bruno Imaizumi, da LCA 4intelligence, explica que o mercado de trabalho brasileiro passa por mudanças estruturais que ajudam a entender trajetórias como a de Matheus. Entre elas, o envelhecimento da população, o maior tempo dedicado aos estudos e a própria redefinição do que significa construir uma carreira.
&quot;O mercado está mais dinâmico e as pessoas permanecem mais tempo em formação. Isso faz com que a entrada no mercado formal aconteça, muitas vezes, mais tarde&quot;, afirma.
Para ele, o cenário recente também influencia esse movimento. Com a taxa de desemprego em níveis historicamente mais baixos, diferentes formas de ocupação — formais e informais — têm avançado simultaneamente.
Nesse contexto, a ideia de um momento &quot;certo&quot; para começar perde força.
“As carreiras estão menos lineares. O momento de entrada não define o potencial”, afirma o professor Edgard .
Para Fernando Cardoso, o modelo tradicional — estudar, se formar e ingressar imediatamente no mercado formal — já não representa a maioria das trajetórias.
&quot;Entrar mais tarde pode significar chegar com mais repertório e mais clareza de objetivos&#039;, diz.
Ainda assim, ele ressalta que o tempo de experiência formal pode influenciar o ponto de en ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 03:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.987: prêmio acumula e vai a R$ 13 milhões</title>
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<description><![CDATA[      O sorteio do concurso 2.987 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (21), em São Paulo, acumulou -- nenhuma aposta acertou os seis números. O próximo pode pagar R$ 13 milhões.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 16 – 17 – 20 –28 – 46 – 47.
5 acertos (&quot;quina&quot;) - 23 apostas ganhadoras: R$ 65.305,07;
4 acertos (&quot;quadra&quot;) - 1.950 apostas ganhadoras: R$ 1.269,66.
O próximo sorteio da Mega será na terça-feira (24).
A Caixa informou que a arrecadação total com o concurso 2.987, foi de R$ 37.692.798,00.
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 00:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.987: confira dezenas</title>
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<description><![CDATA[      O sorteio do concurso 2.987 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (21), em São Paulo, pode pagar até R$ 7.742.945,58.
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Veja os números sorteados: 16 – 17 – 20 –28 – 46 – 47.
A Caixa havia informado que a arrecadação total com o concurso anterior, 2.986, foi de R$ 25.457.184,00.
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Posso falar da minha demissão nas redes? &amp;apos;Vlogs&amp;apos; sobre desligamentos viralizam, mas exigem cuidados</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/posso-falar-da-minha-demissao-nas-redes-vlogs-sobre-desligamentos-viralizam-mas-exigem-cuidados</link>
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<description><![CDATA[      &#039;Vlog de demissão&#039;: vídeos de desligamentos viralizam, mas exigem cuidados
Quem acessou as redes sociais nos últimos dias provavelmente se deparou com “vlogs de demissão”, vídeos em que trabalhadores registram a rotina no dia em que são desligados da empresa. 
Curiosamente, os bastidores de um momento delicado da vida profissional têm atraído milhões de visualizações. É o caso de Victoria Macedo, de 28 anos, que publicou no TikTok um vídeo sobre o dia em que foi desligada da Natura. O post alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A repercussão impulsionou seu perfil como criadora de conteúdo e abriu portas para novas oportunidades, com convites para entrevistas de emprego — mesmo antes de atualizar currículo ou portfólio.
Formada em administração e com uma segunda graduação em publicidade e propaganda em andamento, Victoria construiu carreira no mercado corporativo desde os 16 anos, com passagens por bancos e, mais recentemente, pela Natura. 
Lá, ingressou como estagiária em 2024, foi efetivada após oito meses e atuou no planejamento comercial até a reestruturação que levou à sua saída. Victoria trabalhava na empresa havia quase dois anos quando foi desligada. 
Paralelamente, já produzia conteúdo sobre rotina profissional no TikTok – hábito que ganhou força após a efetivação. A familiaridade com as câmeras, inclusive, a levou a participar do programa de influenciadores internos da empresa, no qual colaboradores divulgam a marca de forma voluntária.
“Eles analisam nossas redes antes de aprovar, então sabiam exatamente o tipo de conteúdo que eu produzia”, conta. Mesmo assim, decidiu registrar a demissão para explicar aos seguidores por que deixaria de mostrar o dia a dia na empresa. “Eu pensei: vou postar porque vou parar de produzir esse tipo de conteúdo e as pessoas podem estranhar”, diz.
A identificação do público foi imediata, e o vídeo viralizou no dia seguinte. Para Victoria, o tema é sensível e universal: “Quase todo mundo já passou ou vai passar por isso. É um momento frágil, mas muito real.”
Ela acredita que o sucesso está justamente no contraste com a narrativa tradicional das redes profissionais, que costuma destacar promoções e conquistas – como no LinkedIn. “As pessoas se enxergam ali, no dia difícil que quase nunca aparece na internet”, afirma.
Victoria Macedo, de 28 anos, foi demitida da Natura em uma reestruturação da empresa e compartilhou o processo nas redes sociais.
Reprodução/Tiktok
O caso não é isolado. Ao buscar por “vlog de demissão” no TikTok, é possível encontrar diversos vídeos que somam milhões de visualizações sobre o tema. Apesar da popularização, especialistas ouvidos pelo g1 alertam que é preciso cautela ao compartilhar esse tipo de conteúdo.
A exposição pode trazer consequências para a vida profissional, especialmente dependendo do que é divulgado. “A demissão em si não é o problema, faz parte da trajetória de qualquer pessoa. O ponto-chave é como ela é exposta”, afirma Raquel Nunes, líder de RH na HUG.
A especialista explica que conteúdos que revelam conflitos, críticas diretas ou detalhes internos tendem a gerar alerta entre recrutadores. Já publicações estruturadas, que destacam aprendizados, podem até fortalecer a imagem profissional.
Segundo ela, profissionais de seleção não avaliam apenas o fato de alguém ter sido desligado, algo comum, mas a maturidade demonstrada ao comunicar esse momento. 
“No fim, o que se avalia é a capacidade de lidar com situações difíceis sem expor terceiros ou informações sensíveis”, diz.
Recrutadores de grandes empresas acompanham redes sociais com frequência, especialmente quando um conteúdo viraliza. Isso não elimina automaticamente um candidato, mas influencia a percepção sobre competências como confidencialidade, inteligência emocional e profissionalismo.
Em tempos de redes sociais, cada postagem ajuda a construir – ou desgastar – a marca pessoal do profissional. Conteúdos sobre demissão podem mostrar resiliência e autoconhecimento, mas também podem transmitir impulsividade. 
No caso de Victoria, por exemplo, ela afirma que teve cautela ao produzir os vídeos. Evitou mostrar colegas, ambientes internos ou qualquer informação confidencial, mantendo o foco na própria experiência. 
“Se você pretende continuar no mercado, não faz sentido expor ou difamar a empresa”, diz.
Do sucesso à demissão: saiba por que algumas empresas têm se incomodado com os ‘blogueiros CLT’
???? Palavra ‘demissão’ impulsiona engajamento
Outro caso é o da mineira Thaís Borges, de 26 anos, conhecida nas redes como Thaís do Millenium. Após mais de uma década trabalhando como CLT – sendo três anos e meio como designer sênior em uma multinacional – foi desligada pela primeira vez durante uma demissão em massa. 
O que poderia ser apenas um episódio traumático acabou se tornando um impulso para ampliar a presença digital. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Thaí ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 06:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Honda HR&#45;V EXL ainda é boa compra? Veja comparação com novos rivais WR&#45;V e Yaris Cross</title>
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<description><![CDATA[      Honda HR-V EXL é melhor que Toyota Yaris Cross
O HR-V é o carro mais vendido da Honda no Brasil. A versão EXL se destaca como a opção mais equilibrada, com boa lista de equipamentos e preço competitivo dentro do segmento.
Porém, duas novas ameaças surgiram recentemente para complicar a vida do SUV. A Toyota lançou o Yaris Cross XRX, com preço próximo e pacote de equipamentos atraente.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
E a própria Honda apresentou o WR-V, que deixou de ser apenas um Fit modificado e se tornou um SUV compacto com qualidades importantes. 
Ainda faz sentido comprar o Honda HR-V EXL? O g1 responde essa dúvida.
Bom recheio
Analisada isoladamente, a versão EXL é a opção mais racional da linha HR-V. Acima dela estão as versões Advance e Touring, por R$ 203.300 e R$ 214 mil, respectivamente. Mas o cenário muda quando comparamos com o Toyota Yaris Cross.
Honda HR-V EXL 2026
g1 | Fábio Tito
A lista de equipamentos não desaponta. O HR-V EXL, que custa R$ 174.300, oferece ar-condicionado de duas zonas com saída de ar para o banco traseiro, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, carregador por indução, central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, volante e bancos de couro, além de ajustes de altura e profundidade no volante, entre outros itens.
Ao analisar o que o Yaris Cross oferece na versão XRX, que custa R$ 178.990, percebe-se um equilíbrio entre os dois. No entanto, o Toyota não traz sensor de chuva nem ar-condicionado de duas zonas, apenas climatização automática.
 Por outro lado, o Yaris Cross tem teto solar panorâmico e abertura elétrica do porta-malas com função de aproximação. Sua multimídia é de 10 polegadas, enquanto a do Honda é de 8&quot;.
Interior do Honda HR-V EXL 2026
g1 | Fábio Tito
No quesito segurança, o HR-V EXL traz como destaque alerta de colisão frontal com frenagem automática, câmera para monitorar o ponto cego do lado direito, controle de velocidade adaptativo, assistente de permanência em faixa, sistema para evitar saída de pista, ajuste automático do farol alto, seis airbags, câmera de ré e controle de descida.
Já o Toyota inclui câmera 360 graus, alerta de ponto cego (com aviso luminoso nos dois retrovisores externos) e alerta de tráfego cruzado na traseira. Porém, o Yaris Cross não possui assistente de permanência em faixa, sensor de chuva nem controle de descida. 
Assim, as listas de itens ficam bem próximas.
Honda HR-V EXL 2026
g1 | Fábio Tito
Tamanho importa
As dimensões do HR-V contribuem para o bom espaço interno. Se na primeira geração o SUV tinha um teto mais arredondado, nesta segunda fase o foco é oferecer mais conforto aos ocupantes do banco traseiro.
Comparando com o Toyota, as medidas dos dois são bastante próximas:
Medidas
Em dois pontos o HR-V perde terreno. Com 1.303 kg, ele é quase 100 kg mais pesado que o Toyota. 
E o porta-malas também favorece o rival: o Honda tem 354 litros, enquanto o concorrente oferece 400 litros.
Desempenhos tímidos
Quem escolhe o HR-V com motor 1.5 aspirado normalmente não busca desempenho em primeiro lugar, pois só tem 126 cv. O foco está no conforto e na condução pacata. 
O câmbio CVT é bem calibrado e funciona de maneira discreta, como se espera desse tipo de transmissão. Fórmula parecida a do Yaris Cross, que tem 122 cv no motor 1.5 aspirado.
Motor 1.5 aspirado flex do Honda HR-V EXL 2026
g1 | Fábio Tito
Apenas nas acelerações mais fortes o motor do Honda mantém o giro alto e faz ruído, algo normal em carros com câmbio continuamente variável. A suspensão absorve bem as imperfeições do asfalto e a direção elétrica privilegia o conforto.
O HR-V é eficiente em entregar uma condução tranquila, ideal para quem enfrenta trânsito e valoriza suavidade. O Toyota Yaris Cross tem volante leve, suspensão bem ajustada como em outros modelos da marca, mas demonstra pouca força nas retomadas.
Os dados de consumo do Inmetro mostram que o Honda gasta mais combustível na estrada. Já no uso urbano, há um empate técnico entre Yaris Cross e HR-V EXL. 
Honda HR-V EXL 2026
g1 | Fábio Tito
O inimigo mora ao lado
Ao analisar o ranking de vendas, é possível notar uma queda acentuada nos números do HR-V, mesmo ele ainda sendo o modelo mais vendido da Honda. Em janeiro de 2026, a marca registrou 35% menos emplacamentos do que no mesmo mês de 2025.
E o principal responsável está dentro da própria Honda: o WR-V. O irmão mais novo tem medidas próximas às do HR-V, já que usa a mesma plataforma. 
Motor 1.5 e câmbio CVT também são os mesmos do modelo maior. A lista de equipamentos do WR-V EXL é ampla e, para complicar ainda mais para o HR-V, ele custa R$ 20 mil a menos.

Hora de barganhar
Assim, o Honda HR-V EXL ainda pode valer a pena por custar menos que o Yaris Cross. Porém, itens como teto panorâmico, central multimídia maior, câmera 360 graus e o apelo de novidade podem atrair muitos consumidores.
A dica é negociar na concessionária Honda em busca de um desconto, ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como TikTok e Meta ignoraram segurança para ganhar disputa por engajamento, segundo ex&#45;funcionários</title>
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<description><![CDATA[      Denunciantes deram uma visão de dentro da corrida entre algoritmos que se seguiu ao crescimento explosivo do TikTok
BBC/Getty Images
Gigantes das redes sociais permitiram mais conteúdo nocivo nos feeds dos usuários, mesmo depois que pesquisas internas sobre os seus algoritmos mostraram que a indignação impulsionava o engajamento, disseram à BBC pessoas que são ou foram ligadas a essas empresas.
Mais de uma dúzia de denunciantes e pessoas de dentro das empresas expuseram à BBC como essas companhias assumiram riscos de segurança em questões como violência, chantagem sexual e terrorismo, enquanto disputavam a atenção dos usuários.
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Um engenheiro da Meta, empresa que controla as redes sociais Facebook e Instagram, descreveu como recebeu orientação da direção da empresa para permitir mais conteúdo nocivo &quot;limítrofe&quot;, que inclui misoginia e teorias conspiratórias, nos feeds dos usuários para competir com outra rede social, o TikTok.
&quot;Eles basicamente nos disseram que era porque o preço das ações estava em queda&quot;, disse o engenheiro.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Um funcionário do TikTok deu à BBC acesso raro aos painéis internos da empresa com reclamações de usuários, além de outras evidências de como funcionários foram instruídos a priorizar vários casos envolvendo políticos em detrimento de uma série de denúncias de publicações nocivas envolvendo crianças.
As decisões estavam sendo tomadas para &quot;manter um relacionamento forte&quot; com figuras políticas e evitar ameaças de regulação ou proibições, e não por causa dos riscos aos usuários, disse o funcionário do TikTok.
Os denunciantes que falaram no documentário da BBC Inside the Rage Machine (Dentro da Máquina de Raiva, em tradução livre) oferecem uma visão detalhada de como o setor reagiu após o crescimento explosivo do TikTok, cujo algoritmo altamente envolvente de recomendação de vídeos curtos transformou as redes sociais, deixando rivais correndo para tentar acompanhar.
Matt Motyl, pesquisador sênior da Meta, disse que o concorrente do TikTok criado pela empresa, o Instagram Reels, foi lançado em 2020 sem proteções suficientes. Pesquisas internas compartilhadas com a BBC mostraram que os comentários no Reels apresentavam prevalência significativamente maior de bullying e assédio, discurso de ódio e violência ou incitação à violência do que em outras partes do Instagram.
Matt Motyl disse que a Meta lançou o Instagram Reels sem proteções suficientes
BBC
ECA Digital: sites pornôs seguem sem checar idade, e redes tentam adivinhar faixa etária
Google, Meta e TikTok explicam como verificam idade de usuários no Brasil
Como denunciar posts em Facebook, Instagram, TikTok, Kwai e outras redes sociais
A empresa investiu na contratação de 700 funcionários para expandir o Reels, enquanto equipes de segurança tiveram negada a contratação de dois especialistas para lidar com a proteção de crianças e de mais dez profissionais para ajudar na integridade das eleições, disse outro ex-funcionário sênior da Meta.
Motyl, da Meta, entregou à BBC dezenas do que descreveu como &quot;documentos de pesquisa de alto nível mostrando todo tipo de danos aos usuários nessas plataformas&quot;. Entre eles, havia evidências que mostravam que o Facebook estava ciente de problemas causados por seu algoritmo.
Segundo um estudo interno, o algoritmo oferecia aos criadores de conteúdo um &quot;caminho que maximiza os lucros às custas do bem-estar de sua audiência&quot;, e &quot;o atual conjunto de incentivos financeiros que nossos algoritmos criam não parece estar alinhado com nossa missão&quot; de aproximar as pessoas ao redor do mundo.
O documento afirma que o Facebook pode &quot;escolher permanecer inativo e continuar alimentando os usuários com conteúdo de qualidade duvidosa, mas isso só funciona por algum tempo&quot;.
Em resposta às alegações dos denunciantes, a Meta disse: &quot;Qualquer sugestão de que ampliamos deliberadamente o conteúdo nocivo para ganho financeiro é incorreta.&quot; O TikTok afirmou que essas são &quot;alegações fabricadas&quot; e que a empresa investe em tecnologia que impede que o conteúdo nocivo seja visualizado.
O Facebook estava ciente de que seu algoritmo tinha problemas
BBC
TikTok reúne perfis que exaltam Hitler e nazismo com códigos e posts explícitos
Vídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a recorde de feminicídios
Os algoritmos são uma &quot;caixa-preta&quot;, cujo funcionamento interno é difícil de examinar, disse Ruofan Ding, que trabalhou como engenheiro de aprendizado de máquina no desenvolvimento do mecanismo de recomendação do TikTok de 2020 a 2024.
Ele afirmou que era difícil construir sistemas como esse que fossem completamente seguros. &quot;Não temos controle sobre o próprio algoritmo de aprendizado profundo [deep learning].&quot;
Segundo ele, os engenheiros não prestam muita atenção ao conteúdo das publicações. &quot;Para nós, todo o conteúdo é apenas um ID, um número diferente.&quot;
Ele disse que dependiam das equipes de segurança de conteúdo para remover pub ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Como, TikTok, Meta, ignoraram, segurança, para, ganhar, disputa, por, engajamento, segundo, ex-funcionários</media:keywords>
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<title>MPT firma acordo para Meta bloquear perfis de crianças influencers sem autorização judicial</title>
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<description><![CDATA[      Ícone do Instagram em um smartphone.
Dado Ruvic/Reuters/Ilustração
O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informaram nesta sexta-feira (20) que firmaram um acordo judicial com a Meta contra a exploração do trabalho infantil artístico irregular nas redes sociais.
A Meta, dona do Instagram, do Facebook e do Threads, se comprometeu a identificar, de forma proativa, os perfis que apresentem trabalho infantil artístico sem autorização judicial e trabalho proibido, disse o MPT.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A verificação por parte da empresa será periódica e vai considerar vários fatores, incluindo a presença de crianças ou adolescentes como protagonistas de conteúdos, o uso de contas com grande alcance (mínimo de 29 mil seguidores) e a atividade recente nas plataformas.
Em caso de suspeitas, os responsáveis pelos perfis serão notificados para apresentar em até 20 dias alvará judicial que comprove a autorização para o trabalho infantil. O MPT e o MP-SP também poderão indicar perfis para análise.
Caso a situação não seja regularizada, a conta será bloqueada no Brasil em até 10 dias.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
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Youtuber diz não ter R$ 70 mil para pagar condenação por ridicularizar bebê e pede a juiz: &#039;Por favor, reconsidere&#039;
A Justiça do Trabalho em São Paulo proibiu, em agosto de 2025, o trabalho de influenciadores mirins no Instagram e no Facebook sem autorização judicial. A Meta entrou com uma liminar, mas a decisão foi mantida.
O acordo também prevê que a Meta crie mecanismos de denúncia e sistemas de verificação de idade que impeçam a autodeclaração como único critério, além de restringir o acesso de menores de 18 anos a programas de monetização.
A autodeclaração também foi proibida pelo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que entrou em vigor na última terça-feira (17) – entenda o que mudou.
A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem &quot;adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade&quot;. 
Os procuradores consideraram o acordo com a Meta &quot;um avanço significativo em prol da proteção de crianças e adolescentes nas dinâmicas de trabalho em ambiente digital, especialmente diante do crescimento da produção de conteúdo por crianças e adolescentes nas redes sociais&quot;.
O descumprimento do acordo poderá levar a multa de R$ 100 mil por criança ou adolescente em caso de ausência de bloqueio de conta irregular e de R$ 300 mil por descumprimento de outras obrigações de fazer.
Ainda em caso de violação, a Meta será obrigada a recolher R$ 2,5 milhões a fundos de proteção à infância e à adolescência.
ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 01:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Por que setor fez alerta para risco de falta de diesel no Brasil — e o que o governo está fazendo</title>
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<description><![CDATA[ Governo pede ICMS Zero sobre diesel para Estados
Entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de diesel no Brasil.
A nota é assinada pela Fecombustíveis e pelo Sincopetro, que representam o varejo, pela Abicom, que reúne importadoras de petróleo, pela Refina Brasil, que representa refinarias, e pelo Sindicom e BrasilCom, que representam distribuidoras.
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No documento, as entidades reconhecem um esforço inicial do governo federal para amenizar a forte alta do diesel, mas afirmam que as medidas anunciadas têm efeito limitado no preço final ao consumidor.
Na semana passada, o presidente Lula anunciou a isenção de impostos federais e uma ajuda financeira (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, passou a ser aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.
Mas, com o &quot;desconto&quot; bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem repassar todo o impacto ao consumidor.
Por isso, as entidades pediram novas ações do governo para baixar os preços do diesel, que já subiram quase 20% desde o início da guerra.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta que o governo tem uma &quot;série de medidas&quot; que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra. (veja abaixo)
Veja abaixo os principais pontos.
1️⃣ Desconto não chega totalmente ao consumidor
O governo anunciou corte de impostos e ajuda financeira para baratear o diesel. Mas isso vale para o diesel “A” (vendido pelas refinarias). O consumidor compra o diesel “B”, que é uma mistura de 85% diesel A e 15% biodiesel.
Resultado: O desconto não é repassado de forma completa para o preço na bomba.
2️⃣ Aumento da Petrobras reduz o efeito das medidas
A Petrobras aumentou o diesel A em R$ 0,38 por litro na venda para as refinarias. Considerando a mistura, isso gera impacto de cerca de R$ 0,32 por litro no diesel vendido ao consumidor.
Resultado: Parte do alívio dado pelo governo é anulada por esse aumento.
3️⃣ Preços continuam altos em outras vendas
Nos leilões da Petrobras, o diesel está sendo vendido acima do preço de referência das próprias refinarias da empresa.
Resultado: Isso pressiona os custos em toda a cadeia.
4️⃣ Outros custos também pesam no preço final
O valor do diesel não depende só das medidas do governo. Também entram na conta o preço do biodiesel, impostos estaduais (ICMS), custo do transporte, despesas operacionais e origem do combustível (nacional ou importado).
Resultado: o impacto das isenções de impostos federais é limitado.
5️⃣ Parte do mercado segue preços internacionais
Uma parcela importante do diesel vem de refinarias privadas e importadores. Essas empresas seguem os preços do mercado internacional.
Resultado: mesmo com ações do governo, os preços continuam pressionados quando o petróleo sobe no exterior.
6️⃣ Risco de falta de diesel
O setor vê um risco crescente de desabastecimento, principalmente se a Petrobras não alinhar seus preços ao mercado internacional e houver redução ainda maior na oferta de combustível.
Resultado: com menos produto disponível e preços desalinhados, o preço pode ficar ainda mais pressionado.
Corrida contra o tempo
Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação.
Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 115.
A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.
Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustíveis.
A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.
O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desco ]]></description>
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<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Gilmar Mendes vota para manter Vorcaro na prisão, mas critica voto de Mendonça</title>
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<description><![CDATA[      Ministro Gilmar Mendes pediu mais tempo para analisar o caso.
Andressa Anholete/SCO/STF
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (20) para manter a prisão de Daniel Vorcaro e outros investigados por tentativa de atrapalhar as investigações do caso Master. 
O voto de Gilmar Mendes referendou as prisões, mas o decano fez alertas ao erros de outro escândalo, o da operação Lava Jato, mas acima de tudo explicitou divergências dentro da corte, afetada em cheio pela crise do caso Master.
Gilmar Mendes não citou a Lava Jato por acaso: o relator do caso Master no STF, André Mendonça, é visto até hoje não apenas como um juiz da ala punitivista, mas como um defensor da operação que foi desmontada dentro do Supremo.
É por isso que a principal crítica de Gilmar se deu pela alegação de que as prisões respondiam a um “clamor social” e a necessidade de “pacificação social”. O decano da corte chegou a dizer que houve apelo a “conceitos porosos e elásticos” para decretar as prisões.
&quot;O apelo a conceitos porosos e elásticos para a decretação de prisões preventivas recomenda um olhar crítico. Afinal, em um passado recente, essas mesmas fórmulas foram indevidamente invocadas pela força-tarefa da Lava Jato para justificar os mais variados abusos e arbitrariedades contra aqueles que, ao talante dos investigadores, eram escolhidos como alvos de persecução penal ancorada em razões políticas e ideológicas&quot;, diz o ministro na decisão.
Gilmar vota para manter prisão de Vorcaro; placar termina em 4 a 0
Em seu voto, Gilmar acompanhou a decisão de Mendonça, mas fez acenos à defesa. Reclamou da exposição de pessoas com quem Vorcaro trocou mensagens e defendeu que a prisão domiciliar de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.
O decano, presidente da segunda turma do STF, foi o último a votar. O julgamento na Segunda Turma do STF começou no dia 13 de março, no plenário virtual, data em que foi formada maioria para manter a detenção. 
Seu voto, também demonstrou que o caso Master será ambiente de tensão dentro da corte sob a relatoria de Mendonça. 
As menções, em conversas e outros materiais de Vorcaro, a ministros do STF e seus familiares, colocou a corte em modo de autoproteção e sob intenso escrutínio da opinião pública e aumentou as desconfianças internas.
Por isso, o voto do decano aproveitou para fazer ressalvas sobre a fundamentação de medidas tomadas por Mendonça. Mendes afirma que o relator usou &quot;clichês&quot; e seguiu &quot;atalhos processuais&quot; para justificar a prisão do banqueiro.
Vorcaro foi preso no dia 4 de março por ordem do ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria das investigações do caso Master. Nesta quinta-feira (19), ele foi transferido da Penitenciária Federal em Brasília para a Superintendência da Polícia Federal.
&quot;A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime&quot;, diz Mendes.
&quot;O alcance de bons resultados em investigações não pode se dar a partir de atalhos processuais, mas sim a partir da observância dos precisos limites da lei. Para o Estado, não há legitimidade fora da arena da legalidade, e atropelos ao direito de defesa e a regras processuais podem gerar espuma midiática e linchamentos morais no curto prazo, mas cobram um preço alto no futuro&quot;, afirma o decano. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 22:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo Trump suspende sanções contra petróleo iraniano para tentar conter preços</title>
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<description><![CDATA[      Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta sexta-feira (20) que o país vai suspender parte das sanções ao petróleo do Irã, com o objetivo de conter a alta dos preços no mercado global.
Na prática, a medida permite a venda de petróleo iraniano que já está armazenado em navios no mar. Segundo Bessent, a autorização é pontual e terá duração limitada.
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&quot;Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os EUA colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã&quot;, publicou, no X, o secretário americano.
Ele afirmou que os EUA usarão os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto dão continuidade à pressão sobre o país.
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Veja a íntegra da publicação de Bessent:
O Irã é a cabeça da serpente do terrorismo global e, por meio da Operação Epic Fury do presidente Trump, estamos vencendo essa batalha crucial em um ritmo ainda mais rápido do que o previsto. Em resposta aos ataques terroristas do Irã contra a infraestrutura energética global, o governo Trump continuará a mobilizar o poder econômico e militar dos Estados Unidos para maximizar o fluxo de energia para o mundo, fortalecer a oferta global e buscar garantir a estabilidade dos mercados.
Hoje, o Departamento do Tesouro está emitindo uma autorização pontual e de curto prazo que permite a venda de petróleo iraniano atualmente retido no mar.
No momento, o petróleo iraniano sancionado está sendo estocado pela China a preços baixos. Ao liberar temporariamente essa oferta existente para o mercado global, os Estados Unidos colocarão rapidamente cerca de 140 milhões de barris de petróleo nos mercados internacionais, ampliando a disponibilidade de energia e ajudando a aliviar as pressões temporárias sobre a oferta causadas pelo Irã. Em essência, usaremos os barris iranianos contra Teerã para manter os preços sob controle enquanto damos continuidade à Operação Epic Fury.
Essa autorização temporária e de curto prazo é estritamente limitada ao petróleo que já está em trânsito e não permite novas compras ou produção. Além disso, o Irã terá dificuldade para acessar qualquer receita gerada, e os Estados Unidos continuarão a manter pressão máxima sobre o país e sua capacidade de acessar o sistema financeiro internacional.
Até agora, o governo Trump tem trabalhado para levar cerca de 440 milhões de barris adicionais de petróleo ao mercado global, reduzindo a capacidade do Irã de explorar as interrupções no Estreito de Ormuz.
A agenda pró-energia do presidente Trump elevou a produção de petróleo e gás dos Estados Unidos a níveis recordes, fortalecendo a segurança energética e reduzindo os custos de combustíveis. Qualquer interrupção de curto prazo agora tende a se traduzir em ganhos econômicos de longo prazo para os americanos — porque não há prosperidade sem segurança.
* Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Governo, Trump, suspende, sanções, contra, petróleo, iraniano, para, tentar, conter, preços</media:keywords>
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<title>Elon Musk é considerado culpado por fraudar acionistas antes de comprar o Twitter</title>
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<description><![CDATA[      Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026
AP Photo/Markus Schreiber
O bilionário Elon Musk foi considerado culpado por fraudar acionistas do antigo Twitter em 2022, antes de comprar a rede social, informou nesta sexta-feira (20) a Bloomberg.
Um júri federal dos Estados Unidos responsabilizou Musk por tuítes de que a negociação estava &quot;temporariamente suspensa&quot; e de que o Twitter tinha mais contas falsas do que números oficiais apontavam (saiba mais abaixo).
O processo foi aberto por antigos investidores do Twitter que acusaram Musk de tentar renegociar ou desistir da compra. Eles afirmaram que venderam suas ações do Twitter a preços artificialmente mais baixos entre 13 de maio e 4 de outubro de 2022 por conta das declarações do empresário.
&quot;Ele destruiu a empresa. Destruiu os executivos. E fez as ações despencarem&quot;, disse Mark Molumphy, um dos advogados dos acionistas, em suas alegações finais na última terça-feira (17).
O nível dos danos ainda será determinado pela Justiça americana, informou a Bloomberg. Segundo Francis Bottini, outro advogado dos investidores, o prejuízo é estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões.
&quot;O fato de Musk ser o homem mais rico do mundo não lhe dá carta branca&quot;, disse Bottini. &quot;Se você consegue influenciar os mercados com seus tuítes, você é responsável pelos danos que causa aos investidores&quot;.
Michael Lifrak, um dos advogados de Musk, argumentou que o empresário tinha uma preocupação real com a quantidade de contas falsas na plataforma e que falar abertamente sobre o problema não demonstrava que ele tinha cometido ou pretendia cometer uma fraude.
Em declaração conjunta, os advogados do bilionário classificaram a decisão do júri como &quot;um obstáculo no caminho&quot;. &quot;Aguardamos ansiosamente a absolvição em apelação&quot;, afirmaram.
O júri considerou que os acionistas não conseguiram comprovar uma alegação de que Musk participou de um esquema estruturado para realizar a fraude.
Relembre a compra do Twitter por Musk
O interesse de Musk em comprar o Twitter foi revelado em abril de 2022, quando a empresa disse ter aceitado uma proposta de US$ 44 bilhões feita pelo empresário.
No mês seguinte, ele acusou a empresa de subnotificar a quantidade de contas falsas ou voltadas para spam, conhecidas como bots.
O Twitter informava que menos de 5% de sua base de usuários era de contas falsas ou de spam. Mas Musk disse que o índice chegava a pelo menos 20% de todas as contas da rede social, o que, segundo ele, diminuiria o valor do negócio.
&quot;Você não pode pagar o mesmo preço por algo que é muito pior do que eles alegaram&quot;, disse Musk em 2022, em meio ao embate com a antiga administração da empresa.
Depois de Musk questionar os números oficiais, as ações do Twitter passaram a se desvalorizar. Em apenas um dia, elas caíram quase 11% na bolsa de Nova York.
À época, o empresário retomou a negociação e concluiu a compra do Twitter em outubro de 2022. Sob seu comando, a plataforma abandonou o antigo símbolo do pássaro azul e passou a se chamar X. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Elon Musk enganou investidores antes de comprar o Twitter, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026
AP Photo/Markus Schreiber
Elon Musk foi acusado de enganar investidores do Twitter antes da compra da rede social, realizada em 2022 por US$ 44 milhões.
De acordo com a agência Bloomberg, um júri federal dos Estados Unidos concluiu que Musk induziu acionistas ao erro para que a compra da plataforma — posteriormente renomeada para X — fosse feita por um valor inferior ao estimado.
*Essa reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 20:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central do Brasil (BC) informou nesta sexta-feira (13) que houve vazamento de dados cadastrais vinculados a chaves PIX sob responsabilidade do Pefisa, Crédito, Financiamento e Investimento, em razão de falhas pontuais em sistemas dessa instituição.
 ????️ O vazamento dos dados aconteceu entre 30 de agosto de 2025 a 27 de fevereiro de 2026.
????️ Ao todo, foram expostos dados de 28.203 chaves, incluindo nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência, número e tipo da conta, data de abertura da conta e data de criação e de posse da chave PIX.
???? Em sua página na internet, a Pefisa informa que é uma fintech (empresa de tecnologia que oferecem serviços financeiros digitais) e braço financeiro do grupo Pernambucanas, sendo responsável pelo desenvolvimento e gestão de de produtos como cartões, empréstimos pessoais, seguros e contas dititais.
&quot;Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras&quot;, diz o Banco Central. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a autoridade monetária, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento. 
&quot;Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagens, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail&quot;, acrescentou a autoridade monetária.
O Banco Central informa ainda que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente.
Banco Central comunica vazamento de dados cadastrais de 28,2 mil chaves PIX da Pefisa
Reprodução/Redes sociais ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço médio do diesel sobe quase 20% nos postos desde o início da guerra e chega a R$ 7,26, diz ANP</title>
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<description><![CDATA[      Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris.
Alain Jocard/AFP
Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 19,41% em duas semanas, mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (20).
A pesquisa se refere à semana de 15 a 21 de março. Nesse período, o preço médio no Brasil subiu 6,76%, passando de R$ 6,80 para R$ 7,26. O desconto anunciado pelo governo federal não foi suficiente para frear a disparada do preço na bomba.
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▶️ O preço máximo do combustível encontrado nos postos do Brasil foi de R$ 8,99.
▶️ A gasolina registrou preço médio de R$ 6,65 o litro, alta de 2,94% na última semana. 
▶️ O etanol nas bombas ficou em R$ 4,70 o litro, um aumento de 1,29%. 

Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112, quase dobrando o custo da matéria-prima usada na produção de combustíveis.
*Essa reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como ter uma empresa de saúde nos EUA? Confira o passo a passo</title>
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<description><![CDATA[      Dos 5 milhões de brasileiros que vivem fora do país, de acordo com pesquisa do Ministério das Relações Exteriores, cerca de 3 milhões estão nos Estados Unidos. É a busca pelo chamado &quot;sonho americano&quot;. Entre eles, um número crescente de profissionais da saúde que procuram melhores condições de trabalho, remuneração e qualidade de vida. 
Mas como abrir uma empresa de saúde nos EUA? Como empreender na área médica fora do Brasil? E mais: como os profissionais da saúde conseguem as licenças americanas? As respostas para essas e outras perguntas estão a seguir. 
“O brasileiro até volta ao Brasil para se consultar com o médico de confiança. Nem sempre o acesso é simples nos EUA. E foi nesse caminho que criei a Medstation, a Clínica do Brasileiro no Mundo. No nosso Programa de Embaixador, é possível empreender na área da saúde nos EUA”, afirma o médico e empresário Neymar Lima. 
Sede da Medstation na Flórida nos EUA
Divulgação
Como abrir uma empresa de saúde nos EUA?
Empreender na área da saúde nos Estados Unidos exige planejamento, estrutura jurídica e adequação às normas locais. De forma resumida, especialistas apontam algumas etapas essenciais:
Estruturação legal da empresa (LLC ou Corporation);
Regularização junto aos órgãos estaduais de saúde
Licenciamento profissional (para médicos, enfermeiros e outros profissionais);
Credenciamento com seguradoras (insurance);
Implantação de sistema de compliance e prontuário eletrônico;
Equipe bilíngue e estrutura administrativa preparada.
Segundo Neymar Lima, o maior erro é imaginar que basta replicar o modelo brasileiro. “O sistema americano é diferente. Aqui tudo passa por compliance, licença, seguro profissional. Se você não entender isso, pode comprometer todo o negócio”, explica.
A trajetória da Medstation
Neymar Lima dá dicas de como empreender na área médica no mercado norte-americano
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Natural de Porto Velho (RO), Neymar formou-se em Goiás em 1990. Em 1994, construiu o maior hospital ortopédico de Palmas (TO) e foi um dos primeiros médicos concursados do estado. “Sempre cuidei de gente. Minha vida sempre foi dedicada à saúde”, relembra.
Em 2012, decidiu se mudar para a Flórida. Começou do zero. “Iniciamos em uma sala de 150 metros quadrados. Ficamos até 15 dias sem atender nenhum paciente. Foi um momento difícil”, conta.
Catorze anos depois, em 2026, a Medstation contabiliza oito unidades físicas nos Estados Unidos e cerca de 60 unidades online operadas por embaixadores. A rede atende entre 450 e 600 pessoas por dia, somando atendimentos presenciais e telemedicina.
Entendendo o modelo Embaixador
Um dos diferenciais da empresa é o chamado Programa Embaixador. Ao contrário do modelo tradicional de franquia, que envolve pagamento de royalties e obrigações contratuais rígidas, o embaixador se torna sócio da unidade.
“Não vendemos franquia. O embaixador entra como sócio, como a face pública da unidade. Ele participa do crescimento do negócio”, explica Neymar Lima.
Segundo a empresa, qualquer investidor pode participar, desde que passe por processo de qualificação e alinhamento estratégico. O modelo permite expansão mais rápida, com envolvimento direto do parceiro local e padronização administrativa centralizada.
Entenda como funciona:
O interessado investe na abertura ou aquisição de uma unidade online Medstation;
Torna-se sócio da unidade, com participação nos resultados;
Atua como representante local da marca, conectando-se com a comunidade brasileira;
Não há pagamento de taxas mensais ou anuais de franquia;
Maior liberdade de gestão em comparação ao modelo tradicional de franquia;
Recebe apoio da Medstation em estrutura, processos e marca consolidada.
Saúde para brasileiro nos EUA é problema?
Para o brasileiro que vive fora, o maior medo não é lazer, segurança ou educação, e sim saúde. E as três principais barreiras identificadas na área da saúde para os brasileiros são:
Acesso ao sistema;
Idioma (barreira cultural e técnica);
Custo.
A Medstation aposta em consultas 100% em Português, telemedicina para facilitar o acesso e modelos de pagamento que tornam o atendimento viável para quem não possui seguro saúde.
Educação continuada e HUB de carreira
A Medstation funciona com um hub; entenda no conteúdo a seguir
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Além das unidades médicas, a empresa investe em um projeto de Educação Continuada. O objetivo é ajudar profissionais brasileiros da saúde a conquistarem licenças nos Estados Unidos.
“Muitos profissionais chegam aqui perdidos. Não sabem por onde começar. Nós orientamos, capacitamos e contratamos”, diz Neymar.
Trata-se de um HUB completo de carreira e negócios na área da saúde, conectando médicos, enfermeiros, investidores e pacientes dentro do mesmo ecossistema.
A clínica do brasileiro no mundo
Acesse o site oficial da Medstation para saber mais e se inscreva no Programa Embaixador para empreender na área da saúde nos Estados Unidos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>S&amp;amp;P Global rebaixa nota de crédito do BRB e cita dúvidas sobre capitalização do banco</title>
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<description><![CDATA[      Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB
Jornal Nacional/ Reprodução
A S&amp;P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – rebaixou o Banco de Brasília (BRB) para o nível &#039;brB-&#039;. 
Segundo a empresa, o rebaixamento do banco ocorreu por conta de incertezas sobre a capacidade de capitalização.
&quot;Em nossa visão, os riscos jurídicos e políticos podem dificultar o plano de capitalização do banco, que também precisará de maiores níveis de provisionamento diante das perdas esperadas dos ativos adquiridos do Banco Master&quot;, aponta a S&amp;P Global no comunicado desta quinta-feira (19).
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O g1 entrou em contato com o Banco de Brasília, mas até a última atualização desta reportagem não houve resposta. 
Entenda a avaliação
Justiça autoriza repasse dos imóveis públicos ao BRB
Segundo o documento, após a operação Compliance Zero, em novembro de 2025, o BRB vem avaliando os possíveis impactos da aquisição de ativos do Banco Master, já que o Banco de Brasília queria comprar o Master. 
Com a perda potencial dos investimentos do BRB no Banco Master, o plano de capitalização do Banco de Brasília focou na lei distrital que autoriza o uso de bens e imóveis públicos de empresas estatais para reforçar o BRB. 
Mas, segundo a S&amp;P Global, entre 16 e 18 de março, &quot;uma série de eventos levantou dúvidas sobre a viabilidade do uso desses bens públicos para o aporte no BRB&quot;. E a avaliação é de que houve um aumento da incerteza jurídica em relação ao plano de capitalização do banco. 
&quot;Nesse contexto, rebaixamos nosso rating de longo prazo do BRB de &#039;brBB&#039; para &#039;brB-&#039; e reafirmamos o rating de curto prazo de &#039;brB&#039; da instituição&quot;, aponta a avaliação. 
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Novo ministro da Fazenda aguarda resposta dos estados em proposta sobre diesel e diz que &amp;apos;impacto da guerra será o mínimo possível&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (20) que ainda aguarda resposta dos estados sobre a proposta do governo federal de zerar o ICMS, imposto estadual, sobre importação do óleo diesel até o fim de maio. 
O objetivo seria conter a escalada do preço do diesel diante da guerra no Oriente Médio. Pela proposição do Ministério da Fazenda, metade da perda de arrecadação dos estados seria compensada pela União.
Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad
De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1,5 bilhão por mês aos estados. A decisão será tomada até o fim de março.
&quot;Eu sigo muito confiante que a gente possa avançar, e não avançando, o que seria uma lástima, uma falta de compromisso, a gente iria para outros caminhos para não deixar a população desguarnecida&quot;, disse Durigan a jornalistas.
Dario Durigan foi nomeado como novo ministro da Fazenda nesta sexta-feira (20), após o antigo titular da pasta, Fernando Haddad, ter deixado o cargo para concorrer ao governo de São Paulo nas próximas eleições. Ele era secretário-executivo da pasta, o número dois na linha de comando, até então.
Secretário executivo da Fazenda, Dario Durigan.
Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
Segundo ele, o governo segue muito atento para que o custo da guerra para os brasileiros, incluindo os caminhoneiros, que dependem do diesel para o transporte de cargas, assim como as famílias, &quot;seja o mínimo possível&#039;.
O novo ministro da Fazenda afirmou ainda que o governo tem uma &quot;série de medidas&quot; que podem ser adotadas, a depender da evolução dos preços dos combustíveis com o desenrolar da guerra. 
Questionado por jornalistas sobre o alerta de importadores, distribuidores e representantes do setor de combustíveis de que pode faltar diesel no país se providências imediatas não forem tomadas, diante da defasagem do preço praticado no país em relação às cotações internacionais, Durigan afirmou que isso não acontecerá. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Kalshi, empresa de bilionária brasileira, é banida em estado dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Empresas como a Kalshi permitem que usuários ganhem dinheiro especulando sobre eventos como o fechamento do Estreito de Ormuz durante a guerra
Getty Images via BBC
A Kalshi, plataforma da bilionária brasileira Luana Lopes Lara que transforma previsões sobre acontecimentos futuros em ativos negociáveis, foi banida em um dos estados dos EUA nesta sexta-feira (20).
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A decisão partiu do tribunal de Nevada, que determinou a suspensão imediata da empresa por 14 dias. Segundo reguladores locais, a empresa não possui licença para operar atividades de apostas no estado. Uma audiência está marcada para 3 de abril, quando a Justiça deve decidir se mantém a proibição ao longo do processo.
A determinação do Tribunal do Primeiro Distrito Judicial diz que a empresa não pode “oferecer uma bolsa de derivativos e mercado de previsão com contratos baseados em eventos ligados a esportes, eleições e entretenimento”.
É a primeira vez que um estado americano força a Kalshi a interromper suas operações — e a decisão marca um novo golpe para a empresa, que vem em uma trajetória de crescimento acelerado.
Luana Lara, a brasileira que se tornou a bilionária mais jovem do mundo sem herança
Desde 2024, quando venceu uma batalha judicial contra a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e obteve autorização para operar contratos ligados a eleições, a Kalshi ampliou sua base de usuários e diversificou sua oferta.
A empresa sustenta que seus produtos não configuram apostas, mas sim instrumentos financeiros — os chamados derivativos — e, por isso, deveriam ser regulados em nível federal. A CFTC, responsável por supervisionar esse mercado, tem apoiado essa interpretação e afirma ter jurisdição exclusiva sobre esse tipo de operação.
Alguns reguladores estaduais, no entanto, têm uma visão diferente.
Em Nevada, onde o setor de apostas tem um controle rígido, autoridades argumentam que contratos sobre resultados esportivos e eleitorais são, na prática, equivalentes a apostas tradicionais — e, portanto, exigem licença específica.
A Kalshi foi responsável por colocar Luana Lopes Lara nos holofotes ao se tornar a bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna, sem ser herdeira. Recentemente, a empresa levantou mais de US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos, fazendo com que seu valor fosse avaliado em US$ 22 bilhões. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>PIB da Argentina cresce 4,4% em 2025, mas Milei enfrenta desafios para estabilizar a economia</title>
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<description><![CDATA[      O presidente da Argentina, Javier Milei, faz um discurso especial durante a 55ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, em 23 de janeiro de 2025.
Reuters
O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 4,4% em 2025, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) nesta sexta-feira (20). O resultado representa uma recuperação em relação a 2024, quando a economia retraiu 1,3%, conforme valores revisados.
Esse foi o primeiro avanço do PIB sob a gestão do presidente ultraliberal Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo o Indec, o crescimento foi puxado pela alta do consumo privado (7,9%), do consumo público (0,2%), das exportações (7,6%) e da formação bruta de capital fixo (16,4%) — indicador que mede os investimentos em obras, máquinas e equipamentos.
Pelo lado da oferta, destacaram-se os avanços da intermediação financeira (24,7%), da exploração de minas e pedreiras (8,0%) e de hotéis e restaurantes (7,4%). Já pesca (-15,2%) e serviços domésticos (-1,1%) registraram queda.
PIB da Argentina
Arte/g1
Especialistas ouvidos pelo g1 avaliam que, embora o resultado do PIB tenha sido positivo, ele ainda apresenta desafios estruturais, com crescimento concentrado em setores específicos e consumo interno ainda fraco — ou seja, os argentinos seguem consumindo pouco.
???? Apesar do avanço em 2025, o consumo segue em desaceleração nas avaliações trimestrais e ainda não recuperou a queda registrada no ano anterior, explica Tito Nolazco, diretor da Prospectiva Public Affairs Latam na Argentina. (leia mais abaixo)
Nos últimos três meses de 2025, a economia argentina cresceu 0,6% em relação ao terceiro trimestre.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo, explica que o consumo ainda baixo no país está diretamente ligado ao forte ajuste nas contas públicas promovido por Javier Milei.
&quot;Do lado da demanda, o crescimento do PIB foi sustentado principalmente pelas exportações, enquanto o consumo interno permaneceu fraco e o gasto público foi reduzido devido ao ajuste fiscal&quot;, avalia.
A Argentina, que já enfrentava uma forte crise antes de 2023, passou por uma ampla reforma na economia sob o comando de Milei. Após assumir o cargo, ele paralisou obras federais e interrompeu o repasse de recursos aos estados, medidas que reduziram a atividade econômica em 2024.
No chamado Plano Motosserra, o presidente também retirou subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais, provocando um aumento expressivo nos preços — com impacto direto no bolso dos consumidores. O cenário se arrastou ao longo de 2025.
Isso fez o controle da inflação se tornar a principal obsessão do governo, embora a tarefa tenha se mostrado difícil. O índice de preços avançou 211,4% em 2023 e 117,8% em 2024, afetando diretamente o consumo. Em 2025, a inflação caiu para 31,5%, mas analistas avaliam ainda não ser o suficiente para a estabilização econômica.

Tito Nolazco, da Prospectiva, destaca que Milei adotou medidas econômicas relevantes em seus dois primeiros anos de governo: implementou reformas pró-mercado, abriu a economia, eliminou restrições cambiais e reduziu a inflação.
&quot;Ele ainda não consegue, porém, que essa estabilização macroeconômica se traduza em geração de empregos, aumento do consumo e dinamismo da economia&quot;, analisa.
Dados divulgados pelo Indec na quinta-feira (19) mostram que o desemprego subiu 1,1 ponto percentual em 2025, alcançando 7,5% — o maior nível desde a pandemia de Covid‑19. A taxa mede a proporção de pessoas sem trabalho que estão disponíveis e procurando emprego.
Ano de transição
Os dados de 2025 indicam que a economia argentina atravessa um momento de transição, com sinais de reorganização após o forte ajuste macroeconômico promovido por Milei, avalia Federico Servideo, da Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São Paulo.
&quot;Embora esses avanços tenham sido acompanhados de custos no curto prazo, especialmente sobre o consumo e a atividade industrial, a economia apresentou sinais de reorganização, com melhora de alguns fundamentos, como o controle fiscal e a desaceleração inflacionária&quot;, diz.
Conforme mostrou o g1, a Argentina registrou superávit nas contas públicas em 2024 e 2025, sob o governo Milei — ou seja, o país arrecadou mais do que gastou, mesmo considerando os juros da dívida. O país não alcançava dois anos consecutivos com resultado positivo desde 2008.
A reorganização da economia, porém, ainda não se dá de forma equilibrada entre os setores. Segundo Jimena Zuniga, analista de geoeconomia da América Latina da Bloomberg Economics, o crescimento se manteve forte em alguns segmentos, como energia e mineração, mas continuou fraco em outros.
&quot;O setor manufature ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Capa da &amp;apos;The Economist&amp;apos; ironiza ação militar de Trump no Irã: &amp;apos;Operação Fúria Cega&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Donald Trump diz que já venceu a guerra com o Irã
A revista britânica &quot;The Economist&quot; ironizou a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em sua capa desta semana. 
Com a manchete &quot;Operação Fúria Cega&quot;, uma referência ao nome da ofensiva - Epic Fury, Fúria Épica em português -, a publicação retratou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um capacete de soldado cobrindo seus olhos.
&quot;A campanha imprudente contra o Irã enfraquecerá o presidente americano. Isso o deixará furioso. Fiquem avisados: ele é um péssimo perdedor&quot;, provocou a revista na legenda de sua publicação nas redes sociais.
Capa da revista &#039;The Economist&#039;
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Na reportagem, a Economist destaca que a guerra está minando três das principais armas de Trump em seu governo: &quot;sua capacidade de impor sua própria realidade ao mundo, seu uso implacável de influência e seu domínio sobre o Partido Republicano&quot;.
Também diz que o regime iraniano está tendo sucesso em sua estratégia de prolongar o confronto e pressionar a indústria energética global com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que levou o preço do petróleo a chegar aos US$ 110 por barril.
&quot;O presidente demonstrou uma notável capacidade de distorcer os fatos e, certamente, insiste que já triunfou no Irã. Contudo, a guerra revela uma verdade própria. (...) O tempo está a favor do Irã&quot;, ressalta o texto.
Para a revista, uma guerra prolongada deve prejudicar também as eleições legislativas de meio de mandato, que ocorrerão em novembro, para o Partido Republicano, o do presidente americano. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:17 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Setor de combustíveis alerta para risco de desabastecimento e pede ação do governo</title>
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<description><![CDATA[ Entidades do setor de combustíveis pedem providências para diminuir riscos de desabastecimento no Brasil. As organizações ligadas à indústria do petróleo defendem a adoção de providências o mais breve possível. 
A nota é assinada pela Fecombustíveis e Sincopetro, que representam setor de varejo, Abicom, que une importadoras de petróleo, Refina Brasil, que representa refinarias, Sindicom e BrasilCom, que unem distribuidoras). 
Segundo o documento, as entidades acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus reflexos sobre o mercado internacional de petróleo e derivados. 
“Diante desse cenário se faz necessária a adoção de providências, com a maior brevidade possível, de modo a  evitar o agravamento dos riscos de desabastecimento nacional.” 
Em um cenário de elevada volatilidade externa, diz a nota, as entidades consideram importante esclarecer os elementos que influenciam a formação do preço do combustível. 
Como é composto o preço do diesel 
As entidades argumentam que o diesel vendido nos postos é chamado de “B”. Ele é composto atualmente por 85% de diesel “A” e 15% de biodiesel. 
Assim, segue a nota, medidas sobre o diesel “A” não se transferem, automaticamente e de maneira integral, ao produto comercializado ao consumidor. 
A tamanho desse efeito depende, entre outros fatores, da proporção da mistura obrigatória, do custo do biodiesel, do ICMS, do frete, dos custos operacionais e da origem de aquisição do produto, dizem as entidades. 
Segundo os cálculos das entidades, o aumento que a Petrobras anunciou de R$ 0,38 no diesel “A” representaria, aproximadamente, R$ 0,32 por litro no produto diesel “B”, que é o diesel adquirido pelos consumidores. 
As entidades argumentam que isso se soma a outras fatores. Os leilões realizados pela Petrobras, onde o diesel A tem sido negociado entre R$ 1,80 e R$ 2,00 por litro, por exemplo. Esse preço, dizem as organizações, está acima do preço de referência das refinarias da própria companhia. 
A nota também reforça que parte relevante do abastecimento nacional também vem de refinarias privadas e de importadores. E que essas empresas não atuam na extração de petróleo no Brasil e praticam preços de diesel “A” sempre de acordo com as referências internacionais. 
As oscilações no valor do petróleo e dos derivados tendem a se refletir em toda a cadeia, dizem as entidades. Ainda que de maneira não uniforme e resultado de vários fatores. 
Segundo a nota, o pacote do governo que zerou PIS/ Cofins e deu subsídio de R$ 0,32 por litro de diesel ainda não entrou em vigência 
As entidades argumentam que os efeitos da redução de impostos e subsídios anunciados pelo governo federal têm relevância. 
Porém, seus efeitos no preço final ao consumidor dependem da estrutura de formação do preço do diesel. Além de como o combustível é suprido e tributação ao longo de toda cadeia. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Novo ministro da Fazenda aguarda reposta dos estados em proposta sobre diesel e diz que ‘impacto da guerra será o menor possível’</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (20) que aguarda reposta dos estados sobre a proposta do governo federal de redução do ICMS, imposto estadual, para conter o preço do diesel diante da guerra no Oriente Médio. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Consignado CLT completa um ano com R$ 84 bilhões emprestados e segue sem regulamentação do uso do FGTS como garantia</title>
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<description><![CDATA[      O consignado CLT é o mais vantajoso do mercado financeiro atual
Pegatroco/Divulgação
O crédito consignado ao trabalhador com carteira assinada completa um ano de vigência neste sábado (21) com cerca de R$ 84 bilhões emprestados em novos contratos de crédito, segundo números do Ministério do Trabalho. 
Considerando a migração de contratos antigos, o valor de operações na plataforma somou R$ 117,1 bilhões, acrescentou o governo federal.
A expectativa inicial do governo era bem maior: emprestar R$ 100 bilhões em três meses de vigência da nova modalidade de crédito.
Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o programa desempenhou um &quot;papel fundamental&quot; na inclusão financeira de trabalhadores que antes não tinham acesso a linhas formais de crédito. 
&quot;O Crédito do Trabalhador permitiu que pessoas que antes recorriam apenas a agiotas tivessem acesso a empréstimos seguros. Além disso, possibilitou que outros saíssem do cheque especial ou quitassem o Crédito Direto ao Consumidor (CDC), muitas vezes com juros elevados”, afirmou o ministro Luiz Marinho.
???? Os empréstimos são descontados da remuneração mensal do trabalhador, respeitado o limite legal da margem consignável (de até 35% da renda líquida para empréstimos e financiamentos).
No crédito ao trabalhador, a busca pelos empréstimos pode ser feita por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou, também, diretamente nas instituições financeiras.
FGTS como garantia
A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.
A promessa inicial era de que a regulamentação sairia até 15 de junho do ano passado, passando depois para 10 de setembro de 2025. 
Nesta semana, o Ministério do Trabalho informou que há uma expectativa é que isso seja implementado neste semestre, com regras específicas definindo seu funcionamento.
???? Quando a garantia do FGTS estiver em vigor, todos os trabalhadores poderão usar até 10% do saldo do FGTS como garantia e, também, 100% da multa rescisória na demissão sem justa causa (que equivale a 40% do valor do saldo) — algo que contribuirá para baratear os juros e para estimular os bancos a emprestarem mais recursos. Em caso de demissão, os bancos poderão pegar o FGTS dado como garantia.
Juros caem pouco no consignado CLT em 9 meses
Comparação com aposentados e servidores
Sem a regulamentação do uso das garantias, a taxa de juros média da modalidade ao setor privado operou, durante esse primeiro ano de vigência, no dobro dos empréstimos consignados aos servidores públicos e aos aposentados e pensionistas.
➡️Em janeiro deste ano, última informação disponibilizada pelo Banco Central, o juro do consignado CLT somou 3,85% ao mês, contra 1,81% ao mês dos aposentados e 1,79% ao mês dos servidores públicos. 
Mas a taxa do empréstimo da linha CLT ao setor privado ficou menor do que o cheque especial (7,52% ao mês) e cartão de crédito rotativo (14,81% ao mês), ambos registrados também em janeiro.
Questionado pelo g1, o Ministério do Trabalho e Emprego admite que as garantias são um fator &quot;importante para a queda de juros&quot;, mas acrescenta que &quot;não dá para comparar os juros do consignado do setor público com a iniciativa privada&quot;. 
&quot;O banco quando dá crédito para um trabalhador de carteira assinada ele calcula o risco, porque esse trabalhador pode perder o emprego, bem diferente do servidor público, que não perde o emprego&quot;, avaliou o governo federal, por meio de nota.
De acordo com ranking disponibilizado pelo Banco Central, em sua página na internet, entre 25 de fevereiro e 3 de março, a taxa de juros da modalidade aos trabalhadores do setor privado varia de 1,62% a 7,07% ao mês. 
➡️ As taxas médias divulgadas pelo BC não garantem que esse será o juro final para os trabalhadores. O valor efetivo dependerá da análise de risco feita pelas instituições financeiras, considerando fatores como garantia oferecida, tempo de trabalho e histórico de crédito.
➡️ Especialistas recomendam que os trabalhadores pesquisem amplamente no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, incentivando a concorrência entre os bancos antes de contratar um empréstimo.
Sem teto para os juros
Apesar dos juros mais altos, o governo informou que o governo não deve fixar teto para os juros do consignado ao setor privado, algo que existe na modalidade para os aposentados e pensionistas. 
&quot;Há uma outra proposta que vai evitar juros abusivos. As instituições serão notificadas e, se não se adequarem, serão suspensas e até excluídas do programa&quot;, diz o Ministério do Trabalho.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem defendido que não é necessário fixar um teto para os juros, pois as taxas cobradas, segundo a entidade, serão mais baixas com a garantia dos recursos do FGTS.
Impacto da regulamentação das garantias
Para Fernanda Garibaldi, diretora executiva da Zetta, uma associaçã ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Consignado, CLT, completa, ano, com, bilhões, emprestados, segue, sem, regulamentação, uso, FGTS, como, garantia</media:keywords>
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<title>Capa da Economist ironiza ação militar de Trump no Irã: &amp;apos;Operação Fúria Cega&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Donald Trump diz que já venceu a guerra com o Irã
A revista britânica &quot;The Economist&quot; ironizou a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em sua capa desta semana. 
Com a manchete &quot;Operação Fúria Cega&quot;, uma referência ao nome da ofensiva - Epic Fury, Fúria Épica em português, a publicação retratou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um capacete de soldado cobrindo seus olhos.
&quot;A campanha imprudente contra o Irã enfraquecerá o presidente americano. Isso o deixará furioso. Fiquem avisados: ele é um péssimo perdedor&quot;, provocou a revista na legenda de sua publicação nas redes sociais.
Capa da revista &#039;The Economist&#039;
Divulgação
Na reportagem, a Economist destaca que a guerra está minando três das principais armas de Trump em seu governo: &quot;sua capacidade de impor sua própria realidade ao mundo, seu uso implacável de influência e seu domínio sobre o Partido Republicano&quot;.
Também diz que o regime iraniano está tendo sucesso em sua estratégia de prolongar o confronto e pressionar a indústria energética global com o bloqueio do Estreito de Ormuz, que levou o preço do petróleo a chegar aos US$ 110 por barril.
&quot;O presidente demonstrou uma notável capacidade de distorcer os fatos e, certamente, insiste que já triunfou no Irã. Contudo, a guerra revela uma verdade própria. (...) O tempo está a favor do Irã&quot;, ressalta o texto. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Capa, Economist, ironiza, ação, militar, Trump, Irã:, Operação, Fúria, Cega</media:keywords>
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<item>
<title>Amazon planeja primeiro celular mais de 10 anos após tentativa frustrada com Fire Phone</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/amazon-planeja-primeiro-celular-mais-de-10-anos-apos-tentativa-frustrada-com-fire-phone</link>
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<description><![CDATA[      Logo da Amazon, gigante da tecnologia.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A Amazon está se preparando para lançar um novo celular, mais de 10 anos depois de anunciar um aparelho que foi considerado um de seus maiores fracassos, revelou nesta sexta-feira (20) a agência Reuters.
O novo projeto é conhecido internamente como Transformer e está sendo desenvolvido pela unidade de dispositivos e serviços da Amazon, afirmaram à Reuters quatro fontes que pediram anonimato porque não estavam autorizadas a discutir assuntos internos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O telefone é visto como um potencial dispositivo de personalização móvel capaz de se sincronizar com a assistente de voz Alexa e servir como um canal de contato com os clientes da Amazon ao longo do dia, explicaram as fontes. 
Em 2014, a Amazon lançou seu primeiro smartphone, na esperança de enfrentar a Apple e a Samsung. Em vez disso, o Fire Phone – supervisionado diretamente pelo fundador Jeff Bezos – foi descartado em pouco mais de um ano.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
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O projeto Transformer é o mais novo capítulo de um esforço de anos para levar ao mercado a visão de longa data de Bezos de um assistente de computação onipresente acionado por voz, semelhante ao computador controlado por voz da série de ficção científica &quot;Star Trek&quot;.
Bezos imaginou um smartphone com foco em compras e capacidade de competir com a Apple, oferecendo facilidades de entrega e descontos por meio da assinatura Prime.
Com o aparelho, a Amazon poderia obter ainda mais dados sobre os usuários. As informações seriam combinadas com o histórico de compras e as preferências de conteúdo. 
Jeff Bezos e o Fire Phone
AP 
O esforço da Amazon para lançar um novo smartphone não foi relatado anteriormente. A Reuters não conseguiu determinar alguns detalhes, como o preço previsto do telefone, a receita projetada com o aparelho ou o investimento que a empresa está fazendo no projeto.
O cronograma para o projeto Transformer da Amazon também não está claro, e as fontes advertiram que ele poderia ser descartado se a estratégia mudar ou devido a preocupações financeiras.
Um porta-voz da Amazon não quis comentar sobre o caso.
Os recursos de personalização do novo telefone facilitariam comprar no site da Amazon, assistir ao Prime Video, acessar o Prime Music ou pedir comida em serviços de delivery parceiros como o Grubhub.
Um dos principais focos do Transformer é a integração de recursos de inteligência artificial no celular. Isso eliminaria a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais, que exigem o download e o registro de aplicativos antes que eles possam ser usados.
A Alexa provavelmente seria um recurso ⁠central, mas não necessariamente o sistema operacional principal do telefone. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Amazon, planeja, primeiro, celular, mais, anos, após, tentativa, frustrada, com, Fire, Phone</media:keywords>
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<item>
<title>China flexibiliza regra sobre ervas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/china-flexibiliza-regra-sobre-ervas-daninhas-na-soja-brasileira-e-cargas-devem-ser-liberadas</link>
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<description><![CDATA[      Colheita de soja no Piauí.
Divulgação
Autoridades da China aceitaram flexibilizar regras em relação à presença de ervas daninhas em carregamentos de soja importados do Brasil. 
A informação consta em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, publicado nesta sexta-feira (20) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.
Nos últimos dias, o país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros carregados com soja por conterem ervas daninhas proibidas na China. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No documento, a SDA explica que, em uma reunião com as autoridades chinesas, o governo brasileiro explicou &quot;que não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de plantas daninhas em soja, dado as características de produção&quot;.
O texto acrescenta que &quot;as autoridades chinesas entenderam e aceitaram que não será adotado o critério de tolerância zero&quot; nas cargas que saem do Brasil.
Diante desse cenário, o governo brasileiro determinou a certificação de navios mesmo quando houver presença de plantas daninhas apontada em laudos laboratoriais. 
Apesar da flexibilização, ainda não há um limite numérico oficial definido para a tolerância de ervas daninhas. 
Segundo o documento, o percentual aceitável será discutido futuramente em negociações bilaterais entre representantes dos dois países. 
Até lá, a avaliação seguirá baseada em análise de risco e em medidas de mitigação, de acordo com o destino do produto.
O que aconteceu
Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.
Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.
Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.
Na terça-feira (17), o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.
Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.
Quando a pressão começou
Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.
&quot;O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos&quot;, diz Bulascoschi.
&quot;Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma &#039;postura de tolerância zero&#039; para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor&quot;, acrescenta.
Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências. 
&quot;Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento&quot;, explica.
Agora, com a flexibilização por parte da China, as cargas devem ser liberadas.
Interrupção da Cargill
Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.
O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.
No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham &quot;de forma atenta&quot; os &quot;recentes desdobramentos&quot; das exportações de soja. 
Impacto para as exportações
Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.
&quot;A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China&quot;, afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.
&quot;Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas&quot;, acrescentou.
Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.
&quot;É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano&quot;, conclui.
Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>China, flexibiliza, regra, sobre, ervas, daninhas, soja, brasileira, cargas, devem, ser, liberadas</media:keywords>
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<item>
<title>Ibovespa despenca mais de 2% com tensão no Oriente Médio; dólar avança a R$ 5,30</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ibovespa-despenca-mais-de-2-com-tensao-no-oriente-medio-dolar-avanca-a-r-530</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta sexta-feira (20), subindo 1,64% e sendo negociado a R$ 5,3008 por volta das 15h. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava 2,42%, aos 175.910 pontos. O segue marcado por cautela elevada, com investidores em busca de ativos considerados seguros, como a moeda americana.
▶️Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira (19), após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.
▶️ Depois de chegar a US$ 119, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.
???? O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.
▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.
▶️ Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.
▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,86%;
Acumulado do mês: +1,58%;
Acumulado do ano: -4,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,47%;
Acumulado do mês: -4,51%;
Acumulado do ano: +11,88%.
Trégua nos preços do petróleo
O preço do petróleo recuou nesta sexta-feira após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de disparar com ataques a infraestruturas no Oriente Médio. 
???? A queda foi impulsionada por declarações de autoridades dos EUA sobre possível retirada de sanções ao petróleo iraniano e liberação de reservas estratégicas, além de um comunicado de países aliados apoiando a segurança no Estreito de Ormuz. 
Ainda assim, as tensões entre Irã e Israel seguem no radar e mantêm a volatilidade no mercado.
Diante do impacto global, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo, como trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo, além de coordenar a liberação recorde de reservas de petróleo. 
Além disso, governos adotaram ações locais para conter os efeitos da alta dos combustíveis.
No Brasil, o diesel acumulou alta de cerca de 25% desde o início do conflito, refletindo o avanço do petróleo no mercado internacional e pressionando a cadeia logística e a inflação. 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis e reforçou o monitoramento do setor, mas afirmou que não há risco de desabastecimento no país.
Bancos centrais mantêm taxas de juros após a guerra
Os principais bancos centrais de países ricos mantiveram os juros estáveis nesta semana, mas deixaram claro que podem voltar a subir as taxas caso a inflação aumente por causa da guerra e da alta nos preços da energia.
Com o conflito no Oriente Médio, investidores passaram a acreditar menos em cortes de juros no curto prazo e até começaram a considerar novas altas em algumas economias, como Reino Unido e zona do euro.
Além do banco central dos EUA, que manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, outros países, como Reino Unido, Canadá e Europa, também seguraram suas taxas, mas com tom mais cauteloso.
Na contramão, o banco central da Rússia reduziu os juros para 15% ao ano, após sinais de desaceleração da inflação e de maior equilíbrio na economia. Ainda assim, alertou que o cenário externo ficou mais incerto e que novos cortes dependerão do comportamento dos preços.
????Na prática, o cenário é de incerteza: se a guerra continuar pressionando os preços, os bancos centrais podem manter juros altos por mais tempo ou até aument ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 16:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China flexibiliza regra sobre plantas daninhas na soja brasileira, e cargas devem ser liberadas</title>
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Divulgação
Autoridades da China aceitaram flexibilizar regras em relação à presença de ervas daninhas em carregamentos de soja importados do Brasil. 
A informação consta em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura, publicado nesta sexta-feira (20) no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do governo federal.
Nos últimos dias, o país asiático devolveu cerca de 20 navios brasileiros carregados com soja por conterem ervas daninhas proibidas na China. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No documento, a SDA explica que, em uma reunião com as autoridades chinesas, o governo brasileiro explicou &quot;que não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de plantas daninhas em soja, dado as características de produção&quot;.
O texto acrescenta que &quot;as autoridades chinesas entenderam e aceitaram que não será adotado o critério de tolerância zero&quot; nas cargas que saem do Brasil.
Diante desse cenário, o governo brasileiro determinou a certificação de navios mesmo quando houver presença de plantas daninhas apontada em laudos laboratoriais. 
Apesar da flexibilização, ainda não há um limite numérico oficial definido para a tolerância de ervas daninhas. 
Segundo o documento, o percentual aceitável será discutido futuramente em negociações bilaterais entre representantes dos dois países. 
Até lá, a avaliação seguirá baseada em análise de risco e em medidas de mitigação, de acordo com o destino do produto.
O que aconteceu
Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.
Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 80% das exportações do produto.
Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China recentemente por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.
Na terça-feira (17), o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, disse em coletiva de imprensa que a qualidade da soja brasileira “é inquestionável”, mas que a preocupação dos chineses é legítima.
Ele afirmou ainda que vai propor à China a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.
Quando a pressão começou
Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.
&quot;O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos&quot;, diz Bulascoschi.
&quot;Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma &#039;postura de tolerância zero&#039; para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor&quot;, acrescenta.
Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados para carregamentos que não cumprem as exigências. 
&quot;Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento&quot;, explica.
Agora, com a flexibilização por parte da China, as cargas devem ser liberadas.
Interrupção da Cargill
Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.
O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.
No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham &quot;de forma atenta&quot; os &quot;recentes desdobramentos&quot; das exportações de soja. 
Impacto para as exportações
Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.
&quot;A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China&quot;, afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.
&quot;Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas&quot;, acrescentou.
Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.
&quot;É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano&quot;, conclui.
Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:00:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em MG, Lula anuncia investimentos da Petrobras e defende exploração na Margem Equatorial</title>
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<description><![CDATA[      Lula fala sobre exploração de petróleo na Margem Equatorial
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está nesta sexta-feira (20) em Minas Gerais para anunciar investimentos da Petrobras no estado na cifra de R$ 9 bilhões ao longo da próxima década. Ele também voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial brasileira.
A visita foi à Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
No discurso, o presidente defendeu o papel estratégico da Petrobras para o desenvolvimento do país e destacou a importância da estatal na busca pela autossuficiência em petróleo.
Lula também voltou a defender a ampliação da exploração de petróleo no país, incluindo a chamada Margem Equatorial (faixa marítima que se estende do litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerada uma nova fronteira exploratória).
&quot;Estamos tentando resolver a exploração do petróleo na Margem Equatorial, e vamos saber se temos o petróleo, porque tem na Guiana, tem no Suriname, não é possível que Deus tenha deixado um pouquinho para nós&quot;, afirmou o presidente durante o discurso.
O projeto, no entanto, é alvo de críticas de ambientalistas, que apontam riscos à biodiversidade e a possíveis impactos em áreas sensíveis, como a foz do Rio Amazonas.
O presidente também comentou o cenário internacional, citando o conflito envolvendo os EUA, do presidente Donald Trump, e o Irã. Lula criticou os impactos das tensões geopolíticas nas economias brasileira e global.
Durante o evento, Lula esteve acompanhado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do senador Rodrigo Pacheco (PSD) e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além de outras autoridades. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), não participou da agenda.
Ao longo do dia, o presidente ainda cumpre agenda em Sete Lagoas, na Região Central do estado. À noite, embarca em Confins rumo a Bogotá, na Colômbia, onde participará da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). 
Esta é a segunda visita do presidente ao estado em 2026. A primeira foi no final de fevereiro, quando foi à Zona da Mata mineira durante as fortes chuvas que atingiram a região.
Lula discursa durante evento em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Thamer Pimentel/TV Globo
Investimentos na Regap
Segundo a estatal, os investimentos na Regap podem chegar a R$ 9 bilhões ao longo da próxima década, com potencial de geração de até 36 mil postos de trabalho. Apenas no atual plano de negócios da empresa, entre 2026 e 2030, estão previstos R$ 3,8 bilhões em aportes e cerca de 8 mil empregos.
Os investimentos incluem a ampliação da produção de combustíveis e ações de transição energética, como a implantação do combustível sustentável de aviação (SAF) e a expansão do Diesel R.
Lula afirmou que a Regap vem produzindo apenas 60% de sua capacidade. A Petrobras já iniciou obras para elevar a capacidade da refinaria, hoje em 166 mil barris por dia, com aumento previsto de 25 mil barris até 2027 e estudos para expansão de até 50%.
A refinaria responde por cerca de 9% da produção de derivados da empresa e reúne 16 mil fornecedores, com contratos que somam cerca de R$ 28 bilhões.
Também entrou em operação a primeira usina fotovoltaica da Petrobras em refinarias, com investimento de R$ 63 milhões, capaz de atender cerca de 10 mil residências e reduzir a emissão de 8 mil toneladas de CO₂ por ano.
Segundo a estatal, a retomada dos investimentos ocorre após a saída da unidade do plano de desinvestimentos. O número de trabalhadores passou de cerca de 2 mil, em 2020 e 2021, para aproximadamente 3,8 mil atualmente.
Vídeos mais assistidos do g1 MG ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:00:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ibovespa recua 2% com tensão no Oriente Médio; dólar avança a R$ 5,30</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta sexta-feira (20), subindo 1,46% e sendo negociado a R$ 5,2913 por volta das 13h50, após ter chegado a R$ 5,3098 mais cedo. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava 2,6%, aos 176.549 pontos. O segue marcado por cautela elevada, com investidores em busca de ativos considerados seguros, como a moeda americana.
▶️Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira (19), após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.
▶️ Depois de chegar a US$ 119, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.
???? O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.
▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.
▶️ Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.
▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,86%;
Acumulado do mês: +1,58%;
Acumulado do ano: -4,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,47%;
Acumulado do mês: -4,51%;
Acumulado do ano: +11,88%.
Trégua nos preços do petróleo
O preço do petróleo recuou nesta sexta-feira após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de disparar com ataques a infraestruturas no Oriente Médio. 
???? A queda foi impulsionada por declarações de autoridades dos EUA sobre possível retirada de sanções ao petróleo iraniano e liberação de reservas estratégicas, além de um comunicado de países aliados apoiando a segurança no Estreito de Ormuz. 
Ainda assim, as tensões entre Irã e Israel seguem no radar e mantêm a volatilidade no mercado.
Diante do impacto global, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo, como trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo, além de coordenar a liberação recorde de reservas de petróleo. 
Além disso, governos adotaram ações locais para conter os efeitos da alta dos combustíveis.
No Brasil, o diesel acumulou alta de cerca de 25% desde o início do conflito, refletindo o avanço do petróleo no mercado internacional e pressionando a cadeia logística e a inflação. 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis e reforçou o monitoramento do setor, mas afirmou que não há risco de desabastecimento no país.
Bancos centrais mantêm taxas de juros após a guerra
Os principais bancos centrais de países ricos mantiveram os juros estáveis nesta semana, mas deixaram claro que podem voltar a subir as taxas caso a inflação aumente por causa da guerra e da alta nos preços da energia.
Com o conflito no Oriente Médio, investidores passaram a acreditar menos em cortes de juros no curto prazo e até começaram a considerar novas altas em algumas economias, como Reino Unido e zona do euro.
Além do banco central dos EUA, que manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, outros países, como Reino Unido, Canadá e Europa, também seguraram suas taxas, mas com tom mais cauteloso.
Na contramão, o banco central da Rússia reduziu os juros para 15% ao ano, após sinais de desaceleração da inflação e de maior equilíbrio na economia. Ainda assim, alertou que o cenário externo ficou mais incerto e que novos cortes dependerão do comportamento dos preços.
????Na prática, o cenário é de incerteza: se a guerra continuar pressionando os preços, os bancos centrais podem manter ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:00:40 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>CEO do Pinterest pede proibição de redes sociais para jovens menores de 16 anos</title>
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<description><![CDATA[      Pinterest
Brett Jordan/Pexels
O CEO do Pinterest, Bill Ready, defendeu nesta sexta-feira (20) que líderes globais proíbam o uso de redes sociais por jovens menores de 16 anos. A declaração foi feita em uma postagem no LinkedIn.
Ready se manifestou enquanto ocorre, em Los Angeles, um julgamento sobre o impacto das redes sociais na vida de adolescentes. Google e Meta enfrentam acusações de que seus aplicativos contribuem para uma crise de saúde mental entre jovens. O júri está deliberando sobre o veredito.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;Precisamos de um padrão claro: nada de redes sociais para adolescentes menores de 16 anos, respaldadas por uma aplicação real da lei e responsabilidade pelos sistemas operacionais de celulares e pelos aplicativos que rodam neles&quot;, escreveu Ready em um ensaio publicado em sua conta do LinkedIn. Pinterest é uma plataforma de compartilhamento de imagens.
Ele citou como exemplo a legislação adotada na Austrália, que restringe o acesso de menores de 16 anos às plataformas. Procurado, o Pinterest não comentou a publicação.
Ao defender a medida, Ready adota uma posição diferente da maioria dos líderes das grandes empresas de tecnologia, que enfrentam pressão crescente de reguladores, tribunais e legisladores para mudar a forma como crianças e adolescentes usam seus produtos, diante dos impactos na saúde mental.
De acordo com o site da empresa, a idade mínima para criar uma conta no Pinterest nos Estados Unidos é de 13 anos.
Nos últimos anos, a plataforma tem buscado se consolidar entre a geração Z — grupo que inclui pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Segundo a empresa de análise Apptopia, cerca de um terço dos usuários do Pinterest tem entre 17 e 25 anos.
Veja mais:
O que países estão fazendo para regular o acesso de crianças às redes sociais
Brasileiros contam como foi a proibição de redes sociais na Austrália ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ibovespa recua com tensão no Oriente Médio; dólar avança a R$ 5,30</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta sexta-feira (20), subindo 1,53% e sendo negociado a R$ 5,2948 por volta das 12h07, após ter chegado a R$ 5,3098 mais cedo. No mesmo horário, o Ibovespa, que chegou a cair mais de 2% ao longo do dia, recua 1,70%, aos 177.213 pontos.
▶️Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira (19), após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.
▶️ Depois de chegar a US$ 119, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.
???? O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.
▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.
▶️ Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.
▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,86%;
Acumulado do mês: +1,58%;
Acumulado do ano: -4,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,47%;
Acumulado do mês: -4,51%;
Acumulado do ano: +11,88%.
Trégua nos preços do petróleo
O preço do petróleo recuou nesta sexta-feira após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de disparar com ataques a infraestruturas no Oriente Médio. 
???? A queda foi impulsionada por declarações de autoridades dos EUA sobre possível retirada de sanções ao petróleo iraniano e liberação de reservas estratégicas, além de um comunicado de países aliados apoiando a segurança no Estreito de Ormuz. 
Ainda assim, as tensões entre Irã e Israel seguem no radar e mantêm a volatilidade no mercado.
Diante do impacto global, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo, como trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo, além de coordenar a liberação recorde de reservas de petróleo. 
Além disso, governos adotaram ações locais para conter os efeitos da alta dos combustíveis.
No Brasil, o diesel acumulou alta de cerca de 25% desde o início do conflito, refletindo o avanço do petróleo no mercado internacional e pressionando a cadeia logística e a inflação. 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis e reforçou o monitoramento do setor, mas afirmou que não há risco de desabastecimento no país.
Bancos centrais mantêm taxas de juros após a guerra
Os principais bancos centrais de países ricos mantiveram os juros estáveis nesta semana, mas deixaram claro que podem voltar a subir as taxas caso a inflação aumente por causa da guerra e da alta nos preços da energia.
Com o conflito no Oriente Médio, investidores passaram a acreditar menos em cortes de juros no curto prazo e até começaram a considerar novas altas em algumas economias, como Reino Unido e zona do euro.
Além do banco central dos EUA, que manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, outros países, como Reino Unido, Canadá e Europa, também seguraram suas taxas, mas com tom mais cauteloso.
Na contramão, o banco central da Rússia reduziu os juros para 15% ao ano, após sinais de desaceleração da inflação e de maior equilíbrio na economia. Ainda assim, alertou que o cenário externo ficou mais incerto e que novos cortes dependerão do comportamento dos preços.
????Na prática, o cenário é de incerteza: se a guerra continuar pressionando os preços, os bancos centrais podem manter juros altos por mais tempo ou até aumentar as taxas para tentar controlar a inflação.
Haddad entra na disputa p ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>A empresa comandada por bilionária brasileira no centro de polêmicas sobre &amp;apos;apostas em guerra&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Luana Lopes Lara é cofundadora e diretora de operações da Kalshi
Getty Images via BBC
A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como &quot;a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna&quot;.
Uma reportagem da revista destacava a trajetória singular de Lara — seus anos como bailarina do Bolshoi, suas medalhas em olimpíadas brasileiras de astronomia e matemática, seus estudos na prestigiosa universidade americana Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a fundação de uma empresa considerada inovadora — que culminou em uma fortuna pessoal estimada em US$ 1,3 bilhão.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações (COO) —, surgiu no noticiário em meio a polêmicas.
A Kalshi é uma das maiores empresas dos chamados prediction markets — ou mercados de previsão — um setor que explodiu em popularidade nos Estados Unidos, tendo movimentando mais de US$ 44 bilhões em transações no último ano.
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Empresas como a Kalshi estão mudando o mercado de apostas nos EUA, onde até 2018 era proibido realizar apostas esportivas. Apostas em eleições eram proibidas até 2024.
Na Kalshi, e outras empresas rivais como a Polymarket, os usuários podem especular sobre diversas questões — como o resultado de eleições locais, se o banco central dos EUA reduzirá as taxas de juros ou qual ano Jesus voltará à Terra.
Essas empresas não estão enquadradas nos EUA como negócios de apostas e jogos de azar. Diferentemente das bets (firmas de apostas tradicionais), em que as probabilidades são definidas pela própria empresa, as plataformas de mercados de previsão funcionam mais como uma bolsa de valores, permitindo que os usuários apostem uns contra os outros no resultado de eventos futuros por meio de algo chamado de &quot;contratos de eventos&quot;. Esses eventos sempre têm como resultado um cenário de &quot;sim&quot; ou &quot;não&quot;.
Esse modelo permitiu que essas empresas ficassem sob supervisão dos reguladores financeiros nacionais da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).
Mas críticos dos mercados de previsões afirmam que essas plataformas realizam, na verdade, operações de apostas esportivas e jogos de azar — e que estariam tentando se &quot;disfarçar&quot; como &quot;bolsas de negociações&quot; para evitar regras e impostos mais rigorosos enfrentados pelas bets, que são regulamentadas pelos Estados.
A divergência sobre quem deve fiscalizar os aplicativos gerou dezenas de batalhas judiciais nos EUA, à medida que os Estados começam a reivindicar seu direito de regulamentar essas empresas, em vez de deixar a supervisão a cargo da CFTC.
No Brasil, há relatos de que brasileiros conseguem usar essas plataformas usando remessas internacionais com criptomoedas ou cartões internacionais. 
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, as plataformas de apostas tradicionais — as bets brasileiras — que pagaram por outorgas de R$ 30 milhões para operar no Brasil, vêm solicitando, em reuniões com o governo, que a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda bloqueie a operação de plataformas como a Kalshi.
Elas argumentam que essas empresas não poderiam operar no Brasil por não terem sede no país e nem terem pago pela outorga. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, a fundadora da Kalshi disse que a empresa está em expansão e que estuda a possibilidade de abrir um escritório no Brasil.
Apostas em guerra
Recentemente apostas ligadas a ações militares envolvendo Irã, Venezuela e Israel despertaram a atenção pública para a Kalshi e outras empresas do segmento.
Em teoria, essas apostas infringem as regras financeiras dos EUA, que proíbem a negociação de contratos relacionados a guerra, terrorismo, assassinato, jogos de azar ou outras atividades ilegais. As apostas realizadas no âmbito das empresas desse mercado de previsões poderiam ser consideradas contratos desse tipo, perante a lei, argumentam os críticos.
Mas isso não impediu que empresas como a Kalshi realizassem milhões de transações.
Críticos vêm exigindo medidas mais rigorosas contra os aplicativos, que, segundo eles, facilitam a especulação sobre a guerra — que seria potencialmente ilegal —, gerando riscos à segurança nacional e abrindo a porta para casos de informações privilegiadas e corrupção.
&quot;Basicamente, as apostas em quase tudo foram liberadas e se transformaram em algo muito macabro, como a morte de um chefe de Estado&quot;, disse Craig Holman, lobista de assuntos governamentais do grupo de defesa Public Citizen, que recentemente apresentou uma queixa contra empresas do mercado de previsões.
Alguns casos ganharam notoriedade nos últimos dias. No mês passado, um homem do Estado de Montana apostou na Kalshi US$ 10 (cerca de R$ 45) na probabilidade de o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, ser deposto até 1º de março. 
Ele d ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Petróleo recua com sinalizações dos EUA após disparada com guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Cotação do petróleo recua após Casa Branca sinalizar medidas para conter disparada
O preço do petróleo perdeu força nesta sexta-feira (20) após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de ter disparado na véspera com ataques a infraestruturas no Oriente Médio. 
O barril tipo Brent — referência global — chegou a atingir US$ 119 ontem, caiu para cerca de US$ 107 ao longo do dia e fechou em alta de 1,18%, cotado a US$ 108, 65. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Ontem, o Irã atingiu instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.
????Nesta sexta, por volta das 9h50 (horário de Brasília), o Brent era negociado a US$ 107,42 — ainda em patamar elevado, mas abaixo do pico recente —, em queda de 1,13%. Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
A queda ocorre após declarações de autoridades americanas. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA avaliam retirar sanções ao petróleo iraniano e liberar volumes adicionais de reservas estratégicas. 
Já o presidente Donald Trump descartou o envio de tropas terrestres ao Oriente Médio e voltou a dizer que o conflito pode terminar em breve. 
Um comunicado conjunto de países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão, indicando apoio à segurança da navegação no Estreito de Ormuz, também ajudou a reduzir a pressão sobre os preços.
&quot;Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito&quot;, diz a declaração. &quot;Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando&quot;.
O comunicado é visto como um gesto ao governo de Donald Trump, que vinha criticando aliados após a recusa em enviar embarcações militares para escoltar navios no estreito. Na quinta-feira (19), o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, chegou a classificar os países europeus como “ingratos”.
Apesar disso, a nota não detalha como será a atuação no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
Agência de energia pede redução no consumo 
Apesar do alívio, o impacto da alta recente ainda é sentido globalmente. A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo de combustíveis, como incentivo ao trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo. 
No dia 11 de março, os 32 países-membros da agência internacional concordaram em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
Governos também adotam ações locais: o Vietnã passou a estimular o uso de gasolina com etanol, mais barata, enquanto a Espanha anunciou corte de impostos sobre combustíveis.
Nesta sexta, novas declarações do secretário de Energia dos EUA reforçaram o movimento de queda. 
Em entrevista à Fox Business, Chris Wright afirmou que, caso as sanções ao petróleo iraniano sejam suspensas, o combustível poderia chegar aos portos asiáticos em três a quatro dias, ampliando a oferta no mercado. 
Diesel dispara no Brasil com guerra no Irã
O preço do diesel no Brasil disparou cerca de 25% desde o início da guerra no Oriente Médio, chegando a uma média de R$ 7,22, segundo levantamento da TruckPag com dados de milhares de postos. 
A alta acompanha o avanço do petróleo no mercado internacional e afeta diretamente o custo do combustível importado, que representa cerca de 30% do consumo nacional.
O aumento foi generalizado, com altas expressivas em estados de todas as regiões, e já pressiona a cadeia logística — impactando desde o transporte de cargas até o preço final de produtos e alimentos. Especialistas apontam que os efeitos na inflação devem começar a aparecer nas próximas semanas.
Mesmo com medidas do governo, como redução de tributos e subsídios, o repasse ainda não foi sentido nas bombas. A tendência do diesel segue atrelada à evolução do conflito e ao risco de interrupções no fornecimento global de energia.
Na quinta, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis, mas afirmou não haver risco de desabastecimento no país. 
A agência também adotou medidas para reforçar o monitoramento de estoques, importações e preços. 

Reuters ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trabalhar de casa e evitar voos: agência internacional sugere medidas para conter alta da energia</title>
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<description><![CDATA[      Guerra no Oriente Médio: ataques à indústria energética fizeram preços do petróleo e do gás natural dispararem na quinta-feira (19).
Jornal Nacional/ Reprodução
A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (20) uma série de medidas para aliviar a pressão dos preços da energia sobre consumidores. Entre as sugestões estão trabalhar de casa e evitar viagens aéreas.
Segundo a entidade, a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã elevou os preços da energia e aumentou preocupações com a inflação em todo o mundo.
As propostas, de acordo com a IEA, são ações que podem ser adotadas por governos, empresas e famílias para reduzir o impacto recente da alta nos preços.
Entre as medidas sugeridas estão o incentivo ao trabalho remoto, a redução dos limites de velocidade nas rodovias em pelo menos 10 km/h e a substituição de viagens de avião por outros meios de transporte, sempre que possível.
“Recentemente, lançamos a maior liberação já realizada de estoques emergenciais de petróleo da IEA — e estou em contato próximo com governos ao redor do mundo, incluindo grandes produtores e consumidores de energia, como parte da nossa diplomacia energética internacional”, afirmou o diretor-executivo da IEA, Fatih Birol, em comunicado.
“Além disso, o relatório de hoje apresenta um conjunto de medidas imediatas e concretas que podem ser adotadas pelo lado da demanda por governos, empresas e famílias para proteger os consumidores dos impactos desta crise”, acrescentou.
No dia 11 de março, a IEA decidiu liberar um volume recorde de 400 milhões de barris de petróleo de estoques estratégicos para conter a disparada dos preços globais do petróleo. Os Estados Unidos foram responsáveis pela maior parte da oferta.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>GAC GS3 aposta em preço agressivo para bater ‘campeões de venda’ como T&#45;Cross e Creta; veja o teste</title>
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<description><![CDATA[      Como anda o GAC GS3
O GAC GS3 marca não apenas a segunda leva de lançamentos da fabricante chinesa no Brasil, mas também uma nova fase: a chegada de um SUV a combustão em meio a tantos modelos asiáticos eletrificados.
Seus objetivos são claros, de embolar uma das maiores disputas do mercado nacional. Com porte de SUV compacto, ele disputa mercado com Hyundai Creta, Volkswagen T-Cross e Honda HR-V, mas com preço inicial de R$ 139.990.
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Esse preço o coloca abaixo das versões de entrada dos rivais diretos e pouco acima dos modelos de categoria inferior, os subcompactos. Veja abaixo alguns exemplos.
Fiat Pulse Impetus Turbo: R$ 151.490;
Renault Kardian Iconic, versão topo de linha: R$ 149.990;
Volkswagen Tera Highline, versão topo de linha: R$ 144.390;
Honda HR-V EX, versão de entrada: R$ 166.400;
Hyundai Creta Comfort Safety, versão de entrada: R$ 156.590;
Volkswagen T-Cross Sense, versão de entrada: R$ 161.490.
GAC GS3
divulgação/GAC
Além do preço, o GAC GS3 aposta em um motor 1.5 turbo, de 170 cv, enquanto os principais concorrentes usam blocos 1.0 turbo. A marca também tenta atrair clientes com visual esportivo e bom acabamento interno, com destaque para a enorme central multimídia de 14,5 polegadas.
O g1 passou uma tarde com o GS3 para entender como um comprador acostumado a SUVs de marcas como Volkswagen e Hyundai pode se sentir ao volante de um modelo chinês.
Veja abaixo as primeiras impressões.
Visual chamativo.
É difícil passar pelo GS3 sem dedicar alguns segundos ao visual. Ele faz questão de parecer esportivo, e essa proposta aparece de forma clara em quase todas as linhas, predominantemente retas.
No desenho da carroceria, as curvas ficam restritas à lateral das portas, ao capô, pequeno difusor abaixo do vidro do porta-malas e ao teto. Todo o restante aposta em ângulos retos, incluindo a lanterna traseira, a luz de rodagem diurna e os espelhos laterais.
GAC GS3
A proposta esportiva também aparece na parte inferior do para-choque traseiro, que traz difusores de ar posicionados entre ponteiras cromadas, solução visual comum em modelos de perfil mais esportivo como BMW M2, Golf GTI, Audi RS3 e um tanto de Porsches.
E há outro traço herdado de muitos esportivos: o porta-malas pequeno, com apenas 341 litros. É um volume baixo até mesmo para um SUV compacto de entrada.
Volkswagen Tera: 350 litros;
Renault Kardian: 410 litros;
Fiat Pulse: 370 litros.
GAC GS3
divulgação/GAC
Por outro lado, o espaço que falta para bagagens se reflete em mais conforto para as pernas de quem vai no banco traseiro. Um adulto de 1,90 metro não encosta os joelhos no banco da frente. Somado a isso, o túnel central quase plano ajuda a melhorar o conforto dos passageiros. 
Por dentro, o visual não é tão minimalista quanto outros chineses. Os botões físicos e ajustes manuais chamam a atenção porque estão cada vez mais raros. Por outro lado, a central multimídia e o painel digital — esse de sete polegadas — deixam clara a proposta moderna do carro, típica de chineses. 
Também foge do padrão em um SUV de quase R$ 140 mil o acabamento de bons materiais em quase todas as áreas ao alcance das mãos. Até a lateral do câmbio, área onde a perna costuma encostar, é revestida com material macio. Há diferentes texturas de acabamento, inclusive no plástico que envolve a área do câmbio.
GAC GS3
divulgação/GAC
Há um capricho também na ergonomia. Todos os controles e comandos do ar-condicionado estão onde devem estar: ao alcance dos dedos. Os botões têm textura, o que ajuda o motorista a identificá-los pelo tato, sem precisar desviar os olhos da estrada. Eles também são levemente inclinados, solução semelhante à usada pela Peugeot.
Outro ponto que remete à marca francesa é o ângulo da central multimídia, voltada para o motorista. Ainda assim, o passageiro consegue ver o conteúdo sem dificuldade, já que a tela mantém cores e brilho mesmo quando observada de lado.
Para o motorista, a visualização é completa sem a necessidade de virar muito o rosto. A sensação lembra a de uma tela levemente curvada de cinema, que permite enxergar todo o conteúdo com menos movimento da cabeça.
GAC GS3
divulgação/GAC
WhatsApp.mídia responde rapidamente, como se espera desse tipo de carro, mas falta um controle de volume dedicado para o passageiro. Quem vai ao lado precisa deslizar o dedo na tela para ajustar o som.
Esse comando ocupa parte da tela e chega a cobrir o mapa, algo que também acontece quando a seta é acionada. Nesse momento, câmeras laterais exibem imagens dos pontos cegos, recurso semelhante ao usado pela Honda, mas disponível nos dois lados do GS3.
Não é difícil perder uma saída na estrada, justamente porque o mapa não aparece na central, ocupada pela imagem da câmera da direita. A qualidade da imagem é excelente, mas acaba atrapalhando a navegação.
Há, sim, um ajuste para evitar essa situação, e o formato mais largo dos retrovisores laterais ajuda a compensar a ausência de um sensor de ponto ce ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dona da Hellmann’s, Unilever negocia venda de área bilionária de alimentos</title>
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<description><![CDATA[      Maionese Hellmann&#039;s em uma loja em Manhattan, Nova York, EUA
Reuters
A Unilever está conversando para vender sua área de alimentos para a McCormick &amp; Company, dona de temperos, em um possível acordo que reuniria marcas conhecidas como Hellmann’s e Knorr com o molho picante Cholula, segundo a agência de notícias Reuters. 
A empresa confirmou que recebeu uma proposta, e as negociações seguem em andamento — o que fez suas ações subirem cerca de 1%.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A venda faz parte da estratégia de focar mais em produtos de beleza e cuidados pessoais. Hoje, a área de alimentos ainda representa uma parte importante do negócio, mas vem enfrentando dificuldades porque muitas pessoas estão reduzindo o consumo de alimentos industrializados.
Além disso, especialistas alertam para os impactos desses produtos na saúde, e o uso de remédios para emagrecimento também tem levado as pessoas a comerem menos.
Veja os vídeos em alta no g1
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Mesmo sendo uma divisão grande — avaliada em até 31 bilhões de euros (US$ 33,8 bilhões) — ela cresce mais devagar. Ainda assim, não há garantia de que o negócio será fechado, e os detalhes não foram divulgados.
Unilever e Kraft Heinz
A Unilever e a Kraft Heinz chegaram a conversar sobre uma possível união, que juntaria marcas conhecidas como Hellmann’s e ketchup Heinz em uma só empresa, mas o acordo não saiu do papel, segundo o Financial Times.
A ideia mostra que as duas companhias estão enfrentando dificuldades, já que as pessoas têm consumido menos alimentos industrializados e mudado seus hábitos. 
Enquanto a Unilever vem diminuindo sua atuação nessa área, a Kraft Heinz também tenta reorganizar seus produtos para voltar a crescer. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar sobe com crise do petróleo e escalada da guerra no Oriente Médio no radar; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em alta nesta sexta-feira (20), avançando 1,20%, a R$ 5,2778, por volta das 10h35. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recua 0,60%, aos 179.196 pontos.
Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira (19), após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.
▶️ Depois de ultrapassar US$ 115, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.
???? O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.
▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.
Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.
▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,86%;
Acumulado do mês: +1,58%;
Acumulado do ano: -4,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,47%;
Acumulado do mês: -4,51%;
Acumulado do ano: +11,88%.
Trégua nos preços do petróleo
O preço do petróleo recuou nesta sexta-feira após sinais da Casa Branca para conter a crise de energia, depois de disparar com ataques a infraestruturas no Oriente Médio. 
???? A queda foi impulsionada por declarações de autoridades dos EUA sobre possível retirada de sanções ao petróleo iraniano e liberação de reservas estratégicas, além de um comunicado de países aliados apoiando a segurança no Estreito de Ormuz. 
Ainda assim, as tensões entre Irã e Israel seguem no radar e mantêm a volatilidade no mercado.
Diante do impacto global, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) recomendou medidas para reduzir o consumo, como trabalho remoto e menor uso de transporte aéreo, além de coordenar a liberação recorde de reservas de petróleo. Além disso, governos adotaram ações locais para conter os efeitos da alta dos combustíveis.
No Brasil, o diesel acumulou alta de cerca de 25% desde o início do conflito, refletindo o avanço do petróleo no mercado internacional e pressionando a cadeia logística e a inflação. 
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu que a Petrobras aumente a oferta de combustíveis e reforçou o monitoramento do setor, mas afirmou que não há risco de desabastecimento no país.
Decisões de juros
Na quarta-feira, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte desde maio de 2024, decisão já esperada pelo mercado. 
???? Mesmo com a queda, o BC sinalizou cautela e não indicou novos cortes por conta das incertezas com a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo e os impactos na inflação. O comitê destacou que vai acompanhar os efeitos do conflito na economia antes de decidir os próximos passos.
Com isso, o Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo, com 9,51%. 
???? O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. 
A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%. 
Enquanto isso, nos EUA, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. Apesar das incertezas, o banco central americano ainda prevê um possível corte de 0,25 ponto ainda este ano, mas alertou que pode mudar de ideia se o cenário externo piorar com os conflitos. 
???? Juros altos nos EUA tendem a fortalecer o dólar e pode ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Unilever negocia venda do negócio de alimentos após conversas com Kraft Heinz</title>
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<description><![CDATA[      Logotipo da Unilever
Daniel Reinhardt/DPA/DPA Picture-Alliance/AFP/Arquivo
A Unilever está conversando para vender sua área de alimentos para a McCormick &amp; Company, dona de temperos, em um possível acordo que reuniria marcas conhecidas como Hellmann’s e Knorr com o molho picante Cholula, segundo a agência de notícias Reuters. 
A empresa confirmou que recebeu uma proposta, e as negociações seguem em andamento — o que fez suas ações subirem cerca de 1%.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A venda faz parte da estratégia de focar mais em produtos de beleza e cuidados pessoais. Hoje, a área de alimentos ainda representa uma parte importante do negócio, mas vem enfrentando dificuldades porque muitas pessoas estão reduzindo o consumo de alimentos industrializados.
Além disso, especialistas alertam para os impactos desses produtos na saúde, e o uso de remédios para emagrecimento também tem levado as pessoas a comerem menos.
Mesmo sendo uma divisão grande — avaliada em até 31 bilhões de euros (US$ 33,8 bilhões) — ela cresce mais devagar. Ainda assim, não há garantia de que o negócio será fechado, e os detalhes não foram divulgados.
Unilever e Kraft Heinz
A Unilever e a Kraft Heinz chegaram a conversar sobre uma possível união, que juntaria marcas conhecidas como Hellmann’s e ketchup Heinz em uma só empresa, mas o acordo não saiu do papel, segundo o Financial Times.
A ideia mostra que as duas companhias estão enfrentando dificuldades, já que as pessoas têm consumido menos alimentos industrializados e mudado seus hábitos. 
Enquanto a Unilever vem diminuindo sua atuação nessa área, a Kraft Heinz também tenta reorganizar seus produtos para voltar a crescer. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em alta com crise do petróleo e escalada da guerra no Oriente Médio no radar</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abre nesta sexta-feira (20) em alta de 0,42%, a R$ 5,2373, com investidores atentos às tentativas dos Estados Unidos e de Israel para conter a crise de energia provocada pela guerra no Oriente Médio. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
Em uma semana de forte volatilidade, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou sinalizar estabilidade ao mercado na quinta-feira, após ações da Casa Branca para conter a crise de energia, como a possível flexibilização de sanções ao petróleo iraniano e a liberação de reservas estratégicas.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ As medidas ocorrem em meio a esforços de EUA e Israel para reduzir a aversão ao risco diante do temor de um conflito prolongado com o Irã. Após a disparada recente, um discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, trouxe alívio ao indicar que a tensão pode não se estender.
▶️ Depois de ultrapassar US$ 115, o petróleo recua nesta sexta, embora ainda opere em patamar elevado.
???? O Brent — referência global — era negociado a US$ 108,01 por volta das 8h46 (horário de Brasília). Já o gás natural na Europa, que chegou a subir 35%, opera próximo da estabilidade, com leve alta de 0,08%.
▶️ A sexta-feira continua com poucos indicadores no cenário local. O principais bancos centrais — Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco da Inglaterra, Banco Nacional Suíço e Banco do Japão — optaram por manter os juros estáveis, enquanto monitoram os impactos econômicos do conflito.
▶️ No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou mais oferta de combustíveis da Petrobras, mas disse não ver risco de desabastecimento. A ANP reforçou o monitoramento do mercado, enquanto distribuidoras apontam alta na demanda e menor oferta.
Enquanto isso, um levantamento mostra que o preço do diesel já chegou a uma média de R$ 7,22. No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74.
▶️ No campo político, os investidores analisam a indicação do secretário-executivo Dario Durigan, número dois na hierarquia da pasta, para comandar o ministério até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a saída de Haddad para concorrer ao governo de São Paulo.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,86%;
Acumulado do mês: +1,58%;
Acumulado do ano: -4,98%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,47%;
Acumulado do mês: -4,51%;
Acumulado do ano: +11,88%.
Novos ataques no Oriente Médio
A guerra no Oriente Médio entrou em uma nova fase, segundo o Irã, que anunciou ataques a instalações de energia ligadas aos Estados Unidos como resposta aos bombardeios contra sua própria infraestrutura, atribuídos a Israel com apoio americano. 
A escalada teve início após o ataque ao campo de gás South Pars, no Irã — o maior do mundo —, e ganhou força com a retaliação iraniana, que atingiu estruturas energéticas em países como Catar e Arábia Saudita, incluindo uma importante unidade de processamento de gás no território catariano.
Diante desse cenário, os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o barril superando US$ 115, enquanto o gás natural também subiu forte na Europa. O movimento reflete o temor de interrupções no fornecimento global de energia. 
Nos EUA, o governo de Donald Trump teria apoiado a ofensiva inicial, mas tenta conter novos ataques a esse tipo de infraestrutura, enquanto avalia os próximos passos conforme a reação do Irã.
Ao declarar que o Irã está sendo &quot;dizimado&quot;, Benjamin Netanyahu citou o arsenal iraniano de mísseis e drones como ponto estratégico.
“O que estamos destruindo agora são as fábricas que produzem os componentes para fabricar esses mísseis e para produzir as armas nucleares que eles estão tentando desenvolver”, afirmou Netanyahu.
Decisões de juros
Na quarta-feira, o Banco Central do Brasil reduziu a taxa básica de juros (Selic) de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte desde maio de 2024, decisão já esperada pelo mercado. 
???? Mesmo com a queda, o BC sinalizou cautela e não indicou novos cortes por conta das incertezas com a guerra no Oriente Médio, o preço do petróleo e os impactos na inflação. O comitê destacou que vai acompanhar os efeitos do conflito na economia antes de decidir os próximos passos.
Com isso, o Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo, com 9,51%. 
???? O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. 
A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%. 
Enquanto isso, nos EUA, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. Apesar das incertezas, o banco central americano ainda prevê um possível corte de 0,25 ponto ainda este ano, mas alertou que  ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas</title>
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<description><![CDATA[      Como melhorar a produção de ovos e frango caipira? Veja dicas
Reprodução/RPC
Produtores interessados em melhorar a produção de ovos e frangos caipiras podem acessar gratuitamente uma cartilha com orientações técnicas sobre o tema.
O material foi elaborado pela Emater-MG e reúne recomendações sobre manejo, incluindo organização dos piquetes, alimentação do plantel e cuidados com a saúde e o bem-estar animal.
A cartilha está disponível online.????Acesse aqui
Agricultor encontra &#039;tomate&#039; em pé de batata ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 09:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>De 10% para menos de 3%: como fazendas estão reduzindo a mortalidade de bezerras no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Por que a taxa de mortalidade de bezerras é alta no Brasil
Um dos principais desafios das fazendas leiteiras no Brasil é a alta mortalidade de bezerras recém-nascidas. 
Historicamente, as perdas giravam em torno de 10%, mas um projeto que reúne profissionais, universidades e institutos de pesquisa vem mostrando que é possível reduzir esse índice com investimento em estrutura e atenção ao manejo básico.
Desde 2017, o programa Alta Cria acompanha dados de mais de 200 propriedades em 10 estados, com forte presença em Minas Gerais. A proposta é transformar conhecimento técnico em soluções práticas para o produtor.
“O ideal é não passar de 3% de mortalidade. Já temos produtores que saíram da média de 10% e hoje trabalham com 2% ou até 1%”, afirma o zootecnista Rafael Azevedo, coordenador do projeto.
Produção mais que dobra na fazenda
Produtores de leite adotam medidas para reduzir a mortalidade de bezerras
Em Coromandel (MG), os irmãos Fernando e Henrique Silva assumiram a fazenda da família após a morte do avô, em 2008 (veja reportagem completa no vídeo acima).
Apesar da tradição na atividade, eles perceberam que seria necessário profissionalizar a gestão para se manter no mercado.
Os investimentos em genética e conforto animal fizeram a produtividade saltar de 17 para 43 litros de leite por vaca por dia. Ainda assim, a mortalidade das bezerras continuava sendo um problema.
“Morria quase tudo, vamos dizer assim”, relatam.
Segundo especialistas, as causas são diversas: doenças no umbigo e diarreia nos primeiros dias de vida; problemas respiratórios até os 90 dias; e a chamada tristeza parasitária, transmitida pelo carrapato, a partir dos três meses.
Para reverter esse cenário, os produtores investiram R$ 550 mil em um novo sistema de criação. O antigo modelo, com sombreamento a campo, deu lugar a 96 casinhas individuais, que protegem melhor os animais do clima e da umidade.
O manejo também mudou. O protocolo passou a incluir cura do umbigo com iodo, pesagem e o fornecimento de colostro — o primeiro leite — em até duas horas após o nascimento, essencial para garantir a imunidade das bezerras.
O cuidado começa antes do nascimento
A cerca de 200 km dali, em Carmo do Paranaíba (MG), o produtor Eldes Braga conseguiu reduzir ainda mais as perdas. Em um rebanho com cerca de 350 nascimentos por ano, apenas seis bezerras morrem — o equivalente a cerca de 1,7%.
No início, a realidade era bem diferente. “De três que nascia, duas morria”, lembra.
A mudança veio quando ele passou a focar no cuidado com as vacas ainda na gestação. O produtor investiu em um galpão exclusivo para os animais prenhes, com sistema de resfriamento por água e ventilação, para reduzir o estresse térmico.
“A vida desse animal depende dos cuidados que a gente dá para a mãe”, afirma.
Além do conforto, as vacas recebem alimentação específica, com proteínas e nutrientes que ajudam a fortalecer a imunidade da mãe e da cria. O resultado também aparece na produção: as novilhas passaram a parir mais pesadas, com média de 670 kg, o que contribui para maior produção de leite na fase de lactação.
Produção exige profissionalização
Para os produtores, a principal lição é que a atividade leiteira exige cada vez mais profissionalização.
“Valeu muito a pena. Estamos aqui hoje porque fizemos o dever de casa”, diz Henrique Silva.
O bom manejo das bezerras garante a reposição do rebanho e a substituição de animais menos produtivos, o que sustenta a rentabilidade no longo prazo.
Desde 2024, os pesquisadores do projeto também iniciaram um levantamento semelhante voltado para fazendas de gado de corte. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 07:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço médio do diesel dispara 25% e já chega a R$ 7,22 no Brasil, mostra levantamento</title>
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<description><![CDATA[      Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto de gasolina em Vélizy-Villacoublay, perto de Paris.
Alain Jocard/AFP
Um levantamento da TruckPag, empresa que faz gestão de frotas, mostra que o preço do diesel no Brasil já chegou a uma média de R$ 7,22 nesta quarta-feira (19). No início da guerra do Oriente Médio, no final de fevereiro, o preço médio era de R$ 5,74. 
As informações da empresa vêm de mais de 143 mil transações de compra de diesel em 4.664 postos. Cerca de 94% desses postos estão em rodovias. Nos últimos 30 dias, 81,9% dessas transações foram feitas por caminhões.
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Evolução diária do preço do diesel no Brasil segundo dados da TruckPag
Arte / g1
Na última semana a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já havia registrado aumento de 11% no preço do diesel, comparado à semana anterior.
Os dados oficiais de preços da ANP são publicados semanalmente. Os preços são coletados nos três primeiros dias úteis da semana, analisados e divulgados, geralmente, na sexta-feira. Isso causa algum atraso para mostrar variações bruscas.
&quot;Num choque como esse, onde os preços subiram quase 1% ao dia, essa janela de atraso da ANP é significativa&quot;, explica Kassio Seefeld, CEO da TruckPag.
“Na prática, nossos dados mostram que o preço transacionado no posto já subiu quase R$ 1,50 na média nacional desde 28 de fevereiro”, diz Seefeld.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Estados com maiores aumentos
O levantamento da TruckPag mostra que alguns estados tiveram subidas expressivas desde 28 de fevereiro. Na região Norte, Tocantins viu o litro do diesel aumentar 37,1%. Já no Nordeste, o Piauí registrou alta de 28%.
O diesel em Goiás registrou a maior subida no Centro-Oeste, com 29,2%. São Paulo teve aumento de 27% e ficou no topo no Sudeste. Na região Sul, Santa Catarina teve o maior aumento: 29,9%.
Aumento do preço do diesel em R$ e em percentual, dados da TruckPag
Arte / g1
Guerra pressiona preços
Os preços do barril do petróleo e derivados registraram fortes altas nas últimas semanas. Ataques a refinarias e reservas, além do impasse pelo Estreito do Ormuz, pressionam o mercado.
“Cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado e precificado direto no mercado internacional. Quando o barril sobe 80% em 20 dias, esse diesel chega mais caro no porto e a distribuidora não tem como absorver. O repasse vai para o posto, e do posto vai para o transportador”, explica Seefeld.
Variação de preço do diesel por estado segundo dados da ANP
Arte / g1
O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.
Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.
Nas últimas semanas, o governo federal anunciou diminuição de tributos e um subsídio de R$ 0,32 para o diesel. Porém o efeito ainda não é sentido nas bombas dos postos.
Saiba mais na reportagem abaixo.
Petróleo em alta encarece diesel e gasolina; veja como guerra pesa no bolso do brasileiro ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 06:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como funciona o robô humanoide projetado para identificar alvos e usar armas em guerras</title>
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<description><![CDATA[      Conheça o robô humanoide projetado para usar armas em guerras
Uma empresa americana está construindo um robô humanoide para fins militares. O objetivo é que ele consiga lidar de forma autônoma com logística, navegação e até mesmo identificação de alvos em um conflito. 
Batizado de Phantom-01, ele foi criado pela Foundation Future Industries, uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, que o classifica como o seu primeiro robô humanoide voltado ao mercado. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O robô tem 1,80 m de altura e pesa 80 kg. Segundo a fabricante, ele foi projetado para transportar cargas de até 40 kg e andar com velocidade de até 6,1 km/h, mais rápido do que a maioria dos humanos.
No momento, o Phantom-01está sendo treinado para fins não letais, como a movimentação de materiais e execução de tarefas em fábricas. Mas o uso militar é o objetivo da fabricante a longo prazo, adiantou à Reuters Sankaet Pathak, criador da Foundation Future Industries. 
&quot;Nosso objetivo é construir robôs totalmente autônomos. É definitivamente um processo, então leva tempo para chegarmos lá&quot;, afirmou. 
&quot;Eventualmente, sim, queremos que os robôs também sejam capazes de identificar alvos e, então, usar armas&quot;, disse Pathak. &quot;Não vemos um cenário em que eles dispensem a supervisão humana&quot;.
Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries
Reuters
 
Como prints do bloco de notas criaram mais rastros de conversa entre Vorcaro e Moraes
Vídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a recorde de feminicídios
Youtuber diz não ter R$ 70 mil para pagar condenação por ridicularizar bebê e pede a juiz: &#039;Por favor, reconsidere&#039;
O executivo comparou o robô com drones de guerra que podem se mover e identificar alvos por conta própria, mas dependem da ação humana para realizar ataques. 
&quot;É necessário um comando humano antes de executar qualquer operação que envolva o uso de armas&quot;, explicou Pathak. 
&quot;Mas até esse momento, que inclui muitas tarefas de pegar, colocar e mover objetos, necessárias em logística, manufatura e gerenciamento de suprimentos em cenários de guerra ou defesa, é importante serem realizadas de forma autônoma&quot;. 
Ainda segundo o executivo, o Phantom-01 foi projetado para operar com um computador integrado, em vez de depender da comunicação com uma rede externa. Desse jeito, a empresa espera fazer o robô ficar menos exposto a ataques cibernéticos.
A segunda geração do robô deverá ser revelada em abril pela Foundation Future Industries. A empresa disse que a nova versão é mais fácil de ser fabricada em larga escala e que espera vender milhares de unidades ainda este ano. 
No mercado de robôs humanoides, o Phantom-01 enfrenta a concorrência do Optimus, da Tesla, Digit, da Agility Robotics, e Apollo, da Apptronik, por exemplo. 
Phantom-01, robô desenvolvido pela americana Foundation Future Industries
Reuters/Aleksandra Michalska ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O legado de Fernando Haddad na economia &#45; O Assunto #1684</title>
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<description><![CDATA[      Nesta quinta-feira (19), Fernando Haddad encerrou sua gestão à frente do Ministério da Fazenda. No mesmo evento, o presidente Lula anunciou o substituto: o então número 2 da pasta, Dario Durigan, que ocupava o posto de secretário-executivo. Horas depois, o PT confirmou que Haddad é pré-candidato ao governo de São Paulo. 
O balanço da gestão registra vitórias e derrotas. Haddad ganhou a pecha de ser um ministro que aumentou excessivamente os impostos e viu a dívida pública subir 7 pontos percentuais no período – está em quase 79% do PIB. Nos índices macroeconômicos, ele deixa o cargo com a inflação dentro do teto da meta, desemprego na menor taxa da série histórica e recorde na renda média do brasileiro. E o PIB cresceu acima das expectativas em todos os anos.  
Nos pouco mais de três anos em que comandou a Fazenda, Haddad conseguiu viabilizar a aprovação de pautas como o arcabouço fiscal, a reforma tributária e a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. 
Neste episódio, Natuza Nery conversa com Thomas Traumann para analisar o legado de Haddad na economia brasileira. Ele, que é comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”, explica o que deu certo e o que deu errado nesses três anos – e projeta os desafios da economia brasileira para a eleição e após. 
Convidado: Thomas Traumann, comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”. 
O que você precisa saber: 
Haddad deixa o Ministério da Fazenda: veja os principais marcos da gestão
PIB acima do esperado, dívida em alta: o balanço da gestão Haddad em 10 gráficos
Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad
Quem é Dario Durigan, que vai assumir Ministério da Fazenda
PT anuncia pré-candidatura de Haddad ao governo de SP
O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco e Juliene Moretti. Colaboraram neste episódio Arthur Stabile e Janize Colaço. Apresentação: Natuza Nery.
O legado de Haddad na economia
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.
Haddad durante discurso no lançamento do Plano Safra para agricultura familiar
Reprodução/Canal Gov ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 03:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fraude no INSS: Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indevidos até esta sexta</title>
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<description><![CDATA[      CPMI sobre desconto ilegal de benefícios quer ouvir dez ex-presidentes do INSS
Reprodução/TV Globo
Aposentados e pensionistas podem contestar descontos indevidos ligados a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até esta sexta-feira (20). 
Segundo o último balanço divulgado pelo órgão, em 16 de março, mais de 6 milhões de pessoas contestaram as cobranças, sendo que 4,3 milhões já aderiram ao acordo.
Mais de 750 mil beneficiários ainda estão aptos a ingressar na negociação. Ao todo, foram devolvidos aos segurados em todo o país quase R$ 3 bilhões.
Os valores corrigidos são devolvidos em até três dias úteis.
Prazo para contestar desconto do INSS termina na sexta-feira (20)
Quem pode aderir ao acordo de ressarcimento
Podem ingressar no plano de devolução os aposentados e pensionistas que:
contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade responsável em até 15 dias úteis;
receberam resposta considerada irregular, como assinaturas falsas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos;
sofreram descontos entre março de 2020 e março de 2025;
possui processo judicial em andamento, desde que ainda não tenham recebido os valores — nesse caso, é preciso desistir da ação para aderir ao acordo, que é de natureza administrativa.
Como contestar e aceitar o acordo de ressarcimento?
A adesão, que é gratuita, pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente, nas agências dos Correios. A contestação, por sua vez, também pode ser realizada pela Central 135.
Veja o passo a passo
Contestar o desconto indevido por meio dos canais oficiais.
Aguardar a resposta da entidade, com prazo de 15 dias úteis.
Se a entidade não responder, o sistema libera automaticamente a opção de adesão.
Em caso de resposta irregular, o INSS também irá liberar a adesão.
Aderir ao acordo por meio do app Meu INSS ou nas agências dos Correios. A Central 135 não está habilitada para essa opção.
E se a entidade respondeu?
Caso a entidade responda a contestação, os documentos estarão em análise. Segundo o INSS, o beneficiário será notificado e poderá aceitar a justificativa, contestar por suspeita de falsidade idológica ou declarar que não rconhece a assinatura.
O instituto informa que, se houver nova contestação, a entidade terá até cinco dias úteis para devolver os valores.
Se não devolver, o caso vai passar por uma auditoria e o beneficiário poderá contar com apoio jurídico das Defensorias Públicas Estaduais para buscar as medidas judiciais cabíveis.
Grupos especiais
O INSS informou que realizará automaticamente a contestação dos descontos indevidos para beneficiários em situações específicas que ainda não solicitaram o reembolso.
Esse procedimento, chamado de contestação de ofício, segundo o INSS, contempla idosos com 80 aos ou mais, indígenas e quilombolas. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 03:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Tomatinhos&amp;apos; no pé de batata? Entenda fenômeno que assustou produtor em MG</title>
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<description><![CDATA[      Agricultor encontra &#039;tomate&#039; em pé de batata
Um produtor de batatas de Patrocínio (MG) levou um susto ao ver pequenos frutos verdes, semelhantes a tomates, surgirem em sua plantação de batata.
Apesar de parecer incomum, o fenômeno tem explicação científica: trata-se da frutificação natural da batata.
Segundo a agrônoma Fernanda Quintanilha, da Embrapa Clima Temperado, a semelhança com o tomate ocorre porque as duas plantas pertencem à mesma família botânica, a das solanáceas.
Apesar do aspecto, os frutos não devem ser consumidos, pois são tóxicos, alerta a pesquisadora (veja detalhes no vídeo acima).
O valor para a investigação
Se não servem para o consumo humano, esses frutos têm grande valor para a ciência. Dentro de cada um dos “tomatinhos” há centenas de sementes botânicas.
Na Embrapa, elas são usadas em programas de melhoramento genético da batata. A partir dessas sementes, surgem os primeiros clones de novos materiais, que passam por avaliações para identificar características desejáveis para o cultivo.
Após cerca de uma década de pesquisas, um desses materiais pode ser lançado no mercado como uma nova cultivar.
&quot;Tomatinhos&quot; no pé de batata?
Vale a pena plantar estas sementes?
Para o produtor comum, como Alberto, a recomendação é cautela. Embora seja possível gerar uma planta a partir dessas sementes, o resultado é imprevisível devido à grande variação genética.
Em muitos casos, a planta pode nem produzir tubérculos — as batatas consumidas — ou apresentar características bem diferentes do esperado.
Por isso, para a produção, a orientação é manter o uso das tradicionais batatas-semente, e não das sementes presentes nos frutos. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 02:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>CEO do Santander Brasil decide deixar cargo; Finkelsztain, da B3, será o substituto</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ceo-do-santander-brasil-decide-deixar-cargo-finkelsztain-da-b3-sera-o-substituto</link>
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<description><![CDATA[      Sede do Santander Brasil em São Paulo.
Amanda Perobelli/ Reuters
O presidente-executivo do Santander Brasil, Mário Leão, comunicou ao banco que está deixando o cargo, que será ocupado por Gilson Finkelsztain, atualmente presidente-executivo da B3, anunciou nesta quinta-feira (19) a divisão brasileira do espanhol Santander. 
A saída de Finkelsztain foi confirmada pela B3 em fato relevante separado ao mercado, com a operadora da bolsa de valores de São Paulo citando decisão de comum acordo entre o executivo e o conselho de administração da companhia. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Leão, que estava há onze anos no grupo, incluindo os últimos cinco como CEO, deixará o cargo até julho, enquanto Finkelsztain, que lidera a B3 desde 2017, sairá no final do primeiro semestre, em ambos os casos para assegurar uma transição organizada. O Santander não informou a razão da saída de Leão. 
&quot;Nossa organização atingiu um nível de maturidade que permite conduzir este processo sucessório de forma estruturada e planejada, em um momento bastante oportuno. Isso garantirá a continuidade da execução da nossa estratégia por meio de uma equipe que tenho orgulho de ter liderado&quot;, afirmou Leão em nota divulgada pelo Santander.
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&quot;A sucessão será conduzida de forma transparente e organizada e contará com a participação direta do Sr. Mario Leão, que seguirá liderando o Santander Brasil até a conclusão do processo, prevista para meados de 2026, garantindo, assim, uma transição cuidadosa e estruturada&quot;, afirmou o Santander.
&quot;Sob a liderança de Mario, o banco completou um ciclo estratégico bem-sucedido, acelerando a estratégia de transformação operacional do banco, diversificando ainda mais suas operações com foco na rentabilidade sustentável e crescente, e com forte ênfase no relacionamento e na experiência dos clientes&quot;, afirmou o Santander em comunicado à imprensa.
Leão desempenhou um papel importante na transformação do Santander Brasil e no fortalecimento de seu posicionamento no Brasil, afirmou a presidente-executiva do Santander, Ana Botín. 
A executiva destacou ainda que a experiência e o reconhecimento no setor financeiro brasileiro de Finkelsztain o tornam bem qualificado para liderar a próxima fase de crescimento &quot;neste mercado tão relevante, à medida que seguimos executando nossa estratégia e promovendo crescimento com rentabilidade&quot;. 
No ano passado, Finkelsztain foi indicado como membro do conselho de administração do Santander Brasil, mas desistiu da nomeação. Além da B3, ele acumula experiência em instituições como Citibank e J.P. Morgan, além do próprio Santander Brasil, onde trabalhou entre 2011 e 2013.
&quot;Volto ao Santander Brasil muito feliz para assumir a liderança do banco neste momento&quot;, afirmou Finkelsztain. &quot;Nosso foco será transformar a base sólida em entregas relevantes para clientes, acionistas e para a sociedade. O Brasil é um mercado de grandes oportunidades e estou entusiasmado com o potencial do que podemos construir nos próximos anos.&quot;       
De acordo com a B3, a permanência de Finkelsztain no cargo nos próximos meses busca assegurar &quot;a adequada transição de suas responsabilidades e a continuidade das operações e da execução da estratégia da companhia&quot;. 
&quot;Durante sua gestão, a B3 consolidou-se como uma das principais infraestruturas de mercado financeiro do mundo, conduzindo uma transformação profunda em seu modelo de negócios, cultura organizacional e papel no desenvolvimento econômico do Brasil&quot;, afirmou o grupo em nota à imprensa.
A B3 disse que informará oportunamente o nome do sucessor, uma vez concluído o processo em curso, afirmou a companhia. ]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 00:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>CEO, Santander, Brasil, decide, deixar, cargo, Finkelsztain, B3, será, substituto</media:keywords>
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<title>IR 2026: Receita libera programa; contribuinte terá fim de semana para fazer declaração</title>
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<description><![CDATA[      G1 em 1 Minuto: Imposto de Renda 2026: quando vou receber a restituição?
A Secretaria da Receita Federal decidiu antecipar e liberou o chamado &quot;download&quot; do programa do Imposto de Renda 2026 nesta quinta-feira (19).
O programa está disponível no próprio site da Receita Federal (clique aqui para acessar).
A previsão inicial era que o download estivesse disponível nesta sexta-feira (20), às 8h, mas, devido à conclusão antecipada dos testes finais e à estabilidade das versões para todas as plataformas, o programa foi disponibilizado na noite desta quinta.
A transmissão da declaração, entretanto, só será possível a partir das 8h próxima segunda-feira (23), quando começa o prazo oficial de envio do IR deste ano.
Ou seja, o contribuinte terá a sexta-feira e também o final de semana para começar a adiantar a declaração do Imposto de Renda, e, assim que o prazo legal tiver início, na segunda-feira, poderá transmitir o documento.
➡️Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição na fila — na prática, vai para o fim do calendário de restituições.
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Joédson Alves/Agência Brasil
Prioridades
Vale lembrar que a Receita Federal prioriza a data de entrega das declarações e também observa uma fila para alguns grupos, que recebem a restituição antes de todo o resto (mesmo que tenham entregado a declaração nos últimos dias do prazo).
Têm prioridade na restituição do Imposto de Renda, nesta ordem:
idosos acima de 80 anos;
idosos entre 60 e 79 anos;
contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
as restituições de contribuintes que, conjuntamente, utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX;
as restituições de contribuintes que, exclusivamente, utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição por meio do sistema de pagamento PIX.
Receita Federal anuncia regras do Imposto de Renda 2026
Lotes de restituição
Neste ano, as restituições serão pagas em quatro lotes. Em 2025, foram cinco lotes de restituição do Imposto de Renda.
????️Veja o calendário de restituições do IR em 2026:
1º lote: 29 de maio;
2º lote: 30 de junho;
3º lote: 31 de julho;
4º lote: 28 de agosto.
Quem é obrigado a declarar
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
quem deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo federal antecipa 13º de aposentados e pensionistas do INSS</title>
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<description><![CDATA[      INSS antecipou pagamento de abono salarial
Jornal Nacional/ Reprodução
O governo federal decidiu antecipar o 13º aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão foi publicada em edição extra do &quot;Diário Oficial da União&quot; desta quinta-feira (19). 
O pagamento será efetuado em duas parcelas:
a primeira corresponderá a 50% sobre o valor do benefício devido na competência de abril e será paga junto aos benefícios do mês;
a segunda parcela corresponderá à diferença entre o valor total do 13º salário e a parcela antecipada. O valor será pago junto aos benefícios de maio.
Segundo o decreto, caso o benefício seja encerrado antes de 31 de dezembro de 2026, o beneficiário receberá o valor proporcional do 13º salário. 
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Além disso, haverá um ajuste de contas entre o valor já pago e o valor efetivamente devido, aplicável tanto a benefícios temporários quanto a benefícios permanentes, caso a cessação ocorra antes da data programada.
O pagamento vale para beneficiários que tenham recebido em 2025:
auxílio por incapacidade temporária;
auxílio-acidente;
aposentadoria;
pensão por morte; ou 
auxílio-reclusão.
O Ministério da Previdência informou que a antecipação vai injetar R$ 78,2 milhões na economia do país entre abril e maio. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.986: prêmio acumula e vai a R$ 8 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2986
O sorteio do concurso 2.986 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (19), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 8 milhões.
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Veja os números sorteados: 01 - 05 - 13 - 26 - 41 - 53
5 acertos - 33 apostas ganhadoras: R$ 30.740,63
4 acertos - 2.117 apostas ganhadoras: R$ 789,87
O próximo sorteio da Mega será no sábado (21).
Mega-Sena, concurso 2.986
Reprodução/Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ANP cobra oferta maior de combustíveis da Petrobras, mas não vê indícios de falta de produtos</title>
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<description><![CDATA[      A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) cobrou nesta quinta-feira (19) a Petrobras aumente a oferta de combustíveis no Brasil. Mas afirmou não ver indícios de desabastecimento no setor. 
Ainda assim, a diretoria da agência aprovou, nesta quinta-feira (19), um conjunto de medidas para reforçar o monitoramento do mercado nacional de gasolina e diesel, com o objetivo de garantir o abastecimento. 
Segundo a ANP, as ações buscam, “diante do cenário internacional, intensificar o acompanhamento de estoques e importações e prevenir eventuais problemas futuros”.
Entre as ações  está o envio de notificação à Petrobras, determinando que a empresa oferte de forma imediata os volumes de combustíveis referentes aos leilões de diesel e de gasolina pura de março de 2026, que haviam sido cancelados.
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Além disso, a Petrobras deverá apresentar à ANP informações detalhadas sobre importações previstas, produtos a serem ofertados, preços de compra e venda, locais de internalização, datas de chegada e identificação dos navios, entre outros dados.
Outras medidas adotadas incluem:
Sobreaviso: Produtores, importadores e distribuidores deverão enviar regularmente à ANP informações sobre estoques e importações até o encerramento da medida. De acordo com a ANP, o mecanismo permitirá um monitoramento mais dinâmico do abastecimento e subsidiará eventuais ações preventivas. 
Envio de informações ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sobre a situação atual do abastecimento nacional para avaliação do órgão.
Flexibilização de regras de estoque:  a ANP estabeleceu a obrigatoriedade de manutenção de estoques médios semanais de gasolina pura e de diesel (S10 e S500) por produtores e distribuidores. Segundo a ANP, com a  flexibilização as empresas poderão disponibilizar os combustíveis ao mercado sem a exigência de manter os níveis mínimos de estoque.
Notificação sobre abusividade de preços: produtores, distribuidores e importadores deverão adotar todas as medidas &quot;operacionalmente cabíveis para preservação do abastecimento&quot;.
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
Distribuidoras dizem que demanda aumentou e oferta diminuiu
Em carta endereçada ao governo federal mais cedo, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis relatou que as distribuidoras associadas têm observado &quot;aumento relevante da demanda por produtos&quot;. 
&quot;Porém, relatam cortes nas cotas de fornecimento e negativa de pedidos adicionais nos meses de março e abril por parte da Petrobras, o que estressa o fluxo regular de produtos”, afirmou. 
Segundo o sindicato, o volume importado de Diesel S-10 vem aumentando ano após ano e as distribuidoras seguem cumprindo seu papel de supridoras estruturais do mercado.
&quot;O cenário de momento aponta a necessidade de um aumento abrupto do uso de produto importado o que gera disrupção e stress na cadeia logística a partir dos portos”, disse o Sindicom. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio a tratativa com Vorcaro, STF pode rediscutir possibilidade de PF fechar delações sozinha</title>
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<description><![CDATA[      Imagem de Daniel Vorcaro na prisão.
Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) pode rediscutir o direito de a Polícia Federal (PF) fechar sozinha delações premiadas sem a anuência do Ministério Público Federal, ou se a participação de procuradores poderia voltar a ser necessária. 
A possibilidade é aventada por ministros da corte ouvidos pelo blog já sob a perspectiva da delação de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que foi transferido nesta quinta-feira para a Superintendência da PF em Brasília já para iniciar conversas com advogados sobre o que propor delatar.
Em junho de 2018, o STF decidiu em plenário, por 8 votos a 3, que a PF e polícias estaduais podem fechar acordos de colaboração mesmo sem a participação do Ministério Público, derrotando a Procuradoria-Geral da República (PGR). 
Os ministros dão como certo que o STF será novamente questionado por alguma das partes envolvidas na investigação do caso Master. Um pedido para reanalisar o caso poderia ser apresentado por partes envolvidas no caso Master ou pela própria PGR.
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A PGR foi quem ajuizou a ação questionando a legitimidade de delegados para celebrar os acordos de colaboração. Parte dos ministros que votaram pelo direito da PF já estão aposentados, o que tornaria o placar de um novo julgamento imprevisível.
A decisão abriu as portas para a realização da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), colaboração que foi um dos principais elementos da condenação de Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado.
Aventar um novo questionamento à jurisprudência do STF também revela a preocupação dentro do STF sobre o que Daniel Vorcaro pode falar se fechar uma delação premiada e como a participação da PGR pode tornar o processo de coleta de provas da delação mais exigente. 
Hoje, a PGR é vista entre analistas do Judiciário como próxima de parte do STF.
Há ainda o temor sobre uma delação coordenada pelo relator do caso no STF, ministro Andre Mendonça, que é visto até por seus pares como favorável a delações. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 20:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Tabela do frete: MP prevê multa de R$ 10 milhões e suspensão de empresas que descumprirem valores; veja detalhes</title>
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<description><![CDATA[      O governo publicou nesta quinta-feira (19) uma medida provisória que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas. 
O texto estabelece punições mais duras para empresas que descumprirem os valores estabelecidos na tabela do frete – incluindo multas de R$ 10 milhões e até a proibição temporária de operar no setor.
O objetivo da proposta é reforçar o controle sobre o mercado de transportes e garantir que os preços praticados não fiquem abaixo dos custos operacionais mínimos definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
????A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil.
Punições para empresas e contratantes
Ministério dos Transportes diz que governo vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete
As sanções foram divididas de acordo com o perfil do infrator, poupando o Transportador Autônomo de Cargas (TAC) das suspensões de registro, mas atingindo empresas de transporte e contratantes.
Entre as punições para as empresas de transporte, estão:
suspensão cautelar: o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pode ser suspenso em caso de descumprimento reiterado.
cancelamento do registro: Em casos considerados graves, a empresa pode ter o registro cancelado, ficando proibida de atuar no setor por até 2 anos.
Já as punições para os contratantes (embarcadores) podem ser:
multas: As penalidades financeiras para quem contratar frete abaixo do piso podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por operação, em situações de reincidência.
proibição de contratação: além da multa, o contratante pode ser impedido de realizar novos fretes por determinado período.
Responsabilização de sócios
A MP inova ao permitir a desconsideração da personalidade jurídica, o que significa que as punições e cobranças podem atingir diretamente o patrimônio dos sócios e do grupo econômico envolvido na infração.
Além disso, a regra alcança o ambiente digital: plataformas ou empresas que anunciarem fretes com valores abaixo do piso mínimo também estarão sujeitas a penalidades.
Maior rigor na fiscalização
A principal ferramenta de controle será o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT). 
Com a MP, toda operação deve ser registrada obrigatoriamente com este código, que detalha os valores pagos e o piso mínimo aplicável.
A fiscalização será potencializada pela integração de dados entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a Receita Federal e os fiscos estaduais e municipais. 
O CIOT passará a ser vinculado diretamente ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), permitindo que a ANTT bloqueie automaticamente operações que apresentem valores abaixo do permitido por lei.
Fila de caminhões em MT
Marcos Souza ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Estados devem recusar proposta do governo para reduzir ICMS nos combustíveis; Fazenda diz que está disposta a negociar</title>
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<description><![CDATA[      Estados não devem aceitar proposta para redução do ICMS
A decisão do momento entre governadores é de não aceitar a proposta do governo federal para zerar a cobrança de ICMS sobre o diesel. 
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), apresentou uma contraproposta que deve ser analisada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
O governo federal propôs aos estados, nessa quarta-feira (18), zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.
De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados.
Mas, o entendimento dos governadores é rejeitar a proposta. Secretários de Fazenda de estados como Goiás, Distrito Federal e São Paulo, por exemplo, avaliam que não é possível abrir mão da arrecadação do ICMS sobre o combustível, por causa do impacto nas contas públicas. 
O imposto é uma das principais fontes de receita das unidades federativas.
????Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.
Governo pede ICMS Zero sobre diesel para Estados
Em nota, o governo do Paraná informou que trabalha, junto ao Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), em soluções que não comprometam o equilíbrio das contas públicas, os repasses obrigatórios aos municípios e o setor produtivo. 
O estado defende que qualquer mudança na carga tributária do diesel seja precedida de consenso entre as unidades da federação.
O governo paranaense também destacou que os estados ainda enfrentam perdas de arrecadação provocadas pelas leis complementares aprovadas em 2022, que reduziram as alíquotas sobre combustíveis.
Já o Ministério da Fazenda afirmou, em nota, que mantém diálogo com os governadores para buscar um acordo, em consenso, sobre o tema.
Gasolina e diesel ficam mais caros em Fortaleza na segunda semana de março, aponta ANP.
Fabiane de Paula/SVM
Lula reforçou pedido 
Mais cedo, em evento em São Paulo, o presidente Lula reforçou o pedido aos governadores para que reduzam o ICMS sobre os combustíveis.
O presidente comentava sobre os impactos internos provocados pela guerra no Oriente Médio. Lula voltou a criticar aumentos no preço do álcool, da gasolina e as pessoas que, segundo ele, se aproveitam da situação.
Lula já tinha feito um pedido público informalmente aos governadores, que rejeitaram a proposta. Depois disso, uma equipe do Ministério da Fazenda se reuniu com representantes dos estados para formalizar a demanda.
Medidas do governo
O governo tem se articulado para tentar diminuir os impactos internos provocados pelo aumento do preço do petróleo, em decorrência da guerra. O diesel, por exemplo, já ficou mais caros para os distribuidores.
Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.
Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.
➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Correios prorrogam validade de concurso com 3,5 mil vagas por mais um ano</title>
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<description><![CDATA[      Concurso dos Correios oferece mais de 3 mil vagas de nível médio e superior
Correios/Divulgação
Nesta quinta-feira (19), os Correios anunciaram, por meio de publicação no Diário Oficial da União, a prorrogação por mais um ano da validade do concurso público destinado ao preenchimento de 3,5 mil vagas e à formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior.
Com a decisão, o processo seletivo seguirá válido até 14 de abril de 2027. Na prática, isso significa que os candidatos aprovados poderão ser convocados até essa data – embora a estatal ainda não tenha iniciado as chamadas.
Mais de 1 milhão de pessoas realizaram as provas do concurso dos Correios em dezembro de 2024, sendo a maioria para as vagas de carteiro. Essa é a maior seleção da estatal dos últimos 13 anos.
Ao todo, o concurso vai preencher 3.511 vagas imediatas. São 3.099 para o cargo de carteiro (agente de Correios), com salário inicial de R$ 2.429,26, e 412 para analista de Correios, de nível superior, cuja remuneração inicial é de R$ 6.872,48.
A carreira de analista é dividida em várias especialidades. Há vagas para advogado, analista de sistemas, arquiteto, arquivista, assistente social e engenheiro. E elas estão distribuídas nas 28 superintendências estaduais (SE) dos Correios.
Do total de vagas a serem preenchidas, 30% são reservadas para negros (pretos e pardos) e indígenas, e 10% para pessoas com deficiência.
Além da remuneração, que aumenta conforme o tempo de serviço e o mérito do funcionário, os Correios oferecem uma série de benefícios que ajudam a complementar a renda dos trabalhadores selecionados, como:
Vale-alimentação/refeição: quase R$ 1,4 mil por mês.
Vale-transporte: disponível para todos os funcionários.
Plano de saúde: possibilidade de adesão.
Auxílio-creche/auxílio-babá: até R$ 714,72 para empregadas com filhos menores de 7 anos.
Reembolso de despesas para filhos dependentes de cuidados especiais: até R$ 1.030,58.
Adicional de atividades externas: 30% do salário-base (inicialmente R$ 728).
Adicional por serviço no fim de semana: 15% do salário-base pelas horas trabalhadas.
Gratificação de &quot;quebra de caixa&quot;: R$ 267,64 para quem atua em guichês de agências.
Concurso dos Correios: resultado preliminar é divulgado; veja como acessar ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quem é Dario Durigan, que vai assumir Ministério da Fazenda no lugar de Haddad</title>
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<description><![CDATA[      Secretário executivo da Fazenda, Dario Durigan.
Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
O secretário-executivo Dario Durigan, atual número dois na linha de comando do Ministério da Fazenda, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 
Esta quinta-feira (19) é o último dia de trabalho de Fernando Haddad à frente do Ministério. Ele vai deixar a linha de frente do Executivo para concorrer ao governo de São Paulo. 
O próprio ministro confirmou a informação nesta quinta-feira (19), num evento em São Paulo. Mesma cerimônia em que o presidente Lula pediu para Durigan se apresentar para as pessoas como substituto de Haddad.
&quot;Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario, levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. [Ele] será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas&quot;, disse Lula.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Trajetória
Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas &quot;medidas de recomposição de receitas&quot;, ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.
Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.
Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.
Desafios na Fazenda
À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.
Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.
Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes). 
Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.
Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.
Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além da busca por receitas para cumprir a meta fiscal, o novo ministro também terá de lidar com as restrições impostas pelo arcabouço fiscal. 
Segundo analistas, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios. 
???? A explicação é que há um limite para despesas totais fixado pelo arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. As despesas não ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 15:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>China restringe exportações de fertilizantes; país é um dos principais fornecedores do Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil
A China está restringindo as exportações de fertilizantes para proteger seu mercado interno, segundo várias fontes do setor, informou a agência de notícias Reuters. 
A medida coloca pressão adicional sobre os mercados globais que já estão lutando contra a escassez causada pela guerra dos EUA e Israel contra o Irã.
O país é o terceiro maior fornecedor de fertilizantes do Brasil. Segundo dados do Comexstat, plataforma do Ministério do Comércio Exterior, o país representou 11,5% das compras brasileiras em 2025, totalizando mais de US$ 93 milhões.
O país também é importante para o restante do mundo. Seus embarques foram avaliados em mais de US$13 bilhões no ano passado. 
Apesar disso, a China já tem um histórico de controle das exportações para manter os preços baixos para os agricultores.
As remessas pelo Estreito de Ormuz, bloqueado pela guerra, são responsáveis por cerca de um terço do suprimento por via marítima. Em meados de março, Pequim proibiu as exportações de misturas de fertilizantes de nitrogênio e potássio e de certas variedades de fosfato, disseram fontes à Reuters.
A proibição, que não foi formalmente revelada, foi reportada no início desta semana pela Bloomberg News.
Além das proibições existentes e das cotas de exportação de ureia, apenas alguns fertilizantes -- principalmente o sulfato de amônio -- podem ser exportados, disseram cinco fontes à Reuters.
Isso significaria que cerca de metade das exportações da China no ano passado estão restritas, potencialmente até 40 milhões de toneladas, de acordo com uma estimativa da Reuters.
&quot;Esse padrão é consistente: a China restringe os suprimentos em vez de vir em socorro durante a escassez global&quot;, disse Matthew Biggin, analista sênior de commodities da BMI à Reuters.
&quot;As restrições à exportação existem por causa do equilíbrio interno apertado -- eles estão priorizando a segurança alimentar e isolando seu mercado interno dos choques de preços&quot;, disse.
As restrições de Pequim, como a medida tomada na semana passada de proibir as exportações de combustível refinado, ocorrem no momento em que os governos limitam as exportações de produtos cujos insumos foram ameaçados pela interrupção da guerra, agravando a escassez e os preços mais altos em todo o mundo.
Os preços internacionais da ureia aumentaram cerca de 40% em relação aos níveis anteriores à guerra. Na China, os futuros da ureia estão próximos de uma máxima de 10 meses.
Apesar disso, para os produtores brasileiros, esse encarecimento deve afetar apenas as safras que são plantadas a partir do segundo semestre, aponta Paulo Pavinato, professor associado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP).
Isso ocorre porque o fertilizante usado agora já foi comprado. Nos Estados Unidos, a situação é diferente: os produtores ainda estão adquirindo o produto e podem sentir o impacto de forma imediata.
Saiba mais: Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entenda
Por que fertilizantes são importantes?
Os fertilizantes são essenciais para o crescimento das plantas e o rendimento das colheitas. Os preços mais altos podem levar à redução do uso, ou os agricultores podem mudar para culturas que exijam menos fertilizantes.
No ano passado, a China enviou ao Brasil, à Indonésia e à Tailândia cerca de um quinto de suas importações de fertilizantes, e esse número ficou em um terço para a Malásia e a Nova Zelândia, de acordo com dados do International Trade Centre. Para a Índia, foi cerca de 16%, de acordo com dados comerciais.
Entre metade e 80% dessas exportações estão agora restritas, de acordo com uma análise da Reuters dos dados alfandegários chineses.
&quot;Compradores esperavam que a China interviesse e preenchesse a lacuna de fornecimento, mas essa decisão apenas restringirá ainda mais o fornecimento&quot;, disse um funcionário de uma empresa de fertilizantes com sede em Nova Délhi, em referência às recentes restrições.
O funcionário da empresa não quis se identificar devido à sensibilidade do assunto.
‘Situação precária’: caminhoneiros sem água e banheiro por dias em porto no Pará revelam falhas no transporte de safras
Quando as exportações vão ser retomadas?
Na quarta-feira, as Filipinas disseram que a China havia garantido que as exportações de fertilizantes não seriam restringidas.
Questionado sobre os comentários um dia depois, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China encaminhou a questão para outros departamentos.
A Administração Geral de Alfândega da China, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e o Ministério do Comércio não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.
Em uma conferência sobre fertilizantes em Xangai na quarta-feira (18), cinco vendedores disseram que não esperavam que as proibições de fertilizantes fossem suspensas antes de agosto, após o período de pico de exportação da China, de junho a agosto.
O ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após início da guerra no Oriente Médio, Tesouro Nacional recompra quase R$ 50 bilhões em títulos e ajuda a conter alta no juro futuro</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/apos-inicio-da-guerra-no-oriente-medio-tesouro-nacional-recompra-quase-r-50-bilhoes-em-titulos-e-ajuda-a-conter-alta-no-juro-futuro</link>
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<description><![CDATA[      A Secretaria do Tesouro Nacional comprou nesta semana R$ 49 bilhões em títulos públicos, que haviam sido colocados nos últimos anos no mercado financeiro, por conta dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Trata-se da maior operação de recompra já realizada pela instituição. 
Oficialmente, o Tesouro informa que o objetivo da atuação é &quot;oferecer suporte ao mercado de títulos públicos, assegurando seu bom funcionamento e o de mercados correlatos&quot;.
A taxa Selic, fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que atualmente está em 14,75% ao ano, tem efeito somente no curto prazo. 
Já a curva de juros do mercado futuro, afetada pelos leilões do Tesouro Nacional, é definida pelas condições do mercado (oferta e demanda).
O cenário global das últimas semanas, com a eclosão da guerra no Oriente Médio, pressionou para cima a curva de juros.
????Em termos práticos, ao recomprar papeis do mercado financeiro, o Tesouro Nacional aumenta a demanda por esses títulos, o que eleva o seu preço e, consequentemente, diminui sua taxa de juros. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como esses papeis têm prazos longos, seus juros servem de base para a chamada &quot;curva&quot;, ou seja, as apostas do mercado para os próximos anos. 
A atuação tem o efeito, portanto, de injetar &quot;liquidez&quot; ao mercado financeiro, ou seja, liberar recursos aos bancos, e, com isso, conter movimento desordenado de pressão altista na curva de juros — que serve de base para o mercado fixar as taxas cobradas nos empréstimos a empresas e pessoas físicas.
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters
Impacto da guerra  
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país pelo aumento do diesel, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes da gasolina. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.
A preocupação imediata, segundo analistas, é com a falta de abastecimento de diesel no país, além do impacto do aumento dos preços no dólar e na inflação. O que já está resultando em um cenário de corte menor dos juros básicos da economia. 
Nesta quinta, o Banco Central (BC) avaliou que o cenário global &quot;prospectivo&quot; (futuro) &quot;segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais&quot;, ou seja, subida do petróleo, pressão sobre o dólar, os juros futuros e impacto na bolsa de valores - que opera em queda hoje. 
&quot;As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco&quot;, avaliou o BC. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Lula diz estar &amp;apos;triste&amp;apos; com decisão do BC de reduzir taxa de juros em &amp;apos;só&amp;apos; 0,25 ponto percentual</title>
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<description><![CDATA[ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (19) que está &quot;triste&quot; com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, de reduzir a taxa de juros em 0,25 ponto percentual apenas.
O petista deu a declaração durante um evento do governo federal em São Paulo, um dia após a reunião do Copom que reduziu a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75%. 
Lula disse que esperava um corte maior, de 0,5 ponto percentual, e lamentou a decisão do colegiado do Banco Central, que considerou os impactos da guerra no Irã para fixar a redução.
&quot;Hoje é um dia que eu poderia estar mais feliz, mas eu estou triste. Estou triste, Fernando Haddad, porque eu esperava que o nosso Banco Central abaixasse o juros em pelo menos 0,5, e abaixou só 0,25, dizendo que é por causa da guerra. Porra, essa guerra até no nosso Banco Central, não é possível&quot;, criticou Lula.
&quot;Nós estamos fazendo um sacrifício, que vocês não tem noção, pra fazer a economia crescer, para fazer a geração de emprego, para aumentar os salários, vocês não têm noção. O Haddad vai passar para a história como o ministro da Fazenda mais exitoso do país, porque ele conseguiu aprovar uma reforma tributária que há 40 anos se esperava&quot;, acrescentou o presidente. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Em evento em São Paulo, Lula confirma Dario Durigan como substituto de Haddad</title>
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<description><![CDATA[      Secretário executivo da Fazenda, Dario Durigan.
Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
Com a previsão de que Fernando Haddad deixar o Ministério da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, o secretário-executivo Dario Durigan, número dois na linha de comando, deve chefiar a pasta até o fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
A informação foi confirmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (19), durante um evento em São Paulo. Lula lia a nominata, antes de discursar, quando pediu para Durigan se levantar para as pessoas o conhecerem.
&quot;Queria cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Dario levanta aí, levanta para as pessoas conhecerem o Dario. Será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda a partir do anúncio do Haddad. Olha bem para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas&quot;, afirmou.
Haddad estava presente no evento e discursou em tom de balanço de gestão.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Trajetória
Desde 2023 no Executivo, Durigan ajudou nas chamadas &quot;medidas de recomposição de receitas&quot;, ou seja, nos aumentos de tributos anunciados pelo governo nos últimos anos, assim como na articulação e regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e no fechamento de uma renegociação sobre a dívida dos estados, entre outros temas.
Antes da área econômica, trabalhou como consultor na Advocacia-Geral da União, entre 2017 e 2019, e no setor privado, entre 2020 e 2023, como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp. Ele coordenava temas relacionados a políticas públicas e comunicação. Durigan também fez parte da equipe de Haddad em 2015 e 2016, na prefeitura de São Paulo.
Advogado formado pela Universidade de São Paulo (USP), o novo ministro da Fazenda tem perfil mais discreto, menos afeito aos holofotes. Entretanto, possui bom trânsito dentro do governo e é visto por interlocutores como bom articulador junto aos setores da economia real.
Desafios na Fazenda
À frente do Ministério da Fazenda, Dario Durigan terá de coordenar as ações da área econômica do governo durante a campanha presidencial de Lula à uma nova reeleição, período que costuma ser tenso, marcado por embates com a oposição e divulgação de notícias falsas.
Temas como o fim da jornada 6 por 1, do Imposto de Renda sobre lucros e resultados dos trabalhadores, entre outros, devem entrar na pauta. A área econômica também citou, recentemente, a possível revisão de benefícios sociais e uma reforma de encargos sobre a folha de pagamentos.
Outro assunto da pauta econômica em 2026 é a regulamentação e a transição da reforma tributária. O governo trabalha para implementar a CBS, seu imposto sobre consumo, em 2027 e, para isso, divulga normas operacionais de transição neste ano (período de testes). 
Na regulamentação da reforma tributária, embora boa parte dos temas já tenham sido abordados pelo Congresso, um deles, extremamente polêmico, ainda terá de ser debatido no Legislativo: o imposto seletivo, chamado de imposto do pecado.
Pelas regras, esse imposto será cobrado sobre produtos com externalidade negativa na economia, ou seja, que geram problemas sociais e repercussões de aumento de gastos, como bebidas alcoólicas e cigarros, entre outros. O problema é que tende a haver um aumento de preços desses produtos com a regulamentação, um debate que acontecerá em ano eleitoral.
Além disso, Durigan também terá de conduzir o processo orçamentário até o fim de 2026, período no qual o governo tem por meta retomar o superávit em suas contas (considerando os limites do arcabouço fiscal e o abatimento de precatórios).
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além da busca por receitas para cumprir a meta fiscal, o novo ministro também terá de lidar com as restrições impostas pelo arcabouço fiscal. 
Segundo analistas, o espaço para os gastos livres dos ministérios será apertado neste ano, o que tende a levar a bloqueios de despesas dos ministérios. 
???? A explicação é que há um limite para despesas totais fixado pelo arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. As despesas não podem ter  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Estados devem recusar proposta do governo de reduzir ICMS, e Fazenda diz que está disposta a negociar</title>
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<description><![CDATA[      Estados não devem aceitar proposta para redução do ICMS
A decisão do momento entre governadores é de não aceitar a proposta do governo federal para zerar a cobrança de ICMS sobre o diesel. 
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), apresentou uma contraproposta que deve ser analisada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
O governo federal propôs aos estados, nessa quarta-feira (18), zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.
De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão por mês aos estados.
Mas, o entendimento dos governadores é rejeitar a proposta. Secretários de Fazenda de estados como Goiás, Distrito Federal e São Paulo, por exemplo, avaliam que não é possível abrir mão da arrecadação do ICMS sobre o combustível, por causa do impacto nas contas públicas. 
O imposto é uma das principais fontes de receita das unidades federativas.
????Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.
Governo pede ICMS Zero sobre diesel para Estados
Em nota, o governo do Paraná informou que trabalha, junto ao Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), em soluções que não comprometam o equilíbrio das contas públicas, os repasses obrigatórios aos municípios e o setor produtivo. 
O estado defende que qualquer mudança na carga tributária do diesel seja precedida de consenso entre as unidades da federação.
O governo paranaense também destacou que os estados ainda enfrentam perdas de arrecadação provocadas pelas leis complementares aprovadas em 2022, que reduziram as alíquotas sobre combustíveis.
Já o Ministério da Fazenda afirmou, em nota, que mantém diálogo com os governadores para buscar um acordo, em consenso, sobre o tema.
Gasolina e diesel ficam mais caros em Fortaleza na segunda semana de março, aponta ANP.
Fabiane de Paula/SVM
Lula reforçou pedido 
Mais cedo, em evento em São Paulo, o presidente Lula reforçou o pedido aos governadores para que reduzam o ICMS sobre os combustíveis.
O presidente comentava sobre os impactos internos provocados pela guerra no Oriente Médio. Lula voltou a criticar aumentos no preço do álcool, da gasolina e as pessoas que, segundo ele, se aproveitam da situação.
Lula já tinha feito um pedido público informalmente aos governadores, que rejeitaram a proposta. Depois disso, uma equipe do Ministério da Fazenda se reuniu com representantes dos estados para formalizar a demanda.
Medidas do governo
O governo tem se articulado para tentar diminuir os impactos internos provocados pelo aumento do preço do petróleo, em decorrência da guerra. O diesel, por exemplo, já ficou mais caros para os distribuidores.
Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.
Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra.
➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Petróleo em alta encarece diesel e gasolina; veja como guerra pesa no bolso do brasileiro</title>
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<description><![CDATA[      Governo federal propõe aos estados zerar o ICMS sobre a importação de diesel
A escalada da guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz  já prejudicam o bolso do brasileiro. O centro do problema está no preço do barril de petróleo, que chegou a US$ 115 nesta quinta-feira (19), reforçando o aumento de preços de combustíveis e energia.
Em uma semana, o preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11%, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.
Segundo especialistas ouvidos pelo g1, essa pressão sobre a inflação brasileira pode começar a aparecer em cerca de um mês, a depender da intensidade do conflito e de quanto pode durar o fechamento do Estreito de Ormuz.
O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.
“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão.
Outro fator que pressiona os preços é o dólar, que chegou à casa dos R$ 5,26, uma alta de 2,5% desde o início do conflito. Em momentos de tensão geopolítica, investidores tendem a buscar proteção em ativos considerados mais seguros, como a moeda americana. Isso aumenta a demanda pelo dólar e faz a cotação subir.
Um dólar mais caro encarece produtos importados e também aqueles que, embora produzidos no Brasil, têm preços definidos no mercado internacional — como combustíveis e diversas commodities. Além disso, muitos insumos usados pela indústria são cotados em dólar. 
Com a alta da moeda, esses custos das empresas sobem e acabam sendo repassados ao consumidor final, pressionando ainda mais a inflação.
Entenda mais abaixo.
Petróleo, indústria e agro
Desde o ataque dos EUA e de Israel ao Irã, o salto no preço do petróleo no mercado internacional foi o efeito mais marcante. Em relação ao fim de 2025, quando a commodity fechou cotada a US$ 60, o valor quase dobrou.
“Quanto mais o conflito se prolongar e comprometer o fluxo de petróleo pelo mundo, maior será a tendência de alta nos preços do barril”, afirma André Braz, coordenador dos índices de preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).
O petróleo é matéria-prima de combustíveis — como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha — e de diversos insumos, como plásticos, borracha, fertilizantes e medicamentos. Isso gera um efeito em cadeia, pressionando os custos de produção e a logística da indústria e do agronegócio.
Uma alta no preço do diesel, por exemplo, tende a elevar o custo do frete rodoviário, o que pode resultar em aumento nos preços de produtos transportados por estradas. “Além disso, a gasolina é um dos itens mais relevantes para a inflação, representando 5% do IPCA”, afirma o especialista. 
Além do transporte, o agronegócio sofre com o custo de funcionamento das máquinas agrícolas e com o encarecimento dos fertilizantes químicos — que também são parte relevante das importações brasileiras vindas do Irã.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que adubos e fertilizantes químicos responderam por 93,5% do total importado pelo Brasil do país do Oriente Médio em janeiro deste ano.
Há impacto também na produção de energia elétrica, especialmente nas termelétricas. Elas geram energia a partir de combustíveis e costumam ser acionadas em períodos de seca, quando os reservatórios das hidrelétricas ficam mais baixos.
“A indústria brasileira está inserida em cadeias globais, e qualquer instabilidade em rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz repercute nos fretes, nos seguros e na energia”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Flávio Roscoe.
Por outro lado, o aumento nos preços do petróleo costuma favorecer a balança comercial do Brasil, já que o país é um grande exportador da commodity e seu valor influencia diretamente o resultado financeiro das petrolíferas.
“Isso já pode pressionar por um ajuste no preço da gasolina. Se houver anúncio, é provável que o valor acompanhe a tendência do petróleo e permaneça elevado enquanto a commodity continuar em alta”, afirma André Braz.
Pressão no dólar e nos juros
???? A moeda americana é uma das mais negociadas do mundo e pode ser comprada e vendida com facilidade, sem grandes distorções de preço. Por isso, em momentos como esse, investidores costumam vender aplicações mais arriscadas, como ações na bolsa, e migrar para opções mais seguras, como o dólar.
“O dólar normalmente se valoriza em momentos de incerteza e cautela in ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ataques a infraestruturas de gás e temor de escalada no Oriente Médio afetam bolsas mundiais</title>
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<description><![CDATA[      Trump ameaça destruir totalmente parte iraniana do maior campo de gás do mundo
A escalada do conflito no Oriente Médio fez os preços do petróleo e do gás dispararem e levou as bolsas mundiais a operar em queda nesta quinta-feira (19). A tensão aumentou após novos ataques do Irã contra o Catar e ameaças de retaliação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Com o risco de uma nova alta da inflação global, bancos centrais adotam cautela em relação a possíveis cortes nas taxas de juros.
Na Europa, três das quatro principais bolsas europeias registravam quedas de 2% ou mais por volta do meio-dia. O índice de Frankfurt liderava as perdas, com recuo de 2,56%, seguido por Milão (-2,46%) e Londres (-2,19%). Em Paris, o índice CAC 40 caía 1,83%.
Nos Estados Unidos, Wall Street também abriu em baixa. Os contratos futuros apontavam queda de 0,37% para o Dow Jones Industrial Average, 0,54% para o Nasdaq Composite e 0,38% para o S&amp;P 500.
Mesmo com alguma estabilização ao longo do dia, os preços da energia continuam pressionando os mercados. O Brent crude oil, referência global do petróleo, era negociado a US$ 113,92 por barril, alta de 6,09%.
Mais cedo, o barril chegou a US$ 118,03, cerca de 10% acima do valor do dia anterior.
Já o contrato futuro de gás natural TTF natural gas futures — referência na Europa — subia 17,47%, para € 64,21 por megawatt-hora.
Instalações de produção de gás natural liquefeito da Qatar Energy em 2 de março de 2026
REUTERS/Stringer
Escalada dos ataques 
Nas últimas 24 horas, importantes campos de petróleo e gás no Oriente Médio, ao redor do Golfo, foram alvos de ataques, aumentando os temores de uma crise de produção e abastecimento. &quot;A escalada geopolítica atingiu um novo patamar&quot;, observou o analista John Plassard, chefe de estratégia de investimentos do Cité Gestion Private Bank.
&quot;Os mercados de ações estão sendo pressionados pelo medo, pelos ataques a instalações de GNL (gás natural liquefeito) no Catar e pelo fato de o Fed não ter pressa em socorrer os mercados&quot;, disse Neil Wilson, analista da Saxo Markets.
&quot;Israel atacou o campo de gás de South Pars, no Irã, provocando retaliação de Teerã, que lançou ataques contra o terminal de gás natural liquefeito de Ras Laffan, no Catar, e ameaçou realizar novos ataques contra outros países do Golfo&quot;, observou ele.
No Kuwait, duas refinarias também foram incendiadas após um ataque com drones na manhã desta quinta-feira (19).
Banco da Inglaterra mantém juros 
O Banco da Inglaterra (BoE) manteve sua taxa básica de juros inalterada em 3,75% nesta quinta-feira, seguindo a liderança do Fed no dia anterior, e adiando indefinidamente o retorno à meta de inflação, devido à disparada dos preços da energia.
&quot;A guerra no Oriente Médio elevou os preços da energia globalmente. Isso já é visível nos postos de gasolina e, se continuar, contribuirá para contas de energia mais altas para as famílias este ano”, alertou o presidente do Banco Central britânico, Andrew Bailey.
Na quarta-feira, o Fed, manteve sua taxa básica de juros inalterada, mas o presidente, Jerome Powell, alertou que &quot;as repercussões dos eventos no Oriente Médio sobre a economia dos EUA são incertas&quot;. 
&quot;No curto prazo, o aumento dos preços da energia elevará a inflação geral&quot;, advertiu ele.
Reunião do BCE 
Os mercados aguardam agora a reunião do Banco Central Europeu (BCE), na tarde desta quinta-feira. A expectativa é que as taxas de juros no bloco subam, diante da alta dos preços do petróleo e dos riscos de inflação na zona do euro. Mas a mensagem da presidente, Christine Lagarde, será analisada com atenção.
&quot;A declaração do BCE provavelmente será restritiva, possivelmente indicando um aperto da política monetária ainda este ano, dependendo da duração do conflito no Oriente Médio e de seu impacto a médio prazo nos preços do petróleo&quot;, prevê o analista Ipek Ozkardeskaya, do Swissquote.
O conflito levou a uma quase paralisação do Estreito de Ormuz pelo Irã – uma importante via navegável por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial. 
O impacto já é sentido na Europa nos preços dos combustíveis e nas empresas, principalmente nas que consomem muita energia. Caso o conflito se prolongue, economistas alertam para o risco de crescimento ainda mais fraco combinado com inflação mais alta — um cenário especialmente desafiador para o BCE.
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Governo corre contra o tempo para evitar uma ‘crise do diesel’ ainda maior ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Após início da guerra no Oriente Médio, Tesouro Nacional recompra quase R$ 50 bilhões em títulos e ajuda conter alta nos juros futuros</title>
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<description><![CDATA[      A Secretaria do Tesouro Nacional comprou nesta semana R$ 49 bilhões em títulos públicos, que haviam sido colocados nos últimos anos no mercado financeiro, por conta dos efeitos da guerra no Oriente Médio. Trata-se da maior operação de recompra já realizada pela instituição. 
Oficialmente, o Tesouro informa que o objetivo da atuação é &quot;oferecer suporte ao mercado de títulos públicos, assegurando seu bom funcionamento e o de mercados correlatos&quot;.
A taxa Selic, fixada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que atualmente está em 14,75% ao ano, tem efeito somente no curto prazo. 
Já a curva de juros do mercado futuro, afetada pelos leilões do Tesouro Nacional, é definida pelas condições do mercado (oferta e demanda).
O cenário global das últimas semanas, com a eclosão da guerra no Oriente Médio, pressionou para cima a curva de juros.
????Em termos práticos, ao recomprar papeis do mercado financeiro, o Tesouro Nacional aumenta a demanda por esses títulos, o que eleva o seu preço e, consequentemente, diminui sua taxa de juros. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como esses papeis têm prazos longos, seus juros servem de base para a chamada &quot;curva&quot;, ou seja, as apostas do mercado para os próximos anos. 
A atuação tem o efeito, portanto, de injetar &quot;liquidez&quot; ao mercado financeiro, ou seja, liberar recursos aos bancos, e, com isso, conter movimento desordenado de pressão altista na curva de juros — que serve de base para o mercado fixar as taxas cobradas nos empréstimos a empresas e pessoas físicas.
Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio
Reuters
Impacto da guerra  
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país pelo aumento do diesel, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes da gasolina. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.
A preocupação imediata, segundo analistas, é com a falta de abastecimento de diesel no país, além do impacto do aumento dos preços no dólar e na inflação. O que já está resultando em um cenário de corte menor dos juros básicos da economia. 
Nesta quinta, o Banco Central (BC) avaliou que o cenário global &quot;prospectivo&quot; (futuro) &quot;segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais&quot;, ou seja, subida do petróleo, pressão sobre o dólar, os juros futuros e impacto na bolsa de valores - que opera em queda hoje. 
&quot;As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco&quot;, avaliou o BC. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Premiê do Catar diz que ataque do Irã a polo de gás tem &amp;apos;impacto significativo&amp;apos; no fornecimento global de energia</title>
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<description><![CDATA[      Israel bombardeia campo de gás natural no Golfo Pérsico
O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, condenou nesta quinta-feira os ataques do Irã ao principal polo de gás do país. A ofensiva ocorreu um dia após Teerã lançar uma série de ações contra infraestruturas energéticas no Golfo.
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“Este ataque tem repercussões significativas para o fornecimento global de energia. Ações como essa não trazem benefício direto a nenhum país; ao contrário, prejudicam e impactam diretamente as populações”, afirmou o premiê em entrevista coletiva.
A declaração foi feita após danos extensos à instalação de Ras Laffan, considerada o principal centro de processamento e exportação de gás natural do país.
Reunião de chanceleres de países do Oriente Médio
X / Reprodução
Guerra se espalha
Ao contrário de conflitos recentes na região, como a guerra entre Irã e Israel de junho de 2025 e entre Israel e Hamas, a atual Guerra no Irã extrapolou as fronteiras dos países diretamente envolvidos e se alastrou pelo Oriente Médio.
Os combates, que entram agora na terceira semana, tiveram início em 28 de fevereiro com bombardeios conjuntos de EUA e Israel contra o território iraniano, resultando na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei. Uma escola com estudantes também foi atingida, entre outros alvos.
Trump ameaça explodir campo de gás iraniano caso país não pare de atacar Catar
O Irã lançou ataques retaliatórios pouco depois, não só contra Israel, mas também em direção a embaixadas, a bases americanas espalhadas pela região e também a alvos civis, como prédios que supostamente abrigariam funcionários americanos.
Ao mesmo tempo, Hezbollah e Israel intensificaram as hostilidades em meio ao conflito, arrastando o Líbano, inclusive sua capital, Beirute, para o teatro de operações.
De todos os países do Golfo, é o que costuma ter melhores relações com o Irã, já que tanto seu governo quanto sua população são de maioria xiita. O país, porém, também abriga a maior base aérea americana da região, atacada por Teerã.
Doha interrompeu sua produção de gás natural depois de ter duas instalações danificadas por ataques iranianos. Dois caças do Irã também foram abatidos pela Força Aérea catari. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Após disparada do petróleo, países europeus e Japão falam em ajudar a liberar Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Ataque israelense provoca incêndio no campo de gás South Pars, no Irã
Após rejeitar o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, países europeus e o Japão disseram nesta quinta-feira (19) que estão &quot;prontos&quot; para se juntar aos &quot;esforços&quot; para liberar a passagem pelo canal marítimo.
Em um comunicado conjunto, governos de Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão afirmaram ainda que vão tomar medidas para estabilizar o mercado de energia, afetado pelos ataques do Irã a infraestruturas no Golfo Pérsico. O preço do petróleo disparou após os novos ataques.
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&quot;Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito&quot;, diz a declaração. &quot;Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando&quot;. 
A nota é um aceno ao governo de Donald Trump, que havia criticado os aliados após eles negarem o pedido por embarcações militares para escoltar navios comerciais no estreito. Nesta quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, chamou os países europeus de &quot;ingratos&quot;. 
Estreito de Ormuz
Arte/g1
O  comunicado, no entanto, não especifica de que forma os países ajudariam no Estreito de Ormuz, uma via marítima no Oriente Médio por onde circulam navios transportando cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo. 
???? O Irã, que fica em uma das pontas do estreito, disse ter fechado a passagem e vem atacando navios que passam por lá.
O comunicado conjunto ainda elogia a liberação de reservas estratégicas de petróleo pelos Estados Unidos e diz que &quot;tomaremos outras medidas para estabilizar os mercados de energia, incluindo trabalhar com certos países produtores para aumentar a produção&quot;.
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&#039;Não é nossa guerra&#039;
No início da semana, países da Europa haviam rejeitado o pedido de Trump para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz e ajudassem na guerra contra o Irã.
O ministro da Defesa da Alemanha, um dos países que haviam negado o pedido de Trump, disse que não ajudaria porque &quot;esta não é a nossa guerra&quot;. 
&quot;O que Trump espera de um punhado de fragatas europeias que a poderosa Marinha dos EUA não possa fazer? Esta não é a nossa guerra, nós não a começamos&quot;, disse o ministro Boris Pistorius ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Irã considera cobrar taxas de navios no Estreito de Ormuz, diz parlamentar</title>
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<description><![CDATA[      Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026.
SAHAR AL ATTAR / AFP
O Irã estuda cobrar taxas de embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, segundo um parlamentar do país. A medida pode representar uma tentativa de transformar em receita o controle estratégico da via, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás liquefeito comercializados no mundo.
Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, Teerã tem interrompido o tráfego marítimo no estreito para embarcações que, segundo o governo, têm ligação com seus adversários e aliados.
De acordo com a &quot;Iranian Students&#039; News Agency&quot;, o parlamentar afirmou que o Congresso analisa um projeto que prevê a cobrança de pedágios e taxas de países que utilizam a rota para transporte marítimo, energia e alimentos.
Trump diz que EUA não precisam de ninguém para reabrir o Estreito de Ormuz
Um assessor do líder supremo do Irã disse que um “novo regime para o Estreito de Ormuz” será implementado após o fim do conflito. A proposta permitiria ao país impor restrições marítimas a nações que adotaram sanções contra Teerã.
“Ao usar a posição estratégica do Estreito de Ormuz, podemos sancionar o Ocidente e impedir que seus navios passem por essa via”, afirmou Mohammad Mokhber nesta quinta-feira, segundo a agência Mehr News Agency.
Infográfico - Estreito de Ormuz
Arte/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 12:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Irã considera cobrar taxas de navios no Estreito de Hormuz, diz parlamentar</title>
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SAHAR AL ATTAR / AFP
O Irã estuda cobrar taxas de embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, segundo um parlamentar do país. A medida pode representar uma tentativa de transformar em receita o controle estratégico da via, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás liquefeito comercializados no mundo.
Desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, Teerã tem interrompido o tráfego marítimo no estreito para embarcações que, segundo o governo, têm ligação com seus adversários e aliados.
De acordo com a &quot;Iranian Students&#039; News Agency&quot;, o parlamentar afirmou que o Congresso analisa um projeto que prevê a cobrança de pedágios e taxas de países que utilizam a rota para transporte marítimo, energia e alimentos.
Trump diz que EUA não precisam de ninguém para reabrir o Estreito de Ormuz
Um assessor do líder supremo do Irã disse que um “novo regime para o Estreito de Ormuz” será implementado após o fim do conflito. A proposta permitiria ao país impor restrições marítimas a nações que adotaram sanções contra Teerã.
“Ao usar a posição estratégica do Estreito de Ormuz, podemos sancionar o Ocidente e impedir que seus navios passem por essa via”, afirmou Mohammad Mokhber nesta quinta-feira, segundo a agência Mehr News Agency.
Infográfico - Estreito de Ormuz
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em alta com escalada de ataques no Oriente Médio e disparada do petróleo; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera nesta quinta-feira (19) em alta de 0,67%, cotado a R$ 5,2808, por volta das 10h10. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caía 1,1%, a 177.664 pontos. Os investidores estão mais cautelosos no mundo todo por conta do aumento dos ataques a instalações de energia no Oriente Médio, o que voltou a fazer o preço do petróleo disparar. 
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ O Irã anunciou uma nova fase da guerra, passando a mirar estruturas de energia no Golfo ligadas aos Estados Unidos, em retaliação ao ataque de Israel ao maior campo de gás do mundo em território iraniano. Ação provocou uma disparada nos preços do petróleo e do gás natural.
???? O Brent — referência do mercado — alcançou o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. Por volta das 8h20 desta quinta, o preço futuro do gás natural na Europa registrava alta de cerca de 16%. Mais cedo, o gás chegou a subir 35% na região.
▶️No Brasil, o governo tenta conter uma alta do diesel em ano eleitoral, em meio à disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio. A proposta é zerar o ICMS sobre a importação do combustível até o fim de maio, com metade das perdas dos estados compensada pela União.
▶️ Com poucos indicadores previstos no cenário local, os investidores voltam a atenção para as decisões de juros de outras grandes economias ao redor do mundo, como os anúncios do Banco do Japão (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).
▶️Ainda no radar estão as as decisões de juros: no Brasil, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, enquanto, nos EUA, o Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,18%;
Acumulado do ano: -4,43%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,12%;
Acumulado do mês: -4,85%;
Acumulado do ano: +11,49%.
Novos ataques no Oriente Médio
A guerra no Oriente Médio entrou em uma nova fase, segundo o Irã, que anunciou ataques a instalações de energia ligadas aos Estados Unidos como resposta aos bombardeios contra sua própria infraestrutura, atribuídos a Israel com apoio americano. 
A escalada teve início após o ataque ao campo de gás South Pars, no Irã — o maior do mundo —, e ganhou força com a retaliação iraniana, que atingiu estruturas energéticas em países como Catar e Arábia Saudita, incluindo uma importante unidade de processamento de gás no território catariano.
Diante desse cenário, os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o barril superando US$ 115, enquanto o gás natural também subiu forte na Europa. O movimento reflete o temor de interrupções no fornecimento global de energia. 
Nos EUA, o governo de Donald Trump teria apoiado a ofensiva inicial, mas tenta conter novos ataques a esse tipo de infraestrutura, enquanto avalia os próximos passos conforme a reação do Irã.
Mercados globais
Em Wall Street, os índices futuros apontavam para abertura em queda, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques a ativos estratégicos do setor de petróleo. 
Por volta das 9h27 (de Brasília), o Dow Jones futuro caía 0,38%, enquanto o S&amp;P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%.
Na Europa, os mercados também operam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação. 
No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.
Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%.
Na Ásia, as bolsas fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global. 
Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar e real
 Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ferrari suspende entregas no Oriente Médio devido à guerra</title>
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<description><![CDATA[      Ferrari 296 GTB
Divulgação/ Ferrari
Segundo a Reuters, a montadora italiana de carros esportivos Ferrari suspendeu nesta quinta-feira (19) temporariamente as entregas no Oriente Médio, enquanto a guerra avança na região.
“Estamos monitorando de perto os desdobramentos no Oriente Médio e as possíveis implicações para o nosso negócio”, afirmou a empresa em comunicado.
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“Neste momento, suspendemos temporariamente as entregas na região, enquanto gerenciamos algumas entregas por via aérea”, acrescentou a companhia.
A região do Oriente Médio é importante para o resultado de vendas da Ferrari. Segundo o balanço mais recente, de 2024, a marca italiana vendeu 479 carros naquele mercado.
Pode não parecer muito, mas vamos comparar com a China, que só fica atrás do Estados Unidos no número de bilionários e tem população de 1,4 bilhão de pessoas.
Os chineses compraram da 814 carros da Ferrari no mesmo período. Esses dados não incluem Hong Kong nem Taiwan.
A Ferrari tem 10 pontos de venda no Oriente Médio, segundo dados da empresa. Número bem maior do que a soma de toda a América do Sul, que só tem quatro lojas da marca.
Abu Dhabi tem parque temático da Ferrari
Felipe Massa e Fernando Alonso na atração Formula Rossa do Ferrari World de Abu Dhabi em 2013
Divulgação / Ferrari
A paixão pela Ferrari no Oriente Médio é tão grande, que a marca italiana tem um parque temático licenciado em Abu Dhabi. Lá é possível experiementar uma das montanhas russas mais rápidas do mundo.
Chamada de Formula Rossa, a atração acelera de 0 a 100 km/h em menos de 2 segundos e alcança 240 km/h. Nas curvas, os ocupantes sentem os efeitos de até 4,8 g.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço do petróleo ultrapassa US$115 após ataques a reservas de energia no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Preço internacional do petróleo volta a subir
Os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira (19). O Brent — referência do mercado — atingiu o maior nível em mais de uma semana e superou os US$ 115 por barril.
A alta ocorreu após o Irã atingir instalações de produção de combustíveis em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel a South Pars, maior campo de gás natural do mundo.
A escalada de tensão pressionou o mercado. Por volta das 09h55 desta quinta-feira (19), o preço futuro do gás natural na Europa registrava alta de cerca de 19%. Mais cedo, chegou a subir 35% na região.
SIGA as últimas atualizações da guerra
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Em resposta ao ataque israelense, o Irã atingiu instalações de energia no Catar, na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos. No Kuwait, duas refinarias da estatal de petróleo foram atingidas por drones e tiveram incêndios.
A QatarEnergy disse que um dos ataques do Irã destruiu 17% da capacidade de GNL do gás natural do Catar por três a cinco anos.
No fim da noite de quarta-feira (18), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país e o Catar não tiveram qualquer envolvimento no ataque e nem tinham conhecimento prévio da ação.
Trump afirmou ainda que Israel não deve realizar novos ataques ao campo de South Pars.
Preço do petróleo
Por volta das 7h52 (horário de Brasília), os contratos futuros do Brent avançavam 6,58%, a US$ 114,45 por barril. Mais cedo, chegaram a subir quase US$ 8, atingindo o maior nível desde 9 de março, com pico de US$ 115,10 na sessão.
Já o petróleo WTI, dos Estados Unidos, subia 1,05%, para US$ 96,46 por barril, após ter avançado quase US$ 4 mais cedo, sendo negociado a US$ 100,02.
O WTI tem sido negociado com o maior desconto em relação ao Brent em 11 anos, refletindo a liberação de reservas estratégicas pelos EUA e custos mais altos de transporte. Ao mesmo tempo, os novos ataques a instalações energéticas no Oriente Médio reforçaram a pressão de alta sobre o Brent.
“A escalada no Oriente Médio, os ataques à infraestrutura de petróleo e a morte da liderança iraniana apontam para uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo”, afirmou Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, em nota.
Reação nas bolsas de valores
As tensões no Oriente Médio refletem negativamente no mercado financeiro.
Nos EUA, o Dow Jones futuro caía 0,38%, enquanto o S&amp;P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%, por volta das 9h27 (de Brasília);
Na Europa, o índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%.
Na Ásia, em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos.
Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. 
Países árabes e islâmicos condenam ataques
Chanceleres e autoridades de 12 países árabes e islâmicos condenaram, em reunião realizada em Riad, os ataques do Irã contra países da região e pediram a interrupção imediata das ofensivas.
Em declaração conjunta, os governos criticaram o uso de mísseis e drones contra áreas civis e infraestrutura estratégica, defenderam o direito à legítima defesa e cobraram de Teerã o respeito ao direito internacional para conter a escalada.
O encontro reuniu autoridades de Catar, Azerbaijão, Bahrein, Egito, Jordânia, Kuwait, Líbano, Paquistão, Arábia Saudita, Síria, Turquia e Emirados Árabes Unidos.
Danos a instalações
A estatal QatarEnergy informou que houve “danos extensos” após mísseis iranianos atingirem a cidade industrial de Ras Laffan, responsável por processar cerca de um quinto do gás natural liquefeito (GNL) consumido no mundo.
Na Arábia Saudita, um porto de petróleo no Mar Vermelho também foi atingido.
Os bombardeios mostram que o Irã ainda consegue prejudicar a operação militar de Estados Unidos e Israel. Ao mesmo tempo, revelam falhas nos sistemas de defesa aérea em uma das regiões mais estratégicas para o abastecimento global de energia.
Os ataques também sugerem falta de alinhamento entre Estados Unidos e Israel na condução da guerra, mesmo após quase três semanas de conflito.
O governo de Trump avalia enviar mais tropas para o Oriente Médio e considera uma operação com tropas terrestres no Oriente Médio, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
Entre as alternativas discutidas está garantir a passagem segura de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, principalmente com uso de forças aéreas e navais. Fontes afirmam, no entanto, que a missão também pode envolver o envio de tropas à costa iraniana.
O governo americano também discute a possibilidade de deslocar forças terrestres para a Ilha de Kharg, responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã. Segundo autoridades, a operação seria de alto risco, já que o país tem capacidade de atingir a área com mísseis  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em alta com escalada de ataques no Oriente Médio e disparada do petróleo</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inicia esta quinta-feira (19) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,2578, em meio à cautela nos mercados globais diante da nova escalada de ataques à infraestrutura energética no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços do petróleo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
 ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ O Irã anunciou uma nova fase da guerra, passando a mirar estruturas de energia no Golfo ligadas aos Estados Unidos, em retaliação ao ataque de Israel ao maior campo de gás do mundo em território iraniano. Ação provocou uma disparada nos preços do petróleo e do gás natural.
???? O Brent — referência do mercado — alcançou o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. Por volta das 8h20 desta quinta, o preço futuro do gás natural na Europa registrava alta de cerca de 16%. Mais cedo, o gás chegou a subir 35% na região.
▶️No Brasil, o governo tenta conter uma alta do diesel em ano eleitoral, em meio à disparada do petróleo com a guerra no Oriente Médio. A proposta é zerar o ICMS sobre a importação do combustível até o fim de maio, com metade das perdas dos estados compensada pela União.
▶️ Com poucos indicadores previstos no cenário local, os investidores voltam a atenção para as decisões de juros de outras grandes economias ao redor do mundo, como os anúncios do Banco do Japão (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).
▶️Ainda no radar estão as as decisões de juros: no Brasil, a Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 14,75% ao ano, enquanto, nos EUA, o Federal Reserve manteve as taxas entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,29%;
Acumulado do mês: +2,18%;
Acumulado do ano: -4,43%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,12%;
Acumulado do mês: -4,85%;
Acumulado do ano: +11,49%.
Novos ataques no Oriente Médio
A guerra no Oriente Médio entrou em uma nova fase, segundo o Irã, que anunciou ataques a instalações de energia ligadas aos Estados Unidos como resposta aos bombardeios contra sua própria infraestrutura, atribuídos a Israel com apoio americano. 
A escalada teve início após o ataque ao campo de gás South Pars, no Irã — o maior do mundo —, e ganhou força com a retaliação iraniana, que atingiu estruturas energéticas em países como Catar e Arábia Saudita, incluindo uma importante unidade de processamento de gás no território catariano.
Diante desse cenário, os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o barril superando US$ 115, enquanto o gás natural também subiu forte na Europa. O movimento reflete o temor de interrupções no fornecimento global de energia. 
Nos EUA, o governo de Donald Trump teria apoiado a ofensiva inicial, mas tenta conter novos ataques a esse tipo de infraestrutura, enquanto avalia os próximos passos conforme a reação do Irã.
Mercados globais
Em Wall Street, os índices futuros apontavam para abertura em queda, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques a ativos estratégicos do setor de petróleo. 
Por volta das 9h27 (de Brasília), o Dow Jones futuro caía 0,38%, enquanto o S&amp;P 500 recuava 0,45% e o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,61%.
Na Europa, os mercados também operam em queda, refletindo as tensões geopolíticas e a cautela com a inflação. 
No Reino Unido, o Banco da Inglaterra votou por unanimidade pela manutenção dos juros, diante dos riscos inflacionários ligados à guerra no Oriente Médio. Parte dos dirigentes, inclusive, sinalizou a possibilidade de novas altas, o que provocou uma forte venda de títulos públicos de curto prazo.
Entre as bolsas, o índice britânico FTSE 100 recuava 2,40%, enquanto o DAX, da Alemanha, caía 2,41% e o CAC 40, da França, tinha baixa de 1,77%.
Na Ásia, as bolsas fecharam em queda nesta quinta-feira, com investidores mais cautelosos diante da escalada do conflito e das incertezas sobre a economia global. 
Em Xangai, o principal índice recuou 1,4%, aos 4.006 pontos, após chegar a ficar abaixo dos 4.000 no intradia, enquanto o CSI300 caiu 1,6%, a 4.583 pontos. 
Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 2%, aos 25.500 pontos, e, no Japão, o Nikkei registrou forte queda de 3,4%, aos 53.372 pontos. Também houve perdas na Coreia do Sul (-2,7%), Taiwan (-1,9%), Austrália (-1,6%) e Cingapura (-0,8%).
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de dólar e real
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Liquidação de instituições ligadas ao Master não gerou &amp;apos;efeitos&amp;apos; no sistema financeiro, mas cenário global apresenta riscos, diz BC</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/liquidacao-de-instituicoes-ligadas-ao-master-nao-gerou-efeitos-no-sistema-financeiro-mas-cenario-global-apresenta-riscos-diz-bc</link>
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<description><![CDATA[      Sede do Banco Master, em São Paulo
Getty Images via BBC
A liquidação extrajudicial de instituições integrantes do Conglomerado Master, ou seja, sua retirada do mercado, não gerou efeitos no âmbito do sistema financeiro nacional, pois os mecanismos de proteção existentes foram acionados, mas o cenário internacional, marcado pela guerra no Oriente Médio, segue apresentando riscos.
As avaliações constam na ata do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central. A reunião aconteceu em 11 e 12 de março, mas o documento foi divulgado somente nesta quinta-feira (19) pela autoridade monetária.
&quot;Os mecanismos de proteção existentes associados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foram acionados conforme o modelo institucional vigente, evidenciando a capacidade de absorção de choques e a resiliência do sistema financeiro&quot;, diz o Banco Central, sobre a liquidação de bancos ligados ao Master. 
????O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.
Enquanto a Polícia Federal investiga irregularidades no Master, nove instituições financeiras ligadas ao banco de Daniel Vorcaro, que está preso, foram liquidadas. São elas:
Banco Master S/A
Banco Master de Investimento S/A
Banco Letsbank S/A
Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários
Reag Trust
Will Financeira
Banco Pleno 
Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.A
Banco Master Múltiplo S/A
Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.
As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, estão consumindo R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.
Para capitalizar novamente o FGC, o BC anunciou, no início deste mês, resolução para que os bancos direcionem o fundo recursos recolhidos dos depósitos compulsórios. A medida poderá injetar cerca R$ 30 bilhões, no decorrer de 2026, no FGC.
Banco Central decreta liquidação do Banco Pleno
Guerra no Oriente Médio
Na outra frente da guerra, explosões sacudiram os subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano
Jornal Nacional/ Reprodução
De acordo com análise do Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central, o cenário global &quot;prospectivo&quot; (futuro) &quot;segue apresentando riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais&quot;, ou seja, subida do petróleo e mudanças no dólar, por exemplo. 
&quot;As incertezas associadas ao reposicionamento das políticas econômicas, aos eventos geopolíticos e aos seus impactos sobre os ritmos de crescimento da atividade e da inflação se intensificaram. Somam-se a essas incertezas, aquelas relacionadas aos níveis de equilíbrio das taxas de juros no longo prazo, à sustentabilidade fiscal de economias centrais e à valorização dos ativos de risco&quot;, avaliou o BC.
 A autoridade monetária observou, porém, que o sistema financeiro internacional tem demonstrado &quot;resiliência&quot;, apesar de a &quot;incerteza de política econômica&quot; permanecer elevada. 
&quot;A materialização recente de riscos geopolíticos aumentou a volatilidade nos mercados. Até o momento, os efeitos concentram-se nos preços de commodities, sem contágio em mesma proporção para outros ativos financeiros. O regime de câmbio flutuante segue absorvendo choques e o sistema financeiro internacional segue em realocação ordenada de posições&quot;, concluiu.
Copom reduz selic para 14,75% ao ano ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Liquidação, instituições, ligadas, Master, não, gerou, efeitos, sistema, financeiro, mas, cenário, global, apresenta, riscos, diz</media:keywords>
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<title>Chamado de &amp;apos;inútil&amp;apos;, jovem explica &amp;apos;primeiro emprego&amp;apos; aos 27 anos e expõe debate: existe idade certa para trabalhar?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/chamado-de-inutil-jovem-explica-primeiro-emprego-aos-27-anos-e-expoe-debate-existe-idade-certa-para-trabalhar</link>
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<description><![CDATA[      O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas.
X/ Reprodução
&quot;Hoje é um dia especial. Pela primeira vez, nos meus 27 anos, consegui meu primeiro emprego&quot;. 
O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas. A mensagem emocionada, escrita no primeiro dia de trabalho, rapidamente viralizou.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas, entre elogios e mensagens de apoio, também surgiram críticas: &quot;Me pergunto como tu chegou nessa idade sem se sentir um completo inútil&quot;, escreveu um usuário.
Diante da repercussão, Matheus voltou às redes para explicar o que não havia dito no primeiro post. Não se tratava de nunca ter trabalhado. Ao contrário: ele construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais.
Já foi office-boy, fotógrafo, garçom, vendedor, corretor, motoboy, motorista de aplicativo, mecânico, camelô, trabalhou com manutenção de celulares e chegou a abrir pequenos negócios.
Ao g1, ele detalhou: o &#039;primeiro emprego&quot; a que se referia era, na verdade, o primeiro vínculo com uma empresa — ainda que não seja no regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
“Aos 27 anos, nunca fui CLT. Mas agora tenho meu primeiro emprego formal, meu primeiro cargo, meu primeiro vínculo com uma empresa. Antes eu tinha trabalhos. Agora tenho um emprego”, resume.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo Matheus, a oportunidade como engenheiro de software surgiu por meio de um contrato como pessoa jurídica (PJ) em uma empresa de São Paulo (SP).
CLT: profissional contratado com carteira assinada, possui vínculo empregatício e tem acesso a direitos como férias, 13º salário e FGTS.
PJ: contratado como pessoa jurídica, atua como prestador de serviços, emite nota fiscal e não tem vínculo empregatício nem benefícios previstos na CLT.
Mas, apesar da explicação de Matheus, a repercussão já havia tomado grandes proporções. O tweet — acompanhado da foto no primeiro dia de trabalho — viralizou e extrapolou a história individual.
A discussão ganhou novos contornos: existe idade certa para começar a trabalhar? Profissionais sem vínculo formal são mal vistos? É possível construir carreira fora da CLT? Mudar de área depois dos 25 anos é arriscado?
Em um Brasil em que 38,5 milhões de pessoas ainda vivem na informalidade, segundo dados recentes do IBGE, e com o envelhecimento da população em andamento, histórias como a de Matheus ajudam a iluminar uma transformação mais profunda no mercado de trabalho.
Trajetória fora do mercado formal
Antes de chegar à tecnologia, Matheus percorreu um caminho irregular. Começou cedo: aos 14 e 15 anos, conciliava escola, cursinho e trabalho como office-boy no centro de São Paulo.
Na época, queria seguir carreira militar, mas não conseguiu aprovação antes de atingir o limite de idade. Depois disso, vieram mudanças de cidade, trabalhos diversos e dificuldade para acessar o mercado formal.
Em Canoas (RS), atuou como motoboy, teve os primeiros contatos com tecnologia e chegou a abrir uma loja de manutenção. Mais tarde, voltou a dirigir por aplicativo. Com problemas no carro e sem dinheiro para consertos, aprendeu mecânica por conta própria, o que acabou virando profissão por um período.
Ao longo desses anos, Matheus afirma que nunca deixou de trabalhar. Mas também nunca teve um vínculo formal. 
O momento atual do mercado também influencia esse movimento, explica o economista Bruno Imaizumi.  O desemprego atingiu o menor nível da série histórica do IBGE ano passado, indicando maior abertura de vagas.
&quot;No momento em que o Brasil se encontra (mercado de trabalho aquecido), todos os tipos de ocupação vem ganhando força, especialmente com carteira assinada e conta própria. Nos últimos anos, vimos o avanço da formalização do mercado de trabalho, mas ainda há muito para melhorar&quot;. 
Entre elogios e mensagens de apoio, post de Matheus Tavares também surgiram críticas
X/ Reprodução
Há uma idade certa para começar?
O cenário exposto por Imaizumi ajuda a explicar por que trajetórias como a de Matheus são mais comuns do que parecem — e abre espaço para um debate que foi além do caso individual: afinal, ainda faz sentido falar em uma idade “certa” para começar uma carreira?
Para o economista, a resposta passa por mudanças estruturais que vêm redesenhando o mercado de trabalho.
O envelhecimento da população, o maior tempo dedicado aos estudos e a transformação do próprio conceito de carreira ajudam a explicar por que entradas mais tardias no mercado formal deixaram de ser exceção.
&quot;Hoje, buscamos pessoas com maior qualificação por meio do estudo. Há também diferenças no que significa sucesso profissional para um jovem de hoje em comparação com duas gerações atrás. Antes, sucesso estava ligado a fazer carreira em uma única empresa. Hoje, isso não é mais verdade&quot;. 
A avaliação é compartilhada pelo professor Edgard Rodrigues. Segundo el ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preço do petróleo ultrapassa US$115 após ataques a instalações energéticas no Oriente Médio</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/preco-do-petroleo-ultrapassa-us115-apos-ataques-a-instalacoes-energeticas-no-oriente-medio</link>
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<description><![CDATA[ Preço internacional do petróleo volta a subir
Os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira, com o Brent — referência do mercado — alcançando o maior nível em mais de uma semana e superando os US$ 115 por barril. A alta ocorreu após o Irã atacar instalações energéticas em diferentes pontos do Oriente Médio, em resposta ao ataque de Israel ao campo de gás de South Pars.
Os contratos futuros do Brent avançavam US$ 6,08 (5,7%), a US$ 113,46 por barril. Mais cedo, chegaram a subir quase US$ 8, atingindo o maior nível desde 9 de março, com pico de US$ 115,10 na sessão.
Já o petróleo WTI, dos Estados Unidos, subia US$ 0,57 (0,6%), para US$ 96,89 por barril, após ter avançado quase US$ 4 mais cedo, sendo negociado a US$ 100,02.
O WTI tem sido negociado com o maior desconto em relação ao Brent em 11 anos, refletindo a liberação de reservas estratégicas pelos EUA e custos mais altos de transporte. Ao mesmo tempo, os novos ataques a instalações energéticas no Oriente Médio reforçaram a pressão de alta sobre o Brent.
“A escalada no Oriente Médio, os ataques à infraestrutura de petróleo e a morte da liderança iraniana apontam para uma interrupção prolongada no fornecimento de petróleo”, afirmou Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, em nota.
Fed mantém juros estáveis
O banco central dos Estados Unidos manteve as taxas de juros inalteradas na quarta-feira e projetou uma inflação mais alta, enquanto avalia os impactos do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.
Ainda na quarta-feira, a QatarEnergy informou que ataques de mísseis iranianos a Ras Laffan — importante centro de processamento de gás natural liquefeito no Catar — causaram “danos extensos” à estrutura.
A Arábia Saudita afirmou ter interceptado e destruído quatro mísseis balísticos lançados contra Riad, além de uma tentativa de ataque com drones a uma instalação de gás.
A refinaria SAMREF, da Saudi Aramco, no porto de Yanbu, no Mar Vermelho, também foi alvo de um ataque aéreo na quinta-feira.
Já a Kuwait Petroleum Corporation informou que uma unidade operacional da refinaria Mina al-Ahmadi foi atingida por um drone, provocando um incêndio de pequena proporção.
Antes dos ataques, o Irã havia alertado para a retirada de pessoas de várias instalações de petróleo na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e no Catar, como parte de sua preparação para uma possível retaliação aos ataques contra suas próprias estruturas energéticas em South Pars e Asaluyeh.
South Pars é a parte iraniana do maior campo de gás natural do mundo, compartilhado com o Catar, aliado dos Estados Unidos, no Golfo.
O presidente Donald Trump afirmou que Israel realizou o ataque ao campo de gás de South Pars, sem envolvimento dos Estados Unidos e do Catar. Ele acrescentou que Israel não deve voltar a atacar instalações iranianas na região, a menos que o Irã ataque o Catar, e alertou que os EUA responderiam caso Teerã avance sobre Doha.
Mais cedo, a Reuters informou que o governo Trump avalia enviar milhares de soldados norte-americanos para reforçar sua presença no Oriente Médio, em preparação para possíveis desdobramentos da tensão com o Irã. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo corre contra o tempo para evitar uma ‘crise do diesel’ ainda maior</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/governo-corre-contra-o-tempo-para-evitar-uma-crise-do-diesel-ainda-maior</link>
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<description><![CDATA[ Governo avalia pedir indenização contra distribuidoras e postos para conter preço do diesel
Em meio a uma severa alta dos preços do petróleo por conta da guerra no Oriente Médio, o governo corre contra o tempo para evitar um problema em ano de eleição: um repique da inflação. 
O preço médio do litro do diesel nos postos de combustíveis do país subiu mais de 11% em uma semana, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Passou de R$ 6,08 para R$ 6,80.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Em questão de semanas, os ataques de EUA e Israel ao Irã espalharam um intenso conflito por toda a região. Um dos principais trunfos do Irã é o controle do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Os iranianos alegam que, por conta dos ataques, o estreito foi fechado. Com o fluxo de comércio na região reduzido a menos da metade do habitual, o barril de petróleo saltou de cerca de US$ 60 no início do ano para US$ 110.
A disparada da matéria-prima pressiona diretamente a Petrobras, que é responsável por cerca de 45% do preço final do diesel no Brasil. Com o petróleo mais caro, a empresa precisa decidir entre repassar esse aumento — o que encarece o combustível para o consumidor — ou segurar os preços e reduzir suas margens de lucro.
Esse cenário expõe como a política de preços da estatal também tem sido usada para conter a inflação. Para evitar um repasse integral da alta, o governo federal lançou um pacote para segurar o preço dos combustívei
Primeiro, anunciou a isenção de impostos federais e uma “ajuda de custo” (a chamada subvenção) a produtores e importadores de diesel. A previsão é gastar R$ 30 bilhões para reduzir em R$ 0,64 por litro o preço na bomba. Em contrapartida, será aplicado um imposto sobre a exportação de petróleo.
Com esse “desconto” bancado pelo governo, a Petrobras ganhou espaço para elevar o preço do diesel nas refinarias, acompanhando a alta do petróleo, sem que todo o impacto chegue ao consumidor. Assim, a empresa evita prejuízos com o custo mais alto da matéria-prima e divide com o governo o efeito do aumento na bomba.
Até agora, as medidas ainda não mostraram efeito.
A isenção de PIS/Cofins representa apenas 5% do valor final do diesel. Para isso, inclusive, foi adicionada a subvenção: para dobrar o desconto.
O governo, então, apelou aos governadores para que cortassem os impostos estaduais sobre os combustíveis. No caso do diesel, o ICMS representa quase 20% do valor final. Seria um desconto extra de cerca de R$ 1,20.
Mas os governadores disseram “não”. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) afirmou que isentar o ICMS prejudicaria o financiamento de políticas públicas e que cortes no imposto “não costumam ser repassadas ao consumidor final”.
Diante disso, foi necessário apresentar uma nova proposta: os estados zeram o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio e o governo reembolsa metade do valor que não será arrecadado.
Pelas contas do Ministério da Fazenda, a isenção custará R$ 3 bilhões por mês, e o governo devolveria R$ 1,5 bilhão. A decisão será tomada até o dia 28 de março.
A preocupação do governo não é à toa. O diesel é um combustível fundamental para a logística da economia brasileira. Quando o preço sobe, o impacto vai dos caminhoneiros ao valor dos alimentos, de produtos industriais e de serviços.
Por isso, o governo também reforçou a fiscalização da tabela do frete no Brasil, para garantir que os caminhoneiros não rodem “no prejuízo” e buscando impedir uma nova paralisação da categoria, que agravaria ainda mais a situação.
O economista Fábio Romão, sócio da Logos Economia, afirma que os aumentos indiretos causados pela alta do diesel podem elevar a inflação em 0,11 ponto percentual em 2026.
“O primeiro impacto, mais imediato, será o aumento do próprio diesel, já neste mês. Entre os efeitos indiretos, o aumento será espraiado ao longo dos próximos seis meses”, diz Romão. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Carros na Argentina ficam mais baratos mesmo sem a redução de imposto criada por Milei</title>
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<description><![CDATA[      Fiat Titano Endurance ganhou desconto de R$ 37 mil na Argentina
Divulgação / Stellantis
Mesmo sem participar da mais recente isenção de impostos, carros das marcas Volkswagen, Fiat, DS, Peugeot e Hyundai ficaram mais baratos na Argentina. Os descontos oferecidos neste mês de março chegam a até 10 milhões de pesos argentinos (R$ 37 mil, em conversão direta).
Esse movimento ocorre por uma reorganização de preços após o fim do chamado “imposto do luxo”, um tributo interno que deixará de existir na Argentina a partir de abril de 2026.
A decisão faz parte das medidas do presidente Javier Milei e resultou em reduções significativas em veículos mais caros. O Porsche 911 Turbo S, por exemplo, ficou mais de R$ 600 mil abaixo do valor anterior. Já o Ford Mustang Dark Horse teve queda próxima de R$ 200 mil.
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Preços mais competitivos
Na Volkswagen, o Vento GLI (Jetta GLI no Brasil) ficou 7% mais barato e agora custa 77,7 milhões de pesos argentinos (R$ 289 mil). As duas versões do Tiguan, Life e R-Line, tiveram redução de 8,7%. Toda a linha Amarok recebeu cortes de preço que, em média, chegaram a 6%.
A Hyundai reduziu em US$ 2 mil (R$ 10.400) o preço do Tucson 1.6 Turbo, que agora parte de US$ 46 mil (R$ 239 mil). Os primeiros compradores ainda recebem ingressos para jogos da Argentina na Copa do Mundo.
Volkswagen Vento GLI tem desconto de 7% na Argentina
Divulgação / Volkswagen
A Fiat também adotou condições especiais de financiamento e baixou os valores. A picape Titano, na versão Endurance manual 4x2, custa agora 39,9 milhões de pesos (R$ 148 mil), o que representa um desconto de R$ 37 mil.
Modelos da Peugeot e da DS, ambas pertencentes à Stellantis, também ficaram mais baratos na Argentina. A Jeep, porém, ainda não revisou seus preços.
Clientes podem ficar insatisfeitos
Esse cenário de redução de preços e maior disponibilidade de estoque depende da estratégia de cada montadora e do contexto externo, explica Cássio Pagliarin, da Bright Consulting.
Ele lembra que algo semelhante ocorreu na China, quando houve realocação de oferta após o fim dos incentivos para carros elétricos. As fabricantes passaram a direcionar seus modelos para outros mercados, como o Brasil.
Mesmo com menor margem de lucro, empresas chinesas conseguem escoar a produção ao enviar veículos para o Brasil. Na Argentina, a margem também pode diminuir, mas as marcas buscam evitar acúmulo de estoque.
O presidente da Argentina, Javier Milei, discursa durante a sessão de abertura da 144ª legislatura do Congresso Nacional, no prédio do Congresso Nacional
REUTERS/Agustin Marcarian
Por outro lado, há efeitos negativos. O primeiro surge entre consumidores que compraram carros recentemente pagando valores mais altos e agora veem o preço do veículo cair rapidamente.
“O consumidor sai perdendo com isso. O ideal é que a própria marca entre em contato com o cliente e busque alguma forma de reduzir a insatisfação”, afirma Pagliarin.
Outro impacto ocorre no mercado de usados. Quem depende do carro atual para comprar um novo provavelmente terá de recalcular tudo. Já quem planejava vender um usado acordou com o veículo valendo menos.
A estimativa é que, quando um carro zero quilômetro recebe desconto, cerca de 60% dessa queda é repassada imediatamente para os usados. Assim, se um modelo novo fica 5% mais barato, o seminovo perde cerca de 3% do valor, explica o consultor. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Primeiro emprego&amp;apos; aos 27 anos: jovem explica viral e abre debate: existe idade para começar a trabalhar?</title>
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<description><![CDATA[      O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas.
X/ Reprodução
&quot;Hoje é um dia especial. Pela primeira vez, nos meus 27 anos, consegui meu primeiro emprego&quot;. 
O texto, publicado por Matheus Tavares na rede X (antigo Twitter), ultrapassou 2 milhões de visualizações em poucas horas. A mensagem emocionada, escrita no primeiro dia de trabalho, rapidamente viralizou.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Mas, entre elogios e mensagens de apoio, também surgiram críticas: &quot;Me pergunto como tu chegou nessa idade sem se sentir um completo inútil&quot;, escreveu um usuário.
Diante da repercussão, Matheus voltou às redes para explicar o que não havia dito no primeiro post. Não se tratava de nunca ter trabalhado. Ao contrário: ele construiu uma trajetória longa, marcada por diferentes ocupações informais.
Já foi office-boy, fotógrafo, garçom, vendedor, corretor, motoboy, motorista de aplicativo, mecânico, camelô, trabalhou com manutenção de celulares e chegou a abrir pequenos negócios.
Ao g1, ele detalhou: o &#039;primeiro emprego&quot; a que se referia era, na verdade, o primeiro vínculo com uma empresa — ainda que não seja no regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
“Aos 27 anos, nunca fui CLT. Mas agora tenho meu primeiro emprego formal, meu primeiro cargo, meu primeiro vínculo com uma empresa. Antes eu tinha trabalhos. Agora tenho um emprego”, resume.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo Matheus, a oportunidade como engenheiro de software surgiu por meio de um contrato como pessoa jurídica (PJ) em uma empresa de São Paulo (SP).
CLT: profissional contratado com carteira assinada, possui vínculo empregatício e tem acesso a direitos como férias, 13º salário e FGTS.
PJ: contratado como pessoa jurídica, atua como prestador de serviços, emite nota fiscal e não tem vínculo empregatício nem benefícios previstos na CLT.
Mas, apesar da explicação de Matheus, a repercussão já havia tomado grandes proporções. O tweet — acompanhado da foto no primeiro dia de trabalho — viralizou e extrapolou a história individual.
A discussão ganhou novos contornos: existe idade certa para começar a trabalhar? Profissionais sem vínculo formal são mal vistos? É possível construir carreira fora da CLT? Mudar de área depois dos 25 anos é arriscado?
Em um Brasil em que 38,5 milhões de pessoas ainda vivem na informalidade, segundo dados recentes do IBGE, e com o envelhecimento da população em andamento, histórias como a de Matheus ajudam a iluminar uma transformação mais profunda no mercado de trabalho.
Trajetória fora do mercado formal
Antes de chegar à tecnologia, Matheus percorreu um caminho irregular. Começou cedo: aos 14 e 15 anos, conciliava escola, cursinho e trabalho como office-boy no centro de São Paulo.
Na época, queria seguir carreira militar, mas não conseguiu aprovação antes de atingir o limite de idade. Depois disso, vieram mudanças de cidade, trabalhos diversos e dificuldade para acessar o mercado formal.
Em Canoas (RS), atuou como motoboy, teve os primeiros contatos com tecnologia e chegou a abrir uma loja de manutenção. Mais tarde, voltou a dirigir por aplicativo. Com problemas no carro e sem dinheiro para consertos, aprendeu mecânica por conta própria, o que acabou virando profissão por um período.
Ao longo desses anos, Matheus afirma que nunca deixou de trabalhar. Mas também nunca teve um vínculo formal. 
O momento atual do mercado também influencia esse movimento, explica o economista Bruno Imaizumi.  O desemprego atingiu o menor nível da série histórica do IBGE ano passado, indicando maior abertura de vagas.
&quot;No momento em que o Brasil se encontra (mercado de trabalho aquecido), todos os tipos de ocupação vem ganhando força, especialmente com carteira assinada e conta própria. Nos últimos anos, vimos o avanço da formalização do mercado de trabalho, mas ainda há muito para melhorar&quot;. 
Entre elogios e mensagens de apoio, post de Matheus Tavares também surgiram críticas
X/ Reprodução
Há uma idade certa para começar?
O cenário exposto por Imaizumi ajuda a explicar por que trajetórias como a de Matheus são mais comuns do que parecem — e abre espaço para um debate que foi além do caso individual: afinal, ainda faz sentido falar em uma idade “certa” para começar uma carreira?
Para o economista, a resposta passa por mudanças estruturais que vêm redesenhando o mercado de trabalho.
O envelhecimento da população, o maior tempo dedicado aos estudos e a transformação do próprio conceito de carreira ajudam a explicar por que entradas mais tardias no mercado formal deixaram de ser exceção.
&quot;Hoje, buscamos pessoas com maior qualificação por meio do estudo. Há também diferenças no que significa sucesso profissional para um jovem de hoje em comparação com duas gerações atrás. Antes, sucesso estava ligado a fazer carreira em uma única empresa. Hoje, isso não é mais verdade&quot;. 
A avaliação é compartilhada pelo professor Edgard Rodrigues. Segundo el ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quais países poderão lucrar com a guerra no Irã — e quais serão os mais atingidos?</title>
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<description><![CDATA[      Quais países poderão lucrar com a guerra no Irã — e quais serão os mais atingidos?
BBC
Guerras raramente têm vencedores claros. E as populações civis costumam pagar o preço mais alto.
Com os mercados globais de energia e as cadeias de abastecimento desordenadas, alguns países estão se preparando para enfrentar severas consequências econômicas. Mas outros conseguiram encontrar novas oportunidades estratégicas em meio ao caos.
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A guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã trazem consequências dramáticas para a região e para o mundo. Ela desestabilizou os países do Golfo e levou centenas de milhares de pessoas a deixarem suas casas em todo o Oriente Médio.
Além da zona de guerra, o pico dos preços do petróleo e a interrupção do tráfego marítimo no Golfo, especialmente nas proximidades do Estreito de Ormuz, elevam os custos para empresas e consumidores.
Mas quais países podem sair ganhando ou perdendo em meio à crise?
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Rússia
O Irã é um importante aliado e parceiro militar da Rússia.
A morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei (1939-2026), marca mais um revés para Moscou no campo externo, após a deposição de Bashar al-Assad, na Síria, e a captura de Nicolás Maduro, na Venezuela, pelos Estados Unidos.
Ainda assim, o conflito no Oriente Médio poderá oferecer à Rússia uma vantagem na sua própria guerra, afastando os recursos militares americanos da Ucrânia.
&quot;O esgotamento dos interceptadores e mísseis Patriot é benéfico para a Rússia, pois ele limita o que a Ucrânia pode conseguir no mercado&quot;, explica à BBC News Rússia a professora Nicole Grajewski, do Centro de Estudos Internacionais do Instituto de Estudos Políticos de Paris, na França.
A morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, marca mais um revés diplomático para o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Anadolu via Getty Images via BBC
Mas a maior demanda de drones iranianos Shahed por Teerã, provavelmente, não trará impactos significativos às capacidades de Moscou na Ucrânia, segundo especialistas.
&quot;A Rússia dependeu do Irã para cooperação no setor de defesa durante um período muito específico, no início da guerra na Ucrânia, quando o Irã forneceu drones Shahed e, o mais importante, a tecnologia de produção e licenças desses drones, em 2022-2023&quot;, explica à BBC News Hanna Notte, diretora para a Eurásia do Centro de Estudos sobre Não Proliferação, nos Estados Unidos.
&quot;Estamos, agora, em um estágio em que a Rússia não precisa do Irã para prosseguir com a guerra na Ucrânia&quot;, prossegue ela. &quot;A Rússia pode produzir drones Shahed sozinha.&quot;
Shahed-136, drone &#039;kamikaze&#039;
BBC
Paralelamente, o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã tem asfixiado o transporte de petróleo e gás, fazendo os preços dos combustíveis dispararem.
Isso pode dar um certo alívio financeiro para a Rússia, que sofre pressões significativas devido à guerra na Ucrânia.
O orçamento federal da Rússia considera a exportação do petróleo do país a US$ 59 por barril. Mas, agora, o preço do petróleo bruto aumentou significativamente e chegou a atingir quase US$ 120 por barril.
E, com a maior parte dos países do Golfo reduzindo sua produção, a Rússia pode conseguir exportar mais petróleo para mercados importantes, como a China e a Índia.
Na última semana, o governo americano anunciou uma flexibilização de algumas sanções relacionadas ao petróleo da Rússia. 
A medida prevê uma isenção temporária de cerca de 30 dias para permitir que países comprem petróleo e produtos petrolíferos russos sancionados que já estavam em navios no mar, numa tentativa de conter a alta global dos preços da energia. 
Embora limitada, a medida pode facilitar temporariamente as exportações russas e gerar receitas adicionais para Moscou.
China
A China ainda não sofreu efeitos graves da guerra no Irã. Mas ainda irá sentir as pressões.
Apenas cerca de 12% do petróleo bruto importado pela China vem do Irã, segundo o Centro de Política Energética Global.
Além disso, Pequim detém estoques de petróleo suficientes para vários meses e poderá facilmente pedir ajuda à Rússia em seguida.
Mas o &quot;setor industrial orientado à exportação&quot; da China também será atingido, segundo Fyfe.
As exportações representam cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) chinês — o valor total das mercadorias produzidas e dos serviços fornecidos pelo país.
Por isso, elas se tornaram um importante motor da sua economia, prejudicada pela queda dos preços dos imóveis e pelo fraco consumo doméstico.
A interrupção do tráfego marítimo na região do Estreito de Ormuz não é um grande problema para a China, mas chegar ao Oceano Atlântico é fundamental para os produtos chineses que se dirigem ao Ocidente.
E, no outro lado da Península Arábica, o Estreito de Bab el-Mandeb, que conecta a Ásia, a Europa e a África, sofreu ataques dos houthis do Iêmen, uma milícia armada apoiada pelo Irã.
&quot;É muito provável que o tráfego no ma ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 05:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O anticristo na porta do Vaticano: palestra de bilionário de IA em Roma causa mal&#45;estar na Igreja</title>
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<description><![CDATA[      Peter Thiel na Conferência Bitcoin, em 7 de abril de 2022, em Miami Beach, Flórida.
AP Photo/Rebecca Blackwell, Arquivo
O bilionário de tecnologia Peter Thiel iniciou, neste domingo (15), uma série de palestras em Roma que geraram mal-estar na Igreja Católica. Os encontros, que duraram até esta quarta-feira (18), discutiram o conceito de anticristo.
Segundo o jornal &quot;The New York Times&quot;, nesta segunda-feira (16), o crachá dos convidados indicava que a conferência se chamava &quot;O Anticristo Bíblico&quot;. O jornal afirmou ainda que ao menos um padre participou do evento.
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De acordo com o jornal, embora Thiel já tenha realizado encontros semelhantes em outras cidades, a Igreja só começou a se manifestar por causa da proximidade do evento com o Vaticano.
Na véspera da chegada de Thiel a Roma, o padre Paolo Benanti, que aconselha o papa sobre inteligência artificial, publicou um ensaio com o título: &quot;Heresia americana: Peter Thiel deveria ser queimado na fogueira?&quot;.
No texto, ele afirma que o bilionário atua como um &quot;teólogo político&quot; no Vale do Silício.
&quot;Toda a ação de Thiel pode ser vista como um ato prolongado de heresia contra o consenso liberal: um desafio aos próprios fundamentos da convivência civil, que ele agora considera ultrapassados&quot;, escreveu Benanti.
Em outra frente, um jornal da Conferência Episcopal Italiana — que reúne bispos do país — também publicou textos com críticas a Thiel.
Um artigo alertava que líderes de tecnologia não deveriam definir seus próprios limites éticos e defendia que governos garantam a supervisão democrática das plataformas digitais e combatam a disseminação de desinformação.
Interesses de Thiel 
Conhecido por ter fundado a PayPal e a Palantir Technologies, Thiel vem ampliando o interesse por temas religiosos e filosóficos.
Thiel já realizou encontros semelhantes em São Francisco e Paris. Nas palestras, o empresário discutiu cenários em que uma figura com características do anticristo poderia surgir no mundo.
O empresário afirma se basear em profecias bíblicas para alertar que um anticristo poderia surgir ao tentar criar um governo mundial único, prometendo evitar desastres como guerras nucleares, avanços da inteligência artificial e mudanças climáticas.
Os encontros desta semana foram fechados ao público e à imprensa, com participação restrita a convidados. O endereço não foi divulgado e, segundo os organizadores, o grupo reuniu participantes dos setores acadêmico, tecnológico e religioso. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
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<title>‘Situação precária’: caminhoneiros sem água e banheiro por dias em porto no Pará revelam falhas no transporte de safras</title>
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<description><![CDATA[      Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará
“A situação era precária. Banho era no igarapé, banheiro era o mato. Não tem o que fazer”, relata o caminhoneiro Álvaro José Dancini. Ele ficou dias parados dentro de um caminhão para chegar ao porto de Miritituba, no Pará, para escoar a safra de soja. 
Ele não foi o único: no fim de fevereiro, a fila de caminhões chegou a 45 km, invadindo a BR-163. O local é uma das principais rotas de escoamento da produção no Norte do país, recebendo grãos do Mato Grosso.
Os motoristas ficaram sem ter onde dormir, sem água para beber ou banheiro perto.
O motorista Jefferson Bezerra também enfrentou o congestionamento. Ele ficou 40 horas parado na estrada e mais 12 horas esperando dentro do porto. 
 “Quem tinha alguma coisa dentro do caminhão, comia. Quem não tinha, ficava com fome. Ainda bem que os postos ali mais próximos passavam com carro dando água para nós”, disse.   
Além do desconforto, os caminhoneiros também têm prejuízo financeiro. 
&quot;A gente depende de fazer os fretes. Então, se você fica três dias parado numa fila, é três dias que você não está recebendo nada, porque eles não pagam a estadia. É só prejuízo”, conta Renan Galina. 
Da esquerda para a direita, os caminhoneiros Renan Galina, Álvaro José Dancini e Jefferson Bezerra
Arquivo pessoal
Esse engarrafamento é apenas um exemplo dos problemas para transportar a produção agrícola no Brasil: 
há muitos caminhões chegando aos portos ao mesmo tempo, porque a produção é grande e faltam armazéns para guardar os grãos; 
o transporte depende, principalmente, de caminhões, que carregam menos carga do que trens ou embarcações; 
muitas estradas não têm asfalto ou estão em más condições, o que deixa o transporte mais lento e caro. 
Dependência das rodovias deixa o transporte do agro mais caro
Arte g1
Do Mato Grosso para o mundo: a nova rota da soja e os desafios do transporte no Arco Norte
Dependência de estradas ruins 
No caso das safras agrícolas, a dependência do transporte rodoviário pode gerar prejuízos, explica Fernanda Rezende, diretora executiva da Confederação Nacional do Transporte (CNT). 
&quot;Esse tipo de carga seria ideal para trafegar por modalidades que têm a vocação de transportar grandes volumes de carga, com um custo de transporte menor, que seriam as ferrovias e as hidrovias”, afirma.
Isso não acontece com os caminhões. Eles transportam menos carga e consomem mais diesel.
Um caminhão consome cerca de um litro a cada 2 km no transporte de grãos. Deste modo, em uma viagem de 2 mil km até o porto de Santos, o consumo pode chegar a 1 mil litros, exemplifica Thiago Péra, professor do grupo de pesquisa e extensão em logística da Esalq-USP. 
Esse gasto é agravado pelas distâncias percorridas, uma vez que o Brasil tem dimensões continentais, explica o professor.
&quot;Essa é uma questão infraestrutural importante no transporte, que traz uma perda da competitividade do agronegócio brasileiro”, afirma Péra. 
No porto de Miritituba, onde os motoristas ficaram parados, o único acesso é por caminhão. &quot;E os terminais não têm dado conta, nessa época, de todo o volume que chega de carga naquela região&quot;, relata. 
O motorista Jefferson Bezerra confirma essa situação. “Os portos não têm pátio suficiente para caminhão e usam a rodovia como área de espera”, diz. 
O problema da dependência das rodovias se agrava com a baixa qualidade das estradas. Apenas cerca de 12,4% são pavimentadas, segundo dados da CNT. 
&quot;Você não tem opções de caminhos”, afirma Rezende.  
Existem ainda as chamadas estradas vicinais, que são aquelas sem asfalto que conectam as regiões de produção até as rodovias para fazer o escoamento.   
Além disso, buracos e má sinalização também são problemas.
“Isso causa um aumento do custo de transporte. Porque, basicamente, as rodovias em condições precárias reduzem a velocidade do caminhão, aumentam gastos com pneu, com manutenção e, principalmente, aumenta o consumo de combustível”, afirma Péra. 
Para os caminhoneiros, as estradas ruins também causam danos. Bezerra, por exemplo, quebrou o caminhão em fevereiro, depois de passar por um buraco. 
“A estrada está se desmanchando em buraco [...] Histórias de prejuízo, todos os dias. É uma mola que quebra, é um eixo que quebra”, relata também Dancini. 
Sem ter onde armazenar 
Os caminhões chegam praticamente no mesmo momento aos portos por um motivo: faltam armazéns para guardar os grãos.
“A gente bate recorde de produção, só que a infraestrutura não acompanha. Então, a gente tem um primeiro gargalo ali, ainda na lavoura”, afirma a diretora executiva Rezende.
Segundo dados da CNT, o país consegue armazenar apenas cerca de 80% da produção agrícola. 
&quot;Tudo que é produzido hoje tem que ser escoado de forma imediata. Então, acaba fazendo com que o caminhão vire um armazém”, afirma. 
“Aí vão todos os caminhões simultaneamente entregar para a exportação. Só que chega lá no porto, o ele não tem capacidade, muitas vezes, de recepção de todo esse volume”,  ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Dois sistemas operacionais anunciam saída do Brasil e &amp;apos;culpam&amp;apos; ECA Digital; entenda o que está em jogo</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dois-sistemas-operacionais-anunciam-saida-do-brasil-e-culpam-eca-digital-entenda-o-que-esta-em-jogo</link>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites
Com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) na terça-feira (17), ao menos dois sistemas operacionais independentes anunciaram que não prestarão mais serviços no Brasil. 
Os comunicados foram feitos pelos projetos MidnightBSD e Arch Linux 32, ambos de software livre e código aberto. Eles alegam que não têm condições de cumprir as exigências do ECA Digital. (saiba mais abaixo)
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A lei determina, por exemplo, que sistemas operacionais e lojas de aplicativos devem aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Depois, a informação precisa ser enviada para plataformas como redes sociais, que devem oferecer experiência adequada. 
As decisões dos dois sistemas levaram tanto a críticas ao ECA Digital, conhecido como Lei Felca, quanto a avaliações de que a saída deles foi uma decisão precoce. 
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Lucas Holt/Wikimedia Commons
Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks, disse que, como os sistemas têm código aberto, cada pessoa poderia modificar a programação e derrubar verificações exigidas pelo ECA Digital. 
&quot;Qualquer um dos recursos exigidos pela Lei Felca, se implantados no sistema [de código aberto], podem ser modificados, adulterados, desligados ou até removidos pelo próprio usuário&quot;, afirmou. 
&quot;A lei não dá garantias explícitas e não arbitrárias de que [os projetos] possam continuar desenvolvendo essa tecnologia com segurança jurídica e financeira no país&quot;. 
Paulo Rená, pesquisador do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS), afirmou que o ECA Digital estabelece sistemas operacionais como parceiros, e não como alvos, na fiscalização para proteger crianças e adolescentes. 
&quot;Os sistemas operacionais não são nem mesmo apontados como a causa dos problemas das violações de direitos de crianças e adolescentes como a gente verifica, por exemplo, na dinâmica das redes sociais&quot;, disse. 
&quot;O foco da lei não é derrubar o sistema operacional, é trazê-los como parceiros para auxiliar especificamente na questão da aferição de idade, sem nenhuma caça às bruxas&quot;. 
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O que dizem os sistemas 
O MidnightBSD classificou a verificação prevista no ECA Digital como uma &quot;bobagem&quot; e incentivou usuários a pedirem uma mudança da lei. &quot;Jamais conseguiremos cumprir as exigências do Brasil&quot;. 
&quot;Não somos uma empresa e não temos receita para pagar por serviços de verificação. Também não acreditamos nessas leis. Elas foram criadas para proteger grandes empresas, não crianças&quot;, disse o projeto. 
&quot;Revisamos nossa licença para incluir jurisdições adicionais que implementem leis de verificação de idade. Residentes do Brasil não estão mais autorizados a usar o MidnightBSD&quot;. 
Apesar da declaração, até terça-feira (17), ainda era possível baixar o sistema operacional por meio do site oficial do projeto. 
Já os administradores do Arch Linux 32 suspenderam o site no Brasil e disseram que &quot;não é possível prestar serviços na sua jurisdição&quot;. Eles citaram ainda uma restrição na Califórnia por conta de uma lei parecida com o ECA Digital. 
&quot;Não possuímos a infraestrutura legal ou os recursos financeiros para implementar os mecanismos de &#039;garantia de idade auditável&#039; e &#039;verificação de identidade&#039; exigidos por essas leis&quot;, diz o comunicado. 
&quot;Para evitar multas catastróficas que forçariam o encerramento permanente deste projeto globalmente, fomos obrigados a implementar este bloqueio regional&quot;. 
O bloqueio será mantido até as leis serem esclarecidas, revogadas ou alteradas para isentar projetos de software livre e de código aberto, segundo o Arch Linux 32. 
Arch Linux 32, sistema operacional de código aberto que funciona como alternativa ao Windows
Reprodução
ECA Digital exige representante no Brasil 
O ECA Digital também determina que os serviços tenham representante legal no Brasil para responder a eventuais intimações e questionamentos de autoridades. Isso não exige a criação de uma empresa no país. 
&quot;Basta um representante que, nesse momento, pode ser uma pessoa física com CPF, um advogado. É só um ponto de contato que pode servir até para as comunidades descentralizadas&quot;, explicou Rená, do IRIS. 
Na avaliação de Ayub, da Sage Networks, a lei força as plataformas de código aberto a tomarem uma decisão: bloquear o acesso no Brasil para não descumprir as regras ou ignorar as exigências e torcer para escaparem de uma punição. 
&quot;A maioria desses sistemas são desenvolvidos por programadores voluntários, sem financiamento ou re ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Governo dos EUA registra domínio &amp;apos;alien.gov&amp;apos; após Trump ordenar divulgação de arquivos sobre supostos ETs</title>
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<description><![CDATA[      Donald Trump, presidente dos Estados Unidos em foto de 17 de março de 2025
Reuters/Kylie Cooper
O governo dos Estados Unidos registrou na quarta-feira (18) os domínios &quot;alien.gov&quot; e &quot;aliens.gov&quot;, que terminam com uma extensão exclusiva para órgãos públicos do país.
Os endereços surgiram um mês após o presidente Donald Trump ordenar a publicação de arquivos americanos sobre &quot;vida alienígena&quot;.
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Eles foram identificados por um perfil na rede social Bluesky que monitora endereços virtuais de órgãos federais dos EUA. E podem ser confirmados por meio do site who.is, que reúne dados sobre registros de domínios.
Apesar do registro, ainda não é possível acessar nenhum site nos dois endereços. À imprensa dos EUA, a Casa Branca não deu detalhes além da expressão &quot;fiquem atentos&quot;, seguida de um emoji de alienígena ????.
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Youtuber diz não ter R$ 70 mil para pagar condenação por ridicularizar bebê e pede a juiz: &#039;Por favor, reconsidere&#039;
Veículos de imprensa dos EUA têm ligado o endereço à ordem de Trump para abrir arquivos confidenciais sobre a suposta existência de extraterrestres.
&quot;Devido ao grande interesse demonstrado, instruirei o Secretário da Guerra e outros Departamentos e Agências relevantes a iniciarem o processo de identificação e divulgação de arquivos governamentais relacionados à vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs)&quot;, disse Trump em fevereiro.
A declaração foi feita dias após o ex-presidente Barack Obama comentar a possibilidade da existência de vida extraterrestre no podcast do apresentador Brian Tyler Cohen.
&quot;Eles são reais, mas eu não os vi, e não estão sendo mantidos na... &#039;Área 51&#039;. Não há nenhuma instalação subterrânea, a menos que haja essa enorme conspiração e eles tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos&quot;, disse Obama.
A &quot;Área 51&quot; é uma instalação confidencial da Força Aérea dos EUA em Nevada que é tema de teorias da conspiração sobre a suposta presença de corpos de alienígenas e uma nave espacial. Arquivos da CIA divulgados em 2013 indicaram que o local servia para testes de aviões espiões ultrassecretos.
Arquivos de E.T.s: Trump rebate Obama e manda revelar documentos sobre alienígenas
Trump reclamou da declaração e acusou Obama de revelar informações sigilosas. &quot;Ele cometeu um grande erro&quot;, disse o atual presidente.
Críticos afirmaram que Trump está usando a discussão sobre existência de vida alienígena como estratégia para mudar o foco.
&quot;Eles lançaram mão da arma definitiva de distração em massa, mas os arquivos de Epstein não vão desaparecer, nem mesmo para alienígenas&quot;, disse o deputado republicano Thomas Massie, em fevereiro. 
O parlamentar acusou o governo de ser pouco transparente na divulgação de informações sobre o caso de Jeffrey Epstein, bilionário acusado de comandar uma rede de tráfico sexual de menores.
O Pentágono, nos últimos anos, iniciou um esforço para investigar relatos de objetos voadores não identificados (OVNIs), e líderes militares de alto escalão disseram em 2022 que não encontraram evidências que sugerissem que alienígenas visitaram a Terra.
Um relatório do Pentágono de 2024 disse que as investigações do governo dos EUA desde o fim da Segunda Guerra Mundial não encontraram evidências de tecnologia extraterrestre e que a maioria dos avistamentos era de objetos e fenômenos comuns identificados erroneamente.
ECA Digital: sites pornôs seguem sem checar idade, e redes tentam adivinhar faixa etária ]]></description>
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<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Jetour chega ao Brasil com SUVs híbridos a partir de R$ 199 mil</title>
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<description><![CDATA[      Jetour começa oficialmente operação no Brasil nesta quarta-feira (18)
Carlos Cereijo / g1
A Jetour iniciou nesta quarta-feira (18) oficialmente as operações no Brasil. A marca chinesa chega já com três modelos: S06, T1 e T2. E já promete lançar mais três novidades até o fim de 2026. A marca manteve os preços promocionais de pré-venda, mas só até o fim de abril.
A aposta da marca, que nasceu em 2018 como subsidiária da Chery, é ofererecer modelos bem equipados e com design que remete a aventura. Apesar disso, nenhum dos modelos apresentados tem tração nas quatro rodas.
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Em fevereiro a Jetour já contava com 14 pontos de venda e, segundo a marca, a expectiva é chegar a 100 pontos, entre concessionárias e lojas, até o fim de 2026. Já existe um centro de distribuição de peças de reposição em Cajamar (SP).
Todos os modelos contam com sistema ADAS, que integra sensores e auxiliares para mitigar acidentes. Veja a seguir mais detalhes dos modelos da Jetour que já podem ser comprados.
Jetour S06 a partir de R$ 199.900
Jetour S06
Divulgação / Jetour
O Jetour S06 chega como o modelo mais acessível da marca. Ele tem dimensões de SUV médio, concorre com BYD Song Plus e GWM Haval H6. Desenvolvido para ser o carro de maior volume da Jetour no Brasil, o S06 tem tecnologia de híbrido plug-in.
O S06 usa um motor 1.5 turbo a gasolina com 135 cv e 20,4 kgfm e motor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm. Em conjunto, o torque chega a 52 kgfm, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em 7,9 s.
A bateria de 19,43 kWh garante 70 km de alcance elétrico, segundo o Inmetro. A autonomia total pode atingir 1.200 km, dependendo das condições de uso.
Jetour S06
Divulgação / Jetour
No ciclo de teste PBEV, do Inmetro, o S06 recebeu nota A. registrando 36,2 km/l em modo elétrico na cidade e 28,9 km/l no ciclo rodoviário. Em modo híbrido a média de consumo é de 13,4 km/l.
A versão Advance, que custa R$ 199.900, chega com chave presencial com partida remota, ar‑condicionado digital de duas zonas e central multimídia de 12,8 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
O modelo ainda oferece câmera 360°, sensores de estacionamento traseiros, rodas de 18 polegadas, iluminação full LED e banco do motorista com ajustes elétricos. Para completar, traz carregador por indução, além de cinco conexões USB e mais itens.
A versão Premium, que custa R$ 229.900, adiciona rodas diamantadas de 20 polegadas, a tela multimídia aumenta para 15,6&quot; e o sistema de som Sony com nove alto‑falantes.
Nesta configuração os bancos dianteiros passam a oferecer aquecimento e resfriamento, além de ajustes elétricos mais completos com memória para o motorista. O conjunto de itens ainda tem teto solar panorâmico.
Jetour T1 a partir de R$ 249.900
Jetour T1
Divulgação / Jetour
O Jetour T1 é mais um híbrido plug‑in. Combina o motor 1.5 turbo de 135 cv e 20,4 kgfm com um motor elétrico de 204 cv e 31,6 kgfm, totalizando 52 kgfm. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 8,7 s, a transmissão tem só 1 marcha.
Com bateria de 26,7 kWh toda carregada, o T1 oferece 88 km elétricos medidos pelo Inmetro. A autonomia combinada de até 1.200 km, somando tanque de 70 litros e bateria em 100%.
Segundo Inmetro, registra o equivalente a 34,7 km/l elétrico na cidade e 26,8 km/l na estrada, com nota A. Em modo híbrido, a média de consumo combinado é de 13 km/l. No mercado, o T1 encara versões topo de linha de Jeep Compass, GWM Haval H6, BYD Song Plus e até Ford Bronco Sport.
Interior do Jetour T1
Divulgação / Jetour
A versão Advance, que custa R$ 249.900, vem com central multimídia de 15,6 polegadas, cluster digital de 10,3&quot; e carregador sem fio para celular, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio. O modelo inclui ainda ar‑condicionado digital, rodas de 19 polegadas e conjunto de faróis e lanternas em LED.
A versão Premium, que custa R$ 264.900, tem o seletor de marchas em cristal, o teto solar panorâmico elétrico e o porta‑malas com acionamento elétrico.
O pacote inclui ainda o sistema de som com nove alto‑falantes, banco do motorista com memória e função de acesso, que facilita a entrada e saída do veículo ao recuar automaticamente.
Para completar, o modelo oferece o Nap Mode, recurso que mantém o ar‑condicionado ligado com o carro estacionado, ideal para momentos de espera.
Assim como o S06, o T1 tem 8 anos de garantia para bateria e motores elétricos, 7 anos para o veículo e 10 revisões com valores fixos.
Jetour T2 a partir de R$ 289.900
Jetour T2
Divulgação / Jetour
Este SUV, que é o mais caro do portfólio, também é híbrido plug‑in. São três motores: 1.5 turbo a gasolina de 135 cv e 20,4 kgfm, além de dois motores elétricos, de 102 cv e 17,3 kgfm e 122 cv e 22,4 kgfm, respectivamente. Juntos, eles entregam 62,2 kgfm de torque.
 A transmissão é de 3 marchas, capaz de ajustar automaticamente a entrega de força para priorizar eficiência ou desempenho. Com esse conjunto, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos, desempenho compat ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 22:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Selic recua para 14,75%, mas Copom não projeta novos cortes em meio à guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Zeina: Corte de 0,25 ponto percentual na Selic mostra cautela do BC
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. É o primeiro corte desde maio de 2024.
Por outro lado, o BC deixou de indicar novos cortes nas próximas reuniões por conta da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado como fonte de incerteza para as decisões futuras.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&quot;, diz o Copom.
O conflito tem pressionado o preço do petróleo para mais de US$ 100 por barril, elevando os preços dos combustíveis no país. O BC reforçou que a guerra no Oriente Médio afeta a cadeia global de suprimentos e os preços de commodities, o que influencia a inflação no Brasil. 
Por isso, o comitê decidiu aguardar novos desdobramentos para avaliar quanto tempo o conflito vai durar e quais serão seus efeitos sobre a economia.
&quot;Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio&quot;, diz o comunicado.
Mesmo assim, o Copom iniciou o ciclo de cortes porque o período prolongado de juros altos já mostrou efeitos na desaceleração da economia. Agora, o comitê indica que pode ajustar o ritmo dos cortes conforme novas informações tragam mais clareza sobre o conflito.
O comitê entende que a decisão de cortar a Selic &quot;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&quot;.

O que dizem os analistas
Lucas Sigu, sócio-fundador da Ciano Investimentos, afirma que a decisão indica que o Banco Central está mais confortável com o comportamento da inflação, mas ainda atua com cautela.
&quot;A guerra pode se prolongar, o que pode frear os planos do Copom de continuar cortando a Selic de forma mais intensa. Isso porque tensões no Oriente Médio e no mercado de commodities tendem a pressionar custos e juros no mundo&quot;, diz.
&quot;Se, por outro lado, o conflito perder força e o risco geopolítico diminuir, é provável que a economia brasileira consiga levar a inflação para perto da meta de 3,3% no terceiro trimestre de 2027, mantendo juros mais baixos por mais tempo.&quot;
Para Bruna Centeno, economista da Blue3 Investimentos, o principal ponto a monitorar será o aumento dos preços dos combustíveis e os efeitos ao longo da cadeia. 
Ela aguarda a ata do Copom, que deve trazer mais detalhes na próxima semana, sobre a possibilidade de manter cortes de 0,25 ponto ou adotar ajustes mais graduais. &quot;Em relação à postura, vimos um comitê alinhado na estratégia, com a maioria defendendo o início dos cortes de 0,25 ponto. Não houve muitas surpresas&quot;, afirmou.
LEIA MAIS
Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 20:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>TCU determina que MEC suspenda pagamentos do Pé&#45;de&#45;Meia a beneficiários mortos</title>
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<description><![CDATA[      O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o Ministério da Educação (MEC) suspenda os pagamentos de incentivos financeiros do programa Pé-de-Meia a beneficiários identificados com CPFs vinculados a pessoas falecidas entre 2009 e 2023. 
A decisão também prevê o bloqueio dos valores depositados em contas poupança desses beneficiários. A pasta terá 60 dias para realizar os bloqueios.
A medida se estende ainda à suspensão de incentivos destinados a estudantes identificados como falecidos nos anos de 2024 e 2025.
???? Criado em 2024, o programa Pé-de-meia oferece incentivo financeiro a estudantes do ensino médio. Entre seus objetivos estão o combate à evasão escolar e a redução da desigualdade no acesso à universidade e ao mercado de trabalho.
Por meio do Pé-de-Meia, o estudante recebe um incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento
Divulgação/Governo Federal
O MEC também deverá analisar casos em que há indícios de renda familiar per capita superior ao limite estabelecido pelo programa. Caso seja confirmada a inelegibilidade, os pagamentos deverão ser interrompidos e os recursos já depositados em cadernetas de poupança bloqueados.
Outras determinações envolvem estudantes beneficiados que não pertenciam a famílias inscritas no Bolsa Família e que ingressaram no Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024, antes da ampliação do programa.
Se confirmado que esses estudantes não estavam inscritos no Bolsa Família em janeiro de 2024 e não integravam famílias de baixa renda à época da análise de elegibilidade, o MEC deverá suspender os pagamentos e bloquear os valores já creditados.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome também terá 60 dias para avaliar inconsistências relacionadas à utilização de CPFs de pessoas falecidas vinculados a beneficiários do Pé-de-Meia. 
Além disso, a pasta deverá reavaliar situações de beneficiários do Pé-de-Meia no primeiro semestre de 2024 que também recebem o Bolsa Família, mas cuja renda familiar per capita ultrapassa meio salário mínimo — limite previsto nas regras do programa. 
Confirmadas as inconsistências, e após eventual atualização cadastral, as famílias deverão ser desligadas do Bolsa Família.
O ministério deverá ainda revisar casos em que a renda registrada na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de responsáveis por estudantes possa impactar o cálculo da renda familiar per capita no Cadastro Único (CadÚnico).
Caso as irregularidades sejam confirmadas, o ministério deverá promover a correção ou atualização dos dados cadastrais, com o objetivo de garantir maior precisão e confiabilidade às informações utilizadas na execução de políticas públicas.
As medidas foram tomadas após uma auditoria da Corte identificar inconsistências no programa. Também foram emitidas recomendações aos órgãos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>TCU, determina, que, MEC, suspenda, pagamentos, Pé-de-Meia, beneficiários, mortos</media:keywords>
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<title>Brasil faz maior leilão de energia da história, com 19 GW e R$ 64,5 bilhões em investimentos</title>
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<description><![CDATA[ O Brasil negociou, em leilão nesta quarta-feira, 19 gigawatts (GW) em novos contratos para usinas termelétricas e hidrelétricas, garantindo negócios para empresas como Petrobras, Eneva, Axia e Copel. Foi a maior contratação já realizada pelo setor elétrico do país.
Ao todo, 100 empreendimentos, novos e existentes, foram contratados, somando cerca de R$ 64,5 bilhões em investimentos, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) com base em informações das empresas.
A nova capacidade, equivalente a quase 10% do parque instalado atual, busca garantir a segurança no fornecimento de energia já a partir deste ano.
Com o crescimento das energias eólica e solar nos últimos anos, o país passou a precisar também de usinas que possam entrar em operação rapidamente quando houver queda na geração dessas fontes, que variam conforme o clima.
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O leilão viabilizou a recontratação de várias termelétricas já existentes, como Norte Fluminense e Santa Cruz, da Âmbar Energia (do grupo J&amp;F), além de Nova Piratininga, Juiz de Fora, Seropédica, Termomacaé e Termobahia, da Petrobras.
Também foram contratadas usinas flutuantes a gás da turca Karpowership, além de projetos a carvão mineral da Eneva em Itaqui e Pecém.
Na área hidrelétrica, empresas como Axia, Engie Brasil, Copel e a chinesa SPIC garantiram contratos para instalar novas máquinas em usinas já existentes.
Esse foi o maior leilão de geração de energia já realizado no Brasil, tanto em volume quanto em investimentos. O recorde anterior havia sido em 2009, com o leilão da hidrelétrica de Belo Monte, de 11 GW de potência.
Já o único leilão de capacidade realizado até então, em 2021, contratou 4,6 GW e garantiu R$ 5,98 bilhões em investimentos. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Copom reduz a Selic para 14,75%, mas retira projeção de novos cortes com a guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024. 
Por outro lado, o BC retirou projeções de novos cortes nas próximas reuniões, em virtude da guerra no Oriente Médio. O conflito foi citado quatro vezes no comunicado, como motor de incerteza para a tomada de decisões à frente.
&quot;No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&quot;, diz o Copom.
O conflito tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, impulsionando os preços dos combustíveis no país. 
O BC reforçou que os impactos da guerra no Oriente Médio tem seus efeitos sobre a cadeia global de suprimentos e os preços de commodities, que influenciam a inflação no Brasil. Portanto, o comitê decidiu aguardar desdobramentos sobre quanto tempo o conflito vai durar e quais serão seus efeitos sobre a economia.
O comitê entende que a decisão &quot;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&quot;.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Banco Central do Brasil (BC).
Adriano Machado/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano</title>
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<description><![CDATA[      O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024. 
Essa era a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projetava uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. 
???? A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
O comitê entende que a decisão &quot;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&quot;.
O começo do processo de queda dos juros no Brasil ocorre apesar das incertezas internacionais, decorrentes da guerra no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.
A disparada do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Na decisão, o Copom afirma que os conflitos no Oriente Médio afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil e que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos. 
&quot;O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil&quot;, diz o comunicado.
Na decisão, o comitê sinaliza que os &quot;passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&quot;.

Copom desfalcado
A reunião desta quarta teve dois votos a menos, por causa das saídas do diretor de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen. O governo ainda não indicou substitutos.
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
Banco Central do Brasil (BC).
Adriano Machado/ Reuters
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Brasil continua em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo após decisão do Copom; veja lista</title>
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<description><![CDATA[      O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.
???? O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, os juros reais do país ficaram em 9,51%.
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que o Brasil ainda enfrenta incertezas inflacionárias, em meio a preocupações com os gastos do governo. O cenário, segundo a instituição, ficou ainda mais incerto com a guerra no Oriente Médio.
A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, permaneceu na quarta posição do ranking.
Veja abaixo os principais resultados da lista de 40 países.

Queda da Selic
Nesta quarta-feira, o Copom anunciou sua decisão de cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. Trata-se da primeira redução desde maio de 2024.
O anúncio também marca o fim de um ciclo de cinco decisões seguidas pela manutenção da Selic.

Juros nominais
Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira manteve a quarta posição.
Veja abaixo:
Turquia: 37,00%
Argentina: 29,00%
Rússia: 15,50%
Brasil: 14,75%
Colômbia: 10,25%
México: 7,00%
África do Sul: 6,75%
Hungria: 6,25%
Índia: 5,25%
Indonésia: 4,75%
Chile: 4,50%
Filipinas: 4,25%
Israel: 4,00%
Hong Kong: 4,00%
Austrália: 3,85%
Polônia: 3,75%
Reino Unido: 3,75%
Estados Unidos: 3,75%
República Tcheca: 3,50%
China: 3,00%
Malásia: 2,75%
Coreia do Sul: 2,50%
Nova Zelândia: 2,25%
Canadá: 2,25%
Alemanha: 2,15%
Áustria: 2,15%
Espanha: 2,15%
Grécia: 2,15%
Holanda: 2,15%
Portugal: 2,15%
Bélgica: 2,15%
França: 2,15%
Itália: 2,15%
Taiwan: 2,00%
Suécia: 1,75%
Dinamarca: 1,60%
Tailândia: 1,00%
Cingapura: 0,88%
Japão: 0,75%
Suíça: 0,00%
Sede do Banco Central em Brasília
Raphael Ribeiro/BCB ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:00:10 -0300</pubDate>
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<title>PIX fora do ar? Clientes de bancos reclamam de instabilidade</title>
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<description><![CDATA[      PIX
Reprodução/TV Globo
Clientes de diferentes bancos usaram as redes sociais nesta quarta-feira (18) para reclamar de instabilidade no PIX.
A plataforma Downdetector, que monitora serviços online, registrou forte aumento de queixas a partir das 15h30. O pico foi atingido às 16h26, com 945 ocorrências.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O maior volume de reclamações veio de clientes do Nubank. Na plataforma, os relatos passaram de 700 por volta das 16h20.
O g1 entrou em contato com o Banco Central do Brasil (BC), responsável pelo sistema de pagamentos instantâneos, e com o Nubank, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja abaixo as reclamações de clientes:
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Socorro da União a bancos em crise sem aval do Congresso opõe Fazenda e base de Lula na Câmara</title>
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<description><![CDATA[      A base do governo na Câmara articulou a retirada da previsão de socorro da União a bancos em crise sem aval do Congresso de um projeto sobre uma nova resolução bancária. 
A proposta está na pauta da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB) e pode ser votada nesta quarta-feira (18).
A retirada da previsão de socorro da União sem autorização do Congresso contrariava a posição do Ministério da Fazenda, que, anteriormente, defendia a medida. Após críticas da base aliada, contudo, a equipe econômica decidiu ceder (leia mais aqui).
O projeto, enviado ao Congresso pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou a tramitar após a crise de insolvência do Banco Master. No texto, há previsão para empréstimos da União para bancos em crise.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo o texto, em situações em que a inviabilidade dos bancos configure risco de crise sistêmica, risco de ameaça à solidez ou impacte a estabilidade ou o funcionamento regular do Sistema Financeiro Nacional, o Conselho Monetário Nacional poderá aprovar, por meio de norma infralegal, a realização de empréstimos da União. 
O entendimento inicial da Fazenda é que a autorização do Congresso poderia retardar o socorro a bancos em um momento de crise que demandaria resposta rápida. Mas o tema repercutiu mal entre os partidos de esquerda. 
Apesar do posicionamento inicial da Fazenda, a base governista é contra o socorro desde que o projeto entrou em pauta. 
“Quando o banco tem lucro, ele não distribui. Quando o banco tem prejuízo a sociedade paga a conta?&quot;, afirmou o líder do PT, Pedro Uczai (SC). 
“Se o relator não retirar esses artigos, vamos fazer obstrução. Quem vai colocar a digital ali de apoiar uma instituição financeira falida com dinheiro público?”, acrescentou o petista. 
O posicionamento é acompanhado pelo líder do PSB na Câmara, Jonas Donizete (PSB-SP). “Só irá [a voto], por parte do governo, se retirar os artigos que preveem colocar dinheiro público para cobrir o rombo [dos bancos]. Para a população é horrível. É como se o governo tivesse bancando&quot;, afirmou.
O líder do PSOL na Casa, Tarcísio Motta (RJ), também se posicionou contra o socorro decidido apenas pela autoridade reguladora, alegando perda de prerrogativas do Congresso.  
&quot;Nem mesmo no Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer) foi aprovado socorro a bancos sem aprovação do Congresso. Nesse novo projeto, só há consulta posterior ao Senado&quot;, disse.
O Proer foi um programa para recuperação de bancos instituído pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 1995. 
&quot;Ao dizer que a consulta é só ao Senado, o projeto impede que uma prerrogativa da Câmara, que é se posicionar sobre o empréstimo&quot;, disse Tarcísio Motta.
Fazenda decidiu ceder
Diante da insatisfação de partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, decidiu ceder.
“Nós concordamos em suprimir esses dispositivos, porque realmente não são necessários&quot;, disse Haddad nesta tarde, após reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
“Numa situação extrema, como está previsto ali, você tem outros mecanismos [para o socorro]. Primeiro que [o empréstimo da União] é um mecanismo raríssimo. E, em segundo caso, nós podemos sentar com o congresso nacional e conversar&quot;, acrescentou o ministro. 
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende tributação maior das bets no Brasil.
Reuters via BBC ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lula assina decretos que regulamentam ECA Digital; veja principais pontos</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: sites pornôs seguem sem checar idade, e redes tentam adivinhar faixa etária
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feirra (18) três decretos para regulamentar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital. 
???? O ECA Digital, sancionado por Lula em setembro do ano passado, obriga redes sociais a adotarem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo prejudicial, incluindo exploração sexual, violência, danos à saúde mental, pornografia e a promoção de bebidas alcoólicas, tabaco e jogos de azar.
A lei que protege crianças e adolescentes na internet começou a valer nesta terça-feira (17) e precisava de decretos para regulamentar alguns pontos.
Foram assinados três decretos: 
a regulamentação do ECA, com mais detalhamento das regras e das responsabilidades;
a criação de um centro na Polícia Federal para receber denúncias de potenciais crimes contra crianças e adolescentes provenientes das plataformas;
a nova estrutura da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O decreto que detalha a regulamentação proibe as chamadas &quot;práticas manipulativas&quot; em contas de crianças e adolescentes nas redes sociais. Com isso, ficam vedados rolagem infinita de feed, reprodução automática de vídeos, sistemas de recompensa e notificações de jogos, por exemplo.
Veja abaixo os principais pontos: 
Práticas manipulativas
O decreto prevê que plataformas terão que adotar medidas concretas para evitar que crianças e adolescentes desenvolvam dependência digital. 
Serão proibidos recursos que &quot;prendem&quot; o usuário sem ele perceber, como a rolagem infinita de feed sem pausas naturais e a reprodução automática de vídeos, por exemplo.
Também serão vedadas práticas manipulativas e que exploram fragilidades emocionais ou cognitivas dos jovens — criação senso de urgência falso ou usar pressão emocional para manter o usuário na plataforma, por exemplo.
Além disso, jogos com caixas de recompensa, conhecidas como &quot;loot boxes&quot;, precisarão verificar a idade e confirmar que o usuário não é menor de idade.
Para que os jogos continuem disponibilizados para crianças e adolescentes, as empresas devem: oferecer uma versão do jogo sem a recompensa, realizar restrição geográfica no território brasileiro ou restringir totalmente a funcionalidade para usuários crianças e adolescentes.
Caso adotem essas medidas, será dispensada a verificação de idade.
Criança brinca com celular em Ribeirão Preto, SP telas ansiedade
Reprodução/EPTV
Verificação de idade com método confiável
O decreto também vai exigir que as plataformas usem um método confiável de verificação de idade, a ser organizado pela ANPD.
Com isso, não será mais possível que a criança informe uma data de nascimento falsa para acessar conteúdos proibidos, como conteúdo de exploração sexual, serviços de acompanhantes, entre outros.
Os dados usados na verificação de idade deverão ser protegidos e não poderão ser compartilhados com terceiros. Além disso, serão removidos aplicativos que não possuam mecanismo de verificação de idade funcional.
Influenciadores mirins 
Os “influenciadores mirins” — crianças e adolescentes que aparecem de forma habitual em conteúdos patrocinados ou impulsionados nas redes — ganhou uma regulamentação específica no decreto do ECA Digital. 
A partir de agora, plataformas que monetizem ou impulsionem conteúdos que explorem, de forma habitual, a imagem ou a rotina de uma criança ou adolescente precisam exigir dos responsáveis uma autorização judicial prévia.
Canal único para denúncias de conteúdo ilegal
Também será criado o Centro Nacional de Triagem de Notificações dentro da Polícia Federal para receber, filtrar e encaminhar às autoridades competentes denúncias de conteúdos como abuso sexual infantil, sequestro e aliciamento de menores. 
 Será a primeira unidade policial que irá concentrar e agilizar denúncias de crimes nas plataformas.
Plataformas serão obrigadas a remover esse tipo de conteúdo imediatamente, sem precisar de ordem judicial, quando a denúncia vier: da própria vítima ou sua família, do Ministério Público ou de organizações da sociedade civil reconhecidas na área de defesa de criança.
 Fim da publicidade personalizada para crianças
Plataformas não poderão mais usar o perfil comportamental de crianças, como gostos, histórico e tempo de tela, para direcionar anúncios publicitários a elas.
O decreto proibe ainda técnicas como análise emocional, realidade aumentada e realidade virtual com fins publicitários voltados ao público infantojuvenil.
Além disso, a ANPD deverá regulamentar formas de previnir e mitigar o acesso, a exposição, a recomendação ou a facilitação de contato de crianças com jogos de azar, apostas de quota fixa, loterias, produtos de tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos e demais produtos e serviços de comercialização proibida a crianças e adolescentes.
 Contas em redes sociais
Redes sociais com conteúdo impróprio para menores terão que escolher entre dois caminhos:
criar uma vers ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fed mantém juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em meio à guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017.
REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo
O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. A decisão, anunciada nesta quarta-feira (18), veio em linha com a expectativa do mercado financeiro.
Foi a segunda reunião consecutiva em que o banco central americano manteve a taxa no mesmo nível. Em 28 de janeiro, o Fed interrompeu um ciclo de três cortes seguidos, citando incertezas nas perspectivas econômicas.
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A guerra no Oriente Médio e a consequente disparada do preço do petróleo no mercado global tiveram grande peso na decisão desta quarta-feira. A principal preocupação do banco central americano é o impacto sobre a inflação no país. (leia mais abaixo)
Apesar do cenário incerto, autoridades do Fed mantiveram a previsão de um corte de 0,25 ponto percentual em 2026. Dos 19 membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), 12 projetam ao menos uma redução, enquanto sete preveem a taxa no nível atual.
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➡️ A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio. (leia mais abaixo)
A decisão desta quarta-feira foi a décima desde que Donald Trump assumiu como 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro de 2025. Desde a posse, houve três cortes de juros, em meio a um cenário econômico incerto, com conflitos geopolíticos e a guerra tarifária promovida pelo republicano.

O que disse o Fomc
O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) informou, em comunicado, que a atividade econômica dos EUA tem se expandido em um ritmo sólido, enquanto a criação de empregos permaneceu baixa e a taxa de desemprego mudou pouco nos últimos meses.
O colegiado destacou que a inflação continua &quot;um pouco elevada&quot; e citou incertezas em relação à economia, em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro.
&quot;A incerteza sobre a perspectiva econômica continua elevada. As implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas&quot;, diz o texto. 
O Fomc afirmou ainda que &quot;continuará monitorando as implicações das informações recebidas para a perspectiva econômica&quot; e que está &quot;preparado para ajustar a postura da política monetária, conforme apropriado, caso surjam riscos que possam dificultar o alcance de seus objetivos&quot;.
Impactos da guerra no Oriente Médio
Com o início da guerra, em 28 de fevereiro, o petróleo disparou no mercado internacional e chegou a atingir US$ 120, o maior valor desde 2022. Depois, recuou, mas segue na casa dos US$ 100, ainda em nível bastante elevado.
Trump passou, então, a buscar formas de conter a alta da commodity, atento ao impacto no bolso dos eleitores americanos e às eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro. (leia mais)
Petróleo mais caro costuma significar gasolina e diesel mais caros — e, em efeito cascata, pressões sobre os preços de diversos produtos nos EUA. O cenário preocupa, em especial, o Fed, que tem mandato duplo: controlar a inflação e manter o mercado de trabalho aquecido.
&quot;O Comitê está fortemente comprometido em apoiar o máximo emprego e em trazer a inflação de volta ao objetivo de 2%&quot;, declarou o Fomc nesta quarta-feira. Atualmente, a taxa está em 2,4%.
Dados da associação automobilística AAA mostram que o preço da gasolina já subiu quase 25% desde que o republicano iniciou a guerra, atingindo o maior valor desde outubro de 2023.
???? O fator central da disparada dos preços é o bloqueio do Estreito de Ormuz, principal rota global do petróleo, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial. A região — responsável também por cerca de um quinto do comércio global de gás natural (GNL) — registrou forte queda no tráfego de navios após o Irã anunciar o bloqueio e ataques a petroleiros.
O fluxo da commodity na região passou a preocupar Trump, que pediu apoio de outros países para monitorar e &quot;cuidar&quot; da passagem — solicitação rejeitada por seus aliados europeus e asiáticos.
Trump reagiu à negativa dizendo que não precisa da ajuda “de ninguém” para seguir na guerra contra o Irã e controlar Ormuz. “Nós não precisamos deles [países da Otan, aliança militar liderada pelos EUA], mas eles deveriam ter ajudado. Estão cometendo um erro muito tolo.&quot;
Ele também declarou que &quot;não demorará muito&quot; para a liberação da rota do petróleo, em um cenário que permanece incerto.
Pressão sobre o Fed
Enquanto isso, a pressão do presidente dos EUA por cortes de juros continua. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Temos proposta de acordo em nível federal&amp;apos;, diz encarregado dos EUA sobre minerais críticos no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Gabriel Escobar, encarregado de negócios dos EUA no Brasil
Reprodução/X @EmbaixadaEUA
Mesmo com algumas tensões diplomáticas entre os países, os Estados Unidos e o Brasil estão com negociações abertas para fechar um acordo sobre as cadeias de suprimento de minerais críticos. Quem afirmou, nesta quarta-feira (18), que as conversas estão em andamento foi Gabriel Escobar, encarregado de negócios norte-americano por aqui.
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
A declaração foi feita à agência Reuters após a assinatura de um acordo preliminar separado com o estado de Goiás e antes de um evento promovido pela embaixada dos EUA que reuniu investidores americanos e empresas brasileiras interessadas na produção de minerais críticos. Entre os participantes estavam Citi e Anglo American.
“Temos uma proposta de acordo em nível federal. Já tivemos discussões iniciais, mas ainda estamos aguardando avanços”, disse Escobar, durante o evento.
Os EUA têm buscado ampliar o acesso a reservas de minerais críticos, especialmente às cadeias de terras raras, hoje amplamente dominadas por empresas da China.
Brasil e Índia assinam acordo sobre minerais críticos
Tensão diplomática
As negociações ocorrem em meio a um momento de atrito entre Washington e Brasília, que acabou esvaziando o evento da embaixada.
Autoridades brasileiras se retiraram após o desgaste nas relações, intensificado quando um integrante do governo americano pediu para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão — o que foi interpretado pelo governo brasileiro como tentativa de interferência em assuntos internos. O pedido foi barrado sob a justificativa de “falsificação” dos motivos da visita.
Amostras de terras raras: Óxido de cério, Bastnasita, óxido de neodímio e carbonato de lantânio
REUTERS/David Becker
Segundo a Reuters, o Brasil recebeu em fevereiro uma proposta de memorando de entendimento. O documento, no entanto, teria sido enviado inicialmente com o nome de outro país, erro posteriormente corrigido.
As negociações seguem com o escritório do representante de Comércio dos EUA e podem avançar em uma eventual visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington.
Um encontro entre Lula e Donald Trump, que estava previsto para este mês, foi adiado em meio ao conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, além das tensões bilaterais.
Os bastidores
Nos bastidores, integrantes do governo brasileiro criticaram a decisão dos EUA de firmar acordo direto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, adversário político de Lula. A iniciativa foi vista como uma tentativa de contornar o governo federal.
O acordo prevê cooperação em áreas como mapeamento de potencial mineral, conexão de mineradoras locais com tecnologia americana e aprimoramento regulatório, segundo o governo estadual.
Goiás concentra reservas de lítio e nióbio e abriga a única empresa em operação comercial de terras raras no país, a Serra Verde, com apoio dos EUA.
De acordo com o governo estadual, a parceria busca estimular o processamento local e a agregação de valor, incluindo a separação de terras raras — uma prioridade também para o governo Lula, segundo um integrante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Autoridades americanas veem potencial para investimentos bilionários e já identificaram mais de 50 projetos de mineração no Brasil que podem ajudar a diversificar a oferta global e reduzir a dependência da China nesse mercado estratégico. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Ministério dos Transportes diz que vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete</title>
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<description><![CDATA[      Ministério dos Transportes diz que governo vai intensificar ações contra empresas que descumprem tabela do frete
O Ministério dos Transportes informou nesta quarta-feira (18) que está intensificando, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o cerco contra empresas que descumprem a tabela do frete. 
????A Tabela do Frete, oficialmente chamada de Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, é uma norma que estabelece o valor mínimo que deve ser pago pelo serviço de transporte de cargas no Brasil. O objetivo é impedir que o frete seja negociado por valores que não paguem nem o custo da viagem.
Segundo o governo, a fiscalização tem gerado autuações em cerca de 20% das abordagens, revelando um cenário de irregularidade no setor.
Somente nos dois primeiros meses de 2026, 40 mil infrações foram registradas. A lista das empresas que acumulam os maiores valores em multas por descumprimento da tabela inclui companhias do setor de alimentos, bebidas e logística.
VALDO: aumento do diesel irrita e preocupa Lula
Novas Medidas 
O ministro Renan Filho destacou que o objetivo agora é transformar a multa, que hoje é vista por muitas empresas apenas como um &quot;custo operacional&quot; ou &quot;passivo regulatório&quot;, em uma punição com impacto real. 
Para isso, o governo prepara um instrumento jurídico para aumentar a capacidade de aplicação da lei (&quot;enforcement&quot;) do ambiente regulatório.
A principal mudança será o impedimento de contratar frete. Caso a empresa seja reincidente ou apresente um volume alto de irregularidades, tanto o embarcador – quem vende o produto – quanto o transportador poderão ser proibidos de operar.
&quot;O cumprimento da tabela do frete é fundamental para que os custos da entrega estejam compensados. Muitos caminhoneiros sentem um achatamento no valor recebido, o que compromete a renda, a segurança e a sustentabilidade da atividade&quot;, afirmou o ministro Renan Filho.
Segundo o governo, o pacote de medidas prevê:
suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;
cassação do registro em caso de reincidência;
fiscalização permanente e integral (100% das operações) sobre as transportadoras que forem identificadas como reincidentes.
Atualmente, a ANTT não possui instrumento legal para suspender as atividades de transporte como forma de sanção direta por multas de tabela. 
Com a nova regulamentação, a ideia é que a irregularidade deixe de ser vantajosa financeiramente. A responsabilidade será estendida a toda a cadeia, garantindo que o contratante também responda pelo valor justo do serviço prestado ao caminhoneiro.
Motoristas de caminhão têm demonstrado insatisfação com a elevação do preço do diesel, uma consequência da guerra no Irã. 
O governo já anunciou medidas para conter impactos do conflito no Oriente Médio nos preços, e tenta fazer com que as ações sejam refletidas nas bombas dos postos de combustíveis.
Ministro dos Transportes, Renan Filho
Reprodução/RPC
Motta diz que alta de preços &#039;preocupa&#039;
O presidente da Câmara, Hugo Motta (União-PB), disse que a alta no preço dos combustíveis é motivo de preocupação por parte do parlamento, mas que o governo tem adotado medidas para tentar equilibrar os valores e evitar o impacto para o consumidor. 
&quot;O que posso garantir é que a Câmara estará atenta, como esteve também quando tivemos as tarifas impostas ao Brasil&quot;, argumentou.
Nesse contexto, o presidente da Câmara disse que não descarta a adoção de medidas para auxiliar na manutenção da estabilidade dos preços, entretanto ele não detalhou que tipo de medidas seriam essas. 
&quot;Penso que o momento é de união. Não queremos desequilíbrios nos preços do país, queremos que a estabilidade seja mantida. Não queremos que os caminhoneiros sejam prejudicados pela alta do petróleo&quot;, afirmou. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Governo propõe que estados isentem ICMS na importação de diesel até maio, com compensação de metade das perdas</title>
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<description><![CDATA[      Governo tenta conter alta no diesel, resultado do conflito no Oriente Médio
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União. 
A informação é do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, que se reuniu mais cedo, de forma virtual, com os secretários de Fazenda desses entes federativos.
De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados.
A decisão, segundo ele, será tomada até o dia 28 de março, quando está marcada uma reunião presencial sobre o assunto em São Paulo.
????Como o ICMS é um imposto estadual, cada estado tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar o imposto.
De acordo com os cálculos do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a ressarcir R$ 1, 5 bilhão aos estados (metade do valor).
&quot;Há um desafio em razão da guerra da importação de diesel. O Brasil tem de importar 27% do diesel consumido no Brasil, e a importação tem se descasado do preço interno por conta a guerra, do &#039;brent&#039; [preço do petróleo], do frete e do seguro. O que tem dificultado fechar os contratos&quot;[de importação], disse Durigan, do Ministério da Fazenda. 
Nesta terça-feira (17), o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) negou pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir o ICMS sobre o diesel (veja mais abaixo nessa reportagem)
O governo tenta conter o aumento no preço do diesel, que já ficou mais caro para os distribuidores. 
Na semana passada, o Executivo anunciou redução de impostos federais sobre o diesel, além de subsídios para produtores e importadores. 
A preocupação do Planalto é com os custos logísticos e seu impacto nos preços de alimentos e outros produtos.
Ao mesmo tempo em que negocia com os estados, o governo preparou um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra. 
➡️O Executivo, com isso, tem se articulado também para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.
O que dizem os estados
Petrobras anuncia aumento do preço do diesel por causa da guerra no Oriente Médio
Em manifestação pública divulgada no início desta semana por meio do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) avaliou que a redução do ICMS sobre o combustível prejudicaria o financiamento de políticas públicas.
Os governos estaduais alegaram, ainda, que cortes no imposto estadual sobre o combustível &quot;não costumam ser repassados ao consumidor final&quot;.
&quot;Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura&quot;, diz o Comsefaz, em nota.
O Comsefaz acrescentou que a &quot;reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual &quot;parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas&quot;.
&quot;Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social&quot;, dizem os secretários de Fazenda dos estados.
O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse &quot;arcando com uma dupla perda&quot;.
&quot;De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis&quot;, acrescenta a entidade.
Guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:00:41 -0300</pubDate>
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<title>Trump suspende lei centenária que impõe restrições ao transporte marítimo de petróleo durante guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Plataforma de petróleo em Sergipe
Jeová Luiz/TV Sergipe
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu temporariamente nesta quarta-feira (18) uma lei marítima centenária para tentar conter a alta nos custos de energia após a escalada da guerra no Oriente Médio.
A medida ocorre depois que ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã ampliaram o conflito na região.
A decisão concede uma isenção de 60 dias da chamada Jones Act. Durante esse período, navios com bandeira estrangeira poderão transportar cargas entre portos dos EUA.
Agência Internacional de Energia anuncia plano de liberação de reservas de petróleo
Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, a medida busca reduzir “interrupções de curto prazo no mercado de petróleo” provocadas pela guerra.
“Essa ação permitirá que recursos vitais, como petróleo, gás natural, fertilizantes e carvão, cheguem com mais facilidade aos portos americanos pelos próximos 60 dias”, afirmou em comunicado.
LEIA TAMBÉM:
Petróleo do Oriente Médio se torna o mais caro do mundo conforme guerra corta fornecimento ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:00:41 -0300</pubDate>
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<title>Após ouvir &amp;apos;não&amp;apos;, Trump ameaça deixar aliados resolverem bloqueio do Estreito de Ormuz sozinhos</title>
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<description><![CDATA[      Países europeus e asiáticos se recusam a enviar militares para reabrir Estreito de Ormuz
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quarta-feira (18) que poderia deixar os aliados dos Estados Unidos garantirem por conta própria a livre passagem pelo Estreito de Ormuz.
O Irã fechou o estreito em resposta aos ataques americanos e israelenses, fazendo o preço do petróleo disparar. 

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➡️ Contexto: O Estreito de Ormuz é uma faixa marítima liga o Golfo de Omã ao Golfo Pérsico. Cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo passa pela região, além de entre 20% e 25% do comércio global de gás natural. Grande parte dessa energia segue para países asiáticos como Japão, Coreia do Sul, Índia e China.
EUA não precisam de Ormuz?
Em uma mensagem em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou que seu país não precisa do estreito e, portanto, vai &quot;deixar que os países que o utilizam&quot; encontrem uma solução.
&quot;Eu me pergunto o que aconteceria se &#039;acabássemos&#039; com o que resta do Estado terrorista iraniano e deixássemos os países que o utilizam - e não nós - responsáveis pelo chamado &#039;Estreito&#039;. Isso despertaria alguns de nossos &#039;aliados&#039; indiferentes&quot;, escreveu.
Apesar da fala de Trump, uma interrupção prolongada no fluxo de navios no Estreito de Ormuz deve provocar efeitos diretos na economia global - incluindo a dos EUA.
U.S. President Donald Trump speaks as he meets with Irish Taoiseach (Prime Minister) Micheal Martin at the White House in Washington, D.C.
REUTERS/Evan Vucci
Os aliados europeus e asiáticos dos EUA recusaram os repetidos pedidos de Trump por navios caça-minas e outros equipamentos para liberar o estreito.
Esta última declaração na Truth Social sugere que os Estados Unidos podem abandonar a situação por completo, deixando que outros países lidem com as consequências. 
O Irã tenta usar seu controle sobre a passagem marítima como forma de pressionar os Estados Unidos e Israel contra ataques que dizimaram sua Marinha, atingiram milhares de alvos em todo o país e mataram seus principais líderes. 
Embora apenas algumas embarcações comerciais tenham sido atingidas por fogo iraniano, a ameaça foi suficiente para paralisar a navegação, fazendo com que os preços mundiais do petróleo disparassem. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:00:41 -0300</pubDate>
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<title>Dólar fica estável à espera de decisões de juros no Brasil e nos EUA; Ibovespa recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu praticamente estável nesta quarta-feira (18), com investidores divididos entre as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e a guerra no Oriente Médio.  Por volta das 12h10, a moeda americana subia 0,02%, a R$ 5,1935. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, opera em leve queda de 0,24%, a 179.976 pontos.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Os investidores seguem atentos às decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos (EUA), que serão anunciadas na chamada “Superquarta”. Por aqui, a maior parte do mercado projeta um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic, taxa básica da economia, a 14,75% ao ano. Se confirmada, será a primeira redução da Selic desde maio de 2024 — ou seja, após quase dois anos.
▶️ Já o Federal Reserve (Fed, banco central americano) deve manter os juros inalterados, com a decisão saindo a partir das 15h. Sem perspectiva clara de trégua na guerra, economistas avaliam que os impactos, tanto locais quanto globais, vão depender da duração do conflito.
▶️ Até agora, no entanto, não há sinais de arrefecimento da guerra, que já dura três semanas. Com o Estreito de Ormuz no centro das tensões, os EUA informaram ter usado bombas de penetração profunda contra sistemas antiembarcação do Irã ao longo da principal rota global de petróleo.
▶️ O objetivo é reabrir o estreito, fechado por Teerã desde o início da guerra. Enquanto isso, o petróleo segue pressionado, com preços acima de US$ 100, aumentando os riscos para a inflação global.
????️ Por volta das 8h51, o barril do tipo petróleo Brent subia 0,72%, a US$ 104,16, enquanto o WTI avançava 1,15%%, a US$ 94,43. 
▶️ No Brasil, os efeitos da guerra já chegam aos consumidores. O reajuste recente do diesel pela Petrobras, somado à alta do petróleo, aumentou a pressão sobre os custos de transporte e levou caminhoneiros a ameaçarem uma nova paralisação. O Ministério da Justiça já disse que Polícia Federal vai investigar preços abusivos de combustíveis. O Procon também está de olho.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -2,17%;
Acumulado do mês: +1,27%;
Acumulado do ano: -5,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,55%;
Acumulado do mês: -4,44%;
Acumulado do ano: +11,97%.
&quot;Superquarta&quot;
Copom
O Banco Central do Brasil (BC) deve iniciar nesta quarta-feira (18) um novo ciclo de cortes da Selic, após quase dois anos sem redução. A expectativa predominante do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros da economia brasileira para 14,75% ao ano. 
O movimento ocorre em meio a incertezas externas, especialmente com a guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo para acima de US$ 100 e pressionou as projeções de inflação no Brasil. 
Esse cenário levou economistas a reduzirem a expectativa de um corte mais intenso nos juros, indicando um início de ciclo mais cauteloso por parte do Banco Central.
Ainda assim, a tendência é de continuidade na queda da Selic ao longo dos próximos meses, podendo encerrar 2026 em torno de 12,25% ao ano, caso o cenário inflacionário permita.
Fed
Já o Federal Reserve deve manter os juros inalterados nos Estados Unidos nesta quarta-feira, enquanto a guerra no Oriente Médio aumenta a incerteza sobre a economia. 
Na reunião de janeiro, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. O movimento interrompeu um ciclo de três cortes consecutivos. 
Antes, o temor com as tarifas de Donald Trump levou o Fed a adiar cortes de juros. Depois, sinais de desaceleração da economia, com inflação sob controle, abriram espaço para redução das taxas.
Agora, no entanto, o problema é outro: o conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e, com isso, encareceu combustíveis e outros produtos, o que pode pressionar a inflação americana.
Diante desse cenário, o banco central americano fica dividido: de um lado, há risco de preços mais altos; de outro, a economia pode desacelerar e afetar empregos. Por isso, a tendência é esperar mais antes de mexer nos juros, enquanto acompanha os impactos da guerra.
A segunda decisão sobre os juros em 2026 também ocorre em meio à pressão crescente do presidente Trump sobre a instituição, incluindo acusações diretas ao chefe do Fed, Jerome Powell, e a tentativa de demitir a diretora Lisa Cook — caso que está sendo julgado pela Suprema Corte.
Guerra no Oriente Médio
Os conflitos no Oriente Médio entraram na terceira semana, sem perspectiva de cessar-fogo. Israel afirmou nesta quarta-feira (18) ter matado o ministro da Inteligência do Irã, após já ter eliminado, na véspera, Ali Larijani, uma das principais figuras do regime iraniano.
Em resposta, o Irã lançou bombas de fragmentação contra Tel Aviv, matando um casal de idosos, segundo a imprensa local. Já o Exército israel ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:00:41 -0300</pubDate>
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<title>Governo federal descarta ajudar BRB em capitalização de recursos</title>
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<description><![CDATA[      O Ministério da Fazenda e o Palácio do Planalto descartam uma federalização do Banco de Brasília (BRB) ou mesmo o uso de recursos públicos para auxiliar na capitalização do banco controlado pelo governo do Distrito Federal.
Nas últimas semanas, o BRB chegou a procurar diretamente a Caixa Econômica Federal, segundo fontes do governo ouvidas pelo blog, mas qualquer decisão teria que vir do governo federal, já que a Caixa é 100% estatal. 
Outra solução aventada no mercado financeiro seria a entrada do Banco do Brasil no negócio, via federalização, mas o governo também descarta a possibilidade. 
Questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o BB negou haver qualquer estudo sobre federalização (leia mais abaixo).
BRB cancela assembleia geral e terá que atrair novos investidores para cobrir rombo do Master
Integrantes do governo relataram ao blog que o tamanho do rombo no BRB é desconhecido pela Fazenda. 
Levantamento
A atual administração do banco reconheceu a necessidade de capitalização acima de R$ 8 bilhões, mas investidores do mercado financeiro já falam em cifras que ultrapassam R$ 15 bilhões.
 A credibilidade do banco junto ao mercado financeiro é essencial para que investidores comprem cotas do fundo imobiliário que o BRB tenta viabilizar com imóveis repassado pelo GDF, mas que são tema de polêmica jurídica. 
O BRB precisa apresentar, até o fim de março o orçamento de 2025, números que serão dissecados pelo mercado e pelo Banco Central para determinar a viabilidade do banco seguir com liquidez para continuar atuando.
A crise no BRB ficou exposta a partir das investigações da tentativa de compra do Master pelo BRB, negada pelo Banco Central. Há indícios de que o Master vendeu ao BRB R$ 12 bilhões em carteiras de crédito falsas ou sem lastro.
Justiça do DF determina suspensão da lei que permite uso de terrenos públicos como garantia para empréstimos do BRB
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo</title>
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<description><![CDATA[      Brasil registra maior abate de bovinos da história pelo 2º ano consecutivo
Gustavo Wanderley/g1
Pelo segundo ano consecutivo, o abate de bovinos no Brasil atingiu o maior nível da série histórica. Em 2025, foram abatidas 42,94 milhões de cabeças, um aumento de 8,2% em relação a 2024.
O crescimento foi registrado em todos os trimestres do ano na comparação com os mesmos períodos do ano anterior, reforçando a trajetória de alta observada desde 2022. O resultado também supera o recorde anterior, alcançado em 2024.
Um dos principais fatores por trás do avanço foi o aumento no abate de fêmeas, que subiu pelo quarto ano consecutivo. Em 2025, a alta foi de 18,2% na comparação anual.
O aumento dos abates foi um dos fatores que segurou o aumento de preço de carne bovina ao consumidor, no ano passado.
Resultado por estado
No total, foram abatidas 3,25 milhões de cabeças a mais do que em 2024. O avanço ocorreu em 26 das 27 unidades da federação.
Entre os estados com maior participação na produção nacional, os maiores aumentos foram registrados em:
São Paulo: +629,22 mil cabeças
Pará: +472,77 mil cabeças
Rondônia: +364,43 mil
Goiás: +244,87 mil cabeças
Mato Grosso: +199,21 mil cabeças
Mato Grosso do Sul: +175,09 mil cabeças
O Mato Grosso manteve a liderança no ranking nacional de abate de bovinos, com 17,1% de participação. Em seguida aparecem São Paulo (11,1%) e Goiás (9,9%).
No recorte do 4º trimestre de 2025, foram abatidas 11,04 milhões de cabeças. O número representa alta de 14% em relação ao mesmo período de 2024, mas queda de 2,7% frente ao 3º trimestre do próprio ano.
Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Chinesa GAC anuncia produção de veículos no Brasil a partir de 2027</title>
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<description><![CDATA[      GAC GS3
Divulgação / GAC
A GAC confirmou nesta quarta-feira (18) que vai iniciar a produção de veículos no Brasil a partir de 2027. A fábrica é da HPE Automotores e está localizada em Catalão (GO). Lá já são produzidos modelos da Mitsubishi. A previsão é de uma capacidade de produção de até 50 mil veículos da GAC por ano.
Segundo a montadora, já existe uma equipe de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. A missão desse time é adaptar os produtos ao mercado nacional e às necessidades dos clientes. A GAC já conta com centro de distribuição de peças em Cajamar (SP)
Para estabelecar a marca e operação no Brasil, a GAC diz que vai investir US$ 1,3 bilhão até 2030 (R$ 6,76 bilhões, em conversão direta).
Fábrida da HPE em Catalão (GO) vai produzir modelos da GAC
Divulgação / GAC
&quot;A produção local no Brasil representa um passo importante em nossa estratégia global e reforça nossa confiança no potencial do setor industrial brasileiro”, afirmou Lu Guojie, vice-presidente da GAC International.
Segundo o executivo, a cooperação com a HPE Automotores vai combinar a experiência de manufatura local com a tecnologia global da GAC.
Como é o GAC GS3
GAC GS3: SUV &#039;esconde&#039; origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão
Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.
Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.
GAC GS3
Divulgação / GAC
Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.
Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.
GAC GS3
Divulgação / GAC
Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.
Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.
GAC GS3
Divulgação / GAC
Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.
Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.
GAC GS3
Divulgação / GAC
Lista de equipamentos do GAC GS3
No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:
GAC GS3 Elite
Central multimídia de 14,6 polegadas;
Painel de instrumentos digital;
Faróis de LED com acendimento automático;
Câmera de ré;
Freio de estacionamento eletrônico;
Rodas de liga leve com 18 polegadas;
Chave presencial.
GAC GS3 Elipte Plus tem todos os itens acima, mais:
Piloto automático adaptativo;
Frenagem automática de emergência;
Assistente de permanência em faixa;
Câmera 360 graus;
Teto solar panorâmico;
Rodas de liga leve com 19 polegadas. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Elas abriram o próprio negócio para dar conta de tudo, enfrentam jornada dupla e mesmo assim dizem não ao CLT</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/elas-abriram-o-proprio-negocio-para-dar-conta-de-tudo-enfrentam-jornada-dupla-e-mesmo-assim-dizem-nao-ao-clt</link>
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<description><![CDATA[      Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para conciliar a rotina
Freepik
Antes de se consolidar como negócio, o nanoempreendedorismo feminino no Brasil tem funcionado, em muitos casos, como uma estratégia de adaptação à realidade econômica e social. É o que mostra uma pesquisa inédita do Consulado da Mulher, em parceria com a Vert.se e a Be.Labs, que analisou as condições em que essas atividades são desenvolvidas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Não se trata de pequenos negócios no sentido tradicional, mas de uma engrenagem de sobrevivência — marcada pela informalidade, pela sobreposição de jornadas, pela baixa possibilidade de crescimento e pela falta estrutural de apoio.
&quot;O que encontramos não foi um grupo de empreendedoras no sentido tradicional&quot;, diz a diretora-executiva do Consulado da Mulher, Adriana Carvalho. &quot;Foi um contingente de mulheres criando soluções econômicas em um cenário de limitações&quot;. 
Nanoempreendedores são pessoas físicas que atuam em pequena escala, com faturamento anual de até R$ 40,5 mil, como trabalhadoras informais ou autônomas. Criada pela reforma tributária, a categoria reduz burocracias, dispensa CNPJ e garante isenção do novo imposto sobre consumo como forma de incentivar a formalização.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O levantamento foi realizado em duas etapas, com 120 mulheres em grupos qualitativos e 371 participantes em um questionário nacional, e indica que esse “empreender” quase sempre começa antes do negócio: começa na vida.
Mais de 85% dessas mulheres têm filhos, e 29% cuidam de três ou mais. Mais da metade convive com crianças em idade escolar ou pré-escolar. Ao mesmo tempo, muitas assumem responsabilidades com outros membros da família, especialmente idosos.
Não por acaso, 61% têm entre 30 e 49 anos — faixa associada à chamada geração sanduíche, marcada pela sobreposição de demandas de cuidado.
“Essa mulher está no auge da pressão de tempo”, afirma Adriana. “Ela não tem margem. Então, o trabalho precisa caber na vida — e não o contrário. Com o empreendedorismo, elas têm autonomia para decidir: ‘no dia tal, não vou aceitar a encomenda’ ou ‘não vou fazer porque tenho outra prioridade’&quot;. 
Essa dinâmica ajuda a explicar por que o empreendedorismo surge menos como escolha e mais como adaptação. 
Para 75% das entrevistadas, abrir o próprio negócio foi uma resposta direta a crises como desemprego, queda de renda, maternidade ou dificuldade de conciliar um emprego formal com a rotina doméstica.
Mesmo quando existe a possibilidade de um emprego formal, ele não elimina o problema. A origem da sobrecarga não está apenas no mercado de trabalho, mas na estrutura social.
Cerca de 70% das entrevistadas são as principais responsáveis pelo trabalho doméstico. Entre as 60% que vivem com parceiros, a divisão de tarefas segue desigual. Em muitos casos, a presença de um companheiro não reduz a carga de cuidado.
“Há uma ideia de que é uma escolha ficar em casa empreendendo. Não é”, diz Adriana. “É o que cabe dentro de uma rotina em que tudo depende dela.”
A pesquisa também evidencia recortes raciais e sociais. Segundo o levantamento, 71% das nanoempreendedoras são mulheres negras, proporção superior à observada no empreendedorismo feminino em geral.
E diferentemente do estereótipo, segundo a pesquisa, o grupo não é marcado por baixa escolaridade. Quase 40% têm ensino superior completo ou pós-graduação. 
“Elas têm formação, mas não têm condições de permanecer no mercado”, diz Adriana. “O problema não é preparo. É sustentação — especialmente pela falta de creches e políticas públicas de cuidado.”
Faturamento 
Essa ruptura entre formação e inserção se reflete na renda. Embora 78% dos negócios faturem até R$ 3 mil por mês e 83% das famílias vivam com até três salários mínimos — sendo mais da metade abaixo de dois. 
Para Adriana, os dados indicam uma fragilidade estrutural: o faturamento do negócio frequentemente se confunde com a renda familiar. Em mais da metade dos casos, não há separação entre finanças pessoais e do negócio. Custos operacionais, tempo de trabalho e despesas indiretas não entram no cálculo.
“O dinheiro entra e sai no mesmo lugar”, afirma Adriana. “E isso cria uma sensação de ganho que não corresponde à realidade.”
O resultado é um modelo de subsistência, com baixa capacidade de acumulação e crescimento limitado — um retrato do chamado “piso pegajoso”, que mantém essas mulheres na base da pirâmide econômica.
Ainda assim, os negócios apresentam longevidade. Mais de 78% existem há mais de três anos, 41% ultrapassam seis anos e cerca de 20% têm mais de uma década de atividade.
Grande parte se concentra em atividades de baixa barreira de entrada e compatíveis com a rotina doméstica. O setor de alimentação reúne 51% dos casos. Somados alimentação, artesanato, costura e manufatura, predominam atividades manuais e intensivas em trabalho.
Jornada exaustiva 
Mais de 60% dedicam mais de cinco horas diárias ao negócio, e 31% trab ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Dólar opera leve alta à espera de decisões sobre juros no Brasil e nos EUA; Ibovespa cai</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-opera-leve-alta-a-espera-de-decisoes-sobre-juros-no-brasil-e-nos-eua-ibovespa-cai</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu praticamente estável nesta quarta-feira (18), com investidores divididos entre as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e a guerra no Oriente Médio.  Por volta das 10h26, a moeda americana subia 0,46%, a R$ 5,2230. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, opera em queda de 0,40%, a 179.690 pontos.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Os investidores seguem atentos às decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos (EUA), que serão anunciadas na chamada “Superquarta”. Por aqui, a maior parte do mercado projeta um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic, taxa básica da economia, a 14,75% ao ano. Se confirmada, será a primeira redução da Selic desde maio de 2024 — ou seja, após quase dois anos.
▶️ Já o Federal Reserve (Fed, banco central americano) deve manter os juros inalterados, com a decisão saindo a partir das 15h. Sem perspectiva clara de trégua na guerra, economistas avaliam que os impactos, tanto locais quanto globais, vão depender da duração do conflito.
▶️ Até agora, no entanto, não há sinais de arrefecimento da guerra, que já dura três semanas. Com o Estreito de Ormuz no centro das tensões, os EUA informaram ter usado bombas de penetração profunda contra sistemas antiembarcação do Irã ao longo da principal rota global de petróleo.
▶️ O objetivo é reabrir o estreito, fechado por Teerã desde o início da guerra. Enquanto isso, o petróleo segue pressionado, com preços acima de US$ 100, aumentando os riscos para a inflação global.
????️ Por volta das 8h51, o barril do tipo petróleo Brent subia 0,72%, a US$ 104,16, enquanto o WTI avançava 1,15%%, a US$ 94,43. 
▶️ Ontem, a França se alinhou a outros países da OTAN e rejeitou o pedido dos Estados Unidos para ajudar a liberar o Estreito de Ormuz. A decisão contradiz a declaração de Donald Trump de que Paris apoiaria a iniciativa. O presidente americano chamou a recusa dos aliados de “erro muito tolo”.
▶️ No Brasil, os efeitos da guerra já chegam aos consumidores. O reajuste recente do diesel pela Petrobras, somado à alta do petróleo, aumentou a pressão sobre os custos de transporte e levou caminhoneiros a ameaçarem uma nova paralisação. O Ministério da Justiça já disse que Polícia Federal vai investigar preços abusivos de combustíveis. O Procon também está de olho.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -2,17%;
Acumulado do mês: +1,27%;
Acumulado do ano: -5,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,55%;
Acumulado do mês: -4,44%;
Acumulado do ano: +11,97%.
&quot;Superquarta&quot;
Copom
O Banco Central do Brasil (BC) deve iniciar nesta quarta-feira (18) um novo ciclo de cortes da Selic, após quase dois anos sem redução. A expectativa predominante do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros da economia brasileira para 14,75% ao ano. 
O movimento ocorre em meio a incertezas externas, especialmente com a guerra no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo para acima de US$ 100 e pressionou as projeções de inflação no Brasil. 
Esse cenário levou economistas a reduzirem a expectativa de um corte mais intenso nos juros, indicando um início de ciclo mais cauteloso por parte do Banco Central.
Ainda assim, a tendência é de continuidade na queda da Selic ao longo dos próximos meses, podendo encerrar 2026 em torno de 12,25% ao ano, caso o cenário inflacionário permita.
Fed
Já o Federal Reserve deve manter os juros inalterados nos Estados Unidos nesta quarta-feira, enquanto a guerra no Oriente Médio aumenta a incerteza sobre a economia. 
Na reunião de janeiro, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) manteve a taxa de juros do país inalterada na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano — menor nível desde setembro de 2022. O movimento interrompeu um ciclo de três cortes consecutivos. 
Antes, o temor com as tarifas de Donald Trump levou o Fed a adiar cortes de juros. Depois, sinais de desaceleração da economia, com inflação sob controle, abriram espaço para redução das taxas.
Agora, no entanto, o problema é outro: o conflito no Oriente Médio elevou o preço do petróleo e, com isso, encareceu combustíveis e outros produtos, o que pode pressionar a inflação americana.
Diante desse cenário, o banco central americano fica dividido: de um lado, há risco de preços mais altos; de outro, a economia pode desacelerar e afetar empregos. Por isso, a tendência é esperar mais antes de mexer nos juros, enquanto acompanha os impactos da guerra.
A segunda decisão sobre os juros em 2026 também ocorre em meio à pressão crescente do presidente Trump sobre a instituição, incluindo acusações diretas ao chefe do Fed, Jerome Powell, e a tentativa de demitir a diretora Lisa Cook — caso que está sendo julgado pela Suprema Corte.
Guerra no Oriente Médio
Os conflitos no Oriente Médio entraram na terceira semana, sem perspectiva de cessar-fogo. Israel afirmou nesta quarta-feir ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Petrobras faz nova descoberta de gás em poço exploratório na Colômbia</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petrobras-faz-nova-descoberta-de-gas-em-poco-exploratorio-na-colombia</link>
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<description><![CDATA[      Poço Sirius-2 na Colômbia
Divulgação/Petrobras
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (18) a descoberta de uma nova reserva de gás natural em águas profundas da Colômbia.
O poço Copoazu-1 fica a cerca de 36 quilômetros do litoral, em uma área de mar profundo, com quase 1 mil metros de profundidade. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Ele também está próximo de outros dois poços importantes já perfurados na região, o Sirius-1 e o Sirius-2, a cerca de 8 quilômetros de distância.
Segundo a companhia, a nova descoberta indica que há ainda mais gás disponível no local do que se imaginava, o que pode ajudar a garantir o abastecimento de energia no futuro.
Veja os vídeos em alta no g1
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A perfuração começou em novembro de 2025 e continua em andamento. A Petrobras informou que a presença de gás foi confirmada por testes feitos durante a exploração e que novas análises ainda serão realizadas para entender melhor o volume e a qualidade desse recurso.
A Petrobras atua no bloco como operadora, com participação de 44,44%, em parceria com a Ecopetrol, que detém 55,56%.
A descoberta faz parte da estratégia da Petrobras de encontrar novas reservas de petróleo e gás, especialmente fora do Brasil, para atender à demanda de energia nos próximos anos.
Maior descoberta de gás da Colômbia
Em 2024, a Petrobras e a Ecopetrol confirmaram a maior descoberta de gás da história da Colômbia no poço Sirius-2, com volume estimado acima de 6 trilhões de pés cúbicos. O achado poderia elevar em até 200% as reservas do país.
O projeto, localizado em águas profundas, ainda entraria nas etapas de desenvolvimento e licenciamento. 
À época, a expectativa era iniciar a produção em cerca de três anos, com potencial de abastecer o mercado por uma década. O consórcio também previa investimentos bilionários para viabilizar a exploração e o transporte do gás até a costa.
Veja a nota completa da Petrobras
A Petrobras informa uma nova descoberta de acumulação de gás no poço exploratório Copoazu-1, no Bloco GUA-OFF-0, localizado em águas profundas da Colômbia.   Esta descoberta consolida a província gasífera e o potencial de gás no offshore colombiano, ao mesmo tempo em que adiciona um maior volume de gás para contribuir com a segurança energética da região.  
O poço Copoazu-1 encontra-se a aproximadamente 36 quilômetros da costa, a uma lâmina d’água de 964 metros e a uma distância de 8 quilômetros dos poços Sirius-1 (descobridor) e Sirius-2 (de avaliação), o que ressalta sua relevância dentro do contexto exploratório do Bloco Gua-Off-0.   
A perfuração do poço Copoazu-1 foi iniciada em 11/11/2025 e segue de maneira segura, em respeito ao meio ambiente e às pessoas.    
Os intervalos portadores de gás foram constatados por meio de perfis elétricos e amostragem de fluido, confirmando presença de gás em outro objetivo além do objetivo principal, tornando a descoberta ainda mais relevante. Os intervalos portadores de gás serão posteriormente caracterizados por análises laboratoriais.   
A atuação da Petrobras no Bloco GUA-OFF-0 está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria com outras empresas, assegurando o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética. 
A Petrobras, por meio de sua subsidiária Petrobras International Braspetro B.V – Sucursal Colômbia (PIB COL), atua como operadora do consórcio (participação de 44,44%), em parceria com a Ecopetrol S.A. (participação de 55,56%). ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para &amp;apos;dar conta de tudo&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/casa-filhos-e-renda-mulheres-recorrem-ao-proprio-negocio-para-dar-conta-de-tudo</link>
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<description><![CDATA[      Casa, filhos e renda: mulheres recorrem ao próprio negócio para conciliar a rotina
Freepik
Antes de se consolidar como negócio, o nanoempreendedorismo feminino no Brasil tem funcionado, em muitos casos, como uma estratégia de adaptação à realidade econômica e social. É o que mostra uma pesquisa inédita do Consulado da Mulher, em parceria com a Vert.se e a Be.Labs, que analisou as condições em que essas atividades são desenvolvidas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Não se trata de pequenos negócios no sentido tradicional, mas de uma engrenagem de sobrevivência — marcada pela informalidade, pela sobreposição de jornadas, pela baixa possibilidade de crescimento e pela falta estrutural de apoio.
&quot;O que encontramos não foi um grupo de empreendedoras no sentido tradicional&quot;, diz a diretora-executiva do Consulado da Mulher, Adriana Carvalho. &quot;Foi um contingente de mulheres criando soluções econômicas em um cenário de limitações&quot;. 
Nanoempreendedores são pessoas físicas que atuam em pequena escala, com faturamento anual de até R$ 40,5 mil, como trabalhadoras informais ou autônomas. Criada pela reforma tributária, a categoria reduz burocracias, dispensa CNPJ e garante isenção do novo imposto sobre consumo como forma de incentivar a formalização.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O levantamento foi realizado em duas etapas, com 120 mulheres em grupos qualitativos e 371 participantes em um questionário nacional, e indica que esse “empreender” quase sempre começa antes do negócio: começa na vida.
Mais de 85% dessas mulheres têm filhos, e 29% cuidam de três ou mais. Mais da metade convive com crianças em idade escolar ou pré-escolar. Ao mesmo tempo, muitas assumem responsabilidades com outros membros da família, especialmente idosos.
Não por acaso, 61% têm entre 30 e 49 anos — faixa associada à chamada geração sanduíche, marcada pela sobreposição de demandas de cuidado.
“Essa mulher está no auge da pressão de tempo”, afirma Adriana. “Ela não tem margem. Então, o trabalho precisa caber na vida — e não o contrário. Com o empreendedorismo, elas têm autonomia para decidir: ‘no dia tal, não vou aceitar a encomenda’ ou ‘não vou fazer porque tenho outra prioridade’&quot;. 
Essa dinâmica ajuda a explicar por que o empreendedorismo surge menos como escolha e mais como adaptação. 
Para 75% das entrevistadas, abrir o próprio negócio foi uma resposta direta a crises como desemprego, queda de renda, maternidade ou dificuldade de conciliar um emprego formal com a rotina doméstica.
Mesmo quando existe a possibilidade de um emprego formal, ele não elimina o problema. A origem da sobrecarga não está apenas no mercado de trabalho, mas na estrutura social.
Cerca de 70% das entrevistadas são as principais responsáveis pelo trabalho doméstico. Entre as 60% que vivem com parceiros, a divisão de tarefas segue desigual. Em muitos casos, a presença de um companheiro não reduz a carga de cuidado.
“Há uma ideia de que é uma escolha ficar em casa empreendendo. Não é”, diz Adriana. “É o que cabe dentro de uma rotina em que tudo depende dela.”
A pesquisa também evidencia recortes raciais e sociais. Segundo o levantamento, 71% das nanoempreendedoras são mulheres negras, proporção superior à observada no empreendedorismo feminino em geral.
E diferentemente do estereótipo, segundo a pesquisa, o grupo não é marcado por baixa escolaridade. Quase 40% têm ensino superior completo ou pós-graduação. 
“Elas têm formação, mas não têm condições de permanecer no mercado”, diz Adriana. “O problema não é preparo. É sustentação — especialmente pela falta de creches e políticas públicas de cuidado.”
Faturamento 
Essa ruptura entre formação e inserção se reflete na renda. Embora 78% dos negócios faturem até R$ 3 mil por mês e 83% das famílias vivam com até três salários mínimos — sendo mais da metade abaixo de dois. 
Para Adriana, os dados indicam uma fragilidade estrutural: o faturamento do negócio frequentemente se confunde com a renda familiar. Em mais da metade dos casos, não há separação entre finanças pessoais e do negócio. Custos operacionais, tempo de trabalho e despesas indiretas não entram no cálculo.
“O dinheiro entra e sai no mesmo lugar”, afirma Adriana. “E isso cria uma sensação de ganho que não corresponde à realidade.”
O resultado é um modelo de subsistência, com baixa capacidade de acumulação e crescimento limitado — um retrato do chamado “piso pegajoso”, que mantém essas mulheres na base da pirâmide econômica.
Ainda assim, os negócios apresentam longevidade. Mais de 78% existem há mais de três anos, 41% ultrapassam seis anos e cerca de 20% têm mais de uma década de atividade.
Grande parte se concentra em atividades de baixa barreira de entrada e compatíveis com a rotina doméstica. O setor de alimentação reúne 51% dos casos. Somados alimentação, artesanato, costura e manufatura, predominam atividades manuais e intensivas em trabalho.
Jornada exaustiva 
Mais de 60% dedicam mais de cinco horas diárias ao negócio, e 31% trab ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar opera estável à espera de decisões sobre juros no Brasil e nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu praticamente estável nesta quarta-feira (18), com investidores divididos entre as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e a guerra no Oriente Médio.  Por volta das 9h24, a moeda americana subia 0,25%, a R$ 5,2123. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️ Os investidores seguem atentos às decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos (EUA), que serão anunciadas na chamada “Superquarta”. Por aqui, a maior parte do mercado projeta um corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic, taxa básica da economia, a 14,75% ao ano. Se confirmada, será a primeira redução da Selic desde maio de 2024 — ou seja, após quase dois anos.
▶️ Já o Federal Reserve (Fed, banco central americano) deve manter os juros inalterados. Sem perspectiva clara de trégua nos ataques envolvendo EUA, Israel E Irã, economistas avaliam que os impactos, tanto locais quanto globais, vão depender da duração do conflito.
▶️ Até agora, no entanto, não há sinais de arrefecimento da guerra, que já dura três semanas. Com o Estreito de Ormuz no centro das tensões, os EUA informaram ter usado bombas de penetração profunda contra sistemas antiembarcação do Irã ao longo da principal rota global de petróleo.
▶️ O objetivo é reabrir o estreito, fechado por Teerã desde o início da guerra. Enquanto isso, o petróleo segue pressionado, com preços acima de US$ 100, aumentando os riscos para a inflação global.
????️ Por volta das 8h51, o barril do tipo petróleo Brent subia 0,72%, a US$ 104,16, enquanto o WTI avançava 1,15%%, a US$ 94,43. 
▶️ Ontem, a França se alinhou a outros países da OTAN e rejeitou o pedido dos Estados Unidos para ajudar a liberar o Estreito de Ormuz. A decisão contradiz a declaração de Donald Trump de que Paris apoiaria a iniciativa. O presidente americano chamou a recusa dos aliados de “erro muito tolo”.
▶️ No Brasil, os efeitos da guerra já chegam aos consumidores. O reajuste recente do diesel pela Petrobras, somado à alta do petróleo, aumentou a pressão sobre os custos de transporte e levou caminhoneiros a ameaçarem uma nova paralisação. O Ministério da Justiça já disse que Polícia Federal vai investigar preços abusivos de combustíveis. O Procon também está de olho.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -2,17%;
Acumulado do mês: +1,27%;
Acumulado do ano: -5,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,55%;
Acumulado do mês: -4,44%;
Acumulado do ano: +11,97%.
Petróleo volta a disparar
Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.
Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos EUA para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz. 
Ao longo do dia, Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.
Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora &quot;CNBC&quot; que petroleiros estão &quot;começando a passar aos poucos&quot; pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.
No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo. 
Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas. 
Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.
Guerra no Oriente Médio
Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã. 
A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano. 
Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.
Agenda econômica
IGP-10
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%. 
???? O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Haddad se reúne nesta quarta com estados para falar sobre combustíveis; Lula quer redução do ICMS estadual</title>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo pretende levar uma proposta para a reunião com os estados sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre diesel. Ele não antecipou o que será proposto.
▶️Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia solicitado &quot;boa vontade&quot; dos governadores para reduzir também o ICMS, após o governo ter reduzido o PIS e a Cofins.
▶️Nesta semana, porém, os governadores informaram que não reduzirão o ICMS pois isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas, e também porque cortes no imposto &quot;não costumam ser repassados ao consumidor final&quot;.
&quot;Temos reunião hoje com o Confaz, [que reúne governo e secretários de Fazenda dos estados] vamos fazer uma proposta para eles, mas não vou antecipar para não ser deselegante com os proprietários&quot;, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a jornalistas. 
&quot;Nós estamos tratando isso do ponto de vista federativo, numa reunião convocada para esse fim, com audiência de toda a imprensa, para que vocês possam acompanhar&quot;, acrescentou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
????Com a redução de impostos federais, caso do PIS e Cofins, pelo governo, houve um questionamento de Lula se os governadores também baixariam os impostos estaduais, caso do ICMS. Cada estado, entretanto, tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar impostos.
Haddad não confirmou diretamente que pedirá redução do ICMS sobre combustíveis, conforme proposta do presidente Lula rejeitada pelos estados, mas observou que ações do governo já estão elevando a arrecadação do tributo estadual. São elas:
A ação contra o crime organizado, no setor de combustíveis, que está retirando empresas irregulares do setor, que não recolhiam corretamente os tributos, dando lugar a outras que funcionam corretamente.
&quot;Nós temos um trabalho a fazer em relação a ICMS, que é justamente o combate a essas quadrilhas, a essas organizações criminosas que estão sendo expulsas do mercado. Então isso é um dado positivo, que a arrecadação aumenta sem que o imposto aumente&quot;, declarou o ministro. 
O trabalho de fiscalização que está sendo implementado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), medida anunciada na semana passada com o objetivo de garantir o repasse da redução dos impostos federais ao preço do combustível.
&quot;Vejam você que a gasolina [preço] nao foi alterada no caso da Petrobras. A Petrobras não mudou a preço da gasolina. No entanto, os especuladores estão aproveitando esse clima tenso em função da guerra para tirar proveito da situação e prejudicando a economia popular&quot;, disse Haddad. 
Fernando Haddad concede entrevista coletiva nesta quinta-feira (25)
Reprodução/ TV Globo
Estados rejeitaram pedido de Lula
Nesta terça-feira, antes da reunião do Confaz, que acontece nesta quarta, os governadores informaram que não reduziriam o ICMS sobre combustíveis.
A justificativa do Comitê é que isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto &quot;não costumam ser repassados ao consumidor final&quot;.
&quot;Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura&quot;, diz o Comsefaz, em nota.
O Comsefaz acrescentou que a &quot;reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual &quot;parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas&quot;.
&quot;Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social&quot;, dizem os secretários de Fazenda dos estados.
O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse &quot;arcando com uma dupla perda&quot;.
&quot;De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis&quot;, acrescenta a entidade.
Questionado nesta quarta-feira se o governo vai propor uma compensação aos estados por uma eventual redução do ICMS sobre o diesel, o ministro Haddad não respondeu. 
Guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o  ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Quaest: 71% dos brasileiros são contra taxa mínima para entregas por aplicativo</title>
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<description><![CDATA[      Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (17) mostra que 71% dos entrevistados são contra a proposta do governo de implementar uma taxa mínima para pedidos de entrega por aplicativo.
O ministro Guilherme Boulos anunciou que o governo pretende propor um valor mínimo de R$ 10 por entrega e R$ 2,50 por quilômetro adicional acima de 4 km. A pesquisa questionou se os entrevistados já conhecem a proposta: 76% disseram que sim, conhecem, e 24% não conhecem.
Para 78% dos entrevistados, essa mudança levaria a um aumento de preços nos pedidos de entrega por aplicativo. Outros 17% acreditam que o preço ficaria igual, enquanto 5% acham que vai diminuir.
Além disso, 86% dizem que a mudança afetaria principalmente os brasileiros mais pobres, contra 14% que acreditam que o impacto seria maior sobre os mais ricos.
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O levantamento foi realizado em parceria com a Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) e ouviu 1.031 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março. 
A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
De acordo com Fernando Blower, Presidente Executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) a regulamentação dos entregadores é necessária mas deve ser feita com equilíbrio, &quot;pensando em soluções que protejam os trabalhadores e a sustentabilidade do setor&quot;. 
&quot;A própria pesquisa mostra que a população não apoia a proposta colocada, especialmente diante do potencial impacto nos preços. Medidas como a fixação de valores mínimos podem afetar os consumidores, sobretudo os mais vulneráveis, e pressionar a operação de bares e restaurantes, em especial os de pequeno porte, que dependem do delivery”, aponta Blower.
Veja os resultados:
Você diria que é a favor ou contra essa proposta de taxa mínima para os pedidos de entrega de empresas como Ifood, 99food, Rappi, Aiqfome e Keeta, entre outras?
A favor: 29% dos entrevistados;
Contra: 71%.
Você acredita que, se essa proposta for aprovada, o preço dos pedidos feitos por aplicativo vai subir, ficar igual, ou diminuir?
Subir: 78% os entrevistados;
Ficar igual: 17%
Diminuir:  5%.
Na sua opinião, quem será mais afetado pelo aumento no custo das entregas: as pessoas mais pobres ou as pessoas mais ricas?
As pessoas mais pobres: 86% dos entrevistados;
As pessoas mais ricas: 14%
O levantamento perguntou aos entrevistados se estariam dispostos a pagar mais pelas entregas de aplicativo caso essa proposta seja aprovada e os preços subam: 29% disseram que sim, pagaria mais pelas entregas, enquanto 71% responderam que não pagaria.
Questionados se o governo federal deveria se preocupar mais ou se preocupar menos em criar novas regras para o trabalho das empresas brasileiras, 40% responderam que deveria se preocupar mais, enquanto 60% disseram que deveria se preocupar menos.
Entregadores de aplicativo se concentram na porta de supermercados da Zona Sul do Rio
Marcos Serra Lima/G1 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 09:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Nvidia retoma produção de chips para clientes da China</title>
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<description><![CDATA[      Ilustração mostra o logotipo da NVIDIA.
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração
A Nvidia retomou a produção de chips destinados especificamente ao mercado chinês, informou nesta terça-feira (17) seu diretor-executivo Jensen Huang, após a empresa americana receber pedidos autorizados pela China.
&quot;Estamos retomando a fabricação&quot;, anunciou Huang, em entrevista coletiva realizada paralelamente à conferência anual da Nvidia.
No mês passado, uma autoridade do Departamento de Comércio dos Estados Unidos disse que ainda não havia sido realizada nenhuma venda de chips da Nvidia para empresas chinesas, uma situação que mudou, segundo Huang.
Como um ex-lavador de pratos criou a Nvidia, 1ª empresa da história a atingir US$ 5 trilhões em valor
Além da autorização do governo americano, essas operações exigem a aprovação de autoridades chinesas. Segundo vários veículos, Pequim pretende aprová-las gradualmente, para limitar a dependência da tecnologia chinesa em relação aos produtos americanos.
Em abril de 2025, o governo americano proibiu inicialmente a Nvidia de exportar seus processadores para a China. Em agosto, um acordo foi firmado com a empresa californiana que prevê o pagamento de uma comissão ao Estado, que aumentou para 25% em dezembro.
Desde então, no entanto, as entregas estavam paralisadas. No fim do mês passado, a Nvidia anunciou que não esperava nenhuma receita do mercado chinês no trimestre atual.
Para cumprir as restrições impostas pelo governo americano, que se recusa a permitir que a Nvidia venda seus produtos mais avançados para empresas chinesas, o grupo desenvolveu uma nova versão do processador H200.
O lavador de pratos que criou a Nvidia, a empresa mais valiosa do mundo ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 09:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Haddad se reúne nesta quarta com estados e pedirá novamente redução do ICMS sobre diesel</title>
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<description><![CDATA[ O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (18) que o governo pretende levar uma &quot;proposta&quot; para a reunião com os estados par tratar da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre diesel.
Será um novo pedido para que os governadores reduzam o imposto estadual sobre o combustível, diante da guerra no Oriente Médio que pressiona o preço do petróleo. 
Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia solicitado &quot;boa vontade&quot; dos governadores para reduzir também o ICMS, após o governo ter reduzido o PIS e a Cofins.
Nesta semana, porém, os governadores informaram reduzirão o ICMS pois isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto &quot;não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
&quot;Nós temos um trabalho a fazer em relação ao ICMS que é justamente o combate às facções criminosas. Isso é um dado positivo, a arrecadação aumenta sem que o imposto aumente&quot;, destacou. 
&quot;Temos reunião hoje com o Confaz, vamos fazer uma proposta para eles, mas não vou antecipar para não ser deselegante com os proprietários&quot;. 
&quot;Nós somos contra a atitude do governo anterior com relação aos governadores. Estamos tratando isso do ponto de vista federativo. São três os pontos que nós vamos levar para consideração deles: o aumento da arrecadação que já aconteceu por uma lei federal e pelo combate ao crime organizado; a questão do combate à especulação, que está acontecendo com o inquérito aberto pela PF e essa questão do ICMS&quot;, prosseguiu.
- Esta reportagem está em atualização.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 09:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo prepara medidas para endurecer fiscalização do frete; anúncio deve ser feito nesta quarta</title>
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<description><![CDATA[ O governo federal deve anunciar na manhã desta quarta-feira (18), no Ministério dos Transportes, um pacote de medidas para endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra. 
O anúncio será feito pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio.
O Executivo tem se articulado para evitar uma nova greve de caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel. 
????É uma tabela obrigatória, criada após a greve dos caminhoneiros de 2018, que estabelece quanto um frete precisa custar no mínimo, dependendo do tipo de carga, distância percorrida, número de eixos e outras variáveis. Foi criada para impedir que caminhoneiros rodem “no prejuízo”.
LEIA TAMBÉM: Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja resultado
Levantamento do Procon aponta aumento de 20,24% no preço do diesel em Poços de Caldas
Segundo fontes do governo ouvidas pela reportagem, o pacote prevê:
suspensão imediata do registro de empresas que descumprirem a tabela;
cassação do registro em caso de reincidência;
divulgação pública, ainda hoje, dos nomes das principais empresas infratoras;
fiscalização permanente e integral (100% das operações) sobre as transportadoras que forem identificadas como reincidentes.
De acordo com auxiliares do Ministério dos Transportes, a avaliação é que a baixa efetividade da fiscalização atual facilita que empresas paguem fretes abaixo do piso.
O governo quer alterar essa lógica para atender uma das reivindicações centrais da categoria. 
Medidas sobre diesel
Apesar da desoneração federal anunciada na semana passada — que zerou PIS e Cofins sobre o diesel — o governo reconhece que o efeito prático da medida pode ser pequeno se os estados não reduzirem o ICMS.
Governadores resistem à ideia e alegam perdas fiscais acumuladas. Ao fazer o anúncio na semana passada sobre as medidas relativas ao imposto do diesel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pedido para que os estados baixassem o ICMS de combustíveis. 
Interlocutores da área econômica avaliam que, sem a colaboração dos estados, o preço final do diesel seguirá alto, alimentando a insatisfação da categoria e aumentando o risco de greve. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 09:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Guerra do Irã vai impedir queda do juro no Brasil? Entenda o que é a Selic e como ela afeta o seu bolso</title>
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<description><![CDATA[      Guerra do Irã vai impedir queda do juro no Brasil? Entenda o que é a Selic e como ela afeta o seu bolso
Getty Images via BBC
O tão aguardado ciclo de queda dos juros no Brasil — que muitos esperavam que começaria nesta quarta-feira (17) — pode não mais acontecer agora, ou ser mais lento do que se imaginava.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) define nesta quarta-feira a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. Desde junho do ano passado, a Selic está em 15% — seu patamar mais alto em quase 20 anos.
O motivo dessa alta era a preocupação com a inflação brasileira, que dava sinais de que poderia ultrapassar a meta tolerada no país, de 4,5% ao ano. Como as expectativas de inflação vinham caindo esse ano, esperava-se que o juro — principal instrumento das autoridades monetárias para segurar aumentos de preço na economia — também caísse.
O próprio Banco Central havia dito em janeiro, a sua primeira reunião deste ano, que os juros poderiam começar a cair agora em março.
&quot;O comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta&quot;, disse a ata da reunião do Copom da ocasião.
No entanto o &quot;cenário esperado&quot; citado na nota não se confirmou. Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel atacaram o Irã, dando início a uma guerra que vem provocando aumento no preço internacional do petróleo, diante das incertezas sobre o fornecimento global de combustíveis. Antes da guerra, o preço referência do barril de petróleo estava abaixo de US$ 80 — agora ele tem sido cotado acima de US$ 100 em vários dias.
E essa incerteza já teve repercussões na economia brasileira. A Petrobras anunciou na semana passada o aumento do preço do diesel — para colocar os preços domésticos em linha com os custos internacionais. E o governo federal anunciou a isenção que alguns tributos, na tentativa de conter grandes aumentos de preço.
O temor do governo é que, se a guerra durar por muito tempo e o preço internacional do petróleo seguir em patamar elevado, a alta de combustíveis no Brasil provoque inflação. Combustíveis são um componente importante no preço de diversos produtos, como alimentos.
&quot;Estamos dizendo em alto e bom som que estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro&quot;, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana passada, ao anunciar as medidas do governo.
Desde o começo da guerra no Irã, agentes de mercado passaram a acreditar que haverá aumento da inflação no Brasil.
O mais recente boletim Focus do Banco Central — que reúne expectativas de mais de cem instituições financeiras do Brasil — divulgado na segunda-feira (17/3) mostra que o mercado espera que a inflação IPCA termine o ano em 4,1%. Há uma semana, a previsão do mercado era de 3,91%.
Já a expectativa do mercado para a Selic no final de 2026 subiu de 12,13% para 12,25% em uma semana. Isso significa que se o mercado entende que o ciclo de queda dos juros será menos intenso do que se previa antes da guerra.
Entre corretoras havia uma expectativa antes do início da guerra de que haveria um corte de 0,5 ponto percentual nos juros brasileiros. Esta semana algumas instituições revisaram suas previsões para um corte mais gradual, de 0,25 ponto percentual. E outras já esperam que o Copom sequer promova qualquer corte.
&quot;Acreditamos que o Copom manterá a taxa Selic em 15% nesta semana&quot;, diz um relatório da XP publicado na segunda-feira. &quot;Acreditamos que, se o Copom não estiver confiante para cortar a taxa de juros em 0,5 ponto percentual, é melhor deixá-la inalterada e fazê-lo com mais embasamento em abril.&quot;
Mas afinal, o que é exatamente o juro Selic e como ele afeta na prática o bolso das pessoas?
O que é a taxa básica de juros?
A taxa Selic (sigla para Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) serve como referência para todas as taxas de juros do mercado brasileiro e é definida pelo Copom, grupo composto pelo presidente e diretores do Banco Central. Eles se reúnem para definir a trajetória da Selic.
A Selic é o principal instrumento de política monetária usado pelo Banco Central para controlar a inflação. O Banco Central tem autonomia em relação ao governo federal para definir a Selic.
Quando a taxa sobe, os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e no cartão ficam mais altos e isso desencoraja o consumo — o que, por sua vez, estimula uma queda na inflação. Por outro lado, se a inflação está baixa e o BC reduz os juros, isso barateia os empréstimos e incentiva o consumo.
Para definir o que fazer com a Selic, o BC avalia as condições da inflação, da atividade econômica, das contas públicas e o cenário externo — sempre com o objetivo de manter a inflação dentro da meta.
O instrumento é usado por todos os governos e autoridades monetárias. O Federal Reserve (Fed), o ban ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
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<title>PIB acima do esperado, dívida em alta: o balanço da gestão Haddad em 10 gráficos</title>
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<description><![CDATA[      Fernando Haddad, Ministro da Fazenda do Brasil
Roberto Casimiro/Estadão Conteúdo
A economia teve resultados melhores do que o esperado nos últimos anos — com crescimento do PIB, inflação controlada e mercado de trabalho aquecido. Mesmo assim, a relação entre o ministro Fernando Haddad (PT) e o mercado financeiro continuou marcada por altos e baixos.
Pouco mais de três anos após assumir o Ministério da Fazenda, economistas avaliam que Haddad não avançou em reformas importantes para melhorar a economia no longo prazo. O principal problema foi a dificuldade de controlar os gastos públicos, marcada por revisões e mudanças nas metas.
Nesta reportagem, veja o que os números da economia mostram sobre a passagem de Haddad pelo Ministério da Fazenda.
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O calcanhar de Aquiles
Embora Haddad tenha conquistado parte do mercado financeiro no início do mandato — com um discurso focado em melhorar as contas públicas e controlar gastos — seus planos acabaram enfrentando resistências dentro do próprio governo.
Nos primeiros dias de governo, em 2023, Haddad chegou a afirmar que “não aceitaria” o déficit previsto para aquele ano e que trabalharia para reduzi-lo.
“Um dos méritos de Haddad é que ele sempre buscou dialogar com o mercado e com analistas, explicando a agenda econômica e os objetivos do governo”, afirma Alessandra Ribeiro, sócia e diretora de macroeconomia da Tendências Consultoria.
A aprovação do arcabouço fiscal, ainda em 2023, foi um passo importante para mostrar o compromisso do ministro com as contas públicas. Mas o resultado fiscal daquele ano — com déficit de R$ 249 bilhões — acabou pesando na avaliação do mercado.
Segundo o economista-chefe da Warren Investimentos e ex-secretário da Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, embora Haddad tenha herdado despesas do governo Bolsonaro (PL) que precisaram ser pagas em 2023, o ministro também tem parte da responsabilidade pelo aumento dos gastos naquele ano.
“Ele manteve regras que aumentam despesas automaticamente e não discutiu mudanças em benefícios como aposentadorias, abono salarial, seguro-desemprego e BPC. Isso também aumentou a pressão sobre as contas públicas”, afirma Salto.
No ano seguinte, o déficit caiu para R$ 47,6 bilhões — uma redução de mais de 80% em relação a 2023. Mesmo assim, problemas no orçamento, dificuldade para cortar gastos e a autorização de despesas fora da meta fiscal voltaram a reduzir a confiança do mercado em Haddad.
Em abril de 2024, por exemplo, o governo propôs reduzir as metas de superávit primário para os anos seguintes no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Com isso, o superávit que era esperado para 2025 passou a ser previsto apenas para 2026.
A medida abriu espaço para aumento dos gastos públicos e foi duramente criticada pelo mercado financeiro.
“A mudança foi mal recebida pelo mercado, e com razão. Ela mudou o caminho esperado para as contas públicas e reacendeu a percepção de que o governo poderia recorrer a manobras contábeis para ajustar o resultado fiscal”, afirma Salto, da Warren.
Arrecadação em alta – e gastos também 
Apesar dos esforços de Haddad para manter a confiança nas contas públicas, especialistas dizem que faltaram medidas concretas para cortar despesas.
O ministro fez uma nova tentativa de cortar gastos em novembro de 2024, ao anunciar um pacote de medidas que previa economizar R$ 70 bilhões em dois anos.
O gesto, porém, não foi suficiente para recuperar a confiança do mercado. Isso porque também foi anunciado, no mesmo dia, o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A promessa de campanha de Lula foi vista imediatamente como um novo gasto.
“O governo também enfrentou dificuldades para reduzir gastos por causa do Congresso. Haddad tentou discutir várias propostas, mas muitas acabaram sendo enfraquecidas pelos próprios parlamentares”, diz André Galhardo, economista-chefe da consultoria Análise Econômica.
Entre as medidas que ajudaram a aumentar a arrecadação estão mudanças em impostos, como o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a chamada “taxa das blusinhas”, que passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.
Peso dos impostos na economia.
Arte/g1
“Ainda que o ministro tenha adotado algumas medidas corretas para aumentar a arrecadação, elas não foram suficientes para mostrar estabilidade da dívida. O ponto mais sensível, que seria controlar o crescimento das despesas obrigatórias, não foi enfrentado”, diz Ribeiro, da Tendências.
Segundo dados do Banco Central, desde o início do mandato de Haddad a dívida bruta do governo em relação ao PIB subiu cerca de sete pontos percentuais, para 78,66%. Para este ano, a previsão do Tesouro Nacional é que a dívida chegue a 83,6%.
“Não chegamos a uma situação fiscal desastrosa, mas o déficit primário do governo ainda não é compatível com uma trajetória sustentável da dívida”, completa Salto.
Tamanho da dívida d ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 06:00:08 -0300</pubDate>
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<title>Páscoa 2026: compare o preço dos ovos com os do ano passado</title>
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<description><![CDATA[      Páscoa 2026: compare o preço dos ovos com os do ano passado
Em 2025, o Guia de Compras comparou o preço de 15 ovos de Páscoa com os valores de 2024 para entender qual foi o aumento percentual do setor entre esses dois anos. 
Agora, o g1 voltou a pesquisar preços para trazer uma nova comparação entre 20 ovos de 2025 e 2026, considerando a alta do chocolate usado para a Páscoa.
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Veja 25 opções de ovos de Páscoa (até para pets) para presentear por até R$ 185
As pesquisas em ambos os anos foram feitas um mês antes da Páscoa. Em 2025, a celebração foi em 20 de abril. Neste ano, vai cair em 5 de abril.
Considerando os menores valores encontrados nessa comparação, a maioria ficou mais cara de um ano para cá, e só houve redução de preço para um modelo. Veja na tabela abaixo.
A maior variação encontrada de um ano para outro foi de 36,36%, contra 25% no ano passado. Esse percentual não considera a inflação acumulada que, nos últimos 12 meses, foi de 3,81%, pelo IPCA. O índice de março só será divulgado em abril.
Variação de preços dos ovos de Páscoa
Os maiores aumentos percentuais foram verificados para os ovos Lacta Favoritos 540g, que passou de R$ 88 para R$ 120 (36,36%), e o Lacta Sonho de Valsa 277g, que subiu de R$ 42 para R$ 57 (35,7%).
Já os menores aumentos foram os dos ovos Nestlé KitKat 332g, que saiu de R$ 68 para R$ 70 (2,94%) e teve uma alta percentual abaixo da inflação, e o Ferrero Rocher 225g, que foi de R$ 107 a R$ 115 (7,47%).
Também houve redução de preço no ovo Arcor Tortuguita Baunilha 120g, que passou de R$ 43 para R$ 40 (-6,97%), após um aumento de 22,8% entre os anos de 2024 e 2025. 
A seguir, veja onde comprar os ovos listados na tabela.
Ferrero Rocher
Garoto
Kinder
Lacta
Nestlé
Ferrero Rocher
Ferrero Rocher 225g
Garoto
 Garoto Baton 204g
Garoto Crocante 227g
Talento Avelã 227g
Kinder
Kinder Maxi Natoons 150g
Lacta
Lacta ao leite 157g
Lacta Trakinas com Biscoito 190g
Lacta Sonho de Valsa 277g
Lacta Oreo Tripla Camada 320g
Nestlé
Nestlé Classic ao leite 199g
Nestlé Galak 199g
Nestlé Alpino 349,5g
Comércio de ovos de Páscoa; supermercado; vendas; mercado; chocolate
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que a China devolveu cargas de soja do Brasil e uma grande exportadora cancelou embarques</title>
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<description><![CDATA[      Colheita de soja no Piauí.
Divulgação
Nos últimos dias, a China devolveu cargas de soja enviadas pelo Brasil que descumpriram regras sanitárias do país, enquanto a Cargill – uma das maiores exportadoras de grãos – cancelou embarques para o parceiro asiático no dia 12 deste mês.
Principal destino da soja brasileira, a China responde por cerca de 70% das exportações do produto.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Cerca de 20 navios brasileiros foram devolvidos pela China por apresentarem grãos de soja misturados a ervas daninhas proibidas no país asiático. Diante da situação, representantes do Ministério da Agricultura devem viajar à China na próxima semana para tratar do tema.
Apesar de o caso ter ganhado repercussão nos últimos dias, a situação não é nova, afirma Raphael Bulascoschi, analista do mercado de soja da StoneX Brasil.
&quot;O problema começou no final do ano passado, quando o GACC, órgão responsável pela fiscalização na China, informou ao governo brasileiro que carregamentos estavam chegando com excesso de sementes proibidas e materiais estranhos&quot;, diz Bulascoschi.
&quot;Recentemente, a China voltou a cobrar o Ministério da Agricultura de forma mais dura, o que levou o governo a adotar uma &#039;postura de tolerância zero&#039; para evitar tensões diplomáticas e a emitir certificados fitossanitários com mais rigor&quot;, acrescenta.
Na prática, diz ele, o Ministério passou a fazer inspeções mais frequentes e deixou de emitir certificados fitossanitários para carregamentos que não cumprem as exigências. &quot;Sem esse certificado, as empresas ficam impedidas de entregar a carga na China e de receber o pagamento&quot;, explica.
Segundo Bulascoschi, foi nesse contexto que a Cargill decidiu interromper as exportações para a China.
O g1 procurou a companhia, que informou que suas entidades representativas — a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) — publicariam uma nota conjunta.
No entanto, as entidades não têm dado explicações. Na nota conjunta, publicada na quinta-feira (12), disseram apenas que acompanham &quot;de forma atenta&quot; os &quot;recentes desdobramentos&quot; das exportações de soja. (veja no final da reportagem)
O Ministério da Agricultura disse ao g1 que se reuniu com as principais tradings (comercializadoras de grãos) e associações do país e que, juntos, atuam para &quot;superar eventuais dificuldades&quot; e &quot;assegurar os elevados padrões de qualidade dos produtos brasileiros&quot;.
Impacto para as exportações
Analistas da Hedgepoint Global Markets avaliam que o caso é pontual e não deve afetar o volume de soja exportado para a China.
&quot;A fila de navios nos portos brasileiros continua forte, com cerca de 17 milhões de toneladas de soja, sendo 10 milhões destinadas à China&quot;, afirma Thais Italiani, gerente de Inteligência de Mercado.
&quot;Até agora, não há registro de atrasos relevantes na saída de navios, o que indica que se trata de ajustes pontuais no processo de inspeção das cargas&quot;, acrescentou.
Luiz Fernando Gutierrez Roque, coordenador de Inteligência de Mercado de Grãos e Oleaginosas da Hedgepoint Global Markets, afirma que 20 navios com cargas de soja representam entre 1,2 milhão e 1,5 milhão de toneladas.
&quot;É pouco diante das 112 milhões de toneladas que o Brasil deve exportar no total no ano&quot;, conclui.
Nota da Abiove e da Anec
&quot;A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) informam que estão acompanhando, de forma atenta e com preocupação, os recentes desdobramentos relacionados aos embarques de soja destinados ao mercado chinês.
Diante desse cenário, a ABIOVE e a ANEC reafirmam que seguem atuando de forma colaborativa e mantendo diálogo constante com as autoridades competentes e com as demais entidades da cadeia produtiva para buscar soluções que garantam a fluidez do comércio, a previsibilidade das operações, prezando pela segurança jurídica e fortalecimento das relações comerciais internacionais e pela garantia dos requisitos de fitossanidade.&quot;
Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 05:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Como prints do bloco de notas criaram mais rastros de conversa entre Vorcaro e Moraes</title>
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<description><![CDATA[      Montagem mostra Daniel Vorcaro, dono do banco Master, e Alexandre de Moraes, ministro do STF
Reprodução/Rosinei Coutinho/STF
Programas usados em investigações da Polícia Federal podem desbloquear celulares e recuperar o conteúdo de conversas no WhatsApp. Em alguns casos, conseguem até acessar imagens apagadas pelo dono do aparelho.
Na investigação do caso Master, a PF realizou uma análise técnica para obter mensagens trocadas em 17 de novembro entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou o jornal &quot;O Globo&quot; em 6 de março.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A conversa incluía prints com mensagens escritas pelo banqueiro no aplicativo de bloco de notas e enviadas pelo WhatsApp como imagens de visualização única. O jornal afirmou que teve acesso ao conteúdo obtido por um software da PF que exibe, de forma conjunta, mensagens e arquivos, o que permitiu reverter a visualização única.
Em nota enviada anteriormente, Moraes afirmou que os prints de mensagens de Vorcaro não aparecem como enviados a ele e que uma análise técnica indicou que as imagens de visualização única não correspondem aos contatos do ministro.
Vorcaro falou a Alexandre de Moraes sobre salvar Master
O perito em segurança digital Wanderson Castilho explicou ao g1 que a estratégia de Vorcaro de criar capturas de tela do bloco de notas para ocultar o conteúdo das conversas pode, na prática, ter contribuído para criar mais evidências.
&quot;É até mais fácil recuperar imagens do que a conversa propriamente dita. Quando ele transformou a conversa em imagem, deixou um rastro maior&quot;, afirmou.
Segundo o especialista, as imagens enviadas por Vorcaro podem ter sido recuperadas de locais como:
O aplicativo bloco de notas;  
A galeria de fotos que armazena a captura de tela;
Pastas ocultas que podem manter arquivos temporariamente no dispositivo.
Tanto o bloco de notas quanto a galeria de fotos possuem lixeiras que guardam arquivos excluídos por alguns dias. Mesmo depois de removidos da lixeira, esses arquivos podem deixar rastros na memória do aparelho.
&quot;Conseguimos analisar todas essas correlações e chegar à mensagem de visualização única que, em tese, ninguém mais conseguiria ver&quot;, disse Castilho.
A estrutura do WhatsApp, que armazena as conversas no próprio aparelho e não em um servidor externo, permite que autoridades recuperem mensagens quando estão com o dispositivo em mãos, explicou o perito.
O WhatsApp usa criptografia de ponta a ponta, que impede o acesso às mensagens por terceiros, incluindo a própria plataforma. As conversas são protegidas por uma espécie de cadeado, aberto apenas com as chaves armazenadas no celular de cada usuário.
&quot;A segurança está no caminho que as mensagens percorrem. Quando chegam aos aparelhos, elas são descriptografadas e ficam legíveis para qualquer pessoa&quot;, resumiu o perito.
Como funcionam os programas usados pela PF
Programas como o israelense Cellebrite e o americano GrayKey, ambos de uso restrito, conseguem acessar mensagens e arquivos em iPhones e celulares Android mesmo quando estão bloqueados.
Outra ferramenta é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), programa criado por peritos da PF em 2012. Ele faz varreduras em celulares apreendidos e permite buscar rapidamente informações em conversas e arquivos.
Segundo Castilho, a técnica usada para extrair os dados varia conforme a condição do dispositivo:
Se estiver com a tela bloqueada, podem ser usados programas como GrayKey e Cellebrite, que tentam descobrir a senha e baixar informações ao se conectar ao aparelho por cabo USB;
Se estiver desligado ou danificado, pode-se usar a técnica chamada chip-off, na qual o chip de memória é removido do aparelho e as informações contidas nele são transferidos para outro dispositivo.
Apesar de arquivos e mensagens não desapareçam imediatamente da memória, o ideal é que a extração com esses programas seja feita o quanto antes.
Foto de visualização única no WhatsApp
Divulgação/WhatsApp
Peritos têm pressa porque alguns registros que ajudam a acessar o material ficam em uma espécie de memória temporária do aparelho, explicou Castilho. É o caso da senha de bloqueio da tela, por exemplo.
Alguns celulares são reiniciados automaticamente para dificultar a extração da senha. A empresa que criou o GrayKey informou em 2024 que uma atualização do iPhone faz o aparelho reiniciar automaticamente se permanecer bloqueado por mais de três dias.
Busca por mensagens
O IPED, criado pela Polícia Federal, facilita a busca por informações em um celular e consegue até extrair texto de imagens.
O sistema usa um princípio semelhante ao de radares de trânsito que fotografam placas e transformam os números em texto para identificação no sistema, explicou ao Fantástico o presidente da Associação dos Peritos em Computação Forense, Marcos Monteiro.
&quot;Todas as imagens são identificadas e transformadas em texto. A ferramenta já pega as imagens, extrai os textos que ali existe ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 04:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: quando vou receber a restituição?</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/imposto-de-renda-2026-quando-vou-receber-a-restituicao</link>
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<description><![CDATA[      Prazo para declarar imposto de renda começa na próxima segunda (23)
A Receita Federal apresentou nesta segunda-feira (16) as regras do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025. 
O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio, e os contribuintes poderão baixar o programa a partir da próxima sexta-feira (20).
Diferentemente de anos anteriores, as restituições de 2026 serão pagas em quatro lotes. Segundo a Receita Federal, cerca de 80% dos pagamentos devem ser feitos nos dois primeiros lotes, ou seja, até o fim de junho.
????️ Veja o calendário de restituições do IR em 2026:
1º lote: 29 de maio
2º lote: 30 de junho
3º lote: 31 de julho
4º lote: 28 de agosto
A Receita prioriza a data de entrega da declaração, mas também segue uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes dos demais — mesmo que tenham enviado o documento nos últimos dias do prazo.
Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do calendário de restituições.
Veja mais perguntas e respostas sobre a declaração do Imposto de Renda 2026.
Quem é obrigado a declarar?
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
Quais os documentos necessários para fazer a declaração?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
Quem é obrigado a declarar?
São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar
Voltar ao índice.
Como baixar o programa?
????️ Pelo computador
O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa estará disponível no próprio site da Receita Federal a partir de sexta-feira (20). 
Veja o passo a passo:
Acesse o site da Receita Federal e clique na opção &quot;Baixar programa&quot; para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;
Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em &quot;Avançar&quot;;
Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em &quot;Avançar&quot; novamente;
Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de &quot;criar atalho na área de trabalho&quot; — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em &quot;Avançar&quot;;
Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em &quot;Terminar&quot;.
????Pelo celular
Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.
▶️ ATE ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BC deve cortar juros pela 1ª vez em quase dois anos nesta quarta, mas disparada do petróleo freia intensidade</title>
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<description><![CDATA[      O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil se reúne nesta quarta-feira (18) e deve iniciar o ciclo de corte da Selic, taxa básica de juros da economia, atualmente em 15% ao ano.
Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projeta uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. Se confirmada, será a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024, ou seja, em quase dois anos.
????A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
O começo do processo de queda dos juros no Brasil deverá acontecer apesar das incertezas internacionais, decorrentes da guerra no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito. 
A disparada do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada. 
Agência Internacional de Energia anuncia plano de liberação de reservas de petróleo
O que dizem analistas
Sem o fator guerra, os economistas dos mercado financeiro projetavam um corte maior na taxa de juros nesta semana, de 0,5 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Mas ajustaram suas projeções para uma redução de menor intensidade, para 14,75% ao ano. 
Foi o que aconteceu com a estimativa do Itaú, que passou a projetar uma redução menor dos juros &quot;em meio à incerteza mais elevada e a um balanço de riscos menos favorável, associado à alta relevante nos preços do petróleo&quot;.
&quot;Como de costume, a condução da política monetária diante desse tipo de choque dependerá da avaliação quanto à sua persistência e à propagação por meio de efeitos de segunda ordem (...) O balanço de riscos se tornou altista para 2026-2027, mas com alguns atenuantes, como medidas tributárias voltadas à mitigação do aumento de preços de combustíveis no mercado doméstico&quot;, informou o Itaú, em comunicado.
A equipe de macroeconomia do ASA também reduziu de 0,5 ponto para 0,25 ponto sua projeção de corte na Selic, para 14,75% ao ano, ou seja, com um &quot;início de ciclo de flexibilização mais cauteloso&quot; por conta da alta no preço do petróleo.
&quot;Em nossa leitura, esse choque deve elevar a projeção do Banco Central para o IPCA no horizonte relevante, que passaria a se aproximar de 3,6% no terceiro trimestre de 2027 [o chamado horizonte de relevância da política de juros] afastando-se do centro da meta [central de 3%]. Esse deslocamento, por si só, já reforça a conveniência de um início de ciclo mais parcimonioso&quot; avaliou o ASA.
▶️Mesmo com a guerra, a projeção dos economistas do mercado financeiro é de que a taxa Selic, fixada pelo BC para conter a inflação, continue a recuar nos próximos meses — chegando a 12,25% ao ano no fim de 2026.
Banco Central pode começar ciclo de corte de juros nesta quarta-feira
Adriano Machado/ Reuters
Como as decisões são tomadas
Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
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<title>INSS inicia pagamento de benefícios de março; veja calendário</title>
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<description><![CDATA[      Simulador do INSS mostra valores e tempo de contribuição pelas novas regras de aposentados
Os aposentados, pensionistas e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber os pagamentos referentes ao mês de março a partir desta quarta-feira (25).
O calendário é organizado conforme o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número após o traço).
Recebem primeiro os segurados que ganham até um salário mínimo. Depois, começam os depósitos para quem recebe acima do piso nacional.
Veja as datas de pagamento para quem ganha até um salário mínimo:
Final 1: 25/3
Final 2: 26/3
Final 3: 27/3
Final 4: 30/3
Final 5: 31/3
Final 6: 1º/4
Final 7: 2/4
Final 8: 6/4
Final 9: 7/4
Final 0: 8/4
Veja as datas de pagamento para quem ganha acima de um salário mínimo:
Finais 1 e 6: 1º/4
Finais 2 e 7: 2/4
Finais 3 e 8: 6/4
Finais 4 e 9: 7/4
Finais 5 e 0: 8/4


Como conferir o dígito verificador
O calendário leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.
Para quem ganha até o mínimo, o calendário começa com benefício com final 1. 
Para os que recebem acima desse valor, o calendário inicia com os cartões de final 1 e 6. No dia seguinte, são pagos os finais 2 e 7, e assim por diante.
LEIA TAMBÉM: Aposentadoria 2026: entenda as regras de transição que valem a partir deste ano
Como consultar o benefício
Aposentados e pensionistas do INSS podem consultar o valor a receber do seu benefício pelo aplicativo &quot;Meu INSS&quot; ou no site meu.inss.gov.br.  
Também é possível obter informações pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
Para acessar, é necessário informar CPF e senha cadastrados no portal Gov.br.
Pedido de adesão é feito pelo aplicativo do INSS
INSS/Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bolsa Família 2026: pagamentos de março começam nesta quarta; veja calendário</title>
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<description><![CDATA[      Bolsa Família veja as regras e dias de pagamentos em março de 2026
A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de março do Bolsa Família 2026 nesta quarta-feira (18). Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)
????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.
???? Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.
Confira o calendário do Bolsa Família para março de 2026:
Final do NIS: 1 - pagamento em 18/3
Final do NIS: 2 - pagamento em 19/3
Final do NIS: 3 - pagamento em 20/3
Final do NIS: 4 - pagamento em 23/3
Final do NIS: 5 - pagamento em 24/3
Final do NIS: 6 - pagamento em 25/3
Final do NIS: 7 - pagamento em 26/3
Final do NIS: 8 - pagamento em 27/3
Final do NIS: 9 - pagamento em 30/3
Final do NIS: 0 - pagamento em 31/3
Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é:
Abril: de 16/4 a 30/4;
Maio: de 18/5 a 29/5;
Junho: de 17/6 a 30/6;
Julho: de 20/7 a 31/7;
Agosto: de 18/8 a 31/8;
Setembro: de 17/9 a 30/9;
Outubro: de 19/10 a 30/10;
Novembro: de 16/11 a 30/11;
Dezembro: de 10/12 a 23/12.
Bolsa Família
Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo
Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Bolsa Família. 
Quem pode receber o Bolsa Família? 
A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. 
Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.
Os beneficiários também precisam arcar com contrapartidas, como:
manter crianças e adolescentes na escola;
fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
manter as carteiras de vacinação atualizadas.
Onde se cadastrar?
Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.
Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.
VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL
Como sacar o Bolsa Família?
Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.
Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.
Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ECA Digital: sites pornôs seguem sem checar idade, e redes tentam adivinhar faixa etária</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites
Alguns sites pornográficos como RedTube e Pornhub seguem aceitando apenas a autodeclaração de maioridade nesta terça-feira (17), um dia após entrar em vigor o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que proíbe esse tipo de prática. 
Esses casos foram verificados pelo g1, que entrou em contato com as plataformas e espera retorno. 
A nova lei determina que plataformas com conteúdo impróprio para crianças e adolescentes, como as de conteúdo pornográfico, adotem mecanismos mais robustos de verificação de idade — e não apenas o botão “Sim, tenho mais de 18 anos”.
Além disso, o ECA Digital também estabelece que plataformas com acesso por crianças e adolescentes, como redes sociais, devem adotar medidas para evitar a exposição a conteúdos inadequados. 
Na prática, porém, pouca coisa mudou.
O g1 verificou que plataformas como Instagram, TikTok, YouTube, X e Discord (plataforma que permite jogar ao vivo com outros usuários) ainda não passaram a exigir, de forma ampla, métodos mais rigorosos, como envio de documentos ou reconhecimento facial. 
Ao acessar esses serviços, não há mudanças visíveis em relação aos dias anteriores.
Em fevereiro, o Discord informou que passaria a exigir reconhecimento facial ou o envio de um documento de identificação quando um perfil tentasse acessar conteúdos com restrição etária, além de usar um sistema para estipular a idade do usuário. 
Mas, em um teste realizado nesta terça-feira (12), o g1 conseguiu acessar conteúdos impróprios sem que nenhuma verificação etária fosse realizada.
Já o YouTube e o Tiktok também disseram usar um sistema para estimar a idade do usuário, a partir do comportamento dele na rede social e restringir conteúdos inadequados para menores.
Sites pornográficos pedem autodeclaração de idade
Reprodução
????O fato de muitas dessas plataformas serem originalmente estrangeiras não muda a obrigação, segundo advogado especialista em regulação digital e professor do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) Francisco Brito Cruz. 
“Se o serviço tem público no Brasil, monetiza aqui ou oferece conteúdo em português, ele precisa cumprir a lei brasileira”, afirma.
ECA Digital: Google e Meta explicam como é a verificação de idade em suas plataformas
Plataformas devem verificar idade de usuários a partir desta terça com o ECA Digital; veja como vai funcionar
Por que as mudanças do ECA digital ainda não apareceram?
Segundo Cruz, na prática, ainda não é possível ver grandes mudanças com a nova lei porque ela ainda está em &quot;um momento intermediário&quot; de aplicação.  
“Tem coisa que vai mudar a partir de hoje? Tem. Mas provavelmente não é tudo”, afirma. 
Ele explica que o ECA Digital funciona como uma base geral, que depende de outras etapas para sair do papel. 
O próximo passo é a publicação de um decreto que deve detalhar parte das regras. A expectativa é que ele seja assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos próximos dias.
Depois disso, segundo o especialista, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) — responsável por fiscalizar e aplicar punições — ainda deve definir regras específicas sobre como isso será feito na prática. 
“A gente só vai saber exatamente quem pode ser multado ou não depois dessas regras mais detalhadas”, afirma.
A expectativa, segundo Cruz, é que as mudanças aconteçam de forma gradual, à medida que a regulamentação avance.
Verificação de idade é algo complexo
Criança no celular
Canva
Um dos pontos centrais da nova lei é justamente a verificação de idade — e também um dos mais complexos.
No caso de sites pornográficos, onde o conteúdo é claramente voltado para adultos, a necessidade de adaptação é mais imediata, segundo o especialista. 
“Nesses casos, é o mínimo a ser feito”, afirma Brito Cruz.
Já nas redes sociais, a implementação tende a ser mais complexa, porque as exigências devem variar de acordo com o nível de risco para crianças e adolescentes.
Na prática, caberá à ANPD definir quando será necessário exigir medidas mais ou menos rigorosas.
A lei prevê que a verificação pode ser feita por diferentes métodos, como:
????‍???? análise de comportamento, que faz estimativa de faixa etária com base na navegação do usuário;
???? envio de selfie, que estima a idade aproximada a partir de técnicas de reconhecimento facial;
???? envio de documentação, que permite confirmar a idade exata.
“Esse tipo de regra não é imediata. A lei traz uma diretriz geral, mas a aplicação depende da regulamentação”, afirma Cruz.
Veja mais:
ECA Digital: menores de 16 anos terão que vincular suas redes sociais com as de seus pais
O que países estão fazendo para regular o acesso de crianças às redes sociais
ECA Digital começa a valer e impõe novas regras para crianças e jovens ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Entenda o que o BRB ainda estuda fazer para recompor patrimônio; emissão de ações foi adiada</title>
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<description><![CDATA[      BRB cancela assembleia geral e terá que atrair novos investidores para cobrir rombo do Master
O Banco de Brasília (BRB) adiou, na noite de terça-feira (17), uma assembleia de acionistas que tinha sido convocada para a manhã desta quarta (18).
O adiamento, com menos de 24 horas de antecedência, foi anunciado em fato relevante ao mercado e antecipado pelo blog da Camila Bomfim no g1. 
Segundo o blog, o BRB avaliou que o impasse jurídico sobre o uso de imóveis do governo do Distrito Federal (acionista controlador) para reforçar o caixa do banco afugentou investidores (entenda abaixo).
Na pauta da assembleia, estava a intenção do BRB de captar até R$ 8,86 bilhões emitindo 1,67 bilhão de ações ordinárias – aquelas que dão direito a voto.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.
A intenção é aumentar o capital social do banco e, na prática, reenquadrar o balanço patrimonial do BRB nos limites prudenciais previstos pela lei brasileira.
&quot;[...] o Banco entendeu como mais adequado postergar a apreciação da matéria, de forma a permitir o amadurecimento das análises em curso e assegurar que eventual proposta a ser submetida aos acionistas reflita, de maneira consistente, a melhor estrutura econômica, financeira e jurídica para a Companhia&quot;, afirmou o BRB no comunicado ao mercado.
Por que a assembleia foi adiada?
Em entrevista exclusiva à GloboNews, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, creditou o adiamento da assembleia do BRB ao impasse sobre a lei que autorizou a entrega dos imóveis públicos do DF ao banco.
Uma decisão liminar da Justiça do DF suspendeu a validade da lei na manhã de segunda-feira (16). Um dos argumentos era de que o governo não poderia ter sancionado a lei antes de aprovar a medida na assembleia de acionistas do BRB.
A liminar foi derrubada na noite desta terça (17) pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do DF, desembargador Roberval Belinati. 
Mas, segundo o presidente do BRB, esse impasse gerou &quot;temor&quot; nos investidores.
&quot;Essa suspensão da lei 7.845 gerou, eu diria, um certo temor nos investidores qualificados. Todo aquele trabalho que nós fizemos na Faria Lima de buscar os grandes investidores – fizemos um roadmap, tivemos uma lei, um roadshow, e já tínhamos vários [investidores]&quot;, declarou à GloboNews.
&quot;Com isso, com essa insegurança jurídica que foi criada, foi um desserviço para a capitalização do BRB&quot;, seguiu.
Presidente do BRB explica cancelamento da assembleia de acionistas
E agora, o que o BRB vai fazer?
Além dessa captação no mercado financeiro, o BRB trabalha com pelo menos outros quatro mecanismos principais para restabelecer seu patrimônio:
a constituição de um fundo de investimento imobiliário com nove lotes públicos do governo do DF, avaliados em R$ 6,6 bilhões – mecanismo já autorizado em uma lei sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB);
a oferta desses mesmos imóveis como garantia em um empréstimo a ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) – autorizada na mesma lei;
a venda de ativos do próprio BRB, como carteiras de crédito e participação em outras empresas;
a securitização de ativos do governo como a dívida ativa, recebíveis da Terracap e dividendos da Caesb e da CEB – ou seja, transformar esses créditos em ações e antecipar o recebimento do dinheiro.
Em entrevista exclusiva, presidente do BRB fala sobre medidas para recompor o banco
Parte desse &quot;cardápio&quot; já constava no plano &quot;preventivo&quot; entregue pelo BRB ao Banco Central em fevereiro, segundo apurou o g1. O documento segue em sigilo.
O BRB tem até o fim do mês para divulgar o balanço do segundo semestre de 2025.
O mercado financeiro espera que, junto com esse documento, o banco divulgue também as soluções concretas que serão tomadas para recompor o capital – como forma, inclusive, de manter uma imagem de solidez.
LEIA TAMBÉM:
SEM GARANTIA: com nota baixa em gestão fiscal, DF não terá União como avalista em empréstimo
PATRIMÔNIO, VENDA E FEDERALIZAÇÃO: saiba quais riscos o BRB corre
GESTÃO FRAUDULENTA: BRB injetou R$ 16,7 bilhões no Banco Master entre 2024 e 2025
Sede do Banco BRB
Getty Images via BBC
O que a assembleia ia votar?
Se (ou quando) a assembleia de acionistas do BRB aprovar a emissão de ações nas próximas semanas, o BRB espera aumentar o próprio capital social do banco em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.
Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.
➡️Todo esse plano precisa ser aprovado pelos investidores do banco – incluindo o governo do DF , que detém 71,92% do capital do banco do BRB.
➡️Se novas ações forem emitidas, os atuais acionistas terão &quot;direito de preferência&quot;. Ou seja, poderão comprar ações suficientes para manter o mesmo nível atual de participação no capital do banco.
➡️Até o momento, o governo do DF não indicou se vai exercer seu direito de preferência, e de onde tir ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 01:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Entenda, que, BRB, ainda, estuda, fazer, para, recompor, patrimônio, emissão, ações, foi, adiada</media:keywords>
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<title>Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja resultado</title>
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<description><![CDATA[      Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto.
Alain Jocard/AFP
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos em postos de combustíveis em nove estados e no Distrito Federal.
A ação foi conduzida por fiscais da agência, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons municipais e estaduais. Há denúncias de que alguns postos tenham aproveitado o contexto da guerra no Oriente Médio para elevar preços sem justificativa. (leia mais abaixo)
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo a ANP, foram analisados 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em 22 cidades. A operação resultou em 13 autos de infração por &quot;motivos diversos&quot;.
A agência informou que, nesses casos, notificou os estabelecimentos para que enviem notas fiscais de compra de combustíveis de períodos recentes.
Veja os vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
&quot;Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas&quot;, acrescentou, em nota, a agência.
Em caso de irregularidades, as multas podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. A aplicação pode ser feita pela ANP ou por seus órgãos conveniados.
O que motivou a operação
Segundo a agência, o objetivo da fiscalização é acompanhar a evolução do preço do diesel, especialmente após a publicação da Medida Provisória 1.340, na última sexta-feira (13).
A MP zerou os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel, reduzindo o preço em R$ 0,32 por litro. Um decreto complementar determinou o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores do combustível, também no valor de R$ 0,32 por litro.
As medidas foram adotadas em meio à guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo no mercado global. Até a publicação da MP, o diesel já havia subido 11,8%, chegando a R$ 6,80 por litro.
A operação de fiscalização, porém, ocorreu após denúncias de que redes de postos estariam aproveitando o contexto internacional para elevar o preço do diesel de forma abusiva, antes mesmo de a Petrobras anunciar reajustes às distribuidoras.

A operação desta terça-feira foi realizada nos seguintes estados:
Amazonas;
Bahia;
Distrito Federal;
Mato Grosso;
Minas Gerais;
Pará;
Paraná;
Rio de Janeiro;
Rio Grande do Sul;
São Paulo.
Além dos preços do diesel, a fiscalização também verificou a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 00:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Procons, ANP, fiscalizam, postos, para, combater, preços, abusivos, venda, diesel, veja, resultado</media:keywords>
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<title>Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos na venda de diesel; veja balanço</title>
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<description><![CDATA[      Uma gota de gasolina cai do bico de uma bomba de combustível em um posto.
Alain Jocard/AFP
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis preços abusivos em postos de combustíveis de nove estados e do Distrito Federal.
A ação foi realizada por fiscais da agência, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons municipais e estaduais dos seguintes locais:
Amazonas;
Bahia;
Distrito Federal;
Mato Grosso;
Minas Gerais;
Pará;
Paraná;
Rio de Janeiro;
Rio Grande do Sul;
São Paulo.
Segundo a ANP, foram fiscalizados 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em 22 cidades. A operação resultou em 13 autos de infração por &quot;motivos diversos&quot;.
A agência também informou que notificou os postos para que enviem as notas fiscais de compra de combustíveis de períodos recentes.
&quot;Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas&quot;, acrescentou, em nota, a agência.
Em caso de irregularidades, as multas podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. A aplicação pode ser feita pela ANP ou por seus órgãos conveniados.
A fiscalização 
Segundo a agência, a fiscalização coletou os preços praticados nos postos desses estados para acompanhar a evolução do valor do diesel, especialmente após a medida provisória 1.340, publicada na última sexta-feira (13).
A medida zera os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel e pode reduzir o preço em R$ 0,32 por litro, além do pagamento de uma subvenção a produtores e importadores deste combustível, no valor de R$ 0,32, por litro.
Até a publicação da medida, o preço do diesel já havia subido 11,8% e chegado a R$ 6,80.

Além dos preços do diesel, a fiscalização também verificou a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 23:00:10 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Procons, ANP, fiscalizam, postos, para, combater, preços, abusivos, venda, diesel, veja, balanço</media:keywords>
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<title>Procons e ANP fiscalizam postos para combater preços abusivos do diesel; veja balanço</title>
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Alain Jocard/AFP
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis preços abusivos em postos de combustíveis de nove estados, além do Distrito Federal.
A ação foi realizada por fiscais da agência, em parceria com Procons municipais e estaduais dos seguintes locais:
Amazonas;
Bahia;
Distrito Federal;
Mato Grosso;
Minas Gerais;
Pará;
Paraná;
Rio de Janeiro;
Rio Grande do Sul;
São Paulo.
Veja a nota completa da ANP:
A ANP realizou hoje (17/3) uma operação de fiscalização em nove estados e no Distrito Federal, em conjunto com a Senacon e Procons estaduais e municipais, que são órgãos conveniados à ANP e podem autuar quem pratique infrações previstas na legislação da Agência.
As ações foram focadas na coleta de preços em postos de combustíveis para análise, pela Agência, sobre possíveis preços abusivos, em consonância com as atribuições recebidas pela Medida Provisória nº 1.340, publicada em 12/3/2026. Também foram verificados aspectos de qualidade dos combustíveis e quantidade fornecida pelas bombas. As equipes estiveram presentes em 22 cidades, no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
De acordo com os dados preliminares, foram fiscalizados hoje 43 agentes econômicos, sendo 42 postos e uma distribuidora de combustíveis, nessas 22 cidades. Foram lavrados 13 autos de infração por motivos diversos. A ANP realizou notificações para envio, pelos postos à Agência, das notas fiscais de aquisição dos combustíveis dos últimos períodos.
Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas. As multas criadas pela MP 1.340/2026, que a ANP e seus órgãos conveniados podem aplicar, variam de R$ 50 mil e R$ 500 milhões de reais, dependendo da gravidade da conduta e do porte do eventual infrator.
A fiscalização 
Segundo a ANP, a fiscalização coletou os preços praticados nos postos desses estados para acompanhar a evolução do valor do diesel, especialmente após a medida provisória 1.340, publicada na última sexta-feira (13).
A medida zera os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel e pode reduzir o preço em R$ 0,32 por litro, além do pagamento de uma subvenção a produtores e importadores deste combustível, no valor de R$ 0,32, por litro.
Até a publicação da medida, o preço do diesel já havia subido 11,8% e chegado a R$ 6,80, segundo levantamento da ANP.

Além dos preços do diesel, a fiscalização também vai verificar a quantidade de combustível fornecida pelas bombas e a qualidade do produto. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Procons, ANP, fiscalizam, postos, para, combater, preços, abusivos, diesel, veja, balanço</media:keywords>
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<title>Mega&#45;Sena, concurso 2.985: três apostas levam prêmio e dividem R$ 104,5 milhões</title>
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<description><![CDATA[      G1 | Loterias - Mega-Sena 2985
O sorteio do concurso 2.985 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (17), em São Paulo. Três apostas acertaram as seis dezenas e vão dividir o prêmio de R$ 104.568.157,59.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 06 - 08 - 21 - 32 - 41 - 60
Os vencedores são de Camocim (CE), Catalão (GO) e Presidente Castelo Branco (PR). Com a divisão do prêmio, cada um vai levar R$ 34.856.052,53.
Segundo a Caixa Econômica Federal, todos os ganhadores fizeram apostas simples, de seis números. 
A quina teve 96 apostas vencedoras, rendendo R$ 34.815,62 para cada. Já a quadra teve 4.494 ganhadores, que vão levar R$ 1.225,92 cada.
O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (19), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões.
Mega-Sena, concurso 2.985
Reprodução/Caixa
Como funciona a Mega-sena
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Mega-Sena bilhete volante Loterias
Millena Sartori/g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 22:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministro da Justiça diz que PF vai investigar preços abusivos de combustíveis</title>
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<description><![CDATA[      O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, anunciou nesta terça-feira (17) que a Polícia Federal instaurou inquérito para apurar preços abusivos de combustíveis. Além disso, a Secretaria Nacional do Consumidor mobilizou os Procons de todos os estados para a fiscalização. 
&quot;É inaceitável que a falsa alegação de impacto da guerra seja fator para incremento dos preços&quot;, disse o ministro.
Segundo ele, desde a semanada passada, foram quase 669 postos de gasolina, 64 distribuidores e uma refinaria fiscalizados pelos Procons. Segundo o ministro, o Ministério de Minas e Energia e os ministérios públicos estaduais também participam do trabalho de fiscalização. 
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) iniciou, nesta terça, uma operação de fiscalização em nove estados e o Distrito Federal (DF) para verificar eventuais preços abusivos. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Além dos valores, a qualidade dos combustíveis e quantidade fornecida pelas bombas também estão na mira da fiscalização. 
As equipes envolvidas na ação estão nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Na semana passada, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel e, consequentemente, na inflação de produtos que dependem do combustível para chegar aos consumidores.
As medidas assinadas por Lula foram:
um decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins incidentes sobre óleo diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro, segundo o governo;
uma medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32, por litro;
a tributação, via medida provisória, da exportação de petróleo com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento da população;
um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.
Prodecon autua 10 postos de combustíveis em fiscalização sobre preço da gasolina em Petrolina
Divulgação/Ascom PMP
O pacote de ações entrou em vigor com a publicação dos textos no &quot;Diário Oficial da União&quot;, em edição extra na quinta-feira (12). Com as medidas, o governo espera gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.
“A maior pressão vem do diesel, e não da gasolina. É com o diesel que estamos mais preocupados, pelo fato de afetar as cadeias produtivas de forma mais enfática. Escoamento da safra é feito por caminhões a diesel, o plantio é feito com maquinário que usa diesel”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na ocasião. 
De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível. A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministro da Justiça diz que PF abriu inquérito para apurar preços abusivos de combustíveis</title>
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&quot;É inaceitável que a falsa alegação de impacto da guerra seja fator para incremento dos preços&quot;, disse o ministro.
Segundo o ministro, o Ministério de Minas e Energia e os ministérios públicos estaduais também participam do trabalho de fiscalização. 
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) iniciou, nesta terça, uma operação de fiscalização em nove estados e o Distrito Federal (DF) para verificar eventuais preços abusivos. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Além dos valores, a qualidade dos combustíveis e quantidade fornecida pelas bombas também estão na mira da fiscalização. 
As equipes envolvidas na ação estão nos estados do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Na semana passada, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter o impacto da guerra no Irã no preço do diesel e, consequentemente, na inflação de produtos que dependem do combustível para chegar aos consumidores.
As medidas assinadas por Lula foram:
um decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins incidentes sobre óleo diesel, o que representa uma redução de R$ 0,32 por litro, segundo o governo;
uma medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32, por litro;
a tributação, via medida provisória, da exportação de petróleo com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento da população;
um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.
Prodecon autua 10 postos de combustíveis em fiscalização sobre preço da gasolina em Petrolina
Divulgação/Ascom PMP
O pacote de ações entrou em vigor com a publicação dos textos no &quot;Diário Oficial da União&quot;, em edição extra na quinta-feira (12). Com as medidas, o governo espera gerar um alívio de R$ 0,64 por litro de diesel nas bombas.
“A maior pressão vem do diesel, e não da gasolina. É com o diesel que estamos mais preocupados, pelo fato de afetar as cadeias produtivas de forma mais enfática. Escoamento da safra é feito por caminhões a diesel, o plantio é feito com maquinário que usa diesel”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na ocasião. 
De acordo com o governo federal, com o decreto que zera o PIS/Cofins sobre o diesel, são eliminados os dois únicos impostos federais cobrados sobre o combustível. A renúncia fiscal com a medida, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será de cerca de R$ 20 bilhões. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 20:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ECA Digital: Google, Meta e TikTok explicam como verificam idade de usuários no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites
O Google, a Meta, o TikTok e o Reddit detalharam nesta terça-feira (17) como verificam a idade de usuários. As empresas se manifestaram no mesmo dia em que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) entrou em vigor.
A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem &quot;adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade&quot;.
As redes sociais não pedirão para todos os usuários enviarem documentos de identificação ou selfies para comprovar a idade. Em vez disso, elas devem fazer uma &quot;verificação silenciosa&quot;, em que a atividade do usuário leva a uma estimativa de faixa etária.
Em comunicado, o Google disse que está implementando no Brasil um modelo de estimativa de idade, que analisa a atividade dos usuários, como as buscas realizadas ou as categorias de vídeos assistidos.
&quot;Esses sinais nos ajudam a determinar se aquela pessoa provavelmente tem mais ou menos de 18 anos e a aplicar proteções automáticas em nossos produtos, incluindo bloquear conteúdo com classificação 18+ no YouTube e Google Play, além da ativação do SafeSearch e o bloqueio de resultados inapropriados na Busca&quot;, disse a empresa.
Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais
Hollie Adams/Reuters
Como funciona a verificação de idade de Roblox, Discord, YouTube e outras
Menores de 16 anos terão que vincular redes sociais com as de seus pais
O Google, que controla a loja de aplicativos Play Store, também afirmou que está expandindo o acesso de desenvolvedores a uma ferramenta que fornece sinais de faixa etária para aplicativos.
O ECA Digital determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação precisa ser repassada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para cada usuário.
A Meta, por sua vez, disse que usuários precisam informar a data de nascimento ao se cadastrarem.
Segundo a empresa, quando existem suspeitas de declaração incorreta ou tentativa de aumentar a idade na plataforma, usuários precisam fazer uma verificação com o envio de um documento ou de uma selfie em vídeo.
A empresa informou ainda que vai usar novos sinais de idade que serão obtidos por meio das lojas de aplicativos e que usuários podem denunciar contas suspeitas de serem de crianças.
O TikTok disse que só permite o cadastro de usuários com, no mínimo, 13 anos e que adota uma abordagem em camadas para detectar casos em que pessoas não informaram a data de nascimento correta.
&quot;Empregamos uma combinação de modelos de detecção que analisam uma série de sinais, incluindo, mas não se limitando a, informações de perfil da conta e conteúdo postado pelo usuário, para avaliar a probabilidade de que uma conta pertença a um usuário menor de 13 anos&quot;, disse a rede social.
Ainda segundo o TikTok, casos suspeitos podem ser denunciados por outros usuários e revisados por moderadores humanos.
O Reddit, que funciona como um fórum de discussão, disse que fará estimativas de idade para cumprir a legislação brasileira.
A plataforma afirmou ter implementado &quot;métodos de garantia de idade para restringir totalmente o acesso a usuários menores de 16 anos e impedir que menores de 18 anos acessem conteúdo adulto&quot;.
Menores de 13 anos continuarão proibidos de usar a plataforma, e usuários com idade estimada entre 13 e 16 anos ficarão suspensos temporariamente até receberem consentimento dos pais. Por fim, usuários com idade estimada entre 16 e 17 anos precisam da verificação apenas para acessar conteúdo adulto na plataforma.
Proteção extra
A Meta afirmou que, a partir desta semana, pais poderão ativar a supervisão da conta dos filhos sem precisar da aprovação do adolescente. Adultos que já monitoram as contas não precisam adotar medidas adicionais.
Pais também terão a opção de limitar transações financeiras de seus filhos e bloquear assinaturas, contribuições para arrecadações e compras de selos virtuais.
A supervisão é habilitada na seção Contas de Adolescentes, disponível para Instagram, Facebook, Messenger e Threads. A Meta também destacou o novo recurso do WhatsApp para pais limitarem quem pode falar com seus filhos.
O Google afirmou que menores de 16 anos precisarão ter o recurso de supervisão dos pais ativado para publicar vídeos ou comentários na plataforma.
A empresa destacou ainda que pais e adolescentes podem vincular suas contas no YouTube por meio da seção Central da Família e que adultos podem controlar tempo de tela e aplicativos baixados no aplicativo Family Link.
Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial
AP/Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>ECA, Digital:, Google, Meta, TikTok, explicam, como, verificam, idade, usuários, Brasil</media:keywords>
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<title>ECA Digital: Google e Meta explicam como é a verificação de idade em suas plataformas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/eca-digital-google-e-meta-explicam-como-e-a-verificacao-de-idade-em-suas-plataformas</link>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: estão em vigor as novas regras para menores em redes sociais, jogos e sites
O Google e a Meta detalharam nesta terça-feira (17) os mecanismos que usam para verificar a idade de seus usuários. As plataformas se manifestaram no mesmo em que o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) entrou em vigor.
A lei determina que plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem &quot;adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade&quot;.
Em comunicado, o Google disse que está implementando no Brasil um modelo de estimativa de idade, que analisa a atividade dos usuários, como as informações que ele buscou ou as categorias de vídeos que ele assistiu.
&quot;Esses sinais nos ajudam a determinar se aquela pessoa provavelmente tem mais ou menos de 18 anos e a aplicar proteções automáticas em nossos produtos, incluindo o bloquear conteúdo com classificação 18+ no YouTube e Google Play, além da ativação do SafeSearch e o bloqueio de resultados inapropriados na Busca&quot;, disse a empresa.
Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais
Hollie Adams/Reuters
O Google, que controla a loja de aplicativos Play Store, também afirmou que está expandindo o acesso de desenvolvedores a uma ferramenta que fornece sinais de faixa etária para aplicativos oferecerem experiências adequadas à idade de seus usuários.
O ECA Digital determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação precisa ser repassada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para aquela pessoa.
A Meta, por sua vez, disse que usuários precisam informar a data de nascimento ao se cadastrarem.
Segundo a empresa, quando existem suspeitas de declaração incorreta ou tentativa de aumentar a idade na plataforma, usuários precisam fazer uma verificação com o envio de um documento ou de uma selfie em vídeo.
A empresa informou ainda que vai usar novos sinais de idade de usuários que serão obtidos por meio das lojas de aplicativos e que usuários podem denunciar contas suspeitas de serem de menores da crianças.
&quot;Entender com precisão a idade de um usuário é essencial para oferecer aos adolescentes a experiência mais adequada, mas é um desafio complexo para toda a indústria&quot;, disse a empresa.
Proteção extra
A Meta afirmou que, a partir desta semana, pais poderão ativar a supervisão da conta dos filhos sem uma aprovação no perfil do adolescente. Adultos que já fazem o monitoramento não precisam adotar nenhuma medida adicional.
Pais também terão a opção de limitar transações financeiras de seus filhos e bloquear assinaturas, contribuições para arrecadações e compras de selos virtuais.
A supervisão é habilitada na seção Contas de Adolescentes, disponível para Instagram, Facebook, Messenger e Threads. A Meta também destacou o novo recurso do WhatsApp para pais limitarem quem pode falar com seus filhos.
Meta e Google revelam nova geração de chip de inteligência artificial
AP/Reuters ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministra da Gestão diz que governo federal deve fazer aporte de capital nos Correios em 2027</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ministra-da-gestao-diz-que-governo-federal-deve-fazer-aporte-de-capital-nos-correios-em-2027</link>
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<description><![CDATA[      A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, nesta terça-feira (17), que o governo federal deve fazer um aporte de capital nos Correios em 2027. Além disso, afirmou que a estatal avalia uma nova captação de empréstimo. 
Segundo a ministra, a medida está prevista no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos em dezembro de 2025. 
???? Um aporte do governo nos Correios significa que o governo federal, por meio de transferência direta do Tesouro Nacional, vai repassar recursos para a empresa.
&quot;Olha, em relação ao aporte, isso estava, inclusive, previsto no contrato que foi assinado com os bancos, que tinha uma previsão de aporte da União. Só que no próprio contrato que foi assinado dizia que podia ser 2026 ou 2027, até 2027. Então, isso está sendo estudado. Provavelmente o aporte esse ano não deve acontecer, pode acontecer até 27&quot;, disse a ministra. 
&quot;Mas eles estão vendo eventualmente de algum complemento de empréstimo, isso que está sendo estudado&quot;, complementou a ministra durante a apresentação do balanço da segunda edição do CNPU. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo Dweck, mesmo com um novo empréstimo, o aporte pode ajudar no processo de recuperação financeira da estatal. &quot;Por isso é parte da equação também&quot;, explicou a ministra. 
Em fevereiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deu mais espaço para os Correios conseguirem captar um novo empréstimo com garantias da União. Pela decisão, os Correios poderão conseguir mais R$ 8 bilhões em empréstimo. 
Relembre o caso
O empréstimo  faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.
Ao detalhar o plano de reestruturação dos Correios,  no final do ano passado, o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que ainda seria necessário o empréstimo adicional de R$8 bilhões em 2026. 
A ideia inicial da estatal era a tomada de um empréstimo de R$ 20 bilhões, que não foi autorizado pelo Tesouro Nacional em função da alta taxa de juros que havia sido proposta.
&quot;O plano de reestruturação foi concebido com uma necessidade declarada de captação de recursos da ordem de R$ 20 bilhões. Então, a gente fez uma primeira rodada com bancos, recebemos oferta dos R$ 20 bilhões, mas a uma taxa que a gente entendeu que estava mais elevada&quot;, afirmou Rondon.
Correios vão precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026; plano de reestruturação prevê 15 mil demissões e mil agências fechadas
Jornal Nacional/ Reprodução
Plano de reestruturação
O plano de reestruturação da empresa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e o fechamento de mil agências – atualmente os Correios têm cerca de 5 mil unidades.
A companhia vai implementar um programa de demissão voluntária (PDV) e espera, em até 2 anos, reduzir em 15 mil o número total de funcionários, o que representaria um corte de 18% na folha de pagamentos.
???? O PDV é um pacote de incentivos oferecido por uma empresa para que seus funcionários peçam demissão por vontade própria. Diferente de uma demissão comum, o PDV funciona como um acordo. Para a empresa, é uma forma de reduzir custos ou reestruturar o quadro de funcionários sem o impacto negativo de demissões em massa. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:00:12 -0300</pubDate>
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<item>
<title>Dólar cai e fecha a R$ 5,19 com foco na guerra no Oriente Médio; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar fechou em queda de 0,58% nesta terça-feira (17), cotado a R$ 5,1991, com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e impactos sobre o petróleo. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,30%, aos 180.410 pontos.
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▶️ Os impasses em relação ao bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de escoamento do petróleo no mundo, fizeram os preços da commodity disparar novamente nesta terça — após um leve recuo ontem. No entanto, sinais de melhora surgiram após declarações da Casa Branca de que navios petroleiros estão “começando a passar aos poucos” pela região.
▶️ A fala do assessor econômico Kevin Hassett acontece após o presidente dos EUA, Donald Trump, pedir que países enviem militares ao Estreito de Ormuz para escoltar navios de petróleo sob risco de ataques pelo Irã. Apesar da pressão americana, governos como Alemanha, Itália, Espanha, Japão e Austrália recusaram participação, afirmando que o conflito não é deles.
???? Para investidores, a passagem de navios pela região sinaliza maior segurança no abastecimento, o que tende a conter a disparada dos preços do petróleo e favorecer investimentos em ações e outros ativos de maior risco.
????️ Por volta das 17h o barril do tipo petróleo Brent subia 3,22%, a US$ 103,44, enquanto o WTI avançava 2,71%, a US$ 96,02. 
▶️ A agenda econômica desta terça trouxe novos dados de inflação no Brasil, com a divulgação do IGP-10 de março pela manhã. Nos EUA, os destaques foram os números de emprego, as vendas de imóveis e os estoques semanais de petróleo, além de um leilão de títulos de 20 anos do Tesouro.
▶️ O mercado também segue na expectativa pelas decisões de juros no Brasil e nos EUA, que serão anunciadas nesta &quot;Superquarta&quot; (18).
▶️ No cenário político, os investidores avaliaram a pesquisa Genial/Quaest divulgada desta terça-feira. O levantamento mostra que 56% dos brasileiros dizem já ter definido em quem vão votar para presidente, enquanto 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -2,17%;
Acumulado do mês: +1,27%;
Acumulado do ano: -5,28%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,55%;
Acumulado do mês: -4,44%;
Acumulado do ano: +11,97%.
Petróleo volta a disparar
Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.
Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos EUA para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz. 
Ao longo do dia, Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.
Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora &quot;CNBC&quot; que petroleiros estão &quot;começando a passar aos poucos&quot; pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.
No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo. 
Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas. 
Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.
Guerra no Oriente Médio
Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã. 
A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano. 
Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.
Agenda econômica
IGP-10
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%. 
???? O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece na indústria quanto no bolso do consumidor.
Segundo a FGV, esse movimento foi puxado principalmente pela redução nos preços de produtos básicos no atacado, como alimentos e matérias-primas. 
Para o consumidor ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Congresso Nacional promulga acordo entre Mercosul e União Europeia</title>
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<description><![CDATA[      O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. 
O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos. 
Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios. 
Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer. O tratado entre os dois blocos foi aprovado no Senado Federal em 4 de março, concluindo o processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados. 
Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado que atinge de 700 milhões de pessoas. 
A expectativa é que o tratado comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, ampliando o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro. 
Veja quais são os países envolvidos no Acordo UE-Mercosul.
Arte/g1
Salvaguardas bilaterais
Na mesma data da votação no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de &quot;salvaguardas bilaterais&quot;, mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária. 
A medida foi uma resposta a regulamentação de salvaguardas feita pelo Parlamento Europeu após a assinatura do acordo. 
No caso brasileiro, no entanto, as regras valem para tratados comerciais no geral e não apenas para a relação bom a União Europeia.  
Série especial do JN mostra como o agronegócio brasileiro está enfrentando as mudanças climáticas
Jornal Nacional/ Reprodução
Acordo enfrenta resistências
Apesar de a maioria dos Estados-membros da UE ter se mostrado favorável à assinatura, o acordo ainda enfrenta resistência de alguns países, que apontam possíveis impactos sobre o setor agrícola.
Depois de o bloco europeu ter confirmado a aprovação do tratado entre os Estados-membros, a ministra da agricultura da França, Annie Genevard, afirmou que adotará medidas unilaterais caso o setor agrícola e pecuário do país seja colocado em risco pelo acordo comercial.
Genevard citou como exemplo a recente suspensão, por um ano, da importação para a França de alguns produtos agrícolas tratados com substâncias proibidas na União Europeia, principalmente de origem sul-americana.
Países como Alemanha e Espanha apoiam o tratado por enxergarem oportunidades de ampliar exportações, reduzir a dependência da China e garantir acesso a minerais estratégicos.
Já a França — que garantiu apoio de alguns países, como Polônia, Irlanda e Áustria — se opõe, principalmente por temer prejuízos ao setor agrícola diante da concorrência de produtos sul-americanos mais baratos. Agricultores e ambientalistas também criticam o acordo.
O texto final tenta equilibrar esses interesses, com salvaguardas para a agricultura europeia e exigências ambientais mais rígidas.
Para o Mercosul, o Brasil tem papel central: precisa comprovar avanços em sustentabilidade e controle ambiental para facilitar a ratificação e ampliar o acesso ao mercado europeu. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Guerra no Irã: companhias aéreas sobem tarifas e cancelam voos após disparada do preço do querosene</title>
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<description><![CDATA[      Agência Internacional de Energia anuncia plano de liberação de reservas de petróleo
Companhias aéreas europeias começaram a subir preços e cortar voos após a disparada do querosene de aviação, pressionado pela guerra no Oriente Médio. Empresas da Ásia seguem o mesmo caminho e já anunciam reajustes nas tarifas.
A escandinava SAS cancelou centenas de voos nesta semana e anunciou aumento temporário nas tarifas para compensar a alta do combustível. A maioria das suspensões atinge rotas domésticas na Noruega, com impacto menor na Suécia e Dinamarca.
&quot;Dada a situação atual no Oriente Médio, incluindo o aumento acentuado e repentino nos preços globais de combustível, estamos adotando medidas para fortalecer nossa resiliência&quot;, declarou a SAS em comunicado à AFP. 
Outras gigantes europeias, como Air France-KLM e Lufthansa, também enfrentam pressão de custos. Parte do impacto é amortecida por contratos de hedge — compra antecipada de combustível a preços fixos —, mas o efeito da alta já começa a aparecer nas tarifas.
O movimento pode impactar diretamente os brasileiros, que usam com frequência companhias europeias em voos internacionais.
Na Ásia-Pacífico, empresas seguem na mesma direção. A australiana Qantas anunciou reajustes nas passagens, com alta média de cerca de 5% nos voos internacionais, segundo a imprensa local.
A Thai Airways também estuda aumentos entre 10% e 15%, dependendo da evolução dos preços.
Já a Air India informou que vai ampliar a cobrança de sobretaxas de combustível em voos domésticos e internacionais. A taxa chegará a US$ 125 em rotas para a Europa e a US$ 200 para a América do Norte.
Além dos preços mais altos, companhias também reduziram operações no Oriente Médio por razões de segurança.
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Petróleo
Um Boeing 787 Dreamliner da Air India com matrícula VT-ANB sobrevoa Tóquio, Japão, em 27 de abril de 2025
Koki Takagi via REUTERS
O avanço dos preços do querosene explica a pressão. O combustível, que representa cerca de 40% dos custos das aéreas, dobrou de valor desde o início do ano.
Na segunda-feira, o preço médio global chegou a US$ 173,91 por barril, segundo o índice Platts — mais que o dobro do registrado em janeiro.
A alta é mais intensa do que a do petróleo bruto porque o querosene depende de refino e tem menor prioridade que gasolina e diesel, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
O barril de Brent, referência global do petróleo, gira em torno de US$ 100 após a escalada do conflito. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial, agravou a crise de oferta.
As companhias afirmam que os reajustes são necessários para evitar prejuízos. A Air India, por exemplo, declarou que sem a aplicação de sobretaxas, alguns voos não cobririam os custos operacionais e teriam de ser cancelados.
*Com RFI e AFP.
VÍDEOS: mais assistidos do g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mulheres se aproximam da metade entre aprovados do CNU 2025; veja números</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/mulheres-se-aproximam-da-metade-entre-aprovados-do-cnu-2025-veja-numeros</link>
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<description><![CDATA[      Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, conduziu a coletiva
MGI
O governo federal apresentou, nesta terça-feira (17), o balanço oficial da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), conhecido como &quot;Enem dos concursos&quot;. 
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, conduziu a coletiva e detalhou os dados de desempenho. 
Ao todo, o CNU 2025 registrou 761.545 inscritos. Os índices de abstenção chamaram atenção: 42% dos candidatos faltaram à primeira prova, e 21% não compareceram à segunda etapa. 
Embora a taxa ainda seja considerada alta, houve melhora em comparação com o CNU 1, que havia registrado 54% de faltas. 
Os dados consolidados também mostraram a predominância feminina entre os participantes: 60% dos inscritos eram mulheres. Além disso, 33% concorreram por vagas reservadas a políticas de ação afirmativa.
 A edição recebeu inscrições de 4.951 municípios, com provas aplicadas em 228 cidades. 
Governo prorroga validade da 1ª edição do CNU e amplia prazo para convocação de aprovados
Perfil das pessoas aprovadas
O governo divulgou ainda os primeiros recortes sobre quem conseguiu aprovação para as 3.649 vagas ofertadas em 32 órgãos: 
Foram selecionadas pessoas de 578 cidades de todos os 27 estados, o que reforça o caráter nacional da seleção.
40,5% das pessoas aprovadas pertencem aos grupos de pretos, pardos, indígenas, quilombolas ou pessoas com deficiência — um avanço em relação ao CPNU anterior, que registrou 33,6% nesse segmento.
48,4% das pessoas aprovadas são mulheres, percentual superior ao registrado no CPNU 1, que havia sido de 37%.
Segundo o balanço, os aprovados estão distribuídos por todas as regiões do país: 34,5% são do Sudeste, 29,3% do Nordeste, 25,3% do Centro-Oeste, 5,7% do Sul e 5,2% do Norte.
Ao todo, houve aprovação de pessoas que realizaram a prova em 196 cidades — um recorte dentro das 228 localidades que sediaram a aplicação do CNU 2.
CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos
Reprodução/Youtube
Ainda segundo o governo, o concurso recebeu inscrições de 4.951 municípios, com provas aplicadas em 228 cidades. 
A proposta central da seleção — ampliar o acesso, padronizar regras e democratizar a entrada no serviço público federal — foi destacada como um dos pilares da edição.
A organização do CNU 2 foi conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A execução das provas e fases do concurso foi responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV).
O Concurso Unificado integra um esforço de recomposição da força de trabalho federal.  Desde 2023, políticas públicas foram reativadas após a reconstrução das capacidades estatais, de acordo com o MGI. 
No campo da recomposição, o governo aponta saldo positivo de 2.835 vagas desde 2023. E projeta que, entre 2026 e 2030, cerca de 70 mil servidores devem se aposentar, aumentando a necessidade de novas seleções.
Esther Dweck reforçou que a reposição de pessoal tem impacto direto na qualidade dos serviços oferecidos à população. Segundo a pasta:
Houve avanços em emprego, renda, saúde, assistência e planejamento público graças à recomposição das equipes.
Mais profissionais estão atuando em políticas sociais, econômicas, regulatórias e na segurança pública.
Segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU
Ministério da Gestão e Inovação ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mulheres, aproximam, metade, entre, aprovados, CNU, 2025, veja, números</media:keywords>
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<title>Governadores rejeitam pedido de Lula, não diminuem ICMS de combustíveis e dizem que cortes não chegam ao consumidor</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/governadores-rejeitam-pedido-de-lula-nao-diminuem-icms-de-combustiveis-e-dizem-que-cortes-nao-chegam-ao-consumidor</link>
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<description><![CDATA[      O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou nesta terça-feira (17) uma manifestação pública na qual informa que não reduzirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre combustíveis.
A justificativa do Comitê é que isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto &quot;não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
Na semana passada, o governo federal anunciou que, diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, não cobrará impostos (PIS e Cofins) sobre esse combustível. 
Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu, também, &quot;boa vontade&quot; dos governadores para reduzir também o ICMS sobre combustíveis.  
Foram anunciados, ainda, aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor (leia mais abaixo).
Aumento do valor do diesel para as distribuidoras já está valendo
&quot;Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura&quot;, diz o Comsefaz, em nota. 
????Com a redução de impostos federais, caso do PIS e Cofins, pelo governo, houve um questionamento de Lula se os governadores também baixariam os impostos estaduais, caso do ICMS. Cada estado, entretanto, tem autonomia para tomar suas decisões sobre tributos, de modo que eles não são obrigados a baixar impostos.
O Comsefaz acrescenta que a &quot;reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual &quot;parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas&quot;. 
&quot;Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social&quot;, dizem os secretários de Fazenda dos estados. 
O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse &quot;arcando com uma dupla perda&quot;. 
&quot;De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis&quot;, acrescenta a entidade.
No caso da redução do PIS e Cofins, anunciada pelo governo federal na última semana, o Ministério da Fazenda informou que não haverá perda de arrecadação, pois a redução das alíquotas dos impostos sobre o diesel será compensada, neste ano, pelo aumento do imposto de exportação de petróleo. 
Se houvesse perda de receita, a União teria mais dificuldade em atingir a meta de superávit em suas contas neste ano (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).
Gasolina e diesel ficam mais caros em Fortaleza na segunda semana de março, aponta ANP.
Fabiane de Paula/SVM
Guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada. 
O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.
A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.
Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.
Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>CNU 2025: veja perfil dos aprovados e próximos passos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/cnu-2025-veja-perfil-dos-aprovados-e-proximos-passos</link>
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<description><![CDATA[      O governo federal apresenta nesta terça-feira (17) o balanço oficial do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). 
O governo federal apresentou, nesta terça-feira (17), o balanço oficial do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), consolidando os principais números do maior processo seletivo já realizado para o serviço público federal.
A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, conduziu a coletiva e detalhou os dados de desempenho, além de traçar o perfil dos candidatos que participaram da seleção. 
Ao todo, o CNU 2025 registrou 761.545 inscritos. Os índices de abstenção chamaram atenção: 42% dos candidatos faltaram à primeira prova, e 21% não compareceram à segunda etapa. 
Apesar disso, o governo avalia que a adesão se manteve elevada, considerando a dimensão inédita do certame e seu alcance nacional.
Os dados consolidados também mostraram a predominância feminina entre os participantes: 60% dos inscritos eram mulheres. Além disso, 33% concorreram por vagas reservadas a políticas de ação afirmativa.
Perfil das pessoas aprovadas
O governo divulgou ainda os primeiros recortes sobre quem conseguiu aprovação para as 3.649 vagas ofertadas em 32 órgãos: 
Foram selecionadas pessoas de 578 cidades de todos os 27 estados, o que reforça o caráter nacional da seleção.
40,5% das pessoas aprovadas pertencem aos grupos de pretos, pardos, indígenas, quilombolas ou pessoas com deficiência — um avanço em relação ao CPNU anterior, que registrou 33,6% nesse segmento.
48,4% das pessoas aprovadas são mulheres, percentual superior ao registrado no CPNU 1, que havia sido de 37%.
Alcance territorial e organização
O concurso recebeu inscrições de 4.951 municípios, com provas aplicadas em 228 cidades. A proposta central da seleção — ampliar o acesso, padronizar regras e democratizar a entrada no serviço público federal — foi destacada como um dos pilares da edição.
A organização foi conduzida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A execução das provas e fases do concurso foi responsabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Governo fará nova rodada de corte de tarifas de importação após pedidos de empresas, diz secretário do MDIC</title>
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<description><![CDATA[      Imagem de drone do Porto de Santos (SP)
Reuters
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizará uma nova rodada de cortes no Imposto de Importação, revertendo, ainda que de forma temporária, parte das elevações de tarifas aplicadas anteriormente neste ano, afirmou à Reuters o secretário de Desenvolvimento Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira.
A redução das tarifas a zero será aplicada imediatamente, por até quatro meses, mediante solicitação de empresas que comprovarem a ausência de produção nacional dos itens. O governo terá um prazo para avaliar cada pedido e decidir se o corte será mantido posteriormente, explicou.
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“Se for comprovada a ausência de produção nacional, a tarifa ficará em zero. Esse processo inicial é automático: a empresa que fizer o pedido e comprovar que não há produção local terá a redução de imediato”, afirmou.
Segundo o secretário, esse direito se aplica aos itens que antes tinham alíquotas inferiores a 7,2% e que, pela nova regra, passaram a ser taxados em 7,2%.
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O prazo para envio das solicitações pelas empresas vai até 31 de março, quando todos os pedidos serão encaminhados ao Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex). 
A validação dos cortes ocorrerá em reunião extraordinária do colegiado, segundo o secretário, que prevê a chegada de “muitos” pedidos.
O aumento do Imposto de Importação foi decidido em fevereiro e inicialmente atingiu mais de 1.200 bens de capital, informática e telecomunicações, com o argumento de estimular a indústria nacional, medida que gerou reação política negativa. 
Cerca de 350 itens passaram a ter alíquota de 7,2%, enquanto o restante permaneceu com tarifas mais altas, de até 20%.
No fim de fevereiro, o governo já havia revertido o aumento de tarifas para 125 produtos, sendo que 105 retomaram a alíquota zero. 
Para 15 itens, a mudança foi definitiva, enquanto os demais ainda serão avaliados para decidir se o benefício temporário será mantido.
O aumento do imposto de importação também gera mais receita para o governo, segundo uma fonte da área econômica, que afirmou que o tema foi discutido com esse objetivo. No entanto, Moreira negou essa interpretação na entrevista.
“O governo nunca considerou essa medida sob a perspectiva de arrecadação”, defendeu. “O documento que fundamentou a decisão foca exclusivamente no mérito da política industrial e na preocupação com a perda de densidade produtiva.”
Segundo o secretário, as importações de bens de capital e tecnologia pelo Brasil cresceram mais de US$ 20 bilhões nos últimos três anos, contribuindo para a deterioração das transações correntes e impactando a produção nacional.
O debate sobre a produção de itens com tecnologia incorporada ocorre em meio a incertezas sobre a implementação do Redata, política destinada a atrair data centers ao país, que foi criada por medida provisória, mas perdeu validade no Congresso Nacional.
Na entrevista, Moreira afirmou que o governo ainda avalia juridicamente o tema para que a política volte a vigorar. 
Segundo ele, a solução pode envolver o envio de um projeto de lei complementar ao Legislativo, que só passa a valer após aprovação pela maioria absoluta de deputados e senadores, seguida da sanção presidencial. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Grupo 3corações compra dona das marcas Yoki e Kitano por R$ 800 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Fábrica da General Mills em Pouso Alegre (MG)
Divulgação
A General Mills anunciou nesta terça-feira (17) a venda de sua operação no Brasil para o grupo 3corações por R$ 800 milhões, em um movimento que faz parte da estratégia global de reorganização do portfólio da companhia.
O acordo inclui marcas tradicionais como a Yoki — conhecida por produtos como farofa, pipoca de micro-ondas e batata palha — e a Kitano, de temperos, e ainda depende da aprovação de órgãos reguladores, com conclusão prevista até o fim de 2026.
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Segundo a 3corações, a aquisição reforça a estratégia de diversificação do portfólio e amplia sua presença nas diferentes ocasiões de consumo. 
“Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, afirmou o presidente do grupo, Pedro Lima.
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O executivo também destacou a integração das equipes. “Entendemos que o sucesso das nossas marcas é reflexo direto da dedicação do nosso povo. Estamos felizes por acolher os profissionais apaixonados pelo que fazem, que se juntarão à nossa família para continuar encantando os consumidores brasileiros. Que essa união gere valor para todos”, disse.
Para a General Mills, a venda faz parte de uma estratégia global de reestruturação, com foco em categorias consideradas prioritárias, como sorvetes premium, comida mexicana, snacks e alimentos para pets. 
A companhia afirma que a operação deve contribuir para melhorar margens (lucro)e concentrar esforços em negócios mais estratégicos.
Fundada em 1856, nos Estados Unidos, a General Mills é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com produtos que vão de cereais e snacks a sorvetes e ração para animais. 
Dona de marcas como Cheerios, Nature Valley, Häagen-Dazs e Betty Crocker, a companhia registrou cerca de US$ 19 bilhões em receita em 2025, além de aproximadamente US$ 1 bilhão em ganhos com participações em outros negócios.
No Brasil, a empresa emprega cerca de 3.500 pessoas e conta com duas fábricas, em Pouso Alegre (MG) e Campo Novo do Parecis (MT), além de seis centros de distribuição no país. Segundo o comunicado da General Mills, as operações no Brasil contribuíram com aproximadamente US$ 350 milhões (R$ 1,8 bilhão) para as vendas líquidas da companhia no ano fiscal de 2025.
Já a 3corações tem forte atuação na produção e distribuição de café — torrado e moído, solúvel e em cápsulas — e vem avançando na diversificação do portfólio. 
O grupo reúne marcas conhecidas como 3 Corações, Santa Clara, Café Pimpinela e Kimimo, além de atuar em categorias como chás, cappuccinos e achocolatados. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Lycra entra com pedido de recuperação judicial sob dívida de US$ 1,2 bilhão</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/lycra-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial-sob-divida-de-us-12-bilhao</link>
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<description><![CDATA[      Fábrica da The LYCRA Company localizada em Paulínia (SP)
Divulgação
A The Lycra Company, fabricante de spandex — popularmente conhecido como Lycra — e outros tecidos elásticos, entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos nesta terça-feira (17), com uma dívida de US$ 1,2 bilhão (US$ 6,2 bilhões).
Os credores concordaram em fornecer US$ 75 milhões em novos financiamentos e eliminar a maior parte dos US$ 1,53 bilhão em dívidas existentes, segundo registros do tribunal. 
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A empresa afirmou que a reestruturação não afetará suas operações, clientes, fornecedores ou funcionários. 
A Lycra disse contar com apoio quase unânime dos credores e espera concluir o processo de recuperação em até 45 dias.
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Sediada em Wilmington, estado norte-americano do Delaware, a empresa vinha enfrentando dificuldades há anos, após sua aquisição em 2019 pela chinesa Ruyi Textile e pela Fashion International Group Limited, segundo registros judiciais.
Os credores assumiram o controle em 2022, depois que a companhia deixou de pagar suas dívidas. 
Ainda assim, a empresa continuou a apresentar desempenho inferior devido à queda na demanda, à concorrência de produtos genéricos de spandex mais baratos, a tarifas nos EUA e a disputas legais com os antigos proprietários na China.
????A Lycra, fibra elástica criada em 1958 pela DuPont nos Estados Unidos, revolucionou a indústria têxtil ao oferecer tecidos que esticam e retornam à forma original. 
Inicialmente chamada de spandex, a fibra ganhou espaço em roupas íntimas e trajes esportivos na década de 1960, graças ao conforto e à flexibilidade.
Ao longo dos anos, a Lycra conquistou outros segmentos, como moda praia, moda fitness e vestuário de desempenho, tornando-se referência global em tecidos elásticos. 
A companhia mantém oito fábricas, três laboratórios de pesquisa e 11 escritórios na América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul, empregando cerca de 2 mil pessoas no mundo todo. No Brasil, a companhia possui fábrica em Paulínia (SP) e na cidade de São Paulo (SP). ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Receber dinheiro para pedir demissão? Entenda por que empresas fazem isso</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/receber-dinheiro-para-pedir-demissao-entenda-por-que-empresas-fazem-isso</link>
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<description><![CDATA[      Carteira de trabalho
Divulgação/Governo de São Paulo
Receber uma indenização maior, manter benefícios por mais tempo e sair da empresa por escolha própria. Essa é a lógica dos programas de demissão voluntária (PDV), mecanismo cada vez mais usado por empresas que precisam reduzir equipes ou reorganizar suas operações.
Nos últimos meses, organizações de diferentes setores voltaram a adotar com frequência esse tipo de estratégia. O Banco da Inglaterra, por exemplo, ofereceu pacotes de desligamento que chamou atenção no mundo todo: £ 150 mil (cerca de R$ 900 mil) para funcionários que aceitaram sair voluntariamente da instituição.
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Segundo reportagem da Bloomberg, cerca de 446 funcionários devem deixar o banco britânico e um em cada seis participantes do programa recebeu o valor máximo da indenização.
O agência também informou que os pagamentos foram calculados com base no salário final e no tempo de serviço de cada funcionário — o equivalente a um décimo do salário anual multiplicado pelos anos trabalhados.
Em média, os funcionários receberam cerca de £ 81 mil (R$ 560 mil), o que levou a um custo total estimado em £ 36 milhões (R$ 251 milhões).
Os empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o ranking do LinkedIn
Gigantes da tecnologia também têm recorrido a estratégias semelhantes. No início de 2026, o Google passou a oferecer pacotes de saída voluntária para parte dos funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.
A iniciativa foi comunicada em um e-mail enviado pelo diretor de negócios da empresa, Philipp Schindler. O executivo afirmou que a companhia entra em 2026 “em posição forte”, mas que o cenário continua dinâmico e exige adaptação constante — especialmente diante da expansão da inteligência artificial.
De acordo com o Business Insider, o programa foi direcionado apenas a determinadas funções nos Estados Unidos. Equipes que atuam diretamente no atendimento a clientes ficaram de fora da iniciativa para evitar impactos na relação com os consumidores.
Esses exemplos ilustram uma estratégia cada vez mais comum no mundo corporativo: usar programas de demissão voluntária para ajustar o tamanho das equipes ou o perfil dos funcionários sem recorrer diretamente a cortes obrigatórios.
???? O programa de demissão voluntária é um mecanismo pelo qual a empresa oferece incentivos financeiros ou benefícios adicionais para que o próprio funcionário opte por encerrar o vínculo de trabalho.
Na prática, ele funciona como uma alternativa às demissões obrigatórias. Segundo Daniel Consani, CEO do Grupo Top RH, esse tipo de programa costuma aparecer em momentos de transformação organizacional.
“Normalmente ele surge em contextos de reestruturação, queda de receita, fusões ou mudanças estratégicas que exigem reorganização da força de trabalho”, afirma.
Embora a redução de custos seja um fator importante, Consani explica que o PDV geralmente faz parte de mudanças mais amplas dentro das empresas.
“Muitas organizações utilizam o programa para redesenhar estruturas, reduzir funções sobrepostas ou adaptar a equipe a novas prioridades estratégicas”, diz.
Em setores que passam por mudanças tecnológicas rápidas, por exemplo, o mecanismo pode facilitar a transição para novos modelos de negócio.
Ou seja, nem sempre o PDV é aberto a todos os funcionários. Em muitos casos, a empresa direciona o programa para áreas ou cargos específicos. Segundo Consani, isso acontece porque o instrumento normalmente está ligado a um reposicionamento estratégico da organização.
“Empresas tendem a oferecer pacotes voluntários em departamentos que serão reduzidos, automatizados ou substituídos por novas competências.”
O caso do Google ilustra essa lógica. A empresa direcionou o programa para determinadas funções dentro da sua organização global de negócios, enquanto manteve outras equipes fora da iniciativa.
Segundo o Business Insider, cargos ligados diretamente ao atendimento de clientes não foram incluídos no programa justamente para evitar impactos na relação com os consumidores.
Esse tipo de segmentação permite que a empresa ajuste sua estrutura sem comprometer áreas consideradas críticas para o futuro.
No Brasil, a implementação desse tipo de iniciativa segue regras específicas. Para que o PDV seja oferecido, o plano deve estar previsto em acordo ou convenção coletiva firmados entre a empresa e o sindicato da categoria.
O programa também precisa ser formalizado por escrito. Além disso, a adesão deve partir do próprio trabalhador — ou seja, cabe ao funcionário manifestar interesse em participar.
Essa característica reforça o objetivo do mecanismo: transformar um momento delicado em uma negociação estruturada entre empresa e trabalhador.
Demissão voluntária bate recorde no Brasil
Vantagens e desvantagens 
Uma das principais vantagens do programa de demissão voluntária é reduzir o impacto social e  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>General Mills vende operações no Brasil para a 3corações por R$ 800 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Fábrica da General Mills em Pouso Alegre (MG)
Divulgação
A General Mills anunciou nesta terça-feira (17) a venda de sua operação no Brasil para o grupo 3corações por R$ 800 milhões, em um movimento que faz parte da estratégia global de reorganização do portfólio da companhia.
O acordo inclui marcas tradicionais como a Yoki — conhecida por produtos como farofa, pipoca de micro-ondas e batata palha — e a Kitano, de temperos, e ainda depende da aprovação de órgãos reguladores, com conclusão prevista até o fim de 2026.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo a 3corações, a aquisição reforça a estratégia de diversificação do portfólio e amplia sua presença nas diferentes ocasiões de consumo. 
“Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, afirmou o presidente do grupo, Pedro Lima.
Veja os vídeos em alta no g1
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O executivo também destacou a integração das equipes. “Entendemos que o sucesso das nossas marcas é reflexo direto da dedicação do nosso povo. Estamos felizes por acolher os profissionais apaixonados pelo que fazem, que se juntarão à nossa família para continuar encantando os consumidores brasileiros. Que essa união gere valor para todos”, disse.
Para a General Mills, a venda faz parte de uma estratégia global de reestruturação, com foco em categorias consideradas prioritárias, como sorvetes premium, comida mexicana, snacks e alimentos para pets. 
A companhia afirma que a operação deve contribuir para melhorar margens (lucro)e concentrar esforços em negócios mais estratégicos.
Fundada em 1856, nos Estados Unidos, a General Mills é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com produtos que vão de cereais e snacks a sorvetes e ração para animais. 
Dona de marcas como Cheerios, Nature Valley, Häagen-Dazs e Betty Crocker, a companhia registrou cerca de US$ 19 bilhões em receita em 2025, além de aproximadamente US$ 1 bilhão em ganhos com participações em outros negócios.
No Brasil, a empresa emprega cerca de 3.500 pessoas e conta com duas fábricas, em Pouso Alegre (MG) e Campo Novo do Parecis (MT), além de seis centros de distribuição no país. Segundo o comunicado da General Mills, as operações no Brasil contribuíram com aproximadamente US$ 350 milhões (R$ 1,8 bilhão) para as vendas líquidas da companhia no ano fiscal de 2025.
Já a 3corações tem forte atuação na produção e distribuição de café — torrado e moído, solúvel e em cápsulas — e vem avançando na diversificação do portfólio. 
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar cai com foco na guerra no Oriente Médio; Ibovespa avança</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/dolar-cai-com-foco-na-guerra-no-oriente-medio-ibovespa-avanca</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta terça-feira (17), com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e impactos sobre o petróleo. Por volta das 11h11, a moeda recuava 0,62%, a R$ 5,1965. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 1,50%, a 182.581 pontos.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️Os impasses em relação ao bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de escoamento do petróleo no mundo, fizeram os preços da commodity disparar novamente nesta terça-feira após um leve recuo ontem. No entanto, sinais de melhora surgiram após declarações da Casa Branca de que navios petroleiros estão “começando a passar aos poucos” pela região.
▶️A fala do assessor econômico Kevin Hassett acontece após um apelo pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz para a escolta de navios de petróleo sob risco de ataque ao Irã. Apesar da pressão americana, governos como Alemanha, Itália, Espanha, Japão e Austrália recusaram participação, afirmando que o conflito não é deles.
????Para investidores, a passagem de navios de petróleo pela região traz mais segurança sobre o abastecimento, deixando os preços mais estáveis e incentivando investimentos em ações e outros ativos mais arriscados.
????️Por volta das 11h30, o barril do tipo petróleo Brent subia 1,67%, a US$ 101,88, enquanto o WTI avançava 1,90%, a US$ 94,22, depois de subir mais de 3%. 
▶️A agenda econômica desta terça traz novos dados de inflação no Brasil, com a divulgação do IGP-10 de março pela manhã. Nos Estados Unidos, os destaques são os números de emprego da ADP, as vendas pendentes de imóveis e os estoques semanais de petróleo, além de um leilão de títulos de 20 anos do Tesouro. À noite, o Japão publica a balança comercial de fevereiro.
▶️No cenário político, os investidores também avaliam a pesquisa Genial/Quaest divulgada desta terça-feira. O levantamento mostra que 56% dos brasileiros dizem já ter definido em quem vão votar para presidente, enquanto 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,60%;
Acumulado do mês: +1,86%;
Acumulado do ano: -4,72%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,25%;
Acumulado do mês: -4,72%;
Acumulado do ano: +11,64%.
Petróleo volta a disparar
Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Donald Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.
Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos Estados Unidos para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz. 
Ao longo do dia, Donald Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.
Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora &quot;CNBC&quot; que petroleiros estão &quot;começando a passar aos poucos&quot; pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.
No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo. 
Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas. 
Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.
Guerra no Oriente Médio
Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã. 
A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano. 
Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.
Agenda econômica
IGP-10
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%. 
???? O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece na indústria quanto no bolso do consumidor.
Segundo a FGV, esse movimento foi puxado principalmente pela redução nos preços de produtos básicos no atacado, como alimen ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo do Oriente Médio se torna o mais caro do mundo conforme guerra corta fornecimento</title>
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<description><![CDATA[      Agência Internacional de Energia anuncia plano de liberação de reservas de petróleo
Os índices de referência do petróleo do Oriente Médio atingiram níveis recordes e se tornaram os mais caros do mundo, mesmo com a queda nas negociações causada pela guerra no Irã. Parte dos traders avalia que esses indicadores perderam relevância diante das interrupções no fornecimento.
A alta desses índices, usados para definir o preço de milhões de barris exportados para a Ásia, tem elevado os custos das refinarias da região, que começam a buscar alternativas ou até reduzir a produção nos próximos meses.
O petróleo Dubai à vista foi cotado a um recorde de US$ 157,66 por barril na terça-feira, para cargas de maio, segundo a S&amp;P Global Platts, superando o recorde histórico do Brent, de US$ 147,50 em 2008.
Com isso, o prêmio do Dubai em relação aos swaps subiu para US$ 60,82 por barril na segunda-feira (16), ante uma média de US$ 0,90 em fevereiro, segundo a Reuters.
Na mesma linha, o petróleo de Omã também atingiu recorde, a US$ 152,58 por barril, elevando seu prêmio frente aos swaps de Dubai para US$ 55,74 — ante cerca de US$ 0,75 em fevereiro.
Os preços de Dubai estão distorcidos, em parte, pela grande diferença em relação ao petróleo Murban, cotado a US$ 114,03 por barril na terça-feira, segundo fontes do mercado.
As exportações de petróleo do Oriente Médio para a Ásia caíram para 11,7 milhões de barris por dia em março, ante quase 19 milhões em fevereiro, uma queda de cerca de 32% na comparação anual, segundo a consultoria Kpler. O recuo está ligado às interrupções no transporte pelo Estreito de Ormuz.
Diante desse cenário, várias refinarias asiáticas reduziram o ritmo de operação.
Oferta reduzida
Ilustração de bomba de petróleo em frente à bandeira dos Emirados Árabes Unidos
Reuters
Fontes do setor de refino atribuem a alta dos preços à menor oferta disponível durante o processo de negociação da Platts, após a retirada de três tipos de petróleo que passam pelo estreito.
Uma das fontes afirmou que a formação de preços ficou distorcida, já que os tipos restantes — Omã e Murban — não representam bem o mercado usado como referência para o petróleo do Oriente Médio e parte do petróleo russo.
Outra fonte afirmou que o comércio de petróleo do Oriente Médio para maio foi paralisado, devido ao descompasso entre as referências de Dubai e Omã. As fontes falaram sob condição de anonimato.
“O Platts Dubai continua refletindo o valor do petróleo do Oriente Médio no mercado à vista”, afirmou um porta-voz da S&amp;P Global Energy, acrescentando que a atividade foi forte neste mês, com várias cargas entregues.
Apesar disso, traders afirmam que a TotalEnergies tem sido a principal compradora nas negociações da Platts. A empresa francesa comprou 42 cargas de petróleo de Omã e Murban neste mês, somando cerca de 21 milhões de barris, segundo dados do mercado.
Na segunda-feira, a Platts informou que busca avaliações do mercado sobre a capacidade de entrega do petróleo do Oriente Médio e sobre sua metodologia de referência para o Dubai.
África e Américas em busca de suprimento alternativo
Os prêmios do petróleo das Américas e da África subiram, à medida que refinarias asiáticas buscam garantir fornecimento.
Segundo traders, os prêmios do petróleo brasileiro atingiram recordes, entre US$ 12 e US$ 15 por barril acima do Brent.
Os prêmios do petróleo da África Ocidental para abril subiram cerca de US$ 1 por barril em relação ao mês anterior, com a maior parte das cargas já vendida, segundo um dos traders. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>General Mills fecha venda de operações no Brasil para a 3corações por R$ 800 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Fábrica da General Mills em Pouso Alegre (MG)
Divulgação
A General Mills anunciou nesta terça-feira (17) a venda de sua operação no Brasil para o grupo 3corações por R$ 800 milhões, em um movimento que faz parte da estratégia global de reorganização do portfólio da companhia.
O acordo inclui marcas tradicionais como a Yoki — conhecida por produtos como farofa, pipoca de micro-ondas e batata palha — e a Kitano, de temperos, e ainda depende da aprovação de órgãos reguladores, com conclusão prevista até o fim de 2026.
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Segundo a 3corações, a aquisição reforça a estratégia de diversificação do portfólio e amplia sua presença nas diferentes ocasiões de consumo. 
“Estamos entusiasmados com a chegada das marcas amadas pelo consumidor Yoki e Kitano. Este é um passo fundamental em nosso propósito de estar cada vez mais próximos da família brasileira, fazendo-nos presentes em diferentes ocasiões de consumo”, afirmou o presidente do grupo, Pedro Lima.
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O executivo também destacou a integração das equipes. “Entendemos que o sucesso das nossas marcas é reflexo direto da dedicação do nosso povo. Estamos felizes por acolher os profissionais apaixonados pelo que fazem, que se juntarão à nossa família para continuar encantando os consumidores brasileiros. Que essa união gere valor para todos”, disse.
Para a General Mills, a venda faz parte de uma estratégia global de reestruturação, com foco em categorias consideradas prioritárias, como sorvetes premium, comida mexicana, snacks e alimentos para pets. 
A companhia afirma que a operação deve contribuir para melhorar margens (lucro)e concentrar esforços em negócios mais estratégicos.
Fundada em 1856, nos Estados Unidos, a General Mills é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com produtos que vão de cereais e snacks a sorvetes e ração para animais. 
Dona de marcas como Cheerios, Nature Valley, Häagen-Dazs e Betty Crocker, a companhia registrou cerca de US$ 19 bilhões em receita em 2025, além de aproximadamente US$ 1 bilhão em ganhos com participações em outros negócios.
No Brasil, a empresa emprega cerca de 3.500 pessoas e conta com duas fábricas, em Pouso Alegre (MG) e Campo Novo do Parecis (MT), além de seis centros de distribuição no país.
Já a 3corações tem forte atuação na produção e distribuição de café — torrado e moído, solúvel e em cápsulas — e vem avançando na diversificação do portfólio. 
O grupo reúne marcas conhecidas como 3 Corações, Santa Clara, Café Pimpinela e Kimimo, além de atuar em categorias como chás, cappuccinos e achocolatados. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar cai com foco na guerra no Oriente Médio; Ibovespa avança quase 1%</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em queda nesta terça-feira (17), com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e impactos sobre o petróleo. Por volta das 10h49, a moeda recuava 0,54%, a R$ 5,2010. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,89%, a 181.476 pontos.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️Países da Europa e da Ásia estão resistindo a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do petróleo mundial, em meio à guerra entre EUA, Israel e Irã. Apesar da pressão americana, governos como Alemanha, Itália, Espanha, Japão e Austrália recusaram participação, afirmando que o conflito não é deles.
▶️O risco de interrupção no fluxo global de uma das principais commodities da economia voltou a pressionar o petróleo, com a ameaça de ataque à Ilha de Kharg — responsável por cerca de 90% das exportações do Irã — e a tensão no Estreito de Ormuz elevando os preços.
???? Por volta das 9h10, o barril do tipo petróleo Brent subia 2,62%, a US$ 102,84, enquanto o WTI avançava 3,10%, a US$ 95,33.
▶️A agenda econômica desta terça traz novos dados de inflação no Brasil, com a divulgação do IGP-10 de março pela manhã. Nos Estados Unidos, os destaques são os números de emprego da ADP, as vendas pendentes de imóveis e os estoques semanais de petróleo, além de um leilão de títulos de 20 anos do Tesouro. À noite, o Japão publica a balança comercial de fevereiro.
▶️No cenário político, os investidores também avaliam a pesquisa Genial/Quaest divulgada desta terça-feira. O levantamento mostra que 56% dos brasileiros dizem já ter definido em quem vão votar para presidente, enquanto 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,60%;
Acumulado do mês: +1,86%;
Acumulado do ano: -4,72%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,25%;
Acumulado do mês: -4,72%;
Acumulado do ano: +11,64%.
Petróleo volta a disparar
Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Donald Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.
Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos Estados Unidos para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz. 
Ao longo do dia, Donald Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.
Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora &quot;CNBC&quot; que petroleiros estão &quot;começando a passar aos poucos&quot; pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.
No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo. 
Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas. 
Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.
Guerra no Oriente Médio
Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã. 
A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano. 
Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.
Agenda econômica
IGP-10
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%. 
???? O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece na indústria quanto no bolso do consumidor.
Segundo a FGV, esse movimento foi puxado principalmente pela redução nos preços de produtos básicos no atacado, como alimentos e matérias-primas. 
Para o consumidor, os preços ficaram praticamente estáveis, enquanto os custos da construção ainda subiram, mas de forma mais moderada.
Pesquisa eleitoral
Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira aponta que 56% dos brasileiros já definiram o voto para presidente, enquanto 43% ainda podem mudar de ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 11:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Dólar abre em queda sob impacto da guerra no Oriente Médio e tensão no Estreito de Ormuz</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera em leve queda nesta terça-feira (17), com investidores atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo. Por volta das 9h10, a moeda recuava 0,20%, a R$ 5,2204. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia o pregão às 10h.
 ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça
▶️Países da Europa e da Ásia estão resistindo a um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do petróleo mundial, em meio à guerra entre EUA, Israel e Irã. Apesar da pressão americana, governos como Alemanha, Itália, Espanha, Japão e Austrália recusaram participação, afirmando que o conflito não é deles.
▶️O risco de interrupção no fluxo global de uma das principais commodities da economia voltou a pressionar o petróleo, com a ameaça de ataque à Ilha de Kharg — responsável por cerca de 90% das exportações do Irã — e a tensão no Estreito de Ormuz elevando os preços.
???? Por volta das 9h10, o barril do tipo petróleo Brent subia 2,62%, a US$ 102,84, enquanto o WTI avançava 3,10%, a US$ 95,33.
▶️A agenda econômica desta terça traz novos dados de inflação no Brasil, com a divulgação do IGP-10 de março pela manhã. Nos Estados Unidos, os destaques são os números de emprego da ADP, as vendas pendentes de imóveis e os estoques semanais de petróleo, além de um leilão de títulos de 20 anos do Tesouro. À noite, o Japão publica a balança comercial de fevereiro.
▶️No cenário político, os investidores também avaliam a pesquisa Genial/Quaest divulgada desta terça-feira. O levantamento mostra que 56% dos brasileiros dizem já ter definido em quem vão votar para presidente, enquanto 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -1,60%;
Acumulado do mês: +1,86%;
Acumulado do ano: -4,72%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: +1,25%;
Acumulado do mês: -4,72%;
Acumulado do ano: +11,64%.
Petróleo volta a disparar
Após uma breve trégua, os preços do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira. Embora o apelo de Donald Trump pela reabertura do tráfego no Estreito de Ormuz e a liberação de reservas estratégicas por outros países tenham reduzido a pressão sobre a commodity, o efeito durou pouco.
Ao menos três países europeus recusaram nesta segunda-feira (16) o pedido do presidente dos Estados Unidos para que enviassem navios militares ao Estreito de Ormuz. 
Ao longo do dia, Donald Trump recebeu negativas de vários aliados, com destaque para a Alemanha, que rejeitou qualquer participação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na crise.
Nesta terça, o assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, disse à emissora &quot;CNBC&quot; que petroleiros estão &quot;começando a passar aos poucos&quot; pelo Estreito de Ormuz, reiterando a posição do governo Trump de que a guerra com o Irã deve durar semanas, e não meses.
No entanto, ataques recentes à infraestrutura energética de outros países em meio à guerra vêm comprometendo o escoamento global de petróleo. 
Segundo a Reuters, o carregamento no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias provocar incêndio no terminal de exportação, enquanto o campo de gás Shah segue com operações suspensas. 
Com isso, a produção do terceiro maior produtor da Opep caiu mais da metade, intensificando a pressão sobre os preços da energia e agravando a crise no mercado internacional.
Guerra no Oriente Médio
Enquanto isso, a guerra continua. Israel afirmou ter matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança do Irã e uma das principais figuras do regime, em um bombardeio de precisão em Teerã. 
A ação teria ocorrido na noite de segunda-feira, segundo autoridades israelenses, mas não foi confirmada pelo governo iraniano. 
Aliado próximo da liderança do país, Larijani vinha ganhando ainda mais influência em meio à guerra contra EUA e Israel, que seguem realizando ataques frequentes ao território iraniano.
Agenda econômica
IGP-10
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que os preços, em geral, caíram 0,24% em março, marcando mais um mês de recuo. No acumulado de um ano, a queda já chega a 2,53%. 
???? O IGP-10 é muito usado como referência para reajustes de contratos, como aluguel, energia e alguns serviços, porque capta tanto o que acontece na indústria quanto no bolso do consumidor.
Segundo a FGV, esse movimento foi puxado principalmente pela redução nos preços de produtos básicos no atacado, como alimentos e matérias-primas. 
Para o consumidor, os preços ficaram praticamente estáveis, enquanto os custos da construção ainda subiram, mas de forma mais moderada.
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Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira aponta que 56% dos brasileiros já definiram o voto para presidente, enquanto 43% ainda podem mudar  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 10:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Lula deve assinar decreto que regulamenta ECA Digital nos próximos dias; veja principais pontos</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/lula-deve-assinar-decreto-que-regulamenta-eca-digital-nos-proximos-dias-veja-principais-pontos</link>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: nova lei vai mudar regras para crianças e adolescentes na internet
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve assinar nos próximos dias decretos para regulamentar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital. 
A previsão era de assinatura nesta terça-feira (17), mas o evento foi cancelado.
???? O ECA Digital, sancionado por Lula em setembro do ano passado, obriga redes sociais a adotarem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo prejudicial, incluindo exploração sexual, violência, danos à saúde mental, pornografia e a promoção de bebidas alcoólicas, tabaco e jogos de azar.
Devem ser assinados três decretos: 
a regulamentação do ECA, com mais detalhamento das regras e das responsabilidades;
a criação de um centro na Polícia Federal para receber denúncias de potenciais crimes contra crianças e adolescentes provenientes das plataformas;
a nova estrutura da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O decreto que detalha a regulamentação deve proibir as chamadas &quot;práticas manipulativas&quot; em contas de crianças e adolescentes nas redes sociais. Com isso, ficam vedados rolagem infinita de feed, reprodução automática de vídeos, sistemas de recompensa e notificações de jogos, por exemplo.
O documento deve ser assinado nesta terça, quando a lei passa a valer. O g1 teve acesso ao material, que pode sofrer algumas alterações.
Veja abaixo os principais pontos: 
Práticas manipulativas
O decreto prevê que plataformas terão que adotar medidas concretas para evitar que crianças e adolescentes desenvolvam dependência digital. 
Serão proibidos recursos que &quot;prendem&quot; o usuário sem ele perceber, como a rolagem infinita de feed sem pausas naturais e a reprodução automática de vídeos, por exemplo.
Também devem ser vedadas práticas manipulativas e que exploram fragilidades emocionais ou cognitivas dos jovens — criação senso de urgência falso ou usar pressão emocional para manter o usuário na plataforma, por exemplo.
Além disso, jogos com caixas de recompensa, conhecidas como &quot;loot boxes&quot;, precisarão verificar a idade e confirmar que o usuário não é menor de idade.
Para que os jogos continuem disponibilizados para crianças e adolescentes, as empresas devem: oferecer uma versão do jogo sem a recompensa, realizar restrição geográfica no território brasileiro ou restringir totalmente a funcionalidade para usuários crianças e adolescentes.
Caso adotem essas medidas, será dispensada a verificação de idade.
Criança no celular
Canva
Verificação de idade com método confiável
O decreto também deve exigir um método confiável de verificação de idade, a ser organizado pela ANPD.
Com isso, não será mais possível que a criança informe uma data de nascimento falsa para acessar conteúdos proibidos, como conteúdo de exploração sexual, serviços de acompanhantes, entre outros.
Os dados usados na verificação de idade deverão ser protegidos e não poderão ser compartilhados com terceiros. Além disso, serão removidos aplicativos que não possuam mecanismo de verificação de idade funcional.
Canal único para denúncias de conteúdo ilegal
Também deve ser criado o Centro Nacional de Triagem de Notificações dentro da Polícia Federal para receber, filtrar e encaminhar às autoridades competentes denúncias de conteúdos como abuso sexual infantil, sequestro e aliciamento de menores. 
 Será a primeira unidade policial que irá concentrar e agilizar denúncias de crimes nas plataformas.
Plataformas serão obrigadas a remover esse tipo de conteúdo imediatamente, sem precisar de ordem judicial, quando a denúncia vier: da própria vítima ou sua família, do Ministério Público ou de organizações da sociedade civil reconhecidas na área de defesa de criança.
 Fim da publicidade personalizada para crianças
Plataformas não poderão mais usar o perfil comportamental de crianças, como gostos, histórico e tempo de tela, para direcionar anúncios publicitários a elas.
O decreto deve proibir ainda técnicas como análise emocional, realidade aumentada e realidade virtual com fins publicitários voltados ao público infantojuvenil.
Além disso, a ANPD deverá regulamentar formas de previnir e mitigar o acesso, a exposição, a recomendação ou a facilitação de contato de crianças com jogos de azar, apostas de quota fixa, loterias, produtos de tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos e demais produtos e serviços de comercialização proibida a crianças e adolescentes.
 Contas em redes sociais
Redes sociais com conteúdo impróprio para menores terão que escolher entre dois caminhos:
criar uma versão do serviço sem esse conteúdo. Dessa forma, não será necessário mecanismos para verificar a idade; ou
implementar meios de verificação de idade obrigatória, sendo proibida a autodeclaração.
Quem navega sem cadastro também ficará sujeito à versão sem conteúdos impróprios.
Bloqueio de apostas ilegais nas lojas de apps
Lojas como App Store e Google Play deverão impedir a disponibilização de aplicativos que promovam, ofertem ou viabilizem o acesso a  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 10:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Governadores não baixam ICMS sobre combustíveis e alegam que reduções &amp;apos;não costumam ser repassadas ao consumidor final&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/governadores-nao-baixam-icms-sobre-combustiveis-e-alegam-que-reducoes-nao-costumam-ser-repassadas-ao-consumidor-final</link>
<guid>https://news.rezulti.com.br/governadores-nao-baixam-icms-sobre-combustiveis-e-alegam-que-reducoes-nao-costumam-ser-repassadas-ao-consumidor-final</guid>
<description><![CDATA[ O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou nesta terça-feira (17) uma manifestação pública na qual informa que não reduzirá o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre combustíveis.
A justificativa do Comitê é que isso prejudicaria o financiamento de políticas públicas e também porque cortes no imposto &quot;não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
Na semana passada, o governo federal anunciou que, diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, não cobrará impostos (PIS e Cofins) sobre esse combustível. 
Foram anunciados, ainda, aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor (leia mais abaixo).
Aumento do valor do diesel para as distribuidoras já está valendo
&quot;Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura&quot;, diz o Comsefaz, em nota. 
O Comsefaz acrescenta que a &quot;reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final&quot;.
E cita publicação do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep) do fim de 2025, segundo a qual &quot;parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas&quot;. 
&quot;Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social&quot;, dizem os secretários de Fazenda dos estados. 
O Comitê avalia que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse &quot;arcando com uma dupla perda&quot;. 
&quot;De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis&quot;, acrescenta a entidade.
No caso da redução do PIS e Cofins, anunciada pelo governo federal na última semana, o Ministério da Fazenda informou que não haverá perda de arrecadação, pois a redução das alíquotas dos impostos sobre o diesel será compensada, neste ano, pelo aumento do imposto de exportação de petróleo. 
Se houvesse perda de receita, a União teria mais dificuldade em atingir a meta de superávit em suas contas neste ano (considerando o intervalo da regra fiscal e abatimento de precatórios).
Guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo
O início da guerra no Oriente Médio têm pressionado o mercado internacional de energia, com disparada no preço do petróleo para um patamar acima de US$ 100 por barril (contra US$ 72 antes do conflito).
A alta do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada. 
O conflito no Oriente Médio se instalou após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em território iraniano, com o objetivo declarado de neutralizar o programa nuclear do país.
A magnitude da operação foi sentida de forma imediata com a notícia da morte de lideranças centrais do regime em Teerã, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o que desencadeou retaliações iranianas com mísseis contra bases americanas e infraestruturas em países aliados na região.
Essa instabilidade militar atingiu em cheio o Estreito de Ormuz, uma das principais vias do comércio energético mundial, por onde transita cerca de um quarto do petróleo global.
Com a paralisação do fluxo de petroleiros e a ameaça constante de novos ataques, o mercado de energia entrou em um estado de tensão, com oscilações no preço do petróleo. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 10:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Governadores, não, baixam, ICMS, sobre, combustíveis, alegam, que, reduções, não, costumam, ser, repassadas, consumidor, final</media:keywords>
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<title>BC anuncia liquidação do Banco Master Múltiplo, antes sob regime especial de administração</title>
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<description><![CDATA[      O Banco Central anunciou nesta terça-feira (17) a liquidação extrajudicial do Banco Master Múltiplo, parte do conglomerado do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro.
Com isso, foi interrompido o funcionamento da instituição financeira, que foi retirada do sistema financeiro nacional. 
????A liquidação é adotada quando a situação é irrecuperável e a interrupção do funcionamento da instituição não compromete a estabilidade financeira.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Até então, o banco Master Múltiplo estava sob Regime de Administração Especial Temporária (RAET), que não afetava as atividades normais da instituição. O RAET havia sido decretado em 18 de novembro do ano passado, com duração de 120 dias.
Esse tipo de regime é adotado, segundo o BC, quando o banco, em razão do seu porte ou complexidade operacional, desempenha funções críticas para a economia real ou a quando a paralisação abrupta do seu funcionamento possa causar riscos à estabilidade financeira. 
&quot;Trata-se de instituição pertencente ao Conglomerado Master que não possuía captação de depósitos do público e que foi submetida ao Raet na tentativa de se viabilizar a continuidade dos negócios de sua controlada Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento (Will Financeira)&quot;, informou o Banco Central.
A autoridade monetária argumentou que, com a decretação da liquidação extrajudicial da Will Financeira, em de janeiro deste ano, &quot;não mais subsistem motivos para o prosseguimento do Raet do Banco Master Múltiplo&quot;. 
&quot;O BC continua adotando as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. A indisponibilidade dos bens dos controladores e dos administradores decorrentes da decretação do Raet é mantida com a decretação da liquidação extrajudicial&#039;, concluiu a instituição, por meio de nota. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>INSS suspende consignado do C6 por cobranças indevidas e cobra devolução de R$ 300 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Fachada do C6 Bank
Divulgação
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu a liberação de novos empréstimos consignados do C6 após identificar cobranças indevidas a aposentados e pensionistas. Segundo o órgão, o banco também terá que devolver cerca de R$ 300 milhões aos beneficiários.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A decisão foi publicada nesta terça-feira (17) no Diário Oficial da União (DOU) e ocorre depois do descumprimento de regras previstas em um acordo firmado entre o banco e o órgão. 
As irregularidades foram apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e confirmadas por áreas técnicas do próprio INSS.
Segundo o instituto, o banco vinha cobrando valores por serviços não autorizados — como seguros e pacotes adicionais — descontados diretamente dos benefícios dos segurados. 
Auditoria da CGU identificou pelo menos 320 mil contratos com indícios dessas cobranças, o que reduzia o valor líquido efetivamente recebido pelos beneficiários, prática considerada grave.
Veja os vídeos em alta no g1
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Mesmo após uma série de reuniões entre as partes nos últimos meses, não houve acordo para solucionar o problema. Com isso, o C6 fica impedido de oferecer novos empréstimos consignados a beneficiários do INSS até que devolva os valores cobrados indevidamente, com correção.
O INSS também determinou que o banco interrompa imediatamente esse tipo de cobrança. Caso a ordem não seja cumprida, os repasses financeiros poderão ser suspensos.
Além disso, o órgão informou que adotará medidas junto à Dataprev para garantir o cumprimento da decisão.
Em nota, o INSS reforçou que é proibida a inclusão de custos extras, como taxas administrativas, seguros ou qualquer encargo que não faça parte da operação de crédito consignado. A regra, segundo o instituto, existe para preservar a margem consignável e proteger a renda de aposentados e pensionistas.
A suspensão vale até que todos os valores descontados indevidamente sejam ressarcidos aos beneficiários.
Em nota ao g1, o C6 afirmou que “discorda integralmente da interpretação do INSS e que buscará seu direito de defesa na esfera judicial”, além de sustentar que “não praticou nenhuma irregularidade e seguiu rigorosamente todas as normas vigentes”.
Veja a nota do C6
O C6 discorda integralmente da interpretação do INSS e vai buscar seu direito de defesa na esfera judicial, porque não praticou nenhuma irregularidade e seguiu rigorosamente todas as normas vigentes. 
O banco esclarece que a contratação do consignado nunca esteve condicionada à compra de nenhum outro produto e que não desconta parcelas mensais referentes à contratação de pacote de benefícios.
Operação sem desconto
Aplicativo Meu INSS, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
INSS/Divulgação
Além da fiscalização sobre descontos indevidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), autoridades intensificaram as investigações sobre o tema. 
A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União deflagraram, nesta terça-feira, a Operação Indébito, que apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
A deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE) está entre os alvos da operação. Ela passou a ser monitorada com tornozeleira eletrônica, segundo informações obtidas pela TV Globo.
Também durante a operação, a PF prendeu o empresário Natjo de Lima Pinheiro e a advogada e ex-presidente de associações de aposentados e pensionistas no Ceará Cecília Rodrigues Mota, que são investigados por envolvimento no esquema.
O g1 procurou a defesa dos investigados, mas não obteve resposta.
A ação é um desdobramento da Operação Sem Desconto, que já apura irregularidades no sistema de cobrança vinculada a benefícios previdenciários.
Ao todo, policiais federais e auditores cumprem 19 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão e outras medidas cautelares, no Ceará e no Distrito Federal.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça.
Segundo as investigações, o objetivo é aprofundar a apuração de crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, organização criminosa e estelionato previdenciário. Também são investigados possíveis atos de ocultação e dilapidação de patrimônio ligados ao esquema. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>INSS suspende crédito consignado do C6 após cobranças indevidas</title>
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<description><![CDATA[      Aplicativo Meu INSS, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
INSS/Divulgação
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu a liberação de novos empréstimos consignados do Banco C6 Consignado após identificar cobranças indevidas feitas a aposentados e pensionistas.
A decisão foi publicada nesta terça-feira (17) no Diário Oficial da União (DOU) e ocorre depois que o banco descumpriu regras de um acordo firmado com o órgão. As irregularidades foram apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e confirmadas por áreas técnicas do INSS.
De acordo com o órgão, o banco vinha cobrando valores por serviços não autorizados, descontados diretamente dos benefícios dos segurados. Mesmo após várias reuniões entre as partes ao longo dos últimos meses, não houve acordo para resolver o problema.
Com isso, o C6 não poderá oferecer novos empréstimos consignados a beneficiários do INSS até devolver o dinheiro cobrado de forma indevida, com correção.
O instituto também determinou que o banco pare imediatamente de fazer novas cobranças desse tipo. Caso a ordem não seja cumprida, os repasses financeiros poderão ser suspensos.
Além disso, o INSS informou que vai tomar medidas junto à Dataprev para garantir que a decisão seja cumprida.
A medida atinge a oferta de empréstimos com desconto direto no benefício, modalidade bastante usada por aposentados e pensionistas.
*Reportagem em atualização ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Desvios no INSS: PF mira deputada e associação do Ceará em nova fase da operação Sem Desconto</title>
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<description><![CDATA[      A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (17), a Operação Indébito — um desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de desvios não autorizados em aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS. 
A deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE) está entre os alvos da operação. Ela passou a ser monitorada com tornozeleira eletrônica, segundo informações obtidas pela TV Globo.
Também durante a operação, a PF prendeu o empresário Natjo de Lima Pinheiro e a advogada e ex-presidente de associações de aposentados e pensionistas no Ceará Cecília Rodrigues Mota, que são investigados por envolvimento no esquema (entenda mais abaixo).
O g1 procurou a defesa dos investigados, mas não obteve resposta.
Leia também: Quem é a deputada federal Gorete Pereira, alvo de operação da PF
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Deputada Gorete Pereira (MDB-CE) suplente em exercício na Câmara dos Deputados em discurso em 2019
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União (CGU) cumprem 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão e outras medidas cautelares no Ceará e no Distrito Federal.
Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em procedimentos sob relatoria do ministro André Mendonça. 
O objetivo, de acordo com a PF, é aprofundar as investigações da Operação Sem Desconto, para esclarecer a prática de diversos crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Foram presos:
Natjo de Lima Pinheiro, empresário;
Cecília Rodrigues Mota, advogada e ex-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen) e da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB).
Segundo relatório da PF divulgado pela Comissão Mista Parlamenta de Inquérito (PCMI) do INSS, &quot;o empresário Natjo de Lima Pinheiro foi beneficiário de aproximadamente R$ 400 mil  em múltiplas operações advindas das empresas de Cecilia Rodrigues Mota, uma das operadoras do esquema fraudulento, investigada pela PF&quot;. 
A informação consta no requerimento de depoimento apresentado pela CPMI para convocação do empresário, em agosto do ano passado.
Depoimento à CPMI do INSS
Cecília Rodrigues Mota, presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB), durante depoimento à CPMI do INSS em novembro de 2025.
Jefferson Rudy/Agência Senado
Cecília Rodrigues Mota prestou depoimento à CPI do INSS em novembro do ano passado. Na oitiva, ela admitiu conhecer parte das pessoas citadas nas investigações da Operação Sem Desconto. 
Também reconheceu ser proprietária de várias empresas suspeitas de lavagem de dinheiro e confirmou ter movimentado milhões de reais, mas negou que esses recursos tenham origem ilícita.
- Esta reportagem está em atualização. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 08:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Desvios, INSS:, mira, deputada, associação, Ceará, nova, fase, operação, Sem, Desconto</media:keywords>
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<title>Desvios no INSS: PF deflagra nova fase da Operação Sem Desconto</title>
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<description><![CDATA[ A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) realizam nesta terça-feira (17) a Operação Indébito, desdobramento da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
Policiais federais e auditores da CGU cumprem 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão e outras medidas cautelares diversas, no Ceará e no Distrito Federal.
Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, em procedimentos sob a relatoria do ministro André Mendonça. O objetivo é aprofundar as investigações da Operação Sem Desconto, para esclarecer a prática de diversos crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 07:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Haddad deixa o Ministério da Fazenda nesta semana; veja os principais marcos da gestão</title>
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<description><![CDATA[      O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em Brasília.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Três anos e dois meses após assumir o Ministério da Fazenda, Fernando Haddad deixará o governo Lula para concorrer ao governo de São Paulo pelo PT nas eleições deste ano, em outubro.
À frente da equipe econômica, Haddad teve como principais marcas da gestão a reforma tributária sobre o consumo — aprovada após três décadas de discussões no Congresso Nacional — e a criação do arcabouço fiscal, na tentativa de reorganizar e equilibrar as contas públicas.
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Paralelamente, os principais indicadores da economia registraram melhora: o PIB cresceu acima do esperado, o desemprego recuou a níveis recordes e a renda avançou, em um cenário de juros elevados e inflação controlada.
Mas o ministro teve dificuldade para consolidar sua credibilidade. Inicialmente visto com receio pelo mercado financeiro, ele conquistou confiança, mas enfrentou resistências dentro do próprio governo que limitaram o alcance de sua agenda.
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Medidas de corte de gastos foram neutralizadas por prioridades do presidente Lula, como a regra de reajuste real do salário mínimo. Assim, a estratégia de Haddad passou a se apoiar mais no aumento da arrecadação e de impostos do que na redução de despesas.
Mesmo com o aumento das receitas, o país não atingiu o objetivo de zerar o déficit público — quando os ganhos superam os gastos. Além disso, agentes do mercado não conseguem projetar um momento próximo em que o endividamento começará a cair.
Esse cenário enfraqueceu sua imagem e levou economistas e investidores a vê-lo, em determinados momentos, como uma voz isolada na condução do ajuste das contas públicas.
Não à toa, especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que Haddad deixa o cargo com demonstrações de capacidade técnica e habilidade política, mas com atuação marcada pelas limitações impostas pelo Palácio do Planalto.
O ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles resume a avaliação: para ele, a gestão de Haddad ficou aquém do que o país precisa no controle das contas públicas, mas teve papel importante para evitar uma deterioração maior da dívida.
“Comparado ao que era necessário e ao que ainda precisará ser feito a partir de 2027, a avaliação não é positiva. Por outro lado, considerando todas as pressões que sofreu, fez o melhor possível e conteve ao máximo o aumento de gastos”, afirma Meirelles.
Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos e ex-secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, faz avaliação semelhante.
“Mesmo em um contexto muito adverso, Haddad conseguiu segurar as rédeas. Ele não alcançou a política fiscal ideal, mas também não deixou que o país caminhasse para a insolvência ou para um cenário mais arriscado”, analisa.
Veja abaixo esses e outros detalhes da trajetória de Haddad à frente do Ministério da Fazenda.
Desconfiança do mercado
Ex-ministro da Educação (2005–2012) e ex-prefeito de São Paulo (2013–2016) pelo PT, além de aliado próximo de Lula, Haddad assumiu a equipe econômica em janeiro de 2023, em meio à forte polarização política e a incertezas sobre os rumos da economia brasileira.
Sua nomeação ocorreu ainda durante a transição de governo, período em que o Congresso aprovou a PEC da Transição. Na prática, a medida abriu espaço bilionário nas contas públicas, fora da regra do teto de gastos, e permitiu alterar um orçamento insuficiente deixado pela gestão anterior.
???? Por um lado, o governo pôde avançar em promessas de campanha, como a ampliação do valor pago aos beneficiários do Bolsa Família. Por outro, aumentaram os receios de agentes do mercado quanto ao compromisso com os gastos da nova administração.
“Haddad partiu de um diagnóstico complicado. Ele precisava dar uma sinalização inicial de contenção de despesas e mudança de regras, mas demorou muito para reconhecer isso”, afirma a economista Zeina Latif, em entrevista ao g1.
Os gastos públicos federais, ampliados durante a pandemia de Covid-19, também estavam no centro das preocupações, enquanto economistas apontavam a necessidade de reformas estruturais para conter o avanço da dívida pública.
Latif lembra que o ministro herdou problemas relevantes da gestão anterior. Um deles foi o impasse dos precatórios, que são dívidas da União reconhecidas pela Justiça, mas cujo pagamento havia sido adiado durante o governo de Jair Bolsonaro.
Na prática, isso empurrou para os anos seguintes uma fila bilionária de valores a serem pagos pelos governos seguintes. Em novembro de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o governo federal a usar um modelo alternativo até 2026 para quitar precatórios atrasados por meio de créditos extraordinários.
Outro ponto foi a compensação aos estados pela Lei Kandir, legislação dos anos 1990 que isentou exportações de ICMS. A regra prevê que a União ressarça as perdas de ar ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 06:00:46 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Haddad, deixa, Ministério, Fazenda, nesta, semana, veja, principais, marcos, gestão</media:keywords>
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<title>Lula deve assinar decreto que regulamenta ECA Digital nesta terça; veja principais pontos</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: nova lei vai mudar regras para crianças e adolescentes na internet
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve assinar nesta terça-feira (17) decretos para regulamentar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital.
???? O ECA Digital, sancionado por Lula em setembro do ano passado, obriga redes sociais a adotarem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdo prejudicial, incluindo exploração sexual, violência, danos à saúde mental, pornografia e a promoção de bebidas alcoólicas, tabaco e jogos de azar.
Devem ser assinados três decretos: 
a regulamentação do ECA, com mais detalhamento das regras e das responsabilidades;
a criação de um centro na Polícia Federal para receber denúncias de potenciais crimes contra crianças e adolescentes provenientes das plataformas;
a nova estrutura da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O decreto que detalha a regulamentação deve proibir as chamadas &quot;práticas manipulativas&quot; em contas de crianças e adolescentes nas redes sociais. Com isso, ficam vedados rolagem infinita de feed, reprodução automática de vídeos, sistemas de recompensa e notificações de jogos, por exemplo.
O documento deve ser assinado nesta terça, quando a lei passa a valer. O g1 teve acesso ao material, que pode sofrer algumas alterações.
Veja abaixo os principais pontos: 
Práticas manipulativas
O decreto prevê que plataformas terão que adotar medidas concretas para evitar que crianças e adolescentes desenvolvam dependência digital. 
Serão proibidos recursos que &quot;prendem&quot; o usuário sem ele perceber, como a rolagem infinita de feed sem pausas naturais e a reprodução automática de vídeos, por exemplo.
Também devem ser vedadas práticas manipulativas e que exploram fragilidades emocionais ou cognitivas dos jovens — criação senso de urgência falso ou usar pressão emocional para manter o usuário na plataforma, por exemplo.
Além disso, jogos com caixas de recompensa, conhecidas como &quot;loot boxes&quot;, precisarão verificar a idade e confirmar que o usuário não é menor de idade.
Para que os jogos continuem disponibilizados para crianças e adolescentes, as empresas devem: oferecer uma versão do jogo sem a recompensa, realizar restrição geográfica no território brasileiro ou restringir totalmente a funcionalidade para usuários crianças e adolescentes.
Caso adotem essas medidas, será dispensada a verificação de idade.
Criança no celular
Canva
Verificação de idade com método confiável
O decreto também deve exigir um método confiável de verificação de idade, a ser organizado pela ANPD.
Com isso, não será mais possível que a criança informe uma data de nascimento falsa para acessar conteúdos proibidos, como conteúdo de exploração sexual, serviços de acompanhantes, entre outros.
Os dados usados na verificação de idade deverão ser protegidos e não poderão ser compartilhados com terceiros. Além disso, serão removidos aplicativos que não possuam mecanismo de verificação de idade funcional.
Canal único para denúncias de conteúdo ilegal
Também deve ser criado o Centro Nacional de Triagem de Notificações dentro da Polícia Federal para receber, filtrar e encaminhar às autoridades competentes denúncias de conteúdos como abuso sexual infantil, sequestro e aliciamento de menores. 
 Será a primeira unidade policial que irá concentrar e agilizar denúncias de crimes nas plataformas.
Plataformas serão obrigadas a remover esse tipo de conteúdo imediatamente, sem precisar de ordem judicial, quando a denúncia vier: da própria vítima ou sua família, do Ministério Público ou de organizações da sociedade civil reconhecidas na área de defesa de criança.
 Fim da publicidade personalizada para crianças
Plataformas não poderão mais usar o perfil comportamental de crianças, como gostos, histórico e tempo de tela, para direcionar anúncios publicitários a elas.
O decreto deve proibir ainda técnicas como análise emocional, realidade aumentada e realidade virtual com fins publicitários voltados ao público infantojuvenil.
Além disso, a ANPD deverá regulamentar formas de previnir e mitigar o acesso, a exposição, a recomendação ou a facilitação de contato de crianças com jogos de azar, apostas de quota fixa, loterias, produtos de tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos e demais produtos e serviços de comercialização proibida a crianças e adolescentes.
 Contas em redes sociais
Redes sociais com conteúdo impróprio para menores terão que escolher entre dois caminhos:
criar uma versão do serviço sem esse conteúdo. Dessa forma, não será necessário mecanismos para verificar a idade; ou
implementar meios de verificação de idade obrigatória, sendo proibida a autodeclaração.
Quem navega sem cadastro também ficará sujeito à versão sem conteúdos impróprios.
Bloqueio de apostas ilegais nas lojas de apps
Lojas como App Store e Google Play deverão impedir a disponibilização de aplicativos que promovam, ofertem ou viabilizem o acesso a apostas que não tenham autorização dos órgãos reguladores brasileiro. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>PDV: por que empresas oferecem dinheiro para funcionários saírem do trabalho</title>
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<description><![CDATA[      Carteira de trabalho
Divulgação/Governo de São Paulo
Receber uma indenização maior, manter benefícios por mais tempo e sair da empresa por escolha própria. Essa é a lógica dos programas de demissão voluntária (PDV), mecanismo cada vez mais usado por empresas que precisam reduzir equipes ou reorganizar suas operações.
Nos últimos meses, organizações de diferentes setores voltaram a adotar com frequência esse tipo de estratégia. O Banco da Inglaterra, por exemplo, ofereceu pacotes de desligamento que chamou atenção no mundo todo: £ 150 mil (cerca de R$ 900 mil) para funcionários que aceitaram sair voluntariamente da instituição.
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Segundo reportagem da Bloomberg, cerca de 446 funcionários devem deixar o banco britânico e um em cada seis participantes do programa recebeu o valor máximo da indenização.
O agência também informou que os pagamentos foram calculados com base no salário final e no tempo de serviço de cada funcionário — o equivalente a um décimo do salário anual multiplicado pelos anos trabalhados.
Em média, os funcionários receberam cerca de £ 81 mil (R$ 560 mil), o que levou a um custo total estimado em £ 36 milhões (R$ 251 milhões).
Os empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o ranking do LinkedIn
Gigantes da tecnologia também têm recorrido a estratégias semelhantes. No início de 2026, o Google passou a oferecer pacotes de saída voluntária para parte dos funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.
A iniciativa foi comunicada em um e-mail enviado pelo diretor de negócios da empresa, Philipp Schindler. O executivo afirmou que a companhia entra em 2026 “em posição forte”, mas que o cenário continua dinâmico e exige adaptação constante — especialmente diante da expansão da inteligência artificial.
De acordo com o Business Insider, o programa foi direcionado apenas a determinadas funções nos Estados Unidos. Equipes que atuam diretamente no atendimento a clientes ficaram de fora da iniciativa para evitar impactos na relação com os consumidores.
Esses exemplos ilustram uma estratégia cada vez mais comum no mundo corporativo: usar programas de demissão voluntária para ajustar o tamanho das equipes ou o perfil dos funcionários sem recorrer diretamente a cortes obrigatórios.
???? O programa de demissão voluntária é um mecanismo pelo qual a empresa oferece incentivos financeiros ou benefícios adicionais para que o próprio funcionário opte por encerrar o vínculo de trabalho.
Na prática, ele funciona como uma alternativa às demissões obrigatórias. Segundo Daniel Consani, CEO do Grupo Top RH, esse tipo de programa costuma aparecer em momentos de transformação organizacional.
“Normalmente ele surge em contextos de reestruturação, queda de receita, fusões ou mudanças estratégicas que exigem reorganização da força de trabalho”, afirma.
Embora a redução de custos seja um fator importante, Consani explica que o PDV geralmente faz parte de mudanças mais amplas dentro das empresas.
“Muitas organizações utilizam o programa para redesenhar estruturas, reduzir funções sobrepostas ou adaptar a equipe a novas prioridades estratégicas”, diz.
Em setores que passam por mudanças tecnológicas rápidas, por exemplo, o mecanismo pode facilitar a transição para novos modelos de negócio.
Ou seja, nem sempre o PDV é aberto a todos os funcionários. Em muitos casos, a empresa direciona o programa para áreas ou cargos específicos. Segundo Consani, isso acontece porque o instrumento normalmente está ligado a um reposicionamento estratégico da organização.
“Empresas tendem a oferecer pacotes voluntários em departamentos que serão reduzidos, automatizados ou substituídos por novas competências.”
O caso do Google ilustra essa lógica. A empresa direcionou o programa para determinadas funções dentro da sua organização global de negócios, enquanto manteve outras equipes fora da iniciativa.
Segundo o Business Insider, cargos ligados diretamente ao atendimento de clientes não foram incluídos no programa justamente para evitar impactos na relação com os consumidores.
Esse tipo de segmentação permite que a empresa ajuste sua estrutura sem comprometer áreas consideradas críticas para o futuro.
No Brasil, a implementação desse tipo de iniciativa segue regras específicas. Para que o PDV seja oferecido, o plano deve estar previsto em acordo ou convenção coletiva firmados entre a empresa e o sindicato da categoria.
O programa também precisa ser formalizado por escrito. Além disso, a adesão deve partir do próprio trabalhador — ou seja, cabe ao funcionário manifestar interesse em participar.
Essa característica reforça o objetivo do mecanismo: transformar um momento delicado em uma negociação estruturada entre empresa e trabalhador.
Demissão voluntária bate recorde no Brasil
Vantagens e desvantagens 
Uma das principais vantagens do programa de demissão voluntária é reduzir o impacto social e  ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 05:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Quanto tempo você precisa trabalhar para comprar comida? Veja as horas por capital</title>
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<description><![CDATA[      São Paulo lidera o ranking de comprometimento da renda: 56,88% do salário mínimo é gasto com a cesta básica.
Reprodução
Você já parou para pensar quantas horas por mês é preciso trabalhar para comprar comida? Ou que porcentagem do salário mínimo é gasta com alimentos básicos?
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) faz esse cálculo para cada capital do país, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
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O relatório de fevereiro mostrou que São Paulo é a capital onde as pessoas precisam trabalhar mais horas por mês para comprar alimentos da cesta básica: 115 horas e 45 minutos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (112h14) e Florianópolis (108h14).
Na outra ponta do ranking está Aracaju, onde são necessárias 76 horas e 23 minutos de trabalho para comprar a cesta básica. 
Veja a lista completa abaixo.
Gráfico mostra as horas de trabalho gastas por mês para adquirir alimentos.
Arte/g1
Peso da alimentação no salário mínimo
Em fevereiro deste ano, um trabalhador que recebe salário mínimo precisou comprometer, em média, 46,13% do rendimento líquido para comprar a cesta básica nas 27 capitais pesquisadas. O cálculo considera o salário já com o desconto de 7,5% da contribuição para a Previdência Social.
São Paulo também lidera o ranking de comprometimento da renda: 56,88% do salário mínimo é gasto com a cesta básica. Já Aracaju aparece no fim da lista, com 37,54% do salário comprometido (veja abaixo).
O relatório também estima qual deveria ser o salário mínimo necessário para cobrir as despesas básicas de uma família. Em fevereiro, esse valor deveria ter sido de R$ 7.164,94 — cerca de quatro vezes maior que o piso atual de R$ 1.621.
O cálculo é feito com base no custo da cesta básica mais cara do país, que naquele mês foi a de São Paulo.
Guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil; entenda
Porcentagem do salário mínimo utilizada para comprar comida.
Arte/g1
Como a guerra no Oriente Médio pode encarecer preço dos alimentos no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 04:00:08 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>ECA Digital começa a valer e impõe novas regras para crianças e jovens em redes sociais, jogos e sites</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: nova lei vai mudar regras para crianças e adolescentes na internet
A lei que protege crianças e adolescentes na internet entra em vigor nesta terça-feira (17). O texto, que ficou conhecido como ECA Digital, foi sancionado pelo presidente Lula em setembro e tinha prazo de seis meses para começar a vigorar.
As normas passam a valer para todo produto ou serviço digital que possa ser acessado por crianças ou adolescentes, independentemente do setor ou modelo de negócio.
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De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos, o ECA Digital cria um marco jurídico para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, com medidas voltadas à segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilícitos e práticas abusivas. 
Alguns trechos ainda precisam de regulamentação para detalhar atribuições e formas de aplicação da lei. O decreto com essas regras deve ser publicado ainda nesta terça-feira.
A partir de hoje, a nova legislação:
Proíbe a autodeclaração de idade em sites e serviços digitais restritos a maiores de 18 anos.
Exige que redes sociais ofereçam versões sem conteúdos proibidos ou publicidade direcionada e que contas de menores de 16 anos sejam vinculadas às de seus responsáveis.
Determina que marketplaces e aplicativos de entrega de bebidas alcoólicas, cigarros e produtos eróticos verifiquem a idade no cadastro ou no momento da compra e bloqueiem automaticamente o acesso de menores a itens proibidos.
Impõe que plataformas de apostas impeçam o cadastro e o acesso de crianças e adolescentes.
Obriga buscadores a ocultar ou sinalizar conteúdos sexualmente explícitos e a exigir verificação de idade para o desbloqueio.
Exige que provedores de conteúdo pornográfico adotem verificação de idade, proíbam a autodeclaração e removam contas identificadas como pertencentes a menores.
Determina que jogos eletrônicos com caixas de recompensa bloqueiem o acesso de menores ou ofereçam versões sem essa funcionalidade.
Estabelece que serviços de streaming cumpram a classificação indicativa e disponibilizem perfis infantis, mecanismos de bloqueio e ferramentas de controle parental.
Plataformas que têm mais de 1 milhão de crianças e adolescentes cadastrados devem enviar relatórios mostrando como apuraram denúncias e quais medidas de moderação de conteúdo foram adotadas.
A mudança também afeta a estrutura do governo. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados foi transformada em agência reguladora e terá atribuições ligadas ao Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. 
O órgão ainda deverá publicar regras para detalhar pontos-chave da lei, como a verificação de idade e a vinculação de contas de adultos com menores de 16 anos.
Punições
O descumprimento das medidas pode levar a multas que vão de R$ 10 por usuário cadastrado na plataforma até um limite de R$ 50 milhões, dependendo da infração. As empresas também poderão ter as atividades suspensas temporária ou definitivamente.
Responsabilidade do governo, família e plataformas digitais
O ECA Digital prevê que a proteção de crianças e adolescentes na internet seja uma responsabilidade compartilhada entre pais, Estado e plataformas digitais.
Para Igor Luna, coordenador do grupo de trabalho de Crianças e Adolescentes da Câmara Brasileira da Economia Digital, a proteção de menores no ambiente digital deve ser uma responsabilidade compartilhada.
&quot;O poder público estabelece regras e coordena políticas de proteção. As plataformas devem aplicar ferramentas e mecanismos de segurança adequados. Já famílias e educadores têm papel importante no acompanhamento do uso da tecnologia e no desenvolvimento do letramento digital&quot;, afirma.
Maria Mello, gerente do eixo digital do Instituto Alana, afirma que a entrada em vigor do Estatuto reafirma, no ambiente digital, o princípio da prioridade absoluta e da proteção integral de crianças e adolescentes. 
Ela também ressalta que a responsabilidade do Estado não se limita apenas à agência que vai regular as regras.
&quot;A ANPD agora se torna uma agência. A ideia é que tenha mais autonomia e mais força para acompanhar o processo de adequação das empresas. A fiscalização é fundamental, não apenas por parte da ANPD, mas também do sistema de Justiça&quot;, diz a especialista. 
&quot;De forma mais ampla, a comunidade escolar também precisa discutir o tema e se apropriar dessa nova lei, produzindo reflexões e materiais sobre seu conteúdo para gestores, famílias e para as próprias crianças e adolescentes.&quot; ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Imposto de Renda 2026: quem é obrigado a declarar?</title>
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<description><![CDATA[      Prazo para declarar imposto de renda começa na próxima segunda (23)
A Receita Federal apresentou nesta segunda-feira (16) as regras do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025. 
O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio, e os contribuintes poderão baixar o programa a partir da próxima sexta-feira (20).
São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar
Veja nesta reportagem perguntas e respostas sobre a declaração do Imposto de Renda 2026.
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quando vou receber a restituição?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
Quais os documentos necessários para fazer a declaração?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
Como baixar o programa?
????️ Pelo computador
O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa estará disponível no próprio site da Receita Federal a partir de sexta-feira (20). 
Veja o passo a passo:
Acesse o site da Receita Federal e clique na opção &quot;Baixar programa&quot; para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;
Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em &quot;Avançar&quot;;
Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em &quot;Avançar&quot; novamente;
Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de &quot;criar atalho na área de trabalho&quot; — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em &quot;Avançar&quot;;
Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em &quot;Terminar&quot;.
????Pelo celular
Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.
▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:
de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;
que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;
que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira;
que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui.
Voltar ao índice.
Imposto de renda
Marcos Serra/g1
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máxim ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena pode pagar R$ 105 milhões nesta terça&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-sena
O concurso 2.985 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 105 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (17), em São Paulo.
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
No concurso do último sábado, nenhuma aposta acertou as seis dezenas.
A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. 
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Plataformas devem verificar idade de usuários a partir desta terça; veja como vai funcionar</title>
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<description><![CDATA[      ECA Digital: nova lei vai mudar regras para crianças e adolescentes na internet
Redes sociais e outros serviços online com conteúdo impróprio para crianças e adolescentes devem verificar a idade de usuários a partir desta terça-feira (17). E não podem usar bloqueios simples, como o botão &quot;Sim, tenho mais de 18 anos&quot;.
A medida está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), sancionado em setembro de 2025. A discussão Ele também ficou conhecido como Lei Felca porque a aprovação aconteceu após o vídeo do influenciador sobre adultização. 
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O ECA Digital determina que as plataformas direcionadas a crianças e adolescentes ou com acesso provável por esse público devem &quot;adotar mecanismos para proporcionar experiências adequadas à idade&quot;. 
A lei determina que lojas de aplicativos e sistemas operacionais devem tomar medidas para aferir a idade ou a faixa etária dos usuários. Essa informação deverá ser enviada para plataformas como redes sociais, que precisarão oferecer experiência adequada para aquela pessoa.
Mas o ECA Digital diz que as plataformas também são responsáveis por impedir o acesso indevido de crianças e adolescentes.
A autodeclaração – o botão &quot;Sim, tenho mais de 16 anos&quot; – está proibida pela lei. Assim, serviços online devem adotar métodos de verificação mais robustos, incluindo: 
????‍???? análise de comportamento, que faz estimativa de faixa etária com base na navegação do usuário; 
???? envio de selfie, que estima a idade aproximada a partir de técnicas de reconhecimento facial; 
???? envio de documentação, que permite confirmar a idade exata.
Um decreto do governo federal vai regulamentar os requisitos mínimos de transparência e segurança dos mecanismos de verificação de idade.
Essa verificação não acontecerá em todas as plataformas, mas será exigida em serviços online que podem colocar menores de idade em risco, disse ao g1 a coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli.
&quot;Ela será utilizada para os provedores de aplicação direcionados a crianças e adolescentes e para os que oferecem risco à integridade física e mental, possibilidade de exploração e vendem produtos não adequados para crianças e adolescentes&quot;, afirmou.
Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país proibiu acesso de menores de 16 anos às redes sociais
Hollie Adams/Reuters
Ao exigir a verificação de idade em determinados serviços sem autodeclaração, o ECA Digital cria um novo fator de proteção a crianças e adolescentes na internet, avaliou Mielli.
&quot;As lojas de aplicativos precisam adotar medidas para vedar o acesso irrestrito de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados. Há uma combinação entre a aferição da idade, a classificação indicativa da aplicação e a supervisão parental&quot;, afirmou. 
Como funciona a verificação de idade de Roblox, Discord, YouTube e outras
Menores de 16 anos terão que vincular redes sociais com as de seus pais
Ainda de acordo com o ECA Digital, a verificação deve garantir a privacidade dos usuários e não pode usar os dados para fins além da verificação de idade. 
Plataformas que não demonstrarem estar agindo para proteger crianças e adolescentes poderão ser punidas com advertência, multa de até 10% do faturamento ou R$ 50 milhões por infração, suspensão ou proibição no Brasil.
A aplicação da lei será monitorada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que fez um levantamento sobre diferentes ferramentas de verificação de idade na internet, como a inferência a partir do tipo de conteúdo acessado e a análise de documentos.
O ECA Digital entraria em vigor em setembro de 2026, mas foi antecipado para 17 de março por uma medida provisória do presidente Lula, aprovada pelo Congresso. 
As plataformas não serão prejudicadas por essa diminuição do prazo porque eventuais sanções serão aplicadas em etapas, disse Mielli, do CGI.br. E, como acontece com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as empresas têm o direito de se defender em processos administrativos.
&quot;Para aplicar qualquer sanção pecuniária [financeira], existem sanções anteriores. Tem um processo que precisa ser seguido com procedimentos de fiscalização, notificação e advertência&quot;, explicou.
&quot;A lei não foi feita apenas para redes sociais e jogos online, mas é claro que são esses grandes players que representam o maior risco para crianças e adolescentes. Essas empresas possuem ferramentas para [realizar] aferição de idade em outras praças nas quais elas prestam esse serviço, então, não é uma novidade para nenhuma delas&quot;.
Saiba como ativar proteção para controlar tempo e atividade de crianças no celular ]]></description>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 01:00:09 -0300</pubDate>
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<title>Petrobras compra fatia da Petronas em Tartaruga Verde e Espadarte por US$ 450 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro.
Fernando Frazão/Agência Brasil
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (16)que informou à Petronas sua decisão de exercer o direito de preferência para comprar participações de 50% nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte (Módulo III), na Bacia de Campos, por US$ 450 milhões.
Após a conclusão da operação, a Petrobras voltará a deter 100% dos ativos e seguirá como operadora.
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Os campos de Tartaruga Verde e Espadarte (Módulo III) produzem atualmente cerca de 55 mil barris de óleo por dia e estão conectados ao FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes — uma espécie de navio-plataforma que produz, armazena e transfere petróleo.
A assinatura do contrato de compra e venda ocorrerá em breve, acrescentou a companhia.
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Do valor total, US$ 50 milhões serão pagos na assinatura do contrato e US$ 350 milhões no fechamento da operação — sujeito a ajustes relacionados à data efetiva da transação. Outras duas parcelas, de US$ 25 milhões cada, serão pagas em 12 e 24 meses após o fechamento.
&quot;A aquisição apresenta condições econômico-financeiras atrativas, adiciona flexibilidade decisória na gestão de portfólio da companhia e está em consonância com o seu Plano de Negócios, reforçando o direcionamento estratégico voltado ao segmento de óleo e gás&quot;, disse a Petrobras. 
A aquisição anunciada hoje permitirá à Petrobras conectar outros poços no campo de Tartaruga Verde aos novos ativos, disse uma fonte à Reuters. A estatal não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da agência.
A Petrobras fez uma descoberta nas proximidades do bloco Sudoeste de Tartaruga Verde em novembro, considerada &quot;maravilhosa&quot; por Sylvia Anjos, diretora de Exploração e Produção da empresa.
A Brava anunciou em janeiro um acordo para comprar as participações da Petronas como parte de sua &quot;estratégia de longo prazo&quot;, antes de a Petrobras decidir exercer sua opção.
A Brava e a Petronas não responderam de imediato aos pedidos de comentário sobre o fracasso do acordo anterior. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 22:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Petrobras, compra, fatia, Petronas, Tartaruga, Verde, Espadarte, por, US, 450, milhões</media:keywords>
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<title>Nubank entra para a Febraban, entidade que reúne os maiores bancos do país</title>
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<description><![CDATA[      Logo do Nubank na Bolsa de Valores de Nova York.
Brendan McDermid/ Reuters
O Nubank passou a integrar o quadro associativo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), informou a entidade nesta quarta-feira (16), que também convocou uma assembleia para abril para eleger a nova administração.
Fundado há 12 anos, o Nubank se consolidou como uma das maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, com 131 milhões de clientes. Em 2025, a empresa registrou receita de US$ 16,3 bilhões e lucro líquido de US$ 2,9 bilhões.
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Segundo a Febraban, o grupo foi responsável por incluir 29 milhões de pessoas no sistema financeiro nos últimos anos.
O pedido de filiação do Nubank foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Diretor da Febraban, na primeira reunião ordinária de 2026, após recomendação favorável do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente-executivo do Itaú Unibanco.
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&quot;A iniciativa do Nubank evidencia a valorização, por parte da Febraban, da pluralidade, do debate qualificado e da construção setorial de soluções em um ambiente representativo e diverso&quot;, disse o presidente-executivo da entidade, Isaac Sidney, no comunicado sobre a decisão. 
&quot;Ao trazer nosso histórico de inovação, inclusão financeira e foco nos clientes também para este fórum, reforçamos nossa contribuição para o fortalecimento do sistema financeiro, além de seguirmos comprometidos em reduzir a complexidade da indústria e simplificar a vida dos nossos clientes&quot;, acrescentou a presidente-executiva do Nubank no Brasil, Livia Chanes.
O Nubank afirmou que seguirá participando ativamente de outras entidades setoriais, como Zetta, ABBC e Anbima.
Nova administração
Com a proximidade do fim do mandato de três anos da atual gestão, o presidente do Conselho Diretor da entidade, Luiz Carlos Trabuco, também convocou assembleia para a eleição dos conselheiros e das instituições financeiras que vão compor as instâncias de governança da Febraban entre 2026 e 2029.
Trabuco, que preside o conselho de administração do Bradesco, também afirmou que Maluhy Filho registrará chapa única, liderando a lista de instituições associadas e dirigentes que vão compor a nova gestão da Febraban como conselheiros e diretores executivos.
A assembleia está prevista para 9 de abril, em reunião presencial na sede da federação, quando serão anunciados os novos integrantes do Conselho Diretor, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 20:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Nubank entra para a Febraban; CEO do Itaú deve ser próximo presidente do conselho da entidade</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/nubank-entra-para-a-febraban-ceo-do-itau-deve-ser-proximo-presidente-do-conselho-da-entidade</link>
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Brendan McDermid/ Reuters
O Nubank passou a integrar o quadro associativo da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), informou a entidade nesta quarta-feira (16), que também convocou uma assembleia para abril para eleger a nova administração.
Fundado há 12 anos, o Nubank se consolidou como uma das maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, com 131 milhões de clientes. Em 2025, a empresa registrou receita de US$ 16,3 bilhões e lucro líquido de US$ 2,9 bilhões.
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Segundo a Febraban, o grupo foi responsável por incluir 29 milhões de pessoas no sistema financeiro nos últimos anos.
O pedido de filiação do Nubank foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Diretor da Febraban, na primeira reunião ordinária de 2026, após recomendação favorável do conselheiro Milton Maluhy Filho, presidente-executivo do Itaú Unibanco.
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&quot;A iniciativa do Nubank evidencia a valorização, por parte da Febraban, da pluralidade, do debate qualificado e da construção setorial de soluções em um ambiente representativo e diverso&quot;, disse o presidente-executivo da entidade, Isaac Sidney, no comunicado sobre a decisão. 
&quot;Ao trazer nosso histórico de inovação, inclusão financeira e foco nos clientes também para este fórum, reforçamos nossa contribuição para o fortalecimento do sistema financeiro, além de seguirmos comprometidos em reduzir a complexidade da indústria e simplificar a vida dos nossos clientes&quot;, acrescentou a presidente-executiva do Nubank no Brasil, Livia Chanes.
O Nubank afirmou que seguirá participando ativamente de outras entidades setoriais, como Zetta, ABBC e Anbima.
Nova administração
Com a proximidade do fim do mandato de três anos da atual gestão, o presidente do Conselho Diretor da entidade, Luiz Carlos Trabuco, também convocou assembleia para a eleição dos conselheiros e das instituições financeiras que vão compor as instâncias de governança da Febraban entre 2026 e 2029.
Trabuco, que preside o conselho de administração do Bradesco, também afirmou que Maluhy Filho registrará chapa única, liderando a lista de instituições associadas e dirigentes que vão compor a nova gestão da Febraban como conselheiros e diretores executivos.
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Trump diz que Fed deveria realizar uma reunião para cortar juros &amp;apos;agora mesmo&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      O presidente Donald Trump fala com repórteres a bordo do Air Force One, no domingo, 15 de março de 2026, a caminho de West Palm Beach, Flórida, para a Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland.
AP/Mark Schiefelbein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (16) que o Federal Reserve (banco central do país) deveria realizar uma &quot;reunião especial&quot; para cortar as taxas de juros &quot;agora mesmo&quot;. 
As falas de Trump vem apenas poucos dias depois de um juiz americano ter bloqueado as intimações emitidas em uma investigação conduzida pelo governo Trump contra o atual presidente do Fed, Jerome Powell, na última sexta-feira (13).
A decisão do juiz americano James Boasberg atendeu ao argumento de Powell, indicando que a investigação buscava, de forma indevida, pressionar o banco central a reduzir as taxas de juros. Para Boasberg, as intimações tinham um propósito inadequado e, por isso, eram juridicamente inválidas.
&quot;O governo não apresentou qualquer prova de que Powell tenha cometido qualquer crime além de desagradar o presidente&quot;, escreveu o juiz. &quot;O governo bem que poderia investigá-lo por fraude postal só porque alguém o viu enviar uma carta.&quot;
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A procuradora federal do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, responsável pela investigação sobre possíveis custos excessivos nas reformas da sede do banco central, afirmou que o Departamento de Justiça recorrerá da decisão.
&#039;Nenhuma evidência de qualquer tipo&#039; 
Os acontecimentos de sexta‑feira deixam em aberto tanto a investigação envolvendo Powell quanto a intenção de Trump de nomear o ex‑governador do Fed Kevin Warsh para assumir o comando da instituição quando o mandato de Powell terminar, em meados de maio. Warsh é considerado mais favorável a cortes nas taxas de juros.
Powell — frequentemente alvo de críticas de Trump — tornou pública a investigação em 11 de janeiro, classificando-a como uma ameaça à independência do Fed.
A procuradora federal Jeanine Pirro, indicada por Trump no ano passado, reagiu duramente à decisão, acusando Boasberg, em coletiva de imprensa, de ultrapassar sua autoridade e de proteger Powell de investigações.
&quot;Como resultado, Jerome Powell goza hoje de imunidade&quot;, disse Pirro aos repórteres, acrescentando que sua suspeita de que uma lei foi violada é motivo suficiente para prosseguir com os processos.
O Conselho de Governadores do Fed solicitou ao juiz a anulação das intimações, que pediam informações sobre as reformas de dois prédios históricos no complexo da instituição em Washington e também o depoimento de Powell, previsto para julho de 2025, no Comitê Bancário do Senado.
Powell defendeu os gastos com as reformas, classificando-os como necessários, e recebeu legisladores — incluindo o próprio Trump — em uma visita ao Fed para acompanhar o andamento do projeto.
Desde que reassumiu a presidência no ano passado, Trump pressiona o Fed a reduzir as taxas de juros de forma mais rápida e intensa. Powell, porém, mantém uma postura mais cautelosa na condução da política monetária, diante das contínuas preocupações com a inflação.
Trump nomeou Powell durante seu primeiro mandato, mas, desde então, tem atacado publicamente o presidente do Fed, chegando a chamá-lo de “imbecil”.
O juiz concordou com Powell sobre a natureza da investigação. Segundo Boasberg, uma “montanha de evidências” indica que as intimações tinham como objetivo pressionar o presidente do Fed a reduzir as taxas de juros ou até a renunciar ao cargo.
&quot;O Governo não apresentou praticamente nenhuma prova que sustente a suspeita de crime contra o Presidente Powell. Aliás, as suas justificativas são tão frágeis e infundadas que o Tribunal só pode concluir que são pretextuais&quot;, escreveu Boasberg.
Por enquanto, a decisão deve dificultar a continuidade da investigação conduzida pelo Departamento de Justiça. De acordo com documentos oficiais divulgados na sexta‑feira, os promotores afirmaram estar analisando se Powell teria feito declarações falsas ao Congresso ou cometido fraude.
Um porta-voz do Fed se recusou a comentar.
Senadores republicanos defendem Powell
O senador republicano Thom Tillis prometeu usar sua posição na Comissão Bancária do Senado para barrar qualquer nova nomeação para o Fed enquanto a investigação estiver ativa, afirmando que as declarações feitas por Powell ao Congresso não configuram crime.
A mesma avaliação é compartilhada por outros republicanos na Comissão Bancária do Senado, incluindo seu presidente, Tim Scott, que conduziu o interrogatório de Powell sobre as reformas que são o foco da investigação de Pirro.
Segundo Tillis, um eventual recurso do Departamento de Justiça contra a decisão “apenas atrasará a confirmação de Kevin Warsh como próximo presidente do Fed”.
Como parte de sua pressão sobre a liderança do banco central, Trump também tentou, em agosto passado, demitir a governadora do Fed, Lisa Cook, usando alegações não comprovadas de fraude hipotecária — negadas  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Trump, diz, que, Fed, deveria, realizar, uma, reunião, para, cortar, juros, agora, mesmo</media:keywords>
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<title>Imposto de Renda 2026: ganhos com &amp;apos;bets&amp;apos; e saldos terão de ser declarados à Receita Federal</title>
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<description><![CDATA[      Imposto de Renda 2026: ganhos com &#039;bets&#039; e saldos terão de ser declarados à Receita Federal
Reprodução/TV Verdes Mares
A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que os ganhos com as chamadas apostas online (bets) em 2025, assim como o saldo remanescente nos aplicativos pelos apostadores no fim do ano passado, terão de ser informados na declaração do Imposto de Renda de 2026.
Pelas regras, a prestação das informações é obrigatória para quem ganhou acima de R$ 28.467,20 em apostas em bets e loterias de quota fixa no ano passado (em todas as empresas). Saldos em conta também têm de ser declarados.
&quot;Essas pessoas apuram e pagam o imposto, conforme está na lei, e têm de informar esse rendimento na declaração. Apareceu esse campo na declaração. Elas devem fazer apuração dos ganhos das bets. Na página da receita, tem um formulário onde as pessoas preenchem e, se for superior a esse valor, tem um imposto a ser pago. Essa apuração tem de ser colocada na declaração do IR, pois isso é um ganho&quot;, explicou o supervisor do IR da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.
Segundo o Fisco, o prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio, e os contribuintes poderão fazer o download do programa já na próxima sexta-feira (20).
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A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa no valor mínimo de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% (vinte por cento) do imposto sobre a renda devido.
Entre as mudanças na declaração deste ano estão:
a possibilidade de os contribuintes informarem seu nome social na declaração;
aumento de informaçoes disponibilizadas na declaração pré-preenchida;
redução no número de restituições feitas pelo Fisco ao longo do ano, de cinco para quatro lotes;
um tipo de &quot;cashback&quot; para contribuintes que tiveram alguma retenção na fonte em 2025, mas que não vão apresentar a declaração neste ano. (Entenda mais abaixo)
A expectativa do Fisco é que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano.
Sites de aposta esportiva não regurizados são considerados ilegais
Getty Images (via BBC) ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Imposto, Renda, 2026:, ganhos, com, bets, saldos, terão, ser, declarados, Receita, Federal</media:keywords>
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<title>Imposto de Renda 2026: veja 10 perguntas e respostas sobre prazos, mudanças e quem é obrigado a declarar</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/imposto-de-renda-2026-veja-10-perguntas-e-respostas-sobre-prazos-mudancas-e-quem-e-obrigado-a-declarar</link>
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<description><![CDATA[      Prazo para declarar imposto de renda começa na próxima segunda (23)
A Receita Federal apresentou nesta segunda-feira (16) as regras do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025. O prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio, e os contribuintes poderão fazer o download do programa já na próxima sexta-feira (20).
⚠️ A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa no valor mínimo de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% (vinte por cento) do imposto sobre a renda devido.
Entre as mudanças na declaração deste ano estão:
a possibilidade de os contribuintes informarem seu nome social na declaração;
aumento de informaçoes disponibilizadas na declaração pré-preenchida; 
redução no número de restituições feitas pelo Fisco ao longo do ano, de cinco para quatro lotes; 
um tipo de &quot;cashback&quot; para contribuintes que tiveram alguma retenção na fonte em 2025, mas que não vão apresentar a declaração neste ano. (Entenda mais abaixo)
A expectativa do Fisco é que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano. 
Imposto de renda
Marcos Serra/g1
Veja nesta reportagem perguntas e respostas sobre a declaração do Imposto de Renda 2026.
Quem é obrigado a declarar?
Como baixar o programa?
Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?
Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?
Quando vou receber a restituição?
Quem tem prioridade para receber a restituição?
Quais os documentos necessários para fazer a declaração?
O que é o &#039;cashback&#039; anunciado pelo Fisco?
Quais são os limites para dedução?
1. Quem é obrigado a declarar?
São obrigadas a fazer a declaração do IR 2026:
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;
quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;
quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);
quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;
deseja atualizar bens no exterior;
quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.
Imposto de Renda 2026: veja quem deve declarar
Voltar ao índice.
2. Como baixar o programa?
????️ Pelo computador, o contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa estará disponível no próprio site da Receita Federal a partir de sexta-feira (20). Veja o passo a passo:
Acesse o site da Receita Federal e clique na opção &quot;Baixar programa&quot; para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;
Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em &quot;Avançar&quot;;
Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em &quot;Avançar&quot; novamente;
Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de &quot;criar atalho na área de trabalho&quot; — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em &quot;Avançar&quot;;
Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em &quot;Terminar&quot;.
????Pelo celular, os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplic ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 14:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Bank of America firma acordo em ação coletiva movida por vítimas de Epstein</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/bank-of-america-firma-acordo-em-acao-coletiva-movida-por-vitimas-de-epstein</link>
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<description><![CDATA[      Divulgação de arquivos da Justiça americana expõem relações entre as pessoas mais poderosas do mundo com Jeffrey Epstein
Jornal Nacional/ Reprodução
O Bank of America fechou um acordo em um processo civil movido por mulheres que acusam o banco de ter facilitado os abusos cometidos por Jeffrey Epstein. As informações constam em documentos judiciais divulgados nesta segunda‑feira (16).
A ação coletiva foi apresentada em outubro do ano passado por uma mulher identificada pelo pseudônimo Jane Doe. Ela acusa o segundo maior banco dos Estados Unidos de ignorar transações financeiras suspeitas ligadas a Epstein, mesmo diante de uma “abundância” de informações sobre seus crimes. Segundo a denúncia, o banco teria feito isso priorizando o lucro em vez da proteção das vítimas.
O Bank of America afirmou que Doe apenas alegou que o banco prestou serviços de rotina a pessoas que, na época, não tinham ligação conhecida com Epstein, e que qualquer sugestão de envolvimento mais profundo era “frágil e sem fundamento”.
Em janeiro, o juiz distrital Jed Rakoff, de Manhattan, determinou que o Bank of America deve responder às acusações de Doe de que se beneficiou conscientemente do esquema de tráfico sexual de Epstein e dificultou a aplicação da Lei Federal de Proteção às Vítimas do Tráfico de Pessoas. Rakoff ainda precisa aprovar o acordo.
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Entre as transações citadas por Doe estavam pagamentos feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black, cofundador da Apollo Global Management.
Black deixou o comando da Apollo em 2021, depois que uma auditoria externa concluiu que ele havia pago US$ 158 milhões (R$ 830,2 milhões) a Epstein por serviços de planejamento tributário e patrimonial.
O executivo negou qualquer irregularidade e afirmou não ter conhecimento das atividades criminosas de Epstein.
A expectativa era a de que Black prestasse depoimento sob juramento em 26 de março, a pedido dos advogados de Doe e do Bank of America. O depoimento não deve mais ocorrer por causa do acordo. O julgamento, previsto para 11 de maio, também será cancelado caso Rakoff aprove a resolução.
Os advogados de Doe também moveram ações contra outros supostos cúmplices do esquema de Epstein e, em 2023, fecharam acordos de US$ 290 milhões (R$ 1,5 bilhão) com o JPMorgan Chase e de US$ 75 milhões (R$ 394 milhões) com o Deutsche Bank em nome das vítimas.
Epstein morreu em uma cela de prisão em Manhattan em agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Sua morte foi considerada suicídio pelo médico‑legista de Nova York. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Bank, America, firma, acordo, ação, coletiva, movida, por, vítimas, Epstein</media:keywords>
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<title>Governo de Cuba diz que vai permitir que expatriados voltem a investir no país</title>
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<description><![CDATA[      Cuba reabre negociações com Estados Unidos
Em um gesto histórico, o governo cubano afirmou nesta segunda-feira (16) que vai passar a permitir que cidadãos expatriados voltem a investir no país. A flexibilização faz parte do diálogo que Cuba afirmou estar mantendo com os Estados Unidos. 
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Em entrevista à rede de TV norte-americana NBC, o vice-primeiro-ministro de Cuba, Oscar Pérez-Oliva Fraga, sobrinho-neto de Fidel Castro, disse que os cubanos que deixaram o país por conta do regime de Castro poderão &quot;em breve&quot; participar em empresas privadas ou ainda ter seus próprios negócios na ilha. 
Foi a primeira vez que o regime cubano sinalizou flexibilidade com os expatriados, a maioria em cidades como Miami, nos Estados Unidos, e Madri, na Espanha. Até agora, eles são proibidos de enviar dinheiro ao país e de manter qualquer relação comercial com Cuba. 
Na entrevista, o vice-premiê, que é também o ministro de Comércio Exterior cubano, afirmou que seu governo está ainda disposto a manter &quot;boas relações&quot; com empresas dos Estados Unidos. 
“Cuba está aberta a ter uma relação comercial fluida com empresas americanas”, disse o vice-premiê na entrevista, segundo a NBC. &quot;Também queremos manter relações com cubanos residentes nos Estados Unidos e seus descendentes&quot;.
Ainda de acordo com a NBC, o governo cubano fará o anúncio de forma oficial na noite desta segunda. 
???? Na semana passada, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, confirmou que seu país vem travando negociações com o governo dos Estados Unidos para desbloquear os embargos econômicos que os EUA mantêm sobre a ilha desde a década de 1960 — parte deles caiu durante um acordo na gestão do ex-presidente dos EUA Barack Obama, mas a maioria permanece. 
“O bloqueio nos priva do acesso a financiamento, acesso à tecnologia, acesso a mercados e, nos últimos anos, tem sido especificamente direcionado a privar nosso país do acesso a combustíveis.”
Na sexta-feira (13) Cuba começou a libertar presos políticos, como parte das negociações. Já no domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esperar chegar a um acordo com Cuba &quot;em breve&quot;. 
Incidente em meio a tensão entre EUA e Cuba, após a imposição de embargo petrolífero à ilha por Washington
CTK Photo/IMAGO via DW
Ainda assim, as tensões internas vêm crescendo. Além da crise econômica, que vem gerando apagões constantes e deixando parte da população sem energia, manifestantes atacaram, também no fim de semana, uma sede do Partido Comunista cubano. 
O ataque ocorreu na cidade de Morón, durante um protesto por conta dos apagões, que também vêm gerando desabastecimento de alimentos. 
Veja os vídeos que estão em alta no g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Imposto de Renda 2026: contribuinte terá opção de informar nome social</title>
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<description><![CDATA[      IR: saem as novas regras para declaração
A Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que os contribuintes poderão informar seu nome social na declaração do Imposto de Renda 2026, ano-calendário 2025. Até o ano passado, isso não podia ser feito.
Segundo a Receita, o nome social poderá ser informado por pessoas travestis, transexuais ou transgêneras. 
O Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) passou a adotar, em 2024, o uso dos campos ‘nome social’, ‘orientação sexual’ e ‘identidade de gênero’ após uma ação do Ministério Público Federal do Acre (MPF-AC).
Desde 2024, o uso do nome social também é permitido nos concursos públicos federais do país.
A Receita Federal informou nesta manhã que o prazo para entrega da declaração começa em 23 de março e se estende até 29 de maio.
A entrega  depois do prazo legal terá o valor mínimo de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% (vinte por cento) do imposto sobre a renda devido.
As mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda, para quem ganha até R$ 5 mil, e redução do imposto para quem recebe até R$ 7,35 mil, não têm efeito na declaração de ajuste anual de 2026.
????Isso porque a declaração deste ano se refere a fatos geradores ocorridos no ano passado, o chamado &quot;ano-base&quot; da declaração. A ampliação da faixa de isenção terá efeitos na declaração anual de ajuste somente em 2027.
A entrega da declaração anual de ajuste do IR 2026 poderá ser feita pela internet, mediante a utilização do programa de transmissão, ou em mídia removível, às unidades da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, durante o horário de expediente.
Imposto de Renda 2023: prazo para declaração vai de 15 de março a 31 de maio.
Marcos Serra/ g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
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<media:keywords>Imposto, Renda, 2026:, contribuinte, terá, opção, informar, nome, social</media:keywords>
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<title>IR 2026: isenção para quem ganha até R$ 5 mil não começa a valer na declaração deste ano; entenda</title>
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<description><![CDATA[      IR: saem as novas regras para declaração
As mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), para quem ganha até R$ 5 mil, e a redução do imposto para quem recebe até R$ 7,35 mil, aprovadas no ano passado, não estarão em vigor na declaração de ajuste anual de 2026.
A Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que o prazo de apresentação da declaração do Imposto de Renda de 2026 começa em 23 de março e se estende até 29 de maio.
A explicação é que a declaração deste ano se refere a fatos geradores ocorridos em 2025, o chamado &quot;ano-base&quot; da declaração.  A ampliação da faixa de isenção terá efeitos na declaração anual de ajuste somente em 2027.
&quot;O contribuinte que ganha até R$ 5 mil tem um redutor total e que ganha até R$ 7,35 mil tem um redutor reduzindo o imposto [pago]. Acima disso, continua a tabela progressiva normal. Rendimentos que estão sendo recebidos neste ano vão estar sujeitos a ajustes, confirmação, na declaração do ano que vem. Na declaração deste ano, contribuinte tem que considerar aquilo recebido no ano passado&quot;, explicou o supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca. 
A entrega da declaração anual de ajuste do IR 2026 poderá ser feita pela internet, mediante a utilização do programa de transmissão, ou em mídia removível, às unidades da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, durante o horário de expediente.
Serão pouco mais de dois meses para o contribuinte acertar as contas com o Leão. O prazo e as regras constam no Diário Oficial da União (DOU).
Isenção no IR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou em novembro do ano passado a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês (R$ 60 mil ao ano).
Além da isenção, o texto prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais. As novas regras entram em vigor em janeiro de 2026.
Como forma de compensar as reduções no imposto, a medida também estabelece uma cobrança mínima para contribuintes de alta renda, com alíquota progressiva de até 10% para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano. Nada muda para aqueles que já têm desconto em folha (leia mais aqui).
Como fazer a declaração
Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio:
do Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,
do serviço &quot;Meu Imposto de Renda&quot;, observado o disposto no art. 5º, disponível:
no site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;
em aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.
O acesso ao serviço referido no serviço &quot;Meu Imposto de Renda&quot; será realizado mediante autenticação por meio da conta &quot;gov.br&quot;, com identidade digital ouro ou prata.
O aplicativo será disponibilizado nas lojas de aplicativos &quot;Google Play&quot;, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.
Entretanto, há algumas vedações ao uso do serviço &quot;Meu Imposto de Renda&quot;, como:
quem auferiu os seguintes rendimentos sujeitos à tributação exclusiva ou definitiva:
ganhos de capital na alienação de bens e direitos;
ganhos de capital na alienação de bens, direitos e aplicações financeiras no exterior;
ganhos de capital na alienação, baixa ou liquidação de investimento em entidades controladas no exterior, inclusive por meio de devolução de capital;
ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira mantida em espécie cujo valor exceda US$ 5 mil no ano-calendário 2025; ou
ganhos de capital decorrentes de depósitos não remunerados em conta-corrente ou em cartão de débito ou crédito no exterior.
Quem é obrigado a declarar
quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584 no ano passado;
contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;
quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;
quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 em atividade rural;
quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;
quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;
quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Imposto de Renda 2026: Receita terá &amp;apos;cashback&amp;apos; na declaração para 4 milhões de contribuintes</title>
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<description><![CDATA[      IR: saem as novas regras para declaração
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, informou nesta segunda-feira (16) que o órgão estabeleceu um tipo de &quot;cashback&quot; do Imposto de Renda em 2026.
Esse serviço será válido para um tipo específico contribuintes. De acordo com a Receita, será direcionado para quem:
não precisa declarar neste ano de forma obrigatória (por estar fora da faixa de renda) e que, por isso, não enviará a declaração;
teve alguma retenção na fonte em 2025; e 
que teria direito à uma restituição do IR.
Sem o envio da declaração de ajuste no prazo legal, essas pessoas normalmente ficariam sem a restituição. 
Neste ano, porém, a Receita Federal depositará os valores automaticamente, em um lote no mês de julho.
Segundo a Receita Federal, deverão ser alcançados cerca de 4 milhões de contribuintes. 
O lote deverá somar R$ 500 milhões para pagar essas pessoas em julho. O valor médio da restituição é de R$ 125, e o máximo será de R$ 1 mil.
De acordo com a Receita Federal, esses contribuintes estão com CPF regular e chave PIX registrada no Banco Central. 
&quot;Se não tiver chave PIX, não recebe. Nesse caso, melhor ela mesma fazer a declaração. Restituição de até R$ 1 mil. Não vai cair na malha, não tem problema nenhum&quot;, disse o supervisor do IR da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.
Segundo a Receita Federal, o período para início do recebimento das declarações começa em 23 de março e vai até 29 de maio deste ano.
&quot;Muita gente tem direito à restituição e nem sabe. Um brasileiro de renda menor, que por alguma razão teve retenção, mas não é obrigado a prestar declaração, nem lembra, e não recebe a restituição&quot;, adiantou Barreirinhas.
&quot;Temos um projeto-piloto para começar a dar restituição automaticamente, mesmo que o pequeno trabalhador não tenha feito declaração [neste ano]. Vamos informar e depositar em 15 de julho. Teremos um lote específico [de restituição]&quot;, prosseguiu.
Imposto de Renda
Marcello Casal Jr./ Agência Brasil
Regras
A entrega da declaração anual de ajuste do IR 2026 poderá ser feita pela internet, mediante a utilização do programa de transmissão, ou em mídia removível, às unidades da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, durante o horário de expediente.
As mudanças na faixa de isenção do Imposto de Renda, para quem ganha até R$ 5 mil, e redução do imposto para quem recebe até R$ 7,35 mil, não têm efeito na declaração de ajuste anual de 2026.
????Isso porque a declaração deste ano se refere a fatos geradores ocorridos no ano passado, o chamado &quot;ano-base&quot; da declaração. A ampliação da faixa de isenção terá efeitos na declaração anual de ajuste somente em 2027. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS termina nesta sexta&#45;feira (20)</title>
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<description><![CDATA[      Termina essa semana prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS
Termina nesta sexta-feira (20) o prazo para o adesão ao acordo que vai devolver o dinheiro descontado ilegalmente das contas de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo dados da Previdência, 760 mil pessoas que já contestaram os descontos ainda precisam formalizar a adesão ao acordo para receber o dinheiro.
Esses beneficiários tiveram o direito à devolução reconhecido pelo INSS, mas ainda não concluíram o procedimento necessário para o ressarcimento. Eles só vão receber de volta o dinheiro que foi descontado indevidamente depois que voltarem ao site ou aplicativo Meu INSS, ou a uma agência dos Correios, para fazer a adesão formal ao acordo.
Ressarcimento do INSS 
Os descontos indevidos foram feitos por organizações sindicais e entidades associativas, que passaram a ser investigadas e também respondem judicialmente pelas irregularidades.
No total, mais de 5 milhões de beneficiários tiveram direito à restituição.
Desde que o escândalo dos descontos indevidos veio à tona, em abril de 2025, quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos a aposentados e pensionistas.
Quem acredita que sofreu descontos não autorizados e ainda não procurou o INSS também pode fazer a contestação até sexta-feira (20). O pedido pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS, nas agências dos Correios ou pelo telefone 135.
Como aderir ao acordo
Para receber os valores, o beneficiário precisa acessar o aplicativo ou site Meu INSS, entrar com CPF e senha e seguir o caminho:
acessar a aba “Consultar pedidos”;
clicar em “Cumprir exigência”;
rolar a tela até o final e selecionar a opção &quot;aceito receber&quot;
E selecionar &quot;sim&quot; e &quot;enviar&quot;.
O valor será depositado na mesma conta em que o beneficiário recebe aposentadoria ou pensão.
Alerta para golpes
Autoridades também alertam para novos golpes envolvendo falsos aplicativos que prometem ressarcimento.
Um dos exemplos é um aplicativo chamado “INSS Reembolso”, que aparece principalmente em celulares com sistema Android.
O INSS reforça que o único aplicativo oficial para esse serviço é o “Meu INSS”.
Especialistas também orientam os segurados a não clicarem em links enviados por e-mail ou mensagens de celular que prometam a devolução de valores.
Segundo o instituto, toda a comunicação oficial é feita exclusivamente pela plataforma Meu INSS, e o órgão não entra em contato por telefone, SMS ou mensagens para tratar de acordos.
Quem entrou na Justiça
Beneficiários que já entraram na Justiça para pedir ressarcimento também podem aderir ao acordo administrativo. Nesse caso, porém, será necessário abrir mão da ação judicial.
Termina essa semana prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS
Reprodução/TV Globo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Imposto de Renda 2026: saiba quais são os limites para as deduções</title>
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<description><![CDATA[ A Secretaria da Receita Federal divulgou nesta segunda-feira (16) as regras do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025 – e informou os limites para as deduções que podem ser feitas pelos contribuintes.
O prazo para a entrega das declarações começa em 23 de março e vai até 29 de maio. A declaração pré-preenchida estará disponível desde o início do prazo legal.
O Fisco lembra que os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo, que têm limites para dedução. Veja a seguir: 
Declaração simplificada
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela terá um desconto &quot;padrão&quot; de 20% na renda tributável.
Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde.
No IR de 2026, esse desconto de 20% está limitado a R$ 16.754,34 – mesmo valor do ano passado.
Declaração completa
Quem teve gastos altos em 2025 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis. Veja os limites:
Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado.
Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente.
Despesas médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzi-lo do Imposto de Renda.
A lista de despesas médicas que podem ser deduzidas inclui pagamentos a:
médicos,
dentistas,
psicólogos,
fisioterapeutas,
terapeutas ocupacionais,
fonoaudiólogos,
hospitais,
exames laboratoriais,
serviços radiológicos,
aparelhos ortopédicos e
próteses ortopédicas e dentárias. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 12:00:11 -0300</pubDate>
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