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<title>Rezulti News &#45; Últimas Postagens</title>
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<dc:rights>Copyright &#45; Rezulti News &#45; Notícias, Negócios e Diversão.</dc:rights>

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<title>Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade do Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Após fechar fábrica na Argentina, dona da Brastemp abre 200 vagas de emprego no Brasil
A Whirlpool S.A., dona da Brastemp, Consul e KitchenAid, anunciou a abertura de 200 oportunidades de emprego e investimento de R$ 300 milhões na unidade de Rio Claro, no interior de São Paulo, durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (25).  
A empresa não informou quando iniciará o processo seletivo para preencher as novas vagas. 
Em abril, a empresa anunciou que fechou a fábrica de Pilar, na Argentina, e que iria transferir a produção à cidade. À época, disse que a unidade seria a mais avançada da América Latina, utilizando inteligência artificial e robótica para lidar com as maiores complexidades da produção de lavanderia. 
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&quot;Na prática, a gente já enxerga, de início, 200 empregos diretos na operação de Rio Claro, principalmente operação, mas também com a parte do desenvolvimento de produtos, dos processos e, como a nossa decisão compreende a mais de 50% das peças também serem produzidas por fornecedores locais da região, do Brasil, a gente projeta algo em torno de 2.800 empregos diretos e indiretos&quot;, disse o vice-presidente da Whirlpool, Vinícius Tokuda. 
LEIA TAMBÉM: Whirlpool fecha fábrica na Argentina e transfere produção para o interior de SP
Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira
Fabio Rodrigues/g1
De acordo com Tokuda, o início da produção na unidade de Rio Claro deve ocorrer em setembro deste ano. &quot;Essa mudança está conectada com dois elementos, um elemento de expansão, mas também um elemento de rearranjo interno conectado com o plano diretor para aumentar o nível de produtividade da nossa produção atual&quot;. 
O vice-presidente da Whirlpool explicou que, a princípio, a operação da unidade de Rio Claro deverá atender o mercado nacional, mas a ideia é entregar produtos para toda a América Latina, tendo a Argentina como um segundo mercado mais relevante à empresa. 
Vice-presidente da Whirlpool, Vinícius Tokuda.
Fabio Rodrigues/g1
&quot;A gente tem o privilégio de ter em Rio Claro um Centro de Desenvolvimento de Lavadoras para o mundo inteiro, então a tecnologia brasileira sendo exportada e a gente conecta aqui a 10 metros de distância entre o Centro de Desenvolvimento e a Fábrica, então a gente espera fazer essa conexão com todas as universidades que a gente tem o privilégio de ter aqui&quot;, disse Tokuda. 
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Operação em Rio Claro 
De acordo com o vice-presidente, a unidade de Rio Claro, a partir de setembro, passará com a operação e produção dos produtos já existentes, como lavadoras de carga superior, fogões, fornos e cooktops, somando-se com as lavadoras de carga frontal com uma operação bastante verticalizada. 
&quot;Com grande parte das peças sendo desenvolvidas também em outros parceiros no Brasil [...], então a gente fala em mais de R$ 300 milhões de investimentos para essa decisão, conectado também à geração direta e indireta de 2.800 novos empregos&quot;, afirmou. 
Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira
Fabio Rodrigues/g1
Fechamento de fábrica na Argentina
Segundo comunicado da empresa, a transição tem como objetivo melhorar a eficiência operacional e otimizar recursos, &quot;consolidando a posição da Whirlpool como líder no setor ao integrar excelência fabril e inovação centrada no consumidor para impulsionar o crescimento sustentável&quot;.
A Whirlpool destacou que a decisão &quot;não altera o compromisso da empresa em continuar o fornecimento e o atendimento ao cliente na Argentina&quot;. O mercado argentino seguirá sendo abastecido por produtos fabricados em outros países e distribuídos pela Whirlpool AR.
Ainda segundo a empresa, com a unificação da produção de máquinas de lavar de carga superior (top-loading) e carga frontal (front-loading) em Rio Claro, a unidade se tornará um hub de exportação de classe mundial, responsável por fornecer produtos premium de lavanderia para toda a América Latina.
Whirlpool Corporation em Rio Claro
Divulgação
Veja o comunicado na íntegra:
São Paulo, abril de 2026 – A Whirlpool S.A. confirma a transferência da produção anteriormente realizada em Pilar, na Argentina, para sua unidade de manufatura em Rio Claro, no Brasil. Esta transição visa melhorar a eficiência operacional e otimizar recursos, consolidando a posição da Whirlpool como líder no setor ao integrar excelência fabril e inovação centrada no consumidor para impulsionar o crescimento sustentável.
Compromisso com a Argentina
Esta decisão não altera o compromisso da empresa em continuar o fornecimento e o atendimento ao cliente na Argentina. O mercado co ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Portal Único pode reduzir em R$ 40 bilhões ao ano o custo do comércio exterior&amp;apos;, diz Alckmin</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Portal Único pode reduzir em R$ 40 bi ao ano custo do comércio exterior&#039;, diz Alckmin
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (25), em Rio Claro (SP), que a conclusão do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex) até dezembro deve reduzir em R$ 40 bilhões por ano os custos das exportações e importações brasileiras.
A afirmação aconteceu durante anúncio de vagas e investimentos na fábrica da Whirlpool, dona da Brastempo e Consul.
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Segundo o ministro, a medida vai acelerar processos logísticos, ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a abertura de novos mercados internacionais.
LEIA TAMBÉM: Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade do Brasil
Segundo ele, a nova unidade da Whirlpool deve se tornar um “hub de exportação”, especialmente para a América Latina.
Alckmin destacou ainda que a demora no desembaraço de cargas em portos e aeroportos gera prejuízos significativos às empresas brasileiras e afirmou que o Portal Único deve reduzir burocracias e custos logísticos.
“Isso reduz o Custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano. Porque a carga parada num navio ou num aeroporto, um dia, custa 0,8% da carga. Se ficar 10 dias parado, já perdeu 8%.”
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (a direita), durante visita na Whirpool em Rio Claro
Fábio Rodrigues/g1
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Fortalecimento da indústria nacional
Durante a coletiva, Alckmin defendeu que a indústria brasileira precisa ampliar sua presença no mercado externo para crescer e citou setores que dependem diretamente das exportações para sobreviver. 
“Tem determinados tipos de indústria que não sobrevivem se não exportar. A Embraer não existiria se ela não vendesse para o mundo inteiro”, afirmou.
O vice-presidente também citou a retomada das atividades da Avibras, em Jacareí (SP), após anos de crise, e relacionou o fortalecimento da indústria nacional à expansão comercial do país. 
O ministro também citou acordos comerciais firmados pelo Mercosul com países como Singapura e membros da Associação Europeia de Livre Comércio (Efta), além das negociações com a União Europeia, como estratégias para ampliar as exportações brasileiras.
REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL:
e
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Caso BRB: BC diz que acompanha instituições financeiras diariamente e nega que prazo de ajuste acabe 29 de maio</title>
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<description><![CDATA[      Banco Central, em imagem de arquivo
Jornal Nacional/ Reprodução
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (25) que a autoridade monetária acompanha as instituições financeiras diariamente em questões relacionadas com seu balanço – equilíbrio entre direitos e obrigações – e liquidez – capacidade de honrar seus compromissos.
Questionado por jornalistas, ele negou que a instituição tenha fixado prazo até a próxima sexta-feira (29) para o Banco Regional de Brasília (BRB) fazer os ajustes necessários após envolvimento com operações irregulares com o Banco Master, liquidado no fim do ano passado.
???? O BRB descumpriu o prazo de entrega do balanço consolidado de 2025, que terminou em 31 de março, ao Banco Central (leia detalhes abaixo).
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.
Segundo Galípolo, eventuais desvios de gestores de bancos não cabem ao Banco Central punir, mas sim entregar indícios à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, que vão julgar conveniente, ou não, abrir investigação e enviar os resultados à Justiça. 
&quot;Há uma confusão de pensar que o BC tem discricionariedade para definir data de liquidação opor caráter punitivo. A instituição, via é de regra, é vítima. A obrigação do BC é tentar encontrar soluções para preservar instituições, até o final. Por essa condição, considerando condições de liquidez e contorno, ficaria mais frágil impor um prazo. Se passa antes por condições de liquidez, de nada adianta o prazo. Vai ter que liquidar a instituição de qualquer jeito&quot;, disse Galípolo.
Celina Leão diz que decisões no BRB podem ter motivado críticas de Ibaneis
BRB descumpriu prazo legal
O banco estatal descumpriu o prazo de entrega do balanço consolidado de 2025, que terminou em 31 de março, ao Banco Central. Em um comunicado, o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação seria postergada em razão da necessidade:
&quot;de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação &#039;Compliance Zero&#039;;
&quot;da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos.&quot;
De acordo com o presidente do Banco Central, as multa estipuladas pela falta de pagamento estão sendo aplicadas. 
A não entrega do balanço levou a agência internacional Moody&#039;s a rebaixar a classificação de risco do banco. A Moody&#039;s apontou, inclusive, risco de que o BRB passe a dar calote em seus compromissos. Segundo o comunicado, o rebaixamento reflete a provável necessidade de injeção de capital na instituição.
Ainda de acordo com a Moody&#039;s, o não cumprimento do prazo &quot;contribui para o aumento da incerteza quanto à situação financeira atual do banco e à sua capacidade de geração de novos negócios&quot;.
Após o descumprimento, o próprio BRB afirmou que iria entregar o balanço em 29 de maio, mês também estipulado pelo banco para que sejam apresentadas as ações do governo do Distrito Federal para recompor o patrimônio da instituição.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após reunião com Lula, Motta diz que PEC do fim da escala 6x1 prevê jornada de 40 horas sem corte de salário e transição de um ano</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/apos-reuniao-com-lula-motta-diz-que-pec-do-fim-da-escala-6x1-preve-jornada-de-40-horas-sem-corte-de-salario-e-transicao-de-um-ano</link>
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<description><![CDATA[      O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (25), após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que a proposta de fim da escala 6x1 deve prever a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salários, e um período de transição de um ano.
Segundo Motta, o texto também deve estabelecer uma implementação escalonada, com redução inicial de duas horas após 60 dias da promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e mais duas horas ao fim de 12 meses (entenda mais abaixo).
Após o encontro, Motta concedeu entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara, onde afirmou que há consenso sobre os principais pontos da proposta e classificou três pilares como “inegociáveis”.
“Começamos essa discussão com questões que são inegociáveis e chegamos ao final desse trabalho com esses pilares bastante consolidados e mantidos”, disse.
- Esta reportagem está em atualização
Agora no g1
Segundo ele, o texto do relator deve prever a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.
“O primeiro ponto, tratando da redução da jornada de trabalho. Estamos garantindo que iremos reduzir de 44 horas para 40 horas semanais. Isso estará no texto do relator”, afirmou.
Motta também disse que o fim da escala 6x1 está assegurado.
“Também, para nós, é inegociável a questão do fim da escala 6x1. Estamos aqui garantindo que os trabalhadores brasileiros passarão a ter, com a aprovação dessa PEC, a redução da escala. Nós acabaremos com a escala 6x1 e garantiremos dois dias de folga para os trabalhadores.”
Ele acrescentou que as mudanças não terão impacto nos salários.
“Aquilo que também para nós é inegociável é fazer tanto a redução da escala quanto da jornada sem ter redução salarial. Esses três pontos são inegociáveis para a Câmara dos Deputados e para o governo.”
Pronunciamento do presidente da Câmara dos Deputados. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta
Marina Ramos / Câmara dos Deputados
Transição de um ano
Apesar do consenso sobre o conteúdo, Motta indicou que o texto deve prever um período de transição para a redução da jornada.
Segundo ele, a proposta será implementada de forma escalonada ao longo de um ano.
“O relator trará o texto logo mais já fazendo, após 60 dias da promulgação da PEC, já faremos a redução de 2 horas imediatamente. Após 12 meses, mais 2 horas. A transição se dará em um ano.”
A previsão contraria a posição defendida por Lula, que tem se manifestado contra a adoção de uma transição longa.
Na última sexta-feira (22), o presidente disse que a redução deveria ser feita de forma imediata.
“Nós defendemos que a redução seja de uma vez. De 44 (horas) para 40 (horas) e fim de papo, sem reduzir salário. Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução”, afirmou.
Impacto sobre MEIs
Motta também disse que tratou com Lula de medidas para mitigar impactos da mudança sobre o mercado de trabalho.
Segundo ele, a ideia é facilitar contratações por microempreendedores individuais (MEIs).
“Tratei com o presidente da República e a nossa ideia é avançar para que o MEI possa contratar mais pessoas, já que estamos reduzindo a jornada de trabalho, para buscar a formalidade do trabalho e reajuste do valor dos MEIs. O presidente está sensível ao apelo que foi proposto por nós”, disse.
Próximos passos
O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), deputado Léo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o parecer ainda nesta segunda, segundo Motta.
A expectativa é que o texto seja votado na comissão especial e, em seguida, no plenário da Câmara. Se aprovado, seguirá para análise do Senado.
Contexto
Paralelamente à PEC, o governo apresentou um projeto de lei sobre o tema, que trata da jornada e da escala de trabalho sem alterar a Constituição.
A proposta enfrenta resistência de representantes do setor produtivo, que apontam aumento de custos, e de economistas, que defendem que a medida seja acompanhada por ganhos de produtividade. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Caixa antecipa para esta segunda pagamento de R$ 8,5 bilhões para trabalhador que tinha optado pelo saque&#45;aniversário</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/caixa-antecipa-para-esta-segunda-pagamento-de-r-85-bilhoes-para-trabalhador-que-tinha-optado-pelo-saque-aniversario</link>
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<description><![CDATA[      A Caixa Econômica Federal informou que antecipou para esta segunda-feira (25) a liberação do pagamento aos trabalhadores que tinham optado pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025.
Serão pagos R$ 8,5 bilhões para cerca de 10,5 milhões de trabalhadores em todo o país.
A expectativa inicial era de que os recursos começassem a ser depositados nas contas-correntes ou poupança dos trabalhadores somente nesta terça-feira (26).
&quot;Os créditos serão realizados automaticamente nas contas bancárias cadastradas no aplicativo FGTS para os trabalhadores elegíveis, que optaram pela modalidade Saque-Aniversário e tiveram contrato de trabalho suspenso ou encerrado entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025&quot;, informou a instituição.
Agora no g1
Os trabalhadores que ainda não possuem conta cadastrada poderão realizar o saque nos canais físicos de atendimento, como agências, lotéricas e terminais de autoatendimento, até 1º de junho de 2026. 
O trabalhador pode consultar se possui crédito a receber e o valor disponível diretamente no aplicativo FGTS, nas opções &quot;Resumo do Seu FGTS - Extrato Detalhado&quot; e “Informações Úteis”. 
O crédito ocorre após a incorporação da rentabilidade mensal do FGTS (juros e atualização monetária), garantindo maior valor disponibilizado. 
&quot;Vale destacar que os trabalhadores nascidos em junho, optantes pelo Saque-Aniversário, receberão os valores previstos na MP nº 1.331/2025 a partir de 01/06/2026, após pagamento da parcela do Saque-Aniversário ou repasse às instituições financeiras previsto para o mês, conforme calendário regular&quot;, acrescentou a Caixa Econômica Federal. 
App FGTS, aplicativo FGTS, saque aniversário, saque calamidade
Stephanie Fonseca/g1
Desenrola 2.0
Também a partir desta segunda-feira (25), os trabalhadores já podem consultar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para utilizá-lo no Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal.
Esse é o primeiro passo para a utilização dos recursos para o abatimento de dívidas bancárias.
Quem aderir à iniciativa poderá usar até 20% do saldo disponível no FGTS ou R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para quitar ou amortizar dívidas em atraso.
O valor será transferido diretamente às instituições financeiras responsáveis pelos contratos renegociados.
Cálculos do governo federal estimam que até R$ 8,2 bilhões do FGTS poderão ser movimentados no âmbito do programa.
Como vai funcionar?
O trabalhador consultará seu saldo e poderá autorizar o banco ao qual está devendo a buscar o valor do saldo disponível para negociação.
Depois, negocia com o banco devedor o valor com desconto da dívida na própria instituição financeira.
Após a consulta do saldo, os bancos e demais instituições financeiras terão prazo estimado de até 30 dias para formalizar os contratos e registrar as informações nos sistemas da Caixa Econômica Federal.
Concluída a validação, a Caixa fará o repasse dos recursos do FGTS diretamente à instituição credora. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Caso BRB: BC diz que acompanha instituições financeiras diariamente e nega que prazo de ajuste acabe dia 29 de maio</title>
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<description><![CDATA[      Banco Central, em imagem de arquivo
Jornal Nacional/ Reprodução
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (25) que a autoridade monetária acompanha as instituições financeiras diariamente em questões relacionadas com seu balanço – equilíbrio entre direitos e obrigações – e liquidez – capacidade de honrar seus compromissos.
Questionado por jornalistas, ele negou que a instituição tenha fixado prazo até a próxima sexta-feira (29) para o Banco Regional de Brasília (BRB) fazer os ajustes necessários após envolvimento com operações irregulares com o Banco Master, liquidado no fim do ano passado.
???? O BRB descumpriu o prazo de entrega do balanço consolidado de 2025, que terminou em 31 de março, ao Banco Central (leia detalhes abaixo).
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Segundo Galípolo, eventuais desvios de gestores de bancos não cabem ao Banco Central punir, mas sim entregar indícios à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, que vão julgar conveniente, ou não, abrir investigação e enviar os resultados à Justiça. 
&quot;Há uma confusão de pensar que o BC tem discricionariedade para definir data de liquidação opor caráter punitivo. A instituição, via é de regra, é vítima. A obrigação do BC é tentar encontrar soluções para preservar instituições, até o final. Por essa condição, considerando condições de liquidez e contorno, ficaria mais frágil impor um prazo. Se passa antes por condições de liquidez, de nada adianta o prazo. Vai ter que liquidar a instituição de qualquer jeito&quot;, disse Galípolo.
Celina Leão diz que decisões no BRB podem ter motivado críticas de Ibaneis
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O banco estatal descumpriu o prazo de entrega do balanço consolidado de 2025, que terminou em 31 de março, ao Banco Central. Em um comunicado, o BRB informou aos acionistas e ao mercado que a divulgação seria postergada em razão da necessidade:
&quot;de conclusão dos trabalhos da auditoria forense contratada para apuração dos eventos relacionados à operação &#039;Compliance Zero&#039;;
&quot;da adequada avaliação, pela Administração da Companhia e pelo Auditor Independente, de seus potenciais impactos.&quot;
De acordo com o presidente do Banco Central, as multa estipuladas pela falta de pagamento estão sendo aplicadas. 
A não entrega do balanço levou a agência internacional Moody&#039;s a rebaixar a classificação de risco do banco. A Moody&#039;s apontou, inclusive, risco de que o BRB passe a dar calote em seus compromissos. Segundo o comunicado, o rebaixamento reflete a provável necessidade de injeção de capital na instituição.
Ainda de acordo com a Moody&#039;s, o não cumprimento do prazo &quot;contribui para o aumento da incerteza quanto à situação financeira atual do banco e à sua capacidade de geração de novos negócios&quot;.
Após o descumprimento, o próprio BRB afirmou que iria entregar o balanço em 29 de maio, mês também estipulado pelo banco para que sejam apresentadas as ações do governo do Distrito Federal para recompor o patrimônio da instituição.
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:00:48 -0300</pubDate>
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<title>Presidente da Bolívia reduz seu salário em 50% em meio a protestos no país</title>
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<description><![CDATA[      Bolívia entra na 4º semana de manifestações contrárias ao governo
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, afirmou nesta segunda-feira (25) que reduzirá seu salário em 50%.
Durante uma cerimônia oficial em Sucre, Paz anunciou que seus ministros também terão os salários cortados pela metade para demonstrar “compromisso com o país”. Os cortes acontecem no momento em que a Bolívia entra na quarta semana de crise política e social. 
Os cortes acontecem no momento em que a Bolívia entra na quarta semana de crise política e social. Os protestos têm agravado os problemas de abastecimento nas cidades de La Paz e El Alto, onde a falta de alimentos, combustíveis e medicamentos já afeta mercados, hospitais e postos de gasolina. 
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Manifestantes enfrentam polícia na Bolívia
Rodrigo Paz, que está no poder há seis meses, enfrenta a pior crise econômica da Bolívia em 40 anos, provocada pela falta de dólares no país.
Nas últimas três semanas, manifestantes bloquearam dezenas de rodovias que dão acesso a La Paz, sede do governo boliviano. Com isso, a cidade passou a enfrentar falta de alimentos, medicamentos e combustível, além do agravamento da inflação, que chegou a 14% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Os manifestantes rejeitam as reformas propostas pelo governo e acusam Paz de ignorar suas reivindicações. O presidente, por sua vez, afirma que o ex-presidente boliviano Evo Morales está por trás dos protestos.
No domingo (24), Morales pediu que o governo convoque novas eleições em até 90 dias. &quot;Para evitar mortes e feridos, a pacificação depende&quot; de sua renúncia e de um &quot;presidente de transição&quot; que convoque eleições dentro desse prazo, afirmou. 
O governo boliviano denunciou as manifestações à Organização dos Estados Americanos (OEA), afirmando que elas tentam “desestabilizar a ordem democrática”. O governo também acusou Morales, considerado foragido e procurado por suposto tráfico de uma menor, de incentivar os protestos.
Presidente entre 2006 e 2019, Morales foi impedido de participar das eleições presidenciais do ano passado após uma decisão constitucional que limitou as reeleições.
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Presidente da Bolívia, Rodrigo Paz.
Claudia Moralez/Reuters ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Francesa Loxam compra controle da brasileira Mills, de locação de máquinas e equipamentos</title>
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<description><![CDATA[      Francesa Loxam compra controle da brasileira Mills, de locação de máquinas e equipamentos.
Divulgação
A Mills informou nesta segunda-feira (25) que os acionistas que controlam a empresa venderam toda a sua participação — equivalente a 50,3% das ações — para a francesa Loxam. A Mills atua no aluguel de máquinas e equipamentos no Brasil.
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O acordo prevê que a Loxam pagará R$ 16 por ação da Mills, valor 22% acima do preço de fechamento dos papéis na última sexta-feira. Segundo a empresa, esse preço ainda será corrigido pela taxa de 70% do CDI entre o 31º dia após o anúncio e a conclusão da operação. O pagamento será feito à vista quando o negócio for finalizado.
A conclusão da compra ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Agora no g1
Depois que assumir o controle da Mills, a Loxam também terá que fazer uma oferta para comprar as ações dos demais acionistas da empresa, pelo mesmo valor pago aos controladores.
Fundada em 1967, a Loxam é considerada a maior empresa de aluguel de equipamentos da Europa. Segundo a Mills, a companhia francesa teve receita líquida de 2,5 bilhões de euros em 2025, possui cerca de 11,6 mil funcionários e opera aproximadamente 1.130 filiais em mais de 28 países. 
A empresa atua no Brasil desde 2015, por meio da Loxam do Brasil e da A Geradora. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira</title>
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<description><![CDATA[      Whirlpool Corporation em Rio Claro
Divulgação
A Whirlpool S.A., dona da Brastemp, Consul e KitchenAid, anunciou a abertura de 200 oportunidades de emprego e investimento de R$ 300 milhões na unidade de Rio Claro, no interior de São Paulo, durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (25).  
A empresa não informou quando iniciará o processo seletivo para preencher as novas vagas. 
Em abril, a empresa anunciou que fechou a fábrica de Pilar, na Argentina, e que iria transferir a produção à cidade. À época, disse que a unidade seria a mais avançada da América Latina, utilizando inteligência artificial e robótica para lidar com as maiores complexidades da produção de lavanderia. 
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&quot;Na prática, a gente já enxerga, de início, 200 empregos diretos na operação de Rio Claro, principalmente operação, mas também com a parte do desenvolvimento de produtos, dos processos e, como a nossa decisão compreende a mais de 50% das peças também serem produzidas por fornecedores locais da região, do Brasil, a gente projeta algo em torno de 2.800 empregos diretos e indiretos&quot;, disse o vice-presidente da Whirlpool, Vinícius Tokuda. 
Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira
Fabio Rodrigues/g1
De acordo com Tokuda, o início da produção na unidade de Rio Claro deve ocorrer em setembro deste ano. &quot;Essa mudança está conectada com dois elementos, um elemento de expansão, mas também um elemento de rearranjo interno conectado com o plano diretor para aumentar o nível de produtividade da nossa produção atual&quot;. 
O vice-presidente da Whirlpool explicou que, a princípio, a operação da unidade de Rio Claro deverá atender o mercado nacional, mas a ideia é entregar produtos para toda a América Latina, tendo a Argentina como um segundo mercado mais relevante à empresa. 
Vice-presidente da Whirlpool, Vinícius Tokuda.
Fabio Rodrigues/g1
&quot;A gente tem o privilégio de ter em Rio Claro um Centro de Desenvolvimento de Lavadoras para o mundo inteiro, então a tecnologia brasileira sendo exportada e a gente conecta aqui a 10 metros de distância entre o Centro de Desenvolvimento e a Fábrica, então a gente espera fazer essa conexão com todas as universidades que a gente tem o privilégio de ter aqui&quot;, disse Tokuda. 
Operação em Rio Claro 
De acordo com o vice-presidente, a unidade de Rio Claro, a partir de setembro, passará com a operação e produção dos produtos já existentes, como lavadoras de carga superior, fogões, fornos e cooktops, somando-se com as lavadoras de carga frontal com uma operação bastante verticalizada. 
&quot;Com grande parte das peças sendo desenvolvidas também em outros parceiros no Brasil [...], então a gente fala em mais de R$ 300 milhões de investimentos para essa decisão, conectado também à geração direta e indireta de 2.800 novos empregos&quot;, afirmou. 
Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira
Fabio Rodrigues/g1
Fechamento de fábrica na Argentina
Segundo comunicado da empresa, a transição tem como objetivo melhorar a eficiência operacional e otimizar recursos, &quot;consolidando a posição da Whirlpool como líder no setor ao integrar excelência fabril e inovação centrada no consumidor para impulsionar o crescimento sustentável&quot;.
A Whirlpool destacou que a decisão &quot;não altera o compromisso da empresa em continuar o fornecimento e o atendimento ao cliente na Argentina&quot;. O mercado argentino seguirá sendo abastecido por produtos fabricados em outros países e distribuídos pela Whirlpool AR.
Ainda segundo a empresa, com a unificação da produção de máquinas de lavar de carga superior (top-loading) e carga frontal (front-loading) em Rio Claro, a unidade se tornará um hub de exportação de classe mundial, responsável por fornecer produtos premium de lavanderia para toda a América Latina.
Whirlpool tem unidade em Rio Claro (SP)
Divulgação
Veja o comunicado na íntegra:
São Paulo, abril de 2026 – A Whirlpool S.A. confirma a transferência da produção anteriormente realizada em Pilar, na Argentina, para sua unidade de manufatura em Rio Claro, no Brasil. Esta transição visa melhorar a eficiência operacional e otimizar recursos, consolidando a posição da Whirlpool como líder no setor ao integrar excelência fabril e inovação centrada no consumidor para impulsionar o crescimento sustentável.
Compromisso com a Argentina
Esta decisão não altera o compromisso da empresa em continuar o fornecimento e o atendimento ao cliente na Argentina. O mercado continuará a ser atendido por produtos fabricados nas diversas unidades globais do grupo e distribuídos pela Whirlpool AR.
Rio Claro como hub mundial
Ao unificar a produção de máquinas de lavar de carga superior (top-loading) e carga frontal (front-loading) em Rio Claro, a Whirlpool está criando um hub de exportação de classe mundial, pronto para fornecer produtos de lavanderia premium para toda a América Latina. Consequentemente, Rio Claro se tornará oficialmen ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar recua em meio a expectativas de acordo entre EUA e Irã; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar recua na sessão desta segunda-feira (25), com baixa de 0,46% por volta das 10h45, cotado a R$ 5,0051. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,37%, aos 176.853 pontos.
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▶️ No cenário internacional, o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã aumentou as expectativas de um possível acordo de paz e da reabertura do Estreito de Ormuz.
Em meio a esse cenário, os preços do petróleo caíam mais de 5% nesta segunda-feira. Por volta das 7h46, o barril do Brent recuava 5,51%, a US$ 94,69, enquanto o WTI dos Estados Unidos caía 5,81%, para US$ 90,99.
▶️ No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington e Teerã haviam “negociado amplamente” um entendimento para um acordo de paz que permitiria a reabertura do Estreito de Ormuz.
▶️ Apesar do avanço nas conversas, os dois lados ainda divergem sobre temas considerados centrais. No domingo, Trump afirmou ter orientado representantes americanos a não acelerarem as negociações neste momento.
▶️ No Brasil, o foco da semana estará na divulgação do IPCA-15, que deve trazer pistas sobre a inflação de maio. Nos próximos dias, os investidores também acompanham a taxa de desemprego de abril.
▶️ Já no campo político, o Congresso deve manter o foco em duas PECs de grande repercussão: na Câmara, a atenção se concentra na PEC 221/2019, que trata da escala de trabalho 6x1. Já no Senado, segue no radar a PEC 65/2023, que prevê autonomia financeira e orçamentária para o Banco Central.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,77%;
Acumulado do mês: +1,54%;
Acumulado do ano: -8,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,61%;
Acumulado do mês: -5,93%;
Acumulado do ano: +9,36%.
Petróleo cai de olho em acordo entre EUA e Irã
Os preços do petróleo despencam nesta segunda-feira (25) diante da expectativa de avanço nas negociações entre EUA e Irã para um possível acordo de paz. 
O movimento levou as cotações da commodity ao menor nível em duas semanas e reduziu parte das preocupações do mercado com o abastecimento global de energia.
Por volta das 7h46 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional, caía 5,51%, cotado a US$ 94,69. Já o petróleo WTI, referência nos EUA, registrava queda de 4,99%, a US$ 91,78 por barril.
A queda ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar no sábado que Washington e Teerã haviam “negociado amplamente” um entendimento para um acordo de paz.
Segundo Trump, a negociação abriria caminho para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passava cerca de um quinto das exportações globais de petróleo e gás natural liquefeito antes do conflito.
Apesar do otimismo inicial, as negociações seguem cercadas de incertezas. 
No domingo, Trump afirmou ter orientado representantes americanos a não acelerarem as conversas. Já nesta segunda-feira, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que Washington espera alcançar um “bom acordo” com o Irã ou adotará “outra abordagem”.
Do lado iraniano, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmou que o país negocia o fim da guerra, mas não discute neste momento questões nucleares — um dos pontos mais sensíveis nas relações entre os dois países.
Mesmo com a expectativa de acordo, analistas avaliam que a normalização do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz ainda deve levar meses, já que instalações de petróleo e gás afetadas pela guerra precisarão passar por reparos.
Mercados globais
Em Wall Street, as bolsas ainda sustentaram um tom positivo. O S&amp;P 500 fechou em alta de 0,37%, o Dow Jones subiu 0,58% e Nasdaq avançou 0,19%. 
Já as bolsas europeias fecharam em alta, com investidores mais otimistas diante da possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã.
O setor de tecnologia liderou os ganhos, impulsionado pelo otimismo com inteligência artificial e pelos resultados da NVIDIA.
Em Londres, o índice FTSE 100 subiu 0,22%, aos 10.466 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 1,15%, aos 24.888 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,37%, aos 8.115 pontos. Já em Milão, o FTSE MIB teve alta de 0,70%, aos 49.510 pontos.
Na Ásia, as bolsas da China e de outros mercados asiáticos fecharam em alta nesta sexta-feira, recuperando parte das perdas do dia anterior. 
Mesmo assim, as ações chinesas acumularam a segunda semana seguida de queda, pressionadas pela realização de lucros em empresas de tecnologia após a forte alta impulsionada pela inteligência artificial (IA).
Na China, o índice de Xangai subiu 0,87%. Já o CSI300, que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, avançou 1,3%, aos 4.845 pontos, embora ainda tenha fechado a semana em queda de 0,3%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 0,86%, aos 25.606 pontos, puxado pelas ações de tecnologia. A Lenovo disparou 20% e atingiu o maior valor em 26 anos.
Dólar opera em alta nesta quarta- ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>NR&#45;1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor nesta terça; veja o que muda</title>
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<description><![CDATA[      NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1) entra em vigor nesta terça-feira (26), e amplia a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores. Anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, a medida reforça a possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. 
A nova regra estava prevista para valer em maio de 2025. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, o governo decidiu adiar a entrada em vigor por um ano. Agora, diante de novos pedidos de prorrogação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que não pretende realizar mais um adiamento.
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“Já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”, disse. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria com acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que não existe hoje.
O Ministério do Trabalho já divulgou um Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, um Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho e um documento de perguntas e respostas para orientar empresas e trabalhadores sobre a atualização da norma. 
Especialistas consideram a medida urgente. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio e insegurança no emprego.
No ano passado, o g1 revelou com exclusividade, com base em dados do Ministério da Previdência Social, que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos, registrado em 2024.
Em 2025, o cenário não só se repetiu como se agravou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por esse motivo, estabelecendo um novo recorde.
O g1 ouviu especialistas e explica, abaixo, as principais dúvidas sobre como a atualização da NR-1 vai funcionar na prática.
o que muda na prática com a atualização da NR-1;
como vai funcionar a fiscalização;
se empresas poderão ser multadas;
o que as empresas terão que fazer;
e o que muda para os trabalhadores.
Capa afastamentos por saúde mental
Luisa Rivas e Otávio Camargo | Arte g1
O que muda na prática com a atualização da NR‑1?
A principal mudança com a atualização da NR‑1 é que os chamados riscos psicossociais — ligados à forma como o trabalho é organizado — passam a integrar o gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos, químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva, conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de gestão entram oficialmente no radar da fiscalização.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta, sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora se tornam exigência explícita dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
“A grande inovação foi deixar explícito que o risco psicossocial faz parte do gerenciamento de riscos. Isso já estava incluído, mas não estava claro para as empresas e para a sociedade”, explica Alexandre Furtado Scarpelli Ferreira, auditor‑fiscal do trabalho e diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).
Segundo ele, a fiscalização passa a olhar menos para equipamentos e mais para a forma como o trabalho é organizado. “Quando a gente fala em risco psicossocial, estamos falando de processo de trabalho: carga, metas, jornada, cadeia de comando, sistemas que não funcionam, falta de autonomia.”
Ou seja: a principal mudança é tornar explícito algo que já estava previsto nas normas trabalhistas. Com isso, o Ministério do Trabalho passa a exigir que as empresas olhem não apenas para máquinas, equipamentos ou riscos físicos, mas também para a dinâmica de trabalho dentro das organizações.
Como vai funcionar a fiscalização? 
Os auditores-fiscais do trabalho têm o direito e o dever de entrar em empresas sem necessidade de autorização judicial para realizar inspeções. Com a atualização da NR-1, a fiscalização passará a olhar para a forma como o trabalho é organizado e executado dentro das empresas.
Na prática, os auditores vão verificar se as empresas identificaram os riscos psicossociais, se eles estão registrados corretamente e se existem medidas concretas para reduzir problemas como pressão excessiva, jornadas abusivas, assédio e sobrecarga de trabalho.
Segundo a auditora-fiscal Odete Reis, a fiscalização será baseada principalmente na análise do trabalho real. 
“A gente verifica se o fator de risco está presente e se ele está sendo gerenciado. Isso é feito por observação do ambiente, entrevistas com trabalhadores e análise de documentos”, afirmou.
Durante as inspeções, os auditores poderão analisar jornadas, cobrança por metas, relação entre chefias  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Acionistas controladores da Mills vendem participação para francesa Loxam SAS</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/acionistas-controladores-da-mills-vendem-participacao-para-francesa-loxam-sas</link>
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<description><![CDATA[ A Mills comunicou nesta segunda-feira que os seus acionistas controladores fecharam a venda da totalidade da sua participação, de 50,3% do capital social da companhia de locação de máquinas e equipamentos do Brasil, para a francesa Loxam SAS. 
O contrato assinado prevê a aquisição das ações que compõem o bloco de controle da Mills por R$16 cada, um prêmio de 22% sobre o preço de fechamento das ações na última sexta-feira, de acordo com o fato relevante da empresa brasileira. O valor será corrigido a partir do 31º dia contado a partir desta segunda-feira e até o efetivo fechamento da operação, por 70% do CDI. O preço integral será pago à vista no fechamento.
O fechamento do negócio está sujeito ao cumprimento de condições suspensivas usuais para operações dessa natureza, incluindo a obtenção da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Uma vez implementada a operação, a Loxam realizará oferta pública de aquisição da totalidade das demais ações de emissão da companhia, pelo mesmo preço por ação pago aos acionistas controladores.
Fundada em 1967, a Loxam é a maior empresa de locação de equipamentos da Europa, de acordo com o fato relevante da Mills sobre a operação, citando receita líquida de 2,5 bilhões de euros em 2025, e tem cerca de 11.600 colaboradores e uma rede de aproximadamente 1.130 filiais em mais de 28 países, distribuídos por quatro continentes. A Loxam está presente no Brasil desde 2015, através da Loxam do Brasil e A Geradora. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Acionistas, controladores, Mills, vendem, participação, para, francesa, Loxam, SAS</media:keywords>
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<title>Saudi Aramco transfere participação na PRefChem para a Petronas</title>
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<description><![CDATA[      Embarcação com carga de GNL da Petronas.
Divulgação
A Saudi Aramco anunciou a transferência do controle total da PRefChem para a Petronas, empresa com sede na Malásia. Com a operação, a Petronas passa a deter integralmente a empresa após assumir a participação acionária da Aramco no negócio.
Segundo as empresas, a transação foi concluída em termos acordados mutuamente entre as partes. A transferência fará com que a PRefChem se torne uma subsidiária integralmente controlada e operada pelo grupo Petronas.
Apesar da mudança societária, Aramco e Petronas afirmaram que continuarão explorando possibilidades de cooperação estratégica e acordos comerciais após a conclusão da transferência.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 
Emirados Árabes Unidos deixam a OPEP ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em queda em meio a expectativas de acordo entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (25) em queda, recuando 0,54% por volta das 9h05, cotado a R$ 5,0008. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.
▶️ No cenário internacional, o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã aumentou as expectativas de um possível acordo de paz e da reabertura do Estreito de Ormuz.
Em meio a esse cenário, os preços do petróleo caíam mais de 5% nesta segunda-feira. Por volta das 7h46, o barril do Brent recuava 5,51%, a US$ 94,69, enquanto o WTI dos Estados Unidos caía 5,81%, para US$ 90,99.
▶️ No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington e Teerã haviam “negociado amplamente” um entendimento para um acordo de paz que permitiria a reabertura do Estreito de Ormuz.
▶️ Apesar do avanço nas conversas, os dois lados ainda divergem sobre temas considerados centrais. No domingo, Trump afirmou ter orientado representantes americanos a não acelerarem as negociações neste momento.
▶️ No Brasil, o foco da semana estará na divulgação do IPCA-15, que deve trazer pistas sobre a inflação de maio. Nos próximos dias, os investidores também acompanham o PIB do primeiro trimestre, que deve apontar mais um período de desaceleração econômica.
▶️ Já no campo político, o Congresso deve manter o foco em duas PECs de grande repercussão: na Câmara, a atenção se concentra na PEC 221/2019, que trata da escala de trabalho 6x1. Já no Senado, segue no radar a PEC 65/2023, que prevê autonomia financeira e orçamentária para o Banco Central.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,77%;
Acumulado do mês: +1,54%;
Acumulado do ano: -8,39%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -0,61%;
Acumulado do mês: -5,93%;
Acumulado do ano: +9,36%.
Guerra no Oriente Médio
Os preços do petróleo voltaram a subir nesta sexta-feira diante do impasse entre EUA e Irã nas negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio, embora novas declarações tenham renovado a expectativa de avanço nas conversas.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que houve “algum progresso” nas negociações, mas reconheceu que ainda não há acordo. 
Segundo ele, o governo de Donald Trump prefere uma solução diplomática, embora mantenha outras alternativas caso as conversas fracassem. O principal impasse continua sendo o programa nuclear iraniano e a situação do Estreito de Ormuz.
Um conselheiro dos Emirados Árabes Unidos afirmou que ainda vê “50% de chance” de um acordo entre EUA e Irã, mas alertou que o Irã pode acabar dificultando as negociações ao endurecer sua posição. Segundo ele, a região precisa de uma solução política para evitar uma nova escalada militar.
Nesta manhã, a Guarda Revolucionária do Irã informou que 35 embarcações comerciais, incluindo petroleiros e navios de carga, atravessaram o Estreito de Ormuz com autorização iraniana nas últimas 24 horas.
Nos EUA, o cenário político também aumentou a cautela dos investidores. Parlamentares adiaram uma votação que poderia pressionar Trump a retirar o país da guerra.
Novo presidente do Fed
Em seu discurso de posse nesta sexta-feira, o novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, afirmou que pretende conduzir uma agenda “voltada para reformas” à frente do banco central americano.
???? Warsh assume o comando do Fed em um momento delicado para a economia dos EUA. Por isso, o mercado acompanha de perto os próximos passos do novo chefe da instituição, já que as decisões sobre os juros americanos influenciam o dólar, as bolsas globais e até a economia brasileira.
Indicado por Donald Trump para substituir Jerome Powell, Warsh chega ao cargo após críticas frequentes de Trump à resistência de Powell em cortar os juros. 
Apesar disso, analistas veem Warsh como um nome técnico, com histórico de atuação mais rígida no combate à inflação. (leia a análise completa)
Hoje, a principal dúvida do mercado é se o novo presidente manterá juros elevados para controlar a inflação ou se poderá abrir espaço para cortes mais adiante. A alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio aumentou a pressão inflacionária e tornou mais difícil uma redução dos juros.
Durante a cerimônia de posse na Casa Branca, Trump afirmou que deseja que Warsh atue com “total independência” no comando do Fed. 
“Não olhe para mim, não olhe para ninguém, apenas faça o que tem que fazer”, declarou o presidente americano.
Mercados globais
Em Wall Street, as bolsas ainda sustentaram um tom positivo. O S&amp;P 500 fechou em alta de 0,37%, o Dow Jones subiu 0,58% e Nasdaq avançou 0,19%. 
Já as bolsas europeias fecharam em alta, com investidores mais otimistas diante da possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e Irã.
O setor de tecnologia liderou os ganhos, impulsionado pelo otimismo com inteligência artificial e pelos resultados da NVIDIA.
Em Londres, o índice FTSE 100 subiu 0,22%, aos 10.466 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 1,15%, aos 24.888 pontos. Em Paris, o CAC  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>INSS inicia o pagamento da segunda parcela do 13º; veja o calendário</title>
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<description><![CDATA[      Décimo terceiro salário
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil
Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta segunda-feira (25) a segunda parcela do 13º salário antecipado pelo governo federal. 
Os pagamentos seguem até 8 de junho, conforme o número final do cartão do benefício, e devem injetar cerca de R$ 78,2 bilhões na economia, segundo o Ministério da Previdência Social (MPS). 
A primeira parcela foi paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio.
Os beneficiários podem consultar o valor do abono pelo site ou aplicativo Meu INSS, na opção “Extrato de Pagamento”.
Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
Veja as datas de pagamento para quem ganha até um salário mínimo:
final 1: 25 de maio;
final 2: 26 de maio;
final 3: 27 de maio;
final 4: 28 de maio;
final 5: 29 de maio;
final 6: 1 de junho;
final 7: 2 de junho;
final 8: 3 de junho;
final 9: 5 de junho;
final 0: 8 de junho,
Quem recebe acima de um salário mínimo:
final 1 e 6: 1 de junho;
final 2 e 7: 2 de junho;
final 3 e 8: 3 de junho;
final 4 e 9: 5 de junho;
final 5 e 0: 8 de junho.
Quem tem direito?
Têm direito ao pagamento segurados que receberam, em 2026, benefícios como aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade.
Quem não terá o direito
Beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e da Renda Mensal Vitalícia, que por lei não têm direito ao 13º.
Como consultar o pagamento?
Site ou app Meu INSS → Acesse com CPF e senha, selecione “Extrato de Contribuição” e baixe o PDF.
Telefone 135 → Atendimento de segunda a sábado, das 7h às 22h. É necessário informar CPF e responder perguntas de segurança.
⚠️ O INSS ressalta que não existe pagamento de 14º salário, como circulam em mensagens falsas nas redes sociais.
INSS inicia pagamento de benefícios de maio
Além do 13º, os aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS começam a receber os pagamentos referentes ao mês de maio a partir desta segunda-feira. 
Os depósitos começam para quem recebe até um salário mínimo. Em seguida, passam a ser feitos os pagamentos para quem ganha acima do piso nacional.
O calendário também é organizado de acordo com o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador (número após o traço). (veja aqui o calendário completo) ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Com alta do petróleo, mercado financeiro passa a projetar inflação acima de 5% neste ano</title>
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<description><![CDATA[      Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa para a inflação em 2026, que ultrapassou a barreira dos 5%. Esta é décima primeira semana seguida de aumento.
As expectativas fazem parte do &quot;Boletim Focus&quot;, divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.
A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, próximo de US$ 95 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). 
➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,92% para 5,04%;
➡️ Para 2027, a expectativa avançou de  4% para 4,01%;
➡️ Para 2028, a previsão continuou em 3,65%;
➡️ Para 2029, a estimativa permaneceu em 3,50%.
Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.
???? Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.
Agora no g1
Corte dos juros
Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.
 Atualmente, a taxa está em 14,50% ao ano — após dois cortes neste ano.
A estimativa do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano na última semana, embutindo reduções no decorrer do ano.
Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 11,25% ao ano.
Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.
Guerra no Oriente Médio atinge diretamente setores da indústria brasileira que usam derivados de petróleo como matéria prima
Jornal Nacional/ Reprodução
Atividade econômica
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,85% para 1,89%.
O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.
Para 2027, a projeção de crescimento do PIB recuou de 1,77% para 1,70%.
Taxa de câmbio
O mercado financeiro baixou sua estimativa para a taxa de câmbio ao fim deste ano de R$ 5,20 para R$ 5,17 por dólar. 
Para o fechamento de 2027, a projeção dos economistas dos bancos caiu de R$ 5,27 para R$ 5,26 por dólar. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>BC diz que liquidação do Master não gerou risco de crise ao sistema financeiro; clientes ressarcidos levaram dinheiro a bancos maiores</title>
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<description><![CDATA[ O Banco Central informou nesta segunda-feira (25) que a liquidação extrajudicial de instituições integrantes do conglomerado Master não gerou efeitos no sistema financeiro nacional.
A análise consta no Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao segundo semestre de 2025. 
&quot;Após a liquidação, clientes ressarcidos pelo FGC [Fundo Garantidor de Créditos] direcionaram recursos principalmente para instituições financeiras (IFs) de maior porte e de maior relevância sistêmica&quot;, acrescentou o BC.
Na semana passada, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, já havia dito que o banco Master relativamente pequeno para oferecer um &quot;risco sistêmico&quot;, e que sua liquidação não oferecia risco.
&quot;Concordo que isso está consternando as pessoas, não é o passivo [dívida do Master]. Mas o que foi feito com o dinheiro. Um banco S3, na terceira divisão do futebol do sistema financeiro, não oferece risco sistêmico, é menor de 0,5% do patrimônio [total do sistema]. O que se chama a atenção é o que se fazia com o dinheiro&quot;, declarou Galípolo, na ocasião.
A liquidação do conglomerado do banco Master foi anunciada pelo BC em novembro do ano passado, retirando a instituição financeira do mercado. 
Na mesma época, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso em uma operação que mirava a venda de títulos de crédito falsos.
&quot;O BC considera que não há risco relevante para a estabilidade financeira. O SFN [sistema financeiro nacional] permanece com capitalização e liquidez confortáveis, e provisões adequadas ao nível de perdas esperadas. Além disso, os testes de estresse de capital e de liquidez demonstram a robustez do sistema bancário&quot;, avaliou a autoridade monetária.
A instituição informou, ainda, que a rentabilidade das instituições financeira permaneceu praticamente estável no segundo semestre do ano passado, demonstrando &quot;resiliência e capacidade de gerar lucros para aumentar o capital&quot;. 
&quot;O crescimento dos resultados operacionais, ainda que em ritmo menor, compensou o aumento do custo com provisões. A margem de crédito seguiu pressionada pela elevação do custo de captação. A rentabilidade continua sem perspectiva de aumento em razão das condições financeiras restritivas e da moderação da atividade econômica, que podem reduzir o crescimento do crédito e das receitas de serviços e aumentar a inadimplência&quot;, concluiu. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Desenrola 2.0: saldo do FGTS disponível pode ser consultado pelo app a partir desta segunda</title>
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<description><![CDATA[ Dinheiro esquecido: governo quer usar parte do valor para financiar o Desenrola 2.0
A partir desta segunda-feira (25), trabalhadores já podem consultar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para utilizá-lo no Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo federal.
Quem aderir à iniciativa poderá usar até 20% do saldo disponível no FGTS ou R$ 1 mil,  prevalecendo o maior valor, para quitar ou amortizar dívidas em atraso. O valor será transferido diretamente às instituições financeiras responsáveis pelos contratos renegociados.
Após a consulta do saldo, os bancos e demais instituições financeiras terão prazo estimado de até 30 dias para formalizar os contratos e registrar as informações nos sistemas da Caixa Econômica Federal. 
Concluída a validação, a Caixa fará o repasse dos recursos do FGTS diretamente à instituição credora.
Cálculos do governo federal estimam que até R$ 8,2 bilhões do FGTS poderão ser movimentados no âmbito do programa. 
Novo Desenrola 
O programa, anunciado no início de maio, foi dividido em quatro categorias voltadas para:
famílias
Fies
empresas
agricultores rurais
Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 
➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.
O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.
Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. O governo também fará um novo aporte de até R$ 5 bilhões.
Limitações para apostadores
Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas online.
&quot;Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet&quot;, declarou o presidente.
Programa também prevê que os bancos perdoem dívidas de até R$ 100.
No fim de 2024, segundo o Banco Central (BC), 117 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo cai mais de 5% com expectativa de acordo entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[ Os preços do petróleo caíram mais de 5% nesta segunda-feira (25) e atingiram o menor nível em duas semanas, diante do aumento do otimismo de que Estados Unidos e Irã estejam próximos de um acordo de paz. 
Apesar disso, os dois países ainda divergem sobre pontos importantes, como a reabertura do Estreito de Ormuz.
Por volta das 7h46 (horário de Brasília), o preço do barri de petróleo tipo Brent recuava 5,51%, a US$ 94,69. Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA caía 5,81%%, para US$ 90,99 por barril. 
No sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Washington e o Irã haviam “negociado amplamente” um entendimento para um acordo de paz que permitiria a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de um quinto das exportações globais de petróleo e gás natural liquefeito antes do conflito.
Ainda assim, os dois lados seguem em desacordo sobre questões consideradas centrais. No domingo, Trump afirmou ter orientado seus representantes a não acelerarem as negociações.
“Já vimos esse cenário antes, mas as negociações acabaram fracassando. Por isso, o mercado deve continuar cauteloso e evitar reações exageradas”, disse Warren Patterson, chefe de estratégia de commodities do ING.
Nesta segunda-feira, os dois países também reduziram as expectativas de um avanço rápido nas conversas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington espera chegar a um “bom acordo” com o Irã ou adotará “outra abordagem”.
Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse que o país negocia o fim da guerra e que, neste momento, não trata de questões nucleares.
Analistas avaliam que a normalização do fluxo de petróleo pelo estreito ainda deve levar meses, enquanto instalações de petróleo e gás danificadas passam por reparos.
“Continuamos acreditando que o principal fator para o mercado de petróleo são os fluxos físicos da commodity e, até agora, o tráfego pelo Estreito de Ormuz segue limitado”, afirmou Giovanni Staunovo, analista da UBS.
Segundo dados de navegação, dois navios-tanque carregados com gás natural liquefeito deixavam o Estreito de Ormuz nesta segunda-feira com destino ao Paquistão e à China. 
Além disso, um superpetroleiro carregado com petróleo iraquiano saiu do Golfo rumo à China no sábado, após permanecer retido por quase três meses.
Nos Estados Unidos, empresas do setor de energia reagiram à alta dos preços domésticos ampliando, pela quinta semana seguida, o número de plataformas de petróleo e gás natural em operação — algo que não acontecia desde fevereiro de 2025.
O total de plataformas de perfuração, indicador da produção futura, subiu em sete unidades na semana encerrada em 22 de maio, chegando a 558, o maior nível desde junho de 2025. 
Ainda assim, a Baker Hughes informou que o número permanece oito plataformas abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>A disparada do custo de vida e dos imóveis em João Pessoa com chegada de jovens que buscam &amp;apos;desacelerar&amp;apos; e &amp;apos;investir&amp;apos;</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/a-disparada-do-custo-de-vida-e-dos-imoveis-em-joao-pessoa-com-chegada-de-jovens-que-buscam-desacelerar-e-investir</link>
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<description><![CDATA[      Disparada do custo de vida e dos imóveis em João Pessoa com chegada de jovens
CACIO MURILO/MTUR
Custo de vida baixo, ruas pouco movimentadas e praias com pouquíssimos turistas. Era assim que as pessoas encontravam a cidade de João Pessoa, capital da Paraíba, quatro anos atrás, quando a publicitária Rebeca Cirino, de 39 anos, se mudou de volta para lá.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Ela e o marido escolheram a cidade para fugir de São Paulo em busca de uma rotina em que pudessem &quot;desacelerar&quot; e tentar dar melhor qualidade de vida à filha. 
A paraibana conta que percebeu o desenvolvimento da capital, se comparada há quinze anos, quando deixou a cidade. Porém, percebeu que o custo de vida aumentou, especialmente de dois anos para cá.
&quot;Quando eu morei aqui, em 2010, era outra realidade. Hoje, a gente sente diferença em tudo, principalmente nos preços&quot;, diz Rebeca.
&quot;Em 2022, o coco era R$ 2. Agora já você já encontra por R$ 6 e até R$7&quot;.
Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
Seu marido, o advogado Ezequiel Ribeiro, de 35 anos, também cita aumento em despesas básicas, como mercado e restaurantes, o que, segundo ele, afeta diretamente o dia a dia.
Eles também sentiram esse impacto ao buscar um novo lugar para morar. O preço médio do metro quadrado praticamente dobrou em poucos anos: de R$ 4,5 mil, em 2019, para R$ 8 mil em 2026, segundo o índice FipeZap. 
&quot;Os preços eram bem mais acessíveis quando chegamos. Hoje, subiram muito, tanto para compra quanto para aluguel&quot;, diz Ezequiel.
A rotina do casal também mudou. &quot;Um trajeto de carro de cinco minutos pode levar meia hora no horário de pico&quot;, diz Rebeca. 
Rebeca e Ezequiel trocaram São Paulo por João Pessoa para &#039;desacelerar&#039;
ARQUIVO PESSOAL via BBC
Para Ezequiel, o trânsito mais intenso está ligado ao crescimento recente, especialmente em bairros como o Bessa, zona Norte da cidade, onde o casal vive. 
&quot;É um dos bairros que está sendo mais ocupado nesses últimos anos. E, a depender do horário em que você sai de casa, você pega um trânsito considerável.&quot;
O avanço populacional ajuda a explicar as transformações. Dados do último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que João Pessoa foi a quinta capital que mais ganha habitantes no país. 
Com uma taxa de crescimento de 1,19% ao ano, a capital paraibana só ficou atrás de Boa Vista (RR), Palmas (TO), Florianópolis (SC) e Cuiabá (MT) no levantamento. 
Isso representou um acréscimo de 110 mil novos moradores em 12 anos, o que posiciona a cidade como um dos principais polos de atração populacional do país hoje. Atualmente, João Pessoa tem 833.932 habitantes, segundo o cálculo mais atual IBGE.
As mudanças na rotina da capital
As mudanças recentes em João Pessoa também são percebidas por quem acompanha a cidade há mais tempo. 
Morador há mais de quatro décadas, o ambientalista Marco Túlio Gusmão, de 58 anos, afirma que o crescimento urbano trouxe uma nova dinâmica para a vida na cidade.
Segundo ele, a valorização imobiliária tem sido um dos principais vetores dessas transformações. 
A capital paraibana registrou a segunda maior valorização entre todas as capitais do país, com uma alta de 15,15%, índice superado apenas por Salvador (16,25%) e ficando à frente de mercados tradicionais como Vitória e São Paulo. Foi a maior alta anual da história de João Pessoa desde que a cidade começou a ser monitorada pelo Índice FipeZAP.
&quot;Esse aumento acaba impactando o custo de vida de forma geral, refletindo em serviços, lazer e consumo cotidiano&quot;, diz Marco Túlio.
Segundo Marco Tulio, a valorização imobiliária é um dos principais fatores para o aumento do custo de vida em João Pessoa
ARQUIVO PESSOAL via BBC
Marco Túlio diz que o aumento da população, acompanhado pelo crescimento urbano acelerado, ocorre especialmente em áreas próximas ao litoral. Esse movimento, segundo ele, também alimenta discussões sobre gentrificação. 
O aumento pela procura por imóveis eleva seu preço, e, com isso, cresce o risco de fazer com que as pessoas que vivem nestas áreas há mais tempo tenham que se mudar para regiões mais afastadas porque não conseguem pagar os novos preços.
O ambientalista também nota um aumento na circulação nas regiões litorâneas, impulsionado pelo turismo e pela chegada de novos moradores, principalmente após a pandemia. As praias, por exemplo, passaram a ficar mais cheias.
Esse movimento ocorre em paralelo ao crescimento da frota de veículos. Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) mostram que o número de automóveis na capital passou de 474 mil, em 2024, para mais de 501 mil em 2026. 
O aumento reflete o adensamento urbano e impacta diretamente o tempo de deslocamento entre bairros, como mencionado por moradores da capital paraibana ouvidos pela reportagem.
Apesar das mudanças, Marco Túlio afirma que a cidade ainda mantém características que levam pessoas a se mudar para João Pessoa, como a busca por maior contato com a natureza e por uma maior qu ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 06:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>NR&#45;1: Regra que amplia fiscalização sobre saúde mental no trabalho entra em vigor em maio; veja o que muda</title>
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<description><![CDATA[      NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1) entra em vigor nesta terça-feira (26), e amplia a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores. Anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, a medida reforça a possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. 
A nova regra estava prevista para valer em maio de 2025. Após pressão de empresas e sindicatos patronais, o governo decidiu adiar a entrada em vigor por um ano. Agora, diante de novos pedidos de prorrogação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que não pretende realizar mais um adiamento.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
“Já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”, disse. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria com acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que não existe hoje.
O Ministério do Trabalho já divulgou um Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, um Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho e um documento de perguntas e respostas para orientar empresas e trabalhadores sobre a atualização da norma. 
Especialistas consideram a medida urgente. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio e insegurança no emprego.
No ano passado, o g1 revelou com exclusividade, com base em dados do Ministério da Previdência Social, que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos, registrado em 2024.
Em 2025, o cenário não só se repetiu como se agravou: mais de meio milhão de licenças foram concedidas por esse motivo, estabelecendo um novo recorde.
O g1 ouviu especialistas e explica, abaixo, as principais dúvidas sobre como a atualização da NR-1 vai funcionar na prática.
o que muda na prática com a atualização da NR-1;
como vai funcionar a fiscalização;
se empresas poderão ser multadas;
o que as empresas terão que fazer;
e o que muda para os trabalhadores.
Capa afastamentos por saúde mental
Luisa Rivas e Otávio Camargo | Arte g1
O que muda na prática com a atualização da NR‑1?
A principal mudança com a atualização da NR‑1 é que os chamados riscos psicossociais — ligados à forma como o trabalho é organizado — passam a integrar o gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas, ao lado de riscos físicos, químicos, biológicos e de acidentes.
Na prática, situações como metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio moral ou sexual, pressão excessiva, conflitos interpessoais, falta de autonomia e falhas de gestão entram oficialmente no radar da fiscalização.
Esses fatores já eram analisados de forma indireta, sobretudo a partir das normas de ergonomia, mas agora se tornam exigência explícita dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
“A grande inovação foi deixar explícito que o risco psicossocial faz parte do gerenciamento de riscos. Isso já estava incluído, mas não estava claro para as empresas e para a sociedade”, explica Alexandre Furtado Scarpelli Ferreira, auditor‑fiscal do trabalho e diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).
Segundo ele, a fiscalização passa a olhar menos para equipamentos e mais para a forma como o trabalho é organizado. “Quando a gente fala em risco psicossocial, estamos falando de processo de trabalho: carga, metas, jornada, cadeia de comando, sistemas que não funcionam, falta de autonomia.”
Ou seja: a principal mudança é tornar explícito algo que já estava previsto nas normas trabalhistas. Com isso, o Ministério do Trabalho passa a exigir que as empresas olhem não apenas para máquinas, equipamentos ou riscos físicos, mas também para a dinâmica de trabalho dentro das organizações.
Como vai funcionar a fiscalização? 
Os auditores-fiscais do trabalho têm o direito e o dever de entrar em empresas sem necessidade de autorização judicial para realizar inspeções. Com a atualização da NR-1, a fiscalização passará a olhar para a forma como o trabalho é organizado e executado dentro das empresas.
Na prática, os auditores vão verificar se as empresas identificaram os riscos psicossociais, se eles estão registrados corretamente e se existem medidas concretas para reduzir problemas como pressão excessiva, jornadas abusivas, assédio e sobrecarga de trabalho.
Segundo a auditora-fiscal Odete Reis, a fiscalização será baseada principalmente na análise do trabalho real. 
“A gente verifica se o fator de risco está presente e se ele está sendo gerenciado. Isso é feito por observação do ambiente, entrevistas com trabalhadores e análise de documentos”, afirmou.
Durante as inspeções, os auditores poderão analisar jornadas, cobrança por metas, relação entre chefias  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Nova CNH: carro particular usado em aulas de direção e prova pode não ter cobertura do seguro</title>
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<description><![CDATA[      Exame de direção em São Paulo (SP)
divulgação/Detran/SP
Desde dezembro de 2025, é possível usar um carro particular para fazer as aulas práticas e exame prático para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).  
A medida foi publicada na resolução 1.020/2025 do Conselho Nacional do Trânsito (Contran) e alguns estados já aderiram.
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Mas como fica o seguro do carro nesse caso? Quem cede o veículo particular para um aluno não habilitado fazer aulas e prova está coberto? 
O g1 consultou advogados especialistas e seguradoras para saber se, em caso de acidente nessas situações, o carro estaria coberto pela apólice. 
Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
Algumas seguradoras já afirmaram que os termos do contrato não preveem um condutor sem CNH e, por isso, a apólice não deve cobrir danos causados durante as aulas e prova. Outras seguradoras não quiseram participar da reportagem. 
O que dizem as seguradoras 
Keila Farias, vice-presidente da comissão de auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) disse em nota que as mudanças recentes nas regras de formação de condutores criam uma situação nova para o mercado, que ainda está em processo de avaliação e eventual adaptação de produtos e coberturas a essa realidade. 
“De forma geral, a cobertura do seguro depende das condições contratadas e da adequação do uso informado na apólice”, orienta Keila.“Como, nesse contexto, o veículo passa a ser utilizado em uma finalidade distinta do uso particular originalmente declarado, é fundamental que o segurado consulte previamente sua seguradora.” 
Exame, teste, Detran-PR, Carteira Nacional de Habilitação, CNH, baliza, Paraná, Curitiba
Allan Marba/Detran-PR
Em caso de seguros que preveem proteção de danos a terceiros, Keila explica que a existência dessa possibilidade no contrato, por si só, não permite garantir automaticamente a cobertura nessa situação específica. 
“Como se trata de um contexto novo, ainda em assimilação pelo mercado, cada seguradora poderá estabelecer critérios próprios e promover adequações em seus produtos para contemplar esse tipo de utilização”, diz a vice-presidente da FenSeg. 
Segundo a entidade, a orientação mais segura é que o segurado consulte sua seguradora ou corretor para verificar se há necessidade de ajuste nas informações prestadas ou nas coberturas contratadas. 
Isso não impede, de acordo com Keila, que as seguradoras promovam adequações em seus produtos. “Neste momento, a recomendação é buscar confirmação prévia antes da utilização do veículo nessa condição”, recomenda. 
Sem cobertura 
Thales Lemos, diretor de seguro auto da Mapfre explica que, atualmente, não há cobertura técnica para condutor não habilitado e pessoas sem CNH. Se o segurado emprestar o veículo para que uma pessoa sem habilitação realize a prova prática do Detran, haverá negativa da indenização pela seguradora. 
Em relação a danos a terceiros, Lemos explica que também não há cobertura. “Como conduzir um veículo sem habilitação é uma situação excluída do seguro, danos causados a outras pessoas durante a prova também estão fora da cobertura”, explica. 
A recomendação, segundo Lemos, é ter cautela antes de permitir o uso do veículo por alguém sem CNH para aulas e exames: 
Ler com atenção as condições da apólice; 
Verificar se o condutor principal aparece no perfil de risco; 
E, em caso de pessoas não habilitadas, evite permitir o uso do veículo; 
Consulte o corretor e a seguradora para tirar dúvidas. 
Fábio Morita, diretor-executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros, diz que utilizar o carro particular no exame prático da CNH pode trazer mais conforto e familiaridade ao candidato, mas também exige atenção do proprietário do veículo em relação às regras do seguro. 
“De maneira geral, as apólices de seguro de automóvel não cobrem os sinistros ocorridos durante a sua condução por uma pessoa não habilitada, incluindo as situações em que o candidato esteja realizando o exame para a aquisição da CNH”, explica Morita. 
De acordo com o executivo, isso se aplica não apenas ao seguro de veículos da Allianz, mas sim como uma prática de mercado, incluindo qualquer seguradora. 
Exame prático feito pelo Detran-SP
divulgação/Detran-SP
“Desta forma, embora o proprietário possa ceder o veículo para a realização da prova, possíveis danos causados durante o exame, sejam eles no próprio carro ou a terceiros, não estão cobertos pelo seguro” alerta Morita. 
O executivo da Allianz diz que o mesmo entendimento vale para as coberturas adicionais, como despesas médicas, indenizações e eventuais custos judiciais decorrentes de um acidente. 
Morita aconselha que o segurado consulte antes a seguradora e o corretor para entender as condições que estão na apólice. “Também é fundamental que o deslocamento do veículo até o local da prova seja feito por um motorista devidamente habilitado, conforme as regras de trânsito”, explica o executivo. 
Ao longo da  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 04:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Corpus Christi é feriado? Veja em quais capitais haverá folga</title>
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<description><![CDATA[      Quais são os próximos feriados de 2026? Spoiler: restam seis
O mês de junho mal começou e muitos trabalhadores já estão de olho no próximo feriadão: o Corpus Christi, celebrado em 4 de junho, que pode render um descanso prolongado de até quatro dias.
A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional. Ou seja: estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso para quem folga na sexta-feira ou no fim de semana. 
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Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 — e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.
Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja escalado, tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.
Das 27 capitais brasileiras, 20 decretaram Corpus Christi como feriado, quatro adotaram ponto facultativo e três ainda não publicaram decretos sobre o assunto. (veja a lista abaixo)
Consideram feriado
Aracaju (SE)
Belo Horizonte (MG)
Boa Vista (RR)
Brasília (DF)
Campo Grande (MS)
Cuiabá (MT)
Curitiba (PR)
Florianópolis (SC)
Fortaleza (CE)
Goiânia (GO)
Macapá (AP)
Maceió (AL)
Manaus (AM)
Natal (RN)
Rio de Janeiro (RJ)
Salvador (BA)
São Luís (MA)
São Paulo (SP)
Teresina (PI)
Vitória (ES)
Consideram ponto facultativo
Belém (PA)
Porto Velho (RO)
Porto Alegre (RS)
Rio Branco (AC)
Sem decreto
João Pessoa (PB)
Recife (PE)
Palmas (TO) 
Cesário Lange bagaço de cana para confeccionar tapetes de Corpus Christi
Arquivo Pessoal/Deivisom Souza
O que é ponto facultativo?
Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. Essa medida costuma ser adotada em dias úteis que ficam entre feriados e fins de semana.
No setor privado, como a data é considerada ponto facultativo e não feriado, as empresas não são obrigadas a dispensar seus funcionários.
Quais são os próximos feriados de 2026? 
Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.
Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).
Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.
Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:
7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
2 de novembro, Finados (segunda-feira)
15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:
4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)
5 de junho (sexta-feira)
28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)
O g1 preparou um calendário com todos os pontos facultativos e feriados nacionais de 2026. Confira:
Calendário 2026
g1
* Com colaboração de g1 Acre, g1 Alagoas, g1 Amapá, g1 Amazonas, g1 Bahia, g1 Ceará, g1 Distrito Federal, g1 Espírito Santo, g1 Goiás, g1 Maranhão, g1 Mato Grosso, g1 Mato Grosso do Sul, g1 Minas Gerais, g1 Pará, g1 Paraíba, g1 Paraná, g1 Pernambuco, g1 Piauí, g1 Rio de Janeiro, g1 Rio Grande do Norte, g1 Rio Grande do Sul, g1 Rondônia, g1 Roraima, g1 Santa Catarina, g1 São Paulo, g1 Sergipe e g1 Tocantins.
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<pubDate>Mon, 25 May 2026 01:00:43 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Huawei propõe novo caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025
REUTERS/Go Nakamura
A Huawei afirmou neste domingo (24, já segunda-feira, 25, em Xangai) que espera projetar chips de ponta até 2031 com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro, apesar das sanções dos Estados Unidos. As sanções dificultam que a China obtenha os equipamentos necessários para fabricar esses chips.
A projeção foi feita em apresentação da Huawei sobre o que ela chama de &quot;Lei de Escalonamento Tau&quot; (Tau Scaling Law), um novo princípio proposto para aprimorar chips em um momento em que a indústria já não pode depender principalmente da redução do tamanho dos transistores.
Agora no g1
Embora a empresa não tenha apresentado dados independentes de desempenho, a meta é significativa porque o processo de 1,4 nm deve estar próximo da fronteira global da fabricação avançada de chips no fim desta década.
(Reportagem de Che Pan, Eduardo Baptista e Casey Hall; edição de Muralikumar Anantharaman) ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 23:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Diretor de banco pede desculpas após chamar funcionários de &amp;apos;capital humano de menor valor&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Diretor-executivo do banco Standard Chartered, Bill Winters
Paul Yeung/Bloomberg via Getty Images
O diretor-executivo do banco Standard Chartered pediu desculpas após descrever funcionários cujos postos de trabalho poderiam ser substituídos por inteligência artificial como &quot;capital humano de menor valor&quot;.
Durante uma conferência recente, ao falar sobre como a automação provavelmente provocará milhares de demissões no banco, Bill Winters afirmou que não se tratava de reduzir custos, mas de &quot;substituir, em alguns casos, capital humano de menor valor por capital financeiro e capital de investimento que estamos aportando&quot;.
Posteriormente, ele tentou contextualizar os comentários em uma publicação no LinkedIn e lamentou suas palavras por terem &quot;incomodado alguns colegas&quot;.
Ele acrescentou que está comprometido em ajudar os funcionários a &quot;lidar com o ritmo acelerado das mudanças&quot;.
Agora no g1
O avanço das ferramentas de inteligência artificial (IA) tem alimentado previsões de grandes perdas de empregos, especialmente entre trabalhadores do setor de tecnologia e recém-formados.
Amazon, Meta e Microsoft, assim como diversas empresas de serviços financeiros, já atribuíram à IA dezenas de milhares de demissões ao longo do último ano.
O Standard Chartered é um banco global com sede no Reino Unido e emprega, segundo estimativas, cerca de 82 mil pessoas, a maioria em funções de back-office (operações internas).
Na primeira publicação, Winters afirmou que queria esclarecer o que disse — e os motivos das expressões utilizadas — durante a conferência com investidores.
Ele explicou que o banco havia compartilhado sua previsão de que os cargos de back-office seriam reduzidos em cerca de 15% ao longo dos próximos quatro anos — o equivalente a aproximadamente 7,8 mil empregos.
&#039;Na mais alta estima&#039;
Durante anos, o banco ajudou funcionários &quot;cujos cargos poderiam ser deslocados pela automação a desenvolver as habilidades necessárias para acessar novas oportunidades dentro da nossa organização&quot;, afirmou Winters.
&quot;Foi nesse contexto que mencionei que funções de menor valor são mais vulneráveis à automação e que temos a responsabilidade de ajudar nossos colegas a fazer a transição para funções de maior valor&quot;, escreveu.
&quot;É isso que um empregador responsável deve fazer, e tenho orgulho de dizer que nosso histórico no apoio a transições internas é sólido.&quot;
Em uma publicação posterior, ele afirmou que, embora tenha recebido &quot;muito apoio&quot; em resposta à primeira mensagem, as pessoas ainda tinham dúvidas; por isso, decidiu compartilhar uma transcrição de seus comentários originais, para que pudessem entender melhor &quot;o ponto importante que eu estava tentando fazer&quot;.
Segundo ele, o texto completo de suas declarações demonstrava que ele tem todos os colegas &quot;na mais alta estima&quot; e que a instituição está &quot;totalmente comprometida em ajudá-los a se adaptar ao ritmo acelerado das mudanças pelas quais nossa indústria está passando&quot;.
Na seção de comentários da segunda publicação, uma pessoa disse ter dificuldade em perceber a diferença entre o que foi dito na conferência e as declarações escritas.
&quot;Ou foi uma escolha de palavras infeliz, ou se tratava de uma convicção genuína expressa exatamente da forma como pretendia&quot;, escreveu.
Outro usuário comentou: &quot;Ele será lembrado para sempre como o cara que acha que seus funcionários são de &#039;menor valor&#039;&quot;.
Em um memorando interno enviado no início desta semana — e ao qual a BBC teve acesso —, Winters afirmou aos funcionários que entendia que a recente cobertura da imprensa pudesse ser &quot;perturbadora quando reduzida a manchetes simples ou a uma frase tirada de contexto&quot;.
Após agradecer aos colegas, acrescentou que o banco dará prioridade à realocação &quot;sempre que possível&quot; e que, nos casos em que houver mudanças, &quot;vamos administrá-las com reflexão e cuidado&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena 30 anos: duas apostas dividem o prêmio de mais de R$ 336 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Mega-Sena, concurso 3.010: confira os números sorteados
O sorteio do concurso 3.010 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (24), em São Paulo. O concurso era especial de 30 anos da loteria e não acumulava. O prêmio foi de R$ 336.340.053,67. 
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Veja os números sorteados: 03 - 30 - 33 - 35 - 45 - 47. 
6 acertos - 2 apostas ganhadoras, R$ 168.170.026,83.
5 acertos - 590 apostas ganhadoras, R$ 13.890,02.
4 acertos - 37.565 apostas ganhadoras, R$ 311,65. 
Resultado do concurso 3010 da Mega-Sena
Reprodução
O próximo concurso da Mega será realizado às 21h do dia 26 de maio. As apostas podem ser feitas até as 20h do dia 26 de maio pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país.
O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Acompanhe os sorteios no site do g1
Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube
A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.
Agora no g1
Para apostar na Mega-Sena
A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h — saiba como fazer a sua aposta online. 
Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
Volante da Mega-Sena
Ana Marin/g1 ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 12:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Mega-Sena, anos:, duas, apostas, dividem, prêmio, mais, 336, milhões</media:keywords>
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<title>Óculos inteligentes viram febre em pegadinhas, mas acendem alerta sobre exposição indevida nas redes</title>
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<description><![CDATA[      Óculos inteligentes viram febre em pegadinhas nas redes com exposição de terceiros
A popularização dos óculos inteligentes tem impulsionado um novo tipo de conteúdo nas redes sociais: pegadinhas gravadas secretamente com pessoas desconhecidas. Os vídeos, porém, levantam preocupações sobre privacidade e exposição de pessoas sem consentimento.
Os óculos inteligentes são modelos com lentes de grau ou de sol que trazem câmeras, microfones e alto-falantes embutidos. Eles permitem gravar vídeos, tirar fotos e atender ligações sem precisar tirar o celular do bolso. Alguns incluem IA para traduzir textos em tempo real, responder dúvidas sobre o que o usuário está vendo e publicar conteúdo diretamente nas redes sociais.
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Dispositivos como o Ray-Ban Meta, lançado no Brasil em setembro de 2025, têm uma luz que indica quando estão gravando. Mas alguns usuários danificam esse LED para que as pessoas não percebam que estão sendo filmadas.
Esse tipo de vídeo tem se tornado cada vez mais viral no Brasil e em outros países em plataformas como TikTok e Instagram. Alguns acumulam milhões de visualizações.
Pegadinha do supermercado usando óculos inteligentes.
Reprodução/TikTok
Há diferentes estilos de pegadinhas com óculos inteligentes nas redes sociais. Em uma das mais populares, a pessoa esconde um cartão de crédito ou débito com pagamento por aproximação dentro da embalagem de algum produto.
Ao passar no caixa do supermercado, ela aproxima o produto da maquininha e o pagamento é aprovado. Usando os óculos com câmera, o autor grava a reação de surpresa do funcionário ao ver a compra ser paga sem um cartão visível.
Em parte dos vídeos vistos pelo g1, o criador revela no fim que se trata de uma brincadeira e pede autorização para publicar nas redes. Em outros casos, não fica claro se houve consentimento das pessoas filmadas antes da postagem.
Pode isso?
A advogada Patrícia Peck explica que ser filmado em público sem autorização não implica automaticamente crime ou indenização. Ainda assim, o risco legal aumenta quando não há aviso claro ou consentimento. (saiba mais abaixo)
&quot;Por isso, mesmo que a gravação busque uma reação espontânea, é necessário obter consentimento específico antes da publicação&quot;, diz.
Em nota, a Meta reforçou que há um alerta luminoso que indica quando os dispositivos estão gravando e que os usuários são &quot;responsáveis por cumprir todas as leis aplicáveis e por usar os óculos de forma segura e respeitosa&quot;. A empresa não comentou os casos em que o LED do produto é danificado. (leia a íntegra ao final da reportagem)
A empresa afirma que os óculos não capturam imagens quando o LED está &quot;tapado&quot;. Mas o g1 testou o dispositivo e, ao cobrir o LED com o dedo, os óculos continuaram gravando após um comando de voz. A mensagem para liberar o sensor só apareceu ao pressionar o dedo com mais força e direcionar os óculos para um ambiente mais escuro. (veja abaixo)
Já o TikTok afirmou que analisou alguns dos vídeos compartilhados pelo g1 e que &quot;todos foram removidos por violarem as Políticas de Privacidade da plataforma&quot;.
Contas no Instagram e no TikTok fazem pegadinhas com anônimos usando óculos inteligentes.
Reprodução/TikTok
Em janeiro, o portal de tecnologia Mashable denunciou casos nos Estados Unidos de criadores de conteúdo usando esses dispositivos para assediar mulheres e tirar sarro de pessoas em situação de rua e trabalhadores — como no caso do supermercado.
Para especialistas, as discussões e regras sobre o uso de óculos inteligentes ainda estão em desenvolvimento. Mesmo assim, algumas empresas já começaram a rever a presença desses dispositivos em seus espaços.
Em 2025, a MSC Cruzeiros, por exemplo, passou a proibir o uso do equipamento em áreas comuns dos navios, como piscinas. O embarque, porém, continua permitido. Segundo a empresa, a medida busca &quot;proteger a privacidade e a segurança de hóspedes e tripulantes&quot;.
&quot;Eu não posso ter um passageiro no navio capturando imagem de terceiros e postando direto na internet. Considerando tanto regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) como da Constituição Federal, você teria que fazer o aviso prévio da captura em si de imagens e deixar claro a finalidade&quot;, contou ao g1 Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital, em 2025. 
Tática para inibir sinal de filmagem 
Óculos da Meta têm LED para indicar quando estão gravando ou tirando foto.
Darlan Helder/g1
Entre as formas de burlar o aviso de gravação, existem adaptadores à venda que cobrem a luz indicativa e até técnicas na internet que ensinam como desativar esse alerta de privacidade, conta Ronaldo Lemos, advogado e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio).
Isso ganha relevância porque o uso desses dispositivos é mais discreto do que o de um celular. No smartphone, é preciso tirar o aparelho do bolso e apontá-lo para alguém. Já com os óculos, esse gesto praticamente desaparece, analisa Lemos.
&quot;Se o aparelho vem ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Preços do café tradicional e gourmet caem, mas descafeinado e especial sobem mais de 15% em abril</title>
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<description><![CDATA[      Imagem ilustrativa de xícara com café e grãos de café.
Reprodução
Os preços de quase todos os tipos de café, como o tradicional e o gourmet, caíram em abril na comparação com o mesmo mês de 2025, com a expectativa de crescimento da colheita. O descafeinado e o especial foram exceções e subiram mais de 15%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
O preço médio do quilo do café tradicional e extraforte, por exemplo, caiu 15,5% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, para R$ 55,34. O café superior recuou 12,6%, para R$ 70,37, enquanto o gourmet teve queda de 3,7%, para R$ 106,66.
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O café em cápsula também ficou mais barato: o preço médio do quilo caiu 9,4%, para R$ 364,16. Já o drip coffee registrou queda de 5,2%, com preço médio de R$ 238,38.
Preço médio do quilo do café em abril de 2025 e abril de 2026.
Arte/g1
Entenda a diferença entre café extraforte, tradicional, gourmet e especial
Na contramão, o descafeinado ficou 21% mais caro em relação a abril do ano passado, com o preço médio chegando a R$ 114,93. Já o especial, segmento mais premium do mercado, teve alta de 16,8%, para R$ 161,26.
O café solúvel ficou praticamente estável no período, com leve alta de 0,5%, para R$ 224,99.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
☕ Por que descafeinado e especial ficaram mais caros?
Celírio Inácio da Silva, diretor-executivo da Abic, explica que o café descafeinado tem ficado mais caro porque grande parte das empresas brasileiras ainda não realiza o processo de descafeinação no país.
Segundo ele, esse processo, considerado bastante complexo, costuma ser feito na Suíça, e os custos de envio e processamento ainda não diminuíram.
“O café é enviado ao exterior para passar pelo processo de descafeinação e depois retorna ao Brasil”, detalha.
Segundo ele, o Brasil ainda tem poucas indústrias capazes de fazer a descafeinação de café em larga escala. Entre elas estão a Cocam, a Eisa e, mais recentemente, a DM Descafeinadores do Brasil, considerada hoje a maior do país.
Outro motivo para o encarecimento é o fato de o descafeinado ter um público mais restrito. Os cafés em cápsula, por exemplo, também são em grande parte importados, mas ficaram mais baratos após ganharem espaço no mercado brasileiro.
Os cafés especiais também são um caso à parte. Silva explica que o aumento de preço desse produto está relacionado aos custos de produção, ao consumo restrito e à baixa distribuição pelo Brasil.
&quot;Para obter um café com a pontuação necessária para ser classificado como &#039;especial&#039;, o produtor precisa gastar muito mais do que gastaria com o café comum. Essa diferença de custo no campo se reflete diretamente no preço final&quot;, diz Silva.
O g1 já mostrou o passo a passo de como é feito um café especial. Reveja no vídeo abaixo.
De onde vem o que eu bebo: o café especial que faz o Brasil ser premiado no exterior
Além disso, ao contrário dos cafés tradicionais, o café especial não é produzido em larga escala. Como o volume é menor, os custos de produção e manutenção não são diluídos da mesma forma que acontece nas grandes lavouras.
Silva destaca ainda que o café especial representa apenas 1% do consumo total de café no Brasil.
&quot;Por ser um mercado muito restrito e com uma diferença de preço considerável em relação ao café do dia a dia, ele ainda não atingiu um patamar de distribuição que permita a redução dos preços&quot;, diz o diretor da Abic.
Segundo ele, a entidade tem trabalhado junto à Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para ampliar a distribuição desses cafés pelo país.
Maioria dos cafés estão mais baratos
Apesar das particularidades do descafeinado e do especial, o café do dia a dia tem ficado um pouco mais barato após anos de alta nos preços.
A disparada dos preços foi resultado de problemas climáticos que afetaram as lavouras entre 2021 e 2024, como secas, calor intenso e geadas, que reduziram a produção.
&quot;Em 2024, o preço da matéria-prima (grão de café) teve um aumento severo, ultrapassando 120%. Isso resultou em um repasse direto de mais de 73% para as prateleiras em 2025, o que assustou o consumidor&quot;, lembra Silva.
De janeiro a abril de 2025, por exemplo, o consumo de café caiu 5% em relação ao mesmo período de 2024. Já nos quatro primeiros meses deste ano, a tendência começou a se inverter, com alta de 2,44% no consumo, segundo a Abic.
&quot;A recuperação começou a se desenhar em setembro de 2025, quando a florada indicou uma boa produção para a safra seguinte&quot;, diz Silva.
&quot;Até o momento, a produção de 2026 segue dentro do esperado, sem notícias de problemas climáticos graves. Se o clima permanecer favorável, a tendência é de maior crescimento no consumo e de manutenção da queda gradual dos preços ao longo do ano&quot;, diz.
Apesar disso, o diretor da Abic avalia que dificilmente os preços do café voltarão aos patamares de 2020, antes da disparada dos preços.
&quot;Após quatro anos de dificuldades na produção, os estoques mundiais estão muito b ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>‘Personal organizer’: como o serviço de organização exclusiva virou negócio que rende até R$ 20 mil por mês</title>
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<description><![CDATA[      &#039;Personal organizer&#039;: como o serviço de organização virou negócio que rende até R$ 20 mil
Imagine ter um guarda-roupa organizado por cores, tipos de peças, alturas e estações, ou uma cozinha em que cada item está exatamente onde faz sentido para o uso diário. Essa rotina, antes associada quase exclusivamente às celebridades, tornou-se cada vez mais comum graças ao trabalho das personal organizers — ou organizadoras pessoais, em português.
Essas profissionais organizam ambientes de forma funcional, com foco na otimização de espaço, praticidade na rotina e bem-estar do cliente. O serviço é personalizado, varia conforme o perfil do cliente e, em alguns casos, pode render até R$ 20 mil por mês, embora os ganhos dependam da experiência da profissional, da região e do tipo de projeto realizado.
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Segundo Ana Alarcon, presidente da Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade (ANPOP), a atuação vai muito além da estética. “O trabalho começa entendendo a rotina e as necessidades de cada cliente. Não existe organização padrão, porque cada casa e cada pessoa funcionam de um jeito”, afirma.
De acordo com o Sebrae, a maior parte das personal organizers atua em residências, organizando desde um único cômodo até imóveis inteiros. O mercado, no entanto, também alcança nichos específicos, como organização de closets, assessoria de mudanças e até ambientes corporativos, incluindo escritórios, consultórios e lojas.
A profissão começou a se estruturar na década de 1980, nos Estados Unidos. Embora não haja registros históricos precisos sobre esse início, a atividade foi ganhando espaço em outros países ao longo dos anos. No Brasil, o movimento começou por volta dos anos 2000 e passou a se consolidar há cerca de 15 anos, ainda de forma pouco conhecida no início.
O boom mais recente ocorreu durante a pandemia, quando a casa passou a concentrar trabalho, escola e convivência. A sobrecarga dos ambientes escancarou a desorganização de muitas rotinas domésticas. Ao mesmo tempo, vídeos de “antes e depois” no Instagram e no TikTok impulsionaram o interesse pelo serviço e ajudaram muitos profissionais a iniciar carreira durante o isolamento.
Hoje, a demanda vem principalmente de famílias com jornadas intensas, trabalhadores em home office, pessoas em processo de mudança, clientes que acumulam objetos ou que simplesmente não conseguem manter uma rotina funcional sozinhas. 
Em momentos mais delicados, o serviço também é procurado em situações de divórcio ou luto, quando a reorganização da casa acompanha a reorganização da vida. Para se profissionalizar na área, não há exigência de formação superior específica. 
O g1 ouviu especialistas do setor, profissionais de referência e representantes de instituições para explicar o universo das personal organizers a partir de seis pontos:
Do CLT para o negócio próprio 
Profissão não regulamentada
Cursos e formações
Quem são os clientes?
Quanto custa contratar um personal organizer?
Dicas para quem quer começar
‘Personal Chefs’: profissionais faturam até R$ 50 mil por mês com menus exclusivos e marmitinhas
Do CLT para o negócio próprio ????????‍????
O caminho para o empreendedorismo costuma se repetir: mulheres sobrecarregadas pela rotina corporativa, apaixonadas por organização e que encontram na profissão uma forma de empreender — muitas vezes faturando mais do que no trabalho com carteira assinada.
É o caso de Cora Fernandes, de 38 anos, personal organizer desde o fim de 2016. Antes da mudança de carreira, ela trabalhou por anos em uma concessionária, onde começou como auxiliar financeira e chegou ao cargo de coordenadora de atendimento ao cliente. 
Apesar da estabilidade no trabalho por meio do regime CLT, já não se identificava com a vida corporativa. Mãe de três filhos, Cora sempre teve facilidade para organizar a casa e estruturar rotinas. 
A virada aconteceu quando uma colega percebeu esse talento e sugeriu que ela conhecesse o mercado de organização profissional. Curiosa, ela pesquisou a profissão, fez um curso no Senac São Paulo e começou a atender os primeiros clientes. 
No início, a empreendedora ingressou na atividade impulsionada por indicações no boca a boca e pelas redes sociais, em um período em que a profissão ainda era pouco conhecida no Brasil.
Cora Fernandes atua como personal organizer há cerca de dez anos.
Arquivo Pessoal/Reprodução Redes Sociais
Com o tempo, Cora consolidou a marca e passou a atuar exclusivamente como personal organizer. Ao atender celebridades como Fernanda Souza e Sheron Menezzes, ela ganhou visibilidade nas redes e percebeu a necessidade de profissionalizar a comunicação. 
Hoje, formada em marketing, alia organização, produção de conteúdo, publicidade, cursos e parcerias com marcas. O faturamento chega na casa do R$ 15 mil no mês, em perídos de alta demanda. O valor pode variar conforme a procura pelos serviços. 
“Hoje eu digo que não consigo viver apenas da organização. Pas ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>A paulistana filha de faxineira e pintor de paredes que se tornou artista plástica mundialmente reconhecida: &amp;apos;Não acredito em fazer dinheiro e sair do país&amp;apos;</title>
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<description><![CDATA[      Rosana Paulino, a filha de faxineira que se tornou artista plástica mundialmente reconhecida
Raoni Maddalena / BBC News Brasil
No último Dia da Consciência Negra, Rosana Paulino chegou ao Museu de Arte do Rio de Janeiro, o MAR, não apenas como uma artista visual consagrada, mas também como curadora.
Era o lançamento de uma série de minidocumentários sobre 20 artistas brasileiros negros e negras que desenvolvem trabalhos &quot;de excelência&quot;, como ela destacou ao lado do diretor Fabiano Maciel.
&quot;Isso não é uma onda passageira. São artistas muito bem formados, com produções muito fortes e bem fundamentadas e que simplesmente não eram conhecidos&quot;, ressaltou Paulino perante a plateia. &quot;Estamos dentro de um momento histórico.&quot;
Guia do empreendedor: Menos opções, mais lucros
O momento prolífico vem de caminhos abertos pela própria artista. Filha de um pintor de paredes e de uma faxineira, a paulistana é referência na arte brasileira e representa o país na 61ª Bienal Internacional de Veneza, ao lado da carioca Adriana Varejão.
No palco do MAR, estava à vontade no papel de decana da arte afro-brasileira. Voltar holofotes para o trabalho de outros artistas simboliza a generosidade dos seus 30 anos de carreira — e o contraste com o início de sua trajetória.
&quot;Trabalhei praticamente dez anos sozinha quando comecei&quot;, conta a artista e educadora de 59 anos à BBC News Brasil, lembrando a ausência de artistas negros na cena contemporânea em meados dos anos 1990.
&quot;Agora, a proliferação de artistas, críticos e curadores [afro-brasileiros] que temos... Esse é um panorama que eu não esperava ver em vida&quot;, comemora. 
&quot;Falta muito? Falta. Mas é muito encorajador ver tantos nomes.&quot;
&#039;Comigo Ninguém Pode&#039;, nome da exposição do Pavilhão do Brasil em Veneza, surge da obra à direita, da série Senhora das Plantas, de Paulino. À esquerda, Monocromo Maragogipinho, de Adriana Varejão
Rafa Jacinto/Fundação Bienal de São Paulo
Paulino vem enfileirando feitos nos últimos anos. Teve exposições individuais em cidades como Buenos Aires, Bruxelas e Nova York, onde descortinou um painel de nove metros de altura na High Line.
Teve obras compradas pela Tate Modern, em Londres, e pelo MoMA (o Museu de Arte Moderna de Nova York), além de ter recebido prêmios como o Munch Award (que a destacou como &quot;voz de liderança do feminismo negro&quot; em sua primeiríssima edição, em 2024) e o Jane Lombard de Arte e Justiça Social (em reconhecimento por História Natural, de 2016, livro em que explora as histórias entrelaçadas da ciência e da violência racial).
Em um país com mais de 55% da população negra e parda, fingir que a visualidade brasileira é só aquilo que está nos museus, seguindo os critérios europeus ou o americano, é uma &quot;sandice&quot;, diz Paulino.
&quot;Não podemos ter um sistema de artes visuais como tínhamos, ou ainda temos. Isso é uma aberração. O Brasil é um país que não olha para si mesmo, que não se enxerga. A entrada de negros e negras no panorama do país é salutar. Temos uma visualidade muito forte, e boa parte vem das produções negras e indígenas.&quot;
A instalação Tecelãs (2003) recebe os visitantes na entrada do Pavilhão do Brasil em Veneza, com pequenas esculturas feitas com faiança, terracota, algodão e fios sintéticos
Rafa Jacinto / Fundação Bienal de São Paulo
Comigo Ninguém Pode
Ao lado de Adriana Varejão, Rosana Paulino comanda o pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza, em uma edição composta apenas de mulheres, sendo duas negras — a curadoria deste ano coube a Diane Lima, a primeira mulher negra alçada a este cargo.
&quot;É uma oportunidade de discutir a formação do país de uma maneira sofisticada, apresentando para o mundo, junto com a Varejão, um Brasil diferente, que muita gente não sabe que existe e que é fortemente marcado pela questão negra e pela relação com a natureza&quot;, diz Paulino. 
&quot;Colocar essas discussões em um palco privilegiado como Veneza é realmente fantástico.&quot;
O título da mostra, &quot;Comigo Ninguém Pode&quot;, vem de uma das obras de Paulino, da série Senhora das Plantas, em que retrata mulheres com galhos, folhas e raízes em plena metamorfose com plantas de poder.
Popular e com potencial tóxico, a comigo-ninguém-pode fala de &quot;proteção, resiliência e estratégias de sobrevivência em contextos hostis&quot;, descreve Paulino.
Não é a primeira vez de Paulino na Bienal de Veneza. Em 2022, ela foi convidada pela curadoria internacional para a mostra principal.
&quot;É muito simbólico que Rosana esteja no pavilhão brasileiro depois de estar na exposição principal&quot;, diz Igor Simões, que foi cocurador de sua mostra individual no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, o Malba, em 2024.
&quot;A curiosidade estrangeira veio antes de o Brasil entender o quão gigante é a sua produção. Tê-la no pavilhão faz crer que o país esteja interessado em olhar para si mesmo, e para a matéria da qual é feito.&quot;
Trabalhando com desenhos, pinturas, bordados, gravura, colagem, escultura e instalações, Paulino desenvolve obras que refletem sobre a posição da mulher negra, a  ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Produtor compra sementes pela internet, cai em golpe e recebe capim no ES</title>
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<description><![CDATA[      Golpistas vendem sementes falsificadas na internet
Um produtor rural do Espírito Santo caiu em um golpe após comprar sementes de frutas e verduras pela internet. Em vez das espécies anunciadas, o agricultor Aldaécio Bermagini viu nascer apenas capim, em São Mateus, no Norte do estado.
Aldaécio Bergamini cultiva café, pimenta e mantém uma horta com variedades exóticas. Apaixonado por plantas diferentes, o agricultor costuma testar novas espécies na propriedade. 
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Entre os cultivos, ele já plantou berinjela branca, quiabo rosa, abacaxi sem espinho e até uma variedade de mandioca que pode ser consumida crua.
Produtor compra sementes pela internet, cai em golpe e recebe capim no Espírito Santo
Reprodução/ TV Gazeta
Dessa vez, no entanto, a novidade veio acompanhada de frustração. A cunhada dele, Lucineia Souza Pinheiros, encontrou na internet anúncios de sementes exóticas, como tomate negro, tomate gigante e melancia roxa, e decidiu comprar para presentear o produtor.
“Eu vi a semente diferente e comprei para ele plantar lá na roça. Mas, quando chegou, já achei suspeito”, contou Lucineia.
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Segundo a família, as embalagens pareciam confiáveis, com manual de plantio e até QR Code com orientações. Apesar disso, após o plantio, nenhuma das espécies prometidas se desenvolveu. No lugar, cresceram apenas mato e capim.
“Não tem tomate, não tem nada. Tem frustração”, disse o produtor.
Após perceber o golpe, Aldaécio gravou um vídeo nas redes sociais para alertar outras pessoas. A publicação repercutiu e, segundo ele, vários usuários relataram ter passado pela mesma situação.
De acordo com a legislação brasileira, sementes comercializadas precisam seguir regras do Ministério da Agricultura, como identificação do produtor, CNPJ, nota fiscal e certificado de conformidade que comprove a qualidade do produto. 
Produtor compra sementes pela internet, cai em golpe e recebe capim no Espírito Santo
Reprodução/ TV Gazeta
Itens vendidos fora desses padrões são considerados ilegais.
Depois do prejuízo, a família afirma que não pretende mais comprar sementes pela internet. &quot;Na internet, não mais. Não recomendo&quot;, disse Lucineia. 
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>De ‘carro de patrão’ a esquecido: por que os sedãs estão sumindo do Brasil</title>
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<description><![CDATA[      g1 testou o Toyota Corolla e responde: por que os sedãs não vendem como antes?
Hoje pode soar estranho, mas o tipo de carro mais vendido no Brasil em 2015 era o sedã. Em 10 anos, porém, o mercado passou por uma transformação profunda, e o modelo preferido dos consumidores mudou: agora, é o SUV.
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 29% dos carros zero quilômetro vendidos em 2015 eram sedãs. Em 2025, a participação desses modelos caiu para 12%.
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Nesse mesmo intervalo de tempo, os SUVs dispararam em vendas: passaram de 14% para quase 55% do mercado.
“Eu vejo a queda dos sedãs muito mais como uma perda de protagonismo do que um abandono. O SUV virou o ‘carro padrão’ da família brasileira”, afirma Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting.

a
Segundo ele, a diferença cada vez menor de preços entre SUVs e sedãs influenciou a escolha do consumidor. Na faixa dos R$ 110 mil, convivem modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Já na casa dos R$ 200 mil, estão Toyota Corolla e Corolla Cross.
Além disso, Murilo destaca outros fatores que levaram mais consumidores aos SUVs:
Posição de dirigir mais elevada;
Maior sensação de segurança;
Versatilidade;
Status.
Milad Kalume Neto, consultor automotivo, pensa parecido e avalia que a chegada de vários SUVs de entrada — como Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Chevrolet Sonic e outros — tende a reduzir ainda mais o espaço dos sedãs no mercado.
“Provavelmente teremos picos de vendas com 50% de participação ao longo do ano”, afirma Kalume Neto.
Sedãs sobrevivem graças a puristas
Toyota Corolla
divulgação/Toyota
Embora o mercado de sedãs tenha encolhido bastante, ainda existe um público cativo, quase de nicho, que ajuda a evitar o desaparecimento desses modelos das ruas brasileiras.
Para Kalume Neto, o segmento conhecido como “carro de patrão” foi o menos afetado. “Aquela imagem do CEO de uma empresa saindo de um Fiesta Hatch? Não, né! O cara sai de Mercedes Classe C, E, SL... todos sedãs!”, diz.
Na avaliação do consultor, a exclusividade dos sedãs mais caros faz com que esses modelos praticamente não disputem espaço com os SUVs de luxo.
Essa diferença fica clara no gráfico abaixo. Os sedãs grandes, que normalmente concentram os modelos mais caros e voltados ao público executivo, mantiveram uma trajetória mais estável nos últimos 10 anos.
Já os modelos pequenos despencaram, passando de 17% para menos de 3% das vendas — queda de quase 83% em uma década.

“Chegou a ter uma certa competição com as SUVs, mas em geral é inatingível numa série de aspectos, entre os quais, a exclusividade”, diz Milad sobre a preferência pelos sedans mais corporativos.
Kalume Neto e Briganti também concordam que taxistas e motoristas de transporte por aplicativo ajudam a sustentar o volume de vendas dos sedans.
“Frotas, locadoras, motoristas de app e taxistas valorizam espaço interno, conforto e custo operacional”, diz Briganti.
O espaço do porta-malas também é um fator relevante para sustentar as vendas entre consumidores que transportam mais bagagem ou costumam fazer viagens mais longas.
“Existe um público mais tradicional que ainda prefere o sedan pela dinâmica: carro mais baixo, centro de gravidade mais próximo do solo, melhor estabilidade em estrada”, aponta o especialista.
O que o sedã tem de bom?
Não há como falar de sedã sem citar o Toyota Corolla. Por isso, o g1 passou uma semana a bordo da versão Altis Hybrid para entender se a escolha ainda faz sentido.
O Corolla oferece acabamento com materiais macios ao toque em grande parte da cabine, deixando o uso de plástico rígido restrito a poucos pontos.
Entre os SUVs concorrentes, esse nível de cuidado com os materiais não é tão presente quanto no sedã da Toyota. Modelos como Volkswagen Taos, Nissan Kicks e Hyundai Creta, por exemplo, utilizam muito mais plástico rígido na cabine.
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O Corolla conta com uma central multimídia satisfatória, de 10,1 polegadas, com espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além de teto solar. O modelo também oferece piloto automático adaptativo, que consegue manter o carro centralizado mesmo em trechos sem faixas pintadas.
Comparado ao Corolla Cross, SUV que herdou seu nome, as diferenças ficam mais evidentes no espaço interno. O sedã tem cerca de seis centímetros a mais de entre-eixos, o que se traduz em maior conforto para passageiros mais altos no banco traseiro.
O porta-malas também é maior, mas apresenta a limitação comum aos sedãs: a altura é restrita pela carroceria e pelo vidro traseiro. Para quem precisa transportar objetos mais altos, o SUV continua sendo a alternativa mais indicada.
Para não dizer que o sedã leva vantagem em todos os aspectos, o Toyota Corolla Cross adota uma solução mais moderna ao oferecer freio de estacionamento eletrônico. Além de manter o carro parado no semáforo sem a necessidade de pressionar o pedal ou acionar uma alavanca, o sistema permite que o p ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 04:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Croissant para cachorro? Mercado pet avança no luxo, com cafés exclusivos e doces gourmet de até R$ 30</title>
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<description><![CDATA[      Entre doces gourmet e cafés pet friendly, cães ganham rotina cada vez mais “humana”
Photo by Xavier GALIANA / AFP)
Em um sofá confortável, uma parisiense elegante saboreia até a última migalha um biscoito macio em um café da moda na capital francesa. A cena só não é comum por um detalhe: a cliente tem quatro patas e late.
Loulou, uma Spitz Alemã anã de pelo branco esvoaçante, solta um “au-au” entusiasmado depois de devorar o “Merveilleux”, de cinco euros (R$ 29,55), um biscoito feito com finas camadas de purê de banana, cream cheese, maçã e carne bovina.
A cachorrinha de um ano é cliente assídua dessa confeitaria canina, onde os quitutes expostos em um balcão de vidro — como o “Le Mignon”, em formato de coração e preparado com batata-doce, cream cheese e mirtilos — poderiam dar água na boca até nos humanos.
A proprietária da confeitaria, a francesa Clara Zambuto, explica que adotar Hulk, seu Spitz Alemão anão de três anos, a inspirou a abrir o espaço, onde cães e tutores podem fazer uma refeição juntos.
“Muitas vezes eu saía para passear com ele (...) Entrávamos em um café, como uma boa parisiense, mas ele logo se entediava”, lembra a dona da Casa del Doggo, de 26 anos. “Pensei que era uma pena não haver lugares em Paris onde, enquanto você toma um café, possa oferecer um agrado ao seu animal de estimação”, diz.
“Hoje em dia, o cachorro é quase como um filho, e queremos levá-lo para todos os lugares”, acrescenta.
A confeitaria é um dos diversos estabelecimentos voltados para cães que vêm surgindo na capital francesa, onde se estima que vivam cerca de 100 mil animais.
A confeitaria é um dos diversos estabelecimentos voltados para cães que estão surgindo na capital francesa
(Photo by Xavier GALIANA / AFP)
Nada de chocolate
Zambuto começou a preparar os petiscos em casa antes de contar com a ajuda de um confeiteiro profissional. Mas sem “nada de chocolate, nada de abacate, nada de uvas e nada de cebola”, ressalta, porque esses alimentos são tóxicos para os cães.
Assim como ocorre com os humanos, a moderação é essencial para evitar o ganho excessivo de peso, explica Lolita Sommaire, veterinária especializada em nutrição de cães e gatos.
“Se eles forem a uma confeitaria, é preciso ajustar a refeição seguinte, reduzi-la um pouco ou incentivar mais atividade física. Mas, se isso acontecer uma vez por mês, não há problema”, afirma.
Em outro café para cães, os animais circulam por um terraço com bancos, enquanto alguns mordiscam petiscos em forma de “croissant” e “baguette”, que custam quatro euros (R$ 23,24).
Marley, um pastor americano de boina vermelha, lambe uma sobremesa cremosa servida em uma taça prateada.
Para a americana Rebecca Anhalt, a decisão de abrir o café Bone Appart — onde “os cães são os reis” — surgiu após receber uma multa elevada por deixar Napoleão, seu whippet de cinco anos, solto em um parque.
“Eu queria criar um lugar onde as pessoas pudessem vir sem medo (...) de serem repreendidas por estarem com seu cão”, acrescenta a proprietária. O nome do estabelecimento faz um trocadilho com o sobrenome do imperador francês Napoleão Bonaparte.
Cerca de 100 mil animais vivem em Paris
Photo by Xavier GALIANA / AFP) Conteúdo relacionado
Conexão
Embora Paris tenha cerca de cinquenta parques destinados a cães, onde eles podem circular sem coleira, o coletivo de associações Paris Condition Canine considera esses espaços “insuficientes, desigualmente distribuídos e, às vezes, pouco adequados”.
Os cães, inclusive, viraram tema de campanha nas eleições municipais de março: o novo prefeito de Paris, Emmanuel Grégoire, dedicou a eles uma conta no Instagram, enquanto a adversária dele, Rachida Dati, ofereceu “aperitivos caninos”.
Para Sarah Elgamal, que se autodenomina “mãe” de Loulou, as visitas à confeitaria vão além das guloseimas: são uma oportunidade de estreitar o vínculo com a cachorrinha. “Melhora nossa conexão, porque estamos em um ambiente que não é nem o trabalho, nem a casa”, afirma a farmacêutica de 32 anos.
Embora os cães sejam a prioridade no café, Anhalt destaca que muitos frequentadores também vão ao local para socializar com outros tutores: “Os cães são um ótimo ponto de encontro”.
Ela conta que um cliente habitual e o dachshund dele, de 17 anos, recém-chegados a Paris, vão todos os dias ao café para “conhecer gente”. Afinal, “você acaba conversando com qualquer pessoa por causa do seu cachorro”. ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ex&#45;modelo conta como Jeffrey Epstein usava falsas propostas de trabalho para atrair vítimas</title>
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<description><![CDATA[      A ex-modelo francesa Juliette posa durante uma sessão de fotos em Paris em 10 de março de 2026
Joël Saget / AFP
Após a procuradora Laure Beccuau revelar à rádio RTL que novas potenciais vítimas de Jeffrey Epstein procuraram a promotoria de Paris, a ex‑modelo francesa Juliette, hoje com 43 anos, decidiu contar como escapou há mais de 20 anos. 
Seu relato surge enquanto duas investigações avançam na França sobre violência sexual e aspectos financeiros ligados à rede do milionário.
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Guia do empreendedor: Menos opções, mais lucros
Quatro meses após a divulgação dos “Epstein Files” pela justiça dos EUA, novos testemunhos continuam emergindo. Na França, ao menos dez potenciais vítimas se apresentaram à promotoria de Paris, segundo informou a procuradora Laure Beccuau, em entrevista à rádio RTL.
Entre elas está Juliette, ex‑modelo francesa que, aos vinte e poucos anos, cruzou o caminho de Jeffrey Epstein – sem saber quem ele era – e conseguiu escapar antes de ser capturada pela engrenagem de exploração sexual que hoje é investigada em vários países.
Juliette guardou quase tudo daquela época: o book, e‑mails, anotações e até a agenda onde escreveu à mão os contatos de Epstein e de Daniel Siad, um recrutador de modelos. 
Anos depois, descobriria que Siad era suspeito pelo FBI de identificar e recrutar jovens para o milionário. Foi ele quem a abordou em Paris, em 2004, entre dois castings, oferecendo “oportunidades” em Nova York. Sua agência confirmou que Siad era “confiável”. Juliette aceitou.
Ela recebeu imediatamente uma passagem e instruções para solicitar apenas um visto de turista. 
“Me deram o endereço de um apartamento em Nova York. Não sabia se era ligado a uma agência. Não me deram detalhes, nem horários, nada. Presumi que era profissional. Se não me davam informações, era porque não havia perguntas a fazer.”
O primeiro encontro: passaporte retido e mal‑estar  Ao chegar a Nova York, Juliette encontrou Epstein rapidamente. Ele não tinha “tempo para recebê‑la”, tomou seu passaporte e marcou para o dia seguinte. 
Sua mãe, desconfiada, ligou para alertá‑la sobre o risco de uma rede de tráfico sexual. Juliette hesitou, mas decidiu voltar: “Nada tinha acontecido. Eu tinha um objetivo: conseguir contrato.”
Epstein tentou deixá‑la à vontade, mostrou o apartamento, apresentou um estúdio que não parecia profissional. Fotos de close de partes íntimas de mulheres cobriam paredes. 
“Olhei com curiosidade e pensei: que fascinação é essa? Achei inadequado. Comecei a me sentir mal.”
Ele a conduziu por um corredor com quartos. Sentou‑se na cama e fez sinal para que ela se aproximasse. Juliette parou na porta: 
“Te aviso, não vou fazer nada.” Epstein recuou, disse que só queria “avaliar” se poderia apresentá‑la às agências. Ela entrou. Ele pediu que ficasse de roupa íntima – comum no meio – mas também que tirasse o sutiã, o que não era.
Epstein a examinou, tocou suas coxas, quadris, nádegas. Disse que ela “não estava pronta”, que precisava perder peso e que levaria três meses até ser apresentada às agências. Ofereceu acesso a academias e “pequenos trabalhos” enquanto esperava: aeromoça em jato privado, acompanhante à noite. Foi aí que Juliette entendeu o risco.
A fuga Juliette se vestiu, pediu o passaporte e disse que pensaria.
Melania Trump nega amizade com Jeffrey Epstein
“Acho que ele sentiu que eu não ia permitir, ou que eu tinha entendido como funcionava”, relembra a jovem. Ela ficou mais alguns dias em Nova York, fez castings, mas percebeu que estava “queimada” em todas as agências. “É uma loucura.”
A vergonha a acompanhou por anos. 
“Vergonha se fosse uma oportunidade de trabalho que perdi. Vergonha se fosse uma rede criminosa, por ter acreditado que podia ser outra coisa.”
Em 2019, ao ouvir o nome de Epstein no rádio, Juliette entrou em choque. Só então compreendeu o que havia escapado. Sua história, reconstruída com base nos documentos que guardou e no depoimento prestado à polícia francesa em 2019, revela como funcionava o processo de aliciamento do predador. (Entenda mais abaixo)
Vítimas de Jeffrey Epstein processam governo dos EUA e a empresa de tecnologia Google
Epstein já tinha sido condenado em 2008 por solicitação de prostituição e incitação de menores, cumprindo apenas 13 meses. Em 2019, foi preso novamente e encontrado morto na cela um mês depois.
Juliette prestou depoimento à polícia francesa em 2019. Seu nome aparece nos “Epstein Files”, os três milhões de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA em janeiro de 2026. Ela acredita que o milionário a expor a “níveis de submissão” para medir até onde iria em troca de trabalho.
Rede em Paris: recrutadores, promessas e vulnerabilidade 
As investigações abertas na França – uma sobre violência sexual, outra sobre aspectos financeiros – buscam entender como funcionava a rede de Epstein em Paris, onde ele viveu por anos.
 Recrutadores identificavam jovens modelos, mas também algumas em f ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Que horas é o sorteio da Mega&#45;Sena 30 anos? g1 transmite ao vivo</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
A Caixa Econômica Federal realiza neste domingo (24) o sorteio especial da Mega-Sena 30 anos, concurso comemorativo que terá prêmio estimado em R$ 300 milhões. O sorteio será realizado às 11h.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Veja onde assistir à transmissão do concurso especial:
Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no site do g1
Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no canal do g1 no YouTube
Regras do concurso
Segundo as regras divulgadas pela Caixa, o prêmio do sorteio especial não acumula. Com isso, se ninguém acertar as seis dezenas, o valor principal será dividido entre os apostadores que acertarem a quina.
Se ainda assim não houver vencedores suficientes, seguirá para a quadra, aumentando as chances de alguém acertar a sequência de números.
Sobre a Mega-Sena
Criada em 1996, a Mega-Sena já movimentou mais de R$ 115 bilhões ao longo de três décadas.
De acordo com a Caixa, 980 apostas já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria. O maior prêmio pago em um concurso regular da Mega-Sena — sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em outubro de 2022.
O sorteio do concurso especial da Mega-Sena 30 anos será no próximo domingo, 24 de maio de 2026. A Caixa Econômica Federal elevou a estimativa do prêmio para R$ 300 milhões
Cesar ConventiI/Fotoarena/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 01:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Infestação de moscas faz bois e vacas pararem de comer e gera desespero em produtores de MS</title>
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<description><![CDATA[      Infestação de moscas do estábulo
Pequenos produtores rurais de Costa Rica relatam prejuízos causados pela infestação da mosca-do-estábulo. O problema, que se intensificou nos últimos anos no município, afeta o gado, reduz a alimentação dos animais e provoca queda na produção de leite. Em uma das propriedades atingidas, a perda chegou a 30%.
Segundo os produtores, a infestação se agravou nos últimos anos. Eles suspeitam que o aumento da população de moscas esteja relacionado ao manejo da vinhaça, resíduo gerado na produção de açúcar e etanol e utilizado como fertilizante em lavouras de cana-de-açúcar.
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As moscas se concentram no corpo dos animais, que tentam se proteger permanecendo agrupados. O comportamento foge do habitual, já que o gado fica normalmente espalhado pelo pasto.
Diferentemente da mosca-doméstica, a mosca-do-estábulo possui estrutura adaptada para picar e sugar o sangue dos animais.
O produtor rural Manoel Rodrigues afirma que os animais passam grande parte do dia tentando se defender dos insetos. Segundo ele, a situação compromete a alimentação do rebanho e reduz a produção de leite.
&quot;Ele não consegue alimentar, só alimenta à noite. Durante o dia ele fica todo montuado e se batendo, encosta umas nas outras para se defender, porque onde ela tá encostada ali, ela não vai ser atingida, né? E é dessa forma aí que a gente tá convivendo há vários dias aqui&quot;, conta.
O produtor Vanderlei de Souza relata situação semelhante. Para ele, a infestação pode estar relacionada às atividades de uma usina instalada nas proximidades do município.
&quot;Acredito que é da usina. Porque não tinha isso aqui com o tempo. E, às vezes, quando eles param na época de moagem, de jogar essa vinhaça, elas diminuem. Então, muito rapidamente, ela forma muito&quot;, comenta.
Sobre a usina
A usina citada pelos produtores fica a cerca de 10 quilômetros de Costa Rica. A vinhaça, gerada durante o processamento da cana-de-açúcar, é utilizada como biofertilizante nas lavouras. O manejo do material deve seguir normas técnicas, incluindo medidas para evitar o acúmulo de líquido nas áreas agrícolas.
O produtor Arionildo Nogueira afirma que a presença da mosca-do-estábulo se tornou frequente após a instalação da usina na região, há cerca de 14 anos.
&quot;A gente está aqui há 30 anos, né? E, de 14 anos para cá, que a usina instalou aqui no nosso município, começou o ataque da mosca e nunca teve um ano que não teve. Tem os altos e baixos&quot;.
Segundo ele, a infestação registrada neste ano está entre as mais graves do período recente.
Produtores cobram solução definitiva
Para tentar reduzir a infestação, a usina tem aplicado produtos de controle em áreas próximas às propriedades rurais e instalado armadilhas nas cercas. Os dispositivos são formados por faixas plásticas com material adesivo que captura os insetos.
Apesar das medidas adotadas, os produtores afirmam que os resultados ainda são insuficientes e cobram uma solução definitiva para o problema.
&quot;Ninguém está pedindo para que a usina feche, pare de operar. A gente só quer que eles resolvam o problema e deixem a gente trabalhar&quot;, diz Manoel.
Manoel destaca ainda que os prejuízos atingem principalmente os pequenos produtores, que dependem da renda gerada pela atividade rural.
&quot;Para o pequeno, o impacto se torna maior ainda, né? Porque aquilo ali já é a rendinha dele sobreviver. Ele conta com todo o centavo ali para sobreviver. E aí, vem esses prejuízos aí, o cara deixa de produzir, e no final do ano ele está no vermelho, devendo. Não consegue fechar a conta.&quot;
O que dizem a usina
Em nota, a indústria informou que realiza o manejo da vinhaça de acordo com protocolos agronômicos, a legislação vigente e as práticas técnicas do setor. A empresa também afirmou que mantém monitoramento contínuo das áreas e diálogo com produtores rurais e órgãos competentes.
Segundo a Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), a mosca-do-estábulo é um desafio para a agropecuária. A entidade afirma que a ocorrência do inseto está relacionada a diferentes fatores ambientais e climáticos, principalmente em períodos de temperaturas elevadas e maior volume de chuvas.
Ainda conforma a Biosul, a associação atua há mais de uma década em parceria com produtores rurais, usinas, órgãos públicos e a Embrapa Gado de Corte. O trabalho inclui pesquisas, ações preventivas e protocolos voltados ao manejo de áreas agrícolas e resíduos orgânicos.
Gados apresentam comportamento incomum de ficarem agrupados por causa de moscas em Costa Rica (MS)
Sergio Saturnino/TV Morena
Estresse causado por moscas reduz produção de leite e gera prejuízo em MS
Sergio Saturnino/TV Morena ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:00:10 -0300</pubDate>
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<title>Mega&#45;Sena 30 anos: prêmio especial sobe para R$ 320 milhões; g1 transmite sorteio no domingo</title>
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<description><![CDATA[      Volantes da Mega-Sena
Rafa Neddermeyer / Agência Brasil
A Caixa Econômica Federal aumentou a estimativa do prêmio do concurso especial de 30 anos da Mega-Sena para R$ 320 milhões. O sorteio será realizado às 11h do dia 24 de maio.
A estimativa para o concurso 3.010 era inicialmente de R$ 150 milhões, conforme divulgado pela Caixa em abril. O valor subiu para R$ 200 milhões, depois foi elevado novamente para R$ 320 milhões, e chegou a R$ 320 milhões neste sábado (23).
Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp
Segundo as regras divulgadas pela Caixa, o prêmio do sorteio especial não acumula. Com isso, se ninguém acertar as seis dezenas, o valor principal será dividido entre os apostadores que acertarem a quina.
Se ainda assim não houver vencedores suficientes, seguirá para a quadra, aumentando as chances de alguém acertar a sequência de números.
As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) do dia 23 de maio pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Como funciona a Mega-Sena?
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A Caixa havia informado que, desde domingo (17), todas as apostas na modalidade da Mega-Sena passarão a ser exclusivas para a Mega 30 anos. 
Como jogar na Mega 30 anos:
Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6.
Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante.
Pela primeira vez, os bolões online poderão ser comprados até uma hora antes do sorteio. 
Três décadas da Mega-sena
Criada em 1996, a Mega-Sena já movimentou mais de R$ 115 bilhões ao longo de três décadas. 
De acordo com a Caixa, 980 apostas já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria. O maior prêmio pago em um concurso regular da Mega-Sena — sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em outubro de 2022. ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dona da Fleischmann assina acordo de compra da rede de franquias Casa de Bolos</title>
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<description><![CDATA[      Casa de Bolos, Ribeirão Preto (SP)
Reprodução/EPTV
A AB Mauri Brasil, subsidiária da Associated British Foods (ABF) e dona das marcas Fleischmann e Ovomaltine, anunciou nesta semana que assinou um acordo de compra para adquirir 100% da Casa de Bolos, rede de franquias com sede em Ribeirão Preto (SP).
O valor da transação está em sigilo e ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Casa de Bolos fechou o ano de 2025 com faturamento de R$ 720 milhões. 
Segundo a empresa, após a conclusão da transação, ela continuará operando de forma independente, como uma unidade de negócios dentro da AB Mauri Brasil, mantendo a marca, o posicionamento, o portfólio e o modelo de franquias.
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Ao g1, o Cade informou que foi notificado pelas empresas na terça-feira (19) e disse que, após o protocolo da operação, o processo será instruído pela Superintendência-Geral do Cade, que vai avaliar os possíveis impactos concorrenciais da operação.
Agora no g1
Ainda segundo o Cade, após a avaliação, a Superintendência-Geral do órgão pode aprovar a compra sem restrições, aprovar mediante condições ou encaminhar para apreciação do Tribunal do Cade.
&quot;Caso a operação seja analisada sob procedimento sumário, o prazo é de até 30 dias. Se o ato de concentração tramitar sob procedimento ordinário, em que a análise é mais complexa, aplica-se o prazo legal de até 240 dias, prorrogável nas hipóteses previstas na Lei nº 12.529/2011&quot;.
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A rede de franquias Casa de Bolos foi fundada em 2010, em Ribeirão Preto, e atualmente conta com mais de 600 lojas em mais de 250 cidades brasileiras.
A AB Mauri Brasil tem de mais de 90 anos de história e atualmente, atende clientes com amplo portfólio de produtos sob as marcas Fleischmann, Fleischmann Gran Finale, Mauri, Aromaferm, Sohovos e Softase-R, além de atuar como parceira de distribuição de Twinings, Ovomaltine, Amigos do Bem e Danke.
Rede de franquias Casa de Bolos foi criada em 2010, em Ribeirão Preto (SP)
Reprodução/EPTV
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:00:09 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Estresse causado por moscas reduz produção de leite e gera prejuízo a produtores em MS</title>
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<description><![CDATA[      Infestação de moscas do estábulo
Pequenos produtores rurais de Costa Rica relatam prejuízos causados pela infestação da mosca-do-estábulo. O problema, que se intensificou nos últimos anos no município, afeta o gado, reduz a alimentação dos animais e provoca queda na produção de leite. Em uma das propriedades atingidas, a perda chegou a 30%.
Segundo os produtores, a infestação se agravou nos últimos anos. Eles suspeitam que o aumento da população de moscas esteja relacionado ao manejo da vinhaça, resíduo gerado na produção de açúcar e etanol e utilizado como fertilizante em lavouras de cana-de-açúcar.
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As moscas se concentram no corpo dos animais, que tentam se proteger permanecendo agrupados. O comportamento foge do habitual, já que o gado normalmente fica espalhado pelo pasto.
Diferentemente da mosca doméstica, a mosca-do-estábulo possui estrutura adaptada para picar e sugar o sangue dos animais.
O produtor rural Manoel Rodrigues afirma que os animais passam grande parte do dia tentando se defender dos insetos. Segundo ele, a situação compromete a alimentação do rebanho e reduz a produção de leite.
&quot;Ele não consegue alimentar, só alimenta à noite. Durante o dia ele fica todo montuado e se batendo, encosta umas nas outras pra se defender, porque onde ela tá encostada ali, ela não vai ser atingida, né? E é dessa forma aí que a gente tá convivendo há vários dias aqui&quot;, conta.
O produtor Vanderlei de Souza relata situação semelhante. Para ele, a infestação pode estar relacionada às atividades de uma usina instalada nas proximidades do município.
&quot;Acredito que é da usina. Porque não tinha isso aqui com o tempo. E, às vezes, quando eles param na época de moagem, de jogar essa vinhaça, elas diminui. Então, da noite pro dia, ela forma muito&quot;, comenta.
Sobre a usina
A usina citada pelos produtores fica a cerca de 10 quilômetros de Costa Rica. A vinhaça, gerada durante o processamento da cana-de-açúcar, é utilizada como biofertilizante nas lavouras. O manejo do material deve seguir normas técnicas, incluindo medidas para evitar o acúmulo de líquido nas áreas agrícolas.
O produtor Arionildo Nogueira afirma que a presença da mosca-do-estábulo se tornou frequente após a instalação da usina na região, há cerca de 14 anos.
&quot;A gente está aqui há 30 anos, né? E, de 14 anos pra cá, que a usina instalou aqui no nosso município, começou o ataque da mosca e nunca teve um ano que não teve. Tem os altos e baixos&quot;.
Segundo ele, a infestação registrada neste ano está entre as mais graves do período recente.
Produtores cobram solução definitiva
Para tentar reduzir a infestação, a usina tem aplicado produtos de controle em áreas próximas às propriedades rurais e instalado armadilhas nas cercas. Os dispositivos são formados por faixas plásticas com material adesivo que captura os insetos.
Apesar das medidas adotadas, os produtores afirmam que os resultados ainda são insuficientes e cobram uma solução definitiva para o problema.
&quot;Ninguém está pedindo para que a usina feche, pare de operar. A gente só quer que eles resolvam o problema e deixem a gente trabalhar&quot;, diz Manoel.
Manoel destaca ainda que os prejuízos atingem principalmente os pequenos produtores, que dependem da renda gerada pela atividade rural.
&quot;Para o pequeno, o impacto se torna maior ainda, né? Porque aquilo ali já é a rendinha dele sobreviver. Ele conta com todo o centavo ali para sobreviver. E aí, vem esses prejuízos aí, o cara deixa de produzir, e no final do ano ele está no vermelho, devendo. Não consegue fechar a conta.&quot;
O que dizem a usina
Em nota, a indústria informou que realiza o manejo da vinhaça de acordo com protocolos agronômicos, a legislação vigente e as práticas técnicas do setor. A empresa também afirmou que mantém monitoramento contínuo das áreas e diálogo com produtores rurais e órgãos competentes.
Segundo a Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), a mosca-do-estábulo é um desafio para a agropecuária. A entidade afirma que a ocorrência do inseto está relacionada a diferentes fatores ambientais e climáticos, principalmente em períodos de temperaturas elevadas e maior volume de chuvas.
Ainda conforma a Biosul, a associação atuam há mais de uma década em parceria com produtores rurais, usinas, órgãos públicos e a Embrapa Gado de Corte. O trabalho inclui pesquisas, ações preventivas e protocolos voltados ao manejo de áreas agrícolas e resíduos orgânicos.
Gados apresentam comportamento incomum de ficarem agrupados por causa de moscas em Costa Rica (MS)
Sergio Saturnino/TV Morena
Estresse causado por moscas reduz produção de leite e gera prejuízo em MS
Sergio Saturnino/TV Morena
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 11:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Brasil tem quase 20 ‘presidentes da República’ ou vice com registro em carteira de trabalho</title>
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<description><![CDATA[      Brasil registrou dezenas de vínculos trabalhistas como presidente e vice-presidente
O município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, tem, ao menos, três presidentes da República em exercício desde 2002. O primeiro caso divulgado pelo g1 foi o da técnica de enfermagem Aldenize Ferreira, de 46 anos.  
Na semana passada, ao procurar emprego na Agência do Trabalhador da região, a técnica de enfermagem descobriu que o nome dela consta, há 24 anos e 2 meses, como ocupante do cargo de presidente da República. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Além de Aldenize Ferreira, outras duas mulheres da mesma cidade descobriram ser, pelo menos na carteira de trabalho, chefes de Estado. E esses casos não são os únicos. 
Dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram a existência de 19 vínculos empregatícios ativos, no fim de 2024, registrados para os cargos de presidente e vice-presidente da República.
As informações constam em bases oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e envolvem funções públicas eletivas que, em tese, não se enquadram no modelo tradicional de emprego formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 
No entanto, os dados mostram &quot;Presidentes da República&quot; contratados por indústrias de móveis, restaurantes, lavanderias e empresas de transporte rodoviário de carga.
Em Apucarana (PR), por exemplo, uma mulher de 57 anos aparecia registrada como presidente da República, mesmo trabalhando no comércio varejista de vestuário e recebendo entre 1 e 2 salários mínimos.
Ou no município de Abaetetuba, no Pará, que em maio de 2024 registrou a admissão de uma mulher de 28 anos com a ocupação de presidente da República. O vínculo, ativo no final daquele ano, mostrava um salário de aproximadamente R$ 1,5 mil em uma empresa do setor de serviços hoteleiros.
Em dezembro de 2024, o dado mais recente disponível da RAIS, a base indicava a existência de 13 vínculos ativos como presidente da República e 6 vices.
???? Na RAIS, “vínculo” é o registro de uma relação formal de trabalho entre uma pessoa e um empregador. Se uma pessoa trabalhou em duas empresas diferentes no mesmo ano, ela terá dois vínculos (cada contrato ou relação de trabalho registrada). Se mudou de emprego durante o ano, pode aparecer mais de uma vez na base de dados.
Além dos vínculos ativos, outros 40 vínculos de presidência e 2 de vice foram registrados em 2024, mas ficaram inativos ao término daquele ano.
Muitos desses registros inativos estão concentrados em prefeituras municipais, onde o cargo de &quot;Presidente da República&quot; é frequentemente confundido com cargos de gestão local ou contratos temporários.
Os vínculos estão distribuídos nos municípios:
Canto do Buriti (PI): 28 vínculos (todos inativos em dezembro de 2024)
Jacareacanga (PA): 7 vínculos (todos inativos em dezembro de 2024)
Tasso Fragoso (MA): 2 (sendo 1 ativo em dezembro de 2024)
Apucarana (PR): 2 (ambos ativos em dezembro de 2024)
Santos (SP): 2 (ambos ativos em dezembro de 2024)
Amapá (AP): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Barra do Mendes (BA): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Riachão do Jacuípe (BA): 1 (inativo)
Aiuaba (CE): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Canindé (CE): 1 (inativo)
Brasília (DF): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Colinas (MA): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Gonzaga (MG): 1 (inativo)
São Sebastião do Paraíso (MG): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Abaetetuba (PA): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Campina Grande (PB): 1 (inativo)
Arapongas (PR): 1 (inativo)
Muliterno (RS): 1 (inativo)
Santiago (RS): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Uruguaiana (RS): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Navegantes (SC): 1 (ativo em dezembro de 2024)
São Paulo (SP): 1 (ativo em dezembro de 2024)
Dados da RAIS mostram 58 vínculos de presidente da República e vice em 2024.
Alberto Correa - Arte/g1
Os vínculos de presidentes e vice presentes na RAIS correspondem à empresas com as atividades abaixo:
Administração pública em geral
Telecomunicações
Atividades de organizações sindicais
Seguridade social
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios
Atividades de assessoria em gestão empresarial
Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e estuque
Estabelecimentos hoteleiros
Ensino fundamental
Comércio varejista de artigos do vestuário e complementos
Técnica de enfermagem Aldenize Ferreira da Silva foi registrada em carteira de trabalho digital como presidente da República
Reprodução/WhatsApp
Outros sistemas mostram vínculos de presidentes
Além da RAIS, outro sistema do Ministério do Trabalho mostra contratações e demissões de presidentes da República e vices com informações incompatíveis com a realidade: o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 
O Caged registra 62 movimentações entre 2009 e 2025 envolvendo admissões e desligamentos de presidentes da República e vice-presidentes. No período, o Brasil teve cinco movimentações na P ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Jovens voltam a usar iPods para fugir das distrações do celular: ‘Só quero ouvir música em paz’</title>
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<description><![CDATA[      Jovens voltam a usar iPods para fugir das distrações do celular
???? O ritual parece ter saído de 2006: conectar um fone com fio, girar a roda do aparelho e escolher um álbum baixado manualmente. Mas a cena acontece em 2026, com jovens que estão trocando o celular por... iPods.
O MP3 player lançado pela Apple há mais de duas décadas voltou à rotina da Geração Z — não só pela nostalgia, mas justamente pelo que ele não tem: notificações, algoritmos e feeds infinitos. ????
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O g1 conversou com jovens que voltaram a usar o iPod no dia a dia para ouvir música durante treinos, estudos e deslocamentos. Segundo eles, o celular passou a atrapalhar demais por causa das notificações e das redes sociais.
&quot;Até hoje existe uma comunidade enorme de pessoas que restauram iPods antigos com bateria nova e mais armazenamento, seja para manter o produto vivo como lembrança ou até mesmo para usá-lo no dia a dia&quot;, conta o especialista em Apple Filipe Esposito, que acompanha a empresa há 17 anos.
E a procura pelo dispositivo vem aumentando, segundo empresas consultadas pelo g1. O site de vendas Enjoei informou que o valor total de iPods vendidos na plataforma no primeiro trimestre deste ano (janeiro, fevereiro e março) foi 47% maior do que no mesmo período de 2025.
Já a OLX informou que as buscas por iPods cresceram 18,9% em abril de 2026 na comparação com abril de 2025. De janeiro a abril deste ano, o aumento foi de 22% em relação ao mesmo período do ano passado.
&#039;Só quero ouvir música em paz&#039;
Lisandra Reis, Cláudio Wollace e Emanuelle Assunção.
Arquivos pessoais.
Emanuelle Assunção, de 27 anos, Lisandra Reis, de 29, e Cláudio Wollace, de 26, não se conhecem, mas têm algo em comum: estão cansados de perder tempo nas redes sociais. Por isso, voltaram a usar o iPod, que, além do gostinho de nostalgia, ajuda os três a evitar distrações.
&quot;Eu sentia que o celular acabava me atrapalhando um pouco. Às vezes, eu saía para correr na rua e acabava parando porque chegava alguma notificação e eu ficava curiosa para ver. Óbvio que eu também adoro a vibe nostálgica que ele passa, mas é muito mais para ouvir música em paz&quot;, conta Lisandra.
Ela tem um iPod Touch, aquele modelo parecido com um iPhone, e comprou o dispositivo em 2019. Lisandra diz não se lembrar quanto pagou pelo aparelho na época.
Quem também tem um iPod Touch é Emanuelle (todo decorado com adesivos na capinha ????). Ela conta que comprou o MP3 da Apple em 2024, de segunda mão, por R$ 230.
&quot;Hoje eu uso ele durante os treinos de musculação, às vezes quando estou lendo e também nos deslocamentos de carro por aplicativo&quot;, diz Emanuelle.
Segundo ela, em 2024 ainda conseguia usar o Spotify no iPod Touch — modelo que permitia baixar aplicativos. Mas, quando voltou a usar o aparelho em 2026, o aplicativo já não funcionava mais.
Por causa disso, voltou a baixar músicas manualmente no computador para depois transferi-las para o iPod. O g1 verificou que, na App Store, loja de aplicativos da Apple, o Spotify não aparece mais como compatível com nenhum modelo de iPod.
iPods de Emanuelle e de Lisandra.
Arquivos pessoais.
Cláudio diz que muita gente considera ruim o processo de baixar músicas no computador e transferi-las para o iPod, mas que, para ele, isso é &quot;revigorante&quot;. Segundo ele, o fato de o aparelho não ter algoritmos também faz diferença, porque permite ouvir apenas as músicas que decidiu colocar ali.
&quot;Mesmo assinando serviços de streaming, como o Spotify, eu ainda prefiro o iPod. Sinto que a qualidade sonora é até melhor&quot;, conta.
Ele usa um iPod Nano de segunda mão, comprado em 2025 por R$ 130. O aparelho costuma acompanhá-lo na academia e nos estudos da faculdade. &quot;Eu gosto porque é um aparelho feito só para música, sem notificações ou outras coisas que tirem minha atenção&quot;.
Cláudio também diz ter uma relação afetiva com o iPod. &quot;Quando eu era mais novo, sempre quis ter um, principalmente o iPod Touch de 4ª geração, mas não tinha condições na época. Hoje, minha vontade mesmo é ter um iPod Classic (um dos primeiros lançados). Para mim, ele é o top dos tops, mas está muito caro&quot;.
Músicas custavam certa de R$ 1,80 cada 
iPod Shuffle, iPod Nano e iPod Touch.
Apple Inc/Internet Archive Biblioteca
Para o especialista em Apple Filipe Esposito, a combinação entre iTunes e iPod não só ajudou a combater a pirataria, como também consolidou o aparelho no mercado. &quot;Existiam outros tocadores de MP3, mas nenhum tinha a conveniência de uma loja própria de músicas ou um gerenciador de playlists como o iTunes&quot;, diz.
O primeiro iPod funcionava apenas com computadores Mac, o que limitou as vendas no início. Segundo Esposito, o cenário mudou quando a Apple lançou uma versão do iTunes para PC e tornou o iPod compatível com o sistema da Microsoft.
Pouco tempo depois do lançamento do iPod, a Apple também criou a iTunes Store, sua loja online de músicas.
&quot;Pela primeira vez, os usuários podiam comprar músicas separadamente por US$ 0,99 (cerca de R ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Entrada da SpaceX na bolsa pode consolidar Musk como um dos homens mais poderosos do planeta</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/entrada-da-spacex-na-bolsa-pode-consolidar-musk-como-um-dos-homens-mais-poderosos-do-planeta</link>
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<description><![CDATA[      Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, acompanhou lançamento da Starship junto com o bilionário Elon Musk, na base aérea da SpaceX
Brandon Bell/Pool via AP
A SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, caminha para entrar na bolsa de valores dos Estados Unidos. O pedido de IPO foi protocolado na quarta-feira (20), com expectativa de estreia em meados de junho.
???? Um IPO é a primeira oferta pública de uma empresa, quando vende parte de suas ações e passa a ser negociada na bolsa de valores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A SpaceX estima que seu valor de mercado seja de US$ 1,25 trilhão (cerca de R$ 6 trilhões). As ações da empresa devem ser negociadas na Nasdaq (bolsa de tecnologia norte-americana) sob o código SPCX.
A abertura de capital da SpaceX, antes considerada improvável pelo bilionário, agora é vista como um desejo de Musk, e pode ampliar ainda mais sua influência nos setores de tecnologia e espacial, além da geopolítica.
Caso a operação se concretize, o empresário, que já é o homem mais rico do mundo, poderá se aproximar do posto de primeiro trilionário da história do planeta Terra. 
Além disso, a SpaceX deixaria de ser vista apenas como uma empresa de lançamentos espaciais para atuar como um conglomerado com diferentes serviços e fontes de receita, o que pode ampliar ainda mais seu faturamento. É o que dizem especialistas consultados pelo g1. 
Em fevereiro, Musk anunciou a compra da sua empresa de inteligência artificial, xAI, pela SpaceX. O negócio também envolveu a Starlink, operação de internet via satélite ligada à SpaceX. Com isso, a companhia passou a controlar também o X, rede social que já fazia parte do grupo xAI.
&quot;O que Musk busca com o IPO é organizar melhor todos esses negócios ele que criou, além de ganhar acesso a mais capital (dinheiro) e ao mercado de varejo. Estamos falando, provavelmente, do maior IPO da história&quot;, afirma Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures.
Segundo Alvaro Machado Dias, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em IA, projetos como a Starship — considerada a maior nave espacial do mundo —, além dos planos da SpaceX de levar data centers para o espaço e avançar na industrialização lunar, exigem um volume de investimento que só o mercado público consegue oferecer.
Com o IPO, enquanto os investidores comuns terão acesso a ações com direito a um voto, haverá uma classe especial de ações destinada a Musk com 10 votos por cada papel. 
&quot;Essa estrutura permitirá que ele controle cerca de 85% dos votos da companhia, mantendo o domínio total sobre os rumos do negócio&quot;, explica Diogo Cortiz, professor especializado em tecnologia e inovação da PUC-SP. 
Mas... um negócio ainda em prejuízo 
Starship posicionada em base de lançamento da SpaceX, em foto divulgada em 27 de maio de 2025
Divulgação/SpaceX
Em 2025, a SpaceX gerou US$ 18,67 bilhões em receita, sendo boa parte desse valor vinda da Starlink, que já tem presença global mais consolidada do que a SpaceX. 
Ao mesmo tempo, a empresa registrou um prejuízo de US$ 4,94 bilhões no ano passado, impulsionado pelos altos custos com pesquisa e desenvolvimento, de acordo com o jornal &quot;The Wall Street Journal&quot;.
➡️ Segundo o próprio documento enviado ao regulador dos EUA para abrir capital, a SpaceX afirmou ter faturado, em 2025:
Conectividade (Starlink): US$ 11,39 bilhões
Espaço (SpaceX): US$ 4,09 bilhões
IA (xAI/X): US$ 3,20 bilhões
Enquanto a Starlink responde por quase toda a receita, o restante das operações da empresa consome dinheiro em um ritmo tão acelerado que as rodadas de investimento privado já não conseguem sustentar o negócio com a mesma facilidade, analisa Alvaro Machado Dias.
Influência global 
Um possível &quot;super IPO&quot;, como é esperado, pode ampliar ainda mais a influência de Elon Musk e facilitar o avanço de pautas de interesse dos seus negócios, avalia Diogo Cortiz.
O professor destaca que o movimento acontece em um momento estratégico da disputa geopolítica entre Estados Unidos e China, em que a SpaceX ocupa um papel central em áreas consideradas críticas, como exploração espacial e inteligência artificial.
&quot;Talvez ele se torne o primeiro trilionário da história da humanidade, controlando uma empresa poderosa e com diferentes frentes de atuação&quot;, afirma o especialista.
Álvaro Machado Dias avalia que o IPO também coloca uma estrutura considerada estratégica para a defesa dos EUA sob a lógica do mercado financeiro, sem que o governo reduza sua dependência da empresa. 
Segundo ele, isso cria uma espécie de &quot;tecnoabsolutismo&quot;, em que o poder passa a ser dividido de forma híbrida entre Musk e o Estado americano.
O império de Elon Musk.
Arte g1
Instants:como funciona o novo recurso do Instagram
O que se sabe sobre o pacote do governo para reduzir o endividamento ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Convocação vale publi? Como Neymar e outros atletas da seleção podem lucrar após lista da Copa</title>
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<description><![CDATA[      O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, incluiu o Neymar, do Santos, em sua convocação durante a coletiva de imprensa.
Reuters/Ricardo Moraes
A convocação dos 26 jogadores que vão representar a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 movimentou o mercado publicitário e deve render ganhos aos atletas da seleta lista do treinador Carlo Ancelotti.
O próprio formato de divulgação dos nomes relacionados ao Mundial, realizado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) na última segunda-feira (18), foi um indicativo do que o esporte se transformou quando o assunto é marketing e engajamento de empresas.
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Em um megaevento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro — com estimativa de mais de mil convidados e cerca de 700 jornalistas credenciados — diversas companhias aproveitaram para ativar suas marcas e surfar a onda do ato inicial do maior torneio esportivo do mundo.
O movimento, claro, também ocorreu na televisão e nas redes sociais. Neymar, o jogador mais midiático do futebol brasileiro, foi o grande destaque em ações de marketing, em meio a dúvidas sobre a presença do atacante do Santos na lista de Ancelotti.
???? Além dele, outros três convocados participaram de iniciativas publicitárias, mostra levantamento da consultoria de análise de dados Bites (veja abaixo). Recorte considera o período entre segunda-feira (18), dia do anúncio, e quarta (20).
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que ganhos com publicidade tendem a crescer quando atletas são selecionados para competições de enorme visibilidade, como a Copa do Mundo. Além das ações imediatas e gatilhos contratuais, há benefícios também no longo prazo. (leia mais abaixo)
Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
Publi dos convocados
Sozinho, Neymar emplacou seis posts no Instagram com cinco marcas diferentes logo após o anúncio: Red Bull (dois vídeos), Canção Alimentos, Mercado Livre, Puma e Loovi. Além disso, publicou um story da Blaze. Todas já mantinham parceria com o atleta.
Vinícius Júnior, atacante do Real Madrid e nome que já era certo na Copa, comemorou a convocação com uma publicidade da Vivo, empresa com a qual também já tinha parceria.
O jovem talento Endrick, por sua vez, fez uma ação no Instagram com a Neosaldina — marca com a qual também já possui contrato — logo após a divulgação da lista.
Enquanto isso, a novidade veio do volante Casemiro, homem de confiança de Carlo Ancelotti, anunciado como embaixador da companhia aérea Azul ao longo da Copa.
O jogador repostou, nos stories, uma publicação da empresa sobre a parceria. Além de escolher o atleta do Manchester United como embaixador, a companhia já havia anunciado, em abril, acordo de patrocínio com a CBF até 2030.
Veja abaixo como a convocação movimentou o marketing esportivo entre os atletas.
Ao menos 4 jogadores convocados participaram de ações de marketing.
Arte/g1
Se já tinham parceria, como funcionam os ganhos?
Algo em comum entre os jogadores que fizeram publicidade nas redes é o fato de as ações terem ocorrido com empresas das quais eles já eram parceiros, seja por patrocínio esportivo ou por contratos de embaixador de marca.
O especialista em marketing esportivo Idel Halfen explica que é difícil mensurar os ganhos nesses casos, já que, na prática, pode haver diferentes formas de remuneração — a depender do que consta em cada contrato. Alguns já preveem, por exemplo, gatilhos por performance.
&quot;Pode até ser que já exista algum tipo de bonificação pelos resultados obtidos. Uma coisa é a marca patrocinar um jogador que não vai ser convocado e outra, um que vai para a Copa. Em muitos casos, há uma premiação por isso&quot;, diz.
Os gatilhos contratuais estão relacionados, principalmente, à grande exposição do atleta em eventos como a Copa. &quot;Na prática, a convocação gera exposição, crescimento digital e, consequentemente, maior interesse comercial&quot;, acrescenta.
O movimento também encarece a imagem do atleta, o que pode garantir maior rentabilidade em futuras parcerias.
Apesar de o destaque publicitário inicial ter ido para Neymar, Vinícius Júnior e Endrick — que estão, atualmente, entre os atletas mais midiáticos da seleção brasileira —, os outros jogadores também deverão ser beneficiados pela visibilidade.
Redes sociais impulsionam ganhos
Os benefícios também passam pelos números nas redes sociais. A convocação rendeu a Neymar 2,1 milhões de novos seguidores no Instagram até a última quarta-feira (20). O jogador lidera a lista de ganhos, seguida pelo perfil oficial da CBF (+684 mil) e pelo de Endrick (+620,6 mil).
Dados levantados pela consultoria de dados Bites mostram que a convocação rendeu oito milhões de publicações sobre o assunto em diferentes redes sociais, incluindo Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn. O número de interações superou 372 milhões.
&quot;Na prática, isso mostra como o futebol ainda é um dos grandes motores das redes. Ele ainda chama mais atenção do que política, cinema e, muitas vezes, até  ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:12 -0300</pubDate>
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<title>Por que o lançamento de um relógio gerou confrontos e fechou lojas ao redor do mundo</title>
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<description><![CDATA[      As vendas começaram no sábado com grandes multidões em lojas em todo o mundo
Getty Images
O lançamento de um relógio de bolso exclusivo provocou um frenesi que forçou lojas em todo o mundo a fecharem e, em alguns casos, levou policiais e seguranças a ter que lidar com grandes multidões desordeiras.
A coleção de relógios Royal Pop, uma colaboração muito aguardada entre a Swatch e a marca de luxo Audemars Piguet (AP), começou a ser vendida no sábado (16) em lojas selecionadas ao redor do mundo.
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Semelhante a vendas anteriores desse tipo, algumas pessoas fizeram fila por dias para conseguir um dos oito modelos.
Mas a intensidade do interesse pelo produto, tanto online quanto nas ruas de comércio, dividiu opiniões sobre marketing responsável e sobre se os relógios realmente valem a pena.
Mais conhecida por seus relógios coloridos da década de 1980, a AP Swatch descreveu a coleção Royal Pop como &quot;uma colaboração disruptiva entre dois ícones da relojoaria suíça&quot;.
Embora as vendas originais da coleção tenham ocorrido exclusivamente em lojas selecionadas — com as pessoas só conseguindo comprar um relógio de US$ 448 (R$ 2,2 mil) por pessoa — elas foram impulsionadas por uma campanha online que durou meses.
A especialista em varejo Catherine Shuttleworth disse que a Swatch fez um trabalho fantástico ao divulgar o produto, aproveitando o gosto dos consumidores mais jovens por colaborações, exclusividade e novidade. 
&quot;O hype funcionou&quot;, disse ela à BBC, acrescentando que os consumidores conseguiriam pagar uma fração do custo normal por um produto da AP.
A crítica e podcaster Britt Pearce concorda — e diz que esses tipos de colaboração são &quot;um fenômeno passageiro, mas um fenômeno passageiro muito empolgante&quot;.
Pessoas ficaram na fila por dias para comprar um Audemars Piguet x Swatch Royal Pop
AFP via Getty Images
No Reino Unido, a Swatch fechou suas lojas em várias cidades depois que centenas de pessoas fizeram fila do lado de fora e a polícia foi chamada. Houve relatos de comportamento ameaçador e pelo menos uma prisão.
Também houve relatos de brigas em Amsterdã e Milão, bem como em cidades da Ásia e do Oriente Médio.
De acordo com a agência de notícias Reuters, policiais dispararam gás lacrimogêneo para controlar 300 pessoas do lado de fora de uma loja da Swatch perto de Paris, e quatro pessoas relataram ter sido agredidas na multidão do lado de fora de uma loja em Lille, norte da França.
Alguns em Nova York acamparam por uma semana e houve relatos de que pessoas passaram mal durante a espera.
Em uma postagem nas redes sociais depois que multidões se reuniram em filiais em todo o mundo, a Swatch pediu às pessoas que &quot;não corressem para nossas lojas em grande número&quot; e fechou suas lojas por motivos de segurança quando a multidão se tornou muito grande. 
A empresa foi criticada por algumas pessoas, que dizem que os relógios deveriam estar disponíveis em seu site e que recursos policiais foram desviados desnecessariamente.
Pearce disse que a Swatch parece &quot;estar criando situações perigosas para as pessoas colecionarem um relógio&quot;.
&quot;Acho que eles sabem exatamente o que estão fazendo&quot;, acrescentou.
No entanto, Shuttleworth sugeriu que a Swatch não poderia ter previsto o surgimento da violência.
Shuttleworth disse que as vendas online também registraram problemas, com pessoas usando bots e outras tecnologias para tentar enganar o sistema. 
Os relógios estão sendo revendidos online por várias vezes seu valor no varejo
Getty Images
Na segunda-feira (18), a Swatch divulgou um comunicado afirmando que a resposta à coleção de relógios Royal Pop foi &quot;fenomenal em todo o mundo&quot;, acrescentando que houve problemas em apenas 20 das 220 lojas da Swatch onde os relógios foram colocados à venda.
Ele comparou a venda com a do MoonsWatch — uma colaboração de 2022 com a fabricante de relógios de luxo Omega — quando a polícia foi chamada e lojas foram fechadas.
&quot;Assim como com o MoonSwatch, a situação agora se normalizou um pouco após o dia do lançamento, especialmente depois de termos comunicado mais uma vez que a coleção Royal Pop estará disponível por vários meses&quot;, acrescentou a Swatch.
Britt disse que visitou uma das lojas da Swatch em Londres na noite de sexta-feira e viu os seguranças &quot;perderem um pouco o controle&quot; à medida que a multidão aumentava de tamanho antes do lançamento do relógio.
Ela também afirmou que viu pessoas saindo da loja após comprar um relógio sendo abordadas por indivíduos oferecendo pagar o dobro do valor.
O relógio de bolso é baseado no relógio Royal Oak da AP de 1972
Getty Images
Enquanto algumas pessoas na fila para comprar os relógios são entusiastas, outras os compram para vendê-los online.
Jaylen disse à BBC que comprou um dos relógios de 335 libras (R$ 2,2 mil) no domingo e o vendeu por pouco mais de mil libras (R$ 6,7 mil). 
&quot;Vou voltar para comprar mais. É um por pessoa, mas tenho amigos a quem paguei para consegui-los em outras lojas&quot;, disse.
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mega&#45;Sena faz 30 anos e paga R$ 300 milhões; relembre maiores prêmios e saiba o que dá para comprar com esses valores</title>
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<description><![CDATA[      Mega-Sena.
Getty Images via BBC
A Caixa Econômica Federal anunciou um sorteio especial da Mega-Sena para celebrar os 30 anos da modalidade com uma premiação de R$ 300 milhões.
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O primeiro sorteio foi realizado em 11 de março 1996. Desde então, a Mega-Sena se consolidou como a modalidade de apostas mais popular do país e movimentou R$ 115,2 bilhões.
O sorteio especial de 30 anos será realizado às 11h do dia 24 de maio, próximo domingo. 
Mas quais foram os maiores prêmios já pagos até hoje? E o que dá para comprar atualmente com esses valores?
Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no site do g1
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5º lugar: R$ 378 milhões
Os cinco prêmios mais altos da história são todos de Megas da Virada. O sorteio do ano de 2021 pagou R$ 378.124.727,48. 
Duas apostas vencedoras dividiram o prêmio e cada uma levou R$ 189.062.363,74.
O total pago pela Caixa é equivalente a 32.883 Iphones 17 Pro — o modelo com 256 GB está à venda no Brasil hoje por R$ 11.499,00. 
Com esse prêmio, também é possível comprar a cobertura de altíssimo luxo do jogador de futebol Neymar em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Em 2024, o imóvel estava avaliado em 200 milhões de dirhams (R$ 275 milhões de reais na cotação atual).
Ainda seria possível usar o dinheiro restante para comprar o carro mais caro em circulação hoje no Brasil, uma Ferrari LaFerrari ano 2016 de edição limitada com valor de mercado estimado em R$ 38.043.737,00 — e ainda sobrariam mais cerca de R$ 60 milhões.
O edifício Bugatti Residences em Dubai, onde Neymar comprou uma cobertura, está atualmente em construção.
Binghatti Properties via BBC
4º lugar: R$ 541 milhões
O quarto maior prêmio foi dado na Mega da Virada de 2022: R$ 541.969.966,30. Cada um dos cinco ganhadores recebeu R$ 108.393.993,26.
Se uma única pessoa tivesse levado a bolada sozinha poderia comprar a mansão do cantor Jay-Z em Bel Air, Los Angeles, Estados Unidos. O imóvel está atualmente avaliada em cerca de US$ 100 milhões, equivalente a R$ 500 milhões.
O valor total do prêmio também seria suficiente para comprar um dos quadros mais caros já vendidos em leilões de arte: Blumenwiese (Prado Florido), do artista austríaco Gustav Klimt.
A obra foi leiloada em Nova York no ano passado por US$ 86 milhões (cerca de R$ 433,26 milhões na cotação atual).
Agora no g1
3º lugar: R$ 588 milhões
A Mega da Virada de 2023 pagou R$ 588.891.021,25. Cinco apostas acertaram os seis números e receberam R$ 117.778.204,25 cada.
O prêmio total pago naquele ano seria suficiente para comprar hoje 14 unidades da cobertura mais cara de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, cidade com o metro quadrado mais valorizado do país.
O apartamento de 740 m², de frente para o mar, está avaliado em R$ 42 milhões.
Os R$ 588 milhões pagos pela Caixa também seriam suficientes para comprar 130.666 passagens de avião (ida e volta) de classe econômica de São Paulo para Paris, considerando cada uma com um preço médio de R$ 4.500.
Se as passagens forem de primeira classe, com cada uma custando em média R$ 70 mil, seria possível ir e voltar da capital francesa 8.400 vezes.
2º lugar: R$ 635 milhões
O segundo maior prêmio, da Mega da Virada de 2024, foi de R$ 635.486.165,36. O total foi dividido entre oito ganhadores e cada um levou R$ 79.435.770,67.
Uma das apostas vencedoras foi de um bolão realizado em Osasco, São Paulo, em que cada uma das 56 cotas ganhou R$ 1.418.495,90. Mas um dos participantes desse bolão não apareceu para retirar seu prêmio no prazo de 90 dias exigido pela Caixa e ficou sem o dinheiro. 
Mas se uma única pessoa tivesse levado a bolada de R$ 635 milhões sozinha poderia comprar 635 mil quilos da carne mais cara do mundo, o Wagyu categoria A5. 
A categoria A5 representa o nível máximo de qualidade do Wagyu, uma raça de gado originária do Japão. No Brasil, o quilo do corte é vendido a uma média de R$ 1.000. 
O quilo do Wagyu categoria A5 custa em média R$ 1.000 no Brasil.
AFP via Getty Images via BBC
Também seria possívelo comprar 1.058 imóveis imóveis de R$ 600 mil, o valor máximo permitido atualmente pela Caixa para financiar casas ou apartamentos novos usando o programa Minha Casa, Minha Vida. Ainda assim, o vencedor único ainda teria mais R$ 200 mil para investir em outros bens. 
1º lugar: R$ 1.091 bilhão
A Mega da Virada de 2025 ofereceu o maior prêmio da história até hoje: R$ 1.091.357.286,54. 
Ao todo, seis pessoas foram premiadas e cada uma levou para casa mais de R$ 181 milhões. 
Com o total do prêmio, um único vencedor poderia adquirir o clube de futebol Vitória, avaliado atualmente em R$ 826 milhões, segundo um ranking elaborado pela Sports Value.
O colar &#039;La Peregrina&#039; pertenceu à atriz americana Elizabeth Taylor, mas foi comprada inicialmente pelo rei Filipe 2º da Espanha para sua noiva, a rainha Maria 1ª da Inglaterra (1516-1558).
AFP via Getty Images via BBC
Os R$ 1.091 bilhão pagos pela Caixa também seriam ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:00:11 -0300</pubDate>
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<title>O país europeu que endureceu imigração, mas depende de brasileiros para funcionar; entenda por quê</title>
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<description><![CDATA[      Entre brasileiros em Portugal, cresce o temor de que fortalecimento do Chega nas urnas se traduza em políticas migratórias mais duras e em um ambiente mais hostil.
Getty Images via BBC
&quot;Os imigrantes não podem viver de subsídios&quot;, estampam os cartazes do partido de extrema direita Chega, que continuam espalhados pelo país desde as últimas eleições.
Portugal vem adotando leis migratórias mais rígidas, e o apoio a essas medidas cresce. Estima-se que vivam no país cerca de 1,5 milhão de estrangeiros, em sua maioria trabalhadores migrantes — o equivalente a aproximadamente 14% da população.
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Em Portugal, a hostilidade contra estrangeiros — ou, de forma mais direta, o ódio — tem se intensificado. No entanto, os dados mostram que o país já não consegue prescindir dessa população: os imigrantes não recebem mais benefícios sociais do que os portugueses, e o sistema de proteção social enfrentaria dificuldades financeiras sem suas contribuições.
Além disso, muitos postos de trabalho ficariam vagos — desde garçons em cafés até trabalhadores rurais responsáveis pela colheita de frutas destinadas à exportação, por exemplo, para a Alemanha.
Guia do empreendedor: Renda extra vs negócio principal
Um estudo publicado pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima), elaborado pelo Observatório das Migrações, comprova a importância dos trabalhadores estrangeiros para o sistema social português.
De acordo com o levantamento, no ano passado cerca de 1,1 milhão de estrangeiros contribuíram para a Previdência Social por estarem empregados formalmente em Portugal. Isso representa um aumento de 447% em relação a dez anos atrás. O valor das contribuições cresceu ainda mais — 763% — alcançando quase 4,2 bilhões de euros, o equivalente a 14% do total arrecadado.
Estrangeiros mantêm o país funcionando
Segundo o sociólogo Elísio Estanque, especialista em migração laboral, Portugal depende das contribuições dos estrangeiros que trabalham no país. 
&quot;Portugal está entre os países com a população mais envelhecida da União Europeia. A Previdência Social precisa arcar com um número crescente de aposentadorias, e os gastos com saúde também aumentam de forma significativa. Nesse contexto, as contribuições dos trabalhadores estrangeiros são um suporte essencial&quot;, afirma.
Mas não é só isso, ressalta Estanque. Para o pesquisador, os estrangeiros praticamente mantêm o país funcionando. 
&quot;O maior grupo de imigrantes, os brasileiros, concentra-se principalmente no comércio e nos serviços&quot;, explica. &quot;Eles dirigem carros de aplicativo, fazem entregas de comida — e são presença constante no atendimento de lojas&quot;, acrescenta.
A brasileira Verônica Santos é um desses exemplos. Ela chegou a Portugal há três meses e já trabalha em um restaurante na cidade de Leiria. O marido dela atua como ajudante de obra — nenhum dos dois teve dificuldade para encontrar emprego. 
&quot;Ganhamos um bom dinheiro aqui&quot;, diz Verônica, acrescentando que a decisão de se mudar foi acertada.
No Brasil, ela afirma que ganharia menos. Mas esse não foi o único motivo para a mudança. 
&quot;A insegurança é muito grande no Brasil, há muitos crimes. Portugal é muito mais seguro&quot;, afirma a jovem, na faixa dos 20 anos.
Ela e o marido dizem se sentir bem na nova vida. Sobre o crescimento do ódio contra estrangeiros, Verônica adota um tom mais ponderado. 
&quot;Racistas existem em todo lugar — em Portugal e também no Brasil. Acho que não há muito o que fazer em relação a isso.&quot;
Por que brasileiros que emigram preferem EUA, Portugal e Canadá, segundo LinkedIn
Getty Images via BBC
Imigrantes como bode expiatório
Partidos de extrema direita, como o Chega, têm transformado os imigrantes em bodes expiatórios para questões de segurança, afirma João Neves, professor de Economia da Escola Superior de Leiria. Segundo ele, os slogans populistas não refletem a realidade. 
&quot;Sem trabalhadores imigrantes, setores inteiros da economia teriam de fechar. Falta mão de obra portuguesa e, mesmo com aumentos salariais significativos, não seria possível suprir essa carência&quot;, diz.
A indústria do turismo, responsável por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal, depende de mão de obra estrangeira, frequentemente menos valorizada. Sem ela, muitos hotéis não conseguiriam operar. O mesmo vale para diversas propriedades agrícolas, especialmente as que produzem frutas para exportação, que dependem de trabalhadores sazonais vindos, em grande parte, da Ásia.
No caso da Previdência Social, o impacto também é expressivo: em 2025, o saldo positivo entre receitas e despesas relacionadas a estrangeiros chegou a 3,3 bilhões de euros. Esse valor veio principalmente de contribuintes jovens, cujas contribuições ajudam a financiar aposentadorias, seguro-desemprego e benefícios por doença de uma população mais envelhecida.
Falta política de imigração de longo prazo
Embora a mão de obra estrangeira traga benefícios ao país, o ressentimento e o preconceito vêm cr ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Edamame ganha versão brasileira, com grãos maiores e sabor mais suave</title>
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<description><![CDATA[      Agricultores apostam no cultivo de edamame brasileiro
O edamame, a soja verde consumida como hortaliça e muito comum na culinária oriental, está ganhando uma versão 100% nacional desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
A cultivar brasileira está sendo testada em propriedades de pequeno porte, prometendo ser uma alternativa rentável e nutritiva para a agricultura familiar (veja reportagem completa no vídeo acima).
???? Diferente da soja commodity, utilizada para a produção de óleo e ração animal, o edamame brasileiro passou por um melhoramento genético para apresentar características mais palatáveis ao consumo humano, como grãos maiores e sabor mais suave. 
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Experimento
Embora a planta tenha origem asiática, a versão nacional foi adaptada para a realidade climática do Brasil.
A Fazenda Santa Teresa, localizada no Vale do Café, em Paty do Alferes (RJ), foi o lugar escolhido pela Embrapa para fazer o experimento. A fazenda, que também tem serviço de hospedagem, é gerenciada pelas irmãs Valéria Brito e Cristiana Brito.
O cultivo do edamame no local é todo orgânico e tem conseguido uma produtividade acima da média: enquanto o comum é que cada pé produza entre 80 e 90 vagens, a propriedade registra entre 120 e 130 vagens por planta.
Segundo os responsáveis pelo cultivo, o resultado é consequência de um processo rigoroso de nutrição e irrigação.
Na região, a época ideal para plantar edamame vai de outubro a dezembro, e o período da semeadura à colheita dura cerca de três meses. Durante toda a safra, a Embrapa faz quatro visitas à propriedade.
Um dos pontos mais delicados do processo é o momento de colher as vagens. A retirada precisa acontecer quando os grãos ocupam aproximadamente 90% do espaço interno da vagem, conhecido como lóculo. 
A janela ideal para a colheita é curta, de apenas três dias. Depois desse período, a soja amadurece, se transforma em semente convencional e perde as características próprias do edamame.
A colheita é feita manualmente. Após a retirada das vagens, o restante da planta, como folhas e talos, é triturado e devolvido ao solo. Esse material funciona como adubação verde devido ao seu alto teor nutricional.
A maior parte da produção é consumida internamente pelos próprios hóspedes da Fazenda Santa Teresa. As vagens são servidas de diversas formas, como em saladas com alface e cenoura ou preparadas em um estilo mais oriental com óleo de gergelim torrado.
Viabilidade econômica e consumo
Atualmente, cerca de 130 pequenos agricultores em oito estados participam da parceria com a Embrapa. O mercado, embora ainda seja um nicho, é promissor. 
No Rio de Janeiro, o quilo do edamame pode ser vendido por até R$ 50, enquanto o custo de plantio para uma área de 50 m² gira em torno de R$ 100.
Além do retorno financeiro, o edamame se destaca pelo valor nutricional, sendo rico em proteínas. Na cozinha, a versatilidade é grande: pode ser consumido como aperitivo (cozido em água e sal), em saladas ou transformado em pastas. 
O edamame fresco dura até 5 dias na geladeira, mas se for pré-cozido e congelado, pode ser consumido por até um ano.
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Imagem ilustrativa de Edamame.
Embrapa/Divulgação ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Salão de Pequim: g1 testa Leapmotor A10, elétrico mais barato da marca e que pode vir ao Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Leapmotor A10: conheça os detalhes do carro que deve vir ao Brasil
A Leapmotor aproveitou o espaço do estande no Salão do Automóvel de Pequim para apresentar o A10. O modelo é um SUV compacto criado para ser o carro elétrico mais barato da marca.
Se chegar ao mercado brasileiro, o modelo disputará espaço com BYD Dolphin e Yuan Pro, Chevrolet Spark EUV, GWM Ora 03 e GAC Aion Y — carros que custam entre R$ 144.990 e R$ 182.990. Pela faixa de preço, também tentará atrair consumidores que ainda preferem modelos a combustão, como Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta e Jeep Renegade.
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O g1 testou o carro por alguns minutos em uma pista dentro da fábrica da Leapmotor, na China. No local, foi possível dirigir o veículo sem a necessidade de fazer curso ou obter a habilitação especial exigida para estrangeiros circularem por ruas e estradas do país.
O nome B03x não começa com a mesma letra do Leapmotor B10 por acaso. Os dois modelos usam a mesma plataforma e, ao observar apenas a silhueta, têm visual bastante semelhante.
(O repórter viajou para o evento a convite da Leapmotor e GWM.)
Leapmotor A10, B03x fora da China
divulgação/Leapmotor
Ambos têm linhas retas e proporções compactas, mas o B03x é o menor dos dois. Ele é 24 centímetros mais curto, sete centímetros mais estreito e tem distância entre-eixos 13 centímetros menor.
Para efeito de comparação, os 4,27 metros de comprimento do A10 são iguais aos do Renegade e sete centímetros maiores que os do T-Cross. No entanto, como o modelo foi projetado desde o início para ser elétrico, a distância entre os eixos é maior que a do Jeep: 2,60 metros, contra 2,56 metros do Renegade.
Esses centímetros extras no entre-eixos se refletem em um porta-malas maior, oficialmente anunciado com 602 litros de capacidade. Durante o teste, porém, o espaço pareceu bem menor que os 518 litros do Fiat Fastback, embora claramente superior aos 320 litros do Renegade.
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O A10 conta ainda com um compartimento inferior, localizado abaixo de uma tampa. No teste, foi possível acomodar duas mochilas nesse espaço, com folga para outras quatro sem que ficassem apertadas.
No visual externo, o Leapmotor A10 segue a fórmula adotada por muitos carros chineses: linhas arredondadas em toda a carroceria, frente com grade fechada e formato pontiagudo, além de maçanetas embutidas, que ajudam na aerodinâmica.
Na traseira, há um respiro em relação à falta de criatividade do conjunto. As lanternas parecem ter LEDs “flutuando” sobre um fundo preto, o que reforça o visual futurista. Juntas, elas formam algo parecido com um rosto sorridente.
Lanterna traseira do Leapmotor A10, chamado de B03x fora da China
divulgação/Leapmotor
No interior, o acabamento traz mais superfícies macias ao toque do que plástico rígido. Já o minimalismo, que foi alvo de críticas no B10, também aparece aqui:
A chave é um cartão plástico, semelhante a um cartão bancário;
Não há controles físicos para o ar-condicionado;
Os ajustes dos retrovisores laterais são feitos apenas pela central multimídia;
Alguns botões do volante acumulam mais de uma função, alterada pela central multimídia.
Minimalismo é regra no Leapmotor A10, chamado de B03x fora da China
divulgação/Leapmotor
A10 faz só o básico na pista
O teste foi feito com uma versão do A10 destinada ao mercado chinês, o que ficou evidente na boa dirigibilidade combinada com uma suspensão mais macia, típica do gosto local.
Esse acerto contrasta com a preferência do consumidor brasileiro, que costuma optar por suspensões mais firmes. Isso já levou alguns modelos a mudar, como o BYD Dolphin, que teve a suspensão reforçada nas atualizações da versão vendida no Brasil.
O trajeto não incluía curvas fechadas nem permitia ultrapassar os 80 km/h, com exceção de uma reta mais longa. Ainda assim, o carro enfrentou uma sequência de buracos e, nesse cenário, a suspensão mais macia absorveu bem os impactos.
Foi nessa mesma reta que apareceu um dos fatores que ajudam a explicar o preço mais baixo do A10: a aceleração é bem mais contida do que a do Leapmotor B10, testado em São Paulo.
Leapmotor A10, B03x fora da China, é feito para quatro ocupantes
divulgação/Leapmotor
A resposta ao acelerador não foi tão lenta quanto a de alguns motores 1.0 ou 1.3 turbo, mas ficou abaixo do que se espera de um conjunto com 204 cv de potência — quase o dobro dos 116 cv do motor 1.0 turbo do Volkswagen Tera, por exemplo.
Essa aceleração mais gradual não deve incomodar no uso urbano, mas exige atenção redobrada em ultrapassagens na estrada, com um cálculo mais cuidadoso do “vai dar?” antes de avançar sobre outro veículo.
Outra curiosidade: o Leapmotor A10 tem tração traseira, característica que deve ser mantida caso o modelo seja lançado no Brasil, já que outros carros da marca seguem essa configuração.
Esse detalhe confere ao carro um comportamento mais esportivo, mas, nos testes realizados em pista fechada, não foi necessário mudar a forma de ace ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:00:11 -0300</pubDate>
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<title>Mega&#45;Sena 30 anos: entenda as regras do sorteio deste domingo, com prêmio de 300 milhões</title>
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<description><![CDATA[      Como funciona a Mega-Sena?
A Caixa Econômica Federal realiza neste domingo (24) o sorteio especial da Mega-Sena 30 anos, concurso comemorativo que terá prêmio estimado em R$ 300 milhões. O sorteio será realizado às 11h.
Segundo as regras divulgadas pela Caixa, o prêmio do sorteio especial não acumula. Com isso, se ninguém acertar as seis dezenas, o valor principal será dividido entre os apostadores que acertarem a quina.
Se ainda assim não houver vencedores suficientes, seguirá para a quadra, aumentando as chances de alguém acertar a sequência de números.
Onde assistir ao sorteio?
O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.
Clique para assistir à transmissão do concurso especial:
Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no site do g1
Acompanhe o sorteio da Mega 30 anos no canal do g1 no YouTube
Como jogar na Mega 30 anos?
Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6, e o  valor vai aumentando de acordo com a quantidade de números.
As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) deste sábado (23) pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.
Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante. Pela primeira vez, os bolões online poderão ser comprados até uma hora antes do sorteio. 
O sorteio do concurso especial da Mega-Sena 30 anos será no próximo domingo, 24 de maio de 2026. A Caixa Econômica Federal elevou a estimativa do prêmio para R$ 300 milhões
Cesar ConventiI/Fotoarena/Estadão Conteúdo ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 01:00:11 -0300</pubDate>
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<title>FGTS libera mais de R$ 16 bilhões na próxima semana; parte em saques e restante para pagamento de débitos no Desenrola 2.0</title>
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<description><![CDATA[      O governo liberará mais de R$ 16 bilhões em recursos de trabalhadores no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na próxima semana, segundo informações do Ministério do Trabalho.
De acordo com o governo, parte desses recursos (R$ 8,4 bilhões) irá direto da conta do trabalhador vinculada ao FGTS e para sua conta corrente ou depósito. 
São recursos de mais de 10,5 milhões de trabalhadores optantes do saque-aniversário que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025, cuja liberação foi autorizada por meio de uma medida provisória publicada pelo governo.
O restante dos recursos, no valor de até R$ 8,2 bilhões, poderá ser usado pelos trabalhadores como garantia no Desenrola 2.0, para pagamento de débitos antigos, que têm juros mais altos.
Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para quitar dívidas.
➡️Com isso, trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário que foram demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025, e que também tenham dívidas bancárias, e queiram usar o FGTS para pagar dívidas bancárias poderão fazer duas retiradas na próxima semana. 
Uso do FGTS, juros de até 1,99%, dívidas do Fies: o que se sabe sobre o pacote contra o endividamento
Como vai funcionar na prática
Trabalhador que optou pelo saque-aniversário e foi demitido sem justa causa entre 2020 e 2025 terá direito ao chamado &quot;saque complementar&quot; do FGTS. Os valores serão retirados de sua conta vinculada no FGTS até a segunda-feira (25) e depositados na terça-feira (26), informou o Ministério do Trabalho.
De acordo com o governo, 84% os trabalhadores beneficiados pelo saque complementar já têm uma conta bancária informada no aplicativo do FGTS. Esses não precisarão fazer nada, apenas aguardar o depósito dos recursos. Quem não tem conta bancária indicada no aplicativo, deve ir à uma agência da Caixa, com documentação pessoal, para sacar os recursos do saque complementar. 
O Ministério do Trabalho explicou que, como os recursos de que tem direito ao saque complementar já terão saído da conta vinculada no FGTS na segunda-feira (25), os trabalhadores poderão saber já neste dia quanto poderão usar para pagar débitos no Desenrola 2.0.
Do valor que restar na conta, após o saque pelo trabalhador que terá direito ao saque complementar, poderão ser usados até 20%, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar dívidas bancárias.
No Desenrola 2.0, o trabalhador consultará seu saldo e poderá autorizar o banco ao qual está devendo a buscar o valor do saldo disponível para negociação. Depois, negocia com o banco devedor o valor com desconto da dívida na própria instituição financeira. 
Em seguida, o banco avisará à Caixa Econômica Federal que houve a negociação. A Caixa, por sua vez, solicitará ao trabalhador, pelo aplicativo, o valor do recurso do seu FGTS para pagar a instituição. A Caixa tem 30 dias para repassar o dinheiro ao banco. O prazo para as negociações é de 90 dias.
Saque complementar do FGTS

Jornal Nacional/ Reprodução
Essa é a segunda vez que o governo liberou recursos de trabalhadores que ficaram retidos no FGTS por conta das regras do saque-aniversário. A primeira foi no início de 2025. Serão liberados, nesta vez, outros R$ 8,4 bilhões.
???? A explicação é que, quando adere ao saque-aniversário do FGTS, o trabalhador demitido sem justa causa pode sacar apenas o valor da multa rescisória de 40%, mas não o saldo integral da conta do FGTS, que fica bloqueado para saque imediato. Permanecem válidas, porém, outras hipóteses de saque previstas em lei, como aposentadoria, doença grave e compra da casa própria, por exemplo.
???? No fim do ano passado, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que a medida não causa impacto na sustentabilidade dos recursos do FGTS disponíveis para obras em habitação e infraestrutura.
Desenrola 2.0
O Desenrola 2.0, programa para reduzir o endividamento da população brasileira, foi lançado pelo governo federal no início de maio. 
O programa prevê a renegociação de dívida, com descontos, e troca por uma dívida mais barata, tendo como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.
A expectativa do governo é de que sejam renegociados até R$ 58 bilhões em dívidas antigas e novas.
Pelas regras, o trabalhador também poderá usar parte do seu saldo disponível do FGTS para pagar débitos, justamente o valor que está sendo liberado na próxima semana.
O programa, anunciado no início de maio, foi dividido em quatro categorias voltadas para:
famílias
Fies
empresas
agricultores rurais
Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 
➡️ Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os ]]></description>
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<pubDate>Sat, 23 May 2026 01:00:11 -0300</pubDate>
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