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<title>Rezulti News &#45; Últimas Postagens</title>
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<description>Rezulti News &#45; Últimas Postagens</description>
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<dc:rights>Copyright &#45; Rezulti News &#45; Notícias, Negócios e Diversão.</dc:rights>

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<title>OpenAI lança ChatGPT Work, agente de IA criado para fazer suas tarefas do trabalho</title>
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<description><![CDATA[      ChatGPT Work
Divulgação/OpenAI
A OpenAI lançou nesta quinta-feira (9) o ChatGPT Work, um agente de inteligência artificial criado para ajudar em tarefas do trabalho como planilhas e apresentações de slides.
Segundo a empresa, o ChatGPT Work precisa de apenas um comando para fazer todas as etapas de processos complexos. Isso é possível porque ele é capaz de dividir o trabalho em pequenas tarefas.
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O agente analisa arquivos externos ao se integrar com serviços de e-mail, calendários e gerenciadores de projetos, além de programas como Excel, Teams, Slack e Notion.
A novidade é baseada no GPT-5.6, modelo de IA que também foi lançado nesta quinta e é dividido em três versões: Sol, para tarefas mais avançadas; Terra, capaz de balancear eficiência e custo; e Luna, a mais econômica.
Agora no g1
O ChatGPT Work foi liberado para assinantes das versões Pro, Enterprise e Edu, e ficará disponível nos próximos dias para as versões Plus e Business. O GPT-5.6 também é exclusivo para versões pagas do ChatGPT e outros serviços da OpenAI.
A estreia do GPT-5.6 aconteceria em junho, mas foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos, que apontou preocupações com a segurança nacional e com o possível uso indevido de tecnologias de inteligência artificial de alta capacidade.
Segundo a OpenAI, o GPT-5.6 Sol tem desempenho parecido com o Mythos Preview, que foi criado pela Anthropic e também passou por uma extensa análise do governo americano.
Agentes de IA são aposta de empresas, e quem os domina pode ganhar até R$ 20 mil
A OpenAI afirmou que o ChatGPT Work pode fazer por conta própria todas as ações pedidas pelos usuários, mas destacou que também é possível controlar o processo, ao fazer perguntas, mudar orientações e revisar ações importantes.
O agente também pode assumir tarefas repetitivas, como monitorar sites e criar resumos, mesmo que o usuário não esteja online. As ações podem ser feitas em uma frequência determinada ou quando outro evento acontece. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos do canal</title>
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<description><![CDATA[      GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos
GloboNews
A GloboNews ganhará um novo telejornal nas manhãs a partir de 3 de agosto. A novidade faz parte das comemorações pelos 30 anos do canal, que também prepara a inauguração de um estúdio mais moderno e tecnológico.
O GloboNews Radar será apresentado por Camila Bomfim e exibido ao vivo do Rio de Janeiro, das 8h30 às 11h. 
O telejornal acompanhará os principais acontecimentos do dia, com foco nas notícias mais relevantes para quem está começando a rotina. De São Paulo, o recém-contratado Fernando Nakagawa ficará responsável pelas análises econômicas.
Com a estreia do novo jornal, o Em Ponto, comandado por Mônica Waldvogel e Victor Boyadjian, passará a entrar no ar mais cedo, diretamente de São Paulo. A atração também ganhará uma nova bancada, projetada para tornar as conversas mais dinâmicas e ampliar a interação entre apresentadores, comentaristas e convidados.
Na sequência, o Conexão GloboNews será exibido logo após o GloboNews Radar, permanecendo no ar até as 13h. Rafael Colombo segue na apresentação, em São Paulo, e passa a dividir a ancoragem com Narayanna Borges, que estreia no telejornal diretamente do Rio de Janeiro. 
Com a participação de comentaristas e repórteres, entre eles Valdo Cruz e Marina Franceschini, o programa continuará acompanhando de perto os desdobramentos da política em Brasília.
No segundo semestre, em razão da cobertura das eleições, Julia Duailibi passará a ancorar o GloboNews Mais, exibido das 16h às 18h, diretamente do novo estúdio.
Segundo a GloboNews, as mudanças reforçam o compromisso do canal com um jornalismo ágil e relevante, capaz de acompanhar os acontecimentos em tempo real e aprofundar a compreensão dos fatos por meio de análises e diferentes perspectivas. 
A emissora afirma ainda que as novidades fazem parte de um processo de evolução contínua para atender às demandas do público. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Petróleo recua em meio à escalada do conflito entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O mercado acompanhou uma nova escalada das tensões no Oriente Médio. Nesta quinta-feira (9), Estados Unidos e Irã realizaram novos ataques pelo segundo dia consecutivo, em meio à disputa envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás.
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Apesar de o conflito continuar no radar dos investidores, o mercado de petróleo perdeu força ao longo do dia. Depois de abrir em alta, o barril do Brent encerrou o pregão com queda de 2,2%, cotado a US$ 76,30, enquanto o WTI recuou 2%, para US$ 72,08. 
As tensões entre EUA e Irã voltaram a aumentar nesta quinta-feira, depois que as forças armadas iranianas lançaram ataques contra infraestruturas militares americanas em países do Golfo Pérsico. 
A ofensiva ocorreu em resposta aos bombardeios realizados pelos EUA contra províncias no litoral sul e no leste do Irã, elevando a pressão sobre o acordo de cessar-fogo que estava em vigor havia três semanas.
No mesmo dia, o Irã realizou o enterro de seu líder supremo assassinado, o aiatolá Ali Khamenei, no santuário de Mashhad, encerrando uma semana de cortejos fúnebres e manifestações. Khamenei havia sido morto no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro.
Paralelamente, explosões foram registradas em diferentes regiões do Irã, incluindo Bushehr, onde fica uma das usinas nucleares do país.
A escalada do conflito também provocou reações internacionais. O Catar, que costuma atuar como mediador entre Washington e Teerã, condenou os ataques à navegação comercial e defendeu a retomada das negociações diplomáticas. 
Na mesma linha, os ministros das Relações Exteriores da Turquia e de Omã ressaltaram, em conversas com o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, a necessidade de evitar uma nova escalada militar.
Em meio ao agravamento da crise, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que os ataques dos EUA e as intervenções no tráfego pelo Estreito de Ormuz têm dificultado a retomada gradual da navegação na região.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
???? O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.
Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Fazenda diz que novas regras para publicidade de bets serão publicadas nesta sexta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que novas regras para publicidade de apostas online, as chamadas bets, serão publicadas nesta sexta-feira (10).
No fim de junho, o governo já havia informado que promoveria mudanças nas regras para propagandas de bets. 
Nesta quinta, Dario Durigan afirmou que uma das portarias que será publicada nesta sexta vai estabelecer que toda publicidade de bet será acompanhada de uma advertência em nome do Ministério da Fazenda, semelhante com o que acontece com propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas.
As publicidades serão acompanhadas de advertências do Ministério da Fazenda, como:
apostar faz você perder dinheiro
apostar faz pode causar dependência 
apostar não é investimento 
Agora no g1
A outra portaria, em conjunto com o Ministério da Justiça, terá medidas contra empresas de bet que atuam ilegalmente no país. Dario Durigan reforçou que veículos de comunicação estão proibidos de veicular empresas não autorizadas a operar no mercado.
&quot;A gente faz restrições à publicidade de bets no país. Eu não preciso dizer, porque é chover no molhado, a nossa tolerância zero com as ilegais. Então, bet ilegal, em nenhuma medida está autorizada, e nem os publicitários, os veículos de comunicação estão autorizados a veicular qualquer publicidade envolvendo empresa não autorizada a operar no mercado&quot;, afirmou o ministro da Fazenda.
Vedações a comentaristas
O ministro da Fazenda afirmou que as novas regras também vão proibir comentaristas e especialistas de fazer declarações que induzam a erro o potencial apostador.
&quot;[Não é lícito misturar] um comentário de alguém que é especialista, comentarista, especializado em um determinado jogo, determinado assunto. Ele dizendo que a melhor aposta é uma, ou que o caminho a ser adotado é aquele, portanto induzindo o consumidor a adotar uma certa prática com um verniz de respaldo técnico. Então, isso não deve ser feito&quot;, disse Dario Durigan.
&quot;Nada de exibir ganhos como isca, nada de vender aposta como ganho de dinheiro fácil, de investimento ou solução financeira para as famílias&quot;, completou o ministro da Fazenda.
Penalidades
Segundo Durigan, em caso de descumprimento das regras, as penalidades previstas são multas, que podem chegar a 20% do faturamento da empresa que opera a bet. E, também, a suspensão por 180 dias. 
Em caso de reincidência grave, pode haver a cassação da autorização para atuação no mercado de apostas online.
O secretário Nacional do Consumidor, Ricardo Morishita, disse que pode ser aplicado o teto da multa, cerca de R$ 14 milhões, a quem veicular publicidade irregular de bet.
O governo também informou que a empresa vai ser punida caso o influenciador contratado faça uma publicidade irregular, infringindo as novas regras, e o conteúdo também pode ser derrubado.
Mais de 50 mil sites de apostas derrubados
Durante entrevista a jornalistas, Dario Durigan informou que 56 mil sites de apostas já foram derrubados pelo governo e quase mil perfis de influenciadores também.
Ele informou que o governo já exigiu a autoexclusão de quase um milhão de apostadores, por estarem em desacordo com as vedações previstas em lei.
&quot;Houve uma vedação, de que beneficiários de programas do governo estão proibidas de acessar. Decisão do STF. E também das pessoas que aderem ao Desenrola [programa de renegociação de dívidas lançado pela gestão Lula&quot;, explicou Durigan.
Segundo o ministro, as próprias empresas autorizadas a operar têm colaborado com denúncias contra bets ilegais. 
O ministro também apresentou uma linha do tempo sobre a autorização para bets no Brasil:
2018: autorização para funcionar, mas sem o estabelecimento de regras
2023: Congresso estabelece regras gerais
2024: Ministério da Fazenda instituiu a Secretaria de Prêmios e Apostas para fiscalizar o setor
2025: governo passa a cobrar outorga e aplica regras
Dario Durigan, ministro da Fazenda
Washington Costa/MF ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Anac publica regra que garante assentos para menores de 16 anos ao lado de responsáveis</title>
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<description><![CDATA[      Empresas aéreas poderão ser multadas caso cobrem pela marcação de assentos de passageiros menores de 16 anos que, por regra, podem viajar ao lado de seus responsáveis ou familiares sem custo adicional.
A decisão foi regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e atende a uma decisão judicial.
A regra, em vigor desde 2023, garante que crianças e adolescentes menores de 16 anos sejam acomodados em assentos contíguos aos de seus responsáveis ou familiares sem cobrança pela marcação do lugar. 
A obrigação vale tanto no momento da compra da passagem quanto em casos de alteração da reserva.
Agora no g1
A Anac esclarece, no entanto, que a gratuidade não se aplica quando o passageiro optar por assentos com benefícios adicionais, como mais espaço para as pernas, ou pela mudança de classe. 
Nesses casos, as companhias poderão cobrar as taxas previstas para esse tipo de serviço.
Avião no céu de São Paulo
Renata Bitar/g1 ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Volkswagen negocia demissão em massa e fechamento de fábricas</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O plano da Volkswagen de cortar até 100 mil empregos e fechar quatro fábricas na Alemanha enfrenta um teste decisivo nesta quinta-feira (9). Os grupos que controlam a maior montadora da Europa se reúnem para discutir as propostas, enquanto trabalhadores protestam contra a reestruturação.
Pressionada por custos elevados, excesso de capacidade produtiva no mercado doméstico, concorrência crescente de fabricantes chineses e tarifas de importação dos Estados Unidos, a Volkswagen enfrenta um dos momentos mais delicados de sua história recente. 
A empresa busca reformular um modelo de negócios que sustentou seu crescimento por décadas.
Sede da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha.
Axel Schmidt/ Reuters
A possibilidade de fechamento de fábricas e de cortes expressivos de pessoal em uma das companhias mais tradicionais da Alemanha, fundada há 89 anos, também evidencia os desafios enfrentados pela maior economia da Europa, marcada por crescimento lento e custos elevados de energia e mão de obra.
Durante reunião do conselho fiscal na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, prevista para esta tarde no horário local, o presidente-executivo Oliver Blume precisará convencer os influentes representantes sindicais do colegiado a aceitarem um programa de cortes mais profundo em todo o grupo, que inclui marcas como Audi e Porsche.
Blume também enfrenta pressão das famílias Porsche e Piëch, controladoras da companhia, cujos principais investimentos perderam dezenas de bilhões de euros em valor de mercado nos últimos anos.
Em Wolfsburg, trabalhadores protestavam com apitos, bandeiras vermelhas do sindicato e faixas. Em uma delas, lia-se a mensagem &quot;Gemeinsam stark&quot;, expressão em alemão que significa &quot;fortes juntos&quot;. Ao fundo, buzinas reforçavam o clima de mobilização.
O sindicato IG Metall informou que cerca de 400 pessoas participavam do protesto apenas em Wolfsburg.
Em nota enviada por e-mail, um porta-voz da Volkswagen afirmou que a empresa compartilha das preocupações dos trabalhadores sobre o futuro, mas considera necessária uma reestruturação para preservar a competitividade.
&quot;Estamos ajustando nosso portfólio de investimentos e simplificando nossas estruturas corporativas&quot;, afirmou o porta-voz. &quot;E sim, também teremos que reduzir o excesso de capacidade.&quot;
Demissões em massa
No que pode se tornar a maior reestruturação da história da Volkswagen, fontes afirmam que Blume estuda fechar quatro fábricas na Alemanha, localizadas em Hanover, Emden, Zwickau e Neckarsulm, onde funciona uma unidade da Audi. 
O plano poderia resultar em até 100 mil demissões, aproximadamente o dobro do número previsto atualmente.
Segundo a revista Spiegel, a produção nas unidades de Zwickau e Emden seria encerrada gradualmente ao longo dos próximos cinco anos. A fábrica de veículos comerciais de Hanover seguiria o mesmo caminho em 2032, enquanto a unidade da Audi, em Neckarsulm, teria as atividades encerradas em 2034.
O conselho fiscal da Volkswagen reúne representantes das famílias controladoras, dos sindicatos e do governo do estado da Baixa Saxônia. Esse modelo de governança compartilhada frequentemente torna as decisões mais complexas.
Antes da reunião, a revista WirtschaftsWoche informou que o governo da Baixa Saxônia estaria disposto a aceitar o fechamento de fábricas. A informação, porém, foi negada por uma fonte do governo estadual, que classificou a reportagem como &quot;um completo absurdo&quot;.
No acordo de reestruturação firmado no fim de 2024, os sindicatos conseguiram da direção da empresa o compromisso de evitar o fechamento de fábricas na Alemanha. Desde então, a Volkswagen vem buscando alternativas para dar nova destinação a unidades com baixa utilização.
Entre as iniciativas analisadas estão a busca por um parceiro da indústria de defesa para a fábrica de Osnabrück e a possibilidade de produzir na Alemanha modelos desenvolvidos originalmente para o mercado chinês.
Dados da Mobility Global analisados pela Reuters indicam que as fábricas do grupo Volkswagen na Alemanha deverão operar com 81% da capacidade considerada padrão em 2026. A previsão é que esse índice caia para 73% até o fim da década, mesmo considerando a retirada planejada da unidade de Osnabrück da rede produtiva.
Entre as quatro fábricas ameaçadas de fechamento, Zwickau aparece como a de maior utilização prevista para 2026, com 88% da capacidade ocupada. Ainda assim, a estimativa é de que esse percentual recue para apenas 42% até 2030, segundo os mesmos dados. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:00:15 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;New York Times&amp;apos; e outros jornais dos EUA pedem que Justiça puna OpenAI em disputa sobre direitos autorais</title>
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<description><![CDATA[      Sede do The New York Times
Associated Press
Um grupo de jornais, incluindo o &quot;New York Times&quot; e o &quot;New York Daily News&quot;, solicitou a um tribunal federal de Manhattan nesta quinta-feira (9) que aplique sanções à OpenAI, dona do ChatGPT, na disputa sobre direitos autorais. 
Os veículos alegam que a empresa mentiu ao tribunal sobre sua capacidade de pesquisar em seus sistemas por provas de que utilizou indevidamente milhões de reportagens para treinar seus modelos de IA.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Segundo os jornais, a OpenAI alegou falsamente que não poderia pesquisar seus grandes modelos de linguagem em busca de material protegido por direitos autorais, ao mesmo tempo em que ocultou que já havia feito esse tipo de busca &quot;antes mesmo de o primeiro requerente da imprensa ter entrado com a ação&quot;.
Os veículos também afirmam que a OpenAI excluiu bilhões de conversas relevantes do ChatGPT ou as tornou impossíveis de pesquisar. 
Agora no g1
Eles pedem que o tribunal aplique sanções, incluindo o pagamento de honorários advocatícios, e reconheça judicialmente que os registros de conversas da OpenAI demonstram que a empresa utilizou indevidamente obras protegidas por direitos autorais.
Porta-vozes da OpenAI não responderam imediatamente a um pedido de comentário sobre a petição.
A ação judicial, movida inicialmente pelo New York Times em 2023, acusa a OpenAI e seu maior financiador, a Microsoft, de usar milhões de artigos do jornal sem autorização para treinar o grande modelo de linguagem que sustenta o ChatGPT.
O caso é um dos vários processos movidos por detentores de direitos autorais — entre eles autores, artistas visuais e gravadoras — contra empresas de tecnologia, como OpenAI, Anthropic e Meta, por supostamente utilizarem indevidamente esse material para treinar sistemas de IA.
&quot;Por mais de dois anos, a OpenAI mentiu para o The Times, para os demandantes do Daily News, para o público e para o tribunal&quot;, afirmou o advogado principal do New York Times, Ian Crosby, em comunicado.
&quot;A empresa alegou que pesquisar os resultados do ChatGPT em busca de cópias do conteúdo do The Times e dos demandantes do Daily News era inviável, oneroso e invasivo da privacidade dos usuários, ao mesmo tempo em que ocultava que já havia realizado essas pesquisas.&quot;
A OpenAI havia afirmado anteriormente ao tribunal que não possuía ferramentas para pesquisar seus conjuntos de dados e registros de resultados em busca de material protegido por direitos autorais. 
No entanto, segundo a petição apresentada pelos jornais nesta quinta-feira, um funcionário da empresa testemunhou posteriormente que a OpenAI havia &quot;realizado várias pesquisas por conteúdo dos demandantes do Daily News&quot;.
Por que ‘Brasil’ virou ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português?
Google Maps passa a conversar com usuários para recomendar lugares e ônibus no Brasil ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Governo mantém alíquota de 12% no imposto de exportação de petróleo</title>
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<description><![CDATA[      O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu nesta quinta-feira (9) manter em 12% a alíquota do imposto de exportação sobre óleos brutos de petróleo e de minerais betuminosos.
????Minerais betuminosos são rochas e substâncias ricas em hidrocarbonetos, utilizadas na produção de combustíveis e derivados de petróleo.
A medida, de caráter temporário, vale por até 60 dias e será reavaliada após 30 dias, &quot;à luz da evolução do cenário internacional e de seus impactos sobre o mercado de petróleo e combustíveis&quot;. 
O comitê defendeu que a manutenção da alíquota busca preservar as condições de abastecimento do mercado interno e garantir matéria-prima para as refinarias brasileiras.
????A Gecex é o órgão do governo federal responsável por decidir sobre medidas de comércio exterior, como tarifas de importação e exportação. O comitê integra a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
Agora no g1
&quot;A determinação foi tomada diante de mudança recente das condições externas, especialmente após a deterioração do ambiente geopolítico no Oriente Médio, com novos episódios de tensão no Estreito de Ormuz&quot;, justificou a Camex, em nota. 
Estreito de Ormuz em 9 de julho de 2026
Reuters
Guerra
A decisão foi tomada em meio à escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar o mercado internacional de petróleo. 
Nos últimos dias, os dois países trocaram novos ataques, e o Irã afirmou que bombardeios americanos interromperam a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás comercializados no mundo.
O conflito aumentou as preocupações sobre uma possível redução da oferta global da commodity e uma alta dos preços internacionais. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:00:10 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Governo, mantém, alíquota, 12, imposto, exportação, petróleo</media:keywords>
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<item>
<title>Correios adiam fechamento de agências e mudanças em gratificações até 31 de julho</title>
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<description><![CDATA[      A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, os Correios, decidiram adiar para o dia 31 de julho de 2026 a implementação de medidas do seu plano de reestruturação, como o fechamento de agências e alterações na remuneração de atendentes.
A suspensão foi comunicada nesta terça-feira (7) em carta enviada à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) após sindicalistas contestarem os impactos das mudanças.
No documento, a estatal propõe a criação de uma mesa de negociação para discutir os pontos suspensos até o fim do mês (veja detalhes abaixo).
????Os Correios enfrentam uma crise econômico-financeira, que começou em meados de 2022. A empresa registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, apontou um balanço divulgado pela estatal em junho.
????Para estancar o rombo e buscar o reequilíbrio fiscal — com a meta interna de voltar a operar no azul —, a diretoria da estatal elaborou um plano de reestruturação focado em três frentes: corte de despesas com pessoal e administração, otimização de ativos e renegociação e captação de recursos.
Agora no g1
A suspensão temporária ocorre após reunião realizada em 6 de julho, na qual foram tratados temas como o encerramento de atividades em unidades, a implementação de um novo sistema de distribuição e a revisão de gratificações.
Sede dos Correios em Palmas, Tocantins
Djavan Barbosa/TV Anhanguera
Medidas suspensas até 31 de julho
De acordo com o documento oficial da empresa, as seguintes ações ficam paralisadas até o fim do mês:
Fechamento de unidades:a suspensão vale para as agências previstas no plano de reestruturação, com exceção daquelas que já foram extintas ou que estão em fase avançada de desativação.
Gratificações: fica interrompida a retirada do Adicional de Atendimento em Guichê (AAG) e da verba de &quot;Quebra de Caixa&quot;.
Sistema de Dimensionamento (SDD): a implementação do novo modelo de distribuição de carga de trabalho também será paralisada para reavaliação.
Mesa de Negociação
Os Correios propuseram a instalação de uma mesa de negociação com início previsto a partir desta semana. 
O grupo terá a participação de representantes da empresa, das federações de trabalhadores e da Secretaria-Geral da Presidência da República, que atuará na mediação do diálogo. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Correios, adiam, fechamento, agências, mudanças, gratificações, até, julho</media:keywords>
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<title>Dólar opera em queda de olho nas tensões entre EUA&#45;Irã; Ibovespa avança</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com queda nesta quinta-feira (9), recuando 0,51%, cotado a R$ 5,1223 perto das 12h. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,89% no mesmo horário, aos 172.173 pontos.
A estabilidade acontece apesar da cautela dos investidores com o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. 
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ Os dois países anunciaram novos ataques pelo segundo dia seguido nesta quinta, em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
Na quarta-feira (8), o petróleo chegou a subir mais de 7% em meio às tensões, o mercado opera mais ameno. Por volta das 9h, o barril do Brent avançava 0,58%, a US$ 78,52, enquanto o WTI subia 0,34%, a US$ 73,76.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,38%;
Acumulado do mês: -0,28%;
Acumulado do ano: -6,20%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,96%;
Acumulado do mês: -0,80%;
Acumulado do ano: +5,91%.
EUA e Irã trocam ataques
Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios no Estreito de Ormuz.
A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.
???? O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Dólar, opera, queda, olho, nas, tensões, entre, EUA-Irã, Ibovespa, avança</media:keywords>
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<item>
<title>Decisão sobre tarifaço ao Brasil sairá &amp;apos;muito em breve&amp;apos;, diz representante de comércio dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025.
Piroschka van de Wouw/Reuters
O representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que a decisão sobre um novo tarifaço às importações brasileiras será anunciada &quot;muito em breve&quot;, mas disse que os dois países ainda estão distantes de um acordo.
&quot;Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós. Por isso, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, porque temos um prazo legal até 15 de julho&quot;, disse Greer em entrevista à Fox Business Network.
Em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX. No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.
Em ambos os casos, uma longa lista de exceções foi apresentada para evitar uma alta de preços no mercado americano.
Itamaraty mapeia mais de 40 empresas e associações americanas que não querem o tarifaço
Itamaraty mapeia mais de 40 empresas americanas contra tarifaço
O impacto para o Brasil e para os EUA
Na segunda-feira (6), o USTR abriu a fase de audiências públicas da investigação. A participação é aberta aos interessados que se inscreverem. 
Participaram das audiências representantes de associações brasileiras e americanas de vários setores, como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.
Para o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), Abrão Neto, &quot;a aplicação de novas tarifas seria prejudicial para ambas as economias, com impactos negativos para o setor produtivo e os consumidores dos Estados Unidos, além de perda de competitividade das exportações brasileiras para um mercado crucial”. 
Neto mencionou, ainda, que a participação dos Estados Unidos no comércio total do Brasil caiu para 11,2% nos cinco primeiros meses de 2026, o menor nível já registrado. As importações brasileiras provenientes dos Estados Unidos também recuaram 11% no mesmo período.
&quot;Essas tendências sugerem que tarifas adicionais podem reduzir ainda mais a presença comercial e a influência econômica dos EUA em um dos maiores mercados emergentes do mundo, abrindo espaço para que concorrentes estrangeiros ampliem sua participação de mercado às custas das empresas americanas&quot;, complementou. 
Como mostrou o blog da Ana Flor, representantes de empresas que participaram das audiências avaliam que a adoção de novas tarifas é praticamente inevitável. A expectativa, porém, é que o alcance da medida possa ser calibrado de acordo com seus impactos sobre a economia americana.
Um dos principais argumentos apresentados é que encarecer a importação de produtos brasileiros pode aumentar a dependência das cadeias produtivas dos Estados Unidos de insumos e componentes vindos da China, um efeito que contraria a estratégia comercial do governo Donald Trump. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Decisão, sobre, tarifaço, Brasil, sairá, muito, breve, diz, representante, comércio, dos, EUA</media:keywords>
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<item>
<title>Petróleo abre em alta, perde força ao longo da manhã e recua</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O mercado reage à nova escalada das tensões no Oriente Médio. Nesta quinta-feira (9), Estados Unidos e Irã anunciaram novos ataques pelo segundo dia consecutivo, em meio à disputa pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
Por volta das 9h, o barril de petróleo Brent operava em alta de 0,58%, a US$ 78,52. Mais para o fim da manhã, por volta das 10h30, o indicador inverteu sinal e passou a recuar 0,04%.
O WTI também subia 0,34%, a US$ 73,76 às 9h, mas passou a cair 0,53% às 10h30. O movimento é mais ameno do que no dia anterior, quando o petróleo chegou a subir mais de 7%.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.
A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
???? O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Veja abaixo como foi o dia no mercado na quarta-feira (8).
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,38%;
Acumulado do mês: -0,28%;
Acumulado do ano: -6,20%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,96%;
Acumulado do mês: -0,80%;
Acumulado do ano: +5,91%.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:00:19 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Decisão sobre tarifaço ao Brasil sairá &amp;apos;muito em breve&amp;apos;, diz representante comercial dos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025.
Piroschka van de Wouw/Reuters
O representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que a decisão sobre um novo tarifaço às importações brasileiras será anunciada &quot;muito em breve&quot;, mas disse que os dois países ainda estão distantes de um acordo sobre questões comerciais.
&quot;Tenho conversado com os brasileiros. Estamos tentando negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós, então vocês verão uma decisão final muito em breve sobre o Brasil, porque temos um prazo legal até 15 de julho&quot;, disse Greer em entrevista à Fox Business Network. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>IA da Meta permite que outras pessoas criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/ia-da-meta-permite-que-outras-pessoas-criem-deepfakes-com-fotos-do-seu-instagram-veja-como-impedir</link>
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<description><![CDATA[      IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir
Reprodução
A Meta anunciou nesta semana seu primeiro gerador de imagens por IA desenvolvido pela equipe de superinteligência artificial da empresa. A tecnologia, no entanto, permite que outras pessoas usem fotos públicas no Instagram para criar deepfakes (veja como impedir).
???? Deepfake é uma técnica que usa inteligência artificial para alterar fotos e vídeos. Com ela, por exemplo, é possível trocar o rosto de uma pessoa pelo de outra ou modificar o que alguém diz em um vídeo.
O novo gerador de imagens da Meta, chamado Muse Image, está ativado por padrão e pode ser usado no Instagram, no WhatsApp e no site da Meta AI, o chatbot da empresa de Mark Zuckerberg. Em breve, ele chegará ao Facebook e ao Messenger. 
O g1 testou a ferramenta no site da Meta AI e constatou que ela foi capaz de criar deepfakes de terceiros apenas com a menção ao @ da pessoa, sem que fosse necessário informar a rede social. Em muitos casos, a IA identificou automaticamente que se tratava do Instagram. Em outros, chegou a pesquisar fotos da pessoa no Google.
Agora no g1
No comunicado de lançamento, a Meta afirmou que pode usar publicações públicas feitas em suas redes sociais para gerar imagens com IA e disse que os usuários &quot;têm controle sobre como seu conteúdo pode ser marcado para criação com IA, com uma configuração simples para desativar esse recurso a qualquer momento&quot;.
&quot;Mencione um amigo com @ no app da Meta AI para trazê-lo à sua criação, compartilhe diretamente no seu story ou grupo de chat, ou remixe o que está em alta. É IA a serviço das experiências sociais que bilhões de pessoas já amam&quot;, afirmou a empresa.
O g1 também testou a ferramenta com contas privadas, mas a criação das imagens foi bloqueada. O g1 procurou a Meta para saber como a empresa pretende agir em casos de mau uso da ferramenta e aguarda resposta.
Como impedir
IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir
Reprodução/Meta AI
Embora o recurso esteja sendo liberado gradualmente, a Meta já permite impedir que terceiros usem seus conteúdos públicos para criar imagens com a Meta AI. Veja como:
No seu perfil, toque no menu (as três barras no canto superior direito).
Em &quot;Como outras pessoas podem interagir com você&quot;, toque em &quot;Compartilhamento e reutilização&quot;.
Em &quot;Permita que as pessoas reutilizem seu conteúdo no Instagram e com recursos de IA da Meta&quot;, desmarque as opções &quot;Posts&quot; e &quot;Reels&quot;. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Meta, permite, que, outras, pessoas, criem, deepfakes, com, fotos, seu, Instagram, veja, como, impedir</media:keywords>
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<title>Governo adia decisão sobre retirada do subsídio à gasolina após novos ataques ao Irã</title>
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<description><![CDATA[      Preço do petróleo dispara com incerteza sobre navegação no estreito de Ormuz
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que vai avaliar, na próxima semana, a retirada parcial ou total do subsídio à gasolina criado pelo governo para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis.
Segundo o ministro, a intenção inicial era retirar o benefício ainda nesta semana. No entanto, a alta de mais de 5% no preço do barril de petróleo na quarta (8) levou a equipe econômica a adiar a decisão.
Em maio, o governo anunciou o subsídio à gasolina importada ou produzida no Brasil. A medida, inicialmente, tinha previsão de duração de dois meses para conter os efeitos da guerra nos preços do petróleo. O valor do subsídio é de R$ 0,44 por litro.
&quot;Essa semana eu ia anunciar a retirada do subsídio da gasolina, vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com o impacto diferente do que eu estava prevendo&quot;, disse ele, nesta manhã, em entrevista à Rádio Gaúcha.
&quot;Semana que vem, a depender da situação, o que eu gostaria de fazer é retirar o subsídio da gasolina, seja parcial ou totalmente, como próximo passo&quot;, complementou o ministro. 
Foto de posto de gasolina.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Pacote de medidas
Em abril deste ano, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.
Entre as medidas anunciadas estão:
subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);
isenção de impostos federais sobre o biodiesel;
subvenção ao gás de cozinha;
subvenção ao querosene da aviação;
linhas de crédio para o setor aéreo.
Em 1º de julho a retirada da subvenção ao diesel começou a valer. A previsão era que uma medida semelhante fosse anunciada no caso da gasolina em breve. Mas, o governo pode adiar a decisão em meio aos novos ataques dos Estados Unidos no Irã. 
Nova ofensiva
 As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.
Segundo o comunicado emitido pelas forças americanas, a ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.
A ofensiva desta quarta-feira dá continuidade a uma primeira onda de ataques realizada na noite anterior. Na terça-feira (7), as forças do Centcom já haviam bombardeado aproximadamente 80 alvos militares no Irã, incluindo mais de 60 pequenas embarcações do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<item>
<title>Petróleo sobe em meio à tensão no Oriente Médio</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/petroleo-sobe-em-meio-a-tensao-no-oriente-medio</link>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O mercado reage à nova escalada das tensões no Oriente Médio. Nesta quinta-feira (9), Estados Unidos e Irã anunciaram novos ataques pelo segundo dia consecutivo, em meio à disputa pelo Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
Por volta das 9h, o barril de petróleo Brent operava em alta de 0,58%, a US$ 78,52. O WTI também subia 0,34%, a US$ 73,76.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.
A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
???? O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Veja abaixo como foi o dia no mercado na quarta-feira (8).
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,38%;
Acumulado do mês: -0,28%;
Acumulado do ano: -6,20%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,96%;
Acumulado do mês: -0,80%;
Acumulado do ano: +5,91%.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>Petróleo, sobe, meio, tensão, Oriente, Médio</media:keywords>
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<title>Dólar abre com estabilidade nesta quinta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu esta quinta-feira (9) com leve queda de 0,15%, cotado a R$ 5,1406. Na véspera, a moeda americana operou com volatilidade, mas encerrou o dia com estabilidade, ao recuar 0,07%, a R$ 5,1485. 
A estabilidade acontece apesar da cautela dos investidores diante do aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio. 
Os dois países anunciaram novos ataques pelo segundo dia seguido nesta quinta, em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
Na quarta-feira (8), o petróleo chegou a subir mais de 7% em meio às tensões, o mercado opera mais ameno. Por volta das 9h, o barril do Brent avançava 0,58%, a US$ 78,52, enquanto o WTI subia 0,34%, a US$ 73,76.
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Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios no Estreito de Ormuz.
A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.
O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial
???? O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Veja abaixo como foi o dia no mercado na quarta-feira (8).
????Dólar

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Acumulado da semana: -0,38%;
Acumulado do mês: -0,28%;
Acumulado do ano: -6,20%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,96%;
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Acumulado do ano: +5,91%.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que ovos de codorna têm manchas e cores diferentes? Entenda</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/por-que-ovos-de-codorna-tem-manchas-e-cores-diferentes-entenda</link>
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<description><![CDATA[      Por que as codornas botam ovos com casca de cor diferente?
Os ovos de codorna podem apresentar cascas com diferentes cores e padrões de manchas. A variação é normal e está relacionada, principalmente, à genética de cada ave.
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Segundo o médico-veterinário Carlos Pozzebom, responsável por uma criação com cerca de 5.400 codornas em Coronel Freitas (SC), cada ovo tem características próprias.
&quot;Essa diversidade acontece pela genética das aves. Cada ovo vai ter a sua coloração, diferentes tamanhos, manchas. Cada ovo é único&quot;, explica.
Os pigmentos responsáveis pela coloração da casca são produzidos por glândulas localizadas no útero da ave. A genética de cada codorna determina se a tonalidade vai tender mais para o marrom, o azul ou o verde.
Entenda por que os ovos de codorna têm cores diferentes
Reprodução/Globo Rural
As codornas colocam um ovo a cada 23 horas. A pigmentação da casca ocorre na etapa final da formação do ovo, durante a formação da casca. Nessa fase, são depositados os pigmentos que dão origem às diferentes tonalidades e desenhos da casca. 
Ovos que permanecem sempre esbranquiçados podem indicar que algo não vai bem com a ave.
De acordo com o especialista, isso pode ocorrer por deficiência nutricional ou estresse, causado por falta de luminosidade, temperaturas elevadas ou excesso de aves por gaiola.
As codornas precisam de cerca de 18 horas de luz por dia, considerando tanto a iluminação natural quanto a artificial. A temperatura ideal para a criação fica entre 20 °C e 25 °C.
O espaço disponível também influencia o bem-estar das aves.
&quot;Várias aves dentro de uma gaiola podem fazer com que elas se sintam em um ambiente muito apertado e fiquem estressadas&quot;, afirma Pozzebom.
Segundo ele, a medida mais utilizada nas granjas é manter até 10 codornas por metro quadrado. ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Não existe mais ano normal&amp;apos;: agricultores dos EUA mudam horários de colheita e protegem mudas para enfrentar calor extremo</title>
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<description><![CDATA[      Annie Woods colhe abobrinhas da variedade Eight Ball ao pôr do sol, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em sua fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA.
Joshua A. Bickel/AP
Mesmo quando o sol começa a se pôr, o calor do dia ainda permanece no ar enquanto Annie Woods volta à lavoura para colher abóboras e abobrinhas em sua fazenda.
Ondas de calor intensas e prolongadas fazem parte de um padrão de eventos climáticos extremos impulsionado pelas mudanças climáticas, que também têm provocado secas e enchentes severas. Para os agricultores dos EUA, isso significa janelas de plantio mais curtas e maior risco de perda de safras, devido a períodos de calor no início da temporada seguidos por geadas.
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“Acho que é muito seguro dizer que essas ondas de calor não vão desaparecer nem são eventos isolados”, afirmou Woods.
A recente cúpula de calor (heat dome), um sistema de alta pressão que aprisiona o calor e a umidade sobre uma região, afetou produtores especializados no cultivo de frutas e hortaliças. As mudanças climáticas causadas pela ação humana também têm intensificado as ondas de calor e outros eventos climáticos extremos.
Esses produtores encontraram maneiras de se adaptar, em parte ajustando os horários de colheita para evitar os períodos mais quentes do dia. 
No entanto, segundo especialistas, eles nem sempre contam com a mesma rede de proteção disponível para produtores de commodities agrícolas tradicionais, como milho e soja, quando eventos climáticos extremos atingem as lavouras.
Woods trabalha nos períodos mais frescos do dia, pela manhã e no fim da tarde, fazendo pausas frequentes para se hidratar. Ela faz o plantio e a colheita manualmente, ao contrário das grandes fazendas, que costumam depender de máquinas. 
Quando precisa colher durante o calor intenso, monta no campo uma tenda, a mesma que usa nas feiras de produtores, para criar áreas de sombra.
Calor extremo ameaça produção de vinho na França e acelera colheita de uvas
Do café ao arroz: El Niño ameaça produção e pode elevar preços dos alimentos
Pessoas brigam por ar-condicionado durante onda de calor na Europa
Annie Woods carrega uma caixa com abóboras e abobrinhas durante a colheita em sua fazenda, em Brooksville, Kentucky, na quarta-feira (1º).
Joshua A. Bickel/AP
Calor pode afetar a qualidade das colheitas
O calor extremo, combinado com períodos de chuva e alta umidade, também favorece o surgimento de doenças e pragas que podem destruir as lavouras. No momento, a prioridade é colher as culturas mais vulneráveis, como folhas para salada. 
Woods produz hortaliças e ervas culinárias para restaurantes da região e para um programa de agricultura apoiada pela comunidade. Segundo ela, colher os produtos quando as temperaturas estão muito elevadas pode comprometer sua qualidade.
Ela também está preocupada com a saúde das mudas que darão origem às culturas de outono. Atualmente, mantém as mudas em um armário fechado dentro de um celeiro, onde a temperatura é mais baixa. Depois que germinam, elas são transferidas para uma estufa equipada com ventiladores para manter o ambiente em condições adequadas.
&quot;Precisamos verificar a estufa constantemente e regar com frequência para manter vivas essas mudinhas tão pequenas&quot;, disse Woods.
Para alguns produtores, a recente onda de calor também reduziu a janela de colheita de determinadas culturas.
Bandejas com mudas ficam armazenadas em um armário para se manterem resfriadas em uma fazenda em Brooksville, Kentucky, na quarta-feira (1º).
Joshua A. Bickel/AP
É o caso de Paul Rasch, proprietário de vários pomares no centro do estado de Iowa. Segundo ele, o calor obrigou sua equipe de oito trabalhadores a acelerar a colheita das framboesas. Normalmente, eles teriam cerca de três semanas para colher essa fruta altamente perecível, mas, agora, &quot;estamos correndo para colher o máximo possível&quot;, afirmou.
Em alguns dias, a colheita começa às 6h da manhã para terminar antes do meio-dia, quando o calor se torna excessivo e inseguro para trabalhar. 
Rasch também instalou ar-condicionado em prédios da propriedade e está ampliando as áreas de sombra para os visitantes, com árvores e pavilhões cobertos, para que os clientes que colhem as próprias frutas possam se refrescar. 
Além disso, está testando algumas estufas do tipo high tunnel para manter condições mais estáveis para determinadas culturas.
Segundo Rasch, esses episódios de calor parecem estar se tornando mais frequentes, mais intensos e mais duradouros. Somados a enchentes, secas e geadas tardias na primavera, esses eventos representam uma ameaça às lavouras ao longo de todo o ano.
&quot;Parece que nunca mais temos um ano considerado normal&quot;, afirmou.
Diversidade de culturas reduz perdas
Um gato faz uma pausa entre fileiras de mudas que aguardam o plantio, na quarta-feira, 1º de julho de 2026, em uma fazenda em Brooksville, no estado de Kentucky, EUA.
Joshua A. Bickel/AP
Pequenas propriedades, como as de Wo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 04:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Meta constrói data center gigante de IA no Canadá com energia equivalente a 800 mil casas</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/meta-constroi-data-center-gigante-de-ia-no-canada-com-energia-equivalente-a-800-mil-casas</link>
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<description><![CDATA[      Data Center: servidores funcionam como sistemas de armazenamento e proteção de dados
A Meta Platforms anunciou o início da construção de um novo data center otimizado para inteligência artificial em Sturgeon County, na província de Alberta, no Canadá. A unidade terá 1 gigawatt (GW) de capacidade energética, projetada para atender às demandas de processamento de IA. 
A novidade consumirá o equivalente a eletricidade de 800 mil residências. O projeto representa um investimento superior a CAD$ 13 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 47,32 bilhões. 
Segundo a empresa, a construção deve gerar mais de 3 mil empregos no pico das obras e a criação de mais de 300 vagas operacionais após a conclusão da estrutura.
Este será o primeiro data center da Meta no Canadá e o 33º da companhia no mundo. A unidade ajudará a desenvolver tecnologias usadas por bilhões de pessoas para comunicação, criação de comunidades, crescimento de negócios e uso de dispositivos vestíveis.
Além da construção do data center, a Meta informou que investirá cerca de CAD$ 60 milhões (R$ 218,4 milhões) em melhorias de infraestrutura local, incluindo obras relacionadas a estradas e sistemas de água. 
A empresa também pretende lançar programas de apoio financeiro para organizações sem fins lucrativos da região.
Energia e sustentabilidade
A Meta afirmou que arcará integralmente com os custos relacionados ao consumo de energia dos seus data centers, para evitar impactos sobre os consumidores locais. A empresa também financiou novas estruturas de geração e melhorias na rede elétrica para atender à demanda da unidade.
Segundo a companhia, todo o consumo de eletricidade do novo data center será compensado com 100% de energia limpa e renovável.
Representação artística do centro de dados de IA planejado pela Meta - o primeiro da empresa no Canadá, a ser construído em Sturgeon County, Alberta
Meta/Divulgação
Uso de água
A empresa também informou que adotará um sistema de resfriamento com uso eficiente de água. O data center de Sturgeon County utilizará um sistema fechado de resfriamento líquido com resfriamento a seco, que, segundo a Meta, elimina o uso operacional de água no sistema de refrigeração.
Dessa forma, o consumo de água da unidade ficará restrito a usos domésticos, sistemas de proteção contra incêndios e manutenção de equipamentos.
A Meta afirma ainda que pretende ser positiva em água até 2030, restaurando globalmente mais água do que consome em suas operações próprias.
* Com informações da agência Reuters ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 04:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Itamaraty mapeia mais de 40 empresas e associações americanas que não querem o tarifaço sobre os produtos brasileiros</title>
<link>https://news.rezulti.com.br/itamaraty-mapeia-mais-de-40-empresas-e-associacoes-americanas-que-nao-querem-o-tarifaco-sobre-os-produtos-brasileiros</link>
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<description><![CDATA[      O Ministério das Relações Exteriores mapeou 43 empresas e associações comerciais americanas que pedem que produtos brasileirios não sejam tarifados com base na investigação aberta feita pelo governo de Donald Trump.  

Os pedidos foram apresentados sob o argumento de que não há substitutos produzidos no mercado doméstico para esses produtos. 
As entidades também alertaram que a aplicação das tarifas elevaria os custos para consumidores americanos e para indústrias dos Estados Unidos que utilizam esses itens como insumos para a fabricação de outros produtos.
A informação consta da resposta oficial enviada pelo governo brasileiro ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês). 
No documento assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o governo brasileiro rebate a investigação aberta pelo USTR, que acusa o Brasil de adotar práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio com empresas americanas. 
O processo pode resultar na imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
O g1 questionou o Itamaraty sobre quais empresas e produtos foram identificados no levantamento, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
O impacto para o Brasil e para os EUA
Na segunda-feira (6), o USTR abriu a fase de audiências públicas da investigação. A participação é aberta aos interessados que se inscreverem. 
Participaram das audiências representantes de associações brasileiras e americanas de vários setores, como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.
Para o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), Abrão Neto, &quot;a aplicação de novas tarifas seria prejudicial para ambas as economias, com impactos negativos para o setor produtivo e os consumidores dos Estados Unidos, além de perda de competitividade das exportações brasileiras para um mercado crucial”. 
Neto mencionou, ainda, que a participação dos Estados Unidos no comércio total do Brasil caiu para 11,2% nos cinco primeiros meses de 2026, o menor nível já registrado. As importações brasileiras provenientes dos Estados Unidos também recuaram 11% no mesmo período.
&quot;Essas tendências sugerem que tarifas adicionais podem reduzir ainda mais a presença comercial e a influência econômica dos EUA em um dos maiores mercados emergentes do mundo, abrindo espaço para que concorrentes estrangeiros ampliem sua participação de mercado às custas das empresas americanas&quot;, complementou. 
Como mostrou o blog da Ana Flor, representantes de empresas que participaram das audiências avaliam que a adoção de novas tarifas é praticamente inevitável. A expectativa, porém, é que o alcance da medida possa ser calibrado de acordo com seus impactos sobre a economia americana.
Um dos principais argumentos apresentados é que encarecer a importação de produtos brasileiros pode aumentar a dependência das cadeias produtivas dos Estados Unidos de insumos e componentes vindos da China, um efeito que contraria a estratégia comercial do governo Donald Trump.
Começam audiências públicas sobre tarifaço proposto pelo governo americano aos produtos brasileiros
Entenda a investigação contra o Brasil
Os Estados Unidos concluíram uma investigação comercial contra o Brasil e propuseram a aplicação de uma tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao mercado americano.
A medida ainda não entrou em vigor e depende da realização de consultas públicas e do cumprimento de etapas previstas na legislação dos EUA. 
Segundo o relatório do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), o Brasil adota práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio americano. 
???? Entre os pontos citados estão o funcionamento do PIX, decisões judiciais envolvendo redes sociais, acordos comerciais com outros países, falhas no combate ao desmatamento ilegal, barreiras ao etanol americano, problemas relacionados à proteção da propriedade intelectual e deficiências no combate à corrupção.
Apesar da proposta de taxação, os EUA incluíram uma ampla lista de exceções para produtos considerados estratégicos. Entre os itens que podem ficar isentos estão café, certas carnes, frutas, fertilizantes, medicamentos, aeronaves e peças, além de minerais estratégicos.
O governo americano prevê concluir as consultas e decidir sobre a eventual aplicação das medidas até 15 de julho.
Ameaça de novas tarifas: Departamento de Comércio dos Estados Unidos acusa governo brasileiro de práticas injustas ou discriminatórias
Jornal Nacional/ Reprodução ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Por que maioria dos brasileiros trabalha hoje, mas São Paulo tem folga? Entenda motivo e regras</title>
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<description><![CDATA[      Revolução Constitucionalista de 1932 é lembrada até hoje em São Paulo
Enquanto milhões de brasileiros saem de casa normalmente para trabalhar nesta quinta-feira (9), os paulistas aproveitam feriado estadual. 
Afinal, por que o 9 de julho é feriado apenas em São Paulo? Quem tem direito à folga? Quem trabalha recebe em dobro? E como ficam os casos de home office ou de funcionários que trabalham para empresas sediadas em outros estados?
A resposta passa por um dos episódios mais importantes da história paulista: a Revolução Constitucionalista de 1932. O movimento começou em 9 de julho daquele ano e colocou São Paulo em confronto com o governo provisório de Getúlio Vargas. 
Embora tenha terminado com a derrota militar dos constitucionalistas, a revolução se transformou em um símbolo da luta por uma nova Constituição e passou a ocupar um lugar central na memória política do estado.
Por causa do peso histórico, ela se tornou a data magna paulista e, décadas depois, virou feriado.
Por que o feriado existe apenas em São Paulo?
Como o 9 de julho virou feriado?
Quem tem direito à folga?
Quem trabalha no feriado recebe em dobro?
E no home office? O que vale?
Trabalho para uma empresa de outro estado. Tenho direito ao feriado?
A ponte Estaiada é vista refletida na proliferação de algas que deixaram verde a água do Rio Pinheiros, na Zona Sul de São Paulo. Segundo a Cetesb, o período seco diminuiu as contribuições dos afluentes, mantendo vazão muito baixa na calha principal e favorecendo a proliferação de algas, responsáveis pela alteração da cor (10 de setembro)
Jorge Silva/Reuters
Por que o feriado existe apenas em São Paulo?
A origem da data ajuda a explicar por que ela não é celebrada no restante do país. A Revolução Constitucionalista surgiu em um contexto de forte tensão política. 
Em 1930, Getúlio Vargas assumiu o poder após a revolução que derrubou o então presidente Washington Luís e encerrou a chamada política do Café com Leite, marcada pela alternância de poder entre São Paulo e Minas Gerais.
Nos anos seguintes, a insatisfação cresceu entre setores da elite e da população paulista. O estado havia perdido influência política e passou a exigir a convocação de uma Assembleia Constituinte para devolver ao país uma Constituição.
Os protestos ganharam força em maio de 1932. Durante uma manifestação, quatro jovens morreram: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. As iniciais dos sobrenomes deram origem ao movimento MMDC, que se tornou um dos principais símbolos da mobilização paulista.
Pouco mais de um mês depois, em 9 de julho, começou o levante armado contra o governo federal.
A revolução mobilizou milhares de voluntários e contou com ampla participação popular. Os constitucionalistas, porém, acabaram derrotados após quase três meses de combate. Mesmo assim, o movimento passou a ser lembrado pelos paulistas como um marco da defesa da constitucionalização do país.
Por ter sido uma revolução liderada por São Paulo e profundamente ligada à história do estado, a data nunca se transformou em uma celebração nacional. O reconhecimento permaneceu restrito ao território paulista.
Poster da Revolução Constitucionalista de 1932
Divulgação/MIS
Como o 9 de julho virou feriado?
A transformação da data em feriado ocorreu apenas 65 anos após a revolução. Em 1995, a Lei Federal nº 9.093 autorizou os estados brasileiros a escolherem uma data magna própria e transformá-la em feriado civil.
Em São Paulo, foi aprovada a Lei Estadual nº 9.497, sancionada pelo então governador Mário Covas em 5 de março de 1997. A norma oficializou o 9 de julho como feriado estadual.
Na prática, isso significa que a data tem força de lei e não depende da publicação anual de decretos para existir.
Quem tem direito à folga?
Segundo a advogada trabalhista Zilma Aparecida da Silva Ribeiro, sócia do escritório Lopes Muniz Advogados, o feriado estadual produz efeitos apenas dentro do território que o instituiu.
&quot;Além disso, somente trabalhadores com contrato CLT. Mas é importante esclarecer que nem todos os celetistas têm direito à folga do feriado. Por exemplo, aqueles que não estão sujeitos a controle de jornada&quot;. 
Ou seja, empresas com trabalhadores atuando em São Paulo devem observar as regras aplicáveis aos feriados. 
Quem trabalha no feriado recebe em dobro?
Nem sempre. A legislação prevê que o trabalho realizado em feriados deve ser compensado, mas essa compensação pode ocorrer de duas formas.
A Lei nº 605/1949 estabelece que, quando não for possível suspender as atividades, o trabalho prestado no feriado deve ser remunerado em dobro.
&quot;Mas se o empregador conceder outro dia de folga para compensar o trabalho no feriado, não precisará pagar em dobro esse dia&quot;, explica a advogada. 
E no home office? O que vale?
Com a expansão do trabalho remoto, muitos profissionais exercem suas atividades para empresas localizadas em outros estados. Nesses casos, a aplicação do feriado depende não apenas do lugar onde a empresa está sediada, mas também das regras do co ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Concurso do IBGE: após prorrogação, inscrições para mais de 8 mil vagas terminam nesta quinta&#45;feira</title>
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<description><![CDATA[      IBGE prorroga inscrições para concurso com mais de 8 mil vagas temporárias
Após serem prorrogadas, as inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola terminam nesta quinta-feira (9), às 14h.
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➡️ Acesse o edital completo 
Inicialmente, o prazo terminaria às 23h da quarta-feira passada (1º de julho). No entanto, um edital de retificação com o cronograma atualizado prorrogou as inscrições por mais uma semana, até esta quinta-feira (9), às 14h.
Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet, no site da banca organizadora, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A taxa de inscrição é de R$ 53.
O edital prevê isenção da taxa para candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e para doadores de medula óssea que atendam aos critérios estabelecidos.
Ao todo, o processo seletivo oferece 8.238 vagas temporárias distribuídas em cinco cargos de nível médio, com salários que variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, além de benefícios.
As oportunidades estão distribuídas por todo o país e abrangem atividades administrativas, operacionais, de supervisão e de suporte tecnológico relacionadas à realização do levantamento.
Confira abaixo a relação de cargos, salários e número de vagas:

Além dos salários, os contratados terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional.
 Os aprovados serão contratados por tempo determinado para atuar na coleta de informações, supervisão de equipes, suporte administrativo e apoio tecnológico das operações censitárias.
???? O Censo Agropecuário é uma das principais pesquisas realizadas pelo IBGE e tem como objetivo reunir informações sobre a estrutura e a produção dos estabelecimentos rurais brasileiros. Os dados levantados ajudam a orientar políticas públicas, programas de financiamento e ações voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário.
Quem pode participar?
Todos os cargos exigem ensino médio completo. Além disso, os candidatos devem atender aos seguintes requisitos:
ter, no mínimo, 18 anos na data da contratação;
estar em dia com as obrigações eleitorais;
estar em dia com as obrigações militares, no caso dos candidatos do sexo masculino;
possuir aptidão física e mental para exercer a função;
atender aos demais requisitos previstos no edital.
Para os cargos de Agente Censitário Supervisor (ACS), Agente Censitário Regional (ACR) e Agente Operacional Regional (AOR), também é exigida Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B válida.
Como será a prova?
A seleção contará com uma prova objetiva de múltipla escolha composta por 60 questões. Os conteúdos cobrados incluem:
Língua Portuguesa;
Raciocínio Lógico;
Ética no Serviço Público;
Geografia;
conhecimentos específicos de cada cargo.
A prova terá duração de quatro horas e será aplicada no município escolhido pelo candidato durante a inscrição, no dia 27 de setembro. 
Para ser aprovado, será necessário obter pelo menos 18 pontos no total da avaliação e acertar ao menos uma questão em cada disciplina exigida para a função pretendida.
O processo seletivo prevê reserva de vagas para grupos específicos:
25% para pessoas pretas e pardas;
5% para pessoas com deficiência;
3% para indígenas;
2% para quilombolas.
Os candidatos que optarem pelas vagas reservadas concorrerão simultaneamente na ampla concorrência e nas listas específicas de cotas, desde que cumpram os procedimentos de validação previstos no edital.
Quanto tempo dura o contrato?
Os aprovados serão contratados inicialmente por até 12 meses para atuar nas operações do Censo Agropecuário 2026.
Os contratos poderão ser prorrogados de acordo com as necessidades do IBGE e o andamento dos trabalhos de coleta de dados, respeitando o limite máximo de 48 meses previsto na legislação federal para contratações temporárias.
Durante o período de trabalho, os contratados passarão por avaliações periódicas de desempenho. Entre os critérios observados estão assiduidade, produtividade, cumprimento de prazos e qualidade das atividades executadas. 
O desligamento poderá ocorrer caso o profissional apresente desempenho considerado insuficiente.
Cadastro Reserva
Os candidatos aprovados além do número inicial de vagas formarão cadastro de reserva e poderão ser convocados posteriormente, de acordo com as necessidades do instituto ao longo da execução do Censo Agropecuário.
Na prática, isso significa que candidatos fora das vagas imediatas ainda podem ser chamados durante a vigência da seleção, caso surjam novas demandas ou desistências.
Cronograma 
09 de julho — Encerramento das inscrições
21 de setembro — Divulgação do cartão de convocação da prova
27 de setembro — Aplicação da prova objetiva
28 de setembro — Divulgação do gabarito preliminar
3 de novembro — Resultado definitivo da prova obj ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Um ano após carta de Trump a Lula e anúncio de tarifas: relembre os principais capítulos da disputa comercial entre EUA e Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Nesta quinta-feira (9), completa um ano que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciando uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. O documento marcou uma escalada nas tensões comerciais entre os dois países. 
Um ano depois, o governo brasileiro tenta evitar que novas tarifas propostas pelos EUA entrem em vigor.
Ao longo dos últimos 12 meses, algumas das tarifas foram revistas, outras mantidas e novas cobranças foram anunciadas pelo governo americano.
Agora no g1
Veja abaixo os principais capítulos da disputa comercial entre Brasil e EUA:
A carta que deu início à crise
A ofensiva ganhou força com a carta enviada por Trump a Lula em 9 de julho de 2025. No documento, o presidente americano anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e justificou a decisão com argumentos políticos e comerciais.
Entre os motivos citados estavam o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), críticas à atuação da Corte brasileira em relação às plataformas digitais e alegações de que a relação comercial entre os dois países seria desfavorável aos Estados Unidos.
LEIA TAMBÉM: Carta de Trump: leia íntegra do texto, que alega motivos políticos e comerciais para tarifa de 50% ao Brasil
Trump manda carta a Lula e anuncia tarifa de 50% sobre produtos brasileiros
Reprodução
À época, economistas e representantes do setor produtivo apontaram que a decisão tinha forte componente político e alertaram para riscos às exportações brasileiras e aos empregos ligados ao comércio com os Estados Unidos.
Ao justificar a medida, Trump também afirmou que a relação comercial dos EUA com o Brasil é &quot;injusta&quot;. &quot;Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco&quot;, escreveu.
Apesar do argumento, dados do Ministério do Desenvolvimento mostram o contrário. O Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os EUA desde 2009 — ou seja, há 16 anos. Isso significa que o Brasil gastou mais com importações do que arrecadou com exportações.
No documento, Trump também afirma que determinou a abertura de uma investigação contra o Brasil por práticas comerciais desleais ou injustas. A investigação foi oficialmente aberta dias depois, em 15 de julho de 2025.
A ampliação do tarifaço
A carta não surgiu de forma isolada. Meses antes, em abril de 2025, Trump já havia anunciado as chamadas tarifas recíprocas para diversos países, impondo uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros.
Com o anúncio de julho, parte das exportações brasileiras passou a enfrentar uma sobretaxa muito maior. Cerca de 22% das exportações brasileiras ficaram sujeitas à tarifa adicional de 40%, além de outras cobranças aplicadas a determinados setores.
Entre os segmentos mais afetados estiveram produtos industriais, máquinas, equipamentos, café solúvel e produtos ligados à cadeia do aço e do alumínio. 
Em junho do ano passado, o republicano elevou as taxas sobre aço e alumínio, com base na Seção 232 — instrumento separado da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). 
As cobranças, que até então eram de 25%, passam a ser de 50%, conforme decreto assinado pelo presidente Donald Trump. A medida afeta o Brasil.
Já em junho deste ano, os Estados Unidos concluíram uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio com os norte-americanos. Como resultado da investigação, o Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. 
O órgão, porém, incluiu uma lista de exceções para produtos considerados estratégicos pelos EUA, como carne, frutas, café, aeronaves, terras raras, entre outras.
????O relatório cita temas como o funcionamento do PIX, a regulação de plataformas digitais, acordos comerciais firmados pelo Brasil, combate ao desmatamento ilegal, acesso ao mercado de etanol, proteção à propriedade intelectual e políticas anticorrupção.
Além disso, a investigação também concluiu que a União Europeia e 59 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
Essas tarifas ainda não entraram em vigor. O governo brasileiro ainda tenta evitar que elas passem a valer.
Pela legislação americana, a investigação formal precisa ser concluída e uma série de consultas públicas deve ser realizada antes que as medidas entrem em vigor. O prazo legal para a definição e eventual aplicação de medidas contra o Brasil é 15 de julho. 
Neste mês, o governo brasileiro apresentou uma resposta formal à conclusão da investigação sobre a proposta do novo tarifaço. O Brasil argumentou que o USTR não comprovou que políticas brasileiras sejam discriminatórias ou criem barreiras ao comércio dos ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:00:45 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial; disputa por passagem motiva novos ataques entre EUA e Irã</title>
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<description><![CDATA[      O Estreito de Ormuz voltou ao centro das atenções após uma nova escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nesta quarta-feira (8), os EUA lançaram novos ataques contra alvos iranianos em resposta a ofensivas de Teerã contra navios comerciais que cruzavam a região. 
AO VIVO: Acompanhe em TEMPO REAL as notícias sobre a guerra no Irã
Em reação, o Irã ameaçou fechar a principal rota marítima para o transporte de petróleo no mundo novamente, o que elevou a tensão no Oriente Médio e reacendeu temores de impactos no abastecimento global de petróleo. 
O Estreito de Ormuz uma &quot;artéria&quot; da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante período de conflito teve forte impacto na economia global. O anúncio do acordo de paz, aliás, derrubou os preços do petróleo na abertura do pregão de segunda-feira.
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Veja abaixo outros detalhes sobre o estreito.
Infográfico - Estreito de Ormuz
Arte/g1
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&#039;Artéria&#039; do trânsito mundial de petróleo
O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e &quot;deságua&quot; no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.
Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.
Conflito no Oriente Médio: o papel estratégico do Estreito de Ormuz
Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.
O fechamento do Estreito de Ormuz causou sérios problemas no abastecimento de petróleo no mundo.
Getty Images via BBC
Os Emirados Árabes e a Arábia Saudita buscam rotas alternativas para não depender do estreito.
O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através do estreito.
Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (dados de junho de 2024).
Navio passa pelo estreito de Ormuz
REUTERS/Hamad I Mohammed/File Photo ]]></description>
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<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:00:44 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Senado aprova crédito de R$ 15 bi para exportadores afetados por tarifaço e guerra no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) uma medida provisória (MP) que libera linha de financiamento de R$ 15 bilhões para empresas afetadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros e também pela guerra no Oriente Médio.
O texto agora seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O crédito será ofertado dentro do Plano Brasil Soberano para exportadores de bens industriais, produtos da agricultura e da pecuária e recursos da mineração. Também estão incluídos produtos das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura.
LEIA TAMBÉM: Veja os setores e exportadores habilitados para linha de crédito de R$ 15 bilhões do governo federal.
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O benefício poderá ser utilizado para cobrir despesas diárias, como pagamento de funcionários, compra de máquinas e equipamentos, e investimento em tecnologia.
Após publicar a MP, o governo explicou que os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas prejudicadas pelas medidas tarifárias dos EUA e pela guerra entre este país e o Irã.
A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial, explicou o governo.
Prejuízo na exportação de café é reflexo da impossibilidade de embarque de mais de 624 mil sacas do produto nos portos brasileiros
Divulgação/Cecafé ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:00:09 -0300</pubDate>
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<title>SpaceXAI lança sua IA mais poderosa e promete mais economia para usuários</title>
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<description><![CDATA[      Grok, inteligência artificial da SpaceXAI
Reuters/Dado Ruvic/Illustration
A SpaceXAI, do bilionário Elon Musk, lançou nesta quarta-feira (8) o que considera ser seu modelo de inteligência artificial mais inteligente.
Batizado de Grok 4.5, ele foi criado principalmente para ajudar usuários a programar códigos e a fazer tarefas de escritório, como criar planilhas e apresentações complexas.
Segundo a empresa, o modelo consegue criar aplicativos do zero mesmo que os comandos tenham poucos detalhes e criar arquivos com vários recursos de programas como Excel e PowerPoint.
Em testes sobre de raciocínio de longo prazo e de uso de agentes de IA, o Grok 4.5 se aproximou do Opus 4.8, modelo da Anthropic considerado um dos mais poderosos do mundo.
Agora no g1
Nos comparativos, ele ficou atrás de concorrentes como o GPT 5.5, da OpenAI, e o Fable, modelo da Anthropic considerado tão avançado que precisou sofrer restrições em questões sensíveis.
O Grok 4.5 foi treinado a partir de conjuntos de dados sobre programação, ciências, engenharia e matemática, explicou a SpaceXAI.
A empresa destacou que seu novo modelo é duas vezes mais eficiente do que rivais, o que, em tese, permite aos usuários resolver tarefas em menos etapas e usar menos tokens.
???? Tokens de IA são a quantidade de informações enviadas e recebidas em interações com modelos de IA. Cada palavra, parte de uma palavra e sinais de pontuação podem ser considerados tokens.
Em comunicado, a SpaceXAI disse que o Grok 4.5 custa US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 por milhão de tokens de saída. O valor custa menos da metade cobrada por modelos concorrentes.
O Grok 4.5 está disponível no Grok Build, no painel da SpaceXAI e no Cursor, três sistemas exclusivos para assinantes. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:00:13 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Justiça aprova acordo entre Elon Musk e SEC por atraso na divulgação de compra do Twitter</title>
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<description><![CDATA[      Elon Musk se torna o primeiro trilionário da história
A Justiça dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (8), o acordo entre Elon Musk e a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) sobre a divulgação 11 dias atrasada da compra de ações do Twitter (atual X), encerrando a disputa civil envolvendo o bilionário e o regulador do mercado financeiro americano.
Segundo a SEC, a divulgação tardia permitiu que Musk comprasse a preços baixos antes que os investidores percebessem a situação, resultando em ganhos ilícitos de US$ 150 milhões.
????A SEC é a agência federal dos Estados Unidos responsável por fiscalizar o mercado de capitais, proteger investidores e garantir que empresas e participantes do mercado cumpram regras de transparência.
Musk afirmou que o atraso foi involuntário. Ele acabou comprando o Twitter por US$ 44 bilhões em outubro de 2022 e o renomeou como X. A plataforma de rede social agora faz parte de sua empresa de foguetes e satélites, a SpaceX. Musk também lidera a fabricante de carros elétricos Tesla.
A juíza distrital Sparkle Sooknanan, de Washington, D.C., afirmou que sua atuação na avaliação do acordo - para verificar se este atendia a padrões mínimos de justiça e razoabilidade - era limitada, cabendo ao público decidir, nas urnas, se a SEC agiu de forma suficiente para responsabilizar Musk. 
Pelo acordo, um fundo ligado a Musk pagará uma multa civil de US$ 1,5 milhão. O empresário não admitiu irregularidades e não terá de devolver os cerca de US$ 150 milhões que a SEC alegava terem sido economizados por ele ao comprar ações do Twitter antes da divulgação de sua participação.
Leia mais
Elon Musk pagará multa de US$ 1,5 milhão por não divulgar compra de ações do Twitter
Entenda o contexto legal do caso
Nos Estados Unidos, investidores que adquirem uma participação relevante em uma empresa de capital aberto precisam informar o mercado dentro de um prazo determinado. 
A regra está prevista na Seção 13(d) do Securities Exchange Act de 1934, que exige que investidores que ultrapassem a marca de 5% de participação em uma companhia divulguem essa posição à SEC por meio de um formulário chamado Schedule 13D.
O objetivo da norma é garantir transparência e evitar que investidores negociem ações sem que o mercado tenha conhecimento de movimentos capazes de influenciar o preço dos papéis.
No caso de Elon Musk, a SEC alegou que ele deveria ter informado sua participação no Twitter após ultrapassar o limite de 5% de ações da empresa em março de 2022, mas só fez a divulgação 11 dias depois. 
Segundo o regulador, durante esse período Musk continuou comprando ações a preços que poderiam estar abaixo do valor de mercado caso os investidores soubessem de sua posição.
Musk contestou a acusação e afirmou que o atraso foi involuntário. Pelo acordo aprovado pela Justiça, ele pagará US$ 1,5 milhão em multa civil, sem admitir irregularidades e sem precisar devolver os valores que a SEC alegava terem sido obtidos com a demora na divulgação.
*Com informações da Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:00:13 -0300</pubDate>
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<title>Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos</title>
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<description><![CDATA[      Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia
REUTERS/Valentyn Ogirenko
A Rússia está tentando neutralizar os ataques de drones ucranianos de &quot;alcance intermediário&quot; camuflando cargas e instalando potentes sistemas de guerra eletrônica contra a Starlink, a tecnologia de internet via satélite de Elon Musk, informou uma reportagem da agência de notícias Reuters publicada nesta quarta-feira (08).
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Esses drones, frequentemente operados via Starlink e capazes de atingir alvos a dezenas de quilômetros além das linhas de frente de forma precisa e barata, transformaram a guerra na Ucrânia com ataques a uma distância entre 25 e 200 quilômetros.
Isso permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à logística de abastecimento das tropas russas dentro do território ucraniano.
Reflexo disso é a Crimeia, península ucraniana anexada pela Rússia, que agora lida com a falta crônica de combustível após uma campanha coordenada das tropas de Kiev contra linhas de abastecimento, depósitos de combustível, instalações de defesa aérea e centros de comando.
Os ataques têm se concentrado nas rodovias que ligam Mariupol, Berdyansk, Melitopol e a Crimeia — as principais artérias que abastecem as forças russas que combatem no sul e no leste da Ucrânia.
Agora no g1
Comandantes ucranianos afirmam que sua ofensiva contínua forçou a Rússia a usar rotas de reabastecimento mais lentas e menos eficientes.
Os drones teriam tornado trechos do corredor terrestre que liga a Rússia à Crimeia perigosos demais, desacelerando o transporte de combustível, munição e reforços.
A resposta da Rússia veio com o sistema de interferência Volna Kupol Garant, que emite um sinal forte o suficiente para desestabilizar a conexão do Starlink em uma área de cerca de 20 km², relatou à Reuters Serhii Beskrestnov, conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia.
Trata-se de um desenvolvimento significativo no conflito, já que a Starlink era até então considerada, em grande parte, imune a interferências.
Um drone de ataque de médio alcance Zozulia voa após ser lançado por militares ucranianos da companhia Sparta em um local não revelado no sul da Ucrânia
REUTERS/Valentyn Ogirenko
Virada na guerra com auxílio da Starlink
A virada a favor da Ucrânia na guerra ocorreu no início deste ano, quando a SpaceX cortou o acesso não autorizado das forças russas à Starlink, prejudicando as operações de drones e as comunicações da Rússia.
Isso deu uma vantagem à Ucrânia, permitindo que drones aprimorados evitassem detecção, resistissem à interferência e realizassem ataques com mais precisão, enquanto a Rússia corria para se adaptar.
&quot;O bloqueio do Starlink para as forças russas foi um dos desenvolvimentos mais significativos no campo de batalha neste ano&quot;, disse Rob Lee, pesquisador sênior do Programa Eurásia do Foreign Policy Research Institute, à agência de notícias Associated Press.
O sucesso dos ataques ucranianos de médio alcance é consequência dessa mudança.
&quot;O que mudou é que agora oito em cada 10 missões são bem-sucedidas&quot;, disse Pharaon. Há apenas alguns meses, a taxa de sucesso era o oposto, segundo ele.
Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia
REUTERS/Valentyn Ogirenko
A reação da Rússia
As forças russas foram pegas de surpresa quando a campanha ucraniana se intensificou há três meses. Mas começaram a mobilizar unidades móveis antiaéreas e recorrer a outras táticas para interceptar os drones, relataram comandantes e pilotos de drones ucranianos à Reuters.
Uma delas é justamente o uso de dispositivos eletrônicos sofisticados de interferência para bloquear as conexões usadas para pilotar os drones, alguns deles capazes de interromper os sistemas Starlink – o Ministério da Defesa da Ucrânia afirma ter detectado dez deles.
Alguns desses dispositivos de interferência foram instalados pela Rússia perto de cidades e instalações militares, disseram os militares ucranianos.
Equipamentos desse tipo são visados pelos soldados ucranianos por razões óbvias.
Um vídeo de um ataque ucraniano a um desses sistemas mostra uma grande explosão após um drone atingir um local contendo seis caixas grandes do tamanho de trailers.
&quot;Assim que atingimos essa instalação, nossos drones equipados com Starlink voaram sem problemas&quot;, disse um comandante do 422º Regimento de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia em operação na região sul de Zaporíjia.
Outras táticas a que a Rússia recorre para manter as linhas de frente abastecidas incluem esconder combustível e outros suprimentos militares em veículos civis, como caminhões que deveriam estar transportando água ou leite. A operação logística também envolveria pequenos carros civis, quadriciclos e motocicletas.
Além disso, as tropas russas estariam usando abrigos camuflados, prédios abandonados e estruturas agrícolas para esconder suprimentos, além de postos ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio ao tarifaço, governo Trump percorre cidades brasileiras para atrair empresas aos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião de cúpula da Otan em Ancara, na Turquia, em 8 de julho de 2026.
REUTERS/Jonathan Ernst
Em meio ao tarifaço promovido por Donald Trump, o governo dos Estados Unidos tem buscado atrair empresas brasileiras para abrir filiais no país.
Um evento promovido pela Embaixada e pelos Consulados dos EUA no Brasil, que deve passar inicialmente por nove cidades brasileiras, promete reunir especialistas do governo americano e parceiros convidados para incentivar a expansão de empresas brasileiras por lá.
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A iniciativa acontece em meio às discussões sobre as tarifas adicionais de 25% impostas pelos EUA a produtos brasileiros e está alinhada à política protecionista defendida por Trump para a economia americana.
???? O protecionismo é uma política econômica em que um governo adota medidas — como a cobrança de tarifas sobre produtos importados — para proteger a indústria nacional da concorrência estrangeira.
Agora no g1
Segundo o republicano, os impostos vão impulsionar a indústria americana, criar empregos e reduzir os déficits comerciais dos EUA com seus parceiros internacionais. Déficit comercial é quando um país importa mais do que exporta.
Nesta semana, por exemplo, Trump associou a decisão da Toyota de investir US$ 3,6 bilhões (R$ 18,5 bilhões) na construção de uma fábrica no Texas aos efeitos das tarifas impostas por seu governo a outros países.
A montadora também deve transferir parte da produção de caminhonetes do México para os EUA.
&quot;A Toyota está se mudando do México para os Estados Unidos (Texas!). Grande negócio. Tarifas em ação!&quot;, afirmou em uma publicação no Truth Social.
O g1 procurou a Toyota para saber se a decisão de investir tem relação com as tarifas adotadas pelo governo americano e quais fatores motivaram a escolha do Texas para receber o empreendimento.
A empresa afirmou que, em linhas gerais, seus investimentos são guiados por &quot;planejamento de negócios de longo prazo e por projeções de mercado&quot;.
&quot;Embora sejamos impactados pela evolução das políticas comerciais, nossos investimentos são decisões para várias décadas, baseadas em objetivos estratégicos mais amplos, em nosso compromisso de produzir onde vendemos e em superar as expectativas dos clientes&quot;, disse em nota.
Sobre o novo anúncio de investimentos nos EUA, a montadora afirmou que a medida &quot;amplia a capacidade de produção da Toyota&quot; e complementa a &quot;rede mais ampla de manufatura&quot; da empresa na América do Norte.
&quot;O processo de escolha do local é influenciado por fatores como disponibilidade de mão de obra, infraestrutura e proximidade de fornecedores&quot;, concluiu.
O que é a SelectUSA?
O SelectUSA é um programa criado em 2011 pelo governo federal dos EUA e vinculado ao Departamento de Comércio do país. Segundo o órgão, a iniciativa busca promover e facilitar investimentos de empresas estrangeiras em território americano.
De acordo com dados divulgados pelo próprio programa, a iniciativa já facilitou mais de US$ 400 bilhões (R$ 2,1 trilhões) em investimentos desde sua criação e contribuiu para a geração ou manutenção de mais de 270 mil empregos nos EUA.
No Brasil, a Embaixada e os Consulados dos EUA promovem neste mês o SelectUSA Every Day.
Com programação prevista para pelo menos nove cidades brasileiras, o evento promete aproximar empresários de especialistas e parceiros do governo americano para facilitar a expansão de empresas brasileiras para os EUA.
Entre as cidades que estão previstas no &quot;roadshow&quot;, estão: Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Uberaba (MG), Ribeirão Preto (SP), São Carlos (SP), Londrina (P), São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE), e Recife (PE).
O g1 procurou a Administração de Comércio Internacional dos EUA (ITA, na sigla em inglês) e o SelectUSA para obter mais informações e dados sobre a participação de empresas brasileiras no programa e seus investimentos no país, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:00:11 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Em meio a tarifaço, embaixada dos EUA divulga programa para empresas brasileiras ampliarem presença no mercado americano</title>
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<description><![CDATA[      A poucos dias do fim do prazo para que Brasil e Estados Unidos cheguem a um acordo sobre o tarifaço, a embaixada americana divulgou um programa do Departamento de Comércio americano para empresas brasileiras buscarem ampliar sua participação no mercado do país.
Novo tarifaço deve aproximar Brasil e China ainda mais
Conforme o comunicado da representação americana, o objetivo é “fortalecer” a relação comercial entre os dois países. Entretanto, as negociações entre autoridades dos dois países acerca do tarifaço recomendado pelo escritório do representante comercial (USTR, na sigla em inglês) não têm avançado a ponto de reverter a proposta.
????Em junho, o USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras após uma investigação que acusa o governo brasileiro de adotar práticas que &quot;oneram ou restringem&quot; o comércio com os norte-americanos. Entre elas estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção.
O prazo dado pelo governo americano para a conclusão das negociações é 15 de julho, e a avaliação do Ministério das Relações Exteriores é que o USTR tem se mostrado “inflexível”, desconsiderando os dados técnicos e de comércio apresentados pelos negociadores brasileiros.
“A Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil anunciam o lançamento do SelectUSA Every Day, iniciativa que busca fortalecer a conexão de empresas brasileiras com oportunidades de investimento e expansão no mercado americano”, diz um trecho do comunicado do governo americano.
Especialistas avaliam que, assim como no tarifaço de 2025, existe espaço para o Brasil negociar nesta nova ameaça tarifária dos EUA
Jornal Nacional/ Reprodução
“O Brasil permanece como a principal origem do investimento sul-americano nos EUA, com empresas brasileiras presentes em mais de 40 estados e territórios e contribuindo para a geração de empregos e o fortalecimento da relação econômica bilateral”, afirma outro trecho.
Leia também:
Indústria estima que 4,1 mil produtos podem ser afetados caso EUA imponha novo tarifaço
Brasil chama investigação dos EUA de &#039;arbitrária&#039; e diz que tarifa de 12,5% viola regras da OMC
Ministro diz que reuniões com EUA sobre tarifaço seguem, mas rechaça incluir etanol na negociação: &#039;Risco para o Nordeste&#039;
Parceria comercial
Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil no mundo, atrás somente da China.
????Dados oficiais mostram, inclusive, que a chamada balança comercial é superavitária para os Estados Unidos, isto é, em valor agregado, os americanos mais exportam para o Brasil que importam.
Nesse contexto, técnicos dos dois governos têm se reunido periodicamente para tentar chegar a um acordo, mas a avaliação do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores – até este momento – é que não haverá uma reversão completa do tarifaço, somente eventuais exceções ou reduções.
Brasil contesta tarifa de 12,5% e chama investigação dos EUA de &#039;arbitrária&#039;
Segundo o Itamaraty, houve uma nova rodada técnica nesta terça-feira, e está prevista para os próximos dias uma reunião de alto nível entre o ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), os secretários do Ministério das Relações Exteriores Philip Fox Gough (Assuntos Econômicos) e Maurício Lyrio (Meio Ambiente) com autoridades americanas, entre elas, Jamieson Greer. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar e Ibovespa operam em queda, de olho em petróleo e tensões no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com volatilidade nesta quarta-feira (8), e tinha uma queda de 0,13% perto das 16h, cotado a R$ 5,1455. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em queda de 0,72% no mesmo horário, aos 170.780 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões no Oriente Médio fica no centro das atenções nesta quarta-feira. Na segunda-feira (6), dois navios comerciais e um petroleiro foram atingidos por mísseis na região do Estreito de Ormuz, segundo a agência marítima britânica UKMTO. De acordo com o site americano Axios, o bombardeio foi feito pelo Irã. Em resposta, os Estados Unidos atacaram mais de 80 alvos militares no país.
Os ataques voltam a levantar questionamentos sobre a efetividade do cessar-fogo acordado entre Washington e Teerã e aumenta preocupações sobre uma nova interrupção no tráfego pelo Estreito, afetando os preços do petróleo. (entenda mais abaixo)
▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento, previsto para ser divulgado durante a tarde, deve trazer sinais mais claros sobre a política de juros do novo presidente da instituição, Kevin Warsh.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,31%;
Acumulado do mês: -0,21%;
Acumulado do ano: -6,13%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,18%;
Acumulado do mês: +0,00%;
Acumulado do ano: +6,76%.
Tensões no Oriente Médio afetam os preços do petróleo
O cessar-fogo acordado entre Estados Unidos e Irã voltou a ficar no centro das atenções, após dois navios comerciais e um petroleiro terem sido atingidos por mísseis no Estreito de Ormuz na última segunda-feira (6).
“Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, o que provocou um incêndio, enquanto navegava em direção ao sul”, escreveu a UKMTO em um comunicado.
Após os ataques, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o acordo de paz firmado com o Irã &quot;acabou&quot; e que não quer mais diálogo com Teerã. As falas aconteceram durante entrevista a jornalistas em Ancara, capital da Turquia, antes da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
&quot;Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (...) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou&quot;, afirmou Trump quando perguntado se o acordo teria &quot;morrido&quot;.
Na terça-feira (7), o ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araqchi, já havia criticado Trump, afirmando que não haveria mais negociações de paz a menos que o líder americano cesse suas ameaças de reiniciar a guerra.
Segundo Araqchi, as declarações violam os termos do memorando de entendimento alcançado no mês passado para suspender a guerra.
Com a escalada das tensões, os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira. Perto das 15h, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 5,64%, cotado a US$ 78,34. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 4,78%, a US$ 73,81 o barril.
Mercados globais
Em meio às tensões no Oriente Médio, os principais índices de Wall Street operavam em queda nesta quarta-feira. 
Perto das 15h, o Dow Jones tinha queda de 1,20%, enquanto o S&amp;P 500 caía 0,35% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,26%.
Na Europa, a sessão também foi negativa para os mercados financeiros, que registraram o pior dia desde março. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 1,80%, para 634,91 pontos.
Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, teve perdas 2,23%, enquanto o CAC-40, da França, caiu 2,18% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuou 1,66%.
Já na Ásia, as bolsas fecharam mistas, ainda impactadas pelos papéis do setor de tecnologia e à espera da ata da última reunião do Fed.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,77%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, perdeu 0,49%.
No Japão, o índice Nikkei recuou 2,11%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,35% e o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 2,99%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>França: empresas de delivery vão suspender entregas em caso de calor extremo</title>
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<description><![CDATA[      Pessoas se refrescam na fonte do Trocadéro, diante da Torre Eiffel, durante uma onda de calor em Paris, na França.
Abdul Saboor/Reuters
Diante da onda de calor na França, duas das principais plataformas de entrega por aplicativo do país, Uber Eats e Deliveroo, anunciaram nesta quarta-feira (8) que vão suspender as entregas nas regiões onde as temperaturas atingirem níveis extremos. 
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 
A medida, adotada após reivindicações do setor, busca proteger os entregadores e será aplicada apenas nos departamentos que eventualmente entrarem em alerta vermelho.
&quot;Esta decisão representa um passo importante, e peço aos restaurantes parceiros que demonstrem solidariedade, fornecendo a esses trabalhadores acesso a água e áreas com ar-condicionado&quot;, declarou o ministro do Trabalho, Jean-Pierre Farandou.
Na semana passada, Farandou havia entrado em contato com as duas empresas de entrega, que é feita principalmente de bicicleta, orientando-as a tomar medidas para proteger os trabalhadores do calor extremo.
Com onda de calor, derretimento das geleiras na Suíça poderia encher uma piscina olímpica
Atendendo ao pedido, nesta quarta-feira, a Uber Eats e a Deliveroo indicaram que suspenderiam as entregas nos departamentos em alerta vermelho de onda de calor (o mais alto), no horário entre 14h e 18h.
A medida tem um caráter preventivo, já que nenhuma área do país está atualmente dentro desta classificação, mas 67 departamentos foram colocados sob alerta laranja (uma abaixo da vermelha).
 A Météo-France, agência nacional de meteorologia, prevê &quot;uma onda de calor severa e prolongada&quot;, que provavelmente durará &quot;até o final do mês, ou além&quot;.
Esta intensa onda de calor é a terceira em menos de dois meses na França. A primeira veio de forma precoce no final de maio, e a segunda, no fim de junho. Esses fenômenos tornam trabalhos ao ar livre, como o dos entregadores, particularmente vulneráveis às altas temperaturas.
Divergências entre sindicatos A medida foi encarada de forma controversa entre sindicatos laborais. Para Ludovic Rioux, da central sindical CGT, a maior da França, a decisão &quot;torna esses trabalhadores, já em situação precária, ainda mais vulneráveis&quot; devido à falta de uma renda substituta.
No final de junho, a Prefeitura de Paris enviou uma carta às plataformas de entrega solicitando a implementação de um salário mínimo quando as condições climáticas exigirem redução ou suspensão das atividades.
Já Fabian Tosolini, representante do sindicato Union-Indépendants, elogiou a decisão, mas solicitou que as zonas de entrega e os pesos dos pedidos sejam reduzidos entre o meio-dia e 14h, horário de pico para a maioria das demandas. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:00:12 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar oscila e Ibovespa cai, de olho em petróleo e tensões no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar opera com volatilidade nesta quarta-feira (8), e tinha um avanço de 0,08% perto das 12h10, cotado a R$ 5,1565. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em queda de 0,92% no mesmo horário, aos 170.445 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões no Oriente Médio fica no centro das atenções nesta quarta-feira. Na segunda-feira (6), dois navios comerciais e um petroleiro foram atingidos por mísseis na região do Estreito de Ormuz, segundo a agência marítima britânica UKMTO. De acordo com o site americano Axios, o bombardeio foi feito pelo Irã. Em resposta, os Estados Unidos atacaram mais de 80 alvos militares no país.
Os ataques voltam a levantar questionamentos sobre a efetividade do cessar-fogo acordado entre Washington e Teerã e aumenta preocupações sobre uma nova interrupção no tráfego pelo Estreito, afetando os preços do petróleo. (entenda mais abaixo)
▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento, previsto para ser divulgado durante a tarde, deve trazer sinais mais claros sobre a política de juros do novo presidente da instituição, Kevin Warsh.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,31%;
Acumulado do mês: -0,21%;
Acumulado do ano: -6,13%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,18%;
Acumulado do mês: +0,00%;
Acumulado do ano: +6,76%.
Tensões no Oriente Médio afetam os preços do petróleo
O cessar-fogo acordado entre Estados Unidos e Irã voltou a ficar no centro das atenções, após dois navios comerciais e um petroleiro terem sido atingidos por mísseis no Estreito de Ormuz na última segunda-feira (6).
“Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, o que provocou um incêndio, enquanto navegava em direção ao sul”, escreveu a UKMTO em um comunicado.
Após os ataques, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o acordo de paz firmado com o Irã &quot;acabou&quot; e que não quer mais diálogo com Teerã. As falas aconteceram durante entrevista a jornalistas em Ancara, capital da Turquia, antes da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
&quot;Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (...) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou&quot;, afirmou Trump quando perguntado se o acordo teria &quot;morrido&quot;.
Na terça-feira (7), o ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araqchi, já havia criticado Trump, afirmando que não haveria mais negociações de paz a menos que o líder americano cesse suas ameaças de reiniciar a guerra.
Segundo Araqchi, as declarações violam os termos do memorando de entendimento alcançado no mês passado para suspender a guerra.
Com a escalada das tensões, os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira. Perto das 12h10, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 7,44%, cotado a US$ 79,68. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 7,04%, a US$ 75,40 o barril.
Mercados globais
Em meio às tensões no Oriente Médio, os principais índices futuros de Wall Street operavam em queda nesta quarta-feira. 
Perto das 9h, os futuros do Dow Jones tinham queda de 1,34%, enquanto os do S&amp;P 500 caíam 1,06% e os do Nasdaq Composite tinham perdas de 1,55%.
Na Europa, o dia também era negativo para os mercados financeiros. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, tinha perdas 1,80% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, caía 1,75% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 1,17%.
Já na Ásia, as bolsas fecharam mistas, ainda impactadas pelos papéis do setor de tecnologia e à espera da ata da última reunião do Fed.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,77%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, perdeu 0,49%.
No Japão, o índice Nikkei recuou 2,11%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,35% e o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 2,99%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mercados globais caem após Trump declarar fim de acordo de paz com o Irã; petróleo sobe mais de 7%</title>
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<description><![CDATA[      Petróleo volta a disparar com o fim do acordo EUA-Irã
Os mercados financeiros ao redor do mundo operam em queda nesta quarta-feira (8), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o acordo preliminar de paz com o Irã &quot;acabou&quot;. 
A declaração ocorreu depois de uma nova troca de ataques entre os dois países, reacendendo os temores de uma escalada do conflito no Oriente Médio.
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O aumento da tensão levou investidores a buscar ativos considerados mais seguros e elevou as preocupações com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo, especialmente por causa dos riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte da commodity.
???? Commodities são matérias-primas pouco industrializadas, produzidas em grande escala e negociadas no mercado internacional. Como têm características semelhantes independentemente do produtor ou da marca, seu preço é definido principalmente pela oferta e pela demanda globais. Entre os principais exemplos estão produtos agrícolas, como soja, milho e açúcar, e recursos naturais, como petróleo, minério de ferro e ouro.
Petróleo volta a subir
Os preços do petróleo avançam mais de 5% nesta manhã, refletindo o temor de interrupções na oferta mundial caso o conflito se intensifique.
???? Por volta das  12h20 (horário de Brasília) o contrato futuro do petróleo Brent, referência internacional, subia 7,73%, negociado a US$ 79,89 por barril. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 7,35%, cotado a US$ 75,62 por barril.
A alta ocorre porque o mercado teme que novos confrontos prejudiquem a produção e o transporte de petróleo na região do Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz concentra cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo.
Dólar oscila e índices de Wall Street recuam
O dólar passa por um momento de volatilidade nesta quarta-feira, em meio às incertezas sobre o conflito. Perto das 12h20, a moeda americana tinha alta de 0,15%, cotada a R$ 5,1600.
Em Wall Street, as bolsas operam em queda:
Dow Jones: -1,42%;
S&amp;P 500: -0,83%;
Nasdaq 100: -0,79%.
A queda reflete o receio de que o avanço do petróleo pressione a inflação global e dificulte futuras reduções de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central americano.
Bolsas europeias têm forte queda
As bolsas da Europa registram perdas generalizadas, acompanhando o aumento da tensão geopolítica.
O índice pan-europeu STOXX 600 caía cerca de 1,6%, caminhando para o pior desempenho diário desde março.
O movimento é puxado principalmente por empresas dos setores de consumo, turismo e tecnologia, que tendem a ser mais sensíveis ao aumento dos custos com energia e ao cenário de maior incerteza econômica.
Na direção oposta, ações de petroleiras avançam, beneficiadas pela alta dos preços do petróleo.
Mercados asiáticos fecharam sem direção única
Na Ásia, o desempenho das bolsas foi misto.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 2,11%, pressionado pela piora do sentimento global.
Na Coreia do Sul, o Kospi teve forte queda de 5,35%.
Na China continental, o índice de Xangai recuou 0,49%, enquanto o CSI300 perdeu 0,77%.
Já em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 2,99%, impulsionado por ações de tecnologia. O destaque foi a Alibaba, que avançou 12,2%, ajudando o índice de tecnologia da bolsa local a subir cerca de 5%.
Em outros mercados da região, o índice de Taiwan avançou 0,56%, Cingapura ganhou 0,51%, enquanto a bolsa da Austrália recuou 0,21%.
Entenda a nova escalada entre EUA e Irã
Na madrugada desta quarta-feira, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, apesar de estarem oficialmente sob um cessar-fogo firmado no fim de junho. 
Os EUA bombardearam alvos no sul do Irã após acusarem Teerã de atacar três navios comerciais no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.
Em resposta, o Irã afirmou que a ofensiva americana violou o acordo de paz e lançou ataques contra bases militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait, países que abrigam importantes instalações das Forças Armadas americanas.
Horas depois, durante uma coletiva em Ancara, na Turquia, Donald Trump afirmou que considera o acordo de paz encerrado e disse que não pretende retomar o diálogo com o governo iraniano.

Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:00:15 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Apple fecha acordo de R$ 155 bilhões para fabricar chips nos EUA</title>
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<description><![CDATA[      Apple anuncia sucessão: Tim Cook deixará comando e John Ternus será novo CEO
A Apple planeja investir mais de US$ 30 bilhões (aproximadamente R$ 155,4 bilhões, considerando o dólar a R$ 5,18) em um acordo de compra de chips firmado nesta semana com a Broadcom. 
O contrato também prevê a ampliação de uma fábrica da fabricante de semicondutores no Colorado, nos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pelas empresas nesta quarta-feira (8).
Parceira foi construída em 2023
Na segunda-feira (6), a Broadcom anunciou um acordo de fornecimento de chips de longo prazo com a Apple, válido até 2031.
 Dois dias depois, a Apple informou que o contrato envolve a produção de um chip de radiofrequência chamado filtro FBAR, componente responsável por ajudar os dispositivos da empresa a se conectarem a redes sem fio.
O desenvolvimento dessa tecnologia vem sendo feito em parceria entre Apple e Broadcom desde pelo menos 2023. Como parte do acordo, a Broadcom investirá US$ 1,5 bilhão (R$ 7,77 bi) na expansão de uma fábrica localizada em Fort Collins, no Colorado.
A Apple afirmou que o contrato prevê a fabricação de pelo menos 15 bilhões de chips e faz parte de uma estratégia para aumentar a compra de semicondutores produzidos nos Estados Unidos, em parceria com o governo do presidente Donald Trump.
“Os componentes avançados fabricados em Fort Collins são essenciais para oferecer o desempenho e a conectividade que nossos clientes esperam. Temos orgulho de ampliar nossos investimentos em fornecedores sediados nos EUA que compartilham nosso compromisso com a excelência e a inovação”, afirmou o presidente-executivo da Apple, Tim Cook, em comunicado.
“Somos gratos ao presidente e ao seu governo por apoiarem projetos importantes como este”, acrescentou. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 13:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE</title>
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<description><![CDATA[      O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária. 
No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro.
????Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.
UE veta carne do Brasil a partir de 3 de Setembro
Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.
&quot;Sendo assim, as providências necessárias para viabilizar a exportação dependem, em grande medida, do desenvolvimento e da implementação, pelo setor produtivo, de sistemas de controle privados capazes de garantir a segregação da produção em conformidade com os requisitos da União Europeia&quot;, afirmou a pasta em resposta enviada à Câmara dos Deputados. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Lusa e confirmada pelo g1.
O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura. 
Segundo o Mapa, esses produtos têm &quot;finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária&quot;.
No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.
Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.
&quot;Os setores produtivos foram alertados de que os sistemas de controle necessários ao cumprimento dos requisitos da União Europeia possuem natureza privada, já que não havia perspectiva de proibição de uso no Brasil dos antimicrobianos vedados pela UE&quot;, afirmou o Mapa.
No histórico encaminhado ao Congresso, o Mapa afirma que solicitou ao setor produtivo a elaboração de protocolos para atender às exigências da União Europeia, mas diz que as primeiras propostas foram consideradas insuficientes.
Exportação de carne bovina
Ministério da Agricultura/Divulgação
Linha do tempo
Segundo o ministério, em 28 de abril de 2026 foi encaminhado à Direção-Geral de Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DG SANTE) um protocolo para a cadeia de bovinos, complementado em 15 de maio.
Em 20 de maio, durante reunião com o embaixador brasileiro, a DG SANTE informou que não se manifestaria sobre o protocolo nem aceitaria a proposta de período de transição apresentada pelo Brasil, além de reiterar preocupações em relação à cadeia bovina.
Em nova reunião, em 29 de maio, a Comissão Europeia pediu um documento mais detalhado sobre a situação regulatória dos antimicrobianos no Brasil e sobre os mecanismos de controle que garantiriam o cumprimento das regras europeias. No mesmo dia, o Mapa homologou, por meio de portaria, o Protocolo de Exportação de Bovinos Livres de Medicamentos Antimicrobianos.
Apesar de a União Europeia ter retirado o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne ao bloco, o governo afirma que as negociações continuam.
Em resposta ao Congresso, o Mapa informou que voltou a se reunir com técnicos da DG SANTE em 29 de junho e se comprometeu a enviar uma versão atualizada da documentação, reforçando as medidas de controle. 
O g1 entrou em contato com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), que não se manifestou. 
Proibição de antimicrobianos
A preocupação de que pessoas desenvolvam infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos é um dos motivos que levou a União Europeia a exigir de seus importadores maior controle sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais.
Esse é um tema que começou a ser debatido pela UE na década de 90 e que culminou em uma série de regulamentos nos anos seguintes. Em 2006, por exemplo, o bloco proibiu o uso de qualquer antibiótico na ração animal como promotor de crescimento.
A partir de 2019, o bloco ampliou essas exigências com a publicação de novos regulamentos que estabeleceram critérios mais rigorosos para a produção de carne, leite, ovos e outros produtos de o ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Ministro diz que negociações sobre tarifaço seguem mesmo após decisão da secretaria de comércio dos EUA</title>
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<description><![CDATA[ Ana Flor: decisão sobre tarifaço dos EUA deve ser judicializada
O governo brasileiro pretende realizar mais duas conversas com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) antes do prazo final de 15 de julho, quando o órgão deve enviar à Casa Branca sua recomendação sobre possíveis tarifas contra o Brasil.
Ao blog, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que deve ter, até a próxima segunda-feira (13), uma reunião direta com Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos. O encontro terá caráter político.
Além disso, as equipes técnicas dos dois países podem realizar uma nova conversa. Segundo o ministro, as tratativas devem continuar mesmo após o envio do relatório à Casa Branca. O objetivo do Brasil é retirar setores do chamado tarifaço e reduzir as alíquotas que eventualmente sejam aplicadas.
As negociações têm como propósito retirar setores do tarifaço e reduzir tarifas. Na prática, a partir da conclusão do USTR, se abre uma janela para propostas concretas dos EUA e do Brasil para amenizar o tarifaço. Está visão é compartilhada também por integrantes do governo Trump.
Entre representantes de empresas que participaram das audiências dos últimos dias, a impressão que ficou é a de que o tarifaço é inevitável, mas pode ser calibrado pelos efeitos na economia dos EUA.
Um dos argumentos que estão sendo utilizados é o de que encarecer a entrada de produtos brasileiros aumentará a dependência de linhas de produção americanas a insumos e itens da China — o que o governo Trump não quer que ocorra. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>FMI eleva projeções de crescimento do Brasil em 2026 e 2027, prevendo desaceleração no próximo ano</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta quarta-feira (8) que melhorou suas projeções para a economia do Brasil em 2026 e em 2027, mas passou a ver uma desaceleração da atividade no próximo ano, de acordo com relatório.
A atualização do relatório Perspectiva Econômica Global mostrou que o FMI agora vê expansão de 2,4% do Produto Interno Bruto este ano, acima do 1,9% calculado em abril.
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Para o ano que vem, o Fundo elevou sua estimativa em 0,2 ponto percentual, mas ainda assim a taxa de crescimento esperada de 2,2% fica abaixo da de 2026.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia adiantado na semana passada que o FMI iria reajustar a projeção para a economia do Brasil em 2026.
O desempenho esperado agora para este ano fica ligeiramente acima do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.
No primeiro trimestre deste ano, o PIB brasileiro cresceu 1,1% ante os três meses imediatamente anteriores, no resultado trimestral mais forte em um ano.
Produção de veículos na fábrica da Stellantis em Goiana (PE)
Divulgação/Stellantis
A projeção do FMI para este ano é melhor do que a do Ministério da Fazenda, que previu em maio uma expansão de 2,3%, e do que a do Banco Central, de 2,0%. 
As contas do FMI também são mais otimistas que as do mercado, que vê crescimento de 1,99% em 2026 e de 1,69% em 2027, de acordo com a mais recente pesquisa Focus divulgada pelo BC.
Para a América Latina e Caribe, o FMI vê agora expansão de 2,4% em 2026 (alta de 0,1 ponto percentual sobre o estimado em abril) e de 2,7% em 2027 (estável).
No caso das economias de mercados emergentes e em desenvolvimento, das quais o Brasil faz parte, o crescimento foi estimado em 3,8% este ano, uma queda de 0,1 ponto, indo a 4,5% no próximo, alta de 0,3 ponto na comparação com abril.
&quot;As revisões são heterogêneas, refletindo diferenças na dependência de commodities, na exposição geográfica, nas remessas e receitas de turismo, na sensibilidade às condições financeiras e na posição ocupada na cadeia global de valor da tecnologia&quot;, disse o FMI. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:00:14 -0300</pubDate>
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<title>Airbus reduz previsão de demanda por aeronaves e culpa guerra no Irã e tensões comerciais</title>
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<description><![CDATA[      Avião A350-1000ULR na fábrica da Airbus em Toulouse, na França
Divulgação/Qantas
A Airbus anunciou nesta quarta-feira (8) um corte de 1% na sua previsão para a demanda por aeronaves de passageiros em toda a indústria para os próximos 20 anos.
A medida vem após a guerra com o Irã e as tensões comerciais frearem a forte recuperação da atividade aérea desde a pandemia de Covid-19.
A maior fabricante de aviões do mundo afirmou que ainda espera uma forte demanda por jatos, liderada pela Ásia, que deverá representar cerca de metade de todas as entregas, mas que as crises consecutivas de tarifas e do Golfo frustraram as projeções anteriores.
&quot;Essa recuperação pós-Covid praticamente estagnou&quot;, disse Antonio Da Costa, chefe de análise de mercado, a repórteres.
A menor perspectiva de crescimento no longo prazo aponta para um mercado de aviação menos dinâmico no futuro, visto que as companhias aéreas estão reduzindo seus planos de expansão de capacidade diante do aumento dos preços do petróleo resultante da guerra no Irã.
Agora no g1
Escassez de aeronaves pode diminuir
Ao analisar a demanda em todo o setor, que inclui aviões vendidos pela concorrente Boeing, bem como pela recém-chegada China, a Airbus afirmou que espera um total de 42.060 entregas de jatos comerciais entre 2026 e 2045, uma queda de 1% em relação à sua previsão anterior para os próximos 20 anos.
Isso inclui 33.920 jatos de corredor único no segmento mais movimentado do setor, que inclui a família Airbus A320neo e o Boeing 737 MAX, e 8.140 jatos de fuselagem larga ou de longo alcance, ambos com queda de 1% em relação à previsão anterior de 20 anos.
Isso mal é suficiente para acomodar os planos de produção anunciados pela Airbus e pela Boeing, ao mesmo tempo que deixa espaço para o concorrente chinês C919 nos próximos anos, sugerindo que a recente escassez generalizada de aeronaves pode diminuir.
Fachada da fábrica da Airbus em Toulouse, na França
REUTERS/Stephane Mahe
A Airbus afirmou que espera que uma proporção maior do total de entregas de jatos comerciais -- 47% em comparação com os 45% anteriores -- seja para substituir jatos mais antigos, em vez de aumentar o tamanho das frotas.
A empresa europeia também revisou para cima sua previsão de crescimento do tráfego de passageiros, de 3,6% para 3,9% ao ano, mas os executivos afirmaram que isso representa uma revisão para baixo em relação aos 4,1% estimados em termos comparáveis.
A Airbus não forneceu dados sobre a demanda por aeronaves de carga. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:00:14 -0300</pubDate>
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<title>OpenAI lança ChatGPT mais potente nesta quinta</title>
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<description><![CDATA[      Logo da OpenAI, dona do ChatGPT
AP Photo/Michael Dwyer
A OpenAI lança nesta quinta-feira (9) o GPT-5.6, seu modelo de inteligência artificial mais avançado, após adiar a estreia no mês passado a pedido do governo de Donald Trump.
O adiamento ocorreu em meio ao aumento das preocupações com a segurança nacional e com o possível uso indevido de tecnologias de IA de alta capacidade.
????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 
Até agora, o GPT-5.6 estava disponível apenas para um grupo restrito de parceiros da OpenAI, previamente aprovados pela empresa e pelo governo dos Estados Unidos.
Em uma publicação na rede social X na noite de terça-feira, a dona do ChatGPT anunciou que, além do GPT-5.6 Sol, a empresa também lançará os modelos Terra e Luna, que têm custo menor.
Ao apresentar os novos modelos, no fim de junho, a OpenAI afirmou que eles trazem avanços na habilidade de executar tarefas de forma mais autônoma — em áreas como programação e cibersegurança. 
Segundo a empresa, o GPT-5.6 Sol teve desempenho semelhante ao Mythos Preview, da Anthropic, em um teste usado para medir a capacidade de modelos de IA em tarefas relacionadas à segurança cibernética.
Leia também:
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Dona do ChatGPT propõe ceder 5% de participação ao governo dos EUA, diz jornal
Disputa na IA
Estados Unidos e China disputam a liderança no desenvolvimento de modelos de inteligência artificial de ponta que podem acelerar de forma significativa ataques cibernéticos sofisticados contra setores que dependem de sistemas tecnológicos complexos, interligados e, muitas vezes, com décadas de existência.
Diante desse cenário, o governo americano intensificou a análise de novos modelos avançados de IA antes de seu lançamento para identificar possíveis riscos, diante da preocupação de que a tecnologia possa ser explorada por forças militares ou serviços de inteligência da China, da Rússia e de outros países.
As autoridades chinesas também realizaram reuniões com as principais empresas de tecnologia do país para discutir a possibilidade de restringir o acesso internacional aos modelos de IA mais avançados da China, incluindo aqueles que ainda nem foram lançados.
A Anthropic, concorrente da OpenAI, havia desativado abruptamente seus modelos de IA mais avançados, Mythos 5 e Fable 5, para todos os usuários após a ordem de controle de exportações emitida pelo governo americano em 12 de junho, motivada por preocupações de segurança nacional. 
As restrições foram suspensas na semana passada, depois que a empresa implementou medidas adicionais de proteção.
O site Axios, que divulgou em primeira mão a notícia sobre o lançamento da OpenAI, informou que o governo do presidente Donald Trump aprovou o lançamento amplo do GPT-5.6 após testes adicionais e reuniões entre representantes da empresa e autoridades americanas.
A Casa Branca e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos não responderam aos pedidos de comentário da Reuters fora do horário comercial.
O bilionário Elon Musk, cuja empresa SpaceXAI compete com a Anthropic e a OpenAI, afirmou nesta quarta-feira que também está disponibilizando ao público seu principal modelo de IA, o Grok 4.5.
Preocupações com a segurança nacional
Trump assinou uma ordem executiva que cria um mecanismo voluntário pelo qual desenvolvedores de IA podem apresentar ao governo americano seus chamados &quot;modelos de fronteira&quot; por até 30 dias antes de liberá-los para parceiros considerados confiáveis.
Embora Washington tenha suspendido as restrições de exportação para o modelo Fable, da Anthropic, o Mythos, desenvolvido para profissionais de cibersegurança, continua disponível apenas para algumas organizações americanas consideradas &quot;confiáveis&quot;.
Na China, autoridades demonstram preocupação com a possibilidade de o Mythos ser usado para explorar vulnerabilidades em softwares e com a hipótese de os Estados Unidos utilizarem o modelo contra os interesses de Pequim.
A Anthropic afirmou que é &quot;provavelmente impossível&quot; tornar qualquer modelo de inteligência artificial totalmente resistente a técnicas de jailbreak — métodos usados para contornar as restrições e os mecanismos de segurança desses sistemas. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
<media:keywords>OpenAI, lança, ChatGPT, mais, potente, nesta, quinta</media:keywords>
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<title>Dólar inverte e passa a cair, de olho em petróleo e tensões no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar inverteu o sinal positivo visto na primeira hora do pregão e passou a cair nesta quarta-feira (8), com um recuo de 0,14% perto das 10h, cotado a R$ 5,1448. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, operava em queda de  praticamente estável no mesmo horário, aos 172.016 pontos.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões no Oriente Médio fica no centro das atenções nesta quarta-feira. Na segunda-feira (6), dois navios comerciais e um petroleiro foram atingidos por mísseis na região do Estreito de Ormuz, segundo a agência marítima britânica UKMTO. De acordo com o site americano Axios, o bombardeio foi feito pelo Irã. Em resposta, os Estados Unidos atacaram mais de 80 alvos militares no país.
Os ataques voltam a levantar questionamentos sobre a efetividade do cessar-fogo acordado entre Washington e Teerã e aumenta preocupações sobre uma nova interrupção no tráfego pelo Estreito, afetando os preços do petróleo. (entenda mais abaixo)
▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento, previsto para ser divulgado durante a tarde, deve trazer sinais mais claros sobre a política de juros do novo presidente da instituição, Kevin Warsh.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,31%;
Acumulado do mês: -0,21%;
Acumulado do ano: -6,13%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,18%;
Acumulado do mês: +0,00%;
Acumulado do ano: +6,76%.
Tensões no Oriente Médio afetam os preços do petróleo
O cessar-fogo acordado entre Estados Unidos e Irã voltou a ficar no centro das atenções, após dois navios comerciais e um petroleiro terem sido atingidos por mísseis no Estreito de Ormuz na última segunda-feira (6).
“Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, o que provocou um incêndio, enquanto navegava em direção ao sul”, escreveu a UKMTO em um comunicado.
Após os ataques, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o acordo de paz firmado com o Irã &quot;acabou&quot; e que não quer mais diálogo com Teerã. As falas aconteceram durante entrevista a jornalistas em Ancara, capital da Turquia, antes da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
&quot;Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (...) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou&quot;, afirmou Trump quando perguntado se o acordo teria &quot;morrido&quot;.
Na terça-feira (7), o ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araqchi, já havia criticado Trump, afirmando que não haveria mais negociações de paz a menos que o líder americano cesse suas ameaças de reiniciar a guerra.
Segundo Araqchi, as declarações violam os termos do memorando de entendimento alcançado no mês passado para suspender a guerra.
Com a escalada das tensões, os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira. Perto das 9h10, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 5,10%, cotado a US$ 77,94. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 4,94%, a US$ 73,92 o barril.
Mercados globais
Em meio às tensões no Oriente Médio, os principais índices futuros de Wall Street operavam em queda nesta quarta-feira. 
Perto das 9h, os futuros do Dow Jones tinham queda de 1,34%, enquanto os do S&amp;P 500 caíam 1,06% e os do Nasdaq Composite tinham perdas de 1,55%.
Na Europa, o dia também era negativo para os mercados financeiros. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, tinha perdas 1,80% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, caía 1,75% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 1,17%.
Já na Ásia, as bolsas fecharam mistas, ainda impactadas pelos papéis do setor de tecnologia e à espera da ata da última reunião do Fed.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,77%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, perdeu 0,49%.
No Japão, o índice Nikkei recuou 2,11%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,35% e o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 2,99%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:00:14 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Natura estima queda de 9% na receita do 2º trimestre de 2026 por desempenho fraco no Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Agora no g1
A Natura reportou nesta quarta-feira (8) estimativa de receita líquida entre R$5,1 bilhões e R$5,2 bilhões para o segundo trimestre, uma queda entre 9% e 10% ante o mesmo período do ano passado, em resultado pressionado pelo desempenho das operações no Brasil.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
&quot;O ambiente de consumo desaquecido no Brasil, somado a desafios e ajustes operacionais internos, pressionou a receita líquida do segundo trimestre de 2026 no país em uma magnitude maior do que a inicialmente prevista&quot;, afirmou a fabricante de cosméticos em fato relevante, citando que as informações são preliminares.
Entre os desafios, a companhia apontou severa escassez de produtos em meio à estabilização do novo sistema de Planejamento Integrado, atualização do sistema SAP e relocação de volumes da recém-fechada fábrica de Interlagos, zona sul de São Paulo. 
A escassez de produtos, somada a um cenário macroeconômico desafiador, acrescentou, levou a uma queda importante de volume no canal de venda por relações.
A linha completa de Natura Tododia Jambo Rosa e Flor de Caju, celebrando a beleza das peles pretas e pardas em todas as etapas do Festival Negritudes.
Matheus Thierry
A Natura também ressaltou que a implementação de políticas de preços e regras comerciais entre canais levou a uma desaceleração de curto prazo no canal online, bem como a transição de 100% dos contratos de franquia para um novo modelo provocou uma redução momentânea de estoques nas lojas franqueadas e consequente desaceleração nas vendas para as franquias (sell-in).
A companhia ainda apontou descasamento temporário de tributos, com efeito concentrado no segundo trimestre de 2026, decorrente de mudanças no imposto sobre consumo no Estado de São Paulo (ICMSST).
A combinação de tais fatores, afirmou a empresa, &quot;pressionou a receita líquida no Brasil em magnitude que não pôde ser compensada pelo crescimento anual positivo em moeda constante (CC) em todos os mercados da região Hispânica, onde houve mais um trimestre de avanço consistente&quot;.
A Natura afirmou que estima expansão trimestral na margem Ebitda reportada, em função de menores despesas sequenciais com rescisões e captura de eficiências do novo modelo operacional, que &quot;compensa parcialmente o impacto negativo da desalavancagem operacional&quot;.
As informações completas referentes ao segundo trimestre de 2026 serão divulgadas no dia 10 de agosto. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Milei quer imitar EUA e &amp;apos;paralisar o Estado&amp;apos; caso Congresso não aprove orçamento do governo</title>
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<description><![CDATA[      Na era Milei, os números melhoram, mas a nova classe média continua no sufoco
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou nesta terça-feira (7) que quer implementar um projeto de lei focado na criação de um mecanismo de &quot;paralisação&quot; do Poder Executivo inspirado no sistema dos Estados Unidos. 
De acordo com Milei, o objetivo é impedir que a política financie despesas além de suas capacidades reais e do Orçamento autorizado pelo Congresso Nacional, impondo uma disciplina fiscal absoluta e estabelecendo um limite para os gastos do Estado.
&quot;Estamos trabalhando na elaboração de uma paralisação do Poder Executivo, ou melhor, da política&quot;, afirmou o presidente argentino em entrevista.
Javier Milei com Donald Trump em Nova York.
Reuters
A “paralisação do governo” é um mecanismo institucional usado pelos EUA que entra em vigor automaticamente quando o Poder Legislativo não aprova as leis orçamentárias gerais em tempo hábil ou, pelo menos, não concede uma autorização temporária de financiamento.
A medida obriga a administração pública a suspender imediatamente todas as atividades e serviços considerados não essenciais para o funcionamento básico do sistema. Apenas questões relacionadas à segurança nacional, à saúde pública e à resposta a emergências permanecem operacionais.
A atual Lei de Administração Financeira, vigente na Argentina, estipula que, na ausência de um orçamento aprovado no início do ano, a lei orçamentária do ano anterior entra em vigor automaticamente para garantir o funcionamento ininterrupto do Estado e evitar a paralisia dos serviços públicos devido à falta de consenso político. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Dólar abre em alta, de olho em petróleo e tensões no Oriente Médio</title>
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<description><![CDATA[      Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (8) em alta, com avanço de 0,57% perto das 9h, cotado a R$ 5,1818, conforme investidores seguem atentos às tensões no Oriente Médio. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
▶️ A nova escalada das tensões no Oriente Médio fica no centro das atenções nesta quarta-feira. Na segunda-feira (6), dois navios comerciais e um petroleiro foram atingidos por mísseis na região do Estreito de Ormuz, segundo a agência marítima britânica UKMTO. De acordo com o site americano Axios, o bombardeio foi feito pelo Irã. Em resposta, os Estados Unidos atacaram mais de 80 alvos militares no país.
Os ataques voltam a levantar questionamentos sobre a efetividade do cessar-fogo acordado entre Washington e Teerã e aumenta preocupações sobre uma nova interrupção no tráfego pelo Estreito, afetando os preços do petróleo. (entenda mais abaixo)
▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com a ata da última reunião de juros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). O documento, previsto para ser divulgado durante a tarde, deve trazer sinais mais claros sobre a política de juros do novo presidente da instituição, Kevin Warsh.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
????Dólar

a
Acumulado da semana: -0,31%;
Acumulado do mês: -0,21%;
Acumulado do ano: -6,13%.
????Ibovespa

Acumulado da semana: -1,18%;
Acumulado do mês: +0,00%;
Acumulado do ano: +6,76%.
Tensões no Oriente Médio afetam os preços do petróleo
O cessar-fogo acordado entre Estados Unidos e Irã voltou a ficar no centro das atenções, após dois navios comerciais e um petroleiro terem sido atingidos por mísseis no Estreito de Ormuz na última segunda-feira (6).
“Um petroleiro informou ter sido atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, o que provocou um incêndio, enquanto navegava em direção ao sul”, escreveu a UKMTO em um comunicado.
Após os ataques, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o acordo de paz firmado com o Irã &quot;acabou&quot; e que não quer mais diálogo com Teerã. As falas aconteceram durante entrevista a jornalistas em Ancara, capital da Turquia, antes da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
&quot;Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (...) Vou falar com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou&quot;, afirmou Trump quando perguntado se o acordo teria &quot;morrido&quot;.
Na terça-feira (7), o ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araqchi, já havia criticado Trump, afirmando que não haveria mais negociações de paz a menos que o líder americano cesse suas ameaças de reiniciar a guerra.
Segundo Araqchi, as declarações violam os termos do memorando de entendimento alcançado no mês passado para suspender a guerra.
Com a escalada das tensões, os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira. Perto das 9h10, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 5,10%, cotado a US$ 77,94. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 4,94%, a US$ 73,92 o barril.
Mercados globais
Em meio às tensões no Oriente Médio, os principais índices futuros de Wall Street operavam em queda nesta quarta-feira. 
Perto das 9h, os futuros do Dow Jones tinham queda de 1,34%, enquanto os do S&amp;P 500 caíam 1,06% e os do Nasdaq Composite tinham perdas de 1,55%.
Na Europa, o dia também era negativo para os mercados financeiros. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, tinha perdas 1,80% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, caía 1,75% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuava 1,17%.
Já na Ásia, as bolsas fecharam mistas, ainda impactadas pelos papéis do setor de tecnologia e à espera da ata da última reunião do Fed.
O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,77%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, perdeu 0,49%.
No Japão, o índice Nikkei recuou 2,11%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 5,35% e o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 2,99%.
*Com informações da agência de notícias Reuters.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:49 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Calor extremo ameaça produção de vinho na França e acelera colheita de uvas</title>
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<description><![CDATA[      Foto ilustrativa de um vinho tinto.
Reprodução.
O verão escaldante na França está prejudicando o desenvolvimento das uvas em regiões vinícolas como Champagne, Bordeaux e Borgonha, ameaçando reduzir a safra e antecipando uma das colheitas mais precoces já registradas, disseram produtores na terça-feira (7).
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Uma onda de calor recorde no fim de junho, seguida por mais dias de calor intenso e tempo seco desde a semana passada, desacelerou o crescimento das uvas e danificou videiras mais jovens na França, segundo maior produtor de vinho do mundo.
&quot;Podemos ver o potencial da safra derretendo sob o sol&quot;, afirmou Laurent Delaunay, presidente da associação da indústria do vinho da Borgonha (BIVB), acrescentando que a principal preocupação dos produtores é a falta de água.
Meteorologistas preveem pouca ou nenhuma chuva nas principais regiões produtoras de vinho da França antes de 14 de julho, prolongando um período de estiagem que já dura mais de três semanas em muitas áreas.
Vinho tinto, branco ou rosé: veja quais comidas combinam com cada tipo
Entenda se todo vinho envelhece bem e por quantos anos pode ficar no barril
Colheita mais precoce da história
Na região de Champagne, os produtores esperam a colheita mais cedo já registrada, com a vindima devendo começar por volta de 15 de agosto — cerca de um mês antes do que era comum há algumas décadas.
No momento, a expectativa é de que a produção de uvas fique cerca de 10% abaixo da registrada no ano passado, embora a produção de vinho possa não cair na mesma proporção, já que os produtores podem recorrer aos estoques de reserva, disse Maxime Toubart, presidente do sindicato dos viticultores de Champagne.
&quot;Tivemos a sorte de um inverno muito chuvoso, então o solo não estava excessivamente seco no início da temporada. Mas agora já podemos ver que as uvas não estão mais aumentando de tamanho&quot;, afirmou Toubart.
Segundo ele, a previsão ainda pode ser revista caso a região receba chuvas fortes, mas sem tempestades, nas próximas duas semanas.
Em Bordeaux e na Borgonha, onde a onda de calor foi ainda mais intensa, os produtores disseram que ainda é cedo para fazer estimativas precisas da produção, mas alertaram que a queda será &quot;significativa&quot;.
A qualidade do vinho pode não ser necessariamente afetada, afirmam os produtores. No entanto, calor e seca tendem a elevar os níveis de açúcar nas uvas, o que pode alterar o sabor e o teor alcoólico da bebida.
A colheita também deve começar excepcionalmente cedo em várias regiões. Em Bordeaux, as primeiras uvas destinadas à produção dos espumantes crémant devem ser colhidas na primeira semana de agosto. Na Borgonha, a expectativa é que a vindima tenha início por volta de 20 de agosto. ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:48 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>União Europeia cobra que EUA cumpram acordo comercial após ameaça de Trump à Espanha</title>
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<description><![CDATA[      Bandeiras de países da União Europeia na sede do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França
Hassan Anayi/Unsplash
A União Europeia espera que os Estados Unidos cumpram os compromissos assumidos no acordo comercial firmado entre as duas partes, disse um porta-voz da Comissão Europeia nesta quarta-feira (8).
A afirmação foi feita depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou ao secretário do Tesouro que interrompesse as relações comerciais com a Espanha.
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Falando em Ancara, capital da Turquia, Trump classificou a Espanha como uma &quot;péssima parceira&quot; da OTAN ao criticar aliados por, segundo ele, não apoiarem a guerra contra o Irã. Em seguida, determinou que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, suspendesse as relações comerciais com o país.
&quot;Lembro que assinamos uma declaração conjunta com os Estados Unidos no ano passado. Esperamos que os EUA cumpram os compromissos assumidos nessa declaração, assim como nós cumprimos os nossos&quot;, afirmou o porta-voz da Comissão Europeia, Olof Gill.
&quot;A Comissão sempre garantirá que os interesses da União Europeia e de todos os seus Estados-membros sejam plenamente protegidos. Continuaremos defendendo um comércio transatlântico estável, previsível e mutuamente benéfico para todos&quot;, acrescentou.
Trump diz que cessar-fogo com o Irã acabou ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:00:20 -0300</pubDate>
<dc:creator>Editorial</dc:creator>
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<title>Mercados globais caem após Trump declarar fim de acordo de paz com o Irã; petróleo sobe mais de 5%</title>
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<description><![CDATA[      Trump diz que cessar-fogo com o Irã acabou
Os mercados financeiros ao redor do mundo operam em queda nesta quarta-feira (8), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o acordo preliminar de paz com o Irã &quot;acabou&quot;. 
A declaração ocorreu depois de uma nova troca de ataques entre os dois países, reacendendo os temores de uma escalada do conflito no Oriente Médio.
O aumento da tensão levou investidores a buscar ativos considerados mais seguros e elevou as preocupações com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo, especialmente por causa dos riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte da commodity.
Petróleo volta a subir
Os preços do petróleo avançam mais de 5% nesta manhã, refletindo o temor de interrupções na oferta mundial caso o conflito se intensifique.
???? Por volta das 8h (horário de Brasília) contrato futuro do petróleo Brent, referência internacional, subia 5,06%, negociado a US$ 77,91 por barril. Já o petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 4,97%, cotado a US$ 73,94 por barril.
A alta ocorre porque o mercado teme que novos confrontos prejudiquem a produção e o transporte de petróleo na região do Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz concentra cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo.
Dólar ganha força e futuros de Wall Street recuam
O dólar também se fortalece diante da busca dos investidores por ativos considerados mais seguros.
O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas, permanecia próximo de 101,17 pontos, no maior nível em cerca de uma semana.
Em Wall Street, os contratos futuros das bolsas operam em queda antes da abertura dos mercados:
Dow Jones: -1,34%;
S&amp;P 500: -1,06%;
Nasdaq 100: -1,55%.
A queda reflete o receio de que o avanço do petróleo pressione a inflação global e dificulte futuras reduções de juros pelo Federal Reserve (Fed), o banco central americano.
Bolsas europeias têm forte queda
As bolsas da Europa registram perdas generalizadas, acompanhando o aumento da tensão geopolítica.
O índice pan-europeu STOXX 600 caía cerca de 1,6%, caminhando para o pior desempenho diário desde março.
O movimento é puxado principalmente por empresas dos setores de consumo, turismo e tecnologia, que tendem a ser mais sensíveis ao aumento dos custos com energia e ao cenário de maior incerteza econômica.
Na direção oposta, ações de petroleiras avançam, beneficiadas pela alta dos preços do petróleo.
Mercados asiáticos fecharam sem direção única
Na Ásia, o desempenho das bolsas foi misto.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 2,11%, pressionado pela piora do sentimento global.
Na Coreia do Sul, o Kospi teve forte queda de 5,35%.
Na China continental, o índice de Xangai recuou 0,49%, enquanto o CSI300 perdeu 0,77%.
Já em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 2,99%, impulsionado por ações de tecnologia. O destaque foi a Alibaba, que avançou 12,2%, ajudando o índice de tecnologia da bolsa local a subir cerca de 5%.
Em outros mercados da região, o índice de Taiwan avançou 0,56%, Cingapura ganhou 0,51%, enquanto a bolsa da Austrália recuou 0,21%.
Entenda a nova escalada entre EUA e Irã
Na madrugada desta quarta-feira, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, apesar de estarem oficialmente sob um cessar-fogo firmado no fim de junho. 
Os EUA bombardearam alvos no sul do Irã após acusarem Teerã de atacar três navios comerciais no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.
Em resposta, o Irã afirmou que a ofensiva americana violou o acordo de paz e lançou ataques contra bases militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait, países que abrigam importantes instalações das Forças Armadas americanas.
Horas depois, durante uma coletiva em Ancara, na Turquia, Donald Trump afirmou que considera o acordo de paz encerrado e disse que não pretende retomar o diálogo com o governo iraniano.

Reuters ]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:00:20 -0300</pubDate>
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<title>Apple perde recurso contra lei da União Europeia que limita poder das big techs</title>
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<description><![CDATA[      Apple
Sumudu Mohottige
A Apple perdeu, nesta quarta-feira (8), um recurso contra regras da União Europeia que classificam sua loja de aplicativos e o sistema operacional iOS como gatekeepers.
➡️ Gatekeeper é uma empresa que ocupa uma posição tão dominante no mercado digital que consegue controlar quais aplicativos e serviços chegam aos consumidores. Como milhões de pessoas dependem dessas plataformas, a legislação impõe regras para evitar que elas favoreçam seus próprios serviços ou dificultem a atuação de concorrentes.
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A Lei de Mercados Digitais da União Europeia criou uma série de regras para limitar o poder das grandes empresas de tecnologia e aumentar a concorrência no mercado digital. Entre as exigências estão medidas para impedir que essas empresas favoreçam seus próprios serviços em detrimento dos concorrentes. 
Agora no g1
Quem descumprir as regras pode ser multado em até 10% do faturamento anual global. Desde que a lei entrou em vigor, em maio de 2023, Apple, Meta e ByteDance entraram na Justiça para contestar alguns dos dispositivos da legislação.
A decisão do Tribunal Geral da União Europeia, com sede em Luxemburgo, reforça a estratégia do bloco de impor limites ao poder das grandes empresas de tecnologia para aumentar a concorrência e ampliar as opções disponíveis aos consumidores.
Apple diz que lei ameaça privacidade
A Apple voltou a criticar a Lei de Mercados Digitais.
&quot;Acreditamos firmemente que as exigências da DMA vão além do que é legal e proporcional, ameaçando enfraquecer décadas de proteções de privacidade e segurança que construímos e deixando nossos usuários vulneráveis a novos riscos&quot;, afirmou um porta-voz da empresa.
&quot;Continuaremos defendendo a inovação e a privacidade que nossos clientes europeus merecem.&quot;
A empresa ainda pode recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça da União Europeia, a mais alta instância judicial do bloco.
A ação foi apresentada em 2024, depois que a Comissão Europeia classificou as cinco lojas de aplicativos da Apple — disponíveis em iPhones, iPads, computadores Mac, Apple TVs e Apple Watches — como um único serviço essencial de plataforma, sujeito às regras da Lei de Mercados Digitais.
Os juízes concordaram com a avaliação da Comissão Europeia.
&quot;Independentemente do dispositivo, essas lojas têm a mesma função: conectar desenvolvedores de aplicativos aos usuários para facilitar a distribuição de softwares&quot;, afirmaram.
A Apple também contestou a classificação do iOS como uma plataforma essencial para que empresas alcancem os usuários. Esse enquadramento obriga a companhia a permitir que produtos e serviços concorrentes funcionem de forma integrada ao sistema operacional.
Além disso, a empresa questionou a classificação do iMessage como um serviço de comunicação que funciona sem depender de número de telefone, categoria que, segundo a Apple, poderia submetê-lo às regras da Lei de Mercados Digitais.
O tribunal, porém, afirmou que essa classificação, por si só, não produz efeitos jurídicos contra a empresa.
&quot;Em particular, nenhuma das obrigações previstas na DMA se aplica ao iMessage, já que o serviço não foi incluído na decisão que definiu quais plataformas são consideradas controladoras de acesso&quot;, afirmou a Corte. ]]></description>
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<title>Maiores empresas de IA falham em combater &amp;apos;ameaças  existenciais&amp;apos; ao homem, diz relatório global</title>
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<description><![CDATA[      Anthropic.
Reuters
A empresa americana de inteligência artificial (IA) Anthropic obteve a pontuação mais alta em um ranking semestral de segurança, mas em nível global o setor não consegue combater ameaças &quot;existenciais&quot;, segundo um relatório publicado nesta terça-feira (7).
O Future of Life Institute, um think tank americano de segurança em IA, avaliou nove das principais empresas de IA do mundo e definiu uma classificação com base em dados públicos e informações fornecidas pelas próprias companhias.
As nove empresas estão fracassando no combate a ameaças &quot;existenciais&quot;, como o desenvolvimento de modelos que alcancem um nível de inteligência semelhante ao humano, conhecidos como &quot;inteligência artificial geral&quot; ou AGI, acrescenta o relatório.
Foram analisados os esforços em seis categorias: 
avaliação de riscos; 
danos atuais;
estruturas de segurança;
segurança existencial; 
governança e transparência, e; 
compartilhamento de informações.
Papa faz alerta sobre inteligência artificial
Nenhuma empresa recebeu um &quot;A&quot;, a nota mais alta, em nenhuma categoria, enquanto a Anthropic obteve a melhor nota geral, um &quot;C+&quot;.
O relatório destaca que várias empresas que antes proibiam o uso militar de sua tecnologia vêm &quot;revertendo gradualmente o rumo&quot;, entre elas a Anthropic, que foi criticada por manter &quot;compromissos militares questionáveis&quot;.
O governo dos Estados Unidos utilizou a tecnologia da Anthropic em operações militares na Venezuela e no Irã durante o último ano, segundo diversos relatos da imprensa, embora a empresa tenha sido recentemente alvo de uma proibição do Pentágono por divergências sobre a segurança da IA.
Embora &quot;existam tentativas construtivas&quot;, os esforços como um todo são &quot;totalmente insuficientes&quot;. Outros riscos incluem o possível uso indevido de um modelo para realizar um ciberataque ou executar tarefas potencialmente prejudiciais aos seres humanos. ]]></description>
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