Alckmin diz que veto a carnes deve se 'equacionar' e defende padrão sanitário do país

O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu nesta quarta-feira (13) o padrão sanitário do Brasil e afirmou acreditar que o veto à carne brasileira pela União Europeia deve se "equacionar". A fala de Alckmin ocorreu durante o 4 º Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), em Brasília. "Tivemos, com os Estados Unidos, o tarifaço, mas está bem equacionado, bem encaminhado e temos ainda a seção 301 [investigação comercial dos EUA] que nos preocupa, mas, nesses 30 dias agora, vão ter reuniões importantes entre os representantes do Brasil e dos EUA", afirmou. Alckmin ressaltou os acordos firmados pelo Mercosul com Singapura, com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA, sigla em inglês), Suíça, Noruega, e Islândia e com a União Europeia (UE). Vídeos em alta no g1 O vice-presidente enfatizou que esse último é o maior acordo entre blocos do mundo. "Estamos falando de US$ 22 trilhões de mercado e, claro, que tinha uma resistência na União Europeia e, principalmente, um receio do acordo com a questão do agro", mencionou. Segundo Alckmin, contudo, o acordo está "bem formatado" com as salvaguardas para os dois lados. "Entrou em vigência provisória a partir de 1º de maio e acho que essa questão vai se equacionar. Até como colocou bem o ministro André de Paula, nós somos um exemplo para o mundo de cuidado sanitário, tanto em proteína animal, como proteína vegetal", prosseguiu.

Mai 13, 2026 - 11:00
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Alckmin diz que veto a carnes deve se 'equacionar' e defende padrão sanitário do país
O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu nesta quarta-feira (13) o padrão sanitário do Brasil e afirmou acreditar que o veto à carne brasileira pela União Europeia deve se "equacionar". A fala de Alckmin ocorreu durante o 4 º Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), em Brasília. "Tivemos, com os Estados Unidos, o tarifaço, mas está bem equacionado, bem encaminhado e temos ainda a seção 301 [investigação comercial dos EUA] que nos preocupa, mas, nesses 30 dias agora, vão ter reuniões importantes entre os representantes do Brasil e dos EUA", afirmou. Alckmin ressaltou os acordos firmados pelo Mercosul com Singapura, com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA, sigla em inglês), Suíça, Noruega, e Islândia e com a União Europeia (UE). Vídeos em alta no g1 O vice-presidente enfatizou que esse último é o maior acordo entre blocos do mundo. "Estamos falando de US$ 22 trilhões de mercado e, claro, que tinha uma resistência na União Europeia e, principalmente, um receio do acordo com a questão do agro", mencionou. Segundo Alckmin, contudo, o acordo está "bem formatado" com as salvaguardas para os dois lados. "Entrou em vigência provisória a partir de 1º de maio e acho que essa questão vai se equacionar. Até como colocou bem o ministro André de Paula, nós somos um exemplo para o mundo de cuidado sanitário, tanto em proteína animal, como proteína vegetal", prosseguiu.

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