Caixa entra em greve nacional e Banco do Brasil tem paralisação parcial a partir desta quinta-feira

Caixa Econômica Federal Caixa Econômica Federal/Divulgação Funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). Na Caixa, a paralisação é nacional. No Banco do Brasil, a greve ocorre apenas nas bases sindicais que rejeitaram o acordo da categoria. O g1 procurou o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aguarda posicionamento. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) garante a correção dos salários pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais um aumento real de 0,6% nos próximos dois anos. O reajuste também vale para outras verbas, como vale-alimentação (VA), vale-refeição (VR), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios. Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores de bancos privados e do Banco do Brasil aprovaram a proposta em assembleias. Na Caixa, os empregados rejeitaram a proposta de renovação da CCT. Agora no g1 No Banco do Brasil, trabalhadores representados por 39 sindicatos aprovaram a CCT, entre eles os de São Paulo, Curitiba, Campo Grande, Niterói (RJ) e Jundiaí (SP). Outros 60 sindicatos, porém, rejeitaram o acordo, entre eles os de Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. São essas bases que aderem à greve. O g1 procurou os sindicatos dos bancários e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para entender os principais motivos da rejeição da proposta por parte dos trabalhadores. O que prevê a convenção coletiva Além do reajuste acima da inflação, o texto da CCT inclui medidas de combate ao adoecimento mental e ao assédio, direito à desconexão fora do horário de trabalho e regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos funcionários. Outros pontos são a criação de um programa de qualificação e recolocação profissional e melhorias na indenização de trabalhadores de bancos privados demitidos em razão do fechamento de agências.

Set 10, 2026 - 09:00
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Caixa entra em greve nacional e Banco do Brasil tem paralisação parcial a partir desta quinta-feira

Caixa Econômica Federal Caixa Econômica Federal/Divulgação Funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). Na Caixa, a paralisação é nacional. No Banco do Brasil, a greve ocorre apenas nas bases sindicais que rejeitaram o acordo da categoria. O g1 procurou o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aguarda posicionamento. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) garante a correção dos salários pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais um aumento real de 0,6% nos próximos dois anos. O reajuste também vale para outras verbas, como vale-alimentação (VA), vale-refeição (VR), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios. Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores de bancos privados e do Banco do Brasil aprovaram a proposta em assembleias. Na Caixa, os empregados rejeitaram a proposta de renovação da CCT. Agora no g1 No Banco do Brasil, trabalhadores representados por 39 sindicatos aprovaram a CCT, entre eles os de São Paulo, Curitiba, Campo Grande, Niterói (RJ) e Jundiaí (SP). Outros 60 sindicatos, porém, rejeitaram o acordo, entre eles os de Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. São essas bases que aderem à greve. O g1 procurou os sindicatos dos bancários e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para entender os principais motivos da rejeição da proposta por parte dos trabalhadores. O que prevê a convenção coletiva Além do reajuste acima da inflação, o texto da CCT inclui medidas de combate ao adoecimento mental e ao assédio, direito à desconexão fora do horário de trabalho e regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos funcionários. Outros pontos são a criação de um programa de qualificação e recolocação profissional e melhorias na indenização de trabalhadores de bancos privados demitidos em razão do fechamento de agências.

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