Casa Branca diz que governo fará anúncio de novas tarifas nesta quinta
Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quinta-feira (23) que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas antes do fim da vigência da taxa global de 10%, previsto para sexta-feira (24). A expectativa é que a medida inclua uma sobretaxa de 12,5% sobre produtos de cerca de 60 países, incluindo o Brasil. ????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A possível nova tarifa está relacionada a uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. A apuração trata de supostas falhas de parceiros comerciais no combate à importação de produtos feitos com trabalho forçado. LEIA TAMBÉM Tarifaço de Trump pressiona setores, mas Brasil chega menos dependente dos EUA, dizem especialistas Tarifaço: setores atingidos e governo divergem sobre possibilidade de aplicar reciprocidade aos EUA O governo brasileiro já espera a aplicação da nova tarifa e acompanha as negociações com representantes dos setores afetados. Tarifaço de Trump: veja as medidas do governo para tentar conter impacto das tarifas Entenda o que é essa investigação e a justificativa do governo Trump A investigação concluiu que a entrada de produtos "produzidos com trabalho forçado" não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos. Em relação ao Brasil, o relatório afirma que, embora o país assuma compromissos de combate ao trabalho escravo em acordos de comércio e investimentos, ainda não possui uma proibição considerada efetiva pelos EUA para impedir a entrada de mercadorias produzidas nessas condições no mercado interno. O documento menciona a existência da Lista Suja do Trabalho Escravo, atualizada semestralmente pelo governo federal, mas ressalta que o foco da investigação americana foi a ausência de mecanismos para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado em outros países. *Com informações da Reuters

Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou nesta quinta-feira (23) que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas antes do fim da vigência da taxa global de 10%, previsto para sexta-feira (24). A expectativa é que a medida inclua uma sobretaxa de 12,5% sobre produtos de cerca de 60 países, incluindo o Brasil. ????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A possível nova tarifa está relacionada a uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. A apuração trata de supostas falhas de parceiros comerciais no combate à importação de produtos feitos com trabalho forçado. LEIA TAMBÉM Tarifaço de Trump pressiona setores, mas Brasil chega menos dependente dos EUA, dizem especialistas Tarifaço: setores atingidos e governo divergem sobre possibilidade de aplicar reciprocidade aos EUA O governo brasileiro já espera a aplicação da nova tarifa e acompanha as negociações com representantes dos setores afetados. Tarifaço de Trump: veja as medidas do governo para tentar conter impacto das tarifas Entenda o que é essa investigação e a justificativa do governo Trump A investigação concluiu que a entrada de produtos "produzidos com trabalho forçado" não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir a circulação de mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos. Em relação ao Brasil, o relatório afirma que, embora o país assuma compromissos de combate ao trabalho escravo em acordos de comércio e investimentos, ainda não possui uma proibição considerada efetiva pelos EUA para impedir a entrada de mercadorias produzidas nessas condições no mercado interno. O documento menciona a existência da Lista Suja do Trabalho Escravo, atualizada semestralmente pelo governo federal, mas ressalta que o foco da investigação americana foi a ausência de mecanismos para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado em outros países. *Com informações da Reuters
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