Dólar cai a R$ 4,97 com reabertura do Estreito de Ormuz; Ibovespa recua
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera com queda nesta sexta-feira (17), recuando 0,17% por volta das 12h40, cotado a R$ 4,9842. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha baixa de 0,34%, aos 196.158 pontos. Os mercados acompanham novos desdobramentos no cenário geopolítico e econômico global. No Oriente Médio, o Irã anunciou a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Ainda no Oriente Médio, Israel e Líbano iniciaram na quinta-feira um cessar-fogo de 10 dias, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A trégua busca abrir espaço para negociações de um acordo permanente de segurança e paz e pode ser estendida por consenso. ▶️ O presidente do Líbano, Joseph Aoun, classificou as negociações diretas com Israel como “delicadas e cruciais”. Ele disse que a prioridade agora é garantir o cumprimento da trégua — embora o país já tenha acusado Israel de violá-la nesta sexta-feira. ▶️ Na Europa, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de países em Paris para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. Sem a presença dos EUA, a reunião faz parte de um esforço de países que não participam diretamente do conflito para reduzir os impactos econômicos globais da guerra. Perto das 11h40, o preço do petróleo tipo Brent (referência internacional) tinha queda de 11,46%, cotado a US$ 88,00 o barril — no menor valor desde 10 de março deste ano, quando estava a US$ 87,80. ▶️ Na agenda econômica dos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve participam de eventos ao longo do dia. A presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, fala em um encontro, e o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, participa de evento durante a tarde. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,37%; Acumulado do mês: -3,59%; Acumulado do ano: -9,03%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,26%; Acumulado do mês: +4,99%; Acumulado do ano: +22,15%. Reabertura de Ormuz O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os EUA. O bloqueio da via marítima era um dos principais impasses nas negociações entre os dois países. Segundo o governo iraniano, todos os navios podem voltar a circular livremente no período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22). Após o anúncio, o preço do petróleo despencou. "A passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura. Mais cedo, dados do site de monitoramento do transporte marítimo Kpler já mostravam que a circulação pelo estreito havia sido retomada. Três petroleiros iranianos deixaram o Golfo do Irã , transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, os primeiros carregamentos desse tipo desde o bloqueio dos EUA aos portos iranianos, na segunda-feira (13). Negociações no Oriente Médio As negociações por um cessar-fogo no Oriente Médio avançaram nos últimos dias após Israel e o Líbano concordarem com uma trégua temporária. O acordo entrou em vigor na quinta-feira e estabelece uma pausa inicial de 10 dias nos confrontos, com o objetivo de abrir espaço para conversas que possam levar a um entendimento mais duradouro de segurança e paz entre os dois países. A informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA. Segundo o órgão, o prazo da trégua pode ser ampliado caso haja acordo entre as partes durante as negociações. No Líbano, o governo também reconhece a sensibilidade das conversas em curso. O presidente do país, Joseph Aoun, afirmou nesta sexta-feira (17) que as negociações diretas com Israel são “delicadas e cruciais”. Segundo ele, a prioridade imediata das autoridades libanesas é garantir que o cessar-fogo seja respeitado. Ainda assim, o país já acusou Israel de violar a trégua nesta sexta-feira, o que evidencia a fragilidade do acordo e os desafios para transformá-lo em uma solução mais permanente. Enquanto as negociações avançam, outros países tentam reduzir os efeitos econômicos do conflito. Em Paris, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de nações para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e que foi bloqueada pela guerra envolvendo EUA, Israel e Irã. A reunião reúne países que não participam diretamente do conflito, mas que buscam limitar seus impactos sobre a economia global. Os EUA não fazem parte do planejamento da chamada Iniciativa de Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz. Antes do encontro, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em publicação na rede X que a missão voltada à segurança da

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera com queda nesta sexta-feira (17), recuando 0,17% por volta das 12h40, cotado a R$ 4,9842. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha baixa de 0,34%, aos 196.158 pontos. Os mercados acompanham novos desdobramentos no cenário geopolítico e econômico global. No Oriente Médio, o Irã anunciou a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Ainda no Oriente Médio, Israel e Líbano iniciaram na quinta-feira um cessar-fogo de 10 dias, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A trégua busca abrir espaço para negociações de um acordo permanente de segurança e paz e pode ser estendida por consenso. ▶️ O presidente do Líbano, Joseph Aoun, classificou as negociações diretas com Israel como “delicadas e cruciais”. Ele disse que a prioridade agora é garantir o cumprimento da trégua — embora o país já tenha acusado Israel de violá-la nesta sexta-feira. ▶️ Na Europa, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de países em Paris para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. Sem a presença dos EUA, a reunião faz parte de um esforço de países que não participam diretamente do conflito para reduzir os impactos econômicos globais da guerra. Perto das 11h40, o preço do petróleo tipo Brent (referência internacional) tinha queda de 11,46%, cotado a US$ 88,00 o barril — no menor valor desde 10 de março deste ano, quando estava a US$ 87,80. ▶️ Na agenda econômica dos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve participam de eventos ao longo do dia. A presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, fala em um encontro, e o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, participa de evento durante a tarde. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,37%; Acumulado do mês: -3,59%; Acumulado do ano: -9,03%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,26%; Acumulado do mês: +4,99%; Acumulado do ano: +22,15%. Reabertura de Ormuz O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os EUA. O bloqueio da via marítima era um dos principais impasses nas negociações entre os dois países. Segundo o governo iraniano, todos os navios podem voltar a circular livremente no período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22). Após o anúncio, o preço do petróleo despencou. "A passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura. Mais cedo, dados do site de monitoramento do transporte marítimo Kpler já mostravam que a circulação pelo estreito havia sido retomada. Três petroleiros iranianos deixaram o Golfo do Irã , transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, os primeiros carregamentos desse tipo desde o bloqueio dos EUA aos portos iranianos, na segunda-feira (13). Negociações no Oriente Médio As negociações por um cessar-fogo no Oriente Médio avançaram nos últimos dias após Israel e o Líbano concordarem com uma trégua temporária. O acordo entrou em vigor na quinta-feira e estabelece uma pausa inicial de 10 dias nos confrontos, com o objetivo de abrir espaço para conversas que possam levar a um entendimento mais duradouro de segurança e paz entre os dois países. A informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA. Segundo o órgão, o prazo da trégua pode ser ampliado caso haja acordo entre as partes durante as negociações. No Líbano, o governo também reconhece a sensibilidade das conversas em curso. O presidente do país, Joseph Aoun, afirmou nesta sexta-feira (17) que as negociações diretas com Israel são “delicadas e cruciais”. Segundo ele, a prioridade imediata das autoridades libanesas é garantir que o cessar-fogo seja respeitado. Ainda assim, o país já acusou Israel de violar a trégua nesta sexta-feira, o que evidencia a fragilidade do acordo e os desafios para transformá-lo em uma solução mais permanente. Enquanto as negociações avançam, outros países tentam reduzir os efeitos econômicos do conflito. Em Paris, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de nações para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e que foi bloqueada pela guerra envolvendo EUA, Israel e Irã. A reunião reúne países que não participam diretamente do conflito, mas que buscam limitar seus impactos sobre a economia global. Os EUA não fazem parte do planejamento da chamada Iniciativa de Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz. Antes do encontro, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em publicação na rede X que a missão voltada à segurança da navegação terá caráter “estritamente defensivo”. Segundo ele, a iniciativa será conduzida por países que não estão envolvidos no conflito e só deverá avançar “quando as condições de segurança permitirem”. Mercados globais Em Wall Street, os índices futuros operavam em alta na manhã desta sexta-feira e indicavam a possibilidade de um fechamento semanal positivo nas bolsas. Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos futuros do Dow Jones subiam 0,32%. Os do S&P 500 avançavam 0,19%, enquanto o Nasdaq registrava uma alta mais moderada, de 0,1%. Na Europa, o desempenho das bolsas era misto. No mesmo horário, o índice pan-europeu STOXX 600 subia levemente, com alta de 0,08%, aos 617,48 pontos. Entre os principais mercados da região, o francês CAC 40 avançava 0,4% e o alemão DAX tinha ganho de 0,6%. Já o britânico FTSE 100 seguia na direção oposta, com queda de 0,2%. Na Ásia, a maioria das bolsas fechou o dia em baixa. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,9%, para 26.160,33 pontos, enquanto o índice de Xangai também terminou o pregão em leve queda, de 0,1%. No Japão, o Nikkei caiu 1,8%, para 58.475,90 pontos, um dia depois de ter alcançado um recorde histórico. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi também encerrou o pregão em baixa, com recuo de 0,6%. Dólar freepik
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