Dólar cai a R$ 4,98 com foco no petróleo e desemprego no Brasil; Ibovespa avança
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar recua na sessão desta quinta-feira (30), com queda de 0,26% por volta das 10h45, cotado a R$ 4,9883. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,96%, aos 186.520 pontos. A agenda econômica do dia reúne indicadores relevantes no Brasil e no exterior. Enquanto o mercado acompanha dados de emprego por aqui, nos Estados Unidos a atenção se volta ao crescimento da economia e à inflação, em meio a tensões geopolíticas. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No cenário externo, o preço do petróleo Brent ultrapassou os US$ 125 por barril no início desta quinta-feira, refletindo incertezas sobre o conflito no Irã. A guerra, que já dura nove semanas, segue sem perspectiva clara de resolução. ▶️ O bloqueio aos portos iranianos e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz pelos EUA continuam pressionando as cotações, enquanto sinais de possível escalada reduzem as expectativas de um acordo rápido. ▶️ No Brasil, o destaque é a taxa de desemprego, que ficou em 6,1% no trimestre até março de 2026, segundo o IBGE. O resultado veio em linha com o esperado e é o menor já registrado para esse período desde 2012. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: +0,07%; Acumulado do mês: -3,42%; Acumulado do ano: -8,88%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -3,14%; Acumulado do mês: -1,45%; Acumulado do ano: +14,66%. Petróleo toca os US$ 125 A tensão no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de energia e levou o petróleo a níveis elevados nesta quinta-feira. Em meio à falta de avanço nas negociações entre EUA e Irã, crescem as dúvidas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e sobre uma solução para o conflito. Hoje, o barril do tipo Brent chegou a ultrapassar os US$ 125 nas primeiras horas do dia, mas reduziu os ganhos ao longo da manhã. Por volta das 8h (de Brasília), o petróleo de referência mundial era negociado em queda, em torno de US$ 109. A volatilidade recente está diretamente ligada ao impasse geopolítico, que segue sem sinais claros de resolução: a guerra já entra na nona semana, sem avanço significativo nas negociações; os EUA mantêm restrições aos portos iranianos; a circulação de navios pelo Estreito de Ormuz permanece comprometida, afetando a oferta global. Vale lembrar que, nos últimos dias, declarações do presidente Donald Trump ampliaram o grau de incerteza. O governo americano avalia diferentes caminhos, que vão desde intensificar a pressão até reduzir sua presença militar na região. Do outro lado, o Irã indica que pode reagir a novos ataques e tem usado o período de cessar-fogo para reorganizar sua estrutura militar. Mercados globais Os principais índices de Wall Street abriram sem direção única nesta quinta-feira, refletindo um cenário dividido entre resultados corporativos positivos e a cautela com o agravamento das tensões no Oriente Médio. Na abertura, o S&P 500 avançava 0,36%, aos 7.161,75 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subia 0,76%, aos 24.859,94 pontos. Já o Dow Jones Industrial Average recuava 0,20%, aos 48.762,93 pontos. Na Europa, o desempenho foi majoritariamente positivo. O STOXX 600 avançou 0,35%, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 1,03%. O DAX, da Alemanha, teve alta de 0,28%. Na contramão, o CAC 40, da França, caiu 0,59%. Na Ásia, os mercados fecharam em direções opostas. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,3%, aos 25.772,50 pontos. Já o Shanghai Composite, de Xangai, subiu 0,1%, aos 4.109,99 pontos. Em Tóquio, o Nikkei 225 caiu 1,1%, enquanto, em Seul, o KOSPI teve baixa de 1,38%. Dólar Heloise Hamada/G1

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar recua na sessão desta quinta-feira (30), com queda de 0,26% por volta das 10h45, cotado a R$ 4,9883. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha alta de 0,96%, aos 186.520 pontos. A agenda econômica do dia reúne indicadores relevantes no Brasil e no exterior. Enquanto o mercado acompanha dados de emprego por aqui, nos Estados Unidos a atenção se volta ao crescimento da economia e à inflação, em meio a tensões geopolíticas. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ No cenário externo, o preço do petróleo Brent ultrapassou os US$ 125 por barril no início desta quinta-feira, refletindo incertezas sobre o conflito no Irã. A guerra, que já dura nove semanas, segue sem perspectiva clara de resolução. ▶️ O bloqueio aos portos iranianos e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz pelos EUA continuam pressionando as cotações, enquanto sinais de possível escalada reduzem as expectativas de um acordo rápido. ▶️ No Brasil, o destaque é a taxa de desemprego, que ficou em 6,1% no trimestre até março de 2026, segundo o IBGE. O resultado veio em linha com o esperado e é o menor já registrado para esse período desde 2012. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: +0,07%; Acumulado do mês: -3,42%; Acumulado do ano: -8,88%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -3,14%; Acumulado do mês: -1,45%; Acumulado do ano: +14,66%. Petróleo toca os US$ 125 A tensão no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de energia e levou o petróleo a níveis elevados nesta quinta-feira. Em meio à falta de avanço nas negociações entre EUA e Irã, crescem as dúvidas sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e sobre uma solução para o conflito. Hoje, o barril do tipo Brent chegou a ultrapassar os US$ 125 nas primeiras horas do dia, mas reduziu os ganhos ao longo da manhã. Por volta das 8h (de Brasília), o petróleo de referência mundial era negociado em queda, em torno de US$ 109. A volatilidade recente está diretamente ligada ao impasse geopolítico, que segue sem sinais claros de resolução: a guerra já entra na nona semana, sem avanço significativo nas negociações; os EUA mantêm restrições aos portos iranianos; a circulação de navios pelo Estreito de Ormuz permanece comprometida, afetando a oferta global. Vale lembrar que, nos últimos dias, declarações do presidente Donald Trump ampliaram o grau de incerteza. O governo americano avalia diferentes caminhos, que vão desde intensificar a pressão até reduzir sua presença militar na região. Do outro lado, o Irã indica que pode reagir a novos ataques e tem usado o período de cessar-fogo para reorganizar sua estrutura militar. Mercados globais Os principais índices de Wall Street abriram sem direção única nesta quinta-feira, refletindo um cenário dividido entre resultados corporativos positivos e a cautela com o agravamento das tensões no Oriente Médio. Na abertura, o S&P 500 avançava 0,36%, aos 7.161,75 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subia 0,76%, aos 24.859,94 pontos. Já o Dow Jones Industrial Average recuava 0,20%, aos 48.762,93 pontos. Na Europa, o desempenho foi majoritariamente positivo. O STOXX 600 avançou 0,35%, enquanto o FTSE 100, do Reino Unido, subiu 1,03%. O DAX, da Alemanha, teve alta de 0,28%. Na contramão, o CAC 40, da França, caiu 0,59%. Na Ásia, os mercados fecharam em direções opostas. Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 1,3%, aos 25.772,50 pontos. Já o Shanghai Composite, de Xangai, subiu 0,1%, aos 4.109,99 pontos. Em Tóquio, o Nikkei 225 caiu 1,1%, enquanto, em Seul, o KOSPI teve baixa de 1,38%. Dólar Heloise Hamada/G1
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