Dólar e Ibovespa avançam com queda do petróleo e trégua no Oriente Médio no radar
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (6) em leve queda, de 0,13%, cotado a R$ 4,9058, mas mudou de direção ao longo da manhã. Por volta das 10h28, passou a subir 0,20%, a R$ 4,9217. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançava 0,75% no mesmo horário, aos 188.146 pontos. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Os preços do petróleo caem nesta quarta-feira com a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Sinais de manutenção do cessar-fogo e declarações de Donald Trump sobre avanços nas negociações diminuíram o risco de um conflito maior entre os dois países. ???? Por volta das 8h (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent era negociado próximo de US$ 98, em queda de 11,60%. Às 10h09, o recuo havia perdido força, mas ainda era de 5,47%, com o preço a US$ 103,83. Já o WTI caía 11,93%, cotado a US$ 89,13. ▶️Esse movimento acontece junto com a reabertura do Estreito de Ormuz, principal rota do petróleo mundial e um dos pontos centrais do atual coflito. Nesta manhã, autoridades do Irã afirmaram que a navegação voltou a ser segura após a suspensão de operações militares dos EUA na região. ▶️ Na agenda do dia, o destaque fica para a divulgação de dados sobre o setor de serviços no Brasil e do fluxo cambial semanal, que mostra a entrada e saída de dólares no país. ▶️ Ainda por aqui, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do programa “Bom dia, Ministro” para explicar o Novo Desenrola Brasil, cuja medida provisória foi assinada na segunda-feira (4). Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,80%; Acumulado do mês: -0,80%; Acumulado do ano: -10,51%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,30%; Acumulado do mês: -0,30%; Acumulado do ano: +15,91%. Trégua no Oriente Médio Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações. Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas. Entre os principais pontos em discussão estão: suspensão temporária do programa nuclear iraniano; redução das sanções impostas pelos EUA; liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior; diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz. A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço. O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões. Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem. Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito. Mercados globais Os índices futuros em Wall Street operavam em alta nesta quarta-feira, refletindo a expectativa de um possível acordo de paz entre EUA e Irã, além do otimismo com o avanço da inteligência artificial. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o futuro do S&P 500 subia 0,82%. Já o Nasdaq avançava 1,42%, enquanto o Dow Jones registrava alta de 0,89%. Na Europa, o movimento também era positivo. No mesmo horário, o índice STOXX 600 subia 2,61%, aos 625,64 pontos. Entre as principais bolsas, o DAX, de Frankfurt, avançava 2,97%; o FTSE 100, de Londres, ganhava 2,48%; e o CAC 40, de Paris, tinha alta de 3,24%. Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região. Notas de real e dólar Amanda Perobelli/ Reuters

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (6) em leve queda, de 0,13%, cotado a R$ 4,9058, mas mudou de direção ao longo da manhã. Por volta das 10h28, passou a subir 0,20%, a R$ 4,9217. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançava 0,75% no mesmo horário, aos 188.146 pontos. ???? Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Os preços do petróleo caem nesta quarta-feira com a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã. Sinais de manutenção do cessar-fogo e declarações de Donald Trump sobre avanços nas negociações diminuíram o risco de um conflito maior entre os dois países. ???? Por volta das 8h (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent era negociado próximo de US$ 98, em queda de 11,60%. Às 10h09, o recuo havia perdido força, mas ainda era de 5,47%, com o preço a US$ 103,83. Já o WTI caía 11,93%, cotado a US$ 89,13. ▶️Esse movimento acontece junto com a reabertura do Estreito de Ormuz, principal rota do petróleo mundial e um dos pontos centrais do atual coflito. Nesta manhã, autoridades do Irã afirmaram que a navegação voltou a ser segura após a suspensão de operações militares dos EUA na região. ▶️ Na agenda do dia, o destaque fica para a divulgação de dados sobre o setor de serviços no Brasil e do fluxo cambial semanal, que mostra a entrada e saída de dólares no país. ▶️ Ainda por aqui, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do programa “Bom dia, Ministro” para explicar o Novo Desenrola Brasil, cuja medida provisória foi assinada na segunda-feira (4). Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,80%; Acumulado do mês: -0,80%; Acumulado do ano: -10,51%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,30%; Acumulado do mês: -0,30%; Acumulado do ano: +15,91%. Trégua no Oriente Médio Os investidores acompanham a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Embora ainda não haja confirmação oficial, há sinais de avanço nas negociações. Segundo a Reuters, os países estão próximos de firmar um acordo inicial mais simples, com cerca de uma página. O Irã analisa os termos e deve responder nas próximas 48 horas. Entre os principais pontos em discussão estão: suspensão temporária do programa nuclear iraniano; redução das sanções impostas pelos EUA; liberação de recursos iranianos bloqueados no exterior; diminuição das restrições à navegação no Estreito de Ormuz. A ideia é que esse acordo inicial consolide a trégua e abra um prazo de cerca de 30 dias para negociações mais amplas. Nesse período, tanto as limitações impostas pelo Irã quanto o bloqueio naval dos EUA seriam reduzidos gradualmente — podendo ser retomados caso não haja avanço. O cenário ganhou força após Donald Trump anunciar a suspensão de uma operação militar de escolta a navios, que não conseguiu normalizar o fluxo e elevou as tensões. Mais cedo, o Irã afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a ser seguro para navegação. A rota, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial, vinha operando com restrições desde o início do conflito, com cerca de 1.500 embarcações aguardando passagem. Apesar do avanço diplomático, o acordo ainda não foi fechado e enfrenta incertezas, como divergências internas no Irã e o risco de retomada do conflito. Mercados globais Os índices futuros em Wall Street operavam em alta nesta quarta-feira, refletindo a expectativa de um possível acordo de paz entre EUA e Irã, além do otimismo com o avanço da inteligência artificial. Por volta das 8h40 (horário de Brasília), o futuro do S&P 500 subia 0,82%. Já o Nasdaq avançava 1,42%, enquanto o Dow Jones registrava alta de 0,89%. Na Europa, o movimento também era positivo. No mesmo horário, o índice STOXX 600 subia 2,61%, aos 625,64 pontos. Entre as principais bolsas, o DAX, de Frankfurt, avançava 2,97%; o FTSE 100, de Londres, ganhava 2,48%; e o CAC 40, de Paris, tinha alta de 3,24%. Na Ásia, os mercados da China, Japão e Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados locais, o que reduz o volume de negociações na região. Notas de real e dólar Amanda Perobelli/ Reuters
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