Dólar opera em alta com investidores atentos ao PIB do 2º trimestre
A primeira turma do STF vai começar a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus por tentativa de golpe de Estado O dólar inicia a sessão desta terça-feira (2) em alta. Por volta das 9h45, a moeda americana subia 0,96%, cotada a R$ 5,491. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h. Apesar do retorno do feriado nos Estados Unidos — que ontem reduziu o volume de negociações globais devido ao fechamento das bolsas americanas — os investidores voltam suas atenções para o Brasil, com a divulgação do PIB e do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro . ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Às 9h, o IBGE divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que indicam o desempenho da economia brasileira no período. Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, a expectativa é de uma leve alta de 0,3% em relação aos três meses anteriores, sinalizando uma desaceleração no ritmo de crescimento. ▶️ Também pela manhã, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete acusados pela tentativa de golpe de Estado em 2022. ▶️ No cenário internacional, os mercados acompanham indicadores da economia dos EUA. Serão divulgados hoje dois levantamentos sobre o setor industrial em agosto: o índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) e o relatório do Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM), que avalia o desempenho da produção, o volume de novos pedidos e a geração de empregos na indústria americana. Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado. Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair ????Dólar a Acumulado da semana: +0,32%; Acumulado do mês: +0,32%; Acumulado do ano: -11,99%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,10%; Acumulado do mês: -0,10%; Acumulado do ano: +17,46%. Julgamento de Bolsonaro A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a partir desta terça-feira (2) a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, por tentativa de golpe de Estado em 2022. Serão julgados o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus do chamado núcleo 1, ou crucial, que reúne aqueles que são considerados os principais integrantes da suposta organização criminosa denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). São eles: os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A denúncia da Procuradoria-Geral da República será julgada no STF, composta pelos ministros Cristiano Zanin, presidente do colegiado, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Se houver absolvição, o caso é arquivado e nenhuma punição é aplicada. Se houver condenação, a decisão dos ministros vai fixar: pena para cada um dos envolvidos; efeitos civis e administrativos aplicáveis em cada caso. A lei brasileira também prevê consequências para os réus, em caso de punição. As consequências não são automáticas e precisam estar definidas na decisão dos ministros. São eles: fixação de um valor a ser pago por conta de danos causados pelo crime; com possibilidade de indenização por danos morais coletivos; perda de cargos e funções públicas, além de mandatos eletivos, se a pena de prisão for maior que quatro anos. Bolsas globais Por causa do feriado do Dia do Trabalho nos EUA, celebrado na primeira segunda-feira de setembro, os mercados acionários norte-americanos permaneceram fechados nesta segunda-feira. Na sexta-feira, o Dow Jones recuou 0,20%, fechando em 45.544,88 pontos. O S&P 500 caiu 0,64%, aos 6.460,27 pontos, e o Nasdaq Composite teve baixa de 1,15%, encerrando em 21.455,55 pontos. As bolsas europeias, por outro lado, encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, recuperando-se da queda acentuada nos preços das ações de tecnologia ocorrida na semana anterior. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 1,8%, enquanto o DAX da Alemanha subiu 0,57%. No Reino Unido, o FTSE 100 registrou alta de 0,10%, na França o CAC 40 avançou 0,05%, e na Itália, o FTSE MIB valorizou 0,51%. Nos mercados asiáticos, o desempenho foi misto, influenciado por resultados corporativos, expectativas sobre inovação tecnológica e cautela em relação ao cenário econômico global. O índice Nikkei, em Tóquio, recuou 1,24%, fechando em 42.188 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,15%, encerrando em 25.617 pontos. Em Xangai, o SSEC avançou 0,46%, para 3.875 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as principais empresas listadas em Xangai e Shenzhen, valorizou 0,60%, atingindo 4.523 pontos. Em Seul, o Kospi caiu 1,35%, fechando em 3.142 pontos. Em Taiwan, o Taiex recuou 0,67%, para 24.071 pontos. O Straits Times de Cingapura avançou 0,25%, encerrando em 4.280 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 rec

A primeira turma do STF vai começar a julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus por tentativa de golpe de Estado O dólar inicia a sessão desta terça-feira (2) em alta. Por volta das 9h45, a moeda americana subia 0,96%, cotada a R$ 5,491. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h. Apesar do retorno do feriado nos Estados Unidos — que ontem reduziu o volume de negociações globais devido ao fechamento das bolsas americanas — os investidores voltam suas atenções para o Brasil, com a divulgação do PIB e do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro . ????Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça ▶️ Às 9h, o IBGE divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que indicam o desempenho da economia brasileira no período. Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, a expectativa é de uma leve alta de 0,3% em relação aos três meses anteriores, sinalizando uma desaceleração no ritmo de crescimento. ▶️ Também pela manhã, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete acusados pela tentativa de golpe de Estado em 2022. ▶️ No cenário internacional, os mercados acompanham indicadores da economia dos EUA. Serão divulgados hoje dois levantamentos sobre o setor industrial em agosto: o índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) e o relatório do Instituto de Gestão de Suprimentos (ISM), que avalia o desempenho da produção, o volume de novos pedidos e a geração de empregos na indústria americana. Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado. Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair ????Dólar a Acumulado da semana: +0,32%; Acumulado do mês: +0,32%; Acumulado do ano: -11,99%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,10%; Acumulado do mês: -0,10%; Acumulado do ano: +17,46%. Julgamento de Bolsonaro A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a partir desta terça-feira (2) a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus, por tentativa de golpe de Estado em 2022. Serão julgados o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete réus do chamado núcleo 1, ou crucial, que reúne aqueles que são considerados os principais integrantes da suposta organização criminosa denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). São eles: os ex-ministros Anderson Torres (Justiça), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto (Casa Civil) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A denúncia da Procuradoria-Geral da República será julgada no STF, composta pelos ministros Cristiano Zanin, presidente do colegiado, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Se houver absolvição, o caso é arquivado e nenhuma punição é aplicada. Se houver condenação, a decisão dos ministros vai fixar: pena para cada um dos envolvidos; efeitos civis e administrativos aplicáveis em cada caso. A lei brasileira também prevê consequências para os réus, em caso de punição. As consequências não são automáticas e precisam estar definidas na decisão dos ministros. São eles: fixação de um valor a ser pago por conta de danos causados pelo crime; com possibilidade de indenização por danos morais coletivos; perda de cargos e funções públicas, além de mandatos eletivos, se a pena de prisão for maior que quatro anos. Bolsas globais Por causa do feriado do Dia do Trabalho nos EUA, celebrado na primeira segunda-feira de setembro, os mercados acionários norte-americanos permaneceram fechados nesta segunda-feira. Na sexta-feira, o Dow Jones recuou 0,20%, fechando em 45.544,88 pontos. O S&P 500 caiu 0,64%, aos 6.460,27 pontos, e o Nasdaq Composite teve baixa de 1,15%, encerrando em 21.455,55 pontos. As bolsas europeias, por outro lado, encerraram o pregão desta segunda-feira em alta, recuperando-se da queda acentuada nos preços das ações de tecnologia ocorrida na semana anterior. O índice pan-europeu STOXX 600 avançou 1,8%, enquanto o DAX da Alemanha subiu 0,57%. No Reino Unido, o FTSE 100 registrou alta de 0,10%, na França o CAC 40 avançou 0,05%, e na Itália, o FTSE MIB valorizou 0,51%. Nos mercados asiáticos, o desempenho foi misto, influenciado por resultados corporativos, expectativas sobre inovação tecnológica e cautela em relação ao cenário econômico global. O índice Nikkei, em Tóquio, recuou 1,24%, fechando em 42.188 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 2,15%, encerrando em 25.617 pontos. Em Xangai, o SSEC avançou 0,46%, para 3.875 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as principais empresas listadas em Xangai e Shenzhen, valorizou 0,60%, atingindo 4.523 pontos. Em Seul, o Kospi caiu 1,35%, fechando em 3.142 pontos. Em Taiwan, o Taiex recuou 0,67%, para 24.071 pontos. O Straits Times de Cingapura avançou 0,25%, encerrando em 4.280 pontos. Em Sydney, o S&P/ASX 200 recuou 0,51%, terminando o pregão aos 8.927 pontos. O dólar opera cotado acima de R$ 6,00 no mercado à vista na manhã desta quarta-feira, 9, estendendo ganhos frente ao real pelo quarto pregão consecutivo, diante do acirramento da guerra comercial entre os EUA e a China. Adriana Toffetti/Estadão Conteúdo *Com informações da agência de notícias Reuters
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