Dólar opera em alta e vai a R$ 5,20, após falas do presidente do Fed; Ibovespa cai
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera em alta nesta quarta-feira (1º), com um avanço de 0,86% perto das 12h, cotado a R$ 5,2074. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 0,46% no mesmo horário, aos 171.239 pontos. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ As novas falas do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Kevin Warsh, ficam no centro das atenções. O indicado de Donald Trump afirmou que os riscos de alta nos preços diminuíram nos Estados Unidos, mas reforçou que a instituição está empenhada em levar a inflação para a meta do Fed, de 2%. ▶️ Os indicadores econômicos de diferentes países também seguem na mira dos investidores. Na véspera, o relatório Jolts indicou que as vagas de emprego abertas nos EUA aumentaram em maio, enquanto o Caged mostrou que o mercado de trabalho brasileiro criou 73 mil postos formais no período, abaixo do esperado. Os dados são importantes porque refletem o desempenho da economia e da inflação e podem dar sinais sobre os próximos passos dos bancos centrais em relação aos juros. A incerteza sobre essas decisões e a perspectiva de juros elevados por mais tempo ajudaram a manter o Ibovespa em queda. ▶️ No Brasil, o mercado ainda avalia o resultado primário do setor público, que registrou um déficit (despesas maiores do que receitas) de R$ 56,1 bilhões em maio, uma alta de 66,5% em relação ao mesmo mês de 2025. Como resultado, a Dívida Bruta do Governo Geral subiu de 80,2% para 81,1% do PIB, o maior nível desde maio de 2021. Na agenda desta quarta, o destaque fica com os indicadores de atividade dos EUA, do Brasil e da zona do euro. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,08%; Acumulado do mês: +2,39%; Acumulado do ano: -5,94%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,73%; Acumulado do mês: -1,01%; Acumulado do ano: +6,76%. Mercados globais Em Wall Street, os índices operavam mistos nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam novas falas de Warsh e seguiam atentos aos desdobramentos no Oriente Médio. Perto das 12h, o Dow Jones tinha alta de 0,20%, enquanto o S&P 500 caía 0,13% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,29%. Na Europa, o dia é majoritariamente negativo. Entre as principais bolsas da região, o DAX, da Alemanha, tinha queda de 0,08% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, perdia 0,98% e o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,47%. Na Ásia, as bolsas fecharam mistas nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam dados sobre a atividade industrial chinesa. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,41%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 0,44%. No Japão, o índice Nikkei subiu 0,59%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 2,04%. O Hang Seng, de Hong Kong, ficou fechado por conta de um feriado local. *Com informações da agência de notícias Reuters. Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. Tatan Syuflana/ AP

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera em alta nesta quarta-feira (1º), com um avanço de 0,86% perto das 12h, cotado a R$ 5,2074. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha queda de 0,46% no mesmo horário, aos 171.239 pontos. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ As novas falas do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Kevin Warsh, ficam no centro das atenções. O indicado de Donald Trump afirmou que os riscos de alta nos preços diminuíram nos Estados Unidos, mas reforçou que a instituição está empenhada em levar a inflação para a meta do Fed, de 2%. ▶️ Os indicadores econômicos de diferentes países também seguem na mira dos investidores. Na véspera, o relatório Jolts indicou que as vagas de emprego abertas nos EUA aumentaram em maio, enquanto o Caged mostrou que o mercado de trabalho brasileiro criou 73 mil postos formais no período, abaixo do esperado. Os dados são importantes porque refletem o desempenho da economia e da inflação e podem dar sinais sobre os próximos passos dos bancos centrais em relação aos juros. A incerteza sobre essas decisões e a perspectiva de juros elevados por mais tempo ajudaram a manter o Ibovespa em queda. ▶️ No Brasil, o mercado ainda avalia o resultado primário do setor público, que registrou um déficit (despesas maiores do que receitas) de R$ 56,1 bilhões em maio, uma alta de 66,5% em relação ao mesmo mês de 2025. Como resultado, a Dívida Bruta do Governo Geral subiu de 80,2% para 81,1% do PIB, o maior nível desde maio de 2021. Na agenda desta quarta, o destaque fica com os indicadores de atividade dos EUA, do Brasil e da zona do euro. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,08%; Acumulado do mês: +2,39%; Acumulado do ano: -5,94%. ????Ibovespa Acumulado da semana: -0,73%; Acumulado do mês: -1,01%; Acumulado do ano: +6,76%. Mercados globais Em Wall Street, os índices operavam mistos nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam novas falas de Warsh e seguiam atentos aos desdobramentos no Oriente Médio. Perto das 12h, o Dow Jones tinha alta de 0,20%, enquanto o S&P 500 caía 0,13% e o Nasdaq Composite tinha perdas de 0,29%. Na Europa, o dia é majoritariamente negativo. Entre as principais bolsas da região, o DAX, da Alemanha, tinha queda de 0,08% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, perdia 0,98% e o FTSE 100, do Reino Unido, caía 0,47%. Na Ásia, as bolsas fecharam mistas nesta quarta-feira, conforme investidores avaliavam dados sobre a atividade industrial chinesa. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen caiu 0,41%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 0,44%. No Japão, o índice Nikkei subiu 0,59%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 2,04%. O Hang Seng, de Hong Kong, ficou fechado por conta de um feriado local. *Com informações da agência de notícias Reuters. Funcionário de banco em Jacarta, na Indonésia, conta notas de dólar, em 10 de abril de 2025. Tatan Syuflana/ AP
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