Dólar oscila, de olho em nova trégua entre EUA e Irã; Ibovespa cai

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar passou a oscilar entre altas e baixas nesta segunda-feira (29), e marcava um avanço de 0,04% perto das 10h40, cotado a R$ 5,1689. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inverteu o sinal e tinha queda de 0,24% no mesmo horário, aos 172.876 pontos. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ A nova trégua entre Estados Unidos e Irã fica no centro das atenções desta segunda-feira (29), após os dois países trocarem ataques na última sexta-feira (26), acusando um ao outro de violar o cessar-fogo. Na tarde de domingo (28), Washington e Teerã concordaram em interromper as hostilidades e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. Ainda assim, a escalada das tensões traz um novo dia de alta para o petróleo no mercado internacional. Perto das 10h40, o barril do Brent, referência internacional, operava em alta de 1,14%, cotado a US$ 72,81. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 1,50% no mesmo horário, a US$ 70,27 o barril. ▶️Na agenda da semana, novos dados do mercado de trabalho no Brasil e nos EUA ficam no radar, com destaque para o relatório oficial de emprego americano, o payroll, e o Caged brasileiro. Os números devem trazer indicações sobre a atividade econômica e reforçar a perspectiva sobre o futuro das taxas de juros em ambos os países. ▶️Em sua última edição, divulgada nesta segunda-feira (29), o Boletim Focus, do Banco Central, mostrou a manutenção das estimativas para a inflação, o câmbio e a taxa básica de juros (Selic) para este ano em relação à semana passada. Para a atividade econômica, a previsão subiu de 1,98% para 1,99%. O documento reúne as projeções de diversos agentes do mercado financeiro para a economia brasileira. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: +0,03%; Acumulado do mês: +2,47%; Acumulado do ano: -5,86%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,95%; Acumulado do mês: --0,28%; Acumulado do ano: +7,55%. Trégua e tensões entre EUA e Irã Washington e Teerã fizeram uma nova troca de ataques na última sexta-feira (26), colocando em xeque o cessar-fogo implementado pelo memorando de entendimento assinado na última semana. O Irã classificou a ofensiva como uma "violação clara" do cessar-fogo e ameaçou "paralisar todos os processos diplomáticos", enquanto o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer ameaças. "É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", disse o presidente no TruthSocial no último sábado (27). No domingo (29), os dois países concordaram em suspender as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. A expectativa é que haja uma nova reunião em Doha, no Catar, na terça-feira (30). Mercados globais Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em alta, após a suspensão dos ataques entre Washington e Teerã. Perto das 10h40, o Dow Jones tinha alta de 0,41%, enquanto o S&P 500 subia 0,51% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 1,12%. Já na Europa, as bolsas operavam mistas. Entre os principais índices, do DAX, da Alemanha, tinha alta de 0,14% perto das 10h40, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,04% no mesmo horário e o FTSE 100, do Reino Unido, operava estável. Na Ásia, a maioria das bolsas da região fechou em alta, impulsionadas pelos setores de saúde, consumo e inteligência artificial. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen subiu 1,21%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 1,16%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve ganhos de ,1,57%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 0,15% e o Kospi, da Coréia do Sul, teve uma desvalorização de 0,20%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Petróleo, dólar, guerra no Oriente Médio, crise do petróleo, Irã Reuters

Jun 29, 2026 - 11:00
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Dólar oscila, de olho em nova trégua entre EUA e Irã; Ibovespa cai

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar passou a oscilar entre altas e baixas nesta segunda-feira (29), e marcava um avanço de 0,04% perto das 10h40, cotado a R$ 5,1689. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inverteu o sinal e tinha queda de 0,24% no mesmo horário, aos 172.876 pontos. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ A nova trégua entre Estados Unidos e Irã fica no centro das atenções desta segunda-feira (29), após os dois países trocarem ataques na última sexta-feira (26), acusando um ao outro de violar o cessar-fogo. Na tarde de domingo (28), Washington e Teerã concordaram em interromper as hostilidades e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. Ainda assim, a escalada das tensões traz um novo dia de alta para o petróleo no mercado internacional. Perto das 10h40, o barril do Brent, referência internacional, operava em alta de 1,14%, cotado a US$ 72,81. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançava 1,50% no mesmo horário, a US$ 70,27 o barril. ▶️Na agenda da semana, novos dados do mercado de trabalho no Brasil e nos EUA ficam no radar, com destaque para o relatório oficial de emprego americano, o payroll, e o Caged brasileiro. Os números devem trazer indicações sobre a atividade econômica e reforçar a perspectiva sobre o futuro das taxas de juros em ambos os países. ▶️Em sua última edição, divulgada nesta segunda-feira (29), o Boletim Focus, do Banco Central, mostrou a manutenção das estimativas para a inflação, o câmbio e a taxa básica de juros (Selic) para este ano em relação à semana passada. Para a atividade econômica, a previsão subiu de 1,98% para 1,99%. O documento reúne as projeções de diversos agentes do mercado financeiro para a economia brasileira. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: +0,03%; Acumulado do mês: +2,47%; Acumulado do ano: -5,86%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,95%; Acumulado do mês: --0,28%; Acumulado do ano: +7,55%. Trégua e tensões entre EUA e Irã Washington e Teerã fizeram uma nova troca de ataques na última sexta-feira (26), colocando em xeque o cessar-fogo implementado pelo memorando de entendimento assinado na última semana. O Irã classificou a ofensiva como uma "violação clara" do cessar-fogo e ameaçou "paralisar todos os processos diplomáticos", enquanto o presidente americano, Donald Trump, voltou a fazer ameaças. "É muito provável que eles nunca aprendam a lição. É possível que, um dia, já não possamos agir com prudência e sejamos obrigados a concluir, por meio da força militar, a missão que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir", disse o presidente no TruthSocial no último sábado (27). No domingo (29), os dois países concordaram em suspender as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz. A expectativa é que haja uma nova reunião em Doha, no Catar, na terça-feira (30). Mercados globais Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operavam em alta, após a suspensão dos ataques entre Washington e Teerã. Perto das 10h40, o Dow Jones tinha alta de 0,41%, enquanto o S&P 500 subia 0,51% e o Nasdaq Composite tinha ganhos de 1,12%. Já na Europa, as bolsas operavam mistas. Entre os principais índices, do DAX, da Alemanha, tinha alta de 0,14% perto das 10h40, enquanto o CAC-40, da França, caía 0,04% no mesmo horário e o FTSE 100, do Reino Unido, operava estável. Na Ásia, a maioria das bolsas da região fechou em alta, impulsionadas pelos setores de saúde, consumo e inteligência artificial. O CSI 300, que reúne as maiores companhias em Xangai e Shenzen subiu 1,21%. Já o índice de Xangai, o SSEC, fechou em alta de 1,16%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve ganhos de ,1,57%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 0,15% e o Kospi, da Coréia do Sul, teve uma desvalorização de 0,20%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Petróleo, dólar, guerra no Oriente Médio, crise do petróleo, Irã Reuters

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