EUA impõem tarifa adicional de 50% sobre determinados produtos do Canadá
Por que Trump insiste nas tarifas? Entenda a estratégia por trás da política comercial A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira (20) a imposição de uma tarifa adicional de 50% sobre uma ampla gama de produtos importados do Canadá, em resposta ao que classificou como um tratamento discriminatório do país contra produtos americanos, especialmente nos setores de veículos automotores, bebidas alcoólicas e laticínios. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou três proclamações que autorizam a medida com base na Seção 338 da Lei Tarifária de 1930, uma legislação que permite a aplicação de tarifas de até 50% sobre importações de países específicos. O objetivo é compensar "o ônus ou a desvantagem decorrentes da discriminação contra o comércio dos Estados Unidos", escreveu Trump. Donald Trump, presidente dos EUA, durante evento da Fifa em Nova York, em 17 de julho de 2026 Reuters/Evan Vucci As novas tarifas, que passam a valer à 0h01 (horário da Costa Leste dos EUA) de 19 de agosto de 2026, atingirão uma ampla variedade de produtos canadenses, que vão de vinhos e tacos de hóquei a cimento, segundo a Casa Branca. A tarifa adicional de 50% não será aplicada a produtos já sujeitos às restrições de importação previstas na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, nem a determinadas peças e componentes de aeronaves civis. Lista dos produtos canadenses taxados O que diz o documento No documento, Trump sustenta que o Canadá adota um sistema tarifário que prejudica exclusivamente os veículos americanos, enquanto concede tratamento mais favorável a outros países. Segundo a proclamação, essa política fez com que as exportações de automóveis dos EUA para o mercado canadense caíssem cerca de 22% entre abril de 2025 e março de 2026 em comparação com o mesmo período anterior. "O Canadá discrimina o comércio dos Estados Unidos", afirma o texto, acrescentando que as tarifas adicionais são "necessárias e apropriadas" para proteger os interesses americanos e estimular o governo canadense a eliminar essas práticas. *Reportagem em atualização

Por que Trump insiste nas tarifas? Entenda a estratégia por trás da política comercial A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira (20) a imposição de uma tarifa adicional de 50% sobre uma ampla gama de produtos importados do Canadá, em resposta ao que classificou como um tratamento discriminatório do país contra produtos americanos, especialmente nos setores de veículos automotores, bebidas alcoólicas e laticínios. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou três proclamações que autorizam a medida com base na Seção 338 da Lei Tarifária de 1930, uma legislação que permite a aplicação de tarifas de até 50% sobre importações de países específicos. O objetivo é compensar "o ônus ou a desvantagem decorrentes da discriminação contra o comércio dos Estados Unidos", escreveu Trump. Donald Trump, presidente dos EUA, durante evento da Fifa em Nova York, em 17 de julho de 2026 Reuters/Evan Vucci As novas tarifas, que passam a valer à 0h01 (horário da Costa Leste dos EUA) de 19 de agosto de 2026, atingirão uma ampla variedade de produtos canadenses, que vão de vinhos e tacos de hóquei a cimento, segundo a Casa Branca. A tarifa adicional de 50% não será aplicada a produtos já sujeitos às restrições de importação previstas na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, nem a determinadas peças e componentes de aeronaves civis. Lista dos produtos canadenses taxados O que diz o documento No documento, Trump sustenta que o Canadá adota um sistema tarifário que prejudica exclusivamente os veículos americanos, enquanto concede tratamento mais favorável a outros países. Segundo a proclamação, essa política fez com que as exportações de automóveis dos EUA para o mercado canadense caíssem cerca de 22% entre abril de 2025 e março de 2026 em comparação com o mesmo período anterior. "O Canadá discrimina o comércio dos Estados Unidos", afirma o texto, acrescentando que as tarifas adicionais são "necessárias e apropriadas" para proteger os interesses americanos e estimular o governo canadense a eliminar essas práticas. *Reportagem em atualização
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