Flávio Bolsonaro escala núcleo econômico para campanha, mas ainda sem 'Posto Ipiranga'

Flávio Bolsonaro escala núcleo econômico para campanha, mas ainda sem 'Posto Ipiranga' De olho na eleição, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) começou a montar nos bastidores um núcleo de conselheiros na área econômica formado por nomes que passaram pela gestão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os interlocutores que hoje orbitam o projeto estão Gustavo Montezano, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Adolfo Sachsida, ex-secretário do Ministério da Economia. ???? Acesse o canal da Sadi no WhatsApp Segundo aliados ouvidos pelo blog, o grupo ainda busca uma figura capaz de concentrar a agenda econômica e dar identidade ao projeto — um nome com o peso político e simbólico que Paulo Guedes teve na campanha de Bolsonaro. Ou seja, Flávio ainda não encontrou o seu próprio "Posto Ipiranga". O "sonho de consumo" do grupo do senador seria Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, mas essa hipótese hoje é considerada fora de cogitação. Campos Neto não embarca no projeto de Flávio, tanto por seu reposicionamento no setor privado — atualmente, ele é executivo do Nubank —, quanto pela relação próxima que mantém com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é que, embora já exista um embrião de equipe econômica na campanha, Flávio ainda não encontrou um nome com estatura política suficiente para ocupar o papel de principal formulador e porta-voz da área: e busca preencher essa lacuna vista como estratégica para setores do mercado e empresários. Leia também: Flávio e candidatos do PSD articulam trégua no 1º turno e jogam 'resta um' nos bastidores O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, caminha após visitar seu pai no prédio da Polícia Federal, onde o ex-presidente está sob custódia após violar as regras da tornozeleira eletrônica enquanto cumpria prisão domiciliar, em Brasília, Brasil, em 25 de novembro. Jorge Silva/Reuters

Fev 9, 2026 - 15:00
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Flávio Bolsonaro escala núcleo econômico para campanha, mas ainda sem 'Posto Ipiranga'

Flávio Bolsonaro escala núcleo econômico para campanha, mas ainda sem 'Posto Ipiranga' De olho na eleição, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) começou a montar nos bastidores um núcleo de conselheiros na área econômica formado por nomes que passaram pela gestão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os interlocutores que hoje orbitam o projeto estão Gustavo Montezano, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Adolfo Sachsida, ex-secretário do Ministério da Economia. ???? Acesse o canal da Sadi no WhatsApp Segundo aliados ouvidos pelo blog, o grupo ainda busca uma figura capaz de concentrar a agenda econômica e dar identidade ao projeto — um nome com o peso político e simbólico que Paulo Guedes teve na campanha de Bolsonaro. Ou seja, Flávio ainda não encontrou o seu próprio "Posto Ipiranga". O "sonho de consumo" do grupo do senador seria Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, mas essa hipótese hoje é considerada fora de cogitação. Campos Neto não embarca no projeto de Flávio, tanto por seu reposicionamento no setor privado — atualmente, ele é executivo do Nubank —, quanto pela relação próxima que mantém com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A avaliação interna é que, embora já exista um embrião de equipe econômica na campanha, Flávio ainda não encontrou um nome com estatura política suficiente para ocupar o papel de principal formulador e porta-voz da área: e busca preencher essa lacuna vista como estratégica para setores do mercado e empresários. Leia também: Flávio e candidatos do PSD articulam trégua no 1º turno e jogam 'resta um' nos bastidores O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, caminha após visitar seu pai no prédio da Polícia Federal, onde o ex-presidente está sob custódia após violar as regras da tornozeleira eletrônica enquanto cumpria prisão domiciliar, em Brasília, Brasil, em 25 de novembro. Jorge Silva/Reuters

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