Huawei propõe novo caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA

Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025 REUTERS/Go Nakamura A Huawei afirmou neste domingo (24, já segunda-feira, 25, em Xangai) que espera projetar chips de ponta até 2031 com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro, apesar das sanções dos Estados Unidos. As sanções dificultam que a China obtenha os equipamentos necessários para fabricar esses chips. A projeção foi feita em apresentação da Huawei sobre o que ela chama de "Lei de Escalonamento Tau" (Tau Scaling Law), um novo princípio proposto para aprimorar chips em um momento em que a indústria já não pode depender principalmente da redução do tamanho dos transistores. Agora no g1 Embora a empresa não tenha apresentado dados independentes de desempenho, a meta é significativa porque o processo de 1,4 nm deve estar próximo da fronteira global da fabricação avançada de chips no fim desta década. (Reportagem de Che Pan, Eduardo Baptista e Casey Hall; edição de Muralikumar Anantharaman)

Mai 24, 2026 - 23:00
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Huawei propõe novo caminho para desenvolver chips em meio a sanções dos EUA

Estande da Huawei da World Artificial Intelligence Conference em Xangai, China, em julho de 2025 REUTERS/Go Nakamura A Huawei afirmou neste domingo (24, já segunda-feira, 25, em Xangai) que espera projetar chips de ponta até 2031 com densidade de transistores equivalente a processos de 1,4 nanômetro, apesar das sanções dos Estados Unidos. As sanções dificultam que a China obtenha os equipamentos necessários para fabricar esses chips. A projeção foi feita em apresentação da Huawei sobre o que ela chama de "Lei de Escalonamento Tau" (Tau Scaling Law), um novo princípio proposto para aprimorar chips em um momento em que a indústria já não pode depender principalmente da redução do tamanho dos transistores. Agora no g1 Embora a empresa não tenha apresentado dados independentes de desempenho, a meta é significativa porque o processo de 1,4 nm deve estar próximo da fronteira global da fabricação avançada de chips no fim desta década. (Reportagem de Che Pan, Eduardo Baptista e Casey Hall; edição de Muralikumar Anantharaman)

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