Três novos diretores tomam posse na Agência Nacional de Aviação Civil

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deu posse, nesta quarta-feira (17), a três novos integrantes: o diretor-presidente, Tiago Chagas Faierstein, e dos diretores Rui Chagas Mesquita e Antonio Mathias Nogueira Moreira. Eles foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e submetidos a sabatinas no Senado Federal. O mandato da diretoria da Anac tem duração de cinco anos. Ao g1, Faierstein disse que uma das principais atenções da presidência o orçamento da agência. Para 2026, o orçamento previsto para 2026 é de R$ 113,9 milhões, valor que representa uma redução de 5,83% em relação a 2025, seguindo a tendência de decréscimo observada nos últimos anos. De acordo com as estimativas internas, seriam necessários R$ 180 milhões para garantir o funcionamento adequado da Anac. Questões judiciais relacionadas ao setor aéreo também serão prioridades, segundo o presidente. A alta taxa de judicialização é apontada por especialistas como um dos grandes gargalos do setor. ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil do Aeroporto Internacional São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1

Set 17, 2025 - 18:00
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Três novos diretores tomam posse na Agência Nacional de Aviação Civil

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deu posse, nesta quarta-feira (17), a três novos integrantes: o diretor-presidente, Tiago Chagas Faierstein, e dos diretores Rui Chagas Mesquita e Antonio Mathias Nogueira Moreira. Eles foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e submetidos a sabatinas no Senado Federal. O mandato da diretoria da Anac tem duração de cinco anos. Ao g1, Faierstein disse que uma das principais atenções da presidência o orçamento da agência. Para 2026, o orçamento previsto para 2026 é de R$ 113,9 milhões, valor que representa uma redução de 5,83% em relação a 2025, seguindo a tendência de decréscimo observada nos últimos anos. De acordo com as estimativas internas, seriam necessários R$ 180 milhões para garantir o funcionamento adequado da Anac. Questões judiciais relacionadas ao setor aéreo também serão prioridades, segundo o presidente. A alta taxa de judicialização é apontada por especialistas como um dos grandes gargalos do setor. ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil do Aeroporto Internacional São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1

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