WhatsApp pago: aplicativos da Meta terão versões com recursos exclusivos para assinantes

Facebook, Instagram e WhatsApp, plataformas da Meta Richard Drew/AP A Meta lançou na quarta-feira (27) versões pagas do WhatsApp, do Instagram e do Facebook. Com os novos planos, assinantes terão recursos adicionais, como estatísticas detalhadas sobre visualizações de seus stories e interfaces personalizadas. O WhatsApp Plus custará US$ 2,99 por mês (cerca de R$ 15), enquanto o Instagram Plus e o Facebook Plus custarão US$ 3,99 por mês cada um (R$ 20), segundo o site TechCrunch. Ainda não há informações sobre os países em que os planos pagos ficarão disponíveis. ????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A versão paga do WhatsApp será focada em personalização e oferecerá figurinhas premium, toques personalizados e temas para o aplicativo. No Instagram e no Facebook, assinantes terão acesso a análises mais detalhadas, estatísticas de visualizações de stories, maior alcance de público e opções de personalização de perfil. Agora no g1 O anúncio foi feito pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit. Segundo ela, a empresa está começando a liberar versões pagas com melhorias nos recursos que os usuários mais gostam. "Você poderá nos ver testando assinaturas sob o nome Meta One. Embora ainda estejamos em fase de testes e aprendizado, acreditamos que, eventualmente, o Meta One será o local centralizado que reunirá suas assinaturas em todos os nossos aplicativos", afirmou. A executiva também adiantou que há mais planos em andamento para empresas e criadores, além de produtos de inteligência artificial. Em 2023, a Meta lançou na Europa versões pagas e sem anúncios do Facebook e do Instagram para cumprir a legislação da União Europeia sobre proteção de dados. Agora, a decisão de liberar as assinaturas para mais países mostra o desejo da Meta em diversificar suas receitas para além da publicidade. A empresa enfrenta pressão de investidores por conta de seus gastos com inteligência artificial. A projeção da companhia é de que os investimentos nesse setor, especialmente com data centers, alcancem de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões (entre R$ 630 bilhões e R$ 730 bilhões).

Mai 28, 2026 - 18:00
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WhatsApp pago: aplicativos da Meta terão versões com recursos exclusivos para assinantes

Facebook, Instagram e WhatsApp, plataformas da Meta Richard Drew/AP A Meta lançou na quarta-feira (27) versões pagas do WhatsApp, do Instagram e do Facebook. Com os novos planos, assinantes terão recursos adicionais, como estatísticas detalhadas sobre visualizações de seus stories e interfaces personalizadas. O WhatsApp Plus custará US$ 2,99 por mês (cerca de R$ 15), enquanto o Instagram Plus e o Facebook Plus custarão US$ 3,99 por mês cada um (R$ 20), segundo o site TechCrunch. Ainda não há informações sobre os países em que os planos pagos ficarão disponíveis. ????️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A versão paga do WhatsApp será focada em personalização e oferecerá figurinhas premium, toques personalizados e temas para o aplicativo. No Instagram e no Facebook, assinantes terão acesso a análises mais detalhadas, estatísticas de visualizações de stories, maior alcance de público e opções de personalização de perfil. Agora no g1 O anúncio foi feito pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit. Segundo ela, a empresa está começando a liberar versões pagas com melhorias nos recursos que os usuários mais gostam. "Você poderá nos ver testando assinaturas sob o nome Meta One. Embora ainda estejamos em fase de testes e aprendizado, acreditamos que, eventualmente, o Meta One será o local centralizado que reunirá suas assinaturas em todos os nossos aplicativos", afirmou. A executiva também adiantou que há mais planos em andamento para empresas e criadores, além de produtos de inteligência artificial. Em 2023, a Meta lançou na Europa versões pagas e sem anúncios do Facebook e do Instagram para cumprir a legislação da União Europeia sobre proteção de dados. Agora, a decisão de liberar as assinaturas para mais países mostra o desejo da Meta em diversificar suas receitas para além da publicidade. A empresa enfrenta pressão de investidores por conta de seus gastos com inteligência artificial. A projeção da companhia é de que os investimentos nesse setor, especialmente com data centers, alcancem de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões (entre R$ 630 bilhões e R$ 730 bilhões).

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