Dólar cai com foco em dados dos EUA e votações no Congresso; Ibovespa avança
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar operava em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 10h22, a moeda americana era negociada a R$ 5,0996, com recuo de 0,17%. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 1,27%, aos 187.553 pontos. ▶️ Investidores acompanham novos dados da economia americana e falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). As informações ajudam a medir o ritmo da atividade econômica e podem influenciar decisões sobre juros, com reflexos em mercados ao redor do mundo. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️Os EUA divulgam a balança comercial de julho, que mostra a diferença entre exportações e importações. A expectativa é de aumento do déficit comercial, indicando que o país comprou mais do exterior do que vendeu. Também saem hoje os dados semanais de pedidos de seguro-desemprego. ▶️ Senado e Câmara analisam nesta quinta-feira a medida provisória que acaba com o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, a chamada "taxa das blusinhas". Os parlamentares também discutem propostas sobre mototáxi, mudanças no INSS e seguro rural. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -1,68%; Acumulado do mês: -1,37%; Acumulado do ano: -6,93%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +5,43%; Acumulado do mês: +4,39%; Acumulado do ano: +14,94%. Senado começa a analisar PEC que acaba com a escala 6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário, e garante dois dias de descanso por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos. A mudança seria gradual. Pela proposta, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passaria para 42 horas semanais. Após 14 meses, o limite seria reduzido para 40 horas. Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para o plenário do Senado, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Caso o texto seja alterado, voltará para nova análise da Câmara. Fim da escala 6x1: quem apoia, quem é contra e o que ainda pode mudar na proposta 6x1, 5x2, 4x3 e 12x36: entenda como funcionam as escalas de trabalho Se os senadores fizerem alterações, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados antes de poder ser promulgada. Comissão aprova fim da "taxa das blusinhas" Também nesta quarta-feira, a comissão mista do Congresso aprovou o parecer da medida provisória que extingue o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como "taxa das blusinhas". O texto segue para votação no plenário da Câmara e, depois, ainda precisará ser aprovado pelo Senado antes de 8 de setembro, quando a MP perde a validade. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), manteve o fim da cobrança e incluiu um mecanismo para que o Ministério da Fazenda monitore periodicamente os impactos da medida sobre a indústria, o comércio, o emprego, a renda e a arrecadação. A primeira avaliação ocorrerá após três meses e, depois, a cada seis meses. O Congresso também fará uma revisão anual da política. Foi rejeitada a proposta que daria aos Correios exclusividade na entrega de encomendas internacionais de até US$ 50. Segundo o governo, a medida seria inconstitucional. Mesmo com o fim do imposto federal de importação, o ICMS continuará sendo cobrado, já que o tributo é de competência dos estados. Bolsas globais Os principais índices de Wall Street devem abrir sem direção única nesta quinta-feira, com investidores à espera do relatório de emprego dos EUA (payroll), que será divulgado na sexta-feira (4). O dado pode influenciar as próximas decisões do o banco central americano sobre as taxas de juros do país. As tensões no Oriente Médio com os conflitos entre EUA e Irã também seguem no radar, sustentando os preços do petróleo e aumentando as preocupações com a inflação. Antes da abertura dos mercados, os contratos futuros indicavam: Dow Jones: +0,28% S&P 500: +0,06% Nasdaq: -0,13% Entre os destaques, as ações da Broadcom caíam 3,3% após uma projeção de receita abaixo das expectativas, enquanto a Snowflake disparava 23,2% com uma previsão otimista para as vendas. Na Europa, as bolsas operavam em alta, recuperando parte das perdas dos últimos dias. O índice Stoxx 600 avançava 0,2%. Entre os principais mercados, o DAX (Alemanha) subia 0,1%, o Ibex (Espanha) ganhava 0,5% e o CAC 40 (França) recuava 0,1%. No cenário corporativo, a fabricante francesa de semicondutores Soitec disparava 10% após elevar sua previsão de crescimento de receita. Já a Deutsche Telekom subia 1,7% depois de notícias de que o fundo Elliott adquiriu uma participação na empresa. Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única. Na China, o índice de Xangai subiu 0,02% e o CSI300 avançou 0,10%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,39%. Entre os destaques, as ações do setor imobiliário chinês avançaram 4,1%, recuperando parte das perd

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar operava em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 10h22, a moeda americana era negociada a R$ 5,0996, com recuo de 0,17%. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 1,27%, aos 187.553 pontos. ▶️ Investidores acompanham novos dados da economia americana e falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). As informações ajudam a medir o ritmo da atividade econômica e podem influenciar decisões sobre juros, com reflexos em mercados ao redor do mundo. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️Os EUA divulgam a balança comercial de julho, que mostra a diferença entre exportações e importações. A expectativa é de aumento do déficit comercial, indicando que o país comprou mais do exterior do que vendeu. Também saem hoje os dados semanais de pedidos de seguro-desemprego. ▶️ Senado e Câmara analisam nesta quinta-feira a medida provisória que acaba com o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, a chamada "taxa das blusinhas". Os parlamentares também discutem propostas sobre mototáxi, mudanças no INSS e seguro rural. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -1,68%; Acumulado do mês: -1,37%; Acumulado do ano: -6,93%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +5,43%; Acumulado do mês: +4,39%; Acumulado do ano: +14,94%. Senado começa a analisar PEC que acaba com a escala 6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário, e garante dois dias de descanso por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos. A mudança seria gradual. Pela proposta, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passaria para 42 horas semanais. Após 14 meses, o limite seria reduzido para 40 horas. Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para o plenário do Senado, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Caso o texto seja alterado, voltará para nova análise da Câmara. Fim da escala 6x1: quem apoia, quem é contra e o que ainda pode mudar na proposta 6x1, 5x2, 4x3 e 12x36: entenda como funcionam as escalas de trabalho Se os senadores fizerem alterações, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados antes de poder ser promulgada. Comissão aprova fim da "taxa das blusinhas" Também nesta quarta-feira, a comissão mista do Congresso aprovou o parecer da medida provisória que extingue o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como "taxa das blusinhas". O texto segue para votação no plenário da Câmara e, depois, ainda precisará ser aprovado pelo Senado antes de 8 de setembro, quando a MP perde a validade. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), manteve o fim da cobrança e incluiu um mecanismo para que o Ministério da Fazenda monitore periodicamente os impactos da medida sobre a indústria, o comércio, o emprego, a renda e a arrecadação. A primeira avaliação ocorrerá após três meses e, depois, a cada seis meses. O Congresso também fará uma revisão anual da política. Foi rejeitada a proposta que daria aos Correios exclusividade na entrega de encomendas internacionais de até US$ 50. Segundo o governo, a medida seria inconstitucional. Mesmo com o fim do imposto federal de importação, o ICMS continuará sendo cobrado, já que o tributo é de competência dos estados. Bolsas globais Os principais índices de Wall Street devem abrir sem direção única nesta quinta-feira, com investidores à espera do relatório de emprego dos EUA (payroll), que será divulgado na sexta-feira (4). O dado pode influenciar as próximas decisões do o banco central americano sobre as taxas de juros do país. As tensões no Oriente Médio com os conflitos entre EUA e Irã também seguem no radar, sustentando os preços do petróleo e aumentando as preocupações com a inflação. Antes da abertura dos mercados, os contratos futuros indicavam: Dow Jones: +0,28% S&P 500: +0,06% Nasdaq: -0,13% Entre os destaques, as ações da Broadcom caíam 3,3% após uma projeção de receita abaixo das expectativas, enquanto a Snowflake disparava 23,2% com uma previsão otimista para as vendas. Na Europa, as bolsas operavam em alta, recuperando parte das perdas dos últimos dias. O índice Stoxx 600 avançava 0,2%. Entre os principais mercados, o DAX (Alemanha) subia 0,1%, o Ibex (Espanha) ganhava 0,5% e o CAC 40 (França) recuava 0,1%. No cenário corporativo, a fabricante francesa de semicondutores Soitec disparava 10% após elevar sua previsão de crescimento de receita. Já a Deutsche Telekom subia 1,7% depois de notícias de que o fundo Elliott adquiriu uma participação na empresa. Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única. Na China, o índice de Xangai subiu 0,02% e o CSI300 avançou 0,10%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,39%. Entre os destaques, as ações do setor imobiliário chinês avançaram 4,1%, recuperando parte das perdas recentes. Já os papéis da Shein recuaram 8,7% no terceiro dia de negociações em Hong Kong. Dados divulgados nesta quinta também mostraram aceleração da atividade do setor de serviços da China em agosto, indicando fortalecimento da demanda interna. * Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo
Qual é a sua reação?