Dólar sobe com IPCA-15, dívida pública e indicadores dos EUA no radar; Ibovespa avança

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera em alta nesta quarta-feira (26). Por volta das 13h33, a moeda americana avançava 0,35%, cotada a R$ 5,1579. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,35%, aos 175.195 pontos. ▶️ Os investidores acompanham, nesta manhã, a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, pelo IBGE. O índice recuou 0,40% em agosto, após ter avançado 0,06% em julho. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️O Tesouro Nacional divulga às 14h30 o relatório da dívida pública de julho. No mesmo horário, também será publicado um informe sobre o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2026, documento que detalha a estratégia do governo para captar recursos e administrar a dívida ao longo do ano. ▶️Também nesta quarta, a Receita Federal comenta o resultado da arrecadação de julho. O governo arrecadou R$ 289,3 bilhões em impostos, alta real de 9% em relação a julho de 2025. Foi o maior valor já registrado para um mês de julho desde o início da série histórica, em 1995. ▶️Nos EUA, os investidores repercutem a segunda prévia do PIB do segundo trimestre e os dados de julho do índice de inflação PCE, acompanhado de perto pelo Federal Reserve (Fed). O indicador subiu 0,2% no mês, acima do esperado. Já o PIB americano cresceu 1,5% no segundo trimestre. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,09%; Acumulado do mês: +1,39%; Acumulado do ano: -6,35%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,07%; Acumulado do mês: -1,92%; Acumulado do ano: +8,35%. Prévia da inflação: habitação e transportes puxam queda A prévia da inflação no Brasil caiu 0,40% em agosto, segundo o IBGE. Isso significa que, em média, alguns preços ficaram mais baratos neste mês. (veja o que ficou mais caro e mais barato no mês) A queda foi puxada principalmente por: ???? Habitação (como energia elétrica e custos da casa); ???? Transportes; ???? Alimentos e bebidas. Mesmo com essa queda em agosto, a inflação ainda acumula 3,09% no ano e 4,24% nos últimos 12 meses. No entanto, esse índice ficou menor do que o registrado no mês anterior, quando estava em 4,52%. Na prática, a desaceleração da inflação pode aliviar o custo de vida e aumentar as chances de o Banco Central reduzir os juros no futuro, embora essa decisão dependa de outros fatores econômicos. Novos dados da economia dos EUA Nos EUA, a inflação ficou em 3,7% em julho, repetindo o resultado de junho e permanecendo bem acima da meta de 2% do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. No mês, os preços subiram 0,2%, acima do esperado pelo mercado. ???? Os números reforçam as dúvidas sobre os próximos passos do Fed. Como a inflação continua resistente, cresce a possibilidade de que o banco central volte a elevar os juros para tentar conter a alta dos preços, embora parte dos dirigentes defenda manter as taxas no nível atual. Ao mesmo tempo, a economia americana segue mostrando força. O PIB dos Estados Unidos cresceu 1,5% no segundo trimestre, em linha com as expectativas, enquanto o consumo das famílias permaneceu robusto, indicando que a atividade econômica continua aquecida apesar dos juros elevados. Bolsas globais Os mercados globais operavam sem direção única nesta quarta-feira, com investidores à espera de três eventos que podem definir o rumo dos mercados: a divulgação do índice de inflação PCE nos EUA; o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, em Jackson Hole; e o balanço da Nvidia. Na Europa, os futuros do EuroStoxx 50 recuavam 0,2%, os do FTSE permaneciam estáveis e os do DAX, da Alemanha, avançavam 0,13%. Em Londres, o FTSE 100 operava perto da estabilidade. A queda do petróleo pressionava as ações de energia, com BP (-1,4%) e Shell (-2,4%), enquanto construtoras, varejistas e mineradoras limitavam as perdas. O mercado também repercutia a alta das expectativas de inflação no Reino Unido e as novas ameaças de sanções dos EUA a países que mantêm relações comerciais com o Irã. Em Wall Street, os futuros do Dow Jones avançavam 0,02%, enquanto os do S&P 500 e do Nasdaq 100 recuavam 0,02% e 0,05%, respectivamente. ???? A expectativa é que o balanço da Nvidia sirva como um teste para o otimismo em torno da inteligência artificial, enquanto os dados de inflação e o discurso de Warsh podem influenciar as perspectivas para os juros nos EUA. Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta, acompanhando a melhora do sentimento em relação às empresas de tecnologia e à cadeia de inteligência artificial, após a Nvidia interromper uma sequência de sete quedas em Wall Street. O índice de Xangai subiu 0,59%, o CSI300 avançou 0,85% e o Hang Seng, de Hong Kong, ganhou 0,56%. Nos demais mercados asiáticos, o Nikkei (Japão) avançou 0,62%, o Kospi (Coreia do Sul) subiu 0,97% e o Taiex (Taiwan) ganhou 1,47%. Já o Straits Times (Cingapura) caiu 0,24%, enquanto o S&P/AS

Ago 26, 2026 - 14:00
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Dólar sobe com IPCA-15, dívida pública e indicadores dos EUA no radar; Ibovespa avança

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar opera em alta nesta quarta-feira (26). Por volta das 13h33, a moeda americana avançava 0,35%, cotada a R$ 5,1579. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, subia 0,35%, aos 175.195 pontos. ▶️ Os investidores acompanham, nesta manhã, a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, pelo IBGE. O índice recuou 0,40% em agosto, após ter avançado 0,06% em julho. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️O Tesouro Nacional divulga às 14h30 o relatório da dívida pública de julho. No mesmo horário, também será publicado um informe sobre o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2026, documento que detalha a estratégia do governo para captar recursos e administrar a dívida ao longo do ano. ▶️Também nesta quarta, a Receita Federal comenta o resultado da arrecadação de julho. O governo arrecadou R$ 289,3 bilhões em impostos, alta real de 9% em relação a julho de 2025. Foi o maior valor já registrado para um mês de julho desde o início da série histórica, em 1995. ▶️Nos EUA, os investidores repercutem a segunda prévia do PIB do segundo trimestre e os dados de julho do índice de inflação PCE, acompanhado de perto pelo Federal Reserve (Fed). O indicador subiu 0,2% no mês, acima do esperado. Já o PIB americano cresceu 1,5% no segundo trimestre. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,09%; Acumulado do mês: +1,39%; Acumulado do ano: -6,35%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,07%; Acumulado do mês: -1,92%; Acumulado do ano: +8,35%. Prévia da inflação: habitação e transportes puxam queda A prévia da inflação no Brasil caiu 0,40% em agosto, segundo o IBGE. Isso significa que, em média, alguns preços ficaram mais baratos neste mês. (veja o que ficou mais caro e mais barato no mês) A queda foi puxada principalmente por: ???? Habitação (como energia elétrica e custos da casa); ???? Transportes; ???? Alimentos e bebidas. Mesmo com essa queda em agosto, a inflação ainda acumula 3,09% no ano e 4,24% nos últimos 12 meses. No entanto, esse índice ficou menor do que o registrado no mês anterior, quando estava em 4,52%. Na prática, a desaceleração da inflação pode aliviar o custo de vida e aumentar as chances de o Banco Central reduzir os juros no futuro, embora essa decisão dependa de outros fatores econômicos. Novos dados da economia dos EUA Nos EUA, a inflação ficou em 3,7% em julho, repetindo o resultado de junho e permanecendo bem acima da meta de 2% do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. No mês, os preços subiram 0,2%, acima do esperado pelo mercado. ???? Os números reforçam as dúvidas sobre os próximos passos do Fed. Como a inflação continua resistente, cresce a possibilidade de que o banco central volte a elevar os juros para tentar conter a alta dos preços, embora parte dos dirigentes defenda manter as taxas no nível atual. Ao mesmo tempo, a economia americana segue mostrando força. O PIB dos Estados Unidos cresceu 1,5% no segundo trimestre, em linha com as expectativas, enquanto o consumo das famílias permaneceu robusto, indicando que a atividade econômica continua aquecida apesar dos juros elevados. Bolsas globais Os mercados globais operavam sem direção única nesta quarta-feira, com investidores à espera de três eventos que podem definir o rumo dos mercados: a divulgação do índice de inflação PCE nos EUA; o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, em Jackson Hole; e o balanço da Nvidia. Na Europa, os futuros do EuroStoxx 50 recuavam 0,2%, os do FTSE permaneciam estáveis e os do DAX, da Alemanha, avançavam 0,13%. Em Londres, o FTSE 100 operava perto da estabilidade. A queda do petróleo pressionava as ações de energia, com BP (-1,4%) e Shell (-2,4%), enquanto construtoras, varejistas e mineradoras limitavam as perdas. O mercado também repercutia a alta das expectativas de inflação no Reino Unido e as novas ameaças de sanções dos EUA a países que mantêm relações comerciais com o Irã. Em Wall Street, os futuros do Dow Jones avançavam 0,02%, enquanto os do S&P 500 e do Nasdaq 100 recuavam 0,02% e 0,05%, respectivamente. ???? A expectativa é que o balanço da Nvidia sirva como um teste para o otimismo em torno da inteligência artificial, enquanto os dados de inflação e o discurso de Warsh podem influenciar as perspectivas para os juros nos EUA. Na Ásia, as bolsas da China e de Hong Kong fecharam em alta, acompanhando a melhora do sentimento em relação às empresas de tecnologia e à cadeia de inteligência artificial, após a Nvidia interromper uma sequência de sete quedas em Wall Street. O índice de Xangai subiu 0,59%, o CSI300 avançou 0,85% e o Hang Seng, de Hong Kong, ganhou 0,56%. Nos demais mercados asiáticos, o Nikkei (Japão) avançou 0,62%, o Kospi (Coreia do Sul) subiu 0,97% e o Taiex (Taiwan) ganhou 1,47%. Já o Straits Times (Cingapura) caiu 0,24%, enquanto o S&P/ASX 200 (Austrália) recuou 0,40%. * Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo

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