Durigan diz que crise da Casas Bahia não indica problema geral na economia: 'Não há'
Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB Gustavo Moreno/STF Em entrevista ao GloboNews Mais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a oposição tem usado a crise das Casas Bahia para dizer que a economia brasileira não vai bem. Durigan disse que, ao considerar uma série histórica mais ampla, houve redução no número de falências e recuperações judiciais. Segundo ele, o varejo aparece atrás de outros setores nesse levantamento. "Quando a gente compara a série histórica mais ampla, houve um decréscimo de falências e recuperação judicial, e o varejo fica atrás, inclusive, de setores como a indústria." O ministro também afirmou que o varejo é especialmente dependente de crédito, tanto na relação com fornecedores quanto nas vendas aos consumidores. Por isso, segundo Durigan, um cenário de juros elevados tem impacto sobre a atividade. "No fundo, depende de crédito para trás, né?, para os seus fornecedores, e depende do crédito para frente, para as famílias, para os consumidores que compram. Então, quando você tem um cenário de juros apertado, é claro que você tem uma diminuição da atividade, que é muito dependente de crédito." Durigan afirmou que há diferentes fatores que ajudam a explicar a situação, mas rejeitou a ideia de que o episódio seja evidência de uma crise generalizada. "Então, há uma série de elementos que explicam, em grande medida, o que está acontecendo, mas que não justificam. Um argumento político mais escandaloso sobre crise geral, porque não há."

Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em audiência de conciliação no STF sobre o empréstimo do BRB Gustavo Moreno/STF Em entrevista ao GloboNews Mais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a oposição tem usado a crise das Casas Bahia para dizer que a economia brasileira não vai bem. Durigan disse que, ao considerar uma série histórica mais ampla, houve redução no número de falências e recuperações judiciais. Segundo ele, o varejo aparece atrás de outros setores nesse levantamento. "Quando a gente compara a série histórica mais ampla, houve um decréscimo de falências e recuperação judicial, e o varejo fica atrás, inclusive, de setores como a indústria." O ministro também afirmou que o varejo é especialmente dependente de crédito, tanto na relação com fornecedores quanto nas vendas aos consumidores. Por isso, segundo Durigan, um cenário de juros elevados tem impacto sobre a atividade. "No fundo, depende de crédito para trás, né?, para os seus fornecedores, e depende do crédito para frente, para as famílias, para os consumidores que compram. Então, quando você tem um cenário de juros apertado, é claro que você tem uma diminuição da atividade, que é muito dependente de crédito." Durigan afirmou que há diferentes fatores que ajudam a explicar a situação, mas rejeitou a ideia de que o episódio seja evidência de uma crise generalizada. "Então, há uma série de elementos que explicam, em grande medida, o que está acontecendo, mas que não justificam. Um argumento político mais escandaloso sobre crise geral, porque não há."
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