Fiat Pulse Abarth ganha novo visual e mantém motor turbo para bater o Nivus GTS
SUV compacto é um dos poucos carros esportivos em sua faixa de preço, de R$ 157.990. Motor de 185 cv de potência é o mesmo do irmão Fastback e supera o desempenho do SUV da Volkswagen em mais de 35 cv. Fiat Pulse Abarth 2026 divulgação/Fiat Poucas semanas após apresentar a versão atualizada do Pulse, com teto solar panorâmico, a Fiat lança agora a versão esportiva de seu SUV compacto: o Pulse Abarth. O carro está exposto no estande da marca durante o Festival Interlagos, que ocorre no autódromo de São Paulo entre os dias 12 e 15 de junho. No evento, o público poderá pilotar, assistir a competições, conferir lançamentos de grandes marcas e visitar exposições. O novo modelo chega ao Brasil por R$ 157.990, e poucas alterações diferenciam o Pulse Abarth 2024 da versão 2026. No exterior, dois elementos chamam a atenção: A linha vermelha que antes atravessava todo o para-choque agora está restrita às entradas de ar laterais, além de presente em pequenos apliques dentro da grade de entrada de ar; O tradicional escorpião da marca dá lugar à inscrição “Abarth”. Além dessas alterações, os faróis de neblina ganharam mais destaque, e as rodas passaram de 17 para 18 polegadas, mantendo o acabamento preto da geração anterior. Fiat Pulse Abarth 2026 LEIA MAIS Por que carros com GNV podem explodir? Especialistas dão dicas de segurança GWM anuncia Poer P30 e Haval H9, primeiros carros não eletrificados no Brasil Ford Bronco 2025 prefere manter as raízes do que vender demais — e isso pode ser ótimo O modelo segue equipado com o motor 1.3 T270 Turbo Flex, também utilizado em outros veículos da Stellantis, como Jeep Renegade, Compass, Commander, além da Fiat Toro, Fastback Abarth. A potência é de 185 cv, e o torque alcança 27,53 kgfm. O conjunto está acoplado a um câmbio automático de seis marchas. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge velocidade máxima de 215 km/h. O Volkswagen Nivus GTS, principal concorrente nesse segmento de SUVs esportivos, entrega 150 cv com seu motor 1.4 TSI turbo. No interior, o novo Pulse Abarth oferece os seguintes itens de série: Painel digital de sete polegadas; Central multimídia de 10,1 polegadas com GPS integrado; Espelhamento de celular via Android Auto e Apple Carplay sem fios; Monitoramento de pressão dos pneus; Quatro airbags; Frenagem autônoma de emergência; Alerta de permanência em faixa; Farol alto automático; Direção elétrica; Chave presencial; Banco do motorista com ajustes elétricos; Piloto automático; Retrovisor interno eletrocrômico; Teto solar panorâmico; Carregador de celular por indução. Fiat Pulse Abarth 2026 por dentro Como anda o novo Pulse Abarth O g1 colocou o novo Pulse Abarth em um ambiente onde ele promete ganhar mais destaque: na pista do Autódromo de Interlagos, local seguro para ver o SUV compacto em seus limites. Um dos diferenciais do Pulse Abarth para a versão “normal” do SUV compacto é a troca do botão que ativa o modo esportivo por um chamado “Poison”. Com ele pressionado, o carro não só ganha mais ar e força, como também aumenta o ronco do escapamento duplo. Fez diferença. A partir de uma direção já arisca, o Pulse Abarth passou a reduzir o tempo de resposta nas curvas, além de diminuir a reação do SUV ao pisar fundo no acelerador. Ele também aumentou o tempo dentro de cada marcha no câmbio automático. Com isso, a força do T270 apareceu de peito cheio em retomadas fortes, especialmente após a curva mais fechada do Bico de Pato no autódromo. Também foi possível sentir o vigor extra no S do Senna. A suspensão mais “dura” nesta versão, bem como os freios recalibrados para melhor resposta, auxiliaram no toque esportivo, mas a presença de tambor e não de disco nas rodas traseiras limitou um pouco do limite nas frenagens. Fez falta? Um pouco, especialmente em um autódromo de velocidades que puderam ultrapassar os 190 km/h na subida e reta dos boxes, que exigem maior desaceleração logo ao se aproximar do S do Senna. Desligado o modo “Poison”, é clara a sensação de que o motor perdeu a pimenta. Neste momento, o SUV tem um rendimento esperado para um carro urbano, com respostas mais vagarosas dos pedais. Tudo bem, o objetivo agora é andar na cidade e a rua não é um autódromo. Em todos os momentos, o Pulse Abarth foi mais esportivo que o Nivus GTS. O SUV compacto da Fiat foi mais rápido, forte, arisco, respondeu melhor aos toques no acelerador e os ajustes na suspensão foram mais acertados. O Nivus só supera o Pulse Abarth em um aspecto: o carro da Volks tem freio a disco nas quatro rodas. Stellantis investe R$ 30 bilhões no Brasil O lançamento do Pulse Abarth faz parte de um aporte de R$ 30 bilhões anunciado em março do ano passado pela Stellantis, grupo que reúne marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e RAM. Este valor é voltado para suas fábricas no Brasil entre 2025 e 2030, o maior valor já investido na indústria automobilística brasileira. Com o investimento, serão lançados, pelo menos, 40 novos produtos, além do desenvolvimento de tecnolog

SUV compacto é um dos poucos carros esportivos em sua faixa de preço, de R$ 157.990. Motor de 185 cv de potência é o mesmo do irmão Fastback e supera o desempenho do SUV da Volkswagen em mais de 35 cv. Fiat Pulse Abarth 2026 divulgação/Fiat Poucas semanas após apresentar a versão atualizada do Pulse, com teto solar panorâmico, a Fiat lança agora a versão esportiva de seu SUV compacto: o Pulse Abarth. O carro está exposto no estande da marca durante o Festival Interlagos, que ocorre no autódromo de São Paulo entre os dias 12 e 15 de junho. No evento, o público poderá pilotar, assistir a competições, conferir lançamentos de grandes marcas e visitar exposições. O novo modelo chega ao Brasil por R$ 157.990, e poucas alterações diferenciam o Pulse Abarth 2024 da versão 2026. No exterior, dois elementos chamam a atenção: A linha vermelha que antes atravessava todo o para-choque agora está restrita às entradas de ar laterais, além de presente em pequenos apliques dentro da grade de entrada de ar; O tradicional escorpião da marca dá lugar à inscrição “Abarth”. Além dessas alterações, os faróis de neblina ganharam mais destaque, e as rodas passaram de 17 para 18 polegadas, mantendo o acabamento preto da geração anterior. Fiat Pulse Abarth 2026 LEIA MAIS Por que carros com GNV podem explodir? Especialistas dão dicas de segurança GWM anuncia Poer P30 e Haval H9, primeiros carros não eletrificados no Brasil Ford Bronco 2025 prefere manter as raízes do que vender demais — e isso pode ser ótimo O modelo segue equipado com o motor 1.3 T270 Turbo Flex, também utilizado em outros veículos da Stellantis, como Jeep Renegade, Compass, Commander, além da Fiat Toro, Fastback Abarth. A potência é de 185 cv, e o torque alcança 27,53 kgfm. O conjunto está acoplado a um câmbio automático de seis marchas. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge velocidade máxima de 215 km/h. O Volkswagen Nivus GTS, principal concorrente nesse segmento de SUVs esportivos, entrega 150 cv com seu motor 1.4 TSI turbo. No interior, o novo Pulse Abarth oferece os seguintes itens de série: Painel digital de sete polegadas; Central multimídia de 10,1 polegadas com GPS integrado; Espelhamento de celular via Android Auto e Apple Carplay sem fios; Monitoramento de pressão dos pneus; Quatro airbags; Frenagem autônoma de emergência; Alerta de permanência em faixa; Farol alto automático; Direção elétrica; Chave presencial; Banco do motorista com ajustes elétricos; Piloto automático; Retrovisor interno eletrocrômico; Teto solar panorâmico; Carregador de celular por indução. Fiat Pulse Abarth 2026 por dentro Como anda o novo Pulse Abarth O g1 colocou o novo Pulse Abarth em um ambiente onde ele promete ganhar mais destaque: na pista do Autódromo de Interlagos, local seguro para ver o SUV compacto em seus limites. Um dos diferenciais do Pulse Abarth para a versão “normal” do SUV compacto é a troca do botão que ativa o modo esportivo por um chamado “Poison”. Com ele pressionado, o carro não só ganha mais ar e força, como também aumenta o ronco do escapamento duplo. Fez diferença. A partir de uma direção já arisca, o Pulse Abarth passou a reduzir o tempo de resposta nas curvas, além de diminuir a reação do SUV ao pisar fundo no acelerador. Ele também aumentou o tempo dentro de cada marcha no câmbio automático. Com isso, a força do T270 apareceu de peito cheio em retomadas fortes, especialmente após a curva mais fechada do Bico de Pato no autódromo. Também foi possível sentir o vigor extra no S do Senna. A suspensão mais “dura” nesta versão, bem como os freios recalibrados para melhor resposta, auxiliaram no toque esportivo, mas a presença de tambor e não de disco nas rodas traseiras limitou um pouco do limite nas frenagens. Fez falta? Um pouco, especialmente em um autódromo de velocidades que puderam ultrapassar os 190 km/h na subida e reta dos boxes, que exigem maior desaceleração logo ao se aproximar do S do Senna. Desligado o modo “Poison”, é clara a sensação de que o motor perdeu a pimenta. Neste momento, o SUV tem um rendimento esperado para um carro urbano, com respostas mais vagarosas dos pedais. Tudo bem, o objetivo agora é andar na cidade e a rua não é um autódromo. Em todos os momentos, o Pulse Abarth foi mais esportivo que o Nivus GTS. O SUV compacto da Fiat foi mais rápido, forte, arisco, respondeu melhor aos toques no acelerador e os ajustes na suspensão foram mais acertados. O Nivus só supera o Pulse Abarth em um aspecto: o carro da Volks tem freio a disco nas quatro rodas. Stellantis investe R$ 30 bilhões no Brasil O lançamento do Pulse Abarth faz parte de um aporte de R$ 30 bilhões anunciado em março do ano passado pela Stellantis, grupo que reúne marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e RAM. Este valor é voltado para suas fábricas no Brasil entre 2025 e 2030, o maior valor já investido na indústria automobilística brasileira. Com o investimento, serão lançados, pelo menos, 40 novos produtos, além do desenvolvimento de tecnologias de descarbonização dos veículos produzidos pela companhia. Já está definido, porém, qual será o principal destino dos valores: o desenvolvimento de tecnologia bio-hybrid — modelo que combina a eletrificação com motores flex movidos a etanol. Segundo Carlos Tavares, diretor-executivo da Stellantis, a empresa mira sobretudo clientes brasileiros de classe média, seu principal público consumidor, buscando oferecer uma "mobilidade segura, limpa e acessível". Ele explica que os carros 100% elétricos ainda não são o coração dos investimentos da empresa no país, uma vez que a tecnologia ainda é muito custosa para a maior parte do público. "Qual é a tecnologia mais limpa que podemos colocar no mercado por um valor que a classe média possa pagar?", comenta Tavares, explicando a escolha pelos carros híbridos movidos a etanol como o foco da atuação. Conheça o Pulse 2026
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