Gigantes da indústria farmacêutica, AstraZeneca e BMS avaliam fusão de R$ 2 trilhões
Servidora da Saúde do DF prepara dose de vacina AstraZeneca para aplicar no posto da Rodoviária do Plano Piloto Sandro Araújo/ Agência Saúde O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca e seu rival americano Bristol Myers Squibb (BMS) iniciaram discussões sobre uma possível fusão que resultaria em uma das maiores empresas do setor, com um valor de quase 400 bilhões de dólares (2 trilhões de reais), segundo o Financial Times. A notícia provocou uma queda de quase 7% nas ações da AstraZeneca pouco depois da abertura da Bolsa de Londres nesta segunda-feira (3). Os dois grupos "mantiveram discussões sobre uma fusão nos últimos meses, segundo pessoas familiarizadas com o assunto", informou o jornal econômico. Segundo as fontes, "as negociações poderiam resultar em um acordo em um futuro próximo, mas também poderiam ser adiadas ou fracassar", acrescentou o FT. Agora no g1 A AstraZeneca está avaliada em aproximadamente 196 bilhões de libras na Bolsa de Londres, segundo valores anteriores à abertura da sessão de segunda-feira, o que equivale a 264 bilhões de dólares (1,34 trilhão de reais). Por sua vez, a BMS tem uma avaliação na Bolsa de 133 bilhões de dólares (675 bilhões de reais). A AstraZeneca divulgou na semana passada um lucro líquido com alta de mais de 2% no segundo trimestre, a 2,5 bilhões de dólares (12,6 bilhões de reais), com boas vendas de seus tratamentos contra o câncer. A empresa britânica, que espera que os Estados Unidos representem metade de suas receitas até 2030, anunciou no ano passado um plano de investimento de 50 bilhões de dólares (253 bilhões de reais) no país para cumprir este objetivo. Como outro sinal de sua aproximação dos Estados Unidos, o laboratório tem cotação na Bolsa de Nova York desde 2 de fevereiro, embora a de Londres continue sendo seu mercado principal. Por sua vez, a BMS divulgou na semana passada um lucro líquido que dobrou no segundo trimestre, a 3,3 bilhões de dólares (16,7 bilhões de reais), impulsionado especialmente por seus medicamentos contra o câncer (Opdivo Qvantig), a anemia (Reblozyl) e as doenças cardiovasculares (Camzyos).

Servidora da Saúde do DF prepara dose de vacina AstraZeneca para aplicar no posto da Rodoviária do Plano Piloto Sandro Araújo/ Agência Saúde O grupo farmacêutico britânico AstraZeneca e seu rival americano Bristol Myers Squibb (BMS) iniciaram discussões sobre uma possível fusão que resultaria em uma das maiores empresas do setor, com um valor de quase 400 bilhões de dólares (2 trilhões de reais), segundo o Financial Times. A notícia provocou uma queda de quase 7% nas ações da AstraZeneca pouco depois da abertura da Bolsa de Londres nesta segunda-feira (3). Os dois grupos "mantiveram discussões sobre uma fusão nos últimos meses, segundo pessoas familiarizadas com o assunto", informou o jornal econômico. Segundo as fontes, "as negociações poderiam resultar em um acordo em um futuro próximo, mas também poderiam ser adiadas ou fracassar", acrescentou o FT. Agora no g1 A AstraZeneca está avaliada em aproximadamente 196 bilhões de libras na Bolsa de Londres, segundo valores anteriores à abertura da sessão de segunda-feira, o que equivale a 264 bilhões de dólares (1,34 trilhão de reais). Por sua vez, a BMS tem uma avaliação na Bolsa de 133 bilhões de dólares (675 bilhões de reais). A AstraZeneca divulgou na semana passada um lucro líquido com alta de mais de 2% no segundo trimestre, a 2,5 bilhões de dólares (12,6 bilhões de reais), com boas vendas de seus tratamentos contra o câncer. A empresa britânica, que espera que os Estados Unidos representem metade de suas receitas até 2030, anunciou no ano passado um plano de investimento de 50 bilhões de dólares (253 bilhões de reais) no país para cumprir este objetivo. Como outro sinal de sua aproximação dos Estados Unidos, o laboratório tem cotação na Bolsa de Nova York desde 2 de fevereiro, embora a de Londres continue sendo seu mercado principal. Por sua vez, a BMS divulgou na semana passada um lucro líquido que dobrou no segundo trimestre, a 3,3 bilhões de dólares (16,7 bilhões de reais), impulsionado especialmente por seus medicamentos contra o câncer (Opdivo Qvantig), a anemia (Reblozyl) e as doenças cardiovasculares (Camzyos).
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