GWM Tank 400 híbrido flex chega ao Brasil em 2026, para rivalizar com Toyota SW4
GWM Tank 400 André Fogaça/g1 A GWM confirmou que o Tank 400, um jipão de cinco lugares, chega ao mercado brasileiro em 2026. O modelo será um híbrido plug-in flex e terá o Toyota SW4 como um dos principais concorrentes. O modelo estará em exibição no Festival Interlagos, que acontece entre os dias 27 e 30 de agosto, em São Paulo (SP). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp À primeira vista, o Tank 400 não tem o mesmo visual quadrado do Haval H9 e do Tank 300. As linhas são mais suaves e aproximam o modelo da proposta do Toyota SW4. O Tank 400 também traz elementos que lembram o rival japonês. Um deles é a linha lateral, que sobe no fim das portas traseiras e deixa a janela seguinte em uma posição mais alta. Agora no g1 A grade frontal integrada aos faróis, posicionados mais acima, também lembra a do SW4. Nas dimensões, porém, o Tank 400 é maior e chega a ter 19 centímetros a mais de comprimento: Comprimento: 4,98 metros (contra 4,79 metros do SW4); Largura: 1,95 metro (contra 1,85 metro do SW4); Altura: 1,9 metro (contra 1,83 metro do SW4); Distância entre-eixos: 2,85 metros (contra 2,74 metros do SW4). Na traseira, porém, o Tank 400 se distancia do SW4: a tampa do porta-malas abre lateralmente e leva o estepe preso na parte externa. GWM Tank 400 divulgação/GWM Por dentro, as diferenças ficam mais evidentes. Enquanto o SW4 tem uma cabine mais simples e funcional, o Tank 400 aposta em materiais macios ao toque, acabamento com cores mais discretas e uma lista maior de equipamentos. O destaque é a enorme central multimídia de 16,3 polegadas, acompanhada por um painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas. No SW4, o quadro de instrumentos ainda combina mostradores analógicos, e a central multimídia tem só 9 polegadas. O Tank 400 também traz dois carregadores de celular por indução. Diferentemente da versão chinesa, o seletor de marchas fica exclusivamente na coluna de direção. A GWM ainda não divulgou todas as informações técnicas do Tank 400 que será vendido no Brasil. Por enquanto, a fabricante confirmou apenas que o modelo terá sistema híbrido plug-in flex, que combina motor a combustão, motor elétrico e bateria que pode ser recarregada na tomada. Em outros mercados, o Tank 400 utiliza o mesmo conjunto mecânico do Tank 300 vendido no Brasil. No Tank 300, os números são os seguintes: Conjunto híbrido com um motor elétrico e um a combustão; Potência combinada: 394 cv; Torque combinado: 76,4 kgfm; 0 a 100 km/h: 6,8 segundos; Bateria: 37 kWh; Autonomia no modo elétrico: 74 km. GWM Tank 400 divulgação/GWM Novo rival de peso Como mostrou o g1 em julho, a SW4 já vinha sofrendo com a concorrência do GWM Haval H9. O modelo chinês ficou à frente do Toyota em emplacamentos em março e maio. No acumulado entre janeiro e junho, o GWM tem 5.942 unidades vendidas e o SW4 tem 6.780 unidades. Para entender o fenômeno, o g1 separou 5 pontos que explicam a ascensão do GWM Haval H9. Veja na reportagem abaixo. GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês

GWM Tank 400 André Fogaça/g1 A GWM confirmou que o Tank 400, um jipão de cinco lugares, chega ao mercado brasileiro em 2026. O modelo será um híbrido plug-in flex e terá o Toyota SW4 como um dos principais concorrentes. O modelo estará em exibição no Festival Interlagos, que acontece entre os dias 27 e 30 de agosto, em São Paulo (SP). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp À primeira vista, o Tank 400 não tem o mesmo visual quadrado do Haval H9 e do Tank 300. As linhas são mais suaves e aproximam o modelo da proposta do Toyota SW4. O Tank 400 também traz elementos que lembram o rival japonês. Um deles é a linha lateral, que sobe no fim das portas traseiras e deixa a janela seguinte em uma posição mais alta. Agora no g1 A grade frontal integrada aos faróis, posicionados mais acima, também lembra a do SW4. Nas dimensões, porém, o Tank 400 é maior e chega a ter 19 centímetros a mais de comprimento: Comprimento: 4,98 metros (contra 4,79 metros do SW4); Largura: 1,95 metro (contra 1,85 metro do SW4); Altura: 1,9 metro (contra 1,83 metro do SW4); Distância entre-eixos: 2,85 metros (contra 2,74 metros do SW4). Na traseira, porém, o Tank 400 se distancia do SW4: a tampa do porta-malas abre lateralmente e leva o estepe preso na parte externa. GWM Tank 400 divulgação/GWM Por dentro, as diferenças ficam mais evidentes. Enquanto o SW4 tem uma cabine mais simples e funcional, o Tank 400 aposta em materiais macios ao toque, acabamento com cores mais discretas e uma lista maior de equipamentos. O destaque é a enorme central multimídia de 16,3 polegadas, acompanhada por um painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas. No SW4, o quadro de instrumentos ainda combina mostradores analógicos, e a central multimídia tem só 9 polegadas. O Tank 400 também traz dois carregadores de celular por indução. Diferentemente da versão chinesa, o seletor de marchas fica exclusivamente na coluna de direção. A GWM ainda não divulgou todas as informações técnicas do Tank 400 que será vendido no Brasil. Por enquanto, a fabricante confirmou apenas que o modelo terá sistema híbrido plug-in flex, que combina motor a combustão, motor elétrico e bateria que pode ser recarregada na tomada. Em outros mercados, o Tank 400 utiliza o mesmo conjunto mecânico do Tank 300 vendido no Brasil. No Tank 300, os números são os seguintes: Conjunto híbrido com um motor elétrico e um a combustão; Potência combinada: 394 cv; Torque combinado: 76,4 kgfm; 0 a 100 km/h: 6,8 segundos; Bateria: 37 kWh; Autonomia no modo elétrico: 74 km. GWM Tank 400 divulgação/GWM Novo rival de peso Como mostrou o g1 em julho, a SW4 já vinha sofrendo com a concorrência do GWM Haval H9. O modelo chinês ficou à frente do Toyota em emplacamentos em março e maio. No acumulado entre janeiro e junho, o GWM tem 5.942 unidades vendidas e o SW4 tem 6.780 unidades. Para entender o fenômeno, o g1 separou 5 pontos que explicam a ascensão do GWM Haval H9. Veja na reportagem abaixo. GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês
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