Investigação do BC joga luz sobre atuação da gestão Campos Neto no caso Master

Banco Central abre investigação interna para apurar condução do caso Master A investigação interna aberta no Banco Central para apurar possíveis falhas no caso do Banco Master tem como prioridade acompanhar o processo e as medidas tomadas pelo órgão desde 2019. Ou seja, o foco está nas ações durante a gestão do ex-presidente Roberto Campos Neto, que estava à frente do órgão. Apesar dos questionamentos das defesas de ex-gestores do banco investigado, de que a liquidação teria sido precipitada, a principal linha de trabalho da auditoria é a de que existiam elementos para a medida ter sido tomada antes. A liquidação de uma instituição financeira é uma medida drástica, mas que poderia ter evitado um rombo financeiro que, só ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), custa quase R$ 50 bilhões, além dos fundos de pensão e outros investidores não cobertos pela garantia do fundo. Caso Master: PF ouve depoimento de mais um investigado Jornal Nacional/ Reprodução Segundo fontes ouvidas pelo blog, a auditoria abrange desde a autorização do BC para a transferência do controle do banco Máxima para o Master, passando pela consolidação do processo, que levou cerca de dois anos, até os problemas de liquidez identificados pelo órgão em 2024. A investigação interna responde ao avanço de apurações conduzidas pelo Ministério Público Federal no caso Master, que trazem fortes indícios de problemas de liquidez e de vendas de carteiras fictícias ainda em 2024.

Jan 29, 2026 - 11:00
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Investigação do BC joga luz sobre atuação da gestão Campos Neto no caso Master

Banco Central abre investigação interna para apurar condução do caso Master A investigação interna aberta no Banco Central para apurar possíveis falhas no caso do Banco Master tem como prioridade acompanhar o processo e as medidas tomadas pelo órgão desde 2019. Ou seja, o foco está nas ações durante a gestão do ex-presidente Roberto Campos Neto, que estava à frente do órgão. Apesar dos questionamentos das defesas de ex-gestores do banco investigado, de que a liquidação teria sido precipitada, a principal linha de trabalho da auditoria é a de que existiam elementos para a medida ter sido tomada antes. A liquidação de uma instituição financeira é uma medida drástica, mas que poderia ter evitado um rombo financeiro que, só ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), custa quase R$ 50 bilhões, além dos fundos de pensão e outros investidores não cobertos pela garantia do fundo. Caso Master: PF ouve depoimento de mais um investigado Jornal Nacional/ Reprodução Segundo fontes ouvidas pelo blog, a auditoria abrange desde a autorização do BC para a transferência do controle do banco Máxima para o Master, passando pela consolidação do processo, que levou cerca de dois anos, até os problemas de liquidez identificados pelo órgão em 2024. A investigação interna responde ao avanço de apurações conduzidas pelo Ministério Público Federal no caso Master, que trazem fortes indícios de problemas de liquidez e de vendas de carteiras fictícias ainda em 2024.

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