Dólar sobe no último pregão de julho, mas fecha o mês em queda; Ibovespa avança

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar subiu nesta sexta-feira (31), último pregão de julho, mas não evitou fechar o mês em queda. A moeda americana avançou 0,17% no dia, cotada a R$ 5,0696, e acumulou desvalorização de 1,81% no período, depois de ter iniciado julho a R$ 5,2094. Na bolsa de valores, o movimento foi de alta tanto no dia quanto no acumulado do mês. O Ibovespa ganhou 0,47% nesta sexta, aos 177.999 pontos, e encerrou julho com valorização de 3,47%. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Essa semana foi de reajuste nos mercados financeiros. Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter os juros inalterados pela quinta vez seguida, dados de atividade e inflação dos Estados Unidos divulgados na véspera ficaram no radar, fazendo com que o mercado calibrasse suas projeções e voltasse para ativos um pouco mais seguros ou com maior previsibilidade. ▶️ Além disso, resultados corporativos positivos também impulsionaram os mercados globais. Entre os destaques estão papéis do setor de tecnologia, em meio ao foco do mercado em inteligência artificial, e do segmento de energia, com empresas que tiveram bom desempenho no segundo trimestre por conta da alta dos preços do petróleo no mercado internacional. ▶️ No Brasil, as atenções estiveram voltadas para o cenário fiscal. Segundo dados do Banco Central divulgados hoje, a dívida do setor público consolidado registrou uma alta em junho, atingindo 81,9% do PIB — o equivalente a R$ 10,8 trilhões. Entenda mais detalhes nesta reportagem: Dívida pública atinge 81,9% do PIB, maior nível em mais de 5 anos Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,22%; Acumulado do mês: -1,81%; Acumulado do ano: -7,64%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,27%; Acumulado do mês: +3,45%; Acumulado do ano: +10,45%. Balanços corporativos influenciam os mercados A temporada de balanços corporativos segue na mira dos investidores nesta sexta-feira. Os papéis da Amazon disparam mais de 10% no pré-mercado, após a empresa divulgar receitas acima do esperado, impulsionadas pelo bom desempenho da divisão de computação em nuvem. Os dados reforçam a percepção dos investidores de que os investimentos em inteligência artificial devem continuar fortes no setor e dão fôlego para o segmento. Em contrapartida, as ações da Apple sinalizam queda na sessão desta sexta-feira, após a empresa indicar uma perspectiva mais pessimista, alertando que a redução na capacidade de produção de chips avançados estava limitando o fornecimento de seus produtos. Já no setor de energia, Crevron e ExxonMobil apresentaram resultados fortes no trimestre, com um lucro crescente em meio aos preços mais altos do petróleo por conta da guerra no Irã. Bolsas globais Em meio ao alívio nas preocupações com inteligência artificial após resultados corporativos positivos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira (31). O Dow Jones subiu 0,54%, enquanto o S&P 500 teve alta de 0,70% e o Nasdaq Composite avançou 1,01%. Na Europa, apesar do dia misto para os mercados, as principais bolsas da região registraram ganhos mensais. Nesta sexta, o índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,1%, aos 649,19 pontos. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, fechou com um avanço de 0,28% e o CAC-40, da França, subiu 0,28%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, fechou em queda de 0,27%. A recuperação do setor de tecnologia também trouxe um dia positivo para os mercados asiáticos, que tiveram uma alta generalizada na última sessão do mês. O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, subiu 0,85%, enquanto o Índice de Xangai, o SSEC, aumentou 0,7%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 0,1% e o Nikkei, do Japão, subiu 4,03%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 17,91%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Freepik

Jul 31, 2026 - 18:00
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Dólar sobe no último pregão de julho, mas fecha o mês em queda; Ibovespa avança

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar subiu nesta sexta-feira (31), último pregão de julho, mas não evitou fechar o mês em queda. A moeda americana avançou 0,17% no dia, cotada a R$ 5,0696, e acumulou desvalorização de 1,81% no período, depois de ter iniciado julho a R$ 5,2094. Na bolsa de valores, o movimento foi de alta tanto no dia quanto no acumulado do mês. O Ibovespa ganhou 0,47% nesta sexta, aos 177.999 pontos, e encerrou julho com valorização de 3,47%. ????️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ Essa semana foi de reajuste nos mercados financeiros. Após o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter decidido manter os juros inalterados pela quinta vez seguida, dados de atividade e inflação dos Estados Unidos divulgados na véspera ficaram no radar, fazendo com que o mercado calibrasse suas projeções e voltasse para ativos um pouco mais seguros ou com maior previsibilidade. ▶️ Além disso, resultados corporativos positivos também impulsionaram os mercados globais. Entre os destaques estão papéis do setor de tecnologia, em meio ao foco do mercado em inteligência artificial, e do segmento de energia, com empresas que tiveram bom desempenho no segundo trimestre por conta da alta dos preços do petróleo no mercado internacional. ▶️ No Brasil, as atenções estiveram voltadas para o cenário fiscal. Segundo dados do Banco Central divulgados hoje, a dívida do setor público consolidado registrou uma alta em junho, atingindo 81,9% do PIB — o equivalente a R$ 10,8 trilhões. Entenda mais detalhes nesta reportagem: Dívida pública atinge 81,9% do PIB, maior nível em mais de 5 anos Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ????Dólar a Acumulado da semana: -0,22%; Acumulado do mês: -1,81%; Acumulado do ano: -7,64%. ????Ibovespa Acumulado da semana: +2,27%; Acumulado do mês: +3,45%; Acumulado do ano: +10,45%. Balanços corporativos influenciam os mercados A temporada de balanços corporativos segue na mira dos investidores nesta sexta-feira. Os papéis da Amazon disparam mais de 10% no pré-mercado, após a empresa divulgar receitas acima do esperado, impulsionadas pelo bom desempenho da divisão de computação em nuvem. Os dados reforçam a percepção dos investidores de que os investimentos em inteligência artificial devem continuar fortes no setor e dão fôlego para o segmento. Em contrapartida, as ações da Apple sinalizam queda na sessão desta sexta-feira, após a empresa indicar uma perspectiva mais pessimista, alertando que a redução na capacidade de produção de chips avançados estava limitando o fornecimento de seus produtos. Já no setor de energia, Crevron e ExxonMobil apresentaram resultados fortes no trimestre, com um lucro crescente em meio aos preços mais altos do petróleo por conta da guerra no Irã. Bolsas globais Em meio ao alívio nas preocupações com inteligência artificial após resultados corporativos positivos, os três principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira (31). O Dow Jones subiu 0,54%, enquanto o S&P 500 teve alta de 0,70% e o Nasdaq Composite avançou 1,01%. Na Europa, apesar do dia misto para os mercados, as principais bolsas da região registraram ganhos mensais. Nesta sexta, o índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,1%, aos 649,19 pontos. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, fechou com um avanço de 0,28% e o CAC-40, da França, subiu 0,28%. Já o FTSE 100, do Reino Unido, fechou em queda de 0,27%. A recuperação do setor de tecnologia também trouxe um dia positivo para os mercados asiáticos, que tiveram uma alta generalizada na última sessão do mês. O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, subiu 0,85%, enquanto o Índice de Xangai, o SSEC, aumentou 0,7%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 0,1% e o Nikkei, do Japão, subiu 4,03%. O Kospi, da Coreia do Sul, teve uma valorização de 17,91%. *Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Freepik

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